Ensaio Visual
Tópicos abordados
Ensaio Visual
Tópicos abordados
ENSAIO VISUAL
PARTE 1 – A TÉCNICA_________________________________________________________ 3
Capítulo 1. PRINCÍPIOS ________________________________________________________ 3
Capítulo 2. A VISÃO HUMANA __________________________________________________ 7
Capítulo 3. EQUIPAMENTOS____________________________________________________ 9
PARTE 2 - TECNOLOGIA DOS MATERIAIS _____________________________________ 13
Capítulo 1. METALURGIA FÍSICA ______________________________________________ 13
Capítulo 2. TRATAMENTO TÉRMICO ___________________________________________ 19
PARTE 3 - MORFOLOGIA DOS MATERIAIS _____________________________________ 24
Capítulo 1. FUNDIÇÃO ________________________________________________________ 24
Capítulo 2. CONFORMAÇÃO MECÂNICA________________________________________ 30
Capítulo 3. JUNTAS SOLDADAS ________________________________________________ 34
PARTE 4 - NORMAS E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO______________________________ 41
Capítulo 1 – NORMA ASTM A802 (SCRATA) ______________________________________ 41
Capítulo 2 – NORMA DIN 8563/79 _______________________________________________ 66
QUESTÕES GERAIS PARA ESTUDO SOBRE O ENSAIO VISUAL __________________ 78
Bibliografia __________________________________________________________________ 98
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PARTE 1 – A TÉCNICA
Capítulo 1. PRINCÍPIOS
1.1 - DESCRIÇÃO
Devido ao seu baixo custo, a inspeção visual é o mais usado de todos os exames
não destrutivos aplicados à soldagem. Pode ser utilizado como exame único ou parte de
outros exames e testes não destrutivos utilizados no controle de qualidade.
Em geral, pode-se dizer que é um método simples para a determinação da
aceitabilidade dos componentes fabricados por usinagem, soldagem, ou qualquer outro
processo produtivo, que apresente como requisito um grau de qualidade, por menor que
este seja.
A inspeção visual pode ser utilizada para o exame de superfície a soldar numa
operação conhecida como exame do bizel, durante a execução do processo de fabricação,
e também após a conclusão da solda, componente ou item.
Os objetivos dessa operação são os seguintes:
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1.2 - PRÁTICAS DA INSPEÇÃO VISUAL
Devido ao fato deste ser o mais simples dos métodos de inspeção não destrutiva que
se pode realizar em uma soldagem, o trabalho fica muito dependente da avaliação individual
de cada inspetor. Para que se tenha uniformidade nas atividades, é imprescindível que
existam procedimentos de inspeção aprovados, e que estes sejam de pleno conhecimento
do profissional que executará o serviço.
Além do procedimento, deve-se estar familiarizado com todos os demais
documentos aplicados à obra.
Existem diversas normas com diferentes critérios de aceitação de descontinuidades
que possam vir a ser encontradas nas soldas, ou ainda em fundidos e forjados. Esta
diferença deve-se ao fato de que as normas são específicas para diferentes construções,
assim é natural que a norma aplicada à construção de veículos apresente maiores
exigências quanto a requisitos de impacto do que, por exemplo, uma norma aplicada à
construção de pontes. Como os procedimentos são elaborados com base nestas normas, o
conhecimento das mesmas antes da execução de qualquer atividade é imprescindível.
O local onde vai se realizar a operação de inspeção deve ser limpo, organizado e
suficientemente claro, podendo ser esta iluminação artificial ou natural. As áreas com
visibilidade inacessível podem ser verificadas com auxílio de lentes, espelhos ou
boroscópio.
Quando se utilizar iluminação artificial, esta deve ter a intensidade adequada para
evitar as reflexões na superfície, especialmente em materiais reflexivos como Alumínio e aço
inoxidável. Cordões que sejam inacessíveis em produtos acabados devem ser
inspecionados durante o transcorrer do trabalho.
Para o caso de dimensionamento, em especial de descontinuidades, faz-se
necessária à utilização de instrumentos de medição. Deve-se sempre ter o cuidado de
verificar a validade da aferição do instrumento a ser utilizado.
Após isto, deve ser feita a inspeção visual e dimensional das áreas que serão
soldadas. Procura-se nesta fase identificar qualquer descontinuidade na superfície que
poderia causar problemas posteriores na soldagem. Deve-se dar também especial atenção
à limpeza, uma vez que, óleos e graxas podem decompor-se com a temperatura de
soldagem, podendo vir a causar porosidades posteriormente.
Feitas estas observações, são verificadas então as condições dos consumíveis e os
respectivos certificados de qualificação. Especialmente nos casos dos processos arco
submerso e eletrodo revestido, devem-se cumprir corretamente as condições de
armazenagem e manutenção de eletrodos e fluxos.
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Em seguida, deve ser feita a verificação dimensional dos componentes a soldar.
Para as medidas de espessuras, chanfros e outros, devem ser utilizados somente
instrumentos calibrados e aferidos.
Por último, é necessário verificar os parâmetros de soldagem e a temperatura de pré-
aquecimento, quando esta for especificada no procedimento. Para a verificação dos
parâmetros de soldagem deve-se utilizar um retalho de chapa onde deve ser aberto o arco e
verificado o parâmetro solicitado no procedimento que em geral são tensão e corrente.
A velocidade de soldagem é em geral medida com o auxílio de um cronômetro e uma
fita métrica. Para as medições de temperatura, pode-se utilizar tanto um termômetro de
contato, como um material conhecido como lápis térmico que é um material na forma de um
giz que funde em uma temperatura pré-estabelecida, indicando assim que esta temperatura
foi atingida.
Para os processos que utilizam proteção gasosa, este é o momento de medir o fluxo
gasoso.
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deverão ser retrabalhados uma vez que a falta de deposição é um ponto frágil na junta
soldada e reforço excessivo é um concentrador de tensões.
- Aceitabilidade da soldagem em relação aos requisitos de aparência. Isto deve
incluir: aspecto da superfície, presença ou não de respingos, etc.
- Presença ou não de defeitos de soldagem: como por exemplo: trincas, mordeduras,
poros, sobreposições e outros.
- Por último, não agradável mas necessário, procurar evidências de ocultamento de
defeitos. Estes podem aparecer como esmerilhamento excessivo, reforço de solda muito
pronunciado ou outros artifícios mais “criativos”.
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Os defeitos deverão ser identificados no equipamento para que possam ser
retrabalhados. Além disto, deve ser feito um documento onde os defeitos e sua localização
são identificados.
Este documento servirá para que se observe se os defeitos estão se repetindo no
mesmo lugar ou não, o que pode ser uma evidência de aplicação inadequada do processo
de soldagem como por exemplo falta de acesso.
A marcação na peça deverá ser: clara e facilmente visível, com uma cor bem distinta
do equipamento, permanente pelo menos até o fim do reparo, fora da zona de soldagem,
feita com produto que não contamine o material e facilmente removível.
Os reparos, quando houver, deverão ser acompanhados como se fossem soldagem
normal, salvo se no procedimento de soldagem for especificado um procedimento
diferenciado para reparo.
FIGURA 1
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olho humano e a sua acuidade
Se chama acuidade visual a mínima distância que deve separar 2 pontos luminosos
para serem distintos na forma individual, observando a distância ótima de visão. Como para
o olho normal esta distância é de 30 cm e com um ângulo de separação de 1. o valor da
acuidade visual para o mesmo e igual a 0,1...
Tg .30 = 30cm = 300.0,005mm = 0,1(fig.2a)
Quando a intensidade luminosa que incide sobre o olho não consegue excitá-lo, são
conectadas várias células nervosas para que se forme um grupo capaz de captar um fluxo
suficiente para produzir um sensação luminosa. Isto aumenta a distância aparente entre os
pontos sensíveis da retina.
Quando a iluminação aumenta, vão se desconectando os bastões e cones, e com
nível de iluminação adequada, se alcança o valor normal de 1 para o ângulo de separação.
Aumentando a iluminação acima do limite, a retina fica sobre-excitada e deixa de transmitir
a informação correta.
O ângulo de visão e a distância que o olho estiver da superfície em exame
determinam a separação angular mínima de dois pontos resolúveis pelo olho. Este é o poder
de resolução.
Da mesma forma que a claridade, o ângulo visual e a distância da superfície de
exame devem ser controlados para garantir uma visão clara para observações críticas e
julgamento.
Para se examinar um objeto em detalhe, o olho deve ser colocado o mais próximo
possível para se obter um grande ângulo visual, porém, como o olho não pode focalizar
muito bem um objeto se ele estiver a menos do que 254mm, o exame visual direto deverá
ser realizado a uma distância entre 254 mm e 610 mm, ver figura abaixo.
FIGURA 2
Campo de Visão
O ângulo que o olho faz com a superfície também é importante. Este não deverá ser
menor do que 30º em relação a superfície em exame. Isto quer dizer que se o olho estiver a
305 mm do ponto de exame, ele não deverá estar a menos do que 152 mm da superfície.
Em um ensaio visual a excitação do olho depende diretamente do brilho das
superfícies que são examinadas, já que a vista não se dirige para a fonte de iluminação, e
sim para o objeto iluminado.
Para a realização do exame visual deve existir uma adequada fonte de iluminação
natural ou artificial. A claridade é geralmente o fator mais importante no exame visual. A
claridade de um superfície em exame depende de seu fator de reflexão e na quantidade ou
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intensidade de luz atingindo a superfície. Claridade excessiva ou insuficiente interfere com a
habilidade de uma visão clara e numa observação e julgamento crítico. Por estes motivos é
que a intensidade de luz deve ser controlada.
