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Redes Cap4

O Capítulo 4 do livro aborda a camada de rede em redes de computadores, destacando suas funções principais, que incluem encaminhamento e roteamento de pacotes. A seção também discute a arquitetura dos roteadores, o gerenciamento de buffers e as políticas de escalonamento de pacotes, como FIFO e Weighted Fair Queuing. Além disso, o capítulo explora a importância do protocolo IP e a evolução para IPv6, além de conceitos como SDN e algoritmos de roteamento.

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Redes Cap4

O Capítulo 4 do livro aborda a camada de rede em redes de computadores, destacando suas funções principais, que incluem encaminhamento e roteamento de pacotes. A seção também discute a arquitetura dos roteadores, o gerenciamento de buffers e as políticas de escalonamento de pacotes, como FIFO e Weighted Fair Queuing. Além disso, o capítulo explora a importância do protocolo IP e a evolução para IPv6, além de conceitos como SDN e algoritmos de roteamento.

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Capítulo 4 – A camada de Rede: plano de

dados

Redes de computadores e a Internet


Uma abordagem Top-Down

8a edição. Jim Kurose, Keith Ross. Pearson, 2020.

Esse material de aula foi desenvolvido a


partir dos slides disponibilizados, em
inglês, pelos autores do livro.

2024.2 – Redes de Computadores 1 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


A camada de Rede

Camada de rede: visão geral

plano de dados

plano de controle
O que há dentro de um roteador

portas de entrada, comutação, portas de
saída

gerenciamento de buffer, agendamento

IP: o protocolo da Internet

Encaminhamento Generalizado, SDN

formato de datagrama

OpenFlow

endereçamento

Tradução do Endereço da Rede

IPv6
2024.2 – Redes de Computadores 2 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Visão geral da
camada de rede

2024.2 – Redes de Computadores 3 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Serviços e protocolos da camada de redes
mobile network

segmento de transporte do host remetente ao national or global ISP
host receptor

remetente: encapsula segmentos em
datagramas e passa para a camada de enlace
aplicação
transporte
rede
rede

receptor: entrega segmentos ao protocolo da enlace
física
enlace
física

camada de transporte rede


enlace
física

protocolos da camada de rede em todos os rede
dispositivos da Internet: hosts, roteadores enlace
física rede
enlace

roteadores: física rede
enlace
física
datacenter
network


examina campos de cabeçalho em todos os
aplicação
datagramas IP que passam por ele transporte
rede
enterprise

move datagramas das portas de entrada para network
enlace
física
portas de saída para transferir datagramas ao
longo do caminho final
2024.2 – Redes de Computadores 4 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Duas funções principais da camada de rede

Funções da camada de rede:



encaminhamento: move pacotes do link de entrada de um roteador para o link
de saída apropriado do roteador

roteamento: determina a rota seguida pelos pacotes da origem ao destino

algoritmos de roteamento

2024.2 – Redes de Computadores 5 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


A camada de rede: plano de dados e plano de
controle
Plano de dados Plano de controle

função local, por roteador ●
lógica de toda a rede

determina como o datagrama que ●
determina como o datagrama é roteado
chega na porta de entrada do entre roteadores ao longo do caminho final
roteador é encaminhado para a do host de origem ao host de destino
porta de saída do roteador ●
duas abordagens de plano de controle:
valores na chegada

algoritmos de roteamento tradicionais:
cabeçalho do pacote
implementados em roteadores
0111 1 ➢
rede definida por software (SDN):
2
3 implementada em servidores (remotos)

2024.2 – Redes de Computadores 6 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle por roteador
Componentes individuais do algoritmo de roteamento em cada roteador
interagem no plano de controle

Algoritmo de
roteamento
plano de
controle

plano
de dados

valores no cabeçalho
do pacote que chega

0111 1
2
3

2024.2 – Redes de Computadores 7 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle de rede definida por
software (SDN)
Controlador Remoto

Componentes individuais plano de


controle
do algoritmo de roteamento
em cada roteador interagem plano
de dados
no plano de controle
CA
CA CA CA CA
valores no cabeçalho
do pacote que chega

0111 1
2
3

2024.2 – Redes de Computadores 8 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


O que há dentro de um roteador

portas de entrada, comutação,
portas de saída

gerenciamento de buffer,
agendamento

2024.2 – Redes de Computadores 9 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Visão geral da arquitetura do roteador

processador
roteamento Roteamento, gerenciamento
plano de controle (software)
Repasse plano de
dados (hardware )

malha de
comutação de
alta velocidade

portas de entrada portas de saída

2024.2 – Redes de Computadores 10 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Funções da porta de entrada

Consulta, re-
processa- passe, filla
terminação mento de
enlace comutação
de linha
(recebe)

Datagrama
camada física: recepção
em nível de bit

camada enlace: comutação descentralizada:


e.g., Ethernet

usando valores de campo de cabeçalho, pesquisa porta de saída
usando tabela de encaminhamento na memória da porta de entrada
(“correspondência mais ação”)

objetivo: concluir o processamento da porta de entrada em
‘velocidade de linha’

enfileiramento da porta de entrada: se os datagramas chegarem mais
rápido do que a taxa de encaminhamento na malha do switch
2024.2 – Redes de Computadores 11 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Encaminhamento baseado em destino

P: mas o que acontece se os intervalos não se dividirem tão bem?


