1= Menino vandendo laranja mo radoviaria
MENINO: 'Ó a laranja! Compra a laranja aí…
CLEONICE: Menino sai! Sai de lá com essas coisas fedidas,
MENINO: não! É muito é doce… Compra aí dona minina!
CLEONICE: Você é surdo, é? Não! O ?O?, o ?N? e o ?A?! Nããão, vê se some e não
insiste, garoto chato!
MENINO: Chata é você, sua véa chata!'’
Na mercearia-bar-restaurante:
MENINO: Quer comprar laranja aí, laranja docinha
VANDERLÉA: Quanto é, menino
MENINO: É um conto
VANDERLÉA: Mãe, dá um real aí!
CLEONICE: Num tenho um tostão, o dinheiro que eu tinha comprei de bolacha. Tô lisa!
VANDERLÉA: Ô, mãe, eu queria tanto comer uma laranja!
CLEONICE: Vanderléa, minha fia, você tá é cum verme! Destá, quando minha fia
terminar de tomar seu remédio, eu vou comprar quantas laranjas você quiser. E das
boas! Porque a desse capeta aí tá murcha, por demais da contab
VANDERLÉA: Avbe Maria, mãe, nammm! Ô, bichim, depois eu compro, viu?
MENINO: Tá bom
CLEONICE: Vanderléa, minha fia, mas esse menino da laranja é atentado! Ô
meninozinho insistente…/ – Ave Maria, mamãe, nammm.
VANDERLÉIA: O bichinho tá querendo vender as coisinhas dele…/ – Vender coisa dele,
CLEONICE: Vanderléa? Não dê confiança pra esses moleques de rua não, esses
trombadinhas
VANDERLÉA: Ave Maria, mamãe, nammm
É a mãe de Vanderléa quem brada, cutucada com uma vara pelo menino das
laranjas, que sai correndo e ela atrás.
CLEONICE: Te pegueeeeeei… Te peguei! Qual é o teu nome?
MENINO: Meu nome é Gonçalim…
CLEONICE: Gonçalim, cadê a laranja?/
MENINO: Tá na rodoviária…
CLEONICE: Rodoviária? Pois agora vá buscar que eu quero comprar, vai!
MENINO: Mas você não queria!
CLEONICE: Mas agora eu quero, você insistiu tanto que eu quero….
● CENA 2⁰ COMÍCIO DO ZÉ LEITÃO
MONA: Cantando
PRIMEIRA DAMA: Olhado para Valdir com safadeza
VALDIR: Piscar pra ela/Olha quem tá olhando pra mim
ROMEU: Essa primeira dama não tem jeito não
VALDIR: O pior que ela não sai do meu pé, acho que não vou resistir não vai
ROMEU: Vai lá, arrocha a coroa
VALDIR: Vou já…
PRIMEIRA DAMA: Elogiado VALDIR / O Zé Leitão pensa que é ele
VALDIR “AI MEU PÉ” tu é cega garota, presta atenção onde tu tá dançado
CHARLENI: Presta atenção você, eu preciso de espaço
ROME:U “EI VALDIR “ a primeira dama, tá descendo
VALDIR: To indo ali meu parceiro …
ZÉ LEITÃO: Palestrando
● CENA 3⁰ VALDERLEI NA FUNERÁRIA
OMEIDE: “AI bora VANDERLEI “
VANDERLEI: Calma OMEIDE Ave Maria, tô dando o último ajuste
OMEIDE:Só de pensar que esse mortalhia vai ser vestido pelo morto, chegou me
arrepiada
OMEIDE:Posso te fazer uma pergunta?
VANDERLEI: Depende? Oque?
OMEIDE : Você já namorou com alguém?
VANDERLEI: Ave Maria que trosso e isso
OMEIDE: Se você quiser eu posso namorar com você
VANDERLEI: Nunca que você te querer nem que fosse a última mulher do mundo/
atender o telefone
VANDERLEI: Funerária Santa Luzia, sua morte é nossa alegria. Bom dia!
ENCOMENDADOR:dia minhalil filha, minha sogra morreu hoje pela manhã
VANDERLEI: O tadinha, meus pêsames / OMEIDE passar com raiva e jogar o vestido
ENCOMENDADOR: Não se procupe como isso minha filha isso acontece com as
melhores famílias, queria saber os tamanho dos caixão
VANDERLEI: Temos todos os tamanhos o pequeno o médio o grande e o super mega
grande, que é para pessoas bem gorda
ENCOMENDADOR: Eu quero esse super mega grande, com cadeado que a veia já foi.
