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Redes Cap5

O Capítulo 5 do livro aborda a camada de rede, focando no plano de controle e suas funções, como encaminhamento e roteamento. Discute diferentes protocolos de roteamento, incluindo OSPF e BGP, e as abordagens de controle por roteador e SDN. O capítulo também detalha o algoritmo de Dijkstra para roteamento baseado em estado de enlace.

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Redes Cap5

O Capítulo 5 do livro aborda a camada de rede, focando no plano de controle e suas funções, como encaminhamento e roteamento. Discute diferentes protocolos de roteamento, incluindo OSPF e BGP, e as abordagens de controle por roteador e SDN. O capítulo também detalha o algoritmo de Dijkstra para roteamento baseado em estado de enlace.

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Capítulo 5 – A camada de Rede: plano de

controle

Redes de computadores e a Internet


Uma abordagem Top-Down

8a edição. Jim Kurose, Keith Ross. Pearson, 2020.

Esse material de aula foi desenvolvido a


partir dos slides disponibilizados, em
inglês, pelos autores do livro.

2024.2 – Redes de Computadores 1 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Camada de rede: roteiro do “plano de
controle”

introdução

protocolos de roteamento

estado de enlace (link)

vetor de distância

roteamento intra-ISP: OSPF

roteamento entre ISPs: BGP ●
gerenciamento de rede,

Plano de controle SDN configuração

Protocolo de mensagens de controle ➢
SNMP
da Internet ➢
NETCONF/YANG

2024.2 – Redes de Computadores 2 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Introdução

2024.2 – Redes de Computadores 3 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Funções da camada de rede
 encaminhamento: move pacotes da entrada do
roteador para a saída apropriada do roteador Plano de dados

 roteamento: determina a rota seguida pelos Plano de controle


pacotes da origem ao destino

Duas abordagens para estruturar o plano de controle de rede:



controle por roteador (tradicional)

controle logicamente centralizado (rede definida por software)

2024.2 – Redes de Computadores 4 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle por roteador
Componentes individuais do algoritmo de roteamento em cada roteador
interagem no plano de controle

Algorítmo
de roteamento
plano de
controle

plano de
dados

valores do cabeçalho
no pacote que chega

0111 1
2
3

2024.2 – Redes de Computadores 5 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle de rede definida por
software (SDN)

O controlador Controlador Remoto


remoto calcula,
instala tabelas de plano de
encaminhamento controle

em roteadores plano de
dados

CA
CA CA CA CA
values in arriving
packet header

0111 1
2
3

2024.2 – Redes de Computadores 6 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle Plano de
por roteador controle SDN

2024.2 – Redes de Computadores 7 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmos de Roteamento

estado de enlace (link)

vetor de distâncias

2024.2 – Redes de Computadores 8 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Protocolos de roteamento
mobile network
national or global ISP
Objetivo do protocolo de roteamento:
determinar “bons” caminhos (equivalentemente,
rotas), desde os hosts de envio até o host de aplicação
transporte
rede
recebimento, através da rede de roteadores Enlace
física
rede
caminho: sequência de pacotes de roteadores
rede
● enlace enlace
física física

que atravessam de determinado host de origem


inicial até o host de destino final rede
enlace
física
rede
enlace
física rede

“bom”: menor “custo”, “mais rápido”, “menos enlace
física
datacenter
network

congestionado”
aplicação

roteamento: um desafio de rede “top-10”! transporte
rede
enterprise enlace
network física

2024.2 – Redes de Computadores 9 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Abstração de gráfico: custos de link
5 ca,b: custo de conexão de link direto entre a e b
3 e.g., cw,z = 5, cu,z = ∞
v w 5
2
u 2 1 z custo definido pela operadora de rede: pode sempre ser 1,
3
1 2 ou inversamente relacionado à largura de banda, ou
x 1
y
inversamente relacionado ao congestionamento

graph: G = (N,E)
N: conjunto de roteadores = { u, v, w, x, y, z }
E: conjunto de enlaces ={ (u,v), (u,x), (u,w), (v,x), (v,w), (x,w), (x,y), (w,y), (w,z), (y,z) }

2024.2 – Redes de Computadores 10 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Classificação do algoritmo de roteamento
global: todos os roteadores possuem
topologia completa, informações de
custo do link

Algoritmos de “estado de enlace”
Com que estático: as rotas dinâmico: as rotas mudam mais
rapidez as mudam lentamente rapidamente: atualizações
rotas ao longo do tempo periódicas ou em resposta a
mudam? mudanças no custo do link

descentralizado: processo iterativo de computação,


troca de informações com vizinhos

os roteadores inicialmente só conhecem os custos do
link para os vizinhos conectados

Algoritmos de “vetor de distância”
informação global ou
descentralizada?

2024.2 – Redes de Computadores 11 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Estado de enlace (link)

2024.2 – Redes de Computadores 12 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Estado de enlace
Introdução

Os protocolos de estado de enlace são baseados na ideia de que cada roteador
na rede tem um mapa completo e atualizado da topologia e do status de todos
os links.

Os roteadores trocam informações sobre seus vizinhos e o custo de alcançá-
los usando pacotes especiais chamados anúncios de estado de link (LSAs).

