Transmissãodecalor
Transmissãodecalor
DE CALOR
UMA ABORDAGEM TEÓRICO-PRÁTICA
TÍTULO
TRANSMISSÃO DE CALOR – UMA ABORDAGEM TEÓRICO-PRÁTICA
EDIÇÃO
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outubro, 2021
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CDU
536 Calor. Termodinâmica. Física estatística
536.2 Condução de calor. Transferência de calor
ISBN
Papel: 9789899017719
E-book: 9789899017726
Catalogação da publicação
Família: Bases de Engenharia
Subfamília: Outros
Índice
Prefácio xi
I Parte - CONDUÇÃO 39
vii
Transmissão de Calor - Uma Abordagem Teórico-Prática
4 Condução de Calor Transiente 85
4.1. Número de Biot . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86
4.2. Dimensão característica na análise de Biot . . . . . . . . . . . . . . 87
4.3. Método da capacitância global . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88
4.4. Soluções aproximadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
4.5. EXERCÍCIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100
viii
Índice
ix
Transmissão de Calor - Uma Abordagem Teórico-Prática
ANEXOS
Bibliografia cccxxvii
x
Capítulo 1
A transmissão de calor está presente em muito daquilo que faz parte do nosso
quotidiano. Basta pensar na razão de colocarmos tapetes numa casa de banho
para não sentirmos os pés frios, ou quando sopramos sobre o dedo depois de nos
termos queimado num pirex saído do forno, ou ainda o conforto térmico sentido num
dia de Inverno com Sol e céu limpo. Associados a estes momentos do dia-a-dia
estão diversos elementos que fazem parte da “linguagem” da transmissão de calor.
Se tivermos dois copos iguais e os enchermos com água em quantidade dife-
rente, visualmente, conseguimos perceber qual o copo que tem mais água porque a
altura é maior nesse quando comparado com o outro. Ora, se houver um pequeno
tubo na base que ligue os dois copos, a água fluirá no sentido daquele que tem
mais para o que tem menos. A esta simples experiência designamos, comummente,
por vasos comunicantes. Por analogia, a energia está para a quantidade de água,
como a altura está para a temperatura. Assim, um sistema que tem uma tempe-
ratura maior revela ao observador que tem mais energia. E se houver um canal
comunicante (mecanismo de transmissão de calor), essa energia fluirá dos sistemas
que têm mais energia para os que têm menos. Considerando agora um outro ponto
de vista, se os copos tiverem a mesma quantidade de água, será que têm a mesma
energia?
Pensemos nos momentos em que fazemos um chá. Fervemos água, colocamo-la
num bule e dentro desse as saquetas de chá. O que acontece fisicamente? Experi-
mentemos com dois copos de vidro. Num colocamos água à temperatura ambiente
e noutro a água fervida. Depois, simultaneamente, coloquemos as saquetas de chá
e observemos. No copo com água quente a coloração típica do chá difunde-se pela
água. No outro caso, com água à temperatura ambiente, também existe difusão
mas essa acontece muito lentamente. Porquê?
A temperatura é uma propriedade intrínseca à matéria que está, microscopi-
camente, associada, neste exemplo, ao movimento das moléculas de água. Assim,
17
1. Introdução à Transmissão de Calor
10
y(x)
5 ∫0 y(x)dx, com L = 1
x
Figura 1.5. Área total da função geral y(x) se somarmos/integrarmos todos os
traços/áreas infinitesimais numa determinada gama de integração (de 0 a L = 1).
10
y·L, com L = 1
L
y(x)
5 y·L = ∫0 y(x)dx
y é o valor médio de y
que multiplicado por L faz a
equivalências entre as áreas.
0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0
x
Figura 1.6. Equivalência entre a área total com a “forma” definida pelo traço da função
geral y(x) e a área de um rectângulo em que um dos lados corresponde à gama de
integração e a altura ao valor médio.
