PPC Integrado - Saneamento
PPC Integrado - Saneamento
Florianópolis
junho / 2014
4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR................................................................................................................ 12
4.1 FLUXOGRAMA DO CURSO (REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERCURSO DE FORMAÇÃO) ............................ 12
4.2 APRESENTAÇÃO DO CURSO - POR FASE - QUADRO RESUMO ................................................................. 12
4.3 M ATRIZ CURRICULAR .......................................................................................................................... 16
4.4 APRESENTAÇÃO DAS UNIDADES CURRICULARES .................................................................................. 17
4.4.1 Bibliografia para os Temas Transversais ............................................... 190
4.5 METODOLOGIA .................................................................................................................................. 191
4.5.1 Estratégias de Ensino Utilizadas das Unidades Curriculares ................. 192
4.6 PLANO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR ............................................................................ 195
4.7 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ......................... 196
4.7.1 Validação ............................................................................................... 196
4.8 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ......................................................................................................... 196
4.8.1 Promoção e Pendência .......................................................................... 197
4.9 TRANCAMENTO ................................................................................................................................. 198
2
DADOS GERAIS DA OFERTA
CNPJ 11.402.887/0001-60
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Razão Social:
DE SANTA CATARINA – IF-SC
Esfera Administrativa REDE FEDERAL DE ENSINO
O
Endereço (Rua, N ) Av. Mauro Ramos 950 – Centro
Cidade/UF/CEP Florianópolis
Telefone/Fax 48 32210560 (fone) 48 32210561 (Fax)
dalton@[Link]
E-mail de contato
[Link]
Site da unidade
Eixo Tecnológico Infraestrutura
Denominação
CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM SANEAMENTO
Forma de articulação
Em conformidade com o Art. 3o das Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Resolução No 06 de 20/09/2012), a forma
de articulação com o Ensino Médio será INTEGRADA.
Regime de matrícula
Matrícula por: Periodicidade Letiva
FASE SEMESTRAL
1
CBO: Classificação Brasileira de Ocupações
3
Carga horária
Carga horária Prazo de integralização da carga horária
Total do curso Limite mínimo (meses/semestres) Limite máximo (meses/semestres)
6
universal (geral), mas focando também uma área específica de conhecimento profissional,
formando, portanto, o cidadão e o profissional necessário ao mundo de trabalho. Portanto,
essa formação deverá possibilitar ao aprendiz sua cidadania plena, seja por meio do
exercício profissional ou pela formação continuada.
1.2 Objetivos
2 FORMAS DE ACESSO
7
opção pelo curso no ato da inscrição, na primeira fase.
11
4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 Fluxograma do curso (representação gráfica do percurso de formação)
a
Tabela 1: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 1 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 1 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 3 60
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 4 80
Física FIS 4 80
Química QMC 4 80
Biologia BIO 3 60
Projeto Integrador I PI 1 2 40
12
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 2 40
Total 24 480
a
Tabela 2: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 2 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 2 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Artes ART 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 3 60
Física FIS 3 60
Química QMC 3 60
Biologia BIO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ESP 2 40
Projeto Integrador II PI2 2 40
Desenho Geométrico DEG 2 40
Total 24 480
a
Tabela 3: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 3 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 3 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Artes ART 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
Física FIS 4 80
Química QMC 2 40
Biologia BIO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ING 2 40
Geociências GEO 2 40
Sociedade e Meio Ambiente SMA 3 60
Total 24 480
a
Tabela 4: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 4 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 4 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
Física FIS 3 60
Química QMC 2 40
Biologia BIO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ING 2 40
Segurança e Higiene no Trabalho SHT 2 40
Fundamentos Químicos em Saneamento FQS 2 40
Hidráulica I HID1 2 40
Materiais de Construção MAT 2 40
13
Total 24 480
a
Tabela 5: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 5 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 5 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
História HST 1 20
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ING 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes I AFQ1 2 40
Desenho de Sistemas Sanitários DSS 3 60
Fundamentos Biológicos em Saneamento FBS 2 40
Hidráulica II HID2 1 20
Instalações Hidrossanitárias I IHS1 2 40
Limpeza Pública LP 2 40
Topografia TOP 2 40
Total 24 480
a
Tabela 6: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 6 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 6 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
História HST 2 40
Geografia GEO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 40
Análises Bacteriológicas de Águas e Efluentes ABAF 2 40
Desenho Auxiliado por Computador I CAD1 2 40
Resíduos Especiais RE 2 40
Instalações Hidrossanitárias II IHS2 2 40
Sistemas de Água I SA1 2 40
Tecnologia da Construção TEC 2 40
Total 24 480
a
Tabela 7: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 7 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 7 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
História HST 1 20
Geografia GEO 2 40
Filosofia e Sociologia FSL 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes II AFQ2 2 40
Desenho Auxiliado por Computador II CAD2 3 60
Operação e Manutenção de Sistemas de Saneamento I OPM1 4 80
Sistemas de Água II SA2 2 40
Sistemas de Esgoto I SE1 2 40
Total 20 400
14
a
Tabela 8: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 8 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 8 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
História HST 2 40
Geografia GEO 2 40
Filosofia e Sociologia FSL 2 40
Projeto Integrador III PI 3 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes III AFQ3 2 40
Operação e Manutenção de Sistemas de Saneamento II OPM2 4 80
Orçamento e Cronogramas ORC 2 40
Sistemas de Água III SA3 2 40
Sistemas de Esgoto II SE2 2 40
Total 20 400
15
4.3 Matriz Curricular
ÁREA DE EIXOS TEMÁTICOS FASES/CRÉDITOS ENSINO - h/a (55 minutos)
CONHECIMENTO BASE COMUM 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º EM H/a PD h/a EP h/a
LINGUAGEM, CÓDIGOS Português e História da Literatura no Brasil 3 2 2 2 2 2 2 15 300
e suas Tecnologias Artes 2 2 4 80
( Ensino Médio) Educação Física 2 2 2 2 2 2 12 240
Total Linguagem (EM) 31 620
MATEMATICA Matemática 4 3 2 2 2 2 15 300
Total Matemática (EM) 15 300
CIÊNCIAS DA NATUREZA Física 4 3 4 3 14 280
e suas tecnologias Química 4 3 2 2 11 220
(Ensino Médio – EM) Biologia 3 2 2 2 9 180
Total Ciências da Natureza (EM) 34 680
CIÊNCIAS HUMANAS História 1 2 1 2 6 120
Total EM
e suas Tecnologias Geografia 2 2 2 6 120
(Ensino Médio – EM) Filosofia e Sociologia 2 1 1 1 1 2 2 2 12 240
Total Ciências Humanas (EM) 24 480
PARTE Lingua Estrangeira 2 2 2 2 8 160
DIVERSIFICADA Projeto Integrador 2 2 2 6 120
(comum EM e EP) Desenho 2 2 40
Segurança e Higiene do Trabalho 2 2 40
Total Ensino Diversificado (PD) 18 360
Análises Bacteriológicas de Águas e Efluentes 2 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes 2 2 2 6 120
Desenho Auxiliado por Computador 2 3 5 100
Desenho de Sistemas Sanitários 3 3 60
Fundamentos Biológicos em Saneamento 2 2 40
Fundamentos Químicos em Saneamento 2 2 40
Geociências 2 2 40
PARTE Hidráulica 2 1 3 60
ESPECÍFICA Instalações Hidrossanitárias 2 2 4 80
Ensino Limpeza Pública 2 2 40
Resíduos Especiais 2 2 40
Profissionalizante Materiais de Construção 2 2 40
(EP) Operação e Manutenção de Serviços de Saneamento 4 4 8 160
Orçamento e Cronogramas 2 2 40
Sistemas de Água 2 2 2 6 120
Sistema de Esgoto 2 2 4 80
Sociedade e Meio Ambiente 3 3 60
Tecnologia da Construção Civil 2 2 40
Topografia 2 2 40
Total do Ensino Profisionalizante (EP) 62 1240
Total horas/aula do Ensino Médio 22 18 17 14 8 12 7 6 104 2080 104 2080
Total horas aula da Parte Diversificada 2 6 2 4 2 0 0 2 18 360 18 360
Total horas aula da Parte Específica/Ensino Profissionalizante 0 0 5 6 14 12 13 12 62 1240
TOTAL GERAL (horas aula - ha) EP + EM + ED 24 24 24 24 24 24 20 20 184 3680
16
4.4 Apresentação das Unidades Curriculares
17
Registros Lingüísticos: modalidade oral e escrita, níveis de registro, dialetos, variedades estilísticas; História da Língua Portuguesa;
Linguagem verbal e não-verbal; Linguagem Literária e técnica: o sentido denotativo e conotativo; A construção de recursos
estilísticos: ambiguidade, ironia e humor na narrativa; Gêneros do discurso: produção de textos descritivos, narrativos,
argumentativos, injuntivos, informativos, poéticos, etc.; A Descrição; Projeto de pesquisa; Relatório de visita e de atividades;
Comunicação oral; A leitura e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
18
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas,
intelectuais, morais e sociais do educando, aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de
cultura.
Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especifica da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa, na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Testes de aptidão física (antropometria, flexibilidade, rml,ra); Histórico; Contextualização da modalidade; Fundamentos básicos da
modalidade; Esporte como lazer; Nutrição e atividade física para a qualidade de vida.
*
Legenda: Modalidades: BB = Basquetebol; CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão; HB =
handebol;
GIN = Ginástica; VB = Voleibol
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais
Habilidades
- Representar devidamente os pares ordenados no Plano Cartesiano;
- Compreender a definição e notação das diferentes funções e suas aplicações;
- Definir a função inversa, reconhecer o domínio, a imagem e fazer gráficos;
- Conceituar função modular, reconhecer o domínio, a imagem e fazer gráficos;
- Representar graficamente as funções do I e II graus; da exponencial e logarítmica;
- Calcular as raízes e fazer o estudo de sinal das mesmas;
- Deduzir a lei de formação das distintas funções a partir de pontos conhecidos;
- Analisar gráficos das funções estudadas;
- Estabelecer domínio, período e imagem das respectivas funções;
- Resolver equações e inequações, com o uso de fórmulas, gráficos ou outros elementos necessários
Bases tecnológicas
Revisão de conjuntos, História dos números, Intervalos reais, Definição de função e relação, suas representações, domínio e
imagem, Função do 1º grau: definição, estudo de zero, coeficientes, domínio e imagem, representação gráfica, inequações do 1º
grau, aplicações, Função inversa: definição, domínio e imagem, gráficos, aplicações, Função modular: definição, domínio e imagem,
gráficos, aplicações, Função do 2º grau: definição, zeros, coeficientes, domínio e imagem, representação gráfica, inequações do 2º
grau, aplicações, Função exponencial: definição, equações exponenciais, domínio e imagem, representação gráfica da função e
aplicações, Função logarítmica: definição, propriedades, domínio e imagem da função, representação gráfica da função, equações
logarítmicas, mudança de base e aplicações.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
21
Unidade Curricular FÍSICA
Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 80 horas
Competências
- Reconhecer e utilizar corretamente símbolos, códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades;
- Comprovar experimentalmente a validade das leis da física, relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental
permitindo o crescimento cognitivo do aluno;
- Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos, métodos e técnicas de uma dada medição, estabelecendo
comparações quantitativas e qualitativas.
- Operar corretamente os instrumentos de medidas como balança, cronômetro, dinamômetro, escalas métricas permitindo a
interação do aluno com o arranjo experimental;
- Compreender que tabelas, gráficos, expressões matemáticas e verbais podem ser diferentes formas da expressão do saber físico,
cada uma com suas potencialidades e limitações;
- Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.
Habilidades
- Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica;
- Utilizar leis e teorias físicas da mecânica, relacionando grandezas, quantificando e identificando parâmetros relevantes;
- Estabelecer e investigar situações-problema relacionados aos movimentos;
- Identificar a situação física do cotidiano e relacionar com modelos da cinemática e da dinâmica,
- Elaborar sínteses ou esquemas estruturados do saber físico.
- Identificar diferentes formas de linguagens para representar movimentos;
- Elaborar, ler e interpretar corretamente tabelas, gráficos, funções matemáticas, linguagem discursiva.
- Reconhecer as causas da variação de movimentos associadas às forças e ao tempo de duração das interações.
- Classificar os diversos tipos de movimentos.
- Identificar as grandezas físicas.
- Calcular grandezas físicas de acordo com a teoria de algarismos significativos.
- Operar corretamente instrumentos de medidas.
- Representar corretamente uma medida física.
- Operar corretamente grandezas vetoriais.
- Reconhecer as leis da mecânica enquanto construção humana contextualizada historicamente.
- Elaborar modelos simplificados de cinemática e ou dinâmica a partir dos quais seja possível levantar hipóteses e fazer previsões.
- Reconhecer que as modificações nos movimentos são consequências de interações entre corpos.
- Diferenciar aceleração centrípeta de aceleração tangencial.
- Identificar as condições de equilíbrio de uma partícula.
- Reconhecer situações em que as partículas se encontram em equilíbrio estático ou dinâmico.
Bases tecnológicas
22
Introdução ao laboratório de física; Noções de erros e medidas, construção e interpretação de gráficos; Os ramos da física; potência
de 10; ordem de grandeza; algarismos significativos; operações com algarismo significativo; Introdução aos movimentos; movimento
retilíneo uniforme; velocidade instantânea e velocidade média; movimento retilíneo uniformemente variado; queda livre; grandezas
vetoriais e escalares; soma de vetores; vetor velocidade e vetor aceleração; movimento circular; composição de velocidade; forças;
primeira lei de Newton; equilíbrio de uma partícula; terceira lei de Newton; força de atrito; segunda lei de Newton; unidade de força e
de massa; massa e peso; exemplos de aplicação da segunda lei de Newton; queda com resistência do ar; forças no movimento
circular.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Habilidades
-Identificar formas de energia presentes nas transformações químicas.
-Identificar uma substância, reagente ou produto, por algumas de suas propriedades características: temperatura de fusão e de
ebulição; densidade, solubilidade, condutividade térmica e elétrica.
-Associar a luz emitida por gases de substâncias aquecidas (espectro descontínuo) com transições entre seus níveis quânticos de
energia
-Aplicar conhecimentos sobre dos modelos atômicos, caracterizando-os de acordo com o desenvolvimento científico tecnológico de
cada período.
- Interpretar a distribuição eletrônica em níveis e subníveis de energia e relacionar com as famílias e os períodos da Tabela periódica.
- Reconhecer as transformações químicas por meio de diferenças entre os seus Estados iniciais e finais.
- Determinar os coeficientes estequiométricos de uma reação pelo método das tentativas.
- Identificar as propriedades periódicas raio atômico, raio iônico, Afinidade eletrônica e energia de ionização.
- Diferenciar compostos iônicos e moleculares e representar os tipos de fórmulas químicas.
- Prever a condutividade elétrica e compreender os processos de dissociação iônica e ionização.
-Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas Modificações ao longo do tempo.
- Interpretar a polaridade das ligações e moléculas e relacionar sua influência no comportamento das substâncias.
- Identificar a geometria linear, angular, trigonal plana, piramidal e tetraédrica regular.
- Identificar as principais funções inorgânicas (ácidos, bases, sais, óxidos e hidretos), classificando e aplicando as regras oficiais de
nomenclatura bem como relacionar as suas aplicações no cotidiano.
- Compreender a lei de conservação da massa e o significado das grandezas químicas: quantidade de matéria, massa molar e
volume molar.
- Identificar as condições atmosféricas em que a chuva ácida se forma e seus efeitos nocivos ao meio ambiente.
Bases tecnológicas
24
- Introdução ao estudo da Química: Materiais de laboratório e segurança; características da matéria; processos de separação de
misturas; classificação das substâncias; transformações e propriedades das substâncias; modelos atômicos e a natureza elétrica da
matéria: Dalton, Thomson e Rutherford - Bohr- espectros atômicos estrutura atômica -distribuição eletrônica: Tabela periódica dos
elementos; elemento químico estrutura da tabela periódica. configuração eletrônica e tabela periódica.- propriedades periódicas.:
Ligações químicas; ligação: iônica; covalente e metálica; propriedades dos composto iônicos e e moleculares; principais ligas
metálicas: geometria molecular e polaridade das ligações; estrutura espacial das moléculas ;polaridade das ligações e das
moléculas; princípio da solubilidade: Ligações intermoleculares; forças intermoleculares: Funções inorgânicas ; ácidos, bases
(Arrhenius), sais, óxidos e hidretos; (nomenclatura, classificação e propriedades).:Reação Química: Síntese, análise, deslocamento
e dupla troca. balanceamento: método das tentativas.
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
25
Tema 1: Alimentação e Saúde
- Construir o conceito de saúde levando em conta os condicionantes biológicos como sexo, idade, fatores genéticos e os
condicionantes sociais, econômicos, ambientais e culturais como nível de renda, escolaridade, estilos de vida, estado nutricional,
possibilidade de lazer, qualidade do transporte, condições de saneamento;
- Compreender a condição desigual de vida das populações no Brasil;
- Avaliar a adequação do uso de procedimentos invasivos para o tratamento de determinadas disfunções.
Tema 2: Conhecendo seu corpo
- Reconhecer, as principais doenças que atingem a população brasileira, correlacionando-as ao ambiente e à qualidade de vida,
indicando suas medidas profiláticas;
- Distinguir, entre as principais doenças, as infectocontagiosas e parasitárias, as degenerativas, as ocupacionais, as carenciais, as
sexualmente transmissíveis (DST) e as provocadas por toxinas ambientais;
- Relacionar os avanços científicos e tecnológicos com a melhoria das condições de vida das populações, como, por exemplo, o
uso de vacinas com a consequente queda nas taxas de mortalidade infantil; o saneamento básico e a redução na incidência de
doenças infectocontagiosas.
Tema 3: Reprodução e Gestação
- Reconhecer os dados a respeito da evolução, na última década, em particular no Brasil, da incidência das DST, particularmente a
aids, entre homens e mulheres de diferentes faixas etárias;
- Escolher medidas que representem cuidados com o próprio corpo e promovam a saúde sexual e reprodutiva dos indivíduos;
- Perceber os riscos da gravidez na adolescência e as formas de preveni-la.
Habilidades
• Reconhecer em diferentes tipos de texto – jornais, revistas, livros, outdoors, embalagens e rótulos de produtos, bulas de remédio
– e mesmo na mídia eletrônica os termos, os símbolos e os códigos próprios das ciências biológicas e empregá-los corretamente
ao produzir textos escritos ou orais sobre saúde;
• Interpretar fotos, esquemas, desenhos, tabelas, gráficos, presentes nos textos científicos ou na mídia, que representam fatos e
processos biológicos e/ou trazem dados informativos sobre eles;
• Escrever relatórios, pequenas sínteses e fazer relatos orais, utilizando linguagem específica para descrever com precisão
fenômenos biológicos;
• Interpretar indicadores de saúde pública e de desenvolvimento humano tornados públicos na mídia, relacionando-os a dados
sobre as condições de saneamento básico e ocupação urbana das várias regiões brasileiras;
• Produzir textos argumentativos sobre temas relevantes, atuais e/ou polêmicos;
• Discutir questões referentes à saúde e reprodução a partir da análise de dados;
• Analisar de que maneira textos didáticos, revistas, jornais, programas de tevê e rádio tratam questões relativas à sexualidade
como as questões de gênero, as expressões da sexualidade, as relações amorosas entre jovens, as doenças sexualmente,
transmissíveis, distinguindo um posicionamento isento, bem fundamentado do ponto de vista científico, da simples especulação, do
puro preconceito ou de tabus.
• Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas.
Bases tecnológicas
26
Tema 1: Alimentação e Saúde
Desidratação - por que mata? / Qualidade da água e saneamento Água e sais minerais;
Suplementos vitamínicos - tomar ou não tomar? Vitaminas
Colesterol e gordura trans / Esteróides anabolizantes Lipídios
Energia para todos / Hipoglicemia / Diabetes Carboidratos
Hipertermia / Doença celíaca Proteínas
Tema 2: Conhecendo seu corpo
Desnutrição - efeitos sobre a saúde, estatística, causas e soluções / Cirrose Sistema digestório
hepática - causas e tratamento
Cigarro / Poluição / Intoxicações gasosas Sistema respiratório/difusão/respiração
celular/mitocôndrias
Doenças cardiovasculares - estatísticas, causas e prevenção Sistema cardiovascular
Processos de imunização /alergias e doenças autoimunes /Sistemas de defesa Circulação linfática/ sistema imunológico
do corpo
Por que não podemos beber água do mar? / Rins e controle da pressão arterial Sistema excretor/osmose
/ Infecções urinárias
Hipotireoidismo / Ciclo menstrual / Crescimento Sistema endócrino
Memória e inteligência/ percepção sensorial Sistema nervoso/ Impulso elétrico/ Bomba de
sódio e potássio
Atividades físicas e desenvolvimento muscular/ Fraturas ósseas/ Osteoporose Sistema muscular e esquelético
Tema 3: Reprodução e Gestação
Doenças sexualmente transmissíveis/ Métodos contraceptivos Sistema reprodutor
Como produzimos gametas? / Gêmeos Meiose / fecundação
Gravidez e acompanhamento pré-natal/ células tronco embrionárias Mitose /gestação /anexos embrionários
27
Biologia – Vol. 2 José Mariano Amabis; Gilberto Rodrigues [Link] São Paulo Moderna 2004
Martho
Biologia – Volume Único Janet Laurence [Link] São Paulo Nova 2005
Geração
Bio – Volume Único Sônia Lopes [Link] São Paulo Saraiva 2004
Ser Protagonista: Biologia – Fernando Santiago Santos; João B. V. [Link] São Paulo Edições SM 2010
Vol. 1 Aguilar; Maria M. A. Oliveira
Ser Protagonista: Biologia – Fernando Santiago Santos; João B. V. [Link] São Paulo Edições SM 2010
Vol. 2 Aguilar; Maria M. A. Oliveira
Complementar
Guia para a formação de Ministério da Saúde - Brasília MEC 2006
profissionais de saúde e
educação: Saúde e
Prevenção nas Escolas
Adolescentes e jovens para a Ministério da Saúde - Brasília MEC 2010
educação entre pares: saúde
e prevenção nas escolas
Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2006
Vol. 1 Koogan
Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2006
Vol. 2 Koogan
Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2006
Vol. 3 Koogan
28
Bases tecnológicas
- Distinguir os juízos verdadeiros.
- As formas de conhecimento (pensamento mítico, senso comum, religião e ciência).