Os roteadores usam um algoritmo, como o algoritmo de Dijkstra, para
calcular o caminho mais curto para todos os outros roteadores.

Exemplos de protocolos de estado de enlace são Open Shortest Path First
(OSPF) e Sistema Intermediário para Sistema Intermediário (IS-IS).

2024.2 – Redes de Computadores 13 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de roteamento de estado de
enlace de Dijkstra

centralizado: topologia de rede, custos de link conhecidos por todos os nós

realizado via “transmissão de estado de link”

todos os nós têm as mesmas informações

calcula caminhos de menor custo de um nó (“fonte”) para todos os outros nós

fornece tabela de encaminhamento para esse nó

iterativo: após k iterações, conheça o caminho de menor custo para k destinos

2024.2 – Redes de Computadores 14 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra
notação
 cx,y: custo direto do nó x para y; = ∞ se não
são vizinhos
 D(v): estimativa atual do custo do caminho de
Definição formal menor custo da origem ao destino v
usada no livro-texto
 p(v): nó predecessor ao longo do caminho da
origem até v
 N': conjunto de nós cujo caminho de menor
custo é definitivamente conhecido

2024.2 – Redes de Computadores 15 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra
1 Initialization:
2 N' = {u} /* conjunto de nós que já se conhece o custo */
3 for all nodes v
4 if v adjacent to u /* identifica a distância para os nós vizinhos de u */
5 then D(v) = cu,v /* é possível que não seja o custo definitivo! */
6 else D(v) = ∞ /* o custo para os nós não vizinhos de u é infinito */
7
8 Loop /* escolhe o nó com custo mínimo para u que não está em N’*/
9 find w not in N' such that D(w) is a minimum
10 add w to N'
11 /* atualiza os custos com as novas informações */
12 update D(v) for all v adjacent to w and not in N' :
13 D(v) = min ( D(v), D(w) + cw,v )
14 until all nodes in N'

2024.2 – Redes de Computadores 16 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1
2
3
4
5
5
Passo 0 (1 passo de u)
3 u → v : custo 2
v w 5
2 u → w : custo 5
u 2 1 z u → x : custo 1
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 17 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux
2
3
4
5

5
3 O nó que tem o menor custo
v w 5
2 conhecido para u e que não
u 2 1 z está em N’ é o nó x.
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 18 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2
3
4
5
Passo 1
5 u → x → v : custo 3
3 u → x → w : custo 4
v w
2 5 u → x → y : custo 2
u u → v → x : custo 4
2
3
1 z u → v → w : custo 5
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 19 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy
3
4
5
5
3 O nó que tem o menor custo
v w 5
2 conhecido para u e que não
u 2 1 z está em N’ é o nó y.
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 20 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy 2,u 3,y 4,y
3
4
5
5
Passo 2
3 u → x → y → w : custo 3
v w 5
2 u → x → y → z : custo 4
u 2 1 z u → x → w → z : custo 9
3
1 u → v → w → z : custo 10
2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 21 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy 2,u 3,y 4,y
3 uxyv
4
5

5
O nó que tem o menor
3
v w 5 custo conhecido para u e
2
que não está em N’ é o nó v.
u 2 1 z
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 22 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy 2,u 3,y 4,y
3 uxyv 3,y 4,y
4
5

5
3 Passo 3
v w 5
2 u → x → y → w → z : custo 8
u 2 1 z
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 23 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy 2,u 3,y 4,y
3 uxyv 3,y 4,y
4 uxyvw
5

5
3 O nó que tem o menor custo
v w 5
2 conhecido para u e que não
u 2 1 z está em N’ é o nó w.
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 24 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy 2,u 3,y 4,y
3 uxyv 3,y 4,y
4 uxyvw
5

5
Passo 4
3
v w 5 u → x → y → w → z : custo 8
2
u 2 1 z
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 25 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy 2,u 3,y 4,y
3 uxyv 3,y 4,y
4 uxyvw 4,y
5 uxyvwz

5
O nó que tem o menor
3 caminho para u e que não
v w 5
2 está em N’ é o nó z.
u 2 1 z
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 26 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
v w x y z
Step N' D(v),p(v) D(w),p(w) D(x),p(x) D(y),p(y) D(z),p(z)
0 u 2,u 5,u 1,u ∞ ∞
1 ux 2,u 4,x 2,x ∞
2 uxy 2,u 3,y 4,y
3 uxyv 3,y 4,y
4 uxyvw 4,y
5 uxyvwz
5
3
v w 5
2
u 2 1 z
3
1 2
x 1
y

2024.2 – Redes de Computadores 27 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: um exemplo
5
3
v w 5
2
u 2 1 z
3
1 2
x 1
y

árvore de caminho de menor tabela de encaminhamento resultante em u


custo resultante de u destino Link saída
Rota de u para v
v w v (u,v) diretamente
x (u,x)
u z y (u,x) Rota de u para todos os
w (u,x) outros destinos via x
x y
x (u,x)

2024.2 – Redes de Computadores 28 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: outro exemplo
Considere a rede de 6 nós mostrada abaixo, com os custos de link fornecidos.

