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PPC Integrado - Saneamento

O documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso Técnico Integrado em Saneamento do Instituto Federal de Santa Catarina, destacando a relevância da formação técnica em resposta às deficiências de infraestrutura urbana e saneamento no Brasil. O curso visa formar profissionais qualificados para atuar em diversas áreas do saneamento, promovendo a responsabilidade socioambiental e a integração ao mercado de trabalho. Com uma carga horária de 3680 horas, o curso é oferecido em regime semestral e exige ensino fundamental completo para acesso.

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PPC Integrado - Saneamento

O documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso Técnico Integrado em Saneamento do Instituto Federal de Santa Catarina, destacando a relevância da formação técnica em resposta às deficiências de infraestrutura urbana e saneamento no Brasil. O curso visa formar profissionais qualificados para atuar em diversas áreas do saneamento, promovendo a responsabilidade socioambiental e a integração ao mercado de trabalho. Com uma carga horária de 3680 horas, o curso é oferecido em regime semestral e exige ensino fundamental completo para acesso.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA


CATARINA
CAMPUS FLORIANÓPOLIS

CURSO TÉCNICO EM SANEAMENTO


INTEGRADO

Eixo Tecnológico: INFRAESTRUTURA

Florianópolis
junho / 2014

PPC: Projeto Pedagógico do Curso Técnico Integrado de Saneamento.


1
Sumário

1 DADOS GERAIS DA OFERTA .................................................................................................................... 3


DENOMINAÇÃO ................................................................................................................................................ 3
REGIME DE MATRÍCULA .................................................................................................................................... 3
TOTAL DE VAGAS ANUAIS ................................................................................................................................. 3
1.1 JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO .................................................................................................... 4
1.1.1 Relevância da oferta ................................................................................ 4
1.1.2 Pesquisa de demanda ............................................................................. 7
1.2 OBJETIVOS ........................................................................................................................................... 7
1.2.1 Objetivo Geral........................................................................................... 7
1.2.2 Objetivos Específicos .............................................................................. 7

2 FORMAS DE ACESSO ................................................................................................................................ 7


2.1 REQUISITOS DE ACESSO........................................................................................................................ 8

3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO ............................................................................................... 8


3.1 QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS: ........................................................................................................... 8
3.2 PERFIL PROFISSIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL ........................................................................ 8
3.3 CAMPO DE ATIVIDADE: ........................................................................................................................ 11
3.4 LEGISLAÇÃO REGULAMENTAR DO PROFISSIONAL EM SANEAMENTO:..................................................... 11
3.5 REGISTROS PROFISSIONAIS ................................................................................................................. 11

4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR................................................................................................................ 12
4.1 FLUXOGRAMA DO CURSO (REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERCURSO DE FORMAÇÃO) ............................ 12
4.2 APRESENTAÇÃO DO CURSO - POR FASE - QUADRO RESUMO ................................................................. 12
4.3 M ATRIZ CURRICULAR .......................................................................................................................... 16
4.4 APRESENTAÇÃO DAS UNIDADES CURRICULARES .................................................................................. 17
4.4.1 Bibliografia para os Temas Transversais ............................................... 190
4.5 METODOLOGIA .................................................................................................................................. 191
4.5.1 Estratégias de Ensino Utilizadas das Unidades Curriculares ................. 192
4.6 PLANO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR ............................................................................ 195
4.7 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ......................... 196
4.7.1 Validação ............................................................................................... 196
4.8 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ......................................................................................................... 196
4.8.1 Promoção e Pendência .......................................................................... 197
4.9 TRANCAMENTO ................................................................................................................................. 198

5 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ...................................................................................................... 198


5.1 INSTALAÇÕES FÍSICAS ....................................................................................................................... 198
PLACA DE AQUECIMENTO COM AGITADOR MAGNÉTICO ................................................................................... 200
DIGESTOR D.Q.O. ...................................................................................................................................... 200
5.2 BIBLIOTECA ...................................................................................................................................... 206

6 PESSOAL DOCENTE E ADMINISTRATIVO .......................................................................................... 207


6.1 CORPO DOCENTE DO DALTEC ......................................................................................................... 207
6.2 CORPO ADMINISTRATIVO DALTEC ................................................................................................... 210
6.3 CORPO DOCENTE DO DACC ............................................................................................................. 211
6.4 CORPO ADMINISTRATIVO DACC ........................................................................................................ 212

7 ANEXOS ................................................................................................................................................... 213

2
DADOS GERAIS DA OFERTA
CNPJ 11.402.887/0001-60
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Razão Social:
DE SANTA CATARINA – IF-SC
Esfera Administrativa REDE FEDERAL DE ENSINO
O
Endereço (Rua, N ) Av. Mauro Ramos 950 – Centro
Cidade/UF/CEP Florianópolis
Telefone/Fax 48 32210560 (fone) 48 32210561 (Fax)
dalton@[Link]
E-mail de contato
[Link]
Site da unidade
Eixo Tecnológico Infraestrutura

Habilitação, qualificações especializações:


Habilitação: TÉCNICO EM SANEAMENTO
Carga Horária: 3680 horas
CBO1: 03322-10

Dados Gerais do Curso

Denominação
CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM SANEAMENTO
Forma de articulação
Em conformidade com o Art. 3o das Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Resolução No 06 de 20/09/2012), a forma
de articulação com o Ensino Médio será INTEGRADA.

Regime de matrícula
Matrícula por: Periodicidade Letiva
FASE SEMESTRAL

Total de vagas anuais


Turnos de Vagas por Numero de Total de Obs.
funcionamento turma turmas vagas anuais
Matutino 30 02 60
Vespertino
Noturno
Total 02 60
Obs.:

1
CBO: Classificação Brasileira de Ocupações
3
Carga horária
Carga horária Prazo de integralização da carga horária
Total do curso Limite mínimo (meses/semestres) Limite máximo (meses/semestres)

3680 08 SEMESTRES 16 SEMESTRES

1.1 Justificativa da oferta do curso

1.1.1 Relevância da oferta


No contexto de assentamentos humanos na formação de comunidades geram
inúmeras deficiências de infraestrutura urbana, pela falta de planejamento ambiental e
socioeconômico. Esta desestruturação dos conglomerados urbanos deflagra deficiências
dos serviços de limpeza pública e a disposição inadequada dos resíduos, a poluição
provocada por esgotos sanitários e industriais, descargas na atmosfera provocadas por
veículos automotores e indústrias, a perda constante de nossa biodiversidade, a
qualidade dos alimentos e da água para consumo humano, a qualidade das águas de
lagoas, baías, mares e rios, entre outros, fazem nos sentir uma urgente necessidade de
se buscar soluções para atender tecnicamente estes problemas.
No cenário nacional, a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2008,
publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, revela que 35% da
população brasileira é atendida por rede coletora de esgoto sanitário. Este percentual
aponta que muito há por fazer. Nesta mesma pesquisa, apresenta que a Região Sul
possui em sua maior parte, pessoas sem acesso à rede coletora de esgoto sanitário e que
no Estado de Santa Catarina apenas 16% de seus municípios implantaram rede coletora
e tratamento de esgoto (IBGE, 2008).
Mesmo sendo um estado pertencente a uma região considerada das mais
desenvolvidas, a situação catarinense demonstra que as políticas estaduais necessitam
de ajustes e de investimentos para mudança desta realidade, pelo baixo percentual de
atendimento à população.
A água é um componente fundamental para a vida. O processo de urbanização tem
uma ligação direta com o uso da água disponível para consumo e disposição final de
efluente tratado. Uma visão global para as barreiras para um desenvolvimento sustentável
está na urbanização, que representa uma manifestação da atividade humana das mais
significativas. A ocupação urbana, ao longo da evolução histórica das civilizações,
desenvolve-se em áreas onde o impacto ambiental é significativo à medida que a
4
preocupação por novos espaços torna-se a prioridade. Um dos muitos impactos
ambientais resultantes da atividade humana está relacionado ao lançamento de esgoto
sanitário sem tratamento apropriado, o qual provoca contaminação expressiva nos corpos
hídricos. Esta perda de qualidade da água está diretamente relacionada à ocupação das
bacias hidrográficas e às características das atividades desenvolvidas neste cenário
urbanístico.
As comunidades desenvolvem-se em seus aglomerados urbanos e com este
crescimento a geração de resíduos sólidos tendem ao crescer proporcionalmente, uma
vez que a conscientização para esta questão ambiental não amadureceu o suficiente para
minimizar os impactos.
Em todo o mundo, as estatísticas relacionadas à geração de resíduos e sempre
crescente. A produção mundial gira em torno de 12 bilhões de toneladas por ano, e até
2020 o volume previsto é de 18 bilhões de toneladas/ ano (UNEP-EEA, 2007). No Brasil
gira em torno de 67milhões de toneladas de resíduos (IBGE, 2011). Estes números
trazem consigo desafios e dilemas para uma correta gestão. Segundo a mesma
pesquisa, 99,96% dos municípios brasileiros têm serviços de manejo de Resíduos
Sólidos, mas 50,75% deles dispõem seus resíduos em vazadouros; 22,54% em aterros
controlados; 27,68% em aterros sanitários. Os estudos ainda apontam que 3,79% dos
municípios têm unidade de Compostagem de resíduos orgânicos; 11,56% têm unidade de
triagem de resíduos recicláveis; e 0,61% têm unidade de tratamento por incineração
(IBGE, 2008).
Os dados refletem a falta de um gerenciamento adequado, com conseqüências
danosas à saúde pública e ao meio ambiente associadas ao triste quadro socioeconômico
de um grande número de pessoas que extraem dos resíduos sua principal fonte de
sobrevivência. A maioria das Prefeituras Municipais, Titulares dos serviços de Limpeza
Pública, ainda não dispõe de recursos técnicos e financeiros para solucionar os
problemas ligados à gestão de resíduos sólidos. Falta muitas vezes pessoal qualificado
para trabalhar no setor, como engenheiros e técnicos em Saneamento.
A gestão de águas pluviais tem ganhado espaço expressivo nas questões de
saneamento ambiental. Como nas questões ligadas à gestão de resíduos sólidos, a
drenagem pluvial dos centros urbanos merece atenção pela falta de controle nas
ocupações dos espaços urbanos, por vezes, à margem das políticas públicas. Para Tucci
(2005) a problemática da ocupação urbana agrava-se há décadas. E a estabilização do
crescimento populacional se dará em 2150.
5
[...] O crescimento urbano ocorrido em países em desenvolvimento tem sido
significativo desde a década de 70. Nos países desenvolvidos o crescimento da
população estacionou e tende a diminuir já que a taxa de natalidade é inferior a
2,1 filhos por casal que mantém a população estável. A recuperação ou a
manutenção da população atualmente ocorre apenas através de migração
controlada. Nos países em desenvolvimento o crescimento é ainda muito grande e
a projeção das Nações Unidas é de que a estabilização da população ocorrerá
apenas em 2150. A urbanização é um processo que ocorre a nível mundial com
diferenças entre continentes. Na América Latina a urbanização tem sido alta com
a transferência da população rural para as cidades. Este crescimento tende em
médio prazo a estabilizar o crescimento demográfico. A previsão é de que cerca
de 2010 existirão 60 cidades acima de 5 milhões, sendo a maioria em países em
desenvolvimento. (TUCCI. 2005).
Contudo, não podemos esperar por 2150, temos que atuar agora e formar
profissionais que atendo a demanda das necessidades atuais.
Os serviços funerários no Brasil, mais especificamente no tocante a disposições
finais funerárias (sepultamentos e cremação), em sua maioria (98%) dos municípios
empregam-se técnicas antigas, prevalecendo o sepultamento tradicional e convencional.
Trata-se de técnicas que não levam em conta questões de projeto de urbanização,
adequação paisagística e cuidados com o meio ambiente e saúde pública. São técnicas
fadadas ao completo insucesso, não satisfazendo inclusive ao bom gosto e a visão do
cidadão. Há necessidade que o técnico em saneamento participe ativamente desta área
do conhecimento sanitário e ambiental com vistas à implantação de técnicas adequadas e
atualizadas. Nisto destacamos que cessem o uso dos cemitérios convencionais e sejam
implantadas novas técnicas de disposição funerárias. Estas técnicas atuais referem-se a
cemitérios horizontais do tipo parques quando tratarem-se de sepultamentos sob o solo e
cemitérios verticais e crematórios para soluções não convencionais. As técnicas a que se
referem como adequadas devem respeitar o meio ambiente, a saúde pública, a legislação
vigente e a opinião pública. O técnico adentrará em um novo desafio, quebrando
paradigmas e incluindo o assunto no âmbito da área sanitária e ambiental e possibilidade
de mercado de trabalho. Sobre este último, praticamente, o mercado de trabalho
encontra-se totalmente aberto. Ao juntarem-se forças na busca de soluções adequadas
para assunto de tão alta relevância não há como fugir de um confronto filosófico sobre a
vida e a morte.
Em conformidade com a legislação vigente, a educação profissional deve reunir
esforços da área da educação, do trabalho e emprego e da ciência e tecnologia. E com
esse propósito lançou às instituições de ensino profissionalizante, o desafio de
implantarem os cursos técnicos de nível médio na forma integrada. Nessa forma será
propiciada ao educando uma formação integral, garantindo-lhe o direito ao conhecimento

6
universal (geral), mas focando também uma área específica de conhecimento profissional,
formando, portanto, o cidadão e o profissional necessário ao mundo de trabalho. Portanto,
essa formação deverá possibilitar ao aprendiz sua cidadania plena, seja por meio do
exercício profissional ou pela formação continuada.

1.1.2 Pesquisa de demanda


A situação do saneamento no Brasil vem exigindo crescente formação de pessoal
especializado. Em especial, Santa Catarina tem necessidade de ampliação e novas redes
e estações de tratamento de água e esgotos, resíduos sólidos, a questão funerária vem
constituindo em demanda crescente de profissionais da área.

1.2 Objetivos

1.2.1 Objetivo Geral


Promover a formação de jovens e adultos com objetivo de inserir ao ensino médio,
a formação técnica e humanística para o exercício da profissão como técnico em
saneamento.

1.2.2 Objetivos Específicos


a) Formar um profissional capaz de assessorar os profissionais de nível superior nas
tarefas de planejar, projetar, construir, operar e manter sistemas de saneamento de
água, esgotos sanitários e industriais, drenagem pluvial, limpeza urbana e
industrial, e serviços funerários visando atender as clientelas urbanas, rurais e
industriais;
b) Garantir a formação do cidadão como parte atuante da sociedade, visando sua
preparação e integração ao mundo do trabalho através do desenvolvimento de
competências que levem ao aprendizado permanente e permitam o
acompanhamento da evolução dos conhecimentos e das tecnologias, dentro de
uma estrutura educacional flexível, que atenda situações diferenciadas no tempo e
no espaço, considerando a evolução tecnológica e as tendências do mercado de
trabalho;
c) Tornar o cidadão profissional apto a atuar com responsabilidade socioambiental na
área sanitária.

2 FORMAS DE ACESSO

O acesso se dará por meio do exame de classificação, devendo o candidato fazer a

7
opção pelo curso no ato da inscrição, na primeira fase.

2.1 Requisitos de Acesso

Para ingressar no curso técnico de nível médio na forma integrada, o candidato


deverá possuir o ensino fundamental completo.

3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO


3.1 Qualificações Profissionais:
O Técnico em Saneamento é o profissional capacitado para exercer a função de
assessoramento nas atividades de planejamento, projeto, construção, operação e
manutenção de sistemas de saneamento de água, esgoto, resíduos sólidos, drenagem
urbana e serviços funerários, da seguinte forma:
 Estar comprometido com os direitos universais do homem e com a preservação
do meio ambiente;
 Possuir capacidade de expressão escrita e oral;
 Desenvolver atividades individuais ou em grupo, conduzindo equipes, atuando
com ética, responsabilidade, espírito inovador e empreendedor, com
compromisso social e profissional;
 Participar da elaboração de estudos preliminares para a implantação de
sistemas sanitários, de água, limpeza pública, drenagem pluvial e serviços
funerários;
 Assessorar no planejamento, projeto e construção de equipamentos, unidades e
sistemas de água, esgotos sanitários e industriais, limpeza pública e industrial,
drenagem pluvial e disposições funerárias.

3.2 Perfil de Qualificação Profissional

O curso possibilita três certificações:

- Ao término do 5ª fase: Certificação de Assistente de Saneamento Básico.


- Ao término do 7ª fase: Certificação de Projetista/Supervisor de Obras de Saneamento.
- Ao término do curso: Diploma de Técnico em Saneamento.

O Certificado de Assistente de Saneamento Básico é dado ao aluno que cursou no


mínimo 2400 h/a e foi aprovado em todas as Unidades Curriculares oferecidas até a 5ª
fase. As disciplinas profissionalizadas oferecidas são: Análises Físico-Químicas de Águas
e Efluentes I, Desenho de Sistemas Sanitários, Fundamentos Biológicos em Saneamento,
8
Fundamentos Químicos em Saneamento, Geociências, Hidráulica I e II, Instalações
Hidrossanitárias I, Limpeza Pública, Materiais de Construção, Sociedade e Meio Ambiente
e Topografia.

O Certificado de Projetista/Supervisor de Obras de Saneamento é dado ao aluno que


cursou no mínimo 3280 h/a e foi aprovado em todas as Unidades Curriculares oferecidas
até a 6ª fase. As Unidades Curriculares Profissionalizantes oferecidas até a 6ª fase são:
Análises Bacteriológicas de Águas e Efluentes, Análises Físico-Químicas de Águas e
Efluentes I, Desenho de Sistemas Sanitários, Desenho Auxiliado por Computador I,
Fundamentos Biológicos em Saneamento, Fundamentos Químicos em Saneamento,
Geociências, Hidráulica I e II, Instalações Hidrossanitárias I e II, Limpeza Pública,
Serviços Funerários, Materiais de Construção, Sociedade e Meio Ambiente, Topografia I e
II, Sistemas de Água I e Tecnologia da Construção Civil.

O Diploma de Técnico em Saneamento é dado ao aluno que cursou a carga horária


total do curso - 3680 h/a, aprovado em todas as Unidades Curriculares oferecidas até a 8ª
fase do curso. As Unidades Curriculares Profissionalizantes oferecidas até a 6ª fase são:
Análises Bacteriológicas de Águas e Efluentes, Análises Físico-Químicas de Águas e
Efluentes I, II e III, Desenho de Sistemas Sanitários, Desenho Auxiliado por Computador I
e II, Fundamentos Biológicos em Saneamento, Fundamentos Químicos em Saneamento,
Geociências, Hidráulica I e II, Instalações Hidrossanitárias I e II, Limpeza Pública,
Serviços Funerários, Materiais de Construção, Sociedade e Meio Ambiente, Topografia I e
II, Sistemas de Água I, II e II, Sistema de Esgoto I e II, Tecnologia da Construção Civil,
Operação e Manutenção de Serviços de Saneamento I e II, e Orçamento e Cronogramas.

Dependendo do certificado ou diploma recebido o profissional e capacitado para diversas


atividades:

a) Assistente de Saneamento Básico


É o profissional capacitado para;
 Fazer esboços e esquemas gráficos;
 Conhecer os elementos da estruturação dos processos de licenciamento ambiental;
 Desenhar à mão livre (croqui);
 Elaborar textos, relatórios e gráficos;
 Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental;
 Fazer vistoria técnica para avaliações;
 Interpretar cartas topográficas;
 Executar ensaios físico-químicos e bacteriológicos;
 Identificar equipamentos de água e esgoto.

b) Projetista/Supervisor de Obras de Saneamento


É o profissional capacitado para:
 Aplicar pesquisa técnica, socioeconômica e de impacto ambiental;
 Fazer vistoria técnica para avaliações;
 Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos;
 Desenvolver memoriais e projetos executivos;
 Desenvolver orçamento e cronograma físico-financeiro;
 Fazer leitura de cartas topográficas;
 Medir e aplicar técnicas de controle relativas aos parâmetros de qualidade dos
recursos hídricos;
 Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas, fontes de degradação natural dos
9
recursos hídricos,
 Realizar práticas de conservação da água;
 Executar análises físico-químicas e microbiológicas;
 Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com os
recursos hídricos;
 Elaborar instrumentos para coleta de dados;
 Utilizar softwares computacionais para elaborar tarefas técnicas;
 Plotar e interpretar gráficos;
 Quantificar e caracterizar os efluentes líquidos;
 Extrair dados de mapas e tabelas;
 Avaliar processos naturais de depuração de cursos d’água;
 Acessar consultar bancos de dados sobre legislação ambiental;
 Interpretar pesquisas técnicas e socioeconômicas;
 Participar na interpretação dos sistemas cartográficos de bacias hidrográficas;
 Monitorar a produção de efluentes líquidos, dejetos e seus efeitos nocivos;
 Executar levantamentos e desenhos para diagnósticos;
 Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
 Desenhar a mão e utilizando ferramentas computacionais;
 Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos;
 Fiscalizar e supervisionar a execução de obras de saneamento.

c) Operador de Sistemas de Saneamento


É o profissional capacitado para:
 Aplicar pesquisa técnica, socioeconômica e de impacto ambiental;
 Fazer vistoria técnica para avaliações;
 Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos;
 Desenvolver memoriais, especificar e projetos executivos;
 Fazer leitura de cartas topográficas;
 Medir e aplicar técnicas de controle relativas aos parâmetros de qualidade dos
recursos hídricos;
 Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas, fontes de degradação natural dos
recursos hídricos,
 Realizar práticas de conservação da água;
 Executar análises físico-químicas e microbiológicas;
 Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com os
recursos hídricos;
 Elaborar instrumentos para coleta de dados;
 Utilizar softwares computacionais para elaborar tarefas técnicas;
 Plotar e interpretar gráficos;
 Quantificar e caracterizar os efluentes líquidos;
 Extrair dados de mapas e tabelas;
 Avaliar processos naturais de depuração de cursos d’água;
 Acessar consultar bancos de dados sobre legislação ambiental;
 Interpretar pesquisas técnicas e socioeconômicas;
 Participar na interpretação dos sistemas cartográficos de bacias hidrográficas;
 Monitorar a produção de efluentes líquidos, dejetos e seus efeitos nocivos;
 Executar levantamentos e desenhos para diagnósticos;
 Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
 Desenhar a mão e utilizando ferramentas computacionais;
 Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos;
 Fiscalizar e supervisionar a execução de obras de saneamento;
 Operar e manter sistemas de saneamento (ETE, ETA, aterro sanitário e outros);
10
 Elaborar relatórios técnicos;
 Realizar levantamentos técnicos;
 Coordenar equipes de operação e manutenção de sistemas de saneamento.

3.3 Campo de Atividade:


O campo de atuação da habilitação caracteriza-se por atuação como profissional
autônomo e em empresas privadas ou públicas que atuem na área de Saneamento.
Desenvolve atividades individuais ou em grupo, conduzindo equipes, atuando com ética,
responsabilidade, espírito inovador e empreendedor, com compromisso social e
profissional.

3.4 Legislação Regulamentar do Profissional em Saneamento:


 Lei n.º 5.524 de 05 de novembro de 1968 – “dispõe o exercício da profissão de
técnico industrial de nível médio”.
 Resolução CONFEA n.º 262 de 28 de julho de 1979 - “Dispõe sobre as atribuições
dos Técnicos de 2º grau, nas áreas da Engenharia, Arquitetura e Agronomia”.
 Decreto n.º 90.922 de 06 de fevereiro de 1985 – “dispõe sobre o exercício da
profissão de técnico industrial e técnico agrícola de nível médio ou de 2º grau”.
 Lei n.º 2.800 de 18 de junho de 1956 – “cria os Conselhos Federal e Regional de
Química, dispõe sobre a profissão de químico”.
 Resolução Normativa n.º 132 de 23 de abril de 1992 – “considera que os cursos de
tecnologia sanitária ou equivalentes que possuem no seu currículo disciplinas
típicas dos cursos da área da química podem registrar-se nos Conselhos Regionais
de Química”.
 Resolução normativa n.º 137 de 27 de agosto de 1993 – “dispõe sobre a
identificação de técnicas industriais e correlatas, mencionadas na resolução
normativa n.º 24 de 18 de fevereiro de 1970, cuja atividade está na área da
química”.
 Decreto n.º 85.877 de 07 de abril de 1981 – “estabelece normas para execução da
Lei n.º 2.800 de 18 de junho de 1956, sobre o exercício da profissão de químico, e
dar outras providências”.
 Decreto n.º 5.154 de 23 de julho de 2004 - “ Regulamenta o § 2º do art. 36 e os
arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências”.
 O Técnico de Saneamento possui o CBO 03322-10. Consulta através do site:
[Link].

3.5 Registros profissionais


O técnico em saneamento poderá obter seu registro profissional nos seguintes
conselhos:
 CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia
 CRQ – Conselho Regional de Química

11
4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 Fluxograma do curso (representação gráfica do percurso de formação)

4.2 Apresentação do Curso - por fase - quadro resumo


A carga horária de ensino será distribuída no decorrer do curso conforme as
tabelas Tabela 1 a Tabela 8.

a
Tabela 1: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 1 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 1 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 3 60
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 4 80
Física FIS 4 80
Química QMC 4 80
Biologia BIO 3 60
Projeto Integrador I PI 1 2 40

12
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 2 40
Total 24 480

a
Tabela 2: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 2 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 2 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Artes ART 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 3 60
Física FIS 3 60
Química QMC 3 60
Biologia BIO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ESP 2 40
Projeto Integrador II PI2 2 40
Desenho Geométrico DEG 2 40
Total 24 480

a
Tabela 3: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 3 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 3 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Artes ART 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
Física FIS 4 80
Química QMC 2 40
Biologia BIO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ING 2 40
Geociências GEO 2 40
Sociedade e Meio Ambiente SMA 3 60
Total 24 480

a
Tabela 4: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 4 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 4 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
Física FIS 3 60
Química QMC 2 40
Biologia BIO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ING 2 40
Segurança e Higiene no Trabalho SHT 2 40
Fundamentos Químicos em Saneamento FQS 2 40
Hidráulica I HID1 2 40
Materiais de Construção MAT 2 40

13
Total 24 480

a
Tabela 5: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 5 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 5 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
História HST 1 20
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 20
Língua Estrangeira ING 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes I AFQ1 2 40
Desenho de Sistemas Sanitários DSS 3 60
Fundamentos Biológicos em Saneamento FBS 2 40
Hidráulica II HID2 1 20
Instalações Hidrossanitárias I IHS1 2 40
Limpeza Pública LP 2 40
Topografia TOP 2 40
Total 24 480

a
Tabela 6: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 6 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 6 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
Educação Física EDF 2 40
Matemática MTM 2 40
História HST 2 40
Geografia GEO 2 40
Filosofia e Sociologia FLS e SOL 1 40
Análises Bacteriológicas de Águas e Efluentes ABAF 2 40
Desenho Auxiliado por Computador I CAD1 2 40
Resíduos Especiais RE 2 40
Instalações Hidrossanitárias II IHS2 2 40
Sistemas de Água I SA1 2 40
Tecnologia da Construção TEC 2 40
Total 24 480

a
Tabela 7: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 7 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 7 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
Português e Historia da Literatura do Brasil PTG 2 40
História HST 1 20
Geografia GEO 2 40
Filosofia e Sociologia FSL 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes II AFQ2 2 40
Desenho Auxiliado por Computador II CAD2 3 60
Operação e Manutenção de Sistemas de Saneamento I OPM1 4 80
Sistemas de Água II SA2 2 40
Sistemas de Esgoto I SE1 2 40
Total 20 400

14
a
Tabela 8: Apresentação sintética das Unidades curriculares da 8 fase.
O CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA
UNIDADE CURRICULAR – 8 SEMESTRE SIGLA
SEMANAL SEMESTRAL
História HST 2 40
Geografia GEO 2 40
Filosofia e Sociologia FSL 2 40
Projeto Integrador III PI 3 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes III AFQ3 2 40
Operação e Manutenção de Sistemas de Saneamento II OPM2 4 80
Orçamento e Cronogramas ORC 2 40
Sistemas de Água III SA3 2 40
Sistemas de Esgoto II SE2 2 40
Total 20 400

15
4.3 Matriz Curricular
ÁREA DE EIXOS TEMÁTICOS FASES/CRÉDITOS ENSINO - h/a (55 minutos)
CONHECIMENTO BASE COMUM 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º EM H/a PD h/a EP h/a
LINGUAGEM, CÓDIGOS Português e História da Literatura no Brasil 3 2 2 2 2 2 2 15 300
e suas Tecnologias Artes 2 2 4 80
( Ensino Médio) Educação Física 2 2 2 2 2 2 12 240
Total Linguagem (EM) 31 620
MATEMATICA Matemática 4 3 2 2 2 2 15 300
Total Matemática (EM) 15 300
CIÊNCIAS DA NATUREZA Física 4 3 4 3 14 280
e suas tecnologias Química 4 3 2 2 11 220
(Ensino Médio – EM) Biologia 3 2 2 2 9 180
Total Ciências da Natureza (EM) 34 680
CIÊNCIAS HUMANAS História 1 2 1 2 6 120
Total EM
e suas Tecnologias Geografia 2 2 2 6 120
(Ensino Médio – EM) Filosofia e Sociologia 2 1 1 1 1 2 2 2 12 240
Total Ciências Humanas (EM) 24 480
PARTE Lingua Estrangeira 2 2 2 2 8 160
DIVERSIFICADA Projeto Integrador 2 2 2 6 120
(comum EM e EP) Desenho 2 2 40
Segurança e Higiene do Trabalho 2 2 40
Total Ensino Diversificado (PD) 18 360
Análises Bacteriológicas de Águas e Efluentes 2 2 40
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes 2 2 2 6 120
Desenho Auxiliado por Computador 2 3 5 100
Desenho de Sistemas Sanitários 3 3 60
Fundamentos Biológicos em Saneamento 2 2 40
Fundamentos Químicos em Saneamento 2 2 40
Geociências 2 2 40
PARTE Hidráulica 2 1 3 60
ESPECÍFICA Instalações Hidrossanitárias 2 2 4 80
Ensino Limpeza Pública 2 2 40
Resíduos Especiais 2 2 40
Profissionalizante Materiais de Construção 2 2 40
(EP) Operação e Manutenção de Serviços de Saneamento 4 4 8 160
Orçamento e Cronogramas 2 2 40
Sistemas de Água 2 2 2 6 120
Sistema de Esgoto 2 2 4 80
Sociedade e Meio Ambiente 3 3 60
Tecnologia da Construção Civil 2 2 40
Topografia 2 2 40
Total do Ensino Profisionalizante (EP) 62 1240
Total horas/aula do Ensino Médio 22 18 17 14 8 12 7 6 104 2080 104 2080
Total horas aula da Parte Diversificada 2 6 2 4 2 0 0 2 18 360 18 360
Total horas aula da Parte Específica/Ensino Profissionalizante 0 0 5 6 14 12 13 12 62 1240
TOTAL GERAL (horas aula - ha) EP + EM + ED 24 24 24 24 24 24 20 20 184 3680
16
4.4 Apresentação das Unidades Curriculares

UNIDADES CURRICULARES DA 1ª FASE

Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA


Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
- Conhecer a origem da língua portuguesa, a sua evolução e as suas variedades lingüísticas;
- Conhecer a estrutura e a formação das palavras da Língua Portuguesa;
- Conhecer radicais, prefixos e sufixos gregos e latinos;
- Conhecer textos de diferentes gêneros do discurso na forma verbal e não-verbal, técnico ou literário e as especificações do texto
descritivo;
- Conhecer técnicas de expressão oral para leitura e apresentação de ideias, experiências e sentimentos;
- Conhecer os princípios básicos de estruturação e de formatação do relatório de visita e de atividade
- Conhecer as características básicas do conto, crônica, romance, cartum, notícia, e relatório e recursos estilísticos como a
comparação, a metáfora, a prosopopeia, a hipérbole, a ambiguidade e o humor.
- Perceber a importância da arte, da literatura e da cultura no contexto histórico-social.
- Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.
Habilidades
- Identificar as línguas que influenciaram a língua portuguesa, através do estudo da história da Língua Portuguesa;
- Identificar as variantes linguísticas nas modalidades oral e escrita, os níveis de registros, os dialetos e as variedades estilísticas,
reconhecendo-os como possibilidades de expressão da língua;
- Reconhecer os diferentes gêneros do discurso em textos verbais e não-verbais, assim como o intertexto e as inferências;
- Diferenciar o texto técnico do literário;
- Ler e identificar os usos dos diferentes tipos de texto em contextos variados;
- Ler e compor textos de diferentes gêneros (orais e escritos), com vocabulário adequado e argumentos próprios a partir de textos
verbais ou não-verbais;
- Elaborar relatório de visita e de atividade;
- Apresentar resultados de pesquisas, de leituras, temas e ideias, valendo-se de recursos da comunicação oral;
- Identificar características e elementos dos textos narrativos conto e crônica diante das demais tipologias;
- Situar no tempo os diferentes estilos de época;
- Identificar as principais características histórico-literárias do período Quinhentista.
Bases tecnológicas

17
Registros Lingüísticos: modalidade oral e escrita, níveis de registro, dialetos, variedades estilísticas; História da Língua Portuguesa;
Linguagem verbal e não-verbal; Linguagem Literária e técnica: o sentido denotativo e conotativo; A construção de recursos
estilísticos: ambiguidade, ironia e humor na narrativa; Gêneros do discurso: produção de textos descritivos, narrativos,
argumentativos, injuntivos, informativos, poéticos, etc.; A Descrição; Projeto de pesquisa; Relatório de visita e de atividades;
Comunicação oral; A leitura e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.

Tema transversal: Educação em Direitos Humanos

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Textos: leituras e escritas Ulisses Infante São Paulo Scipione 2005
Português: linguagens William Roberto Cereja; Thereza [Link] São Paulo Atual 2005
Cochar Magalhães
Português: literatura, Leila Lauar Sarmento; Douglas Tufano [Link] São Paulo Moderna 2004
gramática, produção de texto
Português: literatura, Maria Luiza Abaurre; Marcela Nogueira [Link] São Paulo Moderna 2004
gramática, produção de texto Pontara; Tatiana Fadel
Português: de olho no mundo Ernani Terra; José de Nicola [Link] São Paulo Scipione 2005
do trabalho

Unidade Curricular EDUCAÇÃO FÍSICA


Período letivo: 1ª FASE Carga Horária: 40 horas
*
Competências Modalidade: BB, CF, F7, FS, HB, GIN, VB

18
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades físicas,
intelectuais, morais e sociais do educando, aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor de
cultura.

Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especifica da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa, na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.

Bases tecnológicas
- Testes de aptidão física (antropometria, flexibilidade, rml,ra); Histórico; Contextualização da modalidade; Fundamentos básicos da
modalidade; Esporte como lazer; Nutrição e atividade física para a qualidade de vida.
*
Legenda: Modalidades: BB = Basquetebol; CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão; HB =
handebol;
GIN = Ginástica; VB = Voleibol

Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de basquetebol Rio de Janeiro Sprint 2011
BASQUETEBOL
Basquetebol: origem e DAIUTO, Moacir. São Paulo Iglu 1991
evolução
Táticas: futebol, basquete, BAPTISTA JÚNIOR, Nélson. São Paulo Nelsinho´s
futsal, handebol, vôlei Sports
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy
19
Atividade física e saúde:
Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em diversos DUARTE, Maria de Fátima da Silva. Salvador Ed. da UNEB 2009
contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro 2011
KOOGAn
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.

Futebol, Regras e Legislação Franciscon, M. 14ª ed. São Paulo

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais

Unidade Curricular MATEMÁTICA


Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 80 horas
Competências
- Usar o estudo de funções como ferramenta de resolução de problemas e a compreensão da presença da mesma em situações da
realidade, bem como suas aplicações em diferentes Unidades Curriculares;
- Reconhecer e utilizar a linguagem algébrica nas ciências, necessária para expressar a relação entre grandezas e modelar
situações-problema, construindo modelos descritivos de fenômenos e fazendo conexões dentro e fora da Matemática;
- Compreender o conceito de função, associando-o a exemplos da vida cotidiana;
- Associar diferentes funções a seus gráficos correspondentes;
20
- Ler e interpretar diferentes linguagens e representações envolvendo variações de grandezas.

Habilidades
- Representar devidamente os pares ordenados no Plano Cartesiano;
- Compreender a definição e notação das diferentes funções e suas aplicações;
- Definir a função inversa, reconhecer o domínio, a imagem e fazer gráficos;
- Conceituar função modular, reconhecer o domínio, a imagem e fazer gráficos;
- Representar graficamente as funções do I e II graus; da exponencial e logarítmica;
- Calcular as raízes e fazer o estudo de sinal das mesmas;
- Deduzir a lei de formação das distintas funções a partir de pontos conhecidos;
- Analisar gráficos das funções estudadas;
- Estabelecer domínio, período e imagem das respectivas funções;
- Resolver equações e inequações, com o uso de fórmulas, gráficos ou outros elementos necessários
Bases tecnológicas
Revisão de conjuntos, História dos números, Intervalos reais, Definição de função e relação, suas representações, domínio e
imagem, Função do 1º grau: definição, estudo de zero, coeficientes, domínio e imagem, representação gráfica, inequações do 1º
grau, aplicações, Função inversa: definição, domínio e imagem, gráficos, aplicações, Função modular: definição, domínio e imagem,
gráficos, aplicações, Função do 2º grau: definição, zeros, coeficientes, domínio e imagem, representação gráfica, inequações do 2º
grau, aplicações, Função exponencial: definição, equações exponenciais, domínio e imagem, representação gráfica da função e
aplicações, Função logarítmica: definição, propriedades, domínio e imagem da função, representação gráfica da função, equações
logarítmicas, mudança de base e aplicações.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Matemática, Ensino Médio Gelson Iezzi volume São Paulo Atual 2002
único, 4ª ed
Matemática Ciência e Gelson Iezzi, et al Vol. 01 São Paulo Saraiva 2010
aplicações
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol. 01 São Paulo FTD 2010
Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José Roberto Bonjorno e José volume São Paulo FTD 2002
Uma nova abordagem Ruy Giovanni Jr. único. 1ª ed

21
Unidade Curricular FÍSICA
Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 80 horas
Competências
- Reconhecer e utilizar corretamente símbolos, códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades;
- Comprovar experimentalmente a validade das leis da física, relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental
permitindo o crescimento cognitivo do aluno;
- Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos, métodos e técnicas de uma dada medição, estabelecendo
comparações quantitativas e qualitativas.
- Operar corretamente os instrumentos de medidas como balança, cronômetro, dinamômetro, escalas métricas permitindo a
interação do aluno com o arranjo experimental;
- Compreender que tabelas, gráficos, expressões matemáticas e verbais podem ser diferentes formas da expressão do saber físico,
cada uma com suas potencialidades e limitações;
- Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.
Habilidades
- Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica;
- Utilizar leis e teorias físicas da mecânica, relacionando grandezas, quantificando e identificando parâmetros relevantes;
- Estabelecer e investigar situações-problema relacionados aos movimentos;
- Identificar a situação física do cotidiano e relacionar com modelos da cinemática e da dinâmica,
- Elaborar sínteses ou esquemas estruturados do saber físico.
- Identificar diferentes formas de linguagens para representar movimentos;
- Elaborar, ler e interpretar corretamente tabelas, gráficos, funções matemáticas, linguagem discursiva.
- Reconhecer as causas da variação de movimentos associadas às forças e ao tempo de duração das interações.
- Classificar os diversos tipos de movimentos.
- Identificar as grandezas físicas.
- Calcular grandezas físicas de acordo com a teoria de algarismos significativos.
- Operar corretamente instrumentos de medidas.
- Representar corretamente uma medida física.
- Operar corretamente grandezas vetoriais.
- Reconhecer as leis da mecânica enquanto construção humana contextualizada historicamente.
- Elaborar modelos simplificados de cinemática e ou dinâmica a partir dos quais seja possível levantar hipóteses e fazer previsões.
- Reconhecer que as modificações nos movimentos são consequências de interações entre corpos.
- Diferenciar aceleração centrípeta de aceleração tangencial.
- Identificar as condições de equilíbrio de uma partícula.
- Reconhecer situações em que as partículas se encontram em equilíbrio estático ou dinâmico.
Bases tecnológicas

22
Introdução ao laboratório de física; Noções de erros e medidas, construção e interpretação de gráficos; Os ramos da física; potência
de 10; ordem de grandeza; algarismos significativos; operações com algarismo significativo; Introdução aos movimentos; movimento
retilíneo uniforme; velocidade instantânea e velocidade média; movimento retilíneo uniformemente variado; queda livre; grandezas
vetoriais e escalares; soma de vetores; vetor velocidade e vetor aceleração; movimento circular; composição de velocidade; forças;
primeira lei de Newton; equilíbrio de uma partícula; terceira lei de Newton; força de atrito; segunda lei de Newton; unidade de força e
de massa; massa e peso; exemplos de aplicação da segunda lei de Newton; queda com resistência do ar; forças no movimento
circular.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Curso Física. V. 1 ALVARENGA, Beatriz; MÁXIMO Antônio 1ª São Paulo Scipione 2011
Física experimental. BRAND, Anésio Böger 2013.1. Florianópolis Gráfica IFSC 2013
Compreendendo a Física – Gaspar, Alberto 1ª São Paulo Ática 2010
Mecânica V.1

Unidade Curricular Química


Período letivo: 1ª Fase Carga Horária : 80 horas
Competências
• Representar informações experimentais referentes às propriedades das substâncias em tabelas e gráficos e interpretar tendências
e relações sobre essas propriedades.
• Reconhecer transformações químicas que ocorrem na natureza e em diferentes sistemas produtivos ou tecnológicos.
• Buscar informações sobre transformações químicas que ocorrem na natureza em diferentes sistemas produtivos e tecnológicos.
• Compreender e utilizar as ideias de Dalton para explicar as transformações químicas e suas relaç ões de massa.
• Compreender e utilizar as ideias de Rutherford para explicar a natureza elétrica da matéria.
• Compreender os modelos explicativos como construções humanas num dado contexto histórico e social.
• Reconhecer que o conhecimento químico é dinâmico, portanto, provisório.
• Conhecer os modelos atômicos quânticos propostos para explicar a constituição e propriedades da matéria.
• Conhecer os modelos de núcleo, constituídos de nêutrons e prótons, identificando suas principais forças de interação.
• Relacionar número de nêutrons e prótons com massa isotópica e com sua eventual instabilidade, assim como relacionar sua
composição isotópica natural com a massa usualmente atribuída ao elemento.
• Compreender a maior estabilidade de certos elementos químicos e a maior interatividade de outros, em função da ocupação dos
níveis eletrônicos na eletrosfera.
• Interpretar a periodicidade das propriedades químicas em termos das sucessivas ocupações de níveis quânticos em elementos de
número atômico crescente.
23
• Compreender o “parentesco” e a classificação dos elementos químicos e seus compostos por meio de suas propriedades
periódicas.
• Compreender a ligação química como resultante de interações eletrostáticas.
• Compreender a transformação química como resultante de quebra e formação de ligação.
• Compreender a ligação química como resultante de interações eletrostáticas.
• Compreender os estados sólido, líquido e gasoso em função das interações eletrostáticas entre átomos, moléculas ou íons.
• Relacionar as propriedades macroscópicas das substâncias e as ligações químicas entre seus átomos, moléculas ou íons.

