Curso MTCRE: Roteamento MikroTik Avançado
Curso MTCRE: Roteamento MikroTik Avançado
(MTCRE)
EAD
Produzido por: Alive Solutions
Instrutor: Anderson M. Matozinhos
Certificações MikroTik
4
Agenda
• Treinamento diário: 08:00hs às 21:30hs
• Almoço: 12:00hs às 13:30hs *
• Coffe break 1: 16:00hs às 16:30hs
• Coffe break 2: 19:00hs às 19:30hs *
* Horários previstos
Algumas regras importantes
6
Apresente-se a turma
• Diga seu nome e de qual cidade você esta;
• Sua empresa e sua função;
• Seu conhecimento sobre o RouterOS;
• Seu conhecimento com redes TCP;
• O que você espera deste curso;
8
Objetivo do Curso
• Proporcionar conhecimento e treinamento
prático no Mikrotik RouterOS básico e os
conceitos avançados de roteamento para
redes de pequeno e médio porte.
• Após a conclusão do curso, você será capaz de
planejar, implementar, ajustar e depurar as
configurações de um rede roteada no MikroTik
RouterOS.
9
Certified Routing Engineer
(MTCRE)
Módulo 1
Roteamento Estático
10
Roteamento Simples
Topicos que abortaremos:
• Distância (Distance)
• Politicas de roteamento (Policy Routing)
• ECMP
• Scope
• Dead-End
• Rotas recursivas (Recursive Next-Hop Resolving)
11
Roteamento Estático Simples
• Uma única rota para uma
rede simples
• Rotas mais especificas na
tabela de roteamento tem
mais prioridade que menos
especificas.
• A rota com destino
[Link]/0 basicamente
significa “o resto”.
12
Roteamento Simples
13
Roteamento Simples
Usuário: aluno_XY
Senha: #nodrogas
R1 eth1: [Link].254/24
R1 Note: [Link].1/24
R4 R2
R4 eth1: [Link].254/24 R2 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.130/26
19
6 eth2: 192.168.x.65/26
2.
2
4/
16
.6
8.
.X
X.
8
12
6
.1
8/
2
26
19
eth2: 192.168.x.129/26 eth3: 192.168.x.66/26
R3
R3 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24
Questionamentos!
• É possível criar manualmente rotas que
garantam:
– Balanceamento de carga
– Fail Over
– Escolha do melhor caminho
15
Rotas com ECMP
• A técnica do ECMP(Equal Cost
Multi Path) consiste em prover
várias gateways para o mesmo
destino;
• Os gateways serão definidos
pelo algoritmo de Round Robin
levando-se em consideração
os endereços de origem e
destino;
• Você pode definir o mesmo
gateway várias vezes caso
queira aumentar sua a carga.
16
“Check-gateway”
• Você pode usar esta opção para verificar se o
gateway remoto está respondendo utilizando
ICMP(ping) ou ARP;
• Caso seja confirmado que o gateway não está
respondendo está rota ficará inativa
automaticamente;
• Se a opção de Check-Gateway estiver ativada
em uma rota fará com que a verificação esteja
ativa para todos os gateways adicionados nela.
17
ECMP
• Evitando loops
– Somente um participante irá criar uma rota ECMP
para cada rede [Link].0/24 com a opção
“check-gateway”;
– Os demais participantes deverão criar rotas
simples para alcançar uns aos outros - exceto o
primeiro participante;
– Verifiquem a redundância utilizando o traceroute;
– Utilizem a opção “undo” para voltar as
configurações iniciais e permitir que o próximo
participante crie o ECMP.
19
ECMP
Usuário: aluno_XY
Senha: #nodrogas
X – Nº do seu grupo R1 eth1: [Link].254/24
R1 Note: [Link].1/24
R4 R2
R4 eth1: [Link].254/24 R2 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.130/26
19
6 eth2: 192.168.x.65/26
2.
2
4/
16
.6
8.
.X
X.
8
12
6
.1
8/
2
26
19
eth2: 192.168.x.129/26 eth3: 192.168.x.66/26
R3
R3 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24
“Distance”
21
Distância padrão dos protocolos
• connected routes: 0
• static routes: 1
• eBGP: 20
• OSPF: 110
• RIP: 120
• MME: 130
• iBGP: 200
22
“Distance”
• Crie rotas para cada participante na rede local
da seguinte forma:
– Três rotas no sentido horário com distance=1;
– Três rotas no sentido anti-horário com distance=2;
• Habilite o Check Gateway em uma rota horária
e em uma rota anti-horária.
