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Mitos e Tabus EducacaoSexual

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SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO
2 O QUE É EDUCAÇÃO SEXUAL?
3 CONHECENDO O CORPO
4 COMO FALAR DE SEXUALIDADE COM OS FILHOS?
5 E A ESCOLA? QUAL SEU PAPEL NA EDUCAÇÃO SEXUAL?
6 LITERATURA INFANTIL PARA FALAR SOBRE SEXUALIDADE
7 DEPOIMENTO
8 CONCLUINDO MAS NÃO QUERENDO CONCLUIR...
MAPA MENTAL
INFOGRÁFICO
REFERÊNCIAS
1

1 APRESENTAÇÃO

Este e-book intitulado "Lá em casa a gente conversa! Como falar de sexualidade com os
filhos?" irá apresentar uma breve discussão sobre como abordar esse assunto com
crianças e adolescentes no contexto familiar e social, trazendo a perspectiva de que em
casa é, sim, lugar de educação sexual. A importância de discutir esse tema surge porque

o significado do ensino da sexualidade está em formarmos jovens e adultos com


conhecimento de si mesmos e das questões da sexualidade, para que possam viver de
maneira feliz, segura e responsável a sua sexualidade. Além disso, queremos formar
cidadãos críticos e amadurecidos, participantes da transformação social dos valores e das
normas sociais ligadas às questões sexuais, incluindo-se, nesse conjunto, a
transformação das relações de gênero, a fim de assegurar a igualdade e o respeito mútuo
(FIGUEIRÓ, 2014, p. 76).

Assim, ao tratar de Educação Sexual, é preciso entender que cada “[...] indivíduo tem uma
maneira própria de exprimir, entender e viver a sua sexualidade. Por ser individual não
existe, portanto, certo ou errado, apenas diferentes maneiras de manifestá-las” (LOLLI;
BUENO, MAIO, 2015, p. 63). A educação sexual é uma das formas mais eficazes de
prevenir e enfrentar o abuso sexual contra crianças e adolescentes.
2

2 O QUE É EDUCAÇÃO SEXUAL?

O que vocês entendem por Educação Sexual?

Muitos pais pensam que, se falarem sobre sexualidade, estarão incentivando seus filhos a
fazerem sexo. Mas não é nada disso!

Vamos conhecer o conceito de Educação Sexual?

Ao tratarmos de Educação Sexual, é preciso compreender a que fato esse tipo de


educação se refere, antes mesmo de estigmatizar o assunto. Para isso, neste capítulo
vamos ver o que realmente é Educação Sexual.

Olhem que bacana essa conceituação de Souza sobre Educação Sexual

educar sexualmente consiste em oferecer condições para que as pessoas assumam seu
corpo e sua sexualidade com atitudes positivas, livres de medo, preconceitos, culpas,
vergonha, bloqueios ou tabus. [...] a educação sexual deve ser entendida como um direito
que as crianças e/ou adolescentes têm de conhecer seu corpo e ter uma visão positiva da
sua sexualidade; de manter uma comunicação clara em suas relações; de ter pensamento
crítico; de compreender seu próprio comportamento e o do outro. Deve ser preocupação
dos pais e educadores que os adolescentes tenham uma educação sexual sadia, pautado
em valores e hábitos condizentes com a valorização da vida e com os direitos humanos
(Souza 1991, p. 18).

É possível notar a importância da educação sexual: essa educação está relacionada à


prevenção de diversas condições indesejáveis, como doenças sexualmente
transmissíveis, gravidez na adolescência e experiências traumáticas. Fica evidente a
importância de falar sobre a sexualidade com as crianças e jovens. E esse é um papel
que cabe principalmente à família, afinal os pais são os primeiros “professores” de
educação sexual dos filhos. Falar de sexualidade não é falar de pornografia ou
promiscuidade, é falar sobre aquilo que faz parte da nossa natureza humana: a
sexualidade deve ser tratada com naturalidade, não devendo ser algo vergonhoso.

Educação sexual é:
3

Falar de sentimentos e emoções


Auxiliar crianças e jovens na construção do conhecimento de corpo, autoestima e
autocuidado
Orientar as crianças e jovens sobre os caminhos de como pedir ajuda em caso de
violência sexual e conhecer o que realmente é uma violência sexual
Ensinar sobre as partes do corpo e o que é íntimo
Reconhecer traços de possíveis assédios

Educação sexual não é:

Mostrar pornografia e promiscuidade


Ensinar a fazer sexo
Incentivar pedofilia
Mudar a crença
Sexualizar as crianças
4

3 CONHECENDO O CORPO

Aprender sobre o corpo humano é uma etapa importante na vida das crianças e os pais
são peças fundamentais nesse conhecimento.