Habilidades
-Identificar formas de energia presentes nas transformações químicas.
-Identificar uma substância, reagente ou produto, por algumas de suas propriedades características: temperatura de fusão e de
ebulição; densidade, solubilidade, condutividade térmica e elétrica.
-Associar a luz emitida por gases de substâncias aquecidas (espectro descontínuo) com transições entre seus níveis quânticos de
energia
-Aplicar conhecimentos sobre dos modelos atômicos, caracterizando-os de acordo com o desenvolvimento científico tecnológico de
cada período.
- Interpretar a distribuição eletrônica em níveis e subníveis de energia e relacionar com as famílias e os períodos da Tabela periódica.
- Reconhecer as transformações químicas por meio de diferenças entre os seus Estados iniciais e finais.
- Determinar os coeficientes estequiométricos de uma reação pelo método das tentativas.
- Identificar as propriedades periódicas raio atômico, raio iônico, Afinidade eletrônica e energia de ionização.
- Diferenciar compostos iônicos e moleculares e representar os tipos de fórmulas químicas.
- Prever a condutividade elétrica e compreender os processos de dissociação iônica e ionização.
-Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas Modificações ao longo do tempo.
- Interpretar a polaridade das ligações e moléculas e relacionar sua influência no comportamento das substâncias.
- Identificar a geometria linear, angular, trigonal plana, piramidal e tetraédrica regular.
- Identificar as principais funções inorgânicas (ácidos, bases, sais, óxidos e hidretos), classificando e aplicando as regras oficiais de
nomenclatura bem como relacionar as suas aplicações no cotidiano.
- Compreender a lei de conservação da massa e o significado das grandezas químicas: quantidade de matéria, massa molar e
volume molar.
- Identificar as condições atmosféricas em que a chuva ácida se forma e seus efeitos nocivos ao meio ambiente.

Bases tecnológicas

24
- Introdução ao estudo da Química: Materiais de laboratório e segurança; características da matéria; processos de separação de
misturas; classificação das substâncias; transformações e propriedades das substâncias; modelos atômicos e a natureza elétrica da
matéria: Dalton, Thomson e Rutherford - Bohr- espectros atômicos estrutura atômica -distribuição eletrônica: Tabela periódica dos
elementos; elemento químico estrutura da tabela periódica. configuração eletrônica e tabela periódica.- propriedades periódicas.:
Ligações químicas; ligação: iônica; covalente e metálica; propriedades dos composto iônicos e e moleculares; principais ligas
metálicas: geometria molecular e polaridade das ligações; estrutura espacial das moléculas ;polaridade das ligações e das
moléculas; princípio da solubilidade: Ligações intermoleculares; forças intermoleculares: Funções inorgânicas ; ácidos, bases
(Arrhenius), sais, óxidos e hidretos; (nomenclatura, classificação e propriedades).:Reação Química: Síntese, análise, deslocamento
e dupla troca. balanceamento: método das tentativas.

Temas transversais: Educação Ambiental


Educação em Direitos Humanos

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Química vol – Na abordagem Peruzzo, Francisco Miragaia, Eduardo 4ª São Paulo Moderna 2006
do cotidiano. Vol 1 Leite do Canto
Química vol 1 FELTRE, Ricardo 6ª São Paulo Moderna 2004
Introdução e Transformações. GEPEQ São Paulo Moderna 1999
Química Ensino Médio vol 1
Química , Volume Único USBERCO, João. Química 5ª São Paulo Ed. Saraiva 2002
Química, Vol. 1 HARTWIG, Dácio Rodney.. São Paulo Ed. Scipione 1999

Unidade Curricular BIOLOGIA


Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências

25
Tema 1: Alimentação e Saúde
- Construir o conceito de saúde levando em conta os condicionantes biológicos como sexo, idade, fatores genéticos e os
condicionantes sociais, econômicos, ambientais e culturais como nível de renda, escolaridade, estilos de vida, estado nutricional,
possibilidade de lazer, qualidade do transporte, condições de saneamento;
- Compreender a condição desigual de vida das populações no Brasil;
- Avaliar a adequação do uso de procedimentos invasivos para o tratamento de determinadas disfunções.
Tema 2: Conhecendo seu corpo
- Reconhecer, as principais doenças que atingem a população brasileira, correlacionando-as ao ambiente e à qualidade de vida,
indicando suas medidas profiláticas;
- Distinguir, entre as principais doenças, as infectocontagiosas e parasitárias, as degenerativas, as ocupacionais, as carenciais, as
sexualmente transmissíveis (DST) e as provocadas por toxinas ambientais;
- Relacionar os avanços científicos e tecnológicos com a melhoria das condições de vida das populações, como, por exemplo, o
uso de vacinas com a consequente queda nas taxas de mortalidade infantil; o saneamento básico e a redução na incidência de
doenças infectocontagiosas.
Tema 3: Reprodução e Gestação
- Reconhecer os dados a respeito da evolução, na última década, em particular no Brasil, da incidência das DST, particularmente a
aids, entre homens e mulheres de diferentes faixas etárias;
- Escolher medidas que representem cuidados com o próprio corpo e promovam a saúde sexual e reprodutiva dos indivíduos;
- Perceber os riscos da gravidez na adolescência e as formas de preveni-la.

Habilidades
• Reconhecer em diferentes tipos de texto – jornais, revistas, livros, outdoors, embalagens e rótulos de produtos, bulas de remédio
– e mesmo na mídia eletrônica os termos, os símbolos e os códigos próprios das ciências biológicas e empregá-los corretamente
ao produzir textos escritos ou orais sobre saúde;
• Interpretar fotos, esquemas, desenhos, tabelas, gráficos, presentes nos textos científicos ou na mídia, que representam fatos e
processos biológicos e/ou trazem dados informativos sobre eles;
• Escrever relatórios, pequenas sínteses e fazer relatos orais, utilizando linguagem específica para descrever com precisão
fenômenos biológicos;
• Interpretar indicadores de saúde pública e de desenvolvimento humano tornados públicos na mídia, relacionando-os a dados
sobre as condições de saneamento básico e ocupação urbana das várias regiões brasileiras;
• Produzir textos argumentativos sobre temas relevantes, atuais e/ou polêmicos;
• Discutir questões referentes à saúde e reprodução a partir da análise de dados;
• Analisar de que maneira textos didáticos, revistas, jornais, programas de tevê e rádio tratam questões relativas à sexualidade
como as questões de gênero, as expressões da sexualidade, as relações amorosas entre jovens, as doenças sexualmente,
transmissíveis, distinguindo um posicionamento isento, bem fundamentado do ponto de vista científico, da simples especulação, do
puro preconceito ou de tabus.
• Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas.
Bases tecnológicas

26
Tema 1: Alimentação e Saúde
Desidratação - por que mata? / Qualidade da água e saneamento Água e sais minerais;
Suplementos vitamínicos - tomar ou não tomar? Vitaminas
Colesterol e gordura trans / Esteróides anabolizantes Lipídios
Energia para todos / Hipoglicemia / Diabetes Carboidratos
Hipertermia / Doença celíaca Proteínas
Tema 2: Conhecendo seu corpo
Desnutrição - efeitos sobre a saúde, estatística, causas e soluções / Cirrose Sistema digestório
hepática - causas e tratamento
Cigarro / Poluição / Intoxicações gasosas Sistema respiratório/difusão/respiração
celular/mitocôndrias
Doenças cardiovasculares - estatísticas, causas e prevenção Sistema cardiovascular
Processos de imunização /alergias e doenças autoimunes /Sistemas de defesa Circulação linfática/ sistema imunológico
do corpo
Por que não podemos beber água do mar? / Rins e controle da pressão arterial Sistema excretor/osmose
/ Infecções urinárias
Hipotireoidismo / Ciclo menstrual / Crescimento Sistema endócrino
Memória e inteligência/ percepção sensorial Sistema nervoso/ Impulso elétrico/ Bomba de
sódio e potássio
Atividades físicas e desenvolvimento muscular/ Fraturas ósseas/ Osteoporose Sistema muscular e esquelético
Tema 3: Reprodução e Gestação
Doenças sexualmente transmissíveis/ Métodos contraceptivos Sistema reprodutor
Como produzimos gametas? / Gêmeos Meiose / fecundação
Gravidez e acompanhamento pré-natal/ células tronco embrionárias Mitose /gestação /anexos embrionários

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional


Processo de Envelhecimento, Respeito e Valorização do Idoso
Educação para trânsito

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Biologia – Vol. 1 José Mariano Amabis; Gilberto Rodrigues [Link] São Paulo Moderna 2004
Martho

27
Biologia – Vol. 2 José Mariano Amabis; Gilberto Rodrigues [Link] São Paulo Moderna 2004
Martho
Biologia – Volume Único Janet Laurence [Link] São Paulo Nova 2005
Geração
Bio – Volume Único Sônia Lopes [Link] São Paulo Saraiva 2004
Ser Protagonista: Biologia – Fernando Santiago Santos; João B. V. [Link] São Paulo Edições SM 2010
Vol. 1 Aguilar; Maria M. A. Oliveira
Ser Protagonista: Biologia – Fernando Santiago Santos; João B. V. [Link] São Paulo Edições SM 2010
Vol. 2 Aguilar; Maria M. A. Oliveira
Complementar
Guia para a formação de Ministério da Saúde - Brasília MEC 2006
profissionais de saúde e
educação: Saúde e
Prevenção nas Escolas
Adolescentes e jovens para a Ministério da Saúde - Brasília MEC 2010
educação entre pares: saúde
e prevenção nas escolas
Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2006
Vol. 1 Koogan
Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2006
Vol. 2 Koogan
Atlas de anatomia humana – Johannes Sobotta [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2006
Vol. 3 Koogan

Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA


Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Examinar de forma crítica as certezas recebidas.
- Refletir sobre os fundamentos e fins do conhecimento.
- Desenvolver a capacidade de análise e síntese.
Habilidades
- Desenvolver a reflexão crítica perante as várias formas de conhecimento.
- Entender o sentido da retomada das ideias filosóficas como um convite à reflexão, ao questionamento e à contextualização.
- Distinguir os juízos verdadeiros.

28
Bases tecnológicas
- Distinguir os juízos verdadeiros.
- As formas de conhecimento (pensamento mítico, senso comum, religião e ciência).
- Os principais períodos da história da filosofia (Filosofia antiga, filosofia patrística, filosofia medieval, filosofia da renascença, filosofia
moderna, filosofia da ilustração, filosofia contemporânea).
Pré-requisitos

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Filosofando Maria Martins; Maria Aranha. São Paulo Moderna 2009
Convite à filosofia Marilena Chauí São Paulo Ática 2010

Para filosofar Sérgio Santos Cordi São Paulo Scipione 2007

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
O mundo de Sofia Jostein Gaarder São Paulo Companhia das 2005
letras

Unidade Curricular PROJETO INTEGRADOR I


Período letivo: 1ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Compreender o humano e os grupos sociais como sujeitos de transformação na sociedade e os múltiplos fatores que nela
intervêm.
- Entender a importância das tecnologias de comunicação e informação para a organização do trabalho em equipe.
- Planejar pesquisas de campo, selecionando as técnicas mais apropriadas
29
- Buscar, analisar e interpretar dados e informações.
- Traduzir os conhecimentos em condutas de integração, análise e problematização diante de situações novas.

Habilidades

- Utilizar adequadamente os diversos tipos de recursos audiovisuais.


- Elaborar instrumento para coleta de dados: pautas para entrevistas, questionários, dinâmicas de grupo e outras técnicas aplicadas.
- Aplicar técnicas de comunicação no desenvolvimento dos trabalhos orais e escritos, cuidando dos modos e forma de expressar-se.

Bases tecnológicas

- Metodologias de socialização com objetivo de preparação dos alunos para reconhecimento do espaço escolar e para o
desenvolvimento de trabalhos em grupo (aplicação de dinâmicas de grupo, apresentação de filmes e documentários, visitas
técnicas).
- Introdução à metodologia da Pesquisa Científica: Iniciação aos conceitos e procedimentos da pesquisa científica de acordo com
as regras da ABNT, estudo sobre os conceitos de ciência, projeto e pesquisa, aplicação das normas da ABNT em projetos e
pesquisas desenvolvidos pelos alunos,aplicação de metodologia para realização de projetos e pesquisas científicas.
- Produção de textual (elaboração de relatórios e registros de atividades relacionadas as aulas e ao projeto de pesquisa,confecção
de uma monografia sobre pesquisa desenvolvida no semestre)
- Elaboração de portifólio: confecção de portifòlio com objetivo de organizar todo o material (textos, projeto, folders) estudado
durante o semestre compondo uma documentação básica.
- Confecção de banner pelo grupo de alunos para apresentação da pesquisa.

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Estatística aplicada às ciências P. A. Barbetta Florianopolis UFSC 1998
sociais
Escola da Ponte: um outro São Paulo Didática Suplegraf 2004
caminho para a educação Rui Canário, Filomena Matos,
Rui Trindade,
Interdisciplinaridade para além Lucidio Biancheti Florianópolis Vozes e Unitrabalho 2003
da filosofia do sujeito
30
Os sete saberes necessários à Edgard Morin São Paulo Cortez 2000
educação do futuro

UNIDADES CURRICULARES DA 2a FASE

Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA


Período letivo : 2ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Perceber a importância da arte, da literatura e da cultura no contexto histórico-social;
- Reconhecer a periodização da literatura brasileira e os estilos literários dos séculos XVII e XVIII e a sua importância para a
compreensão da trajetória humana;
- Conhecer as características dos textos em verso;
- Descrever fonética e fonologicamente a língua portuguesa (ponto de vista sincrônico) e identificar, classificar e transcrever os sons
e fonemas da língua portuguesa;
- Identificar, classificar e explicar os problemas e desvios ortográficos mais frequentes entre os usuários da norma escrita da língua;
- Conhecer as regras de acentuação gráfica na Língua Portuguesa, compreendendo o seu significado na leitura e utilizá-la com
precisão na produção escrita;
- Compreender os processos de construção de argumentação e ponto de vista, bem como saber construí-los na sua produção
escrita;
- Conhecer as regras da oratória;
- Reconhecer e saber produzir poema, debate, seminário, texto de opinião, conto, crônica e texto teatral;
- Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual

Habilidades
- Identificar e situar na história características e autores de cada movimento literário dos séculos XVI a XVIII;
- Relacionar características do período literário em estudo com a atualidade;
- Conceituar e relacionar arte, cultura e literatura e reconhecer a sua importância na história da humanidade;
- Conhecer, por meio da leitura de textos literários do Barroco e do Arcadismo, os autores representativos dos respectivos.
períodos, as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção;
- Elaborar textos de opinião, valendo-se de recursos estilísticos, de diferentes tipos de discurso e formas de tratamento;
- Organizar e participar de debates e seminários;
- Ler contos, crônicas, poemas e textos teatrais;
31
- Compreender e reconhecer a intertextualidade e a interdiscursividade textuais;
- Elaborar resumos.
Bases tecnológicas

Cultura, arte e literatura; Barroco; Arcadismo; figuras de linguagem (paradoxo, antítese, hipérbole); recursos sonoros (aliteração e
assonância);fonética e fonologia; prosódia; acentuação gráfica; ortografia; argumentação e construção de ponto de vista; coesão e
coerência; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.

Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Textos: leituras e escritas Ulisses Infante São Paulo Scipione 2005
Português: linguagens William Roberto Cereja; [Link] São Paulo Atual 2005
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, gramática, produção de texto Leila Lauar Sarmento; [Link] São Paulo Moderna 2004
Douglas Tufano
Português: literatura, gramática, produção de texto Maria luiza Abaurre;Marcela [Link] São Paulo Moderna 2004
Nogueira Pontara; Tatiana
fadel
Português: de olho no mundo do trabalho Ernani Terra; José de Nicola [Link] São Paulo Scipione 2005

32
Unidade Curricular ARTES
Período letivo: 2 ª Fase Carga Horária: 40h/a
Competências
competências modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Fruir, estudar e analisar as produções em artes visuais, nas produções artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e
audiovisual sensibilizando-se e se conscientizando dos meios visuais e audiovisuais de representação, comunicação e informação
Perceber homens e mulheres enquanto seres simbólicos e sociais que pensam e se expressam por meio de signos visuais e
audiovisuais desenvolvidos pelo contato sensível-consciente com signos de sua própria produção, da produção de colegas, de sua
cultura e no confronto com as demais culturas.

competências modalidade MÚSICA


Vivenciar a arte através da linguagem musical.
Utilizar-se da música como forma de expressão artística, através de exercícios de apreciação, execução e composiçã[Link],
respeitar e preservar as diferentes manifestações musicais reconhecendo-as como instrumentos adequados e eficientes na
comunicação humana.
Executar instrumentos musicais convencionais e não convencionais de sopro, corda e percussão e outros.
Utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musicais, empregando conhecimentos de técnica vocal
adequados. Sentir, expressar e pensar a realidade sonora ao seu redor, desenvolvendo maior sensibilidade e consciência estético-
crítica.
Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical, criando, interpretando e apreciando músicas em um ou mais sistemas
musicais, como: modal, tonal, serial e outros.
competências modalidade TEATRO
Desenvolver o conceito de foco;
Explorar a linguagem teatral a partir da estrutura: quem/onde/o que;
Utilizar-se do imaginário do grupo como contribuição para o aprofundamento das improvisações;
Exercitar a disponibilidade para o jogo;
Reconhecer as regras do jogo teatral;
Vivenciar a relação palco/plateia;
Perceber a importância dos elementos da peça teatral;
Reconhecer a importância da caracterização do personagem;
Vivenciar a construção do espetáculo teatral;
33
Explorar o corpo no espaço;
Participar de jogos de integração e de improvisações;
Explorar a voz no espaço através de técnicas de expressão vocal;
Estudar a História do Teatro no Brasil e no Mundo;
Habilidades
habilidades modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Fazer trabalhos artísticos utilizando-se de ferramentas tradicionais e/ou virtuais/digitais, como: desenhos, pinturas, gravuras,
modelagens, esculturas, reprografias, desing, artes gráficas (flyers, cartazes, capas de discos, logotipos, entre outros), e
audiovisuais (animação, ficção, documentários, entre outros gêneros e formatos)
Investigar as articulações dos elementos e componentes básicos das linguagens visual e audiovisual presentes nas produções
artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e audiovisual
Investigar em suas produções de artes visuais e audiovisuais as articulações entre os componentes básicos dessas linguagens
(linha, forma, cor, valor, luz, textura, volume, espaço, plano, movimento, tempo, entre outros)
Analisar sistemas de representação visual, audiovisual e as possibilidades estéticas e comunicacionais presentes em seus
trabalhos, de seus colegas e de outras pessoas;
Apurar a observação e percepção sensíveis e reflexivas.
Conhecer teorias das linguagens artísticas, bem como familiarizar-se com seus códigos e articulações formais, aspectos
expressivos, técnicas, materiais, contextualizando-os em diversos âmbitos - geográfico, social, histórico, cultural, psicológico.
Compreender as linguagens artísticas como manifestações sensíveis, cognitivas e integradoras da identidade.
Articular os elementos constitutivos das linguagens da arte na fruição de obras, produtos ou objetos.
Identificar os sistemas de representação e as categorias estéticas da obra de arte
Definir as formas de articulação dos elementos básicos de cada linguagem artística
Refletir sobre as relações que envolvem o processo de construção e fruição da arte.

habilidades modalidade MÚSICA


Utilizar os elementos e conhecimentos de leitura musical de modo satisfatório.
Executar repertório adequado visando a prática coletiva
Utilizar elementos e conhecimentos de leitura a primeira vista e execução coletiva no momento da realização musical
Interpretar textos musicais individual e coletivamente
Decodificar os signos musicais
Atuar na prática de conjunto respondendo aos desafios colocados na situação específica de performance

34
habilidades modalidade TEATRO
Utilizar os elementos da leitura teatral para expressão cênica.
Representar adequadamente em cena visando a prática de atuação.
Utilizar os elementos e os conhecimentos teatrais no momento da realização da apresentação teatral.
Interpretar textos teatrais individual e em grupo.
Identificar a linguagem teatral.
Atuar na prática de grupo utilizando-se dos conhecimentos adquiridos e respondendo ao desafio da encenação do personagem.
Bases tecnológicas
bases tecnológicas modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
História da arte internacional, nacional e catarinense (apreciação e reconhecimento dos diversos movimentos/manifestações
artísticos/as);
elementos básicos visuais (ponto, linha, plano e cor); noções de composição visual/audiovisual;
observação, leitura, interpretação e criação artística; produção/expressão artística e comunicacional
Percepção, leitura, intertextualização e intersemiotização da imagem estética e artística:
da linguagem sincrética das Histórias em Quadrinhos e das escritas pictográficas e ideográficas
da linguagem sincrética da mídia eletrônica televisiva, do sistema da heráldica e dos sistemas de representação cartográficos
do sistema pictórico na cerâmica grega e da linguagem verbal na representação da narrativa mitológica de transmissão oral e
literária dos sistemas pictórico, gráfico e escultórico e dos discursos literários, dos séculos XV, XVI e XVII
bases tecnológicas modalidade MÚSICA
Teoria musical tradicional
Percepção Musical
História da Música Ocidental, Afro-brasileira e Indígena
Técnicas específicsa dos instrumentos musicais
bases tecnológicas modalidade TEATRO
O conceito de foco;
A estrutura: Quem/Onde/O que
Improvisação;
Jogos Dramáticos;
Regras do Jogo Teatral;
Elementos da peça Teatral;
35
A caracterização do personagem;
A relação palco/plateia;
A construção do espetáculo teatral;
A expressão corporal e vocal;
Jogos de integração;
Exploração de objetos imaginários;
História do Teatro Brasileiro (Afro-brasileira e Indígena)
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Bibliografia básica modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
História da arte Brasileira BARDI, Pietro Maria São Paulo Abril
Sintaxe da Linguagem Visual. DONDIS, Donis A. 2ª São Paulo Martins Fontes 1997
A História da Arte GOMBRICH, E. H. 16ª Rio de Janeiro LTC 2000
Universos da Arte OSTROWER, Fayga Rio de Janeiro Campus 1983
a
Da cor à cor inexistente PEDROSA, Israel 6 Rio de JaneiroL. Cristiano 1995
História da Arte PROENÇA, Graça São Paulo Ática 1989
a
O que é arte COLI, Jorge 5 São Paulo Brasiliense 1995
Imagem também se lê RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra 1ª São Paulo Rosari 2005
História da arte do século XX: Anhembi-
AGRA, Lúcio 1ª São Paulo 2004
idéias e movimentos morumbi
Bibliografia complementar modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Leitura de imagens para a RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra São Paulo PUCSP 1998
educação (Tese de Dout)

36
O corpo da liberdade: reflexões COLI, Jorge 1ª São Paulo Cosac & Naify 2011
sobre a pintura do século XIX
Como estudar a arte brasileira COLI, Jorge 1ª São Paulo Senac 2005
do séc. XIX?
Como pensam as imagens SAMAIN, Etienne (org.) 1ª Campinas Unicamp 2012
Bibliografia básica modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Pequena História da Música ANDRADE, Mario São Paulo Martins Fontes 1942
Matemática e Música: O
pensamento analógico na ABDOUNUR, J. São Paulo Escrituras 2002
construção de significados
Elementos Básicos da Música BENNET, Roy São Paulo Zahar 1984
Forma e Estrutura na Música BENNET, Roy Rio de Janeiro Jorge Zahar 1986
Teoria da Música MED, Buhumil 4ª Brasília MusiMed 1996
Bibliografia complementar modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Música, Processo e Dinâmica AZZETA, Fernando São Paulo Annabi
Uma Nova História da Música. CARPEAUX, Otto Maria Rio de Janeiro Olímpia 1967
Koellreutter educador: O
humano como objetivo da BRITO, Teca A. São Paulo Peirópolis 2001
Educação Musical
Bibliografia básica modalidadeTEATRO
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Jogos Para Atores e Não Civilização
BOAL, Augusto Rio de Janeiro 2005
Atores. Brasileira
Pequena História do Teatro do
CACCIAGLIA, Mario São Paulo Edusp 1986
Brasil
Jogos Teatrais KOUDELA, Ingrid Dormien São Paulo Perspectiva 2002

37
100 Jogos Dramáticos MACHADO, Maria Clara Rio de Janeiro Agir 1996
Iniciação ao Teatro – Série
MAGALDI, Sábato São Paulo Ática 1998
Fundamentos
Oficina de Teatro REVERBEL, Olga Porto Alegre Kuarup 1993
A Linguagem da Encenação
ROUBINE, Jean-Jacques Rio de Janeiro Jorge Zahar 1998
Teatral
O Jogo Teatral no Livro do
SPOLIN, Viola São Paulo Perspectiva 2001
Diretor
Civilização
A Preparação do Ator STANISLAVSKI, Constantin Rio de Janeiro 1999
Brasileira

Unidade Curricular EDUCAÇÃO FÍSICA


Período letivo: 2ª Fase Carga Horária: 40 horas
*
Competências Modalidade: BB, CF, F7, FS, HB, GIN, VB
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades
físicas , intelectuais, morais e sociais do educando,aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor
de cultura.

Habilidades

38
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.

Bases tecnológicas
- Regras – o conhecimento das principais regras e um olhar crítico em relação as mesmas.
- Fundamentos básicos da modalidade
- Socialização e a parte ética do esporte
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional.
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de basquetebol Rio de Janeiro Sprint 2011
BASQUETEBOL
Basquetebol: origem e
DAIUTO, Moacir. São Paulo Iglu 1991
evolução
Táticas: futebol, basquete, Nelsinho´s
BAPTISTA JÚNIOR, Nélson. São Paulo
futsal, handebol, vôlei Sports

39
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy
Atividade física e saúde: Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em diversos DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.

Futebol, Regras e Legislação Franciscon, M. 14ª ed. São Paulo

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais

Unidade Curricular MATEMÁTICA


Período letivo: 2ª Fase Carga Horária: 60 horas

40
Competências
- Usar e compreender a trigonometria como ferramenta de resolução de problemas e aplicações em contextos da realidade. Fazer
as devidas conexões com outras unidades curriculares e relacionar sua importância dentro do respectivo curso;
- Utilizar e interpretar modelos para resolução de situações-problema que envolvem medições, em especial o cálculo de distâncias
inacessíveis, bem como para construção de modelos que correspondem a fenômenos periódicos;
- Compreender o conhecimento científico e tecnológico como resultado de uma construção humana em um processo histórico e
social, reconhecendo o uso de relações trigonométricas em diferentes épocas e contextos sociais.
Habilidades
- Determinar as razões trigonométricas em triângulo retângulo;
- Estabelecer e aplicar a lei dos senos e a dos co-senos para um triângulo qualquer;
- Calcular seno, co-seno e tangente dos arcos notáveis e aplicá-los na resolução de problemas;
- Definir e graduar a circunferência trigonométrica em graus e em radianos;
- Deduzir fórmulas trigonométricas e aplicá-las em demonstração de identidades ou simplificação de expressões;
- Relacionar valores numéricos de funções trigonométricas com valores dos arcos do 1º quadrantes;
- Construir e analisar gráficos das funções trigonométricas;
- Estabelecer domínio, período e imagem das funções trigonométricas
- Resolver equações e inequações trigonométricas com o uso de fórmulas, gráficos ou ao ciclo trigonométrico

Bases tecnológicas
Relações métricas e razões trigonométricas no triângulo retângulo; Lei dos senos e a dos co-senos para um triângulo qualquer;
Cálculo de seno, co-seno e tangente dos arcos notáveis e aplicá-los na resolução de problemas; Definição e graduação da
circunferência trigonométrica em graus e em radianos; Dedução de fórmulas trigonométricas e aplicação em demonstração de
identidades ou simplificação de expressões; Cálculo de valores numéricos de funções trigonométricas com valores dos arcos do 1º
quadrante; Construção e análise de gráficos das funções trigonométricas; Identificação de domínio, período e imagem das funções
trigonométricas; Resolução de equações e inequações trigonométricas com o uso de fórmulas, gráficos ou a circunferência
trigonométrica..
Pré-requisitos (quando houver)

41
Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Matemática, Ensino Médio Gelson Iezzi Volume São Atual 2002
único 4ª ed Paulo
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 01 São FTD 2010
Paulo
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 02 São FTD 2010
Paulo
Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José Roberto Bonjorno e José Ruy volume São FTD 2002
Uma nova abordagem Giovanni Jr. único.1ª ed Paulo

Unidade Curricular FÍSICA


Período letivo: 2ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
- Reconhecer e saber utilizar corretamente símbolos, códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades;
- Comprovar experimentalmente a validade das leis da física, relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental
permitindo o crescimento cognitivo do aluno;
- Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos, métodos e técnicas uma dada medição estabelecendo
comparações quantitativas e qualitativas.
- Operar corretamente os instrumentos de medidas como balança, cronômetro, dinamômetro, escalas métricas permitindo a
interação do aluno com o arranjo experimental;

42
- Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.
- Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica, com seus
códigos, símbolos, tabelas, gráficos e relações matemática.
- Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou
matérias primas, considerando processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.

Habilidades
- Relacionar grandezas físicas através de tabelas, gráficos e relações matemáticas.
- Identificar e caracterizar códigos e símbolos físicos.
- Reconhecer a evolução histórica das leis de Kepler.
- Aplicar as leis de Kepler ao estudo do movimento dos planetas e satélites.
- Analisar situações-problema que envolva a força gravitacional e a energia potencial gravitacional.
- Descrever os movimentos de rotação e translação da Terra e suas implicações no cotidiano, tais como: estações do ano, marés,
etc.
- Relacionar grandezas utilizando tabelas, gráficos e relações matemáticas.
- Reconhecer a evolução histórica dos princípios de Stevin, Pascal e Arquimedes.
- Reconhecer os princípios de Stevin, Pascal e Arquimedes e relacioná-los com o funcionamento de aparelhos e equipamentos,
explicar situações reais do cotidiano.
- Utilizar os princípios de Stevin, Pascal e Arquimedes para solucionar problemas do cotidiano.
- Identificar energia cinética, potencial gravitacional e elástica em sistemas conservativos e não conservativos.
- Analisar as transformações entre as diversas formas de energia em sistemas conservativos e não conservativos.
- Identificar fontes e transformações de energia, em diferentes equipamentos e máquinas.
- Identificar e avaliar situações cotidianas que envolvam a conservação da quantidade de movimento.
- Aplicar as leis de conservação da energia e do momento linear à análise do movimento de sistemas mecânicos.
- Calcular o trabalho mecânico de forças de diferentes naturezas, em exemplos de situações reais.
- Identificar as condições de equilíbrio de um corpo extenso.
- Reconhecer situações em que um corpo extenso encontra-se em equilíbrio estático ou dinâmico.
Bases tecnológicas

43
Momento de uma força; equilíbrio de um corpo rígido; Introdução gravitação universal; leis de Kepler; gravitação universal;
movimento de satélites; variações da aceleração da gravidade; pressão e massa específica; pressão atmosférica; variação da
pressão com a profundidade; aplicações da equação fundamental; princípios de Arquimedes; trabalho de uma força; potência,
trabalho e energia cinética; energia potencial gravitacional; energia potencial elástica; conservação da energia; exemplos de
aplicação da conservação da energia; Impulso e quantidade de movimento; quantidade de movimento de um sistema de partículas;
conservação da quantidade de movimento, forcas impulsivas e colisões.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Curso Física. V. 1 ALVARENGA, Beatriz; MÁXIMO 1ª São Paulo Scipione 2011
Antônio
Física experimental. BRAND, Anésio Böger 2013.1. Florianópolis Gráfica IFSC 2013
Compreendendo a Física – Gaspar, Alberto 1ª São Paulo Ática 2010
Mecânica V.1

Unidade Curricular Química


Período letivo : 2ª Fase Carga Horária : 60 horas
Competências
• Traduzir, em termos de quantidade de matéria (mol), as relações quantitativas de massa nas transformações químicas.
• Traduzir as relações entre massa e energia nas transformações químicas em termos de quantidade de matéria e energia.
• Estabelecer relação entre a estequiometria e o rendimento das transformações químicas, e prever, em função dessa relação,
quantidades envolvidas nas transformações químicas que ocorrem na natureza e nos sistemas produtivos, industrial e rural.
• Avaliar possíveis implicações das relações quantitativas nas transformações químicas que ocorrem nos sistemas produtivos, rural
e industrial.
• Compreender as relações quantitativas de massa, de quantidade de matéria (mol) nas transformações químicas que ocorrem em
soluções de acordo com suas concentrações e associá-las à estequiometria da transformação.

44
• Compreender a entalpia de reação como resultante do balanço energético advindo de formação e ruptura de ligação química.
• Estabelecer relação entre o calor envolvido nas transformações químicas e as massas de reagentes e produtos.
• Representar e interpretar informações sobre variáveis nas transformações químicas por meio de tabelas e gráficos.
• Correlacionar dados relativos à concentração de certas soluções nos sistemas naturais a possíveis problemas ambientais.

Habilidades
-Calcular quantidade de matéria de espécies químicas envolvidas em processos naturais e industriais.
- Demonstrar conhecimentos sobre cálculo estequiométrico: pureza de reagentes, rendimento de reação, reagente em excesso e
reagente limitante.
- Conhecer os tipos de solução e descrever por meio de linguagem química adequada, soluto, solvente e fases de um sistema.
- Calcular e reconhecer as concentrações das soluções usadas no cotidiano expressas em: concentração comum (g/L),
porcentagem (m/m, v/v), ppm e quantidade de matéria por volume.
- Determinar a quantidade de calor envolvido em transformações químicas do cotidiano (a partir do calor de formação e utilizando a
lei de Hess).
- Reconhecer e compreender os processos de obtenção de energia a partir da queima de combustíveis, bem como sua utilização
prática, analisando os impactos ambientais ocasionados ao meio.

Bases tecnológicas
Aspectos quantitativos da Química: Relação massa/quantidade; massa atômica e massa molecular
-mol e massa molar; estudo dos gases; volume molar e equação de Clapeyron; cálculo estequiométrico: Soluções: classificação
das soluções; concentração das soluções: concentração comum; título, molaridade; diluição e misturas de soluções de mesmo
soluto: propriedades coligativas: pressão de vapor; tonoscopia , ebulioscopia e crioscopia; osmometria e cálculo da pressão
osmótica: Termoquímica: processos endotérmicos e exotérmicos equação termoquímica; entalpias das reações químicas; calor de
formação; energia de ligação e Lei de Hess

Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional


Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)

45
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Química -Na abordagem do cotidiano. Vol 2 Peruzzo, Francisco Miragaia, 4ª São Paulo Moderna 2006
Eduardo Leite do Canto
Química vol 2 FELTRE, Ricardo 6ª São Paulo Moderna 2004
Introdução e Transformações. Química Ensino Médio GEPEQ São Paulo Ed. Scipione 1999
Vol 2
Química , Volume Único USBERCO, João. Química 5ª São Paulo Ed. Saraiva 2002

Química, Vol 2 HARTWIG, Dácio Rodney.. São Paulo Ed. Scipione 1999

Unidade Curricular BIOLOGIA


Período letivo : 2ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências
Tema 1: Organização celular da vida
• Reconhecer a organização celular como característica fundamental de todas as formas vivas;
• Entender os diferentes tipos de transporte através da membrana celular.

Tema 2: Variabilidade Genética e Hereditariedade


• Perceber a participação da engenharia e manipulação genética na produção de alimentos mais nutritivos e resistentes a pragas e
herbicidas, de produtos farmacêuticos, hormônios, vacinas, medicamentos e componentes biológicos e avaliar sua importância.
• Identificar, a partir de resultados de cruzamentos, os princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias e
aplicá-los para interpretar o surgimento de determinadas características.
• Utilizar noções básicas de probabilidade para prever resultados de cruzamentos e para resolver problemas envolvendo
características diversas.
• Identificar o papel da terapia gênica no tratamento de doenças genéticas e seu uso na medicina brasileira, pesquisando textos ou
entrevistando profissionais da área.

46
• Reconhecer a importância dos testes de DNA nos casos de determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de
indivíduos.
• Reconhecer a importância dos procedimentos éticos no uso da informação genética para promover a saúde do ser humano sem
ferir a sua privacidade e sua dignidade.

Habilidades
• Desenvolver modelos explicativos sobre o funcionamento dos sistemas vivos;
• Interpretar e utilizar modelos para explicar determinados processos biológicos;
• Fazer um levantamento de informações para identificar alguns produtos originários de manipulação genética que já estejam
circulando no mercado brasileiro.
• Identificar, a partir de resultados de cruzamentos, os princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias e
aplicá-los para interpretar o surgimento de determinadas características;
• Utilizar noções básicas de probabilidade para prever resultados de cruzamentos e para resolver problemas envolvendo
características diversas;
• Construir heredogramas a partir de dados levantados pelos alunos (junto a familiares ou conhecidos) sobre a transmissão de
certas características hereditárias;
• Avaliar a importância do aspecto econômico envolvido na utilização da manipulação genética em saúde
• Organizar e participar de debates e seminários;
• Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes;
• Elaborar resumos.

