Semana 1
Desenvolver habilidades para compreender o papel dos sistemas de informação
(SI) na gestão de organizações é essencial no contexto atual, onde a
transformação digital tem reconfigurado as dinâmicas organizacionais. O uso
adequado desses sistemas permite que gestores melhorem a tomada de
decisões, a comunicação, a coordenação das atividades e o monitoramento do
desempenho, tornando-se um diferencial competitivo. Este texto explora o papel
dos SI em cada uma dessas dimensões, com base em referenciais teóricos e
práticos.
1. Papel dos Sistemas de Informação na Tomada de Decisões
Os sistemas de informação são fundamentais para a tomada de decisões
informadas e estratégicas. Eles permitem que gestores acessem dados em
tempo real, analisem cenários e projetem o impacto de suas escolhas antes de
agir. De acordo com Laudon e Laudon (2021), os SI coletam, armazenam,
processam e distribuem informações necessárias para as decisões em
diferentes níveis organizacionais. Esses sistemas, ao fornecerem dados
atualizados e relevantes, possibilitam decisões baseadas em evidências,
reduzindo a incerteza e o risco envolvidos. Por exemplo, sistemas de Business
Intelligence (BI) e Data Analytics ajudam a identificar tendências de mercado,
necessidades dos clientes e possíveis áreas de melhoria.
2. Suporte dos Sistemas de Informação na Comunicação Interna e Externa
Os sistemas de informação também desempenham um papel crucial na melhoria
da comunicação organizacional, tanto interna quanto externamente.
Internamente, plataformas como sistemas de gestão de conhecimento e
intranets facilitam a troca de informações entre equipes, promovendo a
colaboração e a disseminação de boas práticas. Nonaka e Takeuchi (1997)
destacam que a criação de conhecimento organizacional está diretamente ligada
à capacidade das empresas em compartilhar e transformar informações de forma
sistemática, algo que é amplamente suportado por sistemas de informação.
Externamente, os SI auxiliam na interação com stakeholders, como clientes,
fornecedores e investidores. Ferramentas como Customer Relationship
Management (CRM) ajudam a gerenciar e analisar interações com clientes,
oferecendo insights que contribuem para uma melhor experiência do usuário e
um atendimento mais personalizado. Além disso, canais de comunicação digital,
como redes sociais e e-mails, são gerenciados de forma mais eficiente por meio
de sistemas integrados, fortalecendo a imagem da organização e sua
capacidade de resposta.
3. Coordenação das Atividades Organizacionais
A coordenação de atividades é outra área em que os sistemas de informação se
destacam. Eles facilitam a integração de diferentes processos e departamentos
dentro de uma organização, garantindo que os fluxos de trabalho sejam
realizados de forma eficaz e eficiente. De acordo com Davenport (2013), os
sistemas de Enterprise Resource Planning (ERP) são essenciais nesse aspecto,
pois integram informações de diferentes áreas, como finanças, recursos
humanos, produção e logística, permitindo uma visão holística das operações.
Com isso, é possível eliminar redundâncias e otimizar processos, resultando em
uma maior agilidade organizacional. Por exemplo, uma empresa pode utilizar um
ERP para coordenar suas atividades de estoque e produção, garantindo que os
materiais estejam disponíveis no momento certo e evitando tanto a falta quanto
o excesso de produtos.
4. Monitoramento do Desempenho Organizacional
Por fim, os sistemas de informação são indispensáveis para o monitoramento do
desempenho organizacional. Eles permitem que as empresas acompanhem
indicadores de desempenho (KPIs) em tempo real, analisando a eficácia de suas
estratégias e operações. Kaplan e Norton (1996), ao desenvolverem o conceito
de Balanced Scorecard (BSC), destacaram a importância de alinhar os objetivos
estratégicos da organização com métricas de desempenho monitoradas
continuamente por meio de sistemas de informação.