2024.2 – Redes de Computadores 12 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Encaminhamento baseado em destino

2024.2 – Redes de Computadores 13 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Correspondência de prefixo mais longa
correspondência de prefixo mais longa
ao procurar uma entrada na tabela de encaminhamento para um
determinado endereço de destino, use o prefixo de endereço mais
longo que corresponda ao endereço de destino.

Intervalo de endereços de destino Interface enlace


11001000 00010111 00010*** ******** 0
11001000 00010111 00011000 ******** 1
11001000 00010111 00011*** ******** 2
otherwise 3

11001000 00010111 00010110 10100001 Qual interface?


exemplos:
11001000 00010111 00011000 10101010 Qual interface?

2024.2 – Redes de Computadores 14 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Correspondência de prefixo mais longa

Confira os exercícios interativos online para mais exemplos:


[Link]
“Longest Prefix Matching”

2024.2 – Redes de Computadores 15 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Elemento de comutação

transferir pacote do link de entrada para o link de saída apropriado

taxa de comutação: taxa na qual os pacotes podem ser transferidos de
entradas para saídas

frequentemente medido como múltiplo da taxa de linha de entrada/saída

N entradas: taxa de comutação N vezes taxa de linha desejável

R (taxa: NR, R
idealmente)

N portas de entrada alta velocidade N portas de saída


comutação

R R

2024.2 – Redes de Computadores 16 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Elemento de comutação
Três principais tipos de malhas de comutação

memory

memória barramento rede de


interconexão
Roteadores velocidade de
de primeira comutação limitada
geração pela largura de banda explorando o paralelismo
do barramento

2024.2 – Redes de Computadores 17 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Enfileiramento da porta de entrada

Se a malha do switch for mais lenta que as portas de entrada combinadas → o
enfileiramento poderá ocorrer nas filas de entrada

atraso na fila e perda devido ao estouro do buffer de entrada!

Bloqueio Head-of-the-Line (HOL) → datagrama enfileirado na frente da fila
impede que outros na fila avancem

switch switch
fabric fabric

Contenção da porta de saída:


apenas um datagrama vermelho um pacote depois: o pacote verde
pode ser transferido. Pacote sofre bloqueio HOL
vermelho inferior está bloqueado

2024.2 – Redes de Computadores 18 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Enfileiramento da porta de saída

elemento
elemento
de
de
comutação
comutação

em t, pacotes mais um pacote depois


da entrada à saída


buffer quando a taxa de chegada via switch excede a velocidade da linha de saída

enfileiramento (atraso) e perda devido ao buffer overflow da porta de saída!

2024.2 – Redes de Computadores 19 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Gerenciamento de buffer

Gerenciamento de buffer:

drop: qual pacote adicionar,
descartar quando os buffers
Fila (geren-
elemento ciamento de estiverem cheios
de buffer) Processa- R ➢
tail drop: descarta o pacote que
Terminação
comutação mento de
de linha
enlace chega

prioridade: descartar/remover com
base na prioridade

marcação: quais pacotes marcar
para sinalizar congestionamento
(ECN, RED)

2024.2 – Redes de Computadores 20 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Escalonamento de buffer

Escalonamento de pacotes: decidir qual pacote enviar em seguida no link



primeiro a entrar, primeiro a sair (FIFO/FCFS)

prioridade

round-robin

fila justa ponderada

Abstração: fila

chegadas
R partidas
de pacotes
de pacotes fila link
(área de espera) (servidor)

2024.2 – Redes de Computadores 21 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Escalonamento de buffer: FIFO

FIFO: pacotes transmitidos em ordem de chegada à porta de saída



também conhecido como: primeiro a chegar, primeiro a ser servido
(FCFS)

exemplos do mundo real?

