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BiesseWorks

Para Windows XP SP2, XP SP3, Vista, Vista SP1


Sistema para a programação de trabalhos

Instruções de utilização

4.0
5804A0093 PORTUGUÊS
Matrícula
Informações sobre a publicação

Informações sobre a publicação

Copyright © 2008 BIESSE S.p.A.. Todos os direitos reservados.


Código Ediç. Rev. Aprovação Publicação ctg vsw
5804A0093 4 0 (09/2008) UTS-1005316-08 10/2008 A 3.0 sp3

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0* Parágrafo:
6.5, 6.6, 7.1, 13.1, 18.1,
18.2, 18.4
*
Modificações em relação ao documento anterior (5804A0077)

O presente manual foi elaborado pela BIESSE exclusivamente para seus clientes e contém
informações de propriedade reservada. Portanto, está proibida a reprodução e/ou divulgação
parcial ou total, por quaisquer meios, sem a autorização escrita da BIESSE.

O documento é fornecido em conjunto com o software e deve também ser guardado em lugar
adequado, de fácil acesso e de conhecimento do pessoal responsável pela sua utilização. Além
disso, deve ser utilizado com cuidado durante todo o ciclo de vida do software, acompanhando-o
mesmo na eventualidade de cessão a terceiros.
A BIESSE não pode ser responsabilizada ou condenada em caso de danos devido ao uso
incorrecto da documentação.

Pressupõe-se que o utilizador do software esteja familiarizado com a máquina e o ambiente dos
sistemas operacionais Microsoft Windows.

Informações sobre as marcas de fábrica


BiesseWorks é uma marca registrada de BIESSE S.p.A.
SmartSketch é uma marca registrada de Intergraph Corporation.

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3
Informações sobre a publicação

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Índice do contéudo

Índice do contéudo

Informações sobre a publicação ............................................................................................... 3

Introdução ................................................................................................................................... 11

Glossário .................................................................................................................................... 13

Preliminares

1 Apresentação do software
1.1 Aplicações ou aplicativos ...................................................................................................... 25
1.2 Os utility ............................................................................................................................... 25
1.3 Estrutura das aplicações ....................................................................................................... 26
1.4 Estrutura dos utility ................................................................................................................ 31
1.5 As ferramentas zoom ............................................................................................................ 31
1.6 Utilização do mouse .............................................................................................................. 32
1.7 Comandos do teclado ........................................................................................................... 33

2 As aplicações
2.1 Editor ..................................................................................................................................... 37
2.2 ToolManager ......................................................................................................................... 55
2.3 WorkTableTooling ................................................................................................................. 59
2.4 MachineConfiguration ........................................................................................................... 68

3 Os utilitários
3.1 BatchRun .............................................................................................................................. 73
3.2 BackupManager .................................................................................................................... 76

4 Configurações gerais
4.1 Personalização da barra de ferramentas .............................................................................. 77

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5
Índice do contéudo

4.2 Configurações na janela de diálogo Opções gráficas .......................................................... 78


4.3 Configurações para o posicionamento semi-automático ...................................................... 80
4.4 Troca da máquina activa ....................................................................................................... 83
4.5 Descrição da janela de diálogo Setup .................................................................................. 85
4.6 Palavra-passe ..................................................................................................................... 102
4.7 Configuração do idioma ...................................................................................................... 102

5 Noções de programação
5.1 Descrição da peça .............................................................................................................. 103
5.2 O perfil geométrico .............................................................................................................. 105
5.3 Tipos de trabalhos programáveis ........................................................................................ 105

Apetrechamento

6 Catalogação das ferramentas/agregados


6.1 Noções de base ................................................................................................................... 113
6.2 Noções sobre come salvar os dados ................................................................................... 116
6.3 Gestão das classes .............................................................................................................. 117
6.4 Gestão dos tipos .................................................................................................................. 119
6.5 Registro das ferramentas .................................................................................................... 121
6.6 Registro dos apalpadores ................................................................................................... 127
6.7 Registro das inserções ....................................................................................................... 129
6.8 Gestão de grupos ............................................................................................................... 130
6.9 Janela de diálogo Filtros ..................................................................................................... 131
6.10 Gestão dos agregados ........................................................................................................ 133
6.11 Notas para a criação do agregado AGGRE42 ................................................................... 140
6.12 Notas para a criação do deflector de cavacos .................................................................... 140

7 A unidade de operação e o depósito


7.1 Consulta dos dados da máquina ........................................................................................ 143
7.2 Noções de apetrechamento ................................................................................................ 151
7.3 Apetrechamento da unidade de operação .......................................................................... 153
7.4 Apetrechamento do depósito de ferramentas ..................................................................... 158
7.5 Apetrechamento dos agregados ........................................................................................ 161
7.6 Desalinhamento entre o apetrechamento salvo e os dados máquina/ferramentas ............ 163

8 Gestão do plano de trabalho


8.1 Controlo e modificação das origens ................................................................................... 166
8.2 Descrição do menu de contexto do ambiente de apetrechamento ..................................... 167
8.3 Descrição do menu de contexto do ambiente de movimentação ...................................... 172

6 BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015TOC.fm081008


Índice do contéudo

8.4 O documento de configuração do plano de trabalho .......................................................... 172


8.5 Ambiente de apetrechamento do plano de trabalho ........................................................... 175
8.6 Ambiente de movimentação dos objectos do plano ............................................................ 184
8.7 Apagamento do apetrechamento do programa de elaboração .......................................... 185
8.8 Remover os suportes do plano de trabalho ........................................................................ 185
8.9 Exibição da tabela das propriedades .................................................................................. 185
8.10 Consulta das quotas de posicionamento ............................................................................ 185
8.11 Exibição da peça moldada .................................................................................................. 186
8.12 Apetrechamento simultâneo de mais peças sobre a mesma origem ................................. 186
8.13 Ambiente de gestão das instalações ................................................................................. 187

9 Gestão das ferramentas com dispositivo "balluff"


9.1 Gestão das ferramentas/agregados .................................................................................... 191
9.2 Apetrechamento .................................................................................................................. 193
9.3 Gestão do chip que apresenta mau funcionamento ........................................................... 194

10 Importação, backup e recuperação dos dados


10.1 Importação dos dados da máquina e da base de dados das ferramentas ........................ 195
10.2 Backup e restauração dos dados da máquina e da base de dados das ferramentas ....... 198
10.3 Backup/restore dos programas de trabalho e das macros ................................................. 200

11 Gestão dos eixos da máquina e dos grupos operadores


11.1 Consulta dos eixos máquina ............................................................................................... 205
11.2 Zeramento dos eixos máquina ............................................................................................ 207
11.3 Movimentação dos eixos da máquina ................................................................................. 207
11.4 Movimentação forçada dos grupos operadores .................................................................. 207

Utilização/Programação

12 O programa de trabalho
12.1 Utilização da área dos comandos ....................................................................................... 212
12.2 Utilização da ferramenta Cursor normal ............................................................................ 214
12.3 Utilização das ferramentas Saída gráfica ........................................................................... 214
12.4 Actualização da área gráfica ............................................................................................... 214
12.5 Eliminação de partes do documento ................................................................................... 215
12.6 Cópia de partes do documento ........................................................................................... 215
12.7 Consulta dos dados configurados ....................................................................................... 215
12.8 Criação do documento ........................................................................................................ 216
12.9 Abertura do documento ....................................................................................................... 221
12.10 Salvar o documento ............................................................................................................ 222

BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015TOC.fm081008


7
Índice do contéudo

12.11 Memorização do documento em vários formatos .............................................................. 222


12.12 Impressão do documento ................................................................................................... 223
12.13 Funções do programa ......................................................................................................... 223
12.14 Programação e movimentação dos objectos do plano ....................................................... 241
12.15 Optimização do programa .................................................................................................. 242
12.16 Simulação do programa ..................................................................................................... 247
12.17 Elaboração do programa e criação do ficheiro ISO .......................................................... 250
12.18 Arquivo dos programas e das macros ................................................................................ 250

13 Programação dos trabalhos


13.1 Programação das fresagens ............................................................................................... 251
13.2 Programa das perfurações ................................................................................................. 274
13.3 Programação dos cortes ..................................................................................................... 281
13.4 Programação das "inserções" ............................................................................................. 290
13.5 Programação do toque da peça .......................................................................................... 292
13.6 Inserção das instruções de posicionamento dos objectos do plano ................................... 294

14 Notas e especificações de programação


14.1 Notas sobre a simetrização do programa de perfuração .................................................... 301
14.2 Específicações para programar utilizando o deflector de cavacos ..................................... 302
14.3 Específicações para programar fresagens interpoladas com eixo C .................................. 304
14.4 Específicações para programar fresagens verticais em YZ/XZ .......................................... 306
14.5 Especificações para programar fresagens com o agregado AGGRE42 ............................ 307
14.6 Específicações para programar fresagem com o canto vivo .............................................. 308
14.7 Específicações para as fresagens com “multipassadas” .................................................... 308
14.8 Específicações para programar um trabalho com o “reposicionamento” ........................... 309
14.9 Notas de utilização dos dados para o ingresso e a saída da ferramenta ........................... 310
14.10 Notas para realizar fresagens sobre a origem especular ................................................... 310
14.11 Especificações para programar o nivelamento do painel de suporte .................................. 311
14.12 Notas para programar fresagens com “multidescida” .......................................................... 311

15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA


15.1 Procedimentos para desenhar ............................................................................................ 313
15.2 Definição dos parâmetros para desenhar com as ferramentas EGA ................................. 315
15.3 Ferramentas para realizar o desenho ................................................................................. 319
15.4 Criação do texto ................................................................................................................. 332
15.5 Descomposição de uma GEO/ROUT ................................................................................. 335

16 Criação dos perfis com SmartSketch


16.1 Criação dos desenhos ........................................................................................................ 337
16.2 O menu CAM ...................................................................................................................... 337
16.3 Barras de ferramentas ........................................................................................................ 338

8 BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015TOC.fm081008


Índice do contéudo

16.4 Utilização do menu rápido ................................................................................................... 339


16.5 Procedimento para permitir ao CAD de interagir com a aplicação Editor ........................... 340
16.6 Utilização da barra Tecnologia ........................................................................................... 340

17 Parametrização do programa
17.1 As variáveis ......................................................................................................................... 343
17.2 Gestão das variáveis ........................................................................................................... 345
17.3 Utilização das variáveis ....................................................................................................... 349
17.4 Instruções pré-definidas de VBScript .................................................................................. 349

18 As macros
18.1 Criação das macros ............................................................................................................ 353
18.2 Guardar as macros ............................................................................................................. 356
18.3 Descrição da janela de diálogo Lista das macro ................................................................. 358
18.4 Abertura, modificação e memorização da macro ................................................................ 359
18.5 Activação/desactivação das macros ................................................................................... 359
18.6 Inserção das macros no programa ..................................................................................... 359
18.7 Macro para limpar a protecção da aspiração ...................................................................... 360
18.8 Macro para perfurações horizontais com agregado ............................................................ 360
18.9 Macro para desapetrechar o mandril eléctrico .................................................................... 361

19 Importação dos ficheiros gráficos


19.1 Modalidade automática ....................................................................................................... 363
19.2 Modalidade manual ............................................................................................................. 363

20 Projectos dos ficheiros DXF


20.1 Lista dos comandos para desenhar .................................................................................... 371
20.2 Formalismo do tipo “BiesseWorks DXF” ............................................................................. 372
20.3 Formalismo do tipo “CNI DXF” ............................................................................................ 391
20.4 Informação do formalismo ................................................................................................... 396

21 Execução dos programas


21.1 Criação dos ficheiros ISO com o BatchRun ........................................................................ 397
21.2 Execução dos programas e da lista de trabalho ................................................................. 403
21.3 Retomada do programa após uma suspensão do trabalho ................................................ 403
21.4 Parada/anulamento da execução do programa .................................................................. 403

22 Utilização do XNC
22.1 O aplicativo Quotas ............................................................................................................. 405

BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015TOC.fm081008


9
Índice do contéudo

22.2 Zeramento dos eixos máquina ............................................................................................ 413


22.3 Movimentação dos eixos da máquina ................................................................................. 414
22.4 Movimentação das partes da unidade de operação ........................................................... 416
22.5 Execução individual dos programas ................................................................................... 417
22.6 Lista de trabalho ................................................................................................................. 421
22.7 Procedimentos para abrir a lista de trabalho ...................................................................... 427
22.8 Procedimentos para preencher a lista de trabalho ............................................................. 427
22.9 Execução da lista de trabalho ............................................................................................. 434
22.10 A aplicação Debug .............................................................................................................. 436
22.11 O aplicativo Estatística ........................................................................................................ 440

Anexos

A Exercícios
A.1 Programa de perfurações genéricas ................................................................................... 451
A.2 Programa de perfuração sobre um lado "não padrão" ....................................................... 455
A.3 Programa de fresagem ....................................................................................................... 458
A.4 Programa de perfuração com apetrechamento paramétrico .............................................. 461
A.5 Programas para máquinas multicentro ............................................................................... 465

B Lista dos comandos de programação


B.1 Comandos para a perfuração ............................................................................................. 469
B.2 Comandos para o corte ...................................................................................................... 475
B.3 Comandos para a fresagem ............................................................................................... 479
B.4 Comandos para realizar o desenho .................................................................................... 485
B.5 Comandos para as funções ................................................................................................ 498
B.6 Instruções de posicionamento ............................................................................................ 501

C Comandos VBScript e constantes Editor


C.1 Lista dos comandos VBScript ............................................................................................. 503
C.2 Lista das constantes Editor ................................................................................................. 510

Índice analítico ........................................................................................................................ 513

10 BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015TOC.fm081008


Introdução

Introdução

Objectivos e limites do manual


Este manual foi elaborado para o utilizador do software, fornecendo-lhe as informações que ele
deve conhecer antes de utilizá-lo em um microcomputador. Se o computador onde o software for
instalado estiver conectado a uma máquina, é necessário consultar também as instruções de
utilização desta.

Devido à complexidade dos assuntos tratados, os procedimentos descritos no presente manual


deverão ser executados somente por pessoal habilitado tecnicamente (utilizadores qualificados)

Convenções
As partes do texto peculiarmente importantes estão marcadas e precedidas pelos símbolos
ilustrados a seguir, com sua definição.

Os textos marcados com este símbolo indicam perigos iminentes e devem ser
considerados com atenção para evitar graves problemas.

Os textos marcados com este símbolo indicam procedimentos e posturas a ser


adoptados para evitar prejuízos materiais.

Com este símbolo evidenciam-se as indicações especialmente importantes que não podem
ser ignoradas.

BIESSE S.p.A. © - a701k0009.fm081008


11
Introdução

12 BIESSE S.p.A. © - a701k0009.fm081008


Glossário

Glossário

Árvore
Estrutura que contém mais elementos, chamados nós, ligados entre si por regras hierárquicas
que desenvolvem, como uma árvore, algumas ramificações e sub-ramificações. O nó que se
encontra no nível mais alto é chamado de raiz, todos os outros são filhos de um único nó e
podem ter por sua vez, alguns nós filhos.

Alfanumérico
Código composto por números e letras.

Analógico
Técnica para armazenar e transmitir informações, sons e imagens, convertendo-os em impulsos
eléctricos, pela decomposição da fonte em partes muito pequenas que conservam uma
semelhança significativa com o original.

Aplicativo
Ver "Aplicação".

Aplicação
Sinónimo de programa, software dedicado a trabalhos específicos de gestão dos dados, da
gráfica etc

Abrir
Exibir a estrutura interna de um programa para consultar todos os dados alfanuméricos nele
contidos.

Área dos comandos


Parte da aplicação Editor na qual são ilustradas as linhas de programação.

Área
Zona delimitada da interface do software.

Eixo máquina
Grupo que executa um movimento controlado

Eixos cartesianos
As três rectas orientadas (X, Y e Z) utilizadas para associar ao ponto do plano as suas
coordenadas

Engate
Modo de entrada da ferramenta na peça.

Engate
Parte da ferramenta que serve para conectá-la ao mandril.

BIESSE S.p.A. © - a729k0003.fm081008


13
Glossário

Iniciar
Executar um programa, torná-lo activo. Por exemplo, iniciar um programa de gráfica com
extensão exe, significa desencadear um procedimento que permite visualizar a interface, a área
de trabalho para criar os desenhos

Backup
Cópia de segurança. Duplicação e salvamento do ficheiro em um suporte diferente daquele
usado normalmente. Essa operação é realizada para dispor sempre de uma cópia de um
documento caso ocorra a corrupção do original

Base de dados
Ver “Database”.

Bar code
Código de barras Barras paralelas de várias dimensões utilizadas para identificar um produto

Barra de ferramentas
Parte da interface do software formada pelos botões dos comandos (campos de comandos)
Existem as barras de ferramentas fornecidas com o software e as barras de ferramentas
personalizáveis pelo cliente

Bitmap
Mapa de bit. Formato gráfico que representa as imagens como uma série de pontos (pixel). Os
bitmaps são realizados em vários formatos de ficheiros (GIF, JPEG, BMP etc.) e podem ser lidos
por vários programas gráficos (Photoshop, Paint etc.).

Bloco
Termo genérico que indica um ou mais objectos do AutoCAD que são associados para realizar
um único objecto.

Box
Quadro que contém dados ou simplesmente um rectângulo.

Bypassar
Contornar ou excluir um dado.

CAD
Acrónimo de Computer Aided Design (desenho assistido pelo computador). Identifica uma
tipologia de Editor para o projecto gráfico tridimensional ou bidimensional (exemplo AutoCAD,
Solid Edge etc.).

CAM
Acrónimo de Computer Aided Manifacturing (produção assistida pelo computador). Tipo de
software que permite a utilização de um CAD instalado em um computador para controlar e
gerenciar o funcionamento de máquinas operadoras. Um sistema CAD-CAM permite projectar,
desenhar e realizar o trabalho de uma peça sobre uma máquina ao mesmo tempo.

Campo
Área delimitada que contém dados ou comandos.

Canal
Percurso de comunicação que serve para conectar um computador a outro em rede. Pelo canal,
as informações entram e saem do computador.

14 BIESSE S.p.A. © - a729k0003.fm081008


Glossário

Rectângulo dos marcadores


Campo comandos para activar ou desactivar determinadas operações.

Cabo serial
Cabo utilizado para conectar em rede dois ou mais microcomputadores

CD-ROM
Abreviação de Compact Disk-Read Only Memory. Suporte para o armazenamento de
informações dado por um disco circular a ser lido por um raio laser. Pode conter até 700
Megabytes de dados

Centro de trabalho
Zona da máquina controlada electronicamente. As máquinas podem ter mais centros de
trabalho controlados.

CID
Acrónimo de CAD/CAM Interchange Draw (sistema de troca de desenhos entre conjuntos CAD
o CAM). Formato de um ficheiro que contém informações gráficas e dados tecnológicos.

Clique (clik)
Indica a acção de premir a tecla do mouse sobre um objecto (ícone, botão etc) que estiver, no
vídeo, abaixo do apontador, e soltá-lo imediatamente.

Clicar
Premir e soltar imediatamente o botão esquerdo do mouse depois de ter seleccionado um
comando para activar a função a ele ligada.

CN
Acrónimo de Controlo Numérico. Dispositivo electrónico que serve para controlar a operação da
máquina e que se serve de um software de interface que lhe permite dialogar com o utilizador.

Conexão serial
Conexão entre o computador da máquina e outro computador, por exemplo, um
microcomputador colocado em um escritório.

Comando
Instrumento projectado para executar uma determinada função/operação. Por exemplo, o
comando "Imprime" permite realizar a impressão de um documento.

Compatível
Elemento que apresenta características tais que pode ser utilizado com um determinado
programa ou com uma determinada máquina.

Contornação da peça
Trabalho do contorno da peça sem alterar sua espessura.

Coordenadas lineares ou cartesianas


Dupla de valores que permitem determinar a posição de um ponto no plano X, Y.

BIESSE S.p.A. © - a729k0003.fm081008


15
Glossário

Coordenadas polares no plano


Dupla de valores que permitem determinar a posição de um ponto (p) no Y
plano. Os valores a serem utilizados dizem respeito à distância que existe p
entre o ponto (p) e o ponto de origem 0, e o ângulo (α) que a recta (r) r
passante pelo mesmo ponto e pela origem forma com um dos dois eixos (X
ou Y). α
0
X

Coordenadas
Todos os números que permitem determinar a posição de um ponto no plano ou no espaço.

Corrida
O espaço percorrido pela máquina para realizar um determinado trabalho

Crash (travamento)
Bloqueio, parada do sistema Quando o microcomputador bloqueia-se e pára de funcionar, diz-se
que está em crash (travou)

Cursor (apontador)
Elemento móvel, visível no ecrã, que se desloca conforme os deslocamentos do mouse.
Normalmente, é representado por uma seta e serve para indicar, seleccionar os comandos

Database
Base de dados Ficheiro de dados dispostos de modo organizado para poderem ser rapidamente
disponibilizados num programa de busca e gestão.

Dados geométricos
Conjunto de informações gráficas úteis para realizar um desenho.

Dados tecnológicos
Conjunto dos parâmetros que servem para especificar o método de execução sobre a peça dos
elementos do desenho inseridos nos programas de trabalho.

Debug
Processo de remoção dos erros de um programa de software, realizável por aplicações
específicas.

Default
Pré-definido, pré-configurado. Informações de base utilizada pelo controle, informadas no
software para responder as exigências dos utilizadores, no caso de falta de introdução daquelas
exigidas.

Desktop
Escritório Ecrã inicial do Windows que corresponde à visualização do conteúdo da pasta
C:\WINDOWS\Desktop. Aparecem nele os ícones dos principais recursos do computador, das
aplicações etc.

Directório (directory ou dir)


Recipiente ou pasta apto a recolher os ficheiros ou os documentos

Dispositivos suplementares
Dispositivos a serem instalados em vários grupos operadores para ampliar-lhes as
funcionalidades (ex. o deflector, os agregados, o eixo C, etc.).

Lista de trabalho
Lista de programas a serem executados pela máquina

16 BIESSE S.p.A. © - a729k0003.fm081008


Glossário

Drag and drop


Arrasta e solta. Ver "Arrastar a selecção”.

Drive
Dispositivo de hardware do computador (disco magnético) visível por uma letra do alfabeto
seguida por dois pontos (A:, C:, etc.) para a gravação e leitura dos dados.

DXF
Acrónimo de Drawing Interchange Format (sistema de troca desenhos). Formato de ficheiro que
contém gráfico vectorial.

Editor
Modificador. Programa que permite a compilação de ficheiros especiais.

EGA (Editor Gráfico Assistido)


Modalidade para desenhar os perfis pela utilização de entidades geométricas especiais.

Encoder
Codificador. Dispositivo físico que pode reter as informações transmitidas, codificá-las e
memorizá-las em forma de números para um tratamento posterior.

Executável
Ficheiro que não precisa de outra aplicação para ser iniciado. Os ficheiros executáveis nos
sistemas dos/windows são identificados pelas seguintes extensões: exe, com e bat

Explodir um nó
Clicar com a tecla esquerda do mouse sobre o símbolo “+” que precede o ícone e/ou o nome da
raiz (nó) de uma estrutura em árvore, para provocar o desenvolvimento da lista de itens fechada
dentro da própria raiz.

Extensão
Indica o tipo de ficheiro, ou seja de aplicação à qual o ficheiro estiver associado, composta por
três ou quatro caracteres precedidos por um ponto. A extensão txt indica um ficheiro de somente
texto que pode ser lido com qualquer Editor de texto; a extensão bmp indica um ficheiro gráfico
raster que pode ser visualizado com específico Editor gráficos etc.

Face circular
Parte da peça resultante do arredondamento de uma parte da própria peça.

Face linear
Parte da peça resultante do corte linear de uma parte da própria peça.

Ficheiro
Conjunto definido de informações unidas em uma única unidade, memorizadas em um drive
com um nome e uma extensão.

Filtro
Permite eliminar dados ou campos não desejados para acelerar certas operações, por exemplo,
as operações de busca.

Janela de diálogo
Quadros que permitem ao usuário o diálogo com a aplicação activa

Floppy-disk
Disquete. Suporte para o armazenamento de informações constituído por um disco magnético
contido em um invólucro de plástico. Normalmente mede 3,5 polegadas e pode conter 1,44
Megabyte de dados

BIESSE S.p.A. © - a729k0003.fm081008


17
Glossário

Floppy-drive
Dispositivo para a leitura do floppy-disk.

Sistema de perfuração
Perfuração repetida com passo constante

FreeForm
Comandos presentes na interface CAD que realizam curvas em forma livre (Spline)

Grupos operadores
Partes da unidade de operação adaptadas ao trabalho (ex. grupo de perfuração, grupo de
fresagem, grupo encolador, etc.).

Hardware
Elementos físicos do computador: placas, cabos, teclado, monitor, periféricos etc.

Ícone
Imagem gráfica utilizada para representar um botão, um item da lista em árvore etc.

Id
Código de identificação

Em linha
Dois ou mais elementos ligados entre si

Informações tecnológicas
Ver "Dados tecnológicos"

Entrada
Impulsos de entrada

Interactivo
Diz-se de um elemento que age em correlação com outros.

Interface do software
Parte visível de um programa (ou sistema operacional) que interage com quem o utiliza
permitindo-lhe comunicar-se com o computador por ícones, menus, botões etc.

Interpolação
Conectar as trajectórias de dois ou mais eixos para que ambos realizem um percurso, chegando
juntos ao ponto final do trabalho.

Interruptor de fim de curso (micro)


Dispositivo posto na parte final da máquina. Permite estabelecer o ponto final da área de
trabalho, impedindo que a máquina o ultrapasse.

Inverter
Dispositivo que serve para alimentar e para controlar a velocidade de rotação de um motor a
corrente alternada.

ISO
Acrónimo de International Standardization Organization. Órgão internacional de regulamentação
que determina os parâmetros tecnológicos e industriais Termo actualmente utilizado para indicar
formatos de ficheiros que contêm a linguagem de programação da máquina e o controle
numérico.

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Glossário

Lançar
Ver "iniciar"”.

Trabalho não optimizado


Nesse tipo de trabalho, a sequência de como executar os trabalhos é configurada e decidida
pelo operador.

Trabalho optimizado
Nesse tipo de trabalho, a sequência de como executar os trabalhos é decidida pelo CN
respeitando os parâmetros dados pelo operador.

Layer
Níveis que são criados para realizar um desenho Podem ser considerados como folhas
transparentes que contêm cada uma um elemento do desenho a ser sobreposto para formar o
desenho completo.

Limite do software
Pontos limites do campo de trabalho, definidos no software, além dos quais as partes da
máquina não podem ir.

Lista de árvore (estrutura de árvore)


Lista de itens organizados numa estrutura de árvore ou hierárquica que desenvolvem, como
uma árvore, ramificações e sub-ramificações (ver também "Árvore").

Macro de trabalho
Subprogramas parametrizados de perfuração e de fresagem criados para serem chamados
durante a programação da peça.

Macro
Conjunto de instruções escritas em uma linguagem de alto nível, às quais é associado um nome
a ser escolhido toda vez que se quer repetir essas instruções (sub-programas).

Marcador (símbolo de assinalamento)


Símbolo introduzido nos rectângulos dos marcadores ou nas opções do menu para habilitar
determinadas funções/operações.

Menu rápido ou de contexto


Lista de opções que aparece no monitor ao apertar a tecla direita do mouse sobre uma área da
aplicação Esse menu permite, dependendo da área onde se encontra o cursor do mouse no
momento do clique, realizar as operações relativas àquela área específica

Menu
Lista de opções ou comandos a serem seleccionados com o mouse para efectuar determinadas
operações

Módulo
Conjunto de instruções ou de dados que permitem desenvolver uma tarefa específica.
Normalmente, é composto por uma interface que traz campos de dados e campos de comando
e é uma parte integrante do software.

Mouse
Instrumento que permite deslocar o cursor no ecrã.

Movimento Jog
Movimentos efectuados pelo eixo com o auxílio de um comando manual específico.

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19
Glossário


Para a descrição, ver “Árvore”.

Número puro
Número sem símbolos (p. ex. parênteses) e de operadores algébricos (+, -, *, /).

Offset
Distância de um ponto de referência.

Origem absoluta
Referência fundamental para determinar os vários offsets da máquina.

Saída
Impulsos de saída

Parâmetro
Símbolo alfanumérico ao qual foram associados valores ou expressões matemáticas a serem
utilizadas como dado durante a criação do programa de trabalho.

Passo
Distância entre dois trabalhos consecutivos

Password
Código alfanumérico secreto que permite proteger os dados de eventuais manipulações.

Path
Percurso. Expressão alfanumérica com os nomes das pastas nos quais é guardado o ficheiro a
ser localizado (p. ex.:C:programas\Biesse\Editor\editor.exe).

Percurso absoluto
Percurso que mostra a posição completa do arquivo partindo da raiz, isto é, que traz novamente
o nome da unidade e a lista de todas as pastas/subpastas que hospedam o ficheiro (p. ex.:
C:\Programas\Trabalhos\Fresagens\rectângulo.bpp).

Percurso relativo
Percurso parcial, relativo ao ponto de observação corrente (p. ex. à pasta corrente). O percurso
relativo traz novamente a posição de um ficheiro ou de um directório em relação ao directório
corrente.

Linhas múltiplas
Comando de AutoCad para realizar figuras formadas por um ou mais segmentos de linhas ou de
arcos circulares ligados entre si que são tratados como um objecto único

Perfilação
Trabalhos de fresagem para dar ao elemento trabalhado o perfil realizado com o software.

Perfil
Figura geométrica criada com a utilização de um programa de gráfica vectorial que representa
um trabalho a ser executado na peça.

Programa de trabalho
Tipo de documento (ficheiro) que contém a gráfica vectorial e os dados tecnológicos.

Botão de opção
Botão circular que permite escolher a opção que se quer tornar activa.
Utilizado no caso em que tenha sido dada uma única possibilidade de
escolha.

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Glossário

Botão
Campo sensível ao clique do mouse que activa um comando, visualiza janelas etc (campo
comandos).

Quota de segurança
Ponto a uma certa distância da peça na qual é posicionado o grupo de perfuração/mandril
eléctrico durante os deslocamentos em X/Y antes de iniciar um trabalho, para evitar que as
ferramentas colidam com os elementos do plano ou com a própria peça.

Random
Casual, realizado ao acaso

Range
Conjunto de valores entre um mínimo e um máximo, ou a distância que existe entre um valor
mínimo e um máximo durante um específico período de tempo medido.

Refresh
Actualizar Actualizar a visualização da gráfica ou do texto com base nos novos dados
configurados.

Release
Soltar, versão

Reset
Resetar, zerar. Indica o procedimento para zerar um software ou um processo, reconduzindo-o
aos seus valores iniciais. Essa operação provoca a perda total dos dados contidos na memória
principal do computador.

Restaurar
Recuperação das informações salvas em fase de backup em suportes diferentes daqueles
originais.

Salvar
Gravar as informações como ficheiros sobre um disco ou directamente em uma área de
memória.

Seleccionar
Evidenciar ou marcar um elemento gráfico, um item do menu ou uma opção de uma lista. Essa
operação pode ser executada utilizando o mouse ou as teclas de setas.

Serial
Método de comunicação pelo qual os elementos, individualmente, de uma informação são
transmitidos um bip de cada vez.

Setup
Configurar. Arrumar, preparar, verificar e organizar os dados.

Sobra
Parte residual de um determinado trabalho.

Slot
Zonas da máquina em que são instalados os órgãos adaptados ao trabalho, ou seja, os
cabeçotes para lâmina circular, o grupo com os cabeçotes de perfuração, os grupos de
fresagem, os grupos multifuncionais, o grupo encolador, etc..

Chanfrar
Eliminar da peça o canto vivo.

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21
Glossário

Software
Conjunto das linguagens e dos programas de aplicações gravadas na ROM do
microcomputador que são visualizados sobre a interface do vídeo.

Sobreposição
Parte que permite a sobreposição de dois elementos do serramento.

Spline
Ver “FreeForm”.

Expressão alfanumérica
Linha formada por um conjunto de caracteres alfanuméricos.

Suporte
Dispositivo sobre o qual são registrados os dados (p. ex.: Cd-room, floppy-disk, etc.).

Esvaziamento
Remoção da superfície da peça de uma parte de material para criar um baixo relevo.

Teclas de função
Teclas especiais do teclado (F1..F12) que premidas permitem executar determinadas funções.

Mesa
Peça de grandes dimensões a ser utilizada no Nesting.

Tooltip
Pequenos quadros amarelos que contêm uma breve mensagem de ajuda ou de explicação que
aparece quando o apontador passar sobre um campo de dados, um item, um botão etc.

Arrastar a selecção
Indica a acção de premir a tecla esquerda do mouse sobre um objecto, ícone ou elemento, e de
arrastá-lo mantendo premida essa tecla.

TrueType
Família de fontes vectoriais. Os ícones dos fontes TrueType para o sistema operativo Windows
são indicados com um duplo T .

Unidade de operação
Agrupamento de mais grupos operadores que concorrem para formar um Centro de trabalho.

Utilitário
Software projectado para facilitar o trabalho que se ocupa de desenvolver operações ou funções
muito específicas.

Velocidade de interpolação
Velocidade empregada pelos eixos da máquina que se movem juntos para alcançar um ponto
determinado.

Velocidade de engate
Velocidade com a qual o mandril vai em profundidade.

Velocidade de rotação
Velocidade segundo a qual a ferramenta gira durante a fase de perfuração da peça.

Visualizar
Mostrar no vídeo alguns dados, algumas imagens, algumas janelas de diálogo etc.

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Preliminares
1 Apresentação do software

1 Apresentação do software

O BiesseWorks é um sistema para a programação dos trabalhos, compatível somente com os


sistemas operacionais Microsoft Windows 2000/XP, constituído por uma série de softwares
definidos como “aplicações ou aplicativos” e por alguns utilitários.

1.1 Aplicações ou aplicativos


As aplicações ou aplicativos são os softwares que, através de uma interface específica, permitem
criar desenhos e programas de trabalho, catalogar as ferramentas e de equipar a máquina.
Editor (aplicação principal): utiliza-se para realizar programas de trabalho, (“documentos”)
que contêm os dados necessários para o funcionamento da máquina, de forma a que produza
peças trabalhadas. Permite, além disso, executar as demais aplicações e criar com alguns
desses um processo de interacção.
ToolManager: utiliza-se para catalogar as ferramentas a serem utilizadas.
MachineConfiguration: utiliza-se para apetrechar a unidade de operação e os depósitos de
ferramentas.
WorkTableTooling; utiliza-se para preparar o plano de trabalho.

1.2 Os utility
Os utility são os softwares que controlam as funções de apoio, como a criação de uma cópia de
dados (backup) e a geração múltipla de ficheiros nos formatos ISO para o CN.
BackupManager: utiliza-se para criar uma cópia dos dados desejados.
BatchRun: utiliza-se para elaborar os ficheiros seleccionados e criar ficheiros no formato
ISO.
Muda máquina activa; utiliza-se para fazer a substituição da máquina activa (ver parágrafo
4.4, pág. 83).

BIESSE S.p.A. © - a702k0053.fm081008


25
1 Apresentação do software

1.3 Estrutura das aplicações


As aplicações são constituídas pelos elementos a seguir:
„ Barra de título (pág. 26).

„ Corpo da aplicação (pág. 26).

„ Barra dos menus (pág. 30).

„ Barras dos comandos (pág. 31).

„ Barra de estado (pág. 31).

1.3.1 Barra de título


A barra de título encontra-se na margem superior da aplicação e contém o nome do software, o
título do documento e os botões para iconizar (A), maximizar (B) e fechar a aplicação (C).

Figura 1

1.3.2 Corpo da aplicação


O corpo da aplicação está representado pela área central na qual é visualizado o conteúdo da
aplicação. Esse conteúdo varia com base na aplicação a que pertence e é constituído pelos
seguintes elementos:
„ Área gráfica (pág. 26)

„ Área de dados (pág. 27)

„ Área com lista de árvore (pág. 27)

„ Área dos comandos (pág. 28)

„ Janelas do software (pág. 28)

„ Menu rápido ou de contexto (pág. 30)

Área gráfica
Nessa área são visualizadas todas as representações gráficas, isto é, os elementos que
constituem a máquina, os desenhos dos trabalhos etc. A seguir, exemplificamos dois tipos de
área gráfica.

26 BIESSE S.p.A. © - a702k0053.fm081008


1 Apresentação do software

Figura 2

Área de dados
A área de dados é constituída por uma tabela composta por uma série de linhas e colunas. Cada
célula corresponde a um campo de dados. Para aumentar as colunas, posicionar o cursor entre
dois títulos da coluna, ao aparecer uma seta nos dois sentidos, premir a tecla esquerda do mouse
e arrastar o cursor.

Figura 3

Área com lista de árvore


A área com a lista de árvore varia em base à aplicação pertencente e é composta por uma lista de
itens organizados segundo uma estrutura hierárquica (ramificada) que permitem interagir com
outras partes da própria aplicação. A seguir, a representação de dois tipos de listas de árvore:
A lista dos trabalhos;
B lista das ferramentas.

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27
1 Apresentação do software

Figura 4

Área dos comandos


A área dos comandos é uma parte da aplicação Editor em que se reportam as linhas de
programação. Cada linha de programação representa um comando ou uma função. Várias linhas
postas em ordem sequencial formam o trabalho inteiro.

Figura 5

Janelas do software
As janelas do software, chamadas “janelas de diálogo”, são campos que permitem dialogar com a
aplicação activa. Nos parágrafos seguintes serão descritos os campos de comandos e os campos
de dados das janelas de diálogo.

Campos de comandos
Os campos de comando são botões ou rectângulos que servem para activar determinadas
funções ou para confirmar a entrada de comandos efectuados. Para activar um campo de
comando, é necessário seleccioná-lo com a tecla esquerda do mouse.

28 BIESSE S.p.A. © - a702k0053.fm081008


1 Apresentação do software

Botão de busca
Permite a exibição da janela de busca em que aparecem as pastas que contém os ficheiros a
serem abertos.

Botão de opção
Permite habilitar uma opção desactivando a outra ao mesmo tempo. Este botão activa-se com um
simples clique do mouse.

Rectângulos dos marcadores


Permite habilitar ou desactivar uma ou mais opções.

Campos de dados
Os campos de dados são áreas de digitação emolduradas, onde é possível introduzir os valores
desejados. Existem dois tipos de campos de dados, aqueles nos quais é possível introduzir textos
e aqueles "predefinidos”.

Com possibilidade de introdução:


São campos de dados onde aparece o cursor do texto e onde é possível introduzir com os dados
desejados, utilizando o teclado do computador.

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29
1 Apresentação do software

Pré-definidos:
São campos de dados que apresentam uma lista de itens. A introdução dos dados é realizada
pela selecção, com o mouse, do item desejado.

Menu rápido ou de contexto


O menu rápido é um menu criado para facilitar as operações no âmbito das várias aplicações,
constituído por uma lista de itens que contém os comandos mais utilizados. Para exibir o menu
rápido, posicionar o cursor sobre uma área qualquer da aplicação (por exemplo, sobre uma tabela
ou sobre algumas imagens) e clicar com a tecla direita do mouse.

Figura 6

1.3.3 Barra dos menus


A barra dos menus situa-se abaixo da barra do título e contém os menus.

Figura 7

30 BIESSE S.p.A. © - a702k0053.fm081008


1 Apresentação do software

1.3.4 Barras dos comandos


A barra dos comandos é constituída pelos botões dos comandos ou pelos campos de comandos.
Apresenta os comandos mais utilizados e permite sua activação rápida.

Figura 8

Pode ser rolada em qualquer ponto do ecrã, com a utilização do cursor específico. Para
reconduzi-la ao ponto inicial, dar um duplo clique no mouse no título da própria barra.

1.3.5 Barra de estado


A barra de estado se encontra na parte inferior da aplicação e exibe as informações relativas às
aplicações em execução.

1.4 Estrutura dos utility


A estrutura dos utility não é homogénea. Cada utility tem uma estrutura que muda com base em
suas funções (ver o capítulo 3).

1.5 As ferramentas zoom


A utilização dessas ferramentas permite mudar o percentual de exibição da área gráfica da
aplicação Editor e da aplicação WorkTableTooling, além de optimizar a exibição de uma área
determinada. Os botões a serem utilizados são: , , .

Para exibir o apontador de aumento que permite maximizar as dimensões da imagem da área
gráfica, clicar no botão . Para aumentar uma parte específica da área gráfica, criar com o
apontador de aumento uma área de selecção.

Para exibir o apontador de Redução que permite reduzir as dimensões da imagem da área
gráfica, clicar no botão . Para reduzir a imagem, seleccioná-la com o apontador de redução e
premir o botão esquerdo do mouse.

Para restaurar as imagens da área gráfica às dimensões de default, clicar no botão .

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31
1 Apresentação do software

1.6 Utilização do mouse


O mouse serve para mover-se dentro das aplicações. Quando utilizado, aparece no ecrã um
apontador ou cursor, indicando o ponto no qual será realizada a operação seguinte.

A tecla esquerda do mouse pode ser utilizada para:


„ seleccionar com um clique os elementos e itens em cada área da aplicação;

„ aumentar com um clique os elementos gráficos das janelas


de apetrechamento;
„ seleccionar com um clique os campos de dados e os campos dos comandos das janelas de
diálogo;
„ seleccionar com um clique os botões das barras de ferramentas ou os comandos dos menus;

„ visualizar as janelas de diálogo dos dados técnicos, seleccionando com um duplo clique os
itens das áreas com as listas de árvore, os campos das tabelas, os elementos gráficos, etc.
„ criar uma área de selecção em volta dos elementos gráficos para evidenciá-los (ver figura 9).
Para efectuar esta operação, posicionar o cursor junto aos elementos a serem seleccionados,
premir a tecla esquerda do mouse e, arrastando-o, criar uma área que capture os elementos
desejados;

Figura 9

„ efectuar a selecção de um elemento particular ou de mais elementos presentes na área


gráfica do aplicativo Editor. Para efectuar esta operação, premer a tecla SHIFT, pôr o cursor
sobre o elemento a seleccionar e premer a tecla esquerda do mouse; o elemento
seleccionado vira a ser de cor vermelha. Para continuar a seleccionar, premer a tecla SHIFT,
a tecla CTRL e clicar no elemento desejado.
„ efectuar, associado à tecla CTRL do teclado, uma selecção múltipla de linhas da área de
dados do aplicativo ToolManager.
„ efectuar, associado à tecla CTRL do teclado, uma selecção de mais elementos gráficos do
aplicativo MachineConfiguration, WorkTableTooling e das janelas de apetrechamento.
„ estabelecer, associado à tecla CTRL do teclado, a simetria entre dois mandris presentes nas
janelas de apetrechamento.

32 BIESSE S.p.A. © - a702k0053.fm081008


1 Apresentação do software

A tecla direita do mouse pode ser utilizada para:


„ exibir o menu rápido com um clique em uma área da aplicação como, por exemplo, em uma
barra de estado, uma barra perimetral, uma tabela ou um elemento gráfico das janelas de
apetrechamento (ver parágrafo “Menu rápido ou de contexto” pág. 30);
„ apetrechar a máquina (ver parágrafo 7.2).

„ seleccionar na área gráfica do aplicativo Editor um elemento particular do perfil e exibir


contemporaneamente o menu rápido. Posicionar o cursor sobre o elemento a ser
seleccionado, premir a tecla SHIFT do teclado e a tecla direita do mouse.
„ exibir os dados técnicos dos mandris, dos porta-ferramentas etc, postos em lista nas janelas
de diálogo da aplicação MachineConfiguration.

1.7 Comandos do teclado


Algumas teclas do teclado podem ser utilizadas para realizar determinadas operações como, por
exemplo, copiar, salvar, abrir etc.

A tecla ALT, associada a uma letra, permite abrir o menu e activar uma opção. A letra a ser
utilizada em conjunto com a tecla ALT é a que aparece sublinhada na barra (ver figura 10).

Figura 10

As tabelas apresentadas a seguir trazem as descrições das funções das teclas CTRL, SHIFT,
TAB, ALT, ESC e SETAS.

Tecla CTRL Descrição


CTRL + N Cria um novo documento.
CTRL + O Abre um documento.
CTRL + S Salva um documento.
CTRL + P Imprime o documento.
CTRL + Z Apaga uma o mais operações executadas.
CTRL + X Corta a linha de programação seleccionada.
CTRL + C Copia a linha de programação seleccionada.
CTRL + V Permite colar a linha de programação seleccionada.
CTRL + A Selecciona o texto inteiro de um documento.

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33
1 Apresentação do software

Tecla CTRL Descrição


CTRL + F Localiza a palavra desejada.
CTRL + H Substitui uma expressão alfanumérica do texto.
CTRL + tecla ESPAÇO Insere um novo parâmetro na linha de
programação.
CTRL + SHIFT + O Optimiza o programa de trabalho.
CTRL + SHIFT + BARRA DE ESPAÇO Visualiza a lista dos parâmetros na área dos
comandos, em correspondência com o cursor de
texto.
CTRL + BARRA DE ESPAÇO Mostra na linha de programação na qual encontra-
se o cursor de texto os parâmetros escondidos, para
controlar ou modificar seu valor.
CTRL + U Actualiza a linha de programação seleccionada,
mas não a parte gráfica.
CTRL + R Actualiza a parte gráfica.

Tecla SHIFT Descrição


SHIFT + F4 Apaga o trabalho seleccionado na área gráfica.
SHIFT + F2 Exibe a janela de diálogo das propriedades.
SHIFT + F3 Abre o CAD para modificar a geometria.
SHIFT + F5 Exibe a janela de diálogo com os dados da peça.
SHIFT + F6 Exibe a janela de diálogo das variáveis.
SHIFT + F7 Exibe a janela de diálogo com a descrição do
programa.
SHIFT + TECLA de SETAS ACIMA ou Selecciona ou desmarca mais linhas de uma tabela.
ABAIXO
SHIFT + TAB Retorna à caixa anterior.
SHIFT + botão esquerdo do mouse Inserir uma instrução de posicionamento no
aplicativo WorkTableTooling.

Teclas genéricas Descrição


ALT + TECLA DE SETA P/ DIREITA Expande um trabalho.
ALT + TECLA DE SETA P/ ESQUERDA Reduz um trabalho.
ALT + F4 Fecha a janela de diálogo.
TECLAS DE SETAS Permitem a rolagem das linhas da tabela e escolher
um item da uma lista de opções qualquer.
F3 Repete a operação de busca da expressão
alfanumérica do texto.
TAB Permite passar de um rectângulo a outro da tabela
ou saltar de um campo de comando a outro das
janelas de diálogo.

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1 Apresentação do software

Teclas genéricas Descrição


ESC Permite sair rapidamente das janelas de diálogo
sem salvar.

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35
1 Apresentação do software

36 BIESSE S.p.A. © - a702k0053.fm081008


2 As aplicações

2 As aplicações

O sistema para a programação dos trabalhos BiesseWorks é constituído por quatro aplicações
(aplicativos):
„ Editor

„ ToolManager

„ WorkTableTooling

„ MachineConfiguration

2.1 Editor
A aplicação Editor permite realizar os programas de trabalho a serem executados na máquina
servindo-se do suporte de um CAD externo (SmartSketch), que pode ser instalado sob pedido.
Para iniciá-la, utilizar o menu Start (Início) da barra das aplicações de Windows (ver figura 11).

Figura 11: menu Start de Windows

BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


37
2 As aplicações

Estrutura do corpo da aplicação


Figura 12: Editor

No corpo da aplicação, exibe-se o documento de trabalho (documento da aplicação Editor)


constituído por 4 áreas:
„ Área com a lista de árvore; exibe a representação hierárquica dos trabalhos. Um clique com
a tecla esquerda do mouse no símbolo “+” que precede o ícone e o nome, determina a
abertura da lista, enquanto um clique no símbolo “–” que precede o ícone e o nome provoca o
fechamento da lista.
„ Área de importação; exibe o desenho importado como CID ou DXF.

„ Área gráfica; exibe o desenho da peça ou do trabalho.

„ Área dos comandos; exibe as linhas de programação relativas ao trabalho ilustrado na área
gráfica.

Informações sobre a barra de estado


A barra de estado do aplicativo Editor são indicados os dados relativos às dimensões da peça. O
aparecimento de um sinal intermitente no ângulo direito da barra de estado serve para
indicar a conclusão da alteração de um dado e a necessidade de actualizar com o botão .

Informações sobre as cores


Para programar as cores utilizadas nas várias áreas da aplicação, exibir a placa Ambiente Editor
do Setup (ver capítulo 4).

38 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


2 As aplicações

A barra dos menus


A seguir, a lista dos menus com a descrição de todas as opções.

Ficheiro
Novo;
cria um novo documento.

Abrir;
abre um documento.
Fechar;
fecha o documento activo.

Gravar;
memoriza os dados em um ficheiro com extensão BPP.

Gravar com nome;


cria uma cópia do documento activo com um nome diferente.

Variáveis ambiente...;
exibe a janela de diálogo Tabela das variáveis com a lista das variáveis de tipo Ambiente.

Macro;
exibe a janela de diálogo com a lista de todas as macros criadas (ver capítulo 18).

Comandos;
exibe a janela de diálogo para definir os comandos a serem visualizados nas linhas de
programação.

Importar;
importa no documento activo um documento de tipo DXF ou de tipo CID (ver capítulo 19).

Exportar;
transforma o documento activo, gerando um ficheiro no formato DXF, CID ou WMF. O documento,
para ser salvo no formato DXF ou CID deve conter, além da geometria, também os trabalhos, isto
é, os comandos ROUT ou ROUTG.

Criar macro...;
exibe a janela de diálogo para criar as macros (ver capítulo 18).

Propriedades da macro...;
exibe a janela de diálogo para consultar os dados das macros criadas

Imprimir;
imprime o documento activo.

Antes da impressão;
exibe o resultado de impressão das linhas de programação.

Programar impressora;
exibe a janela de diálogo para definir as características da impressora.
Programações...;
visualiza a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

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39
2 As aplicações

Sair;
fecha a aplicação Editor.

Modificação
Anular;
desfaz uma ou mais operações executadas.

Copiar o texto;
copia o texto seleccionado na área dos comandos para colar em outro documento (p. ex.: TXT,
DOC etc).

Cogrtar;
apaga o texto seleccionado na área dos comandos.

Copiar;
copia na área dos comandos o texto seleccionado.

Colar;
insere na área dos comandos o texto recortado ou copiado anteriormente.

Cancelar;
apaga na área dos comandos os espaços vazios presentes entre as linhas.

Seleccionar tudo;
selecciona todo o texto presente na área dos comandos.

Propriedades...;
exibe a janela das propriedades relativa aos elementos do desenho seleccionados ou à linha de
programação que contém o cursor.

Modificar a geometria...;
acede ao CAD para alterar o desenho. Para activar essa função, o CAD deve ser iniciado pela
aplicação Editor.

Explodir;
decompõe a linha de programação que contém o cursor , exibindo todos os elementos que a
constituem, um após o outro.

Implodir;
encerra em uma única linha todas as linhas de programação que pertencem à mesma geometria
ou ao mesmo trabalho.

Encontra;
busca o texto desejado na área dos comandos.

Repita;
repete a busca na área dos comandos do texto desejado.

Substituir;
substitui na área dos comandos uma linha de texto.

Acrescente um comentário;
transforma em um comentário a linha de programação seleccionada na área dos comandos.

Remove comentário;
transforma o comentário seleccionado na área dos comandos em uma linha de programação.

40 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


2 As aplicações

Acrescente recuo;
insere na área dos comando um recuo no início da linha seleccionada.

Remove recuo;
elimina da área dos comandos o recuo no início da linha seleccionada.
Próximo parâmetro;
insere na sequência os parâmetros individuais disponíveis para completar a linha de
programação.

Visualizar parâmetros;
exibe a lista dos parâmetros disponíveis para completar a linha de programação.

Introduza
Instruções;
insere instruções VBScript.

Macro;
exibe a janela para inserir as macros no programa (ver parágrafo 18.6 “Inserção das macros no
programa”).

Furos;
permite acessar a lista dos trabalhos de perfuração (ver capítulo 13):
Basilares;
permite o acesso à lista das opções de base.
• Furo genérico;
cria uma perfuração a ser realizada com o mandril vertical ou horizontal.
• Furo vertical;
cria uma perfuração a ser realizada com o mandril vertical.
• Furo horizontal;
cria uma perfuração a ser realizada com o mandril horizontal.
• Furos system;
cria uma perfuração do tipo “system parametrizado” a ser realizada com o mandril vertical.
• Furo com eixo C no lado linear;
cria uma perfuração sobre o lado de superfície plana da peça, a ser realizado pelo eixo C.
• Furo com eixo C no lado circular;
cria uma perfuração sobre o lado de superfície curvilínea da peça, a ser realizada pelo eixo
C.
• Furo da geometria;
atribui a um círculo os parâmetros referentes ao trabalho de perfuração a ser realizado com
mandril vertical ou horizontal.
Macro;
permite exibir a lista das macros a ser inserida no programa. Essa opção é exibida somente
no caso em que tenham sido habilitadas as macros de perfuração (ver parágrafo 18.5
“Activação/desactivação das macros”).

Cortes;
permite aceder à lista dos trabalhos de corte executáveis com ferramentas de lâmina circular (ver
capítulo 13):

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41
2 As aplicações

Basilares;
permite o acesso à lista das opções de base.
• Corte em X;
cria um corte em direcção ao eixo X sobre o lado superior ou inferior da peça.
• Corte em Y;
cria um corte em direcção ao eixo Y sobre o lado superior ou inferior da peça.
• Corte genérico;
cria um corte em ângulo sobre todos os lados da peça.
• Formatação peça;
cria uma esquadria centrada na peça.
• Corte rectangular;
cria uma esquadria não centrada na peça.
• Corte da geometria;
transforma em cortes as linhas de uma geometria seleccionada.
Introduz uma chamada a uma macro;
permite exibir a lista das macros a ser inserida no programa. Essa opção é exibida somente
no caso em que tenham sido habilitadas as macros de corte (ver parágrafo 18.5 “Activação/
desactivação das macros”).

Fresagens;
permite acessar à lista das opções para realizar os trabalhos de fresagem (ver capítulo 13):
Basilares;
permite o acesso à lista das opções de base EGA.
• Fresagem;
permite a realização de um desenho ao qual podem ser atribuídos parâmetros de trabalho
(comando ROUT).
• Fresagem da geometria;
associa ao desenho seleccionado um trabalho de fresagem (comando ROUTG).
• Definição geometria;
permite realizar o desenho (comando GEO). Consultar o capítulo 15.
• Esvaziamento;
realiza o esvaziamento do perfil seleccionado.
• Texto
; permite a criação de um texto ao qual podem ser atribuídos parâmetros de trabalho
(comando GEOTEXT).
• Fim percurso;
termina o desenho.
• Ponto de partida;
define as coordenadas X e Y do ponto inicial do desenho.
Introduz uma chamada a uma macro;
permite exibir a lista das macros a ser inserida no programa. Essa opção é exibida somente
no caso em que tenham sido habilitadas as macros de fresagem (ver parágrafo 18.5
“Activação/desactivação das macros”).
Linhas;
permite o acesso à lista de opções EGA para criar linhas. Para a descrição detalhada,
consultar o parágrafo “Ferramentas de tipo "linha"”, pág. 319.

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2 As aplicações

• Linha dado ponto final;


cria uma linha utilizando como dados de referência as coordenadas de um ponto final
conhecido.
• Linha dados comprimento e ângulo;
cria uma linha utilizando como dados de referência o comprimento e a angulação da linha
referente à direcção positiva do eixo X.
• Linha dados ângulo e X final;
cria uma linha utilizando como dados de referência a coordenada X do ponto final e a
angulação da linha referente à direcção positiva do eixo X.
• Linha dados ângulo e Y final;
cria uma linha utilizando como dados de referência a coordenada Y do ponto final e a
angulação da linha respeito à direcção positiva do eixo X.
• Chanfro;
cria um chanfro.
• Linha dados comprimento e X final;
cria uma linha utilizando como dados de referência a coordenada X do ponto final e uma
medida de comprimento.
• Linha dados comprimento e Y final;
cria uma linha utilizando como dados de referência a coordenada Y de seu ponto final e
uma medida de comprimento.
• Linha dados comprimento e tangência ao elemento anterior;
cria uma linha utilizando como dados de referência uma medida de comprimento e a
tangência entre a linha e o elemento anterior.
• Linha dados ponto final ângulo e tangência ao elemento anterior; cria uma linha utilizando
como dados de referência as coordenadas de seu ponto final, a angulação da linha
referente à direcção positiva do eixo X e a tangência entre a linha e o elemento anterior.
• Linha dados ponto final e tangência ao elemento anterior;
cria uma linha utilizando como dados de referência as coordenadas de seu ponto final e a
tangência entre a linha e o elemento anterior.
• Linha incremental dado ponto final;
cria uma linha definindo as coordenadas de seu ponto final como incrementos das
coordenadas do ponto final do elemento anterior.
Arqueações;
permite o acesso à lista de opções EGA para criar os arcos; para uma descrição detalhada,
consulte o parágrafo “Ferramentas de tipo "arco"”, pág. 323.
• Arqueação dados ponto final e centro;
cria um arco utilizando como dados de referência as coordenadas do centro do arco e as
coordenadas de um ponto final conhecido.
• Arqueação dados ponto final e tangência ao elemento anterior;
cria um arco utilizando como dados de referência as coordenadas do ponto final do arco e a
tangência entre o arco e o elemento anterior.
• Junção A; cria uma junção entre o elemento seccionado e o anterior (de tipo A).
• Junção B;
cria uma junção a ser utilizada no trabalho de serra (de tipo B).
• Arqueação dados ponto final e raio;
cria um arco utilizando como dados de referência o raio do arco e as coordenadas do ponto
final do arco.

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43
2 As aplicações

• Arqueação dados ângulo e centro;


cria um arco utilizando como dados de referência as coordenadas do centro do arco e a
angulação do arco em relação à direcção positiva do eixo X.
• Arqueação dados centro e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior
determinado);
cria um arco com ponto inicial definido utilizando como dados de referência as coordenadas
do centro do arco e a tangência entre o arco e o elemento seguinte.
• Arqueação dados centro e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior
indeterminado);
cria um arco com ponto inicial não definido utilizando como dados de referência as
coordenadas do centro do arco e a tangência entre o arco e o elemento sucessivo.
• Arqueação dados raio e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior determinado);
cria um arco com ponto inicial definido utilizando como dados de referência o raio do arco e
a tangência entre o arco e o elemento sucessivo.
• Arqueação dados raio e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior
indeterminado);
cria um arco com ponto inicial não definido utilizando como dados de referência o raio do
arco e a tangência entre o arco e o elemento sucessivo.
• Arqueação dados ponto final raio e tangência ao elemento anterior;
cria um arco utilizando como dados de referência as coordenadas do ponto final do arco, o
raio do arco e a tangência entre o arco e o elemento anterior.
• Arqueação dados ângulo centro raio e tangência ao elemento anterior;
cria um arco utilizando como dados de referência o raio e as coordenadas do centro do
arco, a tangência entre o arco e o elemento anterior e a angulação do arco em relação à
direcção positiva do eixo X.
• Arqueação para três pontos;
cria um arco passando por três pontos.
• Arqueação incremental dados ângulo e ponto central;
cria um arco utilizando como dados de referência o centro do arco, obtido como incremento
das coordenadas do ponto final do elemento anterior e a angulação do arco em relação à
direcção positiva do eixo X.
• Arqueação incremental dados raio e ponto final;
cria um arco utilizando como dados de referência o raio do arco e o ponto final obtido como
incremento das coordenadas do ponto final do elemento anterior.
Figuras;
permite o acesso à lista de opções EGA para criar figuras; para a descrição detalhada,
consulte o parágrafo “Ferramentas "figuras"”, na pág. 325.
• Elipse;
cria uma elipse.
• Oval;
cria um oval.
• Círculo dado centro e raio;
cria um círculo utilizando como dados de referência o centro e o raio.
• Círculo dados três pontos;
cria um círculo passando por três pontos.
• Rectângulo;
cria um rectângulo com ou sem chanfros/junções.

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2 As aplicações

• Polígono;
cria um polígono com ou sem chanfros/junções.
• Estrela;
cria um desenho em forma de estrela com ou sem chanfros/junções.

Ferramentas;
permite o acesso à lista de opções para efectuar trabalhos de inserção, por exemplo, trabalhos de
fixação das chapas de montagem, das articulações etc.
Introdução;
insere entre as linhas de programação o comando INSERT (ver capítulo 13).
Introdução da geometria;
insere entre as linhas de programação o comando INSERTG (ver capítulo 13).

Apalpadores;
permite o acesso à lista das opções para utilizar os apalpadores.
Apalpador;
insere entre as linhas de programação o comando para efectuar o toque da peça (ver capítulo
12).

Recolocações;
permite aceder à lista das opções para inserir no programa de trabalho as instruções de
posicionamento (ver parágrafo 13.6, pág. 294), isto é, as instruções de gestão da movimentação
dos objectos do plano de trabalho (EPS).
Basilares;
permite o acesso à lista das opções de base.
• Recolocação do plano de trabalho;
insere entre as linhas de programação o comando inicial (comando WTMOVING) para
programar a movimentação dos objectos do plano de trabalho.
• Vácuo;
insere no comando WTMOVING a instrução para habilitar ou desabilitar o bloqueio da
ventosa moldável desejada.
• Torno;
insere no comando WTMOVING a instrução para habilitar ou desabilitar o bloqueio do
prensador Uniclamp desejado.
• Translação do suporte móvel;
insere no comando WTMOVING a instrução para comandar a movimentação dos suportes
móveis.
• Translação do carro;
insere no comando WTMOVING a instrução para comandar a movimentação dos carros.
• Início grupo paralelo;
insere no comando WTMOVING a instrução para estabelecer o início de um grupo de
movimento (comando WT_GROUP), isto é, para indicar quais objectos do plano se quer
mover contemporaneamente (ex. dois suportes móveis).
• Fim grupo paralelo;
insere no comando WTMOVING a instrução para estabelecer o fechamento do grupo de
movimento definido com o comando WT_GROUP.

Funções;
permite acessar à lista das opções para efectuar as operações auxiliares (ver capítulo 12).

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45
2 As aplicações

Basilares;
permite o acesso à lista das opções de base.
• Código ISO;
insere os códigos ISO entre as linhas de programação.
• Move peça;
desloca a origem da peça.
• Rode geometria;
gira o desenho.
• Escala geometria;
aplica um factor de escala ao desenho.
• Move geometria;
desloca o desenho.
• Espera colocação peça;
introduz uma suspensão entre as linhas de programação para efectuar a translação, a
rotação ou o basculamento da peça.
• Lados da geometria;
transforma os elementos do desenho em lados da peça.
• Lado da geometria nas faces laterais;
cria um lado com a geometria realizada numa das quatro faces laterais padrão.
• Lado da geometria mediante planta-secção;
cria um lado com a geometria realizada na face zero e numa das quatro faces laterais
padrão.
• Lado circular;
cria um lado com superfície curvilínea.
• Lado linear;
cria um lado com superfície plana.
Macro;
permite exibir a lista das macros a ser inserida no programa. Essa opção é exibida somente
no caso em que tenham sido habilitadas as macros das funções (ver parágrafo 18.5
“Activação/desactivação das macros”).

Visualizar
Zoom para frente;
aumenta uma parte da área gráfica.

Zoom para trás;


diminui o tamanho de exibição de parte da área gráfica.

Adaptar vista programa;


ajusta o desenho às dimensões da área gráfica.
Adaptar vista import;
ajusta o desenho importado às dimensões da área de importação.

Evidenciar as linhas não optimizadas;


põe em evidência as linhas de programação que o optimizador não conseguiu optimizar.

Fundo import;
exibe o desenho importado em relação ao lado da peça seleccionada.

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2 As aplicações

Barras das ferramentas:


Principal;
habilita ou desabilita a barra dos comandos Principal.
Modificação;
habilita ou desabilita a barra dos comandos Modificar.
Ferramentas;
habilita ou desabilita a barra dos comandos Ferramentas.
Saída gráfica;
habilita ou desabilita a barra dos comandos Saída gráfica.
Tecnologia;
habilita ou desabilita a barra dos comandos Tecnologia.
Trabalhos;
habilita ou desabilita a barra dos comandos Trabalhos.
Posições ferramenta;
mostra ou oculta a área da lista de árvore do ambiente do diagnóstico (ver parágrafo 12.15,
pág. 242).
Erros diagnostica;
mostra ou oculta a área informativa do ambiente do diagnóstico (ver parágrafo 12.15, pág.
242).
Custom Toolbar 00;
habilita ou desabilita a barra dos comandos personalizada. Os comandos disponibilizados são
cinco e cada comando permite a exibição de uma barra a ser personalizada.
Barra de estado;
habilita ou desabilita a barra de estado.

Opções gráficas...;
exibe a janela de diálogo para configurar as características gráficas dos trabalhos.

Programa
Dados da peca;
exibe a janela de diálogo para configurar os dados principais da peça.

Variáveis;
visualiza a janela das variáveis no documento activo (ver parágrafo 17.1 “As variáveis”).

Descrição;
exibe a janela de diálogo para inserir anotações.
Actualização automática;
realiza a actualização automática da área gráfica e da linha de programação.

Actualizar gráfica;
actualiza o desenho com base nas novas programações.

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2 As aplicações

Ferramentas
Optimize;
optimiza o programa de trabalho.

Criar Código CN;


elabora o programa de trabalho e gera um ficheiro com extensão ISO executável sobre a
máquina.
Cria Código CN no fic....;
elabora o programa de trabalho e gera um ficheiro com extensão ISO executável sobre a
máquina. Permite também nomear o ficheiro gerado e guardá-lo em um directório específico.

Simular;
elabora o programa de trabalho e exibe a janela do simulador.

Mostre a peça na máquina...;


mostra a peça carregada no plano de trabalho e o apetrechamento incluído no programa.
Introduza na lista;
insere o programa aberto na tabela da lista de trabalhos, quando o aplicativo Lista está aberta ou
na aplicação Quotas quando a aplicação Lista está fechada. Essa função é habilitada somente
sobre a máquina e pode ser realizada somente activando o ambiente AUTOMÁTICO da aplicação
Quotas (ver capítulo 22).

CAD;
inicia o CAD SmartSketch.

Apetrechamento planos;
inicia a aplicação WorkTableTooling para apetrechar o plano de trabalho.

Cancelar apetrechamento planos;


elimina do programa de trabalho os dados relativos ao apetrechamento do plano de trabalho.

Apetrechamento da máquina...;
inicia a janela de diálogo para realizar o apetrechamento da máquina.

Configuração da máquina...;
inicia a aplicação MachineConfiguration para a configuração da máquina.

Ferramentas...;
inicia a aplicação ToolManager para a catalogação das ferramentas.

Activa Addin;
permite iniciar os vários módulos adicionais, como por exemplo BiesseNest, BiesseWin, etc.

Janelas
Sobrepõe janelas;
sobrepõe os documentos abertos.
Aproximar horizontalmente;
exibe horizontalmente os documentos abertos.

Aproximar verticalmente;
exibe verticalmente os documentos abertos.

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2 As aplicações

Dispõe ícones;
alinha na parte inferior do aplicativo os documentos reduzidos a ícone.

Editor e CAD:
Aproximar verticalmente;
exibe horizontalmente o CAD e a aplicação Editor.
Aproximar horizontalmente;
exibe verticalmente o CAD e a aplicação Editor.

Ajuda
Argumentos;
visualiza a Guia on-line.

Informações sobre Editor;


exibe a janela informativa sobre a versão do software.

O menu rápido
O menu rápido exibe a lista dos comandos mais utilizados que variam com base na posição do
cursor do mouse sobre o documento.
A seguir, são ilustradas as opções do menu rápido seguidas por uma breve descrição.

Cogrtar; apaga o desenho ou o texto seleccionado.

Copiar; copia o desenho ou o texto seleccionado.

Colar; insere o desenho ou o texto recortado ou copiado anteriormente.

Cancelar; apaga na área dos comandos os espaços vazios presentes entre as linhas.

Propriedades...; exibe a janela das propriedades relativa aos elementos do desenho


seleccionados ou à linha de programação que contém o cursor.

Modificar a geometria...; acede ao CAD para alterar o desenho. Para activar essa função, o CAD
deve ser iniciado pela aplicação Editor.

Introduza; insere os trabalhos no documento. As opções disponíveis são as mesmas listadas no


menu Introduza (ver pág. 41).

Operações; o item Descompõe o trabalho permite dividir a expressão alfanumérica seleccionada,


ROUT ou GEO, criando para cada perfil geométrico contidos na mesma uma nova expressão
alfanumérica ROUT ou GEO.
Explodir; decompõe a linha de programação que contém o cursor , exibindo todos os elementos
que a constituem, um após o outro.

Implodir; encerra em uma única linha todas as linhas de programação que pertencem à mesma
geometria ou ao mesmo trabalho.

Actualizar; actualiza o desenho com base nas novas configurações.


Evidenciar as linhas não optimizadas; põe em evidência as linhas de programação que o
optimizador não conseguiu optimizar.

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2 As aplicações

Zoom para frente; aumenta o tamanho de exibição de parte da área gráfica.

Zoom para trás; diminui o tamanho de exibição de parte da área gráfica.


Adaptar vista import; ajusta o desenho importado às dimensões da área de importação.

Adaptar vista programa; ajusta o desenho às dimensões da área gráfica.

Import automático...; importa automaticamente o documento de tipo DXF ou CID Este botão
aparece na aplicação Editor somente se for definida no Setup a utilização da área gráfica do CAD,
em vez daquela da aplicação Editor.

Descrição dos botões


A seguir, a lista das barras dos comandos da aplicação Editor com a descrição dos botões.

Barra Principal
Botão Descrição
Cria um documento.

Abre um documento.

Memoriza os dados em um ficheiro com extensão BPP.

Apaga o elemento seleccionado.

Copia o texto seleccionado na área dos comandos para colá-lo em outro


documento (p. ex.: TXT, DOC etc.).
Insere na área dos comandos o texto recortado ou copiado anteriormente.

Imprime o documento activo.

Devolve ao cursor a função de apontador.

Aumenta uma parte da área gráfica.

Diminui uma parte da área gráfica.

Ajusta o desenho importado às dimensões da área de importação.

Ajusta o desenho às dimensões da área gráfica.

Exibe a janela informativa sobre a versão do SW.

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2 As aplicações

Barra Principal
Botão Descrição
Exibe a Guia on-line.

Barra Ferramentas
Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo para configurar os dados principais da peça.

Visualiza a janela das variáveis no documento activo (ver parágrafo 17.1 “As
variáveis”).
Mostra os dados relativos ao diagnóstico do programa de trabalho
optimizado.
Actualiza o desenho com base nas novas informações. A necessidade de
efectuar a actualização é indicada pela intermitência do sinal luminoso
presente na barra de estado (ver parágrafo “Informações sobre a barra de
estado” na pág. 38).
Optimiza o programa de trabalho.

Elabora o programa de trabalho e gera um ficheiro com extensão ISO que


pode ser efectuado na máquina.
Elabora o programa de trabalho e exibe a janela do simulador.

Insere o programa aberto na tabela da lista de trabalhos, quando a aplicação


Lista está aberta ou na aplicação Quotas quando a aplicação Lista está
fechada. Essa função é habilitada somente sobre a máquina e pode ser
realizada somente activando o ambiente AUTOMÁTICO da aplicação Quotas
(ver capítulo 22).
Inicia o CAD SmartSketch.

Inicia a aplicação WorkTableTooling.

Inicia a aplicação MachineConfiguration.

Inicia a aplicação ToolManager.

Exibe a janela de diálogo para efectuar o apetrechamento da máquina.

Exibe a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

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51
2 As aplicações

Barra Modificar
Botão Descrição
Transforma em comentário a linha de programação seleccionada na área dos
comandos.
Transforma o comentário seleccionado na área dos comandos em uma linha
de programação.
Insere na área dos comandos um recuo no início da linha seleccionada.

Elimina da área dos comandos o recuo no início da linha seleccionada.

Barra Saída gráfica


Botão Descrição
Exibe ou esconde os elementos desenhados na área gráfica.

Exibe ou esconde o tipo de correcção da ferramenta.

Exibe ou esconde as trajectórias de entrada e saída da ferramenta.

Exibe a espessura do trabalho.

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2 As aplicações

Barra Grupos
Botão Descrição
Permite a exibição da barra dos comandos Trabalhos para programar as
perfurações.
Permite a exibição da barra dos comandos Trabalhos para programar os
cortes.
Permite a exibição da barra dos comandos Trabalhos, para programar as

fresagens e a barra para desenhar os perfis no modo EGA .


Permite a exibição da barra dos comandos Trabalhos para efectuar trabalhos
de inserção, por exemplo, como trabalhos de fixação das chapas de
montagem, das articulações, etc.
Permite a exibição da barra dos comandos Trabalhos para introduzir entre as
linhas de programação o comando para efectuar o toque da peça.
Permite a exibição da barra dos comandos Trabalhos

para introduzir entre as linhas de programação


as instruções de posicionamento (ver parágrafo 13.6, pág. 294).
Permite a exibição barra dos comandos Funções para programar as
operações complementares.
Permite a exibição da barra dos comandos para inserir as macros entre as
linhas de programação. Esse botão é exibido somente no caso em que as
macros do trabalho activo tenham sido habilitadas.
Permite retornar aos comandos iniciais geometria/trabalho, quando estão a
ser utilizados os comandos para criar linhas, arcos etc.
Permite o acesso à lista das ferramentas para desenhar as linhas.

Permite o acesso à lista das ferramentas para desenhar os arcos.

Permite o acesso à lista das ferramentas para desenhar as figurar


geométricas.

Barra Tecnologia
Botão Descrição
Transforma o desenho em um trabalho de perfuração.

Transforma o desenho em um trabalho de corte.

Transforma o desenho em um trabalho de fresagem.

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53
2 As aplicações

Botão Descrição
Transforma o desenho em uma geometria.

Transforma o desenho em um trabalho de inserção, por exemplo, um trabalho


de fixação das chapas de montagem, das articulações, etc.
Transforma o desenho em um lado da peça com superfície plana.

Transforma o desenho em um lado da peça com superfície curvilínea.

Define um elemento geométrico como um lado da peça.

Desactivado.

Desactivado.

Importa à mão o documento de tipo DXF ou CID. Este botão aparece na


aplicação Editor somente se for definida no Setup a utilização da área gráfica
do CAD, em vez daquela da aplicação Editor.
Importa automaticamente o documento de tipo DXF ou CID. Este botão
aparece na aplicação Editor somente se for definida no Setup a utilização da
área gráfica do CAD, em vez daquela da aplicação Editor.

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2 As aplicações

2.2 ToolManager
A aplicação Toolmanager é uma verdadeira base de dados de ferramentas. Permite catalogar as
ferramentas no trabalho e registrar em um ficheiro todas as suas características técnicas. Para
iniciar a aplicação, clicar no botão na aplicação Editor ou no menu Iniciar, na barra de
aplicações do Windows (ver figura 11).

Estrutura do corpo da aplicação


Figura 13: ToolManager

O corpo da aplicação está dividido em duas áreas:


„ Área com a lista de árvore; traz a representação hierárquica das ferramentas subdivididas
com base na classe a qual pertencem. Um clique com a tecla esquerda do mouse no símbolo
“+” que precede o ícone e o nome provoca a expansão da lista das ferramentas pertencentes
a uma classe específica. O clique com a tecla esquerda do mouse no símbolo “–” que
precede o ícone e o nome determina o fechamento da lista de ferramentas. Quando se
selecciona uma ferramenta da lista de árvore, o homónimo presente na tabela muda de cor.
„ Área de dados; traz as características técnicas das ferramentas catalogadas.
Para exibir a lista das ferramentas com base no nome, tipo, diâmetro etc. clicar no título da
coluna desejada.
Para modificar os campos da tabela, utilizar o menu rápido (ver capítulo 6).
Para seleccionar mais linhas sequenciais da tabela ao mesmo tempo, clicar sobre a linha
inicial e premir a tecla SHIFT e clicar na linha final. Para seleccionar a mais linhas
espalhadas, premir a tecla CTRL e clicar nas linhas que se deseja marcar.

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55
2 As aplicações

A barra dos menus


A seguir, a lista dos menus com a descrição de todas as opções.

Menu Principal
Programações;
visualiza a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

Importar Dados;
visualiza a janela de diálogo para importar os dados da máquina.
Exportar dados;
exibe a janela de diálogo para exportar os dados da máquina.

Gravar ferramentas;
salva os dados relativos às ferramentas na base de dados.

Sair;
fecha a aplicação ToolManager.

Ferramentas
Nova ferramenta;
exibe a janela de diálogo para criar uma nova ferramenta.

Gestor classes ferramenta;


exibe a janela de diálogo para catalogar as classes das ferramentas.

Gestor tipos ferramentas;


exibe a janela de diálogo para catalogar a tipologia das ferramentas.

Filtros
Activar filtros;
exibe a janela de diálogo para procurar as ferramentas desejadas.
Gestor grupos;
exibe a janela de diálogo para catalogar os grupos de ferramentas.

Visualizar
Barra de estado;
habilita ou desabilita a barra de estado.

Barra Setup;
habilita ou desabilita a Barra programações.

Barra filtros;
habilita ou desabilita a Barra Mostrar a janela dos filtros.

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2 As aplicações

Ajuda
Index Ajuda;
visualiza a Guia on-line.

Informações sobre ToolManager...;


visualiza as informações sobre a versão do software.

O menu rápido
O menu rápido do aplicativo ToolManager permite gerenciar a catalogação das ferramentas
trabalhando directamente na tabela ou na lista de árvore (para as informações de uso, consultar o
parágrafo “O menu rápido da aplicação”, na pág. 115).
A seguir, são ilustradas as opções do menu rápido seguidas por uma breve descrição.

Copiar ferramenta; cria uma nova ferramenta e copia as características da ferramenta


seleccionada.
Cancelar ferramenta; elimina a ferramenta seleccionada.

Ferramenta nova; exibe a janela de diálogo para criar uma nova ferramenta.

Modificar ferramenta; altera os dados da ferramenta seleccionada.

Modificar Valor ->; altera o valor da ferramenta seleccionada.

Renomear ferramenta; muda o nome da ferramenta seleccionada.

Acrescentar ferramenta a um novo grupo; acrescenta a ferramenta seleccionada a um novo


grupo.

Acrescentar ferramenta a um grupo existente; acrescenta a ferramenta seleccionada a um grupo


existente e presente na lista.

Descrição dos botões


A seguir, a lista das barras de ferramentas da aplicação ToolManager com a descrição dos
botões.

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57
2 As aplicações

Barra principal
Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo para catalogar as classes das ferramentas.

Exibe a janela de diálogo para catalogar a tipologia das ferramentas.

Exibe a janela de diálogo

para criar uma nova ferramenta.


Exibe a janela informativa sobre a versão do SW.

Exibe a Guia on-line.

Barra filtros
Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo para procurar as ferramentas desejadas.

Exibe a janela de diálogo para consultar e modificar os grupos de ferramentas


criadas.

Barra programações
Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

Exibe a janela de diálogo para importar os dados do CN ao software.

Salva os dados configurados.

Actualiza o aplicativo ToolManager carregando os dados memorizados no CN


ou no PC (somente com a máquina ligada).
Alerta quando a máquina está em movimento.

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2 As aplicações

2.3 WorkTableTooling
A aplicação WorkTableTooling permite gerir o plano de trabalho: posicionar a peça sobre o plano,
colocar os elementos do plano (batentes, ventosas, etc.) na posição correcta para que não sejam
danificados durante o trabalho (“apetrechamento plano”), associar aos objectos do plano de
trabalho as instruções de posicionamento (movimentação objectos do plano), e controlar/gerir a
instalação pneumática ligada ao plano de trabalho.

Para iniciar a aplicação, clicar no botão na aplicação Editor ou no menu Iniciar, na barra de
aplicações do Windows (ver figura 11).

Estrutura do corpo da aplicação


Figura 14: WorkTableTooling

No corpo da aplicação exibe-se o documento de configuração do plano de trabalho que é formado


por áreas:
„ Área gráfica; visualiza o plano de trabalho e a peça a ser trabalhada.

„ Área de lista de árvore direita; exibe a árvore dos objectos a serem utilizados para
configurar o plano de trabalho. Essa área pode ser habilitada ou desabilitada clicando na
opção Barra apetrechos do menu Visualizar.
„ Área da lista de árvore esquerda; exibe a árvore para a gestão do apetrechamento do plano
de trabalho no caso em que o programa de trabalho apresente as instruções de
posicionamento (ver parágrafo 13.6, pág. 294). Essa área pode ser habilitada ou desabilitada
clicando na opção Barra programa de recolocação do menu Visualizar.

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59
2 As aplicações

A barra dos menus


A seguir, a lista dos menus com a descrição de todas as opções.

Ficheiro
Novo;
cria um novo documento.

Abrir;
abre os documentos com extensão PCF.
Fechar;
fecha o documento.

Gravar;
sobrescreve os dados do documento PCF activo ou salva os dados do novo documento em um
ficheiro com extensão PCF.

Grave com nome..;


cria uma cópia do documento PCF activo atribuindo-lhe um nome diferente.

Programe como default;


salva o documento de configuração do plano de trabalho activo como configuração default.

Importe ficheiro do tipo tls;


importa os ficheiros com extensão TLS.

Grave o apetrechamento em %1;


salva o apetrechamento.
Grave em ‘Editor‘ e sai;
confirma o apetrechamento e fecha a aplicação WorkTableTooling e retorna à aplicação Editor.

Mude configuração plano de trabalho;


altera a configuração do plano de trabalho.

Impressão;
imprime o documento activo.
Anteprima da impressão;
visualiza o resultado de impressão do plano de trabalho activo.
Programe impressora...;
exibe a janela de diálogo para definir as características da impressora.

Programações;
visualiza a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

Sair;
fecha a aplicação WorkTableTooling.

Modificar
Anular;
desfaz uma ou mais operações executadas.

60 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


2 As aplicações

Cortar;
elimina o elemento seleccionado.

Copiar;
copia o elemento seleccionado.
Colar;
insere na área gráfica o elemento recortado ou copiado anteriormente.

Zere;
limpa o documento e apaga todos os elementos presentes na área gráfica.

Coloque em zero o apetrechamento na peça


; zera o apetrechamento associado à peça carregada sobre o plano de trabalho.

Parâmetros peça
; exibe a lista dos parâmetros.

Lista das variáveis;


exibe a lista das variáveis.

Actualizar os arquivos dos dxf;


actualiza as pastas que contêm os ficheiros DXF dos componentes da máquina.

Apetrechamento paramétrico (quotas relativas);


habilita o posicionamento paramétrico dos objectos do plano de trabalho (suportes móveis,
ventosas moldáveis, etc.).

Apetrechamento não paramétrico (quotas absolutas);


desabilita o posicionamento paramétrico dos objectos do plano de trabalho (suportes móveis,
ventosas moldáveis, etc.).

Quotas
; exibe a janela com as quotas do objecto seleccionado.

Suportes removíveis...;
exibe a janela com a lista dos suportes móveis e dos suportes para batentes laterais definidos
como removíveis, quer dizer, que se possam remover à mão do plano de trabalho.

Inicie;
habilita a utilização dos comandos para simular a movimentação dos objectos do plano.

Stop;
permite desabilitar a utilização dos comandos do simulador dos objectos do plano.

Avance de um passo;
simula a movimentação dos objectos do plano, seleccionando uma instrução por vez, para poder
controlar cada movimento.
Avance de um grupo;
simula a movimentação dos objectos do plano, seleccionando uma instrução ou um grupo por vez
e controlando eventuais colisões entre os objectos do plano e os trabalhos.

Avance por fases;


simula toda a sequência da movimentação dos objectos do plano, mostrando o resultado final
(rolando em automático as instruções da árvore até a instrução END) e controlando eventuais
colisões entre objectos do plano e trabalhos.

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61
2 As aplicações

Visualizar
Barra das ferramentas;
habilita ou desabilita a Barra dos comandos Principal.

Barra das operações;


habilita ou desabilita a Barra dos comandos Operações.
Barra comandos de recolocação;
habilita a barra dos comandosRecolocação do plano de trabalho .

Barra comandos das instalações;


habilita a barra dos comandos Instalações.

Barra de estado;
habilita ou desabilita a barra de estado.

Barra apetrechos;
habilita a área e árvore direita (ver descrição na pág. 59).

Barra programa de recolocação;


habilita a área e árvore esquerda (ver descrição na pág. 59).

Adaptar o zoom;
reconduz a imagem às dimensões normais, adaptando-a à área.
Zoom para frente;
aumenta uma parte da área gráfica.

Zoom para trás;


diminui o tamanho de exibição de parte da área gráfica.

Cursor normal;
devolve ao cursor a função de apontador.

Zoom na peça activa;


aumenta a peça presente sobre o plano de trabalho.

Informações sobre o apetrechamento;


exibe as informações sobre o apetrechamento.

Quotas de apetrechamento;
exibe a tabela com as quotas de posicionamento dos objectos do plano de trabalho.

Peça moldada;
visualiza o molde da peça a ser trabalhado (opção marcada), caso tenham sido criados lados não
padrão.

Esconde peça;
oculta a peça.

Visualize todos os trabalhos sucessivos;


mostra na área gráfica todos os trabalhos a serem executados na peça.

Propriedades;
exibe a lista das propriedades do elemento seleccionado.

62 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


2 As aplicações

Introduzir
Peça;
insere a peça no plano de trabalho.

Instalações
Passe à modalidade zonas;
permite o acesso ao ambiente de gestão das instalações, para visualizar a estrutura da
instalação pneumática ligada ao plano de trabalho e para realizar as zonas de bloqueio
independentes e personalizáveis (multizona).
Mostre a instalação do vácuo;
exibe a instalação do vácuo ligada ao plano de trabalho, definido no momento da instalação
da máquina.
Mostre a instalação uniclamp;
exibe a instalação de bloqueio dos prensadores Uniclamp ligada ao plano de trabalho,
definido no momento da instalação da máquina.
Mostre as configurações do vácuo;
mostra a lista das configurações de default inerentes às zonas de bloqueio para a utilização
das ventosas moldáveis.
Mostre as configurações uniclamp;
mostra a lista das configurações inerentes às zonas de bloqueio para a utilização dos
prensadores Uniclamp.
Mostre a configuração manual;
mostra o ambiente de configuração das zonas de bloqueio personalizáveis e independentes
(multizona).
Mostre a configuração associada à peça;
exibe a configuração das zonas de bloqueio associada ao programa de trabalho activo.
Associe a configuração actual à peça;
associa ao programa a configuração das zonas de bloqueio activa, que pode ser
personalizável ou de default.
Crie a zona Manual;
permite entrar no ambiente de configuração das zonas de bloqueio personalizáveis e
independentes (multizona) associando automaticamente à origem activa e à peça as
instalações ligadas aos carros colocados abaixo da peça.
Seleccione a origem para a zona manual;
permite indicar a origem à qual associar os carros em fase de criação da zona personalizada.
Desseleccione a origem para a zona manual;
permite desassociar a origem da zona personalizada.
Cancele a zona da origem...;
elimina as zonas criadas para a origem especificada, a ser escolhida na específica janela
proposta pelo sistema.
Cancele todas as zonas;
elimina todas as zonas criadas.

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63
2 As aplicações

Ferramentas
Simule o trabalho na origem...;
exibe a janela do simulador do plano de trabalho, carregando a peça na origem escolhida na
apropriada janela de diálogo.

Optimizar;
optimiza o programa de trabalho.
Mostre o apetrechamento na origem..;
exibe a janela para gerar o documento com prioridade, não modificável, em que aparece o
apetrechamento referido a uma nova origem.

Controlo apetrechamento;
efectua um controlo sobre o apetrechamento realizado, para verificar eventuais colisões.

Propriedades apetrechamento semi-automático...;


mostra a janela para carregar os parâmetros solicitados, para poder executar o apetrechamento
semi-automático (ver parágrafo 4.3, pág. 80).

Apetrechamento semi-automático;
executa o apetrechamento semi-automático, com base nos dados definidos no programa de
trabalho. Para a descrição detalhada, consultar o parágrafo 8.5.3 “Posicionamento semi-
automático”, pág.182.

Leia os limites inferiores dos planos;


lê a quota mínima alcançável por um só suporte e a memoriza na apropriada placa na janela dos
parâmetros BsLock (ver parágrafo 4.3, pág. 80); somente para o plano de trabalho ATS.

Leia os limites superiores dos planos;


lê a quota máxima alcançável por um só suporte e a memoriza na apropriada placa na janela dos
parâmetros BsLock (ver parágrafo 4.3, pág. 80); somente para o plano de trabalho ATS.

Grave apetrechamento;
memoriza em um ficheiro com extensão TLG os dados do apetrechamento executado. O ficheiro
é salvo na pasta de default C:\Biesse\BiesseWorks\WTTooling\Dati\Attrezzaggi.

Carregue apetrechamento;
carrega no ambiente de apetrechamento do plano de trabalho os dados do apetrechamento
salvos no ficheiro com extensão TLG.

Janela
Nova janela;
cria um novo documento de trabalho e copia o ficheiro aberto.
Sobrepor;
sobrepõe os documentos abertos.

Emparelhar;
dispõe na tela os documentos abertos, encostando-os horizontalmente, sem sobrepô-los, para
poder visualizá-los todos.

Passar à modalidade de apetrechamento;


habilita o apetrechamento do plano de trabalho.

64 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


2 As aplicações

?
Ajuda;
visualiza a Guia on-line.

Informações sobre WorkTableTooling...;


visualiza as informações sobre a versão do software.

O menu de contexto da área gráfica


O menu de contexto permite gerir o apetrechamento do plano de trabalho na área gráfica do
aplicativo. As opções do menu não são sempre habilitadas, pois a sua activação é ligada ao tipo
de objecto do plano de trabalho seleccionado e ao tipo de ambiente exibido: ambiente de
apetrechamento, de movimentação de planos ou de gestão das instalações. Para a descrição das
opções do menu de contexto, consultar os parágrafos relativos à gestão dos três ambientes do
aplicativo WorkTableTooling no capítulo 8.

Descrição dos botões


A seguir, a lista das barras de ferramentas da aplicação WorkTableTooling com a descrição dos
botões.

Barra Principal
Botão Descrição
Abrir um novo documento para criar uma nova configuração.

Abre os ficheiros com extensão PCF.

Importa os ficheiros com extensão TLS.

Salva os dados em um ficheiro com extensão PCF.

Visualiza o resultado de impressão do plano de trabalho activo.

Limpa o documento e apaga todos os elementos presentes na área gráfica.

Imprime o plano de trabalho activo.

Exibe a lista das propriedades do elemento do plano de trabalho


seleccionado.
Exibe a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

Permite passar ao ambiente de apetrechamento. Activa-se somente ao iniciar


a aplicação em modo independente, ou seja, não ligado à aplicação Editor.

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65
2 As aplicações

Barra Principal
Botão Descrição
Reconduz a imagem às dimensões normais e adapta-as à área.

Aumenta uma parte da área gráfica.

Diminui uma parte da área gráfica.

Aumenta a peça presente sobre o plano de trabalho.

Devolve ao cursor a função de apontador.

Para a descrição, consultar a opção Inicie do menu Modificar.

Para a descrição, consultar a opção Stop do menu Modificar.

Para a descrição, consultar a opção Avance de um passo do menu Modificar.

Para a descrição, consultar a opção Avance de um grupo do menu Modificar.

Para a descrição, consultar a opção Avance por fases do menu Modificar.

Barra Operações
Insere a peça no plano de trabalho.

Salva o apetrechamento.

Confirma o apetrechamento e fecha a aplicação WorkTableTooling e retorna à


aplicação Editor.
Sai da aplicação WorkTableTooling sem salvar e volta à aplicação Editor.

Para a descrição, consultar a opção Simule o trabalho na origem... do menu


Ferramentas.
Para a descrição, consultar a opção Optimizar do menu Ferramentas.

Exibe a janela de diálogo para configurar os dados principais da peça.

Exibe a lista das variáveis.

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2 As aplicações

Barra Operações
Exibe a lista das quotas de apetrechamento.

Para a descrição, consultar a opção Mostre o apetrechamento na origem.. do


menu Ferramentas.
Para a descrição, consultar a opção Apetrechamento semi-automático do
menu Ferramentas.

Barra Recolocação do plano de trabalho


Para a descrição, consultar o parágrafo 13.6 “Inserção das instruções de
posicionamento dos objectos do plano”na página 294.
Para a descrição, consultar o parágrafo 13.6 “Inserção das instruções de
posicionamento dos objectos do plano”na página 294.
Para a descrição, consultar o parágrafo 13.6 “Inserção das instruções de
posicionamento dos objectos do plano”na página 294.
Para a descrição, consultar o parágrafo 13.6 “Inserção das instruções de
posicionamento dos objectos do plano”na página 294.
Para a descrição, consultar o parágrafo 13.6 “Inserção das instruções de
posicionamento dos objectos do plano”na página 294.
Para a descrição, consultar o parágrafo 13.6 “Inserção das instruções de
posicionamento dos objectos do plano”na página 294.

Barra Instalações
Para a descrição, consultar a opção Passe à modalidade zonas do menu
Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Mostre a instalação do vácuo do menu
Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Mostre a instalação uniclamp do menu
Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Mostre a configuração manual do menu
Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Mostre a configuração associada à peça
do menu Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Associe a configuração actual à peça do
menu Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Crie a zona Manual do menu Visualizar.

Para a descrição, consultar a opção Seleccione a origem para a zona manual


do menu Visualizar.

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67
2 As aplicações

Barra Instalações
Para a descrição, consultar a opção Desseleccione a origem para a zona
manual do menu Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Cancele a zona da origem... do menu
Visualizar.
Para a descrição, consultar a opção Cancele todas as zonas do menu
Visualizar.

2.4 MachineConfiguration
A aplicação MachineConfiguration permite configurar as partes da máquina e realizar o
apetrechamento dos depósitos, da unidade de operação e dos agregados.
Constitui-se de uma área gráfica de representação da máquina. Com o clique no mouse em um
elemento da área gráfica, aumenta-se este último; um duplo clique permite a exibição da janela
de informações com as características técnicas do elemento seleccionado.
Para iniciar a aplicação, clicar no botão na aplicação Editor ou no menu Iniciar, na barra de
aplicações do Windows (ver figura 11).

Figura 15: MachineConfiguration

Informações sobre as cores da área gráfica


Para programar as cores utilizadas nas várias áreas da aplicação, exibir a placa Máquina do
Setup (ver capítulo 4).

68 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


2 As aplicações

O menu rápido
O menu rápido da aplicação MachineConfiguration permite gerenciar a exibição dos elementos
presentes na área gráfica.
A seguir, são ilustradas as opções do menu rápido seguidas por uma breve descrição.

Mostrar tudo; permite exibir a imagem inteira da área gráfica.

Mostrar em primeiro plano o elemento anterior; permite aumentar a imagem seleccionada.

Mostrar em primeiro plano o elemento superior; permite exibir o elemento hierarquicamente


superior àquele que acaba de ser visualizado em primeiro plano.
Informações sobre elemento; permite exibir as características técnicas do elemento seleccionado.

A barra dos menus


A maior parte dos comandos presentes na aplicação MachineConfiguration é utilizada pelo
Técnico para configurar a máquina, portanto, a seguir, são listados e descritos somente os menus
que podem ser utilizados pelo operador.

Ficheiro
Programações;
visualiza a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

Importar dados;
visualiza a janela de diálogo para importar os dados da máquina.

Wizard dados máquina;


restrito aos técnicos Biesse.

Sair
; fecha a aplicação MachineConfiguration.

Database
Unidade principal;
restrito aos técnicos Biesse.
Centros de trabalho;
restrito aos técnicos Biesse.

Unidades de operação;
restrito aos técnicos Biesse.

Grupos de perfuração vertical/mandris eléctricos;


restrito aos técnicos Biesse.

Grupos de perfuração;
restrito aos técnicos Biesse.

Mandris;
exibe a janela de diálogo com a lista de mandris.

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69
2 As aplicações

Áreas de trabalho;
restrito aos técnicos Biesse.

Eixos;
exibe a lista de todos os eixos existentes.
Depósitos de ferramentas;
visualiza a janela de diálogo com a lista dos depósitos.

Origens;
exibe a lista de todas as origens existentes.

Agregados;
visualiza a janela de diálogo com a lista dos agregados.

Apetrechamento
Apetrechamento da máquina;
exibe a janela Apetrechamento da máquina para realizar o apetrechamento em vídeo da unidade
de operação (ver parágrafo 7.3 “Apetrechamento da unidade de operação”).

Apetrechamento dos depósitos;


exibe a janela Apetrechamento dos depósitos para realizar o apetrechamento em vídeo dos
depósitos ferramentas (ver parágrafo 7.4 “Apetrechamento do depósito de ferramentas”).

Apetrechamento dos agregados;


exibe a janela Apetrechamento dos agregados para realizar o apetrechamento em vídeo dos
agregados (ver parágrafo 7.5 “Apetrechamento dos agregados”).

Ferramentas
Distância entre mandris;
exibe a janela de diálogo com os dados relativos à distância que corre entre os mandris (ver
parágrafo “Exibir as distâncias entre mandris”).
Limites software;
exibe a janela de diálogo com os dados referentes aos campos de trabalho da unidade de
operação (ver parágrafo “Consultar os limites do software”).

Tabelas dados;
exibe a janela de diálogo com a lista dos componentes da máquina.

Visualizar
Barra de estado;
habilita ou desabilita a barra de estado.
Barra dados máquina;
habilita ou desabilita a Barra de dados da máquina.

Barra de apetrechamento;
habilita ou desabilita a Barra de apetrechamento.

Barra geral;
habilita ou desabilita a Barra padrão.

70 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


2 As aplicações

Barra ferramentas;
habilita ou desabilita a Barra de ferramentas.

Estado máquina
; permite exibir o estado da máquina.

Ajuda
Argumentos de ajuda;
visualiza a Guia on-line.

Informações sobre MachineConfiguration;


exibe a janela informativa sobre a versão do SW.

Descrição dos botões


Segue a lista das barras de ferramentas da aplicação MachineConfiguration com a descrição dos
botões.