O monitoramento constante permite que as organizações identifiquem desvios e
adotem ações corretivas rapidamente, além de apoiar uma cultura de melhoria
contínua. Sistemas como BI e dashboards interativos são amplamente utilizados
para esse fim, oferecendo uma visualização clara e acessível do desempenho
em diversas dimensões da empresa, como vendas, produtividade e satisfação
dos clientes.
Considerações Finais
O desenvolvimento de habilidades para compreender o papel dos sistemas de
informação na gestão de organizações exige um entendimento profundo de
como esses sistemas podem potencializar processos decisórios, melhorar a
comunicação, coordenar atividades e monitorar o desempenho. Com a evolução
contínua da tecnologia e a crescente complexidade dos ambientes de negócios,
o uso estratégico dos SI torna-se cada vez mais relevante. A adoção desses
sistemas de forma alinhada aos objetivos organizacionais permite que as
empresas não apenas se adaptem às mudanças, mas também inovem e liderem
em seus setores.
Semana 2
Conhecer as tecnologias utilizadas em sistemas de informação empresariais é
fundamental para compreender como as organizações utilizam recursos
tecnológicos para otimizar processos, integrar departamentos e melhorar a
tomada de decisões. Entre as tecnologias mais relevantes, destacam-se as
redes de computadores, a internet, os bancos de dados, os sistemas de gestão
empresarial (ERP) e os sistemas de informação gerencial (MIS). A seguir,
exploraremos cada uma dessas tecnologias e seu papel no contexto
organizacional, com base em referenciais teóricos e práticos.
1. Redes de Computadores: Base da Conectividade Organizacional
As redes de computadores são a base para a comunicação e a conectividade
dentro das organizações, permitindo que diferentes dispositivos e sistemas se
comuniquem entre si. Elas podem ser locais (LANs), abrangendo uma área
limitada como um escritório, ou mais amplas (WANs), conectando múltiplos
escritórios e unidades geograficamente dispersas. De acordo com Tanenbaum e
Wetherall (2010), as redes permitem a troca de dados de forma rápida e segura,
suportando aplicações que vão desde sistemas de gestão interna até
plataformas de colaboração em nuvem.
A adoção de redes robustas possibilita às empresas maior flexibilidade em suas
operações, facilitando o trabalho remoto e a integração de filiais. Além disso,
tecnologias como VPNs (Redes Privadas Virtuais) e firewalls são usadas para
garantir a segurança e a privacidade dos dados transmitidos pelas redes,
protegendo informações sensíveis contra acessos não autorizados.
2. Internet: Plataforma de Integração e Inovação
A internet é um dos principais facilitadores do desenvolvimento de sistemas de
informação empresariais, permitindo a integração de aplicações e o acesso a
serviços baseados em nuvem. Através da internet, as empresas podem acessar
recursos de Software as a Service (SaaS), plataformas de e-commerce, e
ferramentas de comunicação como e-mail e videoconferência. Laudon e Laudon
(2021) destacam que a internet é a espinha dorsal de muitas inovações
tecnológicas, como o e-business e o comércio eletrônico, permitindo que as
empresas interajam com seus clientes, fornecedores e parceiros de forma mais
eficiente.
A internet também possibilita a implementação de soluções de Big Data e
Internet das Coisas (IoT), que permitem às empresas coletar, armazenar e
analisar grandes volumes de dados, aprimorando a personalização de produtos
e serviços e otimizando operações.
3. Bancos de Dados: Armazenamento e Gerenciamento de Informações
Os bancos de dados são um componente central dos sistemas de informação
empresariais, sendo responsáveis pelo armazenamento estruturado de dados.
Eles permitem que as organizações armazenem, consultem e manipulem
informações de forma eficiente, servindo de base para sistemas de gestão e
análise de dados. De acordo com Elmasri e Navathe (2017), os bancos de dados
relacionais são amplamente utilizados devido à sua capacidade de organizar
dados em tabelas e realizar consultas complexas por meio de linguagens como
SQL (Structured Query Language).