Na primeira infância, precisamos falar com clareza sobre cada parte do corpo das
crianças, inclusive das suas partes íntimas, ensinando conceitos de intimidade, público e
privado e fortalecendo o vínculo afetivo entre pais e filhos. Tudo isso ajuda na prevenção
do abuso e fortalece a sexualidade dos filhos.

Não podemos fugir de responder às suas perguntas e precisamos falar a verdade, na


linguagem de cada idade, para que eles aprendam através de nós sobre tudo o que
envolve essa temática. Para isso, iremos mostrar alguns exemplos de como falar sobre
isso com os filhos:

1. Falar sobre corpo é falar sobre a identidade do seu filho, falar sobre a anatomia e da
importância do cuidado com o corpo. Para isso, é preciso ter um diálogo aberto, sem
restrição ou medo. Os pais devem falar sobre identificação do próprio corpo,
cuidados com o corpo, higiene corporal e transformações do corpo.
2. Segundo o blog "Diário do Nordeste", falar sobre esse assunto com crianças é falar
sobre autodescoberta, respeito e limites do próprio corpo, autonomia, privacidade,
higiene e desenvolvimento integral humano. Uma forma de introduzir o assunto e
descontrair a conversa é falar da própria experiência: “Quando eu tinha a sua idade,
nasceram os primeiros pelos” ou “minha voz ficava desafinando”, ou “quando eu
fiquei menstruada pela primeira vez...”. Contar sobre a sua experiência é uma boa
maneira de começar um diálogo. Não é recomendável marcar uma conversa solene.
O melhor é abordar o assunto casualmente, no momento em que parecer natural.

Leia mais em: [Link]


puberdade/
5

4 COMO FALAR DE SEXUALIDADE COM OS FILHOS?

Você já falou sobre sexualidade com o seu filho?

Neste tópico, iremos mostrar a vocês como dialogar esse assunto com seu filho. Vamos
lá?

Este é um assunto bem delicado a se tratar com uma criança e, certamente, em muitos
casos, é um assunto que vocês, pais ou responsáveis, preferem evitar, pois acreditam
que esse tema irá instigar a curiosidade das crianças e levá-las a iniciar de forma precoce
a vida sexual.

Muitos pais e mães podem pensar: "Mas falar de sexo com o meu filho vai fazer com ele
inicie sua vida sexual muito cedo".

Na verdade, acontece o contrário: quanto menos informação, mais precocemente se inicia


a vida sexual e por isso falar sobre a sexualidade é algo fundamental. Entender sobre o
assunto pode evitar muitas situações que os seus filhos não precisariam passar, caso
houvesse um diálogo. Por exemplo, a gravidez precoce e as doenças sexualmente
transmissíveis.

Lembre-se que dialogar é prevenir!

Vocês devem estar se perguntando: Mas como falar isso com o filho? E o que devo falar
para ele?

Calma! Vamos ajudar...

Primeiramente, deve-se começar a falar sobre conceitos importantes e evitar ficar


fantasiando a verdade, pois a verdade uma hora vai ser revelada, nada melhor que os
pais sejam essa fonte de informações. Carolina Acari, uma pedagoga e educadora sexual
em uma entrevista para o blog "Quindim", disse que os pais devem evitar omitir
informações, principalmente as seguintes:

Meninos e meninas são diferentes


Nomes corretos dos órgãos genitais
6

Bebês vêm da barriga das mães


Responder perguntas básicas sobre o corpo e funcionamento dele
Explicar sobre privacidade. Por exemplo: por que cobrimos as partes íntimas, não
tocar em partes íntimas dos colegas
A diferença entre os toques agradáveis e bem-vindos e toques que são invasivos e
desconfortáveis
Nenhuma criança ou um adulto tem o direito de tocar as suas partes íntimas
Diga ‘não’ quando adultos pedem que você faça coisas erradas, como tocar partes
íntimas ou guardar segredos
Para quem pedir ajuda caso seja tocado nas partes íntimas

(Blog Quindim - Clique para ler a publicação completa)

Com isso, vocês, pais, devem sempre responder aquilo que seus filhos perguntarem,
tratando sempre a sexualidade como algo natural, sem estigmatizar o tema.

Por isso, não se sintam tímidos ou incomodados ao tratar desses assuntos, não omitam
informações, é preciso que vocês, pais, proporcionem aos seus filhos uma educação
sexual emancipatória, baseada em valores, para que futuramente eles não sejam frutos
de uma deseducação sexual. É preciso educar e a tarefa educativa precisa começar
agora!