2024.2 – Redes de Computadores 22 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento: prioridade

fila com alta prioridade


Agendamento prioritário:
chegadas

tráfego de chegada classificado,
enfileirado por classe
classifica link partidas

qualquer campo de cabeçalho pode ser fila com baixa prioridade
usado para classificação
2

enviar pacotes da fila de prioridade mais 1 3 4 5
alta que possui pacotes armazenados em chegadas
buffer pacote
em 1 3 2 4 5

FCFS dentro da classe de prioridade serviço

partidas
1 3 2 4 5

2024.2 – Redes de Computadores 23 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento: round robin

Programação Round Robin (RR):



tráfego de chegada classificado,
enfileirado por classe

qualquer campo de cabeçalho pode
ser usado para classificação

servidor ciclicamente, verifica R
repetidamente as filas de classe,
enviando um pacote completo de cada classifica link partidas
classe (se disponível) por sua vez chegadas

2024.2 – Redes de Computadores 24 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento: enfileiramento
justo ponderado
Weighted Fair Queuing (WFQ):
 Round Robin generalizado

 cada classe, i, tem peso, wi, e recebe


w1
quantidade ponderada de serviço em
cada ciclo:
w2 R
wi
Sjwj classifica
chegadas w3
link chegadas

 garantia de largura de banda mínima


(por classe de tráfego)

2024.2 – Redes de Computadores 25 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento: exemplo


Os pacotes podem chegar a qualquer momento durante um slot e vários pacotes podem
chegar durante um slot. No início de cada intervalo de tempo, o agendador de pacotes
escolherá um pacote, dentre os enfileirados (se houver), para transmissão de acordo com a
disciplina de agendamento de pacotes.

Cada pacote requer exatamente um slot time para ser transmitido e, portanto, um pacote
selecionado para transmissão no tempo t completará sua transmissão em t+1, momento em
que outro pacote será selecionado para transmissão, entre os enfileirados.

No caso de Prioridade, RR e WFQ haverá três classes de tráfego (1, 2, 3), sendo que os
números de classes mais baixas terão maior prioridade no caso de agendamento prioritário,
ou começarão mais cedo no caso de RR e WFQ. No caso do WFQ, os pesos de programação
são 0,5, 0,3 e 0,2.
2024.2 – Redes de Computadores 26 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Políticas de escalonamento: exemplo
FCFS

P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 P13

t=0 t=1 t=2 t=3 t=4 t=5 t=6 t=7 t=8 t=9 t=10 t=11 t=12 t=13 t=14 t=15 t=16

2024.2 – Redes de Computadores 27 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento: exemplo
Prioridade

P1 P2 P3 P4 P7 P8 P9 P10 P11 P12 P13 P5 P6

t=1 t=2 t=3 t=4 t=5 t=6 t=7 t=8 t=9 t=10 t=11 t=12 t=13 t=14 t=15 t=16
1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3

2024.2 – Redes de Computadores 28 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento: exemplo
Round Robin

P1 P2 P5 P3 P9 P6 P4 P10 P7 P11 P8 P12 P13

t=1 t=2 t=3 t=4 t=5 t=6 t=7 t=8 t=9 t=10 t=11 t=12 t=13 t=14 t=15 t=16
1 1 3 1 2 3 1 2 1 2 1 2 2

2024.2 – Redes de Computadores 29 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento: exemplo
Weighted Fair Queuing

Os pesos são 0,5, 0,3 e 0,2.

P1 P2 P5 P6 P9 P3 P4 P10 P7 P11 P2 P8 P13

t=0 t=1 t=2 t=3 t=4 t=5 t=6 t=7 t=8 t=9 t=10 t=11 t=12 t=13 t=14 t=15 t=16
1 1 3 3 2 1 1 2 1 2 1 1 2

2024.2 – Redes de Computadores 30 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Políticas de escalonamento

Confira os exercícios interativos online para mais exemplos:


[Link]
“Packet Scheduling”

2024.2 – Redes de Computadores 31 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


IP: o protocolo da Internet

formato de datagrama

endereçamento

2024.2 – Redes de Computadores 32 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Camada de rede: Internet

Camada transporte: TCP, UDP

Protocolo IP
algoritmos para • formato datagrama
seleção de caminho • endereçamento
• Convenções manuseamento de
camada implementado em
Tabela de pacotes
• Protocolos de
de rede roteamento
Encaminhamento
Protocolo ICMP
• reportar erros
(OSPF, BGP)
• “sinalização” do roteador
• controlador SDN

camada de enlace

camada física

2024.2 – Redes de Computadores 33 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Formato datagrama IP
32 bits
IP protocol version number total datagram
ver head. type of length length (bytes)
header length(bytes) len service
fragment fragmentation/
“type” of service: 16-bit identifier flgs
 diffserv (0:5) offset reassembly
 ECN (6:7)
time to upper header
live layer checksum header checksum
TTL: remaining max hops source IP address 32-bit source IP address
(decremented at each router)
Maximum length: 64K bytes
destination IP address 32-bit destination IP address
upper layer protocol (e.g., TCP or UDP) Typically: 1500 bytes or less
options (if any) e.g., timestamp, record
overhead route taken
 20 bytes of TCP payload data
 20 bytes of IP (variable length,
 = 40 bytes + app typically a TCP
layer overhead for or UDP segment)
TCP+IP

2024.2 – Redes de Computadores 34 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereçamento IP: introdução
[Link]


