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Principios Protese Fixa

O documento aborda a importância do exame do paciente e do plano de tratamento na reabilitação dental, enfatizando a avaliação do aparelho estomatognático como um todo. Detalha os princípios biológicos e mecânicos que regem o preparo de próteses fixas, incluindo retenção, resistência e integridade marginal. Além disso, discute a preservação da saúde periodontal e a necessidade de um planejamento reverso para garantir a eficácia e estética do tratamento.

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Principios Protese Fixa

O documento aborda a importância do exame do paciente e do plano de tratamento na reabilitação dental, enfatizando a avaliação do aparelho estomatognático como um todo. Detalha os princípios biológicos e mecânicos que regem o preparo de próteses fixas, incluindo retenção, resistência e integridade marginal. Além disso, discute a preservação da saúde periodontal e a necessidade de um planejamento reverso para garantir a eficácia e estética do tratamento.

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1 PRÓTESE FIXA PRÉ CLÍNICA

Monitoria – Myllenna Ferreira, Layane Félix e Beatriz Simone


- Muito importante também observar os
EXAME DO PACIENTE E movimentos de protusão e lateralidade

PLANO DE TRATAMENTO da mandíbula; observar se tem algum


contato prematuro ou interferência
oclusal.
• O plano de tratamento vai nortear todas 3. Exame clínico intra-bucal
as etapas da reabilitação do paciente, - Observar a saúde gengival do
dessa forma, é uma etapa fundamental paciente; higiene;
para o sucesso do tratamento; - Fazer a profundidade de sondagem;
• Primeiro devemos entender o que é - Observar a necessidade de
reabilitar. Não vamos olhar apenas para adequação cirúrgica do meio bucal;
os dentes do paciente e sim para todo o 4. Exames complementares e fotografia
APARELHO ESTOMATOGNÁTICO. Muitas - A radiografia panorâmica é a de
vezes a perda dentária vai ocasionar em escolha para a prótese, pois irá fornecer
danos para a fala, mastigação, estética, uma visão geral do paciente;
sobrecarga nos músculos e articulações, - Observar:
pois vai haver um desequilíbrio da → Condição dos tecidos de suporte
oclusão e etc. Então sempre devemos → Presença de lesões
olhar o paciente como um TODO. → Reabsorção óssea
→ Presença de restos radiculares e
→ AVALIAÇÕES INICIAIS etc.
1. Anamnese
- Investigar toda a história clínica do PRINCÍPIO S BIO LÓGICO S E
paciente; existência de hábitos
parafuncionais; se toma medicamento;
MECÂNICO S PARA O
como é a higiene do paciente, pois isso PREPARO
vai influenciar na longevidade da
prótese e etc.
Obs.: essa parte de princípios ele gosta muito e
2. Exame clínico extra-bucal
sempre cai na prova. Então não decorem e
- Simetrias faciais;
sim aprendam o que é cada princípio pois ele
-Proporcionalidade dos terços da face;
coloca de forma diferente, justamente para o
-Pronunciamento de sulcos;
aluno não decorar.
- Exemplo:
Preparo total → Em todas as faces do dente.

Preparo parcial → algumas faces do dente.

Princípios Mecânicos

• Retenção
• Resistência ou estabilidade
• Rigidez Estrutural
- Muito importante: avaliar o grau de • Integridade Marginal
abertura bucal do paciente, que deve
ser de no mínimo 40mm. Se o paciente
tem uma abertura bucal inferior a isso,
ele é disfuncionado;
2 PRÓTESE FIXA PRÉ CLÍNICA
Monitoria – Myllenna Ferreira, Layane Félix e Beatriz Simone
Previne o deslocamento da prótese quando
submetida às forças obliquas (ou forças laterais,
Retenção – caiu assim na prova), que podem provocar sua
Característica de uma prótese que atua contra rotação.
as forças de deslocamento ao longo eixo de Força lateral → tendencia da coroa em girar em
sua via de inserção, impedindo o deslocamento torno de um fulcro (ponto de apoio/base), cujo
axial durante as forças de tração. raio forma um arco tangente nas paredes
➔ NÃO SAIR PELO MESMO EIXO QUE opostas do preparo, deixando o cimento sujeito
ENTROU. às forças de cisalhamento (deformar), podendo
causar ruptura e deslocamento da prótese.
Meios adicionais de retenção:
A largura do dente preparado deve ser no
→ Sulcos: A presença de sulcos é mínimo IGUAL a sua altura.
importante em preparos cônicos (sem
um plano de inserção definido) para
limitar a inserção e remoção da coroa
em uma única direção e assim reduzir a
possibilidade de deslocamento. Fatores que se relacionam com a forma de
→ Caixas proximais; resistência do preparo:

A capacidade de retenção depende do → Magnitude e direção da força: grande


preparo, da altura, largura, da inclinação e da intensidade e forças laterais, exemplo
lisura da parede. bruxismo = deslocamento;
→ Relação altura/largura do preparo:
+ RETO * + ESTREITO + ALTO → + RETENÇÃO
> altura da parede = > resistência contra
*O ideal seria paredes + retas com leve forças laterais/resistência ao
inclinação de 3 graus na parte + perto da deslocamento.
incisal.
Largura > do que altura = > raio de
Retenção ficcional → Depende do contato da rotação → a altura deve ser pelo menos
superfície interna da restauração com a igual a largura.
superfície externa do dente preparado; quanto
mais paralelas forem as paredes axiais do → Integridade do preparo: a porção
dente preparado maior será a retenção coronal integra resiste melhor as forças
friccional. laterais do que aquelas parcialmente
restauradas ou destruídas.
→ Exagero da fricção = dificulta
cimentação por resistência ao + ALTO + ESTREITO + RETO → + ESTABILIDADE
escoamento do cimento = impede
assentamento final → desajuste oclusal
e cervical. Rigidez Estrutural –

Quanto maior a coroa clinica de um dente → O preparo deve ter espessura adequada para
maior a superfície de contato e > a retenção que o metal, metal com cerâmica e a cerâmica
final. resistam às forças mastigatórias e não
comprometam a estética e o tecido
periodontal.
Resistência ou Estabilidade – ➔ Desgaste de acordo com a necessidade
estética e funcional.
3 PRÓTESE FIXA PRÉ CLÍNICA
Monitoria – Myllenna Ferreira, Layane Félix e Beatriz Simone
Presença de cáries intra-sucular;
➔ Capacidade de aguentar a carga que
Fraturas que terminem na região
recebe.
subgengival.

Maior profundidade do término = maior


Integridade Marginal – dificuldade.

Objetivo: restauração bem adaptada, linha Os preparos nos níveis convencionais de 0,5mm
mínima de cimento para que a prótese possa a 1mm não traz problemas para o tecido
permanecer por mais tempo em um ambiente gengival → contendo adaptações, forma,
desfavorável como a boca = longevidade da contorno e polimento satisfatórios.
prótese. Estéticos –

Princípios Biológicos Saúde gengival e qualidade da prótese;

Forma, cor, contorno correto;


Preservação do órgão pulpar –
Desgaste controlados.
Potencial de irritação pulpar: calor gerado
durante o preparo; qualidade das pontas Algumas observações:
diamantadas; quantidade de dentina Princípios biológicos e mecânicos é questão
remanescente, permeabilidade dentinária, de prova;
reação exotérmica dos materiais empregados
e grau de infiltração marginal; Nos princípios biológicos –

Desgaste excessivo ou insuficiente. Ser MINIMAMENTE INVASIVO → conservar o


máximo de dente que é necessário;
Preservação da Saúde Periodontal –
Quanto + dentina tubular + risco biológico por
Higiene oral; ter maior comunicação com a polpa.

Contorno e localização da margem cervical do Lembrar do ponto de vista estético e biológico


preparo; (sub e aquém, respectivamente);

Localização do término cervical: A nível gengival é péssimo por conta da


saliva, bactérias, restos alimentares.
➔ Homeostasia da área – até o sulco
gengival. PLANEJAMENTO REVERSO – questão ouro de
➔ Normalmente a extensão cervical pode prova.
variar de 2mm AQUÉM da gengiva
➔ Pensar no final para começar o
marginal livre até 1mm dentro do sulco.
trabalho, ou seja, analisar qual material
➔ Ponto de vista PERIODONTAL – 2mm
vai utilizar, qual tamanho de desgaste.
distante da gengiva.
➔ Resultado final que é dado pelo
➔ Ponto de vista ESTÉTICO – 0,5mm (região
enceramento diagnóstico;
intra sucular)
➔ Desgaste → depende do enceramento
➔ Razões para colocação subgengival:
+ material restaurador.
Razões estéticas;
TECNICA DA SILHUETA MODIFICADA – questão
Remoção de restauração que já está no ouro de prova.
nível intra-sucular;

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