VANDERLEI: Tá bom, em pouco minutos seu estará entregue.
CENA 4 CHICA DO POTE ENTRAEGANDO O REMÉDIO PRA RAIMUNDA
Chica do pote conversado com Zé Leitão, e a Dona Raimunda cutucando a Chica do
pote
CHICA DO POTE: Oque é a dona, que tanto me cutuca em?
RAIMUNDA: O doma Chica vim lhe pedir um remédio de verme, pro meu netinho
porque ele tá cheio de lubriga, olha a situação dele, o meu Deus
CHICA DO POTE: Tá bom! o menino pra a sacola de remédios, ói tá aqui o remédio, ói
só vou li dar esse remédio mas é pra você voltar no ZÉ LEITÃO
RAIMUNDA: Tá bom! vou até rezar pela eleição / Obrigado!
CHICA DO POTE: Eita Zé Leitão ó povo que fede!
● CENA 5 ZÉ LEITÃO CORRENDO ATRÁS DE VALDIR
VALDIR: Catita do Céu, se eu soubesse que o negócio era bom assim, aquele Zé Leitão
era corno faz tempo
CATITA:Dar ums grito
(Chica do pote e Zé Leitão pensa que é bandido e vai até o quarto e ver que tá sendo
traído)
ZÉ LEITÃO:Mais eu matou, eu te mato
CATITA: NÃO é nada disso que você tá pensando
(Valdir sai correndo pula a janela enrolado no forro de cama, mais na frente o forro
engancha no tocou e rasgar)
● CENA 6⁰ LIGAÇÃO DA AMATE DO JERED
JEREDI: Alô
AMANTE: "OI JEREDI” sou eu Sirlandia / passa cartão! Oi meu amor tô aqui linda pra
você, você vem me buscar
JEREDI: Fala Maike
SIRLANDIA: “MAIKE “ que é Maike, JEREDI não acredito, JEREDI não acredito que
você ta me traído com essa dançarina de 5⁰
(Mulher já vai começar o barraco, por favor se controla/ Vocês não entendem)
JEREDI: Tá bom, daqui 10 minutos tô aí
CHARLENI: Jered quem é esse tal de Maike
JEREDI: Maike e um amigo de infância, que a muito tempo não via e agora tá passando
necessidade e acabou de chegar na cidade
CHARLENI: Jeredi conta outra, eu conheço dotos seus amigos e nunca tinha ouvido
falar desse Maike.
JEREDI: Charleni, nem eu não sabia do Maike mais, chegou agora tá na rodoviária e tá
pedindo pra eu ir pegar ele.
CHARLENI: Pois eu vou com você
JEREDI: Charleni lá vai tá cheio de malas ou até com alguém além do mais a Mona tá
aqui, você fica com ela.
CHARLENI:Você tá aprontando alguma coisa eu te conheço
JEREDI: 30 minutos tô de volta, te amo!
MONA: Deixa ele ir…..
● CENA 7⁰ CHARLENI VOMITAR EM VALDIR
(Charleni sai com ânsia de vômito da roda gigante e vomitar em Valdir)
VALDIR: Ei garota tá maluca
CHARLENI: Desculpa
VALDIR: Veio vomitar, logo encima de mim sua porca
MONA: Charleni mulher como você faz uma coisa dessas, faz eu sair lá do Guarujá pra
ficar vomitando encima dos outros, NAMM
VALDIR: Que nojo, e agora como eu vou ficar NUM
CHARLENI: Não se preocupe vou dar um jeito, bora Mona
(Charleni consegue uma blusa para Valdir, e Romeu chamar ele pra ir comprar cerveja)
● CENA 8⁰ FURTO NO MERCADO
(Romeu foi comprar cerveja e Valdir olha outras coisas)
VALDIR:Caramba olha que perfume 10
ROMEU: Mais deve ser muito caro, quando é isso aí?
VALDIR : 70,00 conto.
ROMEU: Tu é lizera, não tem dinheiro pra levar isso não.
VALDIR: Quem precisa de dinheiro, pra levar isso aqui em.