- Os principais períodos da história da filosofia (Filosofia antiga, filosofia patrística, filosofia medieval, filosofia da renascença, filosofia
moderna, filosofia da ilustração, filosofia contemporânea).
Pré-requisitos
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
O mundo de Sofia Jostein Gaarder São Paulo Companhia das 2005
letras
Habilidades
Bases tecnológicas
- Metodologias de socialização com objetivo de preparação dos alunos para reconhecimento do espaço escolar e para o
desenvolvimento de trabalhos em grupo (aplicação de dinâmicas de grupo, apresentação de filmes e documentários, visitas
técnicas).
- Introdução à metodologia da Pesquisa Científica: Iniciação aos conceitos e procedimentos da pesquisa científica de acordo com
as regras da ABNT, estudo sobre os conceitos de ciência, projeto e pesquisa, aplicação das normas da ABNT em projetos e
pesquisas desenvolvidos pelos alunos,aplicação de metodologia para realização de projetos e pesquisas científicas.
- Produção de textual (elaboração de relatórios e registros de atividades relacionadas as aulas e ao projeto de pesquisa,confecção
de uma monografia sobre pesquisa desenvolvida no semestre)
- Elaboração de portifólio: confecção de portifòlio com objetivo de organizar todo o material (textos, projeto, folders) estudado
durante o semestre compondo uma documentação básica.
- Confecção de banner pelo grupo de alunos para apresentação da pesquisa.
Terminalidade/Certificação
Habilidades
- Identificar e situar na história características e autores de cada movimento literário dos séculos XVI a XVIII;
- Relacionar características do período literário em estudo com a atualidade;
- Conceituar e relacionar arte, cultura e literatura e reconhecer a sua importância na história da humanidade;
- Conhecer, por meio da leitura de textos literários do Barroco e do Arcadismo, os autores representativos dos respectivos.
períodos, as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção;
- Elaborar textos de opinião, valendo-se de recursos estilísticos, de diferentes tipos de discurso e formas de tratamento;
- Organizar e participar de debates e seminários;
- Ler contos, crônicas, poemas e textos teatrais;
31
- Compreender e reconhecer a intertextualidade e a interdiscursividade textuais;
- Elaborar resumos.
Bases tecnológicas
Cultura, arte e literatura; Barroco; Arcadismo; figuras de linguagem (paradoxo, antítese, hipérbole); recursos sonoros (aliteração e
assonância);fonética e fonologia; prosódia; acentuação gráfica; ortografia; argumentação e construção de ponto de vista; coesão e
coerência; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.
Terminalidade/Certificação
32
Unidade Curricular ARTES
Período letivo: 2 ª Fase Carga Horária: 40h/a
Competências
competências modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Fruir, estudar e analisar as produções em artes visuais, nas produções artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e
audiovisual sensibilizando-se e se conscientizando dos meios visuais e audiovisuais de representação, comunicação e informação
Perceber homens e mulheres enquanto seres simbólicos e sociais que pensam e se expressam por meio de signos visuais e
audiovisuais desenvolvidos pelo contato sensível-consciente com signos de sua própria produção, da produção de colegas, de sua
cultura e no confronto com as demais culturas.
34
habilidades modalidade TEATRO
Utilizar os elementos da leitura teatral para expressão cênica.
Representar adequadamente em cena visando a prática de atuação.
Utilizar os elementos e os conhecimentos teatrais no momento da realização da apresentação teatral.
Interpretar textos teatrais individual e em grupo.
Identificar a linguagem teatral.
Atuar na prática de grupo utilizando-se dos conhecimentos adquiridos e respondendo ao desafio da encenação do personagem.
Bases tecnológicas
bases tecnológicas modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
História da arte internacional, nacional e catarinense (apreciação e reconhecimento dos diversos movimentos/manifestações
artísticos/as);
elementos básicos visuais (ponto, linha, plano e cor); noções de composição visual/audiovisual;
observação, leitura, interpretação e criação artística; produção/expressão artística e comunicacional
Percepção, leitura, intertextualização e intersemiotização da imagem estética e artística:
da linguagem sincrética das Histórias em Quadrinhos e das escritas pictográficas e ideográficas
da linguagem sincrética da mídia eletrônica televisiva, do sistema da heráldica e dos sistemas de representação cartográficos
do sistema pictórico na cerâmica grega e da linguagem verbal na representação da narrativa mitológica de transmissão oral e
literária dos sistemas pictórico, gráfico e escultórico e dos discursos literários, dos séculos XV, XVI e XVII
bases tecnológicas modalidade MÚSICA
Teoria musical tradicional
Percepção Musical
História da Música Ocidental, Afro-brasileira e Indígena
Técnicas específicsa dos instrumentos musicais
bases tecnológicas modalidade TEATRO
O conceito de foco;
A estrutura: Quem/Onde/O que
Improvisação;
Jogos Dramáticos;
Regras do Jogo Teatral;
Elementos da peça Teatral;
35
A caracterização do personagem;
A relação palco/plateia;
A construção do espetáculo teatral;
A expressão corporal e vocal;
Jogos de integração;
Exploração de objetos imaginários;
História do Teatro Brasileiro (Afro-brasileira e Indígena)
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Bibliografia básica modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
História da arte Brasileira BARDI, Pietro Maria São Paulo Abril
Sintaxe da Linguagem Visual. DONDIS, Donis A. 2ª São Paulo Martins Fontes 1997
A História da Arte GOMBRICH, E. H. 16ª Rio de Janeiro LTC 2000
Universos da Arte OSTROWER, Fayga Rio de Janeiro Campus 1983
a
Da cor à cor inexistente PEDROSA, Israel 6 Rio de JaneiroL. Cristiano 1995
História da Arte PROENÇA, Graça São Paulo Ática 1989
a
O que é arte COLI, Jorge 5 São Paulo Brasiliense 1995
Imagem também se lê RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra 1ª São Paulo Rosari 2005
História da arte do século XX: Anhembi-
AGRA, Lúcio 1ª São Paulo 2004
idéias e movimentos morumbi
Bibliografia complementar modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Leitura de imagens para a RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra São Paulo PUCSP 1998
educação (Tese de Dout)
36
O corpo da liberdade: reflexões COLI, Jorge 1ª São Paulo Cosac & Naify 2011
sobre a pintura do século XIX
Como estudar a arte brasileira COLI, Jorge 1ª São Paulo Senac 2005
do séc. XIX?
Como pensam as imagens SAMAIN, Etienne (org.) 1ª Campinas Unicamp 2012
Bibliografia básica modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Pequena História da Música ANDRADE, Mario São Paulo Martins Fontes 1942
Matemática e Música: O
pensamento analógico na ABDOUNUR, J. São Paulo Escrituras 2002
construção de significados
Elementos Básicos da Música BENNET, Roy São Paulo Zahar 1984
Forma e Estrutura na Música BENNET, Roy Rio de Janeiro Jorge Zahar 1986
Teoria da Música MED, Buhumil 4ª Brasília MusiMed 1996
Bibliografia complementar modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Música, Processo e Dinâmica AZZETA, Fernando São Paulo Annabi
Uma Nova História da Música. CARPEAUX, Otto Maria Rio de Janeiro Olímpia 1967
Koellreutter educador: O
humano como objetivo da BRITO, Teca A. São Paulo Peirópolis 2001
Educação Musical
Bibliografia básica modalidadeTEATRO
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Jogos Para Atores e Não Civilização
BOAL, Augusto Rio de Janeiro 2005
Atores. Brasileira
Pequena História do Teatro do
CACCIAGLIA, Mario São Paulo Edusp 1986
Brasil
Jogos Teatrais KOUDELA, Ingrid Dormien São Paulo Perspectiva 2002
37
100 Jogos Dramáticos MACHADO, Maria Clara Rio de Janeiro Agir 1996
Iniciação ao Teatro – Série
MAGALDI, Sábato São Paulo Ática 1998
Fundamentos
Oficina de Teatro REVERBEL, Olga Porto Alegre Kuarup 1993
A Linguagem da Encenação
ROUBINE, Jean-Jacques Rio de Janeiro Jorge Zahar 1998
Teatral
O Jogo Teatral no Livro do
SPOLIN, Viola São Paulo Perspectiva 2001
Diretor
Civilização
A Preparação do Ator STANISLAVSKI, Constantin Rio de Janeiro 1999
Brasileira
Habilidades
38
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Regras – o conhecimento das principais regras e um olhar crítico em relação as mesmas.
- Fundamentos básicos da modalidade
- Socialização e a parte ética do esporte
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional.
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
39
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy
Atividade física e saúde: Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em diversos DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais
40
Competências
- Usar e compreender a trigonometria como ferramenta de resolução de problemas e aplicações em contextos da realidade. Fazer
as devidas conexões com outras unidades curriculares e relacionar sua importância dentro do respectivo curso;
- Utilizar e interpretar modelos para resolução de situações-problema que envolvem medições, em especial o cálculo de distâncias
inacessíveis, bem como para construção de modelos que correspondem a fenômenos periódicos;
- Compreender o conhecimento científico e tecnológico como resultado de uma construção humana em um processo histórico e
social, reconhecendo o uso de relações trigonométricas em diferentes épocas e contextos sociais.
Habilidades
- Determinar as razões trigonométricas em triângulo retângulo;
- Estabelecer e aplicar a lei dos senos e a dos co-senos para um triângulo qualquer;
- Calcular seno, co-seno e tangente dos arcos notáveis e aplicá-los na resolução de problemas;
- Definir e graduar a circunferência trigonométrica em graus e em radianos;
- Deduzir fórmulas trigonométricas e aplicá-las em demonstração de identidades ou simplificação de expressões;
- Relacionar valores numéricos de funções trigonométricas com valores dos arcos do 1º quadrantes;
- Construir e analisar gráficos das funções trigonométricas;
- Estabelecer domínio, período e imagem das funções trigonométricas
- Resolver equações e inequações trigonométricas com o uso de fórmulas, gráficos ou ao ciclo trigonométrico
Bases tecnológicas
Relações métricas e razões trigonométricas no triângulo retângulo; Lei dos senos e a dos co-senos para um triângulo qualquer;
Cálculo de seno, co-seno e tangente dos arcos notáveis e aplicá-los na resolução de problemas; Definição e graduação da
circunferência trigonométrica em graus e em radianos; Dedução de fórmulas trigonométricas e aplicação em demonstração de
identidades ou simplificação de expressões; Cálculo de valores numéricos de funções trigonométricas com valores dos arcos do 1º
quadrante; Construção e análise de gráficos das funções trigonométricas; Identificação de domínio, período e imagem das funções
trigonométricas; Resolução de equações e inequações trigonométricas com o uso de fórmulas, gráficos ou a circunferência
trigonométrica..
Pré-requisitos (quando houver)
41
Terminalidade/Certificação
42
- Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.
- Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica, com seus
códigos, símbolos, tabelas, gráficos e relações matemática.
- Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou
matérias primas, considerando processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
Habilidades
- Relacionar grandezas físicas através de tabelas, gráficos e relações matemáticas.
- Identificar e caracterizar códigos e símbolos físicos.
- Reconhecer a evolução histórica das leis de Kepler.
- Aplicar as leis de Kepler ao estudo do movimento dos planetas e satélites.
- Analisar situações-problema que envolva a força gravitacional e a energia potencial gravitacional.
- Descrever os movimentos de rotação e translação da Terra e suas implicações no cotidiano, tais como: estações do ano, marés,
etc.
- Relacionar grandezas utilizando tabelas, gráficos e relações matemáticas.
- Reconhecer a evolução histórica dos princípios de Stevin, Pascal e Arquimedes.
- Reconhecer os princípios de Stevin, Pascal e Arquimedes e relacioná-los com o funcionamento de aparelhos e equipamentos,
explicar situações reais do cotidiano.
- Utilizar os princípios de Stevin, Pascal e Arquimedes para solucionar problemas do cotidiano.
- Identificar energia cinética, potencial gravitacional e elástica em sistemas conservativos e não conservativos.
- Analisar as transformações entre as diversas formas de energia em sistemas conservativos e não conservativos.
- Identificar fontes e transformações de energia, em diferentes equipamentos e máquinas.
- Identificar e avaliar situações cotidianas que envolvam a conservação da quantidade de movimento.
- Aplicar as leis de conservação da energia e do momento linear à análise do movimento de sistemas mecânicos.
- Calcular o trabalho mecânico de forças de diferentes naturezas, em exemplos de situações reais.
- Identificar as condições de equilíbrio de um corpo extenso.
- Reconhecer situações em que um corpo extenso encontra-se em equilíbrio estático ou dinâmico.
Bases tecnológicas
43
Momento de uma força; equilíbrio de um corpo rígido; Introdução gravitação universal; leis de Kepler; gravitação universal;
movimento de satélites; variações da aceleração da gravidade; pressão e massa específica; pressão atmosférica; variação da
pressão com a profundidade; aplicações da equação fundamental; princípios de Arquimedes; trabalho de uma força; potência,
trabalho e energia cinética; energia potencial gravitacional; energia potencial elástica; conservação da energia; exemplos de
aplicação da conservação da energia; Impulso e quantidade de movimento; quantidade de movimento de um sistema de partículas;
conservação da quantidade de movimento, forcas impulsivas e colisões.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
44
• Compreender a entalpia de reação como resultante do balanço energético advindo de formação e ruptura de ligação química.
• Estabelecer relação entre o calor envolvido nas transformações químicas e as massas de reagentes e produtos.
• Representar e interpretar informações sobre variáveis nas transformações químicas por meio de tabelas e gráficos.
• Correlacionar dados relativos à concentração de certas soluções nos sistemas naturais a possíveis problemas ambientais.
Habilidades
-Calcular quantidade de matéria de espécies químicas envolvidas em processos naturais e industriais.
- Demonstrar conhecimentos sobre cálculo estequiométrico: pureza de reagentes, rendimento de reação, reagente em excesso e
reagente limitante.
- Conhecer os tipos de solução e descrever por meio de linguagem química adequada, soluto, solvente e fases de um sistema.
- Calcular e reconhecer as concentrações das soluções usadas no cotidiano expressas em: concentração comum (g/L),
porcentagem (m/m, v/v), ppm e quantidade de matéria por volume.
- Determinar a quantidade de calor envolvido em transformações químicas do cotidiano (a partir do calor de formação e utilizando a
lei de Hess).
- Reconhecer e compreender os processos de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis, bem como sua utilização
prática, analisando os impactos ambientais ocasionados ao meio.
Bases tecnológicas
Aspectos quantitativos da Química: Relação massa/quantidade; massa atômica e massa molecular
-mol e massa molar; estudo dos gases; volume molar e equação de Clapeyron; cálculo estequiométrico: Soluções: classificação
das soluções; concentração das soluções: concentração comum; título, molaridade; diluição e misturas de soluções de mesmo
soluto: propriedades coligativas: pressão de vapor; tonoscopia , ebulioscopia e crioscopia; osmometria e cálculo da pressão
osmótica: Termoquímica: processos endotérmicos e exotérmicos equação termoquímica; entalpias das reações químicas; calor de
formação; energia de ligação e Lei de Hess
45
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Química -Na abordagem do cotidiano. Vol 2 Peruzzo, Francisco Miragaia, 4ª São Paulo Moderna 2006
Eduardo Leite do Canto
Química vol 2 FELTRE, Ricardo 6ª São Paulo Moderna 2004
Introdução e Transformações. Química Ensino Médio GEPEQ São Paulo Ed. Scipione 1999
Vol 2
Química , Volume Único USBERCO, João. Química 5ª São Paulo Ed. Saraiva 2002
Química, Vol 2 HARTWIG, Dácio Rodney.. São Paulo Ed. Scipione 1999
46
• Reconhecer a importância dos testes de DNA nos casos de determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de
indivíduos.
• Reconhecer a importância dos procedimentos éticos no uso da informação genética para promover a saúde do ser humano sem
ferir a sua privacidade e sua dignidade.
Habilidades
• Desenvolver modelos explicativos sobre o funcionamento dos sistemas vivos;
• Interpretar e utilizar modelos para explicar determinados processos biológicos;
• Fazer um levantamento de informações para identificar alguns produtos originários de manipulação genética que já estejam
circulando no mercado brasileiro.
• Identificar, a partir de resultados de cruzamentos, os princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias e
aplicá-los para interpretar o surgimento de determinadas características;
• Utilizar noções básicas de probabilidade para prever resultados de cruzamentos e para resolver problemas envolvendo
características diversas;
• Construir heredogramas a partir de dados levantados pelos alunos (junto a familiares ou conhecidos) sobre a transmissão de
certas características hereditárias;
• Avaliar a importância do aspecto econômico envolvido na utilização da manipulação genética em saúde
• Organizar e participar de debates e seminários;
• Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes;
• Elaborar resumos.
Bases tecnológicas
Tema 1: Organização celular da vida
Microescala /Microscopia óptica e eletrônica / Nanotecnologia aplicada à Biologia celular básica
biologia
Conservação de alimentos / Como alguns microrganismos conseguem Mecanismos de transporte através das
sobreviver no mar? membranas celulares
Tema 2: Variabilidade genética e hereditariedade
47
Engenharia genética / Transgênicos / Terapia gênica /Uso dos vírus e das Núcleo / Ácidos nucleicos / Síntese de proteínas
bactérias na engenharia genética
Projetos genomas / Como combater as doenças decifrando seu código Código genético / Comportamento dos
genético cromossomos nas divisões celulares
Aconselhamento genético / Genealogias ou Heredogramas / Doenças Principais mecanismos de herança genética /
genéticas Noções de probabilidade
Transfusão e doação sanguínea / Eritroblastose fetal Herança dos grupos sanguíneos, sistemas ABO
e Rh
Biotecnologia e bioética / Já podemos criar vida? / A legislação e a bioética DNA recombinante / Clonagem gênica /
Identificação de pessoas / Vacinas gênicas /
Transgênicos.
48
Introdução à Genética Anthony J.F. Griffiths; Richard [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2008
C. Lewontin; Sean B. Carroll; Koogan
Susan R. Wessler.
James D. Watson DNA: O Segredo da Vida [Link] São Paulo Companhia 2005
das Letras
Habilidades
- Dar e pedir informações pessoais;
- Dar e pedir informações sobre localização
- Comunicar-se minimamente sobre aspectos pessoais utilizando a língua espanhola em contextos formal e informal.
Bases tecnológicas
Saudações formais e informais; Fonética e fonologia hispânica; Conjugação dos verbos regulares terminados em –ar, -er, -ir;
Números; Horas e dias da semana; Aspectos linguísticos e culturais da Espanha (comunidades autônomas e seus dialetos); Verbos
que reflitam ações presentes no cotidiano dos alunos; Verbos irregulares que diptongan; Vocabulário relacionado à família; Adjetivos
específicos para descrever características físicas e psíquicas de uma pessoa; Pontos de referência que auxiliem na localização;
Verbos utilizados para indicar um caminho, rota, percurso.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
49
J. Corpas; E. García; A. Garmendia; C.
Aula Internacional 1 Barcelona Difusión 2005
Soriano; N. Sans
Curso Intensivo de Español L. Miquel; N. Sans Barcelona Difusión 2005
Nuevo Ven F. Castro; F. Marín; R. Morales; S. Rosa Madrid Edelsa 2003
Gente E. M. Peris; N. S. Baulenas Barcelona Difusión 2004
Habilidades
Bases tecnológicas
50
Terminalidade/Certificação
51
- Compreender os fundamentos do desenho projetivo.
Habilidades
-Identificar formas;
-Desenhar formas fundamentais com precisão;
-Decompor formas complexas em formas simples;
-Compreender a linguagem gráfica.
-Desenvolver a coordenação motora;
-Aplicar conceitos fundamentais do desenho projetivo.
Bases tecnológicas
Instrumentos e materiais; Geometria Plana: estudo da reta (divisão, paralelismo e perpendicularismo), ângulos (operações básicas,
transporte e construção), polígonos (classificação, construções gerais), circunferência e concordância (construções gerais);
Geometria descritiva; (estudo do ponto, reta e plano no 1° diedro); Projeções ortogonais e sólidos..
Terminalidade/Certificação
52
Período letivo: 2ª Fase Carga Horária : 20 horas
Competências
- Conceituar sociologia, ciência e sociedade, de modo que fiquem explícitas suas dimensões sociais e históricas.
- Estudar e problematizar a formação da sociedade contemporânea, aprofundando questões relativas ao seu surgimento com a
revolução burguesa, quando o agravamento de problemas sociais indicou a necessidade de uma ciência da sociedade.
- Analisar o surgimento e a formação da sociologia no Brasil e na América Latina, no contexto de inserção periférica desses países
ao capitalismo mundial.
- Identificar as finalidades da disciplina de Sociologia no ensino médio e sua trajetória no sistema escolar.
- Analisar a cultura como prática social e fenômeno historicamente situado, pelo qual os homens criam sua existência social,
econômica, política, religiosa, intelectual e artística.
Habilidades
Bases tecnológicas
53
UNIDADE I: A SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA
Principais conceitos trabalhados: sociedade, ciência e sociologia.
1. Os conceitos de sociologia, sociedade e ciência.
1.1 – Por que uma ciência da sociedade?
2. A Sociologia como disciplina escolar: finalidade e trajetória.
2.1. O sentido da sociologia no currículo escolar do ensino médio.
UNIDADE II: CULTURA E IDEOLOGIA
Principais conceitos trabalhados: cultura; ideologia; indústria cultural; contracultura.
1. Conceitos de cultura e ideologia
– O conceito sociológico de cultura
– Cultura no entendimento antropológico
– Ideologia e classe social
2. Cultura popular e cultura erudita
3. A indústria cultural
4. A contracultura
5. A mundialização da cultura no mundo globalizado
6. Cultura e ideologia no Brasil e na América Latina
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
54
Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa 2ª São Paulo Moderna 2000
da Sociedade.
Sociologia Crítica Pedrinho Guareshi 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000
55
-Compreender e reconhecer a intertextualidade e a interdiscursividade textuais;
- Aplicar os conhecimentos sobre pontuação na produção textual.
Bases tecnológicas
- Romantismo; morfologia e sintaxe; pontuação; projeto do texto dissertativo; coesão e coerência; fichamento; relatório de aula
prática; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.