2024.2 – Redes de Computadores 29 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: outro exemplo
Qual o caminho de menor custo do nó de origem U de acordo com o
algoritmo de Dijkstra?

2024.2 – Redes de Computadores 30 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: outro exemplo

1) Qual é a distância mais curta até o nó w e qual nó é seu antecessor? Escreva


sua resposta como n,p

3,v

2) Qual é a distância mais curta até o nó v e qual nó é seu antecessor? Escreva sua
resposta como n,p

1,u

3) Qual é a distância mais curta até o nó z e qual nó é seu antecessor? Escreva sua
resposta como n,p

6,w

2024.2 – Redes de Computadores 31 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: mais um exemplo

2024.2 – Redes de Computadores 32 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra: mais um exemplo

1) Para o link X, qual é o custo associado a esse link? Se a resposta não puder ser
determinada com base nas informações, responda com 'n/a'

Xé3

2) Para o link Y, qual é o custo associado a esse link? Se a resposta não puder ser
determinada com base nas informações, responda com 'n/a'

n/a

2024.2 – Redes de Computadores 33 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo de Dijkstra

Confira os exercícios interativos online para mais exemplos:


[Link]
“Dijkstra's Link State Algorithm”
“Dijkstra's Link State Algorithm - Advanced”

2024.2 – Redes de Computadores 34 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Vetor de distâncias

2024.2 – Redes de Computadores 35 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Vetor de distâncias
Introdução

É interativo, assíncrono e distribuído.

Os protocolos de vetor de distância são baseados na ideia de que cada roteador na
rede só sabe a distância e a direção para alcançar seus vizinhos e outros destinos.

Os roteadores trocam informações sobre suas tabelas de roteamento usando pacotes
especiais chamados atualizações de roteamento.

Os roteadores usam o algoritmo de Bellman-Ford para atualizar suas tabelas de
roteamento com base nas informações recebidas de seus vizinhos.

Exemplos de protocolos de vetor de distância são o Routing Information Protocol
(RASGAR) e Protocolo de Roteamento de Gateway Interior Aprimorado (EIGRP).

2024.2 – Redes de Computadores 36 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo vetor de distâncias
Baseado na equação de Bellman-Ford (BF) (programação dinâmica):

Equação Bellman-Ford
Seja Dx(y): custo do caminho de menor custo de x para y.
Then:
Dx(y) = minv { cx,v + Dv(y) }

Custo estimado do menor caminho de v para y


min considerando
Custo direto do link de x para v
todos vizinhos v de x

2024.2 – Redes de Computadores 37 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Exemplo Bellman-Ford

Suponha que os vizinhos de u’s, os nós, x,v,w, conhecem o caminho para z:

Dv(z) = 5 Dw(z) = 3 A equação Bellman-Ford diz:


5 Du(z) = min { cu,v + Dv(z),
v
3 w cu,x + Dx(z),
2 5
u cu,w + Dw(z) }
2
3
1 z
1 2 = min {2 + 5,
x 1
y
1 + 3,
5 + 3} = 4
Dx(z) = 3
o nó que atinge o mínimo (x) é o
próximo salto no caminho de menor
custo estimado para o destino (z)
2024.2 – Redes de Computadores 38 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Algoritmo vetor de distâncias

Ideia chave:

de tempos em tempos, cada nó envia sua própria estimativa do vetor de distância
aos vizinhos
 quando x recebe uma nova estimativa de DV de qualquer vizinho, ele atualiza seu
próprio DV usando a equação B-F:
Dx(y) ← minv{cx,v + Dv(y)} para cada nó y∊N

 sob condições naturais menores, a estimativa Dx(y) converge para o menor custo
real dx(y)

2024.2 – Redes de Computadores 39 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo vetor de distâncias
Cada nó: iterativo, assíncrono: cada iteração
local causada por

alteração no custo do link local
esperar por (mudança no custo do ●
mensagem de atualização DV do
link local ou mensagem do vizinho)
vizinho
recalcula estimativas de DV usando distribuído, com parada automática:
DV recebido do vizinho cada nó notifica os vizinhos somente
quando seu DV muda
se o DV para qualquer destino ●
vizinhos então notificam seus
mudou, notifique os vizinhos vizinhos – somente se necessário

nenhuma notificação recebida,
nenhuma ação realizada!

2024.2 – Redes de Computadores 40 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo Bellman-Ford: exemplo
Cada roteador tem sua tabela de roteamento. Cada tabela de roteamento conterá a distância
até os nós de destino.

Fonte: [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 41 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo Bellman-Ford: exemplo
O roteador X recebe a tabela do roteador Y. X descobre que para ir para Z, é melhor usar Y.

2024.2 – Redes de Computadores 42 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo Bellman-Ford: exemplo
O roteador X recebe a tabela do roteador Z.

2024.2 – Redes de Computadores 43 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo Bellman-Ford: exemplo
No mundo ideal, todas as tabelas terão as mesmas informações.

2024.2 – Redes de Computadores 44 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Vetor de distâncias: alterações no custo do
link
alterações no custo do link: 1
y

nó detecta alteração no custo do link local 4 1
x z

atualiza informações de roteamento, recalcula DV local 50


se o DV mudar, notifique os vizinhos

t0: y detecta alterações no custo do enlace, atualiza seu DV e informa
seus vizinhos.
“boas
notícias ●
t1: z recebe atualização de y, atualiza seu DV, calcula o novo menor
viajam custo para x, envia seu DV para seus vizinhos.
ligeiro” ●
t2: y recebe a atualização de z, atualiza seu DV. os custos mínimos de
y não mudam, então y não envia uma mensagem para z.

2024.2 – Redes de Computadores 45 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Vetor de distâncias: alterações no custo do
60
link 4
y
1

nó detecta alteração no custo do link local x z
50

“más notícias viajam devagar” – problema de contagem até o infinito:

y vê que o link direto para x tem um novo custo de 60, mas z disse que tem um caminho com custo
de 5. Então y calcula “meu novo custo para x será 6, via z); notifica z sobre o novo custo de 6 para
x.

z descobre que o caminho para x via y tem um novo custo 6, então z calcula “meu novo custo para x
será 7 via y), notifica y sobre o novo custo de 7 para x.

y descobre que o caminho para x via z tem um novo custo 7, então y calcula “meu novo custo para x
será 8 via y), notifica z sobre o novo custo de 8 para x.

z descobre que o caminho para x via y tem um novo custo 8, então z calcula “meu novo custo para x
será 9 via y), notifica y sobre o novo custo de 9 para x.

o loop persistirá por 44 iterações (trocas de mensagens entre y e z) até que z possa, enfim, calcular que
o custo de seu ca1ninho via y é maior do que 50. Nesse ponto, z (enfi1n!) determinará que seu
caminho de menor custo até x é via sua conexão direta com x . Então, y fará a rota até x via z.
2024.2 – Redes de Computadores 46 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Algoritmo Bellman-Ford: exemplo

2024.2 – Redes de Computadores 47 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Algoritmo Bellman-Ford: exemplo
1. Quando o algoritmo converge, quais são os vetores de distância do roteador 'U' para todos
os roteadores?

(u,v,w,x,y) = (0,1,6,3,10)

2. Quais são os vetores de distância iniciais para o roteador 'W'?

(u,v,w,x,y) = (∞,5,0,3,∞)

3. A frase “Boas notícias viajam rápido” é muito aplicável ao roteamento de vetores de


distância quando os custos dos links diminuem; qual é o nome do problema que pode ocorrer
quando os custos do link aumentam?

O problema da 'Contagem até o Infinito'.


2024.2 – Redes de Computadores 48 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Vetor de distâncias

Confira os exercícios interativos online para mais exemplos:


[Link]
“Bellman Ford Distance Vector algorithm ”

2024.2 – Redes de Computadores 49 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Comparação dos Algoritmos

Estado de Enlace X Vetor de Distâncias

2024.2 – Redes de Computadores 50 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Visão geral do algoritmo Estado de Enlace
Vantagens

convergência mais rápida, roteamento mais preciso e melhor escalabilidade;

têm uma visão global da rede e não dependem de atualizações periódicas de outros
roteadores;

podem evitar loops de roteamento;

podem lidar com redes grandes e complexas, pois podem dividir a rede em áreas
hierárquicas e reduzir a quantidade de informações trocadas.
Desvantagens

como maior complexidade, maiores requisitos de memória e CPU e maior consumo de
largura de banda;

são mais difíceis de configurar e solucionar problemas;

precisam de mais memória e recursos de CPU;

usam mais largura de banda, porque precisam inundar a rede com LSAs sempre que houver
uma alteração na topologia.

2024.2 – Redes de Computadores 51 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Visão geral do algoritmo Vetor de Distâncias
Vantagens

menor complexidade, menores requisitos de memória e CPU e menor consumo de
largura de banda;

são mais fáceis de configurar e solucionar problemas.
Desvantagens

convergência mais lenta, roteamento menos preciso e menor escalabilidade.

podem sofrer com loops de roteamento;

podem ter problemas para lidar com redes grandes e complexas, porque podem causar
atualizações de roteamento excessivas e instabilidade.

2024.2 – Redes de Computadores 52 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Roteamento intra-AS na
internet: OSPF

2024.2 – Redes de Computadores 53 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Tornando o roteamento escalonável
nosso estudo de roteirização até agora - idealizado

todos os roteadores idênticos

rede “plana”

… não é verdade na prática
escala: bilhões de destinos:

não é possível armazenar todos os destinos em tabelas de roteamento!

a troca de tabelas de roteamento inundaria os links!
autonomia administrativa:

Internet: uma rede de redes

cada administrador de rede pode querer controlar o roteamento em sua própria rede

2024.2 – Redes de Computadores 54 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Abordagem da Internet para roteamento
escalável
Agregar roteadores em regiões conhecidas como “sistemas autônomos” (AS)
(também conhecidos como “domínios”)
intra-AS (também conhecido como “intra- inter-AS (também conhecido
domínio”): roteamento entre roteadores como “inter-domínio”):
dentro do mesmo AS (“rede”) roteamento entre AS'es

todos os roteadores no AS devem executar ●
gateways realizam roteamento
o mesmo protocolo intradomínio entre domínios (bem como

roteadores em diferentes AS podem roteamento intradomínio)
executar diferentes protocolos de
roteamento intradomínio

roteador gateway: na “borda” de seu
próprio AS, possui link(s) para
roteador(es) em outros AS’es
2024.2 – Redes de Computadores 55 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Abordagem da Internet para roteamento
escalável

Um Número de Sistema Autônomo (ASN) é um grupo de redes de
endereços IP gerenciadas por um ou mais operadores de rede que possuem
uma política de roteamento clara e exclusiva.