Para que possamos frear o machismo, sexismo, os abusos e violência sexual, ou


começamos a trabalhar sério, ou continuaremos lamentando muitas mortes de meninas
vítimas de violência e abuso sexual, mortes de pessoas LGBT+... É preciso começar
agora, para que assim possamos construir uma sociedade mais humana.

Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para
transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo
usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar
de práticas com ela coerentes (FREIRE, 2000, p.33).

Desse modo, para quebrar todo o paradigma em relação à Educação Sexual,


primeiramente, é preciso que os pais superem todo o senso comum em relação a essa
temática.

A Educação Sexual não trata somente de ensinar nossos filhos sobre o ato sexual em si,
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mas sim, de formar a sua sexualidade de maneira saudável. Isso envolve a maneira como
ele vai se relacionar consigo mesmo e com as pessoas à sua volta. Tem a ver com a
formação da sua autoestima e envolve muitos aspectos da sua vida. As especialistas
Caroline Arcari e Keylla Márcia Souza deram algumas dicas de como responder algumas
das perguntas mais comuns das crianças e adolescentes.

Dicas que vão ajudar vocês a conversarem com seu filho:


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5 E A ESCOLA? QUAL SEU PAPEL NA EDUCAÇÃO SEXUAL?

"Mas a escola pode falar de sexualidade com o meu filho?"

Sim!

A escola é uma aliada e parceira dos pais.

Mas lembrem-se, já discutimos anteriormente, educação sexual não é sexualizar as


crianças e fazer com elas iniciem sua vida sexual precocemente. É proteção!

Muitos de vocês devem recordar que somente nas aulas de ciências que eram vistos
conteúdos que abordavam a questão da sexualidade. Hoje em dia, percebemos a
importância de aumentar o leque de informações sobre esse conteúdo. Na maioria das
vezes, os jovens e as crianças se sentem constrangidos ao falar e discutir esse assunto,
até mesmo com pais, fazendo com que eles busquem informações na internet, que muitas
vezes acabam sendo duvidosas. Por isso, é muito importante agregar nos currículos a
educação sexual.

Mas isso não é algo que inventamos... Você sabia que a Educação Sexual é um tema
transversal?

Temas transversais são temas que abordam problemas urgentes da vida em sociedade,
como, por exemplo: Ética (respeito mútuo, justiça, diálogo, solidariedade); Orientação
Sexual (corpo: matriz da sexualidade, relações de gênero, prevenção das doenças
sexualmente transmissíveis); Meio Ambiente (os ciclos da natureza, sociedade e meio
ambiente, manejo e conservação ambiental); Saúde (autocuidado, vida coletiva);
Pluralidade Cultural. Por isso, a sexualidade deve ser discutida nas escolas.

Você deve estar se perguntando: mas qual a relação da escola com isso?

Isso tem tudo a ver com a escola. A escola é um ambiente de socialização e de


transformação social, pela qual todas as pessoas em algum momento da vida passaram.
Nessa perspectiva, a escola tem o papel de preparar os alunos para a realidade na qual
eles estão inseridos, para que sejam capazes de compreendê-la e transformá-la para
melhor e é isso que os temas transversais propõem: discutir assuntos e problemas que
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são urgentes e necessários na sociedade.

Alguns pais são contra a discussão desses temas nas escolas, mas é preciso entender
que a discussão que envolve a educação sexual é pautada nas leis e documentos
curriculares que dão normativas para trabalhar com os temas transversais, ou seja, a
educação sexual está entre eles. O ECA (Estatuto da Criança e do adolescente) e a
UNICEF (Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância), por
exemplo, incentivam a educação Sexual nas escolas, pois acreditam que esse tipo de
educação pode diminuir muitos casos de abusos e gravidez indesejada.

SAIBA MAIS:

ECA: [Link]
sexual-na-escola/37903

UNICEF: [Link]

Diante disso, percebemos que a escola tem um papel fundamental para discutir esse
tema. A educação sexual não significa apenas dizer quais métodos são eficazes e nem
quais são as doenças transmissíveis, vai muito além disso. A educação sexual busca
fazer com que os alunos saibam ouvir e que se desconstrua qualquer preconceito,
quebrando tabus, fazendo com que alunos possam falar sobre seu sentimento.

Qual o papel da escola na Educação Sexual?

O que os professores podem falar sobre esse assunto para que vocês pais fiquem mais
tranquilos?

