TÉCNICAS DE ANESTESIA
LOCAL
Prof. Luiz Antonio de Paulo Marques
C
[Link].p.m@[Link] J
S
C
J
S
NERVO TRIGÊMIO
Maior nervo craniano
Nervo misto:
Raiz sensitiva: inervação dos
dentes, ossos e tecidos
moles da cavidade oral.
Raiz motora ([Link]ção)
C
J
MALAMED, 2005 S
NERVO TRIGÊMIO
Divisão Oftálmica (sensitiva)
é a menor
Divisão Maxilar (sensitiva)
Divisão Mandibular (mista)
C
J
MALAMED, 2005 S
Divisão Maxilar
N. Infra-Orbitário
N. Alv. Sup. Anterior
N. Alv. Sup. Médio
N. Alv. Sup. Posterior
N. Palatino Maior
C
N. Nasopalatino J
MALAMED, 2005 S
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR
Inerva polpa dos incisivos e caninos, gengiva
vestibular da região, tecidos periodontais e osso
alveolar.
C
J
S
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO
Inerva pré-molares superiores, em algumas
pessoas a raiz mésio-vestibular do primeiro-
molar sup., tecidos periodontais, gengiva
vestibular e osso alveolar da região.
C
J
S
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO
Loetscher & Walton (1998) constataram que os NASM
estão presentes em 72% das amostras examinadas.
C
Loetscher CA, Walton RE: Patterns of inervation of maxillary first molar: a J
dissection study, Oral Surg 65:86-90, 1998 S
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR
Inerva gengiva vestibular na região de molares superiores,
ligamentos periodontais, osso alveolar e tec. pulpares do
terceiro, segundo e primeiro molares maxilares, com a
exceção (em 28% dos pacientes) da raiz mésio-vestibular
do primeiro molar.
C
J
S
NERVO NASOPALATINO
Entra no canal incisivo, onde passa para a cavidade oral via
forame Incisivo.
Localiza-se na linha média, cerca de 1 cm posterior aos
incisivos centrais.
Inerva a mucosa palatina anterior (canino a canino).
C
J
S
NERVO PALATINO MAIOR
Emerge pelo forame palatino maior, que se localiza cerca de
1 cm em direção à linha média palatina, imediatamente a
distal do segundo molar superior.
Inerva a fibromucosa palatina posteriormente ao 1º pré-
molar.
C
J
S
Divisão Mandibular
N. Aurículotemporal
N. Alveolar inferior
N. Lingual
N. Milohiodeo
C
N. Bucal
J
S
NERVO ALVEOLAR INFERIOR
Sensitivo.
Inerva osso alveolar,
ligamento periodontal e
tecidos pulpares dos
molares e pré-molares
inferiores.
Antes de entrar no canal
mandibular passa entre o
ramo da mandíbula e o
ligamento C
esfenomandibular. J
S
NERVO LINGUAL
Sensitivo
Situa-se imediatamente
abaixo da mucosa no
sulco lingual lateral,
ligeiramente atrás do
terceiro molar.
Inerva os 2/3 anteriores
da língua e soalho da
boca. C
J
S
NERVO BUCAL
Suas fibras sensitivas
são responsáveis pela
inervação da gengiva
vestibular na região de
molares inferiores.
O nervo Bucal não
inerva o m. Bucinador.
C
J
S
NERVO MENTONIANO
Inerva pele do mento,
mucosa do lábio, pele
do lábio e gengiva
vestibular a anterior do
forame mentoniano.
C
J
S
NERVO INCISIVO
Inerva osso
alveolar, ligamento
periodontal e polpa
dos dentes
anteriores da
mandíbula.