Daí que valores médios em Física obtidos como médias temporais, espaciais ou em
temperatura se obtenham, em geral, e de acordo com o exemplo anterior como
Z
1 L
y= y(x)dx
L 0
Um outro exemplo prático relacionado com a transmissão de calor pode ser o
cálculo da quantidade de energia perdida por unidade de área de uma placa
00 ) entre uma situação inicial em que a temperatura é função quadrática
vertical (Esai
T (x) = a + bx + cx 2 , e uma situação final em equilíbrio térmico com o ambiente a
T∞ . Entre os dois instantes, a placa varia a sua energia interna, libertando calor
para o meio ambiente,
∆U = Uf − Ui = −Esai
mas no instante inicial, U(t = 0) = Ui , como a variação da temperatura não
é linear, significa que a energia interna não é a mesma em todas as posições,
33
PARTE I
CONDUÇÃO
Capítulo 2
41
2. Introdução à Condução de Calor
RESOLUÇÃO
ESQUEMA
ISOL
ADO
47
Capítulo 3
Condução de Calor
Uni-Dimensional
59
3. Condução de Calor Uni-Dimensional
ESQUEMA
exterior interior
PRESSUPOSTOS
1. Condução uni-dimensional
2. Regime permanente
3. Propriedades constantes
ANÁLISE
Considerando o análogo eléctrico representado no esquema, o nodo de tem-
peratura relativa à superfície interior do vidro (Ts,i ) tem uma “entrada” adici-
onal de energia através do filme fino resistivo. Logo, o fluxo de calor trocado
entre a superfície interior do vidro e o ar ambiente exterior (q00e ) inclui as
trocas de calor por convecção com o ar ambiente interior (q00i ) e o contributo
adicional do filme resistivo (q00f ), expressando-se como
67
Capítulo 4
Quando as trocas de calor na fronteira são de tal modo assimétricas que geram uma
variação da energia acumulada num material, inicia-se um processo de transmissão
de calor por difusão até se encontrar um novo estado de equilíbrio. Esse processo
designa-se por condução de calor em regime transiente e o estudo desse regime
é o objectivo deste capítulo. Porém, convém partir do conhecimento adquirido em
capítulos anteriores para entender o modo como abordamos a condução de calor
neste regime.
Numa grande parte dos casos analisados em transmissão de calor, o balanço
de energia ocorre numa interface definida entre um sólido e um escoamento, ou
seja, trata-se de um balanço definido pelo equilíbrio entre as trocas de calor
por condução e por convecção. Se considerarmos o caso em que o regime é
permanente e não há taxa de geração interna de energia, na prática, a potência
térmica trocada por difusão no lado do material equilibra com a potência térmica
trocada por convecção no lado exterior ao material. Assim, independentemente do
sentido do fluxo,
qcond = qconv
Aplicando a este balanço a Lei de Fourier entre dois pontos, um no interior do
material (1) e outro correspondente à interface (2) com o fluido, e a Lei de Newton
entre a interface (2) e o meio exterior (∞), manipulando matematicamente a relação
e isolando num dos membros tudo o que diz respeito às diferenças de temperatura,
obtém-se
L
Ts,2 − Ts,1 Ts,2 − Ts,1 kA Rcond hL
−kA = hA(Ts,2 − T∞ ) ⇔ = 1= = = Bi
L Ts,2 − T∞ hA
Rconv k
85
4. Condução de Calor Transiente
Tabela 4.1. Relações para a posição adimensional, a função dessa posição e para a
energia trocada relativa à máxima para as três geometrias fundamentais.
†
Placa plana Cilindro longo - raio R0 Esfera - raio R0
δ X = x/Lc R = r/R0
S(ζ1 δ) = cos(ζ1 δ) = J0 (ζ1 δ) = ζ11δ sin(ζ1 δ)
Q(t) ∗ Fo)
†
Se L for a espessura da placa, Lc = L/2 caso as condições fronteira seja iguais de ambos os
lados e Lc = L se um dos lados corresponder à condição de simetria.
Os nossos avós sempre disseram que para cozer um ovo seria necessário
tê-lo 10 min dentro de água a ferver (T∞ = 98◦ C ). Será? O que se sabe da
literatura é que um ovo está bem cozido quando o centro equivalente atingir
a temperatura de T (0, t) = 70◦ C . O coeficiente de convecção em torno do
ovo considera-se uniformemente distribuído e igual a h = 430 W · m−2 K −1 .
Assumindo que a forma do ovo se aproxima à de uma esfera com um diâmetro
de D = 5 cm e que as propriedades do ovo são k = 0.63 W · m−1 K −1 e
α = 0.254 × 10− 6 m2 /s. Inicialmente o ovo encontra-se à temperatura
ambiente de T (r, 0) = 16◦ C .
RESOLUÇÃO
DADOS
Geometria e propriedades do ovo
− Diâmetro aproximado de uma esfera: D = 5 × 10−2 m
− Condutibilidade térmica: k = 0.63 W · m−1 K −1
97
PARTE II
CONVECÇÃO
Capítulo 5
TENSÃO DE CORTE
CONDIÇÃO DE NÃO-ESCORREGAMENTO
Figura 5.1. Ilustração de um perfil de velocidades numa superfície Ts que troca calor com
os escoamento com o detalhe à superfície relativo à condição de não-escorregamento.