• Verifique a redundância desativando o
endereço IP do sentido horário;
• Utilize o traceroute para verificar o efeito.
23
“Distance”
Usuário: aluno_XY
Senha: #nodrogas
X – Nº do seu grupo R1 eth1: [Link].254/24
R1 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.2/26
eth2: 192.168.x.193/26
R4 R2
R4 eth1: [Link].254/24 R2 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.130/26
eth2: 192.168.x.65/26
R3 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24
“Distance”
Usuário: aluno_XY
Senha: #nodrogas
R1
R4 R2
R3
25
Problemas encontrados...
• O tráfego não terá problema algum em passar
no sentido horário;
• Caso a opção “check-gateway” detecte falha,
somente o roteador afetado irá passar o
tráfego no sentido anti-horário;
• Solução:
– Se o tráfego começa a no sentido anti-horário, ele
deverá ser roteado desta forma até alcançar seu
destino.
26
Marcas de Roteamento
• Utilizadas para direcionar um determinado tráfego por
uma rota especifica;
• Essas marcas são “imprimidas” através do menu
Firewall Mangle e somente nos canais prerouting e
output;
• A tabela de roteamento irá rotear os pacotes
conforme as marcas especificadas nas rotas – caso não
exista rota com marcas, a rota default será usada.
• Máximo de 251 marcas de roteamento podem ser
usadas por roteador.
27
Marcas de Roteamento
IP → Firewall → Mangle → + 28
Marcas de Roteamento
• Marque todo tráfego que passa pelo roteador no
sentido contrário;
29
Marcas de Roteamento
Usuário: aluno_XY
Senha: #nodrogas
X – Nº do seu grupo R1 eth1: [Link].254/24
R1 Note: [Link].1/24
R4 R2
R4 eth1: [Link].254/24 R2 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.130/26
19
6 eth2: 192.168.x.65/26
2.
2
4/
16
.6
8.
.X
X.
8
12
6
.1
8/
2
26
19
eth2: 192.168.x.129/26 eth3: 192.168.x.66/26
R3
R3 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24
Time To Live (TTL)
• TTL é o limite máximo de saltos que um pacote pode
dar até ser descartado;
• O valor padrão do TTL é 64 e cada roteador
decrementa este valor em um antes de passá-lo
adiante;
• O menu Firewall Mangle pode ser usado para
manipular este parâmetro;
• O roteador não passa adiante pacotes com TTL=1;
• Está opção é muito útil para evitar que usuários
criem rede nateadas a partir da sua rede.
32
Alterando o TTL
33
Recurso Next-hop
• É possível especificar um gateway para uma
rede mesmo que o gateway não esteja
diretamente ligado ao roteador;
• Útil em setups onde a seção intermediária
entre seu roteador e o gateway não é
constante(iBGP por exemplo);
• A rota criada deve estar no scope de outra rota
para que o recurso de Next-hop funcione.
34
35
Scope/Target-Scope
• O escopo da rota contém todos os valores do atributo scope,
sendo este maior ou igual ao seu valor de target-scope;
Exemplo:
0 ADC dst-address=[Link]/24 pref-src=[Link]
interface=ether1 scope=10 target-scope=10
1 A S dst-address=[Link]/24 gateway=[Link]
interface=ether1 scope=30 target-scope=10
2 A S dst-address=[Link]/24 gateway=[Link]
interface=ether1 scope=30 target-scope=30
36
Outras Opções
• A opção “Type” permite criar rotas mortas
(blackhole, prohibit, unreachable) para
impedir que algumas redes sejam roteadas
pelo roteador;
• A opção “Preferred Source”, permite apontar
qual endereço usar para o tráfego gerado
localmente.