1. Ensinar sobre conceitos de autoproteção


2. Consentimento
3. Integridade Corporal
4. Sentimentos e a diferença entre toques agradáveis e desconfortáveis
5. Doenças sexualmente transmissíveis
6. Partes do corpo
7. Regras sobre limites pessoais
8. Explicar o que é um abuso
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Lembrando que cada faixa etária necessita de um tipo de informação, assim, ao se tratar
da Educação Sexual, o educador deve agir de forma natural, disponibilizando conteúdos
informativos oficiais, de forma que venham a enriquecer as informações sobre esse
assunto. O educador necessita buscar capacitações sobre a forma como tratar esse
assunto com os alunos.

Afinal é no ambiente escolar – rico em diversidade cultural e social – onde as crianças e


adolescentes se encontram, que se cumpre o objetivo de construção de aprendizado, de
culturas e valores e os professores têm o compromisso de auxiliar na formação de
cidadãos(ãs) críticos e conscientes de seus direitos e deveres.
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6 LITERATURA INFANTIL PARA FALAR SOBRE SEXUALIDADE

#BIBLIOTECACONSCIENTE
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#BIBLIOTECACONSCIENTE
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7 DEPOIMENTO

De que maneira foi abordada a sexualidade com as filhas em minha família?

"Sou Maria Aparecida dos Santos, 63 anos, pedagoga. Falar de sexualidade com minhas
filhas foi bem tranquilo. Primeiro que sempre ensinei a elas que o nu não é feio, feio é o
que pode estar na nossa mente. Desde cedo, troquei de roupa com elas por perto, em
alguns momentos tomamos banho juntas, enquanto elas eram crianças, para que
percebessem a nossa igualdade enquanto mulheres.

A partir da primeira menstruação, comecei a falar claramente sobre sexualidade e o


cuidado que deveriam ter com o próprio corpo. Ambas ficaram menstruadas muito cedo,
com 9 anos e para elas foi tranquila essa passagem da infância para a adolescência.
Todas as perguntas feitas por elas não ficavam sem respostas, acredito ser dever dos
pais dar informações pertinentes a curiosidade de seus filhos. Para minha família sempre
foi bem tranquilo, desde o meu velho pai que nasceu em 1916."
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8 CONCLUINDO MAS NÃO QUERENDO CONCLUIR...

Ufa! Chegamos ao fim do nosso E-book

Falamos um tanto de coisa : sexualidade, corpo, dialogos, literatura infantil para


falar de sexualidade...

Mas chegamos ao fim. E é com extrema satisfação que nós, acadêmicas do 7ºperiodo do
curso de Pedagogia deixamos aqui nosso material "Lá em casa a gente conversa! Como
falar de sexualidade com os seus filhos?" para que vocês, pais possam aprender e
conhecer um pouco mais sobre a Educação Sexual. Assim, juntos, poderemos acabar
com o Tabu que é discutir e dialogar sobre a sexualidade, construir uma sociedade que
respeite as diferenças - e acima de tudo, caminhar em prol de uma sociedade sem
violência sexual e de gênero, que promova equidade, mas segura para os seus filhos e
para os nossos filhos.

Esperamos que o material tenha sido prazeroso e útil à vida de cada um.

Gratidão!
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MAPA MENTAL
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INFOGRÁFICO
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REFERÊNCIAS

ARCARI, Carolina, GRECA, Karina. Educação Sexual - Guia para Professores. Edusex.
Disponível em: <[Link]
content/uploads/[Link]>. Acesso em 18 de maio de 2021.

CORREA, Crishisna Mirella de. MAIO, Eliane Rose. (org) Observatório de violência de
gênero: entre políticas públicas e práticas pedagógicas. Curitiba: CRV, 2015.

CUSTÓDIO. Gabriela. Medo, vergonha e falta de conhecimento. O povo online. 2019.


Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: 18 de maio de 2021.

FIGUEIRÓ, Mary Neide Damico. Educação Sexual no Brasil: Estado da arte de 1980 a
1993. Dissertação de mestrado em Psicologia Escolar. São Paulo: Edusp, 1995.

Gonçalves, R. C.; Faleiro, J. H.; Malafaia, G. Educação sexual no contexto familiar e


escolar: impasses e desafios holos, vol. 5, 2013, pp. 251-263 Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Natal, Brasil.

GONÇALVES, B.. Adolescência é o período da descoberta de si mesmo, diz


psicólogo. São Paulo: Rudge Ramos, 2009.

LOLLI, Maria Carolina Gobbi dos; BUENO, Priscila da Rocha; MAIO, Eliane Rose. A
escola do século XXI está preparada para atuar em situações de desigualdade e
violência de gênero? Uma reflexão baseada na experiência de equipes diretivas.

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