Cada Sistema Autônomo (AS) possui um número associado que é utilizado
como identificador do Sistema Autônomo na troca de informações de
roteamento externo.

Protocolos de roteamento externo, como o BGP, utilizam o (ASN) para
troca de informações de roteamento com outros (ASN).

2024.2 – Redes de Computadores 56 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Abordagem da Internet para roteamento
escalável

Exemplo de SA

Fonte: [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 57 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Abordagem da Internet para roteamento
escalável

Fonte: [Link]
ip

Fonte: [Link]
search=[Link]

Fonte: [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 58 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


ASes interconectadas
tabela de encaminhamento configurada por
algoritmos de roteamento intra e inter-AS
roteamento roteamento
 Roteamento intra-AS determina entradas
Intra-AS Inter-AS para destinos dentro AS
Tabela de
encaminhamento  inter-AS e intra-AS determinam entradas
para destinos externos

roteamento
3c 2c
intra-AS3a roteamento
3b 2aintra-AS
2b
1c
roteamento
AS3
1a intra-AS 1b AS2
1d
AS1

2024.2 – Redes de Computadores 59 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Roteamento inter-AS: uma função no
encaminhamento intradomínio
 suponha que o roteador em AS1 O roteamento entre domínios AS1 deve:
receba datagrama destinado fora 1. saiba quais destinos acessíveis através
de AS1:
• roteador deve encaminhar do AS2, quais através do AS3
pacotes para roteador gateway 2. propagar essas informações de
em AS1, mas qual? acessibilidade para todos os roteadores
em AS1

3c
3a other
2c
3b 2a networks
2b
1c
AS3
other 1a 1b AS2
networks
1d
AS1

2024.2 – Redes de Computadores 60 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Roteamento intra-AS: encaminhamento
dentro de um AS
Protocolos de roteamento intra-AS mais comuns:

RIP: Protocolo de informações de roteamento [RFC 1723]

DV clássico: DVs trocados a cada 30 segundos

não é mais amplamente utilizado

EIGRP (Enhanced Interior Gateway Routing Protocol): Protocolo de roteamento de
gateway interno aprimorado

Baseado em DV

anteriormente propriedade da Cisco (tornou-se aberto em 2013 [RFC 7868])

OSPF (Open Shortest Path First): Abra primeiro o caminho mais curto [RFC 2328]

roteamento link-state (estado de enlace)

Protocolo IS-IS (padrão ISO, não padrão RFC) essencialmente igual ao OSPF
2024.2 – Redes de Computadores 61 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
OSPF (Open Shortest Path First) routing

“aberto”: disponível publicamente

estado de enlace clássico

cada roteador inunda anúncios de estado de enlace OSPF (diretamente sobre IP em
vez de usar TCP/UDP) para todos os outros roteadores em todo o AS

múltiplas métricas de custos de link possíveis: largura de banda, atraso

cada roteador tem topologia completa, usa o algoritmo de Dijkstra para calcular a
tabela de encaminhamento

segurança: todas as mensagens OSPF autenticadas (para evitar invasões maliciosas)

2024.2 – Redes de Computadores 62 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


OSPF hierárquico
 Hierarquia de dois níveis: área local, backbone.
• anúncios link-state inundados apenas na área ou backbone
• cada nó possui topologia de área detalhada; só sabe a direção para chegar a outros destinos

roteadores de fronteira de roteador de borda:


área: “resume” distâncias conectado aos outros ASs
para destinos na própria backbone
roteador de
área, anunciam no
backbone: executa
backbone
OSPF apenas
roteadores locais: dentro do backbone
• inunda LS apenas na área area 3
• computar roteamento
dentro da área
• encaminhar pacotes para roteadores
internos
fora através do roteador area 1 area 2
de borda de área

2024.2 – Redes de Computadores 63 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Roteamento entre ISPs:
BGP

2024.2 – Redes de Computadores 64 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


ASes interconectadas

roteamento
3c
roteamento
intra-AS
3a inter-AS roteamento
2c
3b 2a intra-AS
2b
1c
roteamento
AS3
1a intra-AS 1b AS2
1d
AS1

intra-AS (“intra-domínio”): encaminhamento entre roteadores dentro de


uma mesma AS (“rede”)
inter-AS (“inter-domínio”): encaminhamento entre ASes

2024.2 – Redes de Computadores 65 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Roteamento inter-AS da Internet: BGP

BGP (Border Gateway Protocol): o protocolo de roteamento entre domínios de fato

“cola que mantém a Internet unida”

permite que a sub-rede anuncie sua existência e os destinos que ela pode alcançar
para o restante da Internet: “Estou aqui, aqui está quem posso alcançar e como”

