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Metabolismo e Regulação dos Lipídios

O metabolismo dos lipídios envolve a digestão, absorção, transporte e regulação de lipídios, sendo crucial para a saúde cardiovascular. O lipidograma é um exame que mede os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, ajudando a avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Desequilíbrios nos lipídios podem levar a complicações como aterosclerose e pancreatite.

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Metabolismo e Regulação dos Lipídios

O metabolismo dos lipídios envolve a digestão, absorção, transporte e regulação de lipídios, sendo crucial para a saúde cardiovascular. O lipidograma é um exame que mede os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, ajudando a avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Desequilíbrios nos lipídios podem levar a complicações como aterosclerose e pancreatite.

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Tutoria 5

Módulo 4

1- Explicar o metabolismo dos lipídios e sua regulação sérica:

Metabolismo dos Lipídios:

1. Digestão e Absorção: A digestão dos lipídios começa na boca com a


lipase lingual e continua no estômago, onde a lipase gástrica age. No entanto, a maior
parte da digestão ocorre no intestino delgado. As gorduras são emulsificadas pela bile,
secretada pelo fígado e armazenada na vesícula biliar. As lipases pancreáticas degradam
triglicerídeos em ácidos graxos e monoglicerídeos, que são absorvidos pelas células
intestinais em forma de micelas.

2. Formação de Quilomícrons: Dentro das células intestinais, os ácidos


graxos e monoglicerídeos são reconvertidos em triglicerídeos, combinados com
colesterol e proteínas e formam quilomícrons. Esses quilomícrons são liberados na linfa
e, posteriormente, na corrente sanguínea.

3. Transporte de Lipídios: Os quilomícrons carregam principalmente


triglicerídeos e são transportados através da corrente sanguínea para as células do corpo.
Enzimas chamadas lipoproteína lipase (LPL) localizadas nas paredes dos vasos
sanguíneos degradam os triglicerídeos dos quilomícrons, liberando ácidos graxos para
as células, onde são usados como fonte de energia ou armazenados como gordura.

4. Metabolismo Hepático: O fígado desempenha um papel crucial no


metabolismo dos lipídios. Ele sintetiza triglicerídeos a partir de ácidos graxos e glicerol,
bem como colesterol. Além disso, o fígado secreta lipoproteínas, incluindo VLDL
(lipoproteínas de densidade muito baixa) que transportam triglicerídeos para as células.
À medida que os triglicerídeos são liberados das VLDL, as partículas se transformam
em LDL (lipoproteínas de baixa densidade), que contêm principalmente colesterol.

5. Regulação Sérica dos Lipídios:

• LDL e HDL: O LDL é conhecido como “colesterol ruim”, pois carrega


colesterol para as células, e se houver excesso, pode acumular-se nas paredes das
artérias, contribuindo para a formação de placas ateroscleróticas. O HDL é o “colesterol
bom”, pois remove o excesso de colesterol das artérias e o transporta de volta para o
fígado para eliminação.

• Regulação Hormonal: A insulina estimula o armazenamento de gordura,


incluindo a síntese de triglicerídeos no fígado e células adiposas. O glucagon, por outro
lado, promove a liberação de ácidos graxos armazenados para fornecer energia.

• Medicamentos: Algumas classes de medicamentos, como as estatinas,


podem ser usadas para controlar os níveis de lipídios no sangue, diminuindo a síntese
hepática de colesterol e aumentando a captação de LDL.
Dislipidemia e Implicações para a Saúde:

Quando o metabolismo dos lipídios é desregulado, podem ocorrer condições como


aterosclerose, doenças cardiovasculares e pancreatite. A aterosclerose resulta do
acúmulo de placas nas paredes arteriais, restringindo o fluxo sanguíneo e aumentando o
risco de ataques cardíacos e derrames. A pancreatite ocorre quando há inflamação do
pâncreas, muitas vezes devido a altos níveis de triglicerídeos no sangue.