Barra dados máquina


Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo com a listagem dos componentes da máquina.

Exibe a lista das unidades principais. Dados reservados ao técnico Biesse.

Exibe a lista dos centros de trabalho em que são guardadas as unidades de


operação. Dados reservados ao técnico Biesse.
Exibe a lista das unidades de operação. Dados reservados ao técnico Biesse.

Exibe a lista dos Slot presentes na máquina (ver glossário). Dados reservados
ao técnico Biesse.
Exibe a lista dos cabeçotes que compõem os grupos de perfuração. Dados
reservados ao técnico Biesse.
Exibe a janela de diálogo com a lista dos mandris (ver parágrafo 7.1,
pág.143).
Exibe a lista das áreas de trabalho. Dados reservados ao técnico Biesse.

Exibe a lista de todas as origens existentes (ver parágrafo 8.1, pág. 166).

Exibe a lista de todos os eixos existentes (ver parágrafo 11.1, pág. 205).

Exibe a janela de diálogo com a lista dos depósitos (ver parágrafo 7.1,
pág.143).

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71
2 As aplicações

Barra dados máquina


Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo com a lista dos agregados (ver parágrafo 6.10,
pág.133).
Exibe a janela informativa sobre a versão do SW.

Exibe a Guia on-line.

Barra ferramentas
Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo com os dados relativos à distância que corre entre
os mandris (ver parágrafo 7.1143).
Exibe a janela de diálogo em que são apresentados os dados referentes ao
campo de trabalho da unidade de operação (ver parágrafo 7.1, pág.143).

Barra apetrechamento
Botão Descrição
Exibe a janela Apetrechamento da máquina para realizar o apetrechamento
em vídeo da unidade de operação (ver parágrafo 7.3, pág.153).
Exibe a janela Apetrechamento dos depósitos para realizar o apetrechamento
em vídeo dos depósitos ferramentas (ver parágrafo 7.4, pág.158).
Exibe a janela Apetrechamento dos agregados para realizar o
apetrechamento em vídeo dos agregados (ver parágrafo 7.5, pág. 161).

Barra geral
Botão Descrição
Exibe a janela de diálogo para configurar os dados default do software.

Exibe a janela de diálogo para importar os dados do CN ao software.

Salva os dados configurados.

Actualiza a aplicação MachineConfiguration e carrega os dados gravados no


CN ou no microcomputador.

72 BIESSE S.p.A. © - a702k0054.fm081008


3 Os utilitários

3 Os utilitários

O sistema de programação dos trabalhos BiesseWorks é constituído pelas Aplicações descritas


no capítulo 2 e pelos seguintes Utilitários:
„ BatchRun

„ BackupManager

3.1 BatchRun
O BatchRun é um utilitário que permite a elaboração de ficheiros com extensão CID, DXF e BPP
e gera os ficheiros em formato ISO que devem se tornar executáveis pela máquina. Para iniciar,
clicar no menu Iniciar na barra das aplicações do Windows e os itens: Programas, BiesseWorks,
Ferramentas, BatchRun. Para uma descrição detalhada sobre a utilização do BatchRun, consultar
“Criação dos ficheiros ISO com o BatchRun” na pág. 397.

Figura 16: BatchRun

O corpo do BatchRun consta de duas áreas:


área das tarefas; exibe a lista das tarefas a ser executadas.

área de importação; exibe os ficheiros com extensão CID, DXF e BPP, importados.

BIESSE S.p.A. © - a702k0055.fm081008


73
3 Os utilitários

Descrição dos botões


A seguir, a lista e a descrição dos botões.
Botão Descrição
Sai da aplicação e guarda as configurações.

Sai da aplicação sem guardar.

Exibe a Guia on-line.

Exibe a janela de diálogo para configurar a aplicação.

Processa os ficheiros.

Guarda as configurações.

Abre o ficheiro com as informações sobre os ficheiros processados.

Exibe a janela de busca dos ficheiros a ser importados no BatchRun.

Copia o ficheiro seleccionado na área de importação.

Insere na área de importação o ficheiro recortado ou copiado anteriormente.

Elimina o ficheiro seleccionado na área de importação ou a tarefa da área


específica.
Limpa a área de importação eliminando todos os ficheiros presentes.

Exibe a janela de diálogo para modificar os dados principais da peça.

Exibe a janela de diálogo para localizar o ficheiro com extensão LAY que
contém a chave de importação dos ficheiros DXF.
Optimiza o ficheiro seleccionado.

Elabora o ficheiro seleccionado e exibe a janela do simulador.

Elabora o ficheiro seleccionado e gera um ficheiro com extensão ISO que


pode ser efectuado pela máquina.
Exibe a janela de diálogo para modificar as variáveis.

Retorna aos dados iniciais definidos no ficheiro e elimina as configurações


realizadas no âmbito da aplicação BatchRun.

74 BIESSE S.p.A. © - a702k0055.fm081008


3 Os utilitários

Botão Descrição
Cria uma nova tarefa.

Altera o nome da tarefa.

Descrição do menu rápido da área de importação


Introduzir elementos; exibe a janela de busca dos ficheiros a ser importados no BatchRun.

Copiar; copia o ficheiro seleccionado na área de importação.


Colar; insere na área de importação o ficheiro recortado ou copiado anteriormente.

Remover elementos; limpa o ficheiro seleccionado.

Renomear; muda o nome do ficheiro seleccionado.

Programar dados peça; exibe a janela de diálogo para modificar os dados principais da peça.

Procurar ficheiro chaves dxf; exibe a janela para localizar o ficheiro com extensão LAY que
contém as chaves de importação dos ficheiros DXF.

Esvaziar lista; limpa a área de importação e elimina todos os ficheiros presentes.

Descrição do menu rápido da área das tarefas


Novo; cria uma nova tarefa.

Eliminar; apaga a tarefa criada.

Renomear; muda o nome da tarefa.

BIESSE S.p.A. © - a702k0055.fm081008


75
3 Os utilitários

3.2 BackupManager
O BackupManager é um utilitário utilizado para criar cópias dos dados máquina e dos programas
de trabalho.

Para uma descrição detalhada sobre a utilização do BackupManager, consultar 10.2 “Backup e
restauração dos dados da máquina e da base de dados das ferramentas” na pág. 198 e “Arquivo
dos programas e das macros” na pág. 250.
Para iniciar o BackupManager, clicar no menu Iniciar da barra de aplicações do Windows e nos
itens: Programa, BiesseWorks, Ferramentas, BackupManager.

Figura 17: BackupManager

Descrição dos campos


Copiar; permite a realização da cópia dos dados desejados.

Restabelecimento; permite a restauração dos dados copiados.


Dados; habilita a cópia de todos os dados da máquina, do apetrechamento e da base de dados
das ferramentas.

Bitmap das ferramentas; habilita a cópia de todos os ficheiros de imagem criados; por exemplo, os
ficheiros com extensão bmp.

Programas; habilita a cópia de todos os programas criados.


Macro; habilita a cópia de todas as macros criadas.

76 BIESSE S.p.A. © - a702k0055.fm081008


4 Configurações gerais

4 Configurações gerais

O presente capítulo fornece as informações necessárias para personalizar o ambiente de trabalho


e as barras de ferramentas para definir os dados tecnológicos de default.

4.1 Personalização da barra de ferramentas


Para agilizar as operações mais comuns, é possível inserir nas barras de ferramentas
personalizadas os botões de uso mais frequente. Clicar no menu Visualizar e sobre uma das
cinco opções disponíveis, por exemplo, sobre a opção Custom Toolbar 00. Posicionar o cursor
sobre um botão da barra, apertar a tecla direita do mouse e clicar no item Customize (personaliza
barra dos comandos).

Figura 18

E
D

A
C

Descrição dos campos


A; Lista dos botões disponíveis.
B; Lista dos botões a serem inseridos na barra.
C; Comandos para ordenar os botões deslocando-os para baixo ou para cima.
D; Comando para restabelecer as operações e recuperar os botões presentes na barra no
momento da abertura da janela.
E; Comando para salvar as configurações e fechar a janela.

BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


77
4 Configurações gerais

Procedimentos para criar a barra


1. Deslocar com um duplo clique os botões da área A para a área B.
2. Ordenar os botões utilizando os botões C.

3. Confirmar as operações com o botão E.

4.2 Configurações na janela de diálogo Opções


gráficas
Para definir a exibição do perfil e dos trabalhos na área gráfica do aplicativo Editor, seleccionar o
menu Visualizar e o item Opções gráficas....

Figura 19

Descrição dos campos


„ Quadro Desenho:

Geometria; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo desabilitado) a geometria.


Direcção; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo desabilitado) a seta que
indica a direcção da geometria.
Ponto inicial; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo desabilitado) o ponto
inicial.
Geometria de esvaziamento; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo
desabilitado) a geometria do esvaziamento.

78 BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


4 Configurações gerais

„ Quadro Projecções:

Furos; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo desabilitado) na face zero da


peça a projecção das perfurações efectuadas nas faces laterais.
Cortes; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo desabilitado) na face zero da
peça a projecção dos cortes efectuados nas faces laterais.
Fresagens; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo desabilitado) na face zero
da peça a projecção das fresagens efectuadas nas faces laterais.
Projecções face não standard; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo
desabilitado) na face zero da peça a projecção da face não padrão efectuada nas faces
laterais.
Extensão face não standard; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo
desabilitado) o prolongamento das faces não padrão criadas.
„ Quadro Percurso ferramenta:

Trabalho; mesma função do botão (ver pág. 52).

Entrada/saída; mesma função do botão (ver pág. 52).

Espessura da ferramenta; mesma função do botão (ver pág. 52).


Direcção; mostra (rectângulo habilitado) ou esconde (rectângulo desabilitado) a seta que
indica a direcção da ferramenta.

Ponto inicial; mesma função do botão (ver pág. 52).


„ Quadro Optimização:

Esconde lados utente vazios; esconde na área gráfica os lados que não apresentam
trabalhos, no caso de trabalhos com "multi-peças".
Mostra os trabalhos sobre a peça; mostra os trabalhos configurados como "multi-peças" (ver
janela de diálogo Parâmetros do painel personalizados) directamente na peça da área gráfica
(ver figura 20).

Figura 20

BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


79
4 Configurações gerais

4.3 Configurações para o posicionamento semi-


automático
Para poder efectuar o posicionamento semi-automático dos objectos do plano no aplicativo
WorkTableTooling, é necessário definir os parâmetros na janela dos parâmetros BsLock. Para
visualizar a janela, clicar no menu Ferramentas e na opção Propriedades apetrechamento semi-
automático....

Descrição dos campos


Distância mínima dos trabalhos passantes; permite definir a distância de segurança entre os
trabalhos passantes e as ventosas moldáveis (ref. A, figura 21).

Figura 21

Distância mínima das bordas; permite definir a distância que devem manter as ventosas
moldáveis das bordas da peça (ref. B, figura 22). Durante o posicionamento semi-automático, as
ventosas moldáveis mantêm das bordas da peça uma distância mínima, igual ao valor inserido
nesse campo.

Figura 22

Distância mínima entre carros adjacentes; permite definir a distância mínima que deve haver
entre carros adjacentes.

Distância mínima entre suportes móveis adjacentes; permite definir a distância mínima que deve
haver entre suportes móveis adjacentes.

Passo de segmentação em X; permite definir o dado de subdivisão em X da área de bloqueio,


para executar um controlo mais preciso entre ventosas e trabalhos, verificando eventuais

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4 Configurações gerais

colisões. Quanto mais o valor é baixo, tanto mais o posicionamento é preciso. O valor optimal
recomendado é de 5 mm.

Passo de segmentação em Y; permite definir o dado de subdivisão em Y da área de bloqueio,


para executar um controlo mais preciso entre ventosas e trabalhos, verificando eventuais
colisões. Quanto mais o valor é baixo, tanto mais o posicionamento é preciso. O valor optimal
recomendado é de 5 mm.
Peso do descarte; permite indicar um valor em percentual útil para posicionar os objectos do
plano, para avaliar se e como bloquear as áreas de descarte.
Inserindo um valor igual a 100%, a área de descarte é toda considerada e bloqueada
normalmente como a trabalhável ou até mesmo pode ser privilegiada.
Inserindo um valor igual a 0%, o descarte é ignorado e, portanto, não bloqueado.
Inserindo um valor igual a 50%, produz uma solução melhor, que bloqueia igualmente as duas
áreas (áreas trabalháveis e as de descarte).

Estacionamento dos suportes sob o painel; permite definir onde estacionar os carros inutilizados.
SIM = os carros podem ser estacionados mesmo dentro da área que delimita a peça;
NÃO = os carros são estacionados fora da área que delimita a peça.

Prefixo das geometrias que indicam as áreas a bloquear; permite definir o prefixo (ex. RAW_) a
ser chamado no campo Identif. geom. nas geometrias (GEO), para especificar que a geometria
realizada representa uma peça a bloquear.
Na falta de utilização do prefixo, o posicionador utiliza, como referência para o bloqueio, a peça
padrão, definida nos campos LPX e LPY.

Exemplo de uma linha de programação:


GEO ID="RAW_anta" SIDE=0 CRN="1" DP=20 DX=0 DY=0 R=0 DA=0 RDL=NO
START_POINT X=120 Y=264.2061763 Z=0
LINE_EP XE=120 YE=410.208482
LINE_EP XE=584 YE=410.208482
LINE_EP XE=584 YE=360.208482
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=336.9771299 XC=607.9429514 YC=360.208482 DIR=dirCW
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=191.4352226 XC=584 YC=264.2061763 DIR=dirCCW
ARC_EPCE XE=584 YE=168.2038705 XC=607.9429514 YC=168.2038705 DIR=dirCW
LINE_EP XE=584 YE=118.2038705
LINE_EP XE=120 YE=118.2038705
LINE_EP XE=120 YE=264.2061763
ENDPATH

Prefixo das geometrias que indicam as áreas a deixar livres; permite definir o prefixo (ex. ; WRK_
) a ser chamado no campo Identif. geom. nas geometrias (GEO), para especificar que a geometria
realizada representa uma área que não deve ser bloqueada.

Exemplo de uma linha de programação:


GEO ID="WRK_rettangolo" SIDE=0 CRN="1" DP=20 DX=0 DY=0 R=0 DA=0 RDL=NO
START_POINT X=100 Y=100 Z=0
LINE_EP XE=300 YE=100
LINE_EP XE=300 YE=300
LINE_EP XE=100 YE=300
LINE_EP XE=100 YE=100
ENDPATH

Lista das ventosas para o bloqueio das peças; permite definir a lista das ventosas moldáveis a
utilizar para o bloqueio semi-automático das peças. Indicar as dimensões das ventosas
desejadas, a retirar na barra Apetrechos do plano de trabalho. As ventosas devem ser separadas

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4 Configurações gerais

por uma vírgula, ex: 132x146, 132x50, 132x75, etc.. Para utilizar as ventosas moldáveis
presentes na configuração do plano activa, deixar esse campo vazio.

Limite inferior da corrida do suporte móvel 1; permite definir a quota mínima que pode ser
alcançada pelo suporte individual. Definir essa quota para cada suporte. Dados visíveis somente
para o plano de trabalho ATS. É possível importar automaticamente esse dado para todos os
suportes utilizando as apropriadas opções do menu Ferramentas; ver parágrafo “Leitura das
quotas máximas alcançáveis pelos suportes e pelos carros (ATS)”.

Limite superior da corrida do suporte móvel 1; permite definir a quota máxima que pode ser
alcançada pelo suporte individual. Definir essa quota para cada suporte. Dados visíveis somente
para o plano de trabalho ATS. É possível importar automaticamente esse dado para todos os
suportes utilizando as apropriadas opções do menu Ferramentas; ver parágrafo “Leitura das
quotas máximas alcançáveis pelos suportes e pelos carros (ATS)”.

Leitura das quotas máximas alcançáveis pelos suportes e pelos carros


(ATS)
Para ler a quota máxima alcançável por cada suporte e memorizá-la em automático na apropriada
placa na janela dos parâmetros BsLock, observar o seguinte procedimento:

1. Levar todos os suportes ao seu limite esquerdo e os carros ao seu limite superior, clicar no
menu Ferramentas e na opção Leia os limites inferiores dos planos.

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4 Configurações gerais

2. Levar todos os suportes ao seu limite direito e os carros ao seu limite inferior, clicar no menu
Ferramentas e na opção Leia os limites superiores dos planos.

No caso em que o plano de trabalho contenha alguns objectos definidos como


“removíveis”, as referidas operações devem ser executadas na ausência desses objectos,
para poder definir correctamente as reais quotas limite.

4.4 Troca da máquina activa


A troca da máquina activa se executa abrindo uma parte do Setup de modo independente da
BiesseWorks. Fechar todos os aplicativos, clicar no menu Start (Início) na barra das aplicações
do Windows e nos itens: Programas, BiesseWorks, Ferramentas, Troca máquina activa (ver
figura 23).
Inserir a password na placa Senha (ver parágrafo 4.6 “Palavra-passe”, pág. 102) e clicar na placa
Utente.

Figura 23

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4 Configurações gerais

„ Para substituir uma máquina activa com uma outra máquina existente (criada
precedentemente), escolher a máquina no campo Nome máquina. Sair, clicando no botão
.

„ Para criar uma nova máquina e torná-la activa, clicar no botão , inserir o nome da nova
máquina no campo Nome máquina e escolher a família à qual a máquina pertence no campo
Família:
• Arrow; compreende todos os modelos de máquinas pertencentes à linha Arrow.
• Excel; compreende todos os modelos de máquinas pertencentes à linha Excel.
• Ftt; compreende todos os modelos de máquinas pertencentes à linha das FTT.
• Rover; compreende todos os modelos de máquinas pertencentes à linha das Rover
excepto as Rover com grupo de acabamento de borda.
• RoverEdge; compreende todos os modelos de máquinas pertencentes à linha das Rover
com os órgãos adaptados ao acabamento de borda (grupo de aplicação de cola e depósito
da borda).
• Skipper; compreende todos os modelos de máquinas pertencentes à linha das Skipper.

Sair do Setup, clicando no botão e executar o import dos dados da máquina. Para
importar os dados, lançar o aplicativo ToolManager ou o aplicativo MachineConfiguration e
clicar no botão (ver parágrafo “Procedimento de importação”, pág. 196). O botão é
habilitado somente no caso em que tenha sido configurado o correcto nível de password.

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4 Configurações gerais

4.5 Descrição da janela de diálogo Setup


A janela de diálogo Setup permite definir os dados default das aplicações e é constituída por uma
série de placas, cada uma com uma tipologia diferente de dados. Para visualizá-la, seleccionar o
menu Ficheiro e a opção Programações... ou clicar no botão .

As descrições indicadas em seguida são relativas aos campos dados acessíveis com
palavra-passe de tipo nível 5. A descrição dos campos desabilitados, de uso
exclusivo do técnico, encontra-se nas instruções para o Service.

Figura 24: Setup

Placa Utente
Essa placa permite definir os directórios sobre os quais trabalham todas as aplicações e os
utilitários.

Os campos desabilitados não são descritos, pois são reservados exclusivamente ao


técnico Biesse.

; permite criar uma nova máquina, ou seja, preparar os directórios para conter os dados da
máquina. É possível criar uma nova máquina, somente se essa máquina pertence à família activa,
presente no campo Família na placa Máquina. Inserir o nome da nova máquina no campo Nome
máquina. Cada máquina é ligada a uma família de máquinas, portanto, para fazer uma máquina

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4 Configurações gerais

que pertence a uma família que não é a activa, consultar o parágrafo 4.4 “Troca da máquina
activa”, pág. 83.

; permite salvar em um ficheiro as configurações definidas no Setup.

; permite recarregar de um ficheiro as configurações precedentemente salvas.

; apaga os dados da máquina seleccionada.

Percurso Local. Ficheiro; exibe o percurso em que está instalado o sistema para a programação
dos trabalhos BIESSEWORKS.
Sector principal; exibe a pasta do sector no qual se encontra a pasta da máquina activa.

Nome máquina; nome da máquina activa. Clicando no campo, abre-se a lista das máquinas
criadas.
Para substituir a máquina activa com uma outra máquina existente, pertencente à sua mesma
família, escolher a máquina desejada e sair do Setup clicando no botão . Caso seja
seleccionada uma máquina pertencente a uma outra família, o sistema mostra uma mensagem de
erro. Nesse caso, para efectuar a substituição, consultar o parágrafo 4.4 “Troca da máquina
activa”, pág. 83.

Versão; apresenta a versão do software.

Versão SP; apresenta a versão do Service Pack.

; exibe a janela de diálogo com a lista das versões de todos os módulos de BiesseWorks.

; exibe a tabela com a lista das opções habilitadas no software. A tabela é formada por duas
colunas: coluna Opção com a lista de todas as opções presentes no software; coluna Habilitada
(0/1) para indicar se a opção específica está ou não incluída no software. 1 = opção presente; 0 =
opção não presente.
Opções Descrição
Base 1 = habilitação da versão base que compreende o uso de
todos os aplicativos.
0 = desabilitada a utilização do aplicativo ToolManager e
MachineConfiguration.
CAD 1 = habilitação à utilização do CAD SmartSketch integrado.

0 = CAD desabilitado.
Múltipla colocação painéis 1 = habilitação à utilização das instruções de posicionamento
dos objectos do plano.

0 = instruções desabilitadas.
Simulação 3D 1 = habilitação à utilização da janela do simulador 3D.
0 = janela do simulador desabilitada.
Macro 1 = habilitação à utilização das macros.

0 = macros desabilitadas.

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4 Configurações gerais

Opções Descrição
Faces não standard 1 = habilitação à utilização dos comandos para realizar as
faces não padrão.

0 = comandos desabilitados.
Esvaziamentos 1 = habilitação à utilização dos comandos para realizar
trabalhos de esvaziamento.
0 = comandos desabilitados.
Planos paramétricos 1 = habilitação à possibilidade de executar os
posicionamentos paramétricos do plano de trabalho.

0 = posicionamentos paramétricos desabilitados.


Deflector 1 = habilitação à utilização dos dados para programar com o
deflector.

0 = programação com o deflector desabilitada.


Optimizador dos planos de 1 = habilitação ao comando para a execução automática do
trabalho apetrechamento.
0 = comando desabilitado.
Textos 1 = habilitação à utilização dos comandos para aplicar
fresagens aos perfis em forma de texto.

0 = comandos desabilitados.
Ligação do CN 1 = habilitação à conexão com o controlo numérico.

0 = conexão desabilitada.
Acabamento da borda 1 = habilitação dos comandos para executar os trabalhos de
acabamento de borda.
0 = comandos desabilitados.
Portas e Janelas 1 = habilitação à utilização do módulo BiesseWin.

0 = módulo desabilitado.
Nesting 1 = habilitação à utilização do módulo BiesseNest.

0 = módulo desabilitado.
Máquina múltipla 1 = habilitação à troca de máquina activa, sem precisar
efectuar uma nova instalação, no caso em que haja a
necessidade de trabalhar com mais máquinas pertencentes
a família diferentes.

0 = troca máquina activa desabilitada.

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4 Configurações gerais

Placa Optimizador
Essa placa permite definir os dados de default do optimizador.

Os campos desabilitados não são descritos, pois são reservados exclusivamente ao


técnico Biesse.

Quadro Tipo de optimização; permite escolher o tipo de optimizador. As três opções estão ligadas
aos campos presentes no quadro Dados típicos optimização.
Por lista de trabalho; permite ordenar os trabalhos na ordem presente no programa
emergente.
Por Lista de trabalho e perfuração na cabeça; permite ordenar os trabalhos de perfuração
optimizáveis no início do programa ou sob as instruções ou sob os trabalhos não optimizáveis
(ver parágrafo 12.13 “Funções do programa”, pág. 223), concentrando-as de modo a executar
menos descidas possíveis.
Nos programas que contêm perfurações e instruções/trabalhos não optimizáveis, por
exemplo a s suspensões, as perfurações optimizáveis que o optimizador encontra depois das
instruções não são deslocadas para o início do programa, mas ordenadas e inseridas logo
depois das próprias instruções. Nos programas que contêm perfurações sem instruções/
trabalhos não optimizáveis, o optimizador procura todas as perfurações optimizáveis e as
desloca para o início do programa. Exemplo:
• em uma sequência R1, B1, B2, B3, R2, B4, onde com R se identificam as fresagens
optimizáveis e com B as perfurações optimizáveis, o optimizador deslocará todas as
perfurações para o início, concentrando-as: (B1, B2, B3, B4), R1, R2.
• em uma sequência B1, R1, B2, R2 não optimizável, B3, B4, o optimizador executará as
seguintes operações: (B1, B2) R1, R2 não optimizável, (B3, B4).
Por Tempo; permite reduzir os tempos de trabalho ao máximo.
Por Tipo de trabalhos; permite ordenar os trabalhos escolhendo com base no tipo
(W_CUTTING, W_ROUTING, etc.).

Quadro Dados típicos optimização; campos ligados às opções escolhidas no quadro Tipo de
optimização.
Direcção X+; vincula o optimizador a ordenar os trabalhos de perfuração de modo a que o
centro de trabalho mova-se sempre na direcção X positivo.
Direcção X-; vincula o optimizador a ordenar os trabalhos de perfuração de modo a que o
centro de trabalho mova-se sempre na direção de X negativa.
Mudar a ordem das ferramentas; autoriza o optimizador a agrupar, quando possível, os
trabalhos que utilizam a mesma ferramenta. Deste modo, é possível reduzir as operações de
troca de ferramentas e os tempos relativos à ligação e desligamento do mandril eléctrico.
Optimizar antes da perfuração; vincula o optimizador a concentrar os trabalhos de perfuração
consecutivos, optimizando-os da melhor maneira, de modo a executar menos descidas
possíveis.
Ordenar por direcção a ferram.; vincula o optimizador a agrupar os trabalhos de perfuração
segundo a direcção do trabalho.

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4 Configurações gerais

Quadro Opções mudança ferramenta:


Descarregar mandris; permite efectuar o descarregamento das ferramentas dos mandris
sobre os quais foram efectuados os procedimentos de troca de ferramenta automática. Essa
operação é realizada no final de um trabalho. Para habilitar essa função, activar a caixa dos
marcadores.

Quadro Criar programa simétrico:


Mudança de direcção permitida; permite mudar a direcção do trabalho do perfil, para adaptar
o trabalho à ferramenta utilizada (relativamente ao sentido de rotação). Activar o campo
clicando na caixa dos marcadores.
Programas simétricos; habilita a optimização dos programas definidos como simétricos, isto
é, com o campo Simetria da janela de diálogo Variáveis da peça habilitado. a caixa deve ser
marcada.
Quadro Optimização cálculo descidas:
Tipo; permite escolher com qual critério o CAM deve executar a optimização dos trabalhos de
perfuração.
• Não; permite deixar máxima liberdade ao CAM durante o processo de optimização das
perfurações.
• Man.; habilita as opções abaixo para decidir como o CAM deve se comportar durante o
processo de optimização das perfurações.
Máx. eixo intermédio em X; permite indicar o eixo intermédio máximo em X que devem ter
dois mandris de perfuração para poderem ser unidos em uma só descida de perfuração.
Máx. eixo intermédio em Y; permite indicar o eixo intermédio máximo em Y que devem ter
dois mandris de perfuração para poderem ser unidos em uma só descida de perfuração.
.Número máx. mandris; permite indicar a quantidade máxima de mandris a concentrar em
uma única descida de perfuração.
Stop na primeira descida máxima; permite interromper a procura executada pelo CAM na
primeira descida optimal, sem seguir além. Marcar a caixa, para executar essa operação.

Quadro Dados vários:


Habilitar limites sw; habilita a verificação sobre os mandris e controla de forme que estes
respeitem os limites do software. Essa operação é efectuada em fase de optimização. Para
tornar disponível esse teste, activar o campo clicando na caixa dos marcadores.
Habilita multidescida mandril eléctrico; habilita (rectângulo marcado) o trabalho
contemporâneo de dois mandris eléctricos.
Tolerância descida múltipla; permite indicar a diferença em milímetros que pode haver entre
duas ferramentas utilizáveis em uma mesma descida de perfuração e/ou de fresagem. Nesse
caso, o CAM, encontrando mais combinações de mandris, tem a possibilidade de decidir,
considerando a margem de tolerância entre os comprimentos das pontas, quais ferramentas
utilizar em uma descida.
Trab. passantes no fim; habilita o critério de optimização dos trabalhos passantes e não
passantes. Marcando a caixa, o optimizador realiza primeiramente os trabalhos não
passantes e finalmente aqueles passantes.
Descida melhor; permite efectuar uma escolha entre as várias possíveis combinações de
mandris utilizáveis em uma mesma descida de perfuração. Nesse caso, o CAM, encontrando
mais de uma combinação de mandris, tem a possibilidade de escolher qual a melhor.

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4 Configurações gerais

Placa Ferramentas
Essa placa permite definir os dados default das ferramentas.

Os campos desabilitados não são descritos, pois são reservados exclusivamente ao


técnico Biesse.

Distância de segurança ferramentas perfuração; define a distância de segurança default das


ferramentas de perfuração.

Distância de segurança ferramentas fresagem; define a distância de segurança de default das


ferramentas de fresagem.

Distância de segurança ferramentas corte; define a distância de segurança de default das


ferramentas de corte.

Diâmetro de default ferramentas corte; define o diâmetro default das ferramentas de corte.

Imagem default; permite atribuir a uma ferramenta uma imagem default em formato BMP. Activar
a caixa para fazer com que o sistema associe à ferramenta criada uma imagem default, no caso
em que esta não tenha uma imagem predefinida.

Mostrar bitmap na tabela ferramentas ; permite exibir na área com a lista de árvore da aplicação
ToolManager a imagem em formato BMP da ferramenta seleccionada.

Gestão automática classes; activa o cálculo automático da velocidade, em relação ao diâmetro da


ferramenta, referindo-se às curvas descritas nos dados da classe da ferramenta.

Placa Máquina
Esta placa permite configurar o sistema das coordenadas cartesianas na aplicação
MachineConfiguration, definindo a disposição dos eixos cartesianos sobre a máquina e as
referências para as angulações e as inclinações. Permite também a definição das cores dos
elementos visualizados.

Os campos desabilitados não são descritos, pois são reservados exclusivamente ao


técnico Biesse.

Cores elementos; permite configurar as cores com as quais são visualizados os elementos que
aparecem na área gráfica. Para cada elemento desenhado podem ser definidas as cores relativas
ao campo Borda, ao campo Enchimento e pode-se configurar o tipo de campo Linha.

Cores globais; permite estabelecer as cores utilizadas para a gráfica dos elementos da máquina
presentes na aplicação MachineConfiguration.

Usar um único DXF ; permite associar a toda a máquina um único ficheiro DXF (valor default 0).

Usar una imagem de fundo ; permite exibir no fundo da área gráfica da aplicação
MachineConfiguration e das janelas de apetrechamento a representação em 3D da máquina.

Família; indica a família à qual pertence a máquina activa. Esse campo não é modificável, porque
varia com base no tipo de máquina activada (ver parágrafo 4.4 “Troca da máquina activa”, pág.
83).

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4 Configurações gerais

Placa Trabalhos
Esta placa permite configurar alguns dados sobre os trabalhos que a máquina pode realizar.
Trabalhos activos; lista dos trabalhos gerenciados pela máquina activa.

Entradas e Saídas activas; permite definir quais opções fazer aparecer no campo de dados Tipo
Entrada -> e no campo de dados Tipo Saída -> nas janelas de programação dos trabalhos.

Correcção ferramenta: posições relativas ferramenta e percurso; permite escolher a “lógica” da


correcção da ferramenta.
Se se activa a caixa dos marcadores Correcção utente a “lógica” é: ferramenta à direita/esquerda
do percurso. Caso se desactive a caixa dos marcadores Correcção utente a “lógica” é: percurso à
direita/esquerda da ferramenta.

Z de arrombamento; permite indicar o valor máximo de default (ref. A figura 25) alcançável pela
ferramenta depois de ter perfurado a peça. Esse dado se utiliza nos trabalhos passantes.

Figura 25

Precisão; usa-se principalmente para corrigir o valor do eixo intermediário entre os mandris dos
grupos de perfuração durante a conversão em "milímetros" ou "polegadas".Segmento Arqueação
3D; permite definir o comprimento dos segmentos obtidos pela discretização (fraccionamento) de
um arco 3D ou uma hélice. Um valor muito baixo aumenta o número dos segmentos e permite
uma maior precisão.

Correcção utente; permite escolher a modalidade de correcção da ferramenta, ou seja, definir a


posição da ferramenta em relação à trajectória do trabalho.
Segurança; valor em Z de segurança, a aplicar quando se efectuam os trabalhos inclinados. Por
exemplo, quando se utiliza o eixo Tilting (ver figura 26), esse dado é importante, pois, antes de
girar o mandril eléctrico permite posicioná-lo a uma quota de segurança, para evitar colisões com
a peça ou com o plano.

Ângulo mínimo; inclinação de default além da qual o sistema aplica o dado relativo à segurança
definido no campo Segurança.

Figura 26

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91
4 Configurações gerais

Placa Ambiente Editor


Esta placa permite configurar a modalidade de exibição na aplicação Editor.
CAD 2D ; permite a utilização da área gráfica da aplicação CAD para desenhar e exibir todos os
trabalhos programados, excluindo a área gráfica do Editor.

CAM ; activa a configuração default que permite a exibição na área gráfica do Editor dos trabalhos
programados.

Mostrar erros fresagem no CAD; habilita ou desabilita a exibição da mensagem de alerta quando
um desenho for alterado dentro do CAD integrado à aplicação Editor.
Mostrar mensagens macro; habilita ou desabilita a exibição da mensagem de alerta quando é
realizada a criação das macros.

Mostrar número lados standard; mostra o numero de cada lado da peça.

Mostrar dados peça na abertura; activa a janela com as variáveis para definir as características
principais e as dimensões da peça, quando for criado um novo programa de trabalho.

Activar cor; permite exibir as linhas de programação com as cores configuradas no quadro Dados
de ambiente.

Dados de ambiente; permite configurar as cores com as quais são visualizados os textos que
aparecem na área dos comandos da aplicação Editor.

Cores vista gráfica; permite configurar as cores com as quais são visualizados os elementos que
aparecem na área gráfica.

Placa Janelas Editor


Essa placa permite decidir quais campos de dados dos trabalhos serão habilitados e permite
definir quais campos serão visualizados na primeira placa das janelas de diálogo dos trabalhos.

Quadro Dados peça; permite escolher entre os campos listados quais aparecerão na primeira
placa da janela de diálogo Variáveis da peça. Marcar os rectângulos em correspondência aos
campos desejados.
Quadro Janelas de perfuração; permite escolher entre os campos listados, quais devem aparecer
na primeira placa da janela de diálogo dos trabalhos de perfuração. Marcar os rectângulos em
correspondência aos campos desejados.

Quadro Janelas de corte; permite escolher entre os campos elencados, quais fazer aparecer na
primeira placa da janela de diálogo dos trabalhos de corte. Marcar os rectângulos em
correspondência aos campos desejados.

Quadro Janelas de fresagem; permite escolher entre os campos elencados, quais fazer aparecer
na primeira placa da janela de diálogo dos trabalhos de fresagem. Marcar os rectângulos em
correspondência aos campos desejados.

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4 Configurações gerais

Lista parâmetros visível; permite habilitar a escolha facilitada dos parâmetros ou das variáveis,
transformando alguns campos de dados que podem ser preenchidos A em campos de dados
predefinidos B nos quais aparece a lista das variáveis criadas e dos parâmetros de base.
A B

Mostrar lista completa ferramentas; habilita na janela dos trabalhos a escolha da ferramenta a ser
utilizada, desabilitando a escolha da tipologia, isto é, o campo de dados Tipo Ferramenta.
Marcando esse rectângulo, nas janelas dos trabalhos, o campo de dados Código Ferramenta
trará a lista completa de todas as ferramentas.

Nível entrada saída; permite escolher em qual placa das janelas de trabalho fazer aparecer os
campos de dados para definir o tipo de entrada/saída da ferramenta da peça.

Nível da imagem de ajuda; permite escolher qual imagem de ajuda (0, 1 ou 2) deve aparecer nas
janelas de diálogo.

Mostra parâmetros para agregado 21; exibe na janela de diálogo dos trabalhos de perfuração e de
fresagem o campo de dados Ângulo Aggr21 para habilitar ou não o uso do agregado AGGRE42.

Placa Dados perfuração


Essa placa permite definir as configurações default que aparecem nas janelas para a
programação das perfurações. Tais valores valem também quando importa-se um ficheiro DXF
tecnológico no qual não tenha sido especificada toda a tecnologia.

Quadro Dados Gerais


Tipo; permite estabelecer a tipologia da ferramenta proposta na abertura da janela de diálogo.
Ferramenta; permite definir a ferramenta proposta na abertura inicial da janela de diálogo.
Diâmetro; permite definir o valor default do diâmetro da ferramenta proposta na abertura da
janela de diálogo.
Profundidade; permite definir a profundidade do trabalho proposta na abertura da janela de
diálogo.
Passante; define que a profundidade do trabalho proposta na abertura da janela de diálogo
deve ser deslizante.

Quadro Velocidade
Velocidade de trabalho; permite definir a velocidade de avanço da ferramenta durante o
trabalho.
Velocidade de rotação; permite definir a velocidade de rotação da ferramenta durante o
trabalho. Para uma melhor correspondência entre os dados da máquina e os dados indicados
no programa de trabalho, recomenda-se definir nesse campo a velocidade de rotação dos
mandris do grupo de perfuração.

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93
4 Configurações gerais

Velocidade de Saída; permite definir a velocidade de saída da ferramenta na peça, no final do


trabalho.
Velocidade de descida; permite definir a velocidade de entrada da ferramenta na peça, no
inicio do trabalho.

Quadro Dados Típicos


Passadas; permite definir o número default que vai comparecer no campo Passadas verticais
da janela de diálogo dos trabalhos de perfuração.
Distância descida; permite definir o ponto default no qual a ferramenta deve começara
diminuir a velocidade durante o trabalho passante, isto é, a distância entre a ponta e a
superfície inferior da peça.

Quadro Passadas múltiplas


Passo; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas, controla a
volta da ferramenta, trazendo-o à quota de trabalho do passo anterior.
Segurança; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas,
controla a volta da ferramenta, trazendo-o à quota de segurança.
Quota; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas, controla a
volta da ferramenta, trazendo-o a uma distância igual à quota configurada.
Impacto; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas, controla a
volta da ferramenta, trazendo-o à quota de impacto com a superfície da peça.

Placa Dados corte


Essa placa permite definir as configurações default que aparecem nas janelas para a
programação dos cortes. Tais valores valem também quando importa-se um ficheiro DXF
tecnológico no qual não tenha sido especificada toda a tecnologia.

Quadro Dados Gerais


Tipo; permite definir a tipologia da ferramenta proposta na abertura da janela de diálogo.
Ferramenta; permite definir a ferramenta proposta na abertura inicial da janela de diálogo.
Espessura; permite definir a espessura da ferramenta proposta na abertura da janela de
diálogo.
Profundidade; permite definir a profundidade do trabalho proposta na abertura da janela de
diálogo.
Passante; define que a profundidade do trabalho proposta na abertura da janela de diálogo
deve ser deslizante.

Quadro Velocidade
Velocidade de trabalho; permite definir a velocidade de avanço da ferramenta durante o
trabalho.
Velocidade de rotação; permite definir a velocidade de rotação da ferramenta durante o
trabalho.
Velocidade de descida; permite definir a velocidade de entrada da ferramenta na peça, no
inicio do trabalho.

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4 Configurações gerais

Velocidade de Saída; permite definir a velocidade de saída da ferramenta na peça, no final do


trabalho.

Quadro Dados Típicos


Correcção; permite estabelecer a posição da ferramenta em relação à trajectória de trabalho.
Espessura total; permite estabelecer a espessura do trabalho, isto é, a espessura da
caneladura do corte.
Passadas; permite definir o número default que vai comparecer no campo Passadas verticais
da janela de diálogo dos trabalhos de corte.
Tolerância da lâmina; permite definir a quota mínima (mm) necessária para garantir a
sobreposição entre uma passada e a outra da ferramenta durante o trabalho. Permite reduzir
ao mínimo eventuais erros causados por ferramentas desgastadas. Inserindo o valor 1, o
valor 0 ou um valor menor de 0.1, a máquina interpreta este dado como se tivesse tido
configurado a 1.
Invers. possível; habilita um procedimento automático que permite ao optimizador do software
de inverter a direcção de avanço da ferramenta durante o trabalho, com base no sentido de
rotação da lâmina. Este procedimento confere à lamina uma melhor qualidade de trabalho,
pois durante o trabalho o material é comprimido em direcção ao interior da peça, evitando
farpas nas superfícies.
Inverter direcção de trabalho da ferramenta; habilita um procedimento automático que permite
ao software inverte somente a direcção de avanço da ferramenta durante o trabalho.
Correcção raio; habilita à correcção do raio da lâmina durante o trabalho.

Quadro Passadas múltiplas


Passo; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas, controla a
volta da ferramenta, trazendo-o à quota de trabalho do passo anterior.
Segurança; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas,
controla a volta da ferramenta, trazendo-o à quota de segurança.
Quota; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas, controla a
volta da ferramenta, trazendo-o a uma distância igual à quota configurada.
Impacto; habilita um procedimento automático que, durante as múltiplas passadas, controla a
volta da ferramenta, trazendo-o à quota de impacto com a superfície da peça.

Placa Dados fresagem


Essa placa permite definir as configurações default que aparecem nas janelas para a
programação da fresagem. Tais valores valem também quando importa-se um ficheiro DXF
tecnológico no qual não tenha sido especificada toda a tecnologia.

Quadro Dados Gerais


Tipo; permite estabelecer a tipologia da ferramenta proposta na abertura da janela de diálogo.
Ferramenta; permite estabelecer a ferramenta proposta na abertura inicial da janela de
diálogo.
Diâmetro; permite definir o valor default do diâmetro da ferramenta proposta na abertura da
janela de diálogo.

BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


95
4 Configurações gerais

Profundidade; permite definir a profundidade default do trabalho proposta na abertura da


janela de diálogo.
Passante; define que a profundidade do trabalho proposta na abertura da janela de diálogo
deve ser deslizante.

Quadro Velocidade
Velocidade de trabalho; permite definir a velocidade de avanço da ferramenta durante o
trabalho.
Velocidade de rotação; permite definir a velocidade de rotação da ferramenta durante o
trabalho.
Velocidade de descida; permite definir a velocidade de entrada da ferramenta na peça, no
inicio do trabalho.
Velocidade de Saída; permite definir a velocidade de saída da ferramenta na peça, no final do
trabalho.
Quadro Dados Típicos
Correcção; permite estabelecer a posição da ferramenta em relação à trajectória de trabalho.
Invers. possível; habilita o procedimento automático que permite ao software decidir se
manter ou inverter a direcção de avanço da ferramenta durante o trabalho.
Habilita Zi Zf; habilita a gestão do campo Z inicial e do campo de dados Z final, ambos
definidos na fase de programação. Se a caixa estiver desabilitada, o CAM não gerencia os
dados definidos nos dois campos acima citados.
Passadas; permite definir o número default que vai aparecer no campo Passadas verticais da
janela de diálogo dos trabalhos de fresagem.
Sobrematerial; permite definir a quantidade de material a ser transportado durante o
acabamento do trabalho.
Mín. compr. desac. ; permite definir o ponto próximo ao canto da peça no qual o mandril
eléctrico deve começar a diminuir a velocidade. O valor está expresso em milímetros e
representa a distância mínima do canto utilizável pelo sistema, no caso em que tenha sido
configurado um valor inferior no campo Dist. Desacel. nas janelas de diálogo dos trabalhos de
fresagem.
Cantos vivos ; habilita um procedimento automático que permite ao software de interpretar e
executar os trabalhos programados com o canto vivo.
Saída cantos; permite definir o valor default da distância que a ferramenta deve manter da
peça quando sai próximo ao canto vivo.
Angulo dos cantos; permite definir o valor default do ângulo de saída da ferramenta da peça
para realizar o canto vivo. Esse valor é aplicado à gráfica somente quando durante a
programação da fresagem é omitido o nome da ferramenta, caso contrário, especificando o
nome da ferramenta, o sistema utiliza o dado Ângulo canto definido na janela de diálogo
Parâmetros da ferramenta.
Flutuação; permite habilitar o software ao uso da copiadora. Activando a caixa, o campo de
dados homónimo das janelas de diálogo da fresagem activa-se.
Deflector de cavacos; permite habilitar o software ao uso do deflector de cavacos. A caixa
marcada permite desenvolver na janela de diálogo da fresagem os campos de dados para
utilizar o deflector de cavacos.

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4 Configurações gerais

Quadro Entrada Saída


Tipo entrada; permite estabelecer a tipologia de entrada da ferramenta na peça proposta na
abertura da janela de diálogo.
Tipo saída; permite estabelecer a tipologia de saída da ferramenta da peça proposta na
abertura das janelas de diálogo.
Ângulo entrada; permite definir o ângulo de entrada da ferramenta na peça em relação ao
plano cartesiano X-Y.
Dis.Ent.Fer.; permite definir a translação do ponto de origem do trabalho, mais adiante o atrás
sobre a mesma trajectória. Utiliza-se somente sobre os perfis fechados.
Dist Desacel.; permite definir a distância entre o ponto de desaceleração da ferramenta e o
ponto de descontinuidade geométrica. A desaceleração acontece quando a ferramenta
aproxima-se do ponto de descontinuidade geométrica ou quando se afasta dele.
Ângulo saída; permite definir o ângulo de saída da ferramenta da peça em relação ao plano
cartesiano X-Y.
Dist Sobr.; permite definir a distância entre o ponto de entrada da ferramenta e o ponto de
saída da ferramenta da peça.
Raio %; permite definir o valor default do raio de entrada e de saída da ferramenta da peça.
Percurso Delta Saída; permite definir o valor default do delta de saída da ferramenta da peça.
Compensac. sem EntradaSaída; define que, mesmo não havendo entradas e saídas da
ferramenta da peça, seja mesmo assim realizada uma compensação automática em ar.
Compensac. na EntradaSaída; define que as entradas e as saídas da ferramenta da peça
devem ser realizadas com a compensação.
Habilitar velocidade percentual; habilita a gestão da velocidade em percentual. O campo
activo altera a configuração do dado no campo Vel.Trab. [mm/min] das janelas dos trabalhos
de fresagem. Nesse caso, com efeito, este último dado ganha outro significado; o valor a ser
inserido não diz mais respeito a uma velocidade, mas a um percentual para aumentar ou
diminuir o valor da velocidade inserido no campo de dados Std VelTra da ferramenta.
Por exemplo, suponhamos que a ferramenta a ser utilizada tenha uma velocidade de trabalho
igual e 3.000 mm/min, para alterá-la e reconduzi-la a 1.500 mm/min, é preciso inserir no
campo Vel.Trab. [mm/min] das janelas dos trabalhos o número 50 (3.000 x 50% = 1.500) e
não o valor 1.500.
Angulo de default; permite definir o ângulo default com base no tipo de entrada ou de saída
seleccionado dentro da lista superior.

Placa Importar de CN
Os dados ilustrados nessa placa são utilizados pelos módulos que realizam a importação dos
dados máquina dos diversos CN (XNC, NC4xx etc). Uma parte desses dados são utilizados na
aplicação MachineConfiguration durante as fases de importação como valores default para todos
os dados que faltam.
Confirmar dimensões; habilita a mensagem de confirmação das dimensões de cada elemento.

Confirmar velocidade; habilita o pedido de confirmação sobre os dados relativos à velocidade de


trabalho dos componentes da máquina importados.

BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


97
4 Configurações gerais

Confirmar diâmetro; habilita o pedido de confirmação dos dados relativos ao diâmetro mínimo e
máximo das ferramentas compatíveis com os dados dos mandris importados.

Introduzir DXF ; habilita a mensagem de confirmação do nome do DXF a ser associado a cada
elemento.
Lugar do depósito se desconhecido; habilita a mensagem de confirmação do porta-ferramentas
do depósito, caso não tenha sido especificado nas tabelas de importação.

Introduzir posiç. patim; habilita a mensagem de confirmação do número de posições do patim,


caso esse número não tenha sido encontrado nas tabelas do PLC.

Diâm. mandril; valor default do diâmetro mínimo/máximo da ferramenta compatível com o mandril
a ser associada aos mandris desprovidos desse dado.

Vel. Rotação; valor default da velocidade de rotação mínima/máxima a ser associado às


ferramentas e aos agregados desprovidos desse dado.

VelTrabalho; valor default da velocidade de trabalho (avanço) mínima/máxima a ser associado às


ferramentas e aos agregados desprovidos desse dado.

VelDescida; valor default da velocidade de descida mínima/máxima a ser associado às


ferramentas desprovidas desse dado.

Mandril para direita, Mandril para esquerda, Mandril indiferente; permitem definir o sentido de
rotação default a ser associado aos mandris de perfuração importados.

Confirmar vel. rotaç; permite habilitar a mensagem de confirmação da velocidade de rotação para
cada ferramenta de perfuração.

Engate ferr. perfuração; permite definir o tipo de engate para as ferramentas de perfuração.

Engate ferr. TPTCHAgregados; permite definir o tipo de engate para as ferramentas de fresagem
e para os agregados.

Engate ferr. lâmina; permite definir o tipo de engate para as ferramentas de lâmina circular.

Placa Entrada Saída


Essa placa permite definir os PostProcessor impostos à maquina e seus eventuais parâmetros.
Os dados contidos nessa placa são reservados exclusivamente ao técnico Biesse.

; botão para definir o directório default no qual descarregar os ficheiros ISO produzidos.

Placa Definição DXF


Essa placa permite definir as configurações para importar os ficheiros em formato DXF. Para
informações detalhadas, consultar o capítulo 20.

Tipo activo; permite estabelecer o formalismo, ou seja a tipologia de regras a serem usadas para
a importação dos ficheiros DXF.
Parâmetros; lista dos parâmetros aos quais associar as chaves dos layers dos DXF a serem
importados. A lista dos parâmetros varia com a base no tipo de formalismo escolhido no campo
Tipo activo (para a descrição dos parâmetros, consultar o capítulo 20, na pág. 371).

98 BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


4 Configurações gerais

Chaves; lista das chaves a serem utilizadas para gerar a sintaxe dos layers DXF a serem
importados. A lista varia com base no tipo de formalismo escolhido no campo Tipo activo. As
chaves listadas podem ser alteradas, isto é, personalizadas (ver capítulo 20, na pág. 371).

Permite salvar um ficheiro com extensão LAY contendo a configuração das chaves definidas
na placa. Esse ficheiro pode ser utilizado para configurar os ficheiros DXF que podem ser
importados no BatchRun.

; abre uma configuração das chaves.

Separador Expressões alfanumérica; caractere separador dos valores alfanuméricos a serem


utilizados para a sintaxe dos layers. Dados default.

Símbolos ressentem as maiúsculas; permite habilitar ou desabilitar a função "case sensitive", ou


seja, a capacidade de diferenciar as letras minúsculas das maiúsculas. Por exemplo, as chaves
descritas na tabela para serem reconhecidas pelos sistemas devem corresponder àquelas
originadas definidas nos layers; as letras maiúsculas ou minúsculas devem ser escritas de modo
coreto (a palavra "painel" não pode ser reconhecida como "Painel" ou "PAINEL", mas somente
como "painel"). O marcador preto na caixa indica que a função fora activada.

Dimensão X peça; permite definir o valor default da dimensão da peça em direcção ao eixo X.
Este valor é automaticamente colhido caso não tenha sido especificado no layer do DXF
importado.

Dimensão Y peça; permite definir o valor default da dimensão da peça em direcção ao eixo Y.
Este valor é automaticamente colhido caso não tenha sido especificado no layer do DXF
importado.

Dimensão Z peça; permite definir o valor default da dimensão da peça em direcção ao eixo Z.
Este valor é automaticamente colhido caso não tenha sido especificado no layer do DXF
importado.

Tolerância no DXF; permite definir a precisão das cifras decimais para a conversão dos DXF.
Segmentar elipses; permite decompor as geometrias de forma elíptica presentes nos ficheiros
DXF fragmentando-as em muitos segmentos curvilíneos. Essa funcionalidade pode ser útil
quando o arco da elipse faz parte de um perfil. Marcar a caixa para obter essa funcionalidade. Ao
contrário, a caixa desabilitada permite importar a elipse como entidade única.

Unidade de medida; permite definir a unidade de medida default. A unidade de medida indicada
neste campo é utilizada pelo sistema no caso em que no ficheiro em formato DXF importado não
tenha sido definida uma específica unidade de medida.

Import layer em ordem alfabética; permite decidir a ordem a ser utilizada para importar os layers
dos DXF, no caso em que seja escolhido o formalismo de tipo BIESSE (opção BiesseWorks DXF).
A caixa habilitada indica que os layers DXF são importados seguindo a ordem alfabética. A caixa
desabilitada indica que não há alguma variação nos layers importados - mantendo a ordem dada
durante sua realização.

BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


99
4 Configurações gerais

Figura 27: Definição dos símbolos nas configurações do software (setup).


Tabela de parâmetros A e tabela dos símbolos (blocos) B.

Placa Apetrechamento
Essa placa permite definir alguns aspectos para a exibição das janelas de diálogo relativas ao
apetrechamento.

Mostrar arvore dados em apetrechamento máquina; mostra a área com a lista de árvore na janela
de diálogo Apetrechamento da máquina.
Mostrar arvore de dados em apetrechamento do depósito; mostra a área com a lista de árvore na
janela de diálogo Apetrechamento dos depósitos.

Memorizar ultimo elemento no primeiro plano; salva na memória a última configuração de


exibição na janela de diálogo Apetrechamento da máquina, mostrando-a na abertura sucessiva.

Verificação apetrechamento sub-mand. agregado; habilita o sistema ao controle da


compatibilidade entre ferramentas e agregados.

Placa Lista de trabalho


Os dados contidos nessa placa são reservados exclusivamente ao técnico Biesse. Recomenda-
se não alterar as configurações.

Placa Titulo Geral


Essa placa permite definir alguns valores que determinam o funcionamento geral dos módulos de
BiesseWorks.

Botões grandes; permite exibir nas barras de ferramentas os botões grandes. As dimensões dos
botões são de 32 por 32 pixels.

100 BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


4 Configurações gerais

Botões peq.; permite exibir nas barras de ferramentas os botões pequenos. As dimensões dos
botões são de 16 por 16 pixels.

Botões utente; permite personalizar a dimensão dos botões das barras de ferramentas. Inserir o
valor em pixels no campo Dimens. (o valor default é 24).
Unidade de medida; permite definir a unidade de medida default. Quando é configurada uma
unidade de medida, por exemplo "milímetros", se durante a programação se quer utilizar uma
outra unidade, por exemplo "polegadas", é possível forçar a informação do dado, isto é, introduzir
o valor seguido de um asterisco mais a unidade de medida (p. ex.: 500*pol.).

Língua; permite alterar o idioma do software. Depois da escolha, é necessário reiniciar as


aplicações.

Placa Senha
Essa placa permite habilitar os utilizadores à alteração de alguns dados do software.

Password; permite habilitar novos usuários inserindo a palavra-passe (ver parágrafo “Activação
da palavra-passe”, na pág. 102).

Mudar Senha; indica os usuários habilitados e permite seleccioná-los para mudar a palavra-passe
(ver parágrafo “Gestão dos níveis de palavra-passe”, na pág. 102).

Placa Planos de trabalho


Os dados contidos nessa placa são reservados exclusivamente ao técnico Biesse.

Placa Dados ferramentas


Os dados contidos nessa placa são reservados exclusivamente ao técnico Biesse.

BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


101
4 Configurações gerais

4.6 Palavra-passe
A palavra-passe é um código alfanumérico que serve para proteger determinados dados de
possíveis manipulações. Existem vários níveis de palavra-passe, com base na utilização do
software. Uma palavra-passe de nível elevado permite realizar todas as operações possíveis e
salvar os dados de forma permanente.

Activação da palavra-passe
Para habilitar novos usuários associados a um dos 5 níveis de palavra-passe disponíveis, exibir a
janela de diálogo Setup e clicar na placa Senha. Inserir o código no campo de dados específico,
clicar no comando Confirmar e no botão Gravar e sair.

Gestão dos níveis de palavra-passe


Para associar a cada nível de usuário uma palavra-passe ou para alterar a palavra-passe
associada a um nível de usuário específico, exibir a janela de diálogo Setup e clicar na placa
Senha. Seleccionar o nível de usuário desejado da lista e inserir o código no campo Introduza
senha nova e no campo Confirme senha. Confirmar a configuração clicando no botão Confirmar.

4.7 Configuração do idioma


Para configurar o idioma, exibir a janela de diálogo Setup, inserir a palavra-passe nível 5, clicar na
placa Titulo Geral e escolher o idioma no campo dados Língua. Fechar a janela de diálogo Setup
clicando no botão Gravar e sair. Para tornar activa o idioma configurado, fechar os aplicativos
abertos e iniciá-los novamente.

102 BIESSE S.p.A. © - a710k0005.fm081008


5 Noções de programação

5 Noções de programação

No seguinte capítulo são apresentadas as informações base necessárias para a programação.

Com o termo programação entende-se a realização de um ficheiro com extensão BPP


(documento da aplicação Editor ou programa de trabalho) contendo os dados relativos aos
trabalhos que a máquina deve realizar sobre a peça.

5.1 Descrição da peça


Descrição dos lados padrão da peça:

lado 0: parte superior da peça;

lado 1: parte esquerda da peça;

lado 2: parte anterior ou frontal da peça;

lado 3: parte direita da peça;

lado 4: parte posterior da peça;

lado 5: parte inferior da peça;

Figura 28

BIESSE S.p.A. © - a705k0046.fm081008


103
5 Noções de programação

Cantos da peça
Cada lado da peça tem como pontos de referência os cantos (figura 29) dos quais partir para
realizar qualquer tipo de trabalho.

Figura 29

Os cantos de referência servem para estabelecer o ponto zero do qual partir para determinar as
coordenadas dos desenhos geométricos; com base no canto escolhido o desenho realizado muda
de posição.
O desenho ilustrado na figura 30 mostra o exemplo de dois furos com as mesmas coordenadas,
realizados partindo de cantos diversos.

Figura 30

104 BIESSE S.p.A. © - a705k0046.fm081008


5 Noções de programação

5.2 O perfil geométrico


O perfil geométrico representa o molde a ser trabalhado (cortar, perfurar, fresar) e pode ser
realizado através da utilização das ferramentas EGA presentes no aplicativo Editor (ver capítulo
15), do CAD SmartSketch integrado (ver capítulo 16), ou através da utilização de um CAD externo
(ver capítulo 20). O perfil representa a trajectória de trabalho da ferramenta à qual associar os
parâmetros inerentes ao trabalho, isto é, as informações sobre a velocidade das ferramentas,
sobre a velocidade de trabalho, sobre as passadas a serem realizadas com a ferramenta, etc..

5.3 Tipos de trabalhos programáveis


Podem ser programadas perfurações, fresagens, cortes verticais e horizontais. Os trabalhos
verticais são realizados com a ferramenta posta perpendicularmente ao plano de trabalho (ref. A
figura 31), enquanto que os trabalhos horizontais são realizados com a ferramenta posta
paralelamente ao plano de trabalho (ref. B figura 31).

Figura 31

Perfurações
As perfurações podem ser "optimizadas" e "não optimizadas”. Ambas podem ser realizadas
utilizando os mandris do grupo de perfuração ou o mandril eléctrico. O CN realiza a busca
automática das ferramentas com base nos dados configurados (diâmetro, tipo de ponta etc)
escolhendo entre os mandris presentes na configuração da máquina aqueles mais adequados
para realizar o trabalho iniciado.
Entre esses tipos de trabalhos há uma única diferença, que diz respeito à ordem segundo a qual
se realiza o programa de trabalho. No caso de trabalhos “não optimizados” o programa é
executado em ordem sequencial assim como fora criado pelo operador, ao passo que, no caso de
trabalhos “optimizados”, o programa é elaborado pelo CN que escolhe o caminho mais rápido
para realizar os trabalhos.

Lista dos trabalhos de perfuração programáveis (ver parágrafo 13.2, na pág. 274):

BIESSE S.p.A. © - a705k0046.fm081008


105
5 Noções de programação

„ Perfurações genéricas sobre qualquer lado da peça.

Figura 32

„ Perfurações verticais sobre o lado 0 ou sobre o lado 5 da peça.

Figura 33.

„ Perfurações horizontais sobre o lado 1, sobre o lado 2, sobre o lado 3 ou sobre o lado 4 da
peça.

Figura 34

„ Perfurações com utilização do eixo C, a serem efectuadas sobre os lados lineares ou


circulares.

Figura 35

106 BIESSE S.p.A. © - a705k0046.fm081008


5 Noções de programação

„ Perfurações system, ou seja, tipos de perfurações paramétricas e repetidas, a serem


realizadas em cada lado da peça:
tipo centro-furo; realiza uma fila de furos colocando o primeiro no centro da peça e
distribuindo os outros de forma equidistante. Os furos realizados são sempre centrados na
peça, quaisquer que sejam as suas dimensões.

Figura 36

tipo centro-espaço; realiza uma fila de furos colocando o centro do eixo intermediário dos
primeiros dois furos no centro da peça e distribuindo os outros de forma equidistante entre si.
O centro do eixo intermediário é sempre colocado no centro da peça.

Figura 37

tipo com correcção com deslocamento; realiza uma fila de furos calculando que o trabalho
pare na quota configurada, quota que diz respeito à distância do último furo do final da peça
(ref. A, figura 38).

Figura 38
A

tipo com correcção no centro; realiza uma fila de furos corrigindo-os sempre no centro com
base na variação do comprimento da peça.

Figura 39

„ Perfurações da geometria, isto é, perfurações derivadas de um desenho geométrico, a serem


realizadas sobre cada lado da peça.

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107
5 Noções de programação

Fresagens
As fresagens são realizadas utilizando um perfil geométrico. O perfil pode ser importado (ver
capítulo 19) ou realizado no modo EGA (ver capítulo 15) ou com o auxílio de SmartSketch (ver
capítulo 16), que interage directamente com a aplicação Editor. Os trabalhos de fresagem são
realizados com das ferramentas montadas sobre mandris com pinça ou sobre os agregados
instalados nos mandris eléctricos.
Lista dos trabalhos de fresagem programáveis:
„ Trabalho do contorno da peça utilizando como perfil um desenho geométrico.

Figura 40

„ Trabalhos a serem executados sobre qualquer superfície da peça, criando figuras ou


desenhos geométricos aos quais atribuir uma fresagem (ref. A, figura 41) ou um
esvaziamento (ref.B e C, figura 41).
„ Realização de textos aos quais atribuir uma fresagem a ser executada sobre qualquer
superfície da peça (ref. D, figura 41).

Figura 41
B

A
C

108 BIESSE S.p.A. © - a705k0046.fm081008


5 Noções de programação

Cortes
Podem ser programados vários tipos de cortes a serem realizados com as ferramentas de lâmina
circular montadas nos mandris eléctricos ou nos grupos presentes sobre os slots.
Lista dos trabalhos de corte programáveis (ver parágrafo 13.3, na pág. 281):
„ Cortes em direcção ao eixo X a serem realizados sobre o lado 5 ou sobre o lado 0 da peça.

Figura 42

„ Cortes em direção ao eixo Y, a serem realizados sobre o lado 5 e sobre o lado 0 da peça.

Figura 43

„ Cortes em ângulo sobre cada lado da peça.

Figura 44

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109
5 Noções de programação

„ Cortes em torno do perímetro da peça para esquadriar-la, a realizar em cada lado desta.

Figura 45

„ Cortes quadrangulares, a serem realizados em cada lado da peça.

Figura 46

„ Cortes derivados de um desenho geométrico a serem realizados sobre cada lado da peça.

Figura 47

110 BIESSE S.p.A. © - a705k0046.fm081008


Apetrechamento
6 Catalogação das ferramentas/agregados

6 Catalogação das ferramentas/


agregados

Catalogar as ferramentas e os agregados significa providenciar o registro de suas características


físicas e técnicas em uma base de dados a ser utilizada no momento do apetrechamento da
máquina.
A operação é gerenciada pela aplicação ToolManager para as ferramentas e pelo aplicativo
MachineConfiguration para os agregados.

Antes de realizar o efectivo apetrechamento da máquina, recomenda-se controlar as ferramentas


a serem instaladas estejam presentes na base de dados das ferramentas ou, caso contrário,
proceder a seu registro.

Quando o software estiver conectado à máquina, antes de efectuar as alterações na base de


dados, controlar sempre o estado do sinal de alerta . A cor vermelha alerta que a máquina
está em movimento para realizar um trabalho ou zerar os procedimentos; neste caso, as
alterações não são permitidas. A cor verde avisa que a máquina está parada e que é possível
realizar qualquer tipo de alteração.
O disquete intermitente na barra de estado indica que uma alteração está ocorrendo e que não é
possível executar nenhum programa antes de salvar as alterações.

Os dados apresentados no capítulo a seguir estão expressos em milímetros. Caso, durante


o Setup, tenha sido definido o sistema de medidas em polegadas, os dados das aplicações
BiesseWorks serão também expressos em polegadas.

6.1 Noções de base


A catalogação das ferramentas de corte, perfuração e fresagem foi predisposta de modo a poder
agrupá-los com base em uma escala hierárquica, atribuindo a cada um deles um "tipo", uma
"classe" e um "grupo".

A "classe" representa o degrau principal de uma escala hierárquica à qual a ferramenta pertence.
Dar a uma ferramenta uma classe significa defini-lo em relação aos outros com base nos
trabalhos que pode realizar. O procedimento de definição da classe deve ser realizado ao criar
uma ferramenta para associá-la àqueles que realizam o mesmo trabalho.
No default foram criadas as classes listadas a seguir que podem ser visualizadas só se
habilitadas.
„ C_Routing; define todas as fresas que efectuam perfurações ou fresagens. Todas as várias
tipologias de frases deverão ser associadas a essa "classe".
„ C_Cutting; define todas as ferramentas de forma circular (lâmina) que efectuam cortes. Todas
as várias tipologias de lâminas circulares deverão ser associadas a essa "classe".

BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


113
6 Catalogação das ferramentas/agregados

„ C_Drilling; definem todas as ferramentas que efectuam o trabalho de perfuração. Todas as


várias tipologias de pontas deverão ser associadas a essa "classe".
„ C_Inserting; define as inserções das articulações, das chapas de montagem, ganchos, guias
etc, que por motivos de gestão são consideradas e catalogadas como ferramentas.
„ C_Tracing; define o apalpador que por motivo de gestão é catalogada e considerada como
ferramenta.
„ C_Edging; define as ferramentas presentes no grupo de aplicação de cola.

„ C_Blowing; define as ferramentas presentes no agregado de sopro.

„ C_Trimming; define as ferramentas de perfilação a serem instaladas no agregado de


perfilação.
„ C_Scraping; define as ferramentas de raspagem a serem instaladas no agregado de
raspagem.

O "tipo" representa o segundo degrau da escala hierárquica à qual a ferramenta pertence. Dar a
uma ferramenta uma determinada tipologia significa defini-la em relação a suas características
físicas. O procedimento de definição da tipologia deve ser realizado ao criar uma ferramenta para
associá-la àqueles que apresentam suas mesmas características. Po exemplo, todas as fresas
em vela deverão pertencer à mesma tipologia.

O "grupo" representa o último degrau de uma escala hierárquica à qual a ferramenta pode
pertencer. Essa classificação não é obrigatória como as anteriores, pois com essa definição são
associados todos as ferramentas utilizadas para um trabalho específico. Para maiores
esclarecimentos, consultar o parágrafo 6.8 na pág. 130.

Para facilitar as operações de catalogação das ferramentas, a Biesse oferece uma base de dados
com uma lista predefinida de itens relativos às classes e aos tipos. Para utilizar essas
configurações, iniciar a aplicação ToolManager e efectuar somente o registro das ferramentas.
Para criar novos “tipos" ou novas "classes", iniciar a aplicação ToolManager e observar as
instruções que seguem:
Exibir a janela de diálogo para efectuar a criação de novas "classes" (consultar “Gestão das
classes” na pág. 117).
Exibir a janela de diálogo para efectuar a criação de novos "tipos" (consultar “Gestão dos
tipos” na pág. 119).

Em relação aos agregados, o Biesse oferece uma lista predefinida que compreende todos os
agregados disponíveis. Caso desejar adquirir novos agregados, consultar o parágrafo 6.10
“Gestão dos agregados” na pág. 133 para catalogá-los.

Alguns comandos acerca da gestão dos ferramentas, como a criação, a alteração e o


apagamento poderiam não estar activados porque dependem da inserção de uma palavra-
passe específica. Para configurar o nível correcto de palavra-passe, consultar o parágrafo
4.6 na pág. 102.

Utilização da tabela da área de dados


Algumas operações de gestão das ferramentas podem ser realizadas ao trabalhar directamente
sobre a tabela da área de dados.

114 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

„ Clicar duas vezes sobre um item da coluna CÓDIGO para modificar os dados de cada
ferramenta. Exibe-se a janela de diálogo Parâmetros da ferramenta. Para a descrição dos
campos da janela, consultar o parágrafo 6.5 na pág 121.
„ Para modificar o valor da tabela, clicar duas vezes sobre um rectângulo da coluna desejada.
Se o valor não puder ser alterado, aparece uma breve mensagem com a razão da falha da
operação.
„ Exibir as ferramentas com base em suas características físicas e técnicas utilizando a janela
dos filtros. Para a descrição da janela, consultar o parágrafo 6.9 na pág 131.
„ Utilizar o menu rápido, para alterar de forma rápida algumas operações como, por exemplo, a
criação de uma ferramenta, clicando em qualquer ponto da tabela .

O menu rápido da aplicação


Através da utilização do menu rápido, é possível gerenciar a catalogação das ferramentas
trabalhando directamente na área de dados ou sobre a lista de árvore. Para exibir o menu,
posicionar o cursor sobre um rectângulo da tabela ou sobre um item da lista de árvore.
„ Para criar uma ferramenta copiando as características de uma já existente, seleccionar na
lista de árvore ou na tabela a ferramenta a ser copiada e escolher no menu rápido o item
Copiar ferramenta. É exibida a janela de diálogo Parâmetros da ferramenta e continuar a
colocação das informações dos dados que faltam. Para a descrição dos campos, consultar o
parágrafo 6.5 na pág. 121.
„ Para eliminar uma ferramenta da base de dados, seleccionar na lista de árvore ou na tabela
da área de dados a ferramenta a ser eliminada e escolher no menu rápido o item Cancelar
ferramenta.
„ Para criar uma nova ferramenta, seleccionar na lista de árvore ou na tabela uma ferramenta
qualquer e escolher no menu rápido o item Ferramenta nova. É exibida a janela de diálogo
Parâmetros da ferramenta e proceder então à informação dos dados. Para a descrição dos
campos, consultar o parágrafo 6.5 na pág. 121.
„ Para modificar os dados de uma ferramenta, seleccionar na lista de árvore ou na tabela a
ferramenta a ser modificada e escolher no menu rápido o item Modificar ferramenta. Abre-se
a janela de diálogo Parâmetros da ferramenta (ver figura 50 na pág. 121) e executar a
modificação dos dados que faltam. Clicar no botão antes de fechar a janela.
„ Para alterar o valor de uma ferramenta, seleccionar a caixa da coluna desejada (por exemplo
o diâmetro) e escolher no menu rápido o item Modificar Valor ->. Configurar um novo valor. Se
quiser alterar os valores da coluna inteira, activar a caixa dos marcadores. Clicar no botão
para confirma a operação.
„ Para dar um novo nome a uma ferramenta, seleccionar na lista de árvore ou na tabela a
ferramenta a ter um novo nome e escolher no menu rápido o item Renomear ferramenta.
Inserir o novo nome e clicar no botão antes de fechar a janela.
„ Para acrescentar uma ferramenta a um novo grupo, seleccionar na lista de árvore ou na
tabela a ferramenta desejado e escolher no menu rápido o item Acrescentar ferramenta a um
novo grupo (ver parágrafo 6.8, pág. 130).
„ Para acrescentar uma ferramenta a um grupo existente, seleccionar na lista de árvore ou na
tabela a ferramenta desejada e escolher no menu rápido o item Acrescentar ferramenta a um
grupo existente (ver parágrafo 6.8, pág. 130).

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

„ Para criar uma nova classe, seleccionar na lista de árvore o item TABELA FERRAMENTAS,
exibir o menu de contexto e escolher Nova classe. Para a descrição dos campos, consultar o
parágrafo 6.3, na pág.117.
„ Para consultar ou alterar os dados de uma classe, seleccionar na lista de árvore o nome da
classe desejada e premir duas vezes a tecla esquerda do mouse ou exibir o menu rápido e
escolher Modifica classe. Para a descrição dos campos, consultar o parágrafo 6.3, na
pág.117.

6.2 Noções sobre come salvar os dados


Para salvar os dados, existem dois procedimentos:

„ O primeiro refere-se a salvar os dados na memória temporária com o botão colocado nas
janelas de diálogo;

„ o segundo refere-se a salvar de forma definitiva com o botão colocado na barra de


ferramentas da aplicação ToolManager. Os dados são, então memorizados no disco rígido
para os softwares instalados nos microcomputadores comuns ou no CN para os softwares
conectados à máquina.

Ao salvar temporariamente um dado qualquer, o disquete presente na barra de estado começa a


piscar até que o armazenamento definitivos não seja realizado com o botão . Caso queira
retornar aos dados anteriores às alterações realizadas na aplicação, clicar no botão ; isso
permite actualizar a aplicação, reconfigurando os dados anteriores somente no caso em que já
não tenha sido utilizado o botão . Por exemplo, se efectuar alterações temporárias utilizando o
botão e se quer retornar aos dados iniciais sem tornar definitivas as alterações, utilizar o
botão .

Ao fechar a aplicação ToolManager sem salvar definitivamente os dados, é exibida a janela


informativa na qual essa operação é sugerida. Clicar no botão para salvar e fechar a
aplicação, no botão para fechar a aplicação sem salvar os dados ou sobre o botão para
sair da janela sem realizar nenhum operação.

Para evitar que o travamento do computador ou uma queda de energia eléctrica


provoquem a perda dos dados, salvar periodicamente as configurações realizadas; o
disquete intermitente posto na barra de estado alerta quanto à necessidade de salvar.

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

6.3 Gestão das classes


Alguns comandos acerca do gestão das classes, como a criação, a alteração e o
apagamento poderiam não estar activados porque dependem da inserção de uma palavra-
passe específica. Para configurar o nível correcto de palavra-passe, consultar o parágrafo
4.6 na pág. 102.

Para a gestão das classes exibir a janela de diálogo Gestor classes ferramenta seleccionando o
menu Ferramentas e a opção Gestor classes ferramenta ou clicando no botão da barra de
ferramentas.

Figura 48: janela de diálogo Gestor classes ferramenta

; Cria uma nova classe.

; Cria uma nova classe copiando os dados daquela seleccionada.

; Visualiza a janela dos dados da classe seleccionada.

; Elimina a classe seleccionada.

; Salva na RAM temporária a nova classe acrescentada à lista.

Criação
Para criar uma nova classe, clicar no botão e configurar os seguintes campos:

Código; nome da classe.

Descrição; campo de dados reservado para comentários.


Tipo predefinido; ID de referência para permitir ao pós-processador reconhecer a classe à qual a
ferramenta pertence. Configurando um valor de 0 a 2 identificam-se os trabalhos presentes no
campo Lista trabalhos.
O valor “0” selecciona o trabalho W_Drilling;
o valor “1” selecciona o trabalho W_Drilling e W_Routing;
o valor “2” selecciona o trabalho W_Cutting.

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Lista trabalhos; lista dos trabalhos a serem associados à classe. A escolha da ID determina a
selecção do trabalho.

Lista tipos; lista dos tipos a serem associados à classe. Para criar novos itens a serem
acrescentados à lista, exibir a janela de diálogo específica (consultar o parágrafo 6.4 “Gestão dos
tipos”).
Todos os tipos; activando a caixa dos marcadores com um clique do mouse, associam-se à
classe todos os itens presentes na lista dos tipos.

Área de dados; tabela dos campos que não podem ser preenchidos onde aparecem os valores
relacionados ao diâmetro, velocidade de rotação, a velocidade de avanço e a velocidade de
descida das ferramentas. Esta área permite gerar os gráficos de referência em base a valores
genéricos configurados nos seguintes campos dados:
Diâmetro [mm]; escrever o valor do diâmetro de referência.
VelRot [rpm]; inserir o valor da velocidade de rotação em rpm relacionada ao diâmetro de
referência.
Vel.Trab. [mm/min]; inserir o valor da velocidade de avanço em mm/min relacionada ao
diâmetro de referência.
VelDesc. [mm/min]; inserir o valor da velocidade de descida em mm/min relacionada ao
diâmetro de referência.

Para inserir os valores na tabela, clicar no botão .


Para alterar os valores da tabela, seleccionar a linha desejada e clicar no botão .
Após alterar o valor no campo de dados desejado para que apareça na tabela, clicar no botão
.
Para eliminar uma linha da tabela, seleccioná-la e clicar no botão .
A inserção dos dados é facultativa, podendo configurar uma quantidade indefinida de valores
referentes ao diâmetro das ferramentas com os relativos valores de velocidade.
Esses dados são úteis durante a criação de novas ferramentas, no caso em que se queira
fazer com que a velocidade de rotação, de avanço e descida da ferramenta sejam calculadas
automaticamente depois da inserção do valor referente ao diâmetro da ferramenta (consultar
“As ferramentas de corte” na pág. 125, campo de dados: quadro Parâmetros de velocidade).

Mínimo Máximo; quadro no qual estão presentes os campos relativos à variação da velocidade
expressa em milímetros por minuto. Esses campos são utilizados como valores de controle sobre
os dados que são inseridos na área de dados. Para activá-los, clicar nos rectângulos dos
marcadores.
VelRot [rpm]; velocidade de rotação.
Vel.Trab. [mm/min]; velocidade de avanço.
VelDesc. [mm/min]; velocidade de descida.
Fechar a janela ilustrada pela figura 48 salvando os dados informados.

Consulta e alteração
Para consultar ou alterar os dados de uma classe, seleccionar com um duplo clique um item da
lista; em alternativa, utilizar o botão . No caso de alterações, fechar a janela de diálogo Gestor
classes ferramenta utilizando o botão .

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Eliminação
Para eliminar uma classe da lista, seleccionar o item desejado e clicar no botão . Fechar a
janela de diálogo Gestor classes ferramenta utilizando o botão .

6.4 Gestão dos tipos


Alguns comandos acerca da gestão dos tipos, como a criação, a alteração e o apagamento
poderiam não estar activados porque dependem da inserção de uma palavra-passe
específica. Para configurar o nível correcto de palavra-passe, consultar o parágrafo 4.6 na
pág. 102.

Para exibir a janela de gestão dos tipos, seleccionar o menu Ferramentas e a opção Gestor tipos
ferramentas, ou clicar no botão da barra dos comandos.

Figura 49: janela de diálogo Gestor tipos ferramenta

; Cria um novo tipo.

; Cria um novo tipo copiando os dados daquele seleccionado.

; Visualiza a janela dos dados do tipo seleccionado.

; Elimina o tipo seleccionado.

; Salva na RAM temporária o novo tipo acrescentado à lista.

Criação
Para criar um novo tipo, clicar no botão ou, caso queira partir dos dados de um tipo existente,
clicar no botão . Definir os campos a seguir:

Código; nome do tipo.

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Lista classes; lista das classes a serem associadas à tipologia a ser seleccionada.

Campo de dados predefinido; lista das imagens que representam as ferramentas. Rolar a lista e
seleccionar o item desejado a ser associado ao tipo.

Nível de prioridade; nível de prioridade utilizado pelo optimizador para decidir a ordem de
utilização das ferramentas. Um valor baixo representa uma prioridade maior; conferir o valor 0 a
uma ferramenta significa dar-lhe a máxima prioridade.

ID Tipo; número unívoco a ser associado ao tipo, utilizado pelo sistema para a gestão dos tipos.

DXF; botão para localizar o ficheiro com extensão DXF a ser associado a uma tipologia de
ferramentas. O ficheiro seleccionado permite a exibição de uma imagem na área gráfica da
aplicação Editor, consentindo diferenciar, por exemplo, um trabalho realizado com uma
ferramenta de tipo "lança" de um trabalho efectuado com uma ferramenta de tipo "biselado". Para
tornar identificável cada representação gráfica dos trabalhos criados com base no tipo de
ferramenta utilizada, associar a cada tipologia de ferramenta um DXF.

Descrição; campo de dados reservado para comentários.

Caso deseje exibir a janela de definição das classes para criar uma nova classe ou para consultar
os dados daquelas já existentes, clicar no botão . Para informações posteriores sobre a
gestão das classes; consultar o parágrafo 6.3 na pág. 117.

Para criar um novo tipo copiando os dados de um já existente, seleccionar um item da lista e clicar
no botão . Inserir o nome do novo tipo e salvar.

Fechar a janela (ver figura 49) salvando os dados informados.

Consulta e alteração
Para consultar ou alterar os dados relativos a um tipo, seleccionar com um duplo clique um item
da lista; em alternativa, utilizar o botão . No caso de alterações, fechar a janela de diálogo
Gestor tipos ferramenta utilizando o botão .

Eliminação
Para eliminar um tipo da lista, seleccionar o item desejado e clicar no botão . Fechar a janela
de diálogo Gestor tipos ferramenta salvando os dados informados.

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

6.5 Registro das ferramentas


Configurar na janela de diálogo Setup o nível correcto da Palavra-passe.

Para criar novas ferramentas, seleccionar o menu Ferramentas e escolher a opção Nova
ferramenta ou clicar no botão da barra de ferramentas.

Figura 50: janela de diálogo Parâmetros da ferramenta

Preencher os campos da janela e clicar no botão para salvar as informações. A ferramenta


criada é acrescentada à lista das ferramentas na tabela da aplicação.

O preenchimento dos campos da janela varia com base no género da ferramenta a ser
catalogada, para registrar as ferramentas de perfuração e fresagem, consultar o parágrafo a
seguir, para registrar aqueles de corte, consultar a pág. 125.

As ferramentas de fresagem e de perfuração


Para registrar ou alterar as ferramentas de fresagem e de perfuração, definir na janela de diálogo
Parâmetros da ferramenta os campos a seguir:

Classe; lista das classes existentes. Seleccionar com um clique do mouse a classe a qual
associar as ferramentas de criação: C_Routing para a ferramenta de fresagem e C_Drilling para a
ferramenta de perfuração. Caso deseje acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados de
uma classe, clicar no botão (consultar o parágrafo 6.3).

Tipo ; lista dos tipos existentes. Escolher com um clique do mouse o tipo a que associar a
ferramenta. Caso deseje acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados referentes a um
tipo, clicar no botão (consultar o parágrafo 6.4).

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Código; campo dedicado ao nome da ferramenta.

Engate; lista predefinida dos engates existentes. Escolher o engate desejado.


Descrição; campo dedicado ao comentário.

Botão de busca BMP; botão a ser associado as ferramentas criadas uma imagem em formato
bitmap. Permite a exibição da janela com o caminho default (....Biesse\ BiesseWorks\ Techdata\
Library\ Toolsbmp) onde foram gravados os ficheiros das imagens das ferramentas. Clicar no
ficheiro desejado para exibir a imagem na área correspondente da janela de diálogo Parâmetros
da ferramenta. Através da imagem, é possível reconhecer a ferramenta quando se realiza o
apetrechamento da máquina na aplicação MachineConfiguration.

Botão de busca DXF; botão para localizar o ficheiro com extensão DXF onde está registrada a
secção de ferramentas. Depois de ter inserido o ficheiro DXF, clicar no botão Enviar a simulação
3D da ferramenta e transformar a secção em um desenho tridimensional. Ao salvar o desenho,
cria-se um homónimo com extensão bmp na pasta ....Biesse\ BiesseWorks\ Techdata\ Library\
Toolsbmp\ Custom. Clicar no botão de busca BMP e seleccionar o desenho para inseri-lo no
quadro da janela.

Sentido de rotação; quadro dedicado à informação do sentido de rotação da ferramenta. Activar


com o cursor dois ou mais botões de opção. Para as ferramentas de perfuração, o campo não é
utilizado.

Diâmetro [mm]; diâmetro das ferramentas expresso em milímetros.

Comprimento [mm]; comprimento das ferramentas expresso em milímetros.


Para a ferramenta de perfuração, o comprimento é a distância entre a extremidade inferior da
ferramenta e o nariz do mandril (ref.A, figura 51).
Para a ferramenta de fresagem o comprimento é a distância entre a extremidade inferior da
ferramenta e o nariz do mandril eléctrico (ref.B, figura 51).

Figura 51
ISO 30

HSK

A B B

C C

Máx. Diâmetro [mm]; diâmetro máximo das ferramentas expresso em milímetros. Para as
ferramentas de perfuração, o campo não é utilizado.

Máx. Comprim. [mm]; comprimento máximo das ferramentas expresso em milímetros. Para as
ferramentas de perfuração, o campo não é utilizado.
O dato inserido neste campo é utilizado pelo sistema para estabelecer a quota de segurança do
grupo de perfuração ou do mandril eléctrico.

Nas versões do software anteriores à versão 2.2 o sistema, ao calcular a quota de


segurança do grupo de perfuração ou do mandril eléctrico, não toma em conta o
dado indicado no campo Máx. Comprim. [mm].

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Dim. ext.; lista predefinida dos códigos acerca do espaço ocupado pela dimensão externa da
ferramenta. Esse dado é utilizado durante o alojamento automático das ferramentas nos
depósitos definidos como “random” (consultar o parágrafo na pág. 146). Permite indicar se as
dimensões da ferramenta são aptas a impedir que outras ferramentas sejam alojadas no porta-
ferramentas adjacente àquele que a hospeda. Para as ferramentas de perfuração, o campo não é
utilizado.
„ 0 = gestão desabilitada.

„ 1 = ferramenta de pequenas dimensões, que não ocupa espaço, somente o porta-


ferramentas em que está alojado, sem invadir as posições dos outros porta-ferramentas.
„ 2 = ferramenta de dimensões medianas que ocupa a posição do porta-ferramentas em que
está alojado e a posição do porta-ferramentas que o segue.
„ 3 = ferramenta de dimensões medianas que ocupa a posição do porta-ferramentas em que
está alojado e a posição do porta-ferramentas que o precede.
„ 4 = ferramentas de grandes dimensões que ocupam, além da posição do porta-ferramentas
em que está alojado, também aquela do porta-ferramentas que o precede e que o segue.

Comp. Útil [mm]; comprimento da ferramenta, utilizável durante o trabalho (ref. C, figura 52).
Para as ferramentas de perfuração, o campo não é utilizado, porque este comprimento coincide
com o da ferramenta.

Figura 52

C
C

Máx. passo Vert. [mm]; profundidade alcançável da ferramenta durante o trabalho vertical da
peça. Informar o valor máximo além do qual a ferramenta não pode ir.

Flutuação; indica a presença da copiadora. Para utilizar a ferramenta com a copiadora, marcar a
caixa. Para as ferramentas de perfuração, o campo não é utilizado.

Soprador; indica a presença do soprador. Para utilizar a ferramenta com o mandril eléctrico
equipado de soprador, marcar a caixa. Para as ferramentas de perfuração, o campo não é
utilizado.

Prensa; indica a presença do prensador. Para utilizar a ferramenta com o mandril eléctrico
equipado do prensador, marcar a caixa. Para as ferramentas de perfuração, o campo não é
utilizado.
Deflector; permite especificar o código identificador do deflector de cavacos a ser associado à
ferramenta durante o trabalho. Para habilitar a utilização no trabalho através da caixa dos
marcadores, o deflector é sempre prelevado antes da ferramenta.

Activar gestão das classes; rectângulo dos marcadores que permite o apagamento dos valores
do quadro Parâmetros de velocidade que são exibidos automaticamente depois da inserção do
diâmetro das ferramentas. Caso queira configurar directamente os parâmetros relativos à

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

velocidade com a qual ferramenta trabalhará, desactivar a caixa dos marcadores com um clique
do mouse. Os valores presente no quadro dependem dos dados configurados na janela de
diálogo Parâmetros da classe ferramenta (consultar o parágrafo 6.3).
Descrição dos parâmetros do quadro:
Std VelTra; velocidade padrão de avanço da ferramenta.
Std VelRot; velocidade padrão de rotação da ferramenta.
Std VelDes; velocidade padrão de descida da ferramenta.
Max VelTra; velocidade máxima de avanço da ferramenta
Max VelRot; velocidade máxima de rotação da ferramenta.
Max VelDes; velocidade máxima de descida da ferramenta.
Min VelTra; velocidade mínima de avanço da ferramenta.
Min VelRot; velocidade mínima de rotação da ferramenta.
Min VelDes; velocidade mínima de descida da ferramenta.

Tempo Dec.; velocidade de desaceleração da ferramenta. Inserir o valor desejado. Para as


ferramentas de perfuração, o campo não é utilizado.

Segurança; distância de segurança que deve existir entre a ferramenta e a peça para não
danificá-la e utilizada pelo sistema para estabelecer a quota de segurança, isto é, a quota de
posicionamento do grupo de perfuração ou do mandril eléctrico sobre a peça antes de iniciar o
trabalho.
Com respeito às ferramentas do grupo de perfuração, visto que nos mandris verticais e/ou
horizontais é possível montar ferramentas em vários comprimentos, para estabelecer a distância
de segurança de cada ferramenta, é preciso partir da ferramenta mais comprida (ver figura 53).
Exemplo: suponhamos que a distância de segurança para a ferramenta mais comprida 1 (figura
53) seja 10, nesse caso as outras ferramentas terão a seguinte distância de segurança:
ferramenta 2 = (L1-L2) +10, quer dizer 20;
ferramenta 3 = (L1-L3) +10, quer dizer 14,
ferramenta 4 = (L1-L4) +10, quer dizer 17.

No caso de introdução de um valor igual a zero, no momento do salvamento da janela de diálogo,


é exibida uma mensagem para avisar a introdução automática do valor de default.

Figura 53

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Tempo Ac.; tempo de aceleração da ferramenta. Para as ferramentas de perfuração, o campo


não é utilizado.

Ângulo canto; ângulo da superfície cortante da ferramenta para a realização do canto vivo. Para
as ferramentas de perfuração, o campo não é utilizado.
Seg. Uniclamp [mm]; quota de segurança além da qual a ferramenta não deve descer.
Recomenda-se inserir um valor superior de pelo menos 15 milímetros àquele definido no campo
Segurança.
Esse dado é utilizado pelo sistema quando estiver habilitado o uso dos prensadores (Uniclamp)
na janela de diálogo Variáveis da peça (campo Uniclamp).
No caso de introdução de um valor igual a zero, no momento do salvamento da janela de diálogo,
é exibida uma mensagem para avisar a introdução automática do valor de default.

Correcção; pela descrição, consultar as instruções para o uso BiesseWorks anexas dedicadas à
Skipper.

As ferramentas de corte
Para registrar ou alterar as ferramentas de corte, definir na janela de diálogo Parâmetros da
ferramenta os campos a seguir

Classe; lista das classes existentes. Escolher com um clique do mouse C_Cutting. Caso deseje
acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados de uma classe, clicar no botão
(consultar o parágrafo 6.3).

Tipo ; lista dos tipos existentes. Escolher com um clique do mouse o tipo a que associar a lâmina.
Caso deseje acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados referentes a um tipo, clicar no
botão (consultar o parágrafo 6.4).

Código; campo dedicado ao nome da lâmina. Inserir um código alfanumérico.

Engate; lista predefinida dos engates existentes. Escolher o engate desejado.

Descrição; campo dedicado ao comentário.

Botão de busca BMP; botão a ser associado à lâmina criada uma imagem em formato bitmap.
Permite a exibição da janela com o caminho padrão (....Biesse\ BiesseWorks\ Techdata\ Library\
Toolsbmp) onde foram gravados os ficheiros das imagens das ferramentas. Clicar no ficheiro
desejado para exibir a imagem no quadro correspondente da janela de diálogo Parâmetros da
ferramenta. Através da imagem, é possível reconhecer a ferramenta quando se realiza o
apetrechamento da máquina na aplicação MachineConfiguration.

Botão de busca DXF; botão para localizar o ficheiro com extensão DXF onde está registrada a
secção da lâmina. Depois de ter inserido o ficheiro DXF, clicar no botão Enviar a simulação 3D da
ferramenta e transformar a secção em um desenho tridimensional. Ao salvar o desenho, cria-se
um homónimo com extensão bmp na pasta ....Biesse\ BiesseWorks\ Techdata\ Library\ Toolsbmp\
Custom. Clicar no botão de busca BMP e seleccionar o desenho para inseri-lo no quadro da
janela.

Sentido de rotação; quadro dedicado à informação do sentido de rotação da lâmina (direito ou


esquerdo) Activar com o cursor dois ou mais botões de opção.
Diâmetro [mm]; diâmetro da lâmina expresso em milímetros.

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Espessura; espessura da lâmina expressa em milímetros.

Máx. Diâmetro [mm]; campo inutilizado.


Máx. Comprim. [mm]; campo inutilizado.

Dim. ext.; campo inutilizado.

Comp. Útil [mm]; comprimento da superfície cortante.


Máx. passo Vert. [mm]; profundidade alcançável pela lâmina durante o trabalho vertical da peça.
Inserir um valor máximo além do qual a lâmina não pode descer.

Deflector; ao efectuar trabalhos com ferramentas de lâmina circular, não se pode utilizar o
deflector. Deixar o campo vazio.

Flutuação; campo inutilizado.


Soprador; indica a presença do soprador. Para utilizar a ferramenta com o mandril eléctrico
equipado de soprador, marcar a caixa.

Prensa; indica a presença do prensador. Para utilizar a ferramenta com o mandril eléctrico
equipado do prensador, marcar a caixa.

Activar gestão das classes; rectângulo dos marcadores que permite o apagamento dos valores
do quadro Parâmetros de velocidade que são exibidos automaticamente depois da inserção do
diâmetro da lâmina. Caso queira configurar directamente os parâmetros relativos à velocidade
com a qual a lâmina trabalhará, desactivar a caixa dos marcadores com um clique do mouse. Os
valores presente no quadro dependem dos dados configurados na janela de diálogo Parâmetros
da classe ferramenta (consultar o parágrafo 6.3).
Descrição dos parâmetros do quadro:
Std VelTra; velocidade padrão de avanço da lâmina.
Std VelRot; velocidade padrão de rotação da lâmina.
Std VelDes; velocidade padrão de descida da lâmina.
Max VelTra; velocidade máxima de avanço da lâmina.
Max VelRot; velocidade máxima de rotação da lâmina.
Max VelDes; velocidade máxima de descida da lâmina.
Min VelTra; velocidade mínima de avanço da lâmina.
Min VelRot; velocidade mínima de rotação da lâmina.
Min VelDes; velocidade mínima de descida da lâmina.

Tempo Dec.; tempo de desaceleração da lâmina. Inserir o valor desejado.


Segurança; distância de segurança que deve existir entre a lâmina e a peça para não danificá-la
(por exemplo: 10 mm), utilizada pelo sistema para estabelecer a quota de segurança, isto é, a
quota de posicionamento da lâmina sobre a peça antes de iniciar o trabalho. No caso de
introdução de um valor igual a zero, no momento do salvamento da janela de diálogo, é exibida
uma mensagem para avisar a introdução automática do valor de default.

Tempo Ac.; tempo de aceleração da lâmina.

Ângulo canto; campo inutilizado.

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6 Catalogação das ferramentas/agregados

Seg. Uniclamp [mm]; quota de segurança além da qual a lâmina não deve descer. Esse dado é
utilizado pelo sistema quando usam-se os prensadores (Uniclamp). No caso de introdução de um
valor igual a zero, no momento do salvamento da janela de diálogo, é exibida uma mensagem
para avisar a introdução automática do valor de default.

Correcção; pela descrição, consultar as instruções para o uso BiesseWorks anexas dedicadas à
Skipper.

6.6 Registro dos apalpadores


Configurar na janela de diálogo Setup o nível correcto da Palavra-passe.

No seguinte parágrafo são descritas as fases para registar os apalpadores de tipo A, B e C (figura
54).

Figura 54: A = apalpador para toque vertical; B = apalpador para toque vertical e horizontal; C = ferramenta
apalpador instalável no mandril eléctrico para toque vertical e horizontal.

Seleccionar o menu Ferramentas e escolher a opção Nova ferramenta ou clicar no botão da


barra de ferramentas.

Figura 55: janela de diálogo Parâmetros da ferramenta

BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


127
6 Catalogação das ferramentas/agregados

Descrição dos campos


Classe; lista das classes existentes. Escolher com um clique do mouse a classe C_Tracing. Para
acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados de uma classe, clicar no botão
(consultar o parágrafo 6.3).
Tipo ; lista dos tipos existentes. Escolher com um clique do mouse o tipo a que associar o
apalpador. Para acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados referentes a um tipo, clicar
no botão (consultar o parágrafo 6.4).

Código; campo dedicado ao nome do apalpador.

Botão de busca BMP; botão para associar ao apalpador uma imagem em formato bitmap.
Permite a exibição da janela com o caminho default (....Biesse\ BiesseWorks\ Techdata\ Library\
Toolsbmp) onde foram gravados os ficheiros das imagens. Clicar no ficheiro desejado para exibir
a imagem na área correspondente da janela de diálogo Parâmetros da ferramenta. Através da
imagem, é possível reconhecer o apalpador quando se realiza o apetrechamento da máquina na
aplicação MachineConfiguration.

Descrição; campo dedicado ao comentário.

Compr.; comprimento expresso em milímetros.

Diâmetro [mm]; diâmetro das ferramentas expresso em milímetros.

Std VelTra; velocidade padrão de avanço da ferramenta.

Max VelTra; velocidade máxima de avanço da ferramenta

Min VelTra; velocidade mínima de avanço da ferramenta.

Segurança [mm]; distância da superfície da peça à qual se deve levar o apalpador no início do
toque, no caso de trabalhos com bloqueio por meio de ventosas moldáveis. No caso de
introdução de um valor igual a zero, no momento do salvamento da janela de diálogo, é exibida
uma mensagem para avisar a introdução automática do valor de default.