C
J
S
O EQUIPAMENTO
C
J
S
TÉCNICAS ANESTÉSICAS
TERMINAIS BLOQUEIO
SUPERFICIAL INFILTRATIVAS
REGIONAL TRONCULAR
Supraperióstica Submucosa NASA E M NAI+L+B
Circular Intrapulpar NASAP NAI + L
Intraperiodontal [Link] NB C
Papilar [Link] MAIOR NMENT + INCISIVOJ
S
TÉCNICAS ANESTÉSICAS
Anestesia terminal infiltrativa via intra-bucal:
solução anestésica é depositada nas
proximidades dos filetes terminais dos nervos
que chegam a uma determinada região.
Anestesia por bloqueio regional:
visa a deposição do anestésico em um ramo
nervoso
C
J
S
ANESTESIA TERMINAL INFILTRATIVA
Supraperióstica vestibular:
no tecido conjuntivo vestibular
para tratamentos limitados
Supraperióstica lingual ou palatina:
parciais: complementam técnica no vestíbulo
Submucosa:
imediatamente abaixo da mucosa (equivale à
supraperióstica onde não houver tecido ósseo) C
J
S
ANESTESIA TERMINAL INFILTRATIVA
Circular:
em torno da região desejada
intra ou extra-bucal
Intraperiodontal ou interligamentar:
ligamento periodontal
Intrapulpar:
polpa dental
Papilar:
C
papila interdental
J
S
TÉCNICA TERMINAL INFILTRATIVA
SUPRAPERIÓSTICA
Indicações:
Anestesia pulpar dos dentes superiores (limitado a 1 ou 2 dentes)
Anestesia dos tecidos moles em áreas circunscritas
Contra-indicações:
Osso denso
Área de inflamação
Vantagens:
Alta taxa de sucesso (>95%)
Injeção tecnicamente fácil
Atraumática
C
Desvantagens:
Múltiplas introduções da agulha em grandes áreas J
MALAMED, 2005 S
TÉCNICA TERMINAL INFILTRATIVA
SUPRAPERIÓSTICA
C
J
S
TÉCNICA TERMINAL INFILTRATIVA
SUPRAPERIÓSTICA
Agulha curta (calibre 25 a 27)
Prega mucovestibular:
Acima do ápice do dente a ser anestesiado
Área alvo: região apical do dente a ser anestesiado
C
J
MALAMED, 2005 S
TÉCNICA TERMINAL INFILTRATIVA
SUPRAPERIÓSTICA
Pontos de referência:
Prega mucovestibular
Coroa do dente
Contorno da raíz do dente
Orientação do bisel voltado para o osso**
Penetração de apenas alguns mm
Aspirar duas vezes
Retirar a agulha
C
Aguardar de 3 a 5’
J
S
C
J
S
BISEL DA AGULHA
“Não é um fator significativo no sucesso ou
falha de uma técnica de injeção. No entanto,
sempre que possível o bisel deverá ser
voltado para o osso evitando dilaceração do
periósteo e desconforto ao paciente.”
C
J
MALAMED, 2005
S
FALHAS DA ANESTESIA
Extremidade da agulha abaixo do ápice do dente:
garante excelente anestesia de tecidos moles
anestesia pulpar insatisfatória ou ausente
Extremidade da agulha muito distante do osso:
solução depositada nos tecidos moles
C
J
MALAMED, 2005
S
TÉCNICA INFILTRATIVA TERMINAL
INTERLIGAMENTAR
Indicações:
Técnica complementar
Contra-indicações:
Dentes com periodontite
Pacientes cardiopatas (vasoconstritores – injeção intravascular
Vantagens:
pequena quantidade de solução anestésica (0,3 a 0,4 mL)
eficiência
Desvantagem: C
dor
J
MALAMED, 2005 S
TÉCNICA INFILTRATIVA TERMINAL
INTERLIGAMENTAR
Agulha curta
Espaço periodontal
C
J
S
ANESTESIA TERMINAL INFILTRATIVA
INTRAPULPAR
Objetivo : depositar anestésico sobre a polpa
Indicações : Pulpectomias e complemento do
bloqueio regional
Técnica :
penetrar a agulha dentro da câmara ou canal
aplicar anestésico topicamente, antes da punção para
minimizar a dor
C
J
S
ANESTESIA TERMINAL INFILTRATIVA
INTRAPULPAR
C
J
S
TÉCNICAS ANESTÉSICAS
Anestesia terminal infiltrativa via intra-bucal:
solução anestésica é depositada nas
proximidades dos filetes terminais dos nervos
que chegam a uma determinada região.