Além dos bancos de dados relacionais, os bancos de dados NoSQL têm ganhado
destaque em aplicações que exigem flexibilidade, como redes sociais e
armazenamento de grandes volumes de dados não estruturados. A escolha do
tipo de banco de dados adequado depende das necessidades da organização,
sendo crucial para a implementação de sistemas de gestão empresarial e de
informação gerencial.
4. Sistemas de Gestão Empresarial (ERP): Integração e Automação de
Processos
Os sistemas de gestão empresarial (ERP - Enterprise Resource Planning) são
ferramentas que integram diferentes processos organizacionais em uma única
plataforma, facilitando a coordenação entre as áreas da empresa. Esses
sistemas permitem que informações de setores como finanças, recursos
humanos, produção e logística sejam compartilhadas de forma integrada,
oferecendo uma visão holística das operações. Segundo Davenport (2013), os
ERPs são fundamentais para a automação de processos, eliminando
redundâncias e garantindo maior eficiência e controle.
A implementação de um ERP pode ser desafiadora devido à necessidade de
adaptação dos processos organizacionais à estrutura do sistema. No entanto, os
benefícios incluem uma melhor visibilidade sobre os dados, a padronização de
processos e a melhoria na qualidade da informação disponível para a tomada de
decisões.
5. Sistemas de Informação Gerencial (MIS): Suporte à Tomada de Decisões
Os sistemas de informação gerencial (MIS - Management Information Systems)
são voltados para o suporte à tomada de decisões gerenciais, fornecendo
relatórios e análises baseados nos dados coletados dos diversos setores da
organização. Eles são projetados para converter dados brutos em informações
úteis para os gestores, ajudando a identificar tendências, avaliar desempenho e
tomar decisões estratégicas. De acordo com O'Brien e Marakas (2015), os MIS
são essenciais para transformar dados operacionais em relatórios gerenciais,
auxiliando na definição de metas e no acompanhamento dos resultados.
Esses sistemas podem ser personalizados para atender às necessidades
específicas de cada organização, oferecendo dashboards e relatórios interativos
que facilitam a visualização dos dados e a análise de métricas de desempenho.
Considerações Finais
Conhecer as tecnologias utilizadas em sistemas de informação empresariais,
como redes de computadores, internet, bancos de dados, ERP e MIS, é crucial
para que os gestores compreendam como essas ferramentas podem ser
utilizadas para melhorar a eficiência organizacional e apoiar a estratégia
empresarial. O uso integrado dessas tecnologias permite às organizações não
apenas otimizar suas operações internas, mas também se adaptar rapidamente
às mudanças do mercado e às demandas dos clientes.
Semana 3
O papel dos sistemas de informação nas decisões empresariais
Conceitos Centrais do Papel dos Sistemas de Informação nas Decisões
Empresariais
1. Objetivo Central dos Sistemas de Informação (SI):
o Aperfeiçoar o fluxo de informações dentro da empresa, garantindo
que sejam mais fluídas e contínuas, para melhorar a tomada de
decisões empresariais.
2. Características da Informação para Decisões:
o A informação deve ser recebida de forma rápida, no tempo
correto e precisa.
o A análise dessas informações é essencial para a maximização de
resultados.
o Feedbacks (e.g., cliente insatisfeito com uma entrega) são
fundamentais para ajustes nos processos e produtos.
3. Interação entre Tecnologia de Informação (TI) e Organização:
o A TI facilita a troca de informações entre sistemas e organização.
o Sistemas de informação são responsáveis por:
▪ Coletar dados relevantes.
▪ Armazenar de forma eficiente.
▪ Devolver informações processadas para a organização.
4. Papel dos SI no Desenvolvimento Organizacional:
o Facilitação da criação de novos produtos, mercados e modelos de
negócio (e.g., comércio eletrônico).
o Estruturas organizacionais mais enxutas e flexíveis.
o Melhoria na gestão do conhecimento, qualificação de pessoal e
motivação.