Bases tecnológicas
Tema 1: Organização celular da vida
Microescala /Microscopia óptica e eletrônica / Nanotecnologia aplicada à Biologia celular básica
biologia
Conservação de alimentos / Como alguns microrganismos conseguem Mecanismos de transporte através das
sobreviver no mar? membranas celulares
Tema 2: Variabilidade genética e hereditariedade

47
Engenharia genética / Transgênicos / Terapia gênica /Uso dos vírus e das Núcleo / Ácidos nucleicos / Síntese de proteínas
bactérias na engenharia genética
Projetos genomas / Como combater as doenças decifrando seu código Código genético / Comportamento dos
genético cromossomos nas divisões celulares
Aconselhamento genético / Genealogias ou Heredogramas / Doenças Principais mecanismos de herança genética /
genéticas Noções de probabilidade
Transfusão e doação sanguínea / Eritroblastose fetal Herança dos grupos sanguíneos, sistemas ABO
e Rh
Biotecnologia e bioética / Já podemos criar vida? / A legislação e a bioética DNA recombinante / Clonagem gênica /
Identificação de pessoas / Vacinas gênicas /
Transgênicos.

Tema transversal: Educação em Direitos Humanos

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Biologia – Vol. 1 José Mariano Amabis; Gilberto [Link] São Paulo Moderna 2004
Rodrigues Martho
Biologia – Vol. 3 José Mariano Amabis; Gilberto [Link] São Paulo Moderna 2004
Rodrigues Martho
Biologia – Volume Único Janet Laurence [Link] São Paulo Nova Geração 2005
Bio – Volume Único Sônia Lopes [Link] São Paulo Saraiva 2004
Ser Protagonista: Biologia – Vol. 1 Fernando Santiago Santos; [Link] São Paulo Edições SM 2010
João B. V. Aguilar; Maria M. A.
Oliveira
Ser Protagonista: Biologia – Vol. 3 Fernando Santiago Santos; [Link] São Paulo Edições SM 2010
João B. V. Aguilar; Maria M. A.
Oliveira
Complementar

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Introdução à Genética Anthony J.F. Griffiths; Richard [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2008
C. Lewontin; Sean B. Carroll; Koogan
Susan R. Wessler.
James D. Watson DNA: O Segredo da Vida [Link] São Paulo Companhia 2005
das Letras

Unidade Curricular LÍNGUA ESTRANGEIRA - ESPANHOL


Período letivo 2ª Fase Carga Horária 40 horas
Competências
- Saber distinguir as variantes linguísticas;
- Usar a língua espanhola como instrumento de acesso às informações, a outras culturas e grupos sociais;
- Descrever o cotidiano;
- Descrever a família;
- Descrever pessoas levando em consideração as características físicas e psíquicas

Habilidades
- Dar e pedir informações pessoais;
- Dar e pedir informações sobre localização
- Comunicar-se minimamente sobre aspectos pessoais utilizando a língua espanhola em contextos formal e informal.
Bases tecnológicas
Saudações formais e informais; Fonética e fonologia hispânica; Conjugação dos verbos regulares terminados em –ar, -er, -ir;
Números; Horas e dias da semana; Aspectos linguísticos e culturais da Espanha (comunidades autônomas e seus dialetos); Verbos
que reflitam ações presentes no cotidiano dos alunos; Verbos irregulares que diptongan; Vocabulário relacionado à família; Adjetivos
específicos para descrever características físicas e psíquicas de uma pessoa; Pontos de referência que auxiliem na localização;
Verbos utilizados para indicar um caminho, rota, percurso.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

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J. Corpas; E. García; A. Garmendia; C.
Aula Internacional 1 Barcelona Difusión 2005
Soriano; N. Sans
Curso Intensivo de Español L. Miquel; N. Sans Barcelona Difusión 2005
Nuevo Ven F. Castro; F. Marín; R. Morales; S. Rosa Madrid Edelsa 2003
Gente E. M. Peris; N. S. Baulenas Barcelona Difusión 2004

Unidade Curricular PROJETO INTEGRADOR II


Período letivo : 2ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências

- Desenvolver conhecimentos, atitudes e habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental.


- Enfatizar por meio da educação ambiental as regularidades e a manutenção do respeito pelos diferentes ecossistemas e culturas
humanas.
- Atuar como sujeito ativo na construção do conhecimento centrada na resolução de problemas, para a compreensão da realidade
e possível intervenção na mesma.
- Ter clareza das especificidades dos cursos técnicos oferecidos pela instituição.

Habilidades

- Identificar as conseqüências da atuação humana no ambiente.


- Buscar, analisar e interpretar dados e informações, necessários à concretização de um projeto de pesquisa.
- Reconhecer as qualificações necessárias para o exercício das profissões.

Bases tecnológicas

Tema transversal: Educação Ambiental


- Conhecimentos relacionados às habilitações oferecidas pela instituição.

Pré-requisitos (quando houver)

50
Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Transgressão e Mudança na Hernandez, Fernando Porto Alegre, RS Ed. ARTMED 1998
educação: Os Projetos de
Trabalho.
A Organização do Currículo por Hernandes, Fernando e Ventura, Porto Alegre, RS Ed. ARTMED 1998
Projetos de Trabalho. Montserrat
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO:
Referências Curriculares
Nacionais da Educação
Profissional de Nível Técnico
Lei nº 9.795, de 27 de abril de
1999, que institui a Política
Nacional de Educação Ambiental
e dá outras providências.

Unidade Curricular DESENHO


Período letivo : 2ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências
- Desenvolver a coordenação motora e o uso dos instrumentos e materiais inerentes à prática do desenho técnico;
- Desenvolver o raciocínio lógico através do estudo da geometria plana aplicado ao cotidiano pessoal e técnico;
- Compreender conceitos básicos da geometria, a partir de seus elementos fundamentais (ponto, reta e plano) e suas construções
básicas como as que envolvem retas; ângulos; polígonos; circunferência e concordância.
- Compreender o conceito de proporção;
- Desenvolver a percepção espacial através da geometria descritiva;
- Desenvolver a percepção das formas criadas pelo homem na fabricação de objetos e ambientes;
- Compreender os fundamentos do desenho projetivo.
- Desenvolver a capacidade de criação através do estudo das formas;

51
- Compreender os fundamentos do desenho projetivo.

Habilidades
-Identificar formas;
-Desenhar formas fundamentais com precisão;
-Decompor formas complexas em formas simples;
-Compreender a linguagem gráfica.
-Desenvolver a coordenação motora;
-Aplicar conceitos fundamentais do desenho projetivo.
Bases tecnológicas
Instrumentos e materiais; Geometria Plana: estudo da reta (divisão, paralelismo e perpendicularismo), ângulos (operações básicas,
transporte e construção), polígonos (classificação, construções gerais), circunferência e concordância (construções gerais);
Geometria descritiva; (estudo do ponto, reta e plano no 1° diedro); Projeções ortogonais e sólidos..

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Geometria Elementar Pogorelov A. V Ed. Mir
Geometria Moderna Moise and Downs
Curso de Desenho Geométrico Afonso Rocha Giongo
Curso de Desenho Geométrico 1 Marchesi Jr, Isaías Atica S.A. 1991
Curso de Desenho 1 Marmo, C São Paulo Moderna 1974
Geometria Descritiva Ardevan Machado Atual 1991

Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA

52
Período letivo: 2ª Fase Carga Horária : 20 horas
Competências
- Conceituar sociologia, ciência e sociedade, de modo que fiquem explícitas suas dimensões sociais e históricas.
- Estudar e problematizar a formação da sociedade contemporânea, aprofundando questões relativas ao seu surgimento com a
revolução burguesa, quando o agravamento de problemas sociais indicou a necessidade de uma ciência da sociedade.
- Analisar o surgimento e a formação da sociologia no Brasil e na América Latina, no contexto de inserção periférica desses países
ao capitalismo mundial.
- Identificar as finalidades da disciplina de Sociologia no ensino médio e sua trajetória no sistema escolar.
- Analisar a cultura como prática social e fenômeno historicamente situado, pelo qual os homens criam sua existência social,
econômica, política, religiosa, intelectual e artística.

Habilidades

- Conhecer, identificar e aplicar conhecimentos pertinentes às Ciências Sociais/Sociologia


- Identificar a ciência, inclusive a Sociologia, como proposta histórica de organizar e sistematizar o conhecimento das relações entre
seres humanos e a natureza.
- Perceber como homens e mulheres explicaram e explicam esta relação, respondendo aos problemas colocados por sua prática
social.
- Compreender a Sociologia como ciência que objetiva estudar a sociedade, os conflitos e contradições nela presentes, além de
seus processos de transformação.
- Demonstrar que a cultura se modifica historicamente e expressa conflitos de interesses entre classes e grupos sociais, na
complexidade das relações capitalistas de produção.
- Analisar a ideologia como fenômeno histórico-social decorrente do modo como os homens produzem sua existência e resultante da
imposição da cultura dominante a toda a sociedade.
- Compreender as imposições culturais derivadas dos processos de colonização e das relações de imperialismo que atingiram
historicamente o Brasil e a América Latina.

Bases tecnológicas

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UNIDADE I: A SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA
Principais conceitos trabalhados: sociedade, ciência e sociologia.
1. Os conceitos de sociologia, sociedade e ciência.
1.1 – Por que uma ciência da sociedade?
2. A Sociologia como disciplina escolar: finalidade e trajetória.
2.1. O sentido da sociologia no currículo escolar do ensino médio.
UNIDADE II: CULTURA E IDEOLOGIA
Principais conceitos trabalhados: cultura; ideologia; indústria cultural; contracultura.
1. Conceitos de cultura e ideologia
– O conceito sociológico de cultura
– Cultura no entendimento antropológico
– Ideologia e classe social
2. Cultura popular e cultura erudita
3. A indústria cultural
4. A contracultura
5. A mundialização da cultura no mundo globalizado
6. Cultura e ideologia no Brasil e na América Latina

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Sociologia para o ensino Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010
médio.
O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

54
Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa 2ª São Paulo Moderna 2000
da Sociedade.
Sociologia Crítica Pedrinho Guareshi 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000

UNIDADES CURRICULARES DA 3ª FASE

Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA


Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta, e do acesso a informações e
suas intenções;
- Conhecer, por meio da leitura de textos literários do Romantismo, os autores representativos do período, as marcas de estilo e as
implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção;
- Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos argumentativos, em diferentes
esferas de vida social e profissional;
- Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura, da oralidade e da escrita, de forma a empregar adequadamente
os elementos de coesão e percebendo-as;
- Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.
Habilidades
- Identificar os autores e a produção literária do Romantismo;
- Analisar textos dos autores românticos, identificando suas características e comparando-os com os da atualidade;
- Ler e produzir textos dissertativos;
- Utilizar, fazendo uso do vocabulário ativo da escrita, elementos de coesão que permitam relacionar e/ou sequenciar as ideias;
- Aplicar os conhecimentos de concordância verbal e nominal na produção textual;
- Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes;
- Identificar e analisar os elementos morfossintáticos na organização frasal a fim de melhorar a produção escrita;

55
-Compreender e reconhecer a intertextualidade e a interdiscursividade textuais;
- Aplicar os conhecimentos sobre pontuação na produção textual.

Bases tecnológicas
- Romantismo; morfologia e sintaxe; pontuação; projeto do texto dissertativo; coesão e coerência; fichamento; relatório de aula
prática; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.

Tema transversal: Educação em Direitos Humanos

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Textos: leituras e escritas Ulisses Infante São Paulo Scipione 2005
Português: linguagens William Roberto Cereja [Link] São Paulo Atual 2005
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, Leila Lauar Sarmento [Link] São Paulo Moderna 2004
gramática, produção de texto Douglas Tufano
Português: literatura, Maria luiza Abaurre [Link] São Paulo Moderna 2004
gramática, produção de texto Marcela Nogueira Pontara
Tatiana fadel
Português: de olho no mundo Ernani Terra [Link] São Paulo Scipione 2005
do trabalho José de Nicola

56
Unidade Curricular ARTES II
Período letivo: 3 ª Fase Carga Horária: 40h/a
Competências
competências modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Fruir, estudar e analisar as produções em artes visuais, nas produções artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e
audiovisual sensibilizando-se e conscientizando-se dos meios visuais e audiovisuais de representação, comunicação e informação
Perceber homens e mulheres enquanto seres simbólicos e sociais que pensam e se expressam por meio de signos visuais e
audiovisuais desenvolvidos pelo contato sensível-consciente com signos de sua própria produção, da produção de colegas, de sua
cultura e no confronto com as demais culturas.
competências modalidade MÚSICA
Vivenciar a arte através da linguagem musical.
Utilizar-se da música como forma de expressão artística, através de exercícios de apreciação, execução e composiçã[Link],
respeitar e preservar as diferentes manifestações musicais reconhecendo-as como instrumentos adequados e eficientes na
comunicação humana.
Executar instrumentos musicais convencionais e não convencionais de sopro, corda e percussão e outros.
Utilizar e cuidar da voz como meio de expressão e comunicação musicais, empregando conhecimentos de técnica vocal
adequados. Sentir, expressar e pensar a realidade sonora ao seu redor, desenvolvendo maior sensibilidade e consciência estético
crítica.
Desenvolver a percepção auditiva e a memória musical, criando, interpretando e apreciando músicas em um ou mais sistemas
musicais, como: modal, tonal, serial e outros.
competências modalidade TEATRO
Desenvolver o conceito de foco;
Explorar a linguagem teatral a partir da estrutura: quem/onde/o que;
Utilizar-se do imaginário do grupo como contribuição para o aprofundamento das improvisações;
Exercitar a disponibilidade para o jogo;
Reconhecer as regras do jogo teatral;

57
Vivenciar a relação palco/plateia;
Perceber a importância dos elementos da peça teatral;
Reconhecer a importância da caracterização do personagem;
Vivenciar a construção do espetáculo teatral;
Explorar o corpo no espaço;
Participar de jogos de integração e de improvisações;
Explorar a voz no espaço através de técnicas de expressão vocal;
Estudar a História do Teatro no Brasil e no Mundo;
Habilidades
habilidades modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Fazer trabalhos artísticos utilizando-se de ferramentas tradicionais e/ou virtuais/digitais, como: desenhos, pinturas, gravuras,
modelagens, esculturas, reprografias, desing, artes gráficas (flyers, cartazes, capas de discos, logotipos, entre outros), e
audiovisuais (animação, ficção, documentários, entre outros gêneros e formatos)
Investigar as articulações dos elementos e componentes básicos das linguagens visual e audiovisual presentes nas produções
artísticas, na comunicação visual, nas novas mídias e audiovisual
Investigar em suas produções de artes visuais e audiovisuais as articulações entre os componentes básicos dessas linguagens
(linha, forma, cor, valor, luz, textura, volume, espaço, plano, movimento, tempo, entre outros)
Analisar sistemas de representação visual, audiovisual e as possibilidades estéticas e comunicacionais presentes em seus
trabalhos, de seus colegas e de outras pessoas;
Apurar a observação e percepção sensíveis e reflexivas.
Conhecer teorias das linguagens artísticas, seus códigos e articulações formais, aspectos expressivos, contextualizando-os em
diversos âmbitos - geográfico, social, histórico, cultural, psicológico.
Compreender as linguagens artísticas como manifestações sensíveis, cognitivas e integradoras da identidade.
Articular os elementos constitutivos das linguagens da arte na fruição de obras, produtos ou objetos.
Identificar os sistemas de representação e as categorias estéticas da obra de arte
Definir as formas de articulação dos elementos básicos de cada linguagem artística
Refletir sobre as relações que envolvem o processo de construção e fruição da arte.

58
habilidades modalidade MÚSICA
Utilizar os elementos e conhecimentos de leitura musical de modo satisfatório.
Executar repertório adequado visando a prática coletiva
Utilizar elementos e conhecimentos de leitura a primeira vista e execução coletiva no momento da realização musical
Interpretar textos musicais individual e coletivamente
Decodificar os signos musicais
Atuar na prática de conjunto respondendo aos desafios colocados na situação específica de performance
habilidades modalidade TEATRO
Utilizar os elementos da leitura teatral para expressão cênica.
Representar adequadamente em cena visando a prática de atuação.
Utilizar os elementos e os conhecimentos teatrais no momento da realização da apresentação teatral.
Interpretar textos teatrais individual e em grupo.
Identificar a linguagem teatral.
Atuar na prática de grupo utilizando-se dos conhecimentos adquiridos e respondendo ao desafio da encenação do personagem.
Bases tecnológicas
bases tecnológicas modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
História da arte internacional, nacional e catarinense (apreciação e reconhecimento dos diversos movimentos/manifestações
artísticos/as);
elementos básicos visuais (ponto, linha, plano e cor); noções de composição visual/audiovisual;

observação, leitura, interpretação e criação artística; produção/expressão artística e comunicacional


Percepção, leitura, intertextualização e intersemiotização da imagem estética e artística:da linguagem pictórica, gráfica e
escultórica dos séculos XVIII e XIX em suas relações intertextuais e intersemióticas com a linguagem verbal, no discurso literário, e
as linguagens sincréticas das mídias contemporâneas
bases tecnológicas modalidade MÚSICA
Teoria musical tradicional
Percepção Musical

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História da Música
Técnica específica do instrumento
bases tecnológicas modalidade TEATRO
O conceito de foco;
A estrutura: Quem/Onde/O que
Improvisação;
Jogos Dramáticos;
Regras do Jogo Teatral;
Elementos da peça Teatral;
A caracterização do personagem;
A relação palco/plateia;
A construção do espetáculo teatral;
A expressão corporal e vocal;
Jogos de integração;
Exploração de objetos imaginários;
História do Teatro Brasileiro e Mundial;

60
Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Bibliografia básica modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
História da arte Brasileira BARDI, Pietro Maria São Paulo Abril
Sintaxe da Linguagem Visual. DONDIS, Donis A. 2ª São PauloMartins Fontes 1997
A História da Arte GOMBRICH, E. H. 16ª Rio de Janeiro LTC 2000
Universos da Arte OSTROWER, Fayga Rio de JaneiroCampus 1983
Da cor à cor inexistente PEDROSA, Israel 6a Rio de Janeiro
L. Cristiano 1995
História da Arte PROENÇA, Graça São Paulo Ática 1989
a
O que é arte COLI, Jorge 5 São Paulo Brasiliense 1995
Imagem também se lê RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra 1ª São Paulo Rosari 2005
História da arte do século XX: Anhembi-
AGRA, Lúcio 1ª São Paulo 2004
idéias e movimentos morumbi
Bibliografia complementar modalidade ARTES/CULTURA VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Leitura de imagens para a RAMALHO E OLIVEIRA, Sandra São Paulo PUCSP 1998
educação (Tese de Dout)
O corpo da liberdade: reflexões COLI, Jorge 1ª São Paulo Cosac & Naify 2011
sobre a pintura do século XIX
Como estudar a arte brasileira COLI, Jorge 1ª São Paulo Senac 2005
do séc. XIX?
Como pensam as imagens SAMAIN, Etienne (org.) 1ª Campinas Unicamp 2012
Bibliografia básica modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Pequena História da Música ANDRADE, Mario São Paulo Martins Fontes 1942

61
Matemática e Música: O
pensamento analógico na ABDOUNUR, J. São Paulo Escrituras 2002
construção de significados
Elementos Básicos da Música BENNET, Roy São Paulo Zahar 1984
Forma e Estrutura na Música BENNET, Roy Rio de Janeiro Jorge Zahar 1986
Bibliografia complementar modalidade MÚSICA
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Música, Processo e Dinâmica AZZETA, Fernando São Paulo Annabi
Uma Nova História da Música. CARPEAUX, Otto Maria Rio de Janeiro Olímpia 1967
Koellreutter educador: O
humano como objetivo da BRITO, Teca A. São Paulo Peirópolis 2001
Educação Musical
Bibliografia básica TEATRO
modalidade
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Jogos Para Atores e Não Civilização
BOAL, Augusto Rio de Janeiro 2005
Atores. Brasileira
Pequena História do Teatro do
CACCIAGLIA, Mario São Paulo Edusp 1986
Brasil
Jogos Teatrais KOUDELA, Ingrid Dormien São Paulo Perspectiva 2002
100 Jogos Dramáticos MACHADO, Maria Clara Rio de Janeiro Agir 1996
Iniciação ao Teatro – Série
MAGALDI, Sábato São Paulo Ática 1998
Fundamentos
Oficina de Teatro REVERBEL, Olga Porto Alegre Kuarup 1993
A Linguagem da Encenação
ROUBINE, Jean-Jacques Rio de Janeiro Jorge Zahar 1998
Teatral
O Jogo Teatral no Livro do
SPOLIN, Viola São Paulo Perspectiva 2001
Diretor

62
Civilização
A Preparação do Ator STANISLAVSKI, Constantin Rio de Janeiro 1999
Brasileira

Unidade Curricular EDUCAÇÃO FÍSICA


Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 40 horas
*
Competências Modalidade: BB, CF, F7, FS, HB, GIN, VB
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades
físicas , intelectuais, morais e sociais do educando, aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor
de cultura.

Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas

63
- Testes de aptidão física (antropometria, flexibilidade, rml,ra)
- Aptidão relacionada à habilidade
- Agilidade,velocidade, equilíbrio ,coordenação, tempo de reação
- Autoconhecimento corporal
- Desvios posturais e posicionamento correto do corpo
- Aptidão física relacionado à saúde
- Fundamentos básicos da modalidade
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de basquetebol Rio de Janeiro Sprint 2011
BASQUETEBOL
Basquetebol: origem e
DAIUTO, Moacir. São Paulo Iglu 1991
evolução
Táticas: futebol, basquete, Nelsinho´s
BAPTISTA JÚNIOR, Nélson. São Paulo
futsal, handebol, vôlei Sports
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy
Atividade física e saúde:
Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
diversos contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. Associados 2003
Especialização.

64
Futebol, Regras e Legislação Franciscon, M. 14ª ed. São Paulo

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais

Unidade Curricular MATEMÁTICA


Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Usar e compreender o estudo de matrizes, determinantes e sistemas lineares como ferramenta de resolução de problemas e
aplicações em contextos da realidade.
- Fazer as devidas conexões com outras unidades curriculares e relacionar sua importância dentro do respectivo curso.
Habilidades

65
- Definir, representar e construir matrizes;
- Identificar os diversos tipos de matrizes;
- Operar com matrizes;
- Definir e calcular matrizes inversas;
- Definir e calcular determinantes, mediante uso da Regra de Sarrus, Laplace e método da triangularização;
- Aplicar as propriedades na resolução de determinantes;
- Reconhecer, resolver, classificar e aplicar sistemas de equações lineares.
Bases tecnológicas
Definição, representação, construção de matrizes; Identificação dos diversos tipos de matrizes; Reconhecimento de matrizes iguais;
Operações com matrizes; Definição e cálculo de matrizes inversas; Definição e cálculo determinantes (Regra de Sarrus, Laplace e
método da triangularização); Aplicação das propriedades na resolução de determinantes; Reconhecimento e resolução de sistemas
lineares; Classificação e discussão de sistemas lineares; Aplicações de sistemas.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Matemática, Ensino Médio Gelson Iezzi volume único, São Paulo Atual 2002
4ª ed
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Vol 02 São Paulo FTD 2010
Souza
Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José volume único. São Paulo FTD 2002
Uma nova abordagem Roberto Bonjorno e José 1ª ed
Ruy Giovanni Jr.

Unidade Curricular FISICA

66
Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 80 horas
Competências
- Reconhecer e saber utilizar corretamente símbolos, códigos e nomenclaturas de grandezas físicas e suas unidades;
- Comprovar experimentalmente a validade das leis da física, relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental
permitindo o crescimento cognitivo do aluno;
- Identificar as possibilidades de uso de diferentes instrumentos, métodos e técnicas de uma dada medição estabelecendo
comparações quantitativas e qualitativas.
- Operar corretamente os instrumentos de medidas como amperímetro, voltímetro, multímetros, permitindo a interação do aluno com
o arranjo experimental;
- Articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.
- Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica, com seus
códigos, símbolos, tabelas, gráficos e relações matemática.
- Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou matérias
primas, considerando processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
- Conceber a física enquanto construção humana, aspectos de sua história e relações com o contexto cultural, social, político e
econômico.
- Identificar as leis e teorias físicas dentro do contexto da Eletricidade e do Eletromagnetismo.

Habilidades
- Aplicar o princípio de conservação da carga em processos de eletrização;
- Empregar as leis que regem o campo elétrico em análises qualitativa e quantitativa de fenômenos eletrostáticos;
- Explicar a formação de relâmpagos e trovões
- Relacionar corrente e resistência elétrica em meios materiais condutores;
- Saber identificar e dimensionar características elétricas de circuitos simples e dispositivos tecnológicos envolvendo resistores,
receptores e geradores de energia elétrica.
- Descrever aplicações do uso do campo magnético terrestre.
- Compreender e saber aplicar a Lei de Ampère na determinação de campos magnéticos produzidos por correntes elétricas;
- Compreender e saber usar a Lei de Faraday no cálculo da força eletromotriz induzida;
- Aplicar as leis que regem o campo elétrico e campo magnético na análise de fenômenos eletromagnéticos;
- Diferenciar ondas eletromagnéticas através de sua freqüência relacionando-as com suas aplicações;
- Conhecer e demonstrar capacidade de análise de alguns efeitos da radiação eletromagnética ionizante em organismos vivos: uso
diagnóstico e efeitos nocivos.

67
Bases tecnológicas
Carga elétrica e eletrização; condutores e isolantes; indução e polarização; eletroscópio; lei de Coulomb; conceito de campo elétrico;
campo elétrico criado por cargas puntuais; linhas de forças; comportamento de um condutor eletrizado; potencial elétrico; diferença
de potencial; voltagem em um campo uniforme; voltagem no campo de uma carga puntual; superfícies eqüipotenciais; corrente
elétrica; circuitos simples; resistência elétrica; a lei de Ohm; associação de resistores; instrumentos elétricos de medidas; potência
em um elemento do circuito; forca eletromotriz; equação do circuito; voltagem nos terminais de um gerador; magnetismo;
eletromagnetismo; campo magnético; movimento circular em um campo magnético; forca magnética em um condutor; campo
magnético de um condutor retilíneo; campo magnético no centro de uma espira circular; campo magnético de um solenóide;
influência do meio no valor do campo magnético; forca eletromotriz induzida; lei de Faraday; lei de Lenz; transformador; ondas
eletromagnéticas; espectro eletromagnético.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Curso Física. V. 3 ALVARENGA, Beatriz; MÁXIMO 1ª São Paulo Scipione 2011
Antônio.
Física experimental. ____________________- 2013.1. Florianópolis Gráfica IFSC 2013
Eletricidade, Termologia,
Ótica e Ondas
Compreendendo a Física – Gaspar, Alberto 1ª São Paulo Ática 2010
Mecânica V.3

Unidade Curricular QUÍMICA


Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências

68
• Reconhecer as transformações químicas por meio de diferenças entre os seus estados iniciais e finais.
• Reconhecer que a transformação química ocorre em um certo intervalo de tempo.
• Reconhecer e controlar variáveis que podem modificar a rapidez de uma transformação química (concentração, temperatura, pressão,
estado de agregação, catalisador).
• utilizar modelos explicativos para compreender a rapidez das transformações químicas.
• Identificar as variáveis que perturbam o estado de equilíbrio químico.
• Representar, através da constante de equilíbrio químico, a relação entre as concentrações de reagentes e produtos em uma
transformação química
• Prever as quantidades de reagentes e produtos numa transformação química em equilíbrio.
• utilizar modelos explicativos para compreender o equilíbrio químico.
• Compreender a importância e o controle da dinâmica das transformações químicas nos processos naturais e produtivos.
• Compreender os processos de oxidação e de redução a partir das idéias sobre a estrutura da matéria.
• Prever a energia elétrica envolvida numa transformação química a partir dos potenciais-padrões de eletrodo das transformações de
oxidação e redução
• Buscar informações sobre transformações químicas que produzem energia utilizada nos sistemas produtivos.
• Avaliar as implicações sociais e ambientais do uso de energia elétrica e térmica provenientes de transformações químicas.
• Compreender a evolução das ideias sobre pilhas e eletrólise, reconhecendo as relações entre conhecimento empírico e modelos
explicativos.
• Compreender os processos químicos utilizados na indústria cloro-química para a obtenção de cloro, bromo, iodo, hidróxido de sódio,
carbonato de sódio e produtos deles derivados.
• Avaliar a produção, os usos e o consumo, pela sociedade, de materiais e substâncias obtidos da água do mar.

Habilidades
Aplicar conhecimentos sobre o funcionamento de pilhas e baterias, reconhecendo a constituição e funcionamento das células
eletrolíticas, desenvolvendo cálculos Químicos pertinentes.
- Aplicar os conhecimentos de eletrólise nos processos industriais.
- Realizar cálculos químicos sobre cinética química, representando a equação de velocidades de uma transformação em função da
quantidade de materiais.
- Reconhecer e controlar variáveis que podem modificar a rapidez de uma transformação química (concentração, temperatura, pressão,
estado de agregação, catalisador).
- Interpretar gráficos de energia de ativação.
- Identificar os fatores que influenciam na solubilidade das substâncias, assim como reconhecer equilíbrios químicos e aplicar
conhecimentos na determinação de constantes de equilíbrios (Kc e Kp) e dos graus de equilíbrio que nos influenciam processos

69
naturais e industriais.
- Relacionar a força de um eletrólito com seu grau de ionização e as constantes de acidez e basicidade, resolvendo problemas
envolvendo Ka, Kb e Kw.
- Proceder cálculos envolvendo pH e pOH, para reconhecimento de produtos ácidos, básicos e neutros.
- Compreender a importância da água nos processos naturais e industriais.
• Relacionar a energia elétrica produzida e consumida na transformação química e os processos de oxidação e redução.
• Identificar a produção de energia térmica e elétrica em diferentes transformações químicas.
Bases tecnológicas
Cinética química:velocidade média de uma reação química; cálculo da velocidade média de uma reação; condições para ocorrência de
reações químicas; lei cinética. equilíbrio químico: estudo geral dos equilíbrios químicos; deslocamento do equilíbrio; equilíbrios iônicos
iônico da água ph e poh. eletroquímica: nox e reações de oxi-redução; balanceamento das equações de oxi-redução ; pilhas
elétricas: montagem e funcionamento, fem, tabela dos potenciais –padrão, cálculo da fem das pilha; as pilhas em nosso cotidiano ;
corrosão; eletrólise: ígnea, em solução aquosa com eletrodos ativos e inertes, aplicações.; estequiometria das pilhas e da eletrólise.
Pré-requisitos (quando houver)

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Química vol – Na abordagem Peruzzo, Francisco Miragaia, 4ª São Paulo Moderna 2006
do cotidiano. Vol 3 Eduardo Leite do Canto
Química vol 3 FELTRE, Ricardo 6ª São Paulo Moderna 2004
edição
Introdução e Transformações. GEPEQ São Paulo Ed. Scipione 1999
Química Ensino Médio vol 3
Química , Volume Único USBERCO, João. Química 5ª São Paulo Ed. Saraiva 2002
Química, Vol.3 HARTWIG, Dácio Rodney.. São Paulo Ed. Scipione 1999

Unidade Curricular BIOLOGIA


Período letivo : 3ª Fase Carga Horária : 40 horas

70
Competências
Tema 1: Classificação e origem da biodiversidade
• Reconhecer a importância da classificação biológica para a organização e compreensão da enorme diversidade dos seres vivos.
• Entender os processos responsáveis pela diversidade genética no planeta.
• Construir árvores filogenéticas para representar relações de parentesco entre os diversos seres vivos.

Tema 2: Conhecendo os seres vivos


• Reconhecer os princípios básicos e as especificidades das funções vitais dos animais e plantas, a partir da análise dessas funções
em seres vivos que ocupam diferentes ambientes.
• Diferenciar as regiões do planeta em relação à diversidade de espécies, caracterizando suas condições climáticas.
• Reconhecer as principais características da fauna e da flora dos grandes biomas terrestres, especialmente dos brasileiros.

Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza


• Identificar os principais ecossistemas brasileiros que se encontram ameaçadas.
• Apropriar-se das principais medidas propostas por cientistas, ambientalistas e administração pública para preservar o que resta
dos nossos ecossistemas ou para recuperá-los.
• Entender as principais causas da destruição dos ecossistemas brasileiros.

Habilidades
• Elaborar relatório de aula prática obedecendo às normas vigentes;
• Elaborar explicações sobre a grande variedade de espécies no planeta;
• Construir árvores filogenéticas para representar relações de parentesco entre os diversos seres vivos;
• Identificar em um mapa as regiões onde se encontra a maior diversidade de espécies do planeta, caracterizando suas condições
climáticas;
• Fazer um levantamento das espécies dos ecossistemas brasileiros que se encontram ameaçados;
• Identificar regularidades em fenômenos e processos biológicos para construir generalizações, como perceber que a estabilidade de
qualquer sistema vivo, seja um ecossistema, seja um organismo vivo, depende da perfeita interação entre seus componentes e
processos;
• Comparar argumentos favoráveis ao uso sustentável da biodiversidade e tomar posição a respeito do assunto;
• Escrever reportagens enfocando as questões críticas em relação às ameaças à biodiversidade local.

Bases tecnológicas
Tema 1: Classificação e origem da biodiversidade

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O desafio da Classificação Biológica / Nomenclatura popular x científica e suas Sistemática
aplicabilidades
Origem da diversidade / Relações de parentesco entre diversos seres vivos / Árvores Princípios evolutivos e de especiação
filogenéticas
Tema 2: Conhecendo os seres vivos
Diversidade de microrganismos / Mantendo a vida na Terra / As Caracterização geral de vírus / Reino Monera / Leveduras /
doenças / A indústria alimentar Nível de organização / Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Diversidade das Plantas e fungos / Amazônia pulmão do mundo? / Caracterização geral do Reino Plantae e do Reino Fungi /
Antibióticos e micoses Nível de organização/ Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Diversidade de Invertebrados / Entre venenos, toxinas, mimetismo Caracterização geral dos animais invertebrados / Nível de
e exoesqueleto organização / Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Diversidade de Vertebrados / A conquista da coluna vertebral / Caracterização geral dos animais vertebrados / Nível de
organização / Obtenção de energia / Estruturas
significativas / Importância econômica e ecológica
Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza
Biodiversidade no passado e no presente / Intervenção humana: Ação humana e perda da Biodiversidade / Destruição de
cada momento histórico, um tipo de intervenção... habitat / Introdução de espécies exóticas
Valoração da natureza: Quanto vale a biodiversidade? / Quem se Importância da Biodiversidade / Valoração ética /
preocupa com a biodiversidade? / E eu com isso? Econômica / Política

Tema transversal: Educação Ambiental

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Biologia – Vol. 2 José Mariano Amabis; Gilberto [Link] São Paulo Moderna 2004
Rodrigues Martho

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Biologia – Volume Único Janet Laurence [Link] São Paulo Nova 2005
Geração
Bio – Volume Único Sônia Lopes [Link] São Paulo Saraiva 2004
Ser Protagonista: Biologia – Vol. 2 Fernando Santiago Santos; João [Link] São Paulo Edições SM 2010
B. V. Aguilar; Maria M. A.
Oliveira
Complementar
Você é um animal Viskovitz? Alessandro Boffa [Link] São Paulo Companhia 1999
das Letras
O livro dos seres imaginários Jorge Luis Borges; Margarita [Link] São Paulo Globo 2006
Guerrero
Invertebrados Richard C. Brusca; Gary J. [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2007
Brusca Koogan
Jardim Zoológico Wilson Bueno [Link] São Paulo Iluminuras 1999
Microbiologia: Conceitos e Aplicações Michael J. Pelczar Jr., E.C.S. [Link] São Paulo Pearson 2009
Chan, Noel [Link] Education do
Brasil
A vida dos Invertebrados Harvey F. Pough [Link] São Paulo Atheneu 2008
Biologia Vegetal Peter H. Raven; Ray F. Evert; [Link] Rio de Janeiro Guanabara 2007
Susan E. Eichhorn. Koogan

Unidade Curricular LÍNGUA ESTRANGEIRA – INGLÊS


Período letivo : 3ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências
- Compreender os códigos linguísticos e extra-linguísticos como signos que expressam valores e emoções dependentes da cultura
em que estão inseridos e do momento histórico vivido pelo sujeito.
- Valer-se da Língua Inglesa como instrumento de acesso a informações
- Transferir os conhecimentos adquiridos em Língua Portuguesa para a prática comunicativa em Língua Inglesa.
- Construir o saber, acessando as diferentes tecnologias para a construção da cidadania e a inserção no mundo do trabalho.

Habilidades
- Posicionar-se criticamente com relação ao papel da Língua Inglesa e da cultura que ela veicula.

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- Confrontar opiniões e pontos de vista em diferentes contextos.
Bases tecnológicas
- Temas- English in the World. – Personal Identification.- The Youth Power – Fashion. – Music. – Past Experience. – Ecology. –Fairy
Tales.- AIDS and Sex. – Sports.
- Daily Life. – Myth versus Reality. – Solidariy
- Tópicos Linguísticos: Verb To Be – There is/was –There are/were-
- continuous tense-Simple Present Tense-Possessive adjectives-Regular and Irregular
- Verbs – Simple Past tense- Possessive Pronouns- Past Continuous Tense- Personal (Subjective and Objective) Pronouns –Simple
Future –To be going to – Future and Past-The indefinite Articles.

- Tema transversal: Educação em Direitos Humanos

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Advances in Reading/Language HUTSON, B. Hucitec 1983
research
Reading Critically in English: DIAS, Reinildes Belo Horizonte UFMG 1996
Inglês Instrumental
The Language of Teaching: EDWARDS, D.; FURLONG 1978
London: Heinemann
Inglês: De Olho no Mundo do FERRARI, M. T.; RUBIN, S.G São Paulo Scipione 2003
Trabalho
Freeway 1 RICHMOND Editora Richmond 2011

Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA


Período letivo : 3ª Fase Carga Horária : 20 horas
Competências

74
- Apropriar-se de conhecimentos e modos discursivos específicos da Filosofia.
- Compreender as configurações de pensamentos e sua constituição histórica.
- Reconhecer a dimensão ética do conhecimento científico e tecnológico e suas relações, possibilitando discernimento na sua
prática profissional.
- Conhecer as transformações da ciência e da tecnologia, posicionando-se criticamente.

Habilidades:
- Articular as teorias filosóficas e o tratamento de temas e problemas científico-tecnológicos; ético-políticos, sócio-culturais e
vivenciais.
- Entender a reflexão crítica como processo sistemático e interpretativo do pensamento; desenvolver procedimentos próprios do
pensamento crítico.
- Desenvolver métodos e técnicas de leitura e análises de textos; bem como, produzir textos analíticos e reflexivos.
- Posicionar-se criticamente na abordagem dos problemas científicos e processos sociais; as transformações políticas, econômicas,
culturais e sociais.
- Usar a lógica proposicional e a lógica de primeira ordem para representar e avaliar argumentos (problemas).
- Aplicar a legislação pertinente ao exercício de sua profissão, respeitando sua dimensão ética e técnica.

Bases Tecnológicas ou Saberes:


- O PROCESSO DE FILOSOFAR: O que é filosofia, o que é ciência. Como ocorre a reflexão filosófica sobre a ciência e o conhecimento. As
implicações da lógica e da linguagem na construção da ciência e do conhecimento.
- O PAPEL DA CRÍTICA FILOSÓFICA: Abordagens dos temas filosóficos e científicos; Processo do filosofar e a sua relação com o pensamento
científico, bem como, a sua investigação no campo da epistemologia, da lógica formal e da linguagem.
- TÓPICOS:
- Introdução à lógica formal: conhecimento e linguagem.
- Verdades, não-verdades e seus sistemas.
- A origem do conhecimento: racionalismo e empirismo (Descartes e Hume).
- O método científico: ciência e tecnologia.
- Filosofia da ciência: a crise das ciências, paradigmas, suas rupturas e revoluções.