Terminalidade/Certificação
56
Unidade Curricular ARTES II
Período letivo: 3 ª Fase Carga Horária: 40h/a
Competências
competências modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Fruir, estudar e analisar as produções em artes visuais, nas produções artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e
audiovisual sensibilizando-se e conscientizando-se dos meios visuais e audiovisuais de representação, comunicação e informação
Perceber homens e mulheres enquanto seres simbólicos e sociais que pensam e se expressam por meio de signos visuais e
audiovisuais desenvolvidos pelo contato sensível-consciente com signos de sua própria produção, da produção de colegas, de sua
cultura e no confronto com as demais culturas.
competências modalidade MÚSICA
Vivenciar a arte através da linguagem musical.
Utilizar-se da música como forma de expressão artística, através de exercícios de apreciação, execução e composiçã[Link],
respeitar e preservar as diferentes manifestações musicais reconhecendo-as como instrumentos adequados e eficientes na
comunicação humana.
Executar instrumentos musicais convencionais e não convencionais de sopro, corda e percussão e outros.
Utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musicais, empregando conhecimentos de técnica vocal
adequados. Sentir, expressar e pensar a realidade sonora ao seu redor, desenvolvendo maior sensibilidade e consciência estético
crítica.
Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical, criando, interpretando e apreciando músicas em um ou mais sistemas
musicais, como: modal, tonal, serial e outros.
competências modalidade TEATRO
Desenvolver o conceito de foco;
Explorar a linguagem teatral a partir da estrutura: quem/onde/o que;
Utilizar-se do imaginário do grupo como contribuição para o aprofundamento das improvisações;
Exercitar a disponibilidade para o jogo;
Reconhecer as regras do jogo teatral;
57
Vivenciar a relação palco/plateia;
Perceber a importância dos elementos da peça teatral;
Reconhecer a importância da caracterização do personagem;
Vivenciar a construção do espetáculo teatral;
Explorar o corpo no espaço;
Participar de jogos de integração e de improvisações;
Explorar a voz no espaço através de técnicas de expressão vocal;
Estudar a História do Teatro no Brasil e no Mundo;
Habilidades
habilidades modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Fazer trabalhos artísticos utilizando-se de ferramentas tradicionais e/ou virtuais/digitais, como: desenhos, pinturas, gravuras,
modelagens, esculturas, reprografias, desing, artes gráficas (flyers, cartazes, capas de discos, logotipos, entre outros), e
audiovisuais (animação, ficção, documentários, entre outros gêneros e formatos)
Investigar as articulações dos elementos e componentes básicos das linguagens visual e audiovisual presentes nas produções
artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e audiovisual
Investigar em suas produções de artes visuais e audiovisuais as articulações entre os componentes básicos dessas linguagens
(linha, forma, cor, valor, luz, textura, volume, espaço, plano, movimento, tempo, entre outros)
Analisar sistemas de representação visual, audiovisual e as possibilidades estéticas e comunicacionais presentes em seus
trabalhos, de seus colegas e de outras pessoas;
Apurar a observação e percepção sensíveis e reflexivas.
Conhecer teorias das linguagens artísticas, seus códigos e articulações formais, aspectos expressivos, contextualizando-os em
diversos âmbitos - geográfico, social, histórico, cultural, psicológico.
Compreender as linguagens artísticas como manifestações sensíveis, cognitivas e integradoras da identidade.
Articular os elementos constitutivos das linguagens da arte na fruição de obras, produtos ou objetos.
Identificar os sistemas de representação e as categorias estéticas da obra de arte
Definir as formas de articulação dos elementos básicos de cada linguagem artística
Refletir sobre as relações que envolvem o processo de construção e fruição da arte.
58
habilidades modalidade MÚSICA
Utilizar os elementos e conhecimentos de leitura musical de modo satisfatório.
Executar repertório adequado visando a prática coletiva
Utilizar elementos e conhecimentos de leitura a primeira vista e execução coletiva no momento da realização musical
Interpretar textos musicais individual e coletivamente
Decodificar os signos musicais
Atuar na prática de conjunto respondendo aos desafios colocados na situação específica de performance
habilidades modalidade TEATRO
Utilizar os elementos da leitura teatral para expressão cênica.
Representar adequadamente em cena visando a prática de atuação.
Utilizar os elementos e os conhecimentos teatrais no momento da realização da apresentação teatral.
Interpretar textos teatrais individual e em grupo.
Identificar a linguagem teatral.
Atuar na prática de grupo utilizando-se dos conhecimentos adquiridos e respondendo ao desafio da encenação do personagem.
Bases tecnológicas
bases tecnológicas modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
História da arte internacional, nacional e catarinense (apreciação e reconhecimento dos diversos movimentos/manifestações
artísticos/as);
elementos básicos visuais (ponto, linha, plano e cor); noções de composição visual/audiovisual;
59
História da Música
Técnica específica do instrumento
bases tecnológicas modalidade TEATRO
O conceito de foco;
A estrutura: Quem/Onde/O que
Improvisação;
Jogos Dramáticos;
Regras do Jogo Teatral;
Elementos da peça Teatral;
A caracterização do personagem;
A relação palco/plateia;
A construção do espetáculo teatral;
A expressão corporal e vocal;
Jogos de integração;
Exploração de objetos imaginários;
História do Teatro Brasileiro e Mundial;
60
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Bibliografia básica modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
História da arte Brasileira BARDI, Pietro Maria São Paulo Abril
Sintaxe da Linguagem Visual. DONDIS, Donis A. 2ª São PauloMartins Fontes 1997
A História da Arte GOMBRICH, E. H. 16ª Rio de Janeiro LTC 2000
Universos da Arte OSTROWER, Fayga Rio de JaneiroCampus 1983
Da cor à cor inexistente PEDROSA, Israel 6a Rio de Janeiro
L. Cristiano 1995
História da Arte PROENÇA, Graça São Paulo Ática 1989
a
O que é arte COLI, Jorge 5 São Paulo Brasiliense 1995
Imagem também se lê RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra 1ª São Paulo Rosari 2005
História da arte do século XX: Anhembi-
AGRA, Lúcio 1ª São Paulo 2004
idéias e movimentos morumbi
Bibliografia complementar modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Leitura de imagens para a RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra São Paulo PUCSP 1998
educação (Tese de Dout)
O corpo da liberdade: reflexões COLI, Jorge 1ª São Paulo Cosac & Naify 2011
sobre a pintura do século XIX
Como estudar a arte brasileira COLI, Jorge 1ª São Paulo Senac 2005
do séc. XIX?
Como pensam as imagens SAMAIN, Etienne (org.) 1ª Campinas Unicamp 2012
Bibliografia básica modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Pequena História da Música ANDRADE, Mario São Paulo Martins Fontes 1942
61
Matemática e Música: O
pensamento analógico na ABDOUNUR, J. São Paulo Escrituras 2002
construção de significados
Elementos Básicos da Música BENNET, Roy São Paulo Zahar 1984
Forma e Estrutura na Música BENNET, Roy Rio de Janeiro Jorge Zahar 1986
Bibliografia complementar modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Música, Processo e Dinâmica AZZETA, Fernando São Paulo Annabi
Uma Nova História da Música. CARPEAUX, Otto Maria Rio de Janeiro Olímpia 1967
Koellreutter educador: O
humano como objetivo da BRITO, Teca A. São Paulo Peirópolis 2001
Educação Musical
Bibliografia básica TEATRO
modalidade
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Jogos Para Atores e Não Civilização
BOAL, Augusto Rio de Janeiro 2005
Atores. Brasileira
Pequena História do Teatro do
CACCIAGLIA, Mario São Paulo Edusp 1986
Brasil
Jogos Teatrais KOUDELA, Ingrid Dormien São Paulo Perspectiva 2002
100 Jogos Dramáticos MACHADO, Maria Clara Rio de Janeiro Agir 1996
Iniciação ao Teatro – Série
MAGALDI, Sábato São Paulo Ática 1998
Fundamentos
Oficina de Teatro REVERBEL, Olga Porto Alegre Kuarup 1993
A Linguagem da Encenação
ROUBINE, Jean-Jacques Rio de Janeiro Jorge Zahar 1998
Teatral
O Jogo Teatral no Livro do
SPOLIN, Viola São Paulo Perspectiva 2001
Diretor
62
Civilização
A Preparação do Ator STANISLAVSKI, Constantin Rio de Janeiro 1999
Brasileira
Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
63
- Testes de aptidão física (antropometria, flexibilidade, rml,ra)
- Aptidão relacionada à habilidade
- Agilidade,velocidade, equilíbrio ,coordenação, tempo de reação
- Autoconhecimento corporal
- Desvios posturais e posicionamento correto do corpo
- Aptidão física relacionado à saúde
- Fundamentos básicos da modalidade
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
64
Futebol, Regras e Legislação Franciscon, M. 14ª ed. São Paulo
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais
65
- Definir, representar e construir matrizes;
- Identificar os diversos tipos de matrizes;
- Operar com matrizes;
- Definir e calcular matrizes inversas;
- Definir e calcular determinantes, mediante uso da Regra de Sarrus, Laplace e método da triangularização;
- Aplicar as propriedades na resolução de determinantes;
- Reconhecer, resolver, classificar e aplicar sistemas de equações lineares.
Bases tecnológicas
Definição, representação, construção de matrizes; Identificação dos diversos tipos de matrizes; Reconhecimento de matrizes iguais;
Operações com matrizes; Definição e cálculo de matrizes inversas; Definição e cálculo determinantes (Regra de Sarrus, Laplace e
método da triangularização); Aplicação das propriedades na resolução de determinantes; Reconhecimento e resolução de sistemas
lineares; Classificação e discussão de sistemas lineares; Aplicações de sistemas.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
66
Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 80 horas
Competências
- Reconhecer e saber utilizar corretamente símbolos, códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades;
- Comprovar experimentalmente a validade das leis da física, relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental
permitindo o crescimento cognitivo do aluno;
- Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos, métodos e técnicas de uma dada medição estabelecendo
comparações quantitativas e qualitativas.
- Operar corretamente os instrumentos de medidas como amperímetro, voltímetro, multímetros, permitindo a interação do aluno com
o arranjo experimental;
- Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.
- Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica, com seus
códigos, símbolos, tabelas, gráficos e relações matemática.
- Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou matérias
primas, considerando processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
- Conceber a física enquanto construção humana, aspectos de sua história e relações com o contexto cultural, social, político e
econômico.
- Identificar as leis e teorias físicas dentro do contexto da Eletricidade e do Eletromagnetismo.
Habilidades
- Aplicar o princípio de conservação da carga em processos de eletrização;
- Empregar as leis que regem o campo elétrico em análises qualitativa e quantitativa de fenômenos eletrostáticos;
- Explicar a formação de relâmpagos e trovões
- Relacionar corrente e resistência elétrica em meios materiais condutores;
- Saber identificar e dimensionar características elétricas de circuitos simples e dispositivos tecnológicos envolvendo resistores,
receptores e geradores de energia elétrica.
- Descrever aplicações do uso do campo magnético terrestre.
- Compreender e saber aplicar a Lei de Ampère na determinação de campos magnéticos produzidos por correntes elétricas;
- Compreender e saber usar a Lei de Faraday no cálculo da força eletromotriz induzida;
- Aplicar as leis que regem o campo elétrico e campo magnético na análise de fenômenos eletromagnéticos;
- Diferenciar ondas eletromagnéticas através de sua freqüência relacionando-as com suas aplicações;
- Conhecer e demonstrar capacidade de análise de alguns efeitos da radiação eletromagnética ionizante em organismos vivos: uso
diagnóstico e efeitos nocivos.
67
Bases tecnológicas
Carga elétrica e eletrização; condutores e isolantes; indução e polarização; eletroscópio; lei de Coulomb; conceito de campo elétrico;
campo elétrico criado por cargas puntuais; linhas de forças; comportamento de um condutor eletrizado; potencial elétrico; diferença
de potencial; voltagem em um campo uniforme; voltagem no campo de uma carga puntual; superfícies eqüipotenciais; corrente
elétrica; circuitos simples; resistência elétrica; a lei de Ohm; associação de resistores; instrumentos elétricos de medidas; potência
em um elemento do circuito; forca eletromotriz; equação do circuito; voltagem nos terminais de um gerador; magnetismo;
eletromagnetismo; campo magnético; movimento circular em um campo magnético; forca magnética em um condutor; campo
magnético de um condutor retilíneo; campo magnético no centro de uma espira circular; campo magnético de um solenóide;
influência do meio no valor do campo magnético; forca eletromotriz induzida; lei de Faraday; lei de Lenz; transformador; ondas
eletromagnéticas; espectro eletromagnético.
Terminalidade/Certificação
68
• Reconhecer as transformações químicas por meio de diferenças entre os seus estados iniciais e finais.
• Reconhecer que a transformação química ocorre em um certo intervalo de tempo.
• Reconhecer e controlar variáveis que podem modificar a rapidez de uma transformação química (concentração, temperatura, pressão,
estado de agregação, catalisador).
• utilizar modelos explicativos para compreender a rapidez das transformações químicas.
• Identificar as variáveis que perturbam o estado de equilíbrio químico.
• Representar, através da constante de equilíbrio químico, a relação entre as concentrações de reagentes e produtos em uma
transformação química
• Prever as quantidades de reagentes e produtos numa transformação química em equilíbrio.
• utilizar modelos explicativos para compreender o equilíbrio químico.
• Compreender a importância e o controle da dinâmica das transformações químicas nos processos naturais e produtivos.
• Compreender os processos de oxidação e de redução a partir das idéias sobre a estrutura da matéria.
• Prever a energia elétrica envolvida numa transformação química a partir dos potenciais-padrões de eletrodo das transformações de
oxidação e redução
• Buscar informações sobre transformações químicas que produzem energia utilizada nos sistemas produtivos.
• Avaliar as implicações sociais e ambientais do uso de energia elétrica e térmica provenientes de transformações químicas.
• Compreender a evolução das ideias sobre pilhas e eletrólise, reconhecendo as relações entre conhecimento empírico e modelos
explicativos.
• Compreender os processos químicos utilizados na indústria cloro-química para a obtenção de cloro, bromo, iodo, hidróxido de sódio,
carbonato de sódio e produtos deles derivados.
• Avaliar a produção, os usos e o consumo, pela sociedade, de materiais e substâncias obtidos da água do mar.
Habilidades
Aplicar conhecimentos sobre o funcionamento de pilhas e baterias, reconhecendo a constituição e funcionamento das células
eletrolíticas, desenvolvendo cálculos Químicos pertinentes.
- Aplicar os conhecimentos de eletrólise nos processos industriais.
- Realizar cálculos químicos sobre cinética química, representando a equação de velocidades de uma transformação em função da
quantidade de materiais.
- Reconhecer e controlar variáveis que podem modificar a rapidez de uma transformação química (concentração, temperatura, pressão,
estado de agregação, catalisador).
- Interpretar gráficos de energia de ativação.
- Identificar os fatores que influenciam na solubilidade das substâncias, assim como reconhecer equilíbrios químicos e aplicar
conhecimentos na determinação de constantes de equilíbrios (Kc e Kp) e dos graus de equilíbrio que nos influenciam processos
69
naturais e industriais.
- Relacionar a força de um eletrólito com seu grau de ionização e as constantes de acidez e basicidade, resolvendo problemas
envolvendo Ka, Kb e Kw.
- Proceder cálculos envolvendo pH e pOH, para reconhecimento de produtos ácidos, básicos e neutros.
- Compreender a importância da água nos processos naturais e industriais.
• Relacionar a energia elétrica produzida e consumida na transformação química e os processos de oxidação e redução.
• Identificar a produção de energia térmica e elétrica em diferentes transformações químicas.
Bases tecnológicas
Cinética química:velocidade média de uma reação química; cálculo da velocidade média de uma reação; condições para ocorrência de
reações químicas; lei cinética. equilíbrio químico: estudo geral dos equilíbrios químicos; deslocamento do equilíbrio; equilíbrios iônicos
iônico da água ph e poh. eletroquímica: nox e reações de oxi-redução; balanceamento das equações de oxi-redução ; pilhas
elétricas: montagem e funcionamento, fem, tabela dos potenciais –padrão, cálculo da fem das pilha; as pilhas em nosso cotidiano ;
corrosão; eletrólise: ígnea, em solução aquosa com eletrodos ativos e inertes, aplicações.; estequiometria das pilhas e da eletrólise.
Pré-requisitos (quando houver)
70
Competências
Tema 1: Classificação e origem da biodiversidade
• Reconhecer a importância da classificação biológica para a organização e compreensão da enorme diversidade dos seres vivos.
• Entender os processos responsáveis pela diversidade genética no planeta.
• Construir árvores filogenéticas para representar relações de parentesco entre os diversos seres vivos.
Habilidades
• Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes;
• Elaborar explicações sobre a grande variedade de espécies no planeta;
• Construir árvores filogenéticas para representar relações de parentesco entre os diversos seres vivos;
• Identificar em um mapa as regiões onde se encontra a maior diversidade de espécies do planeta, caracterizando suas condições
climáticas;
• Fazer um levantamento das espécies dos ecossistemas brasileiros que se encontram ameaçados;
• Identificar regularidades em fenômenos e processos biológicos para construir generalizações, como perceber que a estabilidade de
qualquer sistema vivo, seja um ecossistema, seja um organismo vivo, depende da perfeita interação entre seus componentes e
processos;
• Comparar argumentos favoráveis ao uso sustentável da biodiversidade e tomar posição a respeito do assunto;
• Escrever reportagens enfocando as questões críticas em relação às ameaças à biodiversidade local.
Bases tecnológicas
Tema 1: Classificação e origem da biodiversidade
71
O desafio da Classificação Biológica / Nomenclatura popular x científica e suas Sistemática
aplicabilidades
Origem da diversidade / Relações de parentesco entre diversos seres vivos / Árvores Princípios evolutivos e de especiação
filogenéticas
Tema 2: Conhecendo os seres vivos
Diversidade de microrganismos / Mantendo a vida na Terra / As Caracterização geral de vírus / Reino Monera / Leveduras /
doenças / A indústria alimentar Nível de organização / Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Diversidade das Plantas e fungos / Amazônia pulmão do mundo? / Caracterização geral do Reino Plantae e do Reino Fungi /
Antibióticos e micoses Nível de organização/ Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Diversidade de Invertebrados / Entre venenos, toxinas, mimetismo Caracterização geral dos animais invertebrados / Nível de
e exoesqueleto organização / Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Diversidade de Vertebrados / A conquista da coluna vertebral / Caracterização geral dos animais vertebrados / Nível de
organização / Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza
Biodiversidade no passado e no presente / Intervenção humana: Ação humana e perda da Biodiversidade / Destruição de
cada momento histórico, um tipo de intervenção... habitat / Introdução de espécies exóticas
Valoração da natureza: Quanto vale a biodiversidade? / Quem se Importância da Biodiversidade / Valoração ética /
preocupa com a biodiversidade? / E eu com isso? Econômica / Política
72
Biologia – Volume Único Janet Laurence [Link] São Paulo Nova 2005
Geração
Bio – Volume Único Sônia Lopes [Link] São Paulo Saraiva 2004
Ser Protagonista: Biologia – Vol. 2 Fernando Santiago Santos; João [Link] São Paulo Edições SM 2010
B. V. Aguilar; Maria M. A.
Oliveira
Complementar
Você é um animal Viskovitz? Alessandro Boffa [Link] São Paulo Companhia 1999
das Letras
O livro dos seres imaginários Jorge Luis Borges; Margarita [Link] São Paulo Globo 2006
Guerrero
Invertebrados Richard C. Brusca; Gary J. [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2007
Brusca Koogan
Jardim Zoológico Wilson Bueno [Link] São Paulo Iluminuras 1999
Microbiologia: Conceitos e Aplicações Michael J. Pelczar Jr., E.C.S. [Link] São Paulo Pearson 2009
Chan, Noel [Link] Education do
Brasil
A vida dos Invertebrados Harvey F. Pough [Link] São Paulo Atheneu 2008
Biologia Vegetal Peter H. Raven; Ray F. Evert; [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2007
Susan E. Eichhorn. Koogan
Habilidades
- Posicionar-se criticamente com relação ao papel da Língua Inglesa e da cultura que ela veicula.
73
- Confrontar opiniões e pontos de vista em diferentes contextos.
Bases tecnológicas
- Temas- English in the World. – Personal Identification.- The Youth Power – Fashion. – Music. – Past Experience. – Ecology. –Fairy
Tales.- AIDS and Sex. – Sports.
- Daily Life. – Myth versus Reality. – Solidariy
- Tópicos Linguísticos: Verb To Be – There is/was –There are/were-
- continuous tense-Simple Present Tense-Possessive adjectives-Regular and Irregular
- Verbs – Simple Past tense- Possessive Pronouns- Past Continuous Tense- Personal (Subjective and Objective) Pronouns –Simple
Future –To be going to – Future and Past-The indefinite Articles.
Terminalidade/Certificação
74
- Apropriar-se de conhecimentos e modos discursivos específicos da Filosofia.
- Compreender as configurações de pensamentos e sua constituição histórica.
- Reconhecer a dimensão ética do conhecimento científico e tecnológico e suas relações, possibilitando discernimento na sua
prática profissional.
- Conhecer as transformações da ciência e da tecnologia, posicionando-se criticamente.
Habilidades:
- Articular as teorias filosóficas e o tratamento de temas e problemas científico-tecnológicos; ético-políticos, sócio-culturais e
vivenciais.
- Entender a reflexão crítica como processo sistemático e interpretativo do pensamento; desenvolver procedimentos próprios do
pensamento crítico.
- Desenvolver métodos e técnicas de leitura e análises de textos; bem como, produzir textos analíticos e reflexivos.
- Posicionar-se criticamente na abordagem dos problemas científicos e processos sociais; as transformações políticas, econômicas,
culturais e sociais.
- Usar a lógica proposicional e a lógica de primeira ordem para representar e avaliar argumentos (problemas).
- Aplicar a legislação pertinente ao exercício de sua profissão, respeitando sua dimensão ética e técnica.
Pré-requisitos
75
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Filosofando Maria Martins; Maria Aranha São Paulo Moderna 2009
Convite à filosofia. Marilena Chauí São Paulo Ática 2010
Para filosofar Sérgio Santos Cordi São Paulo Scipione 2007
Bibliografia Complementar:
76
Unidade Curricular
GEOCIÊNCIAS
Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Competências
- Interpretação de dados geotécnicos;
- Avaliar os solos e seu melhor emprego técnico e econômico;
- Conhecer e interpretar as legislações e normas técnicas;
- Conhecer o comportamento das águas subterrâneas nas camadas dos solos;
- Selecionar e encaminhar amostras de solos para ensaios tecnológicos (amostragem).