Uma intensidade mínima de 161 lux de iluminação deverá ser usada para exames em
geral e um mínimo de 538 lux para de detalhes. Valores diferentes poderão estar
especificados dependendo dos requisitos das especificações e códigos.
Para se garantir o cumprimento de requisitos mínimos de pés-velas, uma fonte de luz
conhecida ou um dispositivo medidor de luz tal como uma fotocélula ou fotômetro deverá ser
usado.
Estes são alguns exemplos de fontes de luz conhecidas:
• Lanterna (2 pilhas grandes)
• Lâmpada de 100 watts
• Spot Light de 100 watts
• Lâmpada de vapor de mercúrio.
Para os requisitos da maioria dos exames visuais, a luz do dia ou uma lanterna com 2
pilhas é mais do que adequado.
retin
a
globo ocular
cristalino
Capítulo 3. EQUIPAMENTOS
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3.1 - LENTES DE AUMENTO
Lentes de aumento: são normalmente utilizadas para aumentar o poder de resolução
no exame visual. Comumente as lentes e lupas aumentam de 1,5 a 10 vezes são
disponíveis comercialmente. Na medida em que aumenta o poder de magnificação, diminui
a distância de trabalho e o campo de visão.
LUPA
3.2 - BOROSCÓPIO
Boroscópio são sistemas projetados para uso em exames em tubos. Através do
sistema de prismas lentes, a luz é passada para o observador proveniente de uma fonte de
luz localizada na frente (ou atrás) da lente objetiva. A lente objetiva pode ser mudada para se
obter o desejado ângulo de visão conforme mostrado abaixo.
FIGURA 3
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3.3 - INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO
Réguas, são barras marcadas como as unidades principais e subdivididas em
graduações dessas unidades. A parte a ser medida é colocada próxima da régua e a
comparação das extremidades físicas da peça com as graduações da régua determinam as
dimensões.
A precisão dessas réguas é determinada pela menor divisão da régua bem como
pela precisão com que uma pessoa pode ler a escala quando comparada com as
extremidades físicas da peça a ser medida.
Nunca utilizar a extremidade como ponto de medição. A razão disto é que as
extremidades estão sujeitas a desgastes e também porque não pode ser marcadas com
precisão.
O paquímetro tal como o mostrado na FIGURA 4 é uma escala de alta precisão
como um calibre e uma parte deslizante chamada vernier. O vernier tem duas escalas de tal
forma que tanto as superfícies internas quanto as externas podem ser medidas. Para se
executar uma medida externa, a peça á colocada entre as garras, sendo a garra móvel
deslizada até encostar na superfície da peça. para se fazer uma medida interna, as orelhas
são colocadas dentro da peça afastada até encostarem na superfície. O vernier é fixado no
local e o ajuste final é feito através do fixador.
As orelhas devem estar em contato com o objetivo em medição mas devem estar
livres o suficiente para saírem sem atrito.
O Transferidor tal como mostra a FIGURA 5 , tem uma escala precisa com
graduações angulares e um semi-círculo e uma lâmina rotativa com uma linha graduada em
sua extremidade. O ângulo que uma superfície faz com a outra é determinada colocando-se
o transferidor contra a primeira superfície e posicionando-se a lâmina paralelamente a
segundo e então fazendo-se a leitura da linha graduada da lâmina, na escala.
FIGURA 5
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Os gabaritos de solda foram desenvolvidos especialmente para aplicações em
juntas soldadas, os mais usuais são mostrados a seguir da FIGURA 6 a 10:
Juntas de Topo:
ü Reforços de Cordão
ü Profundidade de Mordedura
ü Angulo do Bisel
ü Desalinhamento de Junta
ü Abertura do Chanfro
ü Nariz da Junta
ü Embicamento
Juntas em Ângulo:
ü Garganta
ü Perna ou cateto
ü Convexidade
ü Concavidade
FIGURA 6 FIGURA 7
FIGURA 8
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FIGURA 9 FIGURA 10
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Representações da estrutura cristalina CCC-Cúbica de Corpo
Centrado
FIGURA 13
A estrutura cristalina, que uma dada liga assume, apresenta consequências sobre o
comportamento desta.
O Magnésio e o Zircônio que cristalizam no sistema HC permitem no máximo 50% de
redução na seção entre recozimento quando estão, sendo conformados. Já o cobre, o
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Níquel, o Molibdênio e o Ferro, que cristalizam no sistema cúbico, permitem uma redução
entre recozimento superior de 90%; o Antimônio e o Bismuto, com estrutura romboédrica, o
Boro, com estrutura ortorrômbica, ou o Manganês, com uma estrutura cúbica complexa, são
frágeis, não permitindo deformação plástica.
A capacidade de uma liga metálica se deformar plasticamente (dutilidade) depende
basicamente do número de planos cristalinos onde ocorre escorregamento conforme figura
14 ou maclação (mecanismo de movimento relativo entre átomos, relacionados a
deformação mecânica permanente). Estes planos, por sua vez, estão associados ao arranjo
cristalino da estrutura atômica, é por este motivo que verifica-se que os metais e ligas que
apresentam maior alongamento apresentam estruturas cúbicas de face centrada (CFC).
FIGURA 14
Cementita Carboneto de Ferro (Fe3C); sua estrutura cristalina é ortorrômbica e seu teor
de Carbono é fixo e igual aproximadamente a 6,67% em peso; o Fe3C é uma
fase extremamente dura e frágil.
Alotropia: Alguns metais, como o Fe, com a variação da temperatura, alteram sua
estrutura cristalina; estas diferentes estruturas são denominadas formas
alotrópicas. Para o Fe existem três formas alotrópicas:
§ Ferro Aço: liga de Fe-C basicamente, com teores de Carbono até cerca de 2,0%; esta
definição serve apenas de referência, já que o termo é usado de maneira muito ampla e
a adição de elementos de liga altera significativamente o comportamento desta.
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Diagrama de Equilíbrio das ligas Fe-C (até 7 % de C)
FIGURA 15
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Bainita: é um microconstituinte composto de uma matriz de ferrita acicular e partículas
de carboneto. A bainita é mais dura e resistente que a perlita. Dependendo da faixa de
temperatura onde é formada, esta é denominada inferior (formada em baixas
temperaturas) ou superior (formada em altas temperaturas). A dureza da bainita varia
na faixa de 400 a 500HB. Seu aspecto metalográfico é acicular.
Trincas Grosseiras
São causadas por: temperatura baixa de forjamento; deformação local muitos severa.
FIGURA 16
ü recozimento;
ü normalização (recozimento pleno com resfriamento ao ar);
ü beneficiamento (têmpera e revenido);
ü cementação (carbonetação);
ü nitretação;
ü cianetação;
ü carbonitretação;
2.1.a – RECOZIMENTO
Existem diversos tipos de recozimento aplicáveis nos aços os mais comuns são os
seguintes:
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ü Recozimento Pleno;
ü Recozimento globular (Esferoidização);
ü Recozimento após Trabalho a frio;
ü Recozimento para alívio de Tensões;
q Amaciar;
q Melhorar a usinabilidade;
q Remover o encruamento;
q Aliviar tensões internas;
q homogeneizar a microestrutura da peça;
q melhorar propriedades mecânicas de peças fundidas;
q Eliminar efeitos de outros tratamentos térmicos.
Recozimento Pleno
Recozimento Globular
2.1.b – TÊMPERA
Consiste no aquecimento da peça até um determinada temperatura, para
austenitização do aço, permanência nesta temperatura durante um determinado tempo (para
homogeneização da austenita), seguindo resfriamento rápido em meio líquido.
São os seguintes os objetivos da têmpera:
q Endurecer;
q Aumentar a resistência mecânica;
q Aumentar a resistência ao desgaste;
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q Aumentar a resistência ao escoamento.
2.1.c – REVENIMENTO
Consiste no aquecimento da peça até uma temperatura inferior a 700 ºC e a
permanência nesta temperatura durante um determinado tempo (em geral uma hora),
seguido de resfriamento ao ar ou em óleo.
O revenimento é um tratamento térmico aplicado a peças nas quais tenham sido
produzidas microestruturas martensíticas, quando se deseja alcançar os seguintes objetivos.
FIGURA 17
2.1.d – TEMPERABILIDADE
A têmpera é um tratamento térmico aplicado as ligas ferrosas com o objetivo de
formação da martensita. Pelo exposto anteriormente, principalmente em relação as curvas
TTT, só se pode obter a formação de 100% de martensita no aço, se a velocidade de
resfriamento for superior a velocidade crítica (velocidade para a qual a curva de resfriamento
tangência as curvas de transformação).
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Quando a peça é mergulhada em um meio líquido, objetivando um resfriamento
rápido, o calor é retirado diretamente apenas da superfície da peça. Desta forma, é criado
na peça um gradiente de velocidade de resfriamento da superfície para o interior da peça.
A região junto a superfície apresenta alta dureza devido a alta velocidade de
resfriamento que proporcionou a formação de grande quantidade de martensita. velocidade
menores que a crítica proporcionam a formação de microconstituintes mais macios que a
martensita, principalmente a perlita fina. A quantidade deste microconstituinte aumenta com
a diminuição da velocidade de resfriamento. Portanto, a menor dureza é observada no
núcleo da peça, região submetida a menor velocidade de resfriamento.
É de grande importância praticar o conhecimento do comportamento do aço, esfriado
da temperatura austenítica, no que diz respeito a formação de estrutura martensítica ou
produção de um determinado grau de endurecimento a várias profundidades sob a sua
superfície. Esse comportamento do aço é denominado temperabilidade ou endurecibilidade.