Pré-requisitos

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

75
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Filosofando Maria Martins; Maria Aranha São Paulo Moderna 2009
Convite à filosofia. Marilena Chauí São Paulo Ática 2010
Para filosofar Sérgio Santos Cordi São Paulo Scipione 2007
Bibliografia Complementar:

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


O mundo de Sofia Jostein Gaarder São Paulo Companhia das 2003
Letras
Introdução à lógica Cézar Mortari São Paulo Unesp 2001
O que é ciência afinal? Alan Chalmers São Paulo Brasiliense 1993

76
Unidade Curricular
GEOCIÊNCIAS
Período letivo: 3ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Competências
- Interpretação de dados geotécnicos;
- Avaliar os solos e seu melhor emprego técnico e econômico;
- Conhecer e interpretar as legislações e normas técnicas;
- Conhecer o comportamento das águas subterrâneas nas camadas dos solos;
- Selecionar e encaminhar amostras de solos para ensaios tecnológicos (amostragem).

Habilidades
Habilidades
- Realizar ensaios tecnológicos;
- Elaborar relatórios técnicos;
- Classificar os solos de forma técnica;
- Avaliar propriedades dos solos e sua utilização
- Conhecer o comportamento do uso do solo na construção;
Bases tecnológicas
bases tecnológicas
- Introdução à geologia;
- Listosfera
- Dinâmica interna e externa
- Origem dos solos
- Granulometria
- Índices físicos
- Capilaridade e Permeabilidade nos solos;
- Águas subterrâneas;

Tema transversal: Educação Ambiental

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Pré-requisitos (quando houver)
Terminalidade/Certificação
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Bibliografia básica modalidade ARTES VISUAIS
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

Materiais de construção Civil PETRUCCI, E. G. R. Porto Alegre Globo 1975


Curso básico de mecânica dos PINTO, CARLOS DE SOUZA São Paulo Oficina de 2006
solos em 16 aulas Textos
Geologia Geral LEINZ, VIKTOR São Paulo Nacional 1987
Mecânica dos Solos e suas CAPUTO, Homero Pinto Rio de Janeiro Ed. L.T.C 2000
Aplicações
Ensaios de Campo e suas SHINAID, FERNANDO São Paulo Oficina de 2000
aplicações à engenharia de Textos
fundações
[Link] de São Paulo PINI 2004
Especificações de Produtos e
Procedimentos - Engenharia de
Fundações e Geotecnia

Unidade Curricular SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE


Período letivo: 3a fase Carga Horária: 60 horas
Competências
Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado.
Interpretar legislação e normas técnicas.
Desenvolver estudos preliminares de projetos.
Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.
Habilidades
Conhecer os elementos do Licenciamento ambiental
Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental.
Fazer vistoria técnica para avaliações.
Elaborar textos, relatórios e gráficos.
Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental.
78
Identificar equipamentos de água e esgoto.
Medir e aplicar técnicas de controle relativas aos parâmetros de qualidade dos recursos hídricos.
Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas.
Realizar práticas de conservação da água.
Elaborar instrumentos para coleta de dados.
Utilizar softwares computacionais para elaborar tarefas técnicas.
Identificar fontes de degradação naturais dos recursos hídricos.
Avaliar processos naturais de depuração de cursos d’água.
Assessorar, consultar bancos de dados sobre legislação ambiental.
Interpretar pesquisas técnicas e socioeconômicas.
Bases tecnológicas
Problemas ambientais de origem antrópica.
Normas técnicas.
Ecossistemas.
Funções biológicas: Nutrição; reprodução, processos biotecnológicos e fatores limitantes ao desenvolvimento das espécies.
Sustentabilidade do Ecossistema.
Grandes ecossistemas terrestres e aquáticos.
Principais ecossistemas brasileiros.
Comprometimento dos recursos hídricos (subterrâneos e superficiais).
Saneamento ambiental

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional:


Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso
Educação Ambiental
Educação para trânsito
Educação em Direitos Humanos

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

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Classificação das Águas Doces, Conselho Nacional de Meio Ambiente – 2005
Salobras e Salinas do Território CONAMA
Nacional. Resolução 357:
Dispõe sobre as condições e padrões Conselho Nacional de Meio Ambiente – . 2011
de lançamento de efluentes, CONAMA
complementa e altera a Resolução no
357. Resolução 430
Introdução ao controle de poluição DERÍSIO, J. C. São Paulo, Signus 2000.
ambiental. Editora.
Educação ambiental princípios e DIAS, G. F. São Paulo Ed. Gaia, 2003
práticas.
A economia da natureza. RICKLEFS, R. E. Rio de Editora 2009.
Janeiro Guanabara
Kooggan.

UNIDADES CURRICULARES DA 4ª FASE

Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA


Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Conhecer a origem da língua portuguesa, a sua evolução e as suas variedades linguísticas;
- Conhecer a estrutura e a formação das palavras da Língua Portuguesa;
- Conhecer radicais, prefixos e sufixos gregos e latinos;
- Conhecer textos de diferentes gêneros do discurso na forma verbal e não-verbal, técnico ou literário e as especificações do texto
descritivo;
- Conhecer técnicas de expressão oral para leitura e apresentação de ideias, experiências e sentimentos;
- Conhecer os princípios básicos de estruturação e de formatação do relatório de visita e de atividade
- Conhecer as características básicas do conto, crônica, romance, cartum, notícia, e relatório e recursos estilísticos como a
comparação, a metáfora, a prosopopeia, a hipérbole, a ambiguidade e o humor.
- Perceber a importância da arte, da literatura e da cultura no contexto histórico-social.
- Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.
Habilidades

80
- Identificar os autores e a produção literária do Realismo, do Naturalismo, Parnasianismo e Simbolismo;
- Analisar textos de autores realistas, identificando suas características e comparando-os com os da atualidade;
- Identificar as características dos diferentes gêneros textuais(Reportagem, Entrevista, Ensaio, Crítica) e elaborar textos desses
gêneros;
- Aplicar os conhecimentos sintáticos na produção textual.

Bases tecnológicas
- Realismo, Naturalismo e Parnasianismo e Simbolismo; sintaxe do período simples; discurso, ensaio, crítica, reportagem,
entrevista; coesão e coerência; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos
histórico-sociais.

Tema transversal: Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Português: linguagens William Roberto Cereja [Link] São Paulo Atual 2005
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, Leila Lauar Sarmento [Link] São Paulo Moderna 2004
gramática, produção de texto Douglas Tufano
Português: literatura, Textos: leituras e escritas Ulisses São Paulo, Scipione 2005
gramática, produção de texto Infante
Português: de olho no mundo Ernani Terra [Link] São Paulo Scipione 2005
do trabalho José de Nicola

Unidade Curricular EDUCAÇÃO FÍSICA


Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas
*
Competências Modalidade: BB, CF, F7, FS, HB, GIN, VB

81
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades
físicas , intelectuais, morais e sociais do educando,aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor
de cultura.

Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Atividade aeróbia e anaeróbia
- Atividade física como fator de prevenção ao estresse e depressão
- Trabalho em grupo através do esporte coletivo
- Intensidade e frequência do exercício
- Fundamentos básicos da modalidade
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de basquetebol Rio de Janeiro Sprint 2011
BASQUETEBOL
Basquetebol: origem e
DAIUTO, Moacir. São Paulo Iglu 1991
evolução
Táticas: futebol, basquete, Nelsinho´s
BAPTISTA JÚNIOR, Nélson. São Paulo
futsal, handebol, vôlei Sports

82
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy
Atividade física e saúde:
Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
diversos contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.

Futebol, Regras e Legislação Franciscon, M. 14ª ed. São Paulo

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais

Unidade Curricular MATEMÁTICA


Período letivo 4ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências
- Resolver problemas que envolvam figuras geométricas planas e os sólidos, ampliando e construindo noções de medidas;
- Usar formas geométricas espaciais para representar ou visualizar partes do mundo
real, como peças mecânicas, embalagens e construções;
83
- Interpretar e associar objetos sólidos a suas diferentes representações bidimensionais,
como projeções, planificações, cortes e desenhos;
- Utilizar o conhecimento geométrico para leitura, compreensão e ação sobre a realidade;
- Utilizar propriedades geométricas para medir, quantificar e fazer estimativas de comprimentos, áreas e volumes em situações
reais relativas, por exemplo, de recipientes, refrigeradores, veículos de carga, móveis, cômodos, espaços públicos;
- Conhecer as definições de parte real, parte imaginária, módulo, argumento e conjugado de um número complexo;
- Conhecer as formas de representação dos números complexos (retangular, polar e trigonométrica);
- Entender a importância dos números complexos na representação de grandezas associadas com circuitos elétricos de corrente
alternada;
- Entender que uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo pode ser representada por um número complexo.

Habilidades
- Identificar, classificar e diferenciar sólidos geométricos;
- Calcular áreas e volume dos sólidos: Prisma, Cilindro, Pirâmide, Cone e Esfera;
- Representar graficamente um número complexo no plano de Argand-Gauss;
- Saber calcular a parte real, a parte imaginária, o módulo e o argumento de um número complexo, a partir da sua representação
no plano de Argand-Gauss;
- Converter um número complexo de uma forma de representação para outra;
- Efetuar as operações de adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação com números complexos;
- Saber representar uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo, na forma de um número complexo;
- Utilizar a calculadora científica para a conversão e operações com números complexos

Bases tecnológicas
Identificação de prismas, pirâmides, cilindros, cones e esfera; Reconhecimento e utilização de seus elementos destes sólidos;
Cálculo de áreas e volumes dos respectivos sólidos; Identificação das representações algébrica, gráfica e trigonométrica dos
números complexos; Definições de parte real, parte imaginária, módulo, argumento e conjugado de um número complexo;
Diferentes formas de representação dos números complexos (retangular, polar e trigonométrica); Transformações entre
coordenadas polares e retangulares; Efetuar algebricamente operações com números complexos e Interpretá-las
geometricamente; Entendimento de que uma grandeza que varia sinusoidalmente no tempo pode ser representada por um número
complexo; Transformações com uso da calculadora.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


84
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Matemática, Ensino Médio Gelson Iezzi volume São Paulo Atual 2002
único,
4ª ed
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Vol 02 São Paulo FTD 2010
Souza

Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Vol 03 São Paulo FTD 2010
Souza

Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José volume São Paulo FTD 2002
Uma nova abordagem Roberto Bonjorno e José único.
Ruy Giovanni Jr. 1ª ed

Unidade Curricular FÍSICA


Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
- Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros físicos na interpretação de textos.
- Observar, estimar ordens de grandezas, compreender o conceito de medir, fazer hipóteses, avaliar resultados e analisar
previsões.
- Operar corretamente os instrumentos de medidas como balança, termômetro, cronômetro, escalas métricas permitindo a
interação do aluno com o arranjo experimental;
- Expressar fenômenos naturais utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica, com seus
códigos, símbolos, tabelas, gráficos e relações matemática.
- Comprovar experimentalmente a validade das leis da física, relacionando a abordagem teórica com o enfoque experimental
permitindo o crescimento cognitivo do aluno;
- Construir e investigar situações–problema, identificar a situação física, utilizar modelos físicos, desenvolver a capacidade de
investigação física;
- Relacionar propriedades físicas de produtos, sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
- Estabelecer e articular relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.
Habilidades
- Converter temperaturas entre diferentes escalas termométricas.
- Identificar os fatores que influenciam na dilatação de sólidos e líquidos.
- Identificar e analisar os processos de transferência de calor que ocorrem em aplicações tecnológicas.
- Relacionar troca de calor com variação de temperaturas e mudanças de estado físico.
85
- Identificar e caracterizar as formas de transferência de calor.
- Aplicar a propagação do calor para explicar fenômenos como o efeito estufa e brisas litorâneas.
- Aplicar a o princípio de conservação da energia em sistemas termicamente isolados.
- Descrever a influência da pressão e temperatura nas mudanças de estado físico.
- Aplicar Leis da termodinâmica na análise de processos termodinâmicos.
- Aplicar os princípios da termodinâmica na análise do funcionamento e rendimento de máquinas térmicas utilizadas em diversas
aplicações tecnológicas.
- Identificar o fenômeno da reflexão da luz no cotidiano.
- Construir geometricamente imagens fornecidas por espelhos.
- Resolver problemas numéricos envolvendo espelhos.
- Compreender como o conceito da reflexão da luz está presente nos equipamentos e procedimentos tecnológicos.
- Identificar o fenômeno da refração da luz no cotidiano.
- Construir geometricamente imagens fornecidas por lentes esféricas.
- Resolver problemas numéricos envolvendo lentes esféricas.
- Compreender como o conceito da refração da luz está presente nos equipamentos e procedimentos tecnológicos.
- Conhecer os defeitos visuais (miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia) e suas respectivas correções.
- Identificar oscilações harmônicas em sistema simples como pêndulo, massa-mola e ondas mecânicas.
- Identificar ondas unidimensionais.
- Classificar os diversos tipos de ondas.
- Identificar e compreender fenômenos ondulatórios.
- Classificar as ondas sonoras.
- Caracterizar as qualidades fisiológicas do som.
- Explicar os fenômenos de eco e reverberação.
- Compreender o efeito Doppler e relacioná-lo com fenômenos do cotidiano.
- Relacionar os conceitos físicos de cordas e tubos sonoros com os conhecimentos de outras áreas da cultura humana
Bases tecnológicas
Temperatura; escalas termométricas; dilatação dos sólidos; dilatação dos líquidos; transformação isotérmica; transformação
isobárica; lei de Avogadro; equação de estado de um gás ideal; modelo molecular de um gás; o calor como energia; transferência
de calor; capacidade térmica e calor específico; trabalho em uma variação de volume; a primeira lei da termodinâmica; aplicação
da primeira lei da termodinâmica; sólidos; líquidos e gases; fusão e solidificação; vaporização e condensação; influência da
pressão; sublimação – diagrama de fases; Introdução à ótica; reflexão da luz; espelho plano; espelho esférico; imagem de um
objeto extenso; equação dos espelhos esféricos; refração da luz; Alguns fenômenos relacionados com a refração; dispersão da luz;
lentes esféricas; formação de imagens nas lentes; instrumentos óticos; Introdução ao movimento ondulatório; movimento
harmônico simples; ondas em uma corda; ondas na superfície de um líquido; difração; interferência com a luz; ondas sonoras.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

86
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Curso Física. V. 2 ALVARENGA, Beatriz; MÁXIMO 1ª São Paulo Scipione 2011
Antônio
Física experimental. ____________________- 2013.1 Florianópolis Gráfica IFSC 2013
Eletricidade, Termologia, Ótica e
Ondas
Compreendendo a Física – Gaspar, Alberto 1ª São Paulo Ática 2010
Mecânica V.2

Unidade Curricular QUÍMICA


Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
• Associar dados e informações sobre matérias-primas, reagentes e produtos de transformações químicas que ocorrem nos
sistemas produtivos, com suas implicações ambientais e sociais.
• Conhecer o uso do carvão, petróleo, gás natural e outros materiais como combustíveis e como fonte de materiais para a
indústria carboquímica e petroquímica.
• Compreender a formação de cadeias, ligações, funções orgânicas.
.• Compreender os impactos ambientais dentro da ótica do desenvolvimento sustentável.
Conhecer os diferentes polímeros e seu uso no cotidiano.

Habilidades
Reconhecer as propriedades fundamentais do átomo de carbono como elemento formador de cadeias.
- Identificar e classificar as substâncias orgânicas que tenham aplicações no cotidiano.
- Prever as propriedades físicas dos compostos orgânicos com base na sua estrutura molecular.
- Identificar e classificar os polímeros utilizados em embalagens plásticas.
- Representar arranjos atômicos e moleculares das cadeias carbônicas.

Bases tecnológicas

87
 Introdução à Química Orgânica: definição e desenvolvimento histórico.
 Fundamentos da Química Orgânica Estrutural: o átomo de carbono; propriedades fundamentais, tipos de ligação do carbono;
hibridação do átomo de carbono; classificação do átomo de carbono.
 Fórmulas usadas na Química Orgânica: fórmula mínima; fórmula molecular; fórmula estrutural (de traços, condensada e de
linhas).
 Cadeias carbônicas: definição e classificação (acíclica e cíclica, saturada e insaturada, normal e ramificada, homogênea e
heterogênea, cadeias mistas).
Funções Orgânicas: definição; classificação; formulação e nomenclatura das funções orgânicas: hidrocarbonetos (alcanos, Pré-

Temas transversais: Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso


Educação Ambiental

requisitos (quando houver)


Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Química vol – Na abordagem Peruzzo, Francisco Miragaia, 4ª São Paulo Moderna 2006
do cotidiano. Vol 4 Eduardo Leite do Canto
Química vol 4 FELTRE, Ricardo 6ª São Paulo Moderna 2004
Química Orgânica McMurry, J. Trad. São Paulo Cengage Learning 2012
(volumes 1 e 2) da 7ª
Química , Volume Único USBERCO, João. Química 5ª São Paulo Ed. Saraiva 2002

Unidade Curricular BIOLOGIA


Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Tema 1: Manutenção da vida, fluxo de energia e matéria
• Identificar, as características de um ecossistema, descrevendo o conjunto vivo auto-suficiente nele contido;
• Reconhecer as diferenças entre os ecossistemas em relação à sua estrutura biótica e abiótica.

Tema 2: Populações e evolução das comunidades


• Reconhecer que os seres vivos em um ecossistema, independentemente de ser um lago, uma floresta, um campo ou um simples
jardim, mantêm entre si múltiplas relações de convivência indiferente ou de ajuda mútua com alguns e de conflito com outros, a
ponto de prejudicá-los ou de se prejudicar.

88
Tema 3: Biologia da conservação e Economia da Natureza
• Relacionar conceitos da Biologia com os de outras ciências, como os conhecimentos físicos e químicos, para entender processos
como os referentes à origem e à evolução da vida e do universo ou o fluxo da energia nos sistemas biológicos; os conhecimentos
geográficos e históricos para compreender a preservação ou a destruição dos ambientes naturais e mesmo para compreender a
produção do próprio conhecimento biológico.

Habilidades
• Analisar um ambiente conhecido (um jardim, um parque, um terreno baldio, uma mata) e descrever suas características físico-
químicas e biológicas;
• Fazer um levantamento de dados, pesquisando variados tipos de registros, referentes às condições ambientais – luminosidade,
umidade, temperatura, chuvas, características do solo, da água – existentes em ecossistemas diferentes.
• Escrever relatórios, pequenas sínteses e fazer relatos orais, utilizando linguagem específica para descrever as diferentes possíveis
formas de interação entre os seres vivos em um determinado ecossistema;

• Realizar um estudo de determinada região (bairro, praia, favela, entorno da escola), envolvendo:
• Avaliação as condições ambientais, identificando o destino do lixo e do esgoto, o tratamento dado à água, o modo de ocupação do
solo, as condições dos rios e córregos e a qualidade do ar;
• Descrição das características da região, identificando as principais fontes poluidoras do ar, da água e do solo;
• Levantamento de dados relativos às condições do solo, da água e do ar da região estudada;
• Avaliação da possibilidade de serem adotadas tecnologias ambientais saudáveis;
• Elaboração de propostas visando à melhoria das condições encontradas, distinguindo as de responsabilidade individual das que
demandam a participação do coletivo ou do poder público;
• Identificação das instâncias da administração pública que poderiam receber as reivindicações e encaminhá-las.
• Apresentação de relatório técnico referente ao estudo.

Bases tecnológicas
Tema 1: Manutenção da vida, fluxo de energia e matéria
Conceitos básicos de Ecologia / Uma gota ou o planeta Componentes de um ecossistema / Habitat
/ Nicho ecológico
Produtividade e capacidade de Suporte de um ecossistema / Lebres, sapos e pinus Cadeias e teias alimentares / Fluxo de
energia / Níveis tróficos
Ciclos biogeoquímicos / Efeito estufa ou aquecimento global? / O que são os Carbono / Oxigênio / Nitrogênio
CFC´s? / O que os bovinos e o mar têm a ver com isso?/ A ruína da fazenda de
milho e algodão.
Tema 2: Populações e evolução das comunidades

89
Características das Populações / Pode um rio morrer? Densidade / Taxas / curvas de crescimento

Como os seres vivos interagem entre si? / Relações ecológicas entre seres vivos Relações intraespecíficas entre os seres
vivos / Relações interespecíficas entre os
seres vivos
Sucessão ecológica / O nascimento das ilhas vulcânicas; Espécies pioneiras / Sucessão primária e
secundária
Tema 3: O Ser humano e o ambiente
Impactos humanos sobre a atmosfera / Desodorantes do mal / Aquecimento global Efeito estufa / Destruição da camada de
ou efeito estufa? ozônio
Impactos humanos sobre as águas / Matando uma nascente de água / O rico Eutrofização / Poluição química da água
subsolo líquido
Impactos humanos sobre os solos /Destruindo pragas e matando o solo / Calçadas Poluição e impermeabilização do solo / Lixo
asfixiantes / Aterrar para esconder? urbano

Tema transversal: Educação Ambiental

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Biologia – Vol. 3 José Mariano Amabis; Gilberto [Link]. São Paulo Moderna 2004
Rodrigues Martho
Biologia – Volume Único Janet Laurence [Link]. São Paulo Nova Geração 2005
Bio – Volume Único Sônia Lopes [Link]. São Paulo Saraiva 2004
Ser Protagonista: Biologia – Vol. 3 Fernando Santiago Santos; [Link]. São Paulo Edições SM 2010
João B. V. Aguilar; Maria M. A.
Oliveira
Complementar
Fundamentos de Ecologia Eugene [Link]; Gary W. [Link] São Paulo Cengage Learning 2008
Barrett

90
Biologia da Conservação Richard B. Primack; Efraim [Link] Londrina Efraim Rodrigues 2001
Rodrigues
A Economia da Natureza Robert E. Ricklefs [Link] Rio de Guanabara Koogan 2010
Janeiro
Fundamentos de Ecologia Colin R. Townsend; Michael [Link] Porto Alegre Artmed 2010
Begon; John L. Harper

Unidade Curricular LÍNGUA ESTRANGEIRA - INGLÊS


Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Saber distinguir entre as variantes linguísticas.
Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a informação.
Escolher o vocabulário que melhor reflita a ideia que pretende comunicar.
Utilizar mecanismos de coerência e coesão na produção em língua inglesa (oral e/ou escrita).
Utilizar as estratégias verbais e não verbais para compensar falhas na comunicação, para favorecer a efetiva comunicação e
alcançar o efeito pretendido.

Habilidades
 Conhecer e utilizar a língua inglesa como instrumento de acesso a informações de outras culturas e grupos sociais.
 Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir e sentir de quem os produz.
 Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais.

Bases tecnológicas
 Music History/ Place Description/ Past Experience- an Adventure/Gender – Women versus men /Love
 Emotions /Technology and Medicine /Astrology/Television/Behavior /Present Perfect Tense /Past Perfect
 Reflexive Pronouns/ Quantitative/Modal Verbs/Imperative/Simple conditional /Conditional perfect/Conditionals
 Prepositions I/The Passive Voice/Relative Pronouns/Direct and reported speech

Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional:

91
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Advances in Reading/Language HUTSON, B. Hucitec 1983
research
Reading Critically in English: DIAS, Reinildes Belo Horizonte UFMG 1996
Inglês Instrumental
The Language of Teaching EDWARDS, D.; FURLONG 1978
Inglês: De Olho no Mundo do FERRARI, M. T.; RUBIN, S.G São Paulo Scipione 2003
Trabalho
Freeway 2 RICHMOND Editora Richmond 2011

Unidade Curricular SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO


Período letivo: 4ª Fase Carga Horária: 40 horas

Competências
 Conhecer e interpretar as normas de saúde e segurança do trabalho, de qualidade e ambientes:
 Estabelecer relação entre trabalho e saúde do trabalhador, compreendendo as interfaces com o meio ambiente;
 Identificar e avaliar consequências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho com vistas à preservação da saúde e
segurança no ambiente de trabalho;

92
 Dominar as técnicas de primeiros socorros e suporte à vida;
 Diferenciar as diversas classes de fogo existentes, e conhecer os métodos de extinção mais adequados para cada classe.

Habilidades

Reconhecer a qualidade no âmbito do seu trabalho.


Aplicar normas de saúde e segurança do trabalho, qualidade e ambientais;
Prestar primeiros socorros;
Utilizar e supervisionar o uso de equipamentos de segurança.
Conhecer a série ABNT/ISO 9000 e sua aplicação.
Compreender, de maneira preliminar, as normas de série 14000.
Conhecer as bases necessárias para segurança laboratorial;
Identificar os meios de proteção pessoal;
Conhecer os equipamentos de emergência em laboratórios;
Distinguir os símbolos de emergência;
Conhecer a toxicidade associada aos agentes químicos e biológicos;

Bases tecnológicas
1. Acidentes de Trabalho
1.1 Causas dos acidentes: condição insegura e ato inseguro
1.2 Conseqüências dos acidentes: lesão e custo material
2. Riscos das principais atividades laborativas.
2.1 Reconhecimento dos riscos: químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e elétricos.

3. Agentes químicos
3.1 Exposição aos agentes químicos
3.2 Conceituação de tóxico e intoxicação
3.3 Classificação dos agentes químicos (formas e efeitos no organismo)
3.4 Avaliação do ambiente de trabalho NR-15-Limites de tolerância e insalubridade
4. Controle
4.1 Controle na fonte
93
4.2 Controle no meio
4.3 Controle no receptor
5. CIPA e Mapas de Risco: NR-5
6. Prevenção e Combate a Incêndios
7. Segurança em Laboratório
8. Prática: avaliação de riscos em ambientes

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Autor Edição Local Editora Ano
Prática da prevenção de Acidentes: ABC ZOCCHIO. Álvaro, São Paulo ATLAS
da Segurança do Trabalho
Segurança no Trabalho e prevenção de CARDELLA. Benedito, São Paulo ATLAS
acidentes
Política de Segurança e Saúde no ZOCCHIO. Álvaro, LTr
Trabalho
Manual de Segurança e Saúde no GONÇALVES. Edwar Abreu, LTr
Trabalho
Manual de Legislação Atlas – Segurança ÚLTIMA SÃO PAULO 2004
e Medicina do Trabalho. EDIÇÃO
NBR ISO 10012-1; Requisitos de garantia da ABNT Rio de Janeiro 1993.
qualidade para equipamenos de medição-
Parte 1: Sistema de comprovação
metrológica para equipamentos de medição.
NBR ISO 9001; Sistemas de Qualidade- ABNT Rio de Janeiro
Modelo para garantia de qualidade em
projeto, desenvolvimento, produção,
instalação e serviços associados.
Organização e Normas . HEMERITAS; Adhermar Batista Ed. Atlas 1998.
Administração da QualidadeTotal BERK; Joseph; Ed. Brasa 1999.
NBR ISO 14000; de Sistemas de Gestão ABNT Rio de Janeiro
Ambiental.

94
Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA
Período letivo : 4ª Fase Carga Horária : 20 horas
Competências
- Conhecer as diferentes interpretações dos pensadores clássicos sobre a sociedade capitalista, suas concepções de ciência e a
influência dessas ideias na consolidação da análise sociológica.
- Identificar as contribuições dos três autores clássicos para o conhecimento da realidade social e análise do mundo moderno.
- Verificar que as teorias concebidas pelos clássicos estão situadas historicamente e respondem a preocupações práticas, em face
das questões sociais relevantes em suas épocas.
- Analisar elementos da realidade social contemporânea à luz do pensamento clássico.

Habilidades:

- Compreender alguns conceitos básicos constitutivos das teorias clássicas e sua contribuição para o processo de formação e
desenvolvimento do raciocínio científico na sociologia.
- Contextualizar o pensamento clássico, relacionando conceitos e teorias às necessidades sociais e às demandas intelectuais de
seu tempo histórico.
- Entender que os pensadores clássicos apresentam distintas interpretações da sociedade capitalista, diferentes concepções de
ciência e perspectivas também distintas no que se refere às possibilidades da transformação social.

Bases Tecnológicas ou Saberes:

UNIDADE I – CONSTITUIÇÃO HISTÓRICA DA SOCIOLOGIA NA EUROPA, NA AMÉRICA LATINA E NO BRASIL


1. A Sociologia como manifestação do pensamento moderno.
1.1 - O positivismo: de utopia crítico-revolucionária à ideologia conservadora.
2. A Sociologia no Brasil e na América Latina.
2.1 – Constituição histórica
2.2 – Principais pensadores
UNIDADE II: AS TEORIAS CLÁSSICAS E SUA INTERPRETAÇÃO DA SOCIEDADE
CAPITALISTA
Principais conceitos trabalhados: trabalho alienado; materialismo histórico e dialético; fato
social; solidariedade social; ação social.
1. A crítica da sociedade capitalista em Karl Marx
1.1 - As contradições da sociedade capitalista: trabalho alienado e propriedade privada
95
dos meios de produção.
1.2 - A concepção de ciência: o materialismo histórico e dialético
2. A sociologia de Émile Durkheim
2.1 - A sociedade orgânica e a divisão do trabalho social
2.2 – A concepção funcionalista de ciência social
2.3 – Os fatos sociais como objeto da sociologia
3. A análise social em Max Weber
3.1 – A racionalização capitalista: o mundo desencantado
3.2 – A ação social como objeto da sociologia

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Sociologia para o ensino médio. Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010
O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994

Bibliografia Complementar:

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa 2ª São Paulo Moderna 2000
da Sociedade.
Sociologia Crítica Pedrinho Guareshi 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000

Unidade Curricular FUNDAMENTOS QUÍMICOS EM SANEAMENTO (FQS)


Período letivo : 4ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências

96
- Conhecer conceitos básicos das técnicas de analise qualitativa e quantitativa aplicáveis ao saneamento;
- Conhecer os fundamentos das relações matemáticas para aplicação em química aplicada ao saneamento;
- Avaliar e interpretar as ordens de grandeza e significância de resultados numéricos;
- Identificar, formular e resolver problemas específicos em química aplicados ao saneamento;
- Elaborar relatórios técnicos;
- Aplicar os conhecimentos químicos adquiridos através de atividades práticas (análises físico-químicas) desenvolvidas no laboratório de
Saneamento.
Habilidades
- Reconhecer vidrarias e equipamentos do laboratório de saneamento;
- Utilizar adequadamente vidrarias e aparelhos laboratoriais;
- Aplicar técnicas de análise qualitativa e quantitativa;
- Preparar e padronizar soluções cotidianas;
- Compreender a natureza e as características dos equilíbrios químicos;
- Aplicar os princípios de equilíbrio químico a ácidos e bases em soluções aquosas;
- Compreender o efeito do íon comum;
- Compreender o controle do pH de soluções aquosas por meio do uso de tampões;
- Determinar o pH no decorrer de reações ácido-base;
- Identificar métodos analíticos volumétricos;
- Compreender os princípios das células voltaicas, bem como utilizar potenciais eletroquímicos.
Bases tecnológicas
- Equilibrio Homogêneo: Lei de ação das massas; Equilíbrio ácido-base; Grau de ionização; Determinação de concentrações no equilíbrio;
Deslocamento de equilíbrio.
- Equilíbrio Iônico em Soluções Aquosas: Efeito do íon comum; pH; pOH; Escala logarítmica; Solução tampão; Indicadores; Titulação.
- Equilíbrio Heterogêneo: Determinação do Kps; Eletroquímica; Hidrólise salina.
- Reações Químicas: Reações Redox; Balanceamento de equações químicas; Pilha de Danniel.
- Reconhecimento laboratorial: Locais (capela, lava-olhos, chuveiros, pias, saídas emergência); Vidrarias principais; Calibração de vidrarias
volumétricas;
Preparo de soluções; Normas de segurança (EPI); Equipamentos utilizados para análises químicas.
Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional:
Pré-requisitos (quando houver)
Química Básica (1ª, 2ª, 3ª e 4ª fases)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
97
Química Geral / Físico-Química FELTRE, Ricardo 6ª Ed. São Paulo Moderna 2004

Princípios de Química: questionando a vida


ATKINS, Peter 3ª Ed. Porto Alegre Bookman 2006
moderna e o meio ambiente
Pearson Makron
Química Geral RUSSEL, John Blair 2ª Ed. São Paulo 2008
Books
Química Geral e Reações Químicas KOTZ, John C. 6ª Ed. São Paulo Cengage Learning 2010
Livros de Ensino Médio atualizados
Roteiros de práticas elaborados pela equipe de professores do curso de saneamento do IFSC

Unidade Curricular HIDRÁULICA I


Período letivo: 4ª FASE Carga Horária: 40 horas
Competências
Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
Identificar os materiais e sistemas construtivos;
Desenvolver estudos preliminares de projetos;
Organizar em formato gráfico esboços, anteprojetos e croquis.

Habilidades
Aplicar softwares básicos;
Fazer esboços e esquemas gráficos;
Elaborar textos, relatórios e gráficos;
Identificar equipamentos de água e esgoto;
Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos.

Bases tecnológicas
Hidráulica: conceitos; subdivisões; símbolos e unidades de medida;
Hidrostática: pressões; Lei de Pascal e Lei de Stevin;
Hidrodinâmica: vazão; classificação dos movimentos; regimes de escoamento; experiência de Reynolds; Número de Reynolds;
escoamentos livres e forçados; Equação da Continuidade; Teorema de Bernoulli; Perdas de carga; Perda de carga contínua em
condutos forçados: Equação Universal e fórmulas empíricas; Perda de carga localizada em condutos forçados: expressão geral e
98
Método dos Comprimentos Virtuais; Condutos livres: parâmetros geométricos e hidráulicos característicos de algumas seções
usuais, vazão e velocidade.
Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional
Educação Ambiental
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Manual de hidráulica AZEVEDO NETTO, José M. de et 8 ed. São Paulo Blucher 1998
al.
Curso de hidráulica NEVES, Eurico T. 6. ed Porto Alegre Globo 1979
Elementos de engenharia GARCEZ, Lucas N. 2. ed. São Paulo Edgard Blücher 1974
hidráulica e sanitária
Comportas hidráulicas ERBISTE, Paulo C. F. 1 ed. Rio de Janeiro Campus Eletrobrás 1987

Unidade Curricular MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL


Período letivo : 4ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências
Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado.
Identificar os materiais e sistemas construtivos
Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.
Interpretar especificações técnicas de materiais e serviços.
Caracterizar os materiais.

Habilidades
Realizar ensaios de controle tecnológico
Especificar materiais para construção civil

99
Bases tecnológicas
Simbologias e convenções técnicas.
Normas técnicas.
Características, aplicações e propriedades dos materiais de construção.

Pré-requisitos (quando houver)


GEOCIÊNCIAS

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Materiais de construção Civil PETRUCCI, E. G. R. Porto Alegre Globo 1975
Concreto de cimento portland PETRUCCI, E. G. R. Porto Alegre Globo 1975
Concreto: estruturas, propriedades METHA, PK, MONTEIRO, PJM São Paulo PINI 1994
e materiais
Propriedades do Concreto NEVILLE, AM São Paulo PINI 1997
Materiais de construção civil VERÇOZA, E. J. Porto Alegre Sagra
Manual de argamassas FIORITO, A. São Paulo PINI
Materiais de construção civil BAUER, L. A. F. São Paulo LTC

Temas transversais: Educação Ambiental


Educação para trânsito

100
UNIDADES CURRICULARES DA 5ª FASE

Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta, e do acesso a informações
e suas intenções;
- Conhecer, por meio da leitura de textos literários do Simbolismo e do Pré-modernismo, os autores representativos do período, as
marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção;
- Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados, em diferentes
esferas de vida social e profissional;
- Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura, da oralidade e da escrita, de forma a empregar adequadamente
os elementos de coesão;
- Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.

Habilidades
- Identificar os autores (e sua produção literária) do período Pré-modernista e Modernista .
- Analisar textos dos autores pré-modernistas, identificando as características e comparando com os da atualidade.
- Ler textos diversos, reconhecendo a intertextualidade, percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos
contextos histórico-sociais.
- Ler e produzir resumos, resenhas e textos persuasivos.
- Fazer uso dos períodos compostos por coordenação e subordinação, em contextos discursivos em que se fazem respectivamente
mais adequados;
- Aplicar os conhecimentos sobre pontuação na produção textual;
- Utilizar, fazendo uso do vocabulário ativo da escrita, elementos de coesão que permitam relacionar e/ou sequenciar as ideias.

Bases tecnológicas
Pré-Modernismo; Modernismo, Vanguardas e 1ª fase; Romance de Tese; crônica; resenha; texto de divulgação científica; resumo;
concordância verbal e concordância nominal, período composto; pontuação; o texto persuasivo e suas especificidades; coerência e
coesão; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.
101
Tema transversal: Educação em Direitos Humanos
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Textos: leituras e escritas Ulisses Infante São Paulo Scipione 2005

Português: linguagens William Roberto Cereja [Link] São Paulo Atual 2005
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, Leila Lauar Sarmento [Link] São Paulo Moderna 2004
Douglas Tufano
gramática, produção de texto

Português: literatura, Maria luiza Abaurre [Link] São Paulo Moderna 2004
Marcela Nogueira Pontara
gramática, produção de texto Tatiana fadel
Português: de olho no mundo Ernani Terra [Link] São Paulo Scipione 2005
José de Nicola
do trabalho

Unidade Curricular EDUCAÇÃO FÍSICA


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
*
Competências Modalidade: BB, CF, F7, FS, HB, GIN, VB
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades
físicas , intelectuais, morais e sociais do educando,aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor
de cultura.

102
Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especificas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa,na prática das atividades físicas,e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Testes de aptidão física (antropometria, flexibilidade, rml,ra)
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
- Noções básicas sobre a tática da modalidade
- Fundamentos básicos da modalidade
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol

Tema transversal: Educação Alimentar e Nutricional, Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de basquetebol Rio de Janeiro Sprint 2011
BASQUETEBOL
Basquetebol: origem e
DAIUTO, Moacir. São Paulo Iglu 1991
evolução
Táticas: futebol, basquete, Nelsinho´s
BAPTISTA JÚNIOR, Nélson. São Paulo
futsal, handebol, vôlei Sports
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy

103
Atividade física e saúde:
Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
diversos contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.

Futebol, Regras e Legislação Franciscon, M. 14ª ed. São Paulo

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.
Educação Física da Pré-escola BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação
Física: Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais

Unidade Curricular MATEMÁTICA


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências

104
- Resolver situações problemas de localização e deslocamento de pontos no espaço
- Reconhecer as noções de direção e sentido, de ângulo, de paralelismo e perpendicularismo
- Interpretar, representar, utilizar as várias formas da equação de uma circunferência na resolução de problemas.

Habilidades
- Localizar pontos no plano cartesiano;
- Calcular distância entre dois pontos;
- Determinar ponto médio de um segmento e baricentro de um triângulo;
- Identificar pontos alinhados e calcular área de triângulos usando seus vértices;
- Reconhecer equação de reta e escrevê-la na forma geral e reduzida;
- Determinar o ponto de intersecção entre retas;
- Calcular os coeficientes de uma reta;
- Identificar as diferentes posições entre retas;
- Determinar ângulo entre retas e distância entre ponto e reta.
- Identificar equação da circunferência e representá-la graficamente;
- Determinar as diferentes posições entre ponto e circunferência, reta e circunferência e duas circunferências.

Bases tecnológicas
Localização de pontos no plano cartesiano; Cálculo distância entre dois pontos; Determinação de ponto médio de um segmento e
baricentro de um triângulo; Identificação de pontos alinhados e cálculo de área de triângulos usando seus vértices; Reconhecimento
e escrita de equação de reta na forma geral e reduzida; Determinação do ponto de intersecção entre retas; Cálculo dos coeficientes
de uma reta; Identificação das diferentes posições entre retas; Determinação do ângulo entre retas e distância entre ponto e reta;
Identificação das equações geral e reduzida da circunferência e representá-la graficamente; Determinação das diferentes posições
entre ponto e circunferência, reta e circunferência e duas circunferências.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
105
Matemática, Ensino Médio Gelson Iezzi volume único, 4ª ed São Paulo Atual 2002
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Vol 02 São Paulo FTD 2010
Souza
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Vol 03 São Paulo FTD 2010
Souza
Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José volume único. São Paulo FTD 2002
Uma nova abordagem Roberto Bonjorno e José 1ª ed
Ruy Giovanni Jr.