37
Certified Routing Engineer
(MTCRE)
Módulo 2
Qualquer Rede IP
(LAN, WAN ou Internet)
P2P_int1: [Link]/32
Network: [Link]
P2P_int2: [Link]/32
Network: [Link]
P2P_int3: [Link]/32
Network: [Link]
Network: [Link]
P2P_int1: [Link]/32
40
OBS: LAB apenas na página 168
Certified Routing Engineer
(MTCRE)
Módulo 3
VPN e Tunelamento
41
VPN
42
Tunelamento
43
PPP
Definições Comuns para os serviços
44
PPPoE – Cliente e Servidor
• PPPoE é uma adaptação do PPP para funcionar em redes ethernet. Pelo fato da
rede ethernet não ser ponto a ponto, o cabeçalho PPPoE inclui informações
sobre o remetente e o destinatário, desperdiçando mais banda. Cerca de 2%.
• PPPoE por padrão não é criptografado. O método MPPE pode ser usado desde
que o cliente suporte este método.
45
PPPoE – Cliente e Servidor
• O cliente descobre o servidor através do
protocolo pppoe discovery que tem o nome do
serviço a ser utilizado.
46
PPPoE – Estágios
PPPoE tem dois estágios:
48
Configuração do Servidor PPPoE
49
Configuração do Servidor PPPoE
50
Mais sobre perfis
Ø Bridge: Bridge para associar ao perfil
(BCP – Bridge Control Protocol)
Ø Incoming/Outgoing Filter: Nome do canal do
firewall para pacotes entrando/saindo.
51
Mais sobre perfis
53
Mais sobre o PPoE Server
O concentrador PPPoE do Mikrotik suporta
múltiplos servidores para cada interface com
diferentes nomes de serviço. Além do nome do
serviço, o nome do concentrador de acesso
pode ser usado pelos clientes para identificar o
acesso em que se deve registrar. O nome do
concentrador é a identidade do roteador.
A opção One Session Per Host permite somente uma sessão por
host(MAC Address). Por fim, Max Sessions define o número máximo de
sessões que o concentrador suportará.
54
Configurando o PPPoE Client
55
L2TP
56
VLAN – Virtual LAN(802.11q)
• A VLAN permite você agrupar dispositivos de rede
em independentes sub-grupos mesmo que estes
estejam o mesmo segmento de LAN;
• Para os roteadores se comunicarem é necessário
que as VLAN ID sejam as mesmas das interfaces
VLAN;
• Podem ser adicionadas no máximo de 4095 VLAN’s
na mesma porta ethernet.
• Também é possível se criar uma VLAN sobre outra
interface VLAN – “Q-in-Q”
57
Exemplo de VLAN
VLAN2: VLAN:1
[Link]/24 [Link]/24
Rede Ethernet
vlan1: [Link]/24
VLAN1: vlan2: [Link]/24
[Link]/24
58
Criação de interface VLAN
59
Usuário: aluno_XY
Setup Inicial
Senha: #nodrogas
Internet
AP
[Link]/24
R1 R2 R3
[Link].254/24
[Link].1/24
6
0
Conferindo configuração inicial
Confira o IP [Link].1/24 na ether1 da RB_PC e
o IP [Link].254/24 RB Router
Confira o IP [Link]/24 na ether4 da RB Router
Confira o DNS e Gateway default para [Link]
Teste a conectividade entre o Router e a RB PC.
Teste a conectividade para o IP [Link].
Estando tudo ok, faça um backup binário com o
nome: setup-inicial
61
IPIP
• O protocolo IPIP permite criar túneis encapsulando
pacotes IP em pacotes IP e enviando para outro roteador;
• O IPIP é um túnel de camada 3 e portanto não pode ser
colocado em bridge;
• RouterOS implementa o IPIP conforme a RFC 2003 e tem
compatibilidade com qualquer fabricante que implemente
o método com base na mesma RFC;
• No MikroTik é possível criptografa-lo com IPSec à partir
da versão 6.30.
62
IPIP
• Supondo que temos que unir as redes que estão por trás
dos roteadores [Link] e [Link]. Para tanto basta
criemos as interfaces IPIP em ambos, da seguinte forma:
63
IPIP
• Supondo que temos que unir as
sub redes das lan remotas das
filiais. Para tanto basta que
criemos rotas entre os roteadores
sobre o tunnel IPIP da seguinte
forma:
R1 R2
64
Túnel IPIP
• Montem duplas.