105
5. Introdução à Convecção de Calor
Z L
1
h= h(x)dx (5.3)
L 0
RESOLUÇÃO
ESQUEMA
Camada Limite
C é uma constante
109
Capítulo 6
Convecção Forçada em
Escoamentos Exteriores
133
6. Convecção Forçada em Escoamentos Exteriores
PONTO DE
PONTO DE ESTAGNAÇÃO SEPARAÇÃO
ESTEIRA
CAMADA
LIMITE
Figura 6.1. Ilustração do escoamento em torno de um cilindro.
u∞ D
ReD =
ν
No que diz respeito às correlações empíricas que nos permitem obter o coeficiente
de transmissão de calor por convecção médio a partir de Nusselt, uma das mais
usadas provém do trabalho de Hilpert [4]
NuD = C · Rem
D Pr
1/3
(6.7)
em que NuD = hD kf , sendo válida para Pr≥ 0.7, com C e m a depender da gama
de Reynolds (ver Tab. 6.2.) e as propriedades obtidas à temperatura média entre
a superfície e o filme.
Existem ainda duas outras correlações para escoamento em torno de cilindros.
A correlação de Zukauskas [5] que se escreve como
1/4
Pr
NuD = C Rem
D Pr
n
(6.8)
Prs
141
Capítulo 7
Convecção Forçada em
Escoamentos Interiores
Camada
Limite
em regime
laminar
147
7. Convecção Forçada em Escoamentos Interiores
T (r, x). Assim, a potência térmica associada à entalpia em cada secção do canal
Z
ṁh = ṁcp Tm = ρu(r, x)cp T (r, x)dAs ⇔
As
Z R0 Z R0
ρ cp ρ2
π
Tm = u(r, x)T (r, x)(2πr)dr = u(r, x)T (r, x)rdr ⇔
ṁcp 0 ρu
mπR02 0
Z R0
2
Tm = u(r, x)T (r, x)rdr (7.16)
um R02 0
T
z }|s {
T (R0 , x) −T (r, x)
θ ∗ (r, x) =
T (R0 , x) − Tm (x)
Considera-se um escoamento totalmente desenvolvido termicamente quando
( ∗
∂θ
∂x = 0
∂θ ∗ 1 ∂T
∂r = Ts −Tm ∂r
157
Capítulo 8
Convecção Natural
∂u ∂u 1 ∂p∞ ∂2 u
u +v =− −g+ν 2 (8.1)
∂x ∂y ρ ∂x ∂y
Cilindro interior
ou Esfera
8.5. EXERCÍCIOS
Ex8.1. Uma parede vertical fina com H = 0.4 m está sujeita a um fluxo de
calor uniformemente distribuído de um lado. Do lado oposto troca calor por
convecção natural com um ar ambiente a T∞ = 10◦ C e uma envolvente à
mesma temperatura (Tenv = T∞ ). Sabendo que a emissividade da superfície
é de ε = 0.7 e que a temperatura no ponto médio é de Ts = 40◦ C ,
determine o fluxo de calor.
Solução: q00 = 243.5 W /m2 .
200
PARTE III
RADIAÇÃO
Capítulo 9
Radiação de Calor
c
λ= (9.1)
ν
A radiação térmica associa-se a uma gama de comprimentos de onda entre 0.1µm
e 100µm. Esse espectro inclui uma parte da radiação ultra-violeta (UV), toda a
gama da radiação visível e, ainda, a radiação infravermelha. Pelo facto de uma
superfície emitir simultaneamente radiação nos diversos comprimentos de onda,
atribui-se-lhe o que se designa por distribuição espectral. Se essa distribuição
de intensidade de radiação depender da direcção, a sua descrição torna-se mais
complexa. De qualquer modo, nesta fase, importa interiorizar alguns conceitos
fundamentais, começando pelos diferentes fluxos de calor radiativos e respectiva
nomenclatura.
− Irradiação (G)
205
9. Radiação de Calor
C
Eb,λ (λ, T ) [W m−2 µm−1 ] = πIb (λ, T ) = h 1 i (9.15)
C2
λ5 exp λT −1
Espectro Visível
5800K
Radiação Solar
1000K
2000K
300K
800K
100K
50K
É de notar que o espectro inclui um valor máximo local que pode ser obtido
derivando a Eq. (9.15) em ordem a λ. Esse valor máximo (λmax ) correlaciona-se
com a temperatura por
λmax T = C3 (9.16)
em que C3 = 2898µm · K . Esta relação é também conhecida por Lei do Desloca-
mento de Wien.
Se substituirmos a Lei de Planck expressa pela Eq. (9.15) na que permite obter
a radiação total emitida, Eq. (9.10), e resolvermos a integração em toda a gama de
comprimentos de onda λ, para um corpo negro (b), obtém-se a conhecida Lei de
Stefan-Boltzmann.