Unidade Curricular HISTÓRIA


Período letivo 5ª Fase Carga Horária : 20 horas
Competências
Compreender a História como conhecimento construído por um sujeito histórico;
Perceber a fonte histórica como construção social;
Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos.

Habilidades
Apropriar-se dos conceitos de memória e patrimônio histórico e cultural;
Reconhecer fontes históricas;
Reconhecer as especificidades da pesquisa histórica;
Reconhecer os lugares de memória.

Bases tecnológicas

Categorias fundamentais para a história : tempo e espaço;


Pesquisa histórica;
Patrimônio histórico – cultural.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação
106
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Fontes Históricas PINSKY, Carla Bassanezi. 2ª São Paulo Contexto 2008
(org.)
História Oral: Como fazer, como MEIHY, José Carlos S. B., 1ª São Paulo Contexto 2007
pensar HOLANDA, Fabíola
Sobre História HOBSBAWM, Eric 1ª São Paulo Cia das Letras 1998
Apologia da História BLOCH, Marc 1ª Rio de Janeiro Jorge Zahar 2001

Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
A era dos impérios : 1875-1914 HOBSBAWM, Eric 11ª Rio de Janeiro Paz e Terra 2007
Ouvir contar – Textos em História Oral ALBERTI, Verena 1ª Rio de Janeiro Editora FGV 2004

Unidade Curricular INGLÊS


Período letivo: 5a Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Utilizar conhecimentos prévios sobre o assunto do texto na construção do significado;
Associar marcas textuais (título, formato, ilustração, palavras-chave, entoações...) ao assunto e ao tipo de texto;
Deduzir o sentido de palavras e de estruturas gramaticais desconhecidas a partir do contexto da análise morfológica das palavras
e da analogia/contraste com a língua materna;
Prescindir de compreender o significado de palavras que não são essenciais à compreensão do sentido do texto.

Habilidades

107
Ler textos técnicos em Língua Inglesa.
Utilizar Estratégias e Técnicas de Leitura.

Bases tecnológicas
The Reading Process: Strategies and Techniques (skimming, scanning, main ideas, cognates, repeated words, familiar words,
prediction, inference, typographical keys, background knowledge, knowledge of the subject).
Temáticas
Mundo do Trabalho:Perfil do Técnico ( Curriculum Vitae, Entrevista de Emprego, ...), A Profissão, Segurança do Trabalho.
Vocabulary in Context
Genre: technical vs. Non-technical texts
The 250 most common words in English

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional, Educação Ambiental, Educação em Direitos Humanos.

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Advances in Reading/Language HUTSON, B. Hucitec 1983
research
Reading Critically in English: DIAS, Reinildes Belo Horizonte UFMG 1996
Inglês Instrumental
The Language of Teaching EDWARDS, D.; FURLONG 1978
Inglês: De Olho no Mundo do FERRARI, M. T.; RUBIN, S.G São Paulo Scipione 2003
Trabalho
Freeway To English 3 Gisele Aga 2010

Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 20 horas
Competências
- Compreender a importância da reflexão ético-filosófica sobre os problemas morais.
- Compreender a pluralidade dos valores morais.
- Investigar os fundamentos da sensibilidade e juízo estéticos.
108
Habilidades
- Desenvolver a autonomia e o exercício da liberdade responsável.
- Aprender a agir de modo tolerante com as diferentes visões de mundo e concepções de bem.
- Elaborar a própria postura frente aos desafios éticos contemporâneos.
- Cultivar a sensibilidade estética sobretudo em sua função crítica em relação aos produtos da indústria cultural.

Bases tecnológicas
- A construção do sujeito moral.
- Ética e moral.
- Ética normativa: ética das virtudes e éticas deontológicas e teleológicas.
- Bioética e outras éticas práticas.
- Filosofia e estética.
- Fundamento do juízo estético.
- O ser humano e o sentido da existência.

Pré-requisitos

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Ano
Título/Periódico Autor Edição Local Editora

Filosofando Maria Martins; Maria Aranha São Paulo Moderna 2009

Convite à filosofia Marilena Chauí São Paulo Ática 2010

Para filosofar Sérgio Santos Cordi São Paulo Scipione 2007

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

109
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Ética a Nicômaco Aristóteles São Paulo Martin Claret 2002
Bioética Darlei Dall’Agnol Rio de Janeiro Zahar 2005

O belo autônomo Rodrigo Duarte. Textos clássicos de Belo Horizonte Autêntica 2012
estética.
Ética e cidadania Silvio Gallo Campinas Papirus 2007

Fundamentação da metafísica Immanuel Kant Lisboa Edições 70 S/d


dos costumes
Introdução à filosofia da arte Benedito Nunes Rio de Janeiro Ática 2000
Ética Adolfo Sanchez Vasquez Rio de janeiro Civilização 2008
Brasileira

Unidade Curricular ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE ÁGUAS E EFLUENTES I (AFQ1)


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Conhecer conceitos básicos das técnicas de análise qualitativa e quantitativa aplicáveis ao saneamento;
- Conhecer os fundamentos das relações matemáticas para aplicação em química analítica voltada para a área de saneamento;
- Avaliar e interpretar as ordens de grandeza e significância de resultados numéricos;
- Identificar, formular e resolver problemas específicos em química analítica na área de saneamento;
- Elaborar relatórios técnicos;
- Aplicar os conhecimentos químicos adquiridos através de atividades práticas desenvolvidas no Laboratório de Saneamento.
Habilidades
- Classificar a matéria;
- Compreender a matemática da química;
- Reconhecer e nomear elementos, átomos, compostos e moléculas;
- Explicar o conceito de mol e usar a massa molar em cálculos;
110
- Reconhecer ácidos, bases, sais e óxidos e entender seu comportamento em solução aquosa;
- Compreender a diferença entre ligação iônica e covalente e a sua implicação na solubilidade de compostos;
- Reconhecer vidrarias e equipamentos do laboratório de saneamento;
- Utilizar adequadamente vidrarias e aparelhos laboratoriais;
- Usar unidades métricas e algarismos significativos de forma correta;
- Aplicar técnicas de análise qualitativa e quantitativa;
- Tratamento matemático de dados.
Bases tecnológicas
- Elementos e Átomos; Moléculas e compostos moleculares; Íons e compostos iônicos; Ligações iônicas; Ligações Covalentes;
Ligações Metálicas; Funções
Inorgânicas: Ácidos, Bases, Sais e Óxidos.
- Reconhecimento do Laboratório: Locais (capela, lava-olhos, chuveiro, pias, saídas de emergência); Normas de segurança de
laboratório (EPI e EPC); Vidrarias
principais; Equipamentos para análises de águas e efluentes disponíveis; Precisão e exatidão.
- Misturas e Soluções: Classificações de Misturas; Técnicas de separação; Molaridade; Diluição; Mols e massas molares; Unidades
de concentração.
- Ácidos e Bases: Ácidos em solução aquosa, Ácidos e Bases fortes e fracos; Reação de Neutralização.
- Determinações físico-químicas.
- Informática: Aplicação de planilhas de excel e gráficos em análises químicas; Transporte de planilhas e gráficos de excel para word
e power-point.

Temas transversais: Educação Ambiental; Educação em Direitos Humanos.

Pré-requisitos (quando houver)


Fundamentos Químicos em Saneamento (FQS)
Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

111
VOGEL, A. I.; MENDHAM, J.; LTC-Livros
Rio de
Análise Química Quantitativa DENNEY, R. C.; BARNES, 6ª Ed. Técnicos e 2008
Janeiro
J.D. Científicos
LTC-Livros
Explorando a Química Analítica HARRIS, D. C. 4ª Ed. Brasil Técnicos e 2011
Científicos
International
Fundamentos da Química Analítica SKOOG; WEST; HOLLER 8ª Ed. USA 2007
Thomson
Pearson Makron
Química Geral RUSSEL, John Blair 2ª Ed. São Paulo 2008
Books

Bibliografia Complementar

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


MORITA, T.; ASSUMPÇÃO R. Editora Edgard
Manual de Soluções, Reagentes & Solventes 2a Ed. 2007
M.. Blücher Ltda
Princípios de Química: questionando a vida Porto
ATKINS, Peter 3ª Ed. Bookman 2006
moderna e o meio ambiente Alegre
Química Geral e Reações Químicas KOTZ, John C. 6ª Ed. São Paulo Cengage Learning 2010
Livros de Ensino Médio atualizados
Portaria no 518/2004 – Ministério da Saúde
Portaria no 2.914/2011 – Ministério da Saúde
Resolução CONAMA no 357/2005
Roteiros de práticas elaborados pela equipe de professores do curso de
saneamento do IFSC

112
Unidade Curricular DESENHO DE SISTEMAS SANITÁRIOS
Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
- Conhecer e interpretar a legislação e as normas técnicas;
- Conhecer os materiais e sistemas construtivos;
- Interpretar projetos e mapas;
- Desenvolver estudos preliminares de projetos;
- Interpretar as convenções do desenho técnico;
- Conceber projetos técnicos;
- Interpretar dados geotécnicos;
- Organizar o plano de trabalho.
Habilidades
- Estabelecer comunicação interpessoal;
- Organizar documentos;
- Organizar o espaço de trabalho;
- Elaborar desenhos de projetos usando grafite;
- Especificar materiais e técnicas construtivas;
- Desenhar a mão livre (croquis);
- Conduzir a execução de serviços;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários e esquemas gráficos.

Bases tecnológicas
- Aspectos gerais do desenho básico;
- Projeções ortogonais;
- Perspectiva isométrica;
- Escala;
- Projeto arquitetônico;
- Projeto hidrosanitário;
- Simbologia e convenções de desenho;
- Etapas de desenvolvimento de projeto;
- Técnicas de representação gráfica;
- Normas técnicas e legislação aplicada a projetos arquitetônico e hidrossanitário.

113
Tema transversal: Educação Ambiental
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Manual básico de desenho SPECK, Henderson J. 3 ed. Florianópolis Ed. da UFSC 2004
técnico
Desenho técnico CARDOSO, Arnaldo de S. & São Paulo FTD
CAPOZZI, Delton
Desenho arquitetônico básico VIZIOLI, Simone H. T. et al. 1 ed. São Paulo Pini 2009
Manual de desenho técnico para LEAKE, James M. & 1 ed. Rio de Janeiro LTC 2010
engenharia: desenho, BORGERSON, Jacob L.
modelagem e visualização
Instalações hidráulicas MACINTYRE, Archibald J. 3 ed. Rio de Janeiro Livros Técnicos e 1996
Científicos
Instalações hidráulicas e CREDER, Hélio 2 ed. Rio de Janeiro Livros Técnicos e 1981
sanitárias Científicos

Unidade Curricular FUNDAMENTOS BIOLÓGICOS EM SANEAMENTO (FBS)


Período letivo : 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências

114
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
- Interpretar legislação e normas técnicas;
- Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente;
- Elaborar relatórios.
Habilidades
- Elaborar textos, relatórios e gráficos;
- Utilização de equipamentos em práticas laboratoriais;
- Elaborar instrumentos para coleta de dados;
- Utilizar softwares computacionais para elaborar tarefas técnicas;
- Plotar e interpretar gráficos;
- Interpretar os resultados obtidos nas análises realizadas, sendo capaz de relacionar os resultados experimentais com valores
relatados na literatura e/ou na legislação brasileira vigente.
Bases tecnológicas
Saneamento: Conceitos; Importância; Abrangência; Relação: Saúde x Saneamento. Célula Unidade Básica da Vida: Composição;
Estrutura Nutrição celular. Classificação dos Seres Vivos- Os Reinos: Reino Monera: características gerais, estrutura, nutrição; Reino
Protista: características gerais, estrutura, nutrição; Reino Fungi: características gerais, estrutura, nutrição; Reino Plantae:
características gerais, estrutura, nutrição; Reino Animallia: características gerais, estrutura, nutrição; Vírus um ser sem reino.
Nomenclatura científica: Regras gerais Doenças de veiculação Hídrica; Agente causador: vírus; Agente causador: bactérias; Agente
causador: fungos; Agente causador: protozoários; Agente causador: invertebrados. Metabolismo celular: Formas de nutrição;
Fotossíntese; Quimiossíntese; Respiração; Fermentação. Tratamentos biológicos: Conceitos; Decomposição: aeróbia, anaeróbia,
anóxica; Tipos de tratamentos. Ciclos Biogeoquímicos: Ciclo do Carbono; Ciclo do Nitrogênio; Ciclo do Fósforo; Ciclo do Enxofre.
Biomonitoramento: Conceitos; Bioindicadores e suas aplicações. Fundamentos de Ecotoxicologia: Conceitos; Testes; Legislação.

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional:


Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

115
Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
As Batalhas da Água: Por um bem comum da
BOUGUERRA, M. L. Petrópolis Vozes 2004
humanidade
São Paulo: Pearson
Introdução à Engenharia Ambiental BRAGA, Benedito et al. 2a Ed. São Paulo 2010
Prentice Hall
Rio de
Introdução à Engenharia Ambiental MOTA, Suetônio ABES 1997
Janeiro
Pearson Education
Microbiologia – Conceitos e Aplicações PELCZAR, Michael J. et al 2a Ed. São Paulo 2009
do Brasil

Bibliografia Complementar

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


BERTOLETTI, E., ZAGATTO,
Ecotoxicologia Aquática São Paulo Rima 2005
P.A.
Testes Ecotoxicológicos: Métodos, técnicas e
LOPES, E.W.B.,KNIE,J.W. Florianópolis FATMA/GTZ 2004
aplicações

Roteiros de práticas elaborados pela equipe de professores do curso de saneamento


do IFSC.

Unidade Curricular HIDRÁULICA II


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 20 horas
Competências

116
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
- Identificar os materiais e sistemas construtivos;
- Desenvolver estudos preliminares de projetos;
- Organizar em formato gráfico esboços, anteprojetos e croquis.

Habilidades
- Aplicar softwares básicos;
- Fazer esboços e esquemas gráficos;
- Elaborar textos, relatórios e gráficos;
- Identificar equipamentos de água e esgoto;
- Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos.

Bases tecnológicas
- Introdução a Hidrometria;
- Processos de medição de vazão;
- Processos diretos;
- Vertedores;
- Medidores Parshall;
- Determinação de velocidade e vazão em cursos d’água.

Tema transversal: Educação Ambiental


Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

117
Manual de hidráulica AZEVEDO NETTO, José M. de et 8 ed. São Paulo Blucher 1998
al.
Curso de hidráulica NEVES, Eurico T. 6. ed Porto Alegre Globo 1979
Elementos de engenharia GARCEZ, Lucas N. 2. ed. São Paulo Edgard Blücher 1974
hidráulica e sanitária
Comportas hidráulicas ERBISTE, Paulo C. F. 1 ed. Rio de Janeiro Campus Eletrobrás 1987

Unidade Curricular INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS I


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar e compreender as instalações hidrossanitárias, referentes às instalações prediais de água quente e fria, e de águas
pluviais;

Habilidades
- Dimensionar as instalações prediais de água quente e fria, e de águas pluviais, baseando-se nas normas técnicas vigentes;
- Ter noções de materiais empregados e aspectos construtivos das instalações hidráulico-prediais;
- Saber interpretar um projeto hidrossanitário.

Bases tecnológicas
- Dimensionamento das instalações hidráulicas prediais (água fria e água quente): barrilete, prumadas de água fria e instalações
internas até os pontos de utilização; metodologia para preenchimento da planilha de dimensionamento das instalações, com base
na NBR 5626/98; pressões mínimas e máximas em cada ponto de utilização de água; verificação do atendimento à faixa de
pressões (máximas e mínimas) dos pontos de utilização e técnicas de adequação, caso a pressão resultante da planilha esteja
fora dessa faixa; consumo predial de água; dimensionamento dos reservatórios inferior e superior de água potável;
dimensionamento do ramal predial e dos hidrômetros; dimensionamento do conjunto moto-bomba; especificação dos aquecedores
de água.
- Dimensionamento das instalações prediais de águas pluviais com base na NBR 10844/89: delimitação e cálculo das áreas de
contribuição; dimensionamento das calhas; dimensionamento dos condutores horizontais e verticais; noções de aproveitamento de
água da chuva.
Tema transversal: Educação Ambiental
118
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Instalação predial de água fria: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1998.
TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 5.626.
Instalações prediais de águas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1989.
TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
pluviais: NBR 10.844.
Projeto e execução de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1993.
TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
instalações prediais de água
quente: NBR 7.198.
Instalações Hidráulicas BOTELHO, Manoel Henrique Campos & RIBEIRO 3. ed. Blucher 2010.
JR., Geraldo de Andrade
Prediais: Usando Tubos de
PVC E PPR.
Bombas e instalações de Archibald Joseph Macintyre 2. ed., rev. Rio de LTC 2008.
Janeiro
bombeamento.

119
Unidade Curricular LIMPEZA PÚBLICA
Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar, selecionar e classificar Resíduos Sólidos Urbanos.
- Interpretar normas técnicas e legislação referente aos Resíduos Sólidos Urbanos.
- Interpretar planilhas e gráficos de produção e classificação de Resíduos.
- Identificar os materiais componentes de amostras de resíduos.
- Desenvolver estudos preliminares de um sistema de limpeza urbana.
- Identificar equipamentos para coleta, transporte tratamento e destino final dos resíduos.
- Auxiliar na elaboração de projetos de limpeza urbana.

Habilidades
- Auxiliar na elaboração de projetos de limpeza urbana.
- Aplicar técnicas quantitativas e qualitativas para classificação dos Resíduos sólidos.
- Auxiliar no dimensionamento de equipes para execução dos diversos serviços de Limpeza Pública.
- Fiscalizar a execução dos serviços de Limpeza Pública.
- Elaborar planilhas, relatórios e gráficos.
- Interpretar plantas topográficas

Bases tecnológicas
- Origem dos resíduos; Classificação geral conforme a fonte e segundo a ABNT NBR 10004; Sistemas de limpeza pública;
Capinação e roçagem; Varrição de logradouros públicos; Acondionamento; Coleta convencional e Seletiva; Transporte;
Reciclagem; Compostagem; Tratamentos Térmicos; Formas de disposição final dos resíduos: Lixão, aterro controlado, aterro
sanitário; Resíduos de serviços de saúde segundo resoluções ANVISA n°. 306/04 e Resolução CONAMA n°. 358/05; Resíduos
radioativos (lixo atômico).
- Normas de Segurança; EPIs necessários; EPCs necessários; Equipamentos utilizados nos diversos serviços.
- Utilização de aplicativos: Word, Power Point, Excel e Auto CAD;
- Reconhecimento de máquinas e equipamentos utilizados para: Capinação, Varrição, Roçagem, (Coleta Segregação Prensagem,
tratamento, transbordo e destino final do lixo).

Temas transversais: Educação Ambiental


120
Educação para trânsito
Educação em Direitos Humanos

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

FIGUEIREDO, Paulo Jorge Piracicaba - SP


A Sociedade do Lixo UNIMEP 1997
Moraes
Resíduos Sólidos Urbanos: Aterro Sustentável
para Municípios de Pequeno porte. PROSAB CASTILHOS JUNIOR, A. B. 1ª Rio de Janeiro Rima 2003
– Programa de Pesquisa em Saneamento (Coord.).
Básico.
Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos
com ênfase na proteção de corpos d'água:
prevenção, geração e tratamento de lixiviados CASTILHOS JUNIOR, A. B. 1ª Petrópolis - RJ 2006
de aterros sanitários. PROSAB – Programa de
Pesquisa em Saneamento Básico.
Lixo municipal: manual de gerenciamento D’ALMEIDA, M. L. O.; VILHENA, IPT/CEMPR
2ª São Paulo 2000
integrado. A. E
Lei Federal nº 12.305, de 2 de agosto de
2010. Institui a Política Nacional de Resíduos BRASIL 1ª Brasília, DF 2010
Sólidos.
Projeto, Operação e Monitoramento de REICHERT, G. A. 1ª 2007
Aterros Sanitários, (Manual)
NBR 10.004: Resíduos Sólidos - classificação, ABNT – Associação Brasileira de 2ª Rio de Janeiro 2004
2° Normas Técnicas.
NBR 10005: Lixiviação de Resíduos – Método ABNT – Associação Brasileira de 2ª 2004
de Ensaio, Rio de Janeiro, 2004. Normas Técnicas. Rio de Janeiro

121
NBR 10006: Solubilidade de Resíduos – ABNT – Associação Brasileira de 2ª Rio de Janeiro 2004
Método de Ensaio, Rio de Janeiro, 2004 Normas Técnicas.
NBR 10.007: Amostragem de Resíduos ABNT – Associação Brasileira de 2ª Rio de Janeiro 2004
Sólidos Normas Técnicas.
NBR 8849: Apresentação de projetos de ABNT – Associação Brasileira de
aterros controlados de resíduos sólidos Normas Técnicas. Rio de Janeiro 1985
urbanos
NBR 8419: Apresentação de Projetos de ABNT – Associação Brasileira de
Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos Normas Técnicas. São Paulo 1992
Urbanos – Procedimentos.
NBR 13.869: Aterros de resíduos não ABNT – Associação Brasileira de
perigosos - Critérios para projeto, implantação Normas Técnicas. Rio de Janeiro 1997
e operação.
João Pessoa -
Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil LIMA, J.D. 1ª ABES 2003
PB
Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento IPT/ CEMPRE 2º São Paulo – SP 2000
Integrado.
Aterro Sanitário – Planejamento e Operação.
Viçosa, CPT, 2000. 66 p. BORGES, M. E.; LIMA, J. M. S. 1ª Viçosa CPT 2000

Unidade Curricular TOPOGRAFIA


Período letivo: 5ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Interpretar projetos e mapas;
-Interpretar a legislação pertinente;
-Interpretar as normas técnicas;
-Interpretar as convenções do desenho técnico.

Habilidades
- Desenhar a mão livre (croquis);
-Organizar documentos e o espaço de trabalho;
-Estabelecer comunicação interpessoal;
-Elaborar desenhos de projetos usando grafite
122
Bases tecnológicas
Definição de Topografia. A Norma de Execução de Levantamentos Topográficos - NBR 13.133. Contextualização
Geodésia/Topografia. Generalidades. Importância e Divisão da Topografia. Planimetria e Altimetria. Goniologia. Conceito de ângulos.
Unidades angulares. Operações com ângulos Sexagesimais. Ângulos horizontais utilizados em Topografia. Ângulos Irradiados.
Ângulos Externos e Internos. Ângulo de Deflexão. Fechamento Angular Interno e Externo da Poligonal segundo a NBR 13.133.
Análise a partir de Planta Topográfica. Azimute e Rumo. Ângulo Irradiado e Azimute. Orientação de Alinhamento Topográfico:
Orientação Magnética, Verdadeira.
Declinação Magnética. Importância da Altimetria nos aspectos da interpretação do relevo. Nível Aparente (Cota). Nível Verdadeiro
(Altitude). Referência de Nível (RN). Plano de Referência (PR). Curvas de Níveis: Definição. Classificação. Características de
representação das curvas de nível. Interpretação de Curvas de Níveis. Análise a partir de Planta Topográfica. Nomenclaturas
segundo topologia superficial. Traçado de Curvas de Níveis: Método Aritmético (Interpolação). Método de interpolação gráfica, com
diagrama de pontos cotados. Declividade do terreno em Porcentagem (%) e em Grau ( o). Análise da Planta Topográfica e
declividade. Rampas. Cálculos de Rampas. Rampas em Percentagem (%). Traçado de perfis através de Curvas de Níveis.

Tema transversal: Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)


Química Básica (1ª, 2ª, 3ª e 4ª fases)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Exercícios de Topografia BORGES, Alberto de Campos São Paulo Ed. Edgard Blücher 1974.

Curso de Topografia ESPARTEL, Lélis Porto Alegre Ed. Globo 1970


Topografia. CARDÃO, Celso Belo Ed. Globo 1970
Horizonte

123
Caderneta de Campo ESPARTEL, Lélis Porto Alegre Ed. Globo 1970.

UNIDADES CURRICULARES DA 6ª FASE

Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA


Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências

- Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta, e do acesso a informações
e suas intenções;
- Conhecer, por meio da leitura de textos literários do Modernismo e da Literatura Catarinense, os autores representativos do
período, as marcas de estilo e as implicações no tratamento temático consequentes do contexto histórico de produção;
- Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados, em diferentes
esferas de vida social e profissional;
- Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura, da oralidade e da escrita (ortografia, fonética, organização
morfológica e sintática da frase);
- Conhecer as normas estabelecidas para elaboração de projeto de pesquisa e relatório de estágio;
- Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.
Habilidades

- Identificar os autores (e sua produção literária) do período do modernismo e da literatura catarinense;


- Analisar textos de autores modernistas e da literatura catarinense, identificando as características;
- Ler textos diversos, reconhecendo a intertextualidade, percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos
contextos histórico-sociais;
- Elaborar textos de diversos gêneros;
- Elaborar o relatório de estágio obedecendo às normas vigentes;
- Aplicar, nas produções textuais, as regras de regência verbal e nominal;
124
- Compreender o fenômeno da crase e aplicar na produção escrita

Bases tecnológicas

Modernismo de 30 e poesia; literatura catarinense; leitura de textos variados – debates; sintaxe de regência; crase; colocação
pronominal; sintaxe do período composto; coesão e coerência; textos técnicos; produções textuais para concursos; cartas
argumentativas; a leitura, a escrita e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais.

Temas transversais: Processo de Envelhecimento Respeito e Valorização do Idoso.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Manual de elaboração de Eliane Salete Bareta gonçalves [Link] Florianópolis CEFETSC 2002
relatório de estágio Lurdete Cadorin Biava
Textos: leituras e escritas Ulisses Infante São Paulo Scipione 2005
Português: linguagens William Roberto Cereja [Link] São Paulo Atual 2005
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, gramática, Leila Lauar Sarmento [Link] São Paulo Moderna 2004
produção de texto Douglas Tufano
Português: literatura, gramática, Maria luiza Abaurre [Link] São Paulo Moderna 2004
produção de texto Marcela Nogueira Pontara
Tatiana fadel
125
Português: de olho no mundo do Ernani Terra [Link] São Paulo Scipione 2005
trabalho José de Nicola

Unidade Curricular EDUCAÇÃO FÍSICA


Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
*
Competências Modalidade: BB, CF, F7, FS, HB, GIN, VB
Propiciar, através da atividade física, aquisição de hábitos e atitudes que contribuam para o aprimoramento das capacidades
físicas , intelectuais, morais e sociais do educando,aspectos fundamentais para a compreensão do ser humano enquanto produtor
de cultura.

Habilidades
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais.
- Refletir sobre as informações especifica da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa, na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão.
- Compreender o funcionamento do organismo humano, de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as
como recurso para a melhoria de suas aptidões físicas.
- Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e frequência aplicando-as em suas práticas corporais
- Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las em bases científicas,
adotando uma postura autônoma de seleção de atividades e procedimentos na manutenção e aquisição da saúde.
- Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas e consciente da importância delas na vida do cidadão.
Bases tecnológicas
- Principais lesões no esporte – como identificar e os primeiros cuidados
- Fundamentos básicos da modalidade
- Nutrição e atividade física para a qualidade de vida
- Esportes olímpicos

126
*
Legenda: Modalidades:BB = Basquetebol,;CF = Condicionamento Físico; F7 = Futebol Sete; FS = Futebol de Salão;HB =
handebol; GIN = Ginástica; VB = Voleibol

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional:


Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de basquetebol Rio de Janeiro Sprint 2011
BASQUETEBOL
Basquetebol: origem e
DAIUTO, Moacir. São Paulo Iglu 1991
evolução
Táticas: futebol, basquete, Nelsinho´s
BAPTISTA JÚNIOR, Nélson. São Paulo
futsal, handebol, vôlei Sports
Atividade física, saúde e BERNARDELLI JÚNIOR, Rinaldo; Gráfica e Ed.
Andirá (PR) 2008
educação: perspectivas MERÉGE, Sonia Regina Leite. Godoy
Atividade física e saúde:
Florianópolis Ed. da UFSC
intervenções em diversos DUARTE, Maria de Fátima da Silva. 2009
Salvador Ed. da UNEB
contextos
Fisiologia do Exercício - GUANABARA
Nutrição, Energia e William D. Macardle 7ª ed. Rio de Janeiro KOOGAn 2011
Desempenho Humano
Futsal: Apontamentos
Autores
Pedagógicos na Iniciação e na SANTANA, W. C. São Paulo. 2003
Associados
Especialização.

Futebol, Regras e Legislação Franciscon, M. 14ª ed. São Paulo

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras oficiais de handebol Rio de Janeiro Sprint 2004.
HANDEBOL.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
Regras Oficiais de Voleibol Ed. 005 Rio de Janeiro Sprint 2005
VOLLEYBALL.

127
Educação Física da Pré-escola
BORSARI, José Roberto. São Paulo EPU 1980
à Universidade
Fundamentos Pedagógicos – Ao Livro
FARIA JÚNIOR, Alfredo Gomes de. Rio de Janeiro 1986
Educação Física Técnico
O Ensino da Educação Física
– Uma abordagem didático- HURTADO, J. Porto Alegre Prodil 1988
metodológica.
Avaliação em Educação Física:
Aspectos Biológicos e KISS, Maria Augusta Peduti Dal'Molin. São Paulo Manole 1987
Educacionais

Unidade Curricular MATEMÁTICA


Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar formas adequadas para descrever e representar dados numéricos e informações de natureza social, econômica, política,
científico-tecnológica ou abstrata;
- Ler e interpretar dados e informações de caráter estatístico apresentados em diferentes linguagens e representações, na mídia ou
em outros textos e meios de comunicação;
- Obter médias e avaliar desvios de conjuntos de dados ou informações de diferentes naturezas.
- Compreender e emitir juízos sobre informações estatísticas de natureza social, econômica, política ou científica apresentadas em
textos, notícias, propagandas, censos, pesquisas e outros meios.
- Dominar os conceitos básicos sobre polinômios e equações polinomiais, pois esse tema possui aplicação de grande abrangência
em diversas áreas tecnológicas.
- Identificar regularidades para estabelecer regras e propriedades em processos nos quais se fazem necessários os processos de
contagem;
- Identificar dados e relações envolvidas numa situação-problema que envolva o raciocínio combinatório, utilizando os processos de
contagem.
Habilidades

128
- Coletar, organizar e analisar informações;
- Reconhecer, representar, construir e aplicar conceitos de população e mostra e, freqüência;
- Distribuir frequência, histograma e polígonos de frequência
- Calcular média aritmética, mediana, moda, desvio padrão e médio e variância;
- Identificar amostras, tabelas e gráficos;
- Representar distribuição de freqüência;
- Reconhecer medidas de posição e medidas de dispersão;
- Identificar e efetuar operações de probabilidade.
- Reconhecer, classificar e determinar grau de polinômio;
- Determinar o valor numérico de polinômios;
- Efetuar operações entre polinômios;
- Estabelecer relações entre coeficientes e restos em divisão de polinômios por polinômio de 1º grau;
- Aplicar os teoremas do resto, o dispositivo de Briott-Ruffini, o teorema fundamental da álgebra e as relações de Girard;
- Identificar as raízes de polinômios e usá-las na fatoração dos mesmos;
- Empregar as relações de GIRARD na determinação das raízes;
- Determinar raízes racionais.
- Conhecer a teoria de Contagem e Identificar o Princípio fundamental da Contagem;
- Entender a permutação Simples e permutação com elementos repetidos;
- Conhecer Arranjos e combinações;
- Diferenciar Arranjos, Permutações e Combinações.
Bases tecnológicas
Coleta, organização e análise de informações; Reconhecimento, representação, construção e aplicação de conceitos de população e
mostra e, freqüência; Distribuição de frequência, histograma e polígonos de freqüência; Cálculo de média aritmética, mediana, moda,
desvio padrão e médio e variância; Realização de operações de adição, subtração, multiplicação e divisão entre polinômios;
Aplicação dos teoremas do resto, o dispositivo de Briott-Ruffini, o teorema fundamental da álgebra e as relações de Girard;
Determinação das raízes de uma equação algébrica e suas multiplicidades; Desenvolvimento da teoria de Contagem e Identificação
do Princípio fundamental da Contagem; Principio Fundamental de Contagem e conceito de fatorial; Permutação Simples e
permutação com elementos repetidos; Arranjos e combinações.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação
129
Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Matemática, Ensino Médio Gelson Iezzi volume São Paulo Atual 2002
único,
4ª ed
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 02 São Paulo FTD 2010
Novo Olhar da Matemática Joamir Roberto de Souza Vol 03 São Paulo FTD 2010
Matemática Fundamental: José Ruy Giovanni, José volume São Paulo FTD 2002
Uma nova abordagem Roberto Bonjorno e José único.
Ruy Giovanni Jr. 1ª ed
Estatística Aplicada às Pedro A. Barbeta 4ª ed. Florianópolis Editora da UFSC 2001
Ciências Sociais Revisa
da

Unidade Curricular HISTÓRIA


Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos;
Reconhecer os diversos momentos culturais relacionados a história da América;
Comparar problemas atuais e de outros momentos históricos;
Produzir textos a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso histórico;
Posicionar-se diante dos fatos atuais de forma crítica e autônoma;

Habilidades
Compreender os conceitos de cultura;
Conhecer o conceito de sociedade primitiva e sociedade civilizada;
Ler fontes históricas diversas;
Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos trabalhados;
Debater defendendo argumentativamente as ideias.
130
Bases tecnológicas
Situar historicamente o continente americano;
Conceito de cultura e sociedade primitiva e civilizada;
História e Cultura indígena
História e Cultura afro-americana e afro-brasileira
A América com os europeus;
Mentalidade europeia moderna;
América e sua diversidade cultural.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
História temática: diversidade Montellato, Cabrini e Catelli 1ª São Paulo Scipione 2000
cultural
Os conquistadores do Pacífico Carnac, Pierre 1ª São Paulo DIFEL 1977
Dialética da Colonização BOSI, Alfredo 1ª São Paulo Cia das Letras 1997
A Descoberta do Homem e do NOVAES, Adauto (org.) 1ª São Paulo Cia das Letras 1998
Mundo
O Pensamento Mestiço GRUZINSKI, Serge 1ª São Paulo Cia das Letras 2001
Casa-Grande e Senzala FREYRE, Gilberto 50ª São Paulo Global 2005

Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
A escravidão no Brasil Jaime Pinsky. 21ª São Paulo Contexto 2011
História moderna e ELLO, Leonel Itaussu A. 5ª São Paulo Scipione 1995
contemporânea
História da América Barreto, Heródoto 2ª Saraiva São Paulo 1999

131
Unidade Curricular GEOGRAFIA
Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Reconhecer e elaborar esquemas de investigação que desenvolvam a observação dos processos de formação do território
brasileiro, tendo em vista as relações de trabalho, a incorporação de técnicas e tecnologias e o estabelecimento de redes sociais;
Compreender que os usos do território brasileiro pela comunidade humana têm implicado desequilíbrios socioambientais e
desagregação de ecossistemas;
Identificar o Brasil como um país de economia emergente - BRICS e os desafios frente à implantação da UNASUL.

Habilidades
Entender a classificação do Brasil como país emergente periférico e o processo histórico responsável por essa situação;
Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações sociais, econômicas, culturais e políticas no espaço geográfico brasileiro,
a partir da nova ordem mundial.

Bases tecnológicas
Caracterização do espaço geográfico brasileiro;
A economia brasileira: dos espaços pré-industriais a industrialização no Brasil;
O espaço agrário brasileiro;
Os Complexos Regionais;
A modernização do Brasil frente aos blocos econômicos.

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional


Processo de Envelhecimento, Respeito e Valorização do Idoso
Educação Ambiental
Educação para Trânsito
Educação em Direitos Humanos

132
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Geografia para o ensino médio: MOREIRA, João Carlos; SENE, 2ª São Paulo Scipione 2002
Geografia geral e do Brasil. Eustáquio
Brasil: Território e Sociedade SANTOS, Milton 9ª São Paulo Record 2006
no Início do século XXI.
Geografia- Ensino Médio – Vol. VESENTINI, José William São Paulo Ática 2003
Único.

Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Da Geografia que se ensina a PEREIRA, Raquel Maria Florianópolis Editora da UFSC 1989
gênese da Geografia moderna. Fontes do Amaral

Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA


Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Analisar a desigualdade como fenômeno social derivado do modo como os homens se organizam historicamente para produzir e
reproduzir sua existência.
- Analisar os movimentos sociais como expressão das lutas entre classes e grupos sociais na vida em sociedade, em diferentes
tempos históricos.
- Relacionar a complexificação das relações sociais e da divisão social do trabalho no capitalismo com o aumento das
133
desigualdades sociais.
- Distinguir as diversas formas históricas de hierarquização da sociedade, baseadas em relações sociais de apropriação
econômica e dominação política.
- Compreender o preconceito e ideologias racistas como ideias justificadoras de relações de exploração e de dominação entre
países, classes e grupos sociais.
- Estabelecer relações entre os processos de desenvolvimento das desigualdades sociais no Brasil e na América Latina e o modo
como essas desigualdades manifestam-se em sua vivência prática.
- Entender os movimentos sociais como processos de lutas sociais voltadas para a transformação de condições existentes na
realidade social, de carências econômicas e/ou opressão sociopolítica e cultural.
- Compreender que os movimentos sociais não surgem espontaneamente, mas são organizações resultantes das ações humanas
na história.
- Relacionar os diversos movimentos sociais e seus fundamentos ideológicos com a origem de classe de seus participantes.

Habilidades
- Conceituar desigualdades sociais, contrapondo as interpretações do pensamento liberal clássico àquelas derivadas da crítica à
sociedade capitalista, expressas pelos chamados socialistas utópicos e desenvolvidas pelo marxismo.
- Verificar como se manifestam as desigualdades sociais em diferentes épocas históricas e em modos de produção e de
organização social diversas.
- Tratar as diversas manifestações do preconceito como construções sociais, resultantes de relações sociais de dominação em
cada tempo histórico.
- Explicitar as relações e condições sociais que produziram historicamente a realidade de concentração da riqueza e de
desigualdade social no Brasil e na América Latina.
- Conceituar os movimentos sociais, explicitando sua vinculação com as relações conflituosas entre classes e grupos sociais, nas
cidades e no campo.
- Analisar em que medida os movimentos sociais ou as organizações populares podem redefinir o papel do Estado.
- Explicitar o processo de organização do movimento operário desde as primeiras décadas do século XIX, enquanto movimento
social clássico.
- Identificar os movimentos sociais contemporâneos como representativos de diferentes camadas e segmentos sociais,
mobilizados em torno de questões ambientais ou fatores de gênero, etnicidade, preferências sexuais etc.
- Verificar como se organizam os movimentos sociais urbanos e rurais no Brasil e na América Latina.