Seg. Uniclamp [mm]; distância da superfície da peça à qual se deve levar o apalpador no início
do toque, no caso de trabalhos com bloqueio por meio de prensadores (Uniclamp). No caso de
introdução de um valor igual a zero, no momento do salvamento da janela de diálogo, é exibida
uma mensagem para avisar a introdução automática do valor de default.

128 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

6.7 Registro das inserções


Configurar na janela de diálogo Setup o nível correcto da Palavra-passe.

No parágrafo a seguir, serão descritos os procedimentos para registrar os materiais que serão
utilizados para efectuar o trabalho de inserção.

Seleccionar o menu Ferramentas e escolher a opção Nova ferramenta ou clicar no botão da


barra de ferramentas.

Figura 56: janela de diálogo Parâmetros da ferramenta

Descrição dos campos


Classe; lista das classes existentes. Escolher com um clique do mouse a classe C_Inserting.
Para acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados de uma classe, clicar no botão
(consultar o parágrafo 6.3).

Tipo ; lista dos tipos existentes. Escolher com um clique do mouse o tipo a que associar a
inserção. Para acrescentar novos itens à lista ou consultar os dados referentes a um tipo, clicar no
botão (consultar o parágrafo 6.4).

Código; campo dedicado ao nome da inserção.

Botão de busca BMP; botão para associar à inserção uma imagem em formato bitmap. Permite a
exibição da janela com o caminho default (....Biesse\ BiesseWorks\ Techdata\ Library\ Toolsbmp)
onde foram gravados os ficheiros das imagens. Clicar no ficheiro desejado para exibir a imagem
na área correspondente da janela de diálogo Parâmetros da ferramenta. Através da imagem, é
possível reconhecer a inserção quando se realiza o apetrechamento da máquina na aplicação
MachineConfiguration.

Descrição; campo dedicado ao comentário.

BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


129
6 Catalogação das ferramentas/agregados

6.8 Gestão de grupos


Os grupos são filtros criados para melhorar as operações de gestão das ferramentas.
Cada ferramenta pode ser associada a outras em um grupo que a representa e a identifica e, com
isso, permite facilitar as operações de localização no âmbito da base de dados.
Por exemplo, no caso do trabalho de uma porta que utiliza sempre as mesmas ferramentas, é
possível designar mais de uma ferramenta ao mesmo grupo chamado “PORTA”, e objectivar uma
busca mais rápida de todos as ferramentas utilizáveis no trabalho das portas.

Para exibir a janela de gestão dos grupos, seleccionar o menu Filtros e a opção Gestor grupos,
ou clicar no botão da barra de ferramentas.

Figura 57: janela de diálogo Gestor Grupos

; Muda o nome do grupo seleccionado.

; Elimina o grupo seleccionado .

; Elimina as ferramentas associadas ao grupo.

; Confirma as configurações efectuadas e fecha a janela.

Muda o nome do grupo


Para mudar o nome de um grupo, seleccionar o grupo na coluna Gestor grupos e clicar no botão
. Inserir o novo nome e confirmar com o botão .

Eliminação de grupo

Para eliminar um grupo, seleccionar na tabela a linha a ser eliminada e clicar no botão .
Confirmar a informação com o botão .

130 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

Eliminação de ferramentas
Para excluir as ferramentas associadas a um grupo, sem eliminar o nome do grupo, seleccionar a
linha que contém as ferramentas a serem excluídas e clicar no botão . Confirmar a informação
com o botão .

Criação de grupos através do menu rápido


Para associar uma ferramenta a um novo grupo da criação, seleccionar na lista de árvore ou na
tabela a ferramenta desejada, exibir o menu rápido e escolher o item Acrescentar ferramenta a
um novo grupo.
Mudar o nome do grupo criado seleccionando a caixa da coluna Gestor grupos (figura 57) e clicar
no botão ; inserir novo nome e confirmar com o botão .

Para associar uma ferramenta a um grupo já existente, seleccionar na lista de árvore ou na tabela
a ferramenta desejada, exibir o menu rápido e escolher o item Acrescentar ferramenta a um grupo
existente e o grupo.
A ferramenta é automaticamente acrescentada á lista da janela de diálogo Gestor Grupos.
Confirmar a informação com o botão .

6.9 Janela de diálogo Filtros


A janela de diálogos dos filtros tem o objectivo de localizar somente as ferramentas com as
qualidades desejadas e de visualizá-las na tabela da aplicação ToolManager.
A busca pode ser realizada com base em características específicas, por exemplo:
comprimento das ferramentas
velocidade de descida das ferramentas
velocidade de trabalho das ferramentas
velocidade de rotação das ferramentas
espessura das ferramentas
tipo de engate das ferramentas
sentido de rotação das ferramentas
pertencimento das ferramentas a um grupo determinado.

Para exibir a janela de diálogo dos filtros, seleccionar o menu Filtros rolar a lista com o cursor e
escolher a opção Activar filtros, ou clicar no botão da barra de ferramentas.

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131
6 Catalogação das ferramentas/agregados

Figura 58: janela de diálogo Filtros

Observar as seguintes indicações:


„ Para exibir na tabela da aplicação somente as ferramentas com determinadas características,
clicar na placa Esc. filtros e seleccionar os parâmetros desejados que aparecerão na placa
Activ filtros. Seleccionar o botão B correspondente ao parâmetro escolhido, seleccionar os
símbolos = (igual); > (maior); < (menor) ou >< (maior que e menor que) e configurar no campo
C o valor a ser localizado.
Se desejar estender a busca também à tipologia da ferramenta, seleccionar o botão D,
escolher o tipo desejado e marcar a caixa dos marcadores Tipo. Clicar no botão A Enviar a
activação dos filtros. A tabela da aplicação mostrará somente as ferramentas com as mesmas
características exigidas na janela dos filtros.
„ Para exibir na tabela da aplicação somente as ferramentas pertencentes a um determinado
grupo, clicar na placa Grupos, seleccionar o grupo, activar a caixa dos marcadores Mostrar
apenas ferram. pertence. aos grupos e clicar no botão A Enviar a activação dos filtros.

Por exemplo, para localizar todos as ferramentas com o mesmo valor de velocidade máxima de
descida maior que 4000 e menor que 5000, as operações a serem realizadas são:

1. clicar na placa Esc. filtros e activar Max Velocidade de descida (a ser realizada somente no
caso em esse parâmetros não seja visível);

2. clicar na placa activar filtros;

3. clicar no botão de parâmetro Max Velocidade de descida e seleccionar ><;


4. inserir no campo a ser introduzido: 4000 - 5000 (que significa maior que 4000 e menor que
5000);

5. marcar a caixa dos marcadores do parâmetro Max Velocidade de descida;

6. clicar no botão Enviar a activação dos filtros.

132 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

6.10 Gestão dos agregados


Para gerenciar a catalogação dos agregados, iniciar na aplicação MachineConfiguration,
seleccionar o menu Database e escolher a opção Agregados ou clicar no botão .

Figura 59: janela de diálogo Gestor agregados

Para salvar na RAM temporária o novo agregado acrescentado à lista dos agregados, salvar as
configurações clicando no botão .

; Cria um novo agregado.

; Cria um novo agregado copiando os dados daquele seleccionado.

; Visualiza a janela dos dados do agregado seleccionado.

; Elimina o agregado seleccionado.

; Visualiza a tabela de resumo dos agregados existentes.

Eliminação
Para eliminar um agregado da lista, seleccioná-lo e clicar no botão . Fechar a janela de
diálogo Gestor agregados salvando os dados informados.

Consultar e alterar
Para consultar ou alterar os dados dos agregados, seleccionar com um duplo clique um item da
lista; em alternativa, utilizar o botão .
No caso de alterações, fechar a janela de diálogo Gestor agregados salvando as configurações.

Para uma consulta mais rápida, exibir a janela de diálogo Apetrechamento dos agregados
clicando no botão e operar directamente, utilizando o mouse, na gráfica dos agregados.

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133
6 Catalogação das ferramentas/agregados

Figura 60: janela de Agregadodiálogo

Criação
Para criar um novo agregado, clicar no botão ou, caso se queira partir dos dados de um
agregado existente, clicar no botão .

Descrição da janela de diálogo Agregado


X -; coordenada em direcção negativa do eixo X do lado esquerdo do agregado, relativamente ao
ponto de referência (ver figura61). Campo para calcular o espaço ocupado pelo agregado.

X+; coordenada em direcção positiva do eixo X do lado direito do agregado, relativamente ao


ponto de referência (ver figura61). Campo para calcular o espaço ocupado pelo agregado.

Y -; coordenada em direcção negativa do eixo Y do lado esquerdo do agregado, relativamente ao


ponto de referência (ver figura61). Campo para calcular o espaço ocupado pelo agregado.

Y +; coordenada em direcção positiva do eixo Y do lado direito do agregado, relativamente ao


ponto de referência (ver figura61). Campo para calcular o espaço ocupado pelo agregado.

Z -;coordenada em direcção negativa do eixo Z do agregado, relativamente ao ponto de


referência (ver figura61). Campo para calcular o espaço ocupado pelo agregado.

Z +;coordenada em direcção positiva do eixo Z do agregado, relativamente ao ponto de referência


(ver figura61). Campo para calcular o espaço ocupado pelo agregado.

134 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

Figura 61

a: mandril eléctrico.
b: centro de rotação do agregado (ponto de
referência) que, normalmente, coincide com o
centro de rotação do mandril eléctrico.
c: agregado.
d: eixo do mandril eléctrico ou centro de rotação.

; permite calcular automaticamente as dimensões externas do agregado com base na posição


dos sub-mandris.

; permite redesenhar as dimensões externas do agregado com base nos novos dados
configurados.

Offset X; coordenada do ponto de referência em direcção ao eixo X (figura 61). Inserir a


coordenada somente no caso em que o centro de rotação do agregado seja diferente daquele do
mandril eléctrico. Caso contrário, deixar o valor 0.

Offset Y; coordenada em direcção ao eixo Y (ver figura 61). Inserir a coordenada somente no
caso em que o centro de rotação do agregado seja diferente daquele do mandril eléctrico. Caso
contrário, deixar o valor 0.

Offset Z; coordenada em direcção ao eixo Z (ver figura 61). Inserir a coordenada somente no
caso em que o centro de rotação do agregado seja diferente daquele do mandril eléctrico. Caso
contrário, deixar o valor 0.

Offset activo X; coordenada em direcção ao eixo X. Um valor diferente do zero declara que o
agregado possui elementos desvinculantes de modo tal de modificar sua posição durante o
trabalho.
Offset activo Y; coordenada em direcção ao eixo Y. Um valor diferente do zero declara que o
agregado possui elementos desvinculantes de modo tal de modificar sua posição durante o
trabalho.

BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


135
6 Catalogação das ferramentas/agregados

Offset activo Z; coordenada em direcção ao eixo Z. Um valor diferente do zero declara que o
agregado possui elementos desvinculantes de modo tal de modificar sua posição durante o
trabalho.

Tipologia; tipo de agregado:


• STANDARD; agregado de fresagem, corte ou perfuração.
• DEFLECTOR; deflector de cavacos.

CW; habilita o sentido de rotação do agregado. Marcar a caixa para indicar que o agregado gira
no sentido horário.

CCW; habilita o sentido de rotação do agregado. Marcar a caixa para indicar que o agregado gira
em sentido anti-horário.

Dim. ext.; lista predefinida dos códigos numéricos que definem as dimensões externas dos
agregados, de modo que não venham a colidir com outras ferramentas presentes no depósito.
Esse dado é utilizado durante o alojamento automático dos agregados nos depósitos definidos
como “random”. Permite indicar se as dimensões da ferramenta são aptas a impedir que outras
ferramentas sejam alojadas no porta-ferramentas adjacente àquele que a hospeda. Utilizar as
setas adjacentes para indicar as dimensões externas.
„ 0 = gestão desabilitada.

„ 1 = ferramenta de pequenas dimensões, que não ocupa espaço, somente o porta-


ferramentas em que está alojado, sem invadir as posições dos outros porta-ferramentas.
„ 2 = ferramenta de dimensões medianas que ocupa a posição do porta-ferramentas em que
está alojado e a posição do porta-ferramentas que o segue.
„ 3 = ferramenta de dimensões medianas que ocupa a posição do porta-ferramentas em que
está alojado e a posição do porta-ferramentas que o precede.
„ 4 = ferramentas de grandes dimensões que ocupam, além da posição do porta-ferramentas
em que está alojado, também aquela do porta-ferramentas que o precede e que o segue.

Engate; tipo de engate do agregado. Escolher na lista predefinida o engate correcto.

Ing. Z; dimensões externas em Z do agregado.


Max VelR [rpm]; velocidade máxima de rotação do agregado expressa em rotações por minuto.

Min VelR [rpm]; velocidade mínima de rotação do agregado expressa em rotações por minuto.

Max VelT; velocidade máxima de trabalho do agregado expressa em mm/min.

Multiplicador; valor da relação de transmissão entre o agregado e os sub-mandris.


Ficheiro DXF; habilita ou desabilita o botão de busca dos ficheiros com extensão DXF com a
gráfica do agregado visualizada no quadro da parte superior. Marcar a caixa, clicar no botão de
busca e escolher no caminho default (....Biesse\ BiesseWorks\ techdata\ Library\ Figuras) o
ficheiro DXF. O campo vazio indica que o agregado não tem nenhum ficheiro gráfico associado.

Bitmap; ficheiro com extensão BMP com a imagem do agregado. Clicar no botão adjacente para
associar ao agregado uma imagem em formato bitmap que deve aparecer na janela de diálogo
Gestor agregados. O campo está vazio e indica que o agregado tem como imagem associada
aquela default.

Activo; habilita a exibição no quadro Mandris de todos os sub-mandris existentes.

Mandris; quadro em que comparece a lista dos sub-mandris do agregado.

136 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

Antes de fechar a janela com os dados do agregado, confirmar as informações premindo botão
.

Sub-mandris do agregado
A gestão dos sub-mandris do agregado efectua-se operando directamente dentro da janela de
diálogo Agregado (figura 60) no quadro Mandris (figura 62).

Figura 62

; Cria um novo sub-mandril.

; Elimina o sub-mandril seleccionado.

; Cria uma cópia do sub-mandril seleccionado.

O marcador de cor vermelho no código do sub-mandril indica a presença do sub-mandril no


agregado. Para retirar o sub-mandril do agregado, seleccioná-lo com um duplo clique.

Consulta e alteração
Para consultar ou alterar os dados dos sub-mandris, clicar com a tecla direita do mouse sobre um
item da lista Mandris.

Eliminação

Para eliminar os sub-mandris da lista, seleccioná-los e clicar no botão .

BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


137
6 Catalogação das ferramentas/agregados

Criação

Para realizar os sub-mandris do agregado, clicar no botão e preencher os campos de dados


a seguir:

Offset X; distância em direcção ao eixo X que corre entre o centro de rotação do sub-mandril e o
centro de rotação do agregado. Um valor diverso do zero significa que o centro de rotação do sub-
mandril é diferente daquele do agregado (ver figura 63).

Offset Y; distância em direcção ao eixo Y que corre entre o centro de rotação do sub-mandril e o
centro de rotação do agregado. Um valor diverso do zero significa que o centro de rotação do sub-
mandril é diferente daquele do agregado (ver figura 63).

Offset Z; distância em direcção ao eixo Z que corre entre o centro de rotação do sub-mandril e o
centro de rotação do agregado. Um valor diverso do zero significa que o centro de rotação do sub-
mandril é diferente daquele do agregado (ver figura 63).

Figura 63

a: mandril eléctrico.
b: eixo do mandril eléctrico ou centro de rotação.
c: centro de rotação do agregado que,
normalmente, coincide com o centro de rotação
do mandril eléctrico.
d: centro de rotação do sub-mandril.

Nome; nome do sub-mandril composto pelo prefixo mais o índice. Dado introduzido pelo sistema.
Prefixo; código que identifica o tipo de sub-mandril. Dado introduzido pelo sistema.

Índex; número que é associado pelo sistema ao código visível no campo Prefixo para nomear o
mandril no campo Nome.

Distânc.; distância que corre entre o nariz do sub-mandril e seu centro de rotação.
Mostrar angulação; campo predefinido, não alterável.

AZ; ângulo de inclinação do sub-mandril em relação ao agregado.

138 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

AR; ângulo de rotação do sub-mandril em relação ao agregado.

ID absoluto; código numérico do sub-mandril. Número de ordem unívoco entre todos os sub-
mandris existentes.

ID relativo; código numérico do sub-mandril. Número de ordem unívoco entre todos os sub-
mandris presentes no agregado seleccionado.

Dim.Ext.; campo inutilizado.

Engate; lista predefinida dos tipos de engate do sub-mandril.


Mudar a rotação; permite alterar a rotação do sub-mandril. Marcar a caixa para indicar que
quando o sub-mandril está a ser utilizado, o agregado deve rodar no sentido oposto àquele
especificado no próprio sub-mandril.

CW; habilita o sentido de rotação do sub-mandril. Marcar a caixa para indicar que o sub-mandril
roda em sentido horário

CCW; habilita o sentido de rotação do sub-mandril. Marcar a caixa para indicar que o sub-mandril
roda em sentido anti-horário.
Tipo CmbUt; campo inutilizado.

Repetições; permite realizar uma série de sub-mandris adjacentes àquele activo ao longo do eixo
X ou Y. Clicar no botão X ou no botão Y e preencher os campos a seguir:
Passo; distância que intercorre entre os sub-mandris adjacentes.
Repetições; número dos sub-mandris postos em fila.

Diâmetro Max ferram.; diâmetro máximo da ferramenta tolerado pelo sub-mandril. Inserir o
diâmetro coreto.
Diâmetro Min ferr.; diâmetro mínimo que deve ter a ferramenta para ser instalada no sub-mandril.
Inserir o diâmetro coreto.

Max VelR [rpm]; velocidade máxima de rotação do sub-mandril em rotações por minuto.

Min VelR [rpm]; velocidade mínima de rotação do sub-mandril em rotações por minuto.
Comprim. máx. ferr.; comprimento máximo que deve ter a ferramenta para poder ser inserida no
sub-mandril.

Tipologia; tipo de agregado ao qual o mandril está associado.

Classes da ferr; lista das classes associadas ao mandril. Um duplo clique com a tecla esquerda
do mouse sobre um item activa ou desactiva a classe.

Antes de fechar a janela dos sub-mandris, confirmar as informações clicando no botão .

BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


139
6 Catalogação das ferramentas/agregados

6.11 Notas para a criação do agregado AGGRE42


Quando se cria o agregado AGGRE42, é importante que o nome do agregado indicado no campo
Código seja AH42 ou A42 e que seja inserido o valor -90 no campo AZ.

Figura 64: agregado AGGRE42

6.12 Notas para a criação do deflector de cavacos


O deflector é tratado e gerenciado como se fosse um agregado. Para inseri-lo na base de dados
dos agregados, exibir a janela de diálogo específica (ver parágrafo 6.10 na pág.133) e clicar no
botão .
„ Escolher a opção DEFLECTOR no campo Tipologia.

„ Realizar o sub-mandril que, no caso do deflector, é a faixa A (figura 65).

Figura 65

„ Definir os dados a seguir:

Inserir no campo Distânc. o raio do deflector.


Inserir no campo AZ o valor 0.
Inserir no campo AR o ângulo de rotação da faixa. Por exemplo, suponhamos que o ângulo
de rotação da faixa seja 18.3, nesse caso para o deflector direito (ref. dx, figura 66) é preciso
calcular 90+18.3=108.3, ao passo que para o deflector esquerdo (ref. esq, figura 66) é
preciso calcular 270-18.3=251.3.

140 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


6 Catalogação das ferramentas/agregados

Figura 66
270 270
Y Y
α

esq

180 0 180 0
X X
dx

90 90

Escolher o sentido de rotação: CW para deflector direito; CCW para o deflector esquerdo.

Visto que o deflector é gerenciado como se fosse um agregado, para podê-lo utilizar é preciso
apetrechar com uma ferramenta qualquer a faixa A (figura 65) e é preciso inseri-lo no depósito

BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


141
6 Catalogação das ferramentas/agregados

142 BIESSE S.p.A. © - a707k0004.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

7 A unidade de operação e o
depósito

Neste capítulo estão contidas todas as informações necessárias para configurar a máquina e para
apetrechar a unidade de operação e o depósito de ferramentas.

7.1 Consulta dos dados da máquina


A configuração da máquina e a alteração dos dados da máquina são restritas aos técnicos
Biesse, ao usuário é permitido somente consultar os dados da máquina.

Antes de continuar com o apetrechamento, controlar a configuração dos mandris, dos agregados
e dos porta-ferramentas do depósito para verificar as características e as qualidades que as
ferramentas devem possuir para serem instaladas na máquina. Para efectuar essa operação,
iniciar a aplicação MachineConfiguration clicando no botão .

Figura 67: MachineConfiguration

BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


143
7 A unidade de operação e o depósito

As ferramentas memorizadas nas aplicações dedicadas ao apetrechamento devem corresponder


àqueles presentes fisicamente sobre máquina.

Os mandris T, TH e TP
Para consultar os dados técnicos de todos os mandris presentes na máquina, utilizar um dos
seguintes métodos:
„ Posicionar o cursor sobre o elemento gráfico no qual se encontra o mandril a ser consultado e
clicar duas vezes no mandril desejado para exibir sua janela de informações.

„ Exibir a lista de todos os mandris presentes na base de dados clicando no botão .


Seleccionar com um duplo clique o mandril a ser consultado.

Figura 68: janela com a lista completa dos mandris presentes nos grupos da máquina.

Esta consulta pode ser efectuada directamente da janela de diálogo Apetrechamento da


máquina durante os procedimentos apetrechamento, através da utilização do mouse.

Com a sigla T são identificados os mandris verticais do grupo de perfuração.

Com a sigla TH são identificados os mandris horizontais do grupo de perfuração.


Com a sigla TP são identificados os mandris de todos os outros grupos montados nos Slot (ver
glossário) que por sua vez são identificados com a mesma sigla dos mesmos Slot (ex. o mandril
TP1 é o mandril do slot TP1).

Descrição dos campos da janela dos mandris (T, TH e TP)


Offset X; distância em direcção ao eixo X que corre entre o centro de rotação do mandril e a
origem da unidade a que está associada.

Offset Y; distância em direcção ao eixo Y que corre entre o centro de rotação do mandril e a
origem da unidade a que está associada.

Offset Z; distância em direcção ao eixo Z que corre entre o centro de rotação do mandril e a
origem da unidade a que está associada.

Offset activo X, Offset activo Y, Offset activo Z; distância em X, Y e Z da posição do mandril em


relação ao centro de rotação da unidade a que está associado.
Distânc.; distância que corre entre o nariz do mandril e seu centro de rotação.

144 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

AZ; ângulo de inclinação do mandril.

AR; ângulo de rotação do mandril.


Mostrar angulação; campo predefinido, não alterável.

ID absoluto; número unívoco do mandril entre todos aqueles presentes na máquina.

ID relativo; índice unívoco do mandril da unidade específica a qual pertence.


Dim.Ext.; código numérico que define a dimensão total da ferramenta. Define um valor que vai de
0 a 4 (0 = campo desabilitado; 4 = dimensão externa máxima). Esse código está ligado àquele
definido no campo homónimo nos dados das ferramentas e dos agregados.

Engate; tipo de engate do mandril.

Mudar a rotação; alteração do sentido da rotação do mandril.


CW; rotação no sentido horário do mandril.

CCW; rotação no sentido anti-horário do mandril.

Tipo CmbUt; indica se o mandril está predisposto à troca automática da ferramenta. Esse campo
é actualizado pelo sistema: 0 = o mandril não está pré-disposto à troca automática de ferramenta;
1 = o mandril está pré-disposto à troca automática da ferramenta; 2 = uma ferramenta foi montada
manualmente sobre o mandril e deverá ser desmontada também manualmente.

Diâmetro Max ferram.; diâmetro máximo que a ferramenta deve possuir para ser montada sobre
o mandril.

Diâmetro Min ferr.; diâmetro mínimo que a ferramenta deve possuir para ser montada sobre o
mandril.

Max VelR [rpm]; velocidade máxima de rotação do mandril em rotações por minuto.

Min VelR [rpm]; velocidade mínima de rotação do mandril em rotações por minuto.

Comprim. máx. ferr.; comprimento máximo que deve ter a ferramenta para poder ser inserida no
mandril.

Tipologia; tipo de mandril. Indica o tipo mandril, isto é se é um mandril de perfuração, um mandril
do grupo de fresagem, etc.
• DEFLECTOR; mandril do deflector .
• MÁQUINA DE ETIQUETAGEM; mandril para definir a impressora de etiquetas.
• PERFURAR; mandril de perfuração.
• APLICADOR; dispositivo que permite extrair os materiais da ferramenta para inseri-los na
peça. Por motivos de gestão, este dispositivo é tratado como se fosse um mandril.
• LÂMINA; mandril do cabeçote para lâmina circular.
• MANDRIL ELÉCTRICO; mandril eléctrico.
• PRENSA; prensador.
• APALPADOR; slot que identifica o apalpador.

Sub tipo mandril; indica o tipo de mandril eléctrico do grupo operador (ex. o mandril eléctrico do
grupo multifuncional, do grupo de fresagem de 5 eixos, etc.).

Classes da ferr; lista das classes associadas ao mandril. Indica a tipologia de ferramentas que
podem ser instaladas no mandril fazendo referência à sua classe de pertinência:

BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


145
7 A unidade de operação e o depósito

„ C_ROUTING; indica que no mandril podem ser instaladas as fresas (ref. A, figura 69).

„ C_CUTTING; indica que no mandril podem ser instaladas as lâminas (ref. B, figura 69).

„ C_DRILLING; indica que no mandril podem ser instaladas as pontas (ref. C, figura 69).

„ C_AGREGADAS; indica que no mandril podem ser instalados os agregados (ref. D, figura
69).
„ C_TRACING; indica que no mandril pode ser instalado o instrumento apalpador (ref. E, figura
69).

Figura 69

A D E
B
C

Os depósitos de ferramentas
Os depósitos não podem conter todos as ferramentas existentes. Com efeito, os agregados de
grandes dimensões devem ser instalados manualmente no mandril eléctrico porque nem sempre
os depósitos são apetrechados para suportar esses tipos de ferramentas. Logo, durante o
apetrechamento, seria oportuno, para não cometer erros, consultar os dados técnicos dos
depósitos.

Para consultar os dados técnicos dos depósitos ou dos porta-ferramentas, utilizar um dos
métodos a seguir:
„ Posicionar o cursor sobre o elemento gráfico a ser consultado (porta-ferramentas ou
depósito) e clicar duas vezes com a teclas esquerda do mouse para exibir a janela de
informações.

„ exibir a lista de todos os depósitos presentes na base de dados clicando no botão .


Seleccionar com um duplo clique o depósito a consultar, e caso queira exibir a janela dos
dados técnicos dos porta-ferramentas, clicar com a tecla direita do mouse sobre cada item da
lista Porta-ferr. (figura 70).

Esta consulta pode ser efectuada directamente da janela de diálogo Apetrechamento dos
depósitos durante os procedimentos de apetrechamento, através da utilização do mouse.

Descrição dos campos da janela de diálogo Depósito de ferramentas -


X-, Y-, Z-; coordenadas do vértice superior esquerdo do depósito em relação ao seu ponto de
referência.
X-, Y-, Z-; coordenadas do vértice inferior direito do depósito em relação ao seu ponto de
referência.

Habilita; o rectângulo marcado indica que o depósito foi habilitado.

146 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

ID absoluto; código numérico do depósito.

Fic. DXF; ficheiro com extensão DXF do desenho do depósito.


Tipologia; tipo do depósito.

Colocação; posição do depósito.

Vista superior; habilita a numeração dos porta-ferramentas do depósito, considerando a visão do


alto, de modo a poder ter a mesma correspondência numérica com os porta-ferramentas
presentes fisicamente no depósito.
Offset X, Offset Y, Offset Z; coordenadas do ponto de referência do depósito relativamente à
origem da máquina.

Z para troca ferr.; quota em Z para a troca de ferramenta, caso a troca da mesma não tenha sido
habilitada durante o trabalho.

Tempo de troca ferr.; tempo médio utilizado para realizar a troca da ferramenta (utilizado pelo
simulador).

Veloc. de soltura; indica a velocidade de extracção da ferramenta do porta-ferramentas do


depósito durante a fase de troca de ferramenta.

Gestão Balluff; o rectângulo marcado indica que o depósito é equipado com o dispositivo “Balluf”
de leitura óptica dos chips presentes nas ferramentas ou nos agregados.

Casual; o rectângulo marcado indica que o depósito é “random”, isto é, pelo menos um porta-
ferramentas presente é gestido como "random".

Mudar enquanto trab.; o rectângulo marcado indica que a máquina está habilitada para realizar a
troca de ferramenta sobre um mandril eléctrico enquanto o outro estiver trabalhando. Activando
esse tipo de função, o CAM procura mascarar sobre os depósitos habilitados, as operações de
troca ferramentas antecipando quanto possível os trabalhos (não são previstos os critérios de
repartição dos trabalhos).

Reserva; o rectângulo marcado indica que a gestão da reserva da ferramenta está habilitada.
Esse dado permite agilizar as operações de troca de ferramentas, pois, a cada troca de
ferramenta, o CAM reserva a ferramenta para a troca seguinte. As ferramentas, para serem
reservadas, devem ter as mesmas dimensões externas da ferramenta descarregada do depósito.

Troca simultân.; o rectângulo marcado indica que a gestão da troca de ferramentas simultânea
está habilitada, isto é, o depósito pode efectuar a inserção de duas ferramentas sobre dois
mandris eléctricos ao mesmo tempo.

Extrac. X, Extrac. Y, Extrac. Z; definem a posição da carga dos depósitos de ferramentas do tipo
tambor.

Raio; raio do depósito de ferramentas para o depósito tipo tambor. Raio do segmento circular da
corrente para os depósitos do tipo corrente.

Dist. corrente; comprimento do segmento linear da corrente para o depósito do tipo corrente.

Agregados; lista dos agregados que o depósito pode conter.


Mandris eléctricos; lista dos mandris eléctricos que o depósito, considerando todas as suas
posições, pode atender.

Eixos; lista dos eixos.

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147
7 A unidade de operação e o depósito

Porta-ferr.; lista dos porta-ferramentas do depósito (ver “Descrição da janela de diálogo Porta-
ferramenta -”, na pág.148).

Figura 70

Descrição da janela de diálogo Porta-ferramenta -


ID absoluto; número unívoco do porta-ferramenta entre todos aqueles presentes na máquina.

ID relativo; índice unívoco do porta-ferramentas do depósito seleccionado.

Dim.Ext.; código numérico que define a capacidade do porta-ferramentas. Esse valor, que vai de
1 a 4, está ligado àquele definido nas ferramentas/agregados e permite gerenciar correctamente a
troca automática das ferramentas. Dado não alterável.

Engate; tipo de engate que a ferramenta deve ter para ser inserida no porta-ferramentas.

Offset Z; coordenada da posição do porta-ferramentas da origem da máquina.

Habilitado; o rectângulo marcado indica que o porta-ferramenta foi habilitado.

Ferramenta casual; o rectângulo marcado indica que o porta-ferramentas pode abrigar todo tipo
de ferramenta presente no depósito.
Mandris eléctricos; lista de todos os mandris eléctricos a que o porta-ferramentas pode servir.

C ; quota que o eixo C deve ter para carregar a ferramenta no depósito.

CR ; valor de rotação que o depósito deve apresentar para poder efectuar a carga da ferramenta.

CRT ; valor de rotação do depósito para permitir que a ferramenta se posicione sob o sensor de
revelação.

148 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

Direcção de soltura; direcção do movimento da unidade de operação para extrair a ferramenta


do porta-ferramentas.

Quota soltura; indica o quanto a unidade de operação deve mover-se para liberar a ferramenta.

Quota soltura em Z; indica o quanto a unidade de operação deve mover-se em Z para depositar
a ferramenta no porta-ferramentas.

Agregados; conjunto dos agregados que o porta-ferramentas pode conter.

Consultar os limites do software


Os limites do software são pontos limites do campo de trabalho além do qual a unidade de
operação não pode ir. Não dizem respeito aos dispositivos mecânicos de fim-de-curso presentes
na máquina, mas são simplesmente limites configurados no software.

Para consultar as quotas mínimas e máximas da trajectória da unidade de operação, iniciar a


aplicação MachineConfiguration e clicar no botão .

Figura 71: janela de diálogo LIMIT. SOFTWARE

As quotas presentes nas colunas do campo X, Y e Z variam com base na origem seleccionada e
com base no elemento da unidade de operação seleccionada na área gráfica da aplicação
(mandril individual, unidade inteira etc.)

Por exemplo, ao seleccionar um mandril da área gráfica e a origem da máquina na janela LIMIT.
SOFTWARE, a trajectória em X positiva do mandril não pode superar a quota mínima de 31
milímetros e a quota máxima de 4014 milímetros (ver figura 72).

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149
7 A unidade de operação e o depósito

Figura 72

Para consultar os limites do mandril considerando o comprimento da ferramenta presente, activar


o rectângulo dos marcadores Com ferram..

Figura 73

Exibir os eixos máquina existentes


Para exibir a janela com a lista dos eixos máquina existentes, iniciar a aplicação
MachineConfiguration e clicar no botão . Seleccionar o eixo a ser consultado para exibir a
janela com os dados técnicos do eixo.

Exibir as distâncias entre mandris


Para exibir a janela com as quotas relativas à distância entre os mandris da unidade de operação,
iniciar a aplicação MachineConfiguration e clicar no botão .

Para controlar as distâncias entre mandris, seleccionar o primeiro mandril de referência na área
gráfica, premir a tecla CTRL e seleccionar o segundo mandril.

150 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

7.2 Noções de apetrechamento


O apetrechamento da unidade de operação, dos agregados e do depósito de ferramentas é
gerenciado pela aplicação MachineConfiguration através dos ambientes específicos de
apetrechamento (janelas de apetrechamento).

Estrutura da janela de apetrechamento


As janelas de apetrechamento estão divididas em cinco áreas:
„ Área esquerda com a lista de árvore; visualiza, na janela de apetrechamento dos agregados e
dos depósitos, a lista de árvore dos elementos a serem apetrechados. Ao clicar em um item
da lista, evidencia-se a imagem da área gráfica correspondente.
„ Área direita com a lista de árvore; visualiza a árvore com a lista das ferramentas divididas em
classes. Esta área interage com a imagem da área gráfica.
„ Área gráfica; exibe a imagem gráfica do elemento a ser apetrechado. Ao clicar em um
elemento da imagem, na árvore da área direita e da área esquerda é evidenciado o item
correspondente à imagem seleccionada.
„ Área de dados das ferramentas; exibe a representação gráfica, o nome, o diâmetro e a
tipologia da ferramenta seleccionada na lista de árvore da área direita.
„ Área de dados do elemento seleccionado; área em que aparecem os dados inerentes ao
elemento seleccionado na área gráfica.

Botão da janela de apetrechamento


A seguir, ilustramos a lista e a descrição dos botões da janela de apetrechamento.

Botão Descrição
Permite salvar o apetrechamento para permitir sua exibição na abertura sucessiva
da janela do apetrechamento.
Permite a saída da janela de apetrechamento sem salvar os dados configurados.

Permite exibir a lista dos mandris e mostrar para cada um o mandril simétrico.

Permite apetrechar o mandril.

Permite desapetrechar o mandril.

Permite exibir a janela e resumir a lista dos mandris apetrechados.

Permite procurar e abrir os ficheiros de configuração do apetrechamento:


ficheiro com extensão MTM para o apetrechamento dos mandris do grupo de
perfuração e fresagem, com extensão MTC para o apetrechamento do depósito de
ferramentas e com extensão MTA para o apetrechamento dos agregados.

BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


151
7 A unidade de operação e o depósito

Botão Descrição
Permite salvar os dados de apetrechamento e criar ficheiros com extensão MTM
para o apetrechamento da máquina, com extensão MTC para apetrechamento do
depósito de ferramentas e com extensão MTA para o apetrechamento dos
agregados.
Permite confrontar dos ficheiros de configuração do apetrechamento para tomar
conhecimento das diferenças que correm entre eles.
Permite exibir a janela de diálogo Filtros; para utilização dos filtros consultar o
parágrafo 6.9 na pág. 131.
Permite procurar o ficheiro que contém o apetrechamento dos mandris do grupo de
perfuração (ficheiro com extensão MTM) e carregá-lo na janela de apetrechamento.
A diferença do comando , este comando não retira do ficheiro MTM todos os
dados de apetrechamento, mas somente os relativos ao apetrechamento dos
mandris do grupo de perfuração.

Menu rápido das janelas de apetrechamento


Na área gráfica de cada ambiente de apetrechamento, é possível exibir o menu rápido, mais ou
menos opções dependendo do ambiente a que pertencem.

Descrição das opções do menu:

Mostrar tudo; permite a exibição inteira da imagem seleccionada.

Mostrar elemento em primeiro plano; permite aumentar a imagem seleccionada com o cursor.

Mostrar anterior; permite exibir o elemento anterior àquele que acaba de ser visualizado.

Mostrar pais; permite exibir o elemento hierarquicamente superior àquele que acaba de ser
exibido.

Acrescentar a ferramenta .... aos mandris seleccionados; permite apetrechar o mandril


seleccionado na área gráfica com a ferramenta seleccionada na lista de árvore.
Desapetrechar o mandril seleccionado; permite remover a ferramenta do mandril seleccionado.

Cancelar simetria; permite remover a informação simétrica do mandril seleccionado.

Informações sobre o elemento; permite exibir as características técnicas do elemento


seleccionado (mandril, grupo, depósito, etc.).
Informações sobre a ferramenta existente no mandril seleccionado; permite a exibição da
janela de diálogo relativa às características técnicas da ferramenta presente no mandril.

Informações sobre as ferramentas descartadas; permite exibir a janela de diálogo com a lista
de todas as ferramentas que não podem ser instaladas no mandril seleccionado.

Cancelar todas as selecções; permite anular as selecções realizadas.

Activar desactivar presença; habilita-se somente quando o software estiver conectado à


máquina. Permite marcar com um x o porta-ferramentas do depósito. O x sobre um porta-
ferramentas significa que a ferramenta fora retirada e está momentaneamente alojado em outro
lugar, por exemplo, sobre o mandril eléctrico. A ferramenta está declarada no porta-ferramentas,
mas não está presente naquele momento.

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7 A unidade de operação e o depósito

7.3 Apetrechamento da unidade de operação


Para efectuar o apetrechamento da unidade de operação, seleccionar o menu Apetrechamento e
escolher a opção Apetrechamento da máquina, ou clicar no botão .

Figura 74 : Apetrechamento da máquina

Para os procedimentos de apetrechamento das unidades de operação, observar um dos métodos


a seguir:
„ Seleccionar na área gráfica o mandril e na lista de árvore a ferramenta a ser instalada; premir

o botão direito do mouse ou clicar no botão .


„ Seleccionar a ferramenta desejada na lista de árvore e instalá-la no mandril utilizando a
técnica Drag and drop (arrastar e soltar).
„ Seleccionar na área gráfica o mandril e na lista de árvore a ferramenta; exibir o menu rápido e
escolher a opção Acrescentar a ferramenta ........... aos mandris seleccionados.
„ Seleccionar na área gráfica o(s) mandril(s) e na lista de árvore a ferramenta a ser instalada;
premir a tecla INS do teclado do microcomputador.

Para desapetrechar a unidade de operação, observar um dos métodos a seguir:

„ Seleccionar na área gráfica um ou mais mandris e clicar no botão . Para desapetrechar


toda a unidade de operação, criar em torno dos mandris uma área de selecção e clicar no
botão .
„ Seleccionar na área gráfica o(s) mandril(s), exibir o menu rápido e escolher a opção
Desapetrechar o mandril seleccionado.

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7 A unidade de operação e o depósito

„ Seleccionar na área gráfica o(s) mandril(s) e premir a tecla DEL do teclado do computador.
Para desapetrechar toda a unidade de operação, criar em torno dos mandris uma área de
selecção e clicar no botão DEL.

Exibir as características técnicas dos grupos e/ou dos mandris da


unidade de operação
Para exibir as janelas dos dados técnicos dos mandris, do mandril eléctrico e/ou do grupo de
perfuração, trabalhar directamente na área gráfica, clicando duas vezes sobre o objecto desejado
ou utilizando a opção específica do menu rápido.

Salvar o apetrechamento da unidade de operação


Depois de ter apetrechado a unidade de operação, para criar o ficheiro com extensão MTM onde
salvar os dados de configuração, clicar no botão . O ficheiro é salvo no caminho default
....Biesse\ BiesseWorks\ Techdata\ Machtype\BIESSEMACHINE\nome da máquina. Antes de
fechar a janela de apetrechamento, se desejar reabrí-la com a configuração criada, clicar no
botão .

Quando se utiliza o botão , a configuração é salva em um disco para reaparecer a reabertura


sucessiva do apetrechamento da máquina.

Após ter salvado o apetrechamento, a intervenção sobre os dados presentes na base de


dados das ferramentas ou sobre os dados da máquina resultantes de uma operação de
importação ou uma alteração, poderia criar um desalinhamento entre esses dados e o
apetrechamento. Neste caso, é exibida a janela informativa Apetrechamento incorrecto !
(consultar 7.6 “Desalinhamento entre o apetrechamento salvo e os dados máquina/
ferramentas” na pág. 163).

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7 A unidade de operação e o depósito

Confrontar duas configurações de apetrechamento máquina


Para realizar a comparação entre duas configurações diferentes de apetrechamento da máquina,
abrir o primeiro ficheiro de apetrechamento com o botão , clicar no botão e abrir o ficheiro
desejado com um duplo clique. É exibida a janela de diálogo Resumo (ref. A figura 75) com a lista
dos mandris que têm ferramentas diversas dependendo da configuração. Para exibir os nomes
das ferramentas presentes no mandril homónimo (ref. B figura 75), clicar duas vezes no item
desejado.

Figura 75

Descrição dos procedimentos para estabelecer a simetria entre os


mandris
Para modificar a simetria entre os mandris do grupo de perfuração, aumentar a imagem do grupo
e clicar no botão .

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7 A unidade de operação e o depósito

Figura 76: Apetrechamento da máquina

O software permite realizar trabalhos com mandris simétricos somente em direcção ao eixo X,
logo os mandris que deverão ser conectados entre si por uma relação de simetria deverão ser
somente aqueles que realizam perfurações em direcção ao eixo X.

Atribuir a simetria aos mandris significa conectar cada mandril a outro com o mesmo tipo de
ferramenta, para fazer com que o controlo na optimização dos trabalhos possa utilizar os mandris
simétricos para trabalhar duas ou mais peças carregadas sobre as origens simétricas ou
especulares. Dois mandris para poder ser simétricos devem sempre possuir o mesmo tipo de
ferramenta, pois efectuam os mesmos trabalhos sobre mais de uma peça, partindo seja da origem
recta quanto daquela simétrica (para informações posteriores sobre as origens simétricas,
consultar as instruções para a utilização da máquina).

Figura 77: exemplo de um trabalho que contém as instruções para perfurar 100 em X e 70 em Y, aplicável a
4 peças colocadas na origem recta (1 e 3) e simétrica (2 e 4).

Para estabelecer a simetria, trabalhar directamente sobre a área gráfica da janela (figura 76) ou
na lista à direita.

156 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

Se desejar trabalhar na área gráfica, seleccionar um mandril, pressionar a tecla CTRL do teclado
e clicar no mandril que se deseja tornar simétrico; na lista posta à direita, em correspondência ao
nome do mandril seleccionado, aparecerá no interior da coluna SIMÉTRICO o nome do mandril
simétrico associado.

Figura 78

Caso desejar trabalhar directamente na lista à direita, seleccionar o código do mandril desejado e
premir a tecla direita do mouse; escolher o código do mandril a ser associado na lista e clicar no
botão da opção .

Figura 79

BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


157
7 A unidade de operação e o depósito

7.4 Apetrechamento do depósito de ferramentas


Para efectuar o apetrechamento do depósito de ferramentas, seleccionar o menu
Apetrechamento e escolher a opção Apetrechamento dos depósitos, ou clicar no botão .

Figura 80: Apetrechamento dos depósitos

Para os procedimentos de apetrechamento dos depósitos de ferramentas, observar um dos


métodos a seguir:
„ Seleccionar na área gráfica o porta-ferramentas e na lista de árvore a ferramenta a ser

instalada; premir o botão direito do mouse ou clicar no botão .


„ Seleccionar a ferramenta desejada na lista de árvore e instalá-la no porta-ferramentas
utilizando a técnica Drag and drop (arrastar e soltar).
„ Seleccionar na área gráfica o porta-ferramentas e na lista de árvore a ferramenta; exibir o
menu rápido e escolher a opção Acrescentar a ferramenta ........... aos mandris seleccionados
„ Seleccionar na área gráfica o(s) porta-ferramenta(s) e na lista de árvore a ferramenta a ser
instalada; premir a tecla INS do teclado do microcomputador.

158 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

Para desapetrechar o porta-ferramentas, observar um dos métodos a seguir:

„ Seleccionar na área gráfica um ou mais porta-ferramentas e clicar no botão . Para


desapetrechar toda o depósito, criar em torno dos porta-ferramentas uma área de selecção e
clicar no botão .
„ Seleccionar na área gráfica o(s) porta-ferramenta(s), exibir o menu rápido e escolher a opção
Desapetrechar o mandril seleccionado.
„ Seleccionar na área gráfica o(s) porta-ferramenta(s) e premir a tecla DEL do teclado do
computador. Para desapetrechar toda o depósito, criar em torno dos porta-ferramentas uma
área de selecção e premir DEL.

Exibir as características técnicas dos depósitos e dos porta-ferramentas


Para exibir as janelas dos dados técnicos dos depósitos e/ou do porta-ferramentas, trabalhar
directamente na área gráfica, clicando duas vezes sobre o objecto desejado ou utilizando a opção
específica do menu rápido.

Salvar o apetrechamento dos depósitos


Depois de ter apetrechado o depósito, para criar o ficheiro cm extensão MTC onde salvar os
dados de configuração, clicar no botão . O ficheiro é salvo no caminho default ....Biesse\
BiesseWorks\ Techdata\ Machtype\BIESSEMACHINE\nome da máquina. Antes de fechar a janela
de apetrechamento do depósito, se desejar reabrí-la sucessivamente com a configuração criada,
clicar no botão .

Quando se utiliza o botão , a configuração é salvada em um disco para reaparecer a


reabertura sucessiva do apetrechamento do depósito.

Após ter salvado o apetrechamento, a intervenção sobre os dados presentes na base de


dados das ferramentas ou sobre os dados da máquina resultantes de uma operação de
importação ou uma alteração, poderia criar um desalinhamento entre esses dados e o
apetrechamento. Neste caso, é exibida a janela informativa Apetrechamento incorrecto !
(consultar 7.6 “Desalinhamento entre o apetrechamento salvo e os dados máquina/
ferramentas” na pág. 163).

BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


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7 A unidade de operação e o depósito

Confrontar duas configurações do depósito


Para realizar a comparação entre duas configurações diferentes do depósito de apetrechamento,
abrir o primeiro ficheiro de apetrechamento com o botão , clicar no botão e abrir o ficheiro
desejado com um duplo clique. Exibe-se a janela de diálogo Resumo (ref. A figura 81) com a lista
dos porta-ferramentas que têm ferramentas diversas dependendo da configuração. Para exibir os
nomes das ferramentas presentes no porta-ferramentas homónimo, clicar duas vezes no item
desejado (ref. B figura 81).

Figura 81

160 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

7.5 Apetrechamento dos agregados


Para efectuar o apetrechamento dos agregados, seleccionar o menu Apetrechamento e escolher
a opção Apetrechamento dos agregados, ou clicar no botão .

Figura 82: Apetrechamento dos agregados

Para os procedimentos de apetrechamento dos agregados, observar um dos métodos a seguir:


„ Seleccionar na área gráfica o sub-mandril e na lista de árvore a ferramenta a ser instalada;

premir o botão direito do mouse ou clicar no botão .


„ Seleccionar a ferramenta desejada na lista de árvore e instalá-la no sub-mandril utilizando a
técnica Drag and drop (arrastar e soltar).
„ Seleccionar na área gráfica o sub-mandril e na lista de árvore a ferramenta; exibir o menu
rápido e escolher a opção Acrescentar a ferramenta ........... aos mandris seleccionados
„ Seleccionar na área gráfica o(s) sub-mandril(s) e na lista de árvore a ferramenta a ser
instalada; premir a tecla INS do teclado do microcomputador.

BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


161
7 A unidade de operação e o depósito

Para desapetrechar os agregados, observar um dos métodos a seguir:

„ Seleccionar na área gráfica um ou mais sub-mandris e clicar no botão . Para


desapetrechar toda a unidade de operação, criar em torno dos sub-mandris dos agregados
uma área de selecção e clicar no botão .
„ Seleccionar na área gráfica o(s) sub-mandril(s), exibir o menu rápido e escolher a opção
Desapetrechar o mandril seleccionado.
„ Seleccionar na área gráfica o(s) sub-mandril(s) e premir a tecla DEL do teclado do
computador. Para desapetrechar mais agregados ao mesmo tempo, criar em torno dos
mandris uma área de selecção e clicar no botão DEL.

exibir as características técnicas dos agregados e/ou dos mandris


Para exibir as janelas dos dados técnicos dos agregados e/ou dos mandris dos agregados,
trabalhar directamente na área gráfica, clicando duas vezes sobre o objecto desejado ou
utilizando a opção específica do menu rápido.

Salvar o apetrechamento dos agregados


Depois de ter apetrechado os agregados, para criar o ficheiro com extensão MTA onde salvar os
dados de configuração, clicar no botão . O ficheiro é salvo no caminho default ....Biesse\
BiesseWorks\ Techdata\ Machtype\BIESSEMACHINE\nome da máquina. Antes de fechar esta
janela de apetrechamento dos agregados, se desejar reabrí-la sucessivamente com a
configuração criada, clicar no botão .

Quando se utiliza o botão , a configuração é salvada em um disco para reaparecer a


reabertura sucessiva do apetrechamento dos agregados.

Após ter salvado o apetrechamento, a intervenção sobre os dados presentes na base de


dados das ferramentas ou sobre os dados da máquina resultantes de uma operação de
importação ou uma alteração, poderia criar um desalinhamento entre esses dados e o
apetrechamento. Neste caso, é exibida a janela informativa Apetrechamento incorrecto !
(consultar 7.6 “Desalinhamento entre o apetrechamento salvo e os dados máquina/
ferramentas” na pág. 163).

162 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


7 A unidade de operação e o depósito

7.6 Desalinhamento entre o apetrechamento salvo e


os dados máquina/ferramentas
Quando se memoriza o apetrechamento da unidade de operação, do depósito de ferramentas ou
dos agregados utilizando o botão , as configurações efectuadas são memorizadas no disco
para reaparecer na sucessiva reabertura da janela de apetrechamento. Se após esta operação se
intervém na base de dados das ferramentas ou nos dados da máquina, na reabertura posterior da
janela de apetrechamento, é exibida a janela informativa Apetrechamento incorrecto ! (figura 83)
com a lista dos erros provocados pelo desalinhamento entre o apetrechamento memorizado e os
dados efectivamente presentes na máquina.

Figura 83: janela de diálogo Apetrechamento incorrecto !

Clicar no botão A para confirmar o apetrechamento ou no botão C para desapetrechar todos os


mandris cujas ferramentas não estão memorizadas na base de dados. O botão B permite exibir
uma janela com as informações das razões que tornam impossível a instalação da ferramenta na
máquina.

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163
7 A unidade de operação e o depósito

164 BIESSE S.p.A. © - a706k0120.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

8 Gestão do plano de trabalho

Neste capítulo são apresentadas todas as informações relativas ao apetrechamento do plano de


trabalho, incluída a gestão da instalação pneumática ligada ao próprio plano.

Para a descrição genérica do aplicativo WorkTableTooling, consultar o parágrafo 2.3, pág.


59.
O apetrechamento do plano de trabalho permite estabelecer a melhor posição dos objectos que o
compõem de modo que não sejam danificados durante o trabalho da peça. Para efectuar o
apetrechamento, abrir o programa de trabalho desejado na aplicação Editor (documento BPP) e
iniciar a aplicação WorkTableTooling clicando no botão .
Antes de passar à aplicação WorkTableTooling, optimizar o programa de trabalho.

Ao iniciar a aplicação é exibido o documento de configuração do plano de trabalho com a


configuração de default do plano; as operações de criação e modificação do documento de
configuração estão referidas no parágrafo 8.4 na pág. 172.

Dentro deste aplicativo é possível visualizar três diferentes ambientes de trabalho:


„ “Ambiente de apetrechamento do plano de trabalho” (ver pág. 175);

„ “Ambiente de movimentação dos objectos do plano” (ver pág. 184);

„ “Ambiente de gestão das instalações” (ver pág. 187).

Ao abrir um programa de trabalho que já inclui o apetrechamento, se este tiver sido


realizado sobre uma configuração diferente daquela proposta no início da aplicação
WorkTableTooling, o sistema exibe uma mensagem para avisar da alteração ocorrida e da
possibilidade de substituir a configuração com aquela memorizada no programa.

Terminadas as operações de apetrechamento, para memorizá-las dentro do programa e para


voltar à aplicação Editor, clicar no botão . Para sair da aplicação WorkTableTooling sem salvar
as operações efectuadas, clicar no botão .

Para memorizar definitivamente nos ficheiros com extensão BPP o apetrechamento da peça,
salvar o ficheiro antes de fechar.

Durante o apetrechamento dos planos de trabalho EPS, recomenda-se controlar


atentamente a posição dos carros, porque a sua movimentação é sujeita a limitações
que não são geridas em automático pela interface do software do CN. Nesse caso, é
necessário lembrar-se de não comandar os carros além das quotas indicadas nas
instruções para o uso da máquina (capítulo dedicado à execução dos trabalhos,
parágrafo das advertências).

BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


165
8 Gestão do plano de trabalho

8.1 Controlo e modificação das origens


A janela de diálogo Gestor origens contém a lista de todas as origens existentes do plano de
trabalho. Para exibi-la, iniciar o aplicativo MachineConfiguration, clicar no botão ou
seleccionar o menu Database e a opção Origens.
Para controlar ou modificar os dados das origens, visualizar a referida janela e seleccionar com
um duplo clique o item desejado.

Descrição da janela Origem -


Figura 84: janela de diálogo com os dados da origem seleccionada.

IDS; origem associada, no caso em que se trabalhem peças curtas. A modificação é reservada ao
técnico Biesse.

IDL; origem associada, no caso em que se trabalhem peças longas. A modificação é reservada ao
técnico Biesse.

Offset X, Offset Y, Offset Z; coordenadas da origem em relação à área de trabalho que a contém.

Offset+ X, Offset+ Y, Offset+ Z; offset adicional da origem em relação à área de trabalho que a
contém.
Simétr. em X; a caixa marcada habilita a origem simétrica em direcção do eixo X. A modificação é
reservada ao técnico Biesse.

Simétr. em Y; a caixa marcada habilita a origem simétrica em direcção do eixo Y. A modificação é


reservada ao técnico Biesse.

Trans. em X; a caixa marcada habilita a origem deslocada em direcção do eixo X. A modificação é


reservada ao técnico Biesse.
Trans. em Y; a caixa marcada habilita a origem deslocada em direcção do eixo Y. A modificação é
reservada ao técnico Biesse.

Iniciável; o rectângulo marcado indica que a origem está presente na máquina e portanto
seleccionável por meio da pressão do botão START. A modificação é reservada ao técnico
Biesse.

Tipo; tipo de origem: STANDARD (origem de base); LASER (origens que são obtidas com o
projector laser de alinhamento); CUSTOM (origens personalizadas). A modificação é reservada
ao técnico Biesse.

166 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

8.2 Descrição do menu de contexto do ambiente de


apetrechamento
„ Cursor sobre a ventosa moldável e sobre os prensadores (uniclamp) (pág. 167).

„ Cursor sobre os batentes (pág. 169).

„ Cursor sobre os suportes móveis e sobre os suportes para batentes laterais (pág. 170).

„ Cursor sobre a peça (pág. 171).

Cursor sobre a ventosa moldável e sobre os prensadores (uniclamp)


Exibindo o menu sobre uma ventosa moldável ou um prensador, activam-se as opções a seguir:

Mostrar; mostra em primeiro plano o objecto (ventosa ou prensador) seleccionado.


Mostrar tudo; mostra todo o plano de trabalho.

Copiar; copia o objecto (ventosa ou prensador) seleccionado.

Colar; insere no carro seleccionado o objecto (ventosa ou prensador) copiado anteriormente.

Eliminar; elimina a ventosa do plano de trabalho.

Seleccionar; permite seleccionar ao mesmo tempo todas as ventosas moldáveis; escolher a


opção Ventosas moldáveis e um dos itens a seguir: Por coluna, para seleccionar todas as
ventosas moldáveis presentes no suporte; Por linha, para seleccionar todas as ventosas
moldáveis postas na horizontal.

Rotação; permite a rotação das ventosas moldáveis. A opção Continuar permite realizar a
rotação manual. A opção Segmentadapermite realizar a rotação guiada, programando os dados
desejados.

Emparelhe os carros; une os carros seleccionados.

Desemparelhe os carros; separa os carros acoplados anteriormente.

Crie associado; permite salvar em um ficheiro com extensão ASM o prensador Uniclamp criado
associando uma base e um disco.

Verificar as posições; permite controlar se os objectos sobre o plano de trabalho foram


posicionados correctamente.

Mover todos os objectos seleccionados na mesma quota; move todos os objectos


seleccionados, levando-os à quota em que se encontra o último objecto seleccionado.

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167
8 Gestão do plano de trabalho

Quotas; permite a exibição da janela de diálogo para definir as quotas de posicionamento das
ventosas moldáveis (para a descrição da janela, consultar “A janela de introdução de quotas” na
pág. 175).

Propriedade; permite exibir a janela de diálogo Propriedade dos objectos na qual estão
registradas as propriedades das ventosas moldáveis:

Placas Descrição dos campos

Placa Menu Geral Quotas de posicionamento e dados gerais das ventosas


moldáveis.

Placa Programações Móvel; permite bloquear ou desbloquear o movimento da


ventosa. Desactivando a caixa, a ventosa é bloqueada no
ponto em que foi posicionada.

Vincula a posição só na Y da origem.; permite associar a


ventosa a uma origem específica, definida no campo
Origem associada. Esse dado é utilizado em geral para
associar os prensadores (uniclamp) a uma origem para criar
uma referência, isto é, para utilizar a haste do prensador
como batente.

Origem associada; número da origem ao qual é associado o


prensador. Esse campo é associado ao campo Vincula a
posição só na Y da origem..

Altura; permite definir a espessura máxima dos prensadores


ou das ventosas. Com espessura máxima se quer indicar a
espessura máxima do prensador/ventosa adicionada a
espessura do carro.

Habilita rotação; permite configurar os dados de rotação da


ventosa moldável; isto é, permite definir qual opção exibir no
menu rápido Rotação.

Segmentada; permite a definição do ângulo de rotação de


forma personalizada. Quando activada, permite exibir, no
item Rotação do menu rápido, a opção Segmentada.
Configurar o valor do passo de rotação da ventosa
moldável.

Continuar; permite a definição do ângulo de rotação de


forma "contínua". Quando activada, permite exibir, no item
Rotação do menu rápido, a opção Continuar. Programar o
valor desejado no campo Ângulo de rotação absoluto.

168 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

Placas Descrição dos campos

Placa Uniclamp Ângulo Disco; permite indicar o ângulo de rotação do disco.

30°

90°

Nome do dxf; permite indicar o nome do ficheiro DXF ao


qual o prensador é associado.

Tipo de separador; permite escolher o tipo de separador:


separador magnético a ser inserido na haste do prensador
(cilíndrico) ou separador de barra.

Espessura; permite indicar a espessura do separador.

Separador; permite indicar a angulação do primeiro e do


segundo separador.

90° 180° 270° 360°

Cursor sobre os batentes


Exibindo o menu sobre um batente são activadas as opções a seguir:

Mostrar; mostra em primeiro plano o batente seleccionado.

Mostrar tudo; mostra o plano inteiro de trabalho.


Seleccionar; para seleccionar todos os batentes ao mesmo tempo; escolher a opção Batentes e
um dos itens a seguir: Por coluna para seleccionar todos os batentes presentes no suporte; Por
linha para seleccionar todos os batentes postos na horizontal; Por origem para seleccionar todos
os batentes que pertencem à mesma origem.

Verificar as posições; permite verificar se os objectos sobre o plano de trabalho foram


posicionados correctamente.

Propriedade; permite exibir a janela de diálogo Propriedade dos objectos onde estão registradas
as propriedades dos batentes:

Placas Descrição dos campos

Placa Menu Geral quotas de posicionamento e dados gerais dos batentes.

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169
8 Gestão do plano de trabalho

Placas Descrição dos campos

Placa Programações Móvel; habilita o movimento do batente. Desactivando a


caixa, o batente é bloqueado no ponto em que foi
posicionado.

Origem associada; lista das origens a serem associadas ao


batente.

Lado apoio da peça; campos para definir o lado do batente


(ref. A) sobre o qual fazer apoiar a peça.
Lado superior B; lado inferior C; lado esquerdo D; lado
direito E.
B

A
D E

Habilita prato; permite habilitar a inserção de um disco sobre


o batente.

Cursor sobre os suportes móveis e sobre os suportes para batentes laterais


Exibindo o menu acima de um suporte móvel (ref. A, figura 85) ou acima de um suporte para
batentes laterais (ref. B, figura 85) activam-se as opções listadas a seguir.

Figura 85: A = suportes móveis; B = suporte para batentes laterais.


A

Mostrar; mostra em primeiro plano o suporte móvel seleccionado.

Mostrar tudo; mostra o plano inteiro de trabalho.

170 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

Seleccionar; permite seleccionar contemporaneamente todos os suportes móveis por meio da


opção Suporte móvel.

Prende o suporte móvel na origem; permite vincular o suporte para peças seleccionado à sua
origem, somente no caso em que tenha sido configurado como suporte móvel.
Verificar as posições; permite verificar se os objectos sobre o plano de trabalho foram
posicionados correctamente.

Quotas; permite exibir a janela de diálogo para definir as quotas de posicionamento dos suportes
móveis (para a descrição da janela, consultar “A janela de introdução de quotas” na pág. 175).

Propriedade; permite exibir a janela de diálogo Propriedade dos objectos na qual estão
registradas as propriedades dos suportes móveis:

Placas Descrição dos campos

Placa Menu Geral quotas de posicionamento e dados gerais dos suportes


móveis.

Placa Programações Móvel; habilita o movimento do suporte. Desactivando a


caixa, o suporte é bloqueado no ponto em que foi
posicionado.

Uniclamp; habilita a remoção do suporte, isto é, permite


declarar que o específico suporte pode ser tirado do plano
de trabalho.

Cursor sobre a peça


Exibindo o menu sobre uma peça são activadas as opções a seguir:

Mostrar; mostra em primeiro plano a peça seleccionada.

Mostrar tudo; mostra o plano inteiro de trabalho.

Desloque a peça na origem...; permite transladar a peça sobre outra origem.

Duplique a peça na origem...; permite criar uma cópia da peça carregando-a sobre outra origem.

Mova a peça e apetreche-a na origem...; permite transportar a peça sobre outra origem
copiando também o apetrechamento.
Duplica a peça e apetreche-a na origem...; permite criar uma cópia da peça e do
apetrechamento, carregando a peça sobre outra origem.

Programar como peça activa; permite tornar a peça seleccionada activa, então alterável, caso
tenham sido carregadas várias peças no plano de trabalho.

Mostrar trabalhos; permite exibir o trabalho.


Verificar as posições; permite verificar se os objectos sobre o plano de trabalho foram
posicionados correctamente.

Propriedade; permite a exibição da janela de diálogo com as propriedades da peça e controlar as


quotas de posicionamento da peça no plano de trabalho.

BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


171
8 Gestão do plano de trabalho

8.3 Descrição do menu de contexto do ambiente de


movimentação
Crie recolocação; insere uma instrução de posicionamento que permite a movimentação do
objecto do plano seleccionado.
Corrija recolocação; permite modificar os parâmetros da instrução de posicionamento associada
ao objecto do plano seleccionado.

Prenda/Solte; habilita ou desabilita a utilização do vácuo, no caso das ventosas moldáveis, ou o


bloqueio do prensador, no caso de prensadores Uniclamp. Para a descrição da janela de diálogo,
consultar o parágrafo “Inserção da instrução Activação/Desactivação vácuo” “Inserção da
instrução Abertura/Fechamento torno” na página294.

8.4 O documento de configuração do plano de


trabalho
O documento de configuração do plano de trabalho, parte integrante do aplicativo
WorkTableTooling, permite reproduzir em vídeo o plano de trabalho da máquina para efectuar o
carregamento da peça nos suportes móveis e o apetrechamento dos objectos que compõem o
plano, e e personalizável.
Ao abrir o aplicativo visualiza-se o documento default, definido pelos técnicos Biesse no campo
Configuração de default na placa Planos de trabalho do Setup no momento da configuração da
máquina.
Os itens a seguir ilustram os pontos fundamentais a serem seguidos para realizar, modificar e
salvar o documento de configuração.

Personalizar o documento
Para personalizar com base nas próprias exigências o documento de configuração, iniciar a
aplicação WorkTableTooling de modo independente do aplicativo Editor por meio do menu Start
(Início) da barra das aplicações do Windows. Efectuar a modificação do documento que se
propõe à abertura do aplicativo ou clicar no botão , para partir de um documento novo.

Figura 86: menu Start de Windows

172 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

Inserir os objectos
Para inserir no documento novos componentes, seleccionar na lista de árvore os objectos do
plano necessários e movê-los na área gráfica utilizando a técnica "Drag and drop" (arrasta e
solta). Os objectos devem ser inseridos segundo uma ordem hierárquica, isto é, cada objecto
pode ser inserido somente sobre aquele hierarquicamente superior. Por exemplo, se não se
instalam os suportes móveis (ref. A) não é possível instalar os carros (ref. B) ou as ventosas
moldáveis (ref. C).
A inserção das ventosas moldáveis não necessita da presença dos carros (ref. B), que são
montados automaticamente nos suportes móveis (ref. A) toda vez que se insere uma ventosa
moldável.

Figura 87

Descrição dos objectos da lista de árvore


A primeira coluna mostra a lista dos objectos a serem utilizados para configurar o plano de
trabalho. A segunda coluna traz os elementos em que são instalados os objectos individuais,
enquanto que a terceira coluna traz os elementos que cada objecto pode conter.

Objectos sobre os quais são


Objectos do plano Objectos que podem conter
instalados

Suportes móveis (ref. A, figura área de trabalho Batentes


87) Barras
Suportes móveis

Batentes (ref. D, figura 87) Suportes móveis Chapas

Barras (ref. F, figura 87) Suportes móveis ---------------

Carros (ref. B, figura 87) Suportes móveis Ventosas/Uniclamp

Ventosas/Uniclamp (ref. C, Carros ---------------


figura 87)

Chapas (ref. E, figura 87) Batentes ---------------

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173
8 Gestão do plano de trabalho

Eliminar os objectos
Para eliminar os objectos do plano, seleccionar o objecto a ser apagado, exibir o menu rápido e
escolher a opção Eliminar.

Salvar o documento
Para salvar o documento de configuração do plano de trabalho, atribuindo-lhe um novo nome,
seleccionar o menu Ficheiro e a opção Grave com nome... De default, o ficheiro com extensão
PCF é salvo no directório default ...BiesseWorks\WTTooling\Dados\Configurações. Inserir o nome
do ficheiro no campo específico da janela proposta pelo sistema e salvar.

Salvar o documento como default


Para salvar o documento de configuração do plano de trabalho activo definindo-o como dado
default, visualizável na abertura da aplicação WorkTableTooling, seleccionar o menu Ficheiro e a
opção Programe como default.

Importar os ficheiros TLS


Para importar a configuração do plano de trabalho com a extensão TLS, clicar no botão .

Substitui o documento
Para executar o apetrechamento de um programa de trabalho, utilizando uma configuração
personalizada, diferente daquela proposta na abertura da aplicação (de default), seleccionar o
menu Ficheiro e a opção Mude configuração plano de trabalho. Escolher na janela do sistema o
ficheiro desejado. Apetrechar o plano de trabalho (ver parágrafo 8.5.2 “Posicionamento de tipo
não paramétrico”) e salvar.

174 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

8.5 Ambiente de apetrechamento do plano de


trabalho
Nesse ambiente é possível efectuar o apetrechamento do plano de trabalho definindo o tipo de
posicionamento que se quer adoptar:
„ posicionamento de tipo não paramétrico (ver parágrafo 8.5.2, pág. 182);

„ posicionamento de tipo paramétrico (ver parágrafo 8.5.1, pág. 177);

É possível efectuar também o apetrechamento semi-automático, que permite posicionar os


objectos do plano considerando os dados definidos no programa de trabalho (ver parágrafo 8.5.3,
pág. 182).

No caso em que o programa de trabalho apresente a instrução base de posicionamento


WTMOVING (ver par. 8.6, pág. 184), para visualizar o ambiente de apetrechamento, seleccionar o
ícone da área da árvore esquerda.

A janela de introdução de quotas


A janela de introdução de quotas pode ser exibida somente em fase de apetrechamento do plano
de trabalho e não em fase de movimentação dos objectos do plano. Mostra a quota de
posicionamento do objecto seleccionado e permite deslocar o objecto introduzindo nos campos
apropriados os valores desejados (expressões algébricas, instruções condicionais, etc.).

Para visualizar a janela de introdução de quotas, seleccionar o objecto desejado e escolher a


opção Quotas do menu de contexto ou do menu Modificar.

Descrição dos campos da janela


Quadro Tipo de quota
„ Não paramétrico; indica o posicionamento de tipo não paramétrico.

„ Paramétrico; indica o posicionamento de tipo paramétrico.

„ Lado de referência; permite configurar o lado de referência do qual partir para calcular o
deslocamento do objecto.

Quadro X e quadro Y; quadros para inserir as quotas de posicionamento dos suportes móveis
(X), das ventosas moldáveis, dos prensadores ou dos carros (Y).
„ Expressão; para a descrição, consultar o parágrafo “Utilização do campo Expressão”. .

„ Condição; para a descrição, consultar o parágrafo “Utilização do campo Condição”. .

; Confirma as configurações efectuadas e fecha a janela.

; fecha a janela sem confirmar as configurações efectuadas.

; permite tornar activas as configurações efectuadas, sem fechar a janela.

; mostra no campo Expressão a quota de posicionamento do objecto do plano seleccionado


(ver parágrafo “Utilização do campo Expressão”) e é activado somente em caso de

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175
8 Gestão do plano de trabalho

posicionamento de tipo paramétrico. Aconselha-se de prestar atenção, pois a pressão do botão


converte cada eventual expressão algébrica inserida no campo Expressão em número puro (ver
glossário).

; permite inserir no campo Expressão a variável NOTUSED (ver parágrafo “Utilização do


campo Expressão”) e activa-se somente em caso de posicionamento de tipo paramétrico.

Utilização do campo Expressão


Este campo mostra a quota de posicionamento do objecto seleccionado ou a variável NOTUSED
(ver parágrafo “A variável NOTUSED”, pág. 178). O tipo de quota indicada no campo varia em
base ao tipo de posicionamento:

1. Em caso de posicionamento de tipo não paramétrico, a quota mostrada é um valor absoluto,


calculado partindo da origem do plano de trabalho (ver parágrafo 8.5.2, pág. 182).
2. Em caso de posicionamento de tipo paramétrico, a quota mostrada é um valor relativo
calculado partindo da esquina da peça posicionada na origem seleccionada. De default, esta
quota é representada por um número puro, mas é possível modificá-la inserindo uma
expressão algébrica (ex. LPX - LPY/4). Para exibir o número puro de default, clicar no botão
.

Utilização do campo Condição


Este campo permite indicar a quota de posicionamento do objecto seleccionado através de uma
instrução condicional VBScript (p. ex. “If…Then…Else”). A instrução condicional não representa
um valor absoluto, mas um valor relativo calculado partindo do canto da peça posicionado na
origem seleccionada. O campo activa-se somente no caso de posicionamento de tipo
paramétrico.
Exemplo de condição:
if (LPX > 500) then
result = LPX+100-LPZ
else
result = LPX/2
end if
A palavra result representa o valor de destino da quota.

176 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

8.5.1 Posicionamento de tipo paramétrico


A parametrização dos objectos do plano de trabalho está ligada às dimensões em X da peça e é
aplicável somente no caso em que se queiram diminuir as dimensões da peça definidas no
programa de trabalho.
Por exemplo, para realizar um programa e torná-lo paramétrico para trabalhar 6 peças de
dimensões diversas (2.000 mm, 1.500 mm, 800 mm, 700 mm, 400 mm e 300 mm) é preciso criar
um programa de trabalho configurando como comprimento em X da peça aquele maior, isto é,
2.000 e, em seguida, proceder à redução das dimensões da peça.

Para parametrizar os objectos do plano de trabalho, observar a regra a seguir:


• se a dimensão em X da peça é tal de permitir à peça de ocupar duas áreas de trabalho (ref.
A, figura 88), é preciso tornar paramétricos todos os suportes móveis;
• se a dimensão em X da peça ocupa uma parte ou uma inteira área de trabalho (ref. B,
figura 88), é preciso tornar paramétricos todos os suportes da específica área de trabalho
interessada.
Essa norma vale também para as ventosas moldáveis, isto é, todas as ventosas que pertencem à
área de trabalho objecto do apetrechamento devem ser paramétricas.

Os objectos do plano de trabalho não envolvidos no apetrechamento da peça, mas pertencentes


à área ou às áreas de trabalho em que foi depositada a peça (p. ex. ref. C, figura 88), devem ser
excluídos do posicionamento paramétrico (ver ponto 3, parágrafo sucessivo).

Figura 88
A B

C C

Procedimentos para parametrizar os objectos do plano de trabalho


1. Iniciar o aplicativo WorkTableTooling clicando no botão presente na barra de ferramentas
Editor. Antes de entrar no ambiente de apetrechamento do plano de trabalho, verificar que no
campo Lista origens da janela de diálogo Variáveis da peça do programa de trabalho activo
esteja indicada a origem em que posicionar a peça e que tenha sido habilitada a caixa dos
marcadores Origem única. Em caso contrário, o sistema visualiza uma mensagem de erro na
qual se requer a execução das ditas operações.

BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


177
8 Gestão do plano de trabalho

2. Seleccionar o menu Modificar e habilitar com um clique do mouse a opção Apetrechamento


paramétrico (quotas relativas). Automaticamente as quotas de posicionamento de cada
objecto do plano de trabalho envolvido no posicionamento paramétrico são convertidas de
absolutas a relativas (ver campo Expressão na pág. 175). Para controlar e/ou modificar estes
valores, consultar o parágrafo “Modificação da quota relativa” na pág. 178.

3. Excluir do posicionamento paramétrico os suportes móveis, as ventosas moldáveis e/ou os


prensadores não envolvidos no apetrechamento da peça, utilizando a variável NOTUSED
(ver parágrafo “A variável NOTUSED” na pág. 178).
4. exibir a exibição para consultar o resultado do posicionamento paramétrico clicando no botão
. A exibição permite gerar um novo documento no qual é possível indicar tanto as
dimensões da peça quanto a origem de referência. O documento não permite executar
nenhum tipo de operação ou de memorização, isso mostra somente o resultado do
apetrechamento e a posição correcta dos objectos do plano declarados como NOTUSED.

5. Elaborar o programa de trabalho e exibir o simulador, clicando no botão .

6. Salvar o apetrechamento e voltar à aplicação Editor.


Para que o ficheiro ISO comporte também as informações de apetrechamento, habilitar os
rectângulos dos marcadores Exporta o apetrechamento dos planos de trabalho na janela de
diálogo Variáveis da peça (consulte “Criação do documento” na pág. 216).

A variável NOTUSED
A variável NOTUSED indica que o objecto do plano de trabalho é excluído do posicionamento
paramétrico. Todos os objectos a serem excluídos do apetrechamento devem portanto indicar
esta variável no campo dados Expressão da janela de diálogo de introdução quotas.
Para inseri-la, seleccionar um a um os objectos do plano de trabalho, visualizar o menu de
contexto, escolher a opção Quotas e clicar no botão .

Os objectos excluídos são posicionados a uma distância de cerca 300 mm em X e 100 mm em Y


em relação à peça carregada no plano de trabalho.
Para modificar estes dois valores é preciso realizar as seguintes variáveis de tipo Ambiente:
• TOOLMARGINX; o valor indicado nesta variável é utilizado pela variável NOTUSED para o
posicionamento em X dos objectos.
• TOOLMARGINY; o valor indicado nesta variável é utilizado pela variável NOTUSED para o
posicionamento em Y dos objectos.

Modificação da quota relativa


Quando é executado o posicionamento paramétrico dos objectos do plano de trabalho, o sistema,
baseando-se nos dados inseridos pelo técnico instalador na tabela PCFT, converte
automaticamente todas as quotas de posicionamento dos objectos do plano de trabalho
envolvidos no apetrechamento da peça, de absolutas a relativas. Com quota absoluta se quer
indicar a posição do objecto calculada partindo da origem do plano de trabalho, com quota relativa
se quer indicar a posição do objecto calculada partindo do canto da peça carregado na origem
seleccionada.
Para modificar estes valores, observar as seguintes instruções:

178 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

„ Para deslocar a mão os objectos, premer a tecla SHIFT e arrastar com a ajuda do apontador
do mouse o objecto na posição desejada. Esse tipo de operação é possível somente se a
quota do objecto seleccionado inserida no campo Expressão é representada por um número
puro.

„ Para definir uma específica quota de posicionamento inserindo, por exemplo, uma expressão
algébrica ou uma instrução condicional, seleccionar o objecto a deslocar, exibir a janela de
introdução das quotas, definir no campoLado de referência o lado de referência e preencher
o campo Expressão ou o campo Condição (ver parágrafo “A janela de introdução de quotas”,
pág. 175). Confirmar as configurações sem fechar a janela, clicando no botão .

Exemplo de parametrização utilizando uma expressão algébrica


1. Seleccionar o primeiro suporte partindo da direita e definir os campos a seguir:
Lado de referência = Direito
Condição =
if (LPX<1000) then
result = LPX+200
else
result = LPX-20

BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


179
8 Gestão do plano de trabalho

end if
Confirmar as configurações clicando no botão .

2. Seleccionar o segundo suporte e definir os campos a seguir:


Lado de referência = Central
Expressão = 2/3*LPX
Confirmar as configurações clicando no botão .

3. Seleccionar o terceiro suporte e definir os campos a seguir:


Lado de referência = Central

180 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

Expressão = 1/3*LPX
Confirmar as configurações clicando no botão .

4. Seleccionar o quarto suporte e definir os campos a seguir:


Lado de referência = Esquerdo
Expressão = 20
Confirmar as configurações clicando no botão .

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181
8 Gestão do plano de trabalho

8.5.2 Posicionamento de tipo não paramétrico


O posicionamento de tipo não paramétrico dos objectos do plano de trabalho pode ser realizado à
mão, mediante o cursor do mouse, ou por meio da introdução da correcta quota na apropriada
janela de introdução das quotas (ver parágrafo “A janela de introdução de quotas”, pág. 175).
Para realizar esse tipo de posicionamento, observar os procedimentos descritos a seguir:

1. Seleccionar o menu Modificar e habilitar com um clique do mouse a opção Apetrechamento


não paramétrico (quotas absolutas).

2. Deslocar à mão os objectos utilizando o botão , ou seleccionar o objecto a deslocar,


visualizar a janela de introdução de quotas (ver parágrafo “A janela de introdução de quotas”,
pág. 175) e inserir a quota no campo Expressão.

3. Configurar os dados desejados, girar os objectos, controlar as posições etc., utilizando o


menu rápido (ver parágrafo 8.2, pág. 167);
toda vez que uma ventosa moldável se encontra abaixo de um trabalho passante, fica de cor
vermelha para indicar que há uma situação de alerta; tomar cuidado e controlar que esteja
sempre de cor verde.
Para exibir rapidamente a janela de propriedades com as quotas do objecto do plano,
seleccioná-lo com um duplo clique.

4. Elaborar o programa de trabalho e exibir o simulador, clicando no botão .

5. Salvar o apetrechamento e voltar à aplicação Editor.


Para que o ficheiro ISO comporte também as informações de apetrechamento, habilitar a
caixa dos marcadores Exporta o apetrechamento dos planos de trabalho na janela de diálogo
Variáveis da peça (ver parágrafo 12.8, pág. 216).

8.5.3 Posicionamento semi-automático


Por posicionamento semi-automático entende-se o apetrechamento do plano de trabalho
executado automaticamente por um apropriado posicionador que se vale do suporte de
específicos parâmetros presentes na janela de diálogo BsLock; por esse motivo pressupõe-se
que estes tenham sido carregados correctamente (ver parágrafo 4.3 “Configurações para o
posicionamento semi-automático”, pág. 80).

O posicionador gerencia seja os planos de trabalho EPS, a movimentação automática, seja os


ATS, a movimentação manual. Nesse caso, para o plano de trabalho ATS, é preciso fazer a leitura
das quotas máximas que podem ser alcançadas pelos suportes e pelos carros (ver capítulo 4,
pág. 82).
Para realizar o apetrechamento do plano, o posicionador, considerando a área a bloquear e as

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8 Gestão do plano de trabalho

dimensões totais, define a posição dos suportes móveis e dos carros, e escolhe as ventosas
moldáveis a utilizar, privilegiando sempre as de dimensão maior (ex. 132 x 146) em relação
àquelas de dimensão menor (ex. 132 x 54), orientando-as para poder bloquear a peça do melhor
modo.

Execução do posicionamento semi-automático


Para realizar o posicionamento semi-automático dos objectos do plano, exibir o ambiente de
apetrechamento (ver parágrafo 8.5) e seleccionar o botão (menu Ferramentas, opção
Apetrechamento semi-automático).

Esse comando representa um auxílio e não substitui o apetrechamento, já que


possui limitações (ver parágrafo seguinte). Portanto, antes de salvar o programa,
recomenda-se controlar e avaliar o apetrechamento obtido.

Advertências sobre os limites do comando para o posicionamento semi-automático

Visto a presença de diversos limites de utilização do seguinte comando, recomenda-


se efectuar sempre uma simulação do programa na máquina antes de executá-lo.
„ Advertências para os trabalhos:
• No cálculo do posicionamento dos objectos do plano, os trabalhos inseridos após a
primeira instrução de posicionamento WTMOVING não são consideradas.
• São considerados trabalhos passantes somente os definidos no lado zero da peça com
profundidade maior da espessura da peça. Para determinar se um trabalho é passante, é
levado em consideração o máximo comprimento da ferramenta.
• As áreas trabalháveis e as de descarte não são sempre levadas em consideração.
Usualmente no caso de geometrias fechadas a área compreendida entre a borda da peça e
a geometria é considerada área de descarte. Recomenda-se utilizar nas GEO o prefixo
RAW_ para definir as área a bloquear o prefixo WRK_ para definir aquelas que não devem
ser bloqueadas por serem áreas de descarte.
• O descarte a remover realizado por um corte ou por uma fresagem passante não é
reconhecido.
„ Advertências relativas ao uso das ventosas moldáveis, dos carros e dos batentes:
• Para definir a orientação de uma ventosa moldável são utilizadas somente as rotações de
90°, 180° e de 270°.
• A utilização das ventosas moldáveis não é submetida a limitações: as ventosas
compatíveis podem ser utilizadas em quantidade ilimitada e colocadas em todos os carros.
• Se o campo relativo à lista das ventosas moldáveis na janela de diálogo BsLock não foi
preenchido, são usadas as ventosas moldáveis colocadas no plano. Nesse caso o
posicionador não pode girá-las, deslocá-las de um carro a um outro e substituí-las.
• Não é realizado nenhum controlo de compatibilidade entre as espessuras das ventosas
moldáveis utilizadas. Nesse caso, o resultado final pode produzir um apetrechamento com
a utilização de ventosas de espessuras diversas. A utilização errónea de ventosas de
espessura diferente é notificada somente durante o salvamento do apetrechamento
por meio do aparecimento de uma apropriada mensagem de erro.

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183
8 Gestão do plano de trabalho

• Nos carros vazios não são inseridos automaticamente as ventosas moldáveis. Portanto,
exige-se que a configuração inicial do plano de trabalho tenha já incluídas as ventosas
moldáveis.
• A sobreposição dos objectos do plano, como carros e batentes não é submetida a nenhum
tipo de controlo. Portanto, alguns carros podem ser posicionados acima das ventosas
moldáveis.
• As limitações das instalações do vácuo não são geridas: as ventosas moldáveis utilizadas
para o bloqueio podem não estar activadas.
„ Advertências relativas ao controlo de colisões e das dimensões totais:
• O cálculo das colisões, no caso de trabalhos passantes, pode não levantar perfeitamente
choques entre objectos do plano e ferramentas, pois para esse cálculo, o posicionador
utiliza somente a parte bloqueadora das ventosas moldáveis. Recomenda-se efectuar
atentamente controlos e uma simulação directamente na máquina.
• O controlo de colisões entre ferramentas e ventosas moldáveis inutilizadas não é gerido.
• A dimensão total do deflector e dos agregados horizontais não é gerida.
• Os suportes para batentes laterais definidos como removíveis não são eliminados no caso
em que a dimensão em X da peça a trabalhar seja de um tal comprimento que possa
chocá-los.

8.6 Ambiente de movimentação dos objectos do


plano
Neste ambiente é possível inserir algumas instruções que, durante o trabalho da peça, permitem
transferir de modo controlado os objectos que compõem o plano de trabalho; somente no caso de
máquinas que possuem o sistema de movimentação automática dos objectos do plano de
trabalho (EPS).

No caso em que o programa de trabalho apresente a instrução base de posicionamento


WTMOVING relativo à movimentação dos objectos do plano de trabalho, ao início da aplicação,
exibe-se a área de árvore esquerda que permite passar do ambiente de apetrechamento do plano
(ver pág. 175) do ambiente de movimentação dos objectos do plano.
Nesse caso, para exibir o ambiente de movimentação, seleccionar o ícone da área da árvore
esquerdo. Inserir as instruções desejadas, utilizando os apropriados comandos da barra
Recolocação do plano de trabalho ou arrastando os objectos do plano com o auxílio da tecla
SHIFT; para a descrição dos comandos, consultar o parágrafo 13.6 “Inserção das instruções de
posicionamento dos objectos do plano”, na página 294.

Nesse ambiente é possível controlar também os trabalhos, exibindo-os na peça por meio da
selecção do ícone da área de árvore esquerdo.

Para iniciar a simulação e controlar o movimento dos objectos do plano de trabalho, utilizar os
apropriados comandos .

Salvar o apetrechamento e voltar à aplicação Editor.

No caso em que tenha sido executado no ambiente de apetrechamento o


posicionamento semi-automático dos objectos do plano, é preciso considerar que

184 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

nesse cálculo todos os trabalhos que seguem a primeira instrução de


posicionamento WTMOVING não são considerados (ver parágrafo 8.5.3, pág. 182).

8.7 Apagamento do apetrechamento do programa de


elaboração
Para efectuar um novo apetrechamento, eliminando do programa de trabalho os dados referentes
ao apetrechamento realizado anteriormente, abrir pela aplicação Editor o programa de trabalho
desejado, seleccionar o menu Ferramentas e a opção Cancelar apetrechamento planos. Iniciar o
aplicativo clicando no botão e proceder ao novo apetrechamento.

8.8 Remover os suportes do plano de trabalho


Para poder remover do plano de trabalho os suportes móveis e/ou os suportes para batentes
laterais (ver figura 85) é necessário observar o seguinte procedimento:

1. Seleccionar o suporte a remover, exibir o menu rápido e escolher a opção Propriedade.


Controlar que o campo Removível tenha sido habilitado, em caso contrário clicar na caixa dos
marcadores adjacente.

2. Seleccionar o menu Modificar e clicar na opção Suportes removíveis....

3. Desabilitar na janela Suportes removíveis o suporte desejado tirando com um clique do


mouse o marcador da caixa adjacente ao nome do suporte. Cada suporte é contradistinguido
por um índex numérico que pode ser controlado ao interno da janela Propriedade no campo
Nome.

8.9 Exibição da tabela das propriedades


Para activar na parte inferior da aplicação a tabela com as propriedades do objecto seleccionado,
clicar no botão .

8.10 Consulta das quotas de posicionamento


Para consultar todas as quotas de posicionamento dos vários objectos do plano de trabalho, clicar
no botão .

BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


185
8 Gestão do plano de trabalho

8.11 Exibição da peça moldada


Para exibir no plano de trabalho o molde da peça realizada através da criação de lados de tipo
não padrão, seleccionar o menu Visualizar e clicar na opção Peça moldada (o marcador
adjacente declara que a exibição foi habilitada).

8.12 Apetrechamento simultâneo de mais peças


sobre a mesma origem
Para abrir mais programas de trabalho (ficheiro BPP) e carregar as peças sobre a mesma origem
do plano de trabalho para realizar um apetrechamento simultâneo, executar o seguinte
procedimento:

1. iniciar a aplicação WorkTableTooling utilizando o menu Iniciar na barra de aplicações do


Windows;

2. clicar no botão para activar o ambiente de apetrechamento;

3. clicar no botão ; é exibida a janela para localizar os ficheiros com extensão BPP dos
programas de trabalho. Seleccionar o ficheiro desejado e escolher a origem sobre a qual
depositar a peça;

4. realizar a mesma operação descrita no ponto 3 para abrir os outros ficheiros e depositar
outras peças no plano. Escolher a mesma origem definida anteriormente;

5. realizar o deslocamento dos elementos do plano para concluir o apetrechamento;

6. clicar no botão para associar ao programa activo o apetrechamento dos planos.

186 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

8.13 Ambiente de gestão das instalações


Este ambiente permite visualizar a instalação pneumática ligada ao plano de trabalho e as
configurações das zonas de bloqueio, e permite fazer algumas zonas de bloqueio independentes
e personalizáveis (multizona).

Para entrar no ambiente de gestão das instalações, seleccionar o ícone da área de trabalho
esquerdo e clicar na opção Passe à modalidade zonas do menu Instalações.

Exibir a instalação do vácuo


Para exibir a instalação do vácuo ligada ao plano de trabalho, definido no momento da instalação
da máquina, seleccionar a opção Mostre a instalação do vácuo do menu Instalações.

Exibir a instalação de bloqueio dos prensadores


Para exibir a instalação de bloqueio dos prensadores Uniclamp ligada ao plano de trabalho,
definido no momento da instalação da máquina, seleccionar a opção Mostre a instalação
uniclamp do menu Instalações.

Exibir as configurações pré-estabelecidas


„ Para recuperar a configuração relativa às zonas de bloqueio para as ventosas moldáveis a
exibir na interface, seleccionar a opção Mostre as configurações do vácuo do menu
Instalações e escolher na lista pré-estabelecida a configuração desejada.
„ Para recuperar a configuração relativa às zonas de bloqueio para os prensadores Uniclamp a
exibir na interface, seleccionar a opção Mostre as configurações uniclamp do menu
Instalações e escolher na lista pré-estabelecida a configuração desejada.

Exibir a configuração associada ao programa de trabalho


Para mostrar a configuração das zonas de bloqueio associada ao programa de trabalho,
seleccionar a opção Mostre a configuração associada à peça do menu Instalações.

Gestão das zonas de bloqueio personalizáveis


Para entrar no ambiente de configuração das zonas de bloqueio personalizáveis e independentes,
para associar ao programa de trabalho uma configuração exclusiva, seleccionar a opção Crie a
zona Manual ou a opção Mostre a configuração manual do menu Instalações:
„ Seleccionando a primeira opção, na abertura do ambiente, o sistema, considerando os
objectos colocados sob a peça, a origem activa e a posição da peça, realiza automaticamente
uma zona manual. Todos os carros envolvidos tornam-se de cor branca e sobre cada um
deles aparece o número da origem activa. Para modificar a configuração, ver parágrafo
sucessivo.

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187
8 Gestão do plano de trabalho

„ Seleccionando a segunda opção, exibe-se o ambiente de configuração das zonas de


bloqueio personalizáveis. O ambiente mostra a configuração personalizada, somente se
memorizada no programa; nesse caso é possível efectuar as devidas modificações.
O ambiente não mostra nenhuma configuração, se não estiver incluída no programa; nesse
caso é possível efectuar a configuração.

Procedimento para efectuar as zonas de bloqueio


Para fazer as zonas de bloqueio personalizáveis, é possível adoptar dois procedimentos
diferentes:

1. Efectuar as zonas de bloqueio activando uma origem. Nesse caso, observar as seguintes
indicações:
• Indicar a origem a associar à zona de bloqueio personalizada, seleccionando o menu
Instalações e a opção Seleccione a origem para a zona manual. Escolher a origem
desejada na apropriada lista proposta pelo sistema. A origem torna-se da cor azul eléctrica.
Para desabilitá-la, clicar na opção Desseleccione a origem para a zona manual.
• Seleccionar os carros a associar à origem activada e clicar na opção Acrescente na zona
da origem activa do menu Instalações. Todos os carros envolvidos tornam-se de cor branca
e sobre cada um deles aparece o número da origem a que foram associados. Para
desassociar os carros, seleccionar o menu Remove da zona.
• Para desassociar a zona criada pela origem activada, seleccionar um carro associado à
zona específica, e clicar na opção Remove da zona do menu de contexto Esconde peça.
• Para eliminar as zonas criadas associadas a uma origem específica, seleccionar o menu
Instalações e a opção Cancele a zona da origem.... Escolher a origem desejada na
apropriada lista proposta pelo sistema.
• Para eliminar todas as zonas criadas, seleccionar o menu Instalações e a opção Cancele
todas as zonas.

2. Efectuar as zonas de bloqueio sem activar uma origem, mas associando directamente os
carros à origem desejada. Nesse caso, observar as seguintes indicações:
• Seleccionar o carro e associá-lo a uma origem clicando na opção Acrescente na zona da
origem... do menu de contexto Esconde peça. Nesse caso todos os carros ligados da
instalação ao carro seleccionado são associados à específica origem. Os carros envolvidos
tornam-se de cor branca e sobre cada um deles aparece o número da origem a que foram
associados. Se mais carros são associados a mais origens, sobre eles aparece o símbolo
“#”.
• Para desassociar a zona criada pela origem, seleccionar um carro associado à zona
específica, e clicar na opção Remove da zona do menu de contexto Esconde peça.
• Para mudar a origem associada à zona criada, seleccionar um carro, e clicar sobre a opção
Desloque na zona da origem... do menu contexto Esconde peça.
• Para eliminar as zonas criadas associadas a uma origem específica, seleccionar o menu
Instalações e a opção Cancele a zona da origem.... Escolher a origem na apropriada lista
proposta pelo sistema.
• Para eliminar todas as zonas criadas, seleccionar o menu Instalações e a opção Cancele
todas as zonas.

188 BIESSE S.p.A. © - a706k0121.fm081008


8 Gestão do plano de trabalho

Associar uma configuração ao programa de trabalho


Para associar ao programa de trabalho uma configuração das zonas de bloqueio, escolher uma
entre as propostas na apropriada lista pré-estabelecida (ver pág. 187) ou criar uma no ambiente
de criação das zonas de bloqueio personalizáveis (ver pág. 187) e seleccionar a opção Associe a
configuração actual à peça do menu Instalações.

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189
8 Gestão do plano de trabalho

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9 Gestão das ferramentas com dispositivo "balluff"

9 Gestão das ferramentas com


dispositivo "balluff"

Este capítulo fornece algumas indicações sobre a catalogação e sobre o apetrechamento das
ferramentas dotadas de dispositivo “balluff”.

As ferramentas ou os agregados dotados do dispositivo “balluff”, isto é, do chip de leitura óptica


em que são memorizados os dados técnicos da ferramenta, podem ser geridos com BiesseWorks
por meio de um sistema de transmissão de dados dos chips ao CN e vice-versa.
Essa opção é activa somente no software ligado ao CN e apenas no caso em que foi habilitado o
dispositivo “balluff”.

Para habilitar a gestão das ferramentas equipadas com dispositivo "balluff" com
BiesseWorks, é necessário fechar a aplicação DADOS MÁQUINA da CNI.

9.1 Gestão das ferramentas/agregados


Quando se habilita a utilização do dispositivo “balluff”, a interface de gestão ferramentas/
agregados do software ligado à máquina muda ligeiramente de aspecto. As linhas da tabela da
aplicação ToolManager (figura 89) e o campo (figura 90) com o nome das janelas de diálogo das
ferramentas/agregados mudam de cor para diferenciar as ferramentas/agregados com o chip
daqueles sem o chip.

Figura 89

As cores visíveis são:


„ Cor magenta; declara que a ferramenta é equipada com o chip mas não está no depósito de
ferramentas; a transmissão dos dados de e para o chip não é possível.

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191
9 Gestão das ferramentas com dispositivo "balluff"

„ Cor ciano; declara que a ferramenta é equipada com o chip e está no depósito de
ferramentas; a transmissão dos dados de e para o chip é possível. Essa cor substitui a cor
magenta somente após ter realizado o apetrechamento da ferramenta/agregado criado.
„ Cor-de-rosa; declara que a ferramenta tem o chip, mas naquele momento não opera.

„ Cor verde; identifica a ferramenta padrão, sem o chip.

Realizar as ferramentas/agregados
O nome das ferramentas/agregados equipados com chip é identificado pelo símbolo @ seguido
por um número. A gestão das ferramentas/agregados é igual àquela das ferramentas/agregados
sem o chip (ver capítulo6, na pág.113), sendo que a única diferença reside no nome e na opção a
ser definida no campo Chip.

Para realizar as ferramentas/agregados com chip, inserir o nome da ferramenta no campo


específico da janela de diálogo das ferramentas ou dos agregados, ref. A ou do agregado, ref. B,
que deve ter no máximo 6 caracteres e a extensão numérica (de 0 a 9) no campo @ adjacente,
ref. C (figura 90).