Endereço IP: identificador de 32 [Link]
bits associado a cada host ou
[Link]
interface de roteador [Link] [Link]


interface: conexão entre
host/roteador e link físico [Link]
[Link]
[Link]

roteadores normalmente têm
múltiplas interfaces
[Link] [Link]

host normalmente tem uma ou
duas interfaces (por exemplo,
Ethernet com fio, 802.11 sem fio)
Notação de endereço IP decimal com pontos:
[Link] = 11011111 00000001 00000001 00000001

223 1 1 1

2024.2 – Redes de Computadores 35 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes
[Link]
O que é uma sub-rede?
[Link]

É uma rede dentro de uma rede.
[Link]

interfaces de dispositivos que podem se [Link] [Link]

alcançar fisicamente sem passar por um


roteador intermediário [Link]
[Link]
[Link]
Os endereços IP têm estrutura:

parte da sub-rede: dispositivos na mesma
sub-rede possuem bits comuns de alta [Link] [Link]

ordem

parte do host: bits restantes de ordem rede consistindo de 3 sub-redes
inferior

2024.2 – Redes de Computadores 36 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes
sub-rede [Link]/24
[Link] sub-rede [Link]/24
Receita para definir sub-redes: [Link]

separar cada interface de seu host [Link]
ou roteador, criando “ilhas” de [Link] [Link]

redes isoladas
[Link]

cada rede isolada é chamada de [Link]
[Link]

sub-rede
sub-rede
[Link]/24 [Link] [Link]

máscara de sub-rede: /24


(24 bits de alta ordem: parte da sub-rede de endereço IP)

2024.2 – Redes de Computadores 37 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes [Link]
Sub-rede 223.1.1/24
[Link] [Link]

onde estão as sub-redes?
[Link]

quais são os endereços de
sub-rede /24? [Link] [Link]
sub-rede 223.1.7/24
sub-rede 223.1.9/24

[Link] [Link]
[Link] [Link]

sub-rede 223.1.2/24 [Link] sub-rede 223.1.8/24 [Link]


sub-rede 223.1.3/24
[Link] [Link]
[Link] [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 38 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereçamento IP: CIDR
CIDR: Classless InterDomain Routing (em português: “roteamento interdomínio
sem classes”)

porção de sub-rede do endereço de comprimento arbitrário

formato do endereço: a.b.c.d/x, onde x é # bits na parte da sub-rede do endereço

subnet host
part part
11001000 00010111 00010000 00000000
[Link]/23

2024.2 – Redes de Computadores 39 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: endereços especiais

Sub-rede [Link]/23

Endereço da rede: [Link]
11001000 00010111 00010000 00000000


Endereço de broadcast: [Link]
11001000 00010111 00010001 11111111


Total de hosts = 29 – 2 = 510

2024.2 – Redes de Computadores 40 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: exemplo

Atribua endereços de sub-rede a cada uma das sub-redes (A e B) de modo que a


quantidade de espaço de endereço atribuído seja mínima e, ao mesmo tempo, deixe
o maior espaço de endereço contíguo possível disponível para atribuição se uma
nova sub-rede for adicionada.

2024.2 – Redes de Computadores 41 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: exemplo

A Rede B tem o maior número de hosts (78)→ primeira sub-rede a ser definida

Total de endereços = 78 + 2 (rede e broadcast) = 80

27 = 128 → 7 bits

Endereço da subrede: [Link]/25
[Link] = 10101100 00011001 10110000 00000000

[Link] = 10101100 00011001 10110000 00000000


Sub-rede B
[Link] = 10101100 00011001 10110000 01111111

2024.2 – Redes de Computadores 42 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: exemplo

A Rede A tem 20 hosts

Total de endereços = 20 + 2 (rede e broadcast) = 22

25 = 32 → 5 bits

Endereço da subrede: [Link]/27

[Link] = 10101100 00011001 10110000 10000000


Sub-rede A
[Link] = 10101100 00011001 10110000 10011111

2024.2 – Redes de Computadores 43 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: exemplo

Rede A: 32 endereços

Rede B: 128 endereços

Total de endereços: 28 = 256

Endereços não usados: 256 – 32 – 128 = 96

de
[Link] = 10101100 00011001 10110000 10100000
a
[Link] = 10101100 00011001 10110000 11111111

2024.2 – Redes de Computadores 44 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: exemplo
1) O espaço de endereço é público ou privado?
R: começa com 172 → endereço privado
2) Quantos hosts podem haver neste espaço de endereço?
R: 28 - 2= 254 (subtrai o primeiro e o último endereços)
3) Qual é o endereço de sub-rede da sub-rede A? (notação CIDR)
R: [Link]/27
4) Qual é o endereço de broadcast da sub-rede A?
R: [Link]
5) Qual é o endereço inicial da sub-rede A?
R: [Link] (elimina o primeiro)

2024.2 – Redes de Computadores 45 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: exemplo
6) Qual é o endereço final da sub-rede A?