65
EoIP
• Os túneis EoIP utilizam o protocolo IP 47/GRE
para encapsular os frames ethernet em
pacotes IP e enviá-los para outro roteador;
• Este protocolo é proprietário Mikrotik;
• EoIP é um túnel de camada 2 e portanto pode
ser colocado em bridge;
• Para criar o túnel você deve especificar o ID e o
endereço remoto;
66
EoIP
• O protocolo EoIP possibilita:
• Interligação em bridge de LANs remotas através da
internet.
• Interligação em bridge de LANs através de túneis
criptografados.
67
Exemplo de rede EoIP
Rede Roteada
(LAN ou WAN)
Bridge Bridge
68
EoIP
• Adicione a interface
EoIP a bridge,
juntamente com a
interface que fará
parte do mesmo
domínio de broadcast.
70
EoIP
• Montem duplas.
• Estabeleça um túnel EoIP entre 2 routers,
usando os Ips de WAN ([Link]).
• Usem o mesmo Tunnel ID: combinem o Tunel ID
• Adicione um IP a ele.
– Aluno A [Link]/30
– Aluno B [Link]/30
71
EoIP
• Crie rotas para alcançar a rede do notebook do colega.
• Depois de funcionando acionem a criptrografia IPSec ao
Tunel adcionando uma Secret
72
Certified Routing Engineer
(MTCRE)
Módulo 4
OSPF
Alguns slides desse módulo foram retirados da apresentação no MUM BR 2019:
“Erros comuns do OSPF no MikroTik e como evitá-los” do meu amigo Lorenzo Busatti
[Link] 74
Sobre Lorenzo Busatti
• Italiano 🇮🇹
R4 R2
76
Setup OSPF
Usuário: aluno_XY
Senha: #nodrogas
ether4: [Link]/24
R1 eth1: [Link].254/24
R1 Note: [Link].1/24
R4 R2
R4 eth1: [Link].254/24 R2 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.130/26
19
6 eth2: 192.168.x.65/26
2.
2
4/
16
.6
8.
.X
X.
8
12
6
.1
8/
2
26
19
eth2: 192.168.x.129/26 eth3: 192.168.x.66/26
R3
R3 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24
Tópicos que serão abordados
o Areas
o Costs
o Ponto de vista do OSPF
o Redes OSPF
o Virtual links
o Route Redistribution
o Aggregation
o Segurança OSPF
o Filtros
78
O protocolo OSPF
• Utiliza o estado do link e o algoritmo de Dijkstra para
construir e calcular o menor caminho para todos
destinos conhecidos na rede;
• É um protocolo de roteamento para redes IP;
• Ele usa um algoritmo de link state routing (LSR).
• Ele se enquadra no grupo de IGPs (protocolos de
gateway interior).
• Os roteadores OSPF utilizam o protocolo IP 89 para
comunicação entre si;
79
O protocolo OSPF
• Open Shortest Path First
• Está dentro de um único AS (sistema autônomo).
• É definido como OSPF versão 2 para IPv4.
• As atualizações para IPv6 são especificadas como
OSPF Versão 3.
• Se a topologia da rede mudar, as tabelas de
roteamento também serão recalculadas
novamente.
• O OSPF distribui informações de roteamento entre
roteadores pertencentes ao mesmo AS.
80
O algoritimo de Dijkstra's
• Também conhecido como o caminho mais
curto primeiro "shortest path first (SPF)"
81
O algoritimo de Dijkstra's
Shortest path
↓ significa ↓
↓ significa ↓
Area Area
Area Area
84
Áreas OSPF
86
OSPF AS
ASBR
ABR ABR
Area Area
ASBR
87
A Área de Backbone
• A área backbone é o coração da rede OSPF;
• Ela possui o ID ([Link]) e deve sempre existir;
• Forma o núcleo de uma rede OSPF;
• O backbone é responsável por distribuir informações
de roteamento entre outras áreas que não são do
backbone.