Habilidades
Habilidades
- Realizar ensaios tecnológicos;
- Elaborar relatórios técnicos;
- Classificar os solos de forma técnica;
- Avaliar propriedades dos solos e sua utilização
- Conhecer o comportamento do uso do solo na construção;
Bases tecnológicas
bases tecnológicas
- Introdução à geologia;
- Listosfera
- Dinâmica interna e externa
- Origem dos solos
- Granulometria
- Índices físicos
- Capilaridade e Permeabilidade nos solos;
- Águas subterrâneas;
77
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Bibliografia básica modalidade ARTES VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Terminalidade/Certificação
79
Classificação das Águas Doces, Conselho Nacional de Meio Ambiente – 2005
Salobras e Salinas do Território CONAMA
Nacional. Resolução 357:
Dispõe sobre as condições e padrões Conselho Nacional de Meio Ambiente – . 2011
de lançamento de efluentes, CONAMA
complementa e altera a Resolução no
357. Resolução 430
Introdução ao controle de poluição DERÍSIO, J. C. São Paulo, Signus 2000.
ambiental. Editora.
Educação ambiental princípios e DIAS, G. F. São Paulo Ed. Gaia, 2003
práticas.
A economia da natureza. RICKLEFS, R. E. Rio de Editora 2009.
Janeiro Guanabara
Kooggan.
80
- Identificar os autores e a produção literária do Realismo, do Naturalismo, Parnasianismo e Simbolismo;
- Analisar textos de autores realistas, identificando suas características e comparando-os com os da atualidade;
- Identificar as características dos diferentes gêneros textuais(Reportagem, Entrevista, Ensaio, Crítica) e elaborar textos desses
gêneros;
- Aplicar os conhecimentos sintáticos na produção textual.
Bases tecnológicas
- Realismo, Naturalismo e Parnasianismo e Simbolismo; sintaxe do período simples; discurso, ensaio, crítica, reportagem,
entrevista; coesão e coerência; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos
histórico-sociais.
Terminalidade/Certificação
81
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades
físicas , intelectuais, morais e sociais do educando,aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor
de cultura.
Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Atividade aeróbia e anaeróbia
- Atividade física como fator de prevenção ao estresse e depressão
- Trabalho em grupo através do esporte coletivo
- Intensidade e frequência do exercício
- Fundamentos básicos da modalidade
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
82
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy
Atividade física e saúde:
Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
diversos contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais
Habilidades
- Identificar, classificar e diferenciar sólidos geométricos;
- Calcular áreas e volume dos sólidos: Prisma, Cilindro, Pirâmide, Cone e Esfera;
- Representar graficamente um número complexo no plano de Argand-Gauss;
- Saber calcular a parte real, a parte imaginária, o módulo e o argumento de um número complexo, a partir da sua representação
no plano de Argand-Gauss;
- Converter um número complexo de uma forma de representação para outra;
- Efetuar as operações de adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação com números complexos;
- Saber representar uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo, na forma de um número complexo;
- Utilizar a calculadora científica para a conversão e operações com números complexos
Bases tecnológicas
Identificação de prismas, pirâmides, cilindros, cones e esfera; Reconhecimento e utilização de seus elementos destes sólidos;
Cálculo de áreas e volumes dos respectivos sólidos; Identificação das representações algébrica, gráfica e trigonométrica dos
números complexos; Definições de parte real, parte imaginária, módulo, argumento e conjugado de um número complexo;
Diferentes formas de representação dos números complexos (retangular, polar e trigonométrica); Transformações entre
coordenadas polares e retangulares; Efetuar algebricamente operações com números complexos e Interpretá-las
geometricamente; Entendimento de que uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo pode ser representada por um número
complexo; Transformações com uso da calculadora.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Vol 03 São Paulo FTD 2010
Souza
Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José volume São Paulo FTD 2002
Uma nova abordagem Roberto Bonjorno e José único.
Ruy Giovanni Jr. 1ª ed
Terminalidade/Certificação
86
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Curso Física. V. 2 ALVARENGA, Beatriz; MÁXIMO 1ª São Paulo Scipione 2011
Antônio
Física experimental. ____________________- 2013.1 Florianópolis Gráfica IFSC 2013
Eletricidade, Termologia, Ótica e
Ondas
Compreendendo a Física – Gaspar, Alberto 1ª São Paulo Ática 2010
Mecânica V.2
Habilidades
Reconhecer as propriedades fundamentais do átomo de carbono como elemento formador de cadeias.
- Identificar e classificar as substâncias orgânicas que tenham aplicações no cotidiano.
- Prever as propriedades físicas dos compostos orgânicos com base na sua estrutura molecular.
- Identificar e classificar os polímeros utilizados em embalagens plásticas.
- Representar arranjos atômicos e moleculares das cadeias carbônicas.
Bases tecnológicas
87
Introdução à Química Orgânica: definição e desenvolvimento histórico.
Fundamentos da Química Orgânica Estrutural: o átomo de carbono; propriedades fundamentais, tipos de ligação do carbono;
hibridação do átomo de carbono; classificação do átomo de carbono.
Fórmulas usadas na Química Orgânica: fórmula mínima; fórmula molecular; fórmula estrutural (de traços, condensada e de
linhas).
Cadeias carbônicas: definição e classificação (acíclica e cíclica, saturada e insaturada, normal e ramificada, homogênea e
heterogênea, cadeias mistas).
Funções Orgânicas: definição; classificação; formulação e nomenclatura das funções orgânicas: hidrocarbonetos (alcanos, Pré-
88
Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza
• Relacionar conceitos da Biologia com os de outras ciências, como os conhecimentos físicos e químicos, para entender processos
como os referentes à origem e à evolução da vida e do universo ou o fluxo da energia nos sistemas biológicos; os conhecimentos
geográficos e históricos para compreender a preservação ou a destruição dos ambientes naturais e mesmo para compreender a
produção do próprio conhecimento biológico.
Habilidades
• Analisar um ambiente conhecido (um jardim, um parque, um terreno baldio, uma mata) e descrever suas características físico-
químicas e biológicas;
• Fazer um levantamento de dados, pesquisando variados tipos de registros, referentes às condições ambientais – luminosidade,
umidade, temperatura, chuvas, características do solo, da água – existentes em ecossistemas diferentes.
• Escrever relatórios, pequenas sínteses e fazer relatos orais, utilizando linguagem específica para descrever as diferentes possíveis
formas de interação entre os seres vivos em um determinado ecossistema;
• Realizar um estudo de determinada região (bairro, praia, favela, entorno da escola), envolvendo:
• Avaliação as condições ambientais, identificando o destino do lixo e do esgoto, o tratamento dado à água, o modo de ocupação do
solo, as condições dos rios e córregos e a qualidade do ar;
• Descrição das características da região, identificando as principais fontes poluidoras do ar, da água e do solo;
• Levantamento de dados relativos às condições do solo, da água e do ar da região estudada;
• Avaliação da possibilidade de serem adotadas tecnologias ambientais saudáveis;
• Elaboração de propostas visando à melhoria das condições encontradas, distinguindo as de responsabilidade individual das que
demandam a participação do coletivo ou do poder público;
• Identificação das instâncias da administração pública que poderiam receber as reivindicações e encaminhá-las.
• Apresentação de relatório técnico referente ao estudo.
Bases tecnológicas
Tema 1: Manutenção da vida, fluxo de energia e matéria
Conceitos básicos de Ecologia / Uma gota ou o planeta Componentes de um ecossistema / Habitat
/ Nicho ecológico
Produtividade e capacidade de Suporte de um ecossistema / Lebres, sapos e pinus Cadeias e teias alimentares / Fluxo de
energia / Níveis tróficos
Ciclos biogeoquímicos / Efeito estufa ou aquecimento global? / O que são os Carbono / Oxigênio / Nitrogênio
CFC´s? / O que os bovinos e o mar têm a ver com isso?/ A ruína da fazenda de
milho e algodão.
Tema 2: Populações e evolução das comunidades
89
Características das Populações / Pode um rio morrer? Densidade / Taxas / curvas de crescimento
Como os seres vivos interagem entre si? / Relações ecológicas entre seres vivos Relações intraespecíficas entre os seres
vivos / Relações interespecíficas entre os
seres vivos
Sucessão ecológica / O nascimento das ilhas vulcânicas; Espécies pioneiras / Sucessão primária e
secundária
Tema 3: O Ser humano e o ambiente
Impactos humanos sobre a atmosfera / Desodorantes do mal / Aquecimento global Efeito estufa / Destruição da camada de
ou efeito estufa? ozônio
Impactos humanos sobre as águas / Matando uma nascente de água / O rico Eutrofização / Poluição química da água
subsolo líquido
Impactos humanos sobre os solos /Destruindo pragas e matando o solo / Calçadas Poluição e impermeabilização do solo / Lixo
asfixiantes / Aterrar para esconder? urbano
90
Biologia da Conservação Richard B. Primack; Efraim [Link] Londrina Efraim Rodrigues 2001
Rodrigues
A Economia da Natureza Robert E. Ricklefs [Link] Rio de Guanabara Koogan 2010
Janeiro
Fundamentos de Ecologia Colin R. Townsend; Michael [Link] Porto Alegre Artmed 2010
Begon; John L. Harper
Habilidades
Conhecer e utilizar a língua inglesa como instrumento de acesso a informações de outras culturas e grupos sociais.
Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir e sentir de quem os produz.
Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais.
Bases tecnológicas
Music History/ Place Description/ Past Experience- an Adventure/Gender – Women versus men /Love
Emotions /Technology and Medicine /Astrology/Television/Behavior /Present Perfect Tense /Past Perfect
Reflexive Pronouns/ Quantitative/Modal Verbs/Imperative/Simple conditional /Conditional perfect/Conditionals
Prepositions I/The Passive Voice/Relative Pronouns/Direct and reported speech
91
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Competências
Conhecer e interpretar as normas de saúde e segurança do trabalho, de qualidade e ambientes:
Estabelecer relação entre trabalho e saúde do trabalhador, compreendendo as interfaces com o meio ambiente;
Identificar e avaliar consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho com vistas à preservação da saúde e
segurança no ambiente de trabalho;
92
Dominar as técnicas de primeiros socorros e suporte à vida;
Diferenciar as diversas classes de fogo existentes, e conhecer os métodos de extinção mais adequados para cada classe.
Habilidades
Bases tecnológicas
1. Acidentes de Trabalho
1.1 Causas dos acidentes: condição insegura e ato inseguro
1.2 Conseqüências dos acidentes: lesão e custo material
2. Riscos das principais atividades laborativas.
2.1 Reconhecimento dos riscos: químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e elétricos.
3. Agentes químicos
3.1 Exposição aos agentes químicos
3.2 Conceituação de tóxico e intoxicação
3.3 Classificação dos agentes químicos (formas e efeitos no organismo)
3.4 Avaliação do ambiente de trabalho NR-15-Limites de tolerância e insalubridade
4. Controle
4.1 Controle na fonte
93
4.2 Controle no meio
4.3 Controle no receptor
5. CIPA e Mapas de Risco: NR-5
6. Prevenção e Combate a Incêndios
7. Segurança em Laboratório
8. Prática: avaliação de riscos em ambientes
94
Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA
Período letivo : 4ª Fase Carga Horária : 20 horas
Competências
- Conhecer as diferentes interpretações dos pensadores clássicos sobre a sociedade capitalista, suas concepções de ciência e a
influência dessas ideias na consolidação da análise sociológica.
- Identificar as contribuições dos três autores clássicos para o conhecimento da realidade social e análise do mundo moderno.
- Verificar que as teorias concebidas pelos clássicos estão situadas historicamente e respondem a preocupações práticas, em face
das questões sociais relevantes em suas épocas.
- Analisar elementos da realidade social contemporânea à luz do pensamento clássico.
Habilidades:
- Compreender alguns conceitos básicos constitutivos das teorias clássicas e sua contribuição para o processo de formação e
desenvolvimento do raciocínio científico na sociologia.
- Contextualizar o pensamento clássico, relacionando conceitos e teorias às necessidades sociais e às demandas intelectuais de
seu tempo histórico.
- Entender que os pensadores clássicos apresentam distintas interpretações da sociedade capitalista, diferentes concepções de
ciência e perspectivas também distintas no que se refere às possibilidades da transformação social.
Bibliografia Complementar:
96
- Conhecer conceitos básicos das técnicas de analise qualitativa e quantitativa aplicáveis ao saneamento;
- Conhecer os fundamentos das relações matemáticas para aplicação em química aplicada ao saneamento;
- Avaliar e interpretar as ordens de grandeza e significância de resultados numéricos;
- Identificar, formular e resolver problemas específicos em química aplicados ao saneamento;
- Elaborar relatórios técnicos;
- Aplicar os conhecimentos químicos adquiridos através de atividades práticas (análises físico-químicas) desenvolvidas no laboratório de
Saneamento.
Habilidades
- Reconhecer vidrarias e equipamentos do laboratório de saneamento;
- Utilizar adequadamente vidrarias e aparelhos laboratoriais;
- Aplicar técnicas de análise qualitativa e quantitativa;
- Preparar e padronizar soluções cotidianas;
- Compreender a natureza e as características dos equilíbrios químicos;
- Aplicar os princípios de equilíbrio químico a ácidos e bases em soluções aquosas;
- Compreender o efeito do íon comum;
- Compreender o controle do pH de soluções aquosas por meio do uso de tampões;
- Determinar o pH no decorrer de reações ácido-base;
- Identificar métodos analíticos volumétricos;
- Compreender os princípios das células voltaicas, bem como utilizar potenciais eletroquímicos.
Bases tecnológicas
- Equilibrio Homogêneo: Lei de ação das massas; Equilíbrio ácido-base; Grau de ionização; Determinação de concentrações no equilíbrio;
Deslocamento de equilíbrio.
- Equilíbrio Iônico em Soluções Aquosas: Efeito do íon comum; pH; pOH; Escala logarítmica; Solução tampão; Indicadores; Titulação.
- Equilíbrio Heterogêneo: Determinação do Kps; Eletroquímica; Hidrólise salina.
- Reações Químicas: Reações Redox; Balanceamento de equações químicas; Pilha de Danniel.
- Reconhecimento laboratorial: Locais (capela, lava-olhos, chuveiros, pias, saídas emergência); Vidrarias principais; Calibração de vidrarias
volumétricas;
Preparo de soluções; Normas de segurança (EPI); Equipamentos utilizados para análises químicas.
Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional:
Pré-requisitos (quando houver)
Química Básica (1ª, 2ª, 3ª e 4ª fases)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
97
Química Geral / Físico-Química FELTRE, Ricardo 6ª Ed. São Paulo Moderna 2004
Habilidades
Aplicar softwares básicos;
Fazer esboços e esquemas gráficos;
Elaborar textos, relatórios e gráficos;
Identificar equipamentos de água e esgoto;
Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos.
Bases tecnológicas
Hidráulica: conceitos; subdivisões; símbolos e unidades de medida;
Hidrostática: pressões; Lei de Pascal e Lei de Stevin;
Hidrodinâmica: vazão; classificação dos movimentos; regimes de escoamento; experiência de Reynolds; Número de Reynolds;
escoamentos livres e forçados; Equação da Continuidade; Teorema de Bernoulli; Perdas de carga; Perda de carga contínua em
condutos forçados: Equação Universal e fórmulas empíricas; Perda de carga localizada em condutos forçados: expressão geral e
98
Método dos Comprimentos Virtuais; Condutos livres: parâmetros geométricos e hidráulicos característicos de algumas seções
usuais, vazão e velocidade.
Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional
Educação Ambiental
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Habilidades
Realizar ensaios de controle tecnológico
Especificar materiais para construção civil
99
Bases tecnológicas
Simbologias e convenções técnicas.
Normas técnicas.
Características, aplicações e propriedades dos materiais de construção.
Terminalidade/Certificação
100
UNIDADES CURRICULARES DA 5ª FASE
Habilidades
- Identificar os autores (e sua produção literária) do período Pré-modernista e Modernista .
- Analisar textos dos autores pré-modernistas, identificando as características e comparando com os da atualidade.
- Ler textos diversos, reconhecendo a intertextualidade, percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos
contextos histórico-sociais.
- Ler e produzir resumos, resenhas e textos persuasivos.
- Fazer uso dos períodos compostos por coordenação e subordinação, em contextos discursivos em que se fazem respectivamente
mais adequados;
- Aplicar os conhecimentos sobre pontuação na produção textual;
- Utilizar, fazendo uso do vocabulário ativo da escrita, elementos de coesão que permitam relacionar e/ou sequenciar as ideias.
Bases tecnológicas
Pré-Modernismo; Modernismo, Vanguardas e 1ª fase; Romance de Tese; crônica; resenha; texto de divulgação científica; resumo;
concordância verbal e concordância nominal, período composto; pontuação; o texto persuasivo e suas especificidades; coerência e
coesão; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.
101
Tema transversal: Educação em Direitos Humanos
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Português: linguagens William Roberto Cereja [Link] São Paulo Atual 2005
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, Leila Lauar Sarmento [Link] São Paulo Moderna 2004
Douglas Tufano
gramática, produção de texto
Português: literatura, Maria luiza Abaurre [Link] São Paulo Moderna 2004
Marcela Nogueira Pontara
gramática, produção de texto Tatiana fadel
Português: de olho no mundo Ernani Terra [Link] São Paulo Scipione 2005
José de Nicola
do trabalho
102
Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Testes de aptidão física (antropometria, flexibilidade, rml,ra)
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
- Noções básicas sobre a tática da modalidade
- Fundamentos básicos da modalidade
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional, Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso
103
Atividade física e saúde:
Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
diversos contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais
104
- Resolver situações problemas de localização e deslocamento de pontos no espaço
- Reconhecer as noções de direção e sentido, de ângulo, de paralelismo e perpendicularismo
- Interpretar, representar, utilizar as várias formas da equação de uma circunferência na resolução de problemas.
Habilidades
- Localizar pontos no plano cartesiano;
- Calcular distância entre dois pontos;
- Determinar ponto médio de um segmento e baricentro de um triângulo;
- Identificar pontos alinhados e calcular área de triângulos usando seus vértices;
- Reconhecer equação de reta e escrevê-la na forma geral e reduzida;
- Determinar o ponto de intersecção entre retas;
- Calcular os coeficientes de uma reta;
- Identificar as diferentes posições entre retas;
- Determinar ângulo entre retas e distância entre ponto e reta.
- Identificar equação da circunferência e representá-la graficamente;
- Determinar as diferentes posições entre ponto e circunferência, reta e circunferência e duas circunferências.
Bases tecnológicas
Localização de pontos no plano cartesiano; Cálculo distância entre dois pontos; Determinação de ponto médio de um segmento e
baricentro de um triângulo; Identificação de pontos alinhados e cálculo de área de triângulos usando seus vértices; Reconhecimento
e escrita de equação de reta na forma geral e reduzida; Determinação do ponto de intersecção entre retas; Cálculo dos coeficientes
de uma reta; Identificação das diferentes posições entre retas; Determinação do ângulo entre retas e distância entre ponto e reta;
Identificação das equações geral e reduzida da circunferência e representá-la graficamente; Determinação das diferentes posições
entre ponto e circunferência, reta e circunferência e duas circunferências.
Terminalidade/Certificação
Habilidades
Apropriar-se dos conceitos de memória e patrimônio histórico e cultural;
Reconhecer fontes históricas;
Reconhecer as especificidades da pesquisa histórica;
Reconhecer os lugares de memória.
Bases tecnológicas
Terminalidade/Certificação
106
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Fontes Históricas PINSKY, Carla Bassanezi. 2ª São Paulo Contexto 2008
(org.)
História Oral: Como fazer, como MEIHY, José Carlos S. B., 1ª São Paulo Contexto 2007
pensar HOLANDA, Fabíola
Sobre História HOBSBAWM, Eric 1ª São Paulo Cia das Letras 1998
Apologia da História BLOCH, Marc 1ª Rio de Janeiro Jorge Zahar 2001
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
A era dos impérios : 1875-1914 HOBSBAWM, Eric 11ª Rio de Janeiro Paz e Terra 2007
Ouvir contar – Textos em História Oral ALBERTI, Verena 1ª Rio de Janeiro Editora FGV 2004
Habilidades
107
Ler textos técnicos em Língua Inglesa.
Utilizar Estratégias e Técnicas de Leitura.
Bases tecnológicas
The Reading Process: Strategies and Techniques (skimming, scanning, main ideas, cognates, repeated words, familiar words,
prediction, inference, typographical keys, background knowledge, knowledge of the subject).
Temáticas
Mundo do Trabalho:Perfil do Técnico ( Curriculum Vitae, Entrevista de Emprego, ...), A Profissão, Segurança do Trabalho.
Vocabulary in Context
Genre: technical vs. Non-technical texts
The 250 most common words in English
Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional, Educação Ambiental, Educação em Direitos Humanos.
Terminalidade/Certificação
Bases tecnológicas
- A construção do sujeito moral.
- Ética e moral.
- Ética normativa: ética das virtudes e éticas deontológicas e teleológicas.
- Bioética e outras éticas práticas.
- Filosofia e estética.
- Fundamento do juízo estético.
- O ser humano e o sentido da existência.
Pré-requisitos
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
109
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Ética a Nicômaco Aristóteles São Paulo Martin Claret 2002
Bioética Darlei Dall’Agnol Rio de Janeiro Zahar 2005
O belo autônomo Rodrigo Duarte. Textos clássicos de Belo Horizonte Autêntica 2012
estética.
Ética e cidadania Silvio Gallo Campinas Papirus 2007
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
111
VOGEL, A. I.; MENDHAM, J.; LTC-Livros
Rio de
Análise Química Quantitativa DENNEY, R. C.; BARNES, 6ª Ed. Técnicos e 2008
Janeiro
J.D. Científicos
LTC-Livros
Explorando a Química Analítica HARRIS, D. C. 4ª Ed. Brasil Técnicos e 2011
Científicos
International
Fundamentos da Química Analítica SKOOG; WEST; HOLLER 8ª Ed. USA 2007
Thomson
Pearson Makron
Química Geral RUSSEL, John Blair 2ª Ed. São Paulo 2008
Books
Bibliografia Complementar
112
Unidade Curricular DESENHO DE SISTEMAS SANITÁRIOS
Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
- Conhecer e interpretar a legislação e as normas técnicas;
- Conhecer os materiais e sistemas construtivos;
- Interpretar projetos e mapas;
- Desenvolver estudos preliminares de projetos;
- Interpretar as convenções do desenho técnico;
- Conceber projetos técnicos;
- Interpretar dados geotécnicos;
- Organizar o plano de trabalho.