Anestesia por bloqueio regional:
visa a deposição do anestésico em um
ramo nervoso
C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR
Indicações:
Procedimentos odontológicos envolvendo mais de 2
dentes superiores
Injeções supraperiostais ineficazes devido ao osso
cortical denso
Contra-Indicações:
Áreas de tratamento discretas (1 ou 2 dentes)
Hemostasia de áreas localizadas quando desejável C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR
Vantagens:
Técnica comparativamente simples
Comparativamente segura (< volume de anestésico)
Desvantagens:
Profissional: medo de lesão do olho do paciente
Paciente: abordagem extra-bucal pode ser incômoda
Anatômica: dificuldade em definir pontos de referência
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR
Agulha longa
Forame infra-orbitário
1º Pré-molar
Manter o dedo na
incisura
Afastar o lábio do
paciente
Orientar a seringa em
direção ao forame C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR
Até tocar a projeção
anterior do forame
Agulha paralela
16mm de penetração
Bizel voltado p/osso
Aspirar
Volume: 0,9 a 1,2 ml
Aguardar 3 a 5’
C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR
C
Áreas anestesiadas em 72% dos pacientes J
S
FALHAS DA ANESTESIA
Agulha encontra-se abaixo do forame infra-
orbitário
Injeção supraperiostal sobre o primeiro pré-molar:
Para corrigir: Manter a agulha alinhada com o F.I.O
Estimar a profundidade da penetração
Desvio da agulha medial ou lateralmente ao F.I.O
Direcionar a agulha para o F.I.O
Verificar a posição antes de aspirar C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO
Presente em apenas 28% da população
Indicações:
Quando o bloqueio do NASA não produz anestesia
pulpar distal ao canino superior.
Procedimentos envolvendo apenas pré-molares
Contra-Indicações:
Infecção na área da injeção
Quando o nervo está ausente (inervação pelo N.A.S.A) C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO
Vantagens:
Minimiza o número de injeções
Minimiza o volume da solução
Desvantagem:
Nenhuma
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO
Posição correta:
NASM D: Administrador D - posição de 10 h
NASM E: Administrador D – posição de 8 ou 9 h
C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO
Agulha curta ou longa C
Entre os pré-molares J
superiores S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO
Aspirar C
0,9 a 1,8 ml de solução Injeção lenta J
S
0,6 a
0,9 ml
C
J
S
FALHAS DA ANESTESIA
A solução não foi depositada acima do ápice do 2º
PM;
Para corrigir: aumente a profundidade
Deposição da solução muito longe do osso maxilar
Para corrigir: reintroduzir na altura da prega
Osso do arco zigomático no local da injeção
evitando a difusão do anestésico
Para corrigir: use terminal infiltrativa C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR
Indicações:
Tratamento envolvendo 2 ou mais molares
Quando a injeção supraperiostal está contra-indicada
Quando a injeção supraperiostal falhar
Contra-indicações:
Risco de hemorragia é grande (pacientes hemofílicos)
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR
Vantagens:
Atraumático (> área de tecidos moles)
Elevada taxa de sucesso (>95%)
Número mínimo de injeções
Minimiza o volume total de solução anestésica
Desvantagens:
Risco de hematoma difuso
Técnica um pouco arbitrária (não existem pontos de referência
ósseos
É necessário uma segunda injeção para o tratamento do 1º C
molar (raíz mésio-vestibular) em 28% dos pacientes. J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR
Agulha curta (calibre 25) C
Distal do 2º molar com a agulha inclinada 45º com o plano oclusal
(de baixo para cima, de frente para trás e de fora para dentro) J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR
Área alvo:
nervo ASP (posterior, superior
e medial à bordo posterior
maxilar)
Pontos de referência:
prega mucovestibular
tuberosidade da maxila
processo zig. da maxila
C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR
Bisel voltado para o osso
Boca parcialmente aberta
Penetração da agulha:
Curta (20mm): 16mm
Longa (32mm): 16mm
Aspiração
Injeção lenta (0,9 a 1,8 ml)
Esperar de 3 a 5 minutos C
J
S
FALHAS DA ANESTESIA
Agulha muito lateral:
redirecionar medialmente
Agulha não está suficientemente alta:
redirecionar para cima
Agulha muito posterior:
retirá-la até a profundidade apropriada
C
J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
PALATINO MAIOR
Útil durante procedimentos envolvendo tecidos
moles palatinos distais ao canino
Indicações:
Tecidos moles palatinos para tratamento restaurador
em mais de 2 dentes
Para controle da dor
Contra-indicações:
Inflamação na área da injeção C
Pequenas áreas de tratamento (1 ou 2 dentes) J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
PALATINO MAIOR
Vantagens:
Minimiza as perfurações e o volume da solução
Minimiza o desconforto do paciente
Desvantagens:
Não há hemostasia (exceto área de injeção)
Potencialmente traumático
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
PALATINO MAIOR
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
PALATINO MAIOR
Posição correta: supina
NP D: Administrador D – sentado de frente para o
paciente na posição de 7 ou 8 hs
NP E: Administrador D – voltado na mesma direção C
que o paciente na posição de 11 hs J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
PALATINO MAIOR
Agulha curta ou longa
C
Tecidos moles anteriores ao F.P.M
Junção do processo alveolar da maxila e osso palatino J
S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
PALATINO MAIOR
Profundidade de penetração da agulha:
10mm
Volume de solução anestésica:
¼ a 1/3 do tubete
Aguardar de 2 a 3’
C
J
S
0,45 a
C
0,6ml J
S
FALHAS DA ANESTESIA
Tecnicamente simples:
Sucesso em torno de 95%
A anestesia na região do 1º PM pode ser inadequada:
superposição das fibras do [Link]
Para corrigir:
infiltração local pode ser necessária
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO NASOPALATINO
Técnica inestimável para controle da dor palatina
Mínima quantidade de solução anestésica (1/4)
Indicações:
Anestesia dos tecidos moles palatinos (2 ou + dentes)
Para controle da dor (periodontia ou cirurgia)
Contra-indicações:
Inflamação ou Infecção no local da injeção
Pequenas áreas de tratamento (1 ou 2 dentes) C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO DO NERVO NASOPALATINO
Vantagens:
Minimiza as perfurações da agulha
Minimiza o volume da solução
Desvantagens:
Não há hemostasia (exceto na área de injeção)
Potencialmente traumática e dolorosa
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO REGIONAL DO NERVO
NASOPALATINO
Posição correta: supina
N. NASOPALATINO: Administrador D – voltado na
mesma direção que o paciente na posição de 9 ou
10 hs
C
J
S
“As técnicas anestésicas por bloqueio
regional na maxila podem ser
substituídas, vantajosamente, pela
técnica infiitrativa terminal
supraperióstica.”
C
MAGALHÃES, 2005
J
S
BLOQUEIO DO NERVO NASOPALATINO
Agulha curta C
Mucosa palatina lateral a papila incisiva
J
Forame incisivo
S
BLOQUEIO DO NERVO NASOPALATINO
Ponto de referência: incisivos centrais e papila incisiva
Inclinação de 45º em direção a papila
Profundidade: 5mm C
Aspirar J
¼ a 1/3 do tubete
S
FALHAS DA ANESTESIA
Injeção bem sucedida:
95%
Anestesia unilateral:
injeção depositada de um lado da papila
Anestesia inadequada na área do canino e 1º PM:
superposição de fibras do [Link] e palatino m.