Em suma, o metabolismo dos lipídios é um processo intrincado que envolve a digestão,


absorção, transporte e regulação de lipídios no organismo. Sua regulação adequada é
vital para a saúde cardiovascular e geral, e desequilíbrios podem levar a sérias
complicações médicas.

Metabolismo de lipídios exógenos (alimentares)


Mais de 95% dos lipídios alimentares são

 Triglicerídeos

O restante dos cerca de 5% dos lípidos alimentares são

 Colesterol (presente nos alimentos como colesterol esterificado)

 Vitaminas lipossolúveis

 Ácidos graxos livres

 Fosfolipídios

Os triglicerídios alimentares são digeridos no estômago e no duodeno em


monoglicerídios e AGL por lipase gástrica, emulsificação pelo peristaltismo vigoroso
do estômago e lipase pancreática. Os ésteres alimentares de colesterol são
desesterificados em colesterol livre por esses mesmos mecanismos.

Monoglicerídios, ácidos graxos livres e colesterol livre são então solubilizados no


intestino pelas micelas dos ácidos biliares, que os transportam para os vilos intestinais
para serem absorvidos.

Uma vez absorvidos pelos enterócitos, são remontados em triglicerídios e


empacotados com colesterol em quilomícrons, a maior das lipoproteínas.

Os quilomícrons transportam triglicerídios e colesterol alimentares dos enterócitos,


através dos vasos linfáticos, para a circulação. Nos capilares dos tecidos adiposo e
muscular, a apoproteína C II (apo C II) dos quilomícrons ativa a lipoproteína lipase
(LPL) endotelial, que converte 90% dos triglicerídeos dos quilomícrons em ácidos
graxos livres e glicerol, os quais são captados pelos adipócitos e pelas células
musculares para utilização como fonte e armazenamento de energia.

Os remanescentes de quilomícrons, ricos em colesterol, circulam então de volta para o


fígado, onde são removidos em um processo mediado pela apo E.

Metabolismo de lipídios endógenos


As lipoproteínas sintetizadas pelo fígado transportam os triglicerídeos e o colesterol
endógenos. As lipoproteínas circulam continuamente pelo sangue até que os
triglicerídios contidos nelas sejam captados pelos tecidos periféricos ou as próprias
lipoproteínas sejam removidas pelo fígado. Fatores que estimulam a síntese hepática
de lipoproteínas geralmente causam elevações do colesterol e triglicerídios no plasma.

As lipoproteínas de densidade muito baixa (VLDL) contêm apoproteína B-100 (apo


B), são sintetizadas no fígado e transportam triglicerídios e colesterol para os tecidos
periféricos. A VLDL é a forma como o fígado excreta o excesso de triglicerídeos
derivados dos ácidos graxos livres no plasma e os remanescentes dos quilomícrons; a
síntese da VLDL se eleva com o aumento dos ácidos graxos livres intra-hepáticos,
como ocorre nas dietas ricas em gorduras e quando o tecido adiposo libera o excesso
de ácidos graxos livres diretamente na circulação (p. ex., na obesidade, no diabetes
mellitus descompensado). A apo C-II na superfície da VLDL ativa a LPL endotelial
para quebrar triglicerídios em AGL e glicerol, que são captados pelas células.

As lipoproteínas de densidade intermediária (IDL) são produtos do processamento


de VLDL. As IDL são remanescentes de VLDL ricos em colesterol removidos pelo
fígado ou metabolizados pela lipase hepática em LDL, que retêm a apo B 100.

As lipoproteínas de baixa densidade (LDL), produtos do metabolismo de VLDL e


IDL, são as lipoproteínas mais ricas em colesterol. Cerca de 40 a 60% de todas as
LDL são eliminadas pelo fígado em um processo mediado por apo B e receptores
hepáticos de LDL. O restante é captado por receptores hepáticos e não hepáticos
(scavenger) de LDL. Os receptores hepáticos de LDL são regulados negativamente
pela chegada do colesterol ao fígado vindo dos quilomícrons e por aumento de
gordura saturada alimentar; podem ser regulados positivamente pela redução da
gordura alimentar e do colesterol. Os receptores scavenger não hepáticos,
principalmente em macrófagos, captam o excesso de LDL não processada pelos
receptores hepáticos. Monócitos migram para o espaço subendotelial onde se
transformam em macrófagos; esses macrófagos captam LDL oxidada e formam
células espumosas dentro das placas ateroscleróticas .