134
Bases tecnológicas
UNIDADE I: AS DESIGUALDADES SOCIAIS
1. Conceito de desigualdade social
1.1 – Concepções liberais de desigualdade social
1.2 – A crítica socialista da desigualdade social
2. As formas históricas da desigualdade social
2.1 - As castas como uma das modalidades de formação social pré-capitalista
2.2 – Os estamentos na sociedade feudal
2.3 – As classes sociais na sociedade moderna
3. Preconceito e desigualdade social
3.1 – As diversas manifestações do preconceito – contra afro-descendentes, indígenas, mulheres, homossexuais etc.
3.2 - As classificações raciais como fundamento ideológico das relações de dominação entre povos e classes sociais.
4. As desigualdades sociais no Brasil e na América Latina.
UNIDADE II: OS MOVIMENTOS SOCIAIS
Principais conceitos trabalhados: movimentos sociais; sociedade civil.
1. Conceito de movimentos sociais.
- Relação com as classes sociais e com o Estado.
– Os movimentos sociais rurais e urbanos
2. Movimentos sociais clássicos
3. Os movimentos sociais contemporâneos
4. Os movimentos sociais no Brasil e na América Latina
– O movimento operário e as lutas por igualdade social
– A luta pela posse da terra no Brasil: as Ligas Camponesas e o MST
– Os movimentos campesinos e indígenas na América Latina

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Sociologia para o ensino Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010
médio.
O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994

135
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa 2ª São Paulo Moderna 2000
da Sociedade.
Sociologia Crítica Pedrinho Guareshi 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000
Um toque de clássicos Tânia Quintaneiro; Maria Ligia de 2ª Belo Horizonte Editora UFMG 2003
Oliveira Barbosa; Márcia Gardência
Monteiro de Oliveira

Unidade Curricular ANÁLISES BACTERIOLÓGICAS DE ÁGUAS E EFLUENTES (ABAC)


Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Desenvolver no aluno habilidades manipulativas num laboratório de bacteriologia, conhecendo os fundamentos da microbiologia
aplicada às análises de águas e efluentes;
- Avaliar e interpretar as ordens de grandeza e significância dos resultados numéricos;
- Desenvolver a capacidade de preparação de amostras e matérias para análises bacteriológicas;
- Desenvolver a capacidade de análise de parâmetros bacteriológicos para avaliação de água tratada, efluentes e balneabilidade,
através de análises, tubos múltiplos, membrana filtrante;
- Relacionar os resultados analíticos com a legislação brasileira vigente para água tratada para consumo humano, balneabilidade e
lançamento de efluentes.
Habilidades
- Despertar o raciocínio lógico, a metodologia científica de trabalho e o senso de observação crítica;
- Elaborar relatórios, laudo técnicos e gráficos;
- Usar unidades métricas e algarismos significativos de forma correta;
- Reconhecer vidrarias e equipamentos do laboratório de bacteriologia;
- Utilizar adequadamente vidrarias e aparelhos laboratoriais;
- Aplicar técnicas de análise qualitativa e quantitativa para águas tratadas, efluentes e mananciais;
- Interpretar os resultados obtidos nas análises realizadas, sendo capaz de relacionar os resultados experimentais com valores
relatados na literatura e/ou na legislação brasileira vigente.

136
Bases tecnológicas
Segurança em Laboratórios: Normas de segurança em laboratórios de bacteriologia; Noções de biossegurança. Laboratório de
Bacteriologia: Apresentação dos equipamentos; Métodos de esterilização; Preparação de matérias para esterilização. Análises
Bacteriológicas de Potabilidade: Importância da realização de análises bacteriológicas para controle de: potabilidade; Técnicas de
coleta; Normas técnicas e legislação. Análise - Tubos Múltiplos: Princípios do método; Composição, funcionamento e preparação dos
meios de cultura: Caldo Lauril triptose; Caldo Verde Brilhante; Caldo EC; Coleta de amostra tratada e inoculação; Leitura e
interpretação dos resultados de NMP; Elaboração de plano de monitoramento de uma rede. Análise- Contagem de Bactérias
Heterotróficas: Princípios do método; Composição, funcionamento e preparação do meio de cultura; Coleta de amostra tratada e
inoculação; Leitura e interpretação dos resultados. Análise- Membrana Filtrante: Princípios do método; Composição, funcionamento e
preparação dos meios de cultura; Preparação de materiais para análise; Coleta de amostra tratada e inoculação; Leitura e
interpretação dos resultados. Análise- Substrato Cromogênico: Princípios do método Colilert; Composição, funcionamento e
preparação dos meios de cultura; Acompanhamento da metodologia em empresa de saneamento. Planos de Monitoramento:
lançamentos e balneabilidade: Conceitos; Metodologias: análises e coleta; Elaboração de um plano de monitoramento de um
manancial: avaliação de lançamento ou balneabilidade; Preparação das análises e materiais de coleta; Coleta em campo; Realização
das análises; Interpretação dos resultados conforme legislação lançamentos; Interpretação dos resultados conforme legislação
Balneabilidade; Elaboração do relatório.

Temas transversais: Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
São Paulo:
Introdução à Engenharia Ambiental BRAGA, Benedito et al. 2a Ed. São Paulo Pearson Prentice 2010
Hall
Manual Prático de Análise de Água Brasil, Ministério da Saúde Brasília FUNASA 2006

137
Rio de
Introdução à Engenharia Ambiental MOTA, Suetônio ABES 1997
Janeiro
Pearson Education 2009
Microbiologia – Conceitos e Aplicações PELCZAR, Michael J. et al 2a Ed. São Paulo do Brasil

Bibliografia Complementar

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


American Public Health
Standard Methods for the Examination of Water Association, American Water 22ª Ed. Washington Washington 2012
and Wastewater Works Association, Water
Enviromental Federation

Unidade Curricular DESENHO AUXILIADO POR COMPUTADOR I (CAD1)


Período letivo:
6ª Fase Carga Horária : 40 horas
Competências
Elaborar desenho arquitetônico com todos os seus componentes gráficos em duas dimensões;
Configurar o CAD para imprimir.

Habilidades
 Desenhar componentes gráficos de projetos sanitários básicos em duas dimensões utilizando CAD.
 Configurar a impressão dos desenhos feitos em CAD.
 Interpretar projetos.

Bases tecnológicas
Introdução ao software: apresentação da tela e funções do mouse, comandos iniciais, coordenadas, comandos de visualização
iniciais, comandos de precisão, layers e suas ferramentas; Elaboração de desenhos para aplicar os comandos de desenho,
modificação, precisão, visualização, cotas, textos, blocos; Iniciação a softwares de apoio ao desenho; Métodos de impressão:
escalas de desenho no CAD, configuração de espessuras de linhas, configuração de impressão, testes de impressão para aferição;
Interpretação de projetos.

138
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
AutoCAD 2011: utilizando BALDAM, Roquemar de Lima 1ª São Paulo Érica 2011
totalmente
Aprendendo AutoCAD SILVEIRA, Samuel João da 1ª Florianópolis Visual 2008
2008:simples e rápido Books
Aprendendo AutoCAD SILVEIRA, Samuel João da 1ª Florianópolis Visual 2011
2008:simples e rápido Books

Unidade Curricular INSTALAÇÕES HIDROSANITARIAS II


Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40horas
Competências
- Identificar e compreender as instalações hidrossanitárias prediais, referentes às instalações prediais de esgotamento sanitário e
caixas de gordura;
- Identificar, compreender a dinâmica de funcionamento e aplicação dos principais tipos de tratamento individual e destinação final
dos esgotos sanitários (tanque séptico, filtro anaeróbio, clorador, sumidouro e valas de infiltração).
Habilidades
- Dimensionar as instalações prediais de esgotamento sanitário e caixas de gordura, baseando-se nas normas técnicas vigentes;
- Dimensionar, desenhar e ter noções de construção, operação e manutenção dos principais tipos de tratamento individual e
destinação final dos esgotos sanitários (tanque séptico, filtro anaeróbio, clorador, sumidouro e valas de infiltração), baseando-se
nas normas técnicas vigentes;
139
- Locar o sistema de tratamento individual de esgoto no terreno: desenho em planta, respeitando as distâncias mínimas previstas
em norma.
- Ter noções de materiais empregados e aspectos construtivos das instalações prediais de esgoto sanitário e tratamento individual;
- Saber interpretar um projeto hidrossanitário, relativamente às instalações de esgotamento sanitário, caixas de gordura e tratamento
individual de esgoto.

Bases tecnológicas
Dimensionamento das instalações prediais de esgoto sanitário com base na NBR 8160/99: ramais de esgoto; tubos de queda; tubos
de gordura; caixas de gordura; colunas de ventilação; e coletores e subcoletores prediais; Conceito de sistemas de tratamento
individual de esgoto; Normas técnicas aplicáveis da ABNT; Cálculo da população de projeto; Tanques sépticos: funcionamento,
dimensionamento, geometria e desenho, baseando-se na ABNT NBR 7229/93; Filtros Anaeróbios: funcionamento,
dimensionamento, geometria e desenho, baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Cloradores: funcionamento, dimensionamento,
geometria e desenho, baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Ensaio de percolação no solo: determinação da capacidade de
percolação do solo, baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Sumidouros: funcionamento, dimensionamento, geometria e desenho,
baseando-se na ABNT NBR 13969/97; Valas de infiltração: funcionamento, dimensionamento, geometria e desenho, baseando-se
na ABNT NBR 13969/97; Locação do sistema de tratamento individual de esgoto no terreno: desenho em planta, respeitando as
distâncias mínimas previstas em norma.

Tema transversal: Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Projeto, construção e ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de Janeiro ABNT 1993.
operação de sistemas de NORMAS TÉCNICAS (ABNT).
tanques sépticos: NBR
7.229.
140
Tanques sépticos – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de Janeiro ABNT 1997.
Unidades de tratamento NORMAS TÉCNICAS (ABNT).
complementar e disposição
final dos efluentes líquidos –
Projeto, construção e
operação: NBR 13.969.
Instalação predial de esgoto ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de Janeiro ABNT 1999.
sanitário: NBR 8.160. NORMAS TÉCNICAS (ABNT).
Instalações Hidráulicas BOTELHO, Manoel Henrique 3. ed. Blucher 2010.
Prediais: Usando Tubos de Campos & RIBEIRO JR., Geraldo
PVC E PPR. de Andrade
Lodo de fossa e tanque Cleverson Vitorio Andreoli Rio de Janeiro ABES (Projeto 2009.
séptico: caracterização, (Coord.). PROSAB)
tecnologias de tratamento,
gerenciamento e destino
final.

Unidade Curricular RESÍDUOS ESPECIAIS


Período letivo: 6a fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado. Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários,
esquemas e gráficos. Interpretar legislação e normas técnicas. Identificar os materiais e sistemas construtivos. Identificar materiais e
técnicas que causem agressão ao meio ambiente. Identificar métodos construtivos. Capacitar o aluno a inserir os resíduos sólidos
especiais como integrante na problemática ambiental e social. Conhecer os diferentes tipos de resíduos especiais, a legislação atual,
sua classificação, possibilidades de gerenciamento adequado e desafios tecnológicos a serem superados. Entender a logística de
armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final de Resíduos Especiais.

Habilidades
- Fazer esboços e esquemas gráficos.
- Elaborar estudos na forma de textos, relatórios e gráficos.
- Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental relacionadas aos resíduos especiais
- Fazer vistoria técnica para avaliações das diversas técnicas de disposições, como para serviços funerários, resíduos de serviço de
141
saúde, da construção civil, pneus, resíduos de laboratórios analises bacteriológicas e físico-químicas, etc.
- Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos.
- Desenvolver memoriais, específicos e projetos executivos.

Bases tecnológicas
1. Origens e fontes geradoras de Resíduos Especiais como: resíduos da construção civil, resíduos químicos de laboratórios,
pneus, pilhas e baterias, lâmpadas, resíduos funerários, entre outros. Classificação normativa.
2. Aspectos legais e institucionais dos resíduos especiais.
3. Reaproveitamento, Tratamento e Disposição final: Procedimentos especiais para o manejo e destinação, considerando os
impactos negativos e os riscos à saúde e ao meio ambiente causado por resíduos especiais.
4. Existência do homem na terra, sua trajetória e dilema frente sua morte; Homem e natureza, consciência e inconsciência, a
visão sob o posto de vista do existir e do morrer de cada pólo; A visão das religiões sobre a vida, a morte e o pós-morte; Os
cemitérios como integrantes no quadro de dificuldades socioambientais e urbanas; Identificação dos diversos tipos de resíduos
funerários, em especial os cadavéricos, sua toxidade, letalidade e técnicas para seu equacionamento;
5. Identificação das diversas técnicas para as disposições cadavéricas humanas (necrópoles), equipamentos, tipos, vantagens e
desvantagens de cada uma; Identificação a necessidade da educação funerária com vista a participar da complexidade dos
serviços funerários, em especial ao se optar pelo tipo de técnica para disposição final do corpo humano morto.

Temas transversais: Educação Ambiental,


Educação em Direitos Humanos,
Processo de Envelhecimento, Respeito e Valorização do Idoso

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

142
Panorama dos Resíduos Sólidos no Associação Brasileira De Empresas ABRELPE São Paulo <[Link] 2011
Brasil De Limpeza Pública E Resíduos [Link]/downlo
Especiais (ABRELPE) ads/Panorama20
[Link]>
Pesquisa Nacional de Saneamento IBGE – Instituto Brasileiro de São Paulo Disponível em: 2010
Básico 2008. Geografia e Estatística <[Link]
[Link]>.
GRIPPI, Sidney. Rio de Interciência 2001
Lixo – Reciclagem e sua história. Janeiro:

Utilização de lodo de estações de Prim, Elivete Carmen Clemente Florianópolis Tese (doutorado) 2011
tratamento de água e esgoto como UFSC, Centro
material de Cobertura de aterro tecnológico,
Programa de
sanitário Pós-graduação
em Engª
Ambiental
NBR 10004: Classificação de ABNT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA ABNT Rio de 2004
Resíduos sólidos. DE NORMAS TÉCNICAS. Janeiro
Guia da coleta seletiva de lixo VILHENA, André (org) CEMPRE São Paulo CEMPRE 1999

Gestão de Resíduos Sólidos: O caso ATYEL, S. O. Disponível: Porto Alegre


das Lâmpadas <[Link]
Fluorescentes (dissertação). [Link]>

Fronteiras Internas: Urbanização e ARAÚJO, Hermetes Reis de. 20ª Florianópolis Letras 1999
Saúde Pública em Florianópolis Contemporâneas
Os serviços funerários na organização SILVA, Dalton da. Florianópolis Tese de 2002
do espaço e na qualidade Doutorado em
socioambiental urbana: uma Engenharia de
contribuição ao estudo das Produção. UFSC.
alternativas para as disposições finais
funerárias na Ilha de Santa Catarina.
Ecossistêmica: Uma Abordagem BRANCO, Samuel Murgel. São Paulo Edgard Blucher 1999
Integrada dos Problemas do Meio Ltda.
Ambiente

143
Qualidade de Vida e Cidadania: A CECCA – Centro de Estudos Cultura Florianópolis Cidade Futura 2001
Construção de Indicadores Sócio e Cidadania.
Ambientais da Qualidade de Vida em
Florianópolis.
Antes que a Natureza Morra: por uma DORST, Jean São Paulo Edgard Blüchers. 1973
Ecologia Política
. O Saneamento em Dois Tempos: RAMOS, Átila Alcides Florianópolis Artgraf 1984
Desterro.
Memória do Saneamento RAMOS, Átila Alcides. Florianópolis Artgraf. 1986
Desterrense.
Projeto de captação de água de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1992.
superfície para abastecimento público NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12213

Unidade Curricular SISTEMAS DE ÁGUA I


Período letivo: 6a fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado.
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos.
- Interpretar legislação e normas técnicas.
- Interpretar projetos e cartas.
- Identificar os materiais e sistemas construtivos
- Desenvolver estudos preliminares de projetos.
- Organizar em formato gráfico, esboços, anteprojetos e croquis.
Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.
- Assessorar na implementação de metodologias e tecnologias de sistemas de água.
- Assessorar na operação e manutenção de sistemas de saneamento.
Habilidades
Aplicar softwares básicos.
Fazer esboços e esquemas gráficos.
Desenhar à mão livre (croqui).
Elaborar textos, relatórios e gráficos.
144
Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental.
Fazer vistoria técnica para avaliações.
Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas.
Realizar práticas de conservação da água.
Interpretar cartas topográficas.
Identificar equipamentos de água
Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos.
Desenvolver memoriais, especificações e projetos executivos.
Extrair dados de mapas e tabelas.
Identificar fontes de degradação naturais dos recursos hídricos.
Avaliar processos naturais de depuração de cursos d’água.
Acessar, consultar bancos de dados sobre legislação ambiental.
Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos.
Fiscalizar e supervisionar a execução de obras de saneamento
Bases tecnológicas
- Simbologias e convenções técnicas.
- Etapas de desenvolvimento de projeto.
- Representações gráficas.
- Problemas ambientais de origem antrópica.
- Normas técnicas.
- Mananciais de água.
- Sistemas de captação, adução.
- Dimensionamento de instalações.
- Especificações de máquinas e equipamentos.
- Sistemas e processos construtivos.
- Projetos e obras de sistemas de saneamento.
- Operação e manutenção de sistemas de saneamento.

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional:


Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)

145
Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Técnicas de abastecimento e AZEVEDO NETO, J. M. CETESB 1987
tratamento de água – Volume
1.
Hidráulica Urbana. Sistema de MARQUES, J. A. S. & SOUZA, J. O. 1a ed. Universidade
Abastecimento de Água. de Coimbra.
Cadastro de sistema de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
abastecimento de água: NBR TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
12586.
Projeto de distribuição de água ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1994
para abastecimento público: TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12218
Projeto de sistema de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
bombeamento de água para TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento público: NBR
12214
Projeto de adutora para ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
abastecimento público. NB 591 TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
Estudo de concepção de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
sistemas públicos de TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento de água. NBR
12211
Projeto de captação de água de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
superfície para abastecimento TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
público NBR 12213

Unidade Curricular TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Período letivo: 6ª Fase Carga Horária: 40 horas

146
Competências
 Conhecer e interpretar a legislação e as normas técnicas;
 Identificar os serviços de levantamentos topográficos necessários para execução da obra;
 Interpretar as convenções do desenho técnico;
 Interpretar os projetos e orçamentos, cronogramas e especificações;
 Organizar o fluxo de material, equipamentos e ferramentas;
 Selecionar os critérios de conformidade para o recebimento de materiais;
 Locar obras e identificar os marcos referenciais para locação e nivelamento;
 Analisar o funcionamento dos dispositivos de proteção e segurança coletiva e individual;
 Conhecer os procedimentos de segurança no trabalho da construção civil;
 Conhecer os materiais e sistemas construtivos;
 Normas técnicas;
 Normas das concessionárias de serviços públicos;
 Organização do trabalho no canteiro;
 Locação de obras;
 Segurança e higiene do trabalho;
 Códigos e posturas locais;
 Materiais e técnicas construtivas;
 Dimensionamento de construções e instalações provisórias;
 Máquinas e equipamentos;
 Relacionamento humano;
 Seqüência e etapas construtivas;
 Técnicas de conservação de obras;

Habilidades

 Elaborar relatórios;
 Executar a programação de serviços;
 Organizar e controlar o suprimento de materiais e equipamentos;
 Conduzir a execução de serviços;
 Estabelecer comunicação interpessoal;
147
Bases tecnológicas

 Normas técnicas;
 Normas das concessionárias de serviços públicos;
 Organização do trabalho no canteiro;
 Locação de obras;
 Segurança e higiene do trabalho;
 Códigos e posturas locais;
 Materiais e técnicas construtivas;
 Dimensionamento de construções e instalações provisórias;
 Máquinas e equipamentos;
 Relacionamento humano;
 Seqüência e etapas construtivas;
 Patologia das construções;
 Técnicas de conservação de obras;
 Geotecnia;

Tema transversal: Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)


MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Tecnologia, gerenciamento e Ercio Thomaz SP Pini Ltda 2001
qualidade na construção.
Qualidade na Aquisição de materiais CTE, 1ª SP Pini Ltda 2002
e execução de obras Sebrae/SP, SindusCon/S
P

148
NR-18 - Manual de aplicação José Carlos de A. SP Pini Ltda 1998
Sampaio
Caderno de encargos Milber F. Guedes 4ª SP Pini Ltda 2004
Manual Prático de Terraplenagem Isaac Abram 1ª SP Pini Ltda 2000
Manual de Argamassas e Antonio J. S. I. Fiorito 1ª SP Pini Ltda 2005
Revestimentos
20 Etapas da Construção Civil Fernando Ricardo Santos Livros Técnicos e
Mangil Científicos Editora S.A.
Manual Prático do Construtor e Rino Vigorelli Hemus Livraria Editora
mestre de Obra Ltda
Materiais de Construção L.A. Falcão Bauer Livros Técnicos e
Científicos Editora S.A.
Prática das Pequenas Construções Alberto de Campos Edgard Blucher Ltda
Borges
Manual do Construtor João Baptista Globo
Manual do Construtor Engo Roberto Chaves Ediouro
O Edifício até sua cobertura Hélio de Azevedo 2ª Edgard Blucher Ltda 1997
Como evitar erros na construção Ernesto Rippir Pini Ltda
Mecânica dos Solos Homero Caputo
Manual do Engenheiro Globo
Revista Téchne Pini Ltda
Revista Arquitetura e construção Abril

UNIDADES CURRICULARES DA 7ª FASE

Unidade Curricular PORTUGUÊS E HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA

149
Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências

- Conhecer os mecanismos da língua portuguesa para ampliar as possibilidades de uso da norma culta, e do acesso a informações
e suas intenções;
-A leitura e as possibilidades de intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais;
- Desenvolver a eficiência comunicativa para tornar-se um leitor e um produtor eficiente de textos diversificados, em diferentes
esferas de vida social e profissional;
- Ampliar o domínio da língua padrão por meio da prática da leitura, da oralidade e da escrita (ortografia, fonética, organização
morfológica e sintática da frase);
- Conhecer as normas estabelecidas para elaboração de projeto de pesquisa e relatório de estágio;
-Refletir sobre temas relacionados à ética, a pluralidade cultural, o meio ambiente, saúde e orientação sexual através de leituras,
debates e produção textual.
- Identificar os autores (e sua produção literária) de literatura em língua portuguesa produzida na África e de afro-brasileiros e de
temática relacionada à construção da identidade cultural e social do negro, do índio e de outras minorias étnicas no Brasil;
- Analisar textos de autores contemporâneos africanos (em português) e afro-descentes.

Habilidades
- Elaborar textos técnicos;
- Elaborar cartas argumentativas ;
- Aplicar os conhecimentos gramaticais estudados até a 6ª fase nas produções orais e escritas, respeitando as especificidades e
adequações a cada contexto de produção;
-Ler textos diversos, reconhecendo a intertextualidade, percebendo as inferências e estabelecendo comparações com os diversos
contextos histórico-sociais;
-Elaborar textos de diversos gêneros;
- Elaborar o relatório de estágio obedecendo às normas vigentes.

Bases tecnológicas
Estudo dos textos técnicos; cartas argumentativas; produções textuais de gêneros diversos; estudo da literatura contemporânea;
coesão e coerência; gêneros textuais: textos técnicos; produções textuais para concursos; a leitura, a escrita e as possibilidades de
intertextualidade e inferências entre os vários contextos histórico-sociais. Literatura africana escrita em português e de temática
relacionada à construção da identidade cultural e social do negro, do índio e de outras minorias étnicas no Brasil.
150
Temas transversais: Educação para o trânsito

Pré-requisitos (quando houver)

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Manual de elaboração de Eliane Salete Bareta Gonçalves [Link] Florianópolis CEFETSC 2002
relatório de estágio Lurdete Cadorin Biava
Textos: leituras e escritas Ulisses Infante São Paulo Scipione 2005
Português: linguagens William Roberto Cereja São Paulo Atual 2005
Thereza Cochar Magalhâes
Português: literatura, gramática, Leila Lauar Sarmento São Paulo Moderna 2004
produção de texto Douglas Tufano
Português: literatura, gramática, Maria luiza Abaurre [Link] São Paulo Moderna 2004
produção de texto Marcela Nogueira Pontara
Tatiana fadel
Português: de olho no mundo do Ernani Terra São Paulo Scipione 2005
trabalho José de Nicola

Unidade Curricular HISTÓRIA


Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 20 horas
Competências
Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos;
Compreender a importância da África nas transformações mundiais;
Apreender conceitos políticos e culturais;
151
Analisar processos de exploração e resistência;
Perceber a dialética existente entre povos nativos e invasores.

Habilidades

Ler fontes históricas diversas;


Compreender conceitos políticos e culturais;
Compreender as mudanças políticas africanas;
Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos trabalhados;
Debater, tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente.

Bases tecnológicas
Pré-história africana;
Impérios africanos;
Formação política da África antiga;
Invasão islâmica;
Colonização e Cultura Africana na América e no Brasil
Neocolonialismo e descolonização;
África atual.
Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

152
História Geral da África Vol. 1-8 UNESCO 2ª Brasília UNESCO 2010
A África na Sala de Aula - Visita Hernandez, Leila Leite 1ª São Paulo Selo Negro 2011
À História Comtemporânea
Desvendando a História da Macedo, Jose Rivair 1ª Rio de Janeiro UFRGS
África
África na sala de aula Hernandez, Leila Leite 3ª São Paulo Selo Negro 2008

Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
A África Está em Nós: História e Rodriguez, Janete Lins , 2ª João Pessoa Grafset 2009
Cultura Afro-brasileira: Manual Lacerda, Maria Carmelita,
do Professor, Livros 1-2-3-4-5 Romão, Jeruse Maria
A Vez da África [periódicos] : Antonia Terra de Calazans
Nasce um Novo País, o Sudão Fernandes.
do Sul, que começara como um
dos mais pobres do mundo

Unidade Curricular GEOGRAFIA


Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Identificar, analisar, avaliar e estabelecer interdisciplinarmente as transformações ambientais, socioeconômicas e culturais no
espaço geográfico catarinense.

153
Habilidades
Identificar os ecossistemas catarinenses;
Estabelecer relações entre os fluxos populacionais e a (re)organização do espaço geográfico catarinense;
Reconhecer a economia catarinense frente à globalização econômica.

Bases tecnológicas
Caracterização espacial;
O quadro natural e as paisagens catarinenses;
O povo catarinense, a sociedade e a economia.

Temas transversais:
Educação Alimentar e Nutricional;
Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso;
Educação Ambiental;
Educação para trânsito;
Educação em Direitos Humanos.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Aspectos Geográficos de Santa PELUSO JR, Victor Antônio 1ª Florianópolis Editora da UFSC; Sec. 1991
Catarina. de Estado da Cult. e
do Esporte
Estudos de Geografia Urbana PELUSO JR, Victor Antônio 1ª Florianópolis Editora da UFSC; Sec. 1991
de Santa Catarina. de Estado da Cult. e
do Esporte
Santa Catarina no século XX.: SANTOS, Sílvio Coelho dos 1ª Florianópolis EDUFSC: FCC 2000
(Org.) Edições,.
154
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
ATLAS Geográfico de Santa C.N.G. – Diretório Regional de 1ª Florianópolis Gov. do Estado de SC 1959
Catarina. Florianópolis: Santa Catarina – Departamento
Estadual de Geografia e
Cartografia,.
ATLAS DE SC Gaplan 1ª Florianópolis Gov. do Estado de SC 1986

A realidade catarinense no CORRÊA, Carlos Humberto 1ª Florianópolis IHGSC 2000


século XX. (Org.)

Ilha de Santa Catarina – HARO, Martim A. Palma de – 3ª ed. Florianópolis Editora da UFSC; 1990
Relatos de viajantes Org. Editora Lunardelli
estrangeiros nos séculos XVIII
e XIX.

Santa Catarina: história, MAAR, Alexander Florianópolis Insular 2009


espaço geográfico e meio
ambiente.

As conquistas marítimas MAMIGONIAN, Armen Recife CNPq; FJN 1998


portuguesas e a incorporação
do litoral de Santa Catarina. In:
O Mundo que o português
criou. Andrade, Manuel Correia
de; Fernandes, Eliane Moury;
Cavalcanti, Sandra Melo –
organizadores.

Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA


Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas

155
Competências
- Compreender a pluralidade dos valores políticos.
- Reconhecer criticamente a influência das ideologias políticas.
- Refletir acerca da intrumentalização do poder e das tecnologias da biopolítica.

Habilidades
- Exercitar o papel do cidadão crítico e reflexivo.
- Respeitar as posições políticas divergentes próprias do ambiente democrático.
- Identificar e ter postura crítica em relação aos discursos ideológicos.

Bases tecnológicas
- Noções de filosofia política.
- Relações entre ética e política.
- O debate acerca da justiça social.
- Concepções de poder e o conceito de liberdade.
- Liberalismo e republicanismo.
- Estado, nação, democracia e ditadura.
- As origens do totalitarismo.
- A biopolítica.

Temas transversais:
Educação em Direitos Humanos.

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Filosofando Maria Martins; Maria Aranha São Paulo Moderna 2009

Convite à filosofia Marilena Chauí São Paulo Ática 2010

Sérgio Santos Cordi Para filosofar São Paulo Scipione 2007

156
Bibliografia Complementar:

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Filosofia política Will Kymlicka São Paulo Martins Fontes 2006
contemporânea
Clássicos da política Francisco Weffort São Paulo Ática 2006

Unidade Curricular ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE ÁGUAS E EFLUENTES II (AFQ2)


Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Desenvolver no aluno habilidades manipulativas num laboratório químico, conhecendo os fundamentos das relações matemáticas
em química aplicada às
análises de águas e efluentes;
- Avaliar e interpretar as ordens de grandeza e significância dos resultados numéricos;
- Desenvolver a capacidade de preparação de amostras para análises clássicas, espectrofotométricas e potenciométricas;
- Desenvolver a capacidade de análise de parâmetros físico-químicos para avaliação de água tratada através de análises clássicas,
espectrofotométricas e potenciométricas;
- Relacionar os resultados analíticos com a legislação brasileira vigente para água tratada para consumo humano.
Habilidades
- Despertar o raciocínio lógico, a metodologia científica de trabalho e o senso de observação crítica;
- Compreender a matemática da química;
- Elaborar relatórios, laudo técnicos e gráficos;
- Usar unidades métricas e algarismos significativos de forma correta;
- Reconhecer vidrarias e equipamentos do laboratório de saneamento;
- Utilizar adequadamente vidrarias e aparelhos laboratoriais;
- Determinar concentrações através de análises clássicas e instrumentais;
- Aplicar técnicas de análise qualitativa e quantitativa;
- Interpretar os resultados obtidos nas análises realizadas, sendo capaz de relacionar os resultados experimentais com valores

157
relatados na literatura e/ou na legislação brasileira vigente.
Bases tecnológicas

- Cálculos Analíticos: Diluição; Titulação.


- Preparo e padronização de soluções; Determinação de Cloro Residual em água tratada; Determinação de Cloro Ativo em uma
amostra aquosa.
- Espectrofotometria: Introdução; Propriedades ondulatórias e corpusculares da luz; A interação da luz com a matéria; Como e para
que medir a absorção de luz; Instrumentação; A lei de Lambert-Beer; Analises Qualitativas e Quantitativas em Espectrofotometria;
A curva de calibração em espectrofotometria.
- Potenciometria: Introdução; Equação de Nernst; Análise Quantitativa em Potenciometria; Titulação Potenciométrica.
- Determinações de pH; Condutividade; Cor , Turbidez, Cloreto; Nitrito; Nitrato; Fosfato e Metais Diversos em águas e efluentes.

Temas transversais: Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)


Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes I (AFQ1)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Juiz de
Águas e águas – Métodos Laboratoriais MACEDO, J. 2001
Fora, MG
CIENFUEGOS, F. e Rio de Ed. Interciência
Análise Instrumental 1ª Ed. 2000
VAITSMAN, D. Janeiro Ltda.
LTC-Livros
Análise Química Quantitativa HARRIS, D. C. 5ª Ed. Brasil Técnicos e 2001
Científicos

158
LTC-Livros
Explorando a Química Analítica HARRIS, D. C. 4ª Ed. Brasil Técnicos e 2011
Científicos
International
Fundamentos da Química Analítica SKOOG; WEST; HOLLER 8ª Ed. USA 2007
Thomson

Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Apostila de Espectrofotometria ALMEIDA, S.M. IFSC 2011
Apostila de Potenciometria ALMEIDA, S.M. IFSC 2011
VOGEL, A. I.; MENDHAM, J.; LTC-Livros
Rio de
Análise Química Quantitativa DENNEY, R. C.; BARNES, J. 6ª Ed. Técnicos e 2008
Janeiro
D. Científicos
SILVERSTEIN, R. M.; LTC-Livros
Identificação espectrométrica de compostos Rio de
WEBSTER, F. X.; KIEMLE, D. 7ª Ed. Técnicos e 2007
orgânicos Janeiro
J. Científicos
MORITA, T.; ASSUMPÇÃO R. Ed. Edgard Blücher 2007
Manual de Soluções, Reagentes & Solventes 2a Ed.
M. Ltda
Porto
Princípios de Análise Instrumental SKOOG; HOLLER; NIEMAN 5ª Ed. Bookman Ed. 2002
Alegre
Princípios de Química: questionando a vida Porto
ATKINS, Peter 3ª Ed. Bookman Ed. 2006
moderna e o meio ambiente Alegre
AMERICAN PUBLIC HEALTH
ASSOCIATION, AMERICAN
Standard Methods for the Examination of WATER WORKS 22a Ed. Washington APHA/AWWA/WEF 2012
Water and Wastewater ASSOCIATION, WATER
ENVIROMENTAL
FEDERATION
Portaria no 2.914/2011 – Ministério da Saúde
Portaria no 518/2004 – Ministério da Saúde
Resolução CONAMA no 357/2005
Roteiros de práticas elaborados pela equipe de professores do curso de
saneamento do IFSC
159
Unidade Curricular Desenho Auxiliado por Computador II
Período letivo : 7ª Fase Carga Horária: 60 horas
Competências
- Saber elaborar, numa sequência lógica, um projeto hidrossanitário em ambiente CAD, a partir de um projeto arquitetônico pré-
definido;

Habilidades
- Saber utilizar softwares de desenho, tais como Auto-CAD e Tigre-CAD;
- Desenvolver projetos hidrossanitários completos em ambiente CAD;
- Saber preparar as pranchas para plotagem e gerar arquivos pdf para plotagem.
Bases tecnológicas
I. Preparação do arquivo do projeto hidrossanitário, a partir do arquitetônico e criação dos layers relativos ao projeto hidrossanitário.
Símbolos e códigos de desenho das instalações hidro-sanitárias.
II. Instalações prediais de água fria:
- Lançamento do Ramal Predial/Alimentação;
- Lançamento do Barrilete e colunas de água fria;
- Detalhes Reservatório superior;
- Vistas e/ou isométricos das instalações hidráulicas (distribuição de água fria nos ambientes e pontos de consumo);
- Esquema Vertical de Água Fria;
- Relação de materiais água fria.
III. Instalações prediais de esgotamento sanitário e de águas pluviais:
- Lançamento dos Tubos de Queda de esgoto e pluvial; e Colunas de Ventilação do esgoto;
- Detalhamento da tubulação de esgoto e pluvial pavto superior;
- Lançamento das caixas de inspeção, de gordura e de areia;
- Detalhamento da tubulação de esgoto e pluvial pavto térreo;
- Locação e detalhamento do sistema de tratamento e destino final do esgoto doméstico;
- Detalhamento das caixas de inspeção, de gordura e de areia;
- Esquema vertical de esgoto e pluvial;
- Relação de materiais esgoto e pluvial.
IV. Preparação das pranchas e projeto final para plotagem:
- Legenda (símbolos e especificações);
- Lay-out e montagem das pranchas de desenho;
- Selo de identificação do projeto e das pranchas de desenho;
160
- Formatação das penas de plotagem, em função das cores dos layers e destaque dos mesmos no projeto;
- Criação dos arquivos das pranchas em formato pdf, para posterior plotagem.
Temas transversais: Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Apostila de AUTOCAD 2D. Carlos Alberto Hermann Fernandes. Florianópolis DACC/IFS 2009.
C
Estudo dirigido Lima, Cláudia Campos Netto Alves de 1ª São Paulo Érica 2009.
de AutoCAD 2010
Aprendendo AutoCAD 2011: Samuel João da Silveira Florianópolis Visiaul 2011.
simples e rápido Books

Unidade Curricular OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE SANEAMENTO I


Período letivo : 7ª Fase Carga Horária: 80 horas
Competências
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado.
- Interpretar legislação e normas técnicas.
- Interpretar e executar projetos e cartas.
- Interpretar especificações técnicas de materiais e serviços.
- Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.
- Elaborar relatórios.
- Executar ensaios de rotina nas etapas de operação e manutenção dos sistemas de saneamento.
- Assessorar na implementação de metodologias e tecnologias de tratamento de águas para o consumo humano, de esgotos
sanitários e de resíduos sólidos.
- Identificar tecnologias de disposições finais funerárias.

Habilidades
161
- Aplicar softwares básicos.
- Conhecer os elementos do AIA, EIA, RIMA.
- Elaborar textos, relatórios e gráficos.
- Fazer vistoria técnica para avaliações.
- Interpretar cartas topográficas.
- Identificar equipamentos de água, esgoto e resíduos sólidos.
- Conduzir e orientar equipes.
- Interpretar memoriais, gráficos, especificações e projetos executivos.
- Interpretar orçamentos de obra.
- Interpretar cronograma físico-financeiro de obra.
- Executar a operação e manutenção de sistemas de saneamento.
- Medir e aplicar técnicas de controle relativas aos parâmetros de qualidade dos recursos hídricos.
- Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas.
- Realizar práticas de conservação da água.
- Executar análises físico-químicas e microbiológicas de água e esgotos.
- Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com os recursos hídricos.
- Identificar as fontes de degradação dos recursos hídricos.
- Fazer ensaios tecnológicos de laboratório e de campo e retirada de amostras.
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos.
- Quantificar e caracterizar resíduos sólidos.
- Aplicar as técnicas de tratamento previstas no plano diretor de resíduos sólidos e funerários.
Bases tecnológicas
Visita técnica a diversos sistemas de saneamento: ETE, ETA, Parques, Reservas, Aterro Sanitário, Sistemas de Compostagem,
Industrias de Reciclagem, Unidades da área da saúde, Cemitérios, etc.

Temas transversais: Educação Ambiental; Educação para trânsito.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
162
Operação e manutenção de Ramon Lucas Dalssasso... [et. al.]. Florianópolis UFSC 2007
sistemas de abastecimento de
água
Operação e manutenção de BEAL, Lademir Luiz et. al. Florianópolis UFSC 2007
sistemas de tratamento de
esgotos sanitários

Unidade Curricular SISTEMAS DE ÁGUA II


Período letivo: 7a fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado.
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos.
- Interpretar legislação e normas técnicas.
- Interpretar projetos e cartas.
- Identificar os materiais e sistemas construtivos
- Desenvolver estudos preliminares de projetos.
- Organizar em formato gráfico, esboços, anteprojetos e croquis.
- Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.
- Assessorar na implementação de metodologias e tecnologias de sistemas de água.
- Assessorar na operação e manutenção de sistemas de saneamento.
Habilidades
- Aplicar softwares básicos.
- Fazer esboços e esquemas gráficos.
- Desenhar à mão livre (croqui).
- Elaborar textos, relatórios e gráficos.
- Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental.
- Fazer vistoria técnica para avaliações.
- Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas.
- Realizar práticas de conservação da água.
- Interpretar cartas topográficas.
- Identificar equipamentos de água.
- Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos.
163
- Desenvolver memoriais, especificações e projetos executivos.
- Extrair dados de mapas e tabelas.
- Identificar fontes de degradação naturais dos recursos hídricos.
- Avaliar processos naturais de depuração de cursos d’água.
- Acessar, consultar bancos de dados sobre legislação ambiental.
- Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos.
- Fiscalizar e supervisionar a execução de obras de saneamento.

Bases tecnológicas
- Simbologias e convenções técnicas.
- Etapas de desenvolvimento de projeto.
- Representações gráficas.
- Problemas ambientais de origem antrópica.
- Normas técnicas.
- Definições dos processos de tratamentos
- Identificação e combinações dos processos de tratamento.
- Especificações de máquinas e equipamentos.
- Sistemas e processos construtivos.
- Operação e manutenção de sistemas de saneamento.