Infiltração pode ser necessária como suplemento
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO MAXILAR
Produz anestesia profunda em todo
hemiarco maxilar
Áreas Anestesiadas
C
J
S
TÉCNICA (ABORDAGEM DA TUBEROSIDADE ALTA)
1,8ml
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO MAXILAR
Contra-Indicação:
Indicação:
Profissional inexperiente
Procedimentos extensos
cirúrgicos periodontais Pacientes pediátricos
Quando uma infecção ou Pacientes não cooperativos
inflamação impede o uso de
Inflamação ou infecção no local
alguma técnica de bloqueio
Vantagens:
Injeção atraumática Desvantagens
Alta taxa de sucesso Risco de hematomas
Menor volume anestésico (1,8ml x
Não promove hemostasia
2,7 ml)
TÉCNICA (ABORDAGEM PELO FORAME
PALATINO MAIOR)
0,45 a
C
0,6ml J
S
“As técnicas anestésicas por bloqueio
regional na maxila podem ser
substituídas, vantajosamente, pela
técnica infiitrativa terminal
supraperióstica.”
C
MAGALHÃES, 2005
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
TÉCNICAS ANESTÉSICAS
MANDIBULARES
NERVO ALVEOLAR INFERIOR
CONVENCIONAIS NÃO CONVENCIONAIS
Três Jorgensen & Vazirani &
posições Hyden Gow-Gates
Akinosi
C
Sicher & Tandler J
Incisivo Mentoniano Bucal Lingual
S
PARTICULARIDADES
Taxa de sucesso em torno de 80 a 85%
Maior densidade óssea da mandíbula
Acesso limitado ao N.A.I
Variação anatômica na altura do forame mandibular
Maior penetração da agulha nos tecidos moles
C
MALAMED, 2005 J
S
BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR
INFERIOR
Indicações:
Procedimentos em múltiplos dentes inferiores
Qdo for necessária anestesia dos tecidos moles da boca
(anterior ao 1º molar)
Qdo for necessária anestesia dos tecidos linguais
Contra-indicações:
Infecção ou inflamação aguda na área da injeção
Pacientes que poderiam morder lábio ou língua
C
(especiais ou crianças)
J
S
BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR
INFERIOR
Vantagens:
Uma única injeção produz grande área de anestesia
Desvantagens:
grande área de anestesia
taxa de insucesso alta (15 a 20%)
pontos de referencia intra-bucais não confiáveis
aspiração positiva em torno de 10 a 15% dos casos
anestesia lingual desconfortável
anestesia parcial qdo nervo alveolar inferior é bifido
C
J
S
ALTERNATIVAS
Bloqueio do [Link] para anestesia dos
tecidos moles da boca anteriores ao 1º molar
Bloqueio do [Link] (dentes anteriores)
Injeção no LPD
Injeção intra-óssea
Injeção intra-septal
C
J
S
BLOQUEIO ANESTÉSICO DO
NERVO ALVEOLAR INFERIOR
Técnica de
Jorgensen & Hayden
Modificada
C
Magalhães AEO, Zanetta-Barbosa D, Caetano MPS, Pádua RC, Henry-Neto
MDE; Bloqueio Anestésico do Nervo Alveolar Inferior – Técnica de Jorgensen & Hayden J
Modificada; Revista Brasileira de Clínica Integrada. 2002. S
PLANO OCLUSAL MANDIBULAR
JORGENSEN & HAYDEN, 1972
relataram que se for traçado um
plano paralelo ao plano oclusal
passando pelo centro da fossa
coronóide, atinge-se um ponto
acima do forame mandibular.