( O guarda do mercado pago o VALDIR colocando o perfume no bolso)
● CENA 9 VALDIR E ROMEU INDO PARA CASA DE TAIPA
CLEONICE:Oi Óia meu filho ver se você se comporta direitinho, pra não acontecer
mais outra vez, porque se acontecer, você já sabe é pedrinhas
ROMEU:Da minha parte parte eu vou ser um anjinho ( Romeu pegar a carteira da
CLEONICE)
CLEONICE: Eu espero
VALDIR: Mal entrei e já quero sair olha quando trombadinhas
VANDERLEI: Olha foi fazer besteira agora vai pagar
VALDIR : Cala-boca seu estilista de difunto, eu nem pedir pitaco seu aqui
CLEONICE: Ai meu Deus, oque eu fiz pra Deus que miséria essa, eu não posso nem
sair na rua de vergonha, do que tá acontecer.
VANDERLEI: Óia ur menino, a situação de maia, tenha compaixão
CLEONICE: Ai que vida
VALDIR:O mamãe não se preocupe.
( Rosa chega para receber os meninos)
ROSA: Bom dia! vocês são os novos voluntários
ROMEU: E nois mesmo
ROSA: Eu me chamo Rosa sou diretora dessa instituição, venha vamos conhecer a
dependência.
VALDIR: Fazer oque né cara
CLEONICE: Ai meu filho juízo viu, se comporta direitinho e não esquece que a mamãe
te ama muito
VALDIR:Tá bom mamãe
VANDERLEI: Tchau bestado
(Valdir e Romeu vão parar sala de Rosa conversar com ela)
ROSA:primeiro eu quero falar para vocês tirando a mim ninguém sobre o motivo de
vocês estar aqui, mandado pela justiça por furto, isso já livra vocês de qualquer
constrangimento
ROSA:Olha meu filho a casa de taipa é uma instituição filantrópica e se mantém através
de doações de pessoas caridosas, que queiram doar não recebemos nada do governo,
essa instituição cuidada de vários tipos de criança, umas fica pela manhã e vão para
suas casas outras moram aqui
VALDIR:O que vamos fazer aqui mesmo
ROSA:fazer um pouco de tudo vamos cuidar da limpeza da horta nada difícil, vamos
conhecer a residência
(Charleni mais as crianças )
ROSA: Essa é a nossa sala de dança folclóricas e aquela é a nossa professora
Charlene uma das melhores voluntária
( Valdir e Romeu fazendo contato virtual olhando pra Charleni)
ROMEU: E aquela gatinha que vomitou em você lá no parque
VALDIR: Rapaz e noe mesmo
ROMEU: Rapaz uma professora dessa eu virava um dançarino excelente
VALDIR: Cala-boca Romeu
ROSA: Charlene minha linda venha cá
CHARLENI: Agorinha meninas Diga Dona Rosa
ROSA: Como vai os ensaios?
CHARLENI: De vento e pouco
ROSA: Apresentar a você os nossos novos voluntários Valdir e Romeu
CHARLENI: Voluntários duvido que crime cometeram
(Rosa tenta falar)
VALDIR: Furto no mercadinho da esquina
CHARLENI: Ata seja bem-vindo
ROSA: Vamos trabalhar
● CENA 10 Dona Raimunda na calça do hospital com seu netinho
RONALDA: Dona Raimunda oque aconteceu com seu netinho
(Ronalda pega no menino)
RAIMUNDA: Meu neto Ronalda
RONALDA; Dona Raimunda seu netinho tá é morto, Dona Raimunda minha gente, o
netinho Dona Raimunda ele tá morto
RAIMUNDA:Eu só tinha ele, minha família acabou
RONALDA:Ô minha gente mulher o neto da Dona Raimunda morreu, como isso
aconteceu, ô meu Deus
CENA 11 Zé Leitão fica sabendo da morte do neto de Dona Raimunda
(Zé Leitão no boteco bebendo cachaça)
PAIXÃO:Meu prefeito Zé Leitão venha cá, preciso falar com você e urgente, venha
ligeiro, seu prefeito
Figurino: Parece que o prefeito já tá queimado
PAIXÃO: Tu não sabe a miséria que acabou de acontecer agora no hospital
ZÉ LEITÃO: Oque homi
PAIXÃO: O neto Dona Raimunda acabou de morrer agora
ZÉ LEITÃO: Paixão vai na funerária e faz aquela notinha
PAIXÃO: Daquele de 2 mili
( Zé Leitão pula de alegria)
PAIXÃO: Deixa comigo
ZÉ LEITÃO: Vai logo homi
● CENA 12 velório do Netinho da Dona Raimunda
RAIMUNDA: Meu netinho, ô meu jeus oque eu vou fazer, ô meu Deus
( O povo está cantando quando o Zé Leitão chega mas a Primeira Dama, Chica do pote
e Paixão, Zé Leitão bêbado bate no caixão e acaba quebrando).