Temas transversais: Educação Ambiental

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

164
Técnicas de abastecimento e AZEVEDO NETO, J. M. CETESB 1987
tratamento de água – Volume 2.
RICHTER, C. A. Tratamento de lodos de estação de tratamento de Edgard 2001
água. Blucher
Editora
RICHTER, C. A.& AZEVEDO Tratamento de água tecnologia atualizada Edgard 2005
NETO, J. M. Blucher
Editora
Projeto de estação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
tratamento de água para TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento público. NBR
12216:
Cal virgem e cal hidratada para ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1995.
tratamento de água de TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento público –
Determinação óxido e hidróxido
de magnésio NBR 13294:
Água – Determinação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1995
trihalometanos em água tratada TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
para abastecimento por extração
líquido/líquido NBR 13407

Unidade Curricular SISTEMAS DE ESGOTO II


Período letivo: 7ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Conhecer a classificação, composição e características bacteriológicas dos esgotos;
- Identificar e compreender o funcionamento dos sistemas de esgotamento sanitário e todas as suas partes constitutivas;
- Ter noções de dimensionamento de redes coletoras de esgoto e interceptores;
- Ter noções de desenho/funcionamento de rede coletora, interceptores, emissários, estações elevatórias e poços de visita, em
165
planta e em perfil;
- Ter noções de materiais e equipamentos empregados em sistemas de esgotamento sanitário;
- Ter noções de aspectos construtivos de sistemas de esgotamento sanitário.

Habilidades
- Fazer projeções populacionais e cálculo de vazões médias, mínimas e máximas;
- Dimensionar redes coletoras de esgoto e interceptores, conforme normas técnicas aplicáveis;
- Desenhar as partes constitutivas do sistema de esgotamento sanitário, em especial plantas e perfis da rede coletora de esgoto;
- Interpretar projetos de sistemas de esgotamento sanitário.
Bases tecnológicas
Sistemas de esgotamento sanitário; Sistemas unitário e separador absoluto; Partes constitutivas de um sistema separador absoluto:
coletor predial, coletor secundário, coletor tronco, bacias de esgotamento, ponta seca, coletor auxiliar, interceptor, sifão invertido,
estação elevatória, emissário por recalque, emissário por gravidade, ETE e obras de lançamento final; Classificação, composição e
características bacteriológicas dos esgotos; Recebimento de efluentes industriais na rede pública; Quantidade de líquidos a esgotar;
Período de projeto; Etapas de construção; Projeções de crescimento populacional; Densidade demográfica; Contribuição per capita;
Perdas e infiltrações; Estimativas de vazões; Variações de vazão; Determinação de coeficientes para o cálculo de redes coletoras;
Materiais empregados em sistemas de esgotamento sanitários: rede coletora, interceptores, emissários, poços de visita e
elevatórias; Aspectos construtivos dos sistemas de esgotamento sanitário; Critérios de projetos de rede coletora e interceptores de
esgoto: condições hidráulicas exigidas, diâmetros, materiais e coeficientes de rugosidade dos tubos, profundidades, velocidade
crítica e máxima, vazão mínima de cálculo, tensão trativa e declividade, traçados de rede coletora, rede dupla, rede auxiliar, órgãos
acessórios, bacias de esgotamento; Projeto de rede coletora de esgoto (planilha, memorial de cálculo, planta e perfis); Estações
elevatórias de esgoto e emissários de esgoto por recalque e por gravidade; Stand-pipe; Caixa de carga.

Temas transversais: Educação Ambiental; Educação para trânsito.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Coleta e transporte de esgoto ALEM SOBRINHO, Pedro & TSUTIYA, Milton 3ª ABES 1999.
sanitário. Tomoyuki.
166
Disposição Oceânica de GONÇALVES, Fernando Botafogo & SOUZA, Rio de ABES 1997.
Esgotos Sanitários: história, Amarilio Pereira de. Janeiro
teoria e prática.
Esgoto sanitário, coleta NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). 2ª São Paulo Edgard 2011.
transporte tratamento e reuso Blücher
agrícola.
Projeto de redes de esgoto: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1986.
NBR 9649. TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
Projeto de interceptores de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
esgoto sanitário (NB 568): NBR TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
12207.
Projeto de estações elevatórias ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
de esgoto sanitário (NB 569): TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12208.

UNIDADES CURRICULARES DA 8ª FASE

Unidade Curricular GEOGRAFIA


Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Compreender as mudanças ocorridas no espaço geográfico mundial, identificando-as em seu contexto histórico e estabelecendo
entre elas uma relação temporal.

Habilidades
Analisar as relações de poder das práticas sociais no espaço de vivência, associando as referências locais com outros lugares de
culturas e economias diferentes, numa visão regional, nacional e planetária;
167
Reconhecer as mudanças ocorridas no mundo a partir do término da Guerra Fria;
Identificar as novas relações de trabalho e de produção;
Relacionar a origem dos conflitos no uso do território e na gestão dos recursos com situações de desigualdade do desenvolvimento
econômico e social sobretudo das áreas globais em conflito;
Compreender a necessidade do desenvolvimento sustentável.

Bases tecnológicas
A internacionalização do capital - O mundo sem fronteiras econômicas;
Economias emergentes;
As grandes tensões geopolíticas no mundo;
A sociedade de consumo e o meio ambiente.

Temas transversais:
Educação Alimentar e Nutricional;
Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso;
Educação em Direitos Humanos.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Geografia geral e do Brasil: MENDES, Ivan L.; TAMDJIAN, São Paulo FTD 2011
estudos para compreensão do James O.
espaço.

Da Geografia que se ensina a PEREIRA, Raquel Maria Florianópolis Editora da UFSC 1989
gênese da Geografia moderna. Fontes do Amaral
Geografia critica: geografia do VESENTINI, José William São Paulo Ática 2004
mundo subdesenvolvido.
168
Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Por uma outra Globalização Santos, Milton São Paulo Record 2011

Unidade Curricular HISTÓRIA


Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
Estabelecer relação entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos;
Pontuar os diversos momentos relacionados ao trabalho e à propriedade dos meios de produção, fazendo uso de fontes históricas
de natureza diversa;
Comparar problemas atuais e de outros momentos históricos;
Posicionar-se diante dos fatos presentes a partir das relações com o passado quanto aos modelos de propriedade.
Habilidades

Ler e interpretar fontes históricas diversas;


Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos trabalhados;
Compreender o processo de acumulação de terras e dos meios de produção no Brasil;
Analisar as relações de trabalho em diversos contextos históricos.

Bases Tecnológicas
Poder político no Brasil colonial;
A econômica e o trabalho colonial;
O processo de independência: construção de um Estado Imperial, terra e trabalho no Brasil oitocentista;
Movimentos sociais urbanos e rurais no Brasil republicano;
Movimento operário brasileiro.

169
Temas transversais: Educação em Direitos Humanos.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

170
Brasil, 500 anos em Alves Filho, Ivan 1º Rio de janeiro Mauad 1999
documentos
História das Sociedades Aquino, Jacques, Denize, 2ª São Paulo Ao Livro Técnico 1988
Oscar
História da Riqueza do Homem Huberman, Leo 21º Rio de Janeiro LTC 1987
História e Consciência do Brasil Cotrim, Gilberto 7ª São Paulo Saraiva 1999
–2º grau
As Veias Abertas Da América Galeano, Eduardo 30 º São Paulo Paz e Terra 1990
Latina
História Temática-Terra e Montellato, Andrea R. D. e 1ª São Paulo Scipione 2000
Propriedade
outros

Governo Civil Locke, John


Discurso Sobre a Origem e Rousseau, Jean J.,
Fundamentos da Desigualdade
entre os Homens
Mundos do Trabalho Eric J. Hosbawm 3○ São Paulo Paz e Terra 2000

História da Riqueza do Homem Leo Huberman 21○ Rio de Janeiro LTC 1987

História das Mulheres no Brasil Mary del Priore 2○ São Paulo Contexto 2004

Bibliografia Complementar
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

A era do capital, 1848-1875 HOBSBAWM, Eric 12ª Rio de Janeiro Paz e Terra 2007

171
A origem da família, da Friedrich Engels ; tradução Ciro 3ª São Paulo Escala 2009
propriedade privada e do Mioranza.
estado : texto integral

Unidade Curricular PROJETO INTEGRADOR III


Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: 40horas
Competências
- Desenvolver conhecimentos, atitudes e habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental;
- Enfatizar por meio da educação ambiental as regularidades e a manutenção do respeito pelos diferentes ecossistemas e culturas
humanas;
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado;
- Interpretar legislação e normas técnicas;
- Interpretar e executar projetos e cartas;
- Interpretar especificações técnicas de materiais e serviços;
- Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente;
- Elaborar orçamentos de obra e cronograma físico-financeiro;
- Identificar métodos construtivos;
- Elaborar relatórios;
- Assessorar na implementação de metodologias e tecnologias de tratamento de águas para o consumo humano, esgotos sanitários
e resíduos sólidos;
- Assessorar na operação e manutenção de sistemas de saneamento;
- Executar ensaios de rotina nas etapas de operação e manutenção dos sistemas de saneamento;
- Identificar tecnologias de disposições finais funerárias;
- Atuar como sujeito ativo na construção do conhecimento centrada na resolução de problemas, para a compreensão da realidade e
possível intervenção na mesma.

Habilidades
- Identificar as consequências da atuação humana no ambiente;
- Dimensionar estudos preliminares de projetos custos e prazos;
- Desenvolver memoriais, especificações e projetos executivos;
- Desenvolver orçamento e cronograma físico financeiro;
172
- Medir e aplicar técnicas de controle relativas aos parâmetros de qualidade dos recursos hídricos;
- Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas;
- Realizar práticas de conservação da água;
- Executar análises físico-químicas e microbiológicas;
- Calcular e comparar os valores das propriedades físico-químicas relacionadas com os recursos hídricos;
- Elaborar instrumentos para coleta de dados;
- Utilizar softwares computacionais para elaborar tarefas técnicas. Plotar e interpretar gráficos;
- Quantificar e caracterizar os efluentes líquidos;
- Extrair dados de mapas e tabelas;
- Acessar e consultar bancos de dados sobre legislação ambiental;
- Monitorar a produção de efluentes líquidos, dejetos e seus efeitos nocivos;
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos;
- Conduzir e orientar equipes;
- Interpretar memoriais, gráficos, especificações e projetos executivos;
- Interpretar orçamentos de obra;
- Interpretar cronograma físico-financeiro de obra;
- Executar a operação e manutenção de sistemas de saneamento;
- Quantificar e caracterizar resíduos sólidos;
- Aplicar as técnicas de tratamento previstas no plano diretor de resíduos sólidos e funerários;
- Fazer ensaios tecnológicos de laboratório e de campo e retirada de amostras;
- Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos;
- Fiscalizar e supervisionar a execução de obras de saneamento;
- Buscar, analisar e interpretar dados e informações, necessários à concretização de um projeto.

Bases tecnológicas
- Etapas de desenvolvimento de projeto;
- Representações em perspectiva;
- Pré-dimensionamento de projetos;
- Problemas ambientais de origem antrópica;
- Estudos de impacto ambiental (EIA);
- Normas técnicas;
- Instalações hidro-sanitárias;
- Especificações de máquinas e equipamentos;

173
- Sistemas e processos construtivos;
- Medidas de proteção individual e coletiva;
- Controle de qualidade;
- Análises e parâmetros físico-químicos e bacteriológicos de água e esgoto;
- Aspectos geológicos do solo;
- Operação e manutenção de sistemas de saneamento;
- Resíduos sólidos e líquidos;
- Processos de tratamento de água e esgoto;
- Mananciais de água;
- Sistemas de captação, adução, tratamento e distribuição de água;
- Sistemas de coleta, afastamento, tratamento e disposição final de esgotos sanitários e industriais;
- Sistemas de acondicionamento, coleta, transporte e disposição final de resíduos sólidos;
- Sistemas de disposições finais funerários;
- Drenagem pluvial.

Temas transversais: Educação Alimentar e Nutricional;Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do idoso; Educação
Ambiental; Educação para trânsito; Educação em Direitos Humanos.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano

Unidade Curricular FILOSOFIA e SOCIOLOGIA

174
Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
.- Analisar o trabalho como atividade humana central na vida em sociedade, explicitando suas diferentes formas históricas e suas
particularidades no Brasil e na América Latina; Estudar a política como atividade constitutiva da vida em sociedade, explicitando seu
significado por meio dos movimentos que historicamente buscaram transformar a realidade social; Analisar o processo histórico de
organização do capital desde o último quarto do século XX, como resposta à crise capitalista que se intensifica no período, firmando
uma nova ordem mundial.
- Compreender o trabalho como atividade humana criadora, a partir da qual homens e mulheres, ao transformarem a natureza,
transformam-se a si mesmos.
- Entender que em cada época histórica o trabalho desenvolve-se e se organiza de diferentes formas, que representam o modo como
se estabelecem as relações sociais e de propriedade.
- Analisar criticamente o trabalho no capitalismo, estabelecendo relações entre sua vivência prática e as características das relações
produtivas sob domínio do capital.
- Entender a política como atividade humana em movimento permanente, que acompanha a realidade social em transformação, ao
longo do processo histórico e estabelecer relações entre as diversas concepções de política e os posicionamentos de classe social.
- Compreender o que é fazer política no dia a dia das relações sociais, a partir de experiências em grêmios estudantis, movimentos
sociais e partidos políticos.
- Entender as características particulares do processo atual de globalização do capitalismo, pensado como uma fase específica dos
movimentos históricos de mundialização do capital.
- Compreender as principais transformações contemporâneas do capitalismo e suas consequências nas diversas esferas da vida
social – política, econômica, mundo do trabalho, cultural, entre outras.

Habilidades

- Conceituar o trabalho, tratando-o em seu sentido genérico, enquanto atividade de transformação da natureza voltada para responder
às necessidades humanas.
- Apresentar as diferentes formas pelas quais se desenvolveu historicamente o trabalho, determinadas pelo modo como se
organizavam, em cada época histórica, as relações sociais e de propriedade.
- Identificar as principais características do trabalho na atualidade, apontando as contradições entre as potencialidades tecnológicas e
o processo de precarização social que atinge a maioria dos trabalhadores.
- Conceituar “política”, apresentando os vários significados da palavra em sua aplicabilidade no meio social, e as mudanças dessas
175
concepções nas diversas situações históricas.
- Relacionar concepções de política, partidos e movimentos políticos com as diferentes correntes de interpretação do social e com os
interesses de classes e grupos sociais.
- Analisar a formação histórica dos principais movimentos e partidos políticos na América Latina, inclusive Brasil e saber diferenciar as
bases ideológicas dos partidos políticos.
- Identificar os partidos políticos por ordem de maior representação no congresso
nacional na atualidade.
- Conceituar globalização como um processo contraditório de internacionalização do capital, que atinge de modo desigual as
diferentes regiões do planeta e identificar as principais características do capitalismo contemporâneo, apontando dimensões da crise
do capital e seus reflexos na vida em sociedade.
- Conceituar neoliberalismo e reestruturação produtiva, assinalando sua articulação enquanto respostas do capital na tentativa de
superar sua crise.

Bases tecnológicas
UNIDADE I: TRABALHO E SOCIEDADE
1. Conceito de trabalho.
1.1 - O trabalho como condição fundamental de toda a história humana.
2. As formas históricas do trabalho.
2.1 – O trabalho nas sociedades tribal, escravista, feudal e capitalista.
3. O trabalho na sociedade capitalista:
3.1 – A divisão social do trabalho: manufatura e trabalho industrial
3.2 - Como o trabalho se transforma em mercadoria: trabalho assalariado e maisvalia
4. As transformações atuais do trabalho no campo e nas cidades.
5. O trabalho no Brasil e na América Latina.

UNIDADE II: POLÍTICA E PARTIDOS POLÍTICOS


1. Conceito de política.
2. A concepção positivista de política
3. Marxismo e política
4. Os tipos de dominação em Weber
5. Partidos e movimentos políticos no Brasil e na América Latina
6. Ideologia dos partidos políticos liberais, social-democratas e socialistas.

176
UNIDADE III: O PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO DO CAPITALISMO
Principais conceitos trabalhados: globalização, neoliberalismo, reestruturação produtiva.
1. Conceito de globalização.
2. Neoliberalismo e crise capitalista.
3. Reestruturação produtiva.
4. As atuais relações de imperialismo e os blocos econômicos.
5. As lutas sociais de resistência à globalização
6. O Brasil e a América Latina no mundo globalizado.

Temas transversais:
Educação em Direitos Humanos.

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Sociologia para o ensino Nelson DacioTomazi 2ª São Paulo Saraiva 2010
médio.
O que é Sociologia Carlos Benedito Maritns 38ª São Paulo Brasiliense 1994
Bibliografia Complementar:

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Sociologia: Introdução à Ciência Cristina Costa 2ª São Paulo Moderna 2000
da Sociedade.
Sociologia Crítica Pedrinho Guareshi 48ª Porto Alegre Mundo Jovem 2000

Um toque de clássicos Tânia Quintaneiro; Maria Ligia de 2ª Belo Horizonte Editora UFMG 2003
Oliveira Barbosa; Márcia Gardência
Monteiro de Oliveira

177
Unidade Curricular ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE ÁGUAS E EFLUENTES 3 (AFQ3)
Período letivo : 8ª FASE (Curso Integrado) Carga Horária : 2x20=40h/a
Competências
- Desenvolver no aluno habilidades manipulativas num laboratório químico e tratamento matemático de dados;
- Avaliar e interpretar as ordens de grandeza e significância de dados analíticos;
- Desenvolver a capacidade de preparação de amostras para análises titulométricas, espectrofotométricas e cromatográficas;
- Desenvolver a capacidade de análise de parâmetros físico-químicos para avaliação de água tratada através de análises
titulométricas, espectrofotométricas e cromatográficas;
- Desenvolver a capacidade de resolver problemas na área de análises de águas e efluentes;
- Relacionar os resultados analíticos com a legislação brasileira vigente para água tratada para consumo humano e para efluentes.
Habilidades
- Despertar o raciocínio lógico, a metodologia científica de trabalho e o senso de observação crítica;
- Compreender a matemática da química;
- Elaborar relatórios e laudos técnicos;
- Usar unidades métricas e algarismos significativos de forma correta;
- Utilizar adequadamente vidrarias e aparelhos laboratoriais;
- Aplicar técnicas de análises qualitativas e quantitativas;
- Determinar concentrações através de análises titulométricas, espectrofotométricas e cromatográficas;
- Interpretar os resultados obtidos nas análises realizadas, sendo capaz de relacionar os resultados experimentais com valores
relatados na literatura e/ou na legislação brasileira vigente.
Bases tecnológicas
- Química Orgânica: Cadeias carbônicas; Funções Orgânicas; Reações Orgânicas.
- Cromatografia: Introdução; A separação cromatográfica; Fases móvel e estacionária; Instrumentação; CGAR x CLAE; Análise
Qualitativa; Análise
Quantitativa
- Tipos de Cromatografia: Cromatografia Planar; Cromatografia Líquida e Cromatografia Gasosa.
- Jar Test.
- Análise de Metais por Fotometria de Chama.
- Ensaios de reciclagem.
Pré-requisitos (quando houver)
178
Análises Físico-Químicas de Águas e Efluentes 2 (AFQ2)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia
Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
CIENFUEGOS, F. e Rio de Ed. Interciência
Análise Instrumental 1ª Ed. 2000
VAITSMAN, D. Janeiro Ltda.
LTC-Livros
Análise Química Quantitativa HARRIS, D. C. 5ª Ed. Brasil Técnicos e 2001
Científicos
Cromatografia Líquida Moderna - HPLC / CLAE LANÇAS, F. M. 1ª Ed. Brasil Átomo Editora 2009
Cromatografia - Princípios Básicos e Técnicas AQUINO NETO, F.R.; Rio de Ed. Interciência
1ª Ed. 2000
Afins NUNES, D. Janeiro Ltda.

Unidade Curricular Operação e Manutenção de Sistemas de Saneamento II


Período letivo: 8ª FASE Carga Horária: 80 horas
Competências
- Conhecer diferentes tipos de sistemas de água e esgoto, existentes ou em construção;
- Conhecer empresas e equipamentos de infra-estrutura na área a resíduos sólidos, drenagem urbana, saúde pública e meio
ambiente, principalmente na região metropolitana de Florianópolis;
- Adquirir visão prática dos conteúdos vistos teoricamente em outras unidades curriculares;
Habilidades

179
- Saber que tipos de tecnologias são mais apropriadas e mais utilizadas em sistemas de água, esgoto, resíduos sólidos, drenagem
urbana, saúde pública e maio ambiente;
Bases tecnológicas
Visitas técnicas a: Estações de Tratamento de Água, de diferentes tecnologias e portes; Estações de Tratamento de Esgoto, de
diferentes tecnologias e portes; obras de sistemas individuais de tratamento de esgoto; estações elevatórias de esgoto em operação;
obras em andamento de sistemas de água e esgoto; aterros sanitários; sistemas de coleta seletiva e triagem de resíduos sólidos;
projetos e programas de educação ambiental; obras de drenagem urbana; laboratórios de físico-química e bacteriologia de
empresas; Unidades de Conservação; Escritórios de engenharia, que desenvolvem projetos na área de saneamento; e empresas
que desenvolvem atividades relacionadas ao saneamento e ao meio ambiente; Palestras técnicas nas áreas de saneamento e de
meio ambiente; Vídeos, artigos científicos e leis na área de saneamento e meio ambiente.

Temas transversais: Educação Ambiental; Educação em Direitos Humanos.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Coleta e transporte de esgoto ALEM SOBRINHO, Pedro & TSUTIYA, Milton 3ª ABES 1999.
sanitário. Tomoyuki.
Disposição Oceânica de GONÇALVES, Fernando Botafogo & SOUZA, Rio de ABES 1997.
Esgotos Sanitários: história, Amarilio Pereira de. Janeiro
teoria e prática.
Esgoto sanitário, coleta NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). 2ª São Paulo Edgard 2011.
transporte tratamento e reuso Blücher
agrícola.
Água - Métodos e Tecnologia RICHTER, Carlos A. 1ª Edgard 2009.
de Tratamento. Blucher
180
Operação e manutenção de BEAL, Lademir Luiz et. al. Florianópolis UFSC 2007.
sistemas de tratamento de
esgotos sanitários.
Elementos de Gestão de BARROS, Raphael Tobias de Vasconcelos. 1ª Tessitura 2012.
Resíduos Sólidos.
Lixo Municipal: Manual de INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS 2ª São Paulo IPT 2000.
Gerenciamento Integrado. (IPT)
Proposição de Rede de AQUINO, Israel Fernandes de. Florianópolis 2007.
Associações de Catadores na .
Região da Grande
Florianópolis: Alternativa de
Agregação de Valor aos
Materiais Recicláveis.
Os serviços funerários na SILVA, Dalton da. Florianópolis 2002.
organização do espaço e na .
qualidade sócio-ambiental
urbana: Uma contribuição ao
estudo das alternativas para as
disposições finais funerárias na
ilha de Santa Catarina.
Pós-tratamento de efluentes de CHERNICHARO, Carlos Augusto Lemos (Coord.) Prosab 2001.
reatores anaeróbios.
Tratamento de Esgotos José Roberto Campos (Coord.) Rio de ABES 1999.
Sanitários por Processo Janeiro
Anaeróbio e Disposição
Controlada no Solo.
Resíduos sólidos do Cleverson Vitório Andreoli (coordenador). Rio de ABES 2001.
saneamento: processamento, Janeiro
reciclagem e disposição final.

181
Projeto de redes de esgoto: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1986.
NBR 9649. TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
Projeto de interceptores de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
esgoto sanitário (NB 568): NBR TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
12207.
Projeto de estações elevatórias ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
de esgoto sanitário (NB 569): TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12208.

Unidade Curricular ORÇAMENTO E CRONOGRAMA

Período letivo: 8ª FASE Carga Horária: 40 horas


Competências
 Interpretar projetos e especificações
 Interpretar a legislação e as normas técnicas;
 Interpretar os métodos de levantamentos quantitativos
 Desenvolver cronograma físico financeiro
 Desenvolver memoriais e especificações
 Gerenciar projetos executivos
 Avaliar os materiais, equipamentos e serviços
 Interpretar os orçamentos de obra;
 Interpretar editais de licitação
 Compor cálculo de preço de obra
 Organizar processo de aprovação e licenciamento da obra
 Conhecer os materiais e sistemas construtivos
 Conhecer técnicas de administração e planejamento

Habilidades

182
 Elaborar planilhas de orçamento
 Elaborar lista de materiais e equipamentos
 Redigir propostas técnicas
 Redigir carta proposta comercial
 Redigir memoriais e especificações técnicas
 Acompanhar processos de aprovação e licenciamento de obra
 Elaborar planilha de cronograma físico financeiro
 Redigir minutas de contratos
 Organizar documentos
 Estabelecer comunicação interpessoal
 Organizar o espaço de trabalho

Bases tecnológicas
 Normas técnicas;
 Determinação dos serviços que compõe a obra
 Mensuração dos serviços
 Leis sociais no custo da mão de obra
 Formação do BDI (Benefício de Despesas Indiretas)
 Organização do canteiro de obras
 Estruturação dos orçamentos convencionais (analítico e sintético)
 Montagem da rede de precedências
 Elaboração do cronograma físico financeiro
 Estruturação do orçamento operacional
 Relatório ABC dos insumos
 Matemática financeira aplicada à programação da obra
 Redação de contratos de empreitada
 Licitações públicas

Temas transversais: Educação Ambiental; Educação para trânsito.

183
Pré-requisitos (quando houver)

Sistemas de água II
Sistemas de esgoto II
Resíduos sólidos II

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)

Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano


Preparação da Execução de Obra SOUZA, Ana Lúcia rocha de. São Paulo Ed. O Nome da Rosa 2003.
MELHADO, Silvio Burratino
Tecnologia, Gerenciamento e THOMAZ, Ercio São Paulo Ed. Pini 2001
Qualidade na Construção
Projeto e Implantação do SOUZA, Ubiraci E. Lemes de São Paulo Ed. O Nome da Rosa 2000
Canteiro C.T.E. Centro de
Tecnologia de Edificações
Planejamento Orçamentação e LIMMER, Carl V Rio de Janeiro Ed. L.T.C 1997
Controle de Projetos e Obras
Caderno de Encargos GUEDES, Milber Fernandes 4a ed São Paulo Ed. Pini 2004
Como Gerenciar Construções NETO, Antonio Vieira São Paulo Ed. Pini 1988
T.C.P.O. 12 – Tabelas de PINI São Paulo Ed. Pini 2003
Composição de Preços e
Orçamentos

Unidade Curricular SISTEMAS DE ÁGUA III


184
Período letivo: 8a fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar, selecionar e classificar material bibliográfico pertinente ao assunto pesquisado.
- Elaborar textos técnicos, planilhas, formulários, esquemas e gráficos.
- Interpretar legislação e normas técnicas.
- Interpretar projetos e cartas.
- Identificar os materiais e sistemas construtivos
- Desenvolver estudos preliminares de projetos.
- Organizar em formato gráfico, esboços, anteprojetos e croquis.
Identificar materiais e técnicas que causem agressão ao meio ambiente.
- Assessorar na implementação de metodologias e tecnologias de sistemas de água.
- Assessorar na operação e manutenção de sistemas de saneamento.
Habilidades
Aplicar softwares básicos.
Fazer esboços e esquemas gráficos.
Desenhar à mão livre (croqui).
Elaborar textos, relatórios e gráficos.
Aplicar pesquisas técnicas, socioeconômicas e de impacto ambiental.
Fazer vistoria técnica para avaliações.
Identificar e caracterizar as bacias hidrográficas.
Realizar práticas de conservação da água.
Interpretar cartas topográficas.
Identificar equipamentos de água
Dimensionar estudos preliminares de projetos, custos e prazos.
Desenvolver memoriais, especificações e projetos executivos.
Extrair dados de mapas e tabelas.
Identificar fontes de degradação naturais dos recursos hídricos.
Avaliar processos naturais de depuração de cursos d’água.
Acessar, consultar bancos de dados sobre legislação ambiental.
Auxiliar no dimensionamento de projetos técnicos.
Fiscalizar e supervisionar a execução de obras de saneamento
Bases tecnológicas
185
- Simbologias e convenções técnicas.
- Etapas de desenvolvimento de projeto.
- Representações gráficas.
- Problemas ambientais de origem antrópica.
- Normas técnicas.
- Mananciais de água.
- Reservação e rede de distribuição de água
- Dimensionamento de instalações.
- Especificações de máquinas e equipamentos.
- Sistemas e processos construtivos.
- Projetos e obras de sistemas de saneamento.
- Operação e manutenção de sistemas de saneamento.

Temas transversais: Educação Ambiental; Educação para trânsito.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Técnicas de abastecimento e AZEVEDO NETO, J. M. CETESB 1987
tratamento de água – Volume
1.
Hidráulica Urbana. Sistema de MARQUES, J. A. S. & SOUZA, J. O. 1a ed. Universidade
Abastecimento de Água. de Coimbra.

Cadastro de sistema de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.


abastecimento de água: NBR TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
12586.

186
Projeto de distribuição de água ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1994
para abastecimento público: TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
NBR 12218
Projeto de sistema de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
bombeamento de água para TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento público: NBR
12214
Projeto de adutora para ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
abastecimento público. NB 591 TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
Estudo de concepção de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
sistemas públicos de TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
abastecimento de água. NBR
12211
Projeto de captação de água de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS Rio de ABNT 1992.
superfície para abastecimento TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
público NBR 12213

Unidade Curricular SISTEMAS DE ESGOTO II


Período letivo: 8ª Fase Carga Horária: 40 horas
Competências
- Identificar e compreender as diversas configurações das estações de tratamento de esgotos (ETE), seus processos unitários e a
dinâmica de funcionamento dos mesmos;

Habilidades
- Ter noções de dimensionamento dos processos unitários de tratamento de esgoto;
- Saber interpretar um projeto de estação de tratamento de esgoto.
Bases tecnológicas

187
Caracterização da quantidade de esgotos (vazões), período de projeto, crescimento demográfico; Princípios do tratamento biológico
de esgotos; Caracterização da qualidade dos esgotos; Cálculo da concentração de DBO e DQO afluente à ETE; Princípios da
remoção da matéria orgânica; Princípios da sedimentação; Princípios da aeração; Níveis, processos e sistemas de tratamento de
esgotos; Tratamento preliminar: remoção de sólidos grosseiros (gradeamento e caixa de areia); dimensionamento de grade de
limpeza manual (NBR 12208) e da caixa de areia de limpeza manual (NBR 12209); by pass; e calha Parshall; Tratamento primário:
remoção de sólidos em suspensão sedimentáveis (decantador primário) e sólidos flutuantes. Tratamento secundário: introdução;
tratamento anaeróbio (UASB e outros); lagoas de estabilização e variantes; lodos ativados e seus derivantes; e reatores aeróbios
com biofilmes (filtros biológicos e biodiscos); Remoção de nutrientes (nitrogênio e fósforo) e sua importância no controle da poluição
dos corpos d´água; Remoção de organismos patogênicos (cloração, raios UV, ozonização, etc); Desidratação de lodo: leitos de
secagem e equipamentos mais utilizados.

Temas transversais: Educação Ambiental.

Pré-requisitos (quando houver)

Terminalidade/Certificação

Bibliografia (títulos, periódicos, etc.)


Título/Periódico Autor Edição Local Editora Ano
Introdução à qualidade das águas e ao VON SPERLING, M. Belo UFMG 1996.
Horizonte
tratamento de esgotos.
Princípios básicos do tratamento de VON SPERLING, M. Belo UFMG 1996.
Horizonte
esgotos.
Lagoas de estabilização. VON SPERLING, M. Belo UFMG 1996.
Horizonte
Lodos Ativados. VON SPERLING, M. Belo UFMG 1997.
Horizonte
Reatores Anaeróbios. CHERNICHARO, C.A.L. Belo UFMG 1997.
Horizonte
Lodo de esgotos: tratamento e disposição VON SPERLING, M. Belo UFMG 2007.
Horizonte
final.

188
Pós-tratamento de efluentes de reatores CHERNICHARO, Carlos Augusto Prosab 2001.
Lemos (Coord.)
anaeróbios.
Tratamento de Esgotos Sanitários por José Roberto Campos (Coord.) Rio de ABES 1999.
Janeiro
Processo Anaeróbio e Disposição
Controlada no Solo.
Desinfecção de Efluentes Sanitários. Ricardo Franci Gonçalves (Coord.) Rio de ABES 2003.
Janeiro
Resíduos sólidos do saneamento: Cleverson Vitório Andreoli Rio de ABES 2001.
(coordenador). Janeiro
processamento, reciclagem e disposição
final.
Disposição Oceânica de Esgotos GONÇALVES, Fernando Botafogo & Rio de ABES 1997.
SOUZA, Amarilio Pereira de. Janeiro
Sanitários: história, teoria e prática.
Esgoto sanitário, coleta transporte NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). 2ª São Paulo Edgard 2011.
Blücher
tratamento e reuso agrícola.
Projeto de estações de tratamento de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1992.
NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
esgoto sanitário (NB 570): NBR 12209.
Estudos de concepção de sistemas de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1986.
NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
esgoto sanitário: NBR 9648.
Projeto de estações elevatórias de esgoto ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE Rio de ABNT 1992.
NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Janeiro
sanitário (NB 569): NBR 12208.

189
4.4.1 Bibliografia para os Temas Transversais

Tema Transversal Referência


Educação Ambiental BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001. 142 p.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Coordenação de Educação Ambiental. A implantação da Educação
Ambiental no Brasil. Brasília,1998. 166 p.
DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares em EA. São Paulo: Ed. Global, 1994.
GUIMARÃES, M. Educação Ambiental. Duque de Caxias: Editora UNIGRANRIO, 2000, 61p. (Coleção Temas em Meio
Ambiente, n.1)
REIGOTA, M. O que é educação ambiental? São Paulo:, Brasiliense, 1994. 62 p. (Coleção Primeiros Passos, n. 292)
Processo de CAMARANO (org). Muito Além dos 60: os novos idosos brasileiros. IPEA, Rio de Janeiro,1999.
envelhecimento,
respeito e valorização CORDEIRO, Maria Paula (1999). O Idoso – Problemas e Realidades. Manual Sinais Vitais. ISBN 972-8485-07-7
do idoso NERI, Anita Liberalesso. Desenvolvimento e envelhecimento: perspectivas biológicas, psicológicas e sociológicas.
São Paulo: Papirus, 2001
Educação para o CRUZ, Roberto Moraes; ALCHIERI, João Carlos; HOFFMANN, Maria Helena. Comportamento Humano no Trânsito. São
Trânsito Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
MARTINS, João Pedro. A Educação de Trânsito. Autêntica, 2004.
BRASIL. Lei 9.503/1997. Institui o Código de Trânsito Brasileiro.
Educação em Direitos ALVES, J. A. Lindgren. Os Direitos Humanos como Tema Global. São Paulo, Perspectiva e Brasília, Funag Fundação
Humanos Alexandre Gusmão, 1994.
FARIA, José Eduardo (org.). Direitos Humanos, Direitos Sociais e Justiça. São Paulo, Malheiros, 1994.
ANDREATTO, Elifas, ANDRADE, Eurico, MORAIS, Fernando et al. (orgs). Retrato do Brasil. São Paulo: Política, 1993. v. 1.
Educação Alimentar e BIZZO, Maria Letícia Galluzzi; LEDER, lídia. Educação nutricional nos parâmetros curriculares nacionais para o ensino
Nutricional fundamental. Campinas: Rev. Nutri. Vol. 18 n. 5. set./out., 2005.
BOOG, Maria Cristina Faber. O Professor e a Alimentação Escolar: Ensinando a amar a terra e o que a terra produz.
Campinas, SP : Komedi, 2008.
RAMOS, Maurem; STEIN, Lílian M. Desenvolvimento do comportamento alimentar infantil. Rio de Janeiro: Rev. Pediatria,
2000.
POULAIN, Jean-Pierre. Sociologias da Alimentação. Florianópolis: editora UFSC, 2004.

190
4.5 Metodologia
O Curso Técnico em Saneamento tem sua matriz curricular organizada em fases e
seu processo de avaliação, centrado em competências. Este método requer dos
professores a busca de metodologias diferenciadas das tradicionais que visam apenas à
transferência de conhecimentos, para outras que promovam a construção e a criação de
conhecimentos.
O uso de novas tecnologias é outro fator que possibilita o desenvolvimento das
habilidades especificadas em cada unidade curricular, entre elas a de aprender a
aprender, possibilitando assim a formação do aluno, para além do período em que ele
permanece no curso.
As bases tecnológicas explicitadas em cada unidade curricular deverão estar bem
consolidadas para a concretização das competências e habilidades que o aluno deverá
construir ao longo de sua formação.
O projeto integrador existente na 1ª fase será instrumento necessário para o
desenvolvimento de iniciação à pesquisa, caracterizado pelo mergulho em novos
conhecimentos, pela apresentação de novas situações e problemas vinculados à
realidade. Na 2ª fase, o projeto integrador será desenvolvido com a finalidade de trabalhar
Educação Ambiental e ampliar os conhecimentos relacionados às habilitações oferecidas
pela instituição. Na 8ª fase, o projeto integrador desempenhará a função de integrar os
fundamentos teóricos, a pesquisa científica, a aprendizagem profissional e as
competências adquiridas ao longo do curso, através do desenvolvimento de atividades
práticas supervisionadas. Entre estas atividades podemos relacionar estágio não
obrigatório, projetos de pesquisa, projetos de extensão, de iniciação científica e bolsa de
trabalho, desenvolvidos na área da química. As atividades desenvolvidas dentro do
projeto integrador estarão contribuindo para a aquisição de competências e habilidades
necessárias ao perfil profissional do egresso do Curso Técnico em Saneamento,
permitindo o contato do aluno com o mundo do trabalho, além de prepará-los para futuras
evoluções e ocupações dentro da área de Saneamento.
Os trabalhos em equipe, os estudos de caso e outras metodologias, também serão
empregadas para possibilitar a construção e criação do conhecimento, a aquisição de
novos valores e o desenvolvimento de novas competências.
As visitas técnicas serão práticas frequentes e possibilitarão ao aluno uma visão in

191
loco dos processos envolvidos nas empresas e instituições públicas atuantes na áreas de
saneamento e estarão presentes em várias unidades curriculares, principalmente nas
últimas fases.
A matriz curricular é composta por unidades curriculares de formação geral e
específica, teóricas e práticas.
As unidades curriculares teóricas serão desenvolvidas em salas de aula e em
laboratórios quando se tratar de atividades de demonstração.
As unidades curriculares práticas serão ministradas em laboratórios específicos,
para realização de atividades práticas, como por exemplo: realização de experimentos e
ensaios, pesquisas técnicas, operação de instrumentos analíticos, cujos resultados serão
expressos em forma de relatórios ou ficha técnica.
De acordo com a Resolução CNE/CEB 2/2012, que define as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, os seguintes temas listados abaixo serão
tratados de forma transversal e integradamente, permeando todo o currículo, no âmbito
dos demais componentes curriculares:
1. Educação Alimentar e Nutricional.
2. Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a
eliminar o preconceito e produzir conhecimento sobre a matéria.
3. Educação ambiental.
4. Educação para o trânsito.
5. Educação em direitos humanos.
Para a operacionalização do tratamento dos temas transversais, no início de cada
semestre, o coordenador do curso deverá realizar reunião com os docentes responsáveis
pelas unidades curriculares envolvidas com estes temas.

4.5.1 Estratégias de Ensino Utilizadas nas Unidades Curriculares

a
Tabela 9: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 1 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
Brasil
X X X
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química Geral I X X X X
Biologia X X X X

192
Filosofia e Sociologia X X X
Projeto Integrador I X X X X
a
Tabela 10: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 2 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
Brasil
X X X X
Artes X X X X
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química X X X X
Biologia X X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Língua Estrangeira X X
Projeto Integrador II X X X X
Desenho X X

a
Tabela 11: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 3 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Artes X X X X
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química X X X X
Biologia X X X X
Língua Estrangeira X X
Filosofia e Sociologia X X X
Sociedade e Meio
X X X
Ambiente
Geociências X X X X

a
Tabela 12: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 4 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Educação Física X X
Matemática X X
Física X X X
Química X X X X
Biologia X X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Língua Estrangeira X X
Segurança e Higiene do
X X X X X
Trabalho
Fundamentos Químicos
X X X X X
em Saneamento
Hidráulica X X X
193
Materiais de Construção X X X

a
Tabela 13: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 5 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Educação Física X X
Matemática X X
História X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Língua Estrangeira X X
Análises Físico-
Químicas de Águas e X X X X
Efluentes
Desenho de Sistemas
X X
Sanitários
Fundamentos Biológicos
X X X
em Saneamento
Hidráulica X X X
Instalações
X X X X
Hidrossanitárias
Limpeza Pública X X X
Topografia X X X

a
Tabela 14: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 6 fase.
Aula Estudo de Visitas Ensaios de
Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
Educação Física X X
Matemática X X
História X X X
Geografia X X X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Análises Bacteriológicas
X X X X X
de Águas e Efluentes
Desenho Auxiliado por
X X X
Computador
Instalações
X X X X
Hidrossanitárias
Serviços Funerários X X X
Sistemas de Água X X X
Tecnologia da
X X X
Construção

a
Tabela 15: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 7 fase.