Habilidades
- Estabelecer comunicação interpessoal;
- Organizar documentos;
- Organizar o espaço de trabalho;
- Elaborar desenhos de projetos usando grafite;
- Especificar materiais e técnicas construtivas;
- Desenhar a mão livre (croquis);
- Conduzir a execução de serviços;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários e esquemas gráficos.
Bases tecnológicas
- Aspectos gerais do desenho básico;
- Projeções ortogonais;
- Perspectiva isométrica;
- Escala;
- Projeto arquitetônico;
- Projeto hidrosanitário;
- Simbologia e convenções de desenho;
- Etapas de desenvolvimento de projeto;
- Técnicas de representação gráfica;
- Normas técnicas e legislação aplicada a projetos arquitetônico e hidrossanitário.
113
Tema transversal: Educação Ambiental
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
114
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
- Interpretar legislação e normas técnicas;
- Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente;
- Elaborar relatórios.
Habilidades
- Elaborar textos, relatórios e gráficos;
- Utilização de equipamentos em práticas laboratoriais;
- Elaborar instrumentos para coleta de dados;
- Utilizar softwares computacionais para elaborar tarefas técnicas;
- Plotar e interpretar gráficos;
- Interpretar os resultados obtidos nas análises realizadas, sendo capaz de relacionar os resultados experimentais com valores
relatados na literatura e/ou na legislação brasileira vigente.
Bases tecnológicas
Saneamento: Conceitos; Importância; Abrangência; Relação: Saúde x Saneamento. Célula Unidade Básica da Vida: Composição;
Estrutura Nutrição celular. Classificação dos Seres Vivos- Os Reinos: Reino Monera: características gerais, estrutura, nutrição; Reino
Protista: características gerais, estrutura, nutrição; Reino Fungi: características gerais, estrutura, nutrição; Reino Plantae:
características gerais, estrutura, nutrição; Reino Animallia: características gerais, estrutura, nutrição; Vírus um ser sem reino.
Nomenclatura científica: Regras gerais Doenças de veiculação Hídrica; Agente causador: vírus; Agente causador: bactérias; Agente
causador: fungos; Agente causador: protozoários; Agente causador: invertebrados. Metabolismo celular: Formas de nutrição;
Fotossíntese; Quimiossíntese; Respiração; Fermentação. Tratamentos biológicos: Conceitos; Decomposição: aeróbia, anaeróbia,
anóxica; Tipos de tratamentos. Ciclos Biogeoquímicos: Ciclo do Carbono; Ciclo do Nitrogênio; Ciclo do Fósforo; Ciclo do Enxofre.
Biomonitoramento: Conceitos; Bioindicadores e suas aplicações. Fundamentos de Ecotoxicologia: Conceitos; Testes; Legislação.
Terminalidade/Certificação
115
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
As Batalhas da Água: Por um bem comum da
BOUGUERRA, M. L. Petrópolis Vozes 2004
humanidade
São Paulo: Pearson
Introdução à Engenharia Ambiental BRAGA, Benedito et al. 2a Ed. São Paulo 2010
Prentice Hall
Rio de
Introdução à Engenharia Ambiental MOTA, Suetônio ABES 1997
Janeiro
Pearson Education
Microbiologia – Conceitos e Aplicações PELCZAR, Michael J. et al 2a Ed. São Paulo 2009
do Brasil
Bibliografia Complementar
116
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
- Identificar os materiais e sistemas construtivos;
- Desenvolver estudos preliminares de projetos;
- Organizar em formato gráfico esboços, anteprojetos e croquis.
Habilidades
- Aplicar softwares básicos;
- Fazer esboços e esquemas gráficos;
- Elaborar textos, relatórios e gráficos;
- Identificar equipamentos de água e esgoto;
- Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos.
Bases tecnológicas
- Introdução a Hidrometria;
- Processos de medição de vazão;
- Processos diretos;
- Vertedores;
- Medidores Parshall;
- Determinação de velocidade e vazão em cursos d’água.
Terminalidade/Certificação
117
Manual de hidráulica AZEVEDO NETTO, José M. de et 8 ed. São Paulo Blucher 1998
al.
Curso de hidráulica NEVES, Eurico T. 6. ed Porto Alegre Globo 1979
Elementos de engenharia GARCEZ, Lucas N. 2. ed. São Paulo Edgard Blücher 1974
hidráulica e sanitária
Comportas hidráulicas ERBISTE, Paulo C. F. 1 ed. Rio de Janeiro Campus Eletrobrás 1987
Habilidades
- Dimensionar as instalações prediais de água quente e fria, e de águas pluviais, baseando-se nas normas técnicas vigentes;
- Ter noções de materiais empregados e aspectos construtivos das instalações hidráulico-prediais;
- Saber interpretar um projeto hidrossanitário.
Bases tecnológicas
- Dimensionamento das instalações hidráulicas prediais (água fria e água quente): barrilete, prumadas de água fria e instalações
internas até os pontos de utilização; metodologia para preenchimento da planilha de dimensionamento das instalações, com base
na NBR 5626/98; pressões mínimas e máximas em cada ponto de utilização de água; verificação do atendimento à faixa de
pressões (máximas e mínimas) dos pontos de utilização e técnicas de adequação, caso a pressão resultante da planilha esteja
fora dessa faixa; consumo predial de água; dimensionamento dos reservatórios inferior e superior de água potável;
dimensionamento do ramal predial e dos hidrômetros; dimensionamento do conjunto moto-bomba; especificação dos aquecedores
de água.
- Dimensionamento das instalações prediais de águas pluviais com base na NBR 10844/89: delimitação e cálculo das áreas de
contribuição; dimensionamento das calhas; dimensionamento dos condutores horizontais e verticais; noções de aproveitamento de
água da chuva.
Tema transversal: Educação Ambiental
118
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
119
Unidade Curricular LIMPEZA PÚBLICA
Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar, selecionar e classificar Resíduos Sólidos Urbanos.
- Interpretar normas técnicas e legislação referente aos Resíduos Sólidos Urbanos.
- Interpretar planilhas e gráficos de produção e classificação de Resíduos.
- Identificar os materiais componentes de amostras de resíduos.
- Desenvolver estudos preliminares de um sistema de limpeza urbana.
- Identificar equipamentos para coleta, transporte tratamento e destino final dos resíduos.
- Auxiliar na elaboração de projetos de limpeza urbana.
Habilidades
- Auxiliar na elaboração de projetos de limpeza urbana.
- Aplicar técnicas quantitativas e qualitativas para classificação dos Resíduos sólidos.
- Auxiliar no dimensionamento de equipes para execução dos diversos serviços de Limpeza Pública.
- Fiscalizar a execução dos serviços de Limpeza Pública.
- Elaborar planilhas, relatórios e gráficos.
- Interpretar plantas topográficas
Bases tecnológicas
- Origem dos resíduos; Classificação geral conforme a fonte e segundo a ABNT NBR 10004; Sistemas de limpeza pública;
Capinação e roçagem; Varrição de logradouros públicos; Acondionamento; Coleta convencional e Seletiva; Transporte;
Reciclagem; Compostagem; Tratamentos Térmicos; Formas de disposição final dos resíduos: Lixão, aterro controlado, aterro
sanitário; Resíduos de serviços de saúde segundo resoluções ANVISA n°. 306/04 e Resolução CONAMA n°. 358/05; Resíduos
radioativos (lixo atômico).
- Normas de Segurança; EPIs necessários; EPCs necessários; Equipamentos utilizados nos diversos serviços.
- Utilização de aplicativos: Word, Power Point, Excel e Auto CAD;
- Reconhecimento de máquinas e equipamentos utilizados para: Capinação, Varrição, Roçagem, (Coleta Segregação Prensagem,
tratamento, transbordo e destino final do lixo).
Terminalidade/Certificação
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
121
NBR 10006: Solubilidade de Resíduos – ABNT – Associação Brasileira de 2ª Rio de Janeiro 2004
Método de Ensaio, Rio de Janeiro, 2004 Normas Técnicas.
NBR 10.007: Amostragem de Resíduos ABNT – Associação Brasileira de 2ª Rio de Janeiro 2004
Sólidos Normas Técnicas.
NBR 8849: Apresentação de projetos de ABNT – Associação Brasileira de
aterros controlados de resíduos sólidos Normas Técnicas. Rio de Janeiro 1985
urbanos
NBR 8419: Apresentação de Projetos de ABNT – Associação Brasileira de
Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos Normas Técnicas. São Paulo 1992
Urbanos – Procedimentos.
NBR 13.869: Aterros de resíduos não ABNT – Associação Brasileira de
perigosos - Critérios para projeto, implantação Normas Técnicas. Rio de Janeiro 1997
e operação.
João Pessoa -
Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil LIMA, J.D. 1ª ABES 2003
PB
Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento IPT/ CEMPRE 2º São Paulo – SP 2000
Integrado.
Aterro Sanitário – Planejamento e Operação.
Viçosa, CPT, 2000. 66 p. BORGES, M. E.; LIMA, J. M. S. 1ª Viçosa CPT 2000
Habilidades
- Desenhar a mão livre (croquis);
-Organizar documentos e o espaço de trabalho;
-Estabelecer comunicação interpessoal;
-Elaborar desenhos de projetos usando grafite
122
Bases tecnológicas
Definição de Topografia. A Norma de Execução de Levantamentos Topográficos - NBR 13.133. Contextualização
Geodésia/Topografia. Generalidades. Importância e Divisão da Topografia. Planimetria e Altimetria. Goniologia. Conceito de ângulos.
Unidades angulares. Operações com ângulos Sexagesimais. Ângulos horizontais utilizados em Topografia. Ângulos Irradiados.
Ângulos Externos e Internos. Ângulo de Deflexão. Fechamento Angular Interno e Externo da Poligonal segundo a NBR 13.133.
Análise a partir de Planta Topográfica. Azimute e Rumo. Ângulo Irradiado e Azimute. Orientação de Alinhamento Topográfico:
Orientação Magnética, Verdadeira.
Declinação Magnética. Importância da Altimetria nos aspectos da interpretação do relevo. Nível Aparente (Cota). Nível Verdadeiro
(Altitude). Referência de Nível (RN). Plano de Referência (PR). Curvas de Níveis: Definição. Classificação. Características de
representação das curvas de nível. Interpretação de Curvas de Níveis. Análise a partir de Planta Topográfica. Nomenclaturas
segundo topologia superficial. Traçado de Curvas de Níveis: Método Aritmético (Interpolação). Método de interpolação gráfica, com
diagrama de pontos cotados. Declividade do terreno em Porcentagem (%) e em Grau ( o). Análise da Planta Topográfica e
declividade. Rampas. Cálculos de Rampas. Rampas em Percentagem (%). Traçado de perfis através de Curvas de Níveis.
Terminalidade/Certificação
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Exercícios de Topografia BORGES, Alberto de Campos São Paulo Ed. Edgard Blücher 1974.
123
Caderneta de Campo ESPARTEL, Lélis Porto Alegre Ed. Globo 1970.
- Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta, e do acesso a informações
e suas intenções;
- Conhecer, por meio da leitura de textos literários do Modernismo e da Literatura Catarinense, os autores representativos do
período, as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção;
- Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados, em diferentes
esferas de vida social e profissional;
- Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura, da oralidade e da escrita (ortografia, fonética, organização
morfológica e sintática da frase);
- Conhecer as normas estabelecidas para elaboração de projeto de pesquisa e relatório de estágio;
- Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.
Habilidades
Bases tecnológicas
Modernismo de 30 e poesia; literatura catarinense; leitura de textos variados – debates; sintaxe de regência; crase; colocação
pronominal; sintaxe do período composto; coesão e coerência; textos técnicos; produções textuais para concursos; cartas
argumentativas; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.
Terminalidade/Certificação
Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especifica da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa, na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Principais lesões no esporte – como identificar e os primeiros cuidados
- Fundamentos básicos da modalidade
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
- Esportes olímpicos
126
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
127
Educação Física da Pré-escola
BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação Física:
Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais
128
- Coletar, organizar e analisar informações;
- Reconhecer, representar, construir e aplicar conceitos de população e mostra e, freqüência;
- Distribuir frequência, histograma e polígonos de frequência
- Calcular média aritmética, mediana, moda, desvio padrão e médio e variância;
- Identificar amostras, tabelas e gráficos;
- Representar distribuição de freqüência;
- Reconhecer medidas de posição e medidas de dispersão;
- Identificar e efetuar operações de probabilidade.
- Reconhecer, classificar e determinar grau de polinômio;
- Determinar o valor numérico de polinômios;
- Efetuar operações entre polinômios;
- Estabelecer relações entre coeficientes e restos em divisão de polinômios por polinômio de 1º grau;
- Aplicar os teoremas do resto, o dispositivo de Briott-Ruffini, o teorema fundamental da álgebra e as relações de Girard;
- Identificar as raízes de polinômios e usá-las na fatoração dos mesmos;
- Empregar as relações de GIRARD na determinação das raízes;
- Determinar raízes racionais.
- Conhecer a teoria de Contagem e Identificar o Princípio fundamental da Contagem;
- Entender a permutação Simples e permutação com elementos repetidos;
- Conhecer Arranjos e combinações;
- Diferenciar Arranjos, Permutações e Combinações.
Bases tecnológicas
Coleta, organização e análise de informações; Reconhecimento, representação, construção e aplicação de conceitos de população e
mostra e, freqüência; Distribuição de frequência, histograma e polígonos de freqüência; Cálculo de média aritmética, mediana, moda,
desvio padrão e médio e variância; Realização de operações de adição, subtração, multiplicação e divisão entre polinômios;
Aplicação dos teoremas do resto, o dispositivo de Briott-Ruffini, o teorema fundamental da álgebra e as relações de Girard;
Determinação das raízes de uma equação algébrica e suas multiplicidades; Desenvolvimento da teoria de Contagem e Identificação
do Princípio fundamental da Contagem; Principio Fundamental de Contagem e conceito de fatorial; Permutação Simples e
permutação com elementos repetidos; Arranjos e combinações.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
129
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Matemática, Ensino Médio Gelson Iezzi volume São Paulo Atual 2002
único,
4ª ed
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 02 São Paulo FTD 2010
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 03 São Paulo FTD 2010
Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José volume São Paulo FTD 2002
Uma nova abordagem Roberto Bonjorno e José único.
Ruy Giovanni Jr. 1ª ed
Estatística Aplicada às Pedro A. Barbeta 4ª ed. Florianópolis Editora da UFSC 2001
Ciências Sociais Revisa
da
Habilidades
Compreender os conceitos de cultura;
Conhecer o conceito de sociedade primitiva e sociedade civilizada;
Ler fontes históricas diversas;
Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos trabalhados;
Debater defendendo argumentativamente as ideias.
130
Bases tecnológicas
Situar historicamente o continente americano;
Conceito de cultura e sociedade primitiva e civilizada;
História e Cultura indígena
História e Cultura afro-americana e afro-brasileira
A América com os europeus;
Mentalidade europeia moderna;
América e sua diversidade cultural.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
A escravidão no Brasil Jaime Pinsky. 21ª São Paulo Contexto 2011
História moderna e ELLO, Leonel Itaussu A. 5ª São Paulo Scipione 1995
contemporânea
História da América Barreto, Heródoto 2ª Saraiva São Paulo 1999
131
Unidade Curricular GEOGRAFIA
Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Reconhecer e elaborar esquemas de investigação que desenvolvam a observação dos processos de formação do território
brasileiro, tendo em vista as relações de trabalho, a incorporação de técnicas e tecnologias e o estabelecimento de redes sociais;
Compreender que os usos do território brasileiro pela comunidade humana têm implicado desequilíbrios socioambientais e
desagregação de ecossistemas;
Identificar o Brasil como um país de economia emergente - BRICS e os desafios frente à implantação da UNASUL.
Habilidades
Entender a classificação do Brasil como país emergente periférico e o processo histórico responsável por essa situação;
Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações sociais, econômicas, culturais e políticas no espaço geográfico brasileiro,
a partir da nova ordem mundial.
Bases tecnológicas
Caracterização do espaço geográfico brasileiro;
A economia brasileira: dos espaços pré-industriais a industrialização no Brasil;
O espaço agrário brasileiro;
Os Complexos Regionais;
A modernização do Brasil frente aos blocos econômicos.
132
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Da Geografia que se ensina a PEREIRA, Raquel Maria Florianópolis Editora da UFSC 1989
gênese da Geografia moderna. Fontes do Amaral
Habilidades
- Conceituar desigualdades sociais, contrapondo as interpretações do pensamento liberal clássico àquelas derivadas da crítica à
sociedade capitalista, expressas pelos chamados socialistas utópicos e desenvolvidas pelo marxismo.
- Verificar como se manifestam as desigualdades sociais em diferentes épocas históricas e em modos de produção e de
organização social diversas.
- Tratar as diversas manifestações do preconceito como construções sociais, resultantes de relações sociais de dominação em
cada tempo histórico.
- Explicitar as relações e condições sociais que produziram historicamente a realidade de concentração da riqueza e de
desigualdade social no Brasil e na América Latina.
- Conceituar os movimentos sociais, explicitando sua vinculação com as relações conflituosas entre classes e grupos sociais, nas
cidades e no campo.
- Analisar em que medida os movimentos sociais ou as organizações populares podem redefinir o papel do Estado.
- Explicitar o processo de organização do movimento operário desde as primeiras décadas do século XIX, enquanto movimento
social clássico.
- Identificar os movimentos sociais contemporâneos como representativos de diferentes camadas e segmentos sociais,
mobilizados em torno de questões ambientais ou fatores de gênero, etnicidade, preferências sexuais etc.
- Verificar como se organizam os movimentos sociais urbanos e rurais no Brasil e na América Latina.
134
Bases tecnológicas
UNIDADE I: AS DESIGUALDADES SOCIAIS
1. Conceito de desigualdade social
1.1 – Concepções liberais de desigualdade social
1.2 – A crítica socialista da desigualdade social
2. As formas históricas da desigualdade social
2.1 - As castas como uma das modalidades de formação social pré-capitalista
2.2 – Os estamentos na sociedade feudal
2.3 – As classes sociais na sociedade moderna
3. Preconceito e desigualdade social
3.1 – As diversas manifestações do preconceito – contra afro-descendentes, indígenas, mulheres, homossexuais etc.
3.2 - As classificações raciais como fundamento ideológico das relações de dominação entre povos e classes sociais.
4. As desigualdades sociais no Brasil e na América Latina.
UNIDADE II: OS MOVIMENTOS SOCIAIS
Principais conceitos trabalhados: movimentos sociais; sociedade civil.
1. Conceito de movimentos sociais.
- Relação com as classes sociais e com o Estado.
– Os movimentos sociais rurais e urbanos
2. Movimentos sociais clássicos
3. Os movimentos sociais contemporâneos
4. Os movimentos sociais no Brasil e na América Latina
– O movimento operário e as lutas por igualdade social
– A luta pela posse da terra no Brasil: as Ligas Camponesas e o MST
– Os movimentos campesinos e indígenas na América Latina
135
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
136
Bases tecnológicas
Segurança em Laboratórios: Normas de segurança em laboratórios de bacteriologia; Noções de biossegurança. Laboratório de
Bacteriologia: Apresentação dos equipamentos; Métodos de esterilização; Preparação de matérias para esterilização. Análises
Bacteriológicas de Potabilidade: Importância da realização de análises bacteriológicas para controle de: potabilidade; Técnicas de
coleta; Normas técnicas e legislação. Análise - Tubos Múltiplos: Princípios do método; Composição, funcionamento e preparação dos
meios de cultura: Caldo Lauril triptose; Caldo Verde Brilhante; Caldo EC; Coleta de amostra tratada e inoculação; Leitura e
interpretação dos resultados de NMP; Elaboração de plano de monitoramento de uma rede. Análise- Contagem de Bactérias
Heterotróficas: Princípios do método; Composição, funcionamento e preparação do meio de cultura; Coleta de amostra tratada e
inoculação; Leitura e interpretação dos resultados. Análise- Membrana Filtrante: Princípios do método; Composição, funcionamento e
preparação dos meios de cultura; Preparação de materiais para análise; Coleta de amostra tratada e inoculação; Leitura e
interpretação dos resultados. Análise- Substrato Cromogênico: Princípios do método Colilert; Composição, funcionamento e
preparação dos meios de cultura; Acompanhamento da metodologia em empresa de saneamento. Planos de Monitoramento:
lançamentos e balneabilidade: Conceitos; Metodologias: análises e coleta; Elaboração de um plano de monitoramento de um
manancial: avaliação de lançamento ou balneabilidade; Preparação das análises e materiais de coleta; Coleta em campo; Realização
das análises; Interpretação dos resultados conforme legislação lançamentos; Interpretação dos resultados conforme legislação
Balneabilidade; Elaboração do relatório.
Terminalidade/Certificação
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
São Paulo:
Introdução à Engenharia Ambiental BRAGA, Benedito et al. 2a Ed. São Paulo Pearson Prentice 2010
Hall
Manual Prático de Análise de Água Brasil, Ministério da Saúde Brasília FUNASA 2006
137
Rio de
Introdução à Engenharia Ambiental MOTA, Suetônio ABES 1997
Janeiro
Pearson Education 2009
Microbiologia – Conceitos e Aplicações PELCZAR, Michael J. et al 2a Ed. São Paulo do Brasil
Bibliografia Complementar
Habilidades
Desenhar componentes gráficos de projetos sanitários básicos em duas dimensões utilizando CAD.
Configurar a impressão dos desenhos feitos em CAD.
Interpretar projetos.
Bases tecnológicas
Introdução ao software: apresentação da tela e funções do mouse, comandos iniciais, coordenadas, comandos de visualização
iniciais, comandos de precisão, layers e suas ferramentas; Elaboração de desenhos para aplicar os comandos de desenho,
modificação, precisão, visualização, cotas, textos, blocos; Iniciação a softwares de apoio ao desenho; Métodos de impressão:
escalas de desenho no CAD, configuração de espessuras de linhas, configuração de impressão, testes de impressão para aferição;
Interpretação de projetos.