R: [Link] (elimina o broadcast)


7) Qual é o endereço de sub-rede da sub-rede B? (notação CIDR)
R: [Link]/25
8) Qual é o endereço de broadcast da sub-rede B?
R: [Link]
9) Qual é o endereço inicial da sub-rede B?
R: [Link] (elimina o endereço inicial)
10) Qual é o endereço final da sub-rede B?
R: [Link] (elimina o broadcast)

2024.2 – Redes de Computadores 46 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes: exemplo
E se a rede A tivesse sido definida antes da rede B?

[Link] = 10101100 00011001 10110000 00000000


Sub-rede A
[Link] = 10101100 00011001 10110000 00011111

[Link] = 10101100 00011001 10110000 10000000


Sub-rede B
[Link] = 10101100 00011001 10110000 11111111

2024.2 – Redes de Computadores 47 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Sub-redes

Confira os exercícios interativos online para mais exemplos:


[Link]
“Subnet Addressing”

2024.2 – Redes de Computadores 48 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereços IP: como conseguir um?
Como o host obtém o endereço IP?

codificado pelo sysadmin no arquivo de configuração

DHCP: Protocolo de configuração dinâmica de host: obtém endereço
dinamicamente de um servidor

"plug and play"

2024.2 – Redes de Computadores 49 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Cenário cliente-servidor DHCP

DHCP Normalmente, o servidor DHCP


server estará localizado no roteador,
[Link]
[Link]
servindo todas as sub-redes às quais
o roteador está conectado.
[Link]
[Link]
[Link] [Link]

[Link]
[Link] cliente DHCP que chega
[Link] precisa endereço nesta rede

[Link] [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 50 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Cenário cliente-servidor DHCP
Servidor DHCP: [Link] DHCP discover Cliente que chega
src : [Link], 68
Broadcast: tem um servidor
dest.: [Link],67
DHCP0.0.0.0
yiaddr: aí?
transaction ID: 654

DHCP offer
src: [Link], 67
Broadcast:
dest: Eu sou um
[Link], 68
servidor DHCP!
yiaddr: Aqui um
[Link]
transaction ID: 654
endereço IP para você
lifetime: 3600 secs As duas etapas acima
DHCP request podem ser ignoradas “se
src: [Link], 68 um cliente se lembrar e
dest:: [Link],
Broadcast: 67
OK. Eu gostaria
yiaddr: [Link] desejar reutilizar um
de usar esse endereço
transaction ID: 655 IP endereço de rede
lifetime: 3600 secs
previamente alocado”
DHCP ACK [RFC 2131]
src: [Link], 67
dest: [Link], 68
Broadcast: OK. Você tem
yiaddr: [Link]
esse endereço
transaction ID: 655IP
lifetime: 3600 secs

2024.2 – Redes de Computadores 51 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


DHCP: mais do que endereços IP

O DHCP pode retornar mais do que apenas um endereço IP alocado na


sub-rede:

endereço do roteador de primeiro salto para o cliente

nome e endereço IP do servidor DNS

máscara de rede (indicando rede versus porção de host do endereço)

2024.2 – Redes de Computadores 52 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereços IP: como conseguir um?
P: como a rede obtém parte da sub-rede do endereço IP?
R: recebe uma parte alocada do espaço de endereço de seu provedor ISP

Bloco do ISP 11001000 00010111 00010000 00000000 [Link]/20

O ISP pode então alocar seu espaço de endereço em 8 blocos:


Organization 0 11001000 00010111 00010000 00000000 [Link]/23
Organization 1 11001000 00010111 00010010 00000000 [Link]/23
Organization 2 11001000 00010111 00010100 00000000 [Link]/23
... ….. …. ….
Organization 7 11001000 00010111 00011110 00000000 [Link]/23

2024.2 – Redes de Computadores 53 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereçamento hierárquico: agregação de
rotas
o endereçamento hierárquico permite a divulgação eficiente de
informações de roteamento:
Organização 0
[Link]/23
Organização 1 “Envie-me qualquer coisa
[Link]/23 que começa com endereço
[Link]/20”
Organização 2
[Link]/23 . Fly-By-Night-ISP
.
. . Internet
.
Organização 7 .
[Link]/23
“Envie-me qualquer coisa
ISPs-R-Us
que começa com endereço
[Link]/16”

2024.2 – Redes de Computadores 54 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereçamento hierárquico: rotas mais
específicas

A Organização 1 muda de Fly-By-Night-ISP para ISPs-R-Us

ISPs-R-Us agora anunciam uma rota mais específica para a Organização 1
Organização 0
[Link]/23
“Envie-me qualquer coisa
que começa com endereço
[Link]/20”
Organização 2
[Link]/23 . Fly-By-Night-ISP
.
. . Internet
.
Organização 7 .
[Link]/23
“Envie-me qualquer coisa
ISPs-R-Us
que começa com endereço
Organização 1 [Link]/16”
[Link]/23 “or [Link]/23”