Temperabilidade é a profundidade de endurecimento obtida no resfriamento da
austenita. Deve estar claro que a temperabilidade de endurecimento, não se refere a
máxima dureza que pode ser obtida em um aço. Essa dureza máxima é função principal do
teor de carbono, principalmente nos aços de baixa liga. A profundidade de endurecimento é
função principal dos elementos de liga do aço.
O conhecimento da temperabilidade dos aços é essencial, porque o mais importante
objetivo do beneficiamento (tratamentos térmicos de têmpera e revenimento) é obter a
maior dureza e a mais alta tenacidade, em condições controladas de velocidade de
resfriamento, a uma profundidade determinada ou através de toda a sua secção e de modo
a reduzir ao mínimo as tensões de resfriamento.
Para se conseguir as propriedades acima mencionadas nos aços, deve-se evitar a
formação da perlita fina durante a têmpera. as velocidades de resfriamento que permitem
isso são aquelas maiores que a velocidade crítica de resfriamento.
Essa velocidade fornece, então, um método para exprimir a temperabilidade dos
aços. Quanto menor é a velocidade crítica maior é a temperabilidade do aço.
FIGURA 18
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PARTE 3 - MORFOLOGIA DOS MATERIAIS
Capítulo 1. FUNDIÇÃO
A fundição como etapa de processamento compreende uma grande variedade de
aspectos como cálculo e geometria em modelação, estudos de areias e resinas, pesquisa
de alimentação de metal líquido, massalotagem e outros detalhes de projeto em geral. No
entanto, este trabalho está limitado nas consequências e/ou desvio de fase de solidificação
do metal.
No processo de fundição da liga metálica especialmente no decorrer do resfriamento
do metal líquido ocorrem como já visto, alterações importantes do material, que determinam
ou podem determinar heterogeneidades ou defeitos específicos, como discute-se a seguir.
1.1 – SOLIDIFICAÇÃO
Alguns aspectos teóricos do processo de solidificação são extremamente relevantes
e, nesta medida, indispensáveis a uma compreensão exata dos procedimentos de fundição.
Comprova-se que o metal líquido se comporta como um fluído newtoniano, com seus átomos
constituintes possuindo elevados grau de liberdade e facilidade de movimentação relativa.
Todavia para a maior parte dos metais esta condição ocorre em temperaturas
significativamente acima da ambiente (exceção para o Mercúrio). Entretanto, no estado
líquido, a liga metálica toma forma do molde e este fato representa uma grande vantagem
tecnológica.
Porém, há de se considerar que do estado líquido ao estado sólido, operam-se
transformações internas significativas como alteração da massa específica, formação da
estrutura cristalina, ocorrência de tensões internas, entre outros aspectos (redução de
energia interna, transporte de calor, etc.) discutidos sinteticamente a seguir:
Alteração da massa específica: durante o resfriamento, o metal contrai em três
condições:
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1.2 – DESCONTINUIDADES ORIGINADAS NO PROCESSO
Rechupe
Como já estudado ocorre uma contração no metal quando o mesmo passa do estado
líquido para o estado sólido.
Uma imediata consequência de contração no estado sólido é que deve-se fazer os
moldes maiores que os fundidos que se quer na temperatura ambiente. O profissional da
modelação soluciona o problema através da correção dimensional na qual a tolerância para
esta contração é feita automaticamente.
A solidificação de um metal inicia-se nas partes que estão em contato com as
paredes dos moldes ou da lingoteira e na parte superior, onde o metal fundido esta exposto
ao ar. Na primeira fase da solidificação forma-se uma camada sólida em toda a periferia do
lingote ou peça, fechando, num envoltório rígido, toda a parte que ainda permanece líquida.
A medida que o conjunto vai se esfriando, a solidificação prossegue na parte interna,
aumentando sucessivamente a espessura da camada já sólida. Mas, como o metal, ao
passar do estado líquido ao estado sólido, sofre uma notável diminuição do volume,
aparecerá no interior da peça ou do lingote uma região oca que se denomina "vazio",
"chupagem" ou "rechupe", veja a figura 19.
Constituindo o vazio um defeito grave, é ele eliminado pelo corte da parte que o
contém, quando o lingote ainda se acha ao rubro. No caso do corte não ter sido suficiente ou
existirem falhas internas não notadas na ocasião do corte, esses defeitos vão aparecer nos
produtos acabados. Como o material cortado é perdido, há todo o interesse em cortar o
menos possível. Um aumento na proporção de barras sadias é realizado reduzindo o volume
de metal contendo a contração primária pelo uso da chamada "cabeça quente". Isto consiste
no uso de refratários na parte superior do molde.
A ação do material refratário causa uma menor taxa de resfriamento do metal. Então,
o metal da parte superior permanece líquido enquanto a solidificação e contração do lingote
continua, este metal líquido alimenta a contração do lingote tanto que a contração primária é
confinada a região da "cabeça quente" (massalote) do lingote. Este princípio de alimentação
é universal na industria de fundição. Usando o mesmo molde para o processo de
solidificação, será visto que a contração primária formará e, a menos que precauções
sejam tomadas, a parte superior solidificará deixando um pequeno volume conicode metal
líquido preso no centro do lingote. Este solidificará, causando um vazio chamado de
"contração ou rechupe secundário". As paredes da contração secundária serão livres de
óxidos, tanto que paredes apostas deverão caldear-se mutuamente durante a laminação
para evitar a cavidade. Há sempre a possibilidade, entretanto, que neste caldeamento
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possa originar-se uma trinca se o material é altamente solicitado, por exemplo, durante uma
têmpera.
O argumento acima para explicar a contração secundária pode ser utilizado para
entendermos a macroporosidade a qual pode ser encontrada em secções mais espessas
de qualquer fundido.
A solução é assegurar que o metal líquido não possa ser isolado no seu caminho pela
velocidade da solidificação de secções mais espessas usando placas de resfriamento no
molde.
Função análoga tem os numerosos canais de fundição apensos a certas peças
moldadas: assegurar a alimentação de todas as partes do molde suprindo os pontos em
que se manifestarem deficiências de material devido a contração que acompanha a
solidificação. A missão desses canais é pois, atrair para si, o quanto possível, esse defeito
que doutra forma ocorreria fatalmente no interior da peça, inutilizando-a, às vezes, por não
poder ser eliminado.
As peças moldadas que tem simultaneamente partes finas e partes grossas estão
particularmente sujeitas a apresentar esse defeito e não obstante as precauções do
fundidor, é frequente o aparecimento de vazios, nas regiões mais espessas cuja
solidificação é sempre mais demorada. O vazio, nesses casos, pode manifestar-se sob a
forma de porosidade. Observando-se essa região com mais cuidado, especialmente numa
fratura, notam-se, com uma lupa, e as vezes até a olho nu, os cristais que tiveram seu
desenvolvimento interrompido por insuficiência de material. Os espaços não preenchidos
entre os cristais é que formam a porosidade.
Nos lingotes, quanto a parte oca não se comunica com o ar exterior, ela contém
quase sempre uma atmosfera redutora (CO), que impede a oxidação das paredes dos
vazios.
Este fato permite que, na eliminação a quente, essas paredes se soldem ao serem
comprimidas uma contra a outra, atenuando o inconveniente de um eventual resto de vazio.
Já o mesmo não acontece quando o vazio fica em contato com o ar por estar aberto,
como pode suceder nos lingotes pequenos. Suas paredes oxidam-se e não mais se soldam
quando comprimidas na laminação, trazendo como consequência fendas no interior do
metal, o que em certo casos é muito perigoso. O mesmo de dá quando as paredes do vazio
se acham cobertas de impurezas.
Mesmo quando pelo trabalho mecânico quente, as paredes do vazio se soldam,
deixam sempre superfícies de maior resistência. Quando há oxidação ou interposição de
impurezas, os restos do vazio formam no interior das peças soluções de continuidade que
atuam como fissuras incipientes susceptíveis de se propagarem, se as condições lhe forem
propícias. Essas condições são frequentemente favorecidas pela debilitação do material em
consequência das impurezas provenientes da segregação. Essas soluções de continuidade
tornam-se particularmente perigosas quando ocorrem em peças sujeitas a solicitação
dinâmica, choques ou esforços alternados como os trilhos, eixos de máquinas, vigas de
pontes, etc., pois passam em geral desapercebidas até se dar a ruptura brusca da peça
num processo de desenvolvimento progressivo (fadiga).
As peças provenientes da parte superior do lingote são as mais sujeitas a apresentar
esse defeito.
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Mecanismo de Trincas de Solidificação.
FIGURA 20
Segregação
Estrutura Dendrítica
Os metais se solidificam sempre sob uma forma cristalina, que tem início pela
formação de pequenos cristais em todos os pontos onde o metal em fusão atinge a
temperatura de solidificação. Estes pequenos metais assim formados, também chamados
núcleos ou centros de cristalização, desenvolvem-se pela solidificação de novas partículas
sobre eles, efetuando-se a deposição segundo direções preferenciais, denominadas de
eixo de cristalização. Nas ligas ferro-carbono, como, aliás em quase todos os metais, esses
eixos são em número de três, ortogonais entre si. Cada eixo atinge certo desenvolvimento,
passa a emitir outros e assim por diante até toda a massa se tornar sólida.
Ao conjunto de cada eixo principal com seus eixos secundários dá-se o nome de
dendrita, devido a semelhança com a ramificação das árvores (dendron, em grego), o
crescimento da dendrita é limitado pelo encontro de seus eixos com os da dendrita vizinha
e, terminada a solidificação, cada dendrita constitui um pequeno cristal de contornos
irregulares. A dendrita é, pois, um grão primário em formação.