138
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bases tecnológicas
Dimensionamento das instalações prediais de esgoto sanitário com base na NBR 8160/99: ramais de esgoto; tubos de queda; tubos
de gordura; caixas de gordura; colunas de ventilação; e coletores e subcoletores prediais; Conceito de sistemas de tratamento
individual de esgoto; Normas técnicas aplicáveis da ABNT; Cálculo da população de projeto; Tanques sépticos: funcionamento,
dimensionamento, geometria e desenho, baseando-se na ABNT NBR 7229/93; Filtros Anaeróbios: funcionamento,
dimensionamento, geometria e desenho, baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Cloradores: funcionamento, dimensionamento,
geometria e desenho, baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Ensaio de percolação no solo: determinação da capacidade de
percolação do solo, baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Sumidouros: funcionamento, dimensionamento, geometria e desenho,
baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Valas de infiltração: funcionamento, dimensionamento, geometria e desenho, baseando-se
na ABNT NBR 13969/97; Locação do sistema de tratamento individual de esgoto no terreno: desenho em planta, respeitando as
distâncias mínimas previstas em norma.
Terminalidade/Certificação
Habilidades
- Fazer esboços e esquemas gráficos.
- Elaborar estudos na forma de textos, relatórios e gráficos.
- Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental relacionadas aos resíduos especiais
- Fazer vistoria técnica para avaliações das diversas técnicas de disposições, como para serviços funerários, resíduos de serviço de
141
saúde, da construção civil, pneus, resíduos de laboratórios analises bacteriológicas e físico-químicas, etc.
- Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos.
- Desenvolver memoriais, específicos e projetos executivos.
Bases tecnológicas
1. Origens e fontes geradoras de Resíduos Especiais como: resíduos da construção civil, resíduos químicos de laboratórios,
pneus, pilhas e baterias, lâmpadas, resíduos funerários, entre outros. Classificação normativa.
2. Aspectos legais e institucionais dos resíduos especiais.
3. Reaproveitamento, Tratamento e Disposição final: Procedimentos especiais para o manejo e destinação, considerando os
impactos negativos e os riscos à saúde e ao meio ambiente causado por resíduos especiais.
4. Existência do homem na terra, sua trajetória e dilema frente sua morte; Homem e natureza, consciência e inconsciência, a
visão sob o posto de vista do existir e do morrer de cada pólo; A visão das religiões sobre a vida, a morte e o pós-morte; Os
cemitérios como integrantes no quadro de dificuldades socioambientais e urbanas; Identificação dos diversos tipos de resíduos
funerários, em especial os cadavéricos, sua toxidade, letalidade e técnicas para seu equacionamento;
5. Identificação das diversas técnicas para as disposições cadavéricas humanas (necrópoles), equipamentos, tipos, vantagens e
desvantagens de cada uma; Identificação a necessidade da educação funerária com vista a participar da complexidade dos
serviços funerários, em especial ao se optar pelo tipo de técnica para disposição final do corpo humano morto.
Terminalidade/Certificação
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
142
Panorama dos Resíduos Sólidos no Associação Brasileira De Empresas ABRELPE São Paulo <[Link] 2011
Brasil De Limpeza Pública E Resíduos [Link]/downlo
Especiais (ABRELPE) ads/Panorama20
[Link]>
Pesquisa Nacional de Saneamento IBGE – Instituto Brasileiro de São Paulo Disponível em: 2010
Básico 2008. Geografia e Estatística <[Link]
[Link]>.
GRIPPI, Sidney. Rio de Interciência 2001
Lixo – Reciclagem e sua história. Janeiro:
Utilização de lodo de estações de Prim, Elivete Carmen Clemente Florianópolis Tese (doutorado) 2011
tratamento de água e esgoto como UFSC, Centro
material de Cobertura de aterro tecnológico,
Programa de
sanitário Pós-graduação
em Engª
Ambiental
NBR 10004: Classificação de ABNT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA ABNT Rio de 2004
Resíduos sólidos. DE NORMAS TÉCNICAS. Janeiro
Guia da coleta seletiva de lixo VILHENA, André (org) CEMPRE São Paulo CEMPRE 1999
Fronteiras Internas: Urbanização e ARAÚJO, Hermetes Reis de. 20ª Florianópolis Letras 1999
Saúde Pública em Florianópolis Contemporâneas
Os serviços funerários na organização SILVA, Dalton da. Florianópolis Tese de 2002
do espaço e na qualidade Doutorado em
socioambiental urbana: uma Engenharia de
contribuição ao estudo das Produção. UFSC.
alternativas para as disposições finais
funerárias na Ilha de Santa Catarina.
Ecossistêmica: Uma Abordagem BRANCO, Samuel Murgel. São Paulo Edgard Blucher 1999
Integrada dos Problemas do Meio Ltda.
Ambiente
143
Qualidade de Vida e Cidadania: A CECCA – Centro de Estudos Cultura Florianópolis Cidade Futura 2001
Construção de Indicadores Sócio e Cidadania.
Ambientais da Qualidade de Vida em
Florianópolis.
Antes que a Natureza Morra: por uma DORST, Jean São Paulo Edgard Blüchers. 1973
Ecologia Política
. O Saneamento em Dois Tempos: RAMOS, Átila Alcides Florianópolis Artgraf 1984
Desterro.
Memória do Saneamento RAMOS, Átila Alcides. Florianópolis Artgraf. 1986
Desterrense.
Projeto de captação de água de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1992.
superfície para abastecimento público NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12213
145
Terminalidade/Certificação
146
Competências
Conhecer e interpretar a legislação e as normas técnicas;
Identificar os serviços de levantamentos topográficos necessários para execução da obra;
Interpretar as convenções do desenho técnico;
Interpretar os projetos e orçamentos, cronogramas e especificações;
Organizar o fluxo de material, equipamentos e ferramentas;
Selecionar os critérios de conformidade para o recebimento de materiais;
Locar obras e identificar os marcos referenciais para locação e nivelamento;
Analisar o funcionamento dos dispositivos de proteção e segurança coletiva e individual;
Conhecer os procedimentos de segurança no trabalho da construção civil;
Conhecer os materiais e sistemas construtivos;
Normas técnicas;
Normas das concessionárias de serviços públicos;
Organização do trabalho no canteiro;
Locação de obras;
Segurança e higiene do trabalho;
Códigos e posturas locais;
Materiais e técnicas construtivas;
Dimensionamento de construções e instalações provisórias;
Máquinas e equipamentos;
Relacionamento humano;
Seqüência e etapas construtivas;
Técnicas de conservação de obras;
Habilidades
Elaborar relatórios;
Executar a programação de serviços;
Organizar e controlar o suprimento de materiais e equipamentos;
Conduzir a execução de serviços;
Estabelecer comunicação interpessoal;
147
Bases tecnológicas
Normas técnicas;
Normas das concessionárias de serviços públicos;
Organização do trabalho no canteiro;
Locação de obras;
Segurança e higiene do trabalho;
Códigos e posturas locais;
Materiais e técnicas construtivas;
Dimensionamento de construções e instalações provisórias;
Máquinas e equipamentos;
Relacionamento humano;
Seqüência e etapas construtivas;
Patologia das construções;
Técnicas de conservação de obras;
Geotecnia;
148
NR-18 - Manual de aplicação José Carlos de A. SP Pini Ltda 1998
Sampaio
Caderno de encargos Milber F. Guedes 4ª SP Pini Ltda 2004
Manual Prático de Terraplenagem Isaac Abram 1ª SP Pini Ltda 2000
Manual de Argamassas e Antonio J. S. I. Fiorito 1ª SP Pini Ltda 2005
Revestimentos
20 Etapas da Construção Civil Fernando Ricardo Santos Livros Técnicos e
Mangil Científicos Editora S.A.
Manual Prático do Construtor e Rino Vigorelli Hemus Livraria Editora
mestre de Obra Ltda
Materiais de Construção L.A. Falcão Bauer Livros Técnicos e
Científicos Editora S.A.
Prática das Pequenas Construções Alberto de Campos Edgard Blucher Ltda
Borges
Manual do Construtor João Baptista Globo
Manual do Construtor Engo Roberto Chaves Ediouro
O Edifício até sua cobertura Hélio de Azevedo 2ª Edgard Blucher Ltda 1997
Como evitar erros na construção Ernesto Rippir Pini Ltda
Mecânica dos Solos Homero Caputo
Manual do Engenheiro Globo
Revista Téchne Pini Ltda
Revista Arquitetura e construção Abril
149
Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta, e do acesso a informações
e suas intenções;
-A leitura e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais;
- Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados, em diferentes
esferas de vida social e profissional;
- Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura, da oralidade e da escrita (ortografia, fonética, organização
morfológica e sintática da frase);
- Conhecer as normas estabelecidas para elaboração de projeto de pesquisa e relatório de estágio;
-Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.
- Identificar os autores (e sua produção literária) de literatura em língua portuguesa produzida na África e de afro-brasileiros e de
temática relacionada à construção da identidade cultural e social do negro, do índio e de outras minorias étnicas no Brasil;
- Analisar textos de autores contemporâneos africanos (em português) e afro-descentes.
Habilidades
- Elaborar textos técnicos;
- Elaborar cartas argumentativas ;
- Aplicar os conhecimentos gramaticais estudados até a 6ª fase nas produções orais e escritas, respeitando as especificidades e
adequações a cada contexto de produção;
-Ler textos diversos, reconhecendo a intertextualidade, percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos
contextos histórico-sociais;
-Elaborar textos de diversos gêneros;
- Elaborar o relatório de estágio obedecendo às normas vigentes.
Bases tecnológicas
Estudo dos textos técnicos; cartas argumentativas; produções textuais de gêneros diversos; estudo da literatura contemporânea;
coesão e coerência; gêneros textuais: textos técnicos; produções textuais para concursos; a leitura, a escrita e as possibilidades de
intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais. Literatura africana escrita em português e de temática
relacionada à construção da identidade cultural e social do negro, do índio e de outras minorias étnicas no Brasil.
150
Temas transversais: Educação para o trânsito
Habilidades
Bases tecnológicas
Pré-história africana;
Impérios africanos;
Formação política da África antiga;
Invasão islâmica;
Colonização e Cultura Africana na América e no Brasil
Neocolonialismo e descolonização;
África atual.
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
152
História Geral da África Vol. 1-8 UNESCO 2ª Brasília UNESCO 2010
A África na Sala de Aula - Visita Hernandez, Leila Leite 1ª São Paulo Selo Negro 2011
À História Comtemporânea
Desvendando a História da Macedo, Jose Rivair 1ª Rio de Janeiro UFRGS
África
África na sala de aula Hernandez, Leila Leite 3ª São Paulo Selo Negro 2008
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
A África Está em Nós: História e Rodriguez, Janete Lins , 2ª João Pessoa Grafset 2009
Cultura Afro-brasileira: Manual Lacerda, Maria Carmelita,
do Professor, Livros 1-2-3-4-5 Romão, Jeruse Maria
A Vez da África [periódicos] : Antonia Terra de Calazans
Nasce um Novo País, o Sudão Fernandes.
do Sul, que começara como um
dos mais pobres do mundo
153
Habilidades
Identificar os ecossistemas catarinenses;
Estabelecer relações entre os fluxos populacionais e a (re)organização do espaço geográfico catarinense;
Reconhecer a economia catarinense frente à globalização econômica.
Bases tecnológicas
Caracterização espacial;
O quadro natural e as paisagens catarinenses;
O povo catarinense, a sociedade e a economia.
Temas transversais:
Educação Alimentar e Nutricional;
Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso;
Educação Ambiental;
Educação para trânsito;
Educação em Direitos Humanos.
Terminalidade/Certificação
Ilha de Santa Catarina – HARO, Martim A. Palma de – 3ª ed. Florianópolis Editora da UFSC; 1990
Relatos de viajantes Org. Editora Lunardelli
estrangeiros nos séculos XVIII
e XIX.
155
Competências
- Compreender a pluralidade dos valores políticos.
- Reconhecer criticamente a influência das ideologias políticas.
- Refletir acerca da intrumentalização do poder e das tecnologias da biopolítica.
Habilidades
- Exercitar o papel do cidadão crítico e reflexivo.
- Respeitar as posições políticas divergentes próprias do ambiente democrático.
- Identificar e ter postura crítica em relação aos discursos ideológicos.
Bases tecnológicas
- Noções de filosofia política.
- Relações entre ética e política.
- O debate acerca da justiça social.
- Concepções de poder e o conceito de liberdade.
- Liberalismo e republicanismo.
- Estado, nação, democracia e ditadura.
- As origens do totalitarismo.
- A biopolítica.
Temas transversais:
Educação em Direitos Humanos.
156
Bibliografia Complementar:
157
relatados na literatura e/ou na legislação brasileira vigente.
Bases tecnológicas
Terminalidade/Certificação
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Juiz de
Águas e águas – Métodos Laboratoriais MACEDO, J. 2001
Fora, MG
CIENFUEGOS, F. e Rio de Ed. Interciência
Análise Instrumental 1ª Ed. 2000
VAITSMAN, D. Janeiro Ltda.
LTC-Livros
Análise Química Quantitativa HARRIS, D. C. 5ª Ed. Brasil Técnicos e 2001
Científicos
158
LTC-Livros
Explorando a Química Analítica HARRIS, D. C. 4ª Ed. Brasil Técnicos e 2011
Científicos
International
Fundamentos da Química Analítica SKOOG; WEST; HOLLER 8ª Ed. USA 2007
Thomson
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Apostila de Espectrofotometria ALMEIDA, S.M. IFSC 2011
Apostila de Potenciometria ALMEIDA, S.M. IFSC 2011
VOGEL, A. I.; MENDHAM, J.; LTC-Livros
Rio de
Análise Química Quantitativa DENNEY, R. C.; BARNES, J. 6ª Ed. Técnicos e 2008
Janeiro
D. Científicos
SILVERSTEIN, R. M.; LTC-Livros
Identificação espectrométrica de compostos Rio de
WEBSTER, F. X.; KIEMLE, D. 7ª Ed. Técnicos e 2007
orgânicos Janeiro
J. Científicos
MORITA, T.; ASSUMPÇÃO R. Ed. Edgard Blücher 2007
Manual de Soluções, Reagentes & Solventes 2a Ed.
M. Ltda
Porto
Princípios de Análise Instrumental SKOOG; HOLLER; NIEMAN 5ª Ed. Bookman Ed. 2002
Alegre
Princípios de Química: questionando a vida Porto
ATKINS, Peter 3ª Ed. Bookman Ed. 2006
moderna e o meio ambiente Alegre
AMERICAN PUBLIC HEALTH
ASSOCIATION, AMERICAN
Standard Methods for the Examination of WATER WORKS 22a Ed. Washington APHA/AWWA/WEF 2012
Water and Wastewater ASSOCIATION, WATER
ENVIROMENTAL
FEDERATION
Portaria no 2.914/2011 – Ministério da Saúde
Portaria no 518/2004 – Ministério da Saúde
Resolução CONAMA no 357/2005
Roteiros de práticas elaborados pela equipe de professores do curso de
saneamento do IFSC
159
Unidade Curricular Desenho Auxiliado por Computador II
Período letivo : 7ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
- Saber elaborar, numa sequência lógica, um projeto hidrossanitário em ambiente CAD, a partir de um projeto arquitetônico pré-
definido;
Habilidades
- Saber utilizar softwares de desenho, tais como Auto-CAD e Tigre-CAD;
- Desenvolver projetos hidrossanitários completos em ambiente CAD;
- Saber preparar as pranchas para plotagem e gerar arquivos pdf para plotagem.
Bases tecnológicas
I. Preparação do arquivo do projeto hidrossanitário, a partir do arquitetônico e criação dos layers relativos ao projeto hidrossanitário.
Símbolos e códigos de desenho das instalações hidro-sanitárias.
II. Instalações prediais de água fria:
- Lançamento do Ramal Predial/Alimentação;
- Lançamento do Barrilete e colunas de água fria;
- Detalhes Reservatório superior;
- Vistas e/ou isométricos das instalações hidráulicas (distribuição de água fria nos ambientes e pontos de consumo);
- Esquema Vertical de Água Fria;
- Relação de materiais água fria.
III. Instalações prediais de esgotamento sanitário e de águas pluviais:
- Lançamento dos Tubos de Queda de esgoto e pluvial; e Colunas de Ventilação do esgoto;
- Detalhamento da tubulação de esgoto e pluvial pavto superior;
- Lançamento das caixas de inspeção, de gordura e de areia;
- Detalhamento da tubulação de esgoto e pluvial pavto térreo;
- Locação e detalhamento do sistema de tratamento e destino final do esgoto doméstico;
- Detalhamento das caixas de inspeção, de gordura e de areia;
- Esquema vertical de esgoto e pluvial;
- Relação de materiais esgoto e pluvial.
IV. Preparação das pranchas e projeto final para plotagem:
- Legenda (símbolos e especificações);
- Lay-out e montagem das pranchas de desenho;
- Selo de identificação do projeto e das pranchas de desenho;
160
- Formatação das penas de plotagem, em função das cores dos layers e destaque dos mesmos no projeto;
- Criação dos arquivos das pranchas em formato pdf, para posterior plotagem.
Temas transversais: Educação Ambiental
Terminalidade/Certificação
Habilidades
161
- Aplicar softwares básicos.
- Conhecer os elementos do AIA, EIA, RIMA.
- Elaborar textos, relatórios e gráficos.
- Fazer vistoria técnica para avaliações.
- Interpretar cartas topográficas.
- Identificar equipamentos de água, esgoto e resíduos sólidos.
- Conduzir e orientar equipes.
- Interpretar memoriais, gráficos, especificações e projetos executivos.
- Interpretar orçamentos de obra.
- Interpretar cronograma físico-financeiro de obra.
- Executar a operação e manutenção de sistemas de saneamento.
- Medir e aplicar técnicas de controle relativas aos parâmetros de qualidade dos recursos hídricos.
- Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas.
- Realizar práticas de conservação da água.
- Executar análises físico-químicas e microbiológicas de água e esgotos.
- Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com os recursos hídricos.
- Identificar as fontes de degradação dos recursos hídricos.
- Fazer ensaios tecnológicos de laboratório e de campo e retirada de amostras.
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos.
- Quantificar e caracterizar resíduos sólidos.
- Aplicar as técnicas de tratamento previstas no plano diretor de resíduos sólidos e funerários.
Bases tecnológicas
Visita técnica a diversos sistemas de saneamento: ETE, ETA, Parques, Reservas, Aterro Sanitário, Sistemas de Compostagem,
Industrias de Reciclagem, Unidades da área da saúde, Cemitérios, etc.
Terminalidade/Certificação
Bases tecnológicas
- Simbologias e convenções técnicas.
- Etapas de desenvolvimento de projeto.
- Representações gráficas.
- Problemas ambientais de origem antrópica.
- Normas técnicas.
- Definições dos processos de tratamentos
- Identificação e combinações dos processos de tratamento.
- Especificações de máquinas e equipamentos.
- Sistemas e processos construtivos.
- Operação e manutenção de sistemas de saneamento.
Terminalidade/Certificação
164
Técnicas de abastecimento e AZEVEDO NETO, J. M. CETESB 1987
tratamento de água – Volume 2.
RICHTER, C. A. Tratamento de lodos de estação de tratamento de Edgard 2001
água. Blucher
Editora
RICHTER, C. A.& AZEVEDO Tratamento de água tecnologia atualizada Edgard 2005
NETO, J. M. Blucher
Editora
Projeto de estação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
tratamento de água para TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento público. NBR
12216:
Cal virgem e cal hidratada para ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1995.
tratamento de água de TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento público –
Determinação óxido e hidróxido
de magnésio NBR 13294:
Água – Determinação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1995
trihalometanos em água tratada TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
para abastecimento por extração
líquido/líquido NBR 13407
Habilidades
- Fazer projeções populacionais e cálculo de vazões médias, mínimas e máximas;
- Dimensionar redes coletoras de esgoto e interceptores, conforme normas técnicas aplicáveis;
- Desenhar as partes constitutivas do sistema de esgotamento sanitário, em especial plantas e perfis da rede coletora de esgoto;
- Interpretar projetos de sistemas de esgotamento sanitário.
Bases tecnológicas
Sistemas de esgotamento sanitário; Sistemas unitário e separador absoluto; Partes constitutivas de um sistema separador absoluto:
coletor predial, coletor secundário, coletor tronco, bacias de esgotamento, ponta seca, coletor auxiliar, interceptor, sifão invertido,
estação elevatória, emissário por recalque, emissário por gravidade, ETE e obras de lançamento final; Classificação, composição e
características bacteriológicas dos esgotos; Recebimento de efluentes industriais na rede pública; Quantidade de líquidos a esgotar;
Período de projeto; Etapas de construção; Projeções de crescimento populacional; Densidade demográfica; Contribuição per capita;
Perdas e infiltrações; Estimativas de vazões; Variações de vazão; Determinação de coeficientes para o cálculo de redes coletoras;
Materiais empregados em sistemas de esgotamento sanitários: rede coletora, interceptores, emissários, poços de visita e
elevatórias; Aspectos construtivos dos sistemas de esgotamento sanitário; Critérios de projetos de rede coletora e interceptores de
esgoto: condições hidráulicas exigidas, diâmetros, materiais e coeficientes de rugosidade dos tubos, profundidades, velocidade
crítica e máxima, vazão mínima de cálculo, tensão trativa e declividade, traçados de rede coletora, rede dupla, rede auxiliar, órgãos
acessórios, bacias de esgotamento; Projeto de rede coletora de esgoto (planilha, memorial de cálculo, planta e perfis); Estações
elevatórias de esgoto e emissários de esgoto por recalque e por gravidade; Stand-pipe; Caixa de carga.
Terminalidade/Certificação
Habilidades
Analisar as relações de poder das práticas sociais no espaço de vivência, associando as referências locais com outros lugares de
culturas e economias diferentes, numa visão regional, nacional e planetária;
167
Reconhecer as mudanças ocorridas no mundo a partir do término da Guerra Fria;
Identificar as novas relações de trabalho e de produção;
Relacionar a origem dos conflitos no uso do território e na gestão dos recursos com situações de desigualdade do desenvolvimento
econômico e social sobretudo das áreas globais em conflito;
Compreender a necessidade do desenvolvimento sustentável.
Bases tecnológicas
A internacionalização do capital - O mundo sem fronteiras econômicas;
Economias emergentes;
As grandes tensões geopolíticas no mundo;
A sociedade de consumo e o meio ambiente.
Temas transversais:
Educação Alimentar e Nutricional;
Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso;
Educação em Direitos Humanos.
Terminalidade/Certificação
Da Geografia que se ensina a PEREIRA, Raquel Maria Florianópolis Editora da UFSC 1989
gênese da Geografia moderna. Fontes do Amaral
Geografia critica: geografia do VESENTINI, José William São Paulo Ática 2004
mundo subdesenvolvido.