2024.2 – Redes de Computadores 55 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereçamento IP: últimas palavras

P: como um ISP obtém um bloco de P: existem endereços IP de 32


endereços? bits suficientes?
R: ICANN: Corporação da Internet para ●
A ICANN alocou o último
Atribuição de Nomes e Números pedaço de endereços IPv4 em
[Link] 2011

aloca endereços IP, por meio de 5 ●
NAT aumenta o espaço de
registros regionais (RRs) (que podem endereço IPv4
então alocar para registros locais) ●
IPv6 tem espaço de endereço de

gerencia a zona raiz do DNS, incluindo 128 bits
delegação de gerenciamento de TLDs
individuais (.com, .edu,…)

2024.2 – Redes de Computadores 56 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereçamento IP: últimas palavras
No Brasil

[Link] → é uma associação civil sem fins lucrativos que tem como principal objetivo
realizar as atividades de registro e manutenção de nomes de domínio sob o “.br”.

O [Link] é responsável:

pela distribuição de endereços Internet Protocol (IP);

por atender aos requisitos de segurança e emergência na Internet brasileira;

pela divulgação de indicadores e estatísticas sobre o desenvolvimento da Internet
brasileira;

pela criação e recomendação de procedimentos técnicos e éticos para o bom
desenvolvimento da rede;

,pela divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos;

pela realização de eventos que promovam o desenvolvimento da Internet no país.
Fonte: [Link]
2024.2 – Redes de Computadores 57 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Endereçamento IP: últimas palavras
O Brasil possui um total de 91.076.096 endereços IPs atribuído. Parte dos endereços:

Fonte: [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 58 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Endereçamento IP: últimas palavras

O [Link] e o LACNIC (Registro de Endereços da Internet para a América Latina e o
Caribe) assinaram um acordo de cooperação, mediante o qual endereços IPv4, IPv6 e
ASNs referentes ao Brasil seguem sob responsabilidade do [Link], enquanto o LACNIC
funciona como o registro regional de endereços de Internet para a América Latina e
Caribe.

O [Link] é o departamento do [Link] responsável pelas atividades de registro e
manutenção dos nomes de domínios que usam o .br. Também executamos o serviço de
distribuição de endereços IPv4 e IPv6 e de números de Sistemas Autônomos (ASN) no
país.

Fonte: [Link]
[Link]

2024.2 – Redes de Computadores 59 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


IP: o protocolo da Internet

tradução do endereço da rede

IPv6

2024.2 – Redes de Computadores 60 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: network address translation
NAT: todos os dispositivos na rede local compartilham apenas um
endereço IPv4 no que diz respeito ao mundo exterior
resto da Rede local (e.g., home
Internet network) 10.0.0/24

[Link]
[Link] [Link]

[Link]

[Link]

todos os datagramas que saem da rede local datagramas com origem ou destino nesta rede
têm o mesmo endereço IP NAT de origem: têm endereço 10.0.0/24 para origem, destino
[Link], mas números de porta de origem
diferentes
2024.2 – Redes de Computadores 61 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
NAT: network address translation

IP público - É usado fora de uma rede, permitindo que o dispositivo se
identifique na internet e receba as informações desejadas. O IP público
é fornecido pelo provedor de internet ao roteador.

IP privado - É usado dentro de uma rede, permitindo que o dispositivo
se conecte de forma segura com outros dispositivos da mesma rede. O
IP privado é atribuído ao dispositivo pelo roteador de rede. São os IP
que começam com 10, 172 ou 192.

2024.2 – Redes de Computadores 62 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: network address translation
Redes Privadas

2024.2 – Redes de Computadores 63 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: network address translation

todos os dispositivos na rede local possuem endereços de 32 bits em um espaço de
endereço IP “privado” (prefixos 10/8, 172.16/12, 192.168/16) que só pode ser usado
na rede local

vantagens:

apenas um endereço IP necessário do provedor ISP para todos os dispositivos

pode alterar endereços de host na rede local sem notificar o mundo exterior

pode mudar de ISP sem alterar endereços de dispositivos na rede local

segurança: dispositivos dentro da rede local não diretamente endereçáveis, visíveis
pelo mundo exterior

2024.2 – Redes de Computadores 64 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: network address translation

Tabela de tradução NAT


2: O roteador NAT altera o 1: host [Link] envia
Lado daWAN Lado da LAN datagrama para
endereço de origem do
datagrama de [Link], 3345 [Link], 5001 [Link], 3345 [Link], 80
para [Link], 5001, …… ……
tabela de atualizações
S: [Link], 3345
D: [Link], 80
[Link]
1
S: [Link], 5001
2 D: [Link], 80 [Link]
[Link]
[Link] S: [Link], 80
D: [Link], 3345
4
S: [Link], 80 [Link]
D: [Link], 5001 3