O tamanho das partículas de LDL varia de grande e flutuante a pequeno e denso. LDL
pequena e densa é especialmente rica em ésteres de colesterol e está associada a
distúrbios metabólicos como hipertrigliceridemia e resistência à insulina.

As lipoproteínas de alta densidade (HDL) são, inicialmente, lipoproteínas sem


colesterol, sintetizadas tanto pelos enterócitos como pelo fígado. O metabolismo da
HDL é complexo, mas um dos papéis dela é obter colesterol dos tecidos periféricos e
de outras lipoproteínas e transportar para onde for mais necessário — outras células,
outras lipoproteínas (utilizando a proteína de transferência de colesteril éster [CETP])
e o fígado (para depuração). Seu efeito final é antiaterogênico.
O efluxo de colesterol livre das células é mediado pelo transportador de cassete de
ligação de ATP 1 (ABCA1), que se associa à apoproteína A-I (apo A-I) para produzir
a HDL nascente. O colesterol livre da HDL nascente é então esterificado pela enzima
lecitina-colesterol acil transferase (LCAT), produzindo HDL madura. Os níveis
plasmáticos de HDL podem não representar completamente o transporte reverso do
colesterol, e os efeitos protetores dos níveis mais altos de HDL também podem
decorrer de propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
A lipoproteína (a)[Lp(a)] é semelhante à LDL que contém apopoproteína (a),
caracterizada por 5 regiões ricas em cisteína denominadas kringles. Uma dessas
regiões é homóloga ao plasminogênio e acredita-se que inibe competitivamente a
fibrinólise e, portanto, predispõe à formação de trombos. A Lp(a) também pode
promover diretamente a aterosclerose. As vias metabólicas de produção e depuração
da Lp(a) não estão bem caracterizadas, mas suas concentrações aumentam em
pacientes com nefropatia crônica, especialmente em pacientes em diálise.

2- Definir e interpretar os exames do lipidograma e analisar o lipidograma do


paciente:

O lipidograma é um conjunto de exames laboratoriais que mede os níveis de diferentes


lipídios no sangue, fornecendo informações sobre o perfil lipídico de um indivíduo. Os
principais componentes medidos em um lipidograma são:

1. Colesterol Total: O colesterol é uma substância gordurosa essencial para a construção


das membranas celulares e para a produção de hormônios. O colesterol total é a soma de
todas as formas de colesterol no sangue, incluindo o colesterol LDL, HDL e VLDL.
Avaliar o colesterol total ajuda a ter uma noção geral do nível de colesterol circulante no
organismo.

2. Colesterol LDL (Low-Density Lipoprotein): O LDL é frequentemente chamado de


“colesterol ruim” porque quando em excesso, pode depositar-se nas paredes das artérias,
formando placas que podem estreitar os vasos sanguíneos e levar a problemas
cardiovasculares, como doenças cardíacas e derrames. Medir o nível de LDL é
importante para avaliar o risco cardiovascular.

3. Colesterol HDL (High-Density Lipoprotein): O HDL é considerado o “colesterol


bom” porque transporta o excesso de colesterol das células e das artérias de volta para o
fígado, onde é eliminado do corpo. Níveis elevados de HDL estão associados a um
menor risco de doenças cardíacas, uma vez que ajudam a remover o colesterol das
artérias.

4. Triglicerídeos: Os triglicerídeos são uma forma de gordura que o corpo utiliza para
armazenar energia. Eles podem ser obtidos a partir da dieta ou sintetizados pelo
organismo a partir de excesso de calorias. Níveis elