APRESENTAÇÃO DOCENTE
FORMAÇÃO ACADÊMICA
Graduado em Automação e Robótica. UNIP – 2010 – Manaus/AM
Linux (Ubuntu, Fedora, Mint, Kali) – São José dos Campos/SP
Cabeamento Estruturado (Rede em geral) – Jacarei/SP
Hardware Avançado em computadores – Caçapava/SP
Técnico em Informática (Ensino Medio). ETEC Machado de Assis – 2003 – Caçapava/SP
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
2010-2023 ~ – Philips do Brasil / TP Vision Ind. Eletronica / Envision Ind.
2008-2010 – Flextronics
2006-2008 – Proview Eletronica do Brasil Ltda
Maximo Marello Junior Parceria com os institutos FPF Tech, Creathus
37 anos
FORMAÇÕES EXTRAS CURRICULARES
Técnico em usinagem – Senai/SP NR23 – AlfaService / PrevenFire – Manaus/AM
Técnico em elétrica – Senai/SP CV-X Vision – Keyence (Acessória Guilherme Pedrazoli) – Manaus/AM
Técnicas em soldagem – (Acessoria Jorge Moriya) – Manaus/AM IV Vision – Keyence (Acessória Guilherme Pedrazoli) – Manaus/AM
A3 (Philips do Brasil) Manaus/AM Montagem de linha e Implementação de novos modelos Inserção Manual - São Paulo/SP
Industria 4.0 – Fundação Paulo Feitosa – Manaus/AM Workshop – Engenharia, Liderando pessoas na busca de Resultados – São Paulo/SP
Lean Manufacturing – Fundação Paulo Feitosa – Manaus/AM Tempos e Métodos, Mapeamento de Processo - Manaus/AM
DOE – Ceteq Multipla (Acessoria Cesar da Silva) - Manaus/AM MS Project, Relações Humanas, Confecção de Tempo Padrão – Manaus/AM
CP/CPK – Qualynorte (Acessoria Marcos Bandeira) – Manaus/AM Racionalização e Produtividade Industrial – Manaus/AM
NR05 – Qualynorte (Acessoria Hélcio Kishimoto) - Manaus/AM Controle Estatístico de Processo – Manaus/AM
NR10 – MK Acessoria (Acessoria Marcos Muzel) – Manaus/AM MOST Balanceamento de Linha de Produção – Manaus/AM
NR12 – Senai (Acessoria Ivana Guimarães) – Manaus/AM
NR17 – Hergonômica (Acessória Elio Campos) – Manaus/AM
INTRODUÇÃO AO HARDWARE - EVOLUÇÃO
A evolução dos computadores desde o primeiro computador até os
smartphones e os supercomputadores de hoje em dia se deu em
etapas chamadas de gerações.
Existem cinco gerações de computadores, elas são definidas a partir
da tecnologia e componentes empregados: válvulas, transistores,
circuitos integrados, microprocessadores e inteligência artificial,
respectivamente.
Cada geração de computadores refere-se a um período em que
uma tecnologia com capacidades e características semelhantes é
lançada no mercado e produzida em larga escala.
Desde os primeiros computadores valvulados, os computadores
preservam a mesma arquitetura fundamental: processador de
dados, memória principal, memória secundária e dispositivos de
entrada e saída de dados.
PRIMEIRA GERAÇÃO – VALVULA TERMIÔNICA - ENIAC
Electronic Numerical Integrator and Computer (ENIAC - em português: computador
integrador numérico eletrônico) foi o primeiro computador digital eletrônico de grande
escala. Muitos comentam que o primeiro foi o Mark I, mas este era apenas
eletromecânico. O ENIAC entrou em funcionamento em fevereiro de 1946 pelas mãos dos
cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company.
O ENIAC começou a ser desenvolvido em 1943 durante a II Guerra Mundial para
computar trajetórias táticas que exigiam conhecimento substancial em matemática com
mais agilidade, mas só se tornou operacional após o final da guerra
•Sua capacidade de processamento era suficiente apenas para realizar 5 000 adições,
357 multiplicações ou 38 divisões por segundo - o que era considerado muito rápido na
época;
•Criado na segunda guerra, tinha como principal finalidade cálculos balísticos;
•Possuía cerca de 18 000 válvulas termiônicas, de 160 kW de potência;
•O "sistema operacional" da máquina era através de cartões perfurados manualmente
por funcionários do exército
SEGUNDA GERAÇÃO – DIODO / TRANSISTOR – PDP-1
O PDP-1 (Programmed Data Processor-1) é o primeiro computador da série PDP da
Digital Equipment Corporation e foi produzido pela primeira vez em 1959. É famoso
por ser o computador mais importante na criação da cultura hacker no
Massachusetts Institute of Technology, BBN e em outros lugares. O PDP-1 é o
hardware original para jogar o primeiro jogo da história em um minicomputador,
Steve Russell's Spacewar!
O PDP-1 usa um tamanho de palavra de 18 bits e tem 4.096 palavras como memória
principal padrão (equivalente a 9.216 bytes de oito bits, embora o sistema na
verdade divida uma palavra de 18 bits em caracteres de seis bits), atualizável para
65.536 palavras. O tempo de ciclo da memória de núcleo magnético é de 5,35
microssegundos (correspondendo aproximadamente a uma velocidade de clock de
187 kilohertz); consequentemente, a maioria das instruções aritméticas leva 10,7
microssegundos (93.458 operações por segundo) porque usam dois ciclos de
memória: o primeiro para buscar a instrução, o segundo para buscar ou armazenar a
palavra de dados. Os números com sinal são representados em complemento de um.
O PDP-1 tem poder computacional aproximadamente equivalente a um organizador
de bolso de 1996 e um pouco menos de memória
SEGUNDA GERAÇÃO – DIODO / TRANSISTOR – PDP-1
TERCEIRA GERAÇÃO – CIRCUITO INTEGRADO
O IBM System/360 (S/360) constitui-se numa família de mainframe lançada
pela IBM em 7 de Abril de 1964. Foi a primeira família de computadores a fazer
uma distinção clara entre a arquitetura e a implementação, permitindo que a
IBM lançasse um conjunto de projectos compatíveis em várias faixas de preço.
Foi comercialmente muito bem-sucedido, permitindo que os consumidores
comprassem um sistema menor sabendo que sempre poderiam migrar para
um modelo mais avançado em caso de necessidade. O projecto é considerado
por muitos como sendo um dos mais bem-sucedidos da história dos
computadores, influenciando o desenho de novas máquinas por anos a fio. O
responsável pela arquitectura do S/360 foi Gene Amdahl.
Caracteristica
Memória de 8k, disco magneticos de 2,5M, disco Rigido 100MB, impressora que
saia 100 linhas por minuto
Obs: Placa APPLE1
QUARTA GERAÇÃO – MICROPROCESSADORES
Aptiva foi uma série de computadores IBM com processador Intel 286, 386,
486 DX4. Lançada em 1994, serviu como substituta da série IBM OS. Foi
lançado com um processador 486 DX4-100 com 8Mb de RAM. Posteriormente
foi modernizado com um processador Pentium 100, 16mb de RAM, Vga de 2
MB podendo compartilhar ate 1MB com a RAM, Possuía processador de Sinal
Digital MWave, kit multimídia e um elegante gabinete horizontal. No final
possuía um processador Pentium de 166, 200 ou 233 MHz com tecnologia MMX
e 32 Mb de RAM, HD de 3.2Gb e um gabinete vertical
Macintosh
QUARTA GERAÇÃO – HARDWARE
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE - PLACA MÃE AT
Desenvolvido nos anos 80 pela IBM, as placas-mãe do formato AT
(Advanced Technology) foram bastante populares até metade da
década de 90, sendo copiada por diversas fabricantes. As placas-mãe
do tipo AT foram uma das responsáveis pela popularização dos
computadores pessoais, graças aos slots de expansão implantadas na
própria estrutura.
Esta característica contribuiu para moldar os PCs como conhecemos
hoje. Com o formato AT, era possível trocar pentes de memória,
processador e adicionar novos recursos, como placas de áudio e
modem, através de barramentos ISA, EISA, VESA e, por último, PC
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE - PLACA MÃE ATX / BTX (REF.) / ITX (ONBOARD)
Desenvolvido pela Intel em 1995, as placas-mãe ATX vieram para
sanar vários problemas encontrados nos modelos AT. Um deles é em
relação à alimentação. Como o conector da fonte dos modelos AT
podiam queimar o componente se colocados de forma errada, as
placas ATX possuem um conector único, de 20 ou 24 pinos, que não
pode ser encaixado de forma errada.
Design permite que placas adicionais sejam maiores que barramentos
(Foto: Divulgação/MSI)
As placas ATX também introduziram o conceito de fonte inteligente.
Para desligar o computador nos modelos AT era preciso dar o
comando no software e esperar uma mensagem para desligar a
máquina no botão do gabinete. Nos modelos ATX esse problema foi
solucionado, bastando apenas desligar a máquina pelo sistema, sem a
necessidade de apertar qualquer botão. Esta evolução permitiu alguns
avanços, como agendar o desligamento da máquina
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE – HD’s
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE – HD’s
QUARTA GERAÇÃO – SURGIMENTO DO MODEM
Um modem (amálgama de modulador-demodulador) é um dispositivo de hardware que
converte dados em um formato adequado para um meio de transmissão de forma que
possam ser transmitidos de um computador para outro (historicamente através de cabos
telefônicos). Um modem modula um ou mais sinais de onda portadora para codificar
informações digitais para transmissão e demodula sinais para decodificar as informações
recebidas. O objetivo é produzir um sinal que possa ser transmitido facilmente e
decodificado de maneira confiável para reproduzir os dados digitais originais. Os modems
podem ser usados com quase todos os meios de transmissão de sinais analógicos, dos
diodos emissores de luz ao rádio. Um tipo comum de modem é aquele que transforma os
dados digitais de um computador em sinal elétrico modulado para transmissão por meio de
linhas telefônicas e demodulado por outro modem no lado do receptor para recuperar os
dados digitais.
Os modems são geralmente classificados pela quantidade máxima de dados que podem
enviar em uma determinada unidade de tempo, geralmente expressa em bits por segundo
(símbolo bit/s ou bps) ou raramente em bytes por segundo (símbolo B/s).
Um fax modem antigo, de 14.400 bps, da UsRobotics (1994).
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE – PLACAS DE REDE
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE – PLACAS DE REDE
A placa de rede serve para conectar dispositivos em uma rede onde essas máquinas precisam
ter comunicação entre si em uma rede LAN (local área network) permitindo a comunicação em
larga escala através dos protocolos roteáveis como o protocolo de internet (IP).
Cada interface de conexão de rede ethernet tem um endereço MAC media access control
address (endereço de controle de acesso de mídia), o termo mídia aqui refere-se ao meio físico
pelo qual os sinais bits são transmitidos. Ele é o identificador único da placa de rede. O MAC é
algo como o RG da placa de rede, seja ela cabeada ou wi-fi do seu computador, celular e etc.
Quais os tipos comuns de Placas de Rede?
A conexão ou conexões dos dispositivos a uma rede pode acontecer através de NICs de
diversos tipos.
Há as placas onboard (integradas à placa mãe) e existem as externas, onde você compra uma
separadamente e instala em um slot da placa do computador ou equipamento destinado a ela.
Cabeada (Wired) – Conexão feita através de um cabo de rede com um conector RJ45 (jack),
por exemplo.
Sem Fio (Wireless) – Essa conexão acontece via frequência de rádio, exemplo o wi-fi do seu
roteador, sinal infravermelho.
USB – Esse tipo de placa de rede tem em uma extremidade uma conexão USB para conectar a
um computador e na outra extremidade uma entrada para RJ45.
Fibra Ótica – Esse é um NIC caro, de certa forma. Geralmente muito utilizado em servidores
pela alta capacidade de transmissão de dados, larga banda do link de internet.
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE – PLACAS DE REDE
Outro ponto muito importante ao se observar sobre as placas de rede é quanto a capacidade de velocidade,
transferência de dados dela. Essa classificação é determinada em Mbps (megabit por segundo) e isso determina o
desempenho da sua máquina quando conectada a uma rede banda larga.
Geralmente você encontrará uma informação nas embalagens ou nas informações diretamente nas NICs ethernet
informando a capacidade de transmissão dela como 10Mbps, 100Mbps, 1000Mbps (10/10, 10/100, 10/100/1000) ,
por exemplo.
Se a sua placa de rede tem capacidade de transmissão 10Mbs e está conectada a um roteador capaz de transmitir
100Mbs ou 1000Mbps, seu dispositivo estará limitado à capacidade da sua placa, nunca alcançando a velocidade
máxima disponível na sua rede de computadores.
QUARTA GERAÇÃO - HARDWARE – PERIFÉRICOS
LINGUAGEM PADRÃO
A diferença entre bit e byte
Computadores (e outros dispositivos eletrônicos) trabalham com impulsos elétricos que, como
forma de facilitar a nossa compreensão, são representados apenas por 1 ou 0, razão pela qual
essa abordagem é chamada de sistema binário. Isso nos leva aos bits e aos bytes.
O que é bit?
A combinação de 0s (zeros) e 1s (uns) forma dados. É aqui que o conceito de bit ganha forma:
oriundo da contração de binary digit (dígito binário, em tradução livre), a palavra bit designa a
menor informação que um computador pode tratar.
O que é byte?
Na sequência, temos o conceito de byte. Esse é o nome que se dá a cada conjunto de oito bits.
Como um byte representa uma combinação de oito 1s e 0s, tem-se 256 conjuntos possíveis —
basta fazermos 2 (do bit) elevado a 8 (do byte), que é igual a 256.
Esse total é suficiente para que os bytes possam representar letras maiúsculas e minúsculas,
sinais de pontuação, acentos, caracteres especiais e assim por diante.
Mas é claro que os dados não se limitam a informações escritas. Arquivos ou conjuntos de dados
dos mais diversos tipos podem ser formados por uma infinidade de bytes. Para mensurar essas
formações é que surgem conceitos como kilobyte, megabyte, gigabyte e assim sucessivamente.
LINGUAGEM PADRÃO
Do kilobyte ao yottabyte
A quantidade de bytes que um volume de dados contém pode ser gigantesca. Logo, para termos
noções mais claras da capacidade de uma unidade de armazenamento, de um fluxo de dados
transmitidos ou simplesmente do tamanho de um arquivo, por exemplo, utilizamos medidas
padronizadas.
É fácil entender. 1 kilobyte consiste em um conjunto de 1.024 bytes. Já 1 megabyte
corresponde a 1.024 kilobytes e assim se segue, como mostra a relação ao lado:
Repare que cada medida tem uma sigla formada pela primeira letra do prefixo (por exemplo, 'T'
de "tera" em terabyte) e 'B' de byte. Essa sigla deve ser sempre escrita com letras maiúsculas
(você já vai entender o porquê).
Agora, olhe para a relação a seguir. Ela indica a quantidade de bytes que essas cinco primeiras
medidas têm:
Por aí você já consegue entender a razão de essas medidas serem tão
importantes. Com base nela, você já sabe, por exemplo, que um arquivo
de 10 MB (megabytes) tem 10.485.760 bytes. Mas qual dessas medidas é
mais fácil de se escrever e compreender? Pois é, a medida em MB.
LINGUAGEM PADRÃO
Kilobits, megabits, gigabits...
Se você entrar na página de uma operadora para contratar um plano de acesso à internet, vai
encontrar opções com taxas de 50, 100, 200 megabits, entre tantas outras. Esse é um ponto de
confusão, pois muita gente pensa que megabit é o mesmo que megabyte. Mas não é.
Quando uma atividade envolve transmissão de dados, é comum o uso de medidas relacionadas
a bits, não a bytes. Assim, 1 kilobit representa 1.024 bits e assim por diante:
Você já deve ter percebido que, quando a medida é baseada em bits, usa-se 'b' (minúsculo) na
sigla. Daí a importância de a notação correta ser seguida. Um exemplo: 5 MB significa 5
megabytes; 5 Mb significa 5 megabits.
Como a utilização de medições em bits é comum para informar volume de dados em
transmissões, geralmente, indica-se a quantidade de bits transmitidos por segundo (s). Assim,
quando queremos dizer que um dispositivo é capaz de trabalhar, por exemplo, com 50 megabits
por segundo, usa-se 50 Mb/s. Outros exemplos:
Nos Estados Unidos, é comum o uso de Kbps, Mbps ou Gbps para
expressar a quantidade de bits transferidos, com a terminação "ps" se
referindo a per second (por segundo)
LINGUAGEM PADRÃO
Linguagem de máquina
A menor unidade de informação de um computador é chamada de bit.
A linguagem de máquina é formada por uma sequência de bits e é utilizada por
um computador para realizar as suas tarefas. Um bit pode assumir os valores 0 ou 1.
A justificativa principal disso é a analogia às tensões elétricas. Uma tensão alta, ou
seja, acima de um limiar é associada ao valor 1. Uma tensão baixa, ou seja, abaixo de
um limiar é associada ao valor 0.
Um byte é um conjunto de oito bits. Num computador, os dados são
armazenados na base binária, não na base decimal. Por exemplo:
Um byte é um conjunto de oito bits. Num computador, os dados são
armazenados na base binária, não na base decimal.
Curiosidade Pen Drivers, Placas Periféricas
LINGUAGEM PADRÃO
LINGUAGEM PADRÃO
EXERCICIOS
Escreva teu nome em binário !
QUINTA GERAÇÃO – MULTIPROCESSADORES / IA / NANOTECNOLOGIA