ABR ABR
ABR
ABR ABR
ABR
90
A Área de Backbone
A estrutura vista de lado Virtual Links
Backbone Area
91
A Área de Backbone
92
A Área de Backbone
Ou como uma flor 🌸 (vista de cima)
Backbone
Area
Virtual Links
93
Virtual Link
area-id=[Link]
area-id=[Link]
Virtual Link
area-id=[Link] area-id=[Link]
ASBR
94
Criando do Virtual Link
• Utilizado para conectar áreas remotas ao
backbone através de áreas não-backbone;
95
Redes OSPF
• São utilizada para
encontrar outros
roteadores OSPF
correspondentes a
área especificada;
97
Neighbours OSPF
98
Áreas OSPF
99
Áreas OSPF
R4 R2
100
Áreas OSPF
Área de
Usuário: aluno_XY backbone
Senha: #nodrogas [Link]/24
X – Nº do seu grupo R1 eth1: [Link].254/24
R1 Note: [Link].1/24
R4 eth1: [Link].254/24
R4 Área X R2
R2 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.130/26
19
6 eth2: 192.168.x.65/26
2.
2
4/
16
.6
8.
.X
X.
8
12
6
.1
8/
2
26
19
eth2: 192.168.x.129/26 eth3: 192.168.x.66/26
R3
R3 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24
OSPF - Opções
• Router ID: Geralmente o IP do roteador.
Se não for especificado, o OSPF usará o
menor endereço IP configurado em
uma interface ativa do router.
• Redistribute Default Route:
– Never: nunca distribui rota padrão.
103
OSPF - Opções
• Redistribute Connected Routes: Caso
habilitado, o roteador irá distribuir todas as
rotas relativas as redes que estejam
diretamente conectadas a ele.
• Redistribute Static Routes: Caso habilitado,
distribui as rotas cadastradas de forma
estática em /ip routes.
• Redistribute RIP Routes: Caso habilitado,
redistribui as rotas aprendidas por RIP.
• Redistribute BGP Routes: Caso habilitado,
redistribui as rotas aprendidas por BGP.
1
2
3
} 5
4 {
105
OSPF – Uso de métrica tipo 1
Custo=10
Custo=10
Custo=10 Custo=10
Custo Total=40
Origem
ASBR
106
OSPF – Uso de métrica tipo 2
Custo X
Cost=10 Custo X
Custo X
Custo Total=10
Origem
Custo X
Custo Total=9
Custo X
Destino
Custo=9
ASBR
107
Redistribuição de Rotas
• Habilite a re-distribuição de rotas conectadas
com type 1;
– Verifique a tabela de roteamento
• Adicione uma rota estática (unreachable) para
a rede [Link].0/24;
• Habilite a re-distribuição de rotas estáticas
com type 1;
– Verifique novamente a tabela de roteamento
108
OSPF – Custo de interfaces
• Por padrão todas interfaces tem custo 10;
109
OSPF – Tipos de redes
112
OSPF – Roteadores designados
113
NBMA Neighbors
• Em redes não-
broadcast é
necessário especificar
os neighbors
manualmente;
• A prioridade
determina a chance
do neighbor ser eleito
DR;
114
Erros comuns no OSPF
115
Erros comuns no OSPF
Algumas reflexões comuns sobre o
OSPF:
• “OSPF é estranho.”
• “Funciona quando quer.”
• “Quando não quer trabalhar, não
funciona.”
• “Tem vida própria”
R1
BDR DR R2
118
DR e BDR
O roteador designado (DR) e o backup DR
(BDR) são úteis quando você possui vários
roteadores OSPF no mesmo domínio de
broadcast da camada 2, para reduzir o
tráfego OSPF.
DR BDR
Domínio de
Broadcast L2
120
DR e BDR
Agora, vamos levar esses detalhes em consideração e
tentar analisar em profundidade. Esta é uma rede OSPF
"típica" entre dois roteadores, conectados por
dispositivos L2 a L2.
L2 Device L2 Device
(RADIO (RADIO
FIBER Link FIBER
R1 ETH1 MEDIA
(Radio, Cobre, Fibra)
MEDIA ETH1 R2
CONV). CONV).
Rede OSPF
121
DR e BDR
Por “padrão” ambas as ETH1 (em Routing / OSPF /
Interfaces) terão:
network type=broadcast and priority=1
L2 Device L2 Device
(RADIO (RADIO
FIBER Link FIBER
R1 ETH1 MEDIA
(Radio, Cobre, Fibra)
MEDIA ETH1 R2
CONV). CONV).
Rede OSPF
122
DR e BDR
• E, como consequência, teremos um DR e um BDR.
• Tudo está funcionando bem até que algo aconteça ...
Rede OSPF
123
DR e BDR
O link cai. Mas os dois roteadores terão as portas
Ethernet "UP" e AMBOS SE TORNAM DR !!!