C
J
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
Sulco do colo
do côndilo
Depressão rasa que é unida posteriormente e Formada pela junção dos [Link] e
inferiormente por uma crista mais ou menos C
proeminente, na qual as fibras posteriores do constritor superior da faringe.
ligamento esfenomandibular se inserem. J
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
Fossa Coronóide Crista temporal
Região de maior concavidade da É uma extensão do processo coronóide,
que termina no trígono retromolar
C
borda anterior do ramo da
(MADEIRA, 1997). Inserção do tendão J
mandíbula profundo do [Link]
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
Com a polpa do dedo indicador palpa-se o
ponto de maior depressão na região da
fossa coronóide.
C
J
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
Palpa-se a crista temporal e ao mesmo
tempo tenta-se afastar o tendão profundo
do músculo temporal.
C
J
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
Estreitar a Área de Punção.
C
J
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
O local de punção é lateral à rafe pterigomandibular
Altura do centro da fossa coronóide medial à crista
temporal
C
J
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
A seringa deve ser direcionada da região de
pré-molares do lado oposto para a rafe
pterigomandibular.
C
J
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
Introduzir a agulha até sentir resistência
óssea (sulco do colo do côndilo).
C
Recua-se cerca de 1mm para evitar injeção intravascular.
J
Injetar lentamente
S
JORGENSEN & HAYDEN MODIFICADA
Retirar a seringa lentamente até a
metade do comprimento da agulha e
injetar para anestesiar o Nervo Lingual.
C
J
S
FALHAS DA ANESTESIA
Injeção muito baixa do anestésico:
Para corrigir: reinjetar em um local mais alto
Injeção muito anteriormente no ramo:
Para corrigir: redirecionar a agulha p/posterior
Inervação acessória para dentes inferiores:
Principal sintoma: anestesia pulpar incompleta nos
molares
Inervação acessória: [Link]óideo C
J
S
FALHAS DA ANESTESIA
Para corrigir:
Agulha longa (25)
Afastar a lingua em direção a linha
média
Direcionar a ponta da agulha abaixo
da região apical do dente
imediatamente posterior ao dente a
ser anestesiado
Penetração: 3 a 5 mm
Injetar: 1/3 tubete C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO BUCAL
Indicações:
Anestesia dos tecidos moles na região molar mandibular
Contra-indicações:
Infecção na área da injeção
Vantagens:
Alta taxa de sucesso
Tecnicamente fácil
Desvantagens:
Possibilidade de dor C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO DO NERVO BUCAL
Agulha longa (calibre 25)
Mucosa distal e vestibular até o dente molar mais distal no arco
Área alvo: nervo bucal no ponto que passa sobre a borda anterior do
ramo.
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO BUCAL
Áreas anestesiadas
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO BUCAL
Não é anestesiado pelo bloqueio do Nervo AIveolar Inf.
•Áreas anestesiadas:
• Indicação:
•Quando necessária a
anestesia de tecidos moles
em procedimentos na área
vestibular aos molares
•Desvantagem:
•Contra-Indicação:
•Infecção ou inflamação
•Possibilidade de dor se na
tocar
área
noda
periósteo
injeção C
J
S
0,3ml C
J
S
TÉCNICAS NÃO CONVENCIONAIS
Vazirani & Akinosi:
Indicações:
Abertura limitada da mandíbula
Múltiplos procedimentos em dentes inferiores
Incapacidade de localização de pontos de referência
Contra-indicações:
Infecção ou inflamação aguda (rara)
Pacientes especiais (morder lingua e labio)
Incapacidade de acesso à face lingual do ramo C
J
S
VAZIRANI & AKINOSI
Vantagens:
Relativamente atraumático
Não necessita abertura bucal
Poucas complicações no pós-operatório
Menor taxa de aspiração (< 10%)
Anestesia bem sucedida
C
J
S
VAZIRANI & AKINOSI
Desvantagens:
Difícil visualizar o trajeto da agulha e a profundidade de
introdução
Não há contato ósseo (profundidade de penetração é
arbitrária)
Potencialmente traumático (agulha muito próxima ao
periósteo)
C
J
S
VAZIRANI & AKINOSI
Agulha longa (calibre 25)
Área de introdução:
Seringa // plano Oclusal ao nível da junção
mucogengival do 3o MS
Agulha penetra a mucosa justamedial ao ramo e é
inserida até 1/2 da largura
Aguardar de 3 a 5’:
maior diâmetro do tronco nervoso
distância (5 a 10 mm) do local de depósito
C
J
S
VAZIRANI & AKINOSI
C
J
S
VAZIRANI & AKINOSI
Nervos anestesiados:
Alveolar inferior
Incisivo
Mentoniano C
Lingual J
Milohioideo S
VAZIRANI & AKINOSI
Áreas anestesiadas:
Dentes mandibulares até a linha média
L/c.