O BGP fornece a cada AS um meio para:

obter informações de acessibilidade da rede de destino de ASes vizinhos (eBGP)

determinar rotas para outras redes com base em informações e políticas de
acessibilidade

propagar informações de acessibilidade para todos os roteadores internos do AS
(iBGP)

anunciar (para redes vizinhas) informações de acessibilidade do destino

2024.2 – Redes de Computadores 66 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Conexões eBGP, iBGP

2b

2a 2c

1b 3b
2d
1a 1c ∂
3a 3c
AS 2
1d 3d

AS 1 Conectividade eBGP AS 3
Conectividade lógica iBGP

1c roteadores de gateway executam protocolos eBGP e iBGP

2024.2 – Redes de Computadores 67 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Noções básicas de BGP
 Sessão BGP: dois roteadores BGP (“peers”) trocam mensagens BGP por meio de
conexão TCP semipermanente:

anunciando caminhos para diferentes prefixos de rede de destino (BGP é um
protocolo de “vetor de caminho”)

 quando o gateway AS3 3a anuncia o caminho AS3,X para o gateway AS2 2c:

AS3 promete ao AS2 que encaminhará datagramas para X
AS 3 3b
AS 1 1b 3a 3c
1a 1c AS 2 3d X
2b
1d Anúncio BGP:
2a 2c
AS3, X
2d

2024.2 – Redes de Computadores 68 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Anúncio de caminho BGP
AS 3 3b
AS 1 1b 3a 3c
1a 1c AS 2 3d X
2b
1d AS3, X
AS2,AS3,X 2a 2c

2d

 O roteador AS2 2c recebe anúncio de caminho AS3,X (via eBGP) do roteador AS3 3a
 baseado na política AS2, o roteador AS2 2c aceita o caminho AS3,X, propaga-se
(via iBGP)
 com base na política AS2, o roteador AS2 2a anuncia (via eBGP) o caminho AS2,
AS3, X para o roteador AS1 1c
2024.2 – Redes de Computadores 69 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Anúncio de caminho BGP: vários caminhos
AS 3 3b
AS 1 1b AS3,X 3a 3c
AS3,X
AS3,X
1a 1c AS 2 3d X
2b
AS3,X
1d AS3, X
AS2,AS3,X 2a 2c

2d

O roteador gateway pode aprender sobre vários caminhos até o destino:


 O roteador gateway AS1 1c aprende o caminho AS2, AS
 O roteador gateway AS1 1c aprende o caminho AS3,X de 3a
 com base na política, o roteador de gateway AS1 1c escolhe o caminho AS3,X e
anuncia o caminho dentro do AS1 via iBGP

2024.2 – Redes de Computadores 70 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
BGP: alcançando políticas por meio de
anúncios
A,w
B provedor
x rede
w A legenda:
A,w C y cliente
rede

O ISP deseja apenas rotear o tráfego de/para as redes de seus clientes (não deseja
transportar tráfego de trânsito entre outros ISPs – uma política típica do “mundo real”)
 A anuncia o caminho Aw para B e para C
 B opta por não anunciar BAw para C!

B não obtém “receita” pelo roteamento CBAw, uma vez que nenhum dos C, A, w
são clientes de B

C não aprende sobre o caminho CBAw
 C irá rotear CAw (sem usar B) para chegar a w
2024.2 – Redes de Computadores 71 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Qual a diferença entre roteamento intra e
inter-AS
política:

inter-AS: o administrador deseja controlar como seu tráfego é roteado, quem
roteia através de sua rede

intra-AS: administrador único, portanto a política é menos problemática
escala:

o roteamento hierárquico economiza tamanho da tabela e reduz o tráfego de
atualização
desempenho:

intra-AS: pode focar no desempenho

inter-AS: a política domina o desempenho

2024.2 – Redes de Computadores 72 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle SDN

2024.2 – Redes de Computadores 73 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle por roteador
Componentes individuais do algoritmo de roteamento em cada roteador interagem
no plano de controle com as tabelas de encaminhamento do computador

Algorítmo
roteamento
plano de
controle

plano de
dados

valores do cabeçalho
no pacote que chega

0111 1
CA = Controle + Ação
2
3

2024.2 – Redes de Computadores 74 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Plano de controle SDN
O controlador remoto calcula, instala tabelas de encaminhamento em roteadores

Controlador Remoto

plano de
controle

plano de
dados

CA
CA CA CA CA
valores do cabeçalho
no pacote que chega

0111 1
2 CA = Controle + Ação
3

2024.2 – Redes de Computadores 75 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Software defined networking (SDN)
Por que um plano de controle logicamente centralizado?

gerenciamento de rede mais fácil: evita configurações incorretas do roteador, maior
flexibilidade dos fluxos de tráfego

encaminhamento baseado em tabela (recall OpenFlow API) permite “programar”
roteadores

“programação” centralizada mais fácil: computar tabelas centralmente e distribuir

“programação” distribuída mais difícil: calcular tabelas como resultado de algoritmo
distribuído (protocolo) implementado em cada roteador

implementação aberta (não proprietária) do plano de controle

promover a inovação

2024.2 – Redes de Computadores 76 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Engenharia de tráfego: difícil com roteamento
tradicional
5
3
2 v w 5

u 2
3
1 z
1
2
x 1 y

P: e se a operadora de rede quiser que o tráfego u-to-z flua ao longo do


uvwz, em vez do uxyz?
R: é necessário redefinir os pesos dos links para que o algoritmo de
roteamento de tráfego calcule as rotas de acordo (ou precise de um novo
algoritmo de roteamento)!