DR L2 Device L2 Device DR
(RADIO (RADIO
FIBER Link FIBER
R1 ETH1 MEDIA
(Radio, Cobre, Fibra)
MEDIA ETH1 R2
CONV). CONV).
Rede OSPF
124
DR e BDR
E a questão é:
O que acontece
quando o link L2 for
restaurado?
125
DR e BDR
Eles vão "lutar" um contra o outro, ambos agora são DR e
ninguém mais gostaria de ser BDR.
Não, sou
Eu sou o o DR !!
DR!
126
DR e BDR
O resultado: essa rede OSPF não está funcionando e
geralmente vai levar muito tempo para isso.
DR L2 Device L2 Device DR
(RADIO (RADIO
ETH FIBER Link FIBER ETH
R1 MEDIA
(Radio, Cobre, Fibra)
MEDIA R2
1 CONV). CONV). 1
Rede OSPF
127
Os pensamentos do
"engenheiro":
"Acabei de reiniciar o
roteador e ele funcionou
novamente"
😂😂😂
128
Os pensamentos do
"engenheiro":
😂😂😂
129
Os pensamentos do
"engenheiro":
“O RouterOS não
implementa bem o
protocolo OSPF”
“Pau do MikroTik”
😂😂😂
130
Tem uma solução melhor?
131
Tem uma solução melhor?
Sim, devemos usar o
tipo de rede
adequado para esse
cenário.
Não precisamos de um
DR e um BDR entre
apenas dois roteadores.
132
Tem uma solução melhor?
136
O POV dos roteadores OSPF
Nas redes OSPF, não há roteador "principal" ou
"central" que conheça a "topologia" da rede e o
caminho mais curto entre eles.
137
O POV dos roteadores OSPF
20 R1 20
30
10 30
10
R5 30 R2
10
10 10
R6
10 10
10
30 30 30
R4 10 10
R3
138
O POV dos roteadores OSPF
Em seguida, cada roteador, individualmente,
calcula todos os caminhos e seus custos, para
cada destino conhecido.
30
10 30
50
10
R5 30 R2
10
10 40 10
40 R6
10 10
40
10 50 30
30 30 30
R4 10 10
R3
140
O POV dos roteadores OSPF 20
De R1 a R3
20
20
R1
30
20
30
R2 R5
R5 R5
R6
10 R6 10
10
10 10
10 R6
R4 R6 10
R4
10 10 R4
10
10
R3 R3 R3 R3 R3 R3
CUSTO DO
CAMINHO
30 40 50 40 40 50
141
O POV dos roteadores OSPF
142
O POV dos roteadores OSPF
De R3 a R1 20 20
R1
30
10 30
50
10
R5 30 R2
10
10 60 10
50 R6
10 10
50
10 40 60
30 30 30
R4 10 10
R3
143
O POV dos roteadores OSPF 10
30
De R3 a R1 30
R3 10
10
30
R2 R4
R4 R4
R6
30 R6 10
30
30 10
10 R6
R6 R5 10
R5
30 10 R5
10
10
R1 R1 R1 R1 R1 R1
CUSTO DO
CAMINHO
60 60 50 50 50 40
144
O POV dos roteadores OSPF
R1 <--> R3 20 R1 20
30
10 30
10
R5 30 R2
10
10 10
R6
10 10
10
30 30 30
R4 10 10
R3
145
O POV dos roteadores OSPF
Um dos erros mais comuns é verificar os
caminhos apenas de um lado.
146
OSPF – Interface
• Escolha o tipo de rede correta para todas interfaces
OSPF;
• Atribua custos(próx. slide) para garantir o tráfego
em uma única direção dentro da área;
• Verifique rotas ECMP em sua tabela de
roteamento;
• Verifique a redundância da rede OSPF;
• Confirme que o ABR não seja o DR da área de
backbone;
147
OSPF – Custos de Interface
Área de
Usuário: aluno_XY backbone
Senha: #nodrogas [Link]/24
X – Nº do seu grupo R1 eth1: [Link].254/24
R1 Note: [Link].1/24
R4 R2
R4 eth1: [Link].254/24 R2 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24 Note: [Link].1/24
eth3: 192.168.x.130/26
19
6 eth2: 192.168.x.65/26
2.