Em virtude do mecanismo exposto, todos os metais, logo após sua solidificação
completa, são constituídos de numerosíssimos grãos fortemente unidos, cada qual com
orientação cristalográfica independente da dos demais.
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Assim como a parte central de um lingote apresenta um teor mais elevado de
impureza, devido ao fenômeno da segregação por motivos análogos também a parte que
por último se solidifica entre os ramos das dendritas, e no encontro de dendritas contíguas,
tem maior concentração de impurezas.
Quando as dendritas se desenvolvem no seio do líquido, longe das paredes do molde
em que o metal é contido, e sem obstáculos, seu desenvolvimento da origem a grãos mais
ou menos equiaxiais. Junto as paredes do molde, ao contrário, verifica-se que os eixos
orientados normalmente a elas desenvolvem-se muito mais do que os outros, em
consequência dos ramos laterais esbarrar e logo com aqueles emanados dos núcleos
vizinhos, ao passo que o ramo ou eixo normal a parede pode desenvolver-se livremente. Os
grãos resultantes são por isso longos e sensivelmente perpendiculares as paredes da
lingoteira ou do molde.
Examinando secções convenientemente preparadas de lingote ou peças moldadas,
encontram-se com frequência estruturas , nas quais se pode reconhecer uma zona central
com grãos aproximadamente equiaxiais e, na parte externa, uma faixa de grãos
comprimidos mais ou menos normais a periferia.
Dendritas grandes dão origem a grãos grandes e a quantidade de impurezas
concentradas nos contornos desses grãos é maior da que se os grãos fossem menores. Por
isso, nos aços em geral diretamente moldados, os de granulação mais grosseira são, em
geral, mais quebradiços do que de granulação fina.
No caso particular das longas dendritas perpendiculares a periferia, as impurezas
entre elas dispostas constituirão linhas ou planos mais fracos, devido a menor ductilidade e
menor resistência ao choque que as regiões com impurezas apresentam. Tensões internas
muito elevadas de deformação bruscas podem provocar rupturas segundo esses planos.
AUMENTANDO
TEMPERATURA
FIGURA 21
Bolhas
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Quando o lingote é laminado ou forjado, as paredes das bolhas, que se conservam
inoxidáveis devido a presença de gases redutores, soldam-se, e nessa hipótese as
propriedades do material não sofrem praticamente alterações. Se, porém, as bolhas
contiverem certas impurezas, estas dificultarão ou mesmo impedirão o caldeamento das
paredes.
Para atenuar o aparecimento de bolhas, usa-se geralmente a adição de certas
substâncias chamadas desoxidantes, tais como o ferro-silício, o alumínio, o ferro-mangânes
e outras. Elas exercem um influência notável sobre a formação das bolhas, porque reduzem
o teor de oxigênio dissolvido no ferro, resultando em compostos sólidos, e evitando que o
oxigênio combine com o carbono do aço ocasionando na solidificação o desprendimento de
CO ou CO2 (gasosos).
A avaliação do grau de nocividade dessa heterogeneidade depende do fim a que se
destina o material, assim em muitos casos, essas heterogeneidade, ainda que sensível,
podem não te importância em virtude da natureza dos esforços (baixos ou estáticos) a que a
peça será submetida na prática. E então, nem há interesse em pesquisar com
heterogeneidades. Mas em outros casos, de peças de maior responsabilidade, que devem
suportar esforços elevados ou alternados e repetidos, choques, etc., e cuja ruptura em
serviço de possa trazer graves consequências, as heterogeneidades apontadas apresentam
um grau de nocividade muito maior, justificando-se, plenamente um exame mais detidos do
material sob este ponto de vista.
Gotas Frias
Trincas
A quente
Motivos:
q Transições de espessura;
q Furos ou aberturas
q Baixa capacidade do molde ou macho;
q Amarração excessiva da peça;
q Cavidade sem saída;
v reação metal-areia;
v rechupe.
A Frio
q contração impedida;
q remoção por métodos térmicos de canais, massalotes;
q transição de espessura;
q desmontagem a quente e alta temperatura.
Inclusões
Causas:
• cargas não fundidas totalmente;
• materiais estranhos incorporados na fundição;
• areia solda, arrastada no vazamento.
2.1 – LAMINAÇÃO
A laminação consiste em modificar a seção de uma barra de metal pela passagem
entre dois cilindros, deixando entre eles uma distância menor que a espessura inicial da
barra. Esses cilindros tem uma geratriz retilínea, quando se trata de laminação de produtos
planos, ou tem canais entalhados de formas diversas, quando se trata de laminação de
perfilados.
Os produtos são arrastados pelo cilindro sob o efeito de forças de atrito, que se
originam nas superfícies de contato dos cilindros e do metal laminado.
Os laminados podem ser classificados segundo diferentes critérios.
2.2 – FORJAMENTO
O forjamento é uma maneira de obter uma peça metálica maciça por deformação
plástica, geralmente a quente, com auxílio de ferramentas agindo por choque ou por
pressão, segundo um movimento relativo de translação.
A tensão sob a qual o aço se deforma de sua composição, de sua temperatura, da
velocidade de deformação, da deformação existente no instante considerado, e ainda da lei
segundo a qual velocidade de deformação varia em função da deformação anterior.
O forjamento apresenta a vantagem de substituir a estrutura de liquidação
("dendrílica") por uma estrutura relativamente anisotrópica que confere ao material forjado
melhores propriedades mecânicas e de maneira mais homogênea.
- 31 -
Os equipamentos de forja compreendem principalmente as prensas e os martelos
(acionamento mecânico ou hidráulico); sendo que prensas hidráulicas podem atingir 15000t
de potência e forja com facilidade lingotes de 300t.
Defeitos No Lingote
a. Rechupe
b. Bolsas de gás
c. Inclusões
d. Segregação
Defeitos De Forjamento
Fibrilação no forjamento
- 33 -
Trinca Circunferencial De Forjamento
Vazio não arredondado com a maior dimensão paralela ao eixo da solda podendo
estar localizado na solda ou na raiz da solda.
1.4 Concavidade
- 34 -
1.5 Concavidade excessiva
1.9 Desalinhamento
Junta soldada de topo, cujas superfícies das peças, embora paralelas, apresentam-
se desalinhadas a configuração de projeto.
1.10 Embicamento
Fusão incompleta entre a zona fundida e o metal de base, ou entre passes da zona
fundida, podendo estar localizada:
a. na zona de ligação
b. entre os passes
c. na raiz da solda
1.13 Fissura
- 35 -
1.16 Micro-trinca
1.17 Mordedura
1.20 Perfuração
1.21 Poro
1.23 Porosidade
1.27 Rachadura
- 36 -
1.28 Rechupe de cratera
1.31 Respingos
1.32 Sobreposição
1.34 Trinca
- 37 -
c. no metal de base
- 38 -
FIGURA 22
Junta de Topo em X
- 39 -
FIGURA 23
Junta de Topo em V
- 40 -
PARTE 4 - NORMAS E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
Nos dois próximos capítulos temos alguns exemplos de critérios de aceitação para o
exame visual e dimensional da soldagem nas principais normas utilizadas na área.
As normas são direcionadas para construções soldadas específicas e desta forma,
os critérios de aceitação são aplicados apenas a estes casos abrangidos pela norma.
Todo projeto de construção soldada deve especificar a norma aplicável e,
consequentemente, seus critérios de aceitação. Algumas construções, devido a sua
complexidade, agrupam vários tipos de juntas soldadas e dificultam a aplicação de um
critério único para avaliação.
Nestes casos, são especificados ¨grupos de avaliação¨ , ¨classes de solda¨ ou
¨categoria de junta¨ que determinam os critérios de aceitação para cada grupo, classe ou
categoria.
1.1 - INTRODUÇÃO
Em 1981 a Steel Casting Research and Trade Association (SCRATA) publicou
”Comparadores para a definição da qualidade superficial de fundidores de aço” que,
juntamente com seu jogo associado de 48 comparadores visuais-táteis, foram projetados
para facilitar o acordo e seus clientes quanto à qualidade superficial necessária para os
fundidos de aço.
Em 1985 a Sociedade de Normalização dos Fabricantes da Indústria de Válvulas e
Conexões, nos EUA, incluiu uma referência aos comparadores SCRATA em sua Prática
Standard SP – 55: “Padrão de Qualidade para fundidos de aço para válvulas, flanges,
conexões e outros componentes de tubulações” possibilitando assim o uso dos
comparadores em conjunto com a SP-55.
Como resultado do continuo interesse nos EUA, especialmente por parte da ASTM, A
SCRATA produziu agora um conjunto menor de comparadores, consistindo em 31 réplicas.
Esse novo conjunto forma a base para a avaliação da qualidade superficial de fundidos de
aço de acordo com a ASTM A802: “Fundidos de aço, textura e descontinuidade, avaliação e
especificação, por exame visual”. Os termos usados para descrever as várias categorias de
defeitos foram portanto modificados para ajuste à terminologia empregada na ASTM A802.
Para evitar confusão, os números de referência usados para as réplicas individuais (por ex:
A1, C2, etc.) no conjunto original, foram mantidos.
O conjunto original, de 48 réplicas, ainda está disponível para aqueles que precisam
de uma ferramenta de referência mais completa.