Aula Estudo de Visitas Ensaios de


Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
Português e Hist Liter
X X X X
Brasil
História X X X
Geografia X X X X X
194
Filosofia e Sociologia X X X
Análises Físico-Químicas
X X X X
de Águas e Efluentes
Desenho Auxiliado por
X X X X
Computador
Operação e Manutenção
de Serviços de X X X X
Saneamento
Sistemas de Água II X X X
Sistemas de Esgoto I X X X

a
Tabela 16: Estratégias de Ensino das Unidades Curriculares da 8 fase.

Aula Estudo de Visitas Ensaios de


Unidade Curricular Seminários Outro
expositiva Caso técnicas laboratórios
História X X X
Geografia X X X X X
Filosofia e Sociologia X X X
Projeto Integrador III X X X X X
Análises Físico-Químicas
X X X X
de Águas e Efluentes
Operação e Manutenção
de Serviços de X X X X
Saneamento
Orçamento e
X X
Cronogramas
Sistemas de Água III X X X
Sistemas de Esgoto II X X X

4.6 Plano de Realização do Estágio Curricular

O Estágio é definido pela Lei No. 11.788, de 25/09/2008, como o “ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação
para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em
instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da
educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional
da educação de jovens e adultos”.
O Estágio como procedimento pedagógico deve ter como um de seus principais
objetivos estabelecer para o aluno uma interação entre a teoria e a prática, vivenciada em
situações reais do cotidiano do trabalho.
O Estágio curricular não obrigatório poderá ser realizado pelos alunos regularmente
matriculados e com frequência efetiva no curso, sendo, da primeira à quarta fases, em
atividades que contribuam para a formação social e cultural do indivíduo e, da quinta à
oitava fases, na área de formação específica.

195
A administração do estágio curricular (obrigatório e não obrigatório) deverá
acontecer em conjunto com a Coordenação de Estágio (COEST) do Câmpus Florianópolis
do IFSC, conforme legislação vigente.

4.7 Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores

Os critérios para aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores são


aqueles definidos pela Organização Didático-Pedagógica do Câmpus de Florianópolis do
IFSC.

4.7.1 Validação
A validação de Unidade Curricular dar-se-á somente sobre o conjunto de
competências associadas a uma determinada unidade.
Os procedimentos para solicitar a validação de Unidades Curriculares são aqueles
definidos pela Organização Didático-Pedagógica do Câmpus Florianópolis do IFSC.

4.8 Avaliação da Aprendizagem

A atividade de avaliação é uma característica intrínseca do ser humano, do seu


conhecimento vital, pois ela orienta, de forma válida, as decisões individuais e coletivas.
“Conhecer algo equivale a avaliá-lo, atribuir-lhe um valor, um significado, a explicá-lo, e
isto tanto na experiência comum quanto nos mais sistemáticos processos científicos”
(Bartolomeis, 1981).
A avaliação no processo de construção do conhecimento na nova educação
profissional deve ser um instrumento que possibilite a identificação do desenvolvimento
(atitudes, conhecimentos e habilidades) do aluno e que forneça elementos para
orientações necessárias, complementações e enriquecimento do processo. O parâmetro
para a avaliação será naturalmente aquilo que se definiu alcançar. É certo que, para isso,
é preciso definir as evidências da aprendizagem realizada ou da competência constituída.
A avaliação ocorrerá durante o processo e deverá acompanhar o desenvolvimento
do aluno na obtenção das competências requeridas para exercer a sua profissão,
expressando sua cidadania. Para tanto deverão ser avaliados os conhecimentos, as
habilidades e as atitudes dos alunos no desempenho de suas atividades. A cada
conhecimento, habilidade ou atitude avaliada será atribuído um conceito.
Nesse sentido, as diretrizes prevêem que o ensino técnico de nível médio, na
modalidade integrado, terá 3 (três) conceitos finais para aprovação: Conceito Excelente
196
(E), Conceito Proficiente (P) e Conceito Suficiente (S), e 1 (um) conceito para
reprovação: Conceito Insuficiente (I).

Registro Final:
De acordo com os conceitos apresentados, o registro final, a ser definido em
reuniões de avaliação, fica da seguinte forma:

- Apto: quando o aluno apresentar um dos três conceitos de aprovação


(Excelente, Proficiente ou Suficiente) em todas as unidades curriculares;
- Não apto: quando o aluno apresentar o conceito de reprovação (Insuficiente) em
mais de duas unidades curriculares;
- Pendente: quando o aluno apresentar o conceito de reprovação (Insuficiente)
em até duas unidades curriculares.

4.8.1 Promoção e Pendência

A avaliação do aluno será feita em reuniões de avaliação com a presença de todos


os professores que trabalharam nas unidades curriculares que compõem a fase e
conforme a legislação vigente, devendo o resultado ser expresso, individualmente, da
seguinte forma:
O aluno será considerado APTO na fase se:
a) Sua frequência for igual ou superior a 75%, no conjunto total das unidades
curriculares da fase.
b) Desenvolver as competências estabelecidas em todas as unidades curriculares
tendo obtido conceito E, P ou S.
O aluno será considerado NÃO APTO na fase se:
Sua frequência for inferior a 75%, no conjunto total das unidades curriculares da
fase e/ou obtiver conceito I em mais de 2 (duas) unidades curriculares. Nesse caso o
aluno deverá repetir a fase por inteiro.
O aluno será considerado PENDENTE na fase se:
Obtiver o conceito I, em no máximo 2 (duas) unidades curriculares e o conceito E, P
ou S nas demais.
Obs.: Nesse caso, o aluno terá matrícula condicional na fase seguinte e matrícula
regular na fase em que obteve a(s) pendência(s).

Considerações Sobre a Pendência:

197
a) O aluno poderá fazer matrícula condicional na fase seguinte, no turno em
que está originalmente matriculado e matrícula regular nas unidades
curriculares pendentes, em turno oposto, devendo cursá-las na íntegra. Na
impossibilidade de cursar as pendências em turno oposto, o mesmo deverá
matricular-se somente nas unidades curriculares pendentes, no turno em que
está originalmente matriculado e ser considerado Apto para depois cursar a
fase seguinte.
b) No caso de pendência cursada paralelamente à fase da matrícula
condicional, a progressão para a fase seguinte só acontecerá se o aluno for
considerado Apto nas unidades curriculares pendentes.
c) A matrícula nas unidades curriculares em pendência deverá obrigatoriamente
ser realizada na fase subsequente àquela em que o aluno ficou em
pendência. O aluno em pendência na efetivação da matrícula deverá se
adequar aos horários oferecidos pela instituição.
d) O aluno poderá cursar a pendência em turmas regulares ou especiais.
Turmas especiais serão oferecidas sempre que houver necessidade e
quando a carga horária dos professores permitir.

4.9 Trancamento

O trancamento de matrícula será regido pela Organização Didático-pedagógica do


IFSC Câmpus Florianópolis.

5 Instalações e Equipamentos

5.1 Instalações físicas

Horário de
Funcionamento :
Laboratório: INFORMÁTICA - LINFO
Das 7h30min às
22h30min
Equipamentos Quantidade
Computadores 39
Quadro de fórmica para pincel 01
Projetor de Imagem 01
Mesas para computadores 20
Cadeiras 41
Aparelho de ar condicionado 01

Horário de funcionamento:
Sala de estudos e preparação (professores)
Das 7h30min às 22h30min
198
Equipamentos Quantidade
Ventilador de teto 00
Escrivaninha 07
Armário 02
Computador 07
Impressora 01
Bebedouro 01
Mural de recados e divulgação 01
Telefone 02
Scanner 01

Laboratório : SALA DE MÙSICA Horário de funcionamento :


Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Armário aberto 02
Arquivo 01
Mesa 02
Quadro Branco 01
Aparelho de Som (estragado) 01
Bateria Acústica 01
Piano 01
Refrigerador de ar (um estragado e outro desinstalado) 02

Laboratório : SALA DE ARTES PLÁSTICAS Horário de funcionamento :


Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Mesa para desenho 04
Cavalete para pintura 04
Armário 01
Pincel 15
Tanque de lavar 01
Computador com Impressora 01
Quadro Branco (móvel) 01

Laboratório : SALA DE TEATRO Horário de funcionamento :


Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Aparelho de Som 01
Linólio 02
Caixa de Som 06
Biombo 01
Ar condicionado 01
Mesa 04
Cadeira 01
Ventiladores de teto 02
Estabilizador 01
Computador 01

Laboratório : BOCA DE SIRI Horário de funcionamento :


199
Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Armário de Madeira Pequeno 01
Mesas de computador 04
Gaveteiros 02
Arquivo 02
Armário de Metal 01
Cadeiras de Rodinhas 04
Cadeira Preta 02
Computadores 04
Poltronas 02
Ar condicionado 01
Reciever DENON 01
Aparelho de som portátil 01

Laboratório: QUÍMICA GERAL Horário de funcionamento:


Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Placa de aquecimento com agitador magnético 04
Estufa de secagem microprocessadas 04
Refrigerador frost free duplex 03
Digestor D.Q.O. 01
Multímetro digitais 08
Agitador magnético com aquecimento 01
Balança de precisão semi-analítica 03
Compressor/ Aspirador 01
Deionizador de água 03
Destilador de água 02
Computador e Impressora 03
Manta de aquecimento – 250mL 02
Capelas 02
pHmetro 06
Destilador de solventes 01
Condutivímetro de bancada 01
Agitador de tubo de ensaio 02
Agitador Jartest 01
Banho de ultrassom com aquecimento 01
Projetor de multimídia 01
Turbidímetro 01
Forno industrial tipo mufla 01
Forno de laboratório tipo mufla 01
Cuba de eletroforese vertical 01
Aparelho de eletroforese 01
Incubadora de bancada refrigerada 01
Bombas de vácuo 03
Calorímetro com duplo vaso didático 02
Sensor de concentração de CO2 por infravermelho 02
Espectrofotômetro UV-Vis 01

200
Mufla microprocessada para laboratório 01
Rotaevaporador 02
Monitor de glicemia 01
Chapa aquecedora microprocessada 01
Banho-maria tipo laboratório 02

Laboratório: BIOLOGIA Horário de funcionamento:


Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Microscópio biológico binocular 04
Microscópio biológico trilocular 01
Microscópio biológico esteroscópio 02
Estufa de cultura e Bacteriologia 01
Microscópio biológico monocular 01
Modelo de esqueleto humano articulado para fins didáticos 01
Modelo de torso humano para fins didáticos 01
Projetor de multimídia 02
Notebook 01
Computador desktop 02

Laboratório : IMAGEM E ORALIDADE – Horário de funcionamento :


FRANKLIN CASCAES Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
1. Cadeira estofada na cor azul 30
2. Tela Retrátil 01
3. Projetor multimídia 01
4. Microcomputador para edição de vídeo 01
5. Microcomputador do tipo Pentium 4 01
6. Televisor 29” 01
7. Videocassete 02
8. DVD Home Theater 01
9. Microgravador Analógico 20
10. Impressora Laser 01
11. Máquina fotográfica digital 01
12. Câmera de Vídeo 01
13. Gravador digital 10
14. Máquina Fotográfica Manual 14
15. Rádio gravador com CD que também reproduz discos MP3 02

Laboratório : EQUIPAMENTOS DE EDUCAÇÃO Horário de funcionamento :


FÍSICA Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Ginásio de Esporte 02
Sala de Musculação, Artes Marciais e Capoeira 00
Campo Atlético 01
Laboratório de Medidas 01
Quadra polivalente (Externa) 02
Sala da Coordenadoria 01
201
Laboratório 01: DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Horário de funcionamento :
Sala 02 – Ala Norte Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Mesa 02
Computador 01
Projetor 01
Tela para projeção 01
Condicionador de ar 01
Carteiras (carteiras ou mesas para aluno + cadeiras) 28

Laboratório 02: DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Horário de funcionamento :


Sala 03 – Ala Norte Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Mesa 01
Computador 01
Projetor 01
Tela para projeção 01
Kit caixas de som (1 console + 2 caixas) 01
Condicionador de ar 01
Armário 01
Carteiras 35

Laboratório 03: DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Horário de funcionamento :


Sala 04 – Ala Norte Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Mesa 01
Computador 02
Projetor 01
Tela para projeção 01
Kit caixas de som (1 console + 2 caixas) 01
Condicionador de ar 01
Armário 01
Carteiras 34

Horário de funcionamento:
Laboratório: FÍSICA
Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade

Equipamentos e instalações de apoio

Mesa de trabalho + cadeiras 06


Aparelho de telefone 01
Armário de aço 03
Armário de madeira 07
Armário em MDF com 3 portas 01
Arquivo de aço 03
Balança 06
202
Bancada de trabalho 06
Banqueta 36
Computador, com tela 17’’, teclado e CPU 04
Condicionador de ar 04
Conjunto para estudo de calibração de mola 06
Conjunto de acústica 06
Conjunto de eletricidade 06
Conjunto de eletromagnetismo 06
Conjunto de ótica 06
Conjunto de pedaços de cano para determinação do pi 12
Conjunto de trilho de ar 03
Conjunto para determinação da resistividade elétrica 06
Conjunto para determinação do calor específico de uma substância 06
Conjunto para estudo da conservação de energia térmica de um sistema 06
Conjunto para estudo de algarismo significativo 12
Conjunto para estudo de atrito estático 12
Conjunto para estudo de conservação de energia mecânica 06
Conjunto para estudo de densidade de corpos 12
Conjunto para estudo de equilíbrio de uma partícula 06
Conjunto para estudo de erros de medidas 12
Conjunto para estudo de MRU 06
Conjunto para estudo de MRUV 06
Conjunto para estudo de queda livre 03
Conjunto para estudo de transformador 07
Conjunto para estudo do calor latente de fusão da água 06
Conjunto para estudo do equilíbrio de um corpo extenso 12
Conjunto para estudo do movimento de um pêndulo simples 12
Conjunto para estudo do Principio de Arquimedes 06
Conjunto para estudos de Resistores 06
Conjunto para mecânica dos fluídos 05
Conjunto para mecânica dos sólidos 05
Conjunto para medidas elétricas 06
Conjunto para ótica 06
Conjunto termologia 02
Equipamentos para atividades experimentais
Impressora 01
Instrumentos de medidas (Paquímetro, micrometro trena, dinamômetro, 20
régua)
Maleta com ferramentas 01
Mesa móvel com rodízio
Mural 01
Pia com cuba e torneira 01
Projetor multimídea + lousa digital + sistema de som + Lousa verde 01
Relógio de parede 01

Equipamentos para demonstrações


Canhão para demonstração de Adição de Cores 01
Cuba de ondas 01

203
Equipamento para demonstração da Lei de ação e reação 01
Equipamento para demonstração de força centrípeta 01
Espelho parabólico 01
Espelhos côncavos para demonstração de imagem virtual 01
Fonte de 6~120 volts 01
Gerador de ondas mecânicas 01
Gerador de Van der Graaff 01
Gerador manual de eletricidade 01
Globo de plasma 01
Maquina térmica 01
Mini laboratório de ciências 01
Pêndulo de Newton 01

Laboratório : LABORATÓRIO DE REDAÇÃO Horário de funcionamento :


Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Computadores 3
Projetor 1
Tela de projeção 1
Aparelho de ar condicionado 1

Horário de funcionamento :
Laboratório : MATEMÁTICA
Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Mesas comuns 7
Mesa de Microcomputador 1
Aparelho de ar condicionado residencial, tipo split 24.000 BTU´s 1
Calculadoras científicas Cássio 15
Calculadoras gráficas 13
Projetor multimídia com luminosidade 2000 1
Escalímetro 3
Tela de projeção retrátil 1
Cortina 1
Lousa digital 2
Monitor / Vídeo Microcomputador 8
Computador 8
Paquímetro 10
Mesa de Microcomputador 1
Lousa 1
Aparelho de ar condicionado residencial 1
Armário de madeira, c/fechadura, 2 portas, cor marfim 1
Armário de Madeira 1
Cadeira de Escritório, giratória 38
Armário de Madeira Suspenso 3 portas; 8 nichos; 5 prateleiras internas 1
Armário de Madeira Suspenso; 4 portas; 4 nichos; 5 prateleiras internas 1
Armário de Madeira Suspenso; 4 portas; 7 nichos; 5 prateleiras internas 1
Armário de Madeira Suspenso; 5 portas; 6 nichos; 5 prateleiras internas 1
Cadeira Comum 1
204
Transferidor de plástico 2
Esquadro de plástico 2
Régua diversos tamanhos e materiais 20
Kits Sólidos geométricos em acrílico 4

Laboratório : SEGURANÇA DO Horário de funcionamento :


TRABALHO Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade

Sala de Desenho Horário de funcionamento:


Das 7h30min às 22h30min
Equipamentos Quantidade
Prancheta 18
Banqueta 18

LABORATÓRIO DE ANÁLISES Horário de funcionamento:


BACTERIOLÓGICAS Das 7h30min às 22h30min
Tipo de ambiente: LABORATÓRIO
Área do ambiente: 46,00 m2
Postos disponíveis: 15 postos
02 Autoclave
01 Balança Semi-Analítica
02 Banho-Maria
01 Bomba de vácuo
01 Computador
01 Contador de Colônias
Equipamentos 01 Destilador
disponíveis: 01 Estufa de Esterilização
02 Incubadora Bacteriológica
01 Lavador de Pipetas
02 Microscópio
01 Refrigerador
01 Retroprojetor
Vidrarias Diversas

LABORATÓRIO DE ANÁLISES FÍSICO- Horário de funcionamento:


QUÍMICAS Das 7h30min às 22h30min
Tipo de ambiente: LABORATÓRIO
Área do ambiente: 107,00 m2
Postos disponíveis: 16 postos
04 Agitador Magnético
Equipamentos disponíveis:
01 Balança Analítica

205
01 Balança Semi-Analítica
01 Banho Maria
01 Banho de Ultrassom
01 Capela
01 Centrífuga
01 Chapa de Aquecimento
05 Coletor de Amostra de Água
05 Computador
01 Condutivímetro
01 Cromatógrafo à gás
01 Deionizador
02 Destilador de Nitrogênio
02 Digestor de DQO
02 Espectrofotômetro
02 Estufa
03 Fluorímetro
01 Fotômetro de Chama
01 Lavador de Pipetas
02 Manta de Aquecimento
01 Microscópio
01 Mufla
05 pHmetro
01 Polarógrafo
01 Purificador de Água MilliQ
01 Refrigerador
03 Turbidímetro
Vidrarias Diversas

5.2 Biblioteca

A Biblioteca Dr. Hercílio Luz, do Instituto Federal de Educação, Ciência e


Tecnologia de Santa Catarina, localizada no Câmpus Florianópolis, está disponível aos
estudantes da Educação Profissional de Nível Médio, de Ensino Médio, Ensino Superior e
de Pós-Graduação, e tem os seguintes objetivos:
a) ensinar as técnicas de recuperação da informação, assegurando habilidade
permanente e bons resultados na sua utilização;
b) informar ao usuário como manipular as informações para melhor realizar suas
pesquisas e atividades;
c) conscientizar os usuários da importância de conservar o material bibliográfico
existente na biblioteca para utilizá-lo de acordo com seu regulamento.

206
A Biblioteca possui uma área útil de 850 m² e está localizada no Centro de
Convivência, entrada principal do Câmpus. Conta com climatização, equipamentos de
segurança, sinalização e acesso aos portadores de necessidades físicas especiais. As
condições de armazenamento, de preservação e de disponibilidade do acervo são
adequadas para o atendimento e o acervo é constituído por livros, mídia digital,
periódicos, dissertações, revistas, jornais, trabalhos de conclusão de curso, teses,
folhetos, catálogos de fabricantes, apostilas, coleções, dicionários e enciclopédias.
O atendimento da Biblioteca Dr. Hercílio Luz ocorre de 2ª a 6ª feira das 7h 30min às
22h e aos sábados, das 8h às 12h.
Os principais serviços disponibilizados são:
a) orientação para possibilitar o acesso e utilização do acervo bibliográfico na
baixa, recuperação e disseminação da informação;
b) empréstimo de exemplares do acervo;
c) atendimento à comunidade escolar em geral para consulta local;
d) levantamento bibliográfico;
e) acesso à Internet (somente para consultas educacionais e culturais);
f) consulta ao acervo, por meio de terminal para pesquisa on-line.
O acervo da Biblioteca possui base de dados digital que pode ser acessada pelo
sítio internet <[Link] que também garante o acesso ao
acervo das bibliotecas dos demais Câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia de Santa Catarina.

6 Pessoal Docente e Administrativo

6.1 Corpo Docente do Departamento Acadêmico de Linguagem, Tecnologia,


Educação e Ciência - DALTEC

EXPERIENCIA
DOCENTES GRADUAÇÃO TITULAÇÃO PROFISSIONAL
(ANOS)
Anésio Boger Brand Licenciatura em Física Mestrado em Físico-Química 25,0
Carlos Antonio Queiroz Licenciatura em Física Doutorado em Ciências e 34,0
Engenharia dos Materiais
Jaime Domingos Teixeira Licenciatura em Física Doutorado em Ciências e 30,0
Engenharia dos Materiais
Eiji Harima Licenciatura em Física Doutorado em Ciências e 30,0
Engenharia dos Materiais
Eurides Souza Nunes Licenciatura em Física Especialização em Físico - 35,0
Química
Gerson Gregório Gomes Licenciatura em Física Doutorado em física 6,0
José Pinho de Alves Neto Licenciatura e Mestrado em Engenharia 21,0
207
Bacharelado em Física Mecânica
Marcos Aurélio Neves Licenciatura em Física Mestrado em Educação 25,0
Paula Borges Monteiro Licenciatura em Física Doutorado em Ciências-Física
5,0
Rodrigo Lopes Licenciatura em Física Especialização em Ensino de 20,0
Física
Sérgio Seitsi Uda Licenciatura em Física Mestrado em Físico-Química 30,0
Christian Conceição Licenciatura em Artes Mestrando em Artes Visuais 11/1993
Fernandes Plásticas
Irineu Lopes Melo Licenciatura em Música Mestrado em Educação 01/1997
Tania Denise da Silva Licenciatura em 02/1997
Meyer Educação Artística -
Música
Gizely Cesconetto de Educação Artística - Artes Mestrado em Ciências da 01/1997
Campos Plásticas Linguagem
Ramiro Antonio da Costa Licenciatura em 09/2010
Educação Artística -
Música
Vivian Leichsenring Bacharel – violino Mestranda em Música 09/2011
Kuntze da Silveira
Jair Luiz Alves da Silva Letras / Português-Inglês Mestrado em Inglês – Língua e 03/1997
Filho e Literaturas Literatura Correspondente
Correspondentes
Denize Nobre Oliveira Letras / Português-Inglês Doutorado em Inglês – Língua e 10/2008
Literatura Correspondente
Fabrício Gadotti Letras – Português e Doutorado em Letras – 02/2007
Espanhol e respectivas Literatura
literaturas
Lucimary Bajon Licenciatura Plena Letras Especialização em Práticas 04/2008
Espanhol Interdisciplinares
Eduardo Henrique Letras / Inglês Mestrado em Inglês – Língua e 07/2013
Literatura Correspondente
Doutorado em Linguística
Aplicada (Arizona State University)
– ainda não revalidado no Brasil
Gabriel Serôa da Mota Química Especialização - Ciências 08/1979
Ensino Médio (UDESC) /
Química Instrumental RJ
Berenice da Silva Junkes Química Bacharel e 10/2006
Licenciatura Doutorado - Química Analítica
Ida Eunice Favarin Licenciatura em Ciências Mestrado - Química Orgânica 02/1992
Pozzobom – Habilitação em Química
Gilmar Antônio Rosa Química Mestrado - Físico – Química 08/1986
Waldir Gomes Filho Química Especialização - Análise 08/1979
Instrumental
Claudia Lira Engenharia Química Doutorado - Ciência e 12/2007
Engenharia de Materiais
Karine Pires Licenciatura em Biologia Mestrado - Biologia 10/2006
Paulo Sérgio da Silva Ciências e Biologia Especialização - Ciências do 2º 08/1986
grau (UDESC)
Carmencília de Fátima Licenciatura em Biologia / Especialização - Metodologia de 10/1990
Fagotti Mori Licenciatura em Ensino Superior
Pedagogia
Eduardo Silveira Ciências Biológicas – Mestrado em Educação 07/2010
Licenciatura e
Bacharelado
Gisele Serpa Engenharia Química Doutorado em Engenharia 09/2008
Química
Marcelo Rennó Braga Biologia Doutorado - Zoologia 05/2008

208
Andréa Martins Andujar Graduação em Doutorado em Engenharia de 1998
Administração e Produção 15 anos
Graduação em Psicologia
Baltazar Carboni Filosofia Mestrado em Educação - 1984
Cremonese PROEJA 29 anos
Denise Araújo Meira História Mestrado em Educação 1988
25 anos
Jacira dos Santos Licenciatura em Especialização em Geografia do 1984
Geografia Brasil 29 anos
Masae Kawano Licenciatura em Especialização em Educação de 1990
Geografia Jovens e Adultos 23 anos
Seomara Beltrão de Pedagogia Especialização em Metodologia 1988
Vargas 25 anos
de Ensino
Eliodoria de Fátima E. Filosofia e Serviço Social Especialização em Metodologia 1987
Ventura do Ensino e Administração 26 anos
Escolar
Gilson Moraes Administração Mestrado em Administração 1986
27 anos
Fátima Regina Teixeira Graduação em Mestrado em Engenharia de 1990
Administração e Gerência Produção 23 anos
Liliane Stelzenberger Graduação em Mestrado em Engenharia de 1992
Pedagogia-Supervisão Produção 21 anos
Pedagógica
Márcio Ricardo Teixeira Licenciatura em Doutorado em Geografia 2007 (IFSC) = 6
Moreira Geografia anos No entanto,
leciona há 15 anos
Marcos Davi Auras Licenciatura em História Especialização em Educação 1980
Profissional para Jovens e 33 anos
Adultos
Marival Coan Licenciatura em Filosofia - Doutorado em Educação 1994
hab. em Sociologia e 19 anos
Psicologia
Rodrigo de Souza Mota Licenciatura em História Mestrado em História Cultural 2009 (IFSC) = 4
anos
No entanto,
leciona desde
2001.
Terezinha Maria dos Licenciatura em História Mestrado em Extensão Rural – 1994 (IFSC) = 19
Santos Silva História da Comunidade anos
No entanto,
leciona há 35
anos
Adriana Duriex Licenciatura em Mestrado
Educação Física
Andresa Silveira Soares Mestrado
Aurineider Marcelino da Licenciatura em Mestrado em Engenharia de
Silva Educação Física Produção
Celso Araújo Filho Licenciatura em Especialização
Educação Física
Doutel Umberto Gallina Licenciatura em Especialização
Educação Física
Leatrice Pavan Licenciatura em
Educação Física
Lucinéia Daleth da Licenciatura em Mestrado em Educação Física e
Silveira Educação Física Saúde
Telmo Henrique Luz Licenciatura em Especialização
Educação Física
Amauri Araújo Antunes Licenciatura em Letras Mestrado em Letras-Teoria e
Português História Literária
209
Doutorado em Teatro e
Educação
César Cordeiro Vieira Licenciatura em Letras Mestrado em Letras
Cláudia Regina Silveira Licenciatura em Letras Doutorado em Literatura
Eliane Salete Bareta Licenciatura em Letras Mestrado em Engenharia de
Gonçalves produção (ergonomia)
Elisa Helena Tonon Licenciatura em Letras Mestrado em Literatura
Português
Fernanda Moyses Licenciatura em Letras Mestrado em Linguística
Procópio Aplicada ao ensino de Língua
Gizelle Kaminski Corso Licenciatura em Letras
Lênia Pisani Gleise Licenciatura em Letras Doutorado em Literatura
Português/Inglês
Marco Antônio Quirino Licenciatura em Letras Mestrado em Linguística
Pessoa
Alexandre Motta Licenciatura em Doutorado em Educação
Matemática Científica e Tecnológica
Adriano Vitor Licenciatura em Mestrado em Métodos 23/01/2012
Matemática Numéricos em Engenharia
Antônio João Licenciatura em Especialização em Ensino de 07/2013
Matemática Ciências
Elisa Flemming Luz Graduação em Engenharia de Produção 09/2006
Engenharia Elétrica e
Licenciatura em
Matemática
Graciele Amorim Licenciatura em Mestrado em Matemática e 09/2010
Zimmermann Matemática Computação Científica
Hilário Francisco da Silva Licenciatura em Especialização em Matemática 07/10/1991
Matemática Superior
José Roque Damasco Licenciatura em Mestrado em Educação 02/2003
Neto Matemática Científica e Tecnologia
Lisani Geni W. Coan Licenciatura em Doutorado em Educação 02/1994
Matemática Matemática
José Carlos Kahl Licenciatura em Mestrado em Engenharia de 12/1995
Matemática Produção – Pesquisa
Operacional
Elenita Eliete de Lima Licenciatura em Doutorado em Educação 02/1997
Ramos Matemática Científica e Tecnológica –
Educação matemática
Waldir de Souza Licenciatura em Especialização em Matemática 09/1995
Matemática Superior
Louis Augusto Gonçalves Licenciatura em Mestrado em Matemática 09/2011
Matemática Aplicada e Computacional
Maria Clara K. Schneider Licenciatura em Doutorado em Engenharia de
Matemática Produção
Robson Raulino Licenciatura em Mestrado em Matemática 08/2013
Rautenberg Matemática
Viviam Giacomelli Matemática Licenciatura Mestrado em Matemática e 01/2012
Pedroso Computação Científica

6.2 Corpo Administrativo DALTEC

SERVIDOR GRADUAÇÃO TITULAÇÃO


Ana Maria Becker
Eliane Maria de Pinho Psicologia
Fernanda Soares Marcondes
Ivonete Leandra Silveira
210
Tiago Spiandorello Psicologia

6.3 Corpo Docente do Departamento Acadêmico de Construção Civil - DACC

O corpo docente vinculado ao Departamento de Construção Civil conta atualmente com


51 professores efetivos, praticamente todos com Dedicação Exclusiva (DE), a maioria
com formação em Engenharia Sanitária e Ambiental, Engenharia Civil e Arquitetura e
Urbanismo, outros 13 professores com formação em outras áreas, conforme descrito no
quadro abaixo.

Regime
Última
NOME Formação Graduação de
Titulação
Trabalho
1 Abigail Ávila de S. Silva Biologa Mestre DE
2 Adolfo Lino de Araújo Eng. Civil Mestre DE
3 Ana Lígia Papst de Abreu Arquiteta Doutora DE
4 Alexandre Lima de Oliveira Eng. Civil Doutor DE
5 André Puel Eng. Civil Mestre DE
6 Andreza Thiesen Laureano Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
7 Anelise Christine Macari Arquiteta Mestre DE
8 Ângelo Martins Fraga Geógrafo Mestre DE
9 Beatriz Francalacci da Silva Arquiteta Mestre DE
10 Carlos Alberto Hermann Fernandes Arquiteto Especialista DE
11 César Rogério Cabral Eng. Civil Especialista DE
12 Cleide Cedeni Andrade Arquiteto Mestre DE
13 Cristiane Felisbino Silva Bióloga Mestre DE
14 Dalton da Silva Eng. Civil Doutor 40h
15 Dalton Luiz Lemos II Eng. Civil Doutor DE
16 Débora Monteiro Brentano Bióloga Mestre DE
17 Edson Luiz Boldo Arquiteto Especialista DE
18 Elivete Carmen Clemente Prim Eng. Sanitarista e Ambiental Pós-Doutora DE
19 Fernanda Simoni Schuch Eng. Civil Doutora DE
20 Fernando Teixeira Arquiteto Doutor DE
21 Flávio Boscatto Eng. Aquicultura Mestre DE
22 Gil Carlos Pegoraro Brisolara Eng. Civil Especialista DE
Tecnólogo Construção de Mestre em Eng.
23 Gustavo Rodolfo Perius DE
Edificios Civil
24 Jandir Vaz Eng. Civil Especialista DE
25 João Alberto da C. Ganzo Fernandez Arquiteto Doutor DE
26 João Batista Barbosa Fonseca Eng. Civil Mestre DE
27 José Antônio Bourscheid Arquiteto Doutor DE
28 Jucélio Gonçalves Eng. Civil DE

211
29 Juliana Guarda de Albuquerque Eng. Civil Mestre DE
30 Leonel Euzébio de Paula Neto Arquiteto Mestre DE
31 Luciana Maltez Lengler Calçada Eng. Civil Doutora DE
32 Luciana da Rosa Espíndola Arquiteta Mestre DE
33 Lúcio Mendes Téc Agrimensura Especialista DE
34 Luiz Carlos Marinho Cavalheiro Eng. Civil Especialista 40h
35 Manoel Irineu José Téc. Edificações Especialista DE
36 Márcia Maria Stheil Eng. Civil Mestre DE
37 Maria Angélica B. Marim Química Doutora DE
38 Maria Bertília Oss Giacomelli Química Doutora DE
39 Markus Hasenack Técnologo Const. Civil Doutor DE
40 Maurilia de Almeida Bastos Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
41 Paulo Roberto Weigmann Téc. Eletrotécnica Mestre DE
42 Ricardo Roberto Wildi Arquiteto Especialista DE
43 Ricardo Reis Maciel Eng. Sanitarista e Ambiental Graduado DE
44 Rolando Nunes Cordova Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
45 Rosangela Mauzer Casarotto Eng. Civil Doutora DE
46 Rovane Marcos de França Eng. Civil Graduado DE
47 Samuel João da Silveira Eng. Civil Mestre DE
Licenciatura e Bacharel em
48 Sônia Maria de Almeida Doutorado DE
Química
49 Uaçaí Vaz Lorenzetti Eng. Civil Mestre DE
50 Twisa Thiemi Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
51 Valéria de Cássia Silva Eng. Sanitarista e Ambiental Mestre DE
52 Vicente Naspolini Arquiteto Mestre DE
53 Walter Martim Widmer Biólogo Doutor DE

6.4 Corpo Administrativo DACC

Quadro resumo dos servidores técnico-administrativos em educação que


trabalham do departamento de construção civil, atuantes em todos os cursos
oferecidos pelo DACC.

Regime de
Nome Cargo/Nível Formação Titulação
Trabalho
TAE – Tec. Administrativo em Tec.
Silvia de Bona Medeiros 40 horas Nível Médio
Educacão / Médio Edificações
TAE – Tec. Administrativo em
Ana Lúcia Amorin Eller 40 horas Pedagogia Bacharel
Educacão / Médio
TAE – Tec. Administrativo em
Geraldo José Leal 40 horas Direito Bacharel
Educacão / Médio
TAE – Tec. Administrativo em
Sarita Locks de Souza 40 horas História Bacharel/Lic
Educacão / Médio
Rafael Andrade de Souza Laboratorista / Médio 40 horas Tecnólogo em Tecnólogo
212
Constr. De
Edifícios
Alan Fernandes dos Santos Laboratorista / Médio 40 horas Geografia Bacharel
Roberto Francisco Faccio Laboratorista / Médio 40 horas Eng. Agrônomo Bacharel
Auxiliar de Serviços Gerais / E. Fund.
Atanael Miguel Luciano 40 horas
Fundamental Incomp.

7 Anexos

Anexo I

- Exemplar de Diploma;
- Exemplar do Certificado.

213
O(a) Diretor(a) Geral do Campus Florianópolis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa
Catarina, no uso de suas atribuições, e tendo em vista a conclusão, em xx de xxxx de xxxx, do Curso Técnico
em xxxxxxx Integrado ao Ensino Médio, Eixo Tecnológico “xxxxxxx”, confere o título de Técnico(a) em
xxxxxxx a

xxxxxxxxxxxxxx
De nacionalidade brasileira, natural do Estado de xxxxx, nascido(a) em xx de xxxx de xxxx, RG xxxxxxxxxx
(xxx-xx), CPF [Link]-xx, e outorga-lhe o presente Diploma, a fim de que possa gozar de todos os direitos e
prerrogativas legais.

xxxxxxxxxxxxxxxx, xx de xxx de xxxx.

xxxxxxxxxxxxxxx Titular xxxxxxxxxx


Chefia de Ensino Diretor(a) Geral do Campus Florianópolis
Portaria nº 172, de 03/03/2008 Portaria nº 399, de 08/04/2011
Publicada no DOU em 05/03/2008
Publicada no DOU em 11/04/2011

215
Curso Técnico em xxxxx Integrado ao Ensino Médio, aprovado
pela Resolução IFSC n°. xxx/xxxx.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
CAMPUS XXXXXXXXXXXX
COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS

Diploma com validade em todo o território nacional, emitido nos


termos da Lei 9394/1996; da Resolução CNE/CEB 04/1999; do
Parecer CNE/CEB 16/1999; do Parecer CNE/CEB 39/2004; do
Decreto 5154/2004; e da Lei 11892/2008.

Código de autenticação no SISTEC: xxxxxxxxxxxx

DADOS DO REGISTRO
Registro nº xxx, Livro xxxxx, Folha xxxx
Data do registro: xx/xx/xxxx

_________________________________
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenador(a) de Registros Acadêmicos
Portaria nº 172, de 03/03/2008
Publicada no DOU em 05/03/2008
Matrícula Siape: xxxxxx

216
O(A) Diretor(a) Geral do Campus xxxxxxxxxxx do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa
Catarina, no uso de suas atribuições, outorga o presente Certificado de Qualificação Profissional de Nível
Técnico em xxxxxxx, com xxx horas, a

xxxxxxxxxxxxxxxxxx
De nacionalidade brasileira, natural do Estado de/do/da xxxxxxxxx, nascido(a) em xx de xxxxx de xxxx, RG
xxxxxxxxx (SSP-xx), CPF xxxxxxx, a fim de que possa gozar de todos os direitos e prerrogativas legais.

xxxxxxxxxxxxxx, 22 de agosto de 2011.

xxxxxxxxxxxxxxxxxx Titular xxxxxxxxxxxxxxxxxx


Chefia de Ensino Diretor(a) Geral do Campus xxxxxxxxxx
Portaria nº xxxx, de xx/xx/xxxx Portaria nº 246, de xx/xx/xxxx
Publicada no DOU em xx/xx/xxxx Publicada no DOU em xx/xx/xxxx

217
Competências adquiridas

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO


--------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ---------------------------------- INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ CAMPUS XXXXXXXXXXX
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- --------------------
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ---------- Certificado com validade em todo o território nacional, emitido
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ ------------------------- nos termos da Lei 9394/1996; Resolução CNE/CEB 04/1999;
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- Parecer CNE/CEB nº 16/1999; Parecer CNE/CEB nº 39/2004;
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Decreto nº 5154/2004 e Resolução CNE 01/2005.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- --------------------
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- DADOS DO REGISTRO
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- --- Registro nº xxx, Livro xxxxxx, Folha xx
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- Data do registro: xx/xx/xxxx
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- --------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------- ----------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- ____________________________________
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ xxxxxxxxxxxxx
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- Coordenador(a) de Registros Acadêmicos
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Portaria nº xxx, de xx/xx/xxxx
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- Publicada no DOU em xx/xx/xxxx
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -------------------- Matrícula Siape: xxxxxxxxx
----------------------------------------------------------------------------------------------------- --------------------------------------------
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