2
4/
16
.6
8.
.X
X.
8
12
6
.1
8/
2
26
19
eth2: 192.168.x.129/26 eth3: 192.168.x.66/26
R3
R3 eth1: [Link].254/24
Note: [Link].1/24
OSPF – Custos de Interface
Backbone Laptop
ABR
Laptop
Laptop
10 100
100 10
10 100
Laptop
149
Área Stub
• Para controlar a propagação de rotas externas em uma
área, o OSPF usa áreas do tipo stub.
• Ao designar criar a área stub o ABR suprime anúncios
de rotas externas para a área interna;
• Em vez disso, o ABR anuncia uma rota padrão no lugar
das rotas externas e gera anúncios de estado de links
(LSAs) de resumo de rede (Tipo 3);
• Os pacotes destinados a rotas externas são
automaticamente enviados para o ABR, que atua como
um gateway para tráfego de saída e direciona o tráfego
adequadamente.
150
Área Stub
• Se você configurar
incorretamente uma área
totalmente stub, você
pode encontrar
problemas de
conectividade de rede.
• Você deve ter um bom
conhecimento sobre OSPF
e entender o seu
ambiente de rede antes
de configurar áreas
totalmente stubby.
151
Área Stub – Cont.
152
Área NSSA(Not-So-Stubby)
• Um área NSSA é um tipo de área stub que tem
capacidade de injetar transparentemente rotas
para o backbone;
• Translator role – Esta opção permite controlar
que ABR da área NSSA irá atuar como
repetidor do ASBR para a área de backbone:
– Translate-always: roteador sempre será usado
como tradutor.
– Translate-candidate: ospf elege um dos
roteadores candidatos para fazer as traduções.
153
Área NSSA(Not-So-Stubby)
154
OSPF AS
default
default
area-id=[Link]
area-id=[Link]
Virtual Link
area-id=[Link] area-id=[Link]
NSSA Stub
ASBR
155
Interface Passiva
• O modo passivo permite
desativar as mensagens de
“Hello” enviadas pelo
protocolo OSPF as
interfaces dos clientes;
156
Área Lab
Parte 1 - Stub
• Modifique sua área para stub;
• Verifique as mudanças em sua tabela de rotas;
• Confirme que a distribuição de rotas default esteja “never” no
ABR;
• Marque a opção “Inject Summary LSA” no ABR e desabilite no IR.
• Crie uma bridge com o nome “loopback” atribua o IP
[Link]/32.
• Publique essa network na sua área OSPF.
• Na instância default, adicione o IP da loopback no “Router ID”;
• Adcione a network [Link].0/24 caso queira que a internet do
notebook funcione.
• Adicione uma interface OSPF all com a opção passive acionada.
157
Área Lab
Parte 2 - Default
158
Agregação de Áreas
• Utilizado para
agregar uma
range de redes
em uma única
rota;
• É possível atribuir
um custo para
essas rotas
agregadas;
161
Área Ranges
• Usando o recurso Area Ranges, anuncie
somente uma rota 192.168.X.0/24 para
sumarização dos quatro rotas /26
(192.168.X.0/26, 192.168.X.64/26,
192.168.X.128/26, 192.168.X.192/26) na
área-x;
164
Área PPPoE – Tipo Stub
ABR
PPPoE
~250 clientes
server
Area1 PPPoE
165
Área PPPoE – Tipo Default
ABR
PPPoE ~250 clientes
server PPPoE
Area1
~ 100 clientes
PPPoE PPPoE
server
166
OSPF - Filtros
168
Filtros de Roteamento para PPPoE
• É possível criar um filtro de rotas para evitar
que todas rotas /32 se espalhem pela rede
OSPF;
• Para isto é necessário você ter uma rota
agregada para esta rede do PPPoE:
ØA forma recomendada é criar uma rota
estática morta (unreachable), para subnet que
será entregue via PPPoE e propaga-lá via
instância do OSPF.
169
OSPF – Filtro VPN
170
Laboratórios Finais
Resolvendo o problema dos /32
Vamos aplicar agora todo conhecimento adquirido no nosso treinamento.
172
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Confira nossa agenda de treinamentos
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Grupos de alunos
Alive Solutions
Certified Routing Engineer
(MTCRE)
Obrigado!!!
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