Escolher no campo Chip uma das opções a seguir:

NO_CHIP; ferramenta ou agregado padrão, sem chip;

CHIP; ferramenta ou agregado com chip;

CHIP_AGGR; ferramenta a ser utilizada somente com agregado equipado com chip.
CHIP_ERROR; ferramenta ou agregado dotado de chip que não funciona.

Figura 90
A C

B C

Para salvar no CN as novas ferramentas criadas, clicar no botão localizado na barra dos
aplicativos da aplicação em uso.

192 BIESSE S.p.A. © - a707k0005.fm081008


9 Gestão das ferramentas com dispositivo "balluff"

Alteração dos dados na base de dados e transmissão dos dados para os


chips
A alteração dos dados das ferramentas/agregados com chips criados é admitida somente se no
ambiente de apetrechamento do depósito foi realizado o apetrechamento das ferramentas/
agregados com o chip.
A cor azul presente na tabela das ferramentas e no campo Nome do agregado indica que a
ferramenta específica/agregado é alterável, pois está presente no depósito.
Exibir a janela com os dados técnicos da ferramenta/agregado a ser alterado e salvar. Ao salvar
as alterações com o botão , os chips presentes nas ferramentas/agregados alojados no
depósito da máquina actualizam-se de forma automática e individual.

Controlar para que haja correspondência entre as ferramentas/agregados equipados com


chip alojados fisicamente no depósito e aqueles apetrechados na janela de
apetrechamento.

9.2 Apetrechamento
Para realizar o apetrechamento, clicar no botão ou no botão , de acordo com o que se
deseja exibir o ambiente de apetrechamento dos agregados ou o ambiente de apetrechamento
dos depósitos.
Para poder efectuar o apetrechamento das ferramentas/agregados com chip, é preciso observar
as regras a seguir:
„ Cada ferramenta/agregado equipado com chip pode ser alojado somente em um porta-
ferramentas.
„ Cada ferramenta definida como ferramenta para agregado equipada com chip pode pertencer
a um único agregado com chip

Para os procedimentos de apetrechamento, consultar o capítulo 7 na pág. 143.

Transmissão dos dados dos chips ao ambiente de apetrechamento


Para actualizar a base de dados das ferramentas/agregados e o apetrechamento do depósito
extraindo os dados salvos nos chips presentes nas ferramentas alojadas no depósito, exibir a
janela Apetrechamento dos depósitos e clicar no botão .
Essa operação permite alinhar os dados de apetrechamento memorizados no CN com aqueles
presentes sobre a máquina. Se os dados extraídos dos chips não corresponderem àqueles do
CN, a actualização é realizada sobrescrevendo os dados do CN. A ferramenta/agregado, se não
estiver presente no CN, é automaticamente nomeada utilizando o caractere "@” e um número
para diferenciá-lo daquele não equipado com chip, salvo na base de dados e inserido no porta-
ferramentas do depósito.

Exemplo
Suponhamos que o nome da ferramenta memorizada no chip da ferramenta alojada no porta-
ferramentas 4 seja FORA@1, enquanto o nome da ferramenta inserida no porta-ferramentas 4 no
ambiente de apetrechamento do CN seja FORAT@2, clicando no botão , o sistema actualiza

BIESSE S.p.A. © - a707k0005.fm081008


193
9 Gestão das ferramentas com dispositivo "balluff"

automaticamente o CN: a ferramenta FORA@1 é criado na base de dados e inserido no porta-


ferramentas 4 da janela de apetrechamento no lugar do FORAT@2.

Transmissão dos dados do ambiente de apetrechamento aos chips


A transmissão dos dados do ambiente de apetrechamento aos chips pode ser efectuada em
várias maneiras:
„ Seleccionando na área gráfica o porta-ferramentas individualmente, para actualizar o chip
especifico do porta-ferramentas seleccionado.
„ Seleccionando na lista de árvore o nome do depósito, para actualizar todos os chips no
depósito específico.
„ Seleccionando na lista de árvore o nome da máquina, para actualizar todos os chips de todos
os depósitos.

Premir a tecla para iniciar a transmissão dos dados aos chips; é exibida uma mensagem para
confirmar a introdução dos dados pressionando a tecla TEST do teclado do PLC.

Durante a fase de transmissão dos dados do CN aos chips, o sistema realiza uma leitura
dos dados salvados nos chips para verificar a exactidão dos dados transmitidos.
Por exemplo, se o nome da ferramenta salvada no chip da ferramenta alojada fisicamente
no porta-ferramentas 4 não corresponder ao nome da ferramenta inserida no porta-
ferramentas homónimo da janela de apetrechamento do depósito, o sistema percebe a
incongruência e solicita a confirmação ou não do salvamento dos dados.

Impossibilidade da transmissão dos dados aos chips


Caso a transmissão dos dados do CN aos chips não aconteça, visualiza-se uma janela
informativa cujas opções propostas são:
„ Tentar novamente a transmissão e inserir dados.

„ Indicar a ferramenta como ferramenta com chip for de operação e manter as alterações
efectuadas; nesse caso a ferramenta/agregado na base de dados assume uma cor rosa (ver
parágrafo 9.3 “Gestão do chip que apresenta mau funcionamento”).
„ Anular a operação de transmissão dos dados.

9.3 Gestão do chip que apresenta mau


funcionamento
No caso em que a transmissão dos dados não tenha êxito, por causa do chip quebrado ou
defeituoso, alterar a ferramenta/agregado interessado, inserindo no campo Chip na janela de
diálogo específica dos dados ferramentas/agregados a opção CHIP_ERROR. Deste modo, a
ferramenta permanece inserida na base de dados e é marcada com a cor rosa. Efectuar os
controles dos chips e repetir a operação de transmissão dos dados. Para reconduzi-lo à condição
de chip em operação, na cor azul, exibir a janela de apetrechamento dos depósitos, apetrechá-lo
e clicar no botão ou no botão .

194 BIESSE S.p.A. © - a707k0005.fm081008


10 Importação, backup e recuperação dos dados

10 Importação, backup e recuperação


dos dados

10.1 Importação dos dados da máquina e da base de


dados das ferramentas
O processo de importação permite extrair os dados de máquina/ferramentas memorizados em
pastas específicas do CN ou no disquete e depositá-los nos directórios específicos de
BiesseWorks.

No software conectado à máquina a importação dos dados do CN para BiesseWorks é realizada


inicialmente pelo técnico instalador (directórios do CN:...\home\d_xnc para XNC/CNI ; ...\home
para WRT/CNI). É possível realizá-la em seguida somente em caso de pane do HD que necessite
de uma nova instalação dos dados da máquina no microcomputador; operação esta a ser
realizada somente sobre o software não conectado à máquina.

No software de escritório a importação dos dados é executadas somente para realizar uma
actualização geral dos dados do sistema alinhando-os àqueles retirados do CN, de modo que os
programas criados possam funcionar correctamente. Aconselha-se então salvar esses dados em
um disquete da maneira a seguir:
„ Para controles NC1000 (XNC/CNI), copiar do CN a pasta “conf” e a pasta "dados".

„ Para controles XP600 (WRT/CNI), criar no disquete duas pastas: “d_xnc” e “xnc”. Inserir na
pasta “d_xnc” a pasta “confdata” e “dados" copiada do directório wnc\home\d_xnc do CN.
Inserir na pasta "xnc” a pasta “confdata” copiada do directório wnc\home\dxnc do CN.

Para executar a importação desses dados no software de escritório, consultar o procedimento na


pág. 196.

Não é permitida uma importação parcial dos dados da máquina ou do banco de dados das
ferramentas presentes nas apropriadas pastas do CN.

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10 Importação, backup e recuperação dos dados

Procedimento de importação
Para importar os dados, iniciar o aplicativo ToolManager ou o aplicativo MachineConfiguration e
clicar no botão . O botão está habilitado somente se foi configurado um nível de palavra-passe
elevado (consultar o parágrafo 4.6 na pág.102).

Figura 91: janela de diálogo Importação dados

1. Escolher um tipo de configuração.

2. Escolher o tipo de controle numérico do qual importar os dados clicando no botão de opção
XNC - CNI ou no botão de opção NCxxx - HSD.

3. Utilizar o botão para localizar o drive no qual foram depositados os dados a serem
importados no software.
Para executar a importação no software de escritório utilizando os dados salvos no disquete
ou em um drive do computador, seleccionar os directórios a seguir:
• para a importação do XNC/CNI, seleccionar o directório no qual encontra-se a pasta “conf”
e a pasta “dados";
• para o import WRT/CNI, seleccionar o directório no qual encontra-se a pasta “d_xncf” e a
pasta “xnc";

4. Clicar no botão .

5. Escolher os filtros de importação, ou seja, definir os valores dos dados que se deseja
importar:

196 BIESSE S.p.A. © - a711k0114.fm081008


10 Importação, backup e recuperação dos dados

• Ferramentas; activa a caixa dos marcadores para importar a base de dados das
ferramentas;

• Máquina; activa a caixa dos marcadores para importar a base de dados da máquina;

• ; Apetrechamento activa o rectângulo dos marcadores para importar a base de dados da


configuração do apetrechamento da máquina e do depósito de ferramentas.

• Os campos restantes não devem ser modificados.

6. Clicar no botão .

7. Escolher como nomear a pasta na qual deve-se salvar os dados:


• Sector; mostra o tipo de máquina.
• Máquina; mostra o nome da máquina activa. Para substituir os dados da máquina existente
(activa) com os importados, continuar sem efectuar nenhuma operação. Para salvar os
dados com um nome diferente, clicar no botão A e inserir o nome da nova máquina no
campo de dados apropriado.

8. Clicar no botão .

9. Activar a caixa dos marcadores Biesse.

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197
10 Importação, backup e recuperação dos dados

10. Escolher na lista a sigla correspondente ao nome da máquina.

11. Clicar no botão .

12. Clicar no botão para iniciar o procedimento de importação.

13. Salvar e fechar a janela.

10.2 Backup e restauração dos dados da máquina e


da base de dados das ferramentas
A operação de backup permite salvar em um ficheiro com extensão .zip os dados relativos à
máquina, o plano de trabalho e a base de dados das ferramentas, ao passo que a operação de
restauração permite sobrescrever esses dados nos respectivos directórios do software extraindo-
os do ficheiro zip salvo anteriormente.

Essa operação foi concebida para:


„ permitir o arquivamento dos dados de máquina/apetrechamento e da base de dados das
ferramentas em um drive qualquer, por exemplo em um disquete, de modo a tê-los sempre à
disposição caso os originais sejam danificados. Aconselha-se, assim, a realizar
periodicamente este tipo de gravação.
„ actualizar os dados no software de escritório substituindo-os com aqueles extraídos do
software conectado à maquina.

Procedimento de backup dos dados


Para efectuar o backup, iniciar o utilitário BackupManager (ver pág. 76) e observar os
procedimentos a seguir:
1. Seleccionar o botão de opção Copiar.

2. Activar a caixa Dados para realizar a cópia dos dados e a caixa Bitmap das ferramentas para
realizar a cópia das imagens, formato BMP, das ferramentas.

3. Clicar no botão Setup para configurar um nível elevado de palavra-passe, somente quando
desejar salvar a cópia e protegê-la através da inserção de uma palavra-passe.
Salvar o ficheiro de backup e sua palavra-passe significa protegê-lo de eventuais
manipulações. A restauração desse ficheiro é realizada somente com a inserção da palavra-
passe predefinida.

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10 Importação, backup e recuperação dos dados

4. Clicar no botão de localização . Visualiza-se a janela proposta pelo sistema que permite
escolher o percurso no qual depositar o ficheiro zip contendo a cópia dos dados. Inserir no
campo específico o nome do ficheiro; a extensão zip é inserida automaticamente ao fechar a
janela do sistema.

5. Clicar no botão Ir para frente.

6. Marcar um dos rectângulos com base na quantidade de dados a salvar:


• para salvar somente os dados da máquina activa, marcar a caixa Máquina activada, clicar
no botão Ir para frente e habilitar no quadro Selecção dos dados os rectângulos desejados.

• para salvar todos os dados de uma ou de mais máquinas pertencentes ao sector indicado
no campo Sector, marcar a caixa Todos os dados e activar as máquinas desejadas.

7. Clicar no botão Ir para frente.

8. Clicar no botão para iniciar o procedimento de backup.

9. Salvar e fechar a janela.

Procedimento de restore dos dados


Antes de restabelecer os dados salvos, fechar todas as aplicações BiesseWorks. Ao
concluir a operação reiniciar as aplicações.

Para efectuar a recuperação dos dados copiados, iniciar o utilitário BackupManager (ver pág. 76)
e observar os procedimentos a seguir:

1. Seleccionar o botão de opção Restabelecimento.

2. Clicar no botão de busca para localizar o ficheiro com extensão zip que contém a cópia
dos dados a serem restaurados.
3. Clicar no botão Ir para frente.

4. Marcar no quadro Seleccionar os elementos para restabelecer os rectângulos referentes aos


dados a serem restaurados.

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199
10 Importação, backup e recuperação dos dados

5. Marcar a caixa Restabelecimento dados comuns com união aos anteriores para escolher
como restaurar os dados que se referem a ferramentas/agregados memorizados no ficheiro
Zip. A caixa desabilitada permite substituir todos os dados presentes na base de dados local.
No caso de restauração dos dados em máquinas conectadas ao CN, recomenda-se deixar a
caixa desabiltada, para evitar eventuais desalinhamentos.

• Os dados comuns são sobrescritos com aqueles do arquivo; permite incrementar a base de
dados local com as novas ferramentas/agregados presentes no ficheiro Zip e substituir os
iguais.
• Os dados comuns presentes não são sobrescritos; permite incrementar a base de dados
local com as novas ferramentas/agregados presentes no ficheiro Zip deixando invariados
os iguais, sem substituí-los.
• A sobredigitação dos dados comuns é feita com dialog de confirmação; permite escolher
quais ferramentas/agregados substituir, por meio do aparecimento de uma apropriada
janela de confirmação.

6. Clicar no botão Ir para frente.

7. Clicar no botão para iniciar o procedimento de restore.

8. Salvar e fechar a janela.

10.3 Backup/restore dos programas de trabalho e das


macros
A operação de backup permite memorizar em um ficheiro com extensão zip os programas de
trabalho e as macros criadas, enquanto a operação de restore permite recuperar estes ficheiros
retirando-os do ficheiro zip salvo precedentemente.

Procedimento de backup dos dados


Para efectuar o backup, iniciar o utilitário BackupManager e observar os procedimentos a seguir:
1. Seleccionar o botão de opção Copiar.

2. Activar o marcador Programas para realizar a cópia de todos os programas criados;

3. Activar o marcador Macro para realizar a cópia de todas as macros criadas.

200 BIESSE S.p.A. © - a711k0114.fm081008


10 Importação, backup e recuperação dos dados

4. Clicar no botão de localização . Exibe-se a janela proposta pelo sistema que permite
escolher o percurso no qual depositar o ficheiro zip contendo a cópia dos dados. Inserir no
campo específico o nome do ficheiro; a extensão zip é inserida automaticamente quando do
fechamento da janela do sistema.

5. Clicar no botão de Setup para configurar um nível de palavra-passe elevado, somente no


caso em que se queira proteger a cópia de eventuais manipulações.
A restauração desse ficheiro é realizada somente com a inserção da palavra-passe
predefinida.

6. Clicar no botão Ir para frente.

7. Para realizar o backup dos programas, clicar no botão ; é exibida a janela proposta pelo
sistema que permite localizar os ficheiros dos programas de trabalho.
Para copiar os ficheiros contidos em subpastas agrupadas em uma pasta, localizar a pasta
principal utilizando o campo de dados A e inserir no campo de dados B o texto: *.*; lembrar de
marcar a caixa Incluir sub-arquivos (ver ponto 8). Para copiar todos os ficheiros contidos em
uma pasta, localizar a pasta utilizando o campo de dados C e inserir no campo de dados D o
texto: *.bpp.

8. Para copiar os ficheiros agrupados nas subpastas, marcar a caixa Incluir sub-arquivos.

9. Clicar no botão Ir para frente.

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201
10 Importação, backup e recuperação dos dados

10. Para fazer o backup das macros, movê-las para serem copiadas no elenco à direita.
Para mover as macros individualmente seleccioná-las e premir o botão .

Per mover todas as macros, clicar no botão .

11. Clicar no botão Ir para frente.

12. Clicar no botão para iniciar o procedimento de backup.

13. Salvar e fechar a janela.

Procedimento de restore dos dados


Antes de restabelecer os dados salvos, fechar todas as aplicações BiesseWorks. Ao
concluir a operação, reiniciar as aplicações.

Para realizar o restabelecimento dos dados copiados, observar os procedimentos a seguir:

1. Seleccionar o botão de opção Restabelecimento.

2. Clicar no botão de busca para localizar o ficheiro com extensão zip que contêm a cópia dos
dados a serem restaurados.

3. Clicar no botão Ir para frente.

202 BIESSE S.p.A. © - a711k0114.fm081008


10 Importação, backup e recuperação dos dados

4. Para restabelecer os programas de trabalho, efectuar as operações a seguir:


Mover os programas de trabalho na lista abaixo, utilizando os botões específicos A.
Localizar a pasta na qual salvar os ficheiros, utilizando o botão de localização B.

5. Marcar a caixa Usar percursos gravados no arquivo para gerar no directório especificado no
campo B as pastas/subpastas originais, memorizadas no ficheiro ZIP de backup. O directório
memorizado no ficheiro ZIP pode ser criado novamente de modo parcial ou inteiro:
• O botão de opção Compõe o percurso relativo permite criar novamente as pastas nas quais
se encontravam os ficheiros no momento do backup, partindo da pasta de origem (ver
ponto 7).
• O botão de opção Mantém o percurso completo permite criar novamente as pastas/
subpastas nas quais se encontravam os ficheiros no momento do backup, partindo da raiz
(C:\programas\trabalhos\fresagens\rectângulo.bmp).
A caixa desabilitada permite executar a recuperação dos BPP directamente ao interno do
directório especificando no campo B, sem recrear as pastas/subpastas originais memorizadas
no momento do backup.

6. Clicar no botão Ir para frente.


7. Caso se deseje fazer o restore das macros, mover a macro a ser copiada no elenco à direita.

8. Clicar no botão Ir para frente.

9. Clicar no botão para iniciar o procedimento de backup.

10. Salvar e fechar a janela.

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203
10 Importação, backup e recuperação dos dados

204 BIESSE S.p.A. © - a711k0114.fm081008


11 Gestão dos eixos da máquina e dos grupos operadores

11 Gestão dos eixos da máquina e dos


grupos operadores

A parte relativa ao zerar dos eixos da máquina, a movimentação desses eixos e os procedimentos
a serem adoptados para deslocar os grupos da unidade de operação com a finalidade de
apetrechar a máquina, é completamente criada pelas aplicações da CNI e é descrita no capítulo
22 na pág. 405.

11.1 Consulta dos eixos máquina


Para consultar os dados relativos aos eixos da máquina existentes, iniciar o aplicativo
MachineConfiguration e clicar no botão (ou menu Database, opção Eixos). Seleccionar o eixo
a consultar na janela de diálogo Gestor eixos.

A alteração desses dados é reservada ao técnico Biesse.

Descrição da janela Eixo -


; salva os dados configurados e fecha a janela de diálogo.

; fecha a janela sem salvar as alterações realizadas.

Tipologia; tipologia do eixo:


• ROTAÇÃO;eixo rotativo (ex. eixo C).
• LINEAR; eixo linear (ex. eixos interpolantes X, Y, Z).
• POS. LINEAR; eixo linear posicionador (ex. eixos não interpolantes que servem somente
para posicionar alguns dispositivos; eixo do depósito).
• POS. ROTAÇÃO; eixo rotativo posicionador (ex. eixos não interpolantes que servem
somente para posicionar alguns dispositivos; eixo do depósito).

Direcção; botões para evidenciar a direcção do eixo associada ao tipo de eixo evidenciado no
campo Tipologia.

Origem; origem do eixo relativo à origem da máquina.

Limite inf. curso; quota mínima alcançável pelo eixo.

Limite infer. segurança; valor mínimo de segurança para o curso do eixo (quota do excêntrico 1).

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205
11 Gestão dos eixos da máquina e dos grupos operadores

Limite super. curso; quota máxima alcançável pelo eixo.

Limite super. segurança; valor máximo de segurança para o curso do eixo (quota do excêntrico 2).
Interpolação; indica que o eixo é interpolável (rectângulo marcado).

Max VelT; máxima velocidade de trabalho de um eixo linear.

Max VelR [grd/seg]; máxima velocidade de rotação de um eixo rotativo.


Max VelInterp; máxima velocidade de interpolação do eixo.

Braço rotação; (figura 92) distânciaA entre o centro de rotação do eixo TILTING e o nariz do
mandril do mandril eléctrico instalado no eixo TILTING.

Figura 92

Setting; indica que o eixo é um Asse Setting (rectângulo marcado).

Estacionamento setting; quota que deve alcançar o eixo da máquina vertical (ex. Z, Z1, etc.)
quando se efectuam trabalhos com a utilização do eixo Setting.

206 BIESSE S.p.A. © - a709k0003.fm081008


11 Gestão dos eixos da máquina e dos grupos operadores

11.2 Zeramento dos eixos máquina


Para a descrição detalhada de como zerar os eixos, consultar o parágrafo 22.2 na página 413.

11.3 Movimentação dos eixos da máquina


Para a descrição detalhada de como movimentar os eixos, consultar o parágrafo 22.3 na página
414.

11.4 Movimentação forçada dos grupos operadores


A descrição dos procedimentos para realizar a movimentação forçada dos grupos operadores da
máquina encontra-se no parágrafo 22.4 na página 416.

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207
11 Gestão dos eixos da máquina e dos grupos operadores

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Utilização/Programação
12 O programa de trabalho

12 O programa de trabalho

O programa de trabalho, ou documento da aplicação Editor, é um ficheiro que contém todas as


informações necessárias para realizar o trabalho e é visualizado no corpo da aplicação Editor (ver
parágrafo “Estrutura do corpo da aplicação”, na pág.38).

Figura 93: exemplo de um documento novo a ser a preenchido.

No presente capítulo são ilustrados os pontos fundamentais a serem seguidos para realizar,
optimizar, simular, elaborar e arquivar um programa de trabalho.

Ao realizar programações, é possível utilizar a unidade de medida em polegadas ou


milímetros. Por exemplo, se no Setup foi definida a unidade de medida “milímetros”, para
utilizar a unidade de medida "polegadas", introduzir nos vários campos o valor seguido de
um asterisco mais a unidade (p. ex.: 500*inc). Se no Setup foi definida a unidade de medida
“polegadas”, para utilizar a unidade de medida "milímetros", introduzir nos vários campos o
valor seguido de um asterisco mais a unidade (p. ex.: 500*mm).
Para utilizar a unidade de medida em polegadas sem considerar a configuração do Setup,
activar na janela de diálogo Variáveis da peça a caixa dos marcadores Medidas poleg..

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211
12 O programa de trabalho

A seguir, é ilustrado o procedimento a ser seguido quando se cria um novo programa de trabalho.

1. Criar um documento novo (ver parágrafo 12.8 na pág.216).


2. Projectar os trabalhos com o auxílio das ferramentas necessárias para modificar as
características do projecto: girar as geometrias, criar novos lados, etc. (ver parágrafo, 12.13
pág. 223).
O projecto dos trabalhos pode ser realizado nos modos descritos a seguir:
• Através da importação dos desenhos criados com CAD genéricos, descritos no capítulo 19,
aos quais associar os trabalhos.
• Mediante o uso dos instrumentos de desenho da aplicação Editor, descritos no capítulo 15,
ou do CAD SmartSketch, descrito no capítulo 16, para criar geometrias às quais associar
trabalhos (ver capítulo 13).
• Mediante o uso de comandos específicos, para programar directamente os trabalhos de
corte, perfuração etc, descritos no capítulo 13.

3. Inserir as “instruções de posicionamento” para gerir a movimentação dos objectos do plano


de trabalho (EPS) descritas no capítulo 13.

4. Executar o apetrechamento do plano de trabalho pela aplicação WorkTableTooling (ver


capítulo 8).

5. Iniciar o optimizador para controlar a exactidão dos trabalhos criados (ver parágrafo 12.15, na
pág. 242).

6. Simular o trabalho da peça (ver parágrafo 12.16 na pág.242).

7. Salvar o documento (ver parágrafo 12.10 na pág.242).

8. Iniciar a elaboração do programa para a criação automática do ficheiro ISO a ser executado
sobre a máquina (ver parágrafo 12.17, na pág. 250).

12.1 Utilização da área dos comandos


Quando é realizado um programa de trabalho através da utilização das apropriadas janelas de
diálogo dos trabalhos, na área dos comandos são visualizadas as linhas de programação
(comandos e parâmetros).

Para realizar um programa utilizando directamente a área dos comandos sem passar através das
apropriadas janelas de diálogo, utilizar os comandos e os parâmetros referidos no apêndice B
“Lista dos comandos de programação”.

Visualizar os parâmetros escondidos


Para mostrar na linha de programação desejada os parâmetros escondidos, posicionar o cursor
de texto no fim da linha, premer a tecla CTRL e a BARRA DE ESPAÇO. Para visualizar em
sucessão os outros parâmetros, utilizar a BARRA DE ESPAÇO mantendo sempre premida a tecla
CTRL.

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12 O programa de trabalho

Visualizar a lista dos parâmetros


Para mostrar a lista dos parâmetros pertencentes à linha de programação desejada, posicionar o
cursor de texto no fim da linha, premer a tecla CTRL seguida pela tecla SHIFT e pela tecla
BARRA DE ESPAÇO. Premer a tecla ESC para fechar a lista.

Inserir os recuos
Para introduzir um recuo em uma linha de programação, visualizar a barra de ferramentas e clicar
no menu Visualizar, opção Barras das ferramentas e opção Modificação; posicionar o cursor em
uma linha de texto e clicar no botão . Caso queira eliminar o recuo, clicar no botão .

Inserir os comentários
Para introduzir um comentário entre as linhas de programação, visualizar a barra de ferramentas
e clicar no menu Visualizar, opção Barras das ferramentas e opção Modificação; posicionar o
cursor em uma linha de texto e clicar com o botão . Caso queira transformar um trabalho em
um texto de comentário, seleccionar o trabalho e activar o mesmo botão; para desfazer, clicar no
botão . Essa operação pode ser realizada com a inserção de um ápice (‘) no início da linha
que se deseja inserir um comentário.

Utilizar o comando Implodir


Para encerrar em uma única linha todas as linhas de programação pertencentes à mesma
geometria, ao mesmo trabalho, utilizar a opção Implodir do menu rápido ou do menu Modificação.

Utilizar o comando Explodir


Para decompor uma linha de programação na qual encontra-se o cursor de texto, visualizando
todos os elementos que a constituem um depois do outro, utilizar a opção Explodir do menu
rápido ou do menu Modificação.

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213
12 O programa de trabalho

12.2 Utilização da ferramenta Cursor normal


Quando se utilizam ferramentas de zoom para reconduzir o cursor à função de apontador normal
e seleccionar os elementos da área gráfica, clicar no botão ou apertar a tecla direita do
mouse.

Clicar no botão para reconduzir o cursos á função de apontador normal e para seleccionar os
elementos da área gráfica.
Para seleccionar os elementos do desenho, utilizar o cursor e esperar que o elemento mude de
cor, premir a tecla esquerda do mouse para torná-lo activo e esperar uma nova alteração da cor.
Se desejar seleccionar mais de um elemento, espalhados pelo desenho, depois de ter tornado o
primeiro elemento activo, premir a tecla CTRL do teclado, posicionar o cursor sobre o segundo
elemento e premir a tecla esquerda do mouse.

Figura 94: exemplo de como seleccionar um elemento do desenho

12.3 Utilização das ferramentas Saída gráfica


Os instrumentos Saída gráfica permitem mudar a visualização do desenho na área gráfica da
aplicação Editor. Para visualizar estes instrumentos, seleccionar o menu Visualizar, a opção
Barras das ferramentasSaída gráfica> (para a descrição dos botões, consultar o parágrafo
“Barra Saída gráfica” na pág. 52).

Essas ferramentas podem ser activadas ao mesmo tempo; por exemplo, ao desejar ver somente
a correcção e a espessura do trabalho, clicar no botão e no botão e desactivar os outros.

12.4 Actualização da área gráfica


Para actualizar o desenho com base nas alterações realizadas ao texto da área de comandos,
seleccionar o botão .

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12 O programa de trabalho

12.5 Eliminação de partes do documento


„ Para eliminar o desenho da área gráfica, seleccioná-lo, visualizar o menu rápido e escolher a

opção Cogrtar ou clicar no botão .


„ Para eliminar uma linha de programa ou um item da lista em árvore, seleccioná-la, apertar a

tecla DEL do teclado ou a opção Cogrtar do menu rápido ou o botão .

12.6 Cópia de partes do documento


Para copiar um desenho, seleccioná-lo, visualizar o menu rápido e escolher a opção Copiar; para
colá-lo em outro documento, escolher a opção Colar. O mesmo procedimento deve ser realizado
para as linhas de programação ou para os itens da lista em árvore.

Como alternativa, seleccionar a parte a ser copiada, clicar no botão e no botão .

12.7 Consulta dos dados configurados


Depois de ter criado geometrias ou trabalhos, para consultar a janela de diálogo com os campos
de dados, efectuar uma das operações a seguir:
„ Posicionar o cursor sobre a linha do programa, visualizar o menu rápido e escolher a opção
Propriedades....
„ Posicionar o cursor sobre o item do trabalho posto na lista em árvore e premir duas vezes a
tecla esquerda do mouse.
„ Posicionar o cursor sobre a linha de programação e premir a tecla SHIFT e a tecla F2.

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215
12 O programa de trabalho

12.8 Criação do documento


Para criar um novo documento na aplicação Editor, seleccionar o menu Ficheiro e a opção Novo,
ou clicar no botão correspondente na barra de ferramentas (consultar “Descrição dos botões” na
pág. 50).

Exibe-se a janela de diálogo Variáveis da peça.

Figura 95

A janela é exibida somente se for habilitada a caixa de marcadores Mostrar dados peça na
abertura na placa Ambiente Editor de Setup.

Descrição dos campos


LPX; dimensão da peça em direcção ao eixo X.

LPY; dimensão da peça em direcção ao eixo Y.

LPZ; espessura da peça.


Lista origens; origem de referência da área de trabalho sobre a qual pôr a peça. Para visualizar a
caixa com a lista das origens, clicar no botão adjacente. Para habilitar a modalidade de trabalho
simultâneo de duas peças, inserir nesse campo a dupla certa de origens (ver parágrafo “Habilitar
a modalidade de trabalho simultâneo de duas peças” na pág. 433).

Origem única; habilita a utilização de uma única origem sobre a área de trabalho. Habilitando
esse campo, o programa não é considerado como simétrico, mesmo com o campo Simetria
habilitado. Para maiores esclarecimentos sobre os efeitos desse campo, consultar o parágrafo
14.1 “Notas sobre a simetrização do programa de perfuração” na pág. 301.

Dados utente; exibe-se a janela de diálogo Parâmetros do painel personalizados. Os rectângulos


dos marcadores permitem habilitar algumas funções úteis para a criação do ficheiro ISO. Para a
descrição dos campos, consultar o parágrafo “Descrição da janela de diálogo Parâmetros do
painel personalizados” na página 218.

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12 O programa de trabalho

Simetria; habilita/desabilita a simetria do programa. Permite a utilização dos mandris simétricos


quando a peça é trabalhada na origem especular. Para maiores esclarecimentos sobre os efeitos
desse campo, consultar o parágrafo 14.1 “Notas sobre a simetrização do programa de perfuração”
na pág. 301.

Medidas poleg.; habilita as medidas em polegadas.


Quota corte X; (figura 96) quota em X (ref. A) além da qual o sistema quebra os trabalhos,
inserindo automaticamente uma suspensão com translação em X para permitir de transladar a
peça sobre a origem especular. Os trabalhos que precedem essa quota (ref. c, d) e os trabalhos
que a ultrapassam (ref. b) são realizados considerando como referência a origem configurada, ao
passo que os trabalhos que seguem essa quota (ref. e) são realizados depois da translação da
peça, considerando como referência a origem especular. Esse dado pode tornar-se útil para
trabalhar peças de grandes dimensões que superam o campo de trabalho.

Figura 96
A A

d e

Esp.v.mold.; espessura do contra-molde, caso tenha sido utilizado.

Desl. teclado; habilita a utilização do teclado colocado sobre a máquina para realizar, caso seja
necessário, o deslocamento da origem.

Deslocam. em X; habilita o deslocamento da origem em direcção ao eixo X, caso existam razões


físicas sobre a máquina que necessitam tal deslocamento. Utiliza-se quando há batentes para
peças com revestimento saliente (também chamadas batentes de dois movimentos).

Deslocam. em Y; habilita o deslocamento da origem em direcção ao eixo Y, caso existam razões


físicas sobre a máquina que necessitam de tal deslocamento. Utiliza-se quando há batentes para
peças com revestimento saliente (também chamadas batentes de dois movimentos).

Uniclamphabilita o uso dos prensadores (Uniclamp). Para utilizar as ventosas moldáveis,


desabilitar a caixa.

Controlo colisões; activa o controle sobre o posicionamento das partes do plano em movimento
(ventosas moldáveis e suportes moveis) para evitar eventuais interferências com os objectos do
plano ou com as ferramentas. Por exemplo, caso tenham sido programados trabalhos passantes,
o sistema verifica se o posicionamento das ventosas sob a peça é adequado para evitar que a
ferramenta, ultrapassando a peça, possa danificá-las. Esse tipo de controlo não está activo
quando se utiliza o agregado AGGRE42 ou o deflector de cavacos. Ao desabilitar a caixa, esse
tipo de controlo não é realizado.

Dimensão ext trabalhos; permite definir o tipo de controlo sobre o espaço ocupado pelas
ferramentas, para evitar colisões.

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217
12 O programa de trabalho

Diâmetro máximo; o controlo é executado considerando o diâmetro máximo da ferramenta


definido no campo Máx. Diâmetro [mm] na janela dos dados ferramenta.
Diâmetro; o controlo é executado considerando o diâmetro da ferramenta definido no campo
Diâmetro [mm] na janela dos dados ferramenta.

Zona de bloqueio; permite escolher o tipo de configuração das zonas de bloqueio


independentes. Escolher uma configuração entre as apresentadas na lista. Para incluir no
programa de trabalho uma configuração a ser personalizada em um segundo momento, ou seja,
na fase de apetrechamento (no aplicativo WorkTableTooling), clicar na opção configuração
manual.
Para não incluí-la, clicar na opção nenhuma configuração.

Material; lista das imagens das peças. Escolher uma imagem para identificar a peça durante a
simulação do trabalho e o apetrechamento do plano de trabalho na aplicação WorkTableTooling.

Descrição da janela de diálogo Parâmetros do painel personalizados


Ventosas e prensadores; o botão activa o bloqueio automático da peça com as ventosas
moldáveis; o botão activa o bloqueio automático da peça com os prensadores (uniclamp); o
botão indica que o bloqueio da peça é manual, a ser activado através do uso da tecla
específica presente no console da máquina.

Barras ou Rodas neutras ou Plano a veú; habilita ou desabilita a utilização automática


dos suportes com barra, dos suportes com esferas ou do ventilador eléctrico para facilitar o
posicionamento da peça sobre o plano, ou habilita um ciclo de carga com a utilização dos
suportes com barra na posição mais alta. O botão indica que a habilitação dos ditos suportes
é manual, isto é, acontece pela activação da tecla específica na consola da máquina.

Suportes altos de final de bloqueio; permite desabilitar o desbloqueio dos suportes com barra no
final do ciclo de carga da peça sobre o plano de trabalho (campo habilitado). No fim da fase de
bloqueio da peça, os suportes com barra ficam na posição de carga sem descer; este tipo de
função pode resultar útil durante o bloqueio com os prensadores.

Aproximadores; habilita ou desabilita o uso automático dos aproximadores. O botão indica


que a habilitação dos ditos suportes é manual, isto é, acontece pela activação da tecla específica
na consola da máquina.

Exclusão ciclo de bloqueio da peça; desabilita o ciclo de bloqueio da peça.

Painel bloqueado de fim de programa; permite deixar a peça bloqueada no final do trabalho.

Ficheiro batentes frontais altos; permite escolher quais batentes frontais devem permanecer altos
em fase de bloqueio. Cada número corresponde à específica linha de batente presente na
máquina (ex. 1 = primeira linha de batente, etc.).

Batentes laterais altos; permite levantar os batentes laterais durante o bloqueio da peça.

Extruso auxiliar para batentes laterais; habilita a presença do suporte auxiliar para batentes
laterais (ref. A, figura 97).

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12 O programa de trabalho

Figura 97

Exporta a secção simétrica; permite exportar os dados para realizar o trabalho sobre a origem
especular. Nesse caso, o ficheiro ISO gerado contém a secção para gerenciar o uso das origens
especulares, chamada “SECTION FOR SIMMETRIC ORIGIN”. Este permite a realização do
trabalho invertendo a direcção do percurso do perfil (figura 98) para permitir que a ferramenta
mantenha a direcção correcta de avanço (ver parágrafo 14.10 “Notas para realizar fresagens
sobre a origem especular”, na pág. 310).

Figura 98: A=origem recta; B=origem especular.


+X

A B
+Y

Exporta o apetrechamento dos planos de trabalho; permite exportar os dados referentes à


posição das ventosas e dos suportes móveis. Nesse caso, o ficheiro ISO elaborado contém a
secção com as quotas de todos os elementos do plano de trabalho.

Exporta a lista das ferramentas; permite a exportação dos dados referentes as ferramentas
presentes na base de dados. Nesse caso, o ficheiro ISO elaborado contém também a secção com
a lista das ferramentas utilizadas.

Activação ciclo aplicação de espigas; habilita o ciclo de nivelamento do painel suporte.

Campos dados específicos para máquina modelo Excel


Faixas sempre baixas no trabalho; permite manter abaixadas as faixas durante todo o ciclo de
trabalho. Marcar a caixa, para activar a função acima citada.

Centros CAM; permite escolher os centros de trabalho com os quais executar o programa de
elaboração activo e os planos de suporte nos quais carregar as peças a serem trabalhadas (ver
figura 99). Marcar os rectângulos desejados.

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219
12 O programa de trabalho

„ C2 = centro número 2 que corresponde à única unidade de operação, no caso da máquina


monocentro, ou à unidade de operação dianteira esquerda, no caso de máquina com dois
centros.
„ C3 = centro número 3 que corresponde à unidade de operação dianteira direita, no caso de
máquina com dois centros.
„ C4 = centro número 4 que corresponde à unidade de operação traseira, no caso de máquina
com três centros ou com dois centros, das quais uma dianteira e uma traseira.

Figura 99

C4

C2 C3

Plano de suporte 1 Plano de suporte 2

Trabalhos em gantry; permite habilitar um trabalho simultâneo, ou seja, a execução de um


programa de elaboração utilizando simultaneamente todas as duas unidades de operação
dianteiras (centros C2 e C3). Indicar a distância que deve transcorrer entre os carros das
unidades de operação em um dos seguintes campos:
Origens; lista das origens, separadas por uma vírgula, para definir a distância entre os carros.
Distânc.; eixo intermédio em X entre os carros.

Os campos dados habilitam-se somente após terem sido activados, em um plano de suporte ou
em ambos os planos de suporte, os dois centros compatíveis (C2 e C3).

Multipeça; permite realizar repetições de trabalhos idênticas aplicáveis a mais peças.


Para repetir o mesmo trabalho nas peças carregadas em mais origens de referência, indicar
no campo Origens as origens separadas por uma vírgula.
Para duplicar o trabalho a uma distância bem definida, inserir o valor no campo Distânc..

Instalações dos batentes para activar; permite indicar quais batentes empregar para o
posicionamento da peça.
Frontais; habilita o uso dos batentes frontais (batentes ao longo do eixo X). Inserir os números
correspondentes aos batentes desejados, separando-os com uma vírgula (ver instruções
para o uso da máquina).
Laterais; habilita o uso dos batentes laterais (batentes ao longo do eixo Y). Inserir os números
correspondentes aos batentes desejados, separando-os com uma vírgula (ver instruções
para o uso da máquina).
Auxiliares; habilita o uso dos batentes laterais intermédios (batentes ao longo do eixo Y).
Inserir os números correspondentes aos batentes desejados, separando-os com uma vírgula
(ver instruções para o uso da máquina).

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12 O programa de trabalho

Os parâmetros inerentes ao campo Trabalhos em gantry e ao campo Multipeça não são


absolutamente relacionados, portanto os dados indicados em ambos os campos não
devem necessariamente coincidir.

Modificar as dimensões da peça


Para modificar as dimensões da peça no documento activo, clicar no botão (para a descrição
da janela, consultar “Criação do documento” na pág. 216).

Modificar as dimensões da peça utilizando a área dos comandos


Para alterar as dimensões da peça de referência sem utilizar os campos específicos da janela de
diálogo Variáveis da peça, inserir directamente na área dos comandos os parâmetros da peça
(LPX, LPY ou LPZ) seguidos por um valor ou por uma expressão e pela função UpdatePanel (ver
figura 100).

Aconselha-se inserir entre as linhas de programação a função UpdatePanel no início do


programa, pois essa função é executada para calcular as dimensões da peça pelo uso de
expressões, instruções ou macros que utilizam variáveis externas. Inserir essa função no meio
das linhas de programação depois de qualquer trabalho pode criar problemas na execução do
programa.

Figura 100

If A=300 Then
LPX=A
End If
If B=100 Then
LPY=B
End If
If C=10 Then
LPZ=C
End If
UpdatePanel

12.9 Abertura do documento


Para abrir na aplicação Editor um ficheiro em formato BPP, seleccionar o menu Ficheiro e a opção
Abrir, ou clicar no botão específico da barra de ferramentas (consultar “Descrição dos botões” na
pág. 50). Procurar na janela de diálogo o ficheiro desejado; clicar duas vezes sobre o ficheiro para
abri-lo.

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221
12 O programa de trabalho

12.10 Salvar o documento


„ Para salvar um documento que nunca foi salvo anteriormente, seleccionar o menu Ficheiro, a

opção Gravar ou Gravar com nome, ou clicar no botão .


Seleccionar a extensão BPP (ref. A figura 101), especificar o nome do ficheiro no campo B e
salvar com um clique no botão C. O ficheiro é salvo no directório default...\Editor\Programs;
caso deseje salvar o ficheiro em outro directório, utilizar o campo D para realizar a busca.

Figura 101

B C
A

„ Para salvar o documento activo e criar uma cópia do mesmo com outro nome, seleccionar o
menu Ficheiro e a opção Gravar com nome. Inserir no campo B o novo nome (figura101).

„ Para sobrescrever o documento activo, clicar no botão .

12.11 Memorização do documento em vários formatos


O BiesseWorks pode salvar (exportar) os documentos em diversos formatos de ficheiros para que
possam ser utilizados por outras aplicações.
„ Para salvar os documentos em formato WMF (ficheiro de gráficos vectoriais) que podem ser
lidos por aplicações como Illustrator ou FreeHand, seleccionar o menu Exportar e a opção No
fich. WMF.
„ Para salvar os documentos em formato CID (ficheiro gráfico e tecnológico), seleccionar o
menu Exportar e a opção No ficheiro CID.
„ Para salvar os documentos em formato DXF (ficheiro gráfico e tecnológico), seleccionar o
menu Exportar e a opção No ficheiro DXF.

Para os ficheiros em formato DXF, durante a fase de exportação, o sistema cria automaticamente
layers associados às geometrias e aos trabalhos cujas chaves não são alteráveis porque foram
esculpidas no sistema.

222 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Lista das chaves criadas pelo sistema durante o processo para salvar documentos
em formato DXF

Chaves Descrição
PANEL Dimensões LPX e LPY da peça.
FACE1 Face 1 da peça.
FACE2 Face 2 da peça.
FACE3 Face 3 da peça.
FACE4 Face 4 da peça.
FACE%ld As faces que não são padrão (%ld = número de identificação, progressivo, das
faces não padrão). Os furos sobre as faces não padrão são representados por um
círculo e assumem o mesmo nome da face sobre a qual foram realizados.
VERTICA Furo vertical.
LADOA Furo horizontal sobre a face 1 da peça.
LADOB Furo horizontal sobre a face 2 da peça.
LADOC Furo horizontal sobre a face 3 da peça.
LADOD Furo horizontal sobre a face 4 da peça.
LADOE Furo horizontal sobre a face 5 da peça.
LÂMINA Cortes com a lâmina.
ROUTER Trabalho de fresagem.

12.12 Impressão do documento


A impressão de um documento na aplicação Editor é realizada somente sobre o texto presente na
área dos comandos. A geometria da área gráfica não pode ser impressa em papel.
Para efectuar a impressão, seleccionar o menu Ficheiro e a opção Imprimir, ou clicar no botão
correspondente na barra de ferramentas (consultar “Descrição dos botões” na pág. 50).

12.13 Funções do programa


As funções do programa são instruções (ou comandos) peculiares que, inseridas entre as linhas
de programação, permitem alterar algumas características do próprio programa. Para visualizar a
barra de ferramentas Funções, clicar no botão .

As funções podem ser chamadas também através de especiais opções contidas no item
Introduza do menu rápido ou da barra dos menus.

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223
12 O programa de trabalho

Figura 102: barra de ferramentas Funções

A B C D E F G H I J K

A Código ISO; insere entre as linhas de programação a instrução “ISO” para introduzir as
instruções ISO personalizadas. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 224.
B Move peça; insere entre as linhas de programação a instrução “OFFSET” para a translação
da origem. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 225.

C Rode geometria; insere entre as linhas de programação a instrução “ROTATE” para a rotação
da geometria. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 225.

D Escala geometria; insere entre as linhas de programação a instrução “SCALE” para o


redimensionamento da geometria. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 226.
E Move geometria; insere entre as linhas de programação a instrução “SHIFT” para o
deslocamento da geometria. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 227.

F Espera colocação peça; insere entre as linhas de programação a instrução “WAIT” para a
suspensão do trabalho. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 227.

G Lados da geometria; insere entre as linhas de programação a instrução “WFG” para


transformar os elementos do desenho em lados da peça. Para uma descrição pormenorizada,
ver a pág. 229.

H Lado da geometria nas faces laterais; insere entre as linhas de programação a instrução
“WFGL” para obter um novo lado de um segmento gerado em numa das quatro faces laterais
padrão. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 231.

I Lado da geometria mediante planta-secção; insere entre as linhas de programação a


instrução “WFGPS” para obter um novo lado por um segmento gerado na face zero e em uma
das quatro faces laterais padrão. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 232.

J Lado circular; insere entre as linhas de programação a instrução “'WFC” para criar um lado
com superfície curvilínea. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 235.

K Lado linear; insere entre as linhas de programação a instrução “WFL” para criar um lado com
superfície plana. Para uma descrição pormenorizada, ver na pág. 238.

As instruções ISO
Para inserir as instruções ISO, clicar no apropriado botão e preencher o campo (ISO) inserindo a
instrução entre os ápices. Na área dos comandos aparece a expressão alfanumérica ISO
ISO=”n”.
São admitidas as seguintes instruções:
• Comentários = reconhecíveis pelo ponto e vírgula, p. ex. “;fresagem”.
• Saltos da linha de programação = “JM “ ou “JP”.
• Instruções de fim de programa = “%%”.
• Etiquetas = reconhecíveis pelos dois pontos, ex. “:<etiqueta>”.

224 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Translação da origem
A instrução “OFFSET” permite transladar temporariamente a origem do programa, deslocando a
peça de modo a definir um novo offset. Essa instrução não provoca um resultado visível na
interface do software, pois diz respeito a um deslocamento da peça com consequente
deslocamento dos trabalhos associados. Para inserir essa instrução, clicar no botão Move peça
(ref. B, figura 102).
Configurar os seguintes campos de dados:
X; coordenada em direcção ao eixo X (ver figura seguinte);
Y; coordenada em direcção ao eixo Y (ver figura seguinte);
Z; coordenada em direcção ao eixo Z (ver figura seguinte).

Figura 103

Rotação da geometria
A instrução “ROTATE” permite girar os desenhos presentes na área gráfica. Para inseri-la,
posicionar o cursor de texto na linha antecedente ao comando da geometria ou do trabalho e
clicar no botão Rode geometria (ref. C, figura 102).

Configurar os seguintes campos de dados:


X; coordenada em direcção ao eixo X do centro de rotação;
Y; coordenada em direcção ao eixo Y do centro de rotação;

Ângulo; ângulo de rotação da geometria.


Todas as geometrias que seguem a instrução “ROTATE” são giradas. Para anular essa operação,
inserir novamente a instrução “ROTATE” entre as linhas de programação, informando o valor zero
em todos os campos (ver figura a seguir).

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225
12 O programa de trabalho

Figura 104

ROTATE X=0 Y=0 A=10


GEO ID="P1002" SIDE=0 CRN="1" DP=10 ER=NO
ROTATE X=0 Y=0
CUT_X ID="P1003" SIDE=0 CRN="1" X=0 Y=500 Z=0 DP=0 L=800

Redução/aumento das dimensões da geometria


A instrução “SCALE” permite, utilizando um factor de escala, reduzir ou aumentar as dimensões
das geometrias presentes na área gráfica. Para inseri-la, posicionar o cursor de texto na linha
antecedente ao comando da geometria ou do trabalho e clicar no botão Escala geometria (ref. D,
figura 102). Configurar no campo Factor de escala o valor desejado.

O factor de escala intervém somente no eixo X e sobre o eixo Y e não sobre o eixo Z

Todas as geometrias que seguem a instrução “SCALE” são alteradas. Para anular essa operação,
inserir novamente a instrução “SCALE” entre as linhas de programação informando o valor zero
no campo Factor de escala (ver figura a seguir).

Figura 105

SCALE FCT=70
GEO ID="P1002" SIDE=0 CRN="1" DP=10 ER=NO
SCALE FCT=0
CUT_X ID="P1003" SIDE=0 CRN="1" X=0 Y=500 Z=0 DP=0 L=800

226 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Translação da geometria
A instrução “SHIFT” permite deslocar desenhos presentes na área gráfica. Para inseri-la,
posicionar o cursor de texto na linha antecedente ao comando da geometria ou do trabalho e
clicar no botão Move geometria (ref. E, figura 102).

Configurar os seguintes campos de dados:


X; coordenada em direcção ao eixo X.
Y; coordenada em direcção ao eixo Y.

Todas as geometrias que seguem a instrução “SHIFT” são deslocadas. Cada instrução inserida
entre as linhas de programação anula a anterior, isto é, o valor utilizado pelo sistema para o
deslocamento é aquele mencionado na última instrução utilizada. Para anular essa operação,
inserir a instrução informando o zero no campo X e no campo Y (ver figura a seguir).

Figura 106

SHIFT DX=-30 DY=-50


GEO ID="P1002" SIDE=0 CRN="1" DP=10 ER=NO
SHIFT DX=0 DY=0
CUT_X ID="P1003" SIDE=0 CRN="1" X=0 Y=500 Z=0 DP=0 L=800

Suspensão do trabalho para o posicionamento da peça


As suspensões são instruções que consentem suspender momentaneamente o trabalho
programado para poder deslocar ou girar a peça no plano de trabalho. Entre as linhas de
programação, é possível inserir um número ilimitado de instruções. Para inserir esta instrução,
clicar no botão Espera colocação peça (ref. F, figura 102).

Configurar os seguintes campos de dados:

; Suspende o trabalho para deslocar a peça em uma outra área de trabalho (translação da
peça). Esse comando habilita o desbloqueio automático da peça do plano de trabalho.
Definir os seguintes campos de dados:
Identif. orig.; número da origem sobre a qual se quer deslocar a peça. Se a origem
configurada for a mesma definida no programa de trabalho, o sistema gera somente uma
suspensão sem translação.
Viragem; tipos de giro.
X; para virar a peça girando-a em torno ao eixo X (ref. A , figura 107).

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227
12 O programa de trabalho

Y; para virar a peça girando-a em torno ao eixo Y (ref. B , figura 107).


XY; para virar a peça girando-a em torno ao eixo X e ao eixo Y (ref. C , figura 107).

Figura 107
A B C

Y Y

Rotação; ângulo de rotação da peça.

Figura 108
+X

90° 270°
+Y 0° 180°

; Suspende momentaneamente o trabalho. Caso deseje desbloquear a peça do plano de


trabalho para girá-la, clicar na caixa dos marcadores Desbloqueio.
Viragem; tipos de giro.
X; para virar a peça girando-a em torno ao eixo X (ref. A figura 107).
Y; para virar a peça girando-a em torno ao eixo Y (ref. B figura 107).
XY; para virar a peça girando-a em torno ao eixo X e ao eixo Y (ref. C , figura 107).
Rotação; rotação da peça. Escolher o tipo de rotação desejada.

Conselhos de utilização
Ao utilizar a suspensão com rotação da peça, se a dimensão em X é tamanha que, após ter
efectuado a rotação, esta aumenta a sua dimensão (figura 109), é possível que ao girar a peça e
posicioná-la no plano de trabalho, o bloqueio não funcione correctamente, por causa da falta de
suportes móveis. Para contornar esse inconveniente, aconselha-se programar o trabalho partindo
sempre com a dimensão em X da peça maior daquela em Y.

228 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Figura 109: A = peça antes da rotação; B = peça depois da rotação.

+X
X=500
+Y
X=1000
Y=1000

Y=500
B

Lados obtidos de um perfil geométrico


A instrução “WFG” pode ser associada a um perfil geométrico realizado na face zero da peça,
nesse caso gere, em base ao tipo de perfil, lados não padrão (ver exemplo na pág. 230), ou pode
ser associada a uma específica geometria, para gerar um único lado não padrão.

Para inserir esta instrução, posicionar o cursor depois do comando “ROUT” ou “GEO” e clicar no
botão Lados da geometria (ref. G, figura 102).

Descrição dos campos de dados


Identif. lado; código numérico a atribuir ao primeiro lado não padrão gerado por um molde ou ao
único lado gerado por um segmento. Inserir um número superior a cinco. Deixando a configuração
default, o número é fornecido automaticamente pelo sistema.

Identif. geom.; permite escolher o código identificativo da geometria (ID do desenho) realizada na
face zero da peça.

Inversão; rectângulo para habilitar a inversão dos lados criados. Este comando está ligado à
direcção do desenho. Se o desenho tiver uma direcção anti-horária, activando esse rectângulo
declara-se que os elementos do desenho são lados internos da peça (ref. B , figura 112). Se o
desenho tiver uma direcção horária, activando esse rectângulo declara-se que os elementos do
desenho são lados da peça, logo, externos (ref. A , figura 112).
Definição peça; rectângulo para poder habilitar no simulador dois tipos diversos de visualização
da peça trabalhada. Quando activado, visualiza o desenho criado como perfil da peça (ref. A
figura 110). Se desactivado, visualiza seja o desenho criado seja a peça a ser trabalhada.(ref.B , ,
figura 110).

Figura 110

Face virtual; permite indicar que o lado gerado é virtual, isto é, não é visualizado no simulador.

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229
12 O programa de trabalho

Vertical; declara que o lado é perpendicular ao plano X,Y. Para dar uma inclinação ao lado criado,
desactivar a caixa dos marcadores e configurar o campo Inclinação.

Inclinação; inclinação do lado criado (ver figura 111). Activa-se desactivando o campo Vertical.

Figura 111

Notas de utilização
A instrução “WFG” associada à fresagem de um perfil geométrico permite criar novas faces que
podem ser trabalhadas.
Da geometria ilustrada na figura 113, é possível obter da peça de referência um trabalho de tipo A
ou de tipo B (ver figura 112).

Figura 112

A B

Para efectuar o trabalho de tipo A e gerar as faces que podem ser trabalhadas C, é preciso
realizar a geometria associando ao primeiro segmento a direcção anti-horária (ver figura 112); no
caso em que o desenho criado siga a direcção horária, é preciso habilitar a caixa dos marcadores
Inversão.
Para efectuar o trabalho de tipo B e gerar as faces que podem ser trabalhadas D, é preciso
realizar a geometria associando ao primeiro segmento a direcção anti-horária (ver figura112); no
caso em que o desenho criado siga a direcção horária, é preciso habilitar a caixa dos marcadores
Inversão.

230 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Figura 113: Exemplo: fresagem de um perfil geométrico desenhado partindo de um ponto inicial P com
direcção anti-horária.

6
7
13 12 8
14 11 9
10
P 10
11
6 9 12
7 8 13
14

GEO ID="P1000" SIDE=0 CRN="1" DP=10 ER=NO


ROUTG GID="P1000" Z=0 DP=10 OPT=NO DIA=10 RV=YES
WFG SIDE=6 GID="P1000" PDF=YES RV=YES

Lados obtidos por desenhos em faces laterais


A instrução “WFGL” associada a um desenho realizado em uma das quatro faces laterais padrão,
permite gerar, em base à angulação do segmento desenhado, um lado não padrão vertical (ref. A,
figura 114) ou inclinado (ref. B, figura 114).

Para inserir esta instrução, posicionar o cursor depois do comando “ROUT” ou “GEO” e clicar no
botão Lado da geometria nas faces laterais (ref. H, figura 102).

Notas para identificar a parte que pode ser trabalhada no lado gerado
De default, a parte que pode ser trabalhada no lado obtido por um segmento geométrico realizado
na face lateral está ligada à direcção da geometria, sentido dado pela seta, e encontra-se sempre
à sua esquerda (ref. esq, figura 114); para invertê-la, utilizar o campo Inversão.

Figura 114: A = lados não padrão perpendiculares ao plano X, Y. B = lados não padrão inclinados no plano X,
Y.

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231
12 O programa de trabalho

Descrição dos campos de dados


Identif. lado; código numérico a atribuir ao lado não padrão criado. Inserir um número superior a
cinco. Deixando a configuração default, o número é fornecido automaticamente pelo sistema.

Geometria Z; permite escolher o código identificativo da geometria (ID do desenho) realizada em


uma das quatro faces laterais (1, 2, 3, 4).

Inversão; permite indicar que a parte do lato sobre a qual aplicar o trabalho está oposta à de
default (ver parágrafo “Notas para identificar a parte que pode ser trabalhada no lado gerado”).

Face virtual; permite indicar que o lado gerado é virtual, isto é, não é visualizado no simulador.

Notas de utilização
Gerar a geometria no lado desejado, por exemplo no lado 1, e chamá-la utilizando o campo
Geometria Z. A face criada é desenvolvida perpendicularmente ao lado no qual tem tido
desenhado o segmento.

Lados obtidos por desenhos em face zero e em faces laterais


A instrução “WFGPS” associada a duas geometrias - desenhadas uma na face zero e a outra em
uma das quatro faces laterais padrão (1, 2, 3, 4) - permite gerar, em base à angulação do
segmento realizado na face lateral, um lado não padrão trapezoidal (figura 116) ou vertical/
inclinado (figura 117).

Para inserir esta instrução, posicionar o cursor depois do comando “ROUT” ou “GEO” e clicar no
botão Lado da geometria mediante planta-secção (ref. I, figura 102).

232 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Notas para identificar a parte que pode ser trabalhada no lado gerado
De default, a parte que pode ser trabalhada no lado gerado está ligada à direcção da geometria
realizada na face zero da peça, sentido dado pela flecha, e encontra-se sempre à sua direita (ref.
dx, figura 115), para invertê-la, utilizar o campo Inversão.

Figura 115

dx

Descrição dos campos de dados


Identif. lado; código numérico a atribuir ao lado não padrão criado. Inserir um número superior a
cinco. Deixando a configuração default, o número é fornecido automaticamente pelo sistema.

Identif. geom.; permite escolher o código identificativo da geometria (ID do desenho) desenhada
na face zero.

Geometria Z; permite escolher o código identificativo da geometria (ID do desenho) realizada em


uma das quatro faces laterais (1, 2, 3, 4).

Inversão; permite indicar que a parte do lato sobre a qual aplicar o trabalho está oposta à de
default (ver parágrafo “Notas para identificar a parte que pode ser trabalhada no lado gerado”).
Face virtual; permite indicar que o lado gerado é virtual, isto é, não é visualizado no simulador.

Planta-secção; permite indicar que o lado gerado es ortogonal ao plano X/Y. Nesse caso é
preciso controlar que os dois segmentos gerados tenham pelo menos um ponto extremo em
comum (p. ex. o ponto inicial).

Exemplo de faces trapezoidais


Observar as seguintes indicações:
„ Realizar duas geometrias, uma na face zero e a outra em uma das quatro faces laterais.
• Utilizar a geometria realizada na face lateral para estabelecer a angulação do trapézio.
• As duas geometrias devem ter um ponto em comum (inicial ou final).
• A geometria realizada no lado zero deve ser constituída por um único segmento.
„ Recuperar no campo dados Identif. geom. a geometria desenhada na face zero.

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233
12 O programa de trabalho

„ Recuperar o campo dados Geometria Z a geometria desenhada na face lateral.

„ Activar a caixa dos marcadores Planta-secção.

Figura 116

GEO ID="lato0" SIDE=0 CRN="1" DP= 0


START_POINT X=350 Y=500 Z= 0
LINE_ANXE A=-40 XE= 500
ENDPATH
GEO ID="lato2" SIDE=2 CRN="1" DP=0
START_POINT X=350 Y=0 Z=0
LINE_ANYE A=30 YE=60
ENDPATH
WFGPS ID=6 GID="lato0" GIZ="lato2" PS=YES

Exemplo de faces inclinadas ou verticais


Observar as seguintes indicações:
„ Realizar duas geometrias, uma na face zero e a outra em uma das quatro faces laterais.
Ambas as geometrias devem ser constituídas por um único segmento. O segmento criado na
face lateral permite estabelecer a inclinação do lado gerado.
„ Recuperar no campo dados Identif. geom. a geometria desenhada na face zero.

„ Recuperar o campo dados Geometria Z a geometria desenhada na face lateral.

234 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Figura 117

GEO ID="fac0" SIDE=0 CRN="1" DP=0 DX=0 DY=0 R=0 DA=0 RDL=NO
START_POINT X=0 Y=400 Z=0
LINE_EP XE=LPX YE=400
ENDPATH
GEO ID="lato1" SIDE=1 CRN="1" DP=0 DX=0 DY=0 R=0 DA=0 RDL=NO
START_POINT X=250 Y=0 Z=0
LINE_LNAN L=50 A=35
ENDPATH
WFGPS ID=6 GID="fac0" GIZ="lato1"

Lados com superfície curvilínea


A instrução “WFC” permite gerar um lado não padrão com superfície curvilínea, realizando um
arco no lado 0 da peça.

Para inserir essa instrução, clicar no botão Lado circular (ref. J, figura 102).

Notas para identificar a parte que pode ser trabalhada no lado gerado
De default, a parte que pode ser trabalhada no lado gerado está ligada à direcção da geometria,
sentido dado pela seta, e encontra-se sempre à sua direita (ref. dx, figura 118), para invertê-la,
utilizar o campo Inversão.

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235
12 O programa de trabalho

Figura 118

dx dx

dx dx

Descrição dos campos de dados


Identif. lado; código numérico a atribuir ao lado não padrão criado. Inserir um número superior a
cinco. Deixando a configuração default, o número é fornecido automaticamente pelo sistema.

Inversão; permite indicar que a parte do lado sobre o qual aplicar o trabalho não é o de default,
isto é, a ligada à direcção do segmento gerado, mas é a oposta (ver parágrafo “Notas para
identificar a parte que pode ser trabalhada no lado gerado”).

Vertical; declara que o lado é perpendicular ao plano X,Y. Para dar uma inclinação ao lado criado,
desactivar a caixa dos marcadores e configurar o campo Inclinação (ver figura 122).

Alt. automát.; permite calcular automaticamente a altura do lado em base a espessura da peça.
Marcar a caixa para tornar activa esta operação e desabilitar o campo Altura.

Altura; altura ou espessura do lado.

Largura; (figura 119) largura da face circular. Inserir o valor angular a para obter o ponto final P2
do arco de circunferência B.

Figura 119: P = centro da circunferência obtido pelas coordenadas X/Y; P1 = ponto inicial do arco; P2 = ponto
final do arco; a = ângulo
B
X P2

Y A
P1
P

X; (figura 120) coordenada em direcção ao eixo X do centro P do arco de circunferência.

Y; (figura 120) coordenada em direcção ao eixo Y do centro P do arco de circunferência

Z; coordenada em direcção ao eixo Z do centro do arco de circunferência. Definir onde se


encontra o ponto inicial respeito ao eixo Z. O valor de Z deve ser sempre negativo.

236 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Inclinação; inclinação do lado criado. Activa-se desactivando o campo Vertical. O valor a inserir
neste campo está ligado à activação/desactivação da caixa dos marcadores Sistema:
• Rectângulo habilitado; indica que o valor do qual partir para obter o lado ortogonal ao plano
X, Y, é 0° (desenho B, figura 122).
• Rectângulo desabilitado; indica que o valor do qual partir para obter o lado ortogonal ao
plano X, Y, é 270° (desenho A, figura 122).
Ângulo inicial; (figura 120) valor do ângulo para obter o ponto inicial P1 do arco de
circunferência. Para deslocar o ponto inicial P1 inserir um valor negativo a- ou positivo a+.

Raio; (figura 120) raio r do arco da circunferência.

Figura 120: Arco de circunferência com ângulo inicial a zero graus. P = centro da circunferência; r = raio da
circunferência; P1 = ponto inicial do arco de circunferência.
X

r a
Y
P1
P a+

Face virtual; permite indicar que o lado gerado é virtual, isto é, não é visualizado no simulador.

Sistema; permite modificar o sistema mediante o qual calcular as faces circulares. A caixa
habilitada indica que o canto de referência para realizar a face é o canto 1; a caixa desabilitada
indica que o canto de referência para realizar a face é o canto 2. Este campo está ligado à
configuração efectuada no campo Inclinação.

; Sentido de rotação do arco. Clicar no botão para configurar a rotação do arco no sentido
horário. A ser habilitado caso queira criar o lado com superfície curvilínea como lado posto no
interior da peça.

; Sentido de rotação do arco. Clicar no botão para configurar a rotação do arco no sentido
anti-horário. A ser habilitado caso queira criar o lado com superfície curvilínea como lado externo
da peça.

O ponto inicial do lado circular é muito importante para definir o sentido com o qual é
interpretado o lado em fase de trabalho. Desejando que o lado circular seja um lado
externo, a ser trabalhado do exterior, (ref. A figura 124), configurar as coordenadas X e Y
de modo que o arco tenha uma direcção anti-horária e clicar no botão . Desejando que
o lado circular seja um lado interno à peça, a ser trabalhado do interior, (ref. . B figura 124),
configurar as coordenadas X e Y de modo que o arco tenha uma direcção horária e clicar
no botão .

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237
12 O programa de trabalho

Notas de utilização
Essa instrução vai associada a uma fresagem. O exemplo ilustrado na figura 121 mostra como
realizar fresagens curvilíneas sobre os cantos da peça definindo as partes cortadas como lados
externos da peça.

Figura 121: exemplo de como cortar os cantos da peça definindo as partes cortadas como lados circulares.

6
6 9 7
8
9

7 8

ROUT SIDE=0 CRN="1" Z=0 DP=10 DIA=10


WFC ID=6 X=200 Y=200 Z=-LPZ AZ=270 H=LPZ A=-90 DA=90 R=200 DIR=dirCCW
ROUT SIDE=0 CRN="2" Z=0 DP=10 DIA=10
WFC ID=7 X=200 Y=LPY-200 Z=-LPZ AZ=270 H=LPZ A=180 DA=90 R=200 DIR=dirCCW
ROUT SIDE=0 CRN="3" Z=0 DP=10 DIA=10
WFC ID=8 X=LPX-200 Y=LPY-200 Z=-LPZ AZ=270 H=LPZ A=90 DA=90 R=200 DIR=dirCCW
ROUT SIDE=0 CRN="4" Z=0 DP=10 DIA=10
WFC ID=9 X=LPX-200 Y=200 Z=-LPZ AZ=270 H=LPZ A=0 DA=90 R=200 DIR=dirCCW

Lados com superfície plana


A instrução “WFL” permite gerar um lado não padrão com superfície plana, realizando um
segmento linear no lado 0 da peça.
Para inserir essa instrução, clicar no botão Lado linear (ref. K, figura 102).

Descrição dos campos de dados


Identif. lado; código numérico a atribuir ao lado não padrão criado. Código numérico a atribuir ao
lado não padrão criado. Inserir um número superior a cinco. Deixando a configuração default, o
número é fornecido automaticamente pelo sistema.
Inversão; permite indicar que a parte do lado sobre a qual aplicar o trabalho não é aquela ligada
à direcção do segmento gerado, isto é, aquela obtida em base à regra indicada no campo
Direcção, mas é a oposta.
Por exemplo: um segmento que tem uma direcção para a esquerda, de default, a parte pode ser
trabalhada é aquela que se encontra à sua direita; habilitando este campo a parte que pode ser
trabalhada é aquela que se encontra à sua esquerda.

Vertical; declara que o lado é perpendicular ao plano X,Y. Para dar uma inclinação ao lado criado,
desactivar a caixa dos marcadores e configurar o campo Inclinação (figura 122).

Alt. automát.; permite calcular automaticamente a altura do lado em base a espessura da peça.
Marcar a caixa para tornar activa esta operação e desabilitar o campo Altura.

238 BIESSE S.p.A. © - a717k0005.fm081008


12 O programa de trabalho

Altura; altura ou espessura do lado.

Compr. automát.; calcula automaticamente o comprimento do lado criado em base às


coordenadas X,Y do ponto inicial e ao ângulo AR. Marcar a caixa para tornar activa esta operação
e desabilitar o campo Comprimento.
Comprimento; comprimento do lado.

X; coordenada em direcção ao eixo X do ponto inicial p (figura 123) da recta em ângulo (figura
123).

Y; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto inicial p (figura 123) da recta em ângulo (figura
123).

Z; coordenada em direcção ao eixo Z do ponto inicial. Definir onde se encontra o ponto inicial
respeito ao eixo Z. No caso não tenha sido marcado a caixa Sistema o valor de Z deve ser
sempre negativo.

Inclinação; inclinação do lado criado. Activa-se desactivando o campo Vertical. O valor a inserir
neste campo está ligado à activação/desactivação da caixa dos marcadores Sistema:
• Rectângulo habilitado; indica que o valor do qual partir para obter o lado ortogonal ao plano
X, Y, é 0° (desenho B, figura 122).
• Rectângulo desabilitado; indica que o valor do qual partir para obter o lado ortogonal ao
plano X, Y, é 270° (desenho A, figura 122).

Figura 122

Direcção; ângulo de rotação ar (figura 123) da recta r (figura 123). O cálculo do ângulo deve ser
efectuado partindo do zero (0°) que se encontra sempre à direita do ponto inicial p do segmento
(figura 123). Para girar o segmento em sentido anti-horário utilizar um valor negativo (de 0 a -360),
para girar o segmento em sentido horário utilizar um valor positivo (de 0 a +360). A parte que pode
ser trabalhada na face segue a direcção do segmento e se encontra sempre à sua direita (ref. dx
figura 123).

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239
12 O programa de trabalho

Figura 123

Face virtual; permite indicar que o lado gerado é virtual, isto é, não é visualizado no simulador.

Sistema; permite modificar o sistema com o qual calcular a inclinação das faces lineares definida
no campo Inclinação. De default, a aresta de referência da qual partir para calcular a inclinação da
face é a aresta dois (rectângulo desabilitado). a caixa habilitada permite escolher a aresta de
referência no campo Canto.

Canto; ver campo Sistema.

Notas de utilização
Essa instrução deve ser associada a um corte ou a uma fresagem O ponto inicial do lado linear é
muito importante para definir o sentido com o qual é interpretado na fase de trabalho. Se se quer
que o lado linear seja um lado externo (ref. A figura seguinte), a ser trabalhado do exterior,
configurar as coordenadas X e Y de modo que a recta em ângulo tenha uma direcção anti-horária.
Se se quer que o lado linear seja um lado interno à peça (ref. B figura seguinte), a ser trabalhado
do interior, configurar as coordenadas X e Y de modo que a recta em ângulo tenha uma direcção
horária.

Figura 124

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12 O programa de trabalho

Exemplo de face não padrão configurando o cálculo automático do comprimento e da altura:

WFL ID=6 X=200 Y= 0 Z=-LPZ AR=-270 H=LPZ AFL= YES AFH= YES VRT= YES VF= NO

Exemplo de como cortar os cantos da peça definindo as partes cortadas como lados externos:

6
6 7
9
8
9

7 8

CUT_G SIDE=0 CRN="1" X=LPX-400 Y=0 Z=0 DP=10 TYP=cutYA L=0 ANG=-45 XE=0 YE=200
WFL ID=7 X=LPX-400 Y=0 Z=-LPZ AZ=270 AR=135 L=Sqr(200*200+200*200) H=LPZ
CUT_G SIDE=0 CRN="2" X=LPX-400 Y=0 Z=0 DP=10 TYP=cutYA L=0 ANG=-45 XE=0 YE=200
WFL ID=8 X=0 Y=400 Z=-LPZ AZ=270 AR=45 L=Sqr(200*200+200*200) H=LPZ
CUT_G SIDE=0 CRN="3" X=LPX-400 Y=0 Z=0 DP=10 TYP=cutYA L=0 ANG=-45 XE=0 YE=200
WFL ID=9 X=400 Y=600 Z=-LPZ AZ=270 AR=-45 L=Sqr(200*200+200*200) H=LPZ
CUT_G SIDE=0 CRN="4" X=LPX-400 Y=0 Z=0 DP=10 TYP=cutYA L=0 ANG=-45 XE=0 YE=200
WFL ID=10 X=600 Y=200 Z=-LPZ AZ=270 AR=-135 L=Sqr(200*200+200*200) H=LPZ

12.14 Programação e movimentação dos objectos do


plano
„ Para inserir dentro de um programa de trabalho os comandos que se referem ao trabalho da
peça, consultar o capítulo 13 “Programação dos trabalhos”.
„ Para inserir dentro de um programa de trabalho das instruções que se referem à
movimentação dos objectos do plano de trabalho, consultar o capítulo 13 “Programação dos
trabalhos”.

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241
12 O programa de trabalho

12.15 Optimização do programa


A optimização do programa deve ser realizada para controlar a correcção dos trabalhos e para
executar o programa de forma óptima, isto é, criando as condições para permitir que a máquina
renda da melhor forma, realizando todos os trabalhos no menor tempo possível.

Para realizar a optimização do programa, clicar no botão . Durante a elaboração do programa,


se o optimizador encontra erros (gráfica e trabalhos marcados de vermelho), no corpo da
aplicação aparece o ambiente do diagnóstico. O botão permite entrar e sair deste ambiente.

Estrutura do ambiente do diagnóstico


O ambiente do diagnóstico é constituído de duas áreas de árvore A e B e de uma área informativa
C (figura 125).

Figura 125

; abre a janela dos filtros para filtrar as informações a serem mostradas na área informativa.

Árvore da unidade de operação


A árvore da unidade de operação mostra a lista dos mandris do grupo de perfuração e dos Slots,
que é a mesma apresentada na árvore de esquerda da janela de apetrechamento da unidade de
operação (aplicação MachineConfiguration).

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12 O programa de trabalho

Figura 126

C
D

A Cabeçotes do grupo de perfuração (SL) e respectivos mandris horizontais (TH).

B Mandris verticais (T).

C Recipiente que apresenta a seguinte lista:


lista dos mandris descartados por meio do uso dos filtros;
lista dos mandris descartados pelo optimizador porque não previstos para o trabalho.
D Slot (TP).

Árvore dos depósitos


A árvore dos depósitos mostra a lista dos porta-ferramentas dos depósitos, que é a mesma
apresentada na árvore de esquerda da janela de apetrechamento dos depósitos (aplicação
MachineConfiguration).
Se nos porta-ferramentas dos depósitos foram introduzidos os agregados, expandindo o nó do
porta-ferramenta que contém o agregado, por exemplo o nó 3<A15, onde 3 é o porta-ferramenta
número três e A15 é o agregado número quinze (figura 127), exibe-se a lista dos sub-mandris
com ferramenta instalada (ex. A15_AT1 <FORA1040>: sub-mandril número 1 do agregado 15
que contém a ponta FORA1040).

As informações apresentadas na árvore dos depósitos são ligadas à selecção do mandril


efectuada na árvore da unidade de operação.

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243
12 O programa de trabalho

Figura 127

D
C
B

A Depósitos de ferramentas.

B Porta-ferramentas (ex. 1 e 3) com ferramenta e (p. ex. PS2) ou com agregado (p. ex. A15).

C Sub-mandril (ex. AT2) do agregado (ex. A15) mais ferramenta instalada nos submandris
individuais (ex. FORA1040).

D Recipiente que apresenta a seguinte lista:


lista dos porta-ferramentas descartados por meio do uso dos filtros;
lista dos porta-ferramentas descartados pelo optimizador porque a ferramenta a ser utilizada
está presente em um porta-ferramenta do depósito.

Área informativa
A área informativa mostra os resultados obtidos pelo processo de elaboração do programa de
trabalho.
Os resultados nessa área referem-se às verificações que o optimizador executa em cada
ferramenta, considerando o porta-ferramenta em que está alojado o mandril em que é instalado.
Apresentam, além disso, os motivos pelos quais uma dada ferramenta, instalada em um
determinado mandril ou alojado em um porta-ferramenta, é ou não foi considerado durante a
elaboração.
A visualização dessas informações é, portanto, ligada à selecção do específico mandril/sub-
mandril dos elementos da unidade de operação (árvore da unidade de operação) ou do específico
porta-ferramenta ou sub-mandril do agregado presente no depósito (árvore dos depósitos).

As informações visualizadas são de três tipos:


A Informações de cor vermelha (figura 128); lista das verificações efectuadas pelo
optimizador que, por incongruências várias entre trabalhos programados e ferramentas
disponíveis, produziram resultados negativos (erros). Para remediar os erros, clicar sobre
estas informações e consultar as possíveis soluções.

B Informações de cor cinza (figura 128); lista dos motivos pelos quais certas verificações não
foram realizadas pelo optimizador.

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12 O programa de trabalho

C Informações de cor verde (figura 128); lista das verificações efectuadas pelo optimizador
que produziram resultados positivos.

Figura 128

Janela dos filtros

Para abrir a janela dos filtro, clicar no botão .


„ Para esconder as informações sobre os mandris e deslocá-las no recipiente, marcar a caixa
Número erros. Inserir na caixa adjacente a quantidade de erros a serem descartados. Os
mandris que contêm uma quantidade de erros superior ao número indicado neste campo são
descartados e deslocados no recipiente.
„ Para esconder as informações de cor cinza (figura 128), marcar a caixa Esconde não
efectuados.
„ Para esconder as informações de cor verde (figura 128), marcar a caixa Esconde verificados.

„ Para consultar somente alguns resultados, utilizar a lista, marcando a caixa correspondente
às verificações malsucedidas a serem escondidas. Todas as posições sobre as quais as
específicas verificações escolhidas produziram resultados errados são automaticamente
inseridas no recipiente HIDE.

Como consultar o ambiente do diagnóstico


Os resultados da optimização do programa, desenvolvidos na área informativa do ambiente do
diagnóstico, são ligados ao tipo de trabalho programado, e portanto, à selecção do trabalho na
área dos comandos, na árvore dos trabalhos ou directamente na área gráfica.
As operações a serem executadas para controlar esses resultados são as seguintes:

1. posicionar o cursor sobre o trabalho a ser controlado;

2. seleccionar na árvore da unidade de operação o mandril (T) e/ou o Slot (TP);

3. seleccionar o porta-ferramenta, somente no caso em que tenha sido realizada


precedentemente a selecção de um Slot (TP).

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245
12 O programa de trabalho

As linhas de programação de cor vermelha indicam que a optimização produziu erros. Nesse
caso, controlar as causas do erro, clicando nos vários mandris e/ou porta-ferramentas.

Caso sejam seleccionados os trabalhos que produziram resultados positivos (ref. A), as árvores
do ambiente do optimizador mostram o mandril (ref. B) e o porta-ferramenta do depósito (ref. C)
em que está alojada a ferramenta programada, evidenciando-os com a cor cinza (ver figura 129).
Nesse caso, os resultados presentes na área informativa são de cor verde e cinza, e a lista dos
mandris e dos porta-ferramentas descartados é reagrupada dentro do recipiente HIDE (ref. D).

Se a ferramenta escolhida pelo optimizador para executar o trabalho optimizado torna-se de cor
marrom, significa que é a única ferramenta útil. Ou seja, no depósito e/ou nos Slots não há outras
ferramentas possíveis que possam ser utilizadas para executar o específico trabalho.

Figura 129

B A

C A

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12 O programa de trabalho

12.16 Simulação do programa


O simulador permite controlar sobre a tela todas as fases de trabalho da peça programado. Se
iniciado pela aplicação WorkTableTooling permite visualizar também o plano de trabalho.
Para visualizar a janela Simulador , clicar no botão .

Figura 130

Descrição dos campos


Classe ferramenta; visualiza a classe da ferramenta.

Tipo da ferramenta; visualiza o ID da tipologia da ferramenta.

Código da ferr.; visualiza o nome da ferramenta.


Diâmetro ; visualiza o diâmetro da ferramenta.

Veloc. rot. [rpm]; visualiza a velocidade de rotação da ferramenta.

Vel. desc. [mm/min]; visualiza a velocidade de descida da ferramenta.

Velocidade [mm/min]; visualiza a velocidade com a qual a ferramenta trabalha a peça.

Optimização; permite visualizar o trabalho associado ao centro de trabalho programado e à sua


origem de referência (ex. C2 na origem 1, ou C3 na origem 3, etc.).

Controlo da vista; permite escolher a vista com base ao lado da peça. Clicar sobre o lado
desejado.
Controlo dos eixos; permite deslocar os eixos de referência de um canto a outro. Com base na
posição dos eixos os campos ilustrados no quadro Posição ferramenta mudam de valor.

Tempo[seg]; indica a duração aproximativa do trabalho.

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247
12 O programa de trabalho

Rel. Vel.; valor da velocidade da simulação, derivante da utilização do botão I e do botão J (figura
131).

X (mm); valor da posição X da ferramenta com base nos eixos de referência.

Y (mm); valor da posição Y da ferramenta com base nos eixos de referência.

Z (mm); valor da posição Z da ferramenta com base nos eixos de referência.

Layer; nome do intervalo do percurso realizado pelo acessório

Descrição dos botões


Figura 131

A B C D E F G H I J

A Inicia a simulação.

B Suspende momentaneamente a simulação.

C Termina a simulação.

D Volta ao ciclo de trabalho anterior.

E Passa ao ciclo de trabalho sucessivo.

F Retorna ao elemento anterior.

G Passa ao elemento sucessivo.

H Repete a simulação partindo novamente do início.

I Efectua a simulação rapidamente.

J Efectua a simulação lentamente.

Figura 132

A B C D E F G

A Efectua por intervalos a simulação, para controlar detalhadamente todos os movimentos das
ferramentas.

B Mostra ou esconde a ferramenta durante a simulação.


C Visualiza a gráfica da simulação.

D Visualiza a imagem tridimensional dapeça de madeira com o trabalho.

E Mostra as geometrias desenhadas na face zero.

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12 O programa de trabalho

F Visualiza a gráfica da peça de referência escondendo as faces não padrão.

G Mostra toda a peça incluídas as faces não padrão criadas e o percurso da ferramenta;
somente no caso em que tenham sido realizadas faces não padrão. Cores da gráfica:
Vermelho= geometrias dos lados criados.
Azul Marinho= lados reais sobre os quais trabalhar.
Laranja= percurso da ferramenta.
Azul = entradas e saídas da ferramenta na peça.

Utilização das decorações


Activando o menu rápido dentro da área gráfica do simulador, é possível desenvolver a barra das
decorações seleccionando o item Decorações.

Figura 133

„ Para aproximar ou afastar a imagem, agir com o mouse sobre as rodas laterais ou mover o
cursor mantendo premida a tecla CTRL, a tecla SHIFT e a tecla esquerda do mouse.
„ Para girar a imagem em torno ao eixo vertical, agir com o mouse sobre a roda inferior.

„ Para girar a imagem em torno a seu centro, seleccionar com a tecla esquerda do mouse o
botão B indicado na figura 134. Posicionar o cursor sobre a imagem, premir a tecla esquerda
do mouse e girar a figura.
„ Para mover a imagem, premir a tecla CTRL e a tecla esquerda do mouse.

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249
12 O programa de trabalho

Botões Decorações
Figura 134

A habilita o cursor a seleccionar os elementos do desenho.


B habilita o cursor a mover a mão o desenho.
C visualiza a vista do desenho definida em precedência com o botão D.
D realiza o salvamento da vista actual do desenho.
E mostra o desenho inteiro.
F permite seleccionar um objecto para aproximá-lo.
G permite configurar a vista prospéctica ou assonométrica.

12.17 Elaboração do programa e criação do ficheiro


ISO
Para elaborar o programa de trabalho e gerar o ficheiro com extensão ISO para torná-lo
executável na máquina, clicar no botão na barra de ferramentas da aplicação Editor ou na
opção Criar Código CN do menu Ferramentas. O ficheiro com extensão ISO é criado no directório
definido na placa Entrada Saída da janela de diálogo Setup.
Para salvar o ficheiro ISO com outro nome em um directório escolhido, seleccionar a opção Cria
Código CN no fic.... do menu Ferramentas.

12.18 Arquivo dos programas e das macros


Aconselha-se realizar periodicamente uma operação de salvamento em um drive qualquer, por
exemplo, um disquete, dos programas criados e das macros, para arquivá-los de forma a tê-los
sempre à disposição caso os dados originais sejam danificados.
Para os procedimentos de backup, consultar o parágrafo 10.3 “Backup/restore dos programas de
trabalho e das macros”, página 200.

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13 Programação dos trabalhos

13 Programação dos trabalhos

Os dados abordados nesse capítulo estão expressos em milímetros. Caso, durante o


Setup, tenha sido definido o sistema de medidas em polegadas, os dados das aplicações
BiesseWorks serão também expressos em polegadas.

13.1 Programação das fresagens


Os trabalhos de fresagem podem ser programados utilizando os seguintes comandos:
„ Comando ROUT;
permite realizar uma fresagem com perfil geométrico “integrado”. Com perfil geométrico
“integrado” se quer indicar um perfil criado com o comando ROUT, portanto, ligado àquele
trabalho específico, que compreende dados geométricos e tecnológicos. Consultar o
parágrafo “Fresagem com perfil geométrico "integrado" (ROUT)” na pág. 251.
„ Comando ROUTG;
permite chamar um perfil geométrico “genérico” realizado com o comando GEO ou um texto
realizado com o comando GEOTEXT (ver pág. 253) para aplicar em ambos os dados
tecnológicos relativos ao trabalho.
„ Comando POCK;
permite chamar um perfil ao qual aplicar os dados tecnológicos relativos aos trabalhos de
esvaziamento (ver pág. 268).

Para melhores esclarecimentos relativos à criação dos perfis geométricos e dos textos,
consultar o parágrafo 15.1 “Procedimentos para desenhar”, pág. 313 ou o parágrafo 16.1
“Criação dos desenhos”, pág. 337

Fresagem com perfil geométrico "integrado" (ROUT)


Para programar uma fresagem com perfil geométrico “integrado”, clicar no botão , posicionar
o cursor na área de comandos em uma linha vazia e clicar no botão .

Activa-se a barra dos comandos para criar um perfil em modalidade EGA e exibe-se a janela de
diálogo Fresagem. Na área dos comandos aparece a expressão alfanumérica com o comando
ROUT.
Para utilizar os instrumentos EGA, consultar o capítulo 15 “Criação dos perfis com as ferramentas
EGA”.
Para a descrição dos campos da janela, consultar o parágrafo “Lista e descrição dos campos
presentes nas janelas de fresagem” na pág 254.

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251
13 Programação dos trabalhos

Figura 135: janela de diálogo Fresagem

Exemplo: fresagem com perfil geométrico “integrado"


Figura 136: exemplo de como realizar uma fresagem tomando como ponto de referência o canto “1” da
superfície zero da peça (ref. 1).

ROUT SIDE=0 CRN="1" Z=0 DP=10 DIA=18 ER=NO


START_POINT X=120 Y=264.2061763 (ref. A)
LINE_EP XE=120 YE=410.208482 (ref. B)
LINE_EP XE=584 YE=410.208482 (ref. C)
LINE_EP XE=584 YE=360.208482 (ref. D)
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=336.9771299 XC=607.9429514 YC=360.208482 DIR=dirCW (ref. E)
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=191.4352226 XC=584 YC=264.2061763 DIR=dirCCW (ref. F)
ARC_EPCE XE=584 YE=168.2038705 XC=607.9429514 YC=168.2038705 DIR=dirCW (ref. G)
LINE_EP XE=584 YE=118.2038705 (ref. H)
LINE_EP XE=120 YE=118.2038705 (ref. I)
LINE_EP XE=120 YE=264.2061763 (ref. J)
ENDPATH

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13 Programação dos trabalhos

Fresagem com perfil geométrico “genérico” (ROUTG)


Para programar uma fresagem chamando novamente um perfil geométrico “genérico”, clicar no
botão , posicionar o cursor na área de comandos em uma linha vazia e clicar no botão .
Exibe-se a janela de diálogo Fresagem da geometria para definir os parâmetros relativos ao
trabalho do perfil criado com o comando GEO . Na área dos comandos aparece a expressão
alfanumérica com o comando ROUTG.

Figura 137: janela de diálogo Fresagem da geometria

Os campos da janela são o mesmos descritos no parágrafo “Lista e descrição dos campos
presentes nas janelas de fresagem” na pág. 254, exceptuando-se o campo de dados Identif.
geom. que representa o código de identificação do desenho ao qual associar o trabalho.

Exemplo: fresagem com perfil geométrico “genérico"


Figura 138: exemplo de como realizar a fresagem de um perfil geométrico "genérico" tomando como ponto
de referência o canto “1” da superfície zero da peça (ref. 1).

GEO ID="P1000" SIDE=0 CRN="1" DP=10 ER=NO


START_POINT X=120 Y=264.2061763 (ref. A)

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253
13 Programação dos trabalhos

LINE_EP XE=120 YE=410.208482 (ref. B)


LINE_EP XE=584 YE=410.208482 (ref. C)
LINE_EP XE=584 YE=360.208482 (ref. D)
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=336.9771299 XC=607.9429514 YC=360.208482 DIR=dirCW (ref.
E)
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=191.4352226 XC=584 YC=264.2061763 DIR=dirCCW (ref. F)
ARC_EPCE XE=584 YE=168.2038705 XC=607.9429514 YC=168.2038705 DIR=dirCW (ref. G)
LINE_EP XE=584 YE=118.2038705 (ref. H)
LINE_EP XE=120 YE=118.2038705 (ref. I)
LINE_EP XE=120 YE=264.2061763 (ref. J)
ENDPATH
ROUTG GID="P1000" Z=0 DP=10 DIA=18

Lista e descrição dos campos presentes nas janelas de fresagem


Visto que o aparecimento de alguns campos dados na primeira placa das janelas de
fresagem pode ser personalizada pelo cliente (ver placa Janelas Editor Setup), a lista
referida a seguir está ordenada seguindo as configurações de default.

CRN; canto de referência da peça. Seleccionar na figura da parte superior o canto desejado

SIDE; lado da peça. Introduzir no campo de dados o número do lado ou seleccioná-lo na figura da
parte superior.

Identif. geom.; código identificativo da fresagem ou do desenho a recuperar. Na janela de diálogo


Fresagem permite a introdução de um código alfanumérico entre os dois ápices ou um parâmetro
para nomear o trabalho; no caso seja omitido, o sistema insere automaticamente um código.
Na janela de diálogo Fresagem da geometria, permite escolher o ID da geometria a chamar, isto
é, o código identificativo do desenho criado com o comando GEO ao qual associar o trabalho.

Descrição; descrição do tipo de trabalho para identificar cada fresagem, individualmente. O texto
inserido nesse campo aparece na lista em árvore junto ao ícone da fresagem.

Diâmetro; diâmetro da fresa que realiza o trabalho. Para inserir o valor do diâmetro, bloquear o
cadeado adjacente clicando na caixa dos marcadores.

Profundidade; profundidade do trabalho ou do offset de ultrapassagem para os trabalhos


passantes. Caso deseje realizar um trabalho passante, clicar na caixa dos marcadores adjacente.
O valor default da fresagem passante deve ser configurado no campo Z de arrombamento na
placa Trabalhos do Setup.
Tipo Ferramenta; lista pré-definida das tipologias das fresas presentes na base de dados.
Escolher um item da lista, no caso em que tenha sido inserido um valor no campo Diâmetro. O
CAM procura a ferramenta com o diâmetro especificado entre todos aqueles presentes na
tipologia escolhida.

Código Ferramenta; lista pré-definida das fresas presentes na base de dados. Escolher
directamente a ferramenta com o qual realizar o trabalho, somente no caso em que não tenha
sido inserido um valor no campo Diâmetro.

Inversão; obriga a ferramenta a inverter a direcção de avanço. A lâmina, para realizar a fresagem
não parte do ponto inicial do perfil, mas do ponto final.

Correcção; posição da ferramenta respeito à trajectória de trabalho. Seleccionar um dos itens a


seguir:

254 BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


13 Programação dos trabalhos

Corr. Central, posiciona o eixo da ferramenta no centro da trajectória (ref. A figura 139);
Corr. Direita, posiciona o eixo da ferramenta à direita da trajectória (ref.B figura 139) ou
posiciona a trajectória à direita da ferramenta (ref.C figura 139); esse tipo de correcção pode
ser configurado na placa Trabalhos do Setup;
Corr. esquerda, posiciona o eixo da ferramenta à esquerda da trajectória (ref. C figura 139) ou
posiciona a trajectória à esquerda da ferramenta (ref. B figura 139); esse tipo de correcção
pode ser configurado na placa Trabalhos do Setup.

Figura 139

Compr. [mm|%]; porção do inteiro perfil que se deseja trabalhar partindo do ponto inicial da
geometria. A unidade de medida aplicada ao valor inserido neste campo deve ser definida no
campo Compr. em %.

Compr. em %; permite definir se o valor indicado no campo Compr. [mm|%] é um valor em


milímetros/polegadas ou é uma percentual. YES = o valor é uma percentual; NO = o valor é em
mm/polegadas.

Tipo Entrada ->; movimento realizado pela ferramenta para entrar na peça a ser trabalhada (ver
parágrafo 14.9 “Notas de utilização dos dados para o ingresso e a saída da ferramenta”, na pág.
310). Escolher o tipo de ingresso desejado.
Nenhuma entr.; a ferramenta desce perpendicularmente, alcançando directamente o ponto de
início trabalho (ref. A, figura 140).
Perfil 3D; a ferramenta desce percorrendo uma linha inclinada e entra na peça alcançando
directamente o ponto de início trabalho (ref. B, figura 140). A utilização deste tipo de entrada
é permitido somente em perfis fechados.

Figura 140

A B

LinhaArqueação3D; a ferramenta desce percorrendo uma linha inclinada, entra na peça e


alcança o ponto de início trabalho (ref. C, figura 141) realizando um curto percurso em arco,
ao longo do qual corrige sua posição.
LinhaArqueação Tg; a ferramenta desce percorrendo uma linha perpendicular à sua face,
entra na peça e alcança o ponto de início trabalho (ref. D, figura 141) formando uma linha e
um arco tangentes, ao longo dos quais corrige sua posição.

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255
13 Programação dos trabalhos

Figura 141

C D

Linha3D Correcta; a ferramenta gera no ar uma linha paralela à face ao longo da qual efectua
a correcção, desce percorrendo uma linha inclinada e entra na peça alcançando directamente
o ponto de início trabalho (ref. A, figura 142).
Linha Correcta; a ferramenta gera no ar uma linha paralela à face ao longo da qual efectua a
correcção, desce percorrendo uma linha perpendicular ao plano e entra na peça alcançando
directamente o ponto de início trabalho (ref. B, figura 142).

Figura 142

A B

Linha; a ferramenta desce percorrendo uma linha perpendicular à face, entra na peça e
alcança o ponto de início trabalho (ref. C, figura 143) efectuando um breve percurso linear, ao
longo do qual efectua a correcção. Habilitando a caixa dos marcadores Correcção no ar, a
ferramenta corrige sua posição antes de efectuar a descida, gerando, isto é, um breve
percurso linear paralelo à face (ref. D, figura 143).
Hélice; a ferramenta gera no ar uma linha paralela à face ao longo da qual efectua a
correcção, desce efectuando um percurso helicoidal e entra na peça alcançando
directamente o ponto de início trabalho (ref. E, figura 143).

Figura 143

C D E

256 BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


13 Programação dos trabalhos

Arqueação3D Correcto; a ferramenta gera no ar uma linha paralela à face ao longo da qual
efectua a correcção, desce efectuando um percurso em arco e entra na peça alcançando
directamente o ponto de início trabalho (ref. A, figura 144).
Arqueação; a ferramenta desce percorrendo uma linha perpendicular à face, entra na peça e
alcança o ponto de início trabalho (ref. B, figura 144) efectuando um breve percurso em arco,
ao longo do qual é efectuada a correcção. Habilitando a caixa dos marcadores Correcção no
ar, a ferramenta corrige sua posição antes de efectuar a descida, gerando, isto é, um breve
percurso linear paralelo à face (ref. C, figura 144).

Figura 144

A B C

Ângulo Entrada; ângulo de ingresso da ferramenta (ver parágrafo 14.9 “Notas de utilização dos
dados para o ingresso e a saída da ferramenta” na pág.310). O tipo de ângulo a ser inserido varia
com base na tipologia de entrada escolhida (ver figura 145).

Figura 145: ângulo de ingresso (ang) para o tipo de ingresso Linha (ref. A) e para o tipo de ingresso
Arqueação (ref. B).

Para o ingresso Linha3D Correcta, é preciso considerar o ângulo entre a linha oblíqua ao plano de
trabalho e o mesmo plano.
Para o ingresso Arqueação3D Correcto, é preciso considerar o ângulo de abertura do arco no
plano tridimensional.
Para o ingresso LinhaArqueação3D, é preciso considerar o ângulo de abertura do arco.
Para o ingresso Hélice, é preciso considerar a amplitude angular da hélice.
Correcção no ar; ver ingresso tipo Linha ou tipo Arqueação.