3: resposta chega, endereço de


destino: [Link], 5001

2024.2 – Redes de Computadores 65 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: exercício
Considere o cenário no qual três hosts, com endereços IP privados [Link], [Link],
[Link], estão em uma rede local atrás de um roteador NAT que fica entre esses três hosts e a
Internet maior. Os datagramas IP enviados ou destinados a esses três hosts devem passar por
esse roteador NAT. A interface do roteador no lado da LAN possui o endereço IP [Link],
enquanto o endereço do roteador no lado da Internet possui o endereço IP [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 66 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: exercício
Suponha que o host com endereço IP [Link] envie um datagrama IP destinado ao
host [Link]. A porta de origem é 3365 e a porta de destino é 80.

1) Na etapa 1, qual é o endereço IP de origem do datagrama?

[Link]

2) Na etapa 1, qual é o endereço IP de destino do datagrama?

[Link]

3) Na etapa 2, qual é o endereço IP de origem do datagrama?

[Link]

2024.2 – Redes de Computadores 67 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: exercício
4) Na etapa 2, qual é o endereço IP de destino deste datagrama?
[Link]
5) A porta de origem mudou?
Sim
6) Na etapa 3, qual é o endereço IP de origem deste datagrama?
[Link]
7) Na etapa 3, qual é o endereço IP de destino deste datagrama?
[Link]
8)Na etapa 4, qual é o endereço IP de origem deste datagrama?
[Link]
9) Na etapa 4, qual é o endereço IP de destino deste datagrama?
[Link]

2024.2 – Redes de Computadores 68 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


NAT: network address translation

Confira os exercícios interativos online para mais exemplos:


[Link]
“Network Address Translation”

2024.2 – Redes de Computadores 69 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


IPv6: motivação


motivação inicial: o espaço de endereço IPv4 de 32 bits seria completamente
alocado

motivação adicional:

processamento/encaminhamento de velocidade: cabeçalho de comprimento
fixo de 40 bytes

permitir tratamento diferente de “fluxos” na camada de rede

2024.2 – Redes de Computadores 70 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Formato datagrama IPv6
rótulo de fluxo:
identifica datagramas no
prioridade: identifica a mesmo "fluxo".
prioridade entre os ver pri flow label
datagramas em fluxo payload len next hdr hop limit
source address
128-bit (128 bits)
Endereços IPv6 destination address
(128 bits)

payload (data)

O que está faltando (em comparação com IPv4):



sem soma de verificação (para acelerar o processamento em roteadores)

sem fragmentação/remontagem

2024.2 – Redes de Computadores 71 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Transição de IPv4 para IPv6

nem todos os roteadores podem ser atualizados simultaneamente

sem “dias de bandeira”

como a rede funcionará com roteadores mistos IPv4 e IPv6?

tunelamento: datagrama IPv6 transportado como carga útil em datagrama IPv4
entre roteadores IPv4 (“pacote dentro de um pacote”)

tunelamento usado extensivamente em outros contextos (4G/5G)

IPv4 header fields IPv6 header fields


IPv4 payload
IPv4 source, dest addr IPv6 source dest addr
UDP/TCP payload

Datagrama IPv6
Datagrama IPv4

2024.2 – Redes de Computadores 72 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Tunelamento e encapsulamento

A B dois roteadores IPv6 E F


Ethernet
connectando dois IPv6 IPv6 IPv6 IPv6
roteadores IPv6
IPv6 datagram
quadro da camada
de link datagrama como carga útil no quadro da camada de enlace

Rede IPv4 A B E F
conectando dois
roteadores IPv6 IPv6 IPv6/v4 IPv6/v4 IPv6

Rede IPv4

2024.2 – Redes de Computadores 73 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Tunelamento e encapsulamento: exemplo

Suponha que um host da sub-rede A queira enviar um datagrama IPv6 para um host na
sub-rede F. Suponha que o encaminhamento entre esses dois hosts siga o caminho: A -->
B --> c --> b --> F

2024.2 – Redes de Computadores 74 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Tunelamento e encapsulamento: exemplo
1. O datagrama sendo encaminhado de A para B é um datagrama IPv4 ou IPv6?
IPv6
2. Qual é o endereço de origem deste datagrama de A para B?
[Link]
3. Qual é o endereço de destino deste datagrama de A para B?
[Link]
4. Este datagrama de A para B está encapsulando outro datagrama?
Não
5. O datagrama sendo encaminhado de B para c é um datagrama IPv4 ou IPv6?
IPv4
6. Qual é o endereço de origem deste datagrama B para c?
[Link]