Corpo da mandíbula e porção inferior do
ramo.
Mucoperiósteo bucal e mucosa na frente
do forame mentoniano.
Tecidos moles linguais e periósteo. C
J
S
FALHAS DA ANESTESIA
Quase sempre relacionadas à não
consideração do alargamento natural do ramo
Ponto de introdução da agulha muito baixo
Introdução insuficiente ou excessiva da
agulha
C
J
S
Técnica de Gow-Gates
C
J
S
Técnica de Gow-Gates
Cabeça na horizontal voltada
para o operador
Boca completamente aberta
Palpar borda ant. do ramo
Localizar ponto de punção
(justamedial ao Tendão PMT)
C
J
S
Técnica de Gow-Gates
Alinhar agulha ao plano
de inserção e à orelha
Aprofundar agulha ± 25 mm
“Palpar” colo cônd. 1 mm
Aspirar e depositar solução
Rapidamente (?)
Boca bem aberta + 20 seg. C
J
S
C
J
S
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO MENTONIANO
Indicações:
Biópsia de tecidos moles
Sutura de tecidos moles
Contra-indicação:
Infecção na área da injeção
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO DO NERVO MENTONIANO
Vantagens:
Alta taxa de sucesso
Tecnicamente fácil
Em geral é totalmente atraumática
Desvantagem:
Hematoma
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO DO NERVO MENTONIANO
Agulha curta
Localização do forame (dedo na concavidade)
Pré-molares inferiores e prega mucovestibular
Não é necessário penetrar o forame
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO
Ramo terminal do nervo alveolar inferior
Indicações:
Procedimentos odontológicos que exijam
anestesia pulpar dos dentes inferiores anteriores
(canino a canino)
Quando o bloqueio do NAI não estiver indicado
Contra-indicação:
C
Infecção na área da injeção
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO
Vantagens:
Produz anestesia da polpa e dos tecidos duros sem
anestesia lingual
Altas taxas de sucesso
Desvantagens:
Não produz anestesia lingual
Pode haver anestesia parcial na linha média (infiltração
no lado contra-lateral)
C
J
MALAMED, 2005 S
BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO
Agulha curta
Pré-molares inferiores e prega mucovestibular (altura do canino)
Penetração da agulha em torno de 5 a 6 mm
C
J
S
BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO
“Não é necessário que a agulha entre dentro
do forame, pois tornaria o bloqueio
tecnicamente mais difícil e aumentaria o risco
de traumatismo ao nervo incisivo, mentoniano
e vasos sangüíneos.” C
MALAMED, 2005
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
QUAL TÉCNICA ANESTÉSICA USAR?
C
J
S
“Na vida , há três coisas que não
tem volta: a flecha lançada, a
palavra emitida e a oportunidade
perdida.”
Provérbio Chinês C
J
S
“A experiência pode compensar a falta ou
vagueza de pontos de referência, mas um
método de anestesia deve não apenas ser
julgado por seu sucesso nas mãos de um
EXPERT, sucesso, frequentemente conseguido
após anos de tentativas e erros, mas pelo grau
de dificuldade que o principiante encontra em
aprendê-lo e usá-lo.” C
J
HARRY SICHER
S
TÉCNICAS DE ANESTESIA
LOCAL
Prof. Luiz Antonio de Paulo Marques
C
[Link].p.m@[Link] J
S