Deslocamento; distância em milímetros do ponto de ingresso do trabalho para transladar a


ferramenta de modo que efectue uma descida levemente inclinada. Este dado pode ser utilizado
somente com ingresso de tipo Linha3D Correcta ou de tipo Arqueação3D Correcto.

Introdução da entrada em degrau da ferr. na peça; permite gerar uma translação linear da
ferramenta no interno da trajectória de entrada, para realizar um pequeno degrau, calculável na
profundidade A do trabalho programado (figura 146). Este dado pode ser utilizado somente com
ingresso de tipo Linha3D Correcta ou de tipo Arqueação3D Correcto.

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257
13 Programação dos trabalhos

Compr. entr. degrau ferr. na peça; comprimento linear C (figura 146) do segmento para
transladar a ferramenta.
Quota entr. degrau ferr. na peça; quota B (mm) para estabelecer o ponto inicial da translação,
calculável partindo da coordenada Z do ponto inicial da fresagem P (figura 146).

Figura 146: A = profundidade do trabalho; B = quota tabbing (entrada de fases da ferramenta na peça) de
ingresso; C = comprimento linear da translação; D = comprimento linear da translação; E = quota tabbing
(entrada de fases da ferramenta na peça) de saída; P = ponto inicial da fresagem; P1 = ponto final da
fresagem.

Tipo Saída ->; movimento realizado pela ferramenta para sair da peça trabalhada (ver parágrafo
14.9 “Notas de utilização dos dados para o ingresso e a saída da ferramenta” na pág. 310).
Escolher o tipo de saída desejada.
Nenhuma entr.; a ferramenta sai da peça directamente no ponto de fim trabalho efectuando
uma saída perpendicular à face (ref. A, figura 147).
Perfil 3D; a ferramenta sai da peça directamente no ponto de fim trabalho e sobe percorrendo
uma linha inclinada (ref. B, figura 147).A utilização deste tipo de saída é consentido somente
nos perfis fechados.

Figura 147

A B

LinhaArqueação3D; a ferramenta sai formando um breve percurso em arco, ao longo do qual


corrige sua posição, e sobe percorrendo uma linha inclinada (ref. C, figura 148).
LinhaArqueação Tg; a ferramenta sai da peça formando uma linha e um arco tangentes, ao
longo dos quais corrige sua posição, e sobe percorrendo uma linha perpendicular à face (ref.
D, figura 148).

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13 Programação dos trabalhos

Figura 148

C C

Linha3D Correcta; a ferramenta sai da peça efectuando uma subida inclinada e percorrendo
uma linha paralela à face, ao longo da qual corrige sua posição (ref. A, figura 149).
Linha Correcta; a ferramenta sai da peça efectuando uma subida perpendicular à face e
percorrendo uma linha paralela à face, ao longo da qual corrige sua posição (ref. B, figura
149).

Figura 149
A B

Linha; a ferramenta sai da peça efectuando um curto percurso linear, ao longo do qual corrige
sua posição, e uma subida perpendicular à face (ref. C, figura 150). Habilitando a caixa dos
marcadores Correcção no ar, a ferramenta corrige sua posição ao final da subida, gerando,
isto é, um breve percurso linear paralelo à face.Esse dado, se configurados valores diferentes
de zero nos campos Z inicial e Z final, é gerenciado como se fosse um prolongamento da
geometria/trabalho.
Hélice; a ferramenta sai da peça efectuando um percurso helicoidal (ref. D, figura 150) e uma
linha paralela à face.

Figura 150
C D

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259
13 Programação dos trabalhos

Arqueação3D Correcto; a ferramenta sai da peça efectuando uma subida em arco e


percorrendo uma linha paralela à face, ao longo da qual corrige sua posição (ref. A, figura
151).
Arqueação; a ferramenta sai da peça efectuando um curto percurso em arco, ao longo do
qual corrige sua posição, e uma subida perpendicular à face (ref. B, figura 151). Habilitando a
caixa dos marcadores Correcção no ar, a ferramenta corrige sua posição ao final da subida,
gerando, isto é, um breve percurso linear paralelo à face.Esse dado, se configurados valores
diferentes de zero nos campos Z inicial e Z final, é gerenciado como se fosse um
prolongamento da geometria/trabalho.

Figura 151
A B

Ângulo Saída; ângulo de saída da ferramenta da peça. O tipo de ângulo a ser inserido varia em
base ao tipo de saída escolhida.

Correcção no ar; ver saída tipo Linha ou tipo Arqueação.

Deslocamento; distância em milímetros do ponto de saída do trabalho para transladar a


ferramenta de modo que efectue uma subida levemente inclinada. Este dado pode ser utilizado
somente com ingresso de tipo Linha3D Correcta ou de tipo Arqueação3D Correcto.

Introdução da entrada em degrau da ferr. na peça; permite gerar una translação linear da
ferramenta no interno da trajectória de saída da ferramenta da peça, para realizar um pequeno
degrau, calculável na profundidade A do trabalho programado (figura 146). Este dado pode ser
utilizado somente com saída do tipo Linha3D Correcta ou do tipo Arqueação3D Correcto.
Compr. entr. degrau ferr. na peça; comprimento linear D (figura 146) do segmento para
transladar a ferramenta.
Quota entr. degrau ferr. na peça; quota E (mm) para estabelecer o ponto inicial da translação,
calculável partindo da coordenada Z do ponto final da fresagem P1 (figura 146).
Prolung. Ini.; translação do ponto de origem do trabalho mais adiante ou mais atrás sobre a
mesma trajectória.

Dist. Desacel.; distância entre o ponto de desaceleração da ferramenta e o ponto de


descontinuidade geométrica. A desaceleração acontece quando a ferramenta aproxima-se do
ponto de descontinuidade geométrica ou quando se afasta dele. Se o valor inserido nesse campo
for inferior ao valor inserido no campo Mín. compr. desac. do Setup, o sistema utiliza o dado
inserido no campo do Setup. Se o valor inserido é menor de zero, em fase de optimização,
visualiza-se uma mensagem de erro.

Prolong. Fin.; distância entre o ponto de ingresso e o ponto de saída da ferramenta da peça, para
prolongar o trabalho.

Raio Percent.; valor percentual para modificar o raio das entradas e saídas.

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13 Programação dos trabalhos

Escarso; quota de translação do plano a ser trabalhado relativamente ao plano principal da peça
(figura 152).
Marcando o rectângulo TOS adjacente, durante o cálculo para estabelecer a quota de segurança,
o valor configurado no campo Z não é considerado; o cálculo, ou seja, é realizado partindo da
superfície da peça. Deixando o rectângulo desabilitado, a quota definida no campo Z é
considerada como ponto do qual partir para posicionar a ferramenta à quota de segurança.
Por exemplo (figura 152), se no campo Segurança da ferramenta utilizada foi configurado o valor
10 mm (janela de diálogo Parâmetros da ferramenta), considerando a quota Z de 5 mm,
habilitando o campo TOS (ref. B, figura 152), a ferramenta posiciona-se a 10 mm da superfície da
peça, deixando o campo TOS (ref. A, figura 152) desabilitado, a ferramenta posiciona-se a 10 mm
da quota Z, isto é, a 5 mm da superfície da peça.

Figura 152

TOS; ver campo Escarso.

Vel.Rotaç. rpm]; velocidade de rotação da ferramenta. Ao deixar o campo vazio, o sistema utiliza
a velocidade definida no campo Std VelRot na janela de diálogo Parâmetros da ferramenta da
ferramenta utilizada para o trabalho.

Vel.Desc. [mm/min]; velocidade com a qual a ferramenta desloca-se da superfície da peça à


quota de início trabalho D (figura 153). Inserindo o valor 0, o sistema utiliza a velocidade definida
no campo Std VelDes na janela de diálogo Parâmetros da ferramenta da ferramenta utilizada
para o trabalho. Inserindo um valor menor de zero, em fase de optimização, visualiza-se uma
mensagem de erro.

Vel Arr/Saí. [mm/m]; velocidade utilizada pela ferramenta para deslocar-se da quota de
segurança A e chegar a contactar a superfície da peça B, ou para sair da peça no final do trabalho
programado e voltar à quota de segurança C (figura 153). Esse dado é utilizado também nos
traços para o posicionamento da ferramenta. Ao deixar o campo vazio, o sistema utiliza a
velocidade definida nos parâmetros da ferramenta utilizada para o trabalho: campo Std VelDes da
janela de diálogo Parâmetros da ferramenta.

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261
13 Programação dos trabalhos

Figura 153

A C

B D

Vel.Trab. [mm/min]; velocidade de avanço da ferramenta de fresagem. O valor a ser definido


nesse campo está ligado à activação ou não do campo Habilitar velocidade percentual na placa
Dados fresagem do Setup (ver capítulo 4 na pág. 95). Ao deixar o campo vazio, o sistema utiliza a
velocidade definida nos parâmetros da ferramenta utilizada para o trabalho: campo Std VelTra da
janela de diálogo Parâmetros da ferramenta.

(AZ); ângulo de inclinação da ferramenta, ou seja, o ângulo de inclinação do eixo de rotação do


mandril respeito ao plano X, Y (ver figura 154).
Para inclinar a ferramenta é possível escolher entre duas opções:
(AZ) -incr: o ângulo é calculado considerando como eixos de referência os eixos X/Y do lado
desejado, por exemplo o lado 1.
(AZ) -abs. : o ângulo é calculado considerando como eixos de referência os eixos máquina X/
Y/Z (ver figura 155).

Figura 154

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13 Programação dos trabalhos

Figura 155: A = (AZ) -incr; B = (AZ) -abs. .

(AR); ângulo de rotação da ferramenta; isto é, o ângulo de rotação do eixo do mandril no plano X,
Y (ver figura 156).
Para a rotação da ferramenta é possível escolher entre duas opções:
(AR) -incr: o ângulo é calculado considerando como eixos de referência os eixos X/Y do lado
desejado, por exemplo o lado 1.
(AR) -abs. : o ângulo é calculado considerando como eixos de referência os eixos máquina X/
Y/Z (ver figura 157).

Figura 156

Figura 157: A = (AR) -incr; B = (AR) -abs. .

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263
13 Programação dos trabalhos

GIP; permite indicar a qual profundidade o sistema deve considerar o perfil P (GEO) para obter o
trabalho. A caixa habilitada indica que o ponto inicial (ref. A) do perfil está sobre a superfície da
peça (ref. B); nesse caso a quota que indica o ponto de entrada da ferramenta na peça
corresponde com o ponto inicial do perfil A.
A caixa desabilitada indica que o ponto inicial do perfil (ref. A) foi transferido ao longo do eixo Z
(ref. C) e que portanto não pode ser obtido somente pelas coordenadas X/Y, mas pelas
coordenadas X/Y/Z, em que o dado relativo à Z é o da profundidade do trabalho (ref. C). Nesse
segundo caso se programa-se o trabalho com a ferramenta inclinada, a quota que indica o ponto
de entrada (ref. D) da ferramenta na peça não corresponde com o ponto inicial do perfil (ref. A).

Figura 158

Com rectângulo habilitado Com rectângulo desabilitado

Instrução ISO; instrução ISO. Campos de dados para inserir uma instrução ISO.

OPT; optimização da fresagem. Marcar a caixa para activar o trabalho optimizável. Se a caixa não
for activada, a linha de programação da fresagem é executada seguindo a ordem estabelecida
dentro da área de comandos da aplicação Editor. Se a caixa é habilitada o optimizador efectua
uma elaboração, modificando a sequência de execução da linha de programação da fresagem.

Z inicial; profundidade alcançada pela ferramenta no ponto inicial do trabalho. O valor indicado
neste campo é adicionado ao indicado no campo Profundidade.

Figura 159

Z final; profundidade alcançada pela ferramenta no ponto final do trabalho. O valor indicado neste
campo é adicionado ao indicado no campo Profundidade.

Figura 160

Passadas verticais; número de passagens que incidem na profundidade do trabalho programado


(ref. A, figura 161). Por exemplo, inserindo o número 2, o trabalho é fraccionado em 2 partes até
alcançar a profundidade indicada no campo Profundidade (ver parágrafo 14.7 “Específicações
para as fresagens com “multipassadas””, na pág.308).

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13 Programação dos trabalhos

Última passada; profundidade que deve alcançar a ferramenta durante a última passada, no
caso de passadas múltiplas (ref. B, figura 161).
Por exemplo, se a profundidade total do trabalho é 30 mm, inserindo neste campo o valor 10 mm,
e no campo Passadas verticais o valor 2, a ferramenta divide o trabalho em duas partes:
- desce na peça e alcança a profundidade de 20 mm (figura 161);
- desce até 20 mm e extrai outros 10 mm (figura 161).

Figura 161: A = profundidade programada; B = profundidade da última passada; 1 = primeira passada; 2 =


segunda passada.

A 20
1 30
2

B 10

Pass. horiz.; número de passagens (ref. A, figura 162) a efectuar horizontalmente ou


verticalmente na superfície da face programada (ver parágrafo 14.7 “Específicações para as
fresagens com “multipassadas””, pág. 308).

Passo horiz..; passo que existe entre as passadas indicadas no campo dados Pass. horiz., isto é,
distância entre uma passada e a sucessiva (ref. C, figura 162), partindo da quota da geometria
programada (ref. A, figura 162).

Figura 162: A = geometria programada; B = número de passagens verticais na face 0; C = distância entre
uma passada e a sucessiva.

Habilitar acab.; permite escolher (opção YES) se gerar o trabalho de acabamento.

Passo de acab.; profundidade do trabalho de acabamento, no caso em que tenha sido habilitado
esse tipo de trabalho (campo Habilitar acab.).

Bidireccio.; autoriza a ferramenta a realizar as passadas sucessivas alternando sua direcção. A


ferramenta muda seu sentido de direcção toda vez que efectuar uma nova passada. Habilitar a
função clicando na caixa (ver parágrafo 14.7 “Específicações para as fresagens com
“multipassadas””, pág. 308).
Seg. ag. Z; valor de segurança ao longo do eixo Z, a ser aplicado quando se efectuam trabalhos
inclinados com a utilização, por exemplo, do eixo Tilting (ver figura 163). Deixando o valor 0, o
sistema utiliza o dado definido no campo Segurança na Placa Trabalhos do Setup.

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265
13 Programação dos trabalhos

Figura 163

; repetição em direcção ao eixo X. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
perfis (ref.DX figura 164).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição em direcção ao eixo Y. Configurar os campos a seguir:

Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
perfis (ref.DY figura 164).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição sobre o passo X-Y. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
perfis.
Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
perfis.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição sobre a recta em ângulo. Configurar os campos a seguir:

Ângulo; angulação da recta ao longo da qual serão realizadas as repetições (ref. ARP figura
164).
Passo compr.; distância entre os perfis (LRP figura 164).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

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13 Programação dos trabalhos

Figura 164

; repetição sobre a circunferência. Configurar os campos a seguir:

Ângulo inicial; valor do ângulo A do qual partir para realizar as repetições (ver capítulo 15,
figura 218 e figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de dados 1º Elemento.
Passo angular; valor do passo angular (DA) que deve correr entre uma repetição e outra.
Raio; raio da circunferência em torno do qual são realizadas as repetições (ver capítulo 15,
figura 218 e figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de dados 1º Elemento.
XRC; quota X do centro de rotação da circunferência em torno à qual é realizada a repetição.
YRC; quota Y do centro de rotação da circunferência em torno à qual é realizada a repetição.
Radial; habilita a repetição radial (ver capítulo 15, figura 217 e figura 219).
1º Elemento; habilita o primeiro elemento ER como aquele inicial da repetição (repetições
focais) eliminando o campo Ângulo inicial e o campo Raio (ver capítulo 15, figura 216 e figura
217). Aconselha-se manter esse campo sempre habilitado.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

Mandril; permite indicar o mandril eléctrico com o qual efectuar o trabalho. Este campo pode ser
útil quando existe a necessidade de efectuar um trabalho com um agregado/ferramenta
suportado/a somente por um específico mandril eléctrico. Aconselha-se de controlar que o
mandril eléctrico escolhido esteja presente na máquina ou que seja compatível com o depósito
em que está alojada a ferramenta a ser montada; em caso contrário a optimização não será bem
sucedida. O campo dados vazio autoriza o CAM efectuar a escolha do mandril eléctrico.
Sobrematerial; valor do excesso de material que se deseja manter durante o trabalho do perfil. O
valor indicado neste campo está ligado ao tipo de correcção (campo Correcção):
„ Com correcção esquerda ou direita, configurando um valor negativo a ferramenta extrai mais
material, configurando um valor positivo a ferramenta extrai menos material.
„ Com correcção central, configurando um valor negativo, o trabalho é translada à direita da
trajectória programada, configurando um valor positivo, o trabalho é translado à esquerda da
trajectória programada.

Habilitar TCP; habilita o uso do eixo C para realizar fresagens interpoladas com a ferramenta em
posição ortogonal respeito ao perfil a ser trabalhado.

Cantos vivos; habilita os cantos vivos. Quando activada permite realizar, durante o trabalho,
todos os cantos vivos definidos ao interno das geometrias.

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267
13 Programação dos trabalhos

Flutuação; habilita ou desabilita o dispositivo que permite a compensação da pressão de descida


do mandril eléctrico para tornar seu movimento mais fluido, de modo a poder utilizar a copiadora
ou outros dispositivos semelhantes. Caso queira definir como default esse dado como activo,
habilitar a caixa homónima na placa Dados fresagem do Setup.

Soprador; habilita ou desabilita a utilização do soprador para a limpeza da peça.


Prensa; habilita ou desabilita o uso do prensador.

Insuflagem para limpeza; habilita ou desabilita a utilização do soprador para a limpeza da


ferramenta em fase de trabalho.

Pos. protecção; posição da protecção da aspiração durante o trabalho. Esse dado é utilizável
somente em máquinas equipadas com o dispositivo específico que permite regular a posição da
protecção da aspiração. Inserir um valor de 1 a 6 O valor 0 activa o posicionamento automático da
protecção da aspiração que é gerida com base nos dados de trabalho configurados.
Se o valor inserido não for compatível com as informações definidas no trabalho, a protecção da
aspiração seria em todo caso posicionada a uma quota limite obtida automaticamente com base
nos dados configurados.

Oscilação; habilita a oscilação da ferramenta durante o trabalho; utilizável para trabalhar certos
tipos de materiais, por exemplo, os laminados (esse dado desabilita o uso da máquina do G47 e
do G46). A activação dessa função está ligada à configuração do campo Z inicial e do campo Z
final nas janelas das geometrias (ver parágrafo 15.3, pág. 319).

Vel. canto; velocidade com a qual deve ser realizado o canto vivo. Ao deixar o campo vazio, o
sistema utiliza a velocidade definida no campo Std VelTra na janela de diálogo Parâmetros da
ferramenta da ferramenta de fresagem utilizada para o trabalho.

Ângulo Aggr21; habilita a utilização do agregado AGGRE42e permite inserir o ângulo de


direcção para a entrada do agregado abaixo da peça. Esse campo é exibido somente se previsto
o uso do agregado AGGRE42 (ver parágrafo14.5 “Especificações para programar fresagens com
o agregado AGGRE42”, na pág.307). Para tornar o comando activo, marcar a caixa adjacente.

Face Aggr21; face que o sistema deve considerar ao controlar eventuais colisões com a peça em
trabalho. Esse campo é exibido somente se previsto o uso do agregado AGGRE42 (ver parágrafo
14.5 “Especificações para programar fresagens com o agregado AGGRE42”, na pág.307).

Descrição da placa Página dados tecnológicos avançados


Essa placa aparece somente no caso em que tenha sido activado o campo Deflector de cavacos
na placa Dados fresagem do Setup. Para a descrição, consultar o parágrafo 14.2 “Específicações
para programar utilizando o deflector de cavacos” na pág. 302.

Para salvar as informações e fechar a janela dos trabalhos, clicar no botão . Para fechar a
janela sem salvar, clicar no botão .

Esvaziamento do perfil geométrico


Com o termo esvaziamento entende-se o trabalho interno do perfil geométrico para realizar o
transporte de uma certa quantidade de material interno ou externo ao perfil de modo a produzir
uma cavidade.

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13 Programação dos trabalhos

Figura 165

Para realizar um trabalho de esvaziamento, criar um perfil geométrico. O esvaziamento deve ser
realizado somente sobre perfis geométricos criados ou importados como perfis geométricos
"genéricos" (GEO) e não como perfis geométricos “integrados" que compreendem os dados
tecnológicos (ROUT); para maiores esclarecimentos a respeito da criação de perfis geométricos,
consultar o parágrafo 15.1 “Procedimentos para desenhar”, na pág.313 ou o parágrafo 16.1
“Criação dos desenhos”, na pág.337.

Depois de ter criado o desenho, para realizar um trabalho de esvaziamento, posicionar o cursor
de texto na área gráfica na linha inferior ao desenho a ser esvaziado e clicar no comando .

Para realizar o esvaziamento, a expressão alfanumérica com o comando POCK deve estar
sempre posicionada abaixo das geometrias a serem esvaziadas, como mostra o exemplo da
figura 167.

Visto que o aparecimento de alguns campos dados na primeira placa da janela de diálogo
pode ser personalizada pelo cliente (ver placa Janelas Editor do Setup), a lista referida a
seguir está ordenada conforme as configurações de default.

Figura 166: janela de diálogo Esvaziamento

Descrição; descrição do tipo de trabalho para identificar cada esvaziamento, individualmente. O


texto inserido nesse campo aparece na lista em árvore junto ao ícone do esvaziamento.

Botões para definir os tipos de trabalhos; escolher o tipo de trabalho clicando sobre um dos
botões a seguir:

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269
13 Programação dos trabalhos

Esvaziamento com trabalho por linhas paralelas.

Esvaziamento com trabalho contínuo por linha paralelas.

Esvaziamento com perfis concêntricos que vão da parte externa à parte interna do perfil.

Esvaziamento com perfis concêntricos que vão da parte interna à parte externa do perfil.

Acabamento do perfil.

Identif. geom.; lista das geometrias criadas. Escolher o código que identifica a geometria a ser
esvaziada.

Compensação; activa os campos presentes na parte inferior da janela. Clicar na caixa dos
marcadores.

Activar ilhas; visualiza o campo Lista ilhas com a lista das geometrias criadas.

Diâmetro; diâmetro da ferramenta. Inserir o valor do diâmetro da ferramenta ou, caso queira
escolher directamente uma fresa, desbloquear o cadeado lateral, clicando na caixa dos
marcadores e seleccionando um código no campo de dados Código Ferramenta.

Profundidade; profundidade total do trabalho.

Tipo Ferramenta; lista pré-definida das tipologias das fresas presentes na base de dados.
Escolher um item da lista, no caso em que tenha sido inserido um valor no campo Diâmetro. O
CAM procura a ferramenta com o diâmetro especificado entre todos aqueles presentes na
tipologia escolhida.

Código Ferramenta; lista pré-definida das fresas presentes na base de dados. Escolher
directamente a ferramenta com o qual realizar o trabalho, somente no caso em que tenha sido
bloqueado o cadeado adjacente ao campo Diâmetro.

Lista ilhas; lista das geometrias criadas. Escolher o código do desenho que se deseja
transformar em uma ilha.
Passo Z; profundidade de cada passada Introduzir o valor em mm da profundidade de cada
passada. Por exemplo, querendo configurar um esvaziamento a ser realizado em três passadas
com uma profundidade total de 30 mm e com um passo de 10 mm, significa que, para realizar um
trabalho à profundidade de 30 mm, o mandril eléctrico realiza três passadas com uma
profundidade de 10 mm.

Sobre; valor referente às sobreposições das fresagens repetidas.

Ângulo; inclinação do esvaziamento. Caso deseje realizar o esvaziamento dando uma inclinação
ao percurso da ferramenta dentro do perfil, configurar o valor do ângulo.

Inver.Acab.; obriga a ferramenta a inverter a direcção de avanço durante o trabalho de


acabamento. No caso de trabalho de acabamento escalonado em mais passadas, a habilitação
desse campo não é admitida; nesse caso o sistema produz uma mensagem de erro.

Inversão; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos campos
presentes nas janelas de fresagem” na página 254. No caso de um trabalho de esvaziamento
escalonado em mais passadas, a habilitação desse campo não é admitida; nesse caso o sistema
produz uma mensagem de erro.

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13 Programação dos trabalhos

Tipo Entrada ->; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Ângulo Entrada; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.
Correcção no ar; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Tipo Saída ->; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Ângulo Saída; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Correcção no ar; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Prolung. Ini.; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Dist. Desacel.; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Prolong. Fin.; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Raio Percent.; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Vel.Rotaç. rpm]; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Escarso; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos campos
presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

TOS; ver campo Escarso.

Vel.Desc. [mm/min]; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição
dos campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.
Vel Arr/Saí. [mm/m]; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição
dos campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Vel.Trab. [mm/min]; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição
dos campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Instrução ISO; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

OPT; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos campos
presentes nas janelas de fresagem” na página 254.
Mandril; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos campos
presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Sobrematerial; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


271
13 Programação dos trabalhos

Pos. protecção; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Ângulo Aggr21; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.
Face Aggr21; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Figura 167: exemplo de um esvaziamento com ilha interna ao perfil esvaziado.

GEO ID="P1002" SIDE=0 CRN="1" DP=0 ER=NO


GEO ID="P1048" SIDE=0 CRN="1" DP=0
POCK GID="P1002" ISL="P1048" DIA=10 DP=10 TYP=ptZZ A=0 TC=NO CKI=YES ZST=10

Fresagem aplicada no perfil em forma de texto


Para obter uma gravura na peça em forma de texto (ver figura 168), realizar o texto com o
comando GEOTEXT, clicar no botão , posicionar o cursor dentro da área dos comandos em
uma linha vazia e clicar no botão (comando ROUTG). Para melhores esclarecimentos
relativos à criação dos textos, consultar o parágrafo 15.1 “Procedimentos para desenhar” pág.
313.

Figura 168

Inserir no campo Identif. geom. o código identificativo do texto ao qual associar o trabalho e
proceder com o preenchimento dos campos dados tecnológicos (para a descrição dos campo
dados, consultar o parágrafo “Lista e descrição dos campos presentes nas janelas de fresagem”
na pág. 254).

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13 Programação dos trabalhos

Relativamente à configuração da correcção ferramenta, a opção definida no campo dados


Correcção é aplicada pelo sistema somente no perímetro externo das letras, nas partes internas
das letras é automaticamente aplicada a correcção oposta à escolhida. Por exemplo,
suponhamos de querer gravar a letra R utilizando a correcção direita, neste caso esta correcção
(ref. A, figura 169) é aplicada no perímetro externo da letra, enquanto na parte interna é aplicada
a correcção esquerda (ref. B, figura 169).

Figura 169

Esvaziamento aplicado ao perfil em forma de texto


Para realizar um texto em relevo A ou chanfrado B (ver figura 170), observar o seguinte
procedimento:
„ Criar o texto com o comando GEOTEXT (ver parágrafo 15.4, pág. 332). O texto em relevo
necessita também da realização da geometria da peça a esvaziar (comando GEO).

„ Clicar no botão , posicionar o cursor dentro da área dos comandos numa linha vazia e
clicar no botão (comandoPOCK).

Figura 170

A B

„ Inserir no campo Identif. geom. o código identificativo do texto.


Para gerar o texto em relevo, inserir no campo Identif. geom. o código identificativo da
geometria da peça a girar, habilitar a caixa Activar ilhas e escolher no campo Lista ilhas o
código identificativo do texto (para a descrição dos campos dados, consultar o parágrafo
“Esvaziamento do perfil geométrico” na pág. 268).

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273
13 Programação dos trabalhos

13.2 Programa das perfurações


Para programar os trabalhos de perfuração, é possível servir-se de vários comandos dependendo
da necessidade.
No seguinte parágrafo está referido a lista dos trabalhos programáveis e a descrição de todos os
campos presentes nas janelas de diálogo das perfurações.
„ Para realizar perfurações genéricas sobre qualquer lado da peça, a serem realizadas com o

mandril vertical ou com o horizontal, clicar no botão e no botão .

Figura 171: janela de diálogo Furo genérico

„ Para realizar uma perfuração com o mandril vertical sobre o lado cinco ou sobre o lado zero

da peça, clicar no botão e no botão .


„ Para realizar uma perfuração com o mandril horizontal sobre o lado um, dois, três ou quatro

da peça, clicar no botão e no botão .


„ Para realizar uma perfuração repetida e já paramétrica sobre o lado cinco e sobre o lado zero

da peça, a ser realizada com o mandril vertical, clicar no botão e no botão .

Figura 172: janela de diálogo Furos system

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13 Programação dos trabalhos

„ Para efectuar uma perfuração repetida com eixo C sobre um lado não padrão da peça de

superfície plana, clicar no botão e no botão .

Figura 173: janela de diálogo Furo com eixo C no lado linear

„ Para efectuar uma perfuração repetida com eixo C sobre um lado não padrão da peça de

superfície curvilínea, clicar no botão e no botão .

Figura 174: janela de diálogo Furo com eixo C no lado circular

„ Para realizar um corte atribuindo dados tecnológicos a figuras circulares criadas como
geometrias, chamando novamente um perfil geométrico criado com o comando GEO, clicar
no botão e no botão . Para melhores esclarecimentos relativos à criação dos perfis
geométricos, consultar o parágrafo 15.1 “Procedimentos para desenhar”, pág. 313 ou o
parágrafo 16.1 “Criação dos desenhos”, pág. 337.

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275
13 Programação dos trabalhos

Figura 175: janela de diálogo Furo da geometria

Lista e descrição dos campos presentes nas janelas de perfuração


Visto que o aparecimento de alguns campos dados na primeira placa das janelas de
perfuração pode ser personalizada pelo cliente (ver placa Janelas Editor Setup), a lista
referida a seguir está ordenada seguindo as configurações de default.

Identif. geom.; código de identificação do desenho ao qual associar o trabalho. Visível somente
na janela de diálogo Furo da geometria.

CRN; canto de referência da peça. Seleccionar na figura da parte superior o canto desejado
SIDE; lado da peça. Introduzir no campo de dados o número do lado ou seleccioná-lo na figura da
parte superior.

Descrição; descrição do tipo de trabalho para identificar cada perfuração individualmente. O texto
inserido nesse campo aparece na lista em árvore junto ao ícone da perfuração.

; habilita a configuração dos dados considerando o lado criado como um plano bidimensional
X, Y.
Inserir no campo X a coordenada em direcção ao eixo X do centro do furo.

; habilita a configuração dos dados considerando o lado criado como um plano tridimensional
X, Y, Z.
Inserir no campo Ângulo inicial o valor da abertura angular (ref. A, figura 176) entre o furo e o
ângulo inicial do lado com superfície curvilínea.

Figura 176

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13 Programação dos trabalhos

tipos de furos repetidos. Escolher o tipo de repetição clicando em um dos botões a seguir.
Para a descrição detalhada da funcionalidade dessas quatro tipologias de perfuração,
consultar o item “Perfurações” na pág. 105.

X; coordenada em direcção ao eixo X do centro de furo.

Y; coordenada em direcção ao eixo Y do centro de furo.


Para os furos horizontais, existe a possibilidade de escolher se realizar o furo na metade da
espessura da peça ou se inserir o valor da coordenada Y. No primeiro caso, deixar habilitado a
caixa dos marcadores adjacente; no segundo, desactivar a caixa dos marcadores e inserir no
campo dos dados a quota desejada.

Diâmetro; diâmetro da ferramenta. Inserir o valor do diâmetro da ferramenta ou, caso queira
escolher directamente uma ferramenta, desbloquear o cadeado lateral, clicando na caixa dos
marcadores, e seleccionando um código no campo de dados Código Ferramenta.

Profundidade; profundidade do furo ou valor do offset de ultrapassagem para os furos passantes.


No caso em que se queira fazer um furo passante, clicar na caixa dos marcadores adjacente; o
número visualizado representa a distância entre a superfície inferior da peça e o vértice inferior da
ponta (ref. A, figura 177) definido no campo Z de arrombamento na placa Trabalhos do Setup.

Figura 177

Tipo Ferramenta; lista pré-definida das tipologias de ferramentas presentes na base de dados.
Escolher um item da lista, no caso em que tenha sido inserido um valor no campo Diâmetro. O
CAM procura a ferramenta com o diâmetro especificado entre todos aqueles presentes na
tipologia escolhida.

Código Ferramenta; lista pré-definida das ferramentas presentes na base de dados. Escolher
directamente a ferramenta com o qual realizar o trabalho, somente no caso em que tenha sido
bloqueado o cadeado adjacente ao campo Diâmetro.
X mínimo; distância do último furo ao final da peça.

Distânc.; valor do eixo intermediário entre a fila dos furos.

Escarso; quota de translação do plano a trabalhar respeito ao plano principal da peça (figura 152,
pág. 261). Para a descrição do campo TOS adjacente, consultar o exemplo referido na página 261
(campo dados “Escarso”).
Vel.Rotaç. rpm]; velocidade de rotação da ferramenta.
Para as perfurações com os mandris do grupo de perfuração, deixando o campo vazio, o sistema
utiliza o valor presente no campo “Velocidade de rotação” na tabela “ DADOS INVERTER PARA
T,TH" do CN. Para as perfurações com a utilização do mandril eléctrico, consultar a descrição do
campo dados “Vel.Rotaç. rpm]” na página 261.

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277
13 Programação dos trabalhos

Vel Arr/Saí. [mm/m]; representa a velocidade com a qual a ferramenta desloca-se da quota de
segurança A até a superfície da peça B. Para as perfurações com a utilização do mandril
eléctrico, consultar a descrição do campo dados “Vel Arr/Saí. [mm/m]” na página 261.

Figura 178

A C

Vel.Trab. [mm/min]; velocidade com a qual a ferramenta efectua a perfuração. Para as


perfurações com a utilização do mandril eléctrico, consultar a descrição do campo dados
“Vel.Trab. [mm/min]” na página 262.

(AZ); ângulo de inclinação da ferramenta; isto é, o ângulo de inclinação do eixo de rotação do


mandril respeito ao plano X, Y (ver figura 154, pág. 262).
Para inclinar a ferramenta é possível escolher entre duas opções:
(AZ) -incr : (ref. A, figura 155) o ângulo é calculado considerando como eixos de referência os
eixos X/Y do lado desejado, por exemplo o lado 1.
(AZ) -abs. : (ref. B, figura 155) o ângulo é calculado considerando como eixos de referência
os eixos máquina X/Y/Z.

(AR); ângulo de rotação da ferramenta, ou seja, ângulo de rotação do eixo do mandril respeito ao
plano X, Y (ver figura 156 na pág. 263).
Para a rotação da ferramenta é possível escolher entre duas opções:
(AR) -incr : (ref. A, figura 157) o ângulo é calculado considerando como eixos de referência os
eixos X/Y do lado desejado, por exemplo o lado 1.
(AR) -abs. : (ref. B, figura 157) o ângulo é calculado considerando como eixos de referência
os eixos máquina X/Y/Z

Instrução ISO; instrução ISO. Campos de dados para inserir uma instrução ISO.

OPT; optimização dos furos. Marcar a caixa para habilitar a optimização dos furos. Se a caixa não
for activada, a linha de programação dos furos é executada seguindo a ordem estabelecida dentro
da área dos comandos da aplicação Editor. Quando a caixa é habilitada o optimizador efectua
uma elaboração, modificando a sequência de execução da linha de programação dos furos.

Passadas verticais; número de passagens que incidem na profundidade do trabalho


programado. Por exemplo, inserindo o número 2, o trabalho é fraccionado em 2 partes até
alcançar a profundidade indicada no campo Profundidade.

Seg. ag. Z; valor de segurança ao longo do eixo Z, a ser aplicado quando se efectuam trabalhos
inclinados com a utilização, por exemplo, do eixo Tilting (ver figura 163). Deixando o valor 0, o
sistema utiliza o dado definido no campo Segurança na Placa Trabalhos do Setup.

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13 Programação dos trabalhos

Figura 179

; repetição em direcção ao eixo X. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
furos.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição em direcção ao eixo Y. Configurar os campos a seguir:

Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
furos.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição sobre o passo X-Y. Configurar os campos a seguir:

O botão permite configurar os seguintes campos:


Passo X; valor do eixo intermediário em direcção do eixo X da distância entre os furos.
Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
furos.
Num. Repet.; número das repetições.

O botão permite configurar os seguintes campos:


Passo angular; valor do passo angular (DA) que deve correr entre uma repetição e a outra.
Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
furos.
Num. Repet.; número das repetições.

; repetição sobre a recta em ângulo. Configurar os campos a seguir:

Ângulo; angulação da recta ao longo da qual são realizadas as repetições.


Passo compr.; distância entre os furos
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição sobre a circunferência. Configurar os campos a seguir:

Ângulo inicial; permite configurar o ângulo A do qual partir para efectuar as repetições (ver
capítulo 15, figura 218 e figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de dados
1º Elemento.
Passo angular; valor do passo angular (DA) que deve correr entre uma repetição e outra.

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279
13 Programação dos trabalhos

Raio; raio da circunferência em torno do qual são realizadas as repetições (ver capítulo 15,
figura 218 e figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de dados 1º Elemento.
XRC; quota X do centro de rotação da circunferência em torno à qual é realizada a repetição.
YRC; quota Y do centro de rotação da circunferência em torno à qual é realizada a repetição.
1º Elemento; elimina o campo Ângulo inicial e o campo Raio, e habilita o primeiro furo ER
como aquele inicial da repetição (ver capítulo 15, figura 216 e figura 217).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

Classe Ferramenta; lista das classes da ferramenta. Escolher o item C_Drilling para utilizar os
mandris do grupo de perfuração, ou o item C_Routing para utilizar o mandril eléctrico.

Mandril; permite indicar o mandril do grupo de perfuração ou o mandril eléctrico com o qual
efectuar o trabalho. Aconselha-se de controlar que o mandril eléctrico escolhido esteja presente
na máquina ou que seja compatível com o depósito em que está alojada a ferramenta a ser
montada; em caso contrário a optimização não será bem sucedida. O campo de dados vazio
autoriza o CAM a efectuar a escolha do mandril eléctrico.

Dist desc; quota (mm) na qual a ponta deve iniciar a ralentização antes de terminar a perfuração.
Esse valor está ligado ao configurado no campo Profundidade. Inserindo o valor 0, a ponta não
efectua nenhuma ralentização.
Exemplo para perfurações não passantes A: se nesse campo foi configurado o valor 5 e no
campo Profundidade foi configurado o valor 30, significa que a ponta quando alcança os 25
milímetros de profundidade diminui a sua velocidade de descida.
Exemplo para as perfurações passantes B: se nesse campo foi configurado o valor 3 e no campo
Profundidade foi definido o trabalho passante, significa que a ponta quando chega a 3
milímetros da superfície inferior da peça, diminui a sua velocidade de descida.

5 30
3

Vel.Descida [mm/min]; velocidade da ponta durante a fase de arrombamento da peça, utilizável


somente para os trabalhos deslizantes. A ponta, depois de ter alcançado o valor configurado no
campo Dist desc, efectua o último percurso do trabalho (ref. C) utilizando a velocidade
configurada nesse campo. Ao deixar o campo vazio, o sistema utiliza a velocidade definida no
campo Std VelDes na janela de diálogo Parâmetros da ferramenta da ferramenta de fresagem
utilizada para o trabalho.

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13 Programação dos trabalhos

Figura 180

Ângulo Aggr21; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Face Aggr21; para a descrição, ver o homónimo campo no parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem” na página 254.

Para salvar as informações, fechar as janelas dos trabalhos, clicar no botão . Para fechar as
janelas sem salvar, clicar no botão .

13.3 Programação dos cortes


Para programar os trabalhos com as ferramentas de lâmina circular, é possível servir-se de
diversos comandos, dependendo da necessidade.
No seguinte parágrafo está referida a lista dos trabalhos programáveis e a descrição de todos os
campos presentes nas janelas de diálogo dos cortes com lâmina.

„ Para criar um corte em ângulo sobre todos os lados da peça, clicar no botão e no botão
.

Figura 181: janela de diálogo Corte genérico

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281
13 Programação dos trabalhos

„ Para criar um corte em direcção ao eixo X sobre o lado superior e inferior da peça, clicar no

botão e no botão .
„ Para criar um corte em direcção ao eixo Y sobre o lado superior ou inferior da peça, clicar no

botão e no botão .
„ Para criar uma esquadria centralizada sobre o lado superior ou inferior da peça, clicar no

botão e no botão .

Figura 182: janela de diálogo Formatação peça

„ Para criar uma esquadria não centralizada sobre o lado superior ou inferior da peça, clicar no

botão e no botão .

Figura 183: janela de diálogo Corte rectangular

„ Para realizar um corte atribuindo dados tecnológicos a linhas criadas como geometrias,

chamando novamente um perfil geométrico criado com o comando GEO, clicar no botão

282 BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


13 Programação dos trabalhos

e no botão . Para melhores esclarecimentos relativos à criação dos perfis geométricos,


consultar o parágrafo 15.1 “Procedimentos para desenhar”, pág. 313 ou o parágrafo 16.1
“Criação dos desenhos”, pág. 337.

Figura 184: janela de diálogo Corte da geometria

Lista e descrição dos campos presentes nas janelas de corte


Visto que o aparecimento de alguns campos dados na primeira placa das janelas de corte
pode ser personalizada pelo cliente (ver placa Janelas Editor do Setup), a lista referida a
seguir está ordenada seguindo as configurações de default.

Identif. geom.; código de identificação do desenho ao qual associar o trabalho. Visível somente
na janela de diálogo Corte da geometria.
CRN; canto de referência da peça. Seleccionar na figura da parte superior o canto desejado

SIDE; lado da peça. Seleccionar na figura posta na parte superior o lado desejado ou introduzir no
campo o número do lado.

Descrição; descrição do tipo de trabalho para identificar cada corte, individualmente. O texto
inserido nesse campo aparece na lista em árvore junto ao ícone do corte.

; configuração do corte em ângulo utilizando como dados de referência as coordenadas do


ponto final. Visualiza o campo de dados X final e o campo de dados Y final..

; configuração do corte em ângulo utilizando como dados de referência o comprimento e o


ângulo. Visualiza o campo de dados Ângulo e o campo de dados Comprimento..

; configuração do corte em ângulo utilizando como dados de referência a coordenada Y do


ponto final e o ângulo. Visualiza o campo de dados Y final e o campo de dados Ângulo..

; configuração do corte em ângulo utilizando como dados de referência a coordenada X do


ponto final e o ângulo. Visualiza o campo de dados X final e o campo de dados Ângulo..

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283
13 Programação dos trabalhos

X; coordenada em direcção ao eixo X do ponto inicial do corte. Para realizar a esquadria


centralizada na peça esse lado indica a distância em X da borda da peça.

Y; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto inicial do corte. Para realizar a esquadria


centralizada na peça esse lado indica a distância em Y da borda da peça.
Espessura; espessura da lâmina. Inserir o valor da espessura da ferramenta ou, caso deseje
escolher directamente uma lâmina, desbloquear o cadeado lateral, clicando na caixa dos
marcadores e seleccionar um código no campo de dados Código Ferramenta.

Profundidade; profundidade do corte ou do offset de ultrapassagem para os cortes passantes.


Caso deseje realizar um corte passante, clicar na caixa dos marcadores adjacente.
O valor default do corte passante deve ser configurado no campo Z de arrombamento na placa
Trabalhos do Setup.

Tipo Ferramenta; lista pré-definida das tipologias de lâminas presentes na base de dados.
Escolher um item da lista, no caso em que tenha sido inserido um valor no campo Espessura. O
CAM localiza a ferramenta com a espessura especificada entre todos aqueles presentes na
tipologia escolhida

Código Ferramenta; lista pré-definida das lâminas presentes na base de dados Escolher
directamente a ferramenta com o qual realizar o trabalho, somente no caso em que tenha sido
bloqueado o cadeado adjacente ao campo Espessura.

X final; coordenada em direcção ao eixo X do ponto final do corte.

Y final; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto final do corte.

Ângulo; angulação do corte.

Comprimento; valor do comprimento do corte.

Compr. X; comprimento do corte em X a partir da quota definida no campo X.

Compr. Y; comprimento do corte em Y a partir da quota definida no campo Y.

Inversão; obriga a lâmina a inverter a direcção de avanço. A lâmina, para realizar o corte, não
parte do ponto inicial do perfil, mas do ponto final.

Correcção; posição da ferramenta respeito à trajectória de trabalho. Seleccionar um dos itens a


seguir:
Corr. Central, posiciona o eixo da ferramenta no centro da trajectória (ref. A figura 139);
Corr. Direita, posiciona o eixo da ferramenta à direita da trajectória (ref.B figura 139) ou
posiciona a trajectória à direita da ferramenta (ref.C figura 139); esse tipo de correcção pode
ser configurado na placa Trabalhos do Setup;
Corr. esquerda, posiciona o eixo da ferramenta à esquerda da trajectória (ref. C figura 139) ou
posiciona a trajectória à esquerda da ferramenta (ref. B figura 139); esse tipo de correcção
pode ser configurado na placa Trabalhos do Setup.

Prolung. Ini.; distância da quota inicial do corte, para antecipar o ponto inicial do trabalho.
Prolong. Fin.; distância da quota final do corte, para prolongar o trabalho.

Escarso; quota de translação do plano a trabalhar respeito ao plano principal da peça (figura 152,
pág. 261). Para a descrição do campo TOS adjacente, consultar o exemplo referido na página 261
(campo dados “Escarso”).

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13 Programação dos trabalhos

Vel.Rotaç. rpm]; velocidade de rotação da ferramenta. Ao deixar o campo vazio, o sistema utiliza
a velocidade definida no campo Std VelRot na janela de diálogo Parâmetros da ferramenta da
ferramenta utilizada para o trabalho.

Vel.Desc. [mm/min]; velocidade com a qual a ferramenta desloca-se da superfície da peça à


quota inicial do corte A(figura 185). Ao deixar o campo vazio, o sistema utiliza a velocidade
definida no campo Std VelDes na janela de diálogo Parâmetros da ferramenta da ferramenta de
corte utilizada para o trabalho.

Figura 185

Vel Arr/Saí. [mm/m]; velocidade utilizada pela ferramenta para deslocar-se da quota de
segurança B e chegar a contactar a superfície da peça C, ou para sair da peça no final do corte
programado e voltar à quota de segurança D (figura 186). Esse dado é utilizado também nos
traços para o posicionamento da ferramenta. Ao deixar o campo vazio, o sistema utiliza a
velocidade definida nos parâmetros da ferramenta utilizada para o trabalho: campoStd VelDes da
janela de diálogo Parâmetros da ferramenta.

Figura 186

B D

Vel.Trab. [mm/min]; velocidade com a qual a ferramenta efectua o corte. Ao deixar o campo
vazio, o sistema utiliza a velocidade definida nos parâmetros da ferramenta utilizada para o
trabalho: campoStd VelTra da janela de diálogo Parâmetros da ferramenta.

(AZ); ângulo de inclinação do corte. Para modificar o nome do campo, clicar no botão dos
marcadores adjacente.
(AZ) -abs. ; inclinação absoluta. Definir o ângulo de inclinação do corte relativamente à
referência absoluta, que é a perpendicular ao lado zero da peça. A configuração do ângulo
como absoluto permite à lâmina de manter sempre a mesma inclinação sobre qualquer lado
da peça a ser trabalhada. Ao definir o ângulo considerar que este é em função do sentido de
avanço da peça.

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285
13 Programação dos trabalhos

Figura 187

(AZ) -incr ; inclinação incremental. Definir o ângulo de inclinação do corte relativamente à


perpendicular do lado no qual se quer realizar o trabalho. A configuração do ângulo como
incremental permite à lâmina de variar a própria inclinação com base ao lado da peça a ser
trabalhada. Ao definir o ângulo considerar que este é em função do sentido de avanço da
peça.

Figura 188

GIP; para a descrição, ver o homónimo campo na página 264 (parágrafo “Lista e descrição dos
campos presentes nas janelas de fresagem”).

Instrução ISO; instrução ISO. Campos de dados para inserir uma instrução ISO.

OPT; optimização dos cortes. Marcar a caixa para habilitar a optimização do corte. Se a caixa não
for activada, a linha de programação dos cortes é executada seguindo a ordem estabelecida
dentro da área de comandos da aplicação Editor. Se a caixa for habilitada, o optimizador efectua
uma elaboração, modificando a sequência de execução da linha de programação dos cortes.
Espessura Total; espessura total do corte.

286 BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


13 Programação dos trabalhos

Passadas verticais; número de passagens que incidem na profundidade do trabalho


programado. Por exemplo, inserindo o número 2, o trabalho é fraccionado em 2 partes até
alcançar a profundidade indicada no campo Profundidade.

Bidireccio.; autoriza a ferramenta a realizar as passadas sucessivas alternando sua direcção. A


ferramenta muda seu sentido de direcção toda vez que efectuar uma nova passada. Habilitar a
função clicando na caixa.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

Distânc.; distância que deve existir entre uma repetição e a outra.

; repetição em direcção ao eixo X. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
cortes.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição em direcção ao eixo Y. Configurar os campos a seguir:

Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
cortes.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição sobre o passo X-Y. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
cortes.
Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
cortes.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição sobre a recta em ângulo. Configurar os campos a seguir:

Ângulo; angulação da recta ao longo da qual serão realizadas as repetições.


Passo compr.; distância entre os cortes.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

Mandril; permite indicar o mandril eléctrico com o qual efectuar o trabalho. Este campo pode ser
útil quando existe a necessidade de efectuar um trabalho com um agregado/ferramenta
suportado/a somente por um específico mandril eléctrico. Aconselha-se de controlar que o
mandril eléctrico escolhido esteja presente na máquina ou que seja compatível com o depósito
em que está alojada a ferramenta a ser montada; em caso contrário a optimização não será bem
sucedida. O campo dados vazio autoriza o CAM efectuar a escolha do mandril eléctrico.

Sobrematerial; valor do excesso de material que se deseja manter durante o trabalho do perfil. O
valor indicado neste campo está ligado ao tipo de correcção (campo Correcção):
„ Com correcção esquerda ou direita, configurando um valor negativo a ferramenta extrai mais
material, configurando um valor positivo a ferramenta extrai menos material.
„ Com correcção central, configurando um valor negativo, o trabalho é translada à direita da
trajectória programada, configurando um valor positivo, o trabalho é translado à esquerda da
trajectória programada.

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287
13 Programação dos trabalhos

Inv. direcção; obriga a lâmina a realizar o corte invertendo (ref. c) a sua direcção de avanço (ref.
a, figura 189), dita “direcção default”. Qualquer que seja a direcção do trabalho programado (ref.
d, figura 189), a direcção de avanço da lâmina é invertida.

Figura 189: a = direcção default da lâmina; b = sentido de rotação da lâmina que determina a direcção
default; c = direcção percorrida pela lâmina para realizar o trabalho, que vai em direcção oposta àquela
default; d = direcção do desenho programado.

Possível Invers; habilita a mudança de direcção de avanço da lâmina. Se o corte programado


tiver uma direcção que vai de direita a esquerda (ref. d, figura 190), mas a direcção default da
lâmina vai de esquerda a direita (ref. a, figura 190), o CAM providencia a inversão (ref. c, figura
190) do ponto de partida da lâmina de modo que corte de forma correcta seguindo sua direcção
de avanço (ref. a, figura 190). Aconselha-se habilitar esse campo para evitar erros durante a
optimização do programa, pois nem sempre a direcção do desenho programado corresponde
àquela default da lâmina.

Figura 190a= direcção default da lâmina;b = sentido de rotação da lâmina, que determina a direcção default;
c: direcção percorrida pela lâmina para realizar o trabalho; d = direcção do desenho programado.

Correcção raio; habilita a correcção do raio de entrada e de saída da lâmina da peça. O CAM
realiza cálculos permitindo à lâmina de iniciar e terminar o trabalho nos pontos programados.
Habilitando a caixa, a lâmina realiza o corte descendo sobre o ponto de início do trabalho com sua
extremidade inferior A (figura 191). Desabilitando a caixa, a lâmina realiza o corte descendo sobre
o ponto de início do trabalho com sua extremidade lateral B (figura 191).

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13 Programação dos trabalhos

Figura 191

Pos. protecção; posição da protecção da aspiração durante o trabalho. Esse dado é utilizável
somente em máquinas equipadas com o dispositivo específico que permite regular a posição da
protecção da aspiração. Inserir um valor de 1 a 6: o valor 1 representa a posição mais alta da
touca, o valor 6 a mais baixa. O valor 0 activa o posicionamento automático da protecção da
aspiração que é gerida com base nos dados de trabalho configurados.
Se o valor inserido não for compatível com as informações definidas no trabalho, a protecção da
aspiração seria em todo caso posicionada a uma quota limite obtida automaticamente com base
nos dados configurados.

Para salvar as informações, fechar as janelas dos trabalhos, clicar no botão . Para fechar as
janelas sem salvar, clicar no botão .

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289
13 Programação dos trabalhos

13.4 Programação das "inserções"


Esse parágrafo descreve os procedimentos relativos à programação das inserções. As inserções
são constituídas por aqueles materiais passíveis de aplicação na peça, como chapas de
montagem, articulações, guias, ganchos etc.
Para poder inserir esses materiais, é preciso utilizar o comando INSERT, caso esteja em uso a
função de inserção de materiais sobre peças já preparadas, ou o comando INSERTG, caso crie
um desenho com o molde do material a ser inserido ao qual atribuir um trabalho de fresagem e
depois um trabalho de inserção.

„ Para programar um trabalho de inserção utilizando o comando INSERT, clicar no botão ,


posicionar o cursor dentro da área dos comandos em uma linha vazia e clicar no botão .

Figura 192: janela de diálogo Introdução

„ Para programar o trabalho utilizando um perfil geométrico criado com o comando GEO

representando o molde do material a ser inserido, clicar no botão , posicionar o cursor


dentro da área dos comandos em uma linha vazia e clicar no botão . O botão permite
inserir na área de comandos a expressão alfanumérica com o comando INSERTG.

Figura 193: janela de diálogo Introdução da geometria

290 BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


13 Programação dos trabalhos

Lista e descrição dos campos presentes nas janelas das inserções


CRN; canto de referência da peça. Seleccionar na figura da parte superior o canto desejado
SIDE; lado da peça. Introduzir no campo de dados o número do lado ou seleccioná-lo na figura da
parte superior.

Descrição; descrição do tipo de trabalho para identificar cada inserção, individualmente. O texto
inserido nesse campo aparece na lista em árvore junto ao ícone da inserção.

X; coordenada em direcção ao eixo X do ponto no qual se quer realizar a inserção.


Y; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto no qual se quer realizar a inserção.

Identif. geom.; código de identificação do desenho. Escolher entre os códigos presentes na lista
o desenho que representa a inserção a ser realizada sobre a peça.

Profundidade; profundidade do trabalho.


Tipo Ferramenta;tipologia pré-definida que identifica as inserções. Escolher aquele desejado. No
caso de campo inactivo, clicar no dispositivo de protecção adjacente ao campo Diâmetro.

Código Ferramenta; lista pré-definida dos materiais a serem inseridos na peça. Escolher aquele
desejado. No caso de campo inactivo, clicar no dispositivo de protecção adjacente ao campo
Diâmetro.

Escarso; quota de translação do plano a trabalhar respeito ao plano principal da peça (figura 152,
pág. 261).
Vel.Trab. [mm/min]; velocidade com a qual a ferramenta efectua o trabalho. Ao deixar o campo
vazio, o sistema utiliza a velocidade definida nos parâmetros da ferramenta utilizada para o
trabalho: campoStd VelTra da janela de diálogo Parâmetros da ferramenta.

Instrução ISO; instrução ISO. Campos de dados para inserir uma instrução ISO.

OPT; optimização da inserção. Marcar a caixa para habilitar a optimização da inserção. Se a caixa
não for activada, a linha de programação "INSERTG" é executada seguindo a ordem estabelecida
dentro da área dos comandos da aplicação Editor. Se a caixa é habilitada o optimizador efectua
uma elaboração, modificando a sequência de execução da linha de programação.

; repetição em direcção ao eixo X. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
trabalhos.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; repetição em direcção ao eixo Y. Configurar os campos a seguir:

Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
trabalhos.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

Diâmetro; diâmetro da inserção. Para inserir o valor do diâmetro, bloquear o cadeado adjacente
clicando na caixa dos marcadores.

Mandril; permite indicar o mandril eléctrico com o qual efectuar o trabalho. Aconselha-se de
controlar que o mandril eléctrico escolhido esteja presente na máquina ou que seja compatível

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291
13 Programação dos trabalhos

com o depósito em que está alojada a ferramenta a ser montada; em caso contrário a optimização
não será bem sucedida. O campo dados vazio autoriza o CAM efectuar a escolha do mandril
eléctrico.

Para salvar as informações e fechar a janela, clicar no botão . Para fechar a janela sem salvar,
clicar no botão .

13.5 Programação do toque da peça


O toque da peça é realizado com a finalidade de obter as coordenadas de um ponto ao qual
referir-se durante a programação dos trabalhos. Normalmente é realizada sobre peças com uma
superfície moldada e não perfeitamente linear.

Para inserir entre as linhas de programação o comando para realizar o toque da peça, clicar no
botão , posicionar o cursor dentro da área dos comandos em uma linha vazia e clicar no botão
.

Descrição dos campos


X; coordenada em direcção ao eixo X do ponto de partida do toque.

Y; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto de partida do toque.

Escarso; quota de translação do plano a tocar em relação ao plano principal da peça (figura 194).
Deixando o valor 0, o toque é executado no plano principal da peça.

Figura 194

Tipo apalp.; tipo de apalpador com o qual realizar o toque.


0 = apalpador de tipo A, utilizado para o toque vertical (figura 195).
1 = apalpador de tipo B (RENISHAW), utilizado para o toque vertical e horizontal (figura 195) ou
ferramenta apalpadora C instalável no mandril eléctrico.

292 BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


13 Programação dos trabalhos

Figura 195

Des. correcção; permite desabilitar a correcção das dimensões da peça.


VApal; velocidade do toque.

Código Ferramenta; lista pré-definida dos apalpadores presentes na base de dados.

Classe Ferramenta; classe da ferramenta.

Parâmetro ISO; permite inserir um valor alfanumérico identificativo para mostrar no ficheiro ISO
gerado a linha com o parâmetro QTS no qual é memorizada a quota do toque. Por exemplo,
inserindo PP1, no ficheiro ISO gerado aparece a seguinte expressão alfanumérica: PP1 = QTS.

Mandril; permite escolher o mandril eléctrico habilitado para a inserção da ferramenta apalpadora
C (ver figura 195). Se o campo não apresenta nenhuma lista, significa que nos dados técnicos dos
mandris eléctricos não foi habilitado nenhum mandril eléctrico para a utilização do apalpador, ou
seja, que em nenhum mandril eléctrico foi indicada como classe, a classe C_TRACING (ver
parágrafo “Os mandris T, TH e TP” na pág. 144). Caso na lista estejam presentes alguns mandris
eléctricos, recomenda-se verificar que o mandril eléctrico escolhido esteja presente na máquina
ou que seja compatível com o depósito em que está alojado o apalpador a instalar, em caso
contrário, a optimização não se realizará.

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293
13 Programação dos trabalhos

13.6 Inserção das instruções de posicionamento dos


objectos do plano
Dentro de um único programa de trabalho é possível inserir também algumas instruções que
permitem programar a movimentação dos objectos do plano de trabalho (EPS), denominadas
“instruções de posicionamento”.

A modificação ou a inserção das instruções de posicionamento pode ser também


efectuada dentro do aplicativo WorkTableTooling.

Para visualizar a barra dos comandos Trabalhos em que são apresentadas as instruções de
posicionamento, clicar no botão .
Para habilitar no aplicativo WorkTableTooling a área esquerda de gestão da movimentação
dos objectos do plano de trabalho, é necessário inserir a instrução base (WTMOVING)
directamente pelo aplicativo Editor clicando no botão .

„ Clicar no botão e definir no campo Referências o tipo de referência da qual partir no


cálculo das quotas de posicionamento:
Relativos à peça = as quotas de posicionamento são calculadas partindo do canto um da
peça (quotas relativas). A utilizar para efectuar um posicionamento de tipo paramétrico.
Absolutos= as quotas de posicionamento são calculadas partindo da origem do plano de
trabalho (quotas absolutas). A utilizar para efectuar um posicionamento de tipo não
paramétrico.
„ Explodir o comando Recolocação do plano de trabalho da árvore, posicionar o cursor sobre a
expressão alfanumérica de fim de trabalho ENDPATH e inserir as instruções desejadas entre
aquelas apresentadas na barra dos comandos Trabalhos. As instruções podem ser
chamadas também por meio das apropriadas opções contidas no item Introduzado menu
rápido ou da barra dos menus.

Inserção da instrução Activação/Desactivação vácuo


A instrução “WTVACUM” permite habilitar ou desabilitar a utilização do vácuo na ventosa
moldável desejada. Para inseri-la, clicar no botão .

Descrição dos campos de dados:

Nome; índice da ventosa moldável a ser habilitada e índice do suporte móvel sobre o qual se
encontra a ventosa, a inserir entre ápices (ex. “1.2”: ou seja, ventosa número 2 do primeiro
suporte móvel).
Valor; permite escolher uma das seguintes opções:
Desactivado = vácuo desabilitado;
Activo = vácuo habilitado.

Inserção da instrução Abertura/Fechamento torno


A instrução “WTUNICLAMP” permite habilitar ou desabilitar o bloqueio do prensador Uniclamp
desejado. Para inseri-la, clicar no botão .

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13 Programação dos trabalhos

Descrição dos campos de dados:

Nome; índice do prensador Uniclamp a ser habilitado e índice do suporte móvel sobre o qual se
encontra o prensador, a inserir entre ápices (ex. “1.2”: ou seja, prensador número 2 do primeiro
suporte móvel).
Valor; permite escolher uma das seguintes opções:
Aberto = bloqueio desabilitado;
Fechado = bloqueio habilitado.

Inserção da instrução Translação do suporte móvel


A instrução “WTPLANE” permite mover os suportes móveis. Para inseri-la, clicar no botão .

Figura 196

Os campos de dados assumem significados diferentes com base na configuração escolhida no


campo Referências (opção Relativos à peça ou Absolutos) da instrução “WTMOVING “.
„ No caso de movimentação absoluta (opção Absolutos), os campos assumem o
seguinte significado:
Nome; índice do suporte móvel a posicionar, a inserir entre ápices.
Aumente Posição; permite definir se o dado configurado no campo Posição indica a
coordenada de posicionamento ou e um valor incremental de posicionamento. Sim= valor
incremental; Não = coordenada de posicionamento.
Posição; posicionamento do suporte móvel em direcção positiva.
• Com Sim no campo Aumente Posição = o suporte se desloca em X do valor indicado neste
campo; ex. inserindo neste campo o valor 100 e a opção Sim, o suporte é deslocado em
100 milímetros da posição em que se encontra.
• Com Não no campo Aumente Posição = o suporte se desloca para a quota X definida neste
campo, em relação à origem do plano de trabalho; ex. inserindo neste campo o valor 100 e
a opção Não, o suporte é transferido para a quota 100 da linha métrica.
Referência do carro; permite escolher a referência para executar o posicionamento do
suporte. Escolher um tipo de referência, entre os presentes na lista:

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295
13 Programação dos trabalhos

• Esquerdo; lado esquerdo do carro (ref. A, figura 197).


• Central; centro do carro (ref. B, figura 197).
• Direito; lado direito do carro (ref. C, figura 197).

Figura 197
X

A B C

„ No caso de movimentação relativa (opção Relativos à peça), os campos de dados


assumem o seguinte significado:
Nome; índice do suporte móvel a posicionar, a inserir entre os ápices, ligado à origem de
referência. Nesse caso o suporte com o índice 1 é sempre aquele próximo da origem de
referência. Ex. se a origem de referência é a número 4 com plano de trabalho composto de 4
suportes móveis, o quarto suporte móvel terá como índice o número 1.
Aumente Posição; permite definir se o dado configurado no campo Posição indica a
coordenada de posicionamento ou e um valor incremental de posicionamento. Sim= valor
incremental; Não = coordenada de posicionamento.
Posição; posicionamento do suporte móvel.
• Com Sim no campo Aumente Posição = o suporte se desloca para os cantos 3 e 4 da peça
do valor indicado nesse campo; ex. (figura 198) inserindo nesse campo o valor 100 e a
opção Sim, o suporte é deslocado em 100 milímetros da posição em que se encontra para
os cantos 3 e 4 da peça.
• Com Não no campo Aumente Posição = o suporte se desloca partindo do canto 1 da peça
do valor indicado neste campo; ex. (figura 198) inserindo nesse campo o valor 250 e a
opção Não, o suporte é posicionado a 250 mm de distância do canto 1 da peça.

Figura 198: Exemplos

X X

Y Y

100 250

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13 Programação dos trabalhos

Referência do carro; permite escolher a referência para executar o posicionamento do


suporte. Escolher um tipo de referência, entre os presentes na lista:
• Esquerdo; lado do carro dirigido para os cantos 1 e 2 da peça (ref. A, figura 199).
• Central; centro do carro (ref. B, figura 199).
• Direito; lado do carro dirigido para os cantos 3 e 4 da peça (ref. C, figura 199).

Figura 199

X origem 1 origem 4

A B C C B A

Inserção da instrução Translação do carro


A instrução “WTCARRIAGE” permite mover os carros. Para inseri-la, clicar no botão .

Figura 200

Os campos de dados assumem significados diferentes com base na configuração escolhida no


campo Referências (Relativos à peça ou Absolutos) da instrução “WTMOVING “.
„ No caso de movimentação absoluta (opção Absolutos), os campos assumem o
seguinte significado:
Nome; índice do carro a posicionar, a inserir entre ápices.
Aumente Posição; permite definir se o dado configurado no campo Posição indica a
coordenada de posicionamento ou e um valor incremental de posicionamento. Sim= valor
incremental; Não = coordenada de posicionamento.
Posição; posicionamento do carro em direcção Y positiva.

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297
13 Programação dos trabalhos

• Com Sim no campo Aumente Posição = o carro se desloca em Y do valor indicado nesse
campo; ex. inserindo nesse campo o valor 100 e a opção Sim, o carro é deslocado em 100
milímetros da posição em que se encontra.
• Com Não no campo Aumente Posição = o carro se desloca para a quota Y definida nesse
campo, em relação à origem do plano de trabalho; ex. inserindo nesse campo o valor 100 e
a opção Não, o carro é transferido para a quota 100 da linha métrica.
Referência do carro; permite escolher a referência para executar o posicionamento do carro.
Escolher um tipo de referência, entre os presentes na lista:
Superior; lado superior do carro (ref. A, figura 201).
Central; centro do carro (ref. B, figura 201).
Inferior; lado inferior do carro (ref. C, figura 201).

Figura 201
X

Y A

„ No caso de movimentação relativa (opção Relativos à peça), os campos de dados


assumem o seguinte significado:
Nome; índice do carro a posicionar, a inserir entre os ápices, ligado à origem de referência.
Nesse caso o carro com o índice 1 é sempre aquele próximo da origem de referência.
Aumente Posição; permite definir se o dado configurado no campo Posição indica a
coordenada de posicionamento ou e um valor incremental de posicionamento. Sim= valor
incremental; Não = coordenada de posicionamento.
Posição; posicionamento do carro.
• Com Sim no campo Aumente Posição = o carro se desloca para os cantos 2 e 3 da peça do
valor indicado nesse campo; ex. (figura 202) inserindo nesse campo o valor 100 e a opção
Sim, o carro é deslocado em 100 milímetros da posição em que se encontra para os cantos
2 e 3 da peça.
• Com Não no campo Aumente Posição = o carro se desloca partindo do canto 1 da peça do
valor indicado nesse campo; ex. (figura 202) inserindo nesse campo o valor 250 e a opção
Não, o carro é posicionado em 250 mm de distância do canto 1 da peça.

Figura 202: Exemplos


X X

Y Y
250

100

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13 Programação dos trabalhos

Referência do carro; permite escolher a referência para executar o posicionamento do carro.


Escolher um tipo de referência, entre os presentes na lista:
• Superior; lado do carro dirigido para os cantos 1 e 4 da peça (ref. A, figura 203).
• Central; centro do carro (ref. B, figura 203).
• Inferior; lado do carro dirigido para os cantos 2 e 3 da peça (ref. C, figura 203).

Figura 203

X origem 1

Y
A

Inserção da instrução Início grupo paralelo e a instrução Fim grupo


paralelo
A instrução “WTGROUP” permite estabelecer o início de um grupo de objectos a mover, ou seja,
indicar quais objectos do plano mover contemporaneamente (ex. dois suportes móveis).

Para inseri-la, clicar no botão . Inserir as instruções para mover os suportes ou os carros e
fechar o grupo inserindo a instrução “WTEND”.

Exemplo:
WTMOVING TYPE=0
WT_GROUP OPEN=NO
WTPLANE OPEN=NO NAME="4" INCPOS=YES POS=110 REF=refer2
WTPLANE OPEN=NO NAME="3" INCPOS=YES POS=110 REF=refer2
WT_END
WTCARRIAGE OPEN=NO NAME="1.3" INCPOS=YES POS=80 REF=refer2 ENDPATH
ENDPATH

Com esse tipo de instrução é possível deslocar contemporaneamente somente mais


objectos que exercem a mesma operação, por exemplo, mais ventosas em fase de
bloqueio. Não é admitida a movimentação de objectos mistos (ex. carros junto com
os suportes) ou objectos que exerçam funções de tipo diferente.

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299
13 Programação dos trabalhos

300 BIESSE S.p.A. © - a720k0018.fm081008


14 Notas e especificações de programação

14 Notas e especificações de
programação

14.1 Notas sobre a simetrização do programa de


perfuração
Quando a máquina trabalha na origem especular, utiliza para cada mandril programado aquele
especular. Se o programa foi declarado simétrico (rectângulo Simetria da janela de diálogo
Variáveis da peça habilitada) e a perfuração programada com os mandris rectos for executada
com uma única descida para fazer com que o mesmo trabalho funcione também sobre a origem
especular, as ferramentas instaladas nos mandris simétricos devem ser iguais àquelas instaladas
nos mandris rectos, pois o CAM busca automaticamente os mandris simétricos. Ao contrário, se o
programa foi declarado não simétrico, a perfuração programada está livre de vínculos e o CAM
busca os mandris com as ferramentas programadas.

Por essa razão, ao efectuar o programa de trabalho é importante saber que a máquina age de
forma diferente com base nas configurações definidas na janela de diálogo Variáveis da peça (ver
capítulo 12).
„ Com o campo Origem única habilitado, o programa é automaticamente considerado não
simétrico. Escolhendo uma origem recta, o ficheiro ISO produzido memoriza a lista dos
mandris assim como foi produzida pelo CAM, ao passo que escolhendo uma origem
especular, o ficheiro ISO produzido memoriza a lista dos mandris especulares obtendo-os da
lista dos mandris produzida pelo CAM.
„ Com o campo Simetria desabilitado, escolhendo como origem aquela recta, a máquina
executa somente os trabalhos programados sobre as origens rectas, ao passo que,
escolhendo como origem aquela especular, a máquina executa somente os trabalhos
programados nas origens especulares.

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14 Notas e especificações de programação

14.2 Específicações para programar utilizando o


deflector de cavacos
O controle sobre o posicionamento do deflector durante o trabalho não é realizado
nem pelo optimizador nem pela máquina. Aconselhamos, para evitar interferências
com os objectos do plano de trabalho, de verificar pessoalmente eventuais colisões

Aconselha-se de associar o deflector direito à ferramenta com sentido de rotação


direito e o deflector esquerdo à ferramenta com sentido de rotação esquerdo. Em
caso contrário, a optimização não é executa e o ficheiro ISO não é produzido.

Para habilitar a visualização dos dados relativos ao deflector de cavacos, marcar a caixa Deflector
de cavacos na placa Dados fresagem do Setup.

Realizar o perfil a ser trabalhado, clicar na placa Página dados tecnológicos avançados da janela
das fresagens e preencher os dados a seguir:
Use o deflector; habilita a utilização do deflector de cavacos.

Deflector; nome do deflector a ser localizado na lista.

Distânc.; distância de segurança entre o deflector de cavacos e a superfície da peça trabalhada


(ref. A, figura 204) ou a ser trabalhada (ref.A1, figura 204).

Espessura [inc]; espessura do material levado (ref. B, figura 204).

Distância inicial; distância entre o ponto de descontinuidade geométrica da trajectória de


trabalho e o ponto em que o deflector de cavacos deve iniciar a rotação (ref. C figura 204).

Distância final; distância entre o ponto de descontinuidade geométrica da trajectória de trabalho


e o ponto em que o deflector de cavacos deve terminar a rotação (ref. D figura 204).

% Rotação; rotação do deflector de cavacos efectuada do ponto de início da rotação ao ponto de


descontinuidade geométrica da trajectória de trabalho (ref. E, figura 204), exprimida como
percentual da rotação total necessária para girar em torno do ponto de descontinuidade.

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14 Notas e especificações de programação

Figura 204: exemplo

deflector de cavacos

ferramenta

ponto de descontinuidade geométrica da trajectória de trabalho

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303
14 Notas e especificações de programação

14.3 Específicações para programar fresagens


interpoladas com eixo C
Para efectuar as fresagens interpoladas com a ferramenta em posição ortogonal relativamente ao
perfil a ser trabalhado, utilizando o dispositivo para a orientação do agregado (eixo C), observar o
exemplo ilustrado a seguir.

Vamos supor de querer programar uma fresagem horizontal como ilustrado na figura 205.

Figura 205

Y X
Z

Para realizá-la observar o procedimento a seguir:


„ Desenhar a geometria sobre a face 0 da peça; comando GEO (ref. A, figura 206).

„ Clicar no botão ROUTG para definir a fresagem da geometria (ref. B, figura 206).

Figura 206
A
B

GEOI D="P1001"S IDE=0C RN="1"D P=0


ROUTG GID="P1001" ID="P1009" Z=0 DP=20 DIA=12 AZ=90 CKA=azrABS CKT=YES OVM=-15

A programação desse tipo de trabalho necessita da configuração dos campos a seguir da janela
de diálogo Fresagem da geometria:
Identif. geom.; indicar o código de identificação da geometria.

304 BIESSE S.p.A. © - a720k0022.fm081008


14 Notas e especificações de programação

Profundidade; indicar a profundidade da fresagem horizontal; de quanto a ponta deve entrar


na peça.
Código Ferramenta; indicar o tipo de ferramenta montada sobre o agregado a ser utilizado.
Correcção; indicar o tipo de correcção que, nesse caso, não indica a correcção do raio da
ferramenta mas a posição do agregado relativamente ao perfil e ao seu sentido de percurso.
Então se o trabalho procede no sentido anti-horário e o agregado deve ser posicionado à
direita do perfil, é preciso utilizar a opção Corr. Direita.
Tipo Entrada ->; escolher a opção Nenhuma entr., pois este trabalho não necessita indicar o
tipo de ingresso.
Tipo Saída ->; escolher a opção Nenhuma entr., pois este trabalho não necessita indicar o
tipo de saída.
Escarso; indicar o ponto ao longo do eixo Z de início trabalho, isto é, a distância da superfície
superior da peça.
(AZ) -abs. ; indicar o ângulo de inclinação da ferramenta em relação ao eixo Z. Para realizar
uma fresagem horizontal, inserir o número 90.
Sobrematerial; indicar o valor do material em excesso. Um valor positivo desloca a ponta da
ferramenta em direcção à extremidade da peça, um valor negativo leva a ponta em direcção
ao interior da peça.
Habilitar TCP; marcar a caixa para habilitar a utilização do eixo C.

A habilitação desse tipo detrabalho é possível somente com CN versão 2001 upgrade 13.

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305
14 Notas e especificações de programação

14.4 Específicações para programar fresagens


verticais em YZ/XZ
Para efectuar incisões lineares ou curvilíneas sobre a superfície superior da peça, como mostrado
na figura 207, observar as indicações trazidas a seguir.

Figura 207

Y X
Z

„ Realizar a geometria/trabalho sobre as faces laterais ou sobre aquelas não padrão.

„ Definir os seguintes campos de dados:

Identif. geom.; indicar o código de identificação da geometria.


Profundidade; indicar a profundidade da fresagem vertical; de quanto a ponta deve entrar na
peça.
Código Ferramenta; indicar o tipo de ferramenta a ser utilizada.
Correcção; escolher a opção Corr. Central.
Tipo Entrada ->; escolher a opção Nenhuma entr., pois este trabalho não necessita indicar o
tipo de ingresso.
Tipo Saída ->; escolher a opção Nenhuma entr., pois este trabalho não necessita indicar o
tipo de saída.
Escarso; indicar o ponto ao longo do eixo Z de início trabalho. Distância da face lateral da
peça ou daquela não padrão.
(AZ) -abs. ; indicar o ângulo de inclinação da ferramenta em relação ao eixo Z. Para realizar
uma fresagem não inclinada, inserir o número 0.
Sobrematerial; indicar o valor do material em excesso. Um valor positivo desloca a ponta da
ferramenta em direcção à extremidade externa da peça.
No ficheiro ISO gerado na expressão alfanumérica da fresagem aparece o ciclo fico L=GTPON
chamado novamente pelo parâmetro PTCP=1.

306 BIESSE S.p.A. © - a720k0022.fm081008


14 Notas e especificações de programação

14.5 Especificações para programar fresagens com o


agregado AGGRE42
O controlo sobre o posicionamento do agregado AGGRE42 durante o trabalho não é
realizado nem pelo optimizador nem pela máquina. Aconselhamos, para evitar
interferências com os objectos do plano de trabalho, de verificar pessoalmente
eventuais colisões

Antes de realizar o programa de trabalho, habilitar o uso do agregado AGGRE42 marcando


o rectângulo Mostrar descrição nas janelas de operações na placa Janelas Editor do Setup.

Ao programar o trabalho com a utilização do agregado AGGRE42, para posicionar a ferramenta


sob a peça, é preciso saber para qual lado o agregado deve dirigir-se para efectuar a descida (ver
figura 208).
O ponto de entrada do agregado sob a peça é obtido marcando o rectângulo Ângulo Aggr21
(janela de diálogo da fresagem), inserindo no campo adjacente o ângulo referido ao canto sobre o
qual foi programado o trabalho e no campo Face Aggr21 o número da face para a qual se dirige o
agregado para entrar sob a peça.

Por exemplo, definindo como canto de referência o canto 1, é preciso inserir os ângulos a seguir:
0 = para fazer descer o agregado sob o lado 1.
90 = para fazer descer o agregado sob o lado 4.
180 = para fazer descer o agregado sob o lado 3.
270 = para fazer descer o agregado sob o lado 2.

Figura 208: descida do agregado sob o lado 4 da peça.

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14 Notas e especificações de programação

14.6 Específicações para programar fresagem com o


canto vivo
„ Efectuar as seguintes operações na placa Dados fresagem do Setup:

Marcar a caixa Cantos vivos .


Inserir no campo dados Angulo dos cantos o valor do ângulo de saída da ferramenta da peça
para realizar o canto.
„ Visualizar a janela de diálogo Parâmetros da ferramenta relativo à ferramenta a utilizar para o
trabalho e inserir no campo dados Ângulo canto um valor diferente de 0.
„ Marcar a caixa Cantos vivos na janela de diálogo das fresagens.

„ Realizar a geometria. Escolher o item sc1 no campo Canto vivo de um dos dois segmentos
coincidentes que contribuem na formação do canto.

14.7 Específicações para as fresagens com


“multipassadas”
A programação das fresagens fraccionadas em mais passadas tem limitações no caso tenha sido
habilitado o campo dados Bidireccio.. A função Bidireccio. não gera erros e funciona
correctamente, realizando um número de trabalhos igual ao número inserido no campo Passadas
verticais ou no campo Pass. horiz., somente observando as seguintes configurações:
„ Campo Correcção: opção Corr. Central.

„ Campo Tipo Entrada ->: opção Nenhuma entr..

„ Campo Tipo Saída ->: opção Nenhuma entr..

„ Campo Z inicial; valor 0.

„ Campo Z final; valor 0.

„ Campo Cantos vivos; desabilitado.

Caso tenha sido habilitado o campo Bidireccio. e tenha sido definida no campo Correcção a
opção Corr. Direita ou a opção Corr. esquerda, o sistema gera um erro e o trabalho não é
realizado.

Especificações a observar somente para as multipassadas em horizontal/vertical


Para programar fresagens com o mandril vertical fraccionadas em mais passadas, a efectuar em
horizontal e em vertical ao longo da superfície da face, observar os seguintes precauções:

4. Escolher no campo dados Correcção a opção Corr. esquerda (ref. B, figura 209) ou a opção
Corr. Direita (ref. C, figura 209). A opção Corr. Central pode ser aceitada somente no caso
seja indicada no campo Tipo Entrada -> a opção Nenhuma entr..
5. Inserir no campo dados Pass. horiz. o número de passadas (ref. B ou C, figura 209).

6. Indicar no campo dados Passo horiz.. a distância entre uma passada e a sucessiva (ref. D,
figura 209).

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14 Notas e especificações de programação

Figura 209: A = geometria; B = 10 passadas com correcção esquerda; C = 10 passadas com correcção
direita;
D = distância entre uma passada e a sucessiva.
B C

A A

14.8 Específicações para programar um trabalho com


o “reposicionamento”
O dado relativo ao posicionamento da ferramenta em um trabalho programado é definido na
janela de diálogo para gerar a linha (comando Linha dado ponto final).
Durante a realização da geometria, para gerar uma trajectória de posicionamento da ferramenta,
é preciso criar um segmento linear (ref. A, figura 210) com o comando Linha dado ponto final e é
preciso escolher a opção YES no campo dados Recolocação.

Figura 210: A = segmento linear para o posicionamento da ferramenta; B = trabalhos.

B B
A
B
B

Para fazer com que o programa seja optimizado, é preciso observar as precauções a seguir:
„ Escolher no campo dados Correcção a opção Corr. Central.

„ Escolher no campo dados Tipo Entrada -> a opção Nenhuma entr..

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309
14 Notas e especificações de programação

14.9 Notas de utilização dos dados para o ingresso e


a saída da ferramenta
„ Informando a opção Linha como dado de entrada e de saída da ferramenta da peça, é
preciso observar os detalhes a seguir:
Escolher no campo Correcção a opção Corr. Direita ou a opção Corr. esquerda.
Indicar no campo Ângulo Entrada um valor entre -180 e 180.
„ Informando a opção Arqueação como dado de entrada e de saída da ferramenta da peça, é
preciso observar os detalhes a seguir:
Escolher no campo Correcção a opção Corr. Direita ou a opção Corr. esquerda.
Indicar no campo Ângulo Entrada um valor entre -90 e 90.
„ Informando a opção Linha3D Correcta e a opção Arqueação3D Correcto como dado de
entrada e de saída da ferramenta da peça, é preciso observar os detalhes a seguir:
Escolher no campo Correcção uma das três opções.
Indicar no campo Ângulo Entrada um valor entre 0 e 90.

14.10 Notas para realizar fresagens sobre a origem


especular
Ao habilitar o campo Exporta a secção simétrica na janela de diálogo Parâmetros do painel
personalizados, exportam-se os dados para realizar o trabalho sobre a origem especular. O
ficheiro ISO gerado trará duas secções, uma para a origem recta e outra para a origem especular.
Na origem especular o perfil é invertido, mas o sentido de percurso da fresa é igual àquele
definido no perfil carregado sobre a origem recta.

Figura 211: A=origem recta; B=origem especular.


X
A B
Y

Aconselha-se configurar de forma idêntica o tipo de entrada e o tipo de saída da ferramenta, pois
essas configurações na origem especular não produzem uma inversão. Com efeito, girando o
perfil, o dado para a entrada torna-se dado para a saída e vice-versa.

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14 Notas e especificações de programação

14.11 Especificações para programar o nivelamento do


painel de suporte
„ Visualizar a janela de diálogo Variáveis da peça.

„ Inserir no campo LPX e LPY um valor superior a 1000 mm.

„ Inserir no campo LPZ um valor inferior a 20 mm.

„ Clicar no botão e marcar o campo Activação ciclo aplicação de espigas.


„ O programa de trabalho para o nivelamento do painel de suporte deve ter como dado relativo
à profundidade do trabalho, um valor não superior a 10 milímetros.

14.12 Notas para programar fresagens com


“multidescida”
Para programar trabalhos a executar com dois mandris eléctricos que trabalham
contemporaneamente, é preciso observar os seguintes procedimentos:

1. Definir alguns dados na placa Optimizador do Setup:


• habilitar o campo Habilita multidescida mandril eléctrico e indicar no campo Tolerância
descida múltipla o dado de tolerância (ex. 2 mm).
• seleccionar no quadro Tipo de optimização, a opção Por Tempo.

2. Controlar que os parâmetros (ref. A e B, figura 212) das duas ferramentas a utilizar para os
dois trabalhos sejam idênticos.

Figura 212: A = classe e tipo da ferramenta; B = dimensões da ferramenta.

3. Controlar que as ferramentas estejam presentes no depósito e que os dois mandris eléctricos
estejam habilitados para o uso de tais ferramentas.
4. Realizar o programa (ver exemplo sucessivo), definindo os seguintes dados obrigatórios:
• desabilitar o campo Simetria na janela de diálogo Variáveis da peça;
• controlar que as geometrias sejam idênticas e que tenham uma distância igual ao eixo
intermédio entre os dois mandris eléctricos.
• inserir em ambas as fresagens o mesmo dado de profundidade do trabalho (campo
Profundidade), o mesmo tipo de correcção (campo Correcção) e a mesma velocidade de
rotação (campo Vel.Rotaç. rpm]).
Escolher no campo Código Ferramenta uma ferramenta para a primeira fresagem e a
idêntica (que possua os parâmetros descritos no ponto 2 idênticos) para a outra fresagem.

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14 Notas e especificações de programação

Programa de exemplo:
Realização de duas fresagens, a ser realizadas com as ferramentas “PORI” e “PORI_C”.

GEO ID="001" SIDE=0 CRN="1" DP=0


START_POINT X=100 Y=100 Z=0
LINE_EP XE=100 YE=400
ENDPATH
GEO ID="002" SIDE=0 CRN="1" DP=0
START_POINT X=460 Y=100 Z=0
LINE_EP XE=460 YE=400
ENDPATH
ROUTG ID="P1044" GID="001" Z=0 DP=5 DIA=20

ROUTG ID="P1045" GID="002" Z=0 DP=5 DIA=20

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

15 Criação dos perfis com as


ferramentas EGA

No seguinte capítulo são indicados os procedimentos para realizar os desenhos através da


utilização das ferramentas EGA, isto é, através da utilização de arcos e linhas que, montados em
segmentos, geram um perfil geométrico ao qual associar dados tecnológicos.

15.1 Procedimentos para desenhar


1. Clicar no botão , para visualizar a barra de ferramentas para realizar as fresagens e as
geometrias e para desenvolver a barra de ferramentas para criar os perfis.

2. Clicar sobre o botão , para inserir na linha de programação o comando GEO com os
dados de base de início geometria, ou sobre o botão para inserir na linha de programação
o comando ROUT com os dados de início geometria e com os dados tecnológicos.
Para desenhar um texto ao qual associar dados tecnológicos, clicar no botão (ver pág.
332).

O botão permite definir o perfil geométrico "genérico" a ser associado a mais trabalhos,
isto é, a ser renomeado dentro do comando ROUTG (para a descrição do comando ROUTG,
consultar o parágrafo 13.1 “Programação das fresagens” na pág. 251).

O botão permite definir um trabalho efectivo, com todos os dados tecnológicos inerentes,
incluindo o perfil geométrico "integrado" não utilizável em outros trabalhos (para a descrição
do comando ROUT, consultar o parágrafo 13.1 “Programação das fresagens” na pág. 251).
3. Posicionar o cursor na área de comandos sobre a expressão alfanumérica de final de trabalho
ENDPATH. Essa expressão alfanumérica aparece automaticamente toda vez que são
utilizadas as ferramentas para criar a geometria (GEO, ROUT, ROUTG) e serve para
determinar o final do desenho. Para inserir expressões alfanuméricas posteriores de final de
trabalho clicar no botão .

4. Seleccionar o botão para definir o ponto inicial do desenho. Proceder à realização do


desenho associando linhas e arcos (ver pág. 319). Para criar elementos com perfil fechado,
clicar no botão relativo às figuras.
As expressões alfanuméricas relativas às geometrias devem ser sempre posicionados entre a
expressão alfanumérica GEO, ou ROUT, e a expressão alfanumérica ENDPATH de final de
trabalho/geometria.

5. Salvar o documento criado (consultar o parágrafo 12.10 “Salvar o documento” na pág. 222).

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

No caso em que sejam realizadas geometrias para representar alguns trabalhos de


perfuração utilizando os comandos GEO e depois ROUTG ou ROUT, para fazer com
que a geometria seja considerada válida, é necessário respeitar as seguintes regras:
• entre os comandos GEO ou ROUT e o comando ENDPATH de fim de trabalho devem
estar presentes as expressões alfanuméricas dos parâmetros geométricos (linhas,
arcos, etc.);
• a geometria não pode ser realizada utilizando somente o comando START_POINT
(ponto inicial);
• entre os comandos GEO ou ROUT e os comandos ENDPATH de fim de trabalho, não
devem ser introduzidas mais geometrias criadas por meio da introdução de mais pontos
iniciais START_POINT.

Como introduzir o ponto inicial (START_POINT)


Para inserir o ponto inicial do desenho, posicionar o cursor do texto na linha de programação
ENDPATH e clicar no botão .

Descrição dos campos:

X inicial; coordenada em direcção ao eixo X do ponto inicial do desenho.

Y inicial; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto inicial do desenho.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

15.2 Definição dos parâmetros para desenhar com as


ferramentas EGA
O botão permite visualizar a janela de diálogo Definição geometria para definir os parâmetros
base do perfil geométrico. Esse botão permite inserir entre as linhas de programação o comando
GEO que encerra o desenho criado com o auxilio dos botões do EGA (consultar “Ferramentas
para realizar o desenho” na pág. 319).

Figura 213: Definição geometriajanela

Elenco e descrição dos campos


CRN; permite configurar o canto de referência da peça. Seleccionar na figura da parte superior o
canto desejado

SIDE; permite escolher o lado da peça sobre o qual efectuar a geometria. Seleccionar na figura
posta na parte superior o lado desejado ou introduzir no campo o número do lado.

Identif. geom.; permite inserir um código (nome) para identificar a geometria nas linhas de
programação. O ID serve para renomear nas janelas específicas do esvaziamento e da fresagem
a geometria que se deseja trabalhar.

Profundidade; permite definir a distância DP entre o lado superior da peça (ref. A) e o lado
superior da ilha (ref. B), caso a geometria seja utilizada como ilha.

Figura 214

Inversão; inverte a direcção do perfil geométrico programado; o ponto inicial da geometria se


torna assim o ponto final.

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315
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

; permite escolher a repetição em direcção ao eixo X. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
elementos geométricos (ref.DX figura 215).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; permite escolher a repetição em direcção ao eixo Y. Configurar os campos a seguir:

Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
elementos geométricos (ref.DY figura 215).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; permite escolher a repetição sobre o passo X-Y. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
elementos geométricos.
Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
elementos geométricos.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; permite escolher a repetição sobre a recta em ângulo. Configurar os campos a seguir:

Ângulo; angulação da recta ao longo da qual são realizadas as repetições (ref. ARP figura
215).
Passo compr.; distância entre os elementos geométricos LRP figura 215).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

Figura 215

; permite escolher a repetição sobre a circunferência. Configurar os campos a seguir:

Ângulo inicial; valor do ângulo A do qual partir para realizar as repetições (ver exemplos
ilustrados na figura218 e na figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de
dados 1º Elemento.
Passo angular; valor do passo angular (DA) que deve correr entre uma repetição e outra.
Raio; raio da circunferência em torno da qual são realizadas as repetições (ver exemplos
ilustrados na figura 218 e na figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de
dados 1º Elemento.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

XRC; quota em X do centro de rotação da circunferência em torno da qual é realizada a


repetição.
YRC; quota em Y do centro de rotação da circunferência em torno da qual é realizada a
repetição.
Radial; habilita a repetição radial (ver exemplos ilustrados na figura 217 e na figura 219).
1º Elemento; habilita o primeiro elemento ER como o inicial da repetição (repetições focais)
eliminando o campo Ângulo inicial e o campo Raio (ver exemplos ilustrados na figura 216 e na
figura 217). Aconselha-se manter esse campo sempre habilitado.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

Figura 216: exemplo de uma repetição NÃO RADIAL com configuração da geometria de base como primeiro
elemento da repetição (ER), do valor X-Y do centro da circunferência e do passo angular DA.

Nesse caso o ponto inicial B da geometria GEO é


considerado como primeiro elemento (comando ER) do
qual partir para realizar a repetição. Com base nos dados
definidos, as geometrias, partindo da primeira, giram em
torno da circunferência sempre na mesma direcção.

GEO ID="2222" CRN="1" DP=10 RTY=rpCIR XRC=LPX/2 YRC=LPY/2 NRP=8 DA=45 ER=YES RDL=NO
START_POINT X=LPX/4 Y=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2-50
LINE_EP XE=LPX/4+150 YE=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2+50
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2
ENDPATH

Figura 217: exemplo de uma repetição RADIAL com configuração da geometria de base como primeiro
elemento da repetição (ER), do valor X-Y do centro da circunferência e do passo angular DA.

Nesse caso o ponto inicial B da geometria GEO é


considerado como primeiro elemento (comando ER) do
qual partir para realizar a repetição. Com base nos dados
definidos, as geometrias, partindo da primeira, rodam sobre
os raios da circunferência.

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317
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

GEO ID="2222" CRN="1" RTY=rpCIR XRC=LPX/2 YRC=LPY/2 NRP=8 DA=45 ER=YES RDL=YES
START_POINT X=LPX/4 Y=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2-50
LINE_EP XE=LPX/4+150 YE=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2+50
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2
ENDPATH

Figura 218: exemplo de uma repetição NÃO RADIAL com configuração do valor X-Y do centro da
circunferência, do passo angular DA, do ângulo A e do raio R.

Nesse caso, o ponto inicial da geometria GEO coincide


com os valores XRC e YRC do centro da circunferência.
Com base nos dados definidos, as geometrias giram em
torno da circunferência sempre na mesma direcção.

GEO ID="2222" CRN="1" RTY=rpCIR XRC=LPX/2 YRC=LPY/2 NRP=8 R=210 A=25 DA=45 RDL=NO
START_POINT X=LPX/4 Y=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2-50
LINE_EP XE=LPX/4+150 YE=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2+50
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2
ENDPATH

Figura 219: exemplo de uma repetição RADIAL com configuração do valor X-Y do centro da circunferência,
do passo angular DA, do ângulo A e do raio R.

Nesse caso, o ponto inicial da geometria GEO coincide com


os valores XRC e YRC do centro da circunferência. Com
base nos dados definidos, as geometrias rodam sobre os
raios da circunferência

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

GEO ID="2222"CRN="1" RTY=rpCIR XRC=LPX/2 YRC=LPY/2 R=130 A=30 DA=45 ER=NO RDL=YES NRP=8
START_POINT X=LPX/4 Y=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2-50
LINE_EP XE=LPX/4+150 YE=LPY/2
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2+50
LINE_EP XE=LPX/4 YE=LPY/2
ENDPATH

15.3 Ferramentas para realizar o desenho


As barras dos comandos que permitem realizar os desenhos podem ser activadas pelo menu
Introduza e a opção Fresagens , ou pelos botões específicos do EGA.

Para realizar o desenho existem três tipologias de ferramentas EGA:


„ ferramentas de tipo "linha" (ver pág. 319).

„ ferramentas de tipo "arco" (ver pág.323).

„ ferramentas "figuras" (ver pág. 325).

Durante a realização das geometrias é possível inserir algumas instruções VBScript (instruções
condicionais “If…Then”, etc.). Exemplo de uma GEO em que foi inserida uma instrução entre dois
elementos geométricos:
GEO ID="111" SIDE=0 CRN="1" DP=0
START_POINT X=366.6139635 Y=86.0192323 Z=0
LINE_EP XE=600.574261 YE=86.0192323
ARC_EPCE XE=600.574261 YE=367.8152783 XC=600.574261 YC=226.9172553 DIR=dirCW
LINE_EP XE=132.653666 YE=367.8152783
LINE_EP XE=132.653666 YE=86.0192323
If LPX < 1000 Then
LINE_EP XE=366.6139635 YE=86.0192323
End If
ENDPATH

Para a descrição das instruções, consultar o parágrafo 17.4 “Instruções pré-definidas de


VBScript” na página 349.

Ferramentas de tipo "linha"


A seguir são descritos os comandos disponíveis para criar um elemento geométrico de tipo
"linha".

A activação dessas ferramentas está ligada a sua compatibilidade com a operação


realizada precedentemente.

Para visualizar a barra dos instrumentos para a criação das linhas, clicar no botão .

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Figura 220

A Ponto de partida; insere o ponto inicial do desenho (ver parágrafo “Como introduzir o ponto
inicial (START_POINT)”, pág.314).
B Linha dado ponto final; cria uma linha utilizando como dados de referência coordenadas de
um ponto final conhecido.
C Linha dados comprimento e ângulo; cria uma linha utilizando como dados de referência um
comprimento e a angulação da linha em relação à direcção positiva do eixo X.
D Linha dados ângulo e X final; cria uma linha utilizando como dados de referência a
coordenada X do ponto final e a angulação da linha em relação à direcção positiva do eixo X.
E Linha dados ângulo e Y final; cria uma linha utilizando como dados de referência a
coordenada Y do ponto final e a angulação da linha em relação à direcção positiva do eixo X.
F Chanfro; cria um chanfro. Activa-se quando o cursor é posicionado sobre a linha antes do
canto a ser chanfrado.
G Linha dados comprimento e X final; cria uma linha utilizando como dados de referência a
coordenada X de seu ponto final e um comprimento.
H Linha dados comprimento e Y final ; cria uma linha utilizando como dados de referência a
coordenada Y de seu ponto final e um comprimento.
I Linha dados comprimento e tangência ao elemento anterior; cria uma linha utilizando como
dados de referência o comprimento e a tangência entre a linha e o elemento anterior.
J Linha dados ponto final ângulo e tangência ao elemento anterior; cria uma linha utilizando
como dados de referência as coordenadas de seu ponto final, a angulação da linha em
relação à direcção positiva do X e a tangência entre a linha e o elemento anterior.
K Linha dados ponto final e tangência ao elemento anterior; cria uma linha utilizando como
dados de referência as coordenadas de seu ponto final e a tangência entre a linha e o
elemento anterior.
L Linha incremental dado ponto final; cria uma linha definindo as coordenadas de seu ponto
final como incrementos das coordenadas do ponto final do elemento que a precede.