2024.2 – Redes de Computadores 75 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Tunelamento e encapsulamento: exemplo
7. Qual é o endereço de destino deste datagrama B para c?
[Link]
8. Este datagrama B para c está encapsulando outro datagrama?
Sim
9. Qual é o endereço de origem deste datagrama encapsulado?
[Link]
10. Qual é o endereço de destino deste datagrama encapsulado?
[Link]
11. O datagrama está sendo encaminhado de c para b como um datagrama IPv4 ou IPv6?
IPv4
12. Qual é o endereço de origem deste datagrama c para b?
[Link]

2024.2 – Redes de Computadores 76 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Tunelamento e encapsulamento: exemplo
13. Qual é o endereço de destino deste datagrama c para b?
[Link]
14. Este datagrama c para b está encapsulando outro datagrama?
Sim
15. Qual é o endereço fonte deste datagrama encapsulado?
[Link]
16. Qual é o endereço de destino deste datagrama encapsulado?
[Link]
17. O datagrama sendo encaminhado de b para F é um datagrama IPv4 ou IPv6?
IPv4
18. Qual é o endereço de origem deste datagrama b para F?
[Link]
19. Qual é o endereço de destino deste datagrama b para F?
[Link]
2024.2 – Redes de Computadores 77 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Tunelamento e encapsulamento: exemplo
20. Este datagrama b para F está encapsulando outro datagrama?
Sim
21. Qual é o endereço fonte deste datagrama encapsulado?
[Link]
22. Qual é o endereço de destino deste datagrama encapsulado?
[Link]
23. Qual roteador é a 'entrada do túnel'?
B
24. Qual roteador é a 'saída do túnel'?
F
25. Qual protocolo encapsula o outro, IPv4 ou IPv6?
IPv4 encapsula IPv6 (carga útil do IPv4).

2024.2 – Redes de Computadores 78 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Tunelamento e encapsulamento

Confira os exercícios interativos online para mais exemplos:


[Link]
“IPv6 Tunneling and Encapsulation”

2024.2 – Redes de Computadores 79 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Encaminhamento Generalizado,
SDN

OpenFlow

2024.2 – Redes de Computadores 80 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Encaminhamento generalizado:
correspondência mais ação
Revisão: cada roteador contém uma tabela de encaminhamento

Abstração “match plus action”: combinar bits no pacote que chega, agir
• encaminhamento baseado em destino. endereço de IP
• encaminhamento generalizado:

muitos campos de cabeçalho podem determinar a ação

muitas ações possíveis: descartar/copiar/modificar/registrar pacote

Tabela de
encaminhamento

valores na chegada
cabeçalho do pacote
0111 1
2
3

2024.2 – Redes de Computadores 81 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


OpenFlow

É um protocolo de comunicação que dá acesso ao plano de
encaminhamento de um switch de rede ou roteador.

É um software programável (não incorporado no hardware
dos equipamentos).

Permite programar as tabelas de fluxos dos equipamentos.
Assim, os fluxos podem ser tratados de maneiras diferentes.

A principal característica é o desacoplamento dos planos de
dados e de controle.

Os controladores possui uma visão geral da rede e podem
definir como as operações serão feitas na rede.

2024.2 – Redes de Computadores 82 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


OpenFlow

Permite que switchs de diferentes fornecedores sejam
gerenciados remotamente usando um único protocolo aberto.

Os pacotes desconhecidos podem ser encaminhados ao
controlador. O controlador pode então decidir modificar as
regras da tabela de fluxo existentes em um ou mais switches
ou implantar novas regras.

É possível criptografar as mensagens entre os comutadores e
o controlador por meio do TLS (Transport Layer Security) ou
SSL (Secure Socket Layer).

2024.2 – Redes de Computadores 83 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


OpenFlow

A arquitetura OpenFlow consiste em um


controlador, switch OpenFlow e canal seguro. O
controlador controla a rede de forma centralizada
para implementar as funções da camada de
controle. O switch OpenFlow é responsável pelo
encaminhamento na camada de dados; ele troca
mensagens com o controlador através de um canal
seguro para receber entradas de encaminhamento e
reportar seu status.

Fontes: [Link]
[Link]
2024.2 – Redes de Computadores 84 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
OpenFlow: exemplo
match action Tabelas orquestradas podem
IP Src = 10.3.*.*
repasse(3)
Host h6
[Link]
criar comportamento em toda
IP Dst = 10.2.*.*
1 s3 controller
a rede, por exemplo:
2 ●
datagramas dos hosts h5 e h6
3
4
devem ser enviados para h3
Host h5 ou h4, via s1 e daí para s2
[Link]

1 s1 1 s2
Host h1 2 Host h4
[Link] 4 2 4
[Link]
3 3

match match action


action Host h3
Host h2 ingress interf = 2
ingress interf = 1 [Link]
[Link] repasse(3)
IP Src = 10.3.*.* repasse(4) IP Dst = [Link]
IP Dst = 10.2.*.* ingress interf = 2
repasse(4)
IP Dst = [Link]
2024.2 – Redes de Computadores 85 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO

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