168
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Por uma outra Globalização Santos, Milton São Paulo Record 2011
Bases Tecnológicas
Poder político no Brasil colonial;
A econômica e o trabalho colonial;
O processo de independência: construção de um Estado Imperial, terra e trabalho no Brasil oitocentista;
Movimentos sociais urbanos e rurais no Brasil republicano;
Movimento operário brasileiro.
169
Temas transversais: Educação em Direitos Humanos.
Terminalidade/Certificação
170
Brasil, 500 anos em Alves Filho, Ivan 1º Rio de janeiro Mauad 1999
documentos
História das Sociedades Aquino, Jacques, Denize, 2ª São Paulo Ao Livro Técnico 1988
Oscar
História da Riqueza do Homem Huberman, Leo 21º Rio de Janeiro LTC 1987
História e Consciência do Brasil Cotrim, Gilberto 7ª São Paulo Saraiva 1999
–2º grau
As Veias Abertas Da América Galeano, Eduardo 30 º São Paulo Paz e Terra 1990
Latina
História Temática-Terra e Montellato, Andrea R. D. e 1ª São Paulo Scipione 2000
Propriedade
outros
História da Riqueza do Homem Leo Huberman 21○ Rio de Janeiro LTC 1987
História das Mulheres no Brasil Mary del Priore 2○ São Paulo Contexto 2004
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
A era do capital, 1848-1875 HOBSBAWM, Eric 12ª Rio de Janeiro Paz e Terra 2007
171
A origem da família, da Friedrich Engels ; tradução Ciro 3ª São Paulo Escala 2009
propriedade privada e do Mioranza.
estado : texto integral
Habilidades
- Identificar as consequências da atuação humana no ambiente;
- Dimensionar estudos preliminares de projetos custos e prazos;
- Desenvolver memoriais, especificações e projetos executivos;
- Desenvolver orçamento e cronograma físico financeiro;
172
- Medir e aplicar técnicas de controle relativas aos parâmetros de qualidade dos recursos hídricos;
- Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas;
- Realizar práticas de conservação da água;
- Executar análises físico-químicas e microbiológicas;
- Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com os recursos hídricos;
- Elaborar instrumentos para coleta de dados;
- Utilizar softwares computacionais para elaborar tarefas técnicas. Plotar e interpretar gráficos;
- Quantificar e caracterizar os efluentes líquidos;
- Extrair dados de mapas e tabelas;
- Acessar e consultar bancos de dados sobre legislação ambiental;
- Monitorar a produção de efluentes líquidos, dejetos e seus efeitos nocivos;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
- Conduzir e orientar equipes;
- Interpretar memoriais, gráficos, especificações e projetos executivos;
- Interpretar orçamentos de obra;
- Interpretar cronograma físico-financeiro de obra;
- Executar a operação e manutenção de sistemas de saneamento;
- Quantificar e caracterizar resíduos sólidos;
- Aplicar as técnicas de tratamento previstas no plano diretor de resíduos sólidos e funerários;
- Fazer ensaios tecnológicos de laboratório e de campo e retirada de amostras;
- Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos;
- Fiscalizar e supervisionar a execução de obras de saneamento;
- Buscar, analisar e interpretar dados e informações, necessários à concretização de um projeto.
Bases tecnológicas
- Etapas de desenvolvimento de projeto;
- Representações em perspectiva;
- Pré-dimensionamento de projetos;
- Problemas ambientais de origem antrópica;
- Estudos de impacto ambiental (EIA);
- Normas técnicas;
- Instalações hidro-sanitárias;
- Especificações de máquinas e equipamentos;
173
- Sistemas e processos construtivos;
- Medidas de proteção individual e coletiva;
- Controle de qualidade;
- Análises e parâmetros físico-químicos e bacteriológicos de água e esgoto;
- Aspectos geológicos do solo;
- Operação e manutenção de sistemas de saneamento;
- Resíduos sólidos e líquidos;
- Processos de tratamento de água e esgoto;
- Mananciais de água;
- Sistemas de captação, adução, tratamento e distribuição de água;
- Sistemas de coleta, afastamento, tratamento e disposição final de esgotos sanitários e industriais;
- Sistemas de acondicionamento, coleta, transporte e disposição final de resíduos sólidos;
- Sistemas de disposições finais funerários;
- Drenagem pluvial.
Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional;Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso; Educação
Ambiental; Educação para trânsito; Educação em Direitos Humanos.
Terminalidade/Certificação
174
Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
.- Analisar o trabalho como atividade humana central na vida em sociedade, explicitando suas diferentes formas históricas e suas
particularidades no Brasil e na América Latina; Estudar a política como atividade constitutiva da vida em sociedade, explicitando seu
significado por meio dos movimentos que historicamente buscaram transformar a realidade social; Analisar o processo histórico de
organização do capital desde o último quarto do século XX, como resposta à crise capitalista que se intensifica no período, firmando
uma nova ordem mundial.
- Compreender o trabalho como atividade humana criadora, a partir da qual homens e mulheres, ao transformarem a natureza,
transformam-se a si mesmos.
- Entender que em cada época histórica o trabalho desenvolve-se e se organiza de diferentes formas, que representam o modo como
se estabelecem as relações sociais e de propriedade.
- Analisar criticamente o trabalho no capitalismo, estabelecendo relações entre sua vivência prática e as características das relações
produtivas sob domínio do capital.
- Entender a política como atividade humana em movimento permanente, que acompanha a realidade social em transformação, ao
longo do processo histórico e estabelecer relações entre as diversas concepções de política e os posicionamentos de classe social.
- Compreender o que é fazer política no dia a dia das relações sociais, a partir de experiências em grêmios estudantis, movimentos
sociais e partidos políticos.
- Entender as características particulares do processo atual de globalização do capitalismo, pensado como uma fase específica dos
movimentos históricos de mundialização do capital.
- Compreender as principais transformações contemporâneas do capitalismo e suas consequências nas diversas esferas da vida
social – política, econômica, mundo do trabalho, cultural, entre outras.
Habilidades
- Conceituar o trabalho, tratando-o em seu sentido genérico, enquanto atividade de transformação da natureza voltada para responder
às necessidades humanas.
- Apresentar as diferentes formas pelas quais se desenvolveu historicamente o trabalho, determinadas pelo modo como se
organizavam, em cada época histórica, as relações sociais e de propriedade.
- Identificar as principais características do trabalho na atualidade, apontando as contradições entre as potencialidades tecnológicas e
o processo de precarização social que atinge a maioria dos trabalhadores.
- Conceituar “política”, apresentando os vários significados da palavra em sua aplicabilidade no meio social, e as mudanças dessas
175
concepções nas diversas situações históricas.
- Relacionar concepções de política, partidos e movimentos políticos com as diferentes correntes de interpretação do social e com os
interesses de classes e grupos sociais.
- Analisar a formação histórica dos principais movimentos e partidos políticos na América Latina, inclusive Brasil e saber diferenciar as
bases ideológicas dos partidos políticos.
- Identificar os partidos políticos por ordem de maior representação no congresso
nacional na atualidade.
- Conceituar globalização como um processo contraditório de internacionalização do capital, que atinge de modo desigual as
diferentes regiões do planeta e identificar as principais características do capitalismo contemporâneo, apontando dimensões da crise
do capital e seus reflexos na vida em sociedade.
- Conceituar neoliberalismo e reestruturação produtiva, assinalando sua articulação enquanto respostas do capital na tentativa de
superar sua crise.
Bases tecnológicas
UNIDADE I: TRABALHO E SOCIEDADE
1. Conceito de trabalho.
1.1 - O trabalho como condição fundamental de toda a história humana.
2. As formas históricas do trabalho.
2.1 – O trabalho nas sociedades tribal, escravista, feudal e capitalista.
3. O trabalho na sociedade capitalista:
3.1 – A divisão social do trabalho: manufatura e trabalho industrial
3.2 - Como o trabalho se transforma em mercadoria: trabalho assalariado e maisvalia
4. As transformações atuais do trabalho no campo e nas cidades.
5. O trabalho no Brasil e na América Latina.
176
UNIDADE III: O PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO DO CAPITALISMO
Principais conceitos trabalhados: globalização, neoliberalismo, reestruturação produtiva.
1. Conceito de globalização.
2. Neoliberalismo e crise capitalista.
3. Reestruturação produtiva.
4. As atuais relações de imperialismo e os blocos econômicos.
5. As lutas sociais de resistência à globalização
6. O Brasil e a América Latina no mundo globalizado.
Temas transversais:
Educação em Direitos Humanos.
Um toque de clássicos Tânia Quintaneiro; Maria Ligia de 2ª Belo Horizonte Editora UFMG 2003
Oliveira Barbosa; Márcia Gardência
Monteiro de Oliveira
177
Unidade Curricular ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE ÁGUAS E EFLUENTES 3 (AFQ3)
Período letivo : 8ª FASE (Curso Integrado) Carga Horária : 2x20=40h/a
Competências
- Desenvolver no aluno habilidades manipulativas num laboratório químico e tratamento matemático de dados;
- Avaliar e interpretar as ordens de grandeza e significância de dados analíticos;
- Desenvolver a capacidade de preparação de amostras para análises titulométricas, espectrofotométricas e cromatográficas;
- Desenvolver a capacidade de análise de parâmetros físico-químicos para avaliação de água tratada através de análises
titulométricas, espectrofotométricas e cromatográficas;
- Desenvolver a capacidade de resolver problemas na área de análises de águas e efluentes;
- Relacionar os resultados analíticos com a legislação brasileira vigente para água tratada para consumo humano e para efluentes.
Habilidades
- Despertar o raciocínio lógico, a metodologia científica de trabalho e o senso de observação crítica;
- Compreender a matemática da química;
- Elaborar relatórios e laudos técnicos;
- Usar unidades métricas e algarismos significativos de forma correta;
- Utilizar adequadamente vidrarias e aparelhos laboratoriais;
- Aplicar técnicas de análises qualitativas e quantitativas;
- Determinar concentrações através de análises titulométricas, espectrofotométricas e cromatográficas;
- Interpretar os resultados obtidos nas análises realizadas, sendo capaz de relacionar os resultados experimentais com valores
relatados na literatura e/ou na legislação brasileira vigente.
Bases tecnológicas
- Química Orgânica: Cadeias carbônicas; Funções Orgânicas; Reações Orgânicas.
- Cromatografia: Introdução; A separação cromatográfica; Fases móvel e estacionária; Instrumentação; CGAR x CLAE; Análise
Qualitativa; Análise
Quantitativa
- Tipos de Cromatografia: Cromatografia Planar; Cromatografia Líquida e Cromatografia Gasosa.
- Jar Test.
- Análise de Metais por Fotometria de Chama.
- Ensaios de reciclagem.
Pré-requisitos (quando houver)
178
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes 2 (AFQ2)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
CIENFUEGOS, F. e Rio de Ed. Interciência
Análise Instrumental 1ª Ed. 2000
VAITSMAN, D. Janeiro Ltda.
LTC-Livros
Análise Química Quantitativa HARRIS, D. C. 5ª Ed. Brasil Técnicos e 2001
Científicos
Cromatografia Líquida Moderna - HPLC / CLAE LANÇAS, F. M. 1ª Ed. Brasil Átomo Editora 2009
Cromatografia - Princípios Básicos e Técnicas AQUINO NETO, F.R.; Rio de Ed. Interciência
1ª Ed. 2000
Afins NUNES, D. Janeiro Ltda.
179
- Saber que tipos de tecnologias são mais apropriadas e mais utilizadas em sistemas de água, esgoto, resíduos sólidos, drenagem
urbana, saúde pública e maio ambiente;
Bases tecnológicas
Visitas técnicas a: Estações de Tratamento de Água, de diferentes tecnologias e portes; Estações de Tratamento de Esgoto, de
diferentes tecnologias e portes; obras de sistemas individuais de tratamento de esgoto; estações elevatórias de esgoto em operação;
obras em andamento de sistemas de água e esgoto; aterros sanitários; sistemas de coleta seletiva e triagem de resíduos sólidos;
projetos e programas de educação ambiental; obras de drenagem urbana; laboratórios de físico-química e bacteriologia de
empresas; Unidades de Conservação; Escritórios de engenharia, que desenvolvem projetos na área de saneamento; e empresas
que desenvolvem atividades relacionadas ao saneamento e ao meio ambiente; Palestras técnicas nas áreas de saneamento e de
meio ambiente; Vídeos, artigos científicos e leis na área de saneamento e meio ambiente.
Terminalidade/Certificação
181
Projeto de redes de esgoto: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1986.
NBR 9649. TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
Projeto de interceptores de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
esgoto sanitário (NB 568): NBR TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
12207.
Projeto de estações elevatórias ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
de esgoto sanitário (NB 569): TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12208.
Habilidades
182
Elaborar planilhas de orçamento
Elaborar lista de materiais e equipamentos
Redigir propostas técnicas
Redigir carta proposta comercial
Redigir memoriais e especificações técnicas
Acompanhar processos de aprovação e licenciamento de obra
Elaborar planilha de cronograma físico financeiro
Redigir minutas de contratos
Organizar documentos
Estabelecer comunicação interpessoal
Organizar o espaço de trabalho
Bases tecnológicas
Normas técnicas;
Determinação dos serviços que compõe a obra
Mensuração dos serviços
Leis sociais no custo da mão de obra
Formação do BDI (Benefício de Despesas Indiretas)
Organização do canteiro de obras
Estruturação dos orçamentos convencionais (analítico e sintético)
Montagem da rede de precedências
Elaboração do cronograma físico financeiro
Estruturação do orçamento operacional
Relatório ABC dos insumos
Matemática financeira aplicada à programação da obra
Redação de contratos de empreitada
Licitações públicas
183
Pré-requisitos (quando houver)
Sistemas de água II
Sistemas de esgoto II
Resíduos sólidos II
Terminalidade/Certificação
Terminalidade/Certificação
186
Projeto de distribuição de água ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1994
para abastecimento público: TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12218
Projeto de sistema de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
bombeamento de água para TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento público: NBR
12214
Projeto de adutora para ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
abastecimento público. NB 591 TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
Estudo de concepção de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
sistemas públicos de TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento de água. NBR
12211
Projeto de captação de água de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
superfície para abastecimento TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
público NBR 12213
Habilidades
- Ter noções de dimensionamento dos processos unitários de tratamento de esgoto;
- Saber interpretar um projeto de estação de tratamento de esgoto.
Bases tecnológicas
187
Caracterização da quantidade de esgotos (vazões), período de projeto, crescimento demográfico; Princípios do tratamento biológico
de esgotos; Caracterização da qualidade dos esgotos; Cálculo da concentração de DBO e DQO afluente à ETE; Princípios da
remoção da matéria orgânica; Princípios da sedimentação; Princípios da aeração; Níveis, processos e sistemas de tratamento de
esgotos; Tratamento preliminar: remoção de sólidos grosseiros (gradeamento e caixa de areia); dimensionamento de grade de
limpeza manual (NBR 12208) e da caixa de areia de limpeza manual (NBR 12209); by pass; e calha Parshall; Tratamento primário:
remoção de sólidos em suspensão sedimentáveis (decantador primário) e sólidos flutuantes. Tratamento secundário: introdução;
tratamento anaeróbio (UASB e outros); lagoas de estabilização e variantes; lodos ativados e seus derivantes; e reatores aeróbios
com biofilmes (filtros biológicos e biodiscos); Remoção de nutrientes (nitrogênio e fósforo) e sua importância no controle da poluição
dos corpos d´água; Remoção de organismos patogênicos (cloração, raios UV, ozonização, etc); Desidratação de lodo: leitos de
secagem e equipamentos mais utilizados.
Terminalidade/Certificação
188
Pós-tratamento de efluentes de reatores CHERNICHARO, Carlos Augusto Prosab 2001.
Lemos (Coord.)
anaeróbios.
Tratamento de Esgotos Sanitários por José Roberto Campos (Coord.) Rio de ABES 1999.
Janeiro
Processo Anaeróbio e Disposição
Controlada no Solo.
Desinfecção de Efluentes Sanitários. Ricardo Franci Gonçalves (Coord.) Rio de ABES 2003.
Janeiro
Resíduos sólidos do saneamento: Cleverson Vitório Andreoli Rio de ABES 2001.
(coordenador). Janeiro
processamento, reciclagem e disposição
final.
Disposição Oceânica de Esgotos GONÇALVES, Fernando Botafogo & Rio de ABES 1997.
SOUZA, Amarilio Pereira de. Janeiro
Sanitários: história, teoria e prática.
Esgoto sanitário, coleta transporte NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). 2ª São Paulo Edgard 2011.
Blücher
tratamento e reuso agrícola.
Projeto de estações de tratamento de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1992.
NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
esgoto sanitário (NB 570): NBR 12209.
Estudos de concepção de sistemas de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1986.
NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
esgoto sanitário: NBR 9648.
Projeto de estações elevatórias de esgoto ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1992.
NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
sanitário (NB 569): NBR 12208.
189
4.4.1 Bibliografia para os Temas Transversais
190
4.5 Metodologia
O Curso Técnico em Saneamento tem sua matriz curricular organizada em fases e
seu processo de avaliação, centrado em competências. Este método requer dos
professores a busca de metodologias diferenciadas das tradicionais que visam apenas à
transferência de conhecimentos, para outras que promovam a construção e a criação de
conhecimentos.
O uso de novas tecnologias é outro fator que possibilita o desenvolvimento das
habilidades especificadas em cada unidade curricular, entre elas a de aprender a
aprender, possibilitando assim a formação do aluno, para além do período em que ele
permanece no curso.
As bases tecnológicas explicitadas em cada unidade curricular deverão estar bem
consolidadas para a concretização das competências e habilidades que o aluno deverá
construir ao longo de sua formação.
O projeto integrador existente na 1ª fase será instrumento necessário para o
desenvolvimento de iniciação à pesquisa, caracterizado pelo mergulho em novos
conhecimentos, pela apresentação de novas situações e problemas vinculados à
realidade. Na 2ª fase, o projeto integrador será desenvolvido com a finalidade de trabalhar
Educação Ambiental e ampliar os conhecimentos relacionados às habilitações oferecidas
pela instituição. Na 8ª fase, o projeto integrador desempenhará a função de integrar os
fundamentos teóricos, a pesquisa científica, a aprendizagem profissional e as
competências adquiridas ao longo do curso, através do desenvolvimento de atividades
práticas supervisionadas. Entre estas atividades podemos relacionar estágio não
obrigatório, projetos de pesquisa, projetos de extensão, de iniciação científica e bolsa de
trabalho, desenvolvidos na área da química. As atividades desenvolvidas dentro do
projeto integrador estarão contribuindo para a aquisição de competências e habilidades
necessárias ao perfil profissional do egresso do Curso Técnico em Saneamento,
permitindo o contato do aluno com o mundo do trabalho, além de prepará-los para futuras
evoluções e ocupações dentro da área de Saneamento.
Os trabalhos em equipe, os estudos de caso e outras metodologias, também serão
empregadas para possibilitar a construção e criação do conhecimento, a aquisição de
novos valores e o desenvolvimento de novas competências.
As visitas técnicas serão práticas frequentes e possibilitarão ao aluno uma visão in
191
loco dos processos envolvidos nas empresas e instituições públicas atuantes na áreas de
saneamento e estarão presentes em várias unidades curriculares, principalmente nas
últimas fases.
A matriz curricular é composta por unidades curriculares de formação geral e
específica, teóricas e práticas.
As unidades curriculares teóricas serão desenvolvidas em salas de aula e em
laboratórios quando se tratar de atividades de demonstração.
As unidades curriculares práticas serão ministradas em laboratórios específicos,
para realização de atividades práticas, como por exemplo: realização de experimentos e
ensaios, pesquisas técnicas, operação de instrumentos analíticos, cujos resultados serão
expressos em forma de relatórios ou ficha técnica.
De acordo com a Resolução CNE/CEB 2/2012, que define as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, os seguintes temas listados abaixo serão
tratados de forma transversal e integradamente, permeando todo o currículo, no âmbito
dos demais componentes curriculares:
1. Educação Alimentar e Nutricional.
2. Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a
eliminar o preconceito e produzir conhecimento sobre a matéria.
3. Educação ambiental.
4. Educação para o trânsito.
5. Educação em direitos humanos.
Para a operacionalização do tratamento dos temas transversais, no início de cada
semestre, o coordenador do curso deverá realizar reunião com os docentes responsáveis
pelas unidades curriculares envolvidas com estes temas.
a
Tabela 9: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 1 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
Brasil
X X X
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química Geral I X X X X
Biologia X X X X
192
Filosofia e Sociologia X X X
Projeto Integrador I X X X X
a
Tabela 10: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 2 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
Brasil
X X X X
Artes X X X X
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química X X X X
Biologia X X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Língua Estrangeira X X
Projeto Integrador II X X X X
Desenho X X
a
Tabela 11: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 3 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Artes X X X X
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química X X X X
Biologia X X X X
Língua Estrangeira X X
Filosofia e Sociologia X X X
Sociedade e Meio
X X X
Ambiente
Geociências X X X X
a
Tabela 12: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 4 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química X X X X
Biologia X X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Língua Estrangeira X X
Segurança e Higiene do
X X X X X
Trabalho
Fundamentos Químicos
X X X X X
em Saneamento
Hidráulica X X X
193
Materiais de Construção X X X
a
Tabela 13: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 5 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Educação Física X X
Matemática X X
História X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Língua Estrangeira X X
Análises Físico-
Químicas de Águas e X X X X
Efluentes
Desenho de Sistemas
X X
Sanitários
Fundamentos Biológicos
X X X
em Saneamento
Hidráulica X X X
Instalações
X X X X
Hidrossanitárias
Limpeza Pública X X X
Topografia X X X
a
Tabela 14: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 6 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Educação Física X X
Matemática X X
História X X X
Geografia X X X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Análises Bacteriológicas
X X X X X
de Águas e Efluentes
Desenho Auxiliado por
X X X
Computador
Instalações
X X X X
Hidrossanitárias
Serviços Funerários X X X
Sistemas de Água X X X
Tecnologia da
X X X
Construção
a
Tabela 15: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 7 fase.
a
Tabela 16: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 8 fase.
O Estágio é definido pela Lei No. 11.788, de 25/09/2008, como o “ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação
para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em
instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da
educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional
da educação de jovens e adultos”.
O Estágio como procedimento pedagógico deve ter como um de seus principais
objetivos estabelecer para o aluno uma interação entre a teoria e a prática, vivenciada em
situações reais do cotidiano do trabalho.