5. Alinhamento Estratégico:
o Os SI devem ser compatíveis com as estratégias e objetivos da
organização.
o Um exemplo negativo é a adoção de um sistema inadequado
para o tipo de negócio (e.g., sistema avançado para uma
pequena padaria que não se beneficia dele).
6. Composição dos Sistemas de Informação:
o Hardware e software.
o Tecnologia de redes e comunicação de dados.
o Pessoas e procedimentos para sua operação.
o Base de dados que sustenta os processos.
7. Comparação: Empresa Tradicional vs. Empresa Baseada em
Informação:
o Burocracia vs. Consenso nos processos.
o Padronização de produtos vs. Personalização para o cliente.
o Controle centralizado vs. Compartilhamento de informações.
o Decisões centralizadas vs. Decisões participativas.
o Planejamento centralizado vs. Ações locais com visão global.
8. Vantagens Competitivas na Era Digital:
o Inovação em produtos e serviços.
o Análise avançada de dados, permitindo personalização de
experiências.
o Acesso a novos mercados e melhoria na colaboração
organizacional.
o Modelos de negócios inovadores, integrando atores externos à
empresa.
o Tomada de decisão embasada em dados, e não apenas na
intuição.
Classificação dos sistemas de informação
1. Contexto Histórico e Evolução do Trabalho:
• Transformações nas Economias Industriais (1900-1999):
o Análise do gráfico que mostra a evolução dos setores
econômicos:
▪ Serviços: Mantiveram-se estáveis ao longo do tempo.
▪ Trabalho de Escritório: Aumentou devido à automação e
informatização.
▪ Trabalho de Produção e Trabalho Rural: Diminuição
acentuada com o avanço de tecnologias (tratores, robôs e
máquinas automáticas).
▪ Conclusão: Transformação nos tipos de trabalho, com a
automação reduzindo as atividades produtivas e rurais.
2. Estrutura Organizacional Tradicional:
• Estrutura Piramidal:
o Predominante em empreendimentos militares, sociais,
econômicos e religiosos.
o Hierarquia clássica com níveis: operacional, tático e estratégico.
3. Sistemas de Informação nas Organizações:
• Modelo de Entrada, Processamento e Saída:
o Similar à teoria dos processos, com entradas (dados),
processamento (transformação de dados) e saídas (informações).
o Envolve diferentes atores no ambiente: fornecedores, clientes,
concorrentes, agências reguladoras e acionistas.
o Supply Chain: Integração das empresas no processo, indo além
das paredes da organização.
• Inclusão do Nível de Conhecimento:
o Novo nível após o operacional.
o Trabalhadores do Conhecimento: Responsáveis por refinar e
tornar a informação relevante, precisa e pontual para os demais
níveis organizacionais.
4. Classificação dos Tipos de Sistemas de Informação:
• 1. Sistema de Processamento de Transações (SPT):
o Função: Automatizar transações rotineiras.
o Características: Alta entrada e saída de eventos, relatórios
detalhados.
o Usuários: Operadores e supervisores.
o Exemplo: Sistema de folha de pagamento (integração com banco
de dados de funcionários).
• 2. Sistema de Automação de Escritórios (SAE):
o Função: Apoiar a geração e manipulação de conhecimento e
dados.
o Características: Projetos e documentos digitais.
o Usuários: Trabalhadores de conhecimento.
o Exemplos: Planilhas, editores de texto e ferramentas gráficas.
• 3. Sistema de Informações Gerenciais (SIG):
o Função: Apoiar o planejamento e controle organizacional.
o Características: Manipulação de alto volume de dados, filtrados
pelos trabalhadores do conhecimento.
o Usuários: Gerentes de nível médio.
o Exemplo: Sistema de processamento de pedidos integrado a
bancos de dados de contabilidade.
• 4. Sistema de Apoio à Decisão (SAD):
o Função: Apoiar decisões não rotineiras.
o Características: Pequeno volume de dados com análise de
decisão.
o Usuários: Gerentes de nível médio.
o Exemplo: Análise de dados de operação de um porto, como
restrições de atracamento e custos.