Eb = σ T 4 (9.17)
em que σ = 5.67 × 10−8 W · m−2 K −4 corresponde, como foi referido anteriormente,
à constante de Stefan-Boltzmann. A intensidade associada à emissão de radiação
de um corpo negro obtém-se por
211
Capítulo 10
Na base das trocas de calor por radiação entre superfícies está o quanto essas se
“vêem”. Daí que a ideia de nos protegermos do Sol com um chapéu seja para que
o Sol não nos “veja”. Esta é uma forma intuitiva de entender as trocas radiativas
entre superfícies que dependem do quanto as ondas electromagnéticas emitidas
por cada uma intercepta todas as outras. É essa a base do primeiro conceito a
explorar na primeira secção deste capítulo, o conceito de factor de forma.
em que,
1
O recurso às aspas neste capítulo pode parecer excessivo. Por isso, esclarecemos que o seu
uso pretende dar á palavra um sentido metafórico, mas que ajude na compreensão e intuição dos
fenómenos físicos que reportam.
231
10. Trocas de Energia por Radiação entre Superfícies
Ai
Ak
A1 AN
Figura 10.2. Factor de forma associado à troca de radiação entre uma superfície e
múltiplas superfícies.
a nenhum caso típico, como os que são indicados na tabela B.2., recorre-se a
métodos numéricos para obter uma solução das Eqs (10.4) e (10.5).
APLICAÇÕES
Capítulo 11
Permutadores de Calor
253
Transmissão de Calor - Uma Abordagem Teórico-Prática
Permutador
Equicorrente
Figura 11.2. Ilustração da variação de temperatura no fluido quente (h) e fluido frio (c)
para um permutador equicorrente
Neste último capítulo são exploradas algumas aplicações mais avançadas que po-
derão ter algum interesse do ponto de vista do desenvolvimento de sistemas de
engenharia, como o caso do feixe de tubos presente, por exemplo, em sistemas
de climatização, e os jactos incidentes, muito usados em aplicações de regulação
térmica de superfícies. As duas últimas secções deste capítulo dedicam-se a dois
casos mais complexos de convecção natural: entre canais de placas paralelas e
cavidades.
em que
Umax D
ReD,max =
ν
sendo D o diâmetro dos tubos, e:
269
12. Tópicos Avançados e Aplicações
10
5
10
1
1
0.5
0.1 0.2
0.1 1 10
101 102 103 104 105 106
Re
1.7
1.6
10 1.5
1.4
1.3
1
1.2
1.1
1.0
0.1
0.9
101 102 103 104 105 106 0.5 1 2 5
Re
Figura 12.2. Gráficos para determinar os factores de correcção (χ) e de fricção (f ) para
feixes de tubos.
273
Anexo A
Deduções
T (r) = C1 ln(r) + C2
Logo, pode-se expressar as equações deste sistema na sua forma algébrica como
ln(R1 ) 1 C1 T1
=
ln(R2 ) 1 C2 T2
C1 1 1 −1 T1 1 T1 − T2
= ln(R1 )−ln(R2 ) = ln(R1 /R2 )
C2 − ln(R2 ) ln(R1 ) T2 ln(R2 )T2 − ln(R2 )T1
Obtendo-se, (
1
C1 = ln(R1 /R2 ) (T1 − T2 )
1
C2 = ln(R1 /R2 ) (ln(R1 )T2 − ln(R2 )T1 )
Depois, substituindo as constantes C1 e C2 na equação de distribuição da tempe-
ratura no tubo resulta
TRANSMISSÃO
DE CALOR
UMA ABORDAGEM TEÓRICO-PRÁTICA
MARTA OLIVEIRA PANÃO
MIGUEL OLIVEIRA PANÃO
Sobre a obra
Toda a vida na Terra é possível por causa da energia do Sol. Depois dessa energia ser
capturada, pode ser desperdiçada, armazenada, transformada e transmitida. Este livro
centra-se no modo como a energia se transmite e quais os mecanismos principais
associados a essa transmissão. Por outro lado, como abordagem teórico-prática, o livro
procura unir a teoria à prática e a prática à teoria através de explicações que estimulem
o pensamento crítico, a criatividade na passagem da abstração à solução concreta e a
intuição em engenharia.
As três primeiras partes incidem sobre cada um dos três mecanismos de transmissão
de calor – condução, convecção e radiação – e uma quarta parte dedica-se a aplicações.
O primeiro capítulo inclui, também, uma proposta do modo de abordar os problemas
(4C’s) e a metodologia que concretiza essa abordagem.
É um livro que parte da experiência dos autores e da ideia de que o melhor modo de
ensinar é aprender com quem aprende. Por isso, destina-se sobretudo aos estudantes
que precisam dos conhecimentos de transmissão de calor na sua formação académica,
mas também a todos os que pretendem recordar esses conhecimentos para os utilizar
na sua vida profissional.
Sobre os autores
ISBN: 978-989-901-771-9
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