O Estágio curricular não obrigatório poderá ser realizado pelos alunos regularmente
matriculados e com frequência efetiva no curso, sendo, da primeira à quarta fases, em
atividades que contribuam para a formação social e cultural do indivíduo e, da quinta à
oitava fases, na área de formação específica.
195
A administração do estágio curricular (obrigatório e não obrigatório) deverá
acontecer em conjunto com a Coordenação de Estágio (COEST) do Câmpus Florianópolis
do IFSC, conforme legislação vigente.
4.7.1 Validação
A validação de Unidade Curricular dar-se-á somente sobre o conjunto de
competências associadas a uma determinada unidade.
Os procedimentos para solicitar a validação de Unidades Curriculares são aqueles
definidos pela Organização Didático-Pedagógica do Câmpus Florianópolis do IFSC.
Registro Final:
De acordo com os conceitos apresentados, o registro final, a ser definido em
reuniões de avaliação, fica da seguinte forma:
197
a) O aluno poderá fazer matrícula condicional na fase seguinte, no turno em
que está originalmente matriculado e matrícula regular nas unidades
curriculares pendentes, em turno oposto, devendo cursá-las na íntegra. Na
impossibilidade de cursar as pendências em turno oposto, o mesmo deverá
matricular-se somente nas unidades curriculares pendentes, no turno em que
está originalmente matriculado e ser considerado Apto para depois cursar a
fase seguinte.
b) No caso de pendência cursada paralelamente à fase da matrícula
condicional, a progressão para a fase seguinte só acontecerá se o aluno for
considerado Apto nas unidades curriculares pendentes.
c) A matrícula nas unidades curriculares em pendência deverá obrigatoriamente
ser realizada na fase subsequente àquela em que o aluno ficou em
pendência. O aluno em pendência na efetivação da matrícula deverá se
adequar aos horários oferecidos pela instituição.
d) O aluno poderá cursar a pendência em turmas regulares ou especiais.
Turmas especiais serão oferecidas sempre que houver necessidade e
quando a carga horária dos professores permitir.
4.9 Trancamento
5 Instalações e Equipamentos
Horário de
Funcionamento :
Laboratório: INFORMÁTICA - LINFO
Das 7h30min às
22h30min
Equipamentos Quantidade
Computadores 39
Quadro de fórmica para pincel 01
Projetor de Imagem 01
Mesas para computadores 20
Cadeiras 41
Aparelho de ar condicionado 01
Horário de funcionamento:
Sala de estudos e preparação (professores)
Das 7h30min às 22h30min
198
Equipamentos Quantidade
Ventilador de teto 00
Escrivaninha 07
Armário 02
Computador 07
Impressora 01
Bebedouro 01
Mural de recados e divulgação 01
Telefone 02
Scanner 01
200
Mufla microprocessada para laboratório 01
Rotaevaporador 02
Monitor de glicemia 01
Chapa aquecedora microprocessada 01
Banho-maria tipo laboratório 02
Horário de funcionamento:
Laboratório: FÍSICA
Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
203
Equipamento para demonstração da Lei de ação e reação 01
Equipamento para demonstração de força centrípeta 01
Espelho parabólico 01
Espelhos côncavos para demonstração de imagem virtual 01
Fonte de 6~120 volts 01
Gerador de ondas mecânicas 01
Gerador de Van der Graaff 01
Gerador manual de eletricidade 01
Globo de plasma 01
Maquina térmica 01
Mini laboratório de ciências 01
Pêndulo de Newton 01
Horário de funcionamento :
Laboratório : MATEMÁTICA
Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Mesas comuns 7
Mesa de Microcomputador 1
Aparelho de ar condicionado residencial, tipo split 24.000 BTU´s 1
Calculadoras científicas Cássio 15
Calculadoras gráficas 13
Projetor multimídia com luminosidade 2000 1
Escalímetro 3
Tela de projeção retrátil 1
Cortina 1
Lousa digital 2
Monitor / Vídeo Microcomputador 8
Computador 8
Paquímetro 10
Mesa de Microcomputador 1
Lousa 1
Aparelho de ar condicionado residencial 1
Armário de madeira, c/fechadura, 2 portas, cor marfim 1
Armário de Madeira 1
Cadeira de Escritório, giratória 38
Armário de Madeira Suspenso 3 portas; 8 nichos; 5 prateleiras internas 1
Armário de Madeira Suspenso; 4 portas; 4 nichos; 5 prateleiras internas 1
Armário de Madeira Suspenso; 4 portas; 7 nichos; 5 prateleiras internas 1
Armário de Madeira Suspenso; 5 portas; 6 nichos; 5 prateleiras internas 1
Cadeira Comum 1
204
Transferidor de plástico 2
Esquadro de plástico 2
Régua diversos tamanhos e materiais 20
Kits Sólidos geométricos em acrílico 4
205
01 Balança Semi-Analítica
01 Banho Maria
01 Banho de Ultrassom
01 Capela
01 Centrífuga
01 Chapa de Aquecimento
05 Coletor de Amostra de Água
05 Computador
01 Condutivímetro
01 Cromatógrafo à gás
01 Deionizador
02 Destilador de Nitrogênio
02 Digestor de DQO
02 Espectrofotômetro
02 Estufa
03 Fluorímetro
01 Fotômetro de Chama
01 Lavador de Pipetas
02 Manta de Aquecimento
01 Microscópio
01 Mufla
05 pHmetro
01 Polarógrafo
01 Purificador de Água MilliQ
01 Refrigerador
03 Turbidímetro
Vidrarias Diversas
5.2 Biblioteca
206
A Biblioteca possui uma área útil de 850 m² e está localizada no Centro de
Convivência, entrada principal do Câmpus. Conta com climatização, equipamentos de
segurança, sinalização e acesso aos portadores de necessidades físicas especiais. As
condições de armazenamento, de preservação e de disponibilidade do acervo são
adequadas para o atendimento e o acervo é constituído por livros, mídia digital,
periódicos, dissertações, revistas, jornais, trabalhos de conclusão de curso, teses,
folhetos, catálogos de fabricantes, apostilas, coleções, dicionários e enciclopédias.
O atendimento da Biblioteca Dr. Hercílio Luz ocorre de 2ª a 6ª feira das 7h 30min às
22h e aos sábados, das 8h às 12h.
Os principais serviços disponibilizados são:
a) orientação para possibilitar o acesso e utilização do acervo bibliográfico na
baixa, recuperação e disseminação da informação;
b) empréstimo de exemplares do acervo;
c) atendimento à comunidade escolar em geral para consulta local;
d) levantamento bibliográfico;
e) acesso à Internet (somente para consultas educacionais e culturais);
f) consulta ao acervo, por meio de terminal para pesquisa on-line.
O acervo da Biblioteca possui base de dados digital que pode ser acessada pelo
sítio internet <[Link] que também garante o acesso ao
acervo das bibliotecas dos demais Câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia de Santa Catarina.
EXPERIENCIA
DOCENTES GRADUAÇÃO TITULAÇÃO PROFISSIONAL
(ANOS)
Anésio Boger Brand Licenciatura em Física Mestrado em Físico-Química 25,0
Carlos Antonio Queiroz Licenciatura em Física Doutorado em Ciências e 34,0
Engenharia dos Materiais
Jaime Domingos Teixeira Licenciatura em Física Doutorado em Ciências e 30,0
Engenharia dos Materiais
Eiji Harima Licenciatura em Física Doutorado em Ciências e 30,0
Engenharia dos Materiais
Eurides Souza Nunes Licenciatura em Física Especialização em Físico - 35,0
Química
Gerson Gregório Gomes Licenciatura em Física Doutorado em física 6,0
José Pinho de Alves Neto Licenciatura e Mestrado em Engenharia 21,0
207
Bacharelado em Física Mecânica
Marcos Aurélio Neves Licenciatura em Física Mestrado em Educação 25,0
Paula Borges Monteiro Licenciatura em Física Doutorado em Ciências-Física
5,0
Rodrigo Lopes Licenciatura em Física Especialização em Ensino de 20,0
Física
Sérgio Seitsi Uda Licenciatura em Física Mestrado em Físico-Química 30,0
Christian Conceição Licenciatura em Artes Mestrando em Artes Visuais 11/1993
Fernandes Plásticas
Irineu Lopes Melo Licenciatura em Música Mestrado em Educação 01/1997
Tania Denise da Silva Licenciatura em 02/1997
Meyer Educação Artística -
Música
Gizely Cesconetto de Educação Artística - Artes Mestrado em Ciências da 01/1997
Campos Plásticas Linguagem
Ramiro Antonio da Costa Licenciatura em 09/2010
Educação Artística -
Música
Vivian Leichsenring Bacharel – violino Mestranda em Música 09/2011
Kuntze da Silveira
Jair Luiz Alves da Silva Letras / Português-Inglês Mestrado em Inglês – Língua e 03/1997
Filho e Literaturas Literatura Correspondente
Correspondentes
Denize Nobre Oliveira Letras / Português-Inglês Doutorado em Inglês – Língua e 10/2008
Literatura Correspondente
Fabrício Gadotti Letras – Português e Doutorado em Letras – 02/2007
Espanhol e respectivas Literatura
literaturas
Lucimary Bajon Licenciatura Plena Letras Especialização em Práticas 04/2008
Espanhol Interdisciplinares
Eduardo Henrique Letras / Inglês Mestrado em Inglês – Língua e 07/2013
Literatura Correspondente
Doutorado em Linguística
Aplicada (Arizona State University)
– ainda não revalidado no Brasil
Gabriel Serôa da Mota Química Especialização - Ciências 08/1979
Ensino Médio (UDESC) /
Química Instrumental RJ
Berenice da Silva Junkes Química Bacharel e 10/2006
Licenciatura Doutorado - Química Analítica
Ida Eunice Favarin Licenciatura em Ciências Mestrado - Química Orgânica 02/1992
Pozzobom – Habilitação em Química
Gilmar Antônio Rosa Química Mestrado - Físico – Química 08/1986
Waldir Gomes Filho Química Especialização - Análise 08/1979
Instrumental
Claudia Lira Engenharia Química Doutorado - Ciência e 12/2007
Engenharia de Materiais
Karine Pires Licenciatura em Biologia Mestrado - Biologia 10/2006
Paulo Sérgio da Silva Ciências e Biologia Especialização - Ciências do 2º 08/1986
grau (UDESC)
Carmencília de Fátima Licenciatura em Biologia / Especialização - Metodologia de 10/1990
Fagotti Mori Licenciatura em Ensino Superior
Pedagogia
Eduardo Silveira Ciências Biológicas – Mestrado em Educação 07/2010
Licenciatura e
Bacharelado
Gisele Serpa Engenharia Química Doutorado em Engenharia 09/2008
Química
Marcelo Rennó Braga Biologia Doutorado - Zoologia 05/2008
208
Andréa Martins Andujar Graduação em Doutorado em Engenharia de 1998
Administração e Produção 15 anos
Graduação em Psicologia
Baltazar Carboni Filosofia Mestrado em Educação - 1984
Cremonese PROEJA 29 anos
Denise Araújo Meira História Mestrado em Educação 1988
25 anos
Jacira dos Santos Licenciatura em Especialização em Geografia do 1984
Geografia Brasil 29 anos
Masae Kawano Licenciatura em Especialização em Educação de 1990
Geografia Jovens e Adultos 23 anos
Seomara Beltrão de Pedagogia Especialização em Metodologia 1988
Vargas 25 anos
de Ensino
Eliodoria de Fátima E. Filosofia e Serviço Social Especialização em Metodologia 1987
Ventura do Ensino e Administração 26 anos
Escolar
Gilson Moraes Administração Mestrado em Administração 1986
27 anos
Fátima Regina Teixeira Graduação em Mestrado em Engenharia de 1990
Administração e Gerência Produção 23 anos
Liliane Stelzenberger Graduação em Mestrado em Engenharia de 1992
Pedagogia-Supervisão Produção 21 anos
Pedagógica
Márcio Ricardo Teixeira Licenciatura em Doutorado em Geografia 2007 (IFSC) = 6
Moreira Geografia anos No entanto,
leciona há 15 anos
Marcos Davi Auras Licenciatura em História Especialização em Educação 1980
Profissional para Jovens e 33 anos
Adultos
Marival Coan Licenciatura em Filosofia - Doutorado em Educação 1994
hab. em Sociologia e 19 anos
Psicologia
Rodrigo de Souza Mota Licenciatura em História Mestrado em História Cultural 2009 (IFSC) = 4
anos
No entanto,
leciona desde
2001.
Terezinha Maria dos Licenciatura em História Mestrado em Extensão Rural – 1994 (IFSC) = 19
Santos Silva História da Comunidade anos
No entanto,
leciona há 35
anos
Adriana Duriex Licenciatura em Mestrado
Educação Física
Andresa Silveira Soares Mestrado
Aurineider Marcelino da Licenciatura em Mestrado em Engenharia de
Silva Educação Física Produção
Celso Araújo Filho Licenciatura em Especialização
Educação Física
Doutel Umberto Gallina Licenciatura em Especialização
Educação Física
Leatrice Pavan Licenciatura em
Educação Física
Lucinéia Daleth da Licenciatura em Mestrado em Educação Física e
Silveira Educação Física Saúde
Telmo Henrique Luz Licenciatura em Especialização
Educação Física
Amauri Araújo Antunes Licenciatura em Letras Mestrado em Letras-Teoria e
Português História Literária
209
Doutorado em Teatro e
Educação
César Cordeiro Vieira Licenciatura em Letras Mestrado em Letras
Cláudia Regina Silveira Licenciatura em Letras Doutorado em Literatura
Eliane Salete Bareta Licenciatura em Letras Mestrado em Engenharia de
Gonçalves produção (ergonomia)
Elisa Helena Tonon Licenciatura em Letras Mestrado em Literatura
Português
Fernanda Moyses Licenciatura em Letras Mestrado em Linguística
Procópio Aplicada ao ensino de Língua
Gizelle Kaminski Corso Licenciatura em Letras
Lênia Pisani Gleise Licenciatura em Letras Doutorado em Literatura
Português/Inglês
Marco Antônio Quirino Licenciatura em Letras Mestrado em Linguística
Pessoa
Alexandre Motta Licenciatura em Doutorado em Educação
Matemática Científica e Tecnológica
Adriano Vitor Licenciatura em Mestrado em Métodos 23/01/2012
Matemática Numéricos em Engenharia
Antônio João Licenciatura em Especialização em Ensino de 07/2013
Matemática Ciências
Elisa Flemming Luz Graduação em Engenharia de Produção 09/2006
Engenharia Elétrica e
Licenciatura em
Matemática
Graciele Amorim Licenciatura em Mestrado em Matemática e 09/2010
Zimmermann Matemática Computação Científica
Hilário Francisco da Silva Licenciatura em Especialização em Matemática 07/10/1991
Matemática Superior
José Roque Damasco Licenciatura em Mestrado em Educação 02/2003
Neto Matemática Científica e Tecnologia
Lisani Geni W. Coan Licenciatura em Doutorado em Educação 02/1994
Matemática Matemática
José Carlos Kahl Licenciatura em Mestrado em Engenharia de 12/1995
Matemática Produção – Pesquisa
Operacional
Elenita Eliete de Lima Licenciatura em Doutorado em Educação 02/1997
Ramos Matemática Científica e Tecnológica –
Educação matemática
Waldir de Souza Licenciatura em Especialização em Matemática 09/1995
Matemática Superior
Louis Augusto Gonçalves Licenciatura em Mestrado em Matemática 09/2011
Matemática Aplicada e Computacional
Maria Clara K. Schneider Licenciatura em Doutorado em Engenharia de
Matemática Produção
Robson Raulino Licenciatura em Mestrado em Matemática 08/2013
Rautenberg Matemática
Viviam Giacomelli Matemática Licenciatura Mestrado em Matemática e 01/2012
Pedroso Computação Científica
Regime
Última
NOME Formação Graduação de
Titulação
Trabalho
1 Abigail Ávila de S. Silva Biologa Mestre DE
2 Adolfo Lino de Araújo Eng. Civil Mestre DE
3 Ana Lígia Papst de Abreu Arquiteta Doutora DE
4 Alexandre Lima de Oliveira Eng. Civil Doutor DE
5 André Puel Eng. Civil Mestre DE
6 Andreza Thiesen Laureano Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
7 Anelise Christine Macari Arquiteta Mestre DE
8 Ângelo Martins Fraga Geógrafo Mestre DE
9 Beatriz Francalacci da Silva Arquiteta Mestre DE
10 Carlos Alberto Hermann Fernandes Arquiteto Especialista DE
11 César Rogério Cabral Eng. Civil Especialista DE
12 Cleide Cedeni Andrade Arquiteto Mestre DE
13 Cristiane Felisbino Silva Bióloga Mestre DE
14 Dalton da Silva Eng. Civil Doutor 40h
15 Dalton Luiz Lemos II Eng. Civil Doutor DE
16 Débora Monteiro Brentano Bióloga Mestre DE
17 Edson Luiz Boldo Arquiteto Especialista DE
18 Elivete Carmen Clemente Prim Eng. Sanitarista e Ambiental Pós-Doutora DE
19 Fernanda Simoni Schuch Eng. Civil Doutora DE
20 Fernando Teixeira Arquiteto Doutor DE
21 Flávio Boscatto Eng. Aquicultura Mestre DE
22 Gil Carlos Pegoraro Brisolara Eng. Civil Especialista DE
Tecnólogo Construção de Mestre em Eng.
23 Gustavo Rodolfo Perius DE
Edificios Civil
24 Jandir Vaz Eng. Civil Especialista DE
25 João Alberto da C. Ganzo Fernandez Arquiteto Doutor DE
26 João Batista Barbosa Fonseca Eng. Civil Mestre DE
27 José Antônio Bourscheid Arquiteto Doutor DE
28 Jucélio Gonçalves Eng. Civil DE
211
29 Juliana Guarda de Albuquerque Eng. Civil Mestre DE
30 Leonel Euzébio de Paula Neto Arquiteto Mestre DE
31 Luciana Maltez Lengler Calçada Eng. Civil Doutora DE
32 Luciana da Rosa Espíndola Arquiteta Mestre DE
33 Lúcio Mendes Téc Agrimensura Especialista DE
34 Luiz Carlos Marinho Cavalheiro Eng. Civil Especialista 40h
35 Manoel Irineu José Téc. Edificações Especialista DE
36 Márcia Maria Stheil Eng. Civil Mestre DE
37 Maria Angélica B. Marim Química Doutora DE
38 Maria Bertília Oss Giacomelli Química Doutora DE
39 Markus Hasenack Técnologo Const. Civil Doutor DE
40 Maurilia de Almeida Bastos Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
41 Paulo Roberto Weigmann Téc. Eletrotécnica Mestre DE
42 Ricardo Roberto Wildi Arquiteto Especialista DE
43 Ricardo Reis Maciel Eng. Sanitarista e Ambiental Graduado DE
44 Rolando Nunes Cordova Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
45 Rosangela Mauzer Casarotto Eng. Civil Doutora DE
46 Rovane Marcos de França Eng. Civil Graduado DE
47 Samuel João da Silveira Eng. Civil Mestre DE
Licenciatura e Bacharel em
48 Sônia Maria de Almeida Doutorado DE
Química
49 Uaçaí Vaz Lorenzetti Eng. Civil Mestre DE
50 Twisa Thiemi Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
51 Valéria de Cássia Silva Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
52 Vicente Naspolini Arquiteto Mestre DE
53 Walter Martim Widmer Biólogo Doutor DE
Regime de
Nome Cargo/Nível Formação Titulação
Trabalho
TAE – Tec. Administrativo em Tec.
Silvia de Bona Medeiros 40 horas Nível Médio
Educacão / Médio Edificações
TAE – Tec. Administrativo em
Ana Lúcia Amorin Eller 40 horas Pedagogia Bacharel
Educacão / Médio
TAE – Tec. Administrativo em
Geraldo José Leal 40 horas Direito Bacharel
Educacão / Médio
TAE – Tec. Administrativo em
Sarita Locks de Souza 40 horas História Bacharel/Lic
Educacão / Médio
Rafael Andrade de Souza Laboratorista / Médio 40 horas Tecnólogo em Tecnólogo
212
Constr. De
Edifícios
Alan Fernandes dos Santos Laboratorista / Médio 40 horas Geografia Bacharel
Roberto Francisco Faccio Laboratorista / Médio 40 horas Eng. Agrônomo Bacharel
Auxiliar de Serviços Gerais / E. Fund.
Atanael Miguel Luciano 40 horas
Fundamental Incomp.
7 Anexos
Anexo I
- Exemplar de Diploma;
- Exemplar do Certificado.
213
O(a) Diretor(a) Geral do Campus Florianópolis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa
Catarina, no uso de suas atribuições, e tendo em vista a conclusão, em xx de xxxx de xxxx, do Curso Técnico
em xxxxxxx Integrado ao Ensino Médio, Eixo Tecnológico “xxxxxxx”, confere o título de Técnico(a) em
xxxxxxx a
xxxxxxxxxxxxxx
De nacionalidade brasileira, natural do Estado de xxxxx, nascido(a) em xx de xxxx de xxxx, RG xxxxxxxxxx
(xxx-xx), CPF [Link]-xx, e outorga-lhe o presente Diploma, a fim de que possa gozar de todos os direitos e
prerrogativas legais.
215
Curso Técnico em xxxxx Integrado ao Ensino Médio, aprovado
pela Resolução IFSC n°. xxx/xxxx.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
CAMPUS XXXXXXXXXXXX
COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS
DADOS DO REGISTRO
Registro nº xxx, Livro xxxxx, Folha xxxx
Data do registro: xx/xx/xxxx
_________________________________
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenador(a) de Registros Acadêmicos
Portaria nº 172, de 03/03/2008
Publicada no DOU em 05/03/2008
Matrícula Siape: xxxxxx
216
O(A) Diretor(a) Geral do Campus xxxxxxxxxxx do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa
Catarina, no uso de suas atribuições, outorga o presente Certificado de Qualificação Profissional de Nível
Técnico em xxxxxxx, com xxx horas, a
xxxxxxxxxxxxxxxxxx
De nacionalidade brasileira, natural do Estado de/do/da xxxxxxxxx, nascido(a) em xx de xxxxx de xxxx, RG
xxxxxxxxx (SSP-xx), CPF xxxxxxx, a fim de que possa gozar de todos os direitos e prerrogativas legais.
217
Competências adquiridas
218