O objetivo deste jogo de comparadores é facilitar a cooperação entre o fundidor e o
comprador dos fundidos, na determinação do estado da superfície (isto é, o nível da
qualidade). Ele deve servir para evitar confusões decorrentes de descrições imprecisas na
fase de pedido, servindo também para definir uma superfície que pode ser submetida a uma
- 41 -
técnica particular de ensaio não destrutivo. O uso de comparadores é superior a métodos
baseados em fotografias, as quais podem dar margem a erros de interpretação,
especialmente quanto à profundidade das irregularidades superfícies de fundidos reais,
após o jateamento com granalha, demonstrando superfícies aceitáveis com várias
rugosidades, diferentes graus de rebarbação e outras características normalmente
encontradas em fundidos de aço. Réplicas mestres serão conservados na SCRATA por um
período de tempo indefinido.
Fotos das réplicas em tamanho natural são encontradas no Apêndice, para um rápido
exame do conteúdo geral do jogo. Devemos ressaltar que as réplicas/comparadores, e não
as fotos, devem ser usadas para formar a base para o acordo.
1.2 – ESCOPO
Os comparadores medindo 150 x 100 mm são reproduções de superfícies de
fundidores reais, fornecidas para estabelecer as categorias e níveis de qualidade das
condições superficiais que ocorrem durante a produção de fundidos de aço mediante
técnicas convencionais de moldagem com areia.
A rugosidade superficial deve representar a superfície natural que resulta do processo
de fundição, e não mede o tamanho do abrasivo usado para a limpeza por jateamento.
Os comparadores não se aplicam a fundidos em coquilhas, fundidos com modelo
perdido ou fundidos resultantes de outros processos de moldagem de precisão.
- 42 -
1.4 – AVALIAÇÃO DA QUALIDADE SUPERFICIAL
1.4.1 As áreas do fundido que devem ter qualidade superficial controlada devem ser
claramente indicadas no desenho, nas fases de consulta de preços e de pedido. Deve
ser indicada à categoria e o nível de qualidade.
1.4.2 Deve-se indicar o estágio de fabricação em que as superfícies deverão ser avaliadas.
Normalmente, as comparações entre qualidades superficiais devem ser feitas no
fundido acabado, salvo indicação em contrário no pedido.
1.4.3 Para avaliar as superfícies dos fundidos, as áreas indicadas no desenho devem ser
comparadas com os comparadores/réplicas apropriados, com respeito à categoria e
nível de qualidade, sem o uso de instrumentos óticos.
1.4.5 Quando uma área examinada apresenta 2 ou mais categorias, cada uma delas deve
ser avaliada de acordo com seu próprio nível de qualidade.
1.4.6 A avaliação será satisfatória se, na área necessária, o estado superficial do fundido
corresponder ao dos comparadores de referência especificados, ou se corresponder a
um grau de qualidade mais elevado, de forma geral.
1.5 – NOTAS
- 43 -
1.6 - NORMA
Designação: A802/A802 M – 86.
Esta norma é publicada sob a designação fixa A802/A802M; o número diretamente após a
designação indica o ano da adoção ou, no caso de revisão, o ano da última revisão. Um
número entre parênteses indica a última reaprovação. A letra E superescrita indicam uma
modificação editorial desde a última revisão ou reaprovação.
1.6.1 - Escopo
1.1 Esta prática inclui fotos de referência e descrições que ilustram vários tipos e graus de
rugosidades superficiais e descontinuidades superficiais que podem ocorrer em
fundidos de aço. Elas se destinam a propiciar o seguinte:
1.1.1 Um guia que permite reconhecer descontinuidades e sua diferenciação por exame
visual, quanto ao tipo e gravidade.
1.1.2 Jogos de fotos de referência gradativas e descrições a partir das quais compradores e
vendedores podem selecionar, por exame visual e de comum acordo, padrões de
aceitabilidade.
1.2.3. Contração.
- 44 -
[Link]. Inclusões de areia.
[Link]. Veios.
[Link]. Crostas.
[Link]. Sobreposição.
[Link]. Mordedura.
[Link]. Cavidades, e.
[Link]. Escórias
1.2.11. Soldagem.
- 45 -
[Link]. Rechupe de cratera.
“1m 0.5”.
1.4 Esta prática pode envolver materiais, operações e equipamentos perigosos. Ela não
pretende referir-se a todos os problemas de segurança associados ao seu uso. É
responsabilidade do usuário desta norma estabelecer práticas de segurança e saúde
adequadas, e determinar a aplicabilidade de limitações reguladoras, antes do uso.
3.1. Para avaliar fundidos quanto às suas condições superficiais, deve-se determinar
os requisitos superficiais a serem atribuídos aos fundidos individuais ou áreas específicas
dos fundidos.
Nessas avaliações devem ser considerados fatores tais como: pressão, temperatura,
espessura da seção, fator de segurança aplicável ao projeto (de referência baseando na
análise das tensões), vibração, impacto, resistência à corrosão, existência de radiação
penetrante ou de produtos de irradiação, e envolvimento com gases ou líquidos perigosos.
Tabela, sendo a rugosidade julgada com o uso de uma serie de fotos, enquanto que a
perfeição da retirada de metal é julgada pela área e altura das protuberâncias.
Comparações visuais e táteis podem ser feitas com o uso de uma escala de plástico
ou niquelada. As rugosidades representadas estão classificadas desde SIS -1 a SIS-4, e
correspondem a RMS 200, 350, 500 e 900 respectivamente.
5.1. Os requisitos superficiais aplicáveis devem ser indicados pelo órgão contratante
em consultas sobre preços, especificações formais, contratos específicos e pedidos. As
especificações, desenhos, contratos e pedidos devem também indicar o plano de
amostragem para os fundidos, bem como a gravidade da descontinuidade aceitável para as
categorias graduais.
5.4.1. Dois ou mais tipos de descontinuidades, numa área especificada, forem iguais
ao máximo nível de gravidade aceitável para cada descontinuidade, ou.
- 47 -
5.4.2. Um ou mais tipos de descontinuidades, numa área especificada, excederem o
nível de gravidade aceitável.
6.1. Consultas sobre preços e pedidos de fundidos usando esta prática para
especificar a rugosidade superficial ou as descontinuidades superficiais deverão,
indicar os limites aceitáveis de acordo com o sistema de critérios indicados abaixo,
e indicar o plano de amostragem para a inspeção dos fundidos. Se certas categorias
de descontinuidades forem inaceitáveis ser indicado no pedido.
- 48 -
6.2.5. Categoria 5 – Porosidade por gás:
[Link]. Porosidade alinhada (fig. A6) – Classificar pelo comprimento (fig. 13).
[Link]. Porosidade agrupada (fig. A7) – Classificar pela área (fig. 14).
[Link]. Veios (fig. A8) – Classificar pelo comprimento (fig. 13) mais altura.
[Link]. Rabos de rato (fig. A9) – Classificar pelo comprimento (Fig. 13) mais
profundidade.
[Link]. Corte por maçarico – Série de fotos para rugosidade, 5 níveis de gravidade
(1 a 5, fig. 10), área (fig. 14) + altura ou profundidade (rebaixo).
[Link]. Corte abrasivo (fig. A13) – Classificar por área (fig. 14) mais altura ou
profundidade (rebaixo).
[Link]. Serragem, retificação, cinzelagem (fig. A11, A12). Classificar pela área
(fig.14) mais altura ou profundidade (rebaixo)
[Link]. Coquilhas externas (fig. A14) – Classificar pela área (fig. 14) mais altura ou
profundidade.
[Link]. Concavidades (fig. A15) – Classificar pela área da concavidade (Isto é,
tamanho).
[Link]. Rebarbas (fig. A16) – Classificar pelo comprimento (fig 13) mais altura.
- 49 -
6.2.11. Categoria 11 –Soldagem:
- 50 -
Tabela 1: Sistemas de critérios de seleção para determinar os níveis de gravidade da rugosidade e descontinuidades
Critérios de (A) Escala Níveis das Compriment Compr.+profundi- Compr.+ Área (pol2 ou Área (pol2
classificação. categoria. indicadora séries de o (pol. ou dade (pol. ou altura (pol mm 2)
2
ou mm2)+
2
Característica da fotos. mm). mm). ou mm ) altura ou
superficial [Link] profund.
Níveis: SIS-1 ([Link]
a SIS-4. mm).
Textura 1 Rugosidade
superficial.
Descont. 2 Trincas a Trincas a
lineares quente(E), quente,
trincas(D). trincas.
Contração. 3 Fig.2- Contração Contração
Contração em arestas sob
em ângulos reentrantes. maçalote e
reentrantes. gitos, ou
revelada
pela
usinagem.
Inclusões não 4 Fig.3: areia
metálicas. Fig.4:
escória .
Fig.5: óxidos
cerâmicos
Porosidade 5 Fig.6: Porosidade Porosidade
por gás. (A). porosidade alinhada. agrupada.
espalhada.
Descontin. 6 Rabo de rato. Veios Crostas
De dilatação.
Descontin. de 7 Fig.7: rugas
fusão. Fig 8: sobre
posições,
dobras, e
lágrimas
frias.
Fig.9:
vazamentos
defeituosos.
Tabela 2 – Típica textura superficial de fundidos de aço (carbono, de baixa liga e alta liga).
- 52 -
1.6.7 – Apêndice
(informação não obrigatória).
X.1.2.1. Trincas a quente – São rupturas denteadas nos fundidos, que ocorrem
durante as etapas finais de solidificação, enquanto existe ainda algum líquido nos espaços
interdendríticos, ou logo depois que a solidificação está concluída.
X.1.2.2. Rachaduras – a frio e a quente, essas rachaduras são rupturas menos
denteadas que as trincas a quente. Às vezes são rupturas retas, que ocorrem após a
solidificação do fundido, devido às tensões excessivas. Freqüentemente essas rachaduras
são chamadas de rachaduras frias, quentes ou de tratamento térmico, para indicar a
condução dos fundidos, ou a operação durante a qual as rachaduras ocorrerem.
X.1.3. Contração sob maçalote e gitos, e reveladas por usinagem – uma bolsa de
contração é uma descontinuidade nos fundidos decorrentes de falta de metal líquido de
alimentação durante a contração por solidificação. A remoção do maçalote e a usinagem
podem revelar contração que vai do interior do fundido até perto da superfície. Contração
sob maçalotes está ilustrada na fig. A-4. Contração revelada por usinagem é mostrada na
fig. A-5.
X.1.4. Inclusões não metálicas – Inclusões nas superfícies dos fundidos, tais como
óxidos cerâmicos, escória e areia são parcial ou completamente removidas durante o
processo de limpeza por jateamento com pressão. As descontinuidades superficiais
deixadas por essas inclusões são indicadas com o nome do tipo de inclusão que causou
essa formação:
X.1.4.3.. Depressões causadas por areia são semelhantes às causadas por óxidos
cerâmicos e escória. Às vezes sua aparência pode refletir a natureza granulosa da areia.
X.1.5. Porosidade por gás – é uma descontinuidade côncava nos fundidos,
decorrente da evolução do gás que provém do metal que está se solidificando, ou do molde
que o cerca. Exemplos de porosidades por gás alinhadas e agrupadas estão ilustradas nas
figs. A-6 e A-7, respectivamente.
X.1.6.1. Veios são saliências lineares, estreitas, que se formam quando o molde de
areia ou macho trincam devido à dilatação da areia e resultantes tensões no molde e
macho, durante o enchimento do molde com aço líquido. Veios estão ilustrados na fig. A-8.
X.1.6.2. Rabos de rato (fig. A-8) são longas e estreitas depressões lineares, ou
pequenos degraus que ocorrem na superfície de um fundido. Os rabos de rato resultam da
expansão da areia e pequenos empenamentos da superfície do molde durante o enchimento
do molde com metal líquido.
[Link] crosta (fig. A10) é uma área elevada, áspera, num fundido, consistindo
geralmente numa crosta de metal recobrindo uma camada de areia. As vezes uma crosta
consiste nu,a área levantada, áspera, basicamente de metal sólido na superfície do fundido.
X.1.8. Marcas de remoção de metal – corte por maçarico ou por arco produz ranhuras
paralelas na área do corte. Marcas mais finas são produzidas por corte abrasivo, ou
retificação. Marcas de cinzel estão ilustradas na fig. A-11. O grau de remoção de metal, uma
ponta remanescente de uma serragem é um rebaixo produzido por rebolo de corte estão
ilustrados nas figs. A-12 e A-13.
X.1.9. Insertos:
X.1.11. Soldagem
Esta norma está sempre sujeita à revisão pela comissão técnica responsável,
devendo ser revisada de 5 em 5 anos. Se não for revisada, deverá ser reaprovada ou
retirada. Convidamos os usuários a fazerem comentários sobre a revisão desta norma ou
sobre normas adicionais, devendo ser enviados à matriz da ASTM. Seus comentários serão
cuidadosamente estudados na reunião da comissão técnica responsável, a qual V.S a.
poderá comparecer. Se V.S [Link] que os comentários não receberam a devida
consideração, favor dirigir-se à Comissão de Normas ASTM, 1916 Race St., Philadelphia,
PA 19103.
- 55 -
1.6.8 – Índice de figuras Scrata
- 56 -
A2 A3
A4
FIGURA 24
Textura superficial A1, A2, A3
B1 B2
B4 B5
FIGURA 25
INCLUSÕES NÃO METÁLICAS B1, B2, B4 e B5
- 58 -
C1 C2
C3 C4
FIGURA 26
POROSIDADE C1, C2, C3 e C4
- 59 -
D1 D2
D5
FIGURA 27
DEFEITOS DE FUSÃO D1, D2 E D5
- 60 -
E3 E5
FIGURA 28
- 61 -
F1 F3
FIGURA 29
INSERTOS F1, F3
- 62 -
G1 G2
G3 G5
FIGURA 30
- 63 -
REMOÇÃO TÉRMICA G1, G2, G3 E G5
H1 H3
H4 H5
FIGURA 31
REMOÇÃO MECÂNICA H1, H3, H4 E H5
- 64 -
J1 J2
J3 J5
FIGURA 32
REMOÇÃO DE SOLDAS J1, J2, J3 E J5
- 65 -
Capítulo 2 – NORMA DIN 8563/79
A seguir temos critérios de aceitação das normas DIN 8563/79, código ASME Seção
VIII divisão 1 Edição 1986, Tabela EV 01 e EV 02 e AWS D1.1/80 Tabela EV 03.
Os exemplos dados não comportam todas as exigências das normas e devem ser
utilizados apenas para conhecimento das estruturas.
Para a aplicação real dos critérios de aceitação deve-se consultar a norma original. A
evolução dos equipamentos, materiais e processos de fabricação obriga a adequação da
norma a nova realidade. Isto implica que a norma esta sempre se modificando.
Estes apontamentos são isolados e, por isso, incompletos, e não devem ser
aplicados para avaliação.
- 66 -
TABELA EV 01 - Descrição dos grupos de avaliação para soldas de topo (longitudinais e circunferenciais) DIN 8563 parte 3 - 1985
2 Deposição insuficiente Insuficiência de solda próxima a margem da 0,5 á 3,6 Não permitidas São permitidas São permitidas Superfície rasa e
(∆a2) solda e no centro da solda insuficiências insuficiências também mais
localizadas, mas localizadas, mas profundas
∆a2 ≤ 0,1 + 0,07t ∆a2 ≤ 0,2 + 0,05t localizadas, mas
∆a2 ≤ 0,3 + 0,07t
b)Juntas de topo soldadas uni- 0,5 á 3,6 e ≤ 0,2 + 0,1 t e ≤ 0,25 + 0,1 t e ≤ 0,3 + 0,1 t e ≤ 0,45 + 0,1 t
lateralmente (lado da raiz)
4 Mordeduras Entalhes de 0,5 á 3,6 Não permitido Localizadas e insignificante são Localizadas e Continuas,
penetração na permitidas insignificante são insignificantes
margem da solda. permitidas individuais, curtas um
e ≤ 2 + 0,05 t pouco profundas são
permitidas.
e ≤ 2 + 0,1 t
> 3,6 Localizadas e insignificante são Continuas, Permitido
permitidas insignificantes
e ≤ 0,5 individuais, curtas
um pouco profundas
são permitidas.
e≤1
5 Rechupe de cratera Cratera final com > 0,5 Não permitido Não permitido Pequenas profundi- Pequenas
redução da seção dades sem profundidades são
transversal do passagem brusca permitidas
cordão de solda na são permitidas
face da solda e na
superfície da raiz.
6 Poros visíveis Na face da solda e 0,5 à 3,6 Não permitidos Não permitidos São permitidos pequenos São permitidos até
na superfície da raiz individuais certo limite
8 Respingos São pingos de 0,5 `a 3,6 Não permitido Se influenciarem negativamente no material, os respingos e as Sem exigências
material fundido zonas afetadas pelo calor devem ser retirados.
sobre a superfície do
metal base ou sobre
a face da solda
12 Falta de penetração e falta de Uma face da raiz ou > 0,5 Não permitidas Não permitidas Limitadas e localizadas, são Localizadas são
fusão duas das juntas não permitidas permitidas
se fundem totalmente
13 Mordedura na raiz Entalhes na raiz da 0,5 à 3,6 Não permitidas Localizadas e de pequena Rasa continua, pequenas São permitidas
solda profundidade, são permitidas individuais e profundas, mas
> 3,6 não agudas, são permitidas
Descontinuidades internas
14 Inclusões de gases Inclusões de gases 0,5 à 3,6 São permitidos São permitidos poros São permitidas mas sem Sem exigências
inclui porosidade, pequenos poros individuais porosidade alinhada, grande especiais.
poros, porosidade circulares porosidade agrupada e Permitidas nos limites
agrupada, porosidade dispersos porosidade vermiforme abordados.
alinhada, porosidade
vermiforme
> 3,6 São permitidos poros
individuais mas sem
grandes bolhas de gás
15 Inclusões sólidas Inclusões sólidas São permitidas São permitidas pequenas São permitidas inclusões São permitidas mas sem
abrangem inclusões de inclusões individuais individuais mas sem extensão grande de
metais estranhos, dispersas e inclusões de escória alinhada escória alinhada
escórias individuais, pequenas, mas não
escórias alinhadas, devem ter cantos
escórias agrupadas. agudos.
16 Defeitos de união Defeitos de união nas > 0,5 Não permitidos Não permitidos São permitidos pequenos e São permitidos, mas
extremidades das individuais nenhum grande
juntas, entre as peças continua
o
17 Falta de penetração Juntas soldadas Não permitidas Não permitidas São permitidas pequenas e São permitidas
bilateralmente individuais individuais
18 Trincas Trincas internas e > 0,5 Não permitidas Não permitidas Não permitidas São permitidas
externas no metal base pequenas trincas
e na zona afetada individuais e localizadas
térmicamente
19 Poro na cratera da raiz Vazio que ocorre na 0,5 à 3,6 Não permitidos Não permitidos São permitidos pequenos São permitidos, mas
contração da cratera nenhum grande
> 3,6 São permitidos pequenos e
individuais
(1) Soldas não representadas devem ser tratadas convenientemente.
2) Na união de materiais de espessuras desiguais ver DIN 8563 parte 4 (ainda em projeto)
TABELA EV 02 - Descrição dos grupos de avaliação para soldas de ângulo em T, forma de cruz e
sobreposta
3 Pernas desiguais a’ = medida real 0,5 à 3,6 ∆z = 0 a 0,5 + ∆z = 0 a 1 + 0,15a Nenhuma exigência
0,15a São permitidas algumas ultrapassagens localizadas especial, permitido dentro
de limites razoáveis.
4 Mordedura Convexidade Entalhes de penetração na 0,5 à 3,6 Não permitidas São permitidas as rasas e continuas, pequenas, Limitadamente permitidas
excessiva margem da solda e entalhe individuais (mas não agudas) são permitidas
formado entre a face da solda
e a superfície da peça com
vértice na margem da solda
6 Inclusões de escória visíveis > 0,5 Não permitidas Individuais são permitidas Limitadamente permitidas
7 Rechupe de cratera Não permitidos Pequenas profundidades sem passagens bruscas, Limitadamente permitidas
são permitidas
8 Respingos São pingos de material fundido 0,5 à 3,6 Não permitidos Se influenciarem negativamente o material, os Sem exigência
sobre a superfície do metal de respingos e a zonas afetadas pelo calor devem ser
base ou sobre a face da solda removidos
9 Abertura de arco São inícios de fusão 0,5 à 3,6 Não permitidos Não permitidos fora da face da solda Sem exigências
provocados pelo arco elétrico fora da face da
na superfície do metal base ou solda
na face da solda
Descontinuidades internas
10 Inclusões de gases Inclusões de gases inclui poros, São permitidos poros circulares São permitidas mas sem porosidade alinhada, Sem exigências
porosidade, porosidade pequenos e dispersos grande porosidade agrupada e porosidade especiais, permitidas nos
agrupada, porosidade alinhada e vermiforme limites acordados
porosidade vermiforme
11 Inclusões de escória Inclusões sólidas abrangem > 0,5 São permitidas pequenas São permitidas inclusões individuais, mas São permitidas, mas sem
inclusões de metais estranhos, inclusões individuais sem inclusões de escória alinhada grandes extensões de
escórias individuais, escórias escória alinhada
alinhadas e escórias agrupadas
12 Defeito de união Defeitos de união nas Não permitidos Não permitidos pequenos e individuais
São permitidos, mas
extremidades das juntas, entre nenhum grande e
os cordões e entre as peças continuo
13 Falta de penetração 0,5 à Em alguns locais são permitidos As superfícies devem ser amplamente Nenhuma exigência
3,6 pequenas faltas de penetração abrangidas. São permitidas faltas de especial, permitido dentro
na raiz b ≤ 0,2 + 0,1a penetração contínua. b ≤ 0,3 + 0,2a de limites razoáveis
> 3,6 Em alguns locais são permitidos As superfícies devem ser amplamente As superfícies devem
pequenas faltas de penetração abrangidas. São permitidas faltas de ser amplamente
na raiz b ≤ 0,3 + 0,1a mas no penetração contínua. b ≤ 0,4 + 0,2a abrangidas. São
máximo 1 mas no máximo 2 permitidas faltas de
penetração. b ≤ 0,5 +
0,3a mas no
máximo 3
14 Trincas Trincas internas e externas no > 0,5 Não permitidas Não permitidas São permitidas pequenas
metal de base e na zona afetada trincas individuais e
térmicamente localizadas
(1) Sodas não representadas devem ser tratadas convenientemente
(2) As saliências de uniões não são abrangidas por esta norma.
(3) Os valores não são válidos. Se para “a” não pode ser indicada a espessura por motivo de fabricação.
Por exemplo: construção de carroceiras.
TABELA EV 03 - CRITERIOS DE ACEITAÇÃO PARA INSPEÇAO VISUAL E DIMENSIONAL - AWS D1.1 / 80
Qualificação de procedimento Construções (3) (Building) Pontes (3) (Bridges) Estrutura Tubular (3) (Tub.
Structure)
Tubo Chapa (3)
Reforço de solda Máximo de 1/8” (3,2 mm)
Porosidade (1) (2) A freqüência de poros em soldas (1) A freqüência de poros em soldas (1)
em filete não deve exceder 1 (2) em filete não deve exceder 1 (2)
(um) em cada 4¨ (102 mm) do (um) em cada 4¨(102 mm) do
comprimento de solda e o comprimento de solda e o
diâmetro max. não exceder diâmetro max. não exceder
3/32¨(2,4 mm). As notas (1) e (2) 3/32¨(2,4 mm). As notas (1) e (2)
são aplicáveis são aplicáveis.
Penetração não permitida
incompleta na
junta
Superfície da raiz É permitida dentro do limite
côncava estabelecido pela concavidade,
contanto que a espessura total da
solda seja igual ou superior a do
metal base
Máxima permitida: 1/16¨(1,6 mm)
Reforço da raiz Máximo de 1/8¨ (3,2 mm)
Trinca Não permitida Não permitida Não permitida Não permitida Não permitida
Cratera Preenchimento integral da cratera Preenchimento integral da Preenchimento integral da Preenchimento integral da Preenchimento integral da
cratera cratera cratera cratera
Mordedura Não deve exceder 1/32¨ (0,8 mm) < 1/32 “ (0,8 mm) (4) (5) (5)
Face da solda Deve ser lisa e ter transição suave
com o metal base
Falta de fusão Não permitida Não permitida Não permitida Não permitida Não permitida
Dimensão do filete O filete simples de solda pode O filete simples de solda pode O filete simples de soda pode ser Consultar item 3.6 da
ser 1/16¨ (1,6mm) menor que a ser 1/16¨ (1,6 mm) menor que a 1/16¨ (1,6 mm) menor que a norma
dimensão nominal do filete num dimensão nominal do filete num dimensão nominal do filete num
comprimento max. de 10% da comprimento max. de 10% da comprimento max. de 10% da
extensão da solda extensão da solda . extensão da solda .
Consultar item 3.6 da norma Consultar item 3.6 da norma. Consultar item 3.6 da norma.
NOTAS:
1) A soma dos diâmetros da porosidade em soldas em filete não deve exceder 3/8¨(9,5 mm) em qualquer polegada linear de solda, e não exceder 3/4¨(19 mm) em qualquer
12¨ (305 mm) de comprimento de solda.
2) Soldas de chanfro de penetração completa da junta em juntas de topo transversal a direção de tensão de tração não devem ter nenhuma porosidade. Para todas outras
soldas de chanfro, a porosidade não deve exceder 3/8¨ (9,5 mm) em qualquer polegada linear de solda e não exceder 3/4¨ (19 mm) em qualquer 12¨ (305 mm) de
comprimento de solda.
3) Inspeção visual de soldas em todos os aços deve começar imediatamente após a solda completada ter esfriada a temperatura ambiente. Critérios de aceitação para aços
ASTM A514 e A517 devem ser baseados na inspeção visual executada após 48 horas do termino da soldagem.
4) Independente do comprimento, mordeduras não devem exceder os valores mostrados na fig. para as categorias de direção de tensão principal aplicável para a área
contendo a mordedura. alem disso, a mordedura deve ser duas vezes os valores permitidos pela fig. (para a categoria de tensão aplicável) para um comprimento
acumulado de 2¨ em qualquer 12¨ (305 mm) de comprimento de solda, mas em nenhum caso mordedura deve ser maior que 1/16¨ (1,6 mm) em um lado. Para comprimentos
menores de solda menores que 12¨ (305 mm), o comprimento permitido deve ser proporcional ao comprimento real.
5) Mordeduras não devem ser maiores que 0,01¨ (0,25 mm) de profundidade quando a solda e transversal a tensão principal . Mordeduras não devem ser maiores que 1/32¨
(0,8 mm) de profundidade quando a solda é paralela a tensão principal.
QUESTÕES GERAIS PARA ESTUDO SOBRE O ENSAIO VISUAL
2. O ensaio visual pode ser usado como um método para verificar a conformidade de
desenhos, códigos e especificações. Esta afirmativa é:
a) correta.
b) falsa
c) pode ser correta se o ensaio visual for aplicado durante a fabricação
d) nenhuma das anteriores
4. Um teste de acuidade visual que usa um padrão colorido para verificar a capacidade do
indivíduo em distinguir e diferenciar contraste de cores é conhecido como:
a) padrão Jaeger
b) padrão Vernier
c) padrão Ortho Rater
d) padrão Ishihara.
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7. O equipamento que é rígido e composto de fibras ópticas e lentes, que permite o ensaio
visual dentro de tubos, e outras peças com dificuldade de observação de
discontinuidades superficiais é conhecido como :
a) negatoscópio
b) telescópio
c) boroscópio.
d) giroscópio óptico
10. Comparando o ensaio visual com líquidos penetrantes podemos afirmar que:
a) o ensaio visual é mais caro que o ensaio por líquidos penetrantes
b) ambos não detectam descontinuidades subsuperficiais.
c) o ensaio visual necessita menos preparação da superfície que o ensaio por líquidos
penetrantes
d) o ensaio visual é mais sensível que o líquido penetrante
12. Qual é uma desvantagem do ensaio visual quando comparado a outros ensaios não
destrutivos?
a) necessita de preparação da superfície
b) é aplicável sómente a peças metálicas
c) é aplicável sómente para detectar descontinuidades superficiais visíveis a ôlho nú.
d) é aplicável sómente em peças que estão na temperatura ambiente
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14. Qual das seguintes condições podem interfirir com o ensaio visual ?
a) brilho da superfície
b) método e técnica de ensaio
c) tamanho e forma da peça
d) todas as alternativas.