• 5. Sistema de Apoio Executivo (SAE):
o Função: Apoiar o nível estratégico da organização.
o Características: Dados agregados e projeções.
o Usuários: Altos executivos.
o Exemplo: Integração com ferramentas de Business Intelligence
(BI), como Data Warehouse e Data Mining.
5. Inter-relação entre os Sistemas:
• Os sistemas podem se comunicar diretamente ou passar por diferentes
níveis para gerar as informações necessárias.
• Exemplo: Um sistema de processamento de transações pode alimentar
diretamente um SIG ou ser processado antes de gerar relatórios para
um SAE.
E-commerce nas estratégias de negócios e na gestão da cadeia
de suprimentos
Conceito de E-commerce
• Também conhecido como comércio eletrônico ou online.
• Envolve compra e venda de produtos e serviços totalmente via internet.
• Etapas do processo: seleção de produto, escolha de endereço, forma de
pagamento e finalização da compra.
Tipos de Relações no E-commerce (Classificação com siglas)
1. B2B (Business to Business): Transações entre empresas (ex.:
fornecedor e fabricante).
2. B2C (Business to Consumer): Empresa vende diretamente ao
consumidor final (ex.: varejo online).
3. B2G (Business to Government): Empresas fornecendo produtos ou
serviços para o governo.
4. C2C (Consumer to Consumer): Consumidores vendem entre si (ex.:
eBay, Mercado Livre).
5. G2B, G2C, G2G: Variações que envolvem transações governamentais e
cidadãos.
Logística de Aquisição e Distribuição
• Aquisição (B2B): Empresas compram produtos de fornecedores. Ex.:
fabricante adquire matéria-prima de um fornecedor.
• Distribuição (B2C): A empresa entrega produtos diretamente ao
consumidor final. Ex.: entrega de pedidos de lojas virtuais.
• A logística deve ser ajustada para garantir a entrega dentro dos prazos
contratados, evitando multas e interrupções na cadeia de produção.
Estudos de Caso
1. Johnson Controls e Ford (Just-in-Time)
o Fornecimento de bancos de carros para montadoras como a
Ford.
o Uso do sistema de produção "Just-in-Time", onde os bancos são
entregues exatamente na sequência necessária para a montagem
dos veículos.
o A estratégia envolve veículos reservas e controle rígido de prazos
para evitar multas contratuais e interrupções na linha de
produção.
2. Lojas Americanas (Distribuição e Armazenamento)
o 40.000 visitas diárias no site, com cerca de 10.000 pedidos
diários.
o Centro de distribuição com 20.000 itens em estoque e parceria
com fornecedores.
o Integração de operações: após a compra, itens são separados, o
pagamento é autorizado e os pedidos são preparados para envio.
o Controle e monitoramento da entrega pelo cliente através do site.
Desafios e Estrutura da Logística no E-commerce
• B2C: Desafios como entender as expectativas do cliente e a
necessidade de rotação de estoques para atender a demandas
segmentadas.
• Centros de Distribuição: Necessidade de locais estrategicamente
distribuídos para otimizar entregas.
• Transporte de Pequenas Unidades: Aumenta a complexidade de
logística, devido a múltiplos destinos e volumes de carga fragmentados.
Dimensões de Avaliação dos Serviços de E-commerce
1. Disponibilidade de Produto: Estoque suficiente para atender a
demanda.
2. Consistência e Tempo Médio de Entrega: Precisão e rapidez na
entrega ao consumidor.
3. Informações sobre Andamento do Pedido: Rastreamento em tempo
real da entrega.
4. Sistema de Recuperação de Falhas e Apoio Pós-venda: Políticas de
devolução, resoluções de reclamações e atendimento ao cliente.
Considerações Finais
• A eficiência do e-commerce depende da integração entre tecnologia,
processos logísticos e estratégias de atendimento ao cliente.
• O modelo de negócios deve ser ajustado para garantir agilidade e
resolver problemas como atrasos, falhas na entrega e gestão de
estoque.