Os pesos dos links são apenas “botões” de controle: não há muito controle!
2024.2 – Redes de Computadores 77 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
Engenharia de tráfego: difícil com roteamento
tradicional
5
3
2 v w 5

u 2
3
1 z
1
2
x 1 y

P: e se a operadora de rede quiser dividir o tráfego u-to-z


entre uvwz e uxyz (balanceamento de carga)?
R: não consigo fazer isso (ou preciso de um novo algoritmo
de roteamento)

2024.2 – Redes de Computadores 78 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Engenharia de tráfego: difícil com roteamento
tradicional
5
3
2 v w 5

u 2
3
1 z
1
2
x 1 y

P: e se w quiser rotear o tráfego azul e vermelho de maneira


diferente de w para z?
R: não é possível fazer isso (com encaminhamento baseado em
destino e roteamento LS, DV)

2024.2 – Redes de Computadores 79 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Software defined networking (SDN)
Switches de plano de dados:
Aplicações

switches rápidos e simples que controle-rede
implementam encaminhamento roteamento

generalizado de plano de dados em controle balanc.
decarga
hardware acesso

plano

tabela de fluxo (encaminhamento) API sentido norte controle
calculada, instalada sob supervisão do
controlador Controlador SDN
(SO de rede)

API para controle de switch baseado em
tabela (por exemplo, OpenFlow)
API sentido sul

define o que é controlável e o que não é

protocolo para comunicação com o Plano
dado
controlador (por exemplo, OpenFlow)
Switches controladas SDN

2024.2 – Redes de Computadores 80 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Software defined networking (SDN)
Aplicações
controle-rede
Controlador SDN (sistema operacional roteamento

de rede): balanc.
controle
acesso decarga

manter informações de estado da rede
plano

interage com aplicativos de controle API sentido norte controle
de rede “acima” via API Northbound

interage com switches de rede Controlador SDN
(SO de rede)
“abaixo” via API Southbound

implementado como sistema API sentido sul

distribuído para desempenho,


escalabilidade, tolerância a falhas, Plano
dado
robustez
Switches controladas SDN

2024.2 – Redes de Computadores 81 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Software defined networking (SDN)
Aplicações
aplicativos de controle de rede: controle-rede
roteamento


“cérebros” de controle: implementa
balanc.
funções de controle usando serviços de controle
acesso decarga
nível inferior, API fornecida pelo
controlador SDN API sentido norte
plano
controle

desagregado: pode ser fornecido por
terceiros: distinto do fornecedor de Controlador SDN
(SO de rede)
roteamento ou controlador SDN
API sentido sul

Plano
dado

Switches controladas SDN

2024.2 – Redes de Computadores 82 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


SDN: exemplo de interação de
controle/plano de dados
Dijkstra’s link-state
routing 1 S1, apresentando falha no link, usa
mensagem de status da porta OpenFlow
4
network
graph
RESTful
API
… intent
para notificar o controlador.
3 … 2 Controlador SDN recebe mensagem
statistics flow tables OpenFlow, atualiza informações de
Link-state info host info … switch info
status do link.
2 3 O aplicativo de algoritmo de roteamento
OpenFlow … SNMP
de Dijkstra foi previamente registrado
para ser chamado sempre que o status do
link mudar.
1
4 O algoritmo de roteamento de Dijkstra
s2 acessa informações do gráfico da rede,
s1 informações do estado do link no
s4
s3 controlador, calcula novas rotas.
2024.2 – Redes de Computadores 83 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
SDN: exemplo de interação de
controle/plano de dados
Dijkstra’s link-state
routing

4 5
network
graph
RESTful
API
… intent 5 o aplicativo de roteamento de estado
3 … de link interage com o componente
statistics flow tables de computação de tabela de fluxo no
Link-state info host info … switch info
controlador SDN, que calcula as
2 novas tabelas de fluxo necessárias
OpenFlow … SNMP
6 controlador usa OpenFlow para
6
instalar novas tabelas em switches
1 que precisam de atualização
s2
s1
s4
s3
2024.2 – Redes de Computadores 84 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO
SDN e o futuro dos protocolos de rede
tradicionais
 Tabelas de encaminhamento computadas por SDN versus roteador-computador:
➢ apenas um exemplo de computação logicamente centralizada versus computação
por protocolo
 pode-se imaginar o controle de congestionamento computado por SDN:
➢ o controlador define as taxas do remetente com base nos níveis de
congestionamento relatados

Como evoluirá a implementação da


funcionalidade de rede (SDN versus
protocolos)?