17.O resultado do metal base fundido junto ao cordão de solda, sem o preenchimento com
solda, deixando um entalhe ou cavidade na solda, é uma descontinuidade conhecida
como:
a) trinca
b) inclusão de escória
c) mordedura.
d) nenhuma das anteriores
19. Qual das imperfeições podem ser observadas e controladas por ensaio visual ?
a) irregularidades superficiais
b) uniformidade do cordão de solda
c) alinhamento da junta
d) todas as alternativas.
[Link] das descontinuidades podem ser encontradas em qualquer local de uma solda onde
a soldagem foi interrompida e reiniciada , e pode ser simples ou na forma estrelada ?
a) inclusão de escória
b) trinca de cratera.
c) falta de penetração
d) sobreposição
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[Link] interrupção da estrutura física, ou metalúrgica da peça é denominada :
a) descontinuidade.
b) defeito
c) indicação
d) deformação
25. No ôlho normal o globo ocular contém a córnea que produz imagens de objetos a uma
distância de 20 ft. ou maior focalizados com nitidez na retina , quando os músculos de
acomodação estão relaxados. Quando o indivíduo tem um defeito nestes órgãos, o que
deve ser feito ?
a) aumentar a iluminação do local
b) posicionar o ôlho a 24 pol. de distância da superfície
c) corrigir com óculos.
d) reduzir as reflexões da luz artificial
a) (a)
b) (b)
c) (c)
d) NDA
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27. Na figura seguinte , o cálibre está mostrando que a solda está:
FIGURA 1
29. Na figura 1 , em qual junta soldada pode ser encontrada falta de penetração ?
a) A
b) B
c) C.
d) D
[Link] figura 1 , em qual junta soldada pode ser encontrada excesso de penetração na solda
?
a) A
b) B
c) C
d) D.
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[Link] figura 1 , em qual junta soldada pode ser encontrada sobreposição ?
a) A
b) B.
c) C
d) D
e) NDA
[Link] das seguintes alternativas define o ensaio visual direto , conforme o Código ASME
Sec. V ?
a) é um ensaio cuja técnica usa ajuda visual para aumentar a capacidade de visão
b) é um ensaio cuja técnica usa ajuda visual para condições onde a área a ser
inspecionada é inacessível para o ensaio visual direto
c) é uma técnica de ensaio realizada com o ôlho nú sem ajuda visual ( excluindo fontes de
luz, espelhos e lentes).
d) é uma técnica de ensaio realizada pelo ôlho nú
[Link] acordo com o Código ASME Sec. V Art. 9 o inspetor de ensaio visual deve ter sua
visão verificada no mínimo:
a) cada 3 mêses
b) cada 6 mêses
c) cada ano.
d) cada 3 anos
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[Link] junta soldada indicada na figura abaixo , qual será o máximo reforço permitido pelo
Código ASME [Link] Div. 1 ?
a) 3,2 mm
b) 3/16”
c) 1/16”
d) 3,96 mm.
e) NDA
[Link] junta circunferencial foi projetada conforme o Código ASME Sec. VIII Div.1. A
espessura da junta excluindo o reforço é ¼ pol. (t) e que foi observado no ensaio visual
um desalinhamento. Qual o máximo valor considerado aceitável para a não conformidade
encontrada ?
a) 7/16 pol
b) 1/4 pol
c) 1/8 pol
d) 1/16 pol.
[Link] acordo com ASME Sec. VIII Div.1, qual o máximo valor permitido para
desalinhamanto em juntas soldadas de topo circunferenciais em espessuras acima de 2
pol.?
a) 3/16 pol
b) 1/8 t
c) 1/4 t
d) menor enre1/8. t e 3/4 pol.
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[Link] como mordeduras em juntas soldadas, devem ser avaliadas por meio
de:
a) ensaio por radiografia
b) ensaio visual.
c) ensaio por líquidos penetrantes
d) ensaio por partículas magnéticas
[Link] das seguintes deve ser removido da superfície , antes da inspeção visual ?
a) excesso de óxidos , graxa
b) sujeiras e escória de solda
c) óxidos, escória de solda , carepas
d) todas as alternativas.
[Link] dos itens a seguir deve ser verificado visualmente , após a realização de uma
operação de soldagem ?
a) distorções , dimensional dos componentes soldados
b) presença de descontinuidades , como mordeduras, trincas, porosidade
c) aceitabilidade quanto aos requisitos de norma
d) todos os itens acima devem ser verificados.
[Link] geral o campo de visão do ôlho é tal que a distância recomendada pelo ASME
Sec. V para a inspeção visual de uma superfície é :
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a) aquela em que o inspetor consegue enxergar bem , sem correção.
b) no máximo de 600 mm.
c) entre 254 mm a 600 mm
d) no máximo 305 mm
50.A deformação angular de uma junta soldada de topo , defini qual tipo de não
conformidade numa solda ?
a) desalinhamento
b) embicamento.
c) solda em ângulo assimétrico
d) convexidade excessiva
[Link] equipamentos utilizados para inspeção visual, qual aquele que permite
aumentar o poder de resolução da visão?
a) óculos
b) lentes de aumento.
c) boroscópios
d) endoscópio industrial
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FIG.2
[Link] acordo com o requisito de iluminação da superfície no Código ASME Sec. V Art.
9 , qual das alternativas é correta ?
a) deve ter no mínimo 500 lux
b) deve ter no mínimo 1000 lux.
c) deve ter no mínimo 160 lux
d) deve ter no mínimo uma iluminação capaz de observar uma trinca de 1/32 pol
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[Link] junta soldada abaixo com espessura de 30 mm no metal base, é aceitável o
desalinhamanto apresentado conforme AWS D1.1 item 5.22 ?
a) não
b) sim.
c) não se for estaticamente solicitado
d) sim se for ciclicamente solicitado
A B C D
E F G
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[Link] inspetor de ensaio visual mediu a espessura de uma chapa e obteve a medida
indicada no micrômetro abaixo. Qual o módulo da medida ?
a) 3,05 mm.
b) 3,30 mm
c) 3,03 mm
d) 33,05 mm
63) Uma alta intensidade de luz pode causar um problema na inspeção em razão de:
a) poder produzir uma excessiva claridade
b) poder produzir um calor excessivo
c) reduzir a vida da lâmpada
d) o inspetor ter de usar óculos de proteção
65) Durante um ensaio visual no chanfro de uma solda, quais das seguintes dimensões são
normalmente verificadas ?
a) a abertura da raiz
b) o reforço da solda
c) espessura do metal base
d) todas as alternativas.
66)Dispositivos auxiliares de montagem, que são fixados por soldas, e que serão eliminadas
após a fabricação são chamadas de :
a) soldas auxiliares
b) soldas temporárias.
c) soldas de filete
d) nenhuma delas
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67.A figura abaixo representa uma medida efetuada com um paquímetro. Pergunta-se,
qual a medida encontrada em milímetros ?
a) 28,18.
b) 20,00
c) 28,00
d) 28,02
68) Um atributo físico que não pode ser avaliado visualmente durante a soldagem é:
a) o processo de soldagem
b) a aceitabilidade da solda com relação à sua aparência.
c) alinhamento e ajuste
d) preparação da junta
71.A deterioração do metal por ação química ou eletroquímica com o seu meio ambiente
é chamado de:
a) corrosão
b) erosão
c) desfoliamento
d) nenhuma das anteriores
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[Link] abaixo a simbologia de soldagem correspondente à solda de filete :
a)
b)
c)
d) NDA
a)
b)
c)
d) NDA
[Link] símbolo de solda que tem a forma de uma bandeira , isto representa:
a) uma solda de fábrica
b) um reparo de solda
c) uma solda de campo
d) soldagem em toda área
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A foto abaixo representa superfície de uma peça fundida, mostrando inclusões não
metálicas. Com base na foto, responda as questões seguintes 76
[Link] acordo com os padrões Scrata, para análise de superfícies fundidas, qual a
classe que podemos considerar para as inclusões observadas ?
a) B1
b) B2
c) B4
d) B5.
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Critério de Aceitação1 de Soldas Conforme o Código AWS D1.1: 2000
Tradução livre da Tablela 6.1 do AWS D1.1: 2000
Conexões não Conexões não Conexões Tubulares
Categoria da Descontinuidade e Critério de tubulares tubulares ( para todos os tipos de
Inspeção carregadas carregadas carregamento)
estaticamente ciclicamente
(1) Proibição de Trincas X X X
Qualquer trinca é inaceitável, independente do tamanho e localização
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PERFIL DAS SOLDAS DE FILETE - AWS D1.1 :2000
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CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO DE ENSAIO VISUAL DE SOLDAS
CONFORME ASME SEC. VIII DIV.1
Concavidade: É permitida no lado da raiz de soldas circunferenciais de topo, desde que o resultado
da espessura da solda seja no mínimo igual a espessura mais fina das duas secções que estão
sendo unidas e o contorno da concavidade deve ser suave.
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Mordeduras:
• A redução da espessura não deve reduzir o material junto às bordas da solda abaixo da
mínima espessura requerida em qualquer ponto ;
• A redução na espessura não deve exceder 1/32 pol. (0,8 mm) ou 10% da espessura nominal do
metal base junto às bordas da solda, o que for menor;
• Quando uma junta soldada simples é feita usando um mata-junta não removível, os requisitos para
o reforço da junta se aplicam somente do lado oposto ao mata-junta
• Para assegurar que o chanfro para soldagem esteja completamente preenchido, a superfície do
metal de solda em qualquer ponto não reduza abaixo da superfície de união do metal base, o
metal de solda pode ser adicionado como reforço em cada face da solda. A espessura do reforço
da solda em cada face não deve exceder aos limites da Tabela 1 acima.
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Bibliografia
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