A seguir, é ilustrada a lista dos campos de dados que comparecem nas janelas de diálogo durante
a utilização dos instrumentos de tipo "linha".

Alfa; inclinação da linha.

Distância; comprimento do chanfro.


Aumento em X; comprimento em direcção ao eixo X do segmento a ser desenhado (ref.B figura
221). O valor configurado nesse campo deve ser adicionado ao valor da coordenada X do ponto
final do elemento anterior (ref. A figura 221). O resultado dessa soma corresponde à coordenada
em X do ponto final do segmento B a ser desenhado.

Aumento em Y; comprimento em direcção ao eixo Y do segmento a ser desenhado (ref.B figura


221). O valor configurado nesse campo deve ser adicionado ao valor da coordenada Y do ponto
final do elemento anterior (ref. A figura 221). O resultado dessa soma corresponde à coordenada
em Y do ponto final do segmento B a ser desenhado.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Figura 221

GEO ID="P1001" SIDE=0 CRN="1" DP=10


START_POINT X=0 Y=100
LINE_EP X=100 Y=100 (ref. A)
LINC_EP XI=100 YI=100 (ref. B)
ENDPATH

Comprimento; comprimento do elemento geométrico.

Recolocação; permite indicar se o segmento do perfil gerado deve ser considerado come
trajectória de posicionamento da ferramenta. Configurando o item NO, o segmento será sempre
considerado parte do trabalho; configurando o item YES, o segmento será considerado como
trajectória de posicionamento.

Solução; soluções aplicáveis à linha, com base nos dados configurados anteriormente. Escolher
uma entre as opções disponíveis.

Canto vivo; configuração do canto vivo. Permite definir que o ponto de intersecção entre a linha e
o elemento sucessivo deve ser trabalhado mantendo o canto vivo. Para habilitar essa função,
escolher o item sc1; para desabilitá-la escolher o item scOFF.

Vel. Trab; velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; velocidade de rotação da ferramenta.


X inicial; coordenada em direcção ao eixo X do ponto inicial do elemento.

X final; coordenada em direcção ao eixo X do ponto final do elemento.

Y inicial; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto inicial do elemento.


Y final; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto final do elemento.

Z inicial; coordenada em direcção do eixo Z para estabelecer a profundidade do ponto inicial do


elemento do perfil.
A figura 222 mostra o resultado obtido configurando no segmento B do perfil o dado inerente à
profundidade inicial: a ferramenta desce à profundidade (DP=10) configurada na fresagem,
executa a trajectória linear em X igual ao comprimento definido no segmento A, desce de outros
15 mm (ZS=15) e executa a trajectória linear em X igual ao comprimento definido no segmento B.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Figura 222

ROUT ID="P1002" SIDE=0 CRN="1" Z=0 DP=10 DIA=10


START_POINT X=100 Y=100 Z=0
LINC_EP XI=100 YI=0
LINC_EP XI=100 YI=0 ZS=15 ZE=0

Z final; coordenada em direcção do eixo Z para estabelecer a profundidade do ponto inicial do


elemento do perfil. O valor indicado neste campo é distribuído gradualmente no inteiro
comprimento do elemento do perfil.
A figura 223 mostra o resultado obtido configurando no segmento B do perfil o dado inerente à
profundidade final: a ferramenta desce à profundidade (DP=5) configurada na fresagem, executa
uma trajectória linear em X igual ao comprimento definido no segmento A e executa uma descida
gradual em Z (ZE=10) igual ao comprimento definido no segmento B.

Figura 223

ROUT ID="P1002" SIDE=0 CRN="1" Z=0 DP=5 DIA=10


START_POINT X=100 Y=100 Z=0
LINC_EP XI=100 YI=0
LINC_EP XI=100 YI=0 ZS=0 ZE=10

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Ferramentas de tipo "arco"


A seguir são descritos os comandos disponíveis para criar um elemento geométrico de tipo "arco".

A activação dessas ferramentas está ligada a sua compatibilidade com a operação


realizada precedentemente.

Para visualizar a barra dos instrumentos para a criação dos arcos, clicar no botão .

Figura 224

A Arqueação dados ponto final e centro; cria um arco utilizando como dados de referência as
coordenadas do centro do arco e as coordenadas de um ponto final conhecido.
B Arqueação dados ponto final e tangência ao elemento anterior; cria um arco utilizando como
dados de referência as coordenadas do ponto final do arco e a tangência entre o arco e o
elemento anterior.
C Junção A; cria uma junção entre o elemento seleccionado e aquele que o precede (do tipo A).
D Junção B; cria uma junção utilizável no trabalho dos serramentos (do tipo B).
E Arqueação dados ponto final e raio; cria um arco utilizando como dados de referência o raio
do arco e as coordenadas do ponto final do arco.
F Arqueação dados ângulo e centro; cria um arco utilizando como dados de referência as
coordenadas do centro do arco e a angulação do arco em relação à direcção positiva do eixo
X.
G Arqueação dados centro e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior determinado);
cria um arco com um ponto inicial conhecido utilizando como dados de referência as
coordenadas do centro do arco e a tangência entre o arco e o elemento sucessivo.
H Arqueação dados centro e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior
indeterminado); cria um arco com um ponto inicial desconhecido utilizando como dados de
referência as coordenadas do centro do arco e a tangência entre o arco e o elemento
sucessivo.
I Arqueação dados raio e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior determinado);
cria um arco com um ponto inicial conhecido utilizando como dados de referência o raio do
arco e a tangência entre o arco e o elemento sucessivo.
J Arqueação dados raio e tangência ao elemento seguinte (com ponto anterior indeterminado);
cria um arco com um ponto inicial desconhecido utilizando como dados de referência o raio
do arco e a tangência entre o arco e o elemento sucessivo.
K Arqueação dados ponto final raio e tangência ao elemento anterior; cria um arco utilizando
como dados de referência as coordenadas do ponto final do arco, o raio do arco e a tangência
entre o arco e o elemento anterior.
L Arqueação dados ângulo centro raio e tangência ao elemento anterior; cria um arco utilizando
como dados de referência o raio e as coordenadas do centro do arco, a tangência entre o
arco e o elemento anterior, e a angulação do arco respeito à direcção positiva do eixo X.

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323
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

M Arqueação para três pontos; cria um arco que passa por três pontos.
N Arqueação incremental dados ângulo e ponto central; cria um arco utilizando como dados de
referência o centro do arco, que é obtido enquanto incremento das coordenadas do ponto
final do elemento anterior, e a angulação do arco respeito à direcção positiva do eixo X.
O Arqueação incremental dados raio e ponto final; cria um arco utilizando como dados de
referência o raio do arco e o ponto final que é obtido como incremento das coordenadas do
ponto final do elemento anterior.

A seguir, é ilustrada a lista dos campos de dados que comparecem nas janelas de diálogo durante
a utilização dos instrumentos de tipo "arco".
Alfa; comprimento angular do arco.

Direcção; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Aum. X centro; valor em direcção ao eixo X do centro do arco que deve ser adicionado à
coordenada X do ponto final do elemento anterior.
Aum. X final; valor em direcção ao eixo X do ponto final do arco que deve ser adicionado à
coordenada X do ponto final do elemento anterior.

Aum. Y centro; valor em direcção ao eixo Y do centro do arco que deve ser adicionado à
coordenada Y do ponto final do elemento anterior.

Aum. Y final; valor em direcção ao eixo Y do ponto final do arco que deve ser adicionado à
coordenada Y do ponto final do elemento anterior.
Raio; valor do raio do arco.

Solução; soluções aplicáveis ao arco, com base nos dados configurados anteriormente.

Canto vivo; configuração do canto vivo. Escolher uma das opções possíveis para definir qual é o
ponto de intersecção entre o arco e o elemento sucessivo que deve ser trabalhado mantendo o
canto vivo.

Vel. Trab; valor da velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; valor da velocidade de rotação da ferramenta.

X2; coordenada em direcção ao eixo X do segundo ponto do arco.

X centro; coordenada em direcção ao eixo X do centro do arco.


X final; coordenada em direcção ao eixo X do ponto final do arco.

Y2; coordenada em direcção ao eixo Y do segundo ponto do arco.

Y centro; coordenada em direcção ao eixo Y do centro do arco.


Y final; coordenada em direcção ao eixo Y do ponto final do arco.

Z inicial; incremento da profundidade de trabalho na parte inicial do elemento.

Z final; incremento da profundidade de trabalho na parte final do elemento.

324 BIESSE S.p.A. © - a721k0006.fm081008


15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Ferramentas "figuras"
Cada botão dos elementos geométricos do tipo figura tem uma sua utilização específica.

Para visualizar a barra dos instrumentos para a criação das figuras, clicar no botão .

Figura 225

A Elipse; cria um elipse.


B Oval; cria um oval.
C Círculo dado centro e raio; cria um círculo utilizando como dados de referência o centro e o
raio.
D Círculo dados três pontos; cria um círculo que passa por três pontos.
E Rectângulo; cria um rectângulo com o sem chanfros/junções.
F Polígono; cria um polígono com ou sem chanfros/junções.
G Estrela; cria um desenho em formato de estrela com ou sem chanfros/junções.

Descrição dos campos da janela de diálogo Elipse:


X centro; coordenada em direcção ao eixo X do centro do elipse.

Y centro; coordenada em direcção ao eixo Y do centro do elipse.

Eixo 1; valor do semieixo maior (ref. A1) do elipse.


X

A1
Y

Eixo 2; valor do semieixo menor (ref. A2) do elipse.


X

A2
Y

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325
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Alfa; valore do ângulo de rotação do elipse (ref. A) respeito ao centro do próprio elipse.
X

Y
A

Alfa inicial; valor do ângulo de partida do elipse, caso queira criar um arco de elipse. Por
exemplo, configurando nesse campo o valor 180 e no sucessivo o valor 0, obtém-se o semi arco
ilustrado na figura a seguir.
X

Alfa final; valor do ângulo final do elipse, caso queira criar um arco de elipse. Por exemplo,
configurando nesse campo o valor 180 e no anterior o valor 0, obtém-se o semi arco ilustrado na
figura a seguir.
X

Vel. Trab; valor da velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; valor da velocidade de rotação da ferramenta.

Direcção; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Usar; definição da modalidade de fragmentação em vários segmentos da geometria para poder


trabalhá-la directamente.

Usar N Elementos; tipos de segmentação da geometria. Configurando ON, introduzir no campo


N.Elementos a quantidade de linhas ou arcos para a segmentação da geometria. Configurando
OFF, introduzir no campoN.Elementos o comprimento máximo que linha ou arcos devem
apresentar.

N.Elementos; ver campo anterior.

Descrição dos campos da janela de diálogo Oval:


X1; coordenada em direcção ao eixo X do centro do círculo grande do oval (ver figura 226).

Y1; coordenada em direcção ao eixo Y do centro do círculo grande do oval (ver figura 226).

Raio 1; raio do círculo grande do oval (ver figura 226).

X2; coordenada em direcção ao eixo X do centro do círculo pequeno do oval (ver figura 226).

Y2; coordenada em direcção ao eixo Y do centro do círculo pequeno do oval (ver figura 226).

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Raio 2; raio do círculo pequeno do oval (ver figura 226).

Alfa inicial; ângulo do oval.


Raio jun.; raio que os dois arcos devem apresentar e que unem os dois círculos do oval (ver
figura226).

Figura 226
X

X1, Y1
R1

X2, Y2

LRK
R2

Vel. Trab; velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; velocidade de rotação da ferramenta.

Direcção; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Descrição dos campos da janela de diálogo Círculo dado centro e raio:


X centro; coordenada em direcção ao eixo X do centro do círculo.

Y centro; coordenada em direcção ao eixo Y do centro do círculo.

Raio; valor do raio do círculo.

Alfa inicial; ângulo do ponto inicial do círculo.

Vel. Trab; valor da velocidade de avanço da ferramenta.


Vel. Rot; valor da velocidade de rotação da ferramenta.

Direcção; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Descrição dos campos da janela de diálogo Círculo dados três pontos:


X1; coordenada em direcção ao eixo X do primeiro ponto do círculo (ver figura 227).

Y1; coordenada em direcção ao eixo Y do primeiro ponto do círculo (ver figura 227).

X2; coordenada em direcção ao eixo X do segundo ponto do círculo (ver figura 227).
Y2; coordenada em direcção ao eixo Y do segundo ponto do círculo (ver figura 227).

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327
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

X3; coordenada em direcção ao eixo X do terceiro ponto do círculo (ver figura 227).

Y3; coordenada em direcção ao eixo Y do terceiro ponto do círculo (ver figura 227).

Figura 227
X X1, Y1

Y
X3, Y3 X2, Y2

Alfa inicial; ângulo do ponto inicial do círculo.


Vel. Trab; velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; velocidade de rotação da ferramenta.

Direcção; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Descrição dos campos da janela de diálogo Rectângulo:


Usar; ponto de referência para estabelecer as coordenadas do ponto inicial do rectângulo.
Escolher se o sistema deve considerar como ponto de referência o canto do rectângulo, opção
Corner, ou o centro do rectângulo, opção Center.

Canto; canto de referência utilizado no cálculo das coordenadas do ponto inicial do rectângulo. A
ser utilizado somente no caso em que tenha sido definida a opção Corner no campo Usar.
X centro; coordenada em direcção ao eixo X do centro do rectângulo. Esse campo é visualizado
somente no caso em que tenha sido definida a opção Center no campo Usar.

Y centro; coordenada em direcção ao eixo Y do centro do rectângulo. Esse campo é visualizado


somente no caso em que tenha sido definida a opção Center no campo Usar.

X canto; coordenada em direcção ao eixo X do canto do rectângulo definido no campoCanto,


para obter o ponto inicial do rectângulo. Esse campo é visualizado somente no caso em que tenha
sido definida a opção Corner no campo Usar.

Y canto; coordenada em direcção ao eixo X do canto do rectângulo definido no campoCanto,


para obter o ponto inicial do rectângulo. Esse campo é visualizado somente no caso em que tenha
sido definida a opção Corner no campo Usar.
Comprimento; dimensão do rectângulo em direcção ao eixo X.

Altura; dimensão do rectângulo em direcção ao eixo Y.

Tipo chanfro; opções para chanfrar os ângulos do rectângulo. Escolher uma entre as opções a
seguir:
Nenhum; para não realizar o chanfro.
Linear; para realizar um chanfro linear.
Circular; para realizar um chanfro arredondado.
Dist. chanfro; dimensão do chanfro.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Lado inicial; lado do rectângulo do qual partir iniciar a realização do trabalho (figura 228).

Figura 228
1

4 2

Distância inicial; valor do ponto inicial do lado do rectângulo configurado anteriormente do qual
iniciar a realização do trabalho. Caso queira escolher o centro do lado, introduzir a constante
HALF.

Alfa; ângulo de rotação do rectângulo (ref. A figura 229) respeito ao centro do próprio rectângulo.

Figura 229

Vel. Trab; velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; velocidade de rotação da ferramenta.


Canto vivo; configuração do canto vivo do rectângulo. Escolher uma das opções possíveis para
definir que o trabalho do rectângulo deve manter os cantos vivos.

Direcção; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Descrição dos campos da janela de diálogo Polígono:


X centro;coordenada em direcção ao eixo X do centro do polígono.

Y centro; coordenada em direcção ao eixo Y do centro do polígono.

Raio; valor do raio do círculo imaginário dentro do qual é realizado o polígono.


N. lados; número dos lados do polígono.

Tipo chanfro; opções para chanfrar os ângulos do polígono. Escolher uma entre as opções a
seguir:
Nenhum; para não realizar o chanfro.
Linear; para realizar um chanfro linear.
Circular; para realizar um chanfro arredondado.

Dist. chanfro; dimensão do chanfro.


Lado inicial; lado do polígono do qual partir para realizar o trabalho.

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329
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Distância inicial; valor do ponto inicial do lado do polígono configurado anteriormente do qual
iniciar a realizar o trabalho. Caso queira escolher o centro do lado, introduzir a constante HALF.

Alfa; ângulo de rotação do polígono (ref. A figura 229) respeito ao centro do próprio polígono.

Vel. Trab; velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; velocidade de rotação da ferramenta.

Canto vivo; configuração da aresta viva do polígono. Escolher uma das opções possíveis para
definir que o trabalho do polígono deve manter os cantos vivos.
Direcção; ; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Descrição dos campos da janela de diálogo Estrela:


X centro; coordenada em direcção ao eixo X do centro da estrela.

Y centro; coordenada em direcção ao eixo Y do centro da estrela.

Raio ext.; raio do círculo externo à estrela (ref. A figura 230).

Raio int.; raio do círculo interno à estrela (ref. B figura 230).

Figura 230

Y
A
B

N. pontas; número de pontas da estrela.

Tipo chanfro; opções para chanfrar os ângulos da estrela. Escolher uma entre as opções a
seguir:
Nenhum; para não realizar o chanfro.
Linear; para realizar um chanfro linear.
Circular; para realizar um chanfro arredondado.

Dist. chanfro; comprimento do chanfro.

Lado inicial; lado da estrela do qual partir para realizar o trabalho.


Distância inicial; valor do ponto inicial do lado da estrela configurado anteriormente do qual
iniciar a realizar o trabalho. Caso queira escolher o centro do lado, introduzir a constante HALF.

Alfa; ângulo de rotação da estrela (ref. A figura 231) respeito ao centro da própria estrela.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Figura 231

Vel. Trab; velocidade de avanço da ferramenta.

Vel. Rot; velocidade de rotação da ferramenta.


Canto vivo; configuração do canto vivo da estrela. Escolher uma das opções possíveis para
definir que o trabalho da estrela deve manter os cantos vivos.

Direcção; direcção da geometria; configurar dirCCW para definir a direcção no sentido anti-
horário, ou configurar dirCW para definir a direcção em sentido horário.

Exemplo
Figura 232: exemplo de como realizar um desenho utilizando os comandos Linhas e Arcos tomando como
ponto de referência o canto "1" da peça(ref.1).

GEO ID="P1002" SIDE=0 CRN="1" DP=10 ER=NO

START_POINT X=120 Y=264.2061763 (ref. A)


LINE_EP XE=120 YE=410.208482 (ref. B)
LINE_EP XE=584 YE=410.208482 (ref. C)
LINE_EP XE=584 YE=360.208482 (ref. D)
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=336.9771299 XC=607.9429514 YC=360.208482 DIR=dirCW (ref. E)
ARC_EPCE XE=602.1490579 YE=191.4352226 XC=584 YC=264.2061763 DIR=dirCCW (ref. F)
ARC_EPCE XE=584 YE=168.2038705 XC=607.9429514 YC=168.2038705 DIR=dirCW (ref. G)
LINE_EP XE=584 YE=118.2038705 (ref. H)
LINE_EP XE=120 YE=118.2038705 (ref. I)
LINE_EP XE=120 YE=264.2061763 (ref. J)
ENDPATH

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331
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

15.4 Criação do texto


Com BiesseWorks é possível efectuar um perfil em forma de texto (ver capítulo 13) ao qual
associar o trabalho de fresagem.
Para visualizar a janela de diálogo específica na qual definir os parâmetros do texto, clicar no
botão e no botão .

Figura 233: janela Texto

Elenco e descrição dos campos


CRN; permite configurar o canto de referência da peça. Seleccionar na figura da parte superior o
canto desejado

SIDE; permite escolher o lado da peça sobre o qual realizar a peça. Seleccionar na figura posta
na parte superior o lado desejado ou introduzir no campo o número do lado.

Identif. geom.; permite inserir um código (nome) para identificar a geometria nas linhas de
programação. O ID serve para renomear nas janelas específicas da fresagem a geometria a ser
trabalhada.

Nome font; permite escolher o tipo de fonte desejada. Aconselha-se de utilizar somente fontes do
tipo “True Type”.

Altura; permite definir a dimensão em altura da palavra.

Extensão; permite definir a extensão em comprimento da palavra.

Negrito; permite configurar o negrito, para tornar a palavra mais marcada.

Itálico; permite transformar a palavra em itálico.


Sublinhado; permite sublinhar a palavra.

Barrado; permite marcar a palavra com uma barra.

Texto; permite inserir o texto que deve aparecer na área gráfica da aplicação Editor.
X; permite inserir a coordenada em direcção ao eixo X do ponto de partida da palavra.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Y; permite inserir a coordenada em direcção ao eixo Y do ponto de partida da palavra.

Exactidão; permite definir o índice para definir a precisão da fonte.


Ângulo; permite definir o ângulo de rotação sobre o plano X, Y do texto.

Direcção; permite definir o sentido da palavra com base no ponto de partida.

Alinhament; permite definir o tipo de alinhamento da palavra com base no ponto de partida.
Raio; permite definir o raio do círculo, a ser utilizado somente no caso em que tenha sido
escolhida a opção Texto em círculo no campo Geometria.

Geometria; permite definir o tipo de percurso sobre o qual fazer correr o texto, isto é, percurso
linear ou circular.
Texto em linha; distribui o texto em modo linear.
Texto em círculo; distribui o texto em modo circular.

Posição; permite indicar a posição do texto aplicado ao círculo, no caso em que tenha sido
escolhida a opção Texto em círculo no campo Geometria.
Perfil externo= o texto é realizado seguindo o perfil externo ao círculo.
Perfil interno= o texto é realizado seguindo o perfil interno ao círculo.

; permite escolher a repetição em direcção ao eixo X. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
elementos geométricos (ref.DX figura 215).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; permite escolher a repetição em direcção ao eixo Y. Configurar os campos a seguir:

Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
elementos geométricos (ref.DY figura 215).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; permite escolher a repetição sobre o passo X-Y. Configurar os campos a seguir:

Passo X; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo X que define a distância entre os
elementos geométricos.
Passo Y; valor do eixo intermediário em direcção ao eixo Y que define a distância entre os
elementos geométricos.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; permite escolher a repetição sobre a recta em ângulo. Configurar os campos a seguir:

Ângulo; angulação da recta ao longo da qual são realizadas as repetições (ref. ARP figura
215).
Passo compr.; distância entre os elementos geométricos LRP figura 215).
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

; permite escolher a repetição sobre a circunferência. Configurar os campos a seguir:

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333
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

Ângulo inicial; valor do ângulo A do qual partir para realizar as repetições (ver exemplos
ilustrados na figura218 e na figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de
dados 1º Elemento.
Passo angular; valor do passo angular (DA) que deve correr entre uma repetição e outra.
Raio; raio da circunferência em torno da qual são realizadas as repetições (ver exemplos
ilustrados na figura 218 e na figura 219). Activa-se desactivando o marcador no campo de
dados 1º Elemento.
XRC; quota em X do centro de rotação da circunferência em torno da qual é realizada a
repetição.
YRC; quota em Y do centro de rotação da circunferência em torno da qual é realizada a
repetição.
Radial; habilita a repetição radial (ver exemplos ilustrados na figura 217 e na figura 219).
1º Elemento; habilita o primeiro elemento ER como o inicial da repetição (repetições focais)
eliminando o campo Ângulo inicial e o campo Raio (ver exemplos ilustrados na figura 216 e na
figura 217). Aconselha-se manter esse campo sempre habilitado.
Num. Repet.; número das repetições desejadas.

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15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

15.5 Descomposição de uma GEO/ROUT


O comando Descompõe o trabalho do menu rápido permite separar os perfis contidos na mesma
geometria, GEO o ROUT, criando para cada um deles uma GEO ou uma ROUT.

O desenho ilustrado na figura 234 mostra duas geometrias contidas na GEO "P1009" (exemplo
1). Neste caso, é possível efectuar uma decomposição da própria GEO, que é automaticamente
dividida em duas: GEO “P1037” para o perfil A e GEO "P1038" para o perfil B (exemplo 2).

Figura 234

Exemplo 1: perfis ilustrados na figura 234, contidos na GEO "P1009".

GEO ID="P1009" SIDE=0 CRN="2" DP=20

START_POINT X=275.261954 Y=251.0540422


LINE_EP XE=275.261954 YE=90.1433395
ARC_EPCE XE=216.3439676 YE=72.2897433 XC=270.3291371 YC=0.2786228 DIR=dirCCW
ARC_EPCE XE=125.7202393 YE=69.9980421 XC=169.4203013 YC=134.8814852 DIR=dirCW
ARC_EPCE XE=67.8693544 YE=91.0540422 XC=67.8693544 YC=1.0540422 DIR=dirCCW
LINE_EP XE=67.8693544 YE=411.0540422
ARC_EPCE XE=125.7202393 YE=432.1100424 XC=67.8693544 YC=501.0540422 DIR=dirCCW
ARC_EPCE XE=216.3439676 YE=429.8183411 XC=169.4203013 YC=367.2265993 DIR=dirCW
ARC_EPCE XE=275.261954 YE=411.9647449 XC=270.3291371 YC=501.8294617 DIR=dirCCW
LINE_EP XE=275.261954 YE=251.0540422
START_POINT X=400 Y=500
LINE_EP XE=700 YE=500
LINE_EP XE=700 YE=700
LINE_EP XE=400 YE=700
LINE_EP XE=400 YE=500
ENDPATH

Exemplo 2: perfis ilustrados na figura 234, divididos em duas GEO: “P1037”; “P1038”

GEO ID="P1037" SIDE=0 CRN="2" DP=20

BIESSE S.p.A. © - a721k0006.fm081008


335
15 Criação dos perfis com as ferramentas EGA

START_POINT X=275.261954 Y=251.0540422


LINE_EP XE=275.261954 YE=90.1433395
ARC_EPCE XE=216.3439676 YE=72.2897433 XC=270.3291371 YC=0.2786228 DIR=dirCCW
ARC_EPCE XE=125.7202393 YE=69.9980421 XC=169.4203013 YC=134.8814852 DIR=dirCW
ARC_EPCE XE=67.8693544 YE=91.0540422 XC=67.8693544 YC=1.0540422 DIR=dirCCW
LINE_EP XE=67.8693544 YE=411.0540422
ARC_EPCE XE=125.7202393 YE=432.1100424 XC=67.8693544 YC=501.0540422 DIR=dirCCW
ARC_EPCE XE=216.3439676 YE=429.8183411 XC=169.4203013 YC=367.2265993 DIR=dirCW
ARC_EPCE XE=275.261954 YE=411.9647449 XC=270.3291371 YC=501.8294617 DIR=dirCCW
LINE_EP XE=275.261954 YE=251.0540422
ENDPATH

GEO ID="P1038" SIDE=0 CRN="2" DP=20

START_POINT X=400 Y=500


LINE_EP XE=700 YE=500
LINE_EP XE=700 YE=700
LINE_EP XE=400 YE=700
LINE_EP XE=400 YE=500
ENDPATH

Para decompor a geometria, seleccionar a linha de programação ou o item da área com a lista em
árvore, visualizar o menu rápido, seleccionar a opção Operações > Descompõe o trabalho.

Figura 235

336 BIESSE S.p.A. © - a721k0006.fm081008


16 Criação dos perfis com SmartSketch

16 Criação dos perfis com


SmartSketch

O CAD SmartSketch integrado permite realizar perfis geométricos bi-dimensionais que interagem
directamente com a aplicação Editor.

O desejo de utilizar como interface gráfica aquela do software SmartSketch, excluindo a área
gráfica do Editor, visualizar a janela Setup e clicar na ficha Ambiente Editor. Habilitar o botão de
opção CAD 2D . Nesse caso, o CAD é iniciado automaticamente junto à aplicação Editor do
BiesseWorks.

O desejo de utilizar como interface gráfica tanto a do software SmartSketch quanto a área gráfica
do Editor, visualizar a janela Setup e clicar na ficha Ambiente Editor. Habilitar o botão de opção
CAM . Nesse caso o CAD deve ser iniciado com o botão .

16.1 Criação dos desenhos


Para a criação dos desenhos, consultar o manual fornecido com o CAD SmartSketch.

16.2 O menu CAM


Colar; insere no CAD e no aplicativo Editor o desenho definido como trabalho, recortado ou
copiado anteriormente.

Eliminar ponto de partida; elimina do desenho o ponto de partida.

Programar ponto de partida; aplica no desenho criado com o CAD o ponto do qual deseja partir
para realizar o trabalho.

Procurar percurso; localiza o caminho ao qual é conectado o elemento do desenho seleccionado.

Verificar percurso fechado; permite controlar se a geometria seleccionada é uma geometria


fechada ou aberta.

Opções Cam...; exibe-se a janela de diálogo Opções Cam....

BIESSE S.p.A. © - a721k0007.fm081008


337
16 Criação dos perfis com SmartSketch

16.3 Barras de ferramentas


Ao utilizar o CAD SmartSketch são exibidas duas barras de ferramentas que permitem a
interacção com a aplicação Editor.

Barra Tecnologia
Botão Descrição
Transforma o desenho criado com o CAD em um trabalho de perfuração.

Transforma o desenho criado com o CAD em um trabalho de corte.

Transforma o desenho criado com o CAD em um trabalho de fresagem.

Transforma o desenho criado com o CAD em um trabalho de inserção, por


exemplo, um trabalho de fixação de chapas de montagem, das articulações
etc.
Transforma o desenho criado com o CAD em uma geometria.

Transforma o desenho criado com o CAD em um lado da peça de superfície


plana.
Transforma o desenho criado com o CAD em um lado da peça de superfície
curvilínea.
Define o elemento criado com o CAD como lado da peça.

Actualiza o desenho com base nas novas informações.

Guarda as alterações realizadas no desenho

Anula as alterações realizadas no desenho.

338 BIESSE S.p.A. © - a721k0007.fm081008


16 Criação dos perfis com SmartSketch

Barra CAM
Botão Descrição
Aplica ao desenho criado com o CAD o ponto do qual deseja partir para
realizar o trabalho.
Localiza o caminho ao qual é conectado o elemento do desenho
seleccionado.

16.4 Utilização do menu rápido


Depois de ter realizado o desenho e ter atribuído a ele um específico trabalho ou função com as
especiais ferramentas de BiesseWorks (Barra Tecnologia), é possível efectuar modificações
através da utilização de um específico menu rápido que permite que o CAD SmartSketch e o
aplicativo Editor possam interagir.

Para visualizá-lo, seleccionar o desenho e premer a tecla direita do mouse.

Figura 236

Cortar trabalho; elimina o desenho criado e definido como trabalho do CAD e da aplicação Editor.

Copiar trabalho; copia o desenho seleccionado e definido como trabalho no CAD e na aplicação
Editor.

Colar trabalho; insere no CAD e no aplicativo Editor o desenho definido como trabalho, recortado
ou copiado anteriormente.

Propriedades; visualiza a janela de diálogo com as propriedades do desenho seleccionado. Por


exemplo se o desenho foi definido como um elemento geométrico, é visualizada a janela
Definição geometria.

Modificar geometria; altera o desenho criado. Se desejar actualizar o desenho modificado na área
gráfica da aplicação Editor, clicar no botão .

Eliminar trabalho; elimina o desenho criado e definido como trabalho do CAD e da aplicação
Editor.

Remover tecnologia; elimina o desenho criado e definido como trabalho pela aplicação Editor,
deixando-o no CAD somente como figura geométrica.

BIESSE S.p.A. © - a721k0007.fm081008


339
16 Criação dos perfis com SmartSketch

16.5 Procedimento para permitir ao CAD de interagir


com a aplicação Editor
Depois de ter criado o desenho com o CAD, antes de movê-lo para a aplicação Editor, executar o
procedimento a seguir:

1. Seleccionar um segmento do desenho e clicar no botão para definir o ponto em que a


ferramenta deve iniciar o trabalho do perfil. Definir:
a direcção do ponto (ref. A);
o ponto do qual partir: de P1, de P2 ou do centro do segmento (ref. B). Caso sejam habilitados
P1 ou P2, informar a distância desses pontos no campo C.
Clicar no campo OK para confirmar.

2. Evidenciar o desenho criando uma área de selecção ou utilizando o botão


.

3. Agrupar o desenho utilizando o comando específico do CAD.

4. Associar a tecnologia ao desenho utilizando os botões descritos no item 16.3.

16.6 Utilização da barra Tecnologia


A barra dos instrumentos Tecnologia permite a criação de uma relação de interacção entre as
duas aplicações, movendo os desenhos criados na aplicação Editor. Permite dar uma definição
específica à figura geométrica desenhada, definindo-a como geometria, como perfuração,
fresagem, superfície plana, superfície curvilínea ou como peça.

Como criar uma perfuração


Para criar um trabalho de perfuração, criar círculos com o CAD, seleccioná-los e clicar no botão
. Definir os dados necessários ao interno da janela de diálogo específica (para a descrição,
consultar o parágrafo 13.2 na pág. 274).

Como criar um trabalho de corte


Para criar um trabalho de corte com a lâmina circular, criar os desenhos com o CAD e informar os
dados descritos no item 16.5. Seleccionar o desenho agrupado e clicar no botão . Definir os
dados necessários ao interno da janela de diálogo específica (para a descrição, consultar o
parágrafo 13.3 na pág. 281).

340 BIESSE S.p.A. © - a721k0007.fm081008


16 Criação dos perfis com SmartSketch

Como criar uma fresagem


Para criar um trabalho de fresagem, criar o desenho com o CAD e informar os dados descritos no
item 16.5. Seleccionar o desenho agrupado e clicar no botão . Definir os dados necessários
ao interno da janela de diálogo específica (para a descrição, consultar o parágrafo 13.1 na pág.
251).

Como criar uma inserção


Para criar um trabalho de inserção, criar o desenho com o CAD e informar os dados descritos no
item 16.5. Seleccionar o desenho agrupado e clicar no botão . Definir os dados necessários
ao interno da janela de diálogo (pela descrição, consultar o capítulo 13).

Como criar uma figura geométrica


Para criar uma figura geométrica sem nenhuma informação acerca dos dados de trabalho, criar o
desenho com o CAD e executar os procedimentos descritos no item 16.5. Seleccionar o desenho
agrupado e clicar no botão . Definir os dados necessários dentro da janela de diálogo
específica.

CRN; permite configurar o canto de referência da peça. Seleccionar na figura da parte superior o
canto desejado

Identif. geom.; permite inserir um código (nome) para identificar a geometria dentro das linhas de
programação.

Profundidade; permite definir a distância DP entre o lado superior da peça (ref. A, figura 237) e o
lado superior da ilha (ref. B, figura 237), caso utilize a geometria como ilha.

Figura 237

Como criar uma superfície plana


Para criar um lado da peça com superfície plana, desenhar com o CAD uma linha, seleccioná-la e
clicar no botão .

BIESSE S.p.A. © - a721k0007.fm081008


341
16 Criação dos perfis com SmartSketch

Como criar uma superfície curvilínea


Para criar um lado da peça com superfície curvilínea, desenhar com o CAD um segmento
curvilíneo, seleccioná-lo e clicar no botão .

Como criar as dimensões da peça


Para criar uma peça a ser movida na aplicação Editor, desenhar com o CAD vários segmentos,
seleccioná-los um de cada vez e clicar no botão . Escolher uma entre as três dimensões
disponíveis: LPX, LPY, LPZ.

342 BIESSE S.p.A. © - a721k0007.fm081008


17 Parametrização do programa

17 Parametrização do programa

A parametrização do programa consiste na adequação automática do trabalho ao variar das


dimensões da peça. Por isso, torna-se necessária a utilização de variáveis e, em alguns casos,
também das instruções VBScript.

17.1 As variáveis
Por variável entende-se uma medida ou uma quantidade que pode assumir valores diferentes. O
BiesseWorks diferencia as variáveis em três tipos: Ambiente, Globais e Locais.
„ As variáveis do tipo Ambiente são válidas em todos os programas e as macros do
BiesseWorks Cada alteração modifica todos os programas e as macros nos quais essas
variáveis estão inseridas. Aconselha-se, então, evitar trazer alterações a essa tipologia de
variáveis.
„ As variáveis de tipo Globais são válidas somente no programa ou na macro nos quais são
criadas. Podem ser alteradas em modo temporário do externo, por exemplo, na tabela das
variáveis de um programa inserido em uma lista ou na tabela das variáveis de uma macro
inserida em um programa.
„ As variáveis de tipo Locais são válidas somente no programa em que são criadas e não
podem ser modificadas do externo.
Também as variáveis declaradas entre as linhas do programa com a sintaxe prevista na
linguagem VBScript pertencem a esse tipo de variáveis; diferentemente das outras, porém,
não podem ser modificadas na janela Variáveis do programa - [%1], mas somente na linha de
programação na qual se encontram.
Atenção para o caso em que o nome de uma variável indicada na janela Variáveis do
programa - [%1] e o nome de uma variável declarada entre as linhas de programação
correspondam, pois é tido como válido somente o valor desta última.

Variáveis da peça
O BiesseWorks disponibiliza ao utilizador também alguns parâmetros que podem ser utilizados
como variáveis, chamados "variáveis da peça". Essas variáveis são geridas de modo diferente em
relação às outras, tanto na visualização quanto na alteração.
Se forem incluídas em um programa aberto em lista, é possível modificar os valores de forma

BIESSE S.p.A. © - a720k0019.fm081008


343
17 Parametrização do programa

temporária, como para as variáveis globais. A seguir, listamos os parâmetros definidos “variáveis
da peça”.

Parâmetro Texto da janela de diálogo Descrição

CKOP Deslocam. em X; Permite habilitar o deslocamento da


Deslocam. em Y; origem.
Desl. teclado

CUSTSTR Dados utente Utiliza-se para indicar os parâmetros


personalizados.

FCN Medidas poleg. Permite a configuração da unidade de


medida: 0=milímetros, 1=polegadas.

JIGTH Esp.v.mold. Espessura do contra-molde.

LPX LPX Dimensões da peça em direcção ao eixo


máquina X (comprimento).

LPY LPY Dimensões da peça em direcção ao eixo


máquina Y (largura).

LPZ LPZ Dimensões da peça em direcção ao eixo


máquina Z (espessura).

MATERIAL Material Utiliza-se para indicar o nome do material


da peça.

ORLST Lista origens Utiliza-se para indicar a lista das origens


(utilizar a vírgula como separador).

SIMMETRY Simetria Utiliza-se para habilitar a simetria no


trabalho da peça.

TLCHK Utiliza-se para activar a optimização sobre


o apetrechamento activo: 0=habilitada
1=desabilitada. Não activada.

TOOLING Utiliza-se para indicar o apetrechamento.


Não activada.

UNICLAMP Uniclamp habilita o uso dos prensadores (Uniclamp).


0 = DESABILITADO 1 = HABILITADO

UNIQUE Origem única Utiliza-se para habilitar a origem única (0/


1).

XCUT Quota corte X Quota de segurança em direcção ao eixo


da máquina X para a suspensão automática
do trabalho.

YCUT Quota corte Y Quota de segurança em direcção ao eixo


da máquina Y para a suspensão automática
do trabalho. Não activada.

344 BIESSE S.p.A. © - a720k0019.fm081008


17 Parametrização do programa

17.2 Gestão das variáveis


As variáveis são geridas (criadas, eliminadas, ordenadas, salvas, etc) dentro da janela de diálogo
Variáveis do programa - [%1]. Para visualizá-la, clicar no botão ou seleccionar o menu
Programa e a opção Variáveis.

Figura 238:Janela Variáveis do programa - [%1]

„ botão de opção Ambiente; permite gerenciar somente as variáveis de tipo Ambiente.

„ botão de opção Globais; permite gerenciar somente as variáveis de tipo Globais.

„ botão de opção Locais; permite gerenciar somente as variáveis de tipo Locais.

„ botão de opção Todas; permite gerenciar as três tipologias de variáveis.

Criar as variáveis
O nome das variáveis deve ser criado tendo em consideração as regras a seguir:
„ não deve nunca iniciar com um número, mas com uma letra do alfabeto;

„ não pode conter espaços e outros caracteres especiais (p. ex.: operadores como +; <; >; -; *;
etc.);
„ não deve ser composto de mais de 255 caracteres;

„ pode ser introduzido em maiúsculas ou minúsculas.

O valor das variáveis deve ser criado tendo em consideração as regras a seguir:
„ pode ser um número;

„ pode ser uma expressão contendo variáveis pré-definidas (p. ex.: LPX; LPY etc.) ou variáveis
criadas pelo mesmo operador. As variáveis que contêm como valor uma expressão
construída com variáveis (exemplo: VARIAB=VARX1+VARX2*2) devem ser inseridas sempre
depois das variáveis nelas contidas.

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345
17 Parametrização do programa

As expressões podem ser construídas levando em conta todos os operadores aritméticos


aceitos por VBScript (consultar “Operadores aritméticos”, pág. 347).

Para criar programas mais legíveis e interpretáveis também por outros utilizadores, é
aconselhável criar variáveis com nomes lógicos. Por exemplo, uma variável que deve conter ou
calcular o número de repetições pode ser chamada “nrRep”, onde “nr…” quer dizer número e
"…Rep” quer dizer repetições.
Para criar as variáveis, observar o seguinte procedimento:

1. Seleccionar o botão de opção correspondente ao tipo de variável que se deseja criar.

2. Clicar no botão para acrescentar uma nova linha.

3. Preencher os campos de dados da linha. Em correspondência da coluna, Nome escrever o


nome da variável; atenção: para um correcto funcionamento do programa, nomear as
variáveis utilizando um nome diverso daqueles indicados nos anexos B e C.

Na coluna Valor introduzir o valor da variável. Na coluna Descrição escrever um comentário


(facultativo). Na coluna Tipo escolher o atributo que define a utilização da variável:
• Distânc.; define o valor como uma distância que pode ser elaborada durante a conversão
de mm em polegadas ou vice-versa;
• Genérico; indica que o valor é determinado dependendo do contexto, por exemplo, no caso
das variáveis de apoio;
• Inteiro; indica que o valor a ser conferido à variável deve ser um número inteiro;
• Real; define como válida tanto a parte inteira do valor quanto a parte decimal, isto é, os
números após a vírgula;
• Faixa; indica que o valor deve ser considerado somente como texto;
• Velocidade; define o valor como uma velocidade que pode ser elaborada durante a
conversão de milímetros em polegadas ou vice-versa.

4. Salvar as alterações clicando no botão .

346 BIESSE S.p.A. © - a720k0019.fm081008


17 Parametrização do programa

Operadores aritméticos
Além dos normais caracteres alfanuméricos, o BiesseWorks permite definir o valor de uma
variável ou de um campo de dados através de um conjunto de caracteres ditos “padrão” e as
funções de cálculo específicas da linguagem VBScript.

Lista dos operadores aritméticos padrão

Caractere Operação matemática Sintaxe

+ Soma. X+X ou (X)+(X)

- Subtracção. X-X ou (X)-(X)

* Multiplicação. X*X ou (X)*(X)

/ Divisão. X/X ou (X)/(X)

Lista das principais funções de cálculo VBScript

Funções Operação matemática Sintaxe

Abs Cálculo do valor absoluto de “X”. Abs(X)

Atn Cálculo do arco-tangente de “X”. Atn(X)

Cos Cálculo do coseno de “X”. Cos(X)

Int Cálculo da parte inteira do valor de “X”. Int(X)

Sgn Cálculo do signo algébrico de "X" Sgn(X)

Sin Cálculo do senos de “X”. Sin(X)

Sqr Cálculo da raiz quadrada de “X”. Sqr(X)

Tan Cálculo da tangente de “X”. Tan(X)

Lista dos operadores aritméticos "avançados" VBScript

Sintaxe de exemplo
Caractere Descrição do operador Resultado do exemplo
(a=5, b=2)

\ Divisão inteira c=a\b 2

Mod Módulo c=a Mod b 1

^ Elevação à potência c=a^b 25

& Encadeamento das c=a & b 52


expressões alfanuméricas

Lista dos operadores de comparação VBScript

Caractere Descrição do operador

= Igual

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17 Parametrização do programa

Caractere Descrição do operador

>= Maior ou igual a

<= Menor ou igual a

<> Diferente

< Menor

> Maior

Lista dos operadores lógicos VBScript

Caractere Descrição do operador

Not Negação

And Conjunção lógica

Or Disjunção lógica

Ordenar as variáveis
Para definir a ordem sequencial das variáveis, seleccioná-las e clicar no botão ou .

Alterar a tipologia das variáveis


Para alterar a tipologia de uma variável, seleccioná-la e clicar no botão . Escolher a nova
tipologia de destino da variável e clicar no botão .

Actualizar a lista
Escolher a lista das variáveis clicando no botão de opção correspondente e clicar no botão .

Apagar variáveis individuais


Seleccionar a variável a ser apagada e clicar no botão .

Eliminar as variáveis visualizadas


Para eliminar as variáveis da tipologia activa, isto é, aquelas visualizadas por meio de um dos
quatro botões de opção situados abaixo, clicar no botão .

348 BIESSE S.p.A. © - a720k0019.fm081008


17 Parametrização do programa

O apagamento das variáveis de tipo Ambiente provoca algumas repercussões em


todos os programas em que foram incluídas. Portanto, antes de eliminá-las,
recomenda-se realizar sempre uma verificação da existência de programas que
contêm esse tipo de variáveis.

Salvar as variáveis
Para salvar as alterações, clicar no botão ; para anular as alterações clicar no botão .

Imprimir a lista das variáveis


Escolher a lista das variáveis clicando no botão de opção correspondente e clicar no botão .

17.3 Utilização das variáveis


Para obter um programa parametrizado, inserir nos campos de dados as variáveis especialmente
criadas. Cada programa pode ser parametrizado completa ou parcialmente, com base no
resultado que se deseja obter. Se as variáveis estiverem inseridas somente em alguns campos de
dados, obter-se-á um programa parcialmente parametrizado.

Visualizar e identificar as variáveis disponíveis


Para ter uma visão completa de todas as variáveis disponíveis, clicar no botão ou seleccionar
o menu Programa > Variáveis e acessar a janela Variáveis do programa - [%1].

Para visualizar todas ao mesmo tempo, clicar no botão de opção Todas. As variáveis de tipo
Globais têm o ícone (azul) , aquelas de tipo Locais têm o ícone (azul) e aquelas de tipo
Ambiente têm o ícone (vermelho) .

17.4 Instruções pré-definidas de VBScript


As instruções de VBScript permitem realizar operações em determinadas condições. Para os
utilizadores menos experientes, o BiesseWorks permite inserir nas linhas de programação a
sintaxe de algumas instruções VBScript, a seguir indicadas. Sucessivamente, as instruções
inseridas deverão ser preenchidas manualmente com a inserção ou definição de eventuais
variáveis e seus valores.

Diante da difusão de VBScript (Visual Basic Scripting) como linguagem de programação, neste
manual são indicadas algumas instruções, aconselhando a leitura de textos específicos para
aqueles que queiram aprofundar o assunto.

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349
17 Parametrização do programa

Instruções “For…Next”
A instrução For…Next permite repetir um bloco de instruções ou linhas de programação pelo
número de vezes especificado. Nos ciclos For é utilizada uma variável contadora cujo valor é
incrementado ou diminuído toda vez que o ciclo se repete.
A instrução For especifica a variável contadora i e os relativos valores de início e de fim.
A instrução Next incrementa a variável contadora de 1.
No exemplo a seguir, é configurado a sintaxe para realizar uma repetição de 5 furos com eixo
intermediário de 32 mm:

Figura 239: exemplo de uma sintaxe para realizar uma repetição.

AxisToAxis é a variável criada para definir o eixo


intermediário entre cada do furo;

Limit é a variável criada para definir o máximo de


repetição do furo;

Dim i,Limit,AxisToAxis
AxisToAxis=32
Limit=5
For i=1 to Limit step 1
BV SIDE=0 CRN="1" X=100+AxisToAxis*i Y=80 Z=0 DP=10 DIA=5
Next

Instruções condicionais “If…Then” e “If…Then…Else”


As instruções If…Then…Else permitem a execução de uma instrução específica ou de um bloco
de instruções com base no valor de uma condição que pode ser verdadeira ou falsa.

No exemplo a seguir, é configurado a sintaxe para realizar uma repetição de 5 furos com eixo
intermediário 32 (mm) somente se a condição LPX=>LPY*2 for verdadeira, isto é, se a dimensão
da peça em direcção ao eixo X (LPX) for igual ou superior ao resultado da multiplicação da
dimensão da peça em direcção ao eixo Y por 2 (LPY*2).
Se a condição resultar falsa, a instrução For…Next não é realizada e passa directamente à
interpretação da linha sucessiva ao End If.

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17 Parametrização do programa

Figura 240: exemplo de uma sintaxe para realizar uma repetição.

AxisToAxis é a variável criada para definir o eixo


intermediário entre cada do furo;

Limit é a variável criada para definir o máximo de


repetição do furo;

Dim i,Limit,AxisToAxis
LPX=600
LPY=300
AxisToAxis=32
Limit=5
If LPX=>LPY*2 Then
For i=1 to Limit step 1
BV SIDE=0 CRN="1" X=100+AxisToAxis*i Y=80 Z=0 DP=10 DIA=10
Next
End If

No exemplo a seguir, é utilizada a password Else, que significa "ou", isto é, se a condição If
resultar falsa, são interpretadas as linhas de programação depois de Else até End If. Nesse caso,
é realizado um furo de diâmetro 20 (mm) e profundidade 10 (mm) no meio da peça.

Figura 241

If LPX<LPY*2 Then
For i=1 to Limit step 1
BV SIDE=0 CRN="1" X=100+AxisToAxis*i Y=80 Z=0 DP=10 DIA=10
Next
Else
BV SIDE=0 CRN="1" X=LPX/2 Y=LPY/2 Z=0 DP=10 DIA=20
End If

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351
17 Parametrização do programa

Instruções “While…WEnd”
Executa uma série de instruções até que a avaliação de uma determinada condição resulte
verdadeira, depois termina a execução.
Então, se a condição é verdadeira, são executadas todas as instruções até Wend. Depois
recomeça o controlo da condição e, se for ainda verdadeira, o procedimento repete-se. Se a
condição for falsa, são interpretadas as linhas de programação que se encontram depois de
Wend.
Os ciclos While…Wend podem ser nidificados em qualquer nível. Cada instrução Wend
corresponde à instrução While mais recente.

No exemplo a seguir, é configurado a sintaxe para realizar uma repetição de 5 furos com eixo
intermediário de 32 mm.

Figura 242: exemplo de uma sintaxe para realizar uma repetição.

AxisToAxis é a variável criada para definir o eixo


intermediário entre cada do furo;

Limit é a variável criada para definir o máximo de


repetição do furo;

Dim i,Limit,AxisToAxis
AxisToAxis=32
Limit=5
i=0
While (i<Limit)
BV SIDE=0 CRN="1" X=200+AxisToAxis*i Y=180 Z=0 DP=10 DIA=10
i=i+1
Wend

352 BIESSE S.p.A. © - a720k0019.fm081008


18 As macros

18 As macros

No BiesseWorks são definidos como “macros” os programas guardados com a extensão BSM,
que podem ser abertos e utilizados também no âmbito de outros documentos (ficheiros BPP). As
macros podem ser então programadas e parametrizadas como programas BPP, mesmo que não
possam conter "lados utilizador", isto é, lados da peça não considerados padrão, obtidos pela
transformação da geometria.

As instruções sobre a criação e sobre a aplicação das macros são explicadas por exercícios
dirigidos específicos, nos quais há referência a uma macro de fresagem parametrizada, a ser
utilizada para obter peças em forma de losango. Por convenção, a macro e o desenho terão
ambos o nome de "Losango".

Figura 243:

18.1 Criação das macros


As macros são obtidas iniciando-se um procedimento dirigido que permite salvar um programa de
trabalho novo ou existente em um ficheiro com extensão BSM.

Como criar a macro “losango”


1. Criar um novo documento (consultar o parágrafo 12.8 “Criação do documento” na pág. 216),
com as seguintes dimensões: LPX=800 (mm), LPY=500 (mm) e LPZ=12 (mm). Guardá-lo
utilizando a extensão BPP para evitar de perder os dados durante a criação do desenho.

BIESSE S.p.A. © - a720k0020.fm081008


353
18 As macros

2. Criar duas variáveis de tipo global (consultar o parágrafo 17.2 “Gestão das variáveis” na pág.
345), para calcular o comprimento (XX) e a angulação (KK) do lado 3:
AA=400
BB=250

3. Criar duas variáveis de tipo local, das quais obtêm-se os valores a serem usados
sucessivamente para desenhar a figura "losango":
XX=SQR((AA*AA)+(BB*BB))
KK=ATN(BB/AA)*(180/PI)
A constante global PI representa o símbolo π (pi grego), que equivale ao valor
3,1415926535...

SQR e ATN são funções VBScript (ver apêndice C).

4. Definir a geometria com o nome "losango" e configurar as coordenadas do ponto inicial do


losango no modo a seguir: X= 0; Y=BB (consultar o parágrafo “Como introduzir o ponto inicial
(START_POINT)” na pág.314).

5. Clicar no botão e depois no botão para desenhar a primeira linha (3) do "losango".
Configurar os dados nos campos indicados na figura abaixo.

354 BIESSE S.p.A. © - a720k0020.fm081008


18 As macros

6. Clicar no botão para desenhar a linha 4 do "losango". Configurar os dados nos campos
indicados na figura abaixo.

7. Clicar no botão para desenhar a linha 5 do "losango". Configurar os dados nos campos
indicados na figura abaixo.

8. Clicar no botão para desenhar a linha 6 do "losango". Configurar os dados nos campos
indicados na figura abaixo.

9. Seleccionar a geometria na área gráfica, clicar no botão e no botão para aplicar um


trabalho de fresagem à geometria "losango", como indicado no parágrafo 13.1 “Programação
das fresagens” na pág. 251. Verificar a quanto correspondem as linhas de programação
conforme indicado a seguir.
GEO ID="losango" SIDE=0 CRN="1" DP=0 DX=0 DY=0 R=0 DA=0 RDL=NO
START_POINT X=0 Y=AA
LINE_LNAN L=XX AA=KK
LINE_LNAN L=XX AA=-KK
LINE_ANYE AA=KK YE=0
LINE_ANXE AA=-KK XE=0
ENDPATH
ROUTG GID="losango" Z=0 DP=5 DIA=10 THR=YES
10. Para guardar o programa como um ficheiro “macro” com extensão BSM, abrir a janela de
diálogo específica das macros e executar as instruções presentes (consultar o parágrafo 18.2
“Guardar as macros”).

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355
18 As macros

18.2 Guardar as macros


Para guardar o programa utilizando a extensão BSM, seleccionar o menu Ficheiro e a opção Criar
Macro.

Figura 244: janela Passo 1/3 de MacroWizard

1. Inserir no campo de dados Nome da macroA1 o nome do ficheiro da macro sem extensão
(BSM), que é acrescentada automaticamente no final do processo de guardar.

2. Inserir no campo de dados Texto do menu e tooltip da toolbar o título do comando para
recuperar novamente a macro a ser utilizada.

3. Configurar o ficheiro contendo eventuais informações acerca da utilização da macro no


campo de dados Nome do ficheiro de ajudaA3. Essa informação não é obrigatória.

4. Clicar no botão para prosseguir.

5. Escolher no campo de dados Nome da bitmap para a barra dos instrumentos a imagem a ser
associada à macro pela barra de ferramentas.

6. Marcar a célula Mostra o botão na toolbar para criar o botão da macro na barra específica das
ferramentas (as dimensões do botão devem ser de 32X32 pixels).

7. Escolher no campo de dados Nome do bitmap de ajudaA5 a imagem bitmap de ajuda.

356 BIESSE S.p.A. © - a720k0020.fm081008


18 As macros

8. Criar a imagem bitmap personalizada utilizando o botão . Essa colocação é opcional (as
dimensões da imagem devem ser de 288X224 pixels).

9. Clicar no botão para prosseguir.

10. Marcar no quadro Parâmetros especiais comuns a todos os trabalhos as células


correspondentes aos parâmetros a serem incluídos na janela de diálogo da macro criada:
• Dados tecnológicos (DIA DP OPT ...); insere os parâmetros tecnológicos de trabalho.
• Macro da geometria (GID); insere o campo de dados Identif. geom. para localizar o código
de identificação do desenho.
• Lado (SIDE); insere a parte para indicar o canto de referência da peça.

• Canto (CRN); insere a parte para indicar o lado sobre o qual aplicar o trabalho.

• Iso (IIS); insere o campo de dados ISO.

11. Habilitar no quadro Lista das variáveis globais as variáveis de tipo Globais que se deseja
informar na janela de diálogo da macro criada. Neste caso, recuperando a macro, será
possível modificar os valores das variáveis escolhidas.

12. Clicar no botão para prosseguir.

13. Verificar a correcção dos dados e das informações na janela MacroWizard - Resumo.

14. Clicar no botão para terminar de guardar a macro.

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357
18 As macros

18.3 Descrição da janela de diálogo Lista das macro


Macro habilitadas; exibe a lista das macros habilitadas.

Macro não habilitadas; exibe a lista de todas as macros existentes a serem habilitadas.

; abre a macro seleccionada, visualizando seu conteúdo no aplicativo Editor.

; elimina a macro seleccionada na lista Macro não habilitadas. A macro eliminada é


definitivamente apagada também da pasta de origem (Biesse\BiesseWorks\Editor\Macros\....).

; fecha a janela de diálogo, guardando as configurações efectuadas.

Para visualizar a janela de diálogo Lista das macro, fechar todos os ficheiros abertos, seleccionar
o menu Ficheiro e a opção Macro.

Figura 245: janela de diálogo Lista das macro

358 BIESSE S.p.A. © - a720k0020.fm081008


18 As macros

18.4 Abertura, modificação e memorização da macro


„ Para abrir uma macro ao fim de visualizar seu conteúdo na interface do software, visualizar a
janela de diálogo Lista das macro (ver parágrafo 18.3, pág. 358), seleccionar com um duplo
clique do mouse a macro a ser aberta, ou seleccioná-la com um clique do mouse e clicar no
botão . O conteúdo da macro é exibido na aplicação; prosseguir com as alterações e
guardar a macro.
„ Para guardar a macro, seleccionar o menu Ficheiro e a opção Propriedades da macro....
Observar as seguintes indicações:
• Habilitar ou desabilitar as variáveis desejadas na tabela adequada.

• Para sobrescrever a macro, clicar no botão . Para criar uma nova com outro nome,
inserir um novo nome no campo apropriado e preencher os campos desejados (para a
descrição dos campos, consultar o parágrafo 18.2 “Guardar as macros”).
• Para sobrescrever a macro modificada, caso se adicione novas variáveis do tipo Globais,
marcar o rectângulo Activa compatibilidade. A activação deste parâmetro devolve a macro
modificada, compatível com os antigos programas que a contém.

18.5 Activação/desactivação das macros


Para activar/desactivar as macros a introduzir no documento activo, isto é, para visualizar ou não
os comandos das macros nas barras dos comandos, na janela de diálogo Chama Macro e no
menu Introduza da aplicação Editor, visualizar a janela de diálogo Lista das macro (ver parágrafo
18.3, pág. 358) e observar as indicações a seguir:
„ Para habilitar ou desabilitar os comandos das macros, seleccionar os itens presentes na

janela Lista das macro (ver figura 245) e utilizar o botão ou o botão para movê-los na
área Macro habilitadas ou na área Macro não habilitadas.
„ Para habilitá-los ou desabilitá-los simultaneamente, clicar no primeiro item, premir a tecla

SHIFT do teclado do microcomputador e clicar sobre o último item, apertar o botão ou o


botão .

18.6 Inserção das macros no programa


Para inserir a macro entre as linhas de programação do documento activo, utilizar um dos
métodos a seguir:
„ Visualizar a janela Chama Macro clicando no menu Introduza e na opção Macro. Seleccionar
com um duplo clique o ícone da macro desejada e, caso seja necessário, proceder à
alteração dos campos de dados. Esse procedimento permite inserir rapidamente a macro no
documento activo.
Lembrar de efectuar a operação de habilitação das macros (ver parágrafo 18.5 “Activação/
desactivação das macros”), senão o conteúdo da janela resultará nulo, isto é, sem os
comandos solicitados.

BIESSE S.p.A. © - a720k0020.fm081008


359
18 As macros

„ Clicar no botão que chama novamente o trabalho desejado (perfuração, fresagem etc.) Clicar

no botão e no botão relativo à macro a ser inserida. Prosseguir com a informação dos
dados.
„ Clicar no menu que chama novamente o trabalho desejado (perfuração, fresagem etc). Clicar
na opção que chama novamente a macro e no comando relativo à macro a ser inserida.
Prosseguir com a informação dos dados.

18.7 Macro para limpar a protecção da aspiração


A macro “ HOOD_CLE” permite realizar a limpeza da protecção da aspiração no final do trabalho.
Para inseri-la no documento, observar o procedimento descrito no parágrafo 18.6 “Inserção das
macros no programa”.

Descrição dos campos


CYCLES; número de vezes que a protecção da aspiração realizam seu movimento para o alto e
para o baixo durante o ciclo de limpeza. Inserir o valor numérico entre os dois ápices.

SPINDLE; número de identificação do mandril eléctrico sobre o qual foram instalados as


protecções da aspiração a ser limpa. Inserir o valor numérico entre os dois ápices.

18.8 Macro para perfurações horizontais com


agregado
A macro “No PRK” permite reduzir o tempo de trabalho ao realizar trabalhos repetidos sobre faces
laterais da peça com o mesmo agregado. Toda vez que se realiza um trabalho com o agregado
sobre uma face lateral, antes de passar ao trabalho sucessivo, o agregado retorna à posição de
estacionamento atrasando os prazos do trabalho. Para evitar esse inconveniente, foi criada a
macro “No PRK”.

Para inserir essa macro no documento, observar o procedimento descrito no parágrafo 18.6
“Inserção das macros no programa”. Preencher o campo de dados ABL; o valor 1 permite habilitar
esse tipo de função.

Para fazer com que a macro funcione, é preciso respeitar as regras a seguir:
„ os trabalhos devem ser realizados um após o outro;

„ os trabalhos devem ter sido programados sobre a mesma face;

„ os trabalhos devem ser realizados com o mesmo agregado e com a mesma ferramenta.

360 BIESSE S.p.A. © - a720k0020.fm081008


18 As macros

„ as macro a ser inseridas entre as linhas de programação devem ser duas: uma para marcar o
início dos trabalhos e uma outra para marcar o final, como mostrado no exemplo a seguir.

NOPRK ABL=1
BH SIDE=1 CRN="1" X=20 Y=20 Z=0 DP=0 DIA=10 RTY=rpX DY=0 R=0 DA=0 NRP=3
BH SIDE=1 CRN="4" X=20 Y=20 Z=0 DP=0 DIA=10 RTY=rpX DY=0 R=0 DA=0 NRP=3
NOPRK ABL=0

Com essa macro activa, o agregado vai na posição de estacionamento no caso em que haja uma
troca da ferramenta ou no caso em que tenha sido programado um trabalho sobre lados
diferentes da peça. Por exemplo, suponhamos que tenham sido programados dois trabalhos, um
sobre o lado 1 e um sobre o lado 2 da peça, nesse caso o agregado realiza o trabalho sobre o
primeiro lado, alcança a posição de estacionamento e depois realiza o trabalho sobre o segundo
lado.

18.9 Macro para desapetrechar o mandril eléctrico


A macro “ UNLOAD_T” permite desapetrechar automaticamente o mandril eléctrico no final do
trabalho.
Essa macro deve ser inserida no final do programa, isto é, como última expressão alfanumérica
entre as linhas de programação.

A inserção dessa macro no meio das linhas de programação poderia comprometer a


execução do programa.

Para inserir a macro"UNLOAD_T" no documento, observar o procedimento descrito no parágrafo


18.6 “Inserção das macros no programa”.

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361
18 As macros

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19 Importação dos ficheiros gráficos

19 Importação dos ficheiros gráficos

O BiesseWorks permite importar figuras bidimensionais ditas “perfis” criadas com CAD externos.
Os ficheiros que podem ser importados devem ter a extensão DXF ou a extensão CID.

Para o procedimento de importação estão disponibilizadas duas modalidades diferentes:


„ Modalidade automática.

„ Modalidade manual.

19.1 Modalidade automática


A modalidade automática deve ser aplicada somente no caso em que os ficheiros a ser
importados contenham, além das informações geométricas sobre o desenho, também as
informações tecnológicas, isto é, dados relativos ao trabalho da peça.

Para realizar a importação automática, clicar no botão , ou posicionar o cursor em uma das
duas áreas da aplicação, visualizar o menu rápido e escolher Import automático.... Executar a
busca dos ficheiros a ser importado na janela específica do Windows. No caso de ficheiros DXF
ou CID sem os dados relativos ao trabalho, a importação não seria realizada; nesse caso
aparecerá uma breve mensagem de texto com as razões da operação não ter sido realizada.

Para poder efectuar a importação automática dos ficheiros tipo DXF é preciso definir na
placa Setup específica o tipo de formalismo aplicado na fase de projectos do desenho
(consultar o parágrafo “Placa Definição DXF” na página98).

19.2 Modalidade manual


A modalidade manual permite visualizar com antecedência os ficheiros a ser transportados e
decidir se deseja transportar na área gráfica do Editor somente os dados relativos às geometrias
do desenho ou também os dados relativos ao trabalho da peça.

Para poder efectuar a importação automática dos ficheiros tipo DXF tecnológicos é preciso
definir na placa Setup especifica o tipo de formalismo aplicado na fase de projecto do
desenho (consultar o parágrafo “Placa Definição DXF” na página 98).

Para realizar esse procedimento, visualizar a área de importação A (figura 246) utilizando o cursor
B (figura 246). Clicar no botão ; em alternativa procurar o comando dentro do menu Ficheiro
ou utilizar o item Import manual... do menu rápido. Seleccionar o ficheiro a ser importado na janela
específica do Windows e escolher uma das opções a seguir:

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363
19 Importação dos ficheiros gráficos

Tipo Imp. Tecnológico; permite importar o conteúdo do ficheiro, transportando tanto os dados
geométricos do desenho quanto os dados tecnológicos relativos ao trabalho da peça.

Tipo Imp. Geométrico; permite importar o conteúdo do ficheiro, transportando somente os dados
geométricos do desenho.

Figura 246

Para realizar as operações de importação, utilizar o menu rápido ou os botões da barra de


ferramentas Tecnologia.
Para a descrição da barra de ferramentas Tecnologia, consultar o parágrafo “Descrição dos
botões” na pág. 50.
Para a descrição do menu rápido, consultar a página 365.

Estrutura da área de importação


Ao importar um ficheiro DXF ou CID, a área de importação visualizará uma imagem formada por
dois desenhos: o desenho B representa a geometria e eventualmente a peça criada com o CAD;
o desenho A reproduz as características da peça C definidas na área gráfica. Essa reprodução
(ref. A), permite realizar uma comparação visual entre as dimensões do desenho B importado e
as dimensões reais da peça C da área gráfica.

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19 Importação dos ficheiros gráficos

Figura 247

Menu rápido da área de importação


Descrição das opções do menu rápido:

Import manual...; visualiza a janela do Windows para realizar a busca dos ficheiros a ser
importados.

Layer; visualiza a janela com a lista dos layers (níveis) que compõem o desenho.

Cancelar; limpa a área de importação do desenho eliminando a imagem.

Deslocar; move o desenho B (figura 247) afastando-o da reprodução da peça A (figura 247).

Escalar; reduz o desenho B (figura 247) segundo a porcentagem desejada.

Rodar; roda o desenho B (figura 247).

Centrar; realiza uma centralização horizontal ou vertical alinhando a peça A ao desenho B (figura
247).

Importar como; transporta na área gráfica os elementos do desenho seleccionado. A seguir, está
ilustrada a lista das opções disponíveis:
Furo; importa o elemento seleccionado como trabalho de perfuração.
Corte; importa o elemento seleccionado como trabalho de corte.
Fresagem; importa o elemento seleccionado como fresagem;
Geometria; importa o elemento seleccionado como desenho geométrico sem dados
tecnológicos;
Introdução; importa a geometria seleccionada (círculo ou rectângulo) como trabalho de
inserção.
Lado linhar; importa o elemento seleccionado transformando-o em um lado da peça de
superfície plana.
Lado circular; importa o elemento seleccionado transformando-o em um lado da peça de
superfície curvilínea.

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365
19 Importação dos ficheiros gráficos

Dimensão peça; importa o elemento seleccionado como se fosse um lado da peça. Esse
comando permite alterar as dimensões da peça C (figura 247).

Importar dimensões peça; importa na área gráfica do editor as dimensões da peça obtidas do
layer do ficheiro DXF/CID aberto na área de importação. Essa opção visualiza-se somente no
caso em que o ficheiro a ser importado contenha informações tecnológicas.
Importar; importa na área gráfica do editor as geometrias seleccionadas pelo ficheiro DXF/CID
aberto na área de importação, definindo-as como trabalhos. Essa opção visualiza-se somente no
caso em que o ficheiro a ser importado contenha informações tecnológicas.

Propriedades; visualiza a janela com as características do elemento seleccionado.

Procurar percursos geom.; une o segmento seleccionado àqueles sucessivos, pertencentes ao


mesmo objecto.

Importação do desenho como lados da peça


Para modificar as características da peça da área gráfica, seleccionar o segmento A, B ou C e
clicar no botão ou na opção Dimensão peça do menu rápido. Escolher as opções: LPX para o
segmento A, LPY para o segmento B, LPZ para o segmento C.

Figura 248

Antes de proceder com a operação acima, aconselha-se a realizar uma centralização, alinhando o
desenho (ref. A, figura 247) à reprodução da peça (ref. B, figura 247) com o comando Centrar do
menu rápido.

Importação do desenho como trabalho de corte


Para introduzir na área gráfica um trabalho de corte com lâmina circular, seleccionar um ou mais
elementos do desenho (p. ex.: ref. A, figura 249) e clicar no botão ou na opção Corte do
menu rápido. Clicar no botão para importar os dados obtendo-os do desenho do DXF. Para
definir os novos parâmetros ou alterar aqueles indicados no desenho, utilizar os campos da janela
de diálogo específica (ver parágrafo “Como criar um trabalho de corte” na pág. 340).

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19 Importação dos ficheiros gráficos

Figura 249

Importação do desenho como trabalho de perfuração


Para os trabalhos de perfuração, é possível visualizar na área de importação desenhos em forma
circular ou desenhos em forma rectangular contidos nos ficheiros DXF/CID/PRF. Aqueles de
forma rectangular são automaticamente interpretados pelo sistema como perfurações a serem
aplicadas nas faces horizontais.

Desenhos em forma circular


Para introduzir na área gráfica trabalhos de perfuração representados como desenhos circulares,
seleccionar um ou mais círculos (ex. ref. A, figura 250) e clicar no botão ou na opção Furo do
menu rápido. Clicar no botão para importar os dados obtendo-os do desenho do DXF. Para
definir os novos parâmetros ou alterar aqueles indicados no desenho, utilizar os campos da janela
de diálogo específica (ver parágrafo “Como criar uma perfuração” na pág. 340).

Figura 250

Desenhos em forma rectangular


Esses desenhos são interpretados pelo sistema como perfurações horizontais nas quais o
diâmetro é representado pelo segmento A (figura 251) e a profundidade pelo segmento B (figura
251). Na área de gráfico, a perfuração importada é representada como na referência C (figura
251).

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367
19 Importação dos ficheiros gráficos

Para introduzir na área gráfica esse tipo de trabalho, seleccionar um só lado do rectângulo,
aquele que deve representar o ponto de entrada da ponta e clicar no botão ou na opção Furo
do menu rápido. Clicar no botão para importar os dados obtendo-os do desenho do DXF.
Para definir os novos parâmetros ou alterar aqueles indicados no desenho, utilizar os campos da
janela de diálogo específica (ver parágrafo “Como criar uma perfuração” na pág. 340).

Figura 251

B
C
A

Importação do desenho como trabalho de fresagem


Para introduzir na área gráfica um trabalho de fresagem, seleccionar o perfil desenhado (p. ex.:
ref.A) e clicar no botão ou na opção Fresagem do menu rápido. Clicar no botão para
importar os dados obtendo-os do desenho do DXF. Para definir os novos parâmetros ou alterar
aqueles indicados no desenho, utilizar os campos da janela de diálogo específica (ver parágrafo
“Como criar uma fresagem” na pág. 341).
No caso de um perfil composto por mais de um segmento, para seleccioná-lo completamente,
clicar sobre cada segmento, exibir o menu rápido e escolher a opção Procurar percursos geom..

Figura 252

Importação do desenho como superfície plana


Para transformar um segmento em um lado da peça de superfície plana importando-o na área
gráfica do Editor, seleccionar o segmento rectilíneo (p. ex.: ref. A) e clicar no botão .

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19 Importação dos ficheiros gráficos

Figura 253

Importação do desenho como superfície curvilínea


Para transformar um segmento em um lado da peça de superfície curvilínea importando-o na área
gráfica do Editor, seleccionar o segmento curvilíneo (p. ex.: ref. A) e clicar no botão .

Figura 254

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19 Importação dos ficheiros gráficos

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20 Projectos dos ficheiros DXF

20 Projectos dos ficheiros DXF

Este capítulo introduz as regras a serem seguidas durante a criação dos perfis guardados
utilizando o formato DXF para que os vários elementos geométricos possam ser importados no
documento de BiesseWorks e reconhecidos como elementos tecnológicos.
BiesseWorks tem condições de interpretar somente os ficheiros DXF do tipo 2D, comumente
denominados DXF-2D.
Aos vários elementos geométricos de um ficheiro DXF podem ser associadas informações
posteriores para poder reconhecê-los como trabalhos. Um círculo, então, pode ser interpretado
como um furo somente se a expressão alfanumérica que identifica o layer associado a ele traz os
dados da perfuração.
Os elementos geométricos desprovidos de layer são interpretados como simples geometrias.

O projecto dos ficheiros DXF está ligada a um conjunto de regras ditas "formalismos" que
definem a estrutura dos layers e a sintaxe para a sua importação na aplicação Editor.
Os formalismos são de dois tipos:
„ formalismo do tipo BIESSE;

„ formalismo do tipo CNI;

20.1 Lista dos comandos para desenhar


Ao realizar geometrias com CAD genéricos, para fazer com que sejam importadas na aplicação
Editor de BiesseWorks, é necessário utilizar os comandos a seguir:
„ Comando para realizar as linhas;

„ Comando para realizar as linhas múltiplas;

„ Comando para realizar figuras poligonais fechadas (rectângulos, quadrados, estrelas etc.)

„ Comando para realizar os arcos (arcos passantes por três pontos, arcos em ângulo etc.)

„ Comando para realizar círculos e elipses.

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371
20 Projectos dos ficheiros DXF

Recomenda-se não utilizar os comandos FreeForm (SPLINE), isto é, os comandos que


realizam curvas em forma livre.

20.2 Formalismo do tipo “BiesseWorks DXF”


Este parágrafo explica como associar a cada elemento do desenho criado com um CAD genérico
dos layers, de modo a podê-los importar correctamente na aplicação Editor, utilizando a
configuração BiesseWorks DXF (consultar “Informação do formalismo”, na página 396).

Os layers são os "níveis" presentes no CAD que permitem separar um desenho de outro o cada
layer pode ser nomeado através a inserção de chaves e números. A operação a ser realizada,
então, é relativa ao procedimento para nomear o layer com a finalidade de poder interpretar
correctamente o desenho associado a ele.

O nome (expressão alfanumérica) do layer é dado por:


„ Chaves: úteis para definir o tipo de geometria e alguns dados tecnológicos, personalizáveis
pelo cliente (ver parágrafo “Personalizar as chaves dos layers”).
„ Números: úteis para definir valores geométricos e tecnológicos (consultar os parágrafos:
“Lados da peça”, “Tipos de trabalhos”, “Correcção da ferramenta”, “Direcção da
ferramenta”).

Para a criação dos layers, respeitar as regras a seguir:


„ Cada layer deve iniciar com a chave TCH.

„ Cada layer pode conter tamanhos lineares, relativos à profundidade, a espessura, o diâmetro
e a altura do lado da peça, que podem ser expressos em milímetros ou em polegadas. Ao
anotar o valor dessas medidas, especificar sempre as cifras decimais. Quando expressas em
mm, as cifras decimais devem ser 2, se expressas em polegadas, devem ser 4.
Por exemplo:
Para uma profundidade de 30,5 mm, introduzir D3050, sendo que 50 representa o decimal de
2 cifras;
para um diâmetro de 5 mm, introduzir D500, sendo que 00 representa o decimal de 2 cifras;
para um diâmetro de 2,5 polegadas, introduzir 25000, sendo que 5000 representa o decimal
de 4 cifras.
„ Cada layer pode conter velocidades lineares referentes à velocidade de trabalho e a
velocidade de descida, que podem ser expressas em mm/min ou em polegadas/minutos. Ao
anotar o valor dessas medidas, se o valor for expresso em mm/min não é necessário
especificar os decimais, se o valor for, ao contrário, expresso em polegadas/min, é necessário
especificar 2 cifras decimais.
Por exemplo:
para especificar uma velocidade de avanço da ferramenta de 12000 mm/min, introduzir

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20 Projectos dos ficheiros DXF

F12000;
para especificar uma velocidade de avanço da ferramenta de 5000 polegadas/min, introduzir
F500000, sendo que 00 representam as 2 cifras decimais.
„ Cada layer pode conter as velocidades de rotação que são expressas em rotações/minuto.

„ Os valores alfanuméricos devem iniciar e terminar com o caracter separador.


Por exemplo: os caracteres MN$MACRO1$ dentro de um layer indicam que o parâmetro MN
tem valor MACRO1.

As chaves indicadas nos exemplos para o formalismo do tipo “BiesseWorks DXF”


permitem explicar como gerar a sintaxe dos layers e são ilustradas na tabela 1, pág.
373.
As chaves da tabela do Setup poderiam não corresponder àquelas listadas na tabela
1, enquanto passíveis de personalização.

Personalizar as chaves dos layers


Para personalizar as chaves dos layers, visualizar a placa Definição DXF do Setup. No default, a
cada parâmetro da tabela corresponde uma chave (ver figura seguinte).

Figura 255

Tabella 1: Lista dos parâmetros da tabela aos quais associar uma chave a ser reconduzida na sintaxe dos
layers dos ficheiros DXF, caso se queira memorizar nos ficheiros os dados geométricos e tecnológicos
interpretáveis pelo sistema durante a importação. As chaves indicadas como exemplo são aquelas default
que podem ser visualizadas na tabela do Setup.

PARÂMETROS Chaves
Face Chave (p. ex.: W) para indicar a face padrão.
Face genérica Chave (p. ex.: WG) para indicar a face genérica, a ser
utilizada para definir todas as faces.
Trabalho Chave (p. ex.: B) para indicar o tipo de trabalho.
Correcção ferramenta Chave (p. ex.: TC) para indicar a correcção da
ferramenta.

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373
20 Projectos dos ficheiros DXF

PARÂMETROS Chaves
Velocidade de trabalho Chave (p. ex.: F) para indicar a velocidade de avanço da
ferramenta, em mm/min, ou em pol/min.
Velocidade de rotação Chave (p. ex.: S) para indicar a velocidade de rotação da
ferramenta em r.p.m.
Profundidade Chave (p. ex.: D) para indicar a profundidade ou para a
posição em z do trabalho, em mm ou em polegadas.
Espessura Chave (p. ex.: TH) para indicar a espessura da
ferramenta, em mm ou em polegadas.
Diâmetro Chave (p. ex.: DI) para indicar o diâmetro da ferramenta,
em mm ou em polegadas.
Velocidade de descida Chave (ex. DES) para indicar a velocidade de descida da
ferramenta, em mm/min, ou em pol/min.
Direcção Chave (p. ex.: DIR) para indicar a direcção do trabalho.
Passante Chave (p. ex.: PT) para indicar o trabalho passante; 0 =
não= default; 1 = sim.
Classe ferramenta Chave (p. ex.: TCL) para indicar a classe de ferramenta;
código conforme a base de dados.
Código da ferramenta Chave (p. ex.: TCD) para indicar o código da ferramenta;
valor alfanumérico.
Tipo ferramenta Chave (ex. TTY) para indicar o tipo de ferramenta;
código conforme a base de dados.
AR Chave (p. ex.: AR) para indicar o ângulo AR, expresso
em graus, decimais não previstos.
AZ Chave (ex. AZ) para indicar o ângulo AZ, expresso em
graus, decimais não previstos.
Altura face Chave (p. ex.: HF) para indicar a altura da face genérica,
em mm ou em polegadas.
Lista origens Chave (p. ex.: LO) para indicar a lista das origens, valor
alfanumérico.
Programa Simétrico Chave (p. ex.: PS) para indicar o programa simétrico.
Apetrechamento agregados Chave (p. ex.: AA) que permite indicar o
apetrechamento dos agregados aos quais associar o
nome do ficheiro de apetrechamento dos agregados.
Apetrechamento máquina Chave (ex. AM) que permite indicar o apetrechamento
da máquina à qual associar o nome do ficheiro de
configuração da máquina.
Apetrechamento depósito Chave (ex. AS) que permite indicar o apetrechamento
dos depósitos aos quais associar o nome do ficheiro de
apetrechamento depósitos.
Entrada: %raio fer. Chave (p. ex.: IP) para indicar o valor em percentual para
modificar o raio de entrada da ferramenta.
Entrada: ângulo Chave (p. ex.: IA) para indicar o ângulo de entrada da
ferramenta.

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20 Projectos dos ficheiros DXF

PARÂMETROS Chaves
Entrada: tipo Chave (p. ex.: IT) para indicar o tipo de entrada da
ferramenta.
Painel utente Chave (p. ex.: CP) para indicar os parâmetros da peça
personalizados (parâmetros customizados).
Rotação ferramenta Chave (p. ex.: TR) para indicar o sentido de rotação da
ferramenta.
Saída: %raio fer. Chave (ex. OP) para indicar o valor em percentual para
modificar o raio de saída da ferramenta.
Saída: ângulo Chave (p. ex.: OA) para indicar o ângulo de saída da
ferramenta.
Saída: tipo Chave (ex. OT) para indicar o tipo de saída da
ferramenta

Lados da peça
À chave do parâmetro Face,
que indica a face da peça, associar o número do lado seguindo a numeração indicada na figura
256.

Figura 256: Numeração dos lados (faces) da peça.

Tipos de trabalhos
A tabela seguinte traz a lista dos números a serem associados à chave do parâmetro Trabalho.

Código Trabalho

1 Fresagem

2 Perfuração

3 Corte

8 Peça

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375
20 Projectos dos ficheiros DXF

Correcção da ferramenta
A tabela seguinte traz a lista dos números a serem associados à chave do parâmetro Correcção
ferramenta.

Código Correcção
0 Ausente (predefinido)
1 Esquerda
2 Direita

Direcção da ferramenta
A tabela seguinte traz a lista dos números a serem associados à chave do parâmetro Direcção.

Código Direcção
0 Direcção como indicada pelo desenho
1 Direcção inversa àquela do desenho

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20 Projectos dos ficheiros DXF

Entrada/saída ferramenta
A tabela seguinte traz a lista dos números a serem associados à chave do parâmetro Entrada:
tipo e do parâmetro Saída: tipo .
Código Tipo de entrada/saída
0 Nenhuma entr.
1 Arqueação
2 Linha
3 LinhaArqueação Tg
5 Hélice
6 LinhaArqueação3D
7 Linha3D Correcta
11 Arqueação3D Correcto

Tipo de ferramentas
A tabela seguinte traz a lista dos números a serem associados à chave do parâmetro Tipo
ferramenta.

Código Tipos
0 NORMALE (ferramentas de perfuração)
1 LANCIA (ferramentas de perfuração)
2 SVASATA (ferramentas de perfuração)
3 NORMALEG (ferramentas de perfuração)
100 CANDELA (fresas)
101 SAGOMATA (fresas)
102 ROUT0 (fresas)
103 ROUT1 (fresas)
104 - 111 ROUT2 - 9 (fresas personalizadas)
200 CUTT0 (lâminas)
201 CUTT1 (lâminas)
202 - 209 CUTT2 - 9 (lâminas personalizadas)
250 HEAD0 (lâminas de rebarbação)
251 HEAD1 (lâminas de rebarbação)

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377
20 Projectos dos ficheiros DXF

Classe de ferramentas
A tabela seguinte traz a lista dos números a serem associados à chave do parâmetro Classe
ferramenta.

Código Classe
0 C_Drilling
1 C_Routing
2 C_Cutting

20.2.1 Como representar a peça


A peça deve ser representada geometricamente por um rectângulo fechado pela utilização do
comando para gerar figuras poligonais fechadas, linhas ou polilinhas (ver parágrafo 20.1).
Para a realização da peça, utilizar um dos seguintes métodos:
„ através de um único rectângulo, ao qual associar as três dimensões (largura, espessura e
altura). As dimensões acerca do comprimento da peça em direcção ao eixo X e Y são
fornecidas directamente pela geometria, enquanto que a dimensão relativa à espessura deve
ser inserida directamente dentro do layer associado ao rectângulo. Se a profundidade não
estiver especificada, é adoptado o valor zero.
Exemplo:
para desenhar uma peça de dimensões 1000 x 300 x 30,20 (mm), é preciso associar a um
rectângulo largo 1000 e alto 300 mm o layer TCHW0B8D3020:
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W0; W = chave do parâmetro Face; 0 = número da face.
B8; B = chave do parâmetro Trabalho; 8 = identifica a peça.
D3020; D = chave do parâmetro Profundidade; 3020 identifica o valor, isto é, 30,20 mm (as
últimas 2 cifras representam os decimais obrigatórios)

Figura 257

„ através vários rectângulos, para criar os lados padrão da peça ou linhas internas ao lado zero
associadas a rectângulos para criar lados genéricos da peça (consultar o parágrafo “Criar e
nomear as faces padrão da peça” e o parágrafo “Criar e nomear as faces genéricas”). A cada
lado criado deve ser associado um layer.

Para os lados padrão entendem-se os seis lados da peça: o lado superior, inferior, e os
laterais. Para lados genéricos entendem-se lados criados pelo utilizador.

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20 Projectos dos ficheiros DXF

Para o reconhecimento da peça, inserir sempre no layer associado ao rectângulo que descreve a
face individual a chave do parâmetro Trabalho (p. ex.: B) e o valor 8 (p. ex.: B8).

Criar e nomear as faces padrão da peça


A criação dos lados padrão da peça pode ser realizada de dois diversos modos:
„ com rectângulos desenhados em torno da face 0 da peça. Os segmentos dos rectângulos
que são considerados lados de referência para definir a superfície e o verso da face da peça
são aqueles externos (ver canto 2 ref. A figura 258).

Figura 258:

1 0 3

„ Com rectângulos desenhados abaixo da face zero da peça (ver figura 259). Os segmentos
dos rectângulos que são considerados lados de referência para definir a superfície e o verso
da face da peça são aqueles inferiores (ver canto 2 ref. B figura 259).

Figura 259:

1
B
2

A chave do parâmetro Face genérica ( p. ex.: WG) pode ser utilizada para definir qualquer face,
ao passo que a chave do parâmetro Face (p. ex.: W) deve ser utilizada somente para definir as 5
faces padrão da peça quando forem representadas com um rectângulo central e com rectângulos
desenhados em volta do central (figura258).

A sintaxe para a criação dos layers diferencia-se com base no tipo de criação.

BIESSE S.p.A. © - a721k0008.fm081008


379
20 Projectos dos ficheiros DXF

Se o comprimento das faces laterais (ref. 1, 2, 3 e 4) construídas como rectângulos não coincide
com o comprimento dos segmentos do rectângulo da face 0 (ref. A, B, C e D), serão considerados
válidos os comprimentos dos segmentos do rectângulo da face 0 (figura 260).

Figura 260
D

A 0 C

Exemplos
„ Caso as faces estejam desenhadas em torno da face 0 (ver figura258), associar à face 1 o
layer TCHW1B8:
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W1; W = chave do parâmetro Face; 1 = número da face.
B8; B = chave do parâmetro Trabalho; 8 = identifica a peça.
„ Caso as faces estejam desenhadas debaixo da face 0 (ver figura259), associar à face 1 o
layer TCHWG1B8:
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
WG1; WG = chave do parâmetro Face genérica; 1 = número da face.
B8; B = chave do parâmetro Trabalho; 8 = identifica a peça.

Criar e nomear as faces genéricas


Uma face “genérica” deve ser representada por uma linha ou um arco, dependendo tratar-se de
um lado linear ou curvilíneo. Os arcos e as linhas devem ser desenhados dentro da face 0, no
ponto exacto no qual se deseja criar um novo lado da peça.
O layer deve trazer a chave da face genérica e o número de identificação do novo lado, e deve
fornecer a altura do lato. Se a altura não for especificada, será tomada em consideração aquela
da peça.
Exemplo:
Para criar uma face genérica linear associada a uma linha desenhada dentro da face 0 da peça
com altura de 30 mm, associar a face ao layer TCHWG6B8HF3000:
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.

380 BIESSE S.p.A. © - a721k0008.fm081008


20 Projectos dos ficheiros DXF

WG6; WG = chave do parâmetro Face genérica; 6 = número da face (ref. 6 figura 261).
B8; B = chave do parâmetro Trabalho; 8 = identifica a peça (obrigatório).
HF3000; HF = chave do parâmetro Altura face; 3000 = identifica 30 mm (as últimas 2 cifras
representam os decimais obrigatórios)

Figura 261

1 0 3

A superfície do lado da peça a ser trabalhada é determinada pelo sentido com o qual é
desenhado o segmento 6 ilustrado na figura 261. O verso do segmento tem então um ponto inicial
P1 e um ponto final P2. A parte do segmento que identifica a face a ser trabalhada (ref.A e B,
figura 262) é aquela que vai do ponto inicial P1 ao ponto final P2 (à esquerda do segmento ao
longo da directriz P1-P2). É possível impor ao segmento um movimento sobre um de seus
vértices criando em torno dele um círculo, para defini-lo como ponto de partida. Essa operação
anula a ordem com a qual os vértices do segmento foram desenhados, permitindo reconhecer
sempre a face a ser trabalhada.

Figura 262: Superfície a ser trabalhada da face 6 (ref. A e B) evidenciada pelo ponto inicial.

P1 A P2

6 6

0 P2 0 P1
B

Figura 263: Movimento do vértice do segmento para estabelecer o ponto de partida P1, isto é, a superfície a
ser trabalhada da face 6 (ref. C).

P2 C

0 P1

Quando se cria um arco para representar uma face genérica curvilínea, qualquer que seja o
sentido de criação, o sistema o interpreta como se tivesse sido criado em sentido ante-horário.
Por esse motivo, aconselha-se a utilização sempre da forçadura, ou seja, o círculo para

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381
20 Projectos dos ficheiros DXF

estabelecer o vértice inicial do arco (figura264).


Por exemplo, suponhamos que devemos criar um arco que vai de P1 a P2, figura 264, em sentido
horário. Nesse caso, o sistema interpreta P2 como primeiro vértice do arco e P1 como segundo
vértice; logo, para fixar como parte inicial do arco o vértice P1, é preciso realizar uma forçadura
sobre P1 marcando-o com um círculo.

Figura 264: Forçadura do vértice do arco para estabelecer o ponto de partida P1

P2

P1

Trabalhos sobre as faces genéricas


Se a face genérica deve conter trabalhos, deve ser desenhada não apenas como uma linha/arco
dentro da peça, mas também como rectângulo horizontal colocado sob a face 0 da peça. Nesse
caso, à linha/arco de identificação da face e ao rectângulo serão associados layers diferentes.

Para criar faces genéricas com números de identificação superiores a 5, utilizar sempre a chave
do parâmetro Face genérica (p. ex.: WG) e desenhar o rectângulo que as representa sob a face 0
ou adjacente a esta, com o canto 2 em direcção ao vértice inferior esquerdo do rectângulo.
As dimensões do rectângulo desenhado para representar a face genérica não devem
obrigatoriamente coincidir com aquelas do segmento (linha ou arco) a ele associado, pois esse
dado é, de qualquer forma, levantado da geometria e do layer do segmento.

Por exemplo, se a linha ou o arco que descrevem a posição da face têm o layer nomeado
TCHWG6B8H3000, o rectângulo que a representa e sobre o qual realizar os trabalhos tem o layer
nomeado com o mesmo código utilizado para a linha, compreendendo ou menos os dados
relativos à altura da face (H3000); podem-se então utilizar dois tipos de códigos, o código
TCHWG6B8H3000 ou o código TCHWG6B8.
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
WG6; WG = chave do parâmetro Face genérica; 6 = número da face.
B8; B = chave do parâmetro Trabalho; 8 = identifica a peça (obrigatório).
HF3000; D = chave do parâmetro Altura face; 3000 identifica o valor, isto é 30 mm (as últimas
2 cifras representam os decimais obrigatórios)

20.2.2 Como representar os furos


Os furos podem ser representados de duas diversas maneiras
„ por um círculo, directamente sobre as faces padrão ou genéricas criadas como rectângulos.
Com este método. podem-se realizar furos com o mandril vertical sobre a face 0 ou sobre a
face 5 da peça (consultar “Furo vertical representado por um círculo”), e furos com o mandril

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20 Projectos dos ficheiros DXF

horizontal a serem realizados sobre os lados 1, 2, 3 e 4 da peça ou sobre lados


genéricos“Furo horizontal representado por um círculo”).

Figura 265

„ Pela criação de um rectângulo ou uma linha poligonal fechada. Nesse caso o rectângulo deve
ser sempre criado directamente sobre a face 0 da peça, e indica um furo a ser aplicado à
relativa face lateral, por exemplo a face 4 da peça. Com esse método podem ser realizados
furos com o mandril horizontal sobre os lados 1, 2, 3 e 4 da peça (consultar “Furo horizontal
representado por um rectângulo”).

Figura 266

Furo vertical representado por um círculo


O furo vertical, a ser realizado sobre a face 0 ou 5 da peça, deve ser representado por um círculo,
que deve ser desenhado dentro do rectângulo de representação da face desejada.
O diâmetro do furo coincide com o diâmetro do círculo, ao passo que a profundidade deve ser
especificada pelo layer. Se a profundidade não estiver especificada, é adoptado o valor zero. O
ponto de aplicação do furo coincide com o centro do círculo.

Exemplo:
para criar um furo profundo
25,5 mm sobre a face 0 da peça, associar ao desenho do furo o layer TCHW0B2D2550:
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W0; W = chave do parâmetro Face; 0 = número da face padrão.
B2; B = chave do parâmetro Trabalho; 2 = identifica a perfuração.
D2550; D = chave do parâmetro Profundidade; 2550 = identifica o valor, isto é, 25,50 mm.

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383
20 Projectos dos ficheiros DXF

Furo horizontal representado por um círculo


Um furo horizontal pode ser representado por um círculo desenhado sobre uma das faces laterais
da peça.
O diâmetro do furo é dado pelo diâmetro do círculo, ao passo que a profundidade deve ser
especificada pelo layer.

Exemplo:
para criar um furo profundo 25,5 mm sobre a face 3 da peça, associar ao desenho do furo o layer
TCHW0B2D2550: :
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W3; W = chave do parâmetro Face; 3 = número da face lateral..
B2; B = chave do parâmetro Trabalho; 2 = identifica a perfuração.
D2550; D = chave do parâmetro Profundidade; 2550 = identifica o valor, isto é, 25,50 mm.

Furo horizontal representado por um rectângulo


Ao criar um furo utilizando um rectângulo, o diâmetro e a profundidade são obtidos da geometria.
O diâmetro é dado pelo comprimento do segmento A (figura 267) realizado sobre o segmento C
(figura 267) que representa a face 1 sobre a qual realizar o furo, ao passo que a profundidade é
dada pelo comprimento do segmento B (figura 267). O ponto de aplicação é dado pelo ponto
médio do segmento que representa o diâmetro do furo.
A figura 267 mostra um rectângulo desenhado sobre o lado 0 da peça a ser interpretado como
furo a ser realizado no lado 1 da peça.

Figura 267

A
B
C
0

Para indicar o ponto em que o furo deve ser aplicado, introduzir o valor da distância entre o furo e
o lado superior da face na expressão alfanumérica do layer associado ao rectângulo do furo.
Caso não seja configurado esse valor, pelo default o furo é considerado a metade da espessura
da peça.

Exemplos de perfurações horizontais


„ Para representar um furo horizontal a ser realizado na face 1 a uma quota igual à metade da
espessura da peça, desenhado como rectângulo sobre a face 0, associar ao desenho o layer
TCHW1B2.
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W1; W = chave do parâmetro Face; 1 = número da face (face lateral).

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20 Projectos dos ficheiros DXF

B2; B = chave do parâmetro Trabalho; 2 = identifica a perfuração.


„ Para representar um furo horizontal aplicado sobre a face 1 a uma distância de 20 mm do
canto 1 da face, desenhado como rectângulo sobre a face 0, associar ao desenho o layer
TCHW1B2D2000.
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W1; W = chave do parâmetro Face; 1 = número da face (face lateral).
B2; B = chave do parâmetro Trabalho; 2 = identifica a perfuração.
D2000; D = chave do parâmetro Profundidade; 2000 = identifica o valor, isto é 20,00 mm.

Figura 268: exemplos de interpretação do rectângulo criado sobre a face 0.

SP1
X A, furo;
20 mm B, face 1;
Y A 20mm; distância do furo do lado
superior da face.
B

Caso queira aplicar um transpasse à peça dentro da qual realizar a perfuração, este é
representado pela distância (ref.A) entre o ponto de aplicação do furo e o lado 1 (ref. B) da face 0.

Figura 269: exemplo de um transpasse

B
0

Furo angular
O formalismo do tipo BIESSE permite definir furos inclinados no espaço. Para identificá-los, é
preciso definir o ponto de aplicação e os ângulos AR e AZ. A figura seguinte mostra os ângulos
AR e AZ.
O ângulo AR representa a rotação do eixo do mandril sobre o plano X, Y.
O ângulo AZ representa o ângulo de inclinação do eixo de rotação do mandril respeito ao plano
X, Y.