2024.2 – Redes de Computadores 85 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


ICMP
(Internet Control
Message Protocol)

2024.2 – Redes de Computadores 86 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


ICMP


O ICMP fornece um mecanismo padronizado para que os dispositivos
de rede comuniquem informações vitais, como conectividade e status
da rede.

Todos os dispositivos conectados à rede, incluindo roteadores e
dispositivos do endpoint, podem processar mensagens ICMP.

O ICMP foi adaptado para funcionar com IPv4 e IPv6.

Os utilitários traceroute e ping usam o ICMP

2024.2 – Redes de Computadores 87 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


ICMP


Quando um dispositivo de rede envia uma mensagem ICMP, ele a empacota em um
datagrama IP. Encaminhe-o para o endereço de destino especificado mencionado no
cabeçalho IP.

Ao receber uma mensagem ICMP, um dispositivo de rede a descompacta do
datagrama IP. Em seguida, verifica os campos de tipo e código no cabeçalho ICMP.
Com base nestes valores, diferentes ações ou respostas podem ser desencadeadas.

2024.2 – Redes de Computadores 88 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


ICMP: mensagens

Type Code description


0 0 echo reply (ping)
3 0 dest. network unreachable
Usado por hosts e roteadores para 3 1 dest host unreachable
comunicar informações em nível de rede 3 2 dest protocol unreachable
3 3 dest port unreachable

relatório de erros: host, rede, porta, 3 6 dest network unknown
protocolo inacessíveis 3 7 dest host unknown
4 0 source quench (congestion

solicitação/resposta de eco (usada pelo control - not used)
ping) 8 0 echo request (ping)
9 0 route advertisement
10 0 router discovery
11 0 TTL expired
12 0 bad IP header

2024.2 – Redes de Computadores 89 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Traceroute e ICMP

3 probes 3 probes

3 probes

Origem envia conjuntos de segmentos UDP para destino



O 1º conjunto tem TTL =1, o 2º conjunto tem TTL=2, etc.

Quando a mensagem ICMP chega à origem: registra RTTs

2024.2 – Redes de Computadores 90 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Traceroute e ICMP

2024.2 – Redes de Computadores 91 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Traceroute e ICMP

2024.2 – Redes de Computadores 92 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Configuração e
Gerenciamento de redes

SNMP

2024.2 – Redes de Computadores 93 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


O que é gerenciamento de rede?

sistemas autônomos (também conhecidos como “rede”): milhares de componentes de
hardware/software interativos

outros sistemas complexos que requerem monitoramento, configuração e controle

“Gerenciamento de rede inclui a implementação, a


integração e a coordenação de elementos de hardware,
software e humanos, para monitorar; testar; consultar;
configurar, analisar, avaliar e controlar os recursos da
rede, e de elementos, para satisfazer às exigências
operacionais, de desempenho e de qualidade de serviço
em tempo real a um custo razoável.”

2024.2 – Redes de Computadores 94 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Componentes de gerenciamento de rede
Dispositivo gerenciado:
equipamento com hardware
Servidor de gerenciamento: agente data gerenciável e configurável,
aplicativo, normalmente gerenciando
com gerentes de redes servidor/controlador componentes de software
(humanos) no circuito data dispositivo gerenciado
Dados: dados de
agente data configuração do “estado”
Protocolo de gerencia- do dispositivo, dados
agente data
mento de rede: usado pelo dispositivo gerenciado operacionais, estatísticas
servidor de gerenciamento do dispositivo
dispositivo gerenciado
para consultar, configurar
e gerenciar dispositivos; agente data
usado por dispositivos agente data
para informar o servidor
de gerenciamento sobre dispositivo gerenciado
dispositivo gerenciado
dados e eventos.

2024.2 – Redes de Computadores 95 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


Abordagens do operador de rede para
gerenciamento
agente data
CLI (interface de linha de comando) gerenciando
servidor/controlador

problemas do operador (tipos, scripts) data dispositivo gerenciado
diretamente para dispositivos individuais (por
exemplo, vis ssh)
agente data
SNMP/MIB
agente data

o operador consulta/define dados de dispositivo gerenciado
dispositivos da base de dados de informações dispositivo gerenciado
de gerenciamento (MIB) usando SNMP.
agente data
agente data

dispositivo gerenciado
dispositivo gerenciado

2024.2 – Redes de Computadores 96 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


SNMP (Simple Network Management
Protocol)

SNMP é um protocolo do conjunto TCP/IP mais usado para monitoramento e
gerenciamento de redes.

Componentes básicos:
1. Network Management Systems (NMS): estações responsáveis por monitorar e
controlar os elementos conectados.
2. Agentes SNMP: programas especiais que residem nos dispositivos gerenciados.
Eles coletam e armazenam informações sobre o uso do componente em uma
estrutura de dados conhecida como MIB (Management Information Base).
3. MIB (Management Information Base): estrutura de dados que contém
informações sobre o componente gerenciado. Cada entrada na MIB é identificada
por um identificador único.

2024.2 – Redes de Computadores 97 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO


SNMP (Simple Network Management
Protocol)

Fonte: [Link]

2024.2 – Redes de Computadores 98 Profa. Morganna Diniz - BSI/EIA/UNIRIO

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