0% acharam este documento útil (0 voto)
39 visualizações3 páginas

Relatório

O relatório aborda a Filosofia Contemporânea, que se estende do século XIX até os dias atuais, destacando a crítica aos modelos filosóficos anteriores e a influência de pensadores como Nietzsche, Sartre e Wittgenstein. A obra discute a evolução do pensamento filosófico, enfatizando a liberdade humana, a crítica à moral tradicional e a relação entre razão e natureza. Além disso, menciona a necessidade de reestruturação da ética e da moral na sociedade contemporânea, à luz das mudanças sociais e ambientais.

Enviado por

taynacollier030
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
39 visualizações3 páginas

Relatório

O relatório aborda a Filosofia Contemporânea, que se estende do século XIX até os dias atuais, destacando a crítica aos modelos filosóficos anteriores e a influência de pensadores como Nietzsche, Sartre e Wittgenstein. A obra discute a evolução do pensamento filosófico, enfatizando a liberdade humana, a crítica à moral tradicional e a relação entre razão e natureza. Além disso, menciona a necessidade de reestruturação da ética e da moral na sociedade contemporânea, à luz das mudanças sociais e ambientais.

Enviado por

taynacollier030
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

RELATÓRIO DE FILOSOFIA

Filosofia contemporânea

•O objetivo desse relatório é explicar fatos baseados na filosofia contemporânea,

como era o pensamentos dos filósofos na época.

Tayná de Souza Collier


16.12.2020
Filosofia 9°ano

INTRODUÇÃO
A Filosofia Contemporânea, cronologicamente, situa-se entre algum período
impreciso do século XIX até os dias atuais. Alguns estudiosos preferem classificar os
pressupostos teóricos e pensamentos filosóficos produzidos no século XIX como
parte da Filosofia Moderna.

Porém, permitindo-se fazer uma análise mais conceitual e amplamente


historiográfica do que estritamente positivista e cronológica, podemos conceber
que as produções filosóficas do século XIX aproximam-se muito mais daquilo que foi
produzido nos séculos posteriores do que nos períodos anteriores.

Ademais, o pensamento reinante no século XX, as escolas filosóficas, as


interpretações, a pós-modernidade, enfim, tudo o que há de diferente na Filosofia
Ocidental nos dias de hoje, que se destaca da Filosofia Moderna, nasceu em obras
de filósofos do século XIX, como Auguste Comte, Friedrich Nietzsche, Søren
Kierkegaard, Arthur Schopenhauer e Karl Marx.

DESENVOLVIMENTO
Podemos dizer que a principal marca da Filosofia Contemporânea é a crítica aos
modelos filosóficos desenvolvidos até a modernidade. Nietzsche, ao criticar o
padrão de racionalidade que, segundo ele, deixava de lado a potência animal e
natural do ser humano e ao apontar que a moral que nós tínhamos como natural
era fruto de uma inversão dos valores antigos, coloca em xeque toda a história da
Filosofia.

Ludwig Wittgenstein, filósofo filiado ao Círculo de Viena, investigava as condições


da linguagem por meio da lógica e da Filosofia analítica. Para ele, em sua
juventude, os problemas filosóficos eram problemas de linguagem mal resolvida, o
que também anula a produção filosófica feita até então.

Para Jean-Paul Sartre, filósofo existencialista, a liberdade humana era incondicional,


de modo que o ser humano estaria, paradoxalmente, condenado a ter essa
liberdade. Para Sartre e para os existencialistas em geral, não havia uma essência
que definiria o ser humano (ao contrário do pensamento antigo e moderno que
afirmava a racionalidade como essencial ao animal humano).

Assim, para esse existencialista o que tornava o homem um ser angustiado e


desamparado, já que ele seria totalmente responsável por si mediante suas ações.
Segundo Sartre, o ser humano teria criado a ideia de Deus para se livrar do peso da
existência.

Já em uma marca cosmológica, Nietzsche trabalha com o conceito de Vontade de


Poder, que seria uma espécie de força que tudo conduz mediante o acaso
promovido pelo embate de forças naturais opostas. Seria a Vontade de Poder o que
moveria a natureza e as pulsões humanas, a vida animal, as determinações
cósmicas etc.

O intenso século XIX também acompanhou o nascimento de novas ciências, como a


Sociologia, a Antropologia e a Psicologia. Em meio ao avanço técnico e às novas
maneiras de explicar a realidade, o pensamento ocidental foi se estabelecendo
como um mote para o desenvolvimento futuro, apesar de filósofos como Nietzsche
duvidarem do suposto progresso alavancado pela modernidade, que atingiria seu
ápice no século XIX.

CONCLUSÃO
A Filosofia Contemporânea, em geral, tentou estabelecer um novo padrão de
racionalidade. Pensando que a razão não era aquela marca tradicional do ser

1
humano e que o impulso positivista poderia estabelecer uma relação instrumental
do ser humano com a racionalidade, a razão passa a ser evocada como instrumento
de emancipação intelectual por meio da reflexão sobre a própria razão.

Os modernos encaravam a racionalidade como um instrumento que permitiria ao


ser humano dominar a própria natureza. Se o Holocausto foi a marca da
instrumentalização da razão como meio de domínio político, hoje, também vemos
que o domínio da natureza traz consequências catastróficas para a humanidade,
devido à degradação ambiental.

A Filosofia Moral e a ética contemporâneas também passaram por um processo de


revisitação e reestruturação de seus sistemas teóricos morais por perceberem que
a razão não é garantia das ações moralmente corretas. Aliás, o que se entendia
como ação moralmente correta até o século XIX passa a ser questionado, por
filósofos como Marx e Nietzsche, que enxergam a necessidade de mudanças sociais
com a finalidade de, segundo os seus julgamentos, estabelecer um novo tipo de
sociedade, para Marx, e um novo tipo humano mais forte, segundo Nietzsche.

Você também pode gostar