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385
20 Projectos dos ficheiros DXF

Figura 270: Ângulos AR e AZ

Os furos angulares podem ser descritos desenhando sobre a face 0 um círculo, um rectângulo ou
uma linha poligonal fechada.

Furo angular representado através de um círculo


Se o furo angular é representado por um círculo, o layer a ele associado deve trazer a
profundidade e os ângulos AR e AZ.

O valor predefinido para os ângulos AR e AZ è zero.

Exemplo:
Para realizar um furo aplicado sobre a face 0 com profundidade de 10 mm, ângulo AR 45° e
ângulo AZ 30°, associar ao desenho do furo o layer TCHW0B2D1000AR45AZ30.
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W0; W = chave do parâmetro Face; 0 = número da face.
B2; B = chave do parâmetro Trabalho; 2 = identifica a perfuração.
D1000; D = chave do parâmetro Profundidade; 1000 identifica o valor, isto é 10 mm (é
obrigatório especificar 2 cifras decimais).
AR45; AR = chave do parâmetro AR; 45 = valor do ângulo.
AZ30; AZ = chave do parâmetro AZ; 30 = valor do ângulo.

Furo angular representado através de um rectângulo


Se o furo angular é representado por um rectângulo, o diâmetro é dado pelo comprimento do
primeiro lado, aquele entre o vértice 1 e 2 (ref. A, figuras seguintes) e a profundidade é dada pelo
comprimento do segundo lado, aquele entre o vértice 2 e 3 (ref. B, figuras seguintes).
O ângulo de inclinação encontrasse entre o segundo lado e o eixo X positivo em analogia com o
formalismo de tipo CNI Neste caso é preciso que os vértices do rectângulo sejam desenhados na
justa ordem O ângulo AZ, se diferente de zero, deve, em todo caso, ser especificado pelo layer.

Para especificar o lado do rectângulo que representa o diâmetro, pode-se utilizar uma linha a ser
desenhada sobre este lado (ver figura272).

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20 Projectos dos ficheiros DXF

Figura 271: Definição do diâmetro de um furo rectangular inclinado através a ordem dos vértices

3 4

4 B 1
2 A 3
A
1 2
B

Figura 272: Definição do diâmetro de um furo rectangular inclinado através de uma linha

20.2.3 Como representar os cortes


Um corte é geometricamente representado por uma linha. O layer associado à linha permite
especificar, além do tipo de trabalho e a face de aplicação, a profundidade do corte e outros
parâmetros tecnológicos.

Se a profundidade não estiver especificada, é adoptado o valor zero.

O formalismo de tipo BIESSE permite também a gestão de cortes sobre as faces laterais.

Exemplo:
Para realizar um corte aplicado sobre a face 2, profundo 15 mm e espesso 2 mm, associar ao
desenho o layer a seguir:TCHW2B3D1500TH0200:
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W2; W = chave do parâmetro Face; 2 = número da face.
B3; B = chave do parâmetro Trabalho; 3 = identifica a peça.
D1500; D = chave do parâmetro Profundidade; 1500 identifica o valor, isto é 15mm (é
obrigatório especificar 2 cifras decimais).
TH0200; D = chave do parâmetro Espessura; 200 = identifica o valor, isto é 2 mm.

20.2.4 Como representar a fresagem


Uma fresagem pode ser representada geometricamente através de linhas, arcos, círculos e linhas
poligonais fechadas ou abertas.

O layer associado aos elementos geométricos permite especificar, além do tipo de trabalho, a
profundidade da fresagem e outros parâmetros tecnológicos (velocidade de descida da
ferramenta, tipo de ferramenta etc). Se a profundidade não estiver especificada, é adoptado o
valor zero.

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387
20 Projectos dos ficheiros DXF

Exemplo:
Para realizar uma fresagem sobre a face 1 profunda 10 mm, associar ao desenho o layer
TCHW1B1D1000:
TCH; prefixo identificador do layer BIESSE.
W1; W = chave do parâmetro Face; 1 = número da face.
B1; B = chave do parâmetro Trabalho; 1 = identifica a fresagem.
D1000; D = chave do parâmetro Profundidade; 1000 identifica o valor, isto é 10 mm (é
obrigatório especificar 2 cifras decimais).

Ao realizar um desenho a ser utilizado para realizar trabalhos, se a cada elemento geométrico do
desenho se quer atribuir dados tecnológicos específicos relativos à fresagem, associar a cada
elemento um layer diferente, por exemplo TCHW0B1DP1000 ref. B, TCHW0B1PT1 ref. C,
TCHW0B1DP2000 ref. D. Para fazer com que todos os elementos geométricos do desenho
pertençam a uma única fresagem, associar a todo o desenho um único layer, por exemplo
TCHW0B1DP1000 ref. A.

A B C

O formalismo de tipo BIESSE permite também a gestão de fresagens sobre as faces laterais.

20.2.5 Utilizar os blocos


Os blocos podem ser utilizados somente para representar furos. Para que um bloco possa ser
reconhecido como furo, é necessário inserir na secção dos símbolos dos DXF formato BIESSE as
informações referentes ao diâmetro, a profundidade, as características da ferramenta etc.

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20 Projectos dos ficheiros DXF

Figura 273: Definição dos símbolos nas configurações do software (setup).

O bloco deve ser desenhado directamente sobre a face de destino, que deve ser especificada
pelo layer.

Não é possível desenhar um bloco sobre a face 0 da peça e especificar sobre o layer que o furo
encontra-se sobre outra face.

Unidade de medida
É possível importar os ficheiros DXF nas seguintes unidades de medida:
„ milímetros;

„ polegadas

Caso os dados geométricos sejam expressos em milímetros, a unidade de medida dos dados
trazidos nos layers deve ser expressa em mm. Caso os dados geométricos sejam expressos em
polegadas, a unidade de medida dos dados trazidos nos layers deve ser expressa em polegadas.
As unidades de medida não podem ser utilizadas em conjunto. A única excepção é a dos blocos,
para os quais vale a norma de que se as unidades de medida do desenho no qual o bloco é
utilizado são expressas em polegadas, os valores do "diâmetro" e da "Profundidade" configurados
no programa de Setup devem ser de forma que:
„ O valor dado ao diâmetro é expresso em milímetros,

„ O valor dado à profundidade é expresso em polegadas.

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389
20 Projectos dos ficheiros DXF

Dependendo da unidade de medida adoptada, é necessário especificar um determinado número


de cifras decimais. A tabela a seguir resume todas as possíveis situações.

Unidade de Tamanho expresso através de Número de cifras decimais


medida layer obrigatórias
Milímetros Profundidade 2
Milímetros Espessura 2
Milímetros Diâmetro 2
Milímetros Altura da face 2
Milímetros Profundidade do esvaziamento 2
Milímetros Velocidade de trabalho 0
Milímetros Descida 0
Polegadas Profundidade 4
Polegadas Espessura 4
Polegadas Diâmetro 4
Polegadas Altura da face 4
Polegadas Profundidade do esvaziamento 4
Polegadas Velocidade de trabalho 2
Polegadas Descida 2

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20 Projectos dos ficheiros DXF

20.3 Formalismo do tipo “CNI DXF”


Este parágrafo explica como associar a cada elemento do desenho criado com um CAD genérico
dos layer, de modo a podê-los importar correctamente na aplicação Editor, utilizando a
configuração CNI DXF (consultar “Informação do formalismo”, na página 396).

Os layer são os "níveis" presentes no CAD que permitem separar um desenho de outro o cada
layer pode ser nomeado através a inserção de chaves (consultar a tabela do parágrafo
“Personalizar as chaves dos layers”) e números. A operação a ser realizada, então, diz respeito
ao procedimento para nomear o layer com a finalidade de poder interpretar correctamente o
desenho associado a ele.

As chaves indicadas nos exemplos para o formalismo do tipo “CNI DXF” permitem
explicar como gerar a sintaxe dos layers e são ilustradas na tabela 2, na pág391.
As chaves da tabela do Setup poderiam não corresponder àquelas listadas na tabela
2, enquanto passíveis de personalização.

Personalizar as chaves dos layers


Para personalizar as chaves dos layers, visualizar a placa Definição DXF do Setup. No default,
uma chave corresponde a cada parâmetro da tabela.
Tabella 2: Lista dos parâmetros da tabela aos quais associar uma chave a ser reconduzida na sintaxe dos
layers dos ficheiros DXF, caso se queira memorizar nos ficheiros os dados geométricos e tecnológicos
interpretáveis pelo sistema durante a importação. As chaves indicadas como exemplo são aquelas default
que podem ser visualizadas na tabela do Setup.
PARÂMETROS Chaves
Painel Chave para indicar a peça (p. ex.: PAINEL).
Corte Chave para indicar o trabalho de corte (p. ex.: LÂMINA).
Mandril eléctrico Chave para indicar as fresagens (p. ex.: PANTO).
Perfuração lado 1 Chave para indicar as perfurações horizontais sobre o lado 1
(p. ex.: LADO1).
Perfuração lado 2 Chave para indicar as perfurações horizontais sobre o lado 2
(ex.LADO2).
Perfuração lado 3 Chave para indicar as perfurações horizontais sobre o lado 3
(ex.LADO3).
Perfuração lado 4 Chave para indicar as perfurações horizontais sobre o lado 4
(ex.LADO4).
Perfuração lado 5 Chave para indicar as perfurações horizontais sobre o lado 5
(ex.LADO5).
Perfuração Vertical Chave para indicar as perfurações horizontais sobre o lado 0
(ex.VERTICA).
Perfuração Angular Chave para indicar as perfurações inclinadas (p. ex.:
FUROSA).
Ponto Chave para indicar o separador de decimais (p. ex.: K).

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391
20 Projectos dos ficheiros DXF

PARÂMETROS Chaves
Desabilita escarso (Z) Chave para indicar se tomar em consideração ou não a
coordenada Z do trabalho/geometria indicada no layer do DXF
importado. Os valores a ser inseridos são:
0 = a coordenada Z é considerada e é vista como quota de
transladação do plano a trabalhar respeito ao plano principal
da peça.

1 = a coordenada Z não é considerada.

20.3.1 Como representar a peça


A peça deve ser representada geometricamente por um rectângulo fechado pela utilização do
comando para gerar figuras poligonais fechadas, linhas ou polilinhas (ver parágrafo 20.1).
As dimensões acerca do comprimento da peça em direcção ao eixo X e Y são fornecidas
directamente pela geometria, enquanto que a dimensão relativa à espessura deve ser inserida
directamente dentro do layer associado ao rectângulo.
Se a profundidade não estiver especificada, é adoptado o valor zero.

Exemplo:
Para desenhar uma peça de dimensões 1000 x 300 x 30,20 (mm), é preciso associar o layer
PAINEL30K20 a um rectângulo com 1000 de largura e 300 mm de altura (ver tabela 2, na
pág.391).

Face genérica
No formalismo de tipo
CNI não existe o conceito de face genérica.

20.3.2 Como representar os furos


Os furos podem ser representados de duas diversas maneiras
„ por um círculo utilizado para representar um furo vertical que pode ser realizado sobre a face
0 ou 5 da peça.
„ Por um rectângulo ou uma linha poligonal fechada que pode ser realizado sobre a face 0,
utilizado para representar furos realizáveis com o mandril horizontal ou sobre as faces laterais
da peça.

392 BIESSE S.p.A. © - a721k0008.fm081008


20 Projectos dos ficheiros DXF

Furo vertical representado por um círculo


O furo vertical, a ser realizado sobre a face 0 ou 5 da peça, deve ser representado por um círculo,
que deve ser desenhado dentro do rectângulo de representação da face desejada.
O diâmetro do furo coincide com o diâmetro do círculo, ao passo que a profundidade deve ser
especificada pelo layer. Se a profundidade não estiver especificada, é adoptado o valor zero.

O ponto de aplicação do furo coincide com o centro do círculo.

Exemplo:
Para realizar um furo vertical com 15 mm de profundidade, associar ao desenho do furo o layer
VERTICA15 (ver tabela 2, na pág.391).

Furo horizontal representado por um rectângulo


Ao criar um furo utilizando um rectângulo, o diâmetro e a profundidade são obtidos da geometria.
O diâmetro é indicado pelo comprimento A do segmento D (figura 267) paralelo ao segmento C
(figura 267) da face 0 que representa a face 1 sobre a qual efectuar o furo, ao passo que a
profundidade é indicada pelo comprimento do segmento B (figura 267) perpendicular ao
segmento C (figura 267). O ponto de aplicação é dado pelo ponto médio do segmento que
representa o diâmetro do furo.
A figura 267 mostra um rectângulo desenhado sobre o lado 0 da peça a ser interpretado como
furo a ser realizado no lado 1 da peça. A figura 268 mostra, por outro lado, como este furo é
interpretado.

Para indicar o ponto em que o furo deve ser aplicado, introduzir o valor da distância entre o furo e
o lado superior da face na expressão alfanumérica do layer associado ao rectângulo do furo.
Caso não seja configurado esse valor, pelo default o furo é considerado a metade da espessura
da peça.

Caso queira aplicar um transpasse à peça dentro da qual realizar a perfuração, este é
representado pela distância (ref. A, figura 269) entre o ponto de aplicação do furo e o lado 1 (ref.
B, figura 269) da face 0.

Exemplos
„ Para desenhar um rectângulo que represente um furo horizontal a ser aplicado à face 1 da
peça a uma distância de 20 mm do canto 1 desta face, associar ao rectângulo o layer
LADO120 (ver tabela 2, pág. 391).
„ Para desenhar um rectângulo que represente um furo horizontal a ser aplicado na face 1, na
metade da espessura da peça, associar ao rectângulo o layer LADO1 (ver tabela 2, pág.
391).

Furo angular
Com o formalismo do tipo CNI são gerenciadas somente as rotações AR do eixo do mandril sobre
o eixo X-Y e as inclinações"AZ” do eixo de rotação do mandril em relação ao plano X, Y (isto é, as
inclinações do mandril no espaço).

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393
20 Projectos dos ficheiros DXF

Podem-se, então, criar, furos sobre as faces laterais (ref.A figura seguinte) roteando o eixo do
mandril sobre o plano X,Y.

Figura 274

Nesse caso, o diâmetro do furo é dado pelo comprimento do primeiro lado, aquele entre o vértice
1 e 2 (ver ref. A, na figura a seguir) e a profundidade é dada pelo comprimento do segundo lado,
aquele entre o vértice 2 e 3 (ver ref. B, na figura a seguir). O ângulo de inclinação encontra-se
entre o segundo lado e o eixo X positivo é necessário então desenhar os vértices do rectângulo
na ordem certa.

Figura 275

4 B

2
A
1

20.3.3 Como representar os cortes


Um corte é geometricamente representado por uma linha. O layer associado à linha permite
especificar, além do tipo de trabalho, a profundidade do corte. Se a profundidade não estiver
especificada, é adoptado o valor zero.

Os cortes sobre as faces laterais não são gerenciados

20.3.4 Como representar as fresagens


Uma fresagem pode ser representada geometricamente através de linhas, arcos, círculos e linhas
poligonais fechadas ou abertas, e pontos. O ponto é geralmente utilizado para especificar as
coordenadas de início da fresagem.

394 BIESSE S.p.A. © - a721k0008.fm081008


20 Projectos dos ficheiros DXF

O layer associado aos elementos geométricos permite especificar, além do tipo de trabalho, a
profundidade da fresagem. Se a profundidade não estiver especificada, é adoptado o valor zero.

Ao realizar um desenho a ser utilizado para realizar trabalhos, se a cada elemento geométrico do
desenho se quer atribuir dados tecnológicos específicos relativos à fresagem, associar a cada
elemento um layer diferente (ref. B, C, D). Para fazer com que todos os elementos geométricos do
desenho pertençam a uma única fresagem, associar a todo o desenho (ref. A) um único layer.

A B C

O formalismo do tipo CNI não gerencia as fresagens sobre as faces laterais

20.3.5 Utilizar os blocos


Os blocos podem ser utilizados somente para representar furos. De modo que um bloco possa ser
reconhecido como um furo, é necessário que na configuração do software (setup) tenha sido
inserido os valores relativos ao diâmetro, à profundidade e ao tipo de ferramenta.

Figura 276: Definição dos símbolos nas configurações do software (setup).

Um bloco que indica um furo sobre uma face lateral deve ter um layer que especifique essa face.
A gestão é análoga àquela dos furos horizontais representados por rectângulo.

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395
20 Projectos dos ficheiros DXF

Unidade de medida
É possível importar os ficheiros DXF nas seguintes unidades de medida:
„ milímetros;

„ polegadas

Caso os dados geométricos sejam expressos em milímetros, a unidade de medida dos dados
trazidos nos layers deve ser expressa em mm. Caso os dados geométricos sejam expressos em
polegadas, a unidade de medida dos dados trazidos nos layers deve ser expressa em polegadas.
As unidades de medida não podem ser utilizadas em conjunto. A única excepção é a dos blocos,
para os quais vale a norma de que se as unidades de medida do desenho no qual o bloco é
utilizado são expressas em polegadas, os valores do "diâmetro" e da "Profundidade" configurados
no programa de Setup devem ser de forma que:
„ O valor dado ao diâmetro é expresso em milímetros,

„ O valor dado à profundidade é expresso em polegadas.

20.4 Informação do formalismo


Para definir o tipo de formalismo a ser aplicado aos ficheiros a ser importados, iniciar a aplicação
Editor, seleccionar o menu Ficheiro e a opção Programações..., ou o botão específico na barra
dos instrumentos. Clicar na placa Definição DXF.
No campo de dados Tipo activo seleccionar o item BiesseWorks DXF para o formalismo do tipo
BIESSE, ou o item CNI DXF para o formalismo do tipo CNI.

Verificar que as chaves presentes na tabela abaixo correspondam àquelas utilizadas nos ficheiros
DXF a serem exportados.

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21 Execução dos programas

21 Execução dos programas

O capítulo a seguir descreve os procedimentos para utilizar os programas de trabalho com


extensão CID, DXF e BPP, com a finalidade de executá-los sobre a máquina. Esses programas de
trabalho podem ser iniciados individualmente ou pela lista de trabalho. A lista de trabalho é uma
tabela que permite predispor uma sequência de programas, com os quais realizar os trabalhos
sobre quantidades predefinidas das peças. As fases de execução dos programas concernem a
criação dos ficheiros ISO, a criação da lista de trabalho e a utilização da máquina durante as
suspensões dos programas para realizar eventuais deslocamentos da peça sobre o plano de
trabalho.

21.1 Criação dos ficheiros ISO com o BatchRun


Os ficheiros, para poder ser executados, devem ser processados. A operação pode ser realizada
utilizando o botão específico da barra
Ferramentas na aplicação Editor ou utilizando o utilitário BatchRun. Para a descrição detalhada
dos utilitários, consultar o capítulo 3.

Para executar os ficheiros com extensão BPP, a realização dos ficheiros ISO não é necessária.

Configurações de default
Para definir os dados default do BatchRun, clicar no botão .

Figura 277: janela de diálogo Programações

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397
21 Execução dos programas

„ Definir no campo Extensões dos ficheiros processáveis os tipos de ficheiros a serem


importados para realizar a elaboração e criação do homónimo ficheiro ISO. Habilitar ou
desabilitar os rectângulos em correspondência do tipo de ficheiro desejado.
„ Habilitar a caixa dos marcadores Mostre datas de criação e da última mod. para mostrar ao
lado da área das tarefas o quadro com a data da criação e da alteração da tarefa.
„ Habilitar a caixa dos marcadores Mostre botões CAM para exibir os botões CAM

.
„ Definir no campo de dados Ficheiro chaves Dxf o ficheiro com extensão LAY de referência
para os ficheiros DXF importados. Esse ficheiro contém as chaves de leitura dos layers
associados às geometrias dos ficheiros DXF. Ao importar ficheiros DXF criados com um
formalismo diferente daquele definido na placa Definição DXF do Setup, o sistema utiliza a
informação definida neste campo. Se também essa informação não estiver correcta, é preciso
associar directamente a cada ficheiro um LAY (consultar “Importar os ficheiros dxf” na pág.
401); no caso contrário o ficheiro não pode ser interpretado.
Para memorizar o ficheiro LAY, clicar no botão de busca adjacente e seleccionar o ficheiro
desejado.
„ Definir no campo Dados da peça os dados default de algumas características da peça,
somente no caso em que não tenham sido mencionadas nos ficheiros BPP importados.
„ Habilitar a caixa dos marcadores Acrescentar extensão ao nome dos ficheiros iso gerados por
DXF e CID caso haja a necessidade de gerar o ficheiro ISO mantendo no nome do ficheiro o
acrónimo DXF ou CID.
Por exemplo, habilitando a caixa, o ficheiro Fresagem.CID, durante a conversão, é nomeado
outra vez inserindo um underscore entre o nome e o acrónimo (Fresagem_CID.ISO). Para
não atribuir outro nome, mudando somente a extensão, desabilitar a caixa.

Salvar os dados
Clicar no botão para salvar os dados sem fechar o BatchRun.

Clicar no botão para salvar os dados e fechar o BatchRun.

Procedimento para processar os ficheiros


1. Criar uma nova tarefa à qual associar vários ficheiros a serem processados (consultar
“Tarefa” na pág. 400). Cada tarefa pode ser ligada somente a uma família de máquinas (ex. à
família das Rover) e não a mais famílias (ex. Rover e Arrow). Portanto, é permitido processar
somente os programas criados para uma família específica.
1. Escolher no quadro Programações de saída o nome da máquina utilizada, que deve ser o
mesmo presente na placa Utente do Setup. Utilizar o botão de localização para procurar o
caminho no qual armazenar os ficheiros ISO, caso queira utilizar um caminho diferente
daquele default indicado no campo adjacente ao nome da máquina.

398 BIESSE S.p.A. © - a711k0115.fm081008


21 Execução dos programas

2. Introduzir no campo Sub-arquivo o nome da subpasta na qual salvar os ficheiros ISO, que é
criada e armazenada no directório definido no campo anterior. Essa informação é opcional,
pode tornar-se útil para dividir os ficheiros agrupados em cada tarefa ao guardá-los em
subpastas diferentes, com a finalidade de localizar rapidamente os ficheiros processados.

3. Realizar as operações desejadas dentro da área de importação. As operações possíveis são:


• Importação dos ficheiros DXF, CID ou BPP; parágrafo “Procedimento para importar os
ficheiros a serem processados” na pág. 401.
• Alteração dos dados dos ficheiros desejados, dos dados da peça e das variáveis; parágrafo
“Modificar os ficheiros importados” na pág. 402.
• Criação de cópias de ficheiro; parágrafo “Criar cópias dos ficheiros” na pág. 402.
• Apagamento dos ficheiros; parágrafo “Eliminar os ficheiros importados” na pág.402.
• Optimização dos ficheiros desejados; parágrafo “Optimizar e simular os ficheiros
importados” na pág. 402.
• Simulação dos ficheiros desejados; parágrafo “Optimizar e simular os ficheiros importados”
na pág. 402.
• Elaboração dos ficheiros individuais; parágrafo “Elaborar os ficheiros seleccionados” na
pág. 402.
• Definição das chaves para os ficheiros DXF; parágrafo “Configurações de default” na pág.
397.

4. Habilitar o botão de opção Processar tudo para processar todos os ficheiros da área de
importação. Habilitar o botão de opção Processar só selecção para processar somente os
ficheiros seleccionados na área de importação.

5. Clicar no botão , para iniciar a elaboração dos ficheiros e a criação dos ficheiros ISO. É
visualizada a segunda página da aplicação com a lista dos ficheiros a serem processados. Os
ficheiros em fase de elaboração serão marcados em amarelo, os ficheiros elaborados
correctamente com a cor verde, ao passo que aqueles cuja elaboração não teve êxito serão
apresentados em vermelho.

Terminada a operação de elaboração dos ficheiros, clicar no botão para retornar à página
principal.

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399
21 Execução dos programas

Tarefa
Com a palavra "tarefa" define-se um grupo de trabalho que compreende os ficheiros a serem
processados para reconhecê-los e diferenciá-los dos outros.
Por exemplo, os próprios ficheiros podem ser importados em tarefas diversas às quais é dado um
nome específico (figura278), de forma a diferenciar vários tipos de trabalho. Nesse caso, é
necessário salvar os ficheiros de cada tarefa em pastas diversas, caso contrário, durante a
operação de elaboração, o ficheiro ISO obtido de um dos ficheiros homónimos presentes em
várias tarefas será sobreposto, já que uma mesma pasta não pode conter dois ficheiros ISO com
o mesmo nome.

Figura 278

Quando os ficheiros são processados, no directório configurado no campo Programações de


saída são criadas subpastas definidas no campo Sub-arquivo (ver figura seguinte).

Figura 279

Criar uma tarefa

Para criar uma tarefa, premir o botão e mudar o nome da tarefa (consultar “Mudar o nome de
uma tarefa” na pág. 401). Associar sempre à tarefa criada o nome de uma máquina ou de mais
máquinas pertencentes à mesma família (figura 278).
A ausência dessa operação impossibilita o salvamento do BatchRun; a informação é exibida por
uma mensagem de erro, na qual solicita-se associar uma máquina à tarefa específica.
As tarefas criadas são adicionadas progressivamente àqueles já existentes, mas é possível
ordená-las e deslocá-las utilizando a técnica do drag and drop (arrasta e solta).

400 BIESSE S.p.A. © - a711k0115.fm081008


21 Execução dos programas

Mudar o nome de uma tarefa


Para mudar o nome de uma tarefa, seleccioná-la e premir a tecla F2 do teclado do PC ou o botão
, ou ainda em alternativa premir duas vezes a tecla esquerda do mouse. Introduzir o novo
nome e premir a tecla ENTER do teclado.

Apagar uma tarefa


Para apagar uma tarefa, seleccioná-la e premir a tecla DEL do teclado ou a opção do menu
rápido, ou em alternativa clicar no botão .

Desactivar uma tarefa


Para desabilitar uma tarefa, de modo que os ficheiros nele contidos não sejam processados,
eliminar com um clique do mouse o marcador presente na caixa dos marcadores adjacente ao
nome da tarefa.

Procedimento para importar os ficheiros a serem processados


Para importar os ficheiros, clicar no botão e observar as seguintes sugestões:
„ Para importar o conteúdo de uma pasta inteira, procurar a pasta contendo os ficheiros a
serem importados e introduzir no campo específico o código "*.*".
„ Para importar somente os ficheiros, por exemplo com extensão DXF, introduzir no campo
específico o código "*.DXF".
„ Para importar ficheiros diversos, seleccioná-los mantendo premida a tecla SHIFT do teclado.

A única tarefa de BatchRun não pode conter dois ficheiros com o mesmo nome, logo, caso sejam
importados ficheiros já presentes, aparece a mensagem que permite a criação de uma cópia.
Várias tarefas, ao contrário, podem conter ficheiros idênticos, porém, para cada tarefa é preciso
criar uma subpasta na qual depositar os ficheiros processados (figura 278).

Importar os ficheiros dxf


No caso dos ficheiros DXF, verificar que na janela Programações do BatchRun tenha sido
definido o ficheiro LAY correcto, caso contrário associar a mão a cada ficheiro um LAY (consultar
“Configurações de default” na pág. 397) clicando no botão .

Por exemplo se na placa Definição DXF do Setup e na janela Programações do BatchRun foi
configurada como chave activa o tipo CNI DXF e se quer importar no BatchRun um ficheiro DXF
criado com as chaves de tipo BiesseWorks DXF, é preciso associar ao ficheiro a ser importado o
LAY correcto, senão o ficheiro não pode ser interpretado.

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401
21 Execução dos programas

Modificar os ficheiros importados


Os ficheiros importados podem ser modificados, isto é, é possível intervir e modificar os dados
referentes às variáveis e a peça.
„ Para modificar os dados referentes à peça, seleccionar o ficheiro desejado e premir o botão

. As alterações realizadas sobre a peça não mudam o ficheiro, sendo apenas alterações
temporárias que o BatchRun mantém na memória. Para a descrição dos campos da janela de
diálogo Variáveis da peça , consultar o parágrafo 12.8 “Criação do documento” na pág. 216.
„ Para modificar os dados referentes às variáveis, seleccionar o ficheiro desejado e premir o

botão . As variáveis podem ser somente modificadas, não sendo permitido eliminá-las ou
criar novas. As alterações realizadas sobre as variáveis não mudam o ficheiro, sendo apenas
alterações temporárias que o BatchRun mantém na memória. Para a descrição dos campos
da janela de diálogo Variáveis do programa - [%1] , consultar o parágrafo 17.2 “Gestão das
variáveis” na pág. 345.
Quando em um ficheiro importado são alterados os dados referentes à peça ou às variáveis, o
ficheiro não muda realmente, então, se for aberto com o aplicativo Editor, mantém as suas
configurações de criação. As alterações tornam-se activas somente quando realizadas pelo Editor
que interage com BatchRun.

Criar cópias dos ficheiros


Para criar uma cópia de um ou mais ficheiros, seleccionar os ficheiros a serem copiados. No caso
de mais de um ficheiro, seleccioná-los utilizando a tecla SHIFT do teclado, premir o botão eo
botão . O ficheiro é criado com o mesmo nome e com um símbolo “_#” seguido por um
número progressivo.

Eliminar os ficheiros importados


Para eliminar os ficheiros da área de importação, seleccionar um ou mais ficheiros (utilizando
também a tecla SHIFT) e premer o botão .

Optimizar e simular os ficheiros importados


Para optimizar o único ficheiro da área de importação, seleccioná-lo e premir o botão . Essa
operação pode-se tornar útil quando se queira controlar se o ficheiro importado é correcto, logo,
pode ser processado.

Para simular o único ficheiro da área de importação, seleccioná-lo e premir o botão .

Elaborar os ficheiros seleccionados


Para processar o único ficheiro da área de importação, seleccioná-lo e premir o botão .

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21 Execução dos programas

21.2 Execução dos programas e da lista de trabalho


Os programas de trabalho podem ser executados individualmente ou pela utilização de uma lista.
Para a descrição detalhada de como realizar um programa de trabalho ou uma lista de trabalho,
consultar o capítulo 22.

Para executar os ficheiros em formato DXF, aconselha-se de controlar que as chaves de


leitura dos layers associados às geometrias correspondam ao formalismo configurado no
campo Tipo activo na placa Definição DXF Setup.

21.3 Retomada do programa após uma suspensão do


trabalho
Quando executa-se um programa que contém uma suspensão do trabalho, para retomar o
trabalho consultar o manual "Instruções de utilização" relativo à máquina.

21.4 Parada/anulamento da execução do programa


1. Premer a tecla STOP para interromper os movimentos dos eixos.

2. Premer a tecla RESET para anular a execução do programa ou a tecla START para retomar a
execução do programa.

Se forem exibidas mensagens de erro na barra específica, premer a tecla CLEAR para cancelá-
las, mas somente depois de ter anotado o conteúdo da mensagem.

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403
21 Execução dos programas

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22 Utilização do XNC

22 Utilização do XNC

Sobre a máquina, a parte referente à gestão, à movimentação dos eixos e à realização dos
trabalhos é inteiramente gerenciada pelo XNC integrado. Desse software somente alguns
aplicativos são utilizados (O aplicativo Quotas, Lista de trabalho, A aplicação DebugO aplicativo
Estatística) e a janela Erros.

22.1 O aplicativo Quotas


A aplicação QUOTAS permite exibir as coordenadas dos eixos, o estado de funcionamento da
máquina (manual, automático), a origem da peça, o tipo de mandril seleccionado e o percentual
override.

Através desta aplicação, é possível zerar, movimentar e o posicionar os eixos da máquina,


comandar a descida da unidade de operação para apetrechar a máquina e iniciar a execução de
um único programa de trabalho ou de uma lista de trabalho.

Figura 280: aplicação QUOTAS

Descrição da aplicação:
A Barra dos menus (consultar “Descrição da barra dos menus” na pág. 406).
B Override eixos (consultar “Override eixos” na pág. 408).
C Indicador de alerta da presença de erros (consultar “Indicador alerta presença de erros” na
pág. 409).
D Indicador do estado da máquina (consultar “Indicador do estado da máquina” na pág. 409).

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405
22 Utilização do XNC

E Quadro das quotas eixos (consultar “Quadro das quotas dos eixos” na pág. 409).
F Quadro dos ambientes de máquina (consultar “Quadro dos ambientes de máquina” na pág.
410).
G Botões dos comandos (consultar “Botões dos comandos” na pág. 410).
H Barras de informações (consultar “Barras de informação” na pág. 411).

Descrição da barra dos menus


A seguir, são ilustrados os menus com a descrição de suas opções.

Algumas dessas opções poderão não estar activadas, enquanto ligadas à inserção de uma
palavra-passe adequada. Para configurar o nível correcto de palavra-passe, consultar o
parágrafo 4.6 “Palavra-passe” na pág. 4.6.

OPÇÕES:
CONFIGURAÇÃO;
visualiza a janela CONFIGURAÇÃO com a Configuração activa. Para alterar a configuração
activa, introduzir o número correspondente à nova configuração e premir a tecla Enter (ou Enviar)
do teclado ou o botão Confirmar.

VERSÕES;
visualiza as versões relativas às aplicações do XNC.

SIMULAÇÃO;
permite activar ou desactivar o estado de simulação do CN. Este estado torna-se visível pelo
ícone .

ZERAMENTO
selecciona o tipo de zeramento máquina. Os zeramentos previstos são de quatro tipos:

GLOBAL;
CENTRO;
INDIVIDUAL;
MANUAL.

MODO MOVIMENTOS;
permite exibir a exacta posição da ferramenta instalada sobre um eixo de rotação, quando
trabalha-se em TCPM (Tool Center Point Management).
EIXOS;
as quotas visualizadas referem-se ao ponto de tomada do mandril ou do agregado sobre o
qual a ferramenta está instalada.
CARTESIANO;
as quotas visualizadas referem-se à posição da extremidade da ferramenta.
FERRAMENTA;
fixa o sistema de referência do CN de modo que o eixo Z coincida com a direcção de trabalho
da ferramenta (essa função é especialmente útil na programação dos furos inclinados).
Para maiores informações, consultar o manual on-line do XNC.

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22 Utilização do XNC

JANELAS:
PROGRAMA;
visualiza a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS para escolher o programa a ser executado. A
opção activa-se somente no ambiente AUTOMÁTICO e com a aplicação LISTA fechada.

LISTA;
visualiza a aplicação LISTA. A opção activa-se somente no ambiente AUTOMÁTICO
DEBUG;
visualiza a aplicação DEBUG. Permite o debug do programa em START. A opção activa-se
somente no ambiente AUTOMÁTICO

ACTIVAÇÃO DOS MANDRIS;


visualiza a aplicação ACTIVAÇÃO MANDRIS. A opção activa-se somente no ambiente
MOVIMENTOS MANUAIS. Se na máquina os mandris não estiverem presentes, a opção
ACTIVAÇÃO MANDRIS não estará disponível.

ERROS;
visualiza a janela ERROS para controlar os erros provocados pelo mau funcionamento do
software.
MENSAGENS;
visualiza a janela MENSAGENS nos quais são ilustradas as mensagens de controle dos
programas de trabalho em execução e do programa PLC.

MENSAGENS DE ERRO;
visualiza a janela com as mensagens que o controle numérico disponibiliza caso detecte uma
situação de mau funcionamento de algumas de suas partes. Algumas mensagens poderiam não
ser visíveis, por serem ligadas à inserção de uma palavra-passe adequada. Para configurar o
nível correcto de palavra-passe, consultar o parágrafo 4.6 “Palavra-passe” na pág. 4.6.

QUOTA:
RELATIVA
visualiza a quota relativa à origem e ao mandril seleccionado.

ABSOLUTA;
quota entre o mandril de referência (tipicamente T1) e o zero da máquina.

RESIDUAL;
diferença entre a quota objectivo e a quota absoluta, quando o eixo é comandado.

TEÓRICA;
quota absoluta ideal na qual deveria encontrar-se o eixo se este respondesse imediatamente às
entradas (dados de velocidade) recebidas pelo CN.

TEÓRICA REL;
quota ideal, relativa à referência considerada, na qual deveria encontrar-se o eixo se respondesse
instantaneamente às entradas (dados de velocidade) recebidas do CN.

OBJECTIVO;
quota final absoluta da linha em execução.

OBJECTIVO REL;
quota final, relativa à referência considerada, da linha em execução.

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407
22 Utilização do XNC

ERRO;
diferença entre a quota teórica e a quota absoluta do eixo.

VELOCIDADE;
velocidade segundo a qual o eixo move-se.
MILÍMETROS (POLEGADAS);
visualiza as quotas presentes no quadro das quotas eixos, com base na unidade de medida
seleccionada: milímetros ou polegadas.

ORIGEM;
visualiza a lista das origens para seleccionar aquela de referência.

MANDRIL;
visualiza a janela para modificar o mandril de referência.

CENTRO:
Este item está presente somente nos softwares conectados a máquinas multicentro.

AJUDA:
Visualiza o manual on-line de ajuda.

Override eixos
Os override eixos são quadros que permitem exibir o valor em percentual da velocidade dos
eixos.

O Override Eixos é um instrumento útil durante a execução das provas de contornação e


perfuração para verificar a exactidão dos trabalhos. Com a utilização do Override Eixos é possível
variar a velocidade de deslocamento dos eixos máquina , utilizando um dado em percentual
relativo ao valor configurado nos dados máquina ou no programa.
Para activar esta função, utilizar o manípulo "Override remoto" do quadro de botões para o
controle dos eixos máquina (consultar o manual “Instruções de utilização” relativo à máquina).

Override mandris
Os override mandris são quadros que permitem exibir o valor em percentual da velocidade dos
mandris.

Para modificar a velocidade, inserir instruções específicas nos programas de trabalho, ou utilizar
o manípulo “Override remoto” do quadro de botões para o controle dos eixos máquina (consultar o
manual "Instruções de utilização" relativo à maquina).

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22 Utilização do XNC

Indicador alerta presença de erros


O indicador de alerta de presença de erros tem a função de indicar a presença de um erro
genérico. Normalmente traz o logo CNI; ao verificar-se um erro, o logo CNI desaparece e
visualiza-se um ponto de exclamação.
Ícone Descrição

Nenhum erro encontrado

Presença de erros activos.

CN em estado de simulação.

Indicador do estado da máquina


Indica o estado actual da máquina pelos ícones listados a seguir.
Ícone Descrição
Zeramento

Movimento manual

Movimento avaliado

Iniciar programa

Start ciclo do PLC

Stop (programa suspenso)

Break (suspensão programada)

PLC desactivado. Sinaliza também a ausência de algumas aplicações necessárias ao


funcionamento do CN.

Quadro das quotas dos eixos


Este quadro contém os nomes dos eixos com as respectivas quotas de posicionamento. Ao lado
do nome do eixo é visualizado o mandril de referência quando este existir.

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409
22 Utilização do XNC

Figura 281

Quadro dos ambientes de máquina


Este quadro contém os comandos úteis para fazer mover a máquina.
Comandos Descrição
Permite entrar no ambiente ZERAMENTO e visualiza o tipo de
zeramento dos eixos da máquina activado pelo menu OPÇÕES;
consultar “Zeramento dos eixos máquina” na página207.
A cor azul do botão significa que o ambiente está activado.
Activa a modalidade de movimentação manual dos eixos;
consultar “Modalidades de movimentação manual dos eixos” na
página 414. A cor azul do botão significa que está se a trabalhar
no ambiente MOVIMENTOS MANUAIS.
Activa a modalidade de movimentação MDI dos eixos; consultar
“Modalidades de movimentação MDI dos eixos (avaliada)” na
página 414. A cor azul do botão significa que está se a trabalhar
no ambiente MOVIMENTOS AVALIADOS.
Permite entrar no ambiente AUTOMÁTICO. Nesse ambiente é
possível localizar programas individuais a serem executados
(consultar “Execução individual dos programas”, pág. 417),
realizar o controle dos programas em execução (consultar “A
aplicação Debug”, pág. 436) e compilar ou abrir uma lista de
trabalho a ser executada sobre a máquina (consultar o parágrafo
“Botões dos comandos” na pág. 410).
A cor azul do botão significa que o ambiente está activado.

Botões dos comandos


Cada botão dos comandos, ladeado por um ícone de referência, permite o acesso a um aplicativo
e pode ser activado somente dentro do ambiente certo.
A cor vermelha do botão significa que foi visualizada a aplicação associada a este, que poderia
ser também não visível porque representado por um ícone na barra de aplicações do Windows.
Botões/ícones Descrição
Visualiza a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS somente com o ambiente
AUTOMÁTICO activado.

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22 Utilização do XNC

Botões/ícones Descrição
Visualiza a aplicação LISTA somente com o ambiente AUTOMÁTICO
activado.
Visualiza a aplicação DEBUG somente com o ambiente AUTOMÁTICO
activado.
Visualiza a aplicação Activação de Mandris, somente com o ambiente
MOVIMENTOS MANUAIS activado.

Barras de informação
Figura 282

A Aparecem as informações relativas a:


A sigla do eixo principal/auxiliar seleccionado.
O centro ao qual o eixo estiver conectado.
Um eventual texto descritivo do eixo.
A origem activa para o centro ao qual o eixo pertence.
O tipo de quota visualizada.
B Aparecem as informações que variam dependendo do ambiente de máquina activado.
No ambiente ZERAMENTO MANUAL, escolhendo o tipo de zeramento dos eixos da máquina,
aparece a selecção do centro realizada pela barra dos menus e uma mensagem relativa ao
tipo de zeramento.
No ambiente MOVIMENTOS MANUAIS comparecem os valores de velocidade lenta e rápida.
No ambiente MOVIMENTOS AVALIADOS aparece o dado referente ao deslocamento do eixo
seleccionado (ref. A, figura 283) e o campo para inserir uma linha de programa (ref. B, figura
283).
No ambiente AUTOMÁTICO aparece o nome do programa seleccionado (ref. C figura 283) e
o campo para inserir uma linha de programa (ref. D, figura 283).

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411
22 Utilização do XNC

Figura 283

Menu rápido da barra de informação


No ambiente AUTOMÁTICO, é possível exibir um menu rápido que permite realizar rapidamente
algumas operações. Para visualizá-lo, clicar com a tecla direita do mouse sobre a barra com o
nome do programa.

Figura 284

Descrição das opções do menu rápido


EDITAR; inicia a aplicação Editor do BiesseWorks ou do XNC. A aplicação Editor do BiesseWorks
será iniciada somente se o ficheiro seleccionado, visualizado na barra de informação, tiver a
extensão DXF, CID e BPP.

DESENHA; inicia o Simulador do BiesseWorks para os programas com extensão DXF, CID e
BPP, ou a janela gráfica do XNC para os programas com outras extensões.

VENTOSAS; inicia a aplicação WorkTableTooling para os programas com extensão DXF, CID e
BPP, ou o Tooling System do XNC para os programas com outras extensões.

OPTIMIZA; optimiza o programa de trabalho seleccionado. Os programas com extensão DXF,


CID e BPP são optimizados com o optimizador de BiesseWorks.

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22 Utilização do XNC

IMPRIME; imprime o programa Para maiores informações, consultar o manual on-line do XNC.

PARÂMETROS; visualiza a janela de diálogo para criar ou alterar as variáveis. Exibindo o menu
rápido em um ficheiro com extensão BPP abre-se a janela de diálogo Variáveis do programa -
[%1].
ZERA CONTA-PEÇAS; zera os valores presentes nos campos da coluna CONT.

PAINEL; visualiza a janela de diálogo para criar ou alterar os parâmetros da peça. Exibindo o
menu rápido em um ficheiro com extensão BPP abre-se a janela de diálogo Variáveis da peça.

22.2 Zeramento dos eixos máquina


O zeramento é um procedimento que serve para trazer os eixos em uma posição conhecida pelo
CN de modo que possa calcular directamente seus movimentos. Essa posição é estabelecida
durante o controle da máquina, tomando como referência a origem absoluta da máquina.

Executar o zeramento após o início do software ou quando aparece uma mensagem de erro com
o pedido de execução.

1. Seleccionar do menu OPÇÕES o item ZERAMENTO e uma das seguintes opções: GLOBAL,
CENTRO, INDIVIDUAL, MANUAL (consultar“O aplicativo Quotas”, pág. 405).

2. Premir a tecla START para realizar o zeramento desejado. Antes de proceder, certificar-se
que nada possa impedir o movimento regular dos eixos.

Descrição das opções


GLOBAL; permite realizar o zeramento automático de todos os eixos.

CENTRO; permite zerar todos os eixos do centro seleccionados ao mesmo tempo.

INDIVIDUAL; permite zerar automaticamente o eixo seleccionado.

ZERAMENTO MANUAL; permite realizar o zeramento de cada eixo, individualmente. Seleccionar


um eixo, por exemplo, o eixo X, premir Enter (ou clicar duas vezes sobre o eixo) inserir na janela
específica a quota de zeramento e premir START. Nesse caso, o eixo não realiza nenhum
movimento, já que a operação executada serve somente para definir a real posição do eixo. A
quota de zeramento manual do eixo seleccionado é visualizada na barra de informação específica
(figura 280).

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413
22 Utilização do XNC

22.3 Movimentação dos eixos da máquina


Para efectuar a movimentação dos eixos existem duas maneiras, a manual e a MDI. Antes de
proceder à leitura desse parágrafo, consultar o parágrafo “O aplicativo Quotas” na pág. 405.

Modalidades de movimentação manual dos eixos


Os movimentos manuais dos eixos são definidos "movimentos JOG”, porque para realizá-los é
preciso utilizar as teclas JOG do painel de comando principal. Geralmente, são realizados durante
a preparação da máquina. Para executar o movimento proceder como indicado a seguir:

1. Seleccionar o comando específico no quadro dos ambientes de máquina (consultar a tabela


na pág. 410);

2. Seleccionar o eixo a ser movido no quadro das quotas de eixos. O eixo activado é contornado
por uma linha azul (figura 281).

3. Realizar a movimentação dos eixos com as teclas JOG. Para a descrição detalhada das
teclas JOG consultar o manual de “Instruções de utilização” relativo à máquina. Para definir a
velocidade que os eixos devem manter durante a movimentação, consultar o parágrafo
“Variação da velocidade de deslocamento manual dos eixos”.

Variação da velocidade de deslocamento manual dos eixos


Para configurar a velocidade dos movimentos manuais de um eixo, seleccionar no quadro o eixo
a ser movido e premir Enter para exibir a janela de diálogo dos dados. Definir os valores nos
campos Velocidade lenta ou rápida. O primeiro campo define a velocidade lenta para os
movimentos realizados com o uso das teclas JOG, ao passo que o segundo campo define a
velocidade rápida dos movimentos realizados com as teclas JOG, mais a tecla VEL (para a
descrição das teclas consultar o manual “Instruções de utilização” relativo à maquina). Os dados
definidos nessa janela de diálogo não modificam aqueles default e permanecem activos somente
até o desligamento da máquina.
Esses dados têm, no default, o valor dos correspondentes dados da máquina e são visualizados
na barra específica de informação (figura 282).

A alteração desses dados não enseja variações nos dados máquina, pois as alterações
permanecem válidas até o salvamento sucessivo dos dados de máquina (nesse caso são
resgatados os dados originários) ou até o sucessivo desligamento do CN.

A variação em percentual da velocidade de deslocamento dos eixos configurada pode ser


realizada quando necessário girando o OVERRIDE colocado na máquina.

Modalidades de movimentação MDI dos eixos (avaliada)


Modalidade de movimentação MDI dos eixos definida movimentação “avaliada”, pois permite
inserir a quota sobre a qual quer se posicionar o eixo.

Existem três tipos de movimentos avaliados:

1. Tipo "passo individual"

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22 Utilização do XNC

2. Tipo "avaliado"

3. Tipo "degrau"

Tipo "passo individual"


O movimento é realizado utilizando uma linha de programação que pode ser digitada no campo B
ilustrado na figura283. Premindo a tecla START é executada a linha introduzida.

Tipo "avaliado"
O movimento do eixo seleccionado é realizado configurando a quota desejada e premindo a tecla
START. Para configurar a quota, premir a tecla ESC do teclado, clicar duas vezes no quadro do
eixo desejado e escrever o valor no campo Quota objectivo.

Para definir o mandril de referência clicar no botão a seguir.

O nome do mandril de referência aparece no campo Mandril.

Para a descrição dos campos restantes da janela consultar o parágrafo “Tipo degrau”.

Tipo degrau
Permite deslocar o eixo seleccionado utilizando as teclas JOG e a tecla VEL, definindo, porém, o
deslocamento em mm de cada passo e a velocidade do eixo.
A configuração desses valores é realizada utilizando os campos específicos presentes na janela
descrita no parágrafo “Tipo "avaliado"”, ou exibindo a janela ilustrada na figura 285.

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22 Utilização do XNC

Figura 285: janela DADOS DE EIXOS

Para exibir a janela, clicar duas vezes sobre o eixo desejado.

Descrição dos campos:

Deslocamento; permite definir o valor em mm de cada deslocamento realizado com as teclas


JOG.

Deslocamento Estendido; permite definir o valor em mm de cada deslocamento realizado com


as teclas JOG e a tecla VEL.

Velocidade; permite definir o valor da velocidade do eixo durante cada deslocamento.

22.4 Movimentação das partes da unidade de


operação
A movimentação das partes da unidade de operação pode apresentar um resultado útil para
facilitar a instalação das ferramentas ou para realizar a manutenção. Para realizar essa operação,
observar o procedimento a seguir:

1. Activar no quadro dos ambientes máquina o ambiente MOVIMENTOS MANUAIS.

2. Seleccionar o menu JANELAS e a opção MANDRIS ou o ícone .

3. Seleccionar o menu MANDRIS para desenvolver a lista da tipologia dos mandris.

4. Activar o item VERTICAIS para exibir os mandris verticais (T) do grupo de perfuração, o item
HORIZONTAIS para exibir os mandris horizontais (TH) do grupo de perfuração, ou o item
PANTÓGRAFOS para exibir os mandris eléctricos (TP). O botão da tipologia activada torna-
se vermelho.

5. Seleccionar os mandris desejados para accionar sua movimentação pneumática.

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22 Utilização do XNC

6. Realizar o apetrechamento ou a manutenção.

7. Reconduzir à posição original os mandris movidos, seleccionando-os novamente.


8. Fechar a janela ACTIVAR MANDRIS seleccionando o item FECHAR.

Recomenda-se a utilização desse procedimento depois de ter rodado a chave do


selector de apetrechamento, de modo a excluir a potência da máquina para realizar
com segurança as operações de apetrechamento ou de manutenção.

22.5 Execução individual dos programas


Para executar os programas individualmente exibir o ambiente AUTOMÁTICO e clicar no
comando específico do quadro relativo aos ambientes máquina (consultar o parágrafo “Quadro
dos ambientes de máquina” na pág. 410), abrir o programa e escolher uma das duas
modalidades de execução: Automático ou Manual.

O ficheiro em formato BPP que, por vários motivos, não possa ser optimizado, não é
executado. Caso tente executá-lo, o sistema envia uma mensagem de erro.

Procedimento para abrir um programa individualmente para ser


executado

1. Controlar que a aplicação LISTA tenha sido fechada e clicar no botão dos comandos .
Visualiza-se a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS (figura 286) onde localizar o programa a
ser executado na máquina.

2. Seleccionar o programa desejado e premir a tecla Confirmar. Na barra de informações da


aplicação QUOTAS aparece o nome do programa seleccionado.

3. Executar o programa utilizando a modalidade Automático ou Semi-automático.

Para desactivar o botão dos comandos e fechar a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS,


premir a tecla Anula (ref. E figura 286).

Como executar o programa em modo Automático


A execução do programa na modalidade Automático identifica um tipo de execução única, isto é,
derivante de uma única operação. A máquina executa todo o programa, suspendendo o trabalho
somente se o programa apresentar suspensões.
Para realizar o trabalho no modo Automático, abrir o programa e premir a tecla START no painel
de comando principal.

Para executar o programa passando pela aplicação DEBUG, observar o procedimento a seguir:

1. abrir o programa (consultar “Procedimento para abrir um programa individualmente para ser
executado”, pág. 417).

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22 Utilização do XNC

2. exibir a aplicação DEBUG e premir a tecla para activar a modalidade Automático.

3. premir a tecla START no painel de comando principal. Se o programa a ser executado não for
um ficheiro com extensão ISO, primeiro será optimizado e depois executado. Se o programa
a ser executado for um ficheiro ISO, transformado anteriormente, por exemplo, utilizando o
BatchRun, é imediatamente executado.

A área das expressões alfanuméricas ISO da aplicação DEBUG visualiza o conteúdo do


programa em execução, permitindo observar cada passo do trabalho.

Para o procedimento de carregamento e bloqueio da peça sobre o plano de trabalho, consultar o


manual “Instruções de utilização” da máquina.

Como executar o programa em modo Semi-automático


A execução do programa no modo Semi-automático identifica um tipo de execução controlada e
guiada pelo operador. Para realizá-la observar o procedimento a seguir:

1. abrir o programa (consultar “Procedimento para abrir um programa individualmente para ser
executado”, pág. 417).

2. exibir a aplicação DEBUG e premir a tecla .

3. premir a tecla START no painel de comando principal para fazer avançar o trabalho do
programa em passos. Se o programa a ser executado não for um ficheiro com extensão ISO,
primeiro será optimizado e depois executado. Se o programa a ser executado for um ficheiro
ISO, transformado anteriormente, por exemplo, utilizando o BatchRun, é imediatamente
executado.

4. para executar o passo sucessivo do programa, premir novamente a tecla START; repetir a
operação até o término do trabalho.
A área das expressões alfanuméricas ISO da aplicação DEBUG visualiza o conteúdo do
programa permitindo controlar detalhadamente todas as fases de execução.

Para o procedimento de carregamento e bloqueio da peça sobre o plano de trabalho, consultar o


manual “Instruções de utilização” da máquina.
Para controlar os tipos de parâmetros utilizados em cada linha do programa executável, utilizar o
campo PARÂMETROS do Quadro Break/Parâmetros, introduzindo os códigos dos parâmetros
separados por um espaço. Durante o trabalho, na barra das informações PARÂMETRO aparece o
nome e o valor do parâmetro presente na linha em execução.

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22 Utilização do XNC

Descrição da janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS


Figura 286: janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS

A Barra de ferramentas e botões para seleccionar o directório (consultar “Barra dos


instrumentos e botão para seleccionar o directório”, pág. 419).
B Quadro directório; traz o nome do directório seleccionado.
C Área central; visualiza a lista dos ficheiros e dos directórios.
D Quadro dos nomes; evidencia o nome do ficheiro seleccionado na área central.
E Botões dos comandos (consultar “Botões dos comandos” na pág. 420).

Barra dos instrumentos e botão para seleccionar o directório


Botões Descrição
Visualiza o directório superior.

Actualiza o ficheiro do directório visível.

Visualiza a seguinte barra de ferramentas:

Visualiza uma barra de ferramentas posterior para a descrição da qual


aconselha-se a leitura do manual on-line do XNC
Permite seleccionar o drive que contém os ficheiros a ser utilizados:
„ O disco A; ou o disquete inserido no drive do CN.

„ O CN; isto é, o disco rígido do CN.

„ O nome do microcomputador remoto ligado ao CN.

Botões Descrição
Inicia a aplicação Editor do BiesseWorks ou do XNC. A aplicação Editor do
BiesseWorks será iniciada somente no caso em que tenha sido seleccionado um
ficheiro com extensão DXF, CID e BPP.

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22 Utilização do XNC

Botões Descrição
Optimiza o programa de trabalho seleccionado. Os programas com extensão DXF,
CID e BPP são optimizados com o optimizador de BiesseWorks.
Inicia o Simulador do BiesseWorks para os programas com extensão DXF, CID e
BPP, ou a janela gráfica do XNC para os programas com outras extensões.
Inicia a aplicação WorkTableTooling para os programas com extensão DXF, CID e
BPP, ou o ToolingSystem do XNC para os programas com outras extensões.
Imprime o programa seleccionado. Para maiores informações, consultar o manual
on-line do XNC.
Faz uma cópia do ficheiro seleccionado. Para maiores informações, consultar o
manual on-line do XNC.
Cola o ficheiro copiado anteriormente. Para maiores informações, consultar o
manual on-line do XNC.
Apaga do directório o ficheiro seleccionado. Para maiores informações, consultar
o manual on-line do XNC.
Muda o nome do ficheiro seleccionado.

Botões dos comandos


Botões Descrição
Botão Página anterior. Permite rolar a lista dos ficheiros.

Botão página sucessiva. Permite rolar a lista dos ficheiros.

Botão Confirmar. Visualiza o ficheiro seleccionado na barra de informação da


aplicação QUOTAS e fecha a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS.
Botão Anular. Fecha a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS.

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22 Utilização do XNC

22.6 Lista de trabalho


A lista de trabalho é um ficheiro que contém uma lista dos programas de trabalho (BPP, ISO, DXF,
CID) dispostos em ordem sequencial, a serem executados na máquina. Dentro de cada lista de
trabalho, cada programa pode sofrer alterações de seus parâmetros que, não modificando a
estrutura do ficheiro em formação, são aplicáveis somente no âmbito da própria distinta.

Todos os ficheiros inseridos na lista de trabalho, para serem executados, devem


trazer informações tecnológicas. Por exemplo, os documentos em formato DXF
contendo somente o gráfico vectorial não são executáveis.

Para exibir a aplicação LISTA, clicar no botão dos comandos .

Figura 287: aplicação Lista

Descrição da aplicação:
A Indicador do modo comandos máquina.
B Barra dos menus. Consultar o parágrafo “Descrição da barra dos menus” na pág. 422.
C Indicador do modo de funcionamento da lista. Existem duas modalidades de execução da
lista, a NORMAL e a AUTO-EXTINGUÍVEL
D Tabela de inserção dos programas (ficheiros). Consultar o parágrafo “Tabela de inserção de
programas” na pág. 425.
E Botões dos comandos Consultar o parágrafo “Botões dos comandos” na pág. 426.
F Indicador do estado do ficheiro Consultar o parágrafo “Indicador do estado do ficheiro” na
pág. 426.
G Barras de informação. Consultar o parágrafo “Barras de informação” na pág. 426.

O menu rápido da aplicação LISTA


Para exibir o menu rápido, seleccionar com o cursor a linha da tabela desejada e premir a tecla
direita do mouse.
Descrição das opções do menu rápido

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22 Utilização do XNC

EDITA; abre o programa seleccionado com a aplicação Editor do BiesseWorks ou com a


aplicação Editor do XNC, caso tenham sido iniciados. Somente os ficheiros com extensão DXF,
CID e BPP são abertos com a aplicação Editor do BiesseWorks.

DESENHA; visualiza a janela gráfica do XNC ou o Simulador de BiesseWorks. Os ficheiros com


extensão DXF, CID e BPP são simulados somente se foi iniciada a aplicação Editor do
BiesseWorks.
VENTOSAS; inicia o Tooling System do XNC ou a aplicação WorkTableTooling inerente ao
programa seleccionado. Para os ficheiros com extensão DXF, CID e BPP o apetrechamento do
plano é realizado somente a aplicação Editor do BiesseWorks se estiver activa.

OPTIMIZA; optimiza o programa de trabalho seleccionado. Os ficheiros com extensão DXF, CID
e BPP são optimizados somente se foi iniciada a aplicação Editor do BiesseWorks (consultar
“Optimizar os programas da lista”, pág. 434).

IMPRIME; imprime o programa Para maiores informações, consultar o manual on-line do XNC. Os
ficheiros com extensão DXF, CID e BPP são impressos somente se foi iniciada a aplicação Editor
do BiesseWorks.
INSERE; insere na lista uma linha vazia embaixo daquela onde está posicionado o cursor de
texto.

APAGA; apaga a linha da lista sobre a qual está posicionado o cursor, ou o bloco de linhas
evidenciadas através da função MARCA.

COPIA; realiza a cópia da linha da lista sobre a qual está posicionado o cursor, ou do bloco de
linhas evidenciadas através da função MARCA.
MARCA; permite seleccionar uma ou mais linhas da lista. Para seleccionar várias linhas é preciso
seleccionar as linhas inicial e final. Essa operação serve para copiar ou apagar linhas.

PARÂMETROS; visualiza a janela de diálogo para criar ou modificar as variáveis (consultar


“Modificar as variáveis de um programa inserido na lista”, pág. 432). Ao exibir o menu rápido
sobre um ficheiro com extensão BPP, essa opção é activada somente se a aplicação Editor do
BiesseWorks foi iniciada.

PAINEL; visualiza a janela de diálogo Variáveis da peça da aplicação do Editor do BiesseWorks,


caso tenha sido seleccionado um ficheiro com extensão BPP e a aplicação Editor do BiesseWorks
tenha sido iniciada. Essa opção activa-se somente quando são seleccionados os ficheiros com
extensão BPP (consultar “Modificar os dados relativos à peça”, pág. 432).

Descrição da barra dos menus


A seguir, são ilustrados os menus com a descrição de todas as suas opções.

Algumas dessas opções poderão não estar activadas, enquanto ligadas à inserção de uma
palavra-passe adequada. Para configurar o nível correcto de palavra-passe, consultar o
parágrafo 4.6 “Palavra-passe” na pág. 4.6.

FICHEIRO:
ABRIR
visualiza a janela SELECÇÃO DE LISTAS para abrir uma lista de trabalho.

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22 Utilização do XNC

INSERIR;
visualiza a janela SELECÇÃO DE LISTAS para inserir na lista de trabalho activa o conteúdo de
outra lista de trabalho.

SALVAR;
salva a lista de trabalho activa sobrepondo-se a ela.
SALVAR COMO;
visualiza a janela SELECÇÃO DE LISTAS para criar uma cópia da lista de trabalho activa com um
nome diferente.

PROGRAMA;
visualiza a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS para escolher um programa a ser inserido na
lista de trabalho activa.

LISTA;
visualiza a janela SELECÇÃO DE LISTAS para escolher uma lista de trabalho a ser inserida na
lista de trabalho activa.
IMPRIME;
imprime a lista de trabalho activa.

FECHAR;
fecha a aplicação LISTA.

EDITAR:
INSERE;
insere na tabela de inserção programas uma linha vazia em baixo daquela onde está posicionado
o cursor de texto.

APAGA;
apaga a linha da tabela de inserção de programas sobre a qual está posicionado o cursor ou o
bloco de linhas evidenciadas através da função MARCA.

COPIA; realiza a cópia da linha da tabela de inserção de programas sobre a qual está
posicionado o cursor, ou do bloco de linhas evidenciadas através da função MARCA.

MARCA;
permite seleccionar uma ou mais linhas da tabela de inserção de programas. Para seleccionar
várias linhas é preciso seleccionar as linhas inicial e final. Essa operação serve para copiar ou
apagar linhas.
LOCALIZAR;
activa a função de localização e substituição das palavras, que é válida somente na coluna da
tabela de inserção de programa sobre a qual está posicionado o cursor.

ZERA CONTA-PEÇAS; zera os valores presentes nos campos da coluna CONT.

APAGAR TUDO;
apaga todas as linhas da tabela de inserção de programas.
PARÂMETROS; visualiza a janela de diálogo para criar ou modificar as variáveis (consultar
“Modificar as variáveis de um programa inserido na lista”, pág. 432).

PAINEL;
visualiza a janela de diálogo Variáveis da peça da aplicação Editor do BiesseWorks, caso seu

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22 Utilização do XNC

estado seleccionado um ficheiro com extensão BPP e seu estado iniciar a aplicação Editor do
BiesseWorks (consultar “Modificar os dados relativos à peça”, pág. 432).

SERVIÇOS:
PROGRAMA;
desenvolve a lista de opções a seguir:
EDITA; abre o programa seleccionado com a aplicação Editor do BiesseWorks ou com a
aplicação Editor do XNC, caso tenham sido iniciados. Os ficheiros com extensão DXF, CID e
BPP são abertos com a aplicação Editor do BiesseWorks.
DESENHA; visualiza a janela gráfica do XNC ou o Simulador de BiesseWorks. Os ficheiros
com extensão DXF, CID e BPP são simulados somente se foi iniciada a aplicação Editor do
BiesseWorks.
OPTIMIZA;
optimiza o programa de trabalho seleccionado, caso tenha sido iniciada a aplicação certa. Os
ficheiros com extensão DXF, CID e BPP são optimizados somente se foi iniciada a aplicação
Editor do BiesseWorks (consultar “Optimizar os programas da lista”, pág. 434).
VENTOSAS; inicia o Tooling System do XNC ou a aplicação WorkTableTooling inerente ao
programa seleccionado. Para os ficheiros com extensão DXF, CID e BPP, o apetrechamento
do plano é realizado somente se estiver activa a aplicação Editor do BiesseWorks.
IMPRIME; imprime o programa. Para maiores informações, consultar o manual on-line do
XNC. Os ficheiros com extensão DXF, CID e BPP são impressos somente se foi iniciada a
aplicação Editor do BiesseWorks.
OPÇÕES DE IMPRESSÃO;
visualiza a janela de diálogo para definir as opções de impressão avançadas. Para maiores
informações, consultar o manual on-line do XNC.

MODO:
NORMAL;
permite definir o modo de execução da lista. Nesse caso, a execução acontece linha após linha
até a instrução END ou ao alcance de uma linha vazia. Para maiores informações, consultar o
manual on-line do XNC.

AUTO-EXTINGUÍVEL;
permite definir o modo de execução da lista. Nesse caso, as linhas da lista visualizadas são
automaticamente apagadas após terem sido executadas. A execução termina com o alcance da
instrução END ou de uma linha vazia. Para maiores informações, consultar o manual on-line do
XNC.

AJUDA:
permite exibir o manual on-line de ajuda.

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22 Utilização do XNC

Tabela de inserção de programas


A tabela de inserção de programas constitui a área central da aplicação e é composta por linhas e
colunas. Para passar de uma linha a outra ou de uma coluna a outra da tabela, utilizar o cursor do
mouse ou as teclas específicas do teclado do computador (ref. A/B, figura 288). Para mover o
cursor de texto dentro de um campo, utilizar a tecla ALT do teclado mais as teclas Seta (ref. A,
figura 288).

Figura 288: teclas do teclado do computador

Descrição das colunas da tabela:

LABL; permite inserir uma expressão numérica ou alfanumérica.


PROGRAMA; visualiza os nomes dos programas de trabalho inseridos na lista. Para os
programas com a aplicação Editor do BiesseWorks, junto ao nome é indicada a extensão do
ficheiro (BPP).

QNTA; permite inserir o número relativo a quantas vezes a máquina deve executar o programa.

CONT; indica a contagem dos programas trabalhados. Esse valor é incremental pois é ligado à
quantidade de execuções da linha de programa.

ANOTAÇÃO; permite inserir uma simples anotação ou os parâmetros e as variáveis globais úteis
ao programa (ver parágrafo “Regras para preencher o campo ANOTAÇÃO”, pág. 427).

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22 Utilização do XNC

Botões dos comandos


Botões Descrição
visualiza a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS (figura 286) para escolher um
programa a ser inserido na lista de trabalho activa (consultar “Inserir os ficheiros
na lista”, pág. 428).
insere na tabela de inserção de programas uma linha vazia em baixo daquela
onde está posicionado o cursor de texto. Para maiores informações, consultar o
manual on-line do XNC.
apaga a linha da tabela de inserção de programas sobre a qual está posicionado o
cursor, ou o bloco de linhas evidenciadas através da função MARCA. Para
maiores informações, consultar o manual on-line do XNC.
realiza a cópia da linha da tabela de inserção de programas sobre a qual está
posicionado o cursor, ou do bloco de linhas evidenciadas através da função
MARCA. Para maiores informações, consultar o manual on-line do XNC.
visualiza a janela SELECÇÃO DE LISTAS para escolher uma lista de trabalho a
ser inserida na lista de trabalho activa. Para maiores informações, consultar o
manual on-line do XNC.
visualiza a janela SELECÇÃO DE LISTAS para abrir uma lista de trabalho
(consultar “Procedimentos para abrir a lista de trabalho”, pág. 427).
salva a lista de trabalho activa sobrepondo-se a ela (consultar “Salvar a lista”, pág.
433).
visualiza a janela de diálogo para criar ou alterar as variáveis. (consultar “Modificar
as variáveis de um programa inserido na lista”, pág. 432).

Indicador do estado do ficheiro


Permite indicar o estado em que se encontra a lista de trabalho aberta. O ícone com o cofre
fechado indica que o ficheiro foi salvo. O ícone com o cofre aberto indica que foi modificado o
ficheiro e que será necessário salvar.

Barras de informação
Parte na qual são visualizadas as informações sobre o campo do programa seleccionado.

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22 Utilização do XNC

Regras para preencher o campo ANOTAÇÃO


Este campo permite inserir uma anotação ou umas variáveis (variáveis da peça ou variáveis
globais). Com respeito às variáveis da peça e as variáveis globais dos ficheiros BPP, é preciso
observar as seguintes regras:
„ Diferentemente dos ficheiros ISO, as variáveis para os ficheiros BPP não devem ser incluídas
entre as fontes tipográficas "dólar" ($).
„ Antes do valor da variável deve haver o símbolo "igual" (=).
P. ex.: LPX=300.
„ Para separar uma variável da sucessiva é preciso utilizar o espaço.
P. ex: LPX=300 LPY=500.
„ Antes do número decimal deve haver um ponto.
P. ex.: LPZ=30.5.
„ O valor da variável considerado como expressão alfanumérica deve ser marcado por dois
ápices: um no início da expressão alfanumérica e um no fim da expressão alfanumérica.
P. ex. MATERIAL=’Faia’.
„ A lista de valores deve ser separada utilizando o ponto e vírgula.
P. ex.: ORLST=’1;2;3’.

22.7 Procedimentos para abrir a lista de trabalho


1. Exibir a aplicação LISTA.

2. Clicar no menu FICHEIRO e opção ABRIR ou no botão específico.


3. Seleccionar o ficheiro desejado e clicar no botão Confirma.

Para informações posteriores sobre a utilização da janela SELECÇÃO DE LISTAS, consultar o


manual on-line do XNC.

22.8 Procedimentos para preencher a lista de trabalho


4. exibir a aplicação LISTA que abre mostrando sempre a lista aberta na última operação.
Seleccionar o menu do ficheiro e inserir o nome da lista no campo específico ou apagar o
conteúdo da lista visualizada e gerar um novo ficheiro salvando-o com outro nome, no caso
desejar criar uma nova lista ou proceder a eventuais alterações e escrever sobre a lista de
trabalho.

5. Inserir os ficheiros na lista (consultar “Inserir os ficheiros na lista”, pág. 428). Para substituir
um ficheiro na lista por outro, consultar o parágrafo “Substituir um programa da lista” na pág
.428

6. Indicar no campo da coluna QNTA (figura 289) o número relativo a quantas vezes a máquina
deve executar o programa.

7. Inserir no campo da coluna LABL (figura 289) a instrução que regula a ordem de execução
dos programas (consultar “Utilizar as instruções de programação” na pág.428).

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427
22 Utilização do XNC

Figura 289

8. Salvar a lista. Para salvar a lista com outro nome, consultar “Salvar a lista” na pág. 433; para
escrever sobre ela, consultar “Salvar as alterações de uma lista activa” na página 433.

Dentro da lista, é possível efectuar as seguintes operações auxiliares:


„ Modificar/inserir as variáveis nos programas (consultar “Modificar as variáveis de um
programa inserido na lista”, pág. 432).
„ Modificar ou controlar os dados relativos à peça; operação válida somente para os programas
com extensão BPP (consultar “Modificar os dados relativos à peça”, pág. 432).
„ Optimizar os programas para controlar seu funcionamento (consultar “Optimizar os
programas da lista”, pág. 434).

Inserir os ficheiros na lista


Para inserir um ou mais ficheiros na lista, clicar no botão , seleccionar o ficheiro e clicar no
botão .

Para informações posteriores sobre a utilização da janela SELECÇÕES DE PROGRAMAS na


aplicação LISTA, consultar o manual on-line do XNC.

Substituir um programa da lista


Para substituir um programa presente na lista por outro, observar os procedimentos a seguir:

1. Seleccionar o programa da lista a ser substituído.

2. Clicar no botão para exibir a janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS.

3. Seleccionar o ficheiro e clicar no botão .

Para informações posteriores sobre a utilização da janela SELECÇÕES DE PROGRAMAS na


aplicação LISTA, consultar o manual on-line do XNC.

Utilizar as instruções de programação


A tabela a seguir traz a lista e a descrição das instruções de programação e o nome da coluna da
lista onde devem ser inseridas.
Instruções Descrição Coluna
; Definição de uma linha de comentário. LABL
<etiqueta> Expressão alfanumérica de 4 caracteres. LABL
STOP Permite interromper a execução da lista. LABL

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22 Utilização do XNC

Instruções Descrição Coluna


JMP Permite passar a uma linha da lista marcada com uma PROGRAMA
etiqueta Esta passagem acontece durante a execução
da lista.
READ Permite abrir um ficheiro relativo a uma lista de LABL
trabalho durante a execução de uma lista activa.
WRIT Introdução da lista visualizada em um ficheiro. LABL
_NOR Activa a modalidade de execução NORMAL da lista. LABL
_SXG Activa a modalidade de execução AUTO- LABL
EXTINGUÍVEL da lista.
END Termina a execução da lista. LABL

Instruções “;”
Essa instrução deve ser inserida no campo da coluna LABL. A linha precedida por essa instrução
não é executada e pode ser utilizada para inserir comentários. Além dos campos da linha com
essa instrução podem ser utilizados para inserir comentários.

Instrução “<etiqueta>”
Essa instrução deve ser inserida no campo da coluna LABL. Uma etiqueta é uma expressão
alfanumérica de comprimento máximo de 4 caracteres. É utilizada para evidenciar uma linha
especial em associação com a instrução JMP.

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22 Utilização do XNC

Instrução “STOP”
A instrução STOP deve ser inserida no campo da coluna LABL e determina a interrupção da
execução da lista. A interrupção da execução devida à presença da instrução STOP é dita
também "Interrupção programada".

A instrução pode ser inserida em dois modos diversos:


„ no campo LABL da linha na qual há o nome do programa;

LABL PROGRAMA QNTA CONT COMENTÁRIO


... ... ... ... ...
STOP Furos.bpp 4 0

„ no campo LABL de uma linha vazia posta antes da linha com o programa a ser executado.

LABL PROGRAMA QNTA CONT COMENTÁRIO


STOP ... ... ... ...
Furos.bpp 4 0

A função é a mesma, a execução da lista é interrompida quando encontra a instrução STOP. O


clicar no botão START permite executar o programa que segue essa instrução pela quantidade de
vezes igual ao número definido no campo da coluna QNTA. Se no campo da coluna QNTA não for
assinalado nenhum número, o CN impõe automaticamente o valor 1.

Instruções “JMP”
A instrução JMP deve ser inserida no campo da coluna PROGRAMA e determina um pulo,
durante a execução da lista, a uma linha marcada com uma etiqueta. Existem dois tipos possíveis
de pulos:
„ pulo a uma linha que precede àquela a conter a instrução JMP;

„ pulo a uma linha que segue àquela a conter a instrução JMP.

O exemplo traz um salto a uma linha que precede àquela a conter a instrução JMP.
LABL PROGRAMA QNTA CONT COMENTÁRIO
LBL Furos.bpp 2 0
Cortes.bpp 2 0
JMP LBL 3 0
END

A execução da lista acontece no modo a seguir:

1. é executado duas vezes o programa Furos.bpp;

2. é executado duas vezes o programa Cortes.bpp;

3. é incrementado o valor do campo da coluna CONT da linha a conter a instrução JMP;

430 BIESSE S.p.A. © - a711k0116.fm081008


22 Utilização do XNC

4. são zerados os campos da coluna CONT das linhas a conter os programas Furos.bpp e
Cortes.bpp e a execução do programa pula à linha que contem a etiqueta LBL. A execução
termina quando os números presentes nos campos da coluna CONT e da coluna QNTA, da
linha a conter a instrução JMP são idênticos.

Instrução “READ”
A instrução READ deve ser inserida no campo da coluna LABL e permite executar uma lista
inserida entre as linhas da lista activa.
LABL PROGRAMA QNTA CONT COMENTÁRIO
... ... ... ... ...
Cortes.bpp 2 0
READ ListaPortas 0

A execução desta lista pode ocorrer de duas formas diversas:


„ se foi programada a modalidade de execução NORMAL, a instrução READ permite pular lista
inserida no campo da coluna PROGRAMA (p. ex.: ListaPortas, tabela seguinte), abri-la,
executá-la e depois interromper a execução, sem realizar os demais programas da lista activa
(p. ex.: Furos.bpp e Portas.bpp, tabela seguinte). Nesse caso, é possível inserir somente uma
instrução READ.
LABL PROGRAMA QNTA CONT COMENTÁRIO
... ... ... ... ...
READ ListaPortas 0
Furos.bpp 2 0
Portas.bpp 2 0

„ se foi activada a modalidade de execução AUTO-EXTINGUÍVEL, a instrução READ permite


expandir a lista inserida no campo da coluna PROGRAMA inserindo o seu conteúdo entre as
linhas da lista activam e executar todo o conteúdo da lista activa. Nesse caso, é possível
inserir mais de uma instrução READ.

Instrução “WRIT”
A instrução WRIT deve ser inserida no campo da coluna LABL, ao passo que no campo da coluna
PROGRAMA deve aparecer o nome de uma lista de trabalho. A instrução WRIT permite escrever
a lista no campo PROGRAMA em um ficheiro.
LABL PROGRAMA QNTA CONT COMENTÁRIO
... ... ... ... ...
Cortes.bpp 2 0
WRIT ListaPortas 0

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22 Utilização do XNC

Instruções “_NOR”
A instrução _NOR activa a modalidade de execução NORMAL. Deve ser inserida no campo da
coluna LABL, no início do bloco da lista a ser executada.

Instruções “_SXG”
A instrução _SXG activa a modalidade de execução AUTO-EXTINGUÍVEL. Deve ser inserida no
campo da coluna LABL, no início do bloco da lista a ser executada.

Instruções “END”
A instrução END evidencia a última linha a ser executada independente das linhas que a seguem
e deve ser inserida no campo da coluna LABL. A utilização dessa instrução permite dividir a lista
de vários blocos executáveis separadamente. Essa função pode ser substituída por uma linha
vazia.

Modificar as variáveis de um programa inserido na lista


Dentro da lista é possível alterar os valores das variáveis de um programa de trabalho. Essas
alterações não interferem no programa, mas são memorizadas somente dentro da lista.
Essa operação varia com base no tipo de ficheiro seleccionado: tipo BPP ou tipo não BPP.
„ Tipo BPP; ficheiros com extensão BPP criados com a aplicação Editor do BiesseWorks.
Nesse caso, seleccionando um desses ficheiros, exibe-se a janela de diálogo Variáveis do
programa - [%1] (para a descrição da janela consultar o capítulo 17 “Parametrização do
programa”). A janela será visualizada somente se o ficheiro foi criado utilizando as variáveis e
se a aplicação Editor do BiesseWorks for iniciada, isto é, estiver presente na barra das
aplicações de Windows. Os valores das variáveis presentes na janela são automaticamente
inseridos no campo da coluna COMENTÁRIO.
„ Tipo não BPP; ficheiros com outras extensões, criados com outras aplicações. Nesse caso,
consultar o manual on-line do XNC. No campo da coluna COMENTÁRIO aparecem os
valores acrescidos.

Para realizar essa operação, seleccionar o botão específico ou o menu EDIT e o item
PARÂMETROS.

Modificar os dados relativos à peça


Na lista, é possível, com a escolha de um ficheiro, alterar algumas características do programa,
isto é, alterar os dados relativos à peça. Essa alteração pode ser realizada somente nos ficheiros
BPP criados com a aplicação Editor do BiesseWorks.

Para realizar essa operação, posicionar o cursor sobre a linha da tabela com o nome do ficheiro
BPP desejado, exibir o menu rápido e clicar no item PAINEL, ou clicar no menu EDIT e na opção
PAINEL.

É visualizada a janela de diálogo Variáveis da peça (figura 290). Para a descrição dos campos
restantes da janela, consultar o parágrafo 12.8 “Criação do documento”.

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22 Utilização do XNC

Figura 290

As alterações realizadas ao programa de trabalho inserido na lista não alteram o programa, mas
são apenas alterações gravadas somente no âmbito da lista, em seguida, aplicáveis somente
dentro da lista activa.

Habilitar a modalidade de trabalho simultâneo de duas peças


Para habilitar a modalidade de trabalho simultâneo de duas peças, inserir o programa desejado
na lista de trabalho, exibir a janela de diálogo Variáveis da peça e inserir no campo Lista origens a
dupla correcta de origens (ver instruções de uso da máquina). A simulação e a exibição do duplo
apetrechamento é possível somente depois de ter inserido o programa na lista de trabalho.
Nessa modalidade, é possível executar também programas paramétricos com apetrechamentos
paramétricos.

Salvar a lista
Para salvar a lista de trabalho activa criando um novo ficheiro, clicar no menu FICHEIRO e na
opção SALVAR COMO. É visualizada a janela SELECÇÃO DE LISTAS; introduzir no campo o
nome da nova lista e clicar no botão Confirmar. O novo nome da lista aparece na barra do título
da aplicação LISTA.

A necessidade de realizar o salvamento da lista é assinalada pelo ícone representado por um


cofre aberto, colocado próximo ao canto esquerdo da aplicação LISTA.

Salvar as alterações de uma lista activa


Para salvar as alterações produzidas em uma lista de trabalho activa e existente, clicar no botão
. As alterações são sobrepostas.

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433
22 Utilização do XNC

A necessidade de realizar o salvamento da lista por causa de uma alteração é assinalada pelo
ícone representado por um cofre aberto, colocado próximo ao canto esquerdo da aplicação
LISTA.

Optimizar os programas da lista


Para optimizar um programa, seleccioná-lo, clicar no menu SERVIÇOS e sobre o item
PROGRAMA > OPTIMIZA, ou exibir o menu rápido e clicar no item OPTIMIZA.

Os programas com extensão DXF, CID e BPP são optimizados com o optimizador de
BiesseWorks. Se a aplicação Editor do BiesseWorks não for iniciada, isto é, não estiver na barra
das aplicações Windows, a operação não será realizada.
Para os ficheiros com extensão ISO, o comando OPTIMIZA permite sua optimização, salvamento
e sobregravação.

22.9 Execução da lista de trabalho


A lista de trabalho pode ser executada utilizando uma das seguintes modalidades:
„ modalidade Automático

„ modalidade Semi-automático

O nome da lista seleccionada é visualizado na barra de informações da aplicação QUOTAS.

Como executar a lista na modalidade Automático


A execução da lista na modalidade Automático identifica um tipo de execução única, isto é,
derivante de uma única operação. A máquina executa a lista inteira suspendendo o trabalho
somente no caso de eventuais suspensões.

Para realizar o trabalho no modo Automático, abrir a lista e premir a tecla START no painel de
comando principal.

Para executar a lista passando pela aplicação DEBUG, observar o procedimento a seguir:

1. abrir a aplicação LISTA e abrir a lista (consultar “Procedimentos para abrir a lista de trabalho”,
pág. 427).

2. exibir a aplicação DEBUG e premir a tecla para activar a modalidade Automático.

3. premir a tecla START no painel de comando principal. Se na lista foram inseridos programas
sem extensão ISO, esses são elaborados antes e depois executados. Todos os programas
com extensão ISO são imediatamente executados sem ser elaborados. Então, a querer
acelerar as operações, aconselha-se de inserir na lista ficheiros ISO.

A área das expressões alfanuméricas ISO da aplicação DEBUG visualiza o conteúdo do


programa em execução, permitindo observar cada passo do trabalho.

Para o procedimento de carregamento e bloqueio da peça sobre o plano de trabalho, consultar o


manual “Instruções de utilização” da máquina.

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22 Utilização do XNC

Como executar a lista na modalidade Semi-automática


A execução da lista no modo semi-automático identifica um tipo de execução controlada e guiada
pelo operador. Para realizá-la observar o procedimento a seguir:
1. abrir a aplicação LISTA e abrir a lista (consultar “Procedimentos para abrir a lista de trabalho”,
pág. 427).

2. exibir a aplicação DEBUG e premir a tecla .

3. premir a tecla START no painel de comando principal. Se na lista foram inseridos programas
sem extensão ISO, esses são elaborados antes e depois executados. Todos os programas
com extensão ISO são imediatamente executados sem ser elaborados.

4. para executar o passo sucessivo do programa, premir novamente a tecla START; repetir a
operação até o término do trabalho.
A área das expressões alfanuméricas ISO da aplicação DEBUG visualiza o conteúdo do
programa permitindo controlar detalhadamente todas as fases de execução.

Para o procedimento de carregamento e bloqueio da peça sobre o plano de trabalho, consultar o


manual “Instruções de utilização” da máquina.

Para controlar os tipos de parâmetros utilizados em cada linha do programa executável, utilizar o
campo PARÂMETROS do quadro Break/Parâmetros da aplicação DEBUG digitando os códigos
dos parâmetros separados por um espaço. Durante o trabalho, na barra das informações
PARÂMETRO aparece o nome e o valor do parâmetro presente na linha em execução.

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435
22 Utilização do XNC

22.10 A aplicação Debug


Os ficheiros dos programas para serem executados devem ser transformados em ficheiros com
extensão ISO. A aplicação DEBUG visualiza o conteúdo dos ficheiros ISO durante a execução
dos programas. Ao executar um programa de trabalho ou uma lista de trabalho, mantendo essa
aplicação visualizada, é possível controlar todos os passos de execução e intervir no caso de
necessidade.

Figura 291: aplicação Debug

Descrição da aplicação:
A Barra dos menus (consultar “Barra dos menus” na pág. 436).
B Quadro Break/Parâmetros (consultar “Quadro Break/Parâmetros”na pág. 438).
C Quadro instruções (consultar “Quadro de instruções”na pág. 438).
D Área das expressões alfanuméricas ISO (consultar “Área das expressões alfanuméricas
ISO”na pág. 438).
E Botões de comando acessórios (consultar “Botões dos comandos acessórios”na pág. 439).
F Instruções relativas aos eixos (consultar “Instruções relativas aos eixos”na pág. 439).
G Barras de informações (consultar “Barras de informação” na pág. 439).

Barra dos menus


A seguir, são ilustrados os menus com a descrição de suas opções.

SELECÇÕES:
LINHA;
visualiza a janela para definir o número da linha do programa da qual quer se iniciar o trabalho

RESET BREAK;
Apaga o break activado no quadro específico.

436 BIESSE S.p.A. © - a711k0116.fm081008


22 Utilização do XNC

ROTINAS; botão para definir se deseja expandir a rotina* presente na linha de programa em
execução para exibir o conteúdo na aplicação DEBUG (exemplo trazido na figura 292).

COMENTÁRIOS;
botão para definir se exibir ou menos na aplicação DEBUG os comentários inseridos no programa
em execução, isto é, as linhas iniciam com “;” (exemplo trazido na figura 292).

Figura 292: exemplo de uma linha de comentário a conter a rotina L=PCDA.

FECHAR;
fecha a aplicação DEBUG. Ao sair com breaks ainda programados, o programa em execução
pára também quando encontrar os Breaks.

MODO:
AUTOMÁTICO;
activa a modalidade Automático de execução do programa de trabalho.

SEMI-AUTOMÁTICO;
activa a modalidade Semi-automático de execução do programa de trabalho.

INSTRUÇÕES:
VELOCIDADE;
desenvolve um submenu que contém as instruções F.

ACELERAÇÃO;
desenvolve um submenu que contém as instruções E.
ANTECIPAR;
desenvolve um submenu que contém as instruções II.

CÍRCULO/ELIPSE;
desenvolve um submenu que contém as instruções R, I, J, K.

AJUDA:
Visualiza o manual on-line de ajuda.

* Rotina = é o nome de um subprograma ou de um ciclo fixo ambos inseridos em um programa único de

trabalho. O ciclo fixo pode ser reconhecido porque inicia com a letra G ou P A rotina realiza-se com a
instrução L (p. ex.: L=PCDA é uma rotina que abre o ciclo fixo PCDA, figura 292). Para a descrição das
instruções ISO que comparecem no DEBUG, consultar o manual on-line do XNC.

BIESSE S.p.A. © - a711k0116.fm081008


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22 Utilização do XNC

Quadro Break/Parâmetros
„ Campo BREAK N;
permite suspender a execução do programa na linha desejada, escrevendo o número da linha
no campo e confirmando com a tecla Enter. O número e aquele que se encontra no início da
linha seguido pela letra N (figura 293).

Figura 293

Se o programa contém mais linhas com o mesmo número, o programa pára na primeira linha
que encontrar.
É possível activar também um break (uma suspensão) dentro de uma rotina * chamada por
um programa, digitando o número da linha e o nome da rotina desejada. A exibição de break
acontece na primeira barra de informação. A linha de programa evidenciada em estado de
break é aquela já executada.
„ Campo PARÂMETROS;
permite introduzir o nome dos parâmetros, para fazer aparecer o seu valor durante a
execução do programa na modalidade Semi-automático.

Quadro de instruções
Permite exibir em tempo real o estado dessas instruções:

T; instrução relativa à activação dos mandris;


G; instrução modal;
S; instrução relativa à velocidade de rotação dos mandris;
M e KA; instrução relativa ao PLC.

Área das expressões alfanuméricas ISO


Nessa área, visualizam-se as expressões alfanuméricas das instruções ISO do programa em
execução. As expressões alfanuméricas de comentário e rotina podem ser excluídos da exibição
utilizando o específico comando do menu SELECÇÕES.

Durante o processo de execução do programa de trabalho, as linhas do Debug mudam de cor à


medida que são executadas.

Para a descrição das instruções ISO, consultar o manual on-line do XNC.

* Rotina = é o nome de um subprograma ou de um ciclo fixo ambos inseridos em um programa único de

trabalho. O ciclo fixo pode ser reconhecido porque inicia com a letra G ou P A rotina realiza-se com a
instrução L (p. ex.: L=PCDA é uma rotina que abre o ciclo fixo PCDA, figura 292). Para a descrição das
instruções ISO que comparecem no DEBUG, consultar o manual on-line do XNC.

438 BIESSE S.p.A. © - a711k0116.fm081008


22 Utilização do XNC

Botões dos comandos acessórios


Botões Descrição
Activa a modalidade Automático de execução do programa de trabalho.

Activa a modalidade Semi-automático de execução do programa de trabalho.

Apaga o break activado no quadro específico.

Visualiza a janela para definir o número da linha do programa da qual se quer


iniciar o trabalho. O número a ser inserido encontra-se no início da linha seguido
pela letra N.

Instruções relativas aos eixos


Comparecem as instruções seleccionadas nos itens do menu INSTRUÇÕES. Para cada item do
menu é visualizado o código da instrução escolhida e o valor. As instruções visíveis são as
seguintes:
„ F; instruções acerca da velocidade. FX, FY, FZ, FC são as instruções para os movimentos
independentes ao longo de cada eixo.
„ E; instruções acerca da aceleração ao longo do percurso. EX, EY, EZ, EC são as instruções
para os movimentos independentes ao longo de cada eixo.
„ II; IX, IY, IZ, IC são as instruções para os movimentos independentes ao longo de cada eixo.

„ R, RI, RJ; instruções acerca do raio do círculo.

„ I, J, K; instruções acerca dos semieixos da elipse e as coordenadas do centro.

Barras de informação
„ A barra dos Breaks Activos visualiza o número da linha na qual o programa fora suspenso.

„ A barra dos parâmetros visualiza o estado dos parâmetros, exigidos no Quadro Parâmetros,
no momento da suspensão da execução do programa.

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439
22 Utilização do XNC

22.11 O aplicativo Estatística


O aplicativo Estatística é um ambiente no qual são memorizadas as informações provenientes da
máquina em fase de trabalho (processos da máquina) e as operações efectuadas por quem
trabalha, com o objectivo de verificar a produtividade e a fiabilidade da máquina.

Figura 294

No ambiente da estatística é possível memorizar as seguintes informações:


„ informações relativas à máquina; informações relativas aos problemas encontrados na
máquina durante o trabalho. Dividem-se em “Eventos de máquina” e em “Eventos de
fiabilidade”:
• eventos de máquina; fornecem informações úteis para programar as fases de manutenção
e para verificar a idoneidade das soluções ou as escolhas adoptadas por quem trabalha
(ambiente Estatística de máquina);
• eventos de fiabilidade; eventos ligados à tipologia e à configuração da máquina. Em certos
casos, além de representar um óptimo sistema para entender a coerência das escolhas
adoptadas, podem sugerir as causas do mal funcionamento da máquina, derivantes da
deterioração (desgaste) de alguns dispositivos utilizados fora do tempo máximo (ambiente
Estatística de fiabilidade).
„ informações referentes à produção, aos processos relativos às operações executadas pela
máquina em fase de trabalho, ou seja, às operações
necessárias para o trabalho, chamados "Eventos de produção" (ambiente Estatística de
produção).

De cada evento pode-se memorizar a duração temporal e a quantidade de vezes que se


apresenta.

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22 Utilização do XNC

22.11.1 Descrição dos botões e dos menus

Botões Descrição
ver opção Salvar do menu Ficheiro.

ver opção Abrir do menu Ficheiro.

ver opção Estatística em curso do menu Ficheiro.

comando não gerenciado.

ver opção Apagar do menu Edit.

ver opção Inserir do menu Edit.

ver opção Apagar do menu Edit.

ver opção Estatística do menu Janelas.

ver opção Estat. de Máquina do menu Janelas.

ver opção Estat. de Produção do menu Janelas.

ver opção Estat. de Fiabilidade do menu Janelas.

ver opção Gráf. Máquina do menu Janelas.

ver opção Gráf. Produção do menu Janelas.

ver opção Manut. Programada do menu Janelas.

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22 Utilização do XNC

Descrição dos menus

Ficheiro:
Salvar; memoriza os dados de configuração definidos no ambiente Estatística e no ambiente
Manutenção Programada em mais ficheiros com extensão DAT salvando-os no directório de
default: C:\WNC\home\d_xnc\statistica\swap.

Sair; reduz a ícone o aplicativo.

Abrir; mostra a janela para procurar o ficheiro da estatística a ser aberta.


Estatística em curso; exibe a estatística activa.

Apagar; exibe a janela para seleccionar o ficheiro da estatística a ser apagado.

Apagar por data; exibe a janela para seleccionar um grupo de ficheiros da estatística a ser
apagado com base em um intervalo de tempo indicado.

Copiar em A; exibe a janela para seleccionar o ficheiro da estatística a salvar no disquete.

Copiar em A: por data; exibe a janela para seleccionar um grupo de ficheiros da estatística a
salvar no disquete com base em um intervalo de tempo indicado.

Fechar; fecha todos os ficheiros da estatística abertos no ambiente Estatística de Máquina ou no


ambiente Estatística de Produção.

Editar:
Apagar; apaga a última alteração efectuada na tabela OPERADOR do ambiente Estatística.

Inserir; insere uma linha vazia na tabela OPERADOR do ambiente Estatística.


Apagar; apaga a linha seleccionada na tabela OPERADOR do ambiente Estatística.

Setup:
Máquina; exibe o ambiente Estatística.

Operador; exibe o ambiente Estatística de Máquina.

Comandos:
Lista dos eventos OPERADOR precedentemente habilitados a serem activados (ver parágrafo
“Iniciar a estatística e activar os eventos a memorizar”, pág. 446).

Exibe:
Dados totais;exibe todos os dados da estatística aberta.

Dados da máquina;exibe somente os dados referentes aos eventos MÁQUINA da estatística


aberta.

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22 Utilização do XNC

Dados N operador;exibe somente os dados referentes aos eventos OPERADOR da estatística


aberta.

Dados 1 operador;exibe somente os dados referentes aos eventos OPERADOR do operador


seleccionado na estatística aberta.
Percentual;exibe os gráficos com base na percentual.

Tempo;exibe os gráficos com base no tempo.

Janelas:
Estatística; exibe o ambiente Estatística.

Estat. de Máquina; exibe o ambiente Estatística de Máquina.

Estat. de Produção; exibe o ambiente Estatística de Produção.

Estat. de Fiabilidade; exibe o ambiente Estatística de Fiabilidade.

Gráf. Máquina; exibe o ambiente Gráficos Estatística de Máquina.

Gráf. Produção; exibe o ambiente Gráficos Estatística de Produção.

Manut. Programada; exibe o ambiente Manutenção Programada.

22.11.2 Procedimento para utilizar a estatística


1. Carregar a estatística, caso seja necessário (ver parágrafo “Carregar a estatística”, pág.
443).

2. Registar os próprios dados de identificação (ver parágrafo “Registar os próprios dados”, pág.
444).

3. Escolher os tipos de eventos a efectuar durante o turno de trabalho, a incluir no ficheiro com
os dados da estatística (ver parágrafo “Configurar e habilitar os eventos a registar”, pág.
445).

4. Iniciar a estatística e activar o evento escolhido precedentemente (ver ponto 3), para fazer
com que ele seja memorizado (ver parágrafo “Iniciar a estatística e activar os eventos a
memorizar”, pág. 446).

5. Parar o registo da estatística (ver parágrafo “Parar e salvar a estatística”, pág. 447). Essa
operação pode ser efectuada manualmente ou em automático.

Carregar a estatística
„ No ambiente Estatística, seleccionar o menu Setup, a opção Máquina e configurar os
seguintes campos dados:
Nome: inserir o nome da máquina.
Matrícula: inserir a matrícula associada à máquina (obrigatório).

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22 Utilização do XNC

„ Configurar o prazo de memorização dos dados da estatística de maquina e da estatística de


produção, utilizando uma das seguintes opções:
Manual: permite decidir de modo autónomo o momento no qual parar a memorização da
estatística activa, salvando-a no ficheiro apropriado. Nesse caso, a memorização ocorre após
a pressão do botão .
Diária: permite executar o salvamento automático da estatística no final de cada dia.
Seleccionar com um duplo clique a opção Diária, configurar a hora, os minutos e confirmar
clicando no botão OK.
Se a máquina é desligada antes dessa configuração, a memorização ocorre na primeira vez
em que for ligada depois da hora configurada.
Semanal: permite executar o salvamento automático da estatística no final de cada semana.
Seleccionar com um duplo clique a opção Semanal, configurar o dia, a hora, os minutos e
confirmar clicando no botão OK.
Se a máquina é desligada antes dessa configuração, a memorização ocorre na primeira vez
em que for ligada depois do dia e da hora configurados.
Mensal: permite executar o salvamento automático da estatística no final de cada mês.
Seleccionar com um duplo clique a opção Mensal, configurar o número do dia (de 1 a 31), a
hora, os minutos e confirmar clicando no botão OK.
Se a máquina é desligada antes dessa configuração, a memorização ocorre na primeira vez
em que for ligada depois do dia e da hora configurados.

„ Clicar no botão para confirmar as configurações efectuadas.

Registar os próprios dados


Para poder utilizar a estatística, é necessário efectuar o registo das próprias generalidades em
uma apropriada janela de diálogo. Toda vez que se utiliza a estatística é necessário definir os
próprios dados no mesmo modo em que é efectuado o registo, respeitando os caracteres
minúsculos/maiúsculos, os espaços, etc.. Qualquer diferença mínima dá origem a um novo
registo.

Para efectuar essa operação, seleccionar o menu Setup e a opção Operador. Configurar os
seguintes campos de dados:
Nome; digitar o próprio nome.
Matrícula; digitar a matrícula à qual se é associado (obrigatório).
Turno; digitar o número do turno de trabalho.

Clicar no botão OK para confirmar as configurações efectuadas.

444 BIESSE S.p.A. © - a711k0116.fm081008


22 Utilização do XNC

Configurar e habilitar os eventos a registar


A configuração dos eventos a registar refere-se ao levantamento das operações que
costumeiramente são efectuadas durante o turno de trabalho e a edição de uma lista dessas
possíveis operações.
Cada operação é definida “evento”, por exemplo, o evento Apetrechamento (coluna A, fig. 295)
refere-se à operação de apetrechamento a efectuar fisicamente na máquina. Desse modo é
possível acrescentar itens na lista dos eventos ou modificar os já existentes. Essas configurações
efectuam-se dentro da tabela OPERADOR.

Descrição da tabela OPERADOR


Figura 295

A B C D

A Nome do evento. Clicar duas vezes sobre uma linha vazia da tabela e inserir o nome do
evento no campo apropriado. Para alterar um evento, clicar duas vezes sobre o texto
desejado e efectuar a alteração.

B Permite habilitar/desabilitar o evento, para poder activá-lo e portanto registá-lo. Clicar sobre a
caixa e inserir o item Y para habilitar o evento e incluí-lo na lista do menu Comandos, ou o
item N para desabilitá-lo e excluí-lo da lista.

C Permite definir a modalidade de registo dos dados do evento.


Clicar sobre a célula e inserir um dos seguintes itens:
• TT; permite obter somente o tempo de duração.
• Q; permite obter somente a quantidade de vezes que se apresenta.
• QT; permite obter seja o tempo de duração, que a quantidade de vezes que se apresenta.

D Permite definir em qual tipo de estatística se deve memorizar o evento.


Clicar sobre a célula e inserir um dos seguintes itens:
• MM; permite memorizar o evento somente na estatística de máquina.
• PP; permite memorizar o evento somente na estatística de produção.
• MP; permite memorizar o evento seja na estatística de máquina, que na estatística de
produção.

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445
22 Utilização do XNC

Iniciar a estatística e activar os eventos a memorizar


O início da estatística permite adquirir os dados da máquina, ou seja, os processos que se
apresentam na máquina durante a fase de trabalho, e registar na memória temporária do
software, todas as actividades efectuadas por quem opera a máquina, para memorizar a sua
duração.
Esses dados permanecem na memória, actualizando-se progressivamente até o seu salvamento
definitivo (ver parágrafo “Parar e salvar a estatística”, pág. 447).

Antes de continuar, certificar-se de ter configurado o nível correcto de password.

„ Clicar no botão MÁQUINA para iniciar a estatística de máquina e/ou no botão


PRODUÇÃO para iniciar a estatística de produção. Quando se inicia a estatística, na
memória do software são memorizados constantemente todos os acontecimentos
programados até que se finalize o registo.
„ Seleccionar o menu Comandos e clicar no evento a registar, que é marcado com um
marcador amarelo. No final das operações, desactive a selecção do item activado
precedentemente (tirar o marcador amarelo). Para aparecer no menu Comandos, as opções
devem ser habilitadas na tabela OPERADOR por meio do item Y da coluna B (figura 295).
„ Para finalizar o registo do evento activado, e memorizá-lo em um ficheiro, consultar o
parágrafo “Parar e salvar a estatística” na página 447.

Esse procedimento deve ser executado para registar as operações efectuadas durante o turno
diário (pausa, programação de um trabalho, etc.).

Exemplo de como efectuar a marcação:


Suponhamos de ter iniciado a estatística de produção e de ter incluído na lista do menu
Comandos, por meio da tabela OPERADOR, os seguintes eventos:
„ Apetrechamento; evento a activar quando se efectua uma operação de apetrechamento da
máquina.
„ Programação; evento a activar quando se realiza um programa de trabalho.

„ Controlo trabalhos; evento a activar quando se efectua um controlo dos trabalhos.

„ Pausa; evento a activar quando se efectua uma pausa.

Cada evento deve ser marcado no momento em que se efectua a operação específica. Se
durante a fase de trabalho se efectua uma operação de apetrechamento, deve-se activar o
evento associado a ela (item Apetrechamento do menu Comandos) e desactivá-lo quando se
termina a operação, de modo a poder memorizar os dados necessários: hora, tempo, etc.

446 BIESSE S.p.A. © - a711k0116.fm081008


22 Utilização do XNC

Parar e salvar a estatística


Para terminar o registo do evento activado e, portanto, parar o registo da estatística, clicar no
botão .

Quando se termina a estatística, se produz um ficheiro, depositado no directório de default, cujo


código indica o ano, o mês, o dia e a hora da paragem (figura 296).

Figura 296: A = tipo de estatística (P= produção, M= máquina); B = ano; C = mês;


D = dia; E = horário (15 é a hora, 49 são os minutos).

P9906031.549

A B C D E

22.11.3 Exibir em tempo real a estatística activa


Para exibir a situação da estatística de máquina e/ou de produção em tempo real, seleccionar a
janela Estatística de Máquina (ou Estatística de Produção) e o item Estatística em curso do menu
Ficheiro.

22.11.4 Exibir a estatística em modalidade gráfica


Para exibir o andamento gráfico da estatística de máquina e/ou de produção actualmente em
curso ou precedentemente salva, seleccionar o menu Janelas e a opção Gráf. Máquina, para a
estatística de máquina, ou a opção Gráf. Produção, para a estatística de produção.

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447
22 Utilização do XNC

22.11.5 Abrir e ler a estatística de máquina/produção


1. Exibir o ambiente Estatística de Máquina ou Estatística de Produção.

2. Clicar no menu Ficheiro e na opção Abrir.

3. Seleccionar com um duplo clique a estatística a ser exibida.

Exibir os dados memorizados no ficheiro aberto


„ Para consultar os dados relativos às fases da estatística associados a um específico
operador, seleccionar o menu Exibir e a opção Dados 1 Operador. Seleccionar com um duplo
clique o nome do operador e o turno.
„ Para controlar os dados totais da estatística ou somente os dados da máquina, clicar nos
apropriados itens do menu Exibir.

22.11.6 Apagar a estatística


Para eliminar os ficheiros com os dados da estatística do directório em que foram depositados,
exibir o ambiente Estatística de Máquina ou Estatística de Produção e observar as seguintes
indicações:
„ Para apagar a estatística das individuais estatísticas de máquina/produção, clicar no menu
Ficheiro e na opção Apagar. Seleccionar com um duplo clique a estatística a ser apagada e
confirmar.
„ Para apagar mais estatísticas de máquina/produção, clicar no menu Ficheiro e na opção
Apagar por data. Inserir a data a partir da qual, e até qual, se quer apagar as estatísticas e
clicar no botão OK para confirmar.

22.11.7 Manutenção programada


A manutenção programada permite controlar o estado dos órgãos que compõem a máquina para
poder efectuar a manutenção periódica estabelecida pelos técnicos Biesse.
Caso o tempo de utilização do órgão deva superar o período programado, a estatística mostrará
uma mensagem para avisar da revisão necessária.

Concluída a revisão, para zerar (resetar) a contagem do tempo transcorrido, clicar no botão .

448 BIESSE S.p.A. © - a711k0116.fm081008


Anexos
A Exercícios

A Exercícios

Este capitulo traz alguns exemplos nos quais são mostradas algumas técnicas para realizar os
programas de trabalho. Os exemplos são explicados por exercícios específicos que
compreendem simples trabalhos de perfuração e fresagem.

A.1 Programa de perfurações genéricas


Vamos supor que temo que executar um programa de perfurações genéricas com ferramenta de
Ø 8 mm, utilizando as medidas ilustradas a seguir.

Para realizar o desenho, observar o procedimento a seguir:


1. Criar um documento novo e definir as dimensões da peça de referência.
LPX = 810
LPY = 320
LPZ = 30

2. Realizar a primeira perfuração vertical:


X = 157
Y = lpy-64
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
Passo Y = 32
Num. Repet. = 2

3. Realizar a segunda perfuração vertical:

BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


451
A Exercícios

X = 157
Y = 37
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
Passo Y = 32
Num. Repet. = 2

4. Realizar a terceira perfuração vertical:


X = lpx-64*3
Y = lpy-24.5
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
Passo X = 32
Num. Repet. = 3
5. Realizar a quarta perfuração vertical:
X = 157+32
Y = 37
Diâmetro = 5
Profundidade = 10
Passo X = 32
Num. Repet. = 9

6. Realizar a quinta perfuração vertical:


X = 157+32
Y = lpy-32*2
Diâmetro = 5
Profundidade = 10
Passo X = 32
Num. Repet. = 9

7. Realizar a sexta perfuração vertical:


X = 195
Y = 160
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
8. Realizar a sétima perfuração vertical:
X = 195+346
Y = 160
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
9. Realizar a oitava perfuração vertical:
X = 195+346+224
Y = 160
Diâmetro = 8
Profundidade = 10

10. Realizar a nona perfuração vertical:


X = 157
Y = 37+32+96

452 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

Diâmetro = 8
Profundidade = 10

11. Realizar a primeira perfuração horizontal:


CRN = 1
SIDE = 1
X = 54

Y=
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
Passo X = 32
Num. Repet. = 2

12. Realizar a segunda perfuração horizontal:


CRN = 1
SIDE = 1
X = 54+32+160

Y=
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
Passo X = 32
Num. Repet. = 2
13. Realizar a terceira perfuração horizontal:
CRN = 1
SIDE = 4
X = 35

Y=
Diâmetro = 8
Profundidade = 10
Passo X = 64
Num. Repet. = 5
14. Controlar para que a máquina esteja equipada com pontas de Ø 8 mm.

O resultado obtido é o seguinte:

BV SIDE=0 CRN="1" X=157 Y=LPY-64 Z=0 DP=10 DIA=8 RTY=rpY DX=0 NRP=2
BV SIDE=0 CRN="1" X=157 Y=37 Z=0 DP=10 DIA=8 RTY=rpY DX=0 NRP=2

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453
A Exercícios

BV SIDE=0 CRN="1" X=LPX-64*3 Y=LPY-24.5 Z=0 DP=10 DIA=8 RTY=rpX DX=63 DY=0 NRP=3
BV SIDE=0 CRN="1" X=157+32 Y=37 Z=0 DP=0 DIA=5 RTY=rpX DY=0 NRP=9
BV SIDE=0 CRN="1" X=157+32 Y=LPY-32*2 Z=0 DP=0 DIA=5 RTY=rpX DY=0 NRP=9
BV SIDE=0 CRN="1" X=195 Y=160 Z=0 DP=10 DIA=8 DX=0 DY=0
BV SIDE=0 CRN="1" X=195+346 Y=160 Z=0 DP=10 DIA=8 DX=0 DY=0
BV SIDE=0 CRN="1" X=195+346+224 Y=160 Z=0 DP=10 DIA=8 DX=0 DY=0
BV SIDE=0 CRN="1" X=157 Y=37+32+96 Z=0 DP=10 DIA=8 DX=0 DY=0
BH SIDE=1 CRN="1" X=54 Y=0 Z=0 DP=10 DIA=8 RTY=rpX DY=0 NRP=2 MD=YES
BH SIDE=1 CRN="1" X=54+32+160 Y=0 Z=0 DP=10 DIA=8 RTY=rpX DY=0 NRP=2 MD=YES
BH SIDE=4 CRN="1" X=35 Y=0 Z=0 DP=10 DIA=8 RTY=rpX DX=64 DY=0 NRP=5 MD=YES

454 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

A.2 Programa de perfuração sobre um lado "não


padrão"
Vamos supor que devemos realizar um programa com perfurações com ferramenta de Ø 8 mm
sobre um lado da peça definido como "não padrão", utilizando as medidas ilustradas a seguir.

As perfurações sobre os lados "não padrão" devem ser realizadas com os agregados, por
este motivo é preciso lembrar de inserir o agregado no depósito ou no mandril eléctrico,
depois de tê-lo apetrechado com a ponta de Ø8 mm.

Posto que esse tipo de perfuração é realizada sobre um lado "não padrão", para efectuá-la é
preciso definir a geometria da qual obter o lado a ser trabalhado, o trabalho de fresagem da
geometria criada e o lado não padrão sobre o qual realizar a perfuração.
Observar o procedimento a seguir:

1. Criar um documento novo e definir as dimensões da peça de referência.


LPX = 800
LPY = 600
LPZ = 30

2. Clicar no botão para iniciar o desenho e inserir a expressão "LatoNuovo" no campo


Identif. geom..
3. Clicar no botão Ponto de partida.
X inicial = 0
Y inicial = 0

4. Clicar no botão Linha dado ponto final.


X final = lpx
Y final = lpy

5. Clicar no botão Linha dado ponto final.

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455
A Exercícios

X final = lpx
Y final = 0

6. Clicar no botão Linha dado ponto final:


X final = 0
Y final = 0

7. Clicar no botão :
Identif. geom. = LatoNuovo

Profundidade =
Correcção = Corr. esquerda
Tipo Entrada -> = Arqueação
Tipo Saída -> = Arqueação
Ângulo Entrada = 45
Ângulo Saída = 45
escolher o nome da ferramenta no campo Código Ferramenta.

8. Clicar no botão para inserir uma suspensão; escolher a opção .

9. Clicar no botão para inserir a instrução “WFG”:


• Identif. lado = 6
• Identif. geom. = LatoNuovo

• Definição peça=

10. Clicar no botão para inserir perfurações genéricas:


• CRN = 1
• SIDE = 6
• X = 200
• Y = lpz/2
• Diâmetro = 8 (lembrar que a ferramenta de Ø 8 deve ter sido montada sobre um agregado
o qual, por sua vez, deve ter sido inserido no depósito ou no mandril eléctrico).
• Profundidade = 5

• clicar no botão e inserir o valor 32 no campo Passo X e o número 8 no campo Num.


Repet..

456 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

O resultado obtido é o seguinte:


6
8 7
8

6 7

GEO ID="LatoNuovo" SIDE=0 CRN="1" DP=0 DX=5 DY=5


START_POINT X=0 Y=0 Z=0
LINE_EP XE=LPX YE=LPY
LINE_EP XE=LPX YE=0
LINE_EP XE=0 YE=0
ENDPATH
ROUTG GID="LatoNuovo" ID="0" Z=0 DP=0
WAIT TYP=stNT OG=1 RT=0 MR=mrrNO UK=NO
WFG ID=6 GID="LatoNuovo" PDF=NO
BG SIDE=6 CRN="1" X=200 Y=LPZ/2 Z=0 DP=20 DIA=8 RTY=rpX DY=0 R=0 DA=0 NRP=8

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457
A Exercícios

A.3 Programa de fresagem


Vamos supor que temo que realizar a geometria ilustrada a seguir na qual aplicar uma fresagem
com uma ferramenta de Ø 20 mm.

Realizar a geometria utilizando um dos procedimentos a seguir.

Primeiro procedimento:

1. Criar um documento novo e definir as dimensões da peça de referência.


LPX = 1755
LPY = 1170
LPZ = 30

2. Clicar no botão para iniciar o desenho. O campo Identif. geom. é inserido directamente
pelo sistema.

3. Clicar no botão Ponto de partida:


X inicial = 0
Y inicial = LPY/2
4. Clicar no botão Linha dado ponto final:
X final = 0
Y final = LPY

5. Clicar no botão Linha dados comprimento e ângulo:


Comprimento = 606,42
Alfa = -35

458 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

6. Clicar no botão Linha dados ângulo e X final:


X final = LPX-584,06
Alfa = 16,46

7. Clicar no botão Arqueação dados ângulo e centro:


X centro= LPX-455
Y centro = LPY/2
Alfa = 106.48*2
Direcção = dirCCW

8. Clicar no botão Linha dados ângulo e Y final:


Y final =LPY/2-237.17
Alfa = 180-16.46

9. Clicar no botão Linha dado ponto final.


X final = 0
Y final = 0

10. Clicar no botão Linha dado ponto final.


X final = 0
Y final = LPY/2

11. Inserir as duas junções utilizando o comando Junção A. Inserir o valor 130 no campo Raio.
Para inserir a junção entre dois elementos consecutivos, seleccionar aquele anterior.

Segundo procedimento:

Esse procedimento difere daquele anterior somente na construção do arco do desenho:


Clicar no botão Arqueação dados ponto final e raio:
X final = LPX
Y final = LPY/2
Raio = 455
Direcção = dirCCW
Solução = 1
Clicar no botão Arqueação dados ponto final e raio:
X final= LPX-584.06
Y final = 148.64
Raio = 455
Direcção = dirCCW
Solução = 0

Realização da fresagem da geometria:


posicionar o cursor de texto sob a expressão alfanumérica GEO e clicar no botão Fresagem da
geometria.

BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


459
A Exercícios

Identif. geom. = buscar o código de identificação da GEO

Diâmetro=

Profundidade=
Correcção=Corr. esquerda
Tipo Entrada ->=Arqueação
Ângulo Entrada = 45
Tipo Saída ->=Arqueação
Ângulo Saída = 45
Prolong. Fin. = 100
Raio Percent. = 200
Escolher o nome da ferramenta no campo Código Ferramenta; lembrar que a ferramenta
escolhida deve ter Ø 20 mm e deve ter sido inserida no depósito ou no mandril eléctrico.

O resultado obtido entre as linhas de programação é o seguinte.

„ Primeiro procedimento:
GEO ID="333" SIDE=0 CRN="1"
START_POINT X=0 Y=LPY/2 Z=0
LINE_EP XE=0 YE=LPY
LINE_LNAN L=606.42 A=-35
CONNECTOR R=130
LINE_ANXE A=16.46 XE=LPX-584.06
ARC_ANCE A=106.48*2 XC=LPX-455 YC=LPY/2 DIR=dirCCW
LINE_ANYE A=180-16.46 YE=LPY/2-237.17
CONNECTOR R=130
LINE_EP XE=0 YE=0
LINE_EP XE=0 YE=LPY/2
ENDPATH
ROUTG GID="333" ID=”P1026” Z=0 DP=5 DIA=20
„ Segundo procedimento:
GEO ID="333" SIDE=0 CRN="1"
START_POINT X=0 Y=LPY/2 Z=0
LINE_EP XE=0 YE=LPY
LINE_LNAN L=606.42 A=-35
CONNECTOR R=130
LINE_ANXE A=16.46 XE=LPX-584.06

460 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

ARC_EPRA XE=LPX YE=LPY/2 R=455 DIR=dirCCW SOL=1


ARC_EPRA XE=LPX-584.06 YE=148.64 R=455 DIR=dirCCW
LINE_ANYE A=180-16.46 YE=LPY/2-237.17
CONNECTOR R=130
LINE_EP XE=0 YE=0
LINE_EP XE=0 YE=LPY/2
ENDPATH
ROUTG GID="333" ID=”P1026” Z=0 DP=5 DIA=20

A.4 Programa de perfuração com apetrechamento


paramétrico
Vamos supor que temos que executar um programa de perfurações com apetrechamento
paramétrico.

1. Criar um documento novo e definir as dimensões da peça de referência:


LPX = 1000
LPY = 1000
LPZ = 30

2. Definir os campos a seguir da janela de diálogo Variáveis da peça:


Lista origens = 1

Origem única=

Simetria=

3. Realizar a primeira perfuração genérica:


X = 100
Y = 100
Diâmetro = 10
Profundidade = 5

4. Realizar a segunda perfuração genérica:


X = LPX/2
Y = LPY/2
Diâmetro = 10
Profundidade = 5
5. Realizar a terceira perfuração genérica:
X = LPX-100
Y = LPY/2
Diâmetro = 10
Profundidade = 5

6. Salvar o programa e iniciar a aplicação WorkTableTooling.

7. Seleccionar o menu Modificar e habilitar com um clique do mouse a opção Apetrechamento


paramétrico (quotas relativas).

BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


461
A Exercícios

8. Seleccionar o primeiro suporte móvel.

Escolher no campo Lado de referência a opção Esquerdo.


Clicar no botão de opção Condição e inserir a seguinte condição:
if lpx> = 470 and lpx<=1000 then
result = 65
end if
if lpx<470 then
result = lpx/2-55
end if

Confirmar as operações com o botão

9. Seleccionar o segundo suporte móvel.

Escolher no campo Lado de referência a opção Central.


Clicar no botão de opção Condição e inserir a seguinte condição:
if lpx> = 720 and lpx<=1000 then
result = lpx/2
end if
if lpx>=470 and lpx<720 then
result = lpx-110
end if

Confirmar as operações com o botão

462 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

10. Seleccionar o terceiro suporte móvel.

Escolher no campo Lado de referência a opção Direito.


Clicar no botão de opção Condição e inserir a seguinte condição:
if lpx> = 720 and lpx<=1000 then
result = lpx-10
end if
if lpx<720 then
result = lpx+500
end if

Confirmar as operações com o botão

11. Seleccionar as ventosas moldáveis da primeira fila.

Escolher no campo Lado de referência a opção Superior.


Clicar no botão de opção Expressão e inserir o número 50.

Confirmar as configurações clicando no botão .

BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


463
A Exercícios

12. Seleccionar as ventosas moldáveis da segunda fila.

Escolher no campo Lado de referência a opção Inferior.


Clicar no botão de opção Expressão e inserir a seguinte expressão: lpy-50.

Confirmar as operações com o botão

464 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

A.5 Programas para máquinas multicentro


A seguir são mostrados três exemplos de como executar os trabalhos utilizando uma máquina
com dois centros de trabalho e com o plano de trabalho formado por dois planos de suporte.

EXEMPLO 1: modalidade “gantry”


Fresagem do perfil A. Peça de dimensões LPX = 1000, LPY = 700, LPZ = 30.

Habilitação da modalidade “gantry” (utilização simultânea de ambos os carros dianteiros) em


ambos os planos de suporte a uma distância de 1100 com repetição do trabalho a uma distância
equivalente a 1100.

BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


465
A Exercícios

466 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


A Exercícios

EXEMPLO 2: utilização dos centros de trabalho alternados


Fresagem do perfil A. Peça de dimensões LPX = 1000, LPY = 700, LPZ = 30. Origens habilitadas
1 e 3 (campo Lista origens).

Utilização do centro C2 sobre o plano de suporte um na origem de referência 1, e do centro C3


sobre o plano de suporte dois na origem de referência 3. Nesse caso, para executar o programa
de elaboração, é suficiente optimizá-lo apenas uma vez.

BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


467
A Exercícios

EXEMPLO 2: utilização do “multicentro” para trabalho em pendular


Programação de trabalhos a serem executados em parte com o centro C2 e em parte com o
centro C3. Nesse caso, os dois centros trabalharão em pendular; ambas as unidades de operação
trabalharão indiferentemente em um plano de suporte ou em outro respeitando os vínculos
programados.

468 BIESSE S.p.A. © - a711k0117.fm081008


B Lista dos comandos de programação

B Lista dos comandos de


programação

Os comandos ou as instruções do sistema para a programação dos trabalhos BiesseWorks


aparecem na área dos comandos do aplicativo Editor. A seguir, está detalhada a lista dos
comandos para realizar e modificar as figuras geométricas, para realizar as fresagens, os
trabalhos de perfuração e de corte com lâmina. A cada comando é associada uma lista de
parâmetros com a relativa descrição.

B.1 Comandos para a perfuração

COMANDOS PARÂMETROS

BCA = Furo com eixo C no lado A = ângulo inicial.


circular

AP = unidade de medida do parâmetro X.

AR = ângulo AR.

ARP = inclinação angular.

AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DIA = diâmetro.

DP = profundidade do furo.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

ISO = instrução ISO.

LRP = distância sobre a recta inclinada.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


469
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

MD = posição do furo na metade da espessura da peça.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

R = raio.

RTY = tipo de repetição.

SIDE = lado da peça.

THR = furo passante.

X = coordenada X do primeiro furo.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada Y do primeiro furo.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = coordenada Z do primeiro furo.

BCL = Furo com eixo C no lado A = ângulo inicial.


linear

AP = não utilizado.

AR = ângulo AR.

ARP = inclinação angular.

AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DIA = diâmetro.

DP = profundidade do furo.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

ISO = instrução ISO.

LRP = distância sobre a recta inclinada.

MD = posição do furo na metade da espessura da peça.

NRP = número de repetições.

470 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

OPT = trabalho optimizável.

R = raio.

RTY = tipo de repetição.

SIDE = lado da peça.

THR = furo passante.

X = coordenada X do primeiro furo.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada Y do primeiro furo.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = coordenada Z do primeiro furo.

BG = Furo genérico A = ângulo inicial.

AP = não utilizado.

AR = ângulo AR.

ARP = inclinação angular.

AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DIA = diâmetro.

DP = profundidade do furo.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

ISO = instrução ISO.

LRP = distância sobre a recta inclinada.

MD = posição do furo na metade da espessura da peça.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

R = raio.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


471
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

RTY = tipo de repetição.

SIDE = lado da peça.

THR = furo passante.

X = coordenada X do primeiro furo.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada Y do primeiro furo.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = coordenada Z do primeiro furo.

B_GEO = Furo da geometria AR = ângulo AR.

AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

DIA = diâmetro.

DP = profundidade do furo.

GID = número identificador da geometria.

ISO = instrução ISO.

OPT = trabalho optimizável.

THR = furo passante.

BH = Furo horizontal A = ângulo inicial.

AP = não utilizado.

AR = ângulo AR.

ARP = inclinação angular.

AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DIA = diâmetro.

DP = profundidade do furo.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

472 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

ISO = instrução ISO.

LRP = distância sobre a recta inclinada.

MD = posição do furo na metade da espessura da peça.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

R = raio.

RTY = tipo de repetição.

SIDE = lado da peça.

THR = furo passante.

X = coordenada X do primeiro furo.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada Y do primeiro furo.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = coordenada Z do primeiro furo.

BV = Furo vertical A = ângulo inicial.

AP = não utilizado.

AR = ângulo AR.

ARP = inclinação angular.

AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DIA = diâmetro.

DP = profundidade do furo.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

ISO = instrução ISO.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


473
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

LRP = distância sobre a recta inclinada.

MD = posição do furo na metade da espessura da peça.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

R = raio.

RTY = tipo de repetição.

SIDE = lado da peça.

THR = furo passante.

X = coordenada X do primeiro furo.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada Y do primeiro furo.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = coordenada Z do primeiro furo.

S32 = Furos system CRN = número do canto.

DIA = diâmetro do furo.

DIR = direcção em X ou em Y das repetições.

DP = profundidade do furo.

DST = distância.

ISO = instrução ISO.

OPT = trabalho optimizável.

SIDE = lado da peça.

STP = passo entre um furo e outro.

THR = furo passante.

TYP = tipos de furos system.

X = coordenada X do primeiro furo.

XMI = valor em X a não ser ultrapassado na repetição dos


furos.

Y = coordenada Y do primeiro furo.

Z = posição da ponta de inicio do furo.

474 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

B.2 Comandos para o corte

COMANDOS PARÂMETROS

CUT_F = Formatação peça AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

DP = profundidade do corte.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ISO = instrução ISO.

OPT = trabalho optimizável.

OVM = material sobressalente.

RV = inversão.

SIDE = lado da peça.

TH = espessura da ferramenta.

THR = corte passante.

TTK = espessura total.

X = coordenada em direcção ao eixo X do ponto inicial do


corte.

Y= coordenada em direcção ao eixo Y do ponto inicial do


corte.

CUT_FR = Corte rectangular AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

CRN = número do canto.

DP = profundidade do corte.

ISO = instrução ISO.

LX = comprimento em X do lado do rectângulo.

LY = comprimento em Y do lado do rectângulo.

OPT = trabalho optimizável.

OVM = material sobressalente.

RV = inversão.

SIDE = lado da peça.

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475
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

TH = espessura da ferramenta.

THR = corte passante.

TTK = espessura total.

X = coordenada X do ponto inicial do rectângulo.

Y = coordenada Y do ponto inicial do rectângulo.

CUT_G = Corte genérico A = ângulo inicial.

ANG = ângulo do corte.

ARP = inclinação angular.

AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DP = profundidade do corte.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

GIP = ver o homónimo campo de dados na apropriada


janela dos cortes genéricos.

ISO = instrução ISO.

L = comprimento do corte.

LRP = distância sobre a recta inclinada.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

OVM = material sobressalente.

R = raio.

RDL = repetição radial.

RTY = tipo de repetição.

RV = inversão.

SIDE = lado da peça.

TH = espessura da ferramenta.

476 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

THR = corte passante.

TYP = tipo de corte.

TTK = espessura total.

X = coordenada X do ponto inicial do corte.

XE = coordenada X do ponto final do corte.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada Y do ponto inicial do corte.

YE = coordenada X do ponto final do corte.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = coordenada Z do ponto inicial do corte.

ZE = coordenada Z do ponto final do corte.

CUT_GEO = Corte da geometria AZ = ângulo AZ.

CKA = tipo de AR/AZ.

DP = profundidade do corte.

GID = número identificador da geometria.

GIP = ver o homónimo campo de dados na apropriada


janela dos cortes genéricos.

ISO = instrução ISO.

OPT = trabalho optimizável.

OVM = material sobressalente.

RV = inversão.

TH = espessura da lâmina.

THR = corte passante.

TTK = espessura total.

CUT_X = Corte em X CRN = número do canto.

D = distância entre as repetições.

DP = profundidade do corte.

ISO = instrução ISO.

L = comprimento do corte.

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477
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

OVM = material sobressalente.

RV = inversão.

SIDE = lado da peça.

TH = espessura da ferramenta.

THR = corte passante.

X = coordenada X do ponto inicial do corte.

Y = coordenada Y do ponto inicial do corte.

Z = coordenada Z do ponto inicial do corte.

CUT_Y = Corte em Y CRN = número do canto.

D = distância entre as repetições.

DP = profundidade do corte.

ISO = instrução ISO.

L = comprimento do corte.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

OVM = material sobressalente.

RV = inversão.

SIDE = lado da peça.

TH = espessura da ferramenta.

THR = corte passante.

X = coordenada X do ponto inicial do corte.

Y = coordenada Y do ponto inicial do corte.

Z = coordenada Z do ponto inicial do corte.

478 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

B.3 Comandos para a fresagem

COMANDOS PARÂMETROS

GEO = Definição geometria A = ângulo inicial.

ARP = inclinação angular da recta sobre a qual são


aplicadas as repetições inclinadas.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DP = profundidade da geometria.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

ID = código para identificar a geometria.

LRP = passo em comprimento sobre o qual são realizadas


as repetições.

NRP = número de repetições.

R = raio.

RDL = repetição radial.

RTY = tipo de repetição.

RV = inversão.

SIDE = lado da peça.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

GEOTEXT = Texto A = ângulo inicial.

ACC = índice para definir a precisão do caractere.

ALN = tipo de alinhamento da palavra com base no ponto


de partida (0= alinhamento central; 1= alinhamento à
esquerda; 2= alinhamento à direita).

ANG = ângulo de inclinação do texto.

ARP = inclinação angular da recta sobre a qual são


aplicadas as repetições inclinadas.

BOL = negrito.

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479
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

CHS = conjunto de caracteres.

CIR = tipo de percurso sobre o qual fazer correr o medo;


isto é, percurso linear ou circular (0=linear; 1=circular).

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

FNT = tipo de caractere desejado.

ID = código para identificar o texto.

ITL = itálico.

LRP = passo em comprimento sobre o qual são realizadas


as repetições.

NRP = número de repetições.

PST = parte do círculo em torno da qual escrever o texto


(0=parte externa do círculo; 1=parte interna do círculo).

R = raio.

RDL = repetição radial.

RDS = raio do círculo, a ser utilizado somente no caso em


que tenha sido configurado CIR=1.

RTY = tipo de repetição.

SIDE = lado da peça.

STR = barrado.

SZE = dimensão em altura da palavra.

TXT = texto a ser fresado.

UDL = sublinhado.

VRS = verso da palavra com base no ponto de partida


(0=de direita à esquerda; 1=de esquerda à direita; 2=do
alto em baixo; 3=do baixo para o alto).

WGH = extensão em comprimento da palavra.

X = coordenada em direcção ao eixo X do ponto de partida


da palavra ou do centro do círculo em torno ao qual roda o
texto.

480 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada em direcção ao eixo Y do ponto de partida


da palavra ou do centro do círculo em torno ao qual roda o
texto.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = coordenada em direcção ao eixo Z do ponto de partida


da palavra ou do centro do círculo em torno ao qual roda o
texto.

INSERT = Introdução A = ângulo inicial.

ARP = inclinação angular da recta sobre a qual são


aplicadas as repetições inclinadas.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

ISO = instrução ISO.

LRP = passo em comprimento sobre o qual são realizadas


as repetições.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

R = raio.

RTY = tipo de repetição.

SIDE = lado da peça.

X = coordenada em direcção ao eixo X do ponto em que se


quer realizar a inserção.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada em direcção ao eixo Y do ponto em que se


quer realizar a inserção.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = quota de translação do plano a ser trabalhado


relativamente ao plano principal da peça

INSERTG = Introdução da GID = código de identificação do desenho.


geometria

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481
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ISO = instrução ISO.

OPT = trabalho optimizável.

POCK = Esvaziamento A = ângulo.

A21 = ver campo Ângulo Aggr21na janela dos trabalhos de


esvaziamento.

CKI = activa as ilhas.

DIA = diâmetro.

DLT = passo.

DP = profundidade do esvaziamento.

GID = número identificador da geometria.

ISL = lista das ilhas.

ISO = instrução ISO.

OPT = trabalho optimizável.

OVM = material sobressalente.

RV = inversão.

RRV = ver campo Inver.Acab. na janela dos trabalhos de


esvaziamento.

S21 = ver campo Face Aggr21 na janela dos trabalhos de


esvaziamento.

TC = compensação.

TYP = tipo de esvaziamento.

ZST = sobreposição.

ROUT = Fresagem A = ângulo inicial.

A21 = ver campo Ângulo Aggr21na janela das fresagens.

AR = ângulo AR.

ARP = inclinação angular da recta sobre a qual são


aplicadas as repetições inclinadas.

AZ = ângulo AZ.

AZS = ver campo Seg. ag. Zna janela das fresagens.

CKA = tipo de AR/AZ.

CKT = habilita o TCP.

482 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

COF = ver campo Habilitar acab.na janela das fresagens.

CRN = número do canto.

DA = passo angular.

DIA = diâmetro.

DOF = ver campo Passo de acab.na janela das fresagens.

DP = profundidade da fresagem.

DVR = ver campo Última passadana janela das fresagens.

DX = passo em X.

DY = passo em Y.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

GIP = ver o homónimo campo de dados na apropriada


janela das fresagens.

ID = código de identificação da geometria.

ISO = instrução ISO.

LNG = ver campo Compr. [mm|%]na janela das fresagens.

LPR = ver campo Compr. em % na janela das fresagens.

LRP = passo em comprimento sobre o qual são realizadas


as repetições.

NRP = número de repetições.

OPT = trabalho optimizável.

OTR = ver campo Pass. horiz. na janela das fresagens.

OVM = material sobressalente.

R = raio.

RDL = repetição radial.

RTY = tipo de repetição.

RV = inversão.

S21 = ver campo Face Aggr21 na janela das fresagens.

SIDE = lado da peça.

SVR = ver campo Passo horiz..na janela das fresagens.

THR = trabalho passante.

TOS = ver o homónimo campo na janela das fresagens.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


483
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

VTR = ver campo Passadas verticais na janela das


fresagens.

XRC = coordenada X do centro de rotação.

YRC = coordenada Y do centro de rotação.

Z = posição da ponta para o início do trabalho.

ZE = z final.

ZS = z inicial.

ROUTG = Fresagem da geometria A21 = ver campo Ângulo Aggr21 na janela das fresagens.

AR = ângulo AR.

AZ = ângulo AZ.

AZS = ver campo Seg. ag. Zna janela das fresagens.

CKA = tipo de AR/AZ.

CKT = habilita o TCP.

COF = ver campo Habilitar acab.na janela das fresagens.

DIA = diâmetro.

DOF = ver campo Passo de acab. na janela das fresagens.

DP = profundidade da fresagem.

DVR = ver campo Última passada na janela das


fresagens.

GID = número identificador da geometria.

GIP = ver o homónimo campo de dados na apropriada


janela das fresagens.

ISO = instrução ISO.

LNG = ver campo Compr. [mm|%] na janela das fresagens.

LPR = ver campo Compr. em % na janela das fresagens.

NU = não utilizado.

OPT = trabalho optimizável.

OTR = ver campo Pass. horiz. na janela das fresagens.

OVM = material sobressalente.

RV = inversão.

S21 = ver campo Face Aggr21 na janela das fresagens.

484 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

SVR = ver campo Passo horiz.. na janela das fresagens.

THR = trabalho passante.

TOS = ver o homónimo campo de dados na apropriada


janela das fresagens.

VTR = ver campo Passadas verticais na janela das


fresagens.

Z = posição da ponta para o início do trabalho.

ZE = z final.

ZS = z inicial.

B.4 Comandos para realizar o desenho

COMANDOS PARÂMETROS

AINC_ANCE = Arqueação A = alfa.


incremental dados ângulo e ponto
central

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XI = incremento X centro.

YI = incremento Y centro.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

AINC_EPRA = Arqueação DIR = direcção.


incremental dados raio e ponto
final

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


485
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XI = incremento X final.

YI = incremento Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_ANCE = Arqueação dados A = alfa.


ângulo e centro

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XC = coordenada X do centro da circunferência.

YC = coordenada Y do centro da circunferência.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_ANCERATP = Arqueação A = alfa.


dados ângulo centro raio e
tangência ao elemento anterior

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XC = coordenada X do centro da circunferência.

YC = coordenada Y do centro da circunferência.

ZE = coordenada Z final.

486 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_CETS = Arqueação dados DIR = direcção.


centro e tangência ao elemento
seguinte (com ponto anterior
determinado)

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XC = coordenada X do centro da circunferência.

YC = coordenada Y do centro da circunferência.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_CETSPK = Arqueação
dados centro e tangência ao
elemento seguinte (com ponto DIR = direcção.
anterior indeterminado)

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XC = coordenada X do centro da circunferência.

YC = coordenada Y do centro da circunferência.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_EPCE = Arqueação dados DIR = direcção.


ponto final e centro

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

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487
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

XC = coordenada X do centro da circunferência.

XE = coordenada X final.

YC = coordenada Y do centro da circunferência.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_EPRA = Arqueação dados DIR = direcção.


ponto final e raio

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_EPRATP = Arqueação dados DIR = direcção.


ponto final raio e tangência ao
elemento anterior

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

488 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ARC_EPTP = Arqueação dados DIR = direcção.


ponto final e tangência ao
elemento anterior

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_IPEP = Arqueação para três FD = velocidade de trabalho.


pontos

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

X2 = coordenada X do ponto intermediário.

XE = coordenada X final.

Y2 = coordenada Y do ponto intermediário.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z inicial.

ZS = coordenada Z final.

ARC_RATS = Arqueação dados DIR = direcção.


raio e tangência ao elemento
seguinte (com ponto anterior
determinado)

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


489
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ARC_RATSPK = Arqueação DIR = direcção.


dados raio e tangência ao
elemento seguinte (com ponto
anterior indeterminado)

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

CHAMFER = Chanfro D = distância.

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

CIRCLE_3P = Círculo dados três AS = alfa inicial.


pontos

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

SP = velocidade de rotação.

X1 = coordenada X do primeiro ponto.

X2 = coordenada X do segundo ponto.

X3 = coordenada X do terceiro ponto.

Y1 = coordenada Y do primeiro ponto.

Y2 = coordenada Y do segundo ponto.

490 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

Y3 = coordenada Y do terceiro ponto.

ZE = coordenada Z inicial.

ZS = coordenada Z final.

CIRCLE_CR = Círculo dado centro AS = alfa inicial.


e raio

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SP = velocidade de rotação.

XC = coordenada X do centro da circunferência.

YC = coordenada Y do centro da circunferência.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

CONNECTOR = Junção A FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

CONNECTOR2 = Junção B FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

ELLIPSE = Elipse A = alfa.

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491
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

A1 = eixo 1.

A2 = eixo 2.

AS = alfa inicial.

DIR = direcção.

ELM = número de elementos.

FD = velocidade de trabalho.

MLE = comprimento máximo do segmento.

SP = velocidade de rotação.

UA = utiliza.

UNE = utiliza um determinado número de elementos.

XC = coordenada X do centro do elipse.

YC = coordenada Y do centro do elipse.

ZE = coordenada Z inicial.

ZS = coordenada Z final.

LINC_EP = Linha incremental dado FD = velocidade de trabalho.


ponto final

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XI = coordenada X inicial.

YI = coordenada Y inicial.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_ANXE = Linha dados ângulo A = alfa.


e X final

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

492 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_ANYE = Linha dados ângulo A = alfa.


e Y final

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_EP = Linha dado ponto final FD = velocidade de trabalho.

MVT = reposicionamento da ferramenta.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_EPANTP = Linha dados A = alfa.


ponto final ângulo e tangência ao
elemento anterior

FD = velocidade de trabalho.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

YE = coordenada Y final.

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493
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_EPTP = Linha dados ponto FD = velocidade de trabalho.


final e tangência ao elemento
anterior

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_LNAN = Linha dados A = alfa.


comprimento e ângulo

FD = velocidade de trabalho.

L = comprimento da linha.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

SC = canto vivo.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_LNTP = Linha dados FD = velocidade de trabalho.


comprimento e tangência ao
elemento anterior

L = comprimento da linha.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

494 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

LINE_LNXE = Linha dados FD = velocidade de trabalho.


comprimento e X final

L = comprimento da linha.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

XE = coordenada X final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

LINE_LNYE = Linha dados FD = velocidade de trabalho.


comprimento e Y final

L = comprimento da linha.

SC = canto vivo.

SOL = solução.

SP = velocidade de rotação.

YE = coordenada Y final.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

OVAL = Oval AS = alfa inicial.

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

LKR = raio da junção.

R1 = raio 1.

R2 = raio 2.

SP = velocidade de rotação.

X1 = coordenada X do primeiro ponto.

X2 = coordenada X do segundo ponto.

Y1 = coordenada Y do primeiro ponto.

Y2 = coordenada Y do segundo ponto.

ZE = coordenada Z final.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


495
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ZS = coordenada Z inicial.

POLYGON = Polígono A = alfa.

CD = distância chanfro.

CT = tipo de chanfro.

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

R = raio.

S = número lados.

SC = canto vivo.

SD = distância inicial.

SP = velocidade de rotação.

SS = lado inicial.

XC = coordenada X do centro do polígono.

YC = coordenada Y do centro do polígono.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

RECTANGLE = Rectângulo A = alfa.

CD = distância chanfro.

CRN = canto vivo do rectângulo ao qual se referem as


quotas XC/YC; tem valor só se USC for igual a 0.

CT = tipo de chanfro.

DIR = direcção.

FD = velocidade de trabalho.

H = altura.

L = comprimento da linha.

SC = canto vivo.

SD = distância inicial.

SP = velocidade de rotação.

SS = lado inicial.

496 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

USC = ponto de referência para estabelecer as


coordenadas do rectângulo. 1 = centro; 0 = canto.

XC = coordenada X do centro do rectângulo ou do canto do


rectângulo.

YC = coordenada Y do centro do rectângulo ou do canto do


rectângulo.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

STAR = Estrela A = alfa.

CD = distância chanfro.

CT = tipo de chanfro.

DIR = direcção.

ER = a repetição parte do primeiro elemento.

FD = velocidade de trabalho.

IR = raio interno.

PS = número de pontas.

SC = canto vivo.

SD = distância inicial.

SP = velocidade de rotação.

SS = lado inicial.

XC = coordenada X do centro da estrela.

YC = coordenada Y do centro da estrela.

ZE = coordenada Z final.

ZS = coordenada Z inicial.

START_POINT = Ponto de partida X = coordenada X.

Y = coordenada Y.

Z = coordenada Z.

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


497
B Lista dos comandos de programação

B.5 Comandos para as funções

COMANDOS PARÂMETROS

ISO = Código ISO ISO = instrução ISO.

OFFSET = Move peça X = posição em X.

Y = posição em Y.

Z = posição em Z.

ROTATE = Rode geometria AR = ângulo inicial.

X = coordenada X do centro de rotação.

Y = coordenada Y do centro de rotação.

SCALE = Escala geometria FCT = factor de escala.

X = não utilizado.

Y = não utilizado.

SHIFT = Move geometria X = posição em X.

Y = posição em Y.

TT = Apalpador COR = habilita a correcção das dimensões da peça.

CRN = número do canto.

ISO = instrução ISO.

MD = posiciona o apalpador na metade da espessura da


peça.

SIDE = lado da peça.

SPD = velocidade do toque.

TYP = tipo de apalpador com o qual realizar o toque.

X = coordenada em direcção ao eixo X do ponto de partida


do toque.

Y= coordenada em direcção ao eixo Y do ponto de partida


do toque.

Y= coordenada em direcção ao eixo Z do ponto de partida


do toque.

498 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

WAIT = Espera colocação peça MR = reviramento da peça.

OG = identificador da origem.

RT = rotação da peça.

TYP = tipo de suspensão.

UK = bloqueio da peça.

WFC = Lado circular A = ângulo inicial da face circular.

AFH = altura automática da face.

AZ = ângulo AZ da face circular.

DA = comprimento da face circular.

DIR = sentido de rotação.

H = altura da face circular.

ID = código numérico que identifica o lado.

R = raio da face circular.

RV = inversão.

UCS = sistema.

VF = face virtual

VRT = face vertical.

X = coordenada X do ponto inicial da face.

Y = coordenada Y do ponto inicial da face.

Z = espessura da face.

WFG = Lados da geometria AZ = inclinação do lado criado.

GID = código identificativo do desenho realizado no lado


zero da peça.

ID = código numérico que identifica o lado.

VF = face virtual.

PDF = definição peça.

RV = inversão.

VRT = face vertical.

WFGL = Lado da geometria nas GIZ = código identificativo do desenho realizado na face
faces laterais lateral padrão (1, 2, 3, 4).

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


499
B Lista dos comandos de programação

COMANDOS PARÂMETROS

ID = código numérico que identifica o lado.

RV = inversão.

VF = face virtual.

WFGPS = Lado da geometria GID = código identificativo do desenho realizado no lado


mediante planta-secção zero da peça.

GIZ = código identificativo do desenho realizado na face


lateral padrão (1, 2, 3, 4).

ID = código numérico que identifica o lado.

PS = planta secção.

RV = inversão.

VF = face virtual.

WFL = Lado linear AR = ângulo AR da face linear.

AFH = altura automática da face.

AFL = comprimento automático da face.

AZ = inclinação do lado criado.

H = altura da face linear.

ID = código numérico que identifica o lado.

L = comprimento da face linear.

RV = inversão.

UCS = sistema.

VF = face virtual

VRT = face vertical.

X = coordenada X do ponto inicial da face.

Y = coordenada Y do ponto inicial da face.

Z = espessura da face.

500 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


B Lista dos comandos de programação

B.6 Instruções de posicionamento

INSTRUÇÕES PARÂMETROS

WTMOVING = Recolocação do TYPE = ver campo Referências na apropriada janela de


plano de trabalho diálogo das instruções de posicionamento.

WTVACUM = Activação/ NAME = ver campo Nome na apropriada janela de diálogo


Desactivação vácuo das instruções de posicionamento.

VALUE = ver campo Valor na apropriada janela de diálogo


das instruções de posicionamento.

WTUNICLAMP = Abertura/ NAME = ver campo Nome na apropriada janela de diálogo


Fechamento torno das instruções de posicionamento.

VALUE = ver campo Valor na apropriada janela de diálogo


das instruções de posicionamento.

WTPLANE = Translação do SEQTP = ver campo (SEQTP) Tipo sequência na


suporte móvel apropriada janela de diálogo das instruções de
posicionamento.

NAME = ver campo Nome na apropriada janela de diálogo


das instruções de posicionamento.

INCPOS = ver campo Aumente Posição na apropriada


janela de diálogo das instruções de posicionamento.

POS = ver campo Posição na apropriada janela de diálogo


das instruções de posicionamento.

REF = ver campo Referência do carro na apropriada


janela de diálogo das instruções de posicionamento.

WTCARRIAGE = Translação do SEQTP = ver campo (SEQTP) Tipo sequência na


carro apropriada janela de diálogo das instruções de
posicionamento.

NAME = ver campo Nome na apropriada janela de diálogo


das instruções de posicionamento.

INCPOS = ver campo Aumente Posição na apropriada


janela de diálogo das instruções de posicionamento.

POS = ver campo Posição na apropriada janela de diálogo


das instruções de posicionamento.

REF = ver campo Referência do carro na apropriada


janela de diálogo das instruções de posicionamento.

WTGROUP = Início grupo paralelo

BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


501
B Lista dos comandos de programação

INSTRUÇÕES PARÂMETROS

WTEND = Fim grupo paralelo

502 BIESSE S.p.A. © - a704k0041.fm081008


C Comandos VBScript e constantes Editor

C Comandos VBScript e constantes


Editor

O presente capítulo apresenta uma lista dos comandos VBScript e de alguns parâmetros de
BiesseWorks (constantes da aplicação Editor) que o operador deve conhecer para evitar
procedimentos incorrectos durante a criação das "variáveis" a serem utilizadas para programar os
trabalhos. Para evitar, então, criar homónimos de códigos já existentes, recomenda-se não utilizar
os códigos listados no presente capítulo.

C.1 Lista dos comandos VBScript


Funções VB
Abs

Array

Asc

Atn

CBool

CByte

CCur

CDate

CDbl

Chr
CInt

CLng

Conversions

Cos

CreateObject

CSng
Date

BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


503
C Comandos VBScript e constantes Editor

DateAdd

DateDiff
DatePart

DateSerial

DateValue

Day

Derived

Maths

Eval

Exp

Filter

FormatCurrency

FormatDateTime

FormatNumber

FormatPercent

GetLocale

GetObject

GetRef

Hex

Hour

InputBox

InStr

InStrRev

Int

Fixs

IsArray

IsDate
IsEmpty

IsNull

IsNumeric
IsObject

Join

504 BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


C Comandos VBScript e constantes Editor

LBound

LCase
Left

Len

LoadPicture

Log

LTrim

RTrim

Trims

Maths

Mid

Minute

Month

MonthName

MsgBox

Now

Oct

Replace

RGB

Right

Rnd

Round

ScriptEngine

ScriptEngineBuildVersion

ScriptEngineMajorVersion

ScriptEngineMinorVersion

Second
SetLocale

Sgn

Sin
Space

Split

BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


505
C Comandos VBScript e constantes Editor

Sqr

StrComp
String

Tan

Time

Timer

TimeSerial

TimeValue

TypeName

UBound

UCase

VarType

Weekday

WeekdayName

Year

Constantes VB
vbBlack

vbRed

vbGreen

vbYellow

vbBlue

vbMagenta

vbCyan

vbWhite

vbSunday

vbMonday

vbTuesday

vbWednesday

vbThursday

vbFriday

vbSaturday

506 BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


C Comandos VBScript e constantes Editor

vbUseSystemDayOfWeek

vbFirstJan1
vbFirstFourDays

vbFirstFullWeek

vbGeneralDate

vbLongDate

vbShortDate

vbLongTime

vbShortTime

vbObjectError

vbOKOnly

vbOKCancel

vbAbortRetryIgnore

vbYesNoCancel

vbYesNo

vbRetryCancel

vbCritical

vbQuestion

vbExclamation

vbInformation

vbDefaultButton1

vbDefaultButton2

vbDefaultButton3

vbDefaultButton4

vbApplicationModal

vbSystemModal

vbOK
vbCancel

vbAbort

vbRetry
vbIgnore

vbYes

BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


507
C Comandos VBScript e constantes Editor

vbNo

vbCr
VbCrLf

vbFormFeed

vbLf

vbNewLine

vbNullChar

vbNullString

vbTab

vbVerticalTab

vbUseDefault

vbTrue

vbFalse

vbEmpty

vbNull

vbInteger

vbLong

vbSingle

vbSingle

vbCurrency

vbDate

vbString

vbObject

vbError

vbBoolean

vbVariant

vbDataObject
vbDecimal

vbByte

vbArray

508 BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


C Comandos VBScript e constantes Editor

Instruções VBScript
Call

Class
Const

Dim

Do
Loop

Erase

Execute

ExecuteGlobal

Exit

For
Each

Next

Function

If

Then

Else

On

Error

Option

Explicit

Private

Property

Get
Let

Set

Public
Randomize

ReDim

Rem
Select

BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


509
C Comandos VBScript e constantes Editor

Case

Set
Sub

While

Wend

With

Constantes predefinidas VB
False
True

Empty

Nothing

Null

C.2 Lista das constantes Editor


CHKCOLL

CKOP

CUSTSTR

FCN

HALF

JIGTH

LPX

LPY

LPZ

MATERIAL

NO

OPPWKRS

ORLST

PUTLST

SIDE

SIDEH

510 BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


C Comandos VBScript e constantes Editor

SIDEHn

SIDEL
SIDELn

SIMMETRY

TLCHK

TOOLING

UNICLAMP

UNIQUE

XCUT

YCUT

YES

azrABS

azrINC

azrNO

azrREL

cmfCIR

cmfLIN

cmfNO

cutLA

cutXA

cutXY

cutYA

dirCCW

dirCW

drX

drY

Dtr

inc

mm
mrrNO

mrrX

BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


511
C Comandos VBScript e constantes Editor

mrrXY

mrrY
PI (Pi grego)

ptFSH

ptIN

ptOUT

ptZIG

ptZZ

rpAL

rpCIR

rpNO

rpX

rpXY

rpY

sc1

sc2

scOFF

scON

stNT

stOR

stTR

sysCorr

sysHole

sysOffset

sysSpace

ttHOR

ttVER

512 BIESSE S.p.A. © - a704k0042.fm081008


Índice analítico

Índice analítico apalpadores


registro/catalogação, 127
apetrechamento
catalogação das ferramentas, 113
catalogação dos agregados, 113
gestão das ferramentas com chip, 191
apetrechamento da máquina, 151
confronto de duas configurações, 155
descrição dos botões, 151
estrutura da janela de apetrechamento, 151
janela de diálogo
procedimento para apetrechamento dos agregados,
Variáveis do programa -, 345
161
procedimento para apetrechar o depósito, 158
A procedimentos para apetrechar a unidade de ope-
a aplicação Debug, 436 ração, 153
a aplicação Quotas, 405 utilização do menu rápido ou de contexto, 152
abrir um documento, 221 apetrechamento do depósito de ferramentas
abrir uma Lista de trabalho, 427 confronto de duas configurações, 160
acoplar/desacoplar apetrechamento do plano
carros, 167 parâmetros para o apetrechamento automático, 80
actualizar a base de dados de ferramentas, 116 apetrechamento do plano de trabalho, 165
actualizar o desenho, 214 abrir a configuração dos planos personalizada, 174
agregado AGGRE42 ambientes de apetrechamento, 165
notas de programação, 307 apagar o apetrechamento do programa, 185
agregados apetrechamento simultâneo de mais peças, 186
consultar/alterar os sub-mandris, 137 configurar o plano (ficheiro PCF), 172
criar os sub-mandris, 138 exibir a instalação de bloqueio dos prensadores, 187
eliminar os sub-mandris, 137 exibir a instalação do vácuo, 187
gestão dos agregados, 133 exibir a peça moldada, 186
gestão dos agregados com chip, 191 exibir configurações das instalações, 187
notas para criar o agregado AGGRE42, 140 gestão de posicionamento da peça, 171
procedimento para apetrechamento dos agregados, gestão de posicionamento dos batentes, 169
161 gestão do posicionamento das ventosas moldáveis,
ambiente de apetrechamento 167
efectuar o apetrechamento, 175 gestão posicionamento suportes, 170
gestão de posicionamento da peça, 171 janela de introdução de quotas, 175
gestão de posicionamento dos batentes, 169 o ambiente de apetrechamento, 175
gestão do posicionamento das ventosas moldáveis, o ambiente de gestão das instalações, 187
167 o ambiente de movimentação, 184
gestão posicionamento suportes, 170 o menu de contexto do ambiente de apetrechamento,
posicionamento automático, 182 167
posicionamento não paramétrico, 182 o menu de contexto do ambiente de movimentação,
posicionamento paramétrico, 177 172
ambiente de gestão das instalações posicionamento automático, 182
utilização e descrição, 187 posicionamento não paramétrico, 182
ambiente de movimentação posicionamento paramétrico, 177
utilização, 184 remover os suportes do plano de trabalho, 185
ambiente do diagnóstico salvar o apetrechamento, 165
descrição, 242 salvar o documento de configuração, 174
utilização e consulta, 245 tabela das propriedades, 185
ambientes de máquina tabela das quotas de posicionamento, 185
descrição, 410 apetrechamento não paramétrico
anular a execução do programa, 403 Procedimentos de apetrechamento, 182

BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015IX.fm081008


513
Índice analítico

apetrechamento paramétrico área de dados, 55


Procedimentos de apetrechamento, 177 áreas WorkTableTooling
apetrechamento simétrico suportes móveis, 171 área com a lista de árvore, 59
aplicação Editor, 37 área gráfica, 59
aplicação Lista, 421 arquivar
aplicação MachineConfiguration, 68 base de dados das ferramentas, 198
aplicação SmartSketch, 337 dados da máquina, 198
aplicação ToolManager, 55 macros, 250
aplicação WorkTableTooling, 59 programas de trabalho, 250
aplicações
corpo da aplicação, 26 B
noções de base, 25
backup
aplicativo Estatística, 440
dados da máquina/base de ferramentas, 198
aplicativos
macros, 200
noções de base, 25
programas de trabalho, 200
apontador de aumento, 31
BackupManager
apontador de redução, 31
descrição, 76
apontador do mouse, 32
restauração/backup dos dados da máquina/ferra-
área com a lista de árvore, 151
mentas da base de dados, 198
área da aplicação ToolManager, 55
restore/backup programas e macros, 200
área da aplicação WorkTableTooling, 59
balluff, 191
área do aplicativo Editor, 38
Barra apetrechamento, 72
descrição e estrutura da área, 27
barra CAM (SmartSketch), 339
área das expressões alfanuméricas ISO, 438
Barra dados máquina, 71
área de dados
barra de estado, 31
área da aplicação ToolManager, 55
barra do aplicativo Editor, 38
descrição, 27
estrutura das aplicações, 26
área de dados de ferramentas, 151
barra de título, 26
área de dados do elemento seleccionado, 151
estrutura das aplicações, 26
área de importação, 75
barra dos menus, 30
área do aplicativo Editor, 38
estrutura das aplicações, 26
área do BatchRun, 73
Barra ferramentas, 72
descrição da área do Editor, 364
barra Ferramentas, 51
descrição do menu rápido ou de contexto, 365
Barra filtros, 58
área de trabalho
barra Funções
como aumentar ou reduzir, 31
descrição, 223
área dos comandos
Barra geral, 72
área do aplicativo Editor, 38
barra Grupos, 53
descrição e estrutura da área, 28
barra Operações, 66
noções de utilização, 212
Barra principal, 58
área gráfica, 151
barra Principal, 50
área da aplicação WorkTableTooling, 59
Barra programações, 58
área do aplicativo Editor, 38
Barra Tecnologia, 53
como actualizá-la, 214
barra Tecnologia (SmartSketch)
descrição e estrutura da área, 26
como utilizá-la, 340
áreas das tarefas
barraInstalações, 67
área do BatchRun, 73
barraModificar, 52
áreas do BatchRun
BarraPrincipal, 65
área de importação, 73
barraRecolocação do plano de trabalho, 67
áreas das tarefas, 73
barras de ferramentas
áreas do corpo da aplicação, 26
barra da aplicação SmartSketch, 338
áreas do ToolManager
barra para habilitar/desabilitar as macros, 359
área com a lista de árvore, 55
personalizações, 77

514 BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015IX.fm081008


Índice analítico

barras de informação, 411, 426, 439 tipo arco, 323


barras dos comandos, 31 tipo linha, 319
estrutura das aplicações, 26 botões para os botões EGA, ver os comandos de progra-
BarraSaída gráfica, 52 mação
basculamento da peça BsLock, 80
introdução no programa da suspensão, 227 busca rápida de ferramentas, 131
base de dados das ferramentas, 113
backup/restauração dos dados, 198 C
BatchRun
C_Cutting, 113
como criar os ficheiros ISO, 397
C_Drilling, 113
como importar os ficheiros a serem processados,
C_Inserting, 113
401
C_Routing, 113
como salvar os ficheiros ISO, 398
C_Tracing, 113
corpo do utilitário, 73
campo de dados
descrição, 73
descrição dos campos do BatchRun, 76
descrição dos campos de dados, 76
descrição dos campos do simulador, 247
utilização do menu rápido ou de contexto, 75
campos de comandos, 28
batentes
botão de busca, 29
gestão do posicionamento, 169
botão de opção, 29
BiesseWorks DXF, 372
descrição dos botões, 28
chaves para definir a correcção da ferramenta, 376
rectângulos dos marcadores, 29
chaves para definir a direcção da ferramenta, 376
campos de dados, 29
chaves para definir o lado da peça, 375
campos de dados com possibilidades de digitação, 29
chaves para definir o tipo de trabalho, 375
campos de dados predefinidos, 29
blocos, 388, 395
canto vivo
botão da janela de apetrechamento, 151
notas de programação, 308
botões
cantos de referência da peça, 104
barras (SmartSketch), 338
chaves dos layers
botão de busca, 29
chaves para a exportação dos DXF, 223
botão de opção, 29
lista dos parâmetros, 373
botão para fechar a aplicação, 26
personalizar as chaves, 373
botão para iconizar a aplicação, 26
classe de ferramentas
botão para maximizar a aplicação, 26
alterar os dados de uma classe, 118
campos de comandos, 28
consultar os dados de uma classe, 118
comandos acessórios (Debug), 439
criar novas classes ferramentas, 117
Decorações do simulador, 250
eliminar uma classe da lista, 119
lista e descrição (Editor), 50
noções de base, 113
lista e descrição (Estatística), 441
CNI DXF, 391
lista e descrição (MachineConfiguration), 71
código ISO, 224
lista e descrição (ToolManager), 57
Cogrtar, item do menu rápido, 215
lista e descrição (WorkTableTooling), 65
Colar, item do menu rápido, 215
lista/descrição dos botões do BatchRun, 74
comandos de programação
rectângulos dos marcadores, 29
botão para o comando GEO, 313
botões da aplicação Lista, 426
botão para o comando ROUT, 313
botões da janela SELECÇÃO DE PROGRAMAS, 419
botão para o comando ROUTG, 313
botões do mouse, 32
comando B_GEO, 275
botões do simulador, 248
comando BCA, 275
botões dos comandos, 31
comando BCL, 275
lista e descrição, 410
comando BG, 274
botões para desenhar, 313
comando BH, 274
descrição, 319
comando BV, 274
figuras geométricas, 325
comando CUT_F, 282
ponto inicial, 314
comando CUT_FR, 282

BIESSE S.p.A. © - 5804bss0015IX.fm081008


515
Índice analítico

comando CUT_G, 281 dados dos agregados, 133


comando CUT_GEO, 282 dados dos depósitos de ferramentas, 146
comando CUT_X, 282 dados relativos ao tipo de ferramentas, 120
comando CUT_Y, 282 controlo das posições
comando ENDPATH, 313 batentes, 169
comando GEO, 313 suportes móveis, 171
comando GEOTEXT, 332 ventosas moldáveis/prensadores, 167
comando INSERT, 290 copiar
comando INSERTG, 290 ficheiros importados no BatchRun, 402
comando ISO, 224 partes do programa, 215
comando OFFSET, 225 Copiar, item do menu rápido, 215
comando POCK, 251 copiar/colar
comando ROTATE, 225 ventosas moldáveis/prensadores, 167
comando ROUT, 251 cores
comando ROUTG, 251 Editor, 38
comando S32, 274 corpo da aplicação, 26
comando SCALE, 226 da aplicação Editor, 38
comando SHIFT, 227 da aplicação ToolManager, 55
comando TT, 292 da aplicação WorkTableTooling, 59
comando WAIT, 227 estrutura das aplicações, 26
comando WFC, 235 corpo do BatchRun, 73
comando WFG, 229 corrida da unidade de operação
comando WFGPS, 232 quota máxima e mínima, 149
comando WFL, 238 cortes com lâmina
instrução WTCARRIAGE, 297 definição, 109
instrução WTEND, 299 programação, 281
instrução WTGROUP, 299 cortes em ângulo sobre cada lado da peça, 109
instrução WTPLANE, 295 programação, 281
instrução WTUNICLAMP, 294 cortes em direcção ao eixo X, 109
instrução WTVACUM, 294 programação, 282
lista dos comandos e dos parâmetros, 469 cortes em direcção ao eixo Y, 109
utilização do comando GEO, 315 programação, 282
comandos rápidos cortes para esquadrar a peça, 110
CTRL, 33 programação, 282
ESC, 33 cortes por desenho geométrico, 110, 282
SETAS, 33 cortes quadrangulares, 110
SHIFT, 33 programação, 282
TAB, 33 criar
comandos rápidos do teclado, 33 documento, 216
configuração máquina, 143 ferramentas de corte, 125
abrir a configuração dos planos personalizada, 174 ferramentas de fresagem e de perfuração, 121
consultar os depósitos, 146 ficheiro de extensão ISO, 250
consultar os mandris T, TH e TP, 144 ficheiros com extensão DXF, 371
consultar os porta-ferramentas do depósito, 148 GEO/ROUT descompondo uma GEO/ROUT, 335
documento de configuração do plano de trabalho, geometrias com SmartSketch, 341
172 lados de superfície curvilínea com SmartSketch, 342
personalizar o plano de trabalho, 172 lados de superfície plana com SmartSketch, 341
salvar o documento de configuração, 174 macros, 353
configurar notas para criar o agregado AGGRE42, 140
parâmetros para o apetrechamento automático, 80 notas para criar o deflector, 140
configurar o idioma, 102 nova tipologia de ferramentas, 119
consultar novas classes ferramentas, 117
dados das classes de ferramentas, 118 novo grupo, 130

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Índice analítico

novos agregados, 134 WorkTableTooling, 60


tarefas, 400 desenhar
textos com EGA, 332 arcos com a EGA, 323
Uniclamp associando mais objetos, 167 círculos com EGA, 327
variáveis, 345 com as ferramentas EGA, 313
cursor, 32 com SmartSketch, 337
apontador de aumento, 31 comandos para realizar os DXF, 371
apontador de redução, 31 como criar um texto, 332
como definir uma geometria, 315
D elipses com a EGA, 325
estrelas com EGA, 330
dados da máquina
inserir o ponto inicial, 314
backup/restauração dos dados, 198
linhas com a EGA, 319
Debug, 436
lista e descrição das ferramentas, 319
área das expressões alfanuméricas ISO, 438
ovais com EGA, 326
barras de informação, 439
polígonos com o EGA, 329
botões dos comandos acessórios, 439
rectângulos com EGA, 328
descrição dos menus, 436
desenho
instruções, 439
como actualizá-la, 214
quadro Break/Parâmetros, 438
como personalizá-lo, 78
quadro instruções, 438
seleccionar um ou vários elementos, 214
Decorações, item do menu rápido, 249
deslocamento da geometria, 227
definição das cores
diagnóstico
Editor, 38
consultar os resultados da optimização, 245
deflector de cavacos
estrutura do ambiente, 242
catalogação, 140
dispositivo balluff, 191
notas de programação, 302
distância entre mandris, 150
depósitos de ferramentas
Documento da aplicação Editor, 103, 211
procedimento para apetrechar o depósito, 158
documento de configuração do plano de trabalho, 172
desabilitar uma tarefa, 401
DXF
desapetrechar o mandril eléctrico
chaves criadas pelo sistema durante o processo de
descrição da macro, 361
salvamento, 223
Descompõe o trabalho, item do menu, 335
como criá-los com o CAD, 371
descompor uma GEO/ROUT, 335
regras para desenhar, 371
descrição da aplicação Debug, 436
descrição da aplicação Lista, 421
descrição da aplicação Quotas, 405 E
descrição do aplicativo Estatística, 440 Editor, 37
descrição do BackupManager, 76 corpo da aplicação, 38
descrição dos campos de dados descrição dos menus, 39
a janela de diálogo Simulador, 247 informações sobre as cores, 38
da janela de diálogo Definição geometria, 315 personalização da gráfica, 78
da janela de diálogo Texto, 332 eixos da máquina, 150
da janela do apalpador, 292 configurar a velocidade dos movimentos manuais,
do BatchRun, 76 414
janela de diálogo Setup, 85 descrição dos dados, 205
descrição dos menus elaboração dos programas, 250
Debug, 436 elaborar específicos ficheiros BPP, 250
Editor, 39 elaborar ficheiros individuais do BatchRun, 402
Estatística, 441 eliminar
Lista, 422 agregados da lista, 133
MachineConfiguration, 69 apetrechamento do plano de trabalho do programa,
quotas, 406 185
ToolManager, 56 classes de ferramentas da lista, 119

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517
Índice analítico

ferramentas da base de dados, 115 F


ficheiros importados no BatchRun, 402
faces não padrão
partes do programa, 215
funções para criar novos lados, 224
tarefas, 401
ferramenta Cursor normal, 214
tipos de ferramentas da lista, 120
ferramentas
eliminar do plano
acrescentar uma ferramenta a um grupo, 115
ventosas/prensadores, 167
alteração dos tipos, 120
erros de apetrechamento
alterar/consultar os dados das classes, 118
desalinhamento entre apetrechamento e dados, 163
alterar/consultar os dados dos agregados, 133
erros do programa
catalogação/registro, 113
indicador de alerta, 409
criar novas classes ferramentas, 117
estado da máquina
criar novas tipologias, 119
indicador, 409
eliminar as classes, 119
Estatística
eliminar as ferramentas da base de dados, 115
descrição dos botões, 441
eliminar os agregados da lista, 133
descrição dos menus, 441
eliminar os tipos de ferramentas, 120
descrição e utilização, 440
filtros de busca rápida, 131
estrutura da aplicação Editor, 38
gestão das classes, 117
estrutura da aplicação ToolManager, 55
gestão dos tipos, 119
estrutura da aplicação WorkTableTooling, 59
mudar o nome de uma ferramenta, 115
estrutura da janela de apetrechamento, 151
noção de base de grupos/tipos/classes, 113
estrutura do BatchRun, 73
notas para criar o agregado AGGRE42, 140
esvaziamento da peça, 108
notas para criar o deflector, 140
esvaziamento do perfil, 268
reagrupar as ferramentas, 130
execução da lista, 434
realizar novos agregados, 134
modalidade automático, 434
registrar as ferramentas na base de dados, 121
modalidade semi-automático, 435
registrar as inserções na base de dados, 129
execução do programa
registrar os agregados, 133
parada e anulamento, 403
registrar os apalpadores na base de dados, 127
execução individual dos programas, 417
Ferramentas "figuras", 325
modalidade automático, 417
Ferramentas (WorkTableTooling)
modalidade semi-automático, 418
lista das opções, 64
exemplos
ferramentas com chip
como criar um desenho com o EGA, 331
catalogação/apetrechamento, 191
como criar um lado circular, 238
ferramentas de tipo arco, 323
como criar um lado linear, 241
ferramentas de tipo linha, 319
como criar uma macro, 353
ferramentas do software, 31
como obter uma peça de um perfil geométrico, 231
ferramentas EGA
esvaziamento do perfil, 272
como utilizá-las para desenhar, 313
fresagem com um perfil geométrico genérico, 253
fresagem com um perfil geométrico integrado, 252 ferramenta para criar um texto, 332
parametrizar inserindo expressões algébricas, 179 ferramenta para definir uma geometria, 315
repetições em ângulo, 316 ferramentas para desenhar, 319
repetições sobre a circunferência, 317 ferramentas Saída gráfica, 214
simetria entre mandris, 156 ferramentas zoom, 31
utilização dos filtros, 132 ficheiro com extensão MTA, 162
Explodir, item do menu rápido, 213 ficheiro com extensão MTC, 159
exportar ficheiro com extensão MTM, 154
documentos em formato CID, 222 ficheiro com extensão PCF, 172
documentos em formato DXF, 222 ficheiro com extensão TLS, 174
documentos em formato WMF, 222 ficheiro ISO
como gerá-los do Editor, 250
ficheiros do BatchRun
como modificar seus dados, 402

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Índice analítico

ficheiros LAY, 401 utilização da modalidade automática, 363


filtros para busca de ferramentas, 131 utilização da modalidade manual, 363
freeform (spline), 371 impressão do documento, 223
fresagem com “passadas múltiplas", 308 indicador de alerta de presença de erros, 409
fresagem por perfil geométrico genérico, 253 indicador do estado da máquina, 409
fresagem por perfil geométrico integrado, 251 indicador do estado do ficheiro., 426
fresagens informações sobre a barra de estado (Editor), 38
definição, 108 Iniciar o BackupManager, 76
definição de esvaziamento, 108 inserções
tipos de fresagens, 108 registro/catalogação, 129
fresagens interpoladas com eixo C, 304 inserir a palavra-passe, 102
fresagens simétricas inserir os ficheiros na lista, 428
notas de programação, 310 instalação de bloqueio dos prensadores
fresagens verticais em YZ/XZ, 306 exibição, 187
função UpdatePanel, 221 instalação do vácuo
funções de cálculo da linguagem VBScript, 347 exibição, 187
funções do programa Instalações (WorkTableTooling)
código ISO, 224 lista das opções, 63
definição, 223 instalações da máquina
definição dos lados com superfície curvilínea, 235 gestão das instalações do vácuo/prensadores, 187
definição dos lados com superfície plana, 238 instrução ENDPATH, 313
deslocamento da geometria, 227 instrução GEO, 313
lados de geometrias em mais faces, 232 instrução ISO, 224
lados de perfil geométrico, 229 instrução OFFSET, 225
redução/aumento das dimensões da geometria, 226 instrução ROTATE, 225
rotação da geometria, 225 instrução ROUT, 313
suspensão do trabalho, 227 instrução ROUTG, 313
translação temporária da origem, 225 instrução SCALE, 226
instrução SHIFT, 227
G instrução WAIT, 227
instrução WFC, 235
gestão do posicionamento, 167
instrução WFG, 229
girar
instrução WFGPS, 232
ventosas moldáveis/prensadores, 167
instrução WFL, 238
grupo de ferramentas
instrução WTCARRIAGE, 297
descrição dos procedimentos, 130
instrução WTEND, 299
noções de base, 113
instrução WTGROUP, 299
grupos
instrução WTPLANE, 295
utilização do menu rápido ou de contexto, 131
instrução WTUNICLAMP, 294
guardar
instrução WTVACUM, 294
macros, 356
instruções (Debug), 439
instruções da Lista
I instrução READ, 431
idioma instrução STOP, 430
configurar o idioma, 102 instrução WRIT, 431
Implodir, item do menu rápido, 213 instruções ;, 429
Import automático..., item do menu, 363 instruções <etichetta>, 429
importar instruções _NOR, 432
configuração do plano de trabalho (ficheiro TLS), 174 instruções _SXG, 432
dados da máquina/base de dados, 195 instruções END, 432
importar no BatchRun instruções JMP, 430
ficheiros a serem processados, 401 instruções de posicionamento, 294
ficheiros DXF/CID, 401 instruções de programação
importar os ficheiros DXF/CID, 363

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519
Índice analítico

ver comandos de programação Gestor eixos, 205


instruções para programar a lista, 428 Gestor Grupos, 130
instruções UpdatePanel, 221 Gestor origens, 166
instruções VBScript Gestor tipos ferramenta, 119
descrição de algumas instruções, 349 Introdução, 290
instrução If...Then, 350 Introdução da geometria, 290
instrução If...Then...Else, 350 LIMIT. SOFTWARE, 149
instruções For…Next, 350 Lista das macro, 358
instruções While…WEnd, 352 Lista das macro, descrição, 358
instrumento ponto inicial, 314 Origem - , descrição, 166
ISO, 397 para programar o toque da peça, 292
Parâmetros da classe ferramenta, descrição dos
J campos, 117
Parâmetros da ferramenta, 121, 127, 129
janela de apetrechamento
Parâmetros da ferramenta, descrição dos campos,
descrição dos botões, 151
128, 129
janela de diálogo
Parâmetros do painel personalizados, 218
,Porta-ferramenta - descrição, 148
Programações (ALT+S)(BatchRun), 397
Abertura/Fechamento torno, 294
Propriedade dos objectos, descrição, 168, 169, 171
Activação/Desactivação vácuo, 294
Resumo, 155, 160
Agregado, descrição, 134
SELECÇÃO DE PROGRAMAS, 419
Apetrechamento da máquina, 144, 153, 156
Setup, descrição, 85
Apetrechamento dos agregados, 161
Simulador, 247
Apetrechamento dos depósitos, 146, 158
Texto, 332
Apetrechamento incorrecto !, 163
Translação do carro, 297
Chama Macro, 359
Translação do suporte móvel, 295
Corte da geometria, 283
Variáveis da peça, 216, 433
Corte genérico, 281
janela de diálogo Setup, 77
Corte rectangular, 282
janela dos mandris
DADOS DOS EIXOS, 415
descrição dos campos de dados, 144
Definição geometria, 315
janela Simulador
Depósito de ferramentas - , descrição, 146
descrição dos botões, 248
Eixo -, 205
Esvaziamento, 269
Esvaziamento, descrição dos campos L
, 269 lados circulares, 235
Filtros, 131 lados lineares, 238
Formatação peça, 282 lados não padrão
Fresagem, 252 funções para criar novos lados, 224
Fresagem da geometria, 253 lados padrão da peça, 103
Fresagem da geometria, descrição dos campos layer, 372, 391
, 254 limites do software, 149
Fresagem, descrição dos campos limites dos suportes móveis
leitura das quotas, 82
, 254
limpeza da protecção da aspiração
Furo com eixo C no lado circular, 275
utilização da macro, 360
Furo com eixo C no lado linear, 275
linguagem VBScript
Furo da geometria, 276
funções de cálculo, 347
Furo genérico, 274
instrução If...Then, 350
Furo horizontal, 274
instrução If...Then...Else, 350
Furo vertical, 274
instruções For…Next, 350
Furos system, 274
instruções pré-definidas, 349
Gestor agregados, 133
instruções While…WEnd, 352
Gestor classes ferramenta, 117
operadores aritméticos, 347

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Índice analítico

linha de programação, 28 descrição (quotas), 406


linhas múltiplas, 371 descrição (ToolManager), 56
Lista, 421 descrição (WorkTableTooling), 60
barras de informação, 426 menu ? (WorkTableTooling)
como modificar as variáveis nos programas, 432 lista das opções, 65
como modificar os dados nos programas, 432 menu Ajuda (Editor)
descrição da aplicação, 421 lista das opções, 49
descrição da tabela de inserção de programas, 425 menu Ajuda (MachineConfiguration)
descrição do menu rápido, 421 lista das opções, 71
descrição dos botões, 426 menu Ajuda (ToolManager)
descrição dos menus, 422 lista das opções, 57
indicador do estado do ficheiro., 426 menu Apetrechamento (MachineConfiguration)
lista de árvore, 27 lista das opções, 70
Lista de trabalho opção Apetrechamento da máquina, 153
como abrir, 427 opção Apetrechamento dos agregados, 161
como executar os programas, 434 opção Apetrechamento dos depósitos, 158
como inserir os ficheiros, 428 menu CAM
como optimizar os programas, 434 descrição (SmartSketch), 337
como preencher, 427 menu Database (MachineConfiguration)
como salvar, 433 lista das opções, 69
como salvar as alterações, 433 opção Agregados, 133
como substituir um programa, 428 opção Depósitos de ferramentas, 146
instruções para programar, 428 opção Mandris, 144
opção Origens, 166
M menu Exportar (Editor)
opção No fich. WMF, 222
MachineConfiguration, 68
opção No ficheiro CID, 222
descrição dos menus, 69
opção No ficheiro DXF, 222
macro HODD_CLE, 360
menu Ferramentas (Editor)
macro NoPRK, 360
lista das opções, 48
macro UNLOAD_T, 361
menu Ferramentas (MachineConfiguration)
macros
lista das opções, 70
abertura e modificação da estrutura, 359
menu Ferramentas (ToolManager)
backup/restauração dos dados, 200
lista das opções, 56
como criá-las, 353
opção Gestor classes ferramenta, 117
definição, 353
opção Gestor tipos ferramentas, 119
guardar, 356
opção Nova ferramenta, 121, 127, 129
habilitar/desabilitar os botões, 359
menu Ferramentas (WorkTableTooling)
inserção no programa, 359
opção Cancelar apetrechamento planos, 185
mandris
menu Ficheiro (Editor)
como movê-los, 416
lista das opções, 39
mandris da unidade de operação
opção Abrir, 221
consultar os dados, 144
opção Gravar, 222
máquina
opção Imprimir, 223
comandos para movê-la, 410
opção Novo, 216
substituição da máquina, 83
menu Ficheiro (MachineConfiguration)
MDI, 414
lista das opções, 69
menu
menu Ficheiro (WorkTableTooling)
barra dos menus, 30
lista das opções, 60
descrição (Debug), 436
menu Filtros (ToolManager)
descrição (Editor), 39
lista das opções, 56
descrição (Estatística), 441
opção Activar filtros, 131
descrição (Lista), 422
opção Gestor grupos, 130
descrição (MachineConfiguration), 69

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521
Índice analítico

menu Introduza lista das opções, 46


opção Fresagens (Editor), 319 menu Visualizar (Editor)
menu Introduza (Editor) opção Barras das ferramentas>Saída gráfica, 214
opção Código ISO, 224 opção Opções gráficas..., 78
opção Escala geometria, 226 opções para personalizar as barras, 77
opção Espera colocação peça, 227 menu Visualizar (MachineConfiguration)
opção Lado circular, 235 lista das opções, 70
opção Lado da geometria mediante planta-secção, menu Visualizar (ToolManager)
232 lista das opções, 56
opção Lado da geometria nas faces laterais, 231 menu Visualizar (WorkTableTooling)
opção Lado linear, 238 lista das opções, 62
opção Lados da geometria, 229 opção Visualize a peça moldada, 186
opção Move geometria modalidade automática
opção Move peça, 225 de importação dos ficheiros DXF/CID, 363
opção Rode geometria, 225 modalidade automático, 417, 434
menu Introduza(Editor) modalidade manual
lista das opções, 41 de importação dos ficheiros DXF/CID, 363
menu Introduzir (WorkTableTooling) modalidade semi-automático, 418, 435
lista das opções, 63 modificar
menu Janela (WorkTableTooling) dados das classes de ferramentas, 118
lista das opções, 64 dados dos agregados, 133
menu Janelas (Editor) dados dos ficheiros importados no BatchRun, 402
lista das opções, 48 dados relativos ao tipo de ferramentas, 120
menu Menu Principal (ToolManager) dimensões da peça, 221
lista das opções, 56 modificar as variáveis
menu Modificação (Editor) inserir nos programas da lista, 432
lista das opções, 40 modificar os dados relativos à peça
opção Propriedades..., 215 inseridos nos programas da lista, 432
menu Modificar (WorkTableTooling) mouse
lista das opções, 60 apontador, 32
opção Quotas, 175 botões, 32
opção Suportes removíveis..., 185 cursor, 32
menu Programa (Editor) mover a unidade de operação
lista das opções, 47 procedimentos, 416
opção Variáveis, 345 mover os eixos da máquina, 414
menu rápido ou de contexto configuração da velocidade, 414
descrição, 30 movimentação dos eixos da máquina
descrição (SmartSketch), 339 movimentação manual, 414
menu da aplicação MachineConfiguration, 69 movimentação MDI, 414
menu da aplicação ToolManager, 57 movimentos avaliados MDI, 414
menu da aplicação WorkTableTooling, 65 movimentos forçados dos mandris, 416
menu da área de importação do BatchRun, 75 movimentos JOG, 414
menu da área de importação do Editor, 365 mudar o nome de uma tarefa, 401
menu da área de tarefas do BatchRun, 75
menu da Lista, 421 N
menu do ambiente Automático (Quotas), 412
nivelamento do painel de suporte
menu do aplicativo Editor, 49
notas de programação, 311
utilização no ambiente de apetrechamento, 167
utilização no ambiente de movimentação, 172
utilização para apetrechar a máquina, 152 O
utilização para gerenciar as ferramentas, 115 operadores aritméticos da linguagem VBScript, 347
utilização para gerenciar os grupos, 131 optimização do programa, 242
menu Visualizar optimizar a Lista, 434
optimizar os específicos ficheiros BPP, 250

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Índice analítico

optimizar os ficheiros importados no BatchRun, 402 personalizar as chaves dos layers, 373
origens do plano de trabalho, 166 plano de trabalho
override eixos, 408 abrir a configuração dos planos personalizada, 174
override mandris, 408 apetrechamento, 165
apetrechamento automático, 182
P configurar, 172
controlo/modificação das origens, 166
palavra-passe, 102
procedimentos de apetrechamento não paramétrico,
parametrizar
182
definição da parametrização do programa, 343
procedimentos de apetrechamento paramétrico, 177
parametrizar o plano de trabalho, 177
remover os suportes, 185
parâmetros BsLock, 80
salvar o ficheiro PCF, 174
parar o programa, 403
porta-ferramentas do depósito
peça
consultar os dados, 148
cantos de referência, 104
posicionamento da peça
como representá-la nos DXF, 378, 392
introdução no programa da suspensão, 227
definição dos lados padrão, 103
preencher uma lista de trabalho, 427
gestão do posicionamento, 171
prensadores (Uniclamp), 167
peça grande
procedimento para processar os ficheiros, 398
definição, 177
procedimentos
peça média
para apetrechar/desapetrechar a unidade de ope-
definição, 177
ração, 153
peça pequena
para apetrechar/desapetrechar o depósito de ferra-
definição, 177
mentas, 158
perfil geométrico
para apetrechar/desapetrechar os agregados, 161
definição, 105
para criar os ficheiros DXF, 371
perfil geométrico genérico, 251
para importar os ficheiros DXF/CID, 363
definição, 313
processar ficheiros individuais do BatchRun, 402
perfil geométrico integrado, 251
processar os ficheiros
definição, 313
como utilizar o BatchRun, 397
perfuração com eixo C
processar os ficheiros com BatchRun
definição, 106
procedimento, 398
programação sobre superfície curvilínea, 275
programa
programação sobre superfície plana, 275
parada/anulamento, 403
perfuração com o agregado
programa de trabalho
descrição da macro, 360
actualizar a área gráfica, 214
perfuração genérica
apagar o apetrechamento do plano, 185
definição, 106, 107
backup/restauração dos dados, 200
programação, 274
como executá-lo, 417
perfuração horizontal
copiar elementos da área gráfica, 215
definição, 106
copiar linhas de programação, 215
perfuração por figuras geométricas
criar o documento, 216
programação, 275
definição, 103
perfuração system
eliminar as linhas de programação, 215
definição, 107
eliminar os elementos da área gráfica, 215
perfuração vertical
fases para criar o programa, 212
definição, 106
funções do programa, 223
perfurações
inserir comentários, 213
definição, 105
inserir recuos nas linhas, 213
lista dos trabalhos programáveis, 105
mostrar a lista dos parâmetros, 213
notas sobre a simetrização do programa, 301
mostrar os parâmetros escondidos, 212
programação, 274
noções de base, 211
personalizar a gráfica, 78
programação e movimentação, 241
personalizar as barras, 77

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523
Índice analítico

tipos de trabalhos programáveis, 105 modificar a estrutura das macros, 359


Utilização do comando Explodir, 213 modificar as dimensões da peça, 221
Utilização do comando Implodir, 213 nivelamento do painel de suporte, 311
visualizar as janelas das propriedades, 215 noções sobre as variáveis, 343
programação de trabalho notas para realizar os cantos vivos, 308
definir as variáveis da peça, 216 notas para realizar um “reposicionamento”, 309
programação dos trabalhos optimizar o programa, 242
abrir as macros, 359 parametrizar o programa, 343
chaves de exportação DXF, 223 perfuração da geometria, 275
como criar uma macro, 353 procedimento para criar um texto, 332
como realizar as variáveis, 345 procedimento para definir uma geometria, 315
como utilizar SmartSketch, 337 procedimentos para utilizar o EGA, 313
corte por desenho geométrico, 282 programar o toque da peça, 292
criação do ficheiro ISO, 250 representação da peça, 103
criar lados com superfície curvilínea, 235 salvar documentos em formatos diversos, 222
criar lados de superfície curvilínea com SmartSketch, salvar o programa (documento), 222
342 simetrizar as perfurações, 301
criar lados de superfície plana com SmartSketch, suspensões do programa, 227
341 trabalhos de corte, 281
definição de macro, 353 trabalhos de perfuração, 274
definição dos lados com superfície plana, 238 utilização da área de comandos, 212
descrição do simulador, 247 utilização do agregado AGGRE42, 307
esvaziamento do perfil, 268 utilização do campoExporta a secção simétrica, 310
esvaziamentos aplicados a um texto, 273 utilização do deflector de cavacos, 302
ferramentas para desenhar, 319 utilização dos dados para entrada/saída da ferramen-
fresagem aplicada a um texto, 272 ta, 310
fresagem por perfil geométrico genérico, 253 utilizar as funções, 223
fresagem por perfil geométrico integrado, 251 projectos dos DXF, 371
fresagens, 251 Propriedades..., item do menu rápido, 215
fresagens com “passadas múltiplas", 308 proteçcão da aspiração
fresagens interpoladas com eixo C, 304 limpeza, 360
fresagens verticais em YZ/XZ, 306
função UpdatePanel, 221 Q
guardar as macros, 356
quadro Break/Parâmetros, 438
habilitar a modalidade de trabalho contemporâneo de
quadro das quotas dos eixos, 409
duas peças, 433
quadro dos ambientes máquina, 410
habilitar/desabilitar as macros, 359
quadro instruções, 438
inserções de materiais diversos, 290
quota absoluta
inserir a instrução WTEND, 299
definição, 178
inserir a instrução WTGROUP, 299
quota relativa
inserir as macros no programa, 359
definição, 178
instrução ISO, 224
quotas, 405
instrução OFFSET, 225
barras de informação, 411
instrução ROTATE, 225
botões dos comandos, 410
instrução SCALE, 226
descrição do menu rápido, 412
instrução SHIFT, 227
descrição dos menus, 406
instruções de posicionamento, 294
indicador de alerta de presença de erros, 409
introduzir a instrução WTCARRIAGE, 297
indicador do estado da máquina, 409
introduzir a instrução WTPLANE, 295
leitura das quotas limite dos suportes, 82
introduzir a instrução WTUNICLAMP, 294
quadro das quotas dos eixos, 409
introduzir a instrução WTVACUM, 294
quadro dos ambientes máquina, 410
lados de geometrias em mais faces, 232
lados de perfil geométrico, 229

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Índice analítico

R placa Dados corte, 94


placa Dados ferramentas, 101
rectângulos dos marcadores, 29
placa Dados fresagem, 95
redução/aumento das dimensões da geometria, 226
placa Dados perfuração, 93
remover os suportes do plano, 185
placa Definição DXF, 98
reposicionamento da ferramenta
placa Entrada Saída, 98
notas de programação, 309
placa Ferramentas, 90
restabelecimento dos dados
placa Importar de CN, 97
restore das macros, 202
placa Janelas Editor, 92
restore dos dados da máquina/base de dados das
placa Lista de trabalho, 100
ferramentas, 199
placa Máquina, 90
restore dos programas de trabalho, 202
placa Optimizador, 88
restore
placa Planos de trabalho, 101
restabelecimento das macros, 202
placa Senha, 101
restabelecimento dos dados da máquina/base de da-
placa Titulo Geral, 100
dos das ferramentas, 199
placa Trabalhos, 91
restabelecimento dos programas de trabalho, 202
placa Utente, 85
rotação da geometria, 225
troca da máquina activa, 83
rotação da peça
simulador
introdução no programa da suspensão, 227
definição e utilização, 247
descrição dos botões, 248
S simular os ficheiros importados no BatchRun, 402
salvar sinal de alerta (ToolManager), 113
apetrechamento da unidade de operação, 154 SmartSketch, 337
apetrechamento do depósito de ferramentas, 159 descrição do menu CAM, 337
apetrechamento dos agregados, 162 descrição do menu rápido ou de contexto, 339
configuração da unidade de operação (ficheiro procedimentos para interagir com o Editor, 340
MTM), 154 spline (freeform), 371
configuração do depósito (ficheiro MTC), 159 substituição da máquina activa, 83
configuração dos agregados (ficheiro MTA), 162 substituir um programa da Lista, 428
dados da base de dados de ferramentas, 116 suportes móveis
dados de BatchRun, 398 gestão do posicionamento, 170
documento, 222 suportes para batentes laterais
documentos em formatos diversos, 222 gestão do posicionamento, 170
efectuar o backup da base de dados das ferramen- suspensão do trabalho, 403
tas, 198 para o posicionamento da peça, 227
efectuar o backup das macros, 250
efectuar o backup dos dados da máquina, 198 T
lista, 433
tabela das propriedades dos objectos do plano, 185
realizar o backup dos programas de trabalho, 250
tabela de inserção de programas, 425
salvar a base de dados
tarefa
disquete de sinalização, 116
como apagar, 401
salvar as alterações da Lista, 433
como criá-las, 400
selecção múltipla
como desactivar, 401
batentes, 169
como mudar o nome, 401
suportes móveis, 171
definição, 400
ventosas moldáveis/prensadores, 167
tarefas, 75
seleccionar um ou vários elementos do desenho, 214
tecla CTRL
Setup
para estabelecer a simetria, 157
campo Tipo activo, 396
seleccionar vários elementos espalhados do de-
Informação do formalismo, 396
senho, 214
placa Ambiente Editor, 92
tecla DEL
placa Apetrechamento, 100
para desapetrechamento dos agregados, 161

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Índice analítico

para desapetrechar a unidade de operação, 153 definição de furo vertical, 106


para desapetrechar o depósito de ferramentas, 158 definição de perfuração com eixo C, 106
tecla INS definição de perfuração genérica, 107
para apetrechamento dos agregados, 161 definição de perfuração system, 107
para apetrechar a unidade de operação, 153 lista dos tipos programáveis, 105
para apetrechar o depósito de ferramentas, 158 trabalhos horizontais
teclas do teclado definição, 105
opções de comandos rápidos, 33 trabalhos verticais
teclas rápidas definição, 105
CTRL, 33 translação temporária da origem
ESC, 33 configuração do novo offset, 225
genéricas, 33 troca da máquina activa, 83
SETAS, 33
SHIFT, 33 U
TAB, 33
unidade de operação
tipo avaliado, 414, 415
limites do software, 149
tipo de ferramentas
procedimento para apetrechar, 153
consultar/alterar os dados de um tipo, 120
utilitários, 73
criar novos tipos, 119
BackupManager, 76
eliminar o tipo da lista, 120
BatchRun, 73
noções de base, 113
executar a troca da máquina, 83
tipo degrau, 414, 415
utility
tipo passo individual, 414, 415
noções de base, 25
ToolManager, 55
como actualizar a base de dados de ferramentas,
116
V
corpo da aplicação, 55 variáveis
descrição do menu rápido ou de contexto, 115 como actualizar a lista, 348
descrição dos menus, 56 como alterar sua tipologia, 348
utilização da tabela da área de dados, 114 como cancelá-las da lista, 348
toque da peça, 292 como consultar as variáveis disponíveis, 349
trabalho como criá-las, 345
suspensão do programa, 403 como dispô-las em ordem sequencial, 348
trabalho de fresagem como imprimir a lista, 349
como representá-lo nos DXF, 387, 394 como memorizá-las, 349
trabalhos como modificá-las na lista, 432
como realizar as variáveis, 345 lista das funções VBScript, 347
tipos de trabalhos programáveis, 105 operadores aritméticos das funções VBScript, 347
trabalhos de corte tipologias das variáveis utilizáveis, 343
como representá-lo nos DXF, 387, 394 variáveis da peça, 343
criados com a aplicação SmartSketch, 340 CKOP, 343
definição, 109 CUSTSTR, 343
trabalhos de fresagem FCN, 343
criados com a aplicação SmartSketch, 341 JIGTH, 343
definição, 108 LPX, 343
tipos de fresagens, 108 LPY, 343
trabalhos de perfuração LPZ, 343
como criá-la nos DXF, 382 MATERIAL, 343
como representá-lo nos DXF, 392 ORLST, 343
criados com a aplicação SmartSketch, 340 SIMMETRY, 343
definição, 105 TLCHK, 343
definição de furo genérico, 106 TOOLING, 343
definição de furo horizontal, 106 UNIQUE, 343
XCUT, 343

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Índice analítico

YCUT, 343
variável de tipoAmbiente, 343
variável de tipoGlobais, 343
variável de tipoLocais, 343
variável NOTUSED, 178
velocidade dos eixos
durante os movimentos manuais, 414
ventosas moldáveis
gestão do posicionamento, 167

W
WorkTableTooling, 59
ambientes de apetrechamento, 165
apetrechamento do plano de trabalho, 165
corpo da aplicação, 59
descrição dos menus, 60
efectuar o apetrechamento, 175
o ambiente de gestão das instalações, 187
o ambiente de movimentação, 184
o menu de contexto do ambiente de apetrechamento,
167
o menu de contexto do ambiente de movimentação,
172
salvar o apetrechamento, 165

Z
zerar os eixos máquina
definição e procedimentos, 413
zoom
descrição das ferramentas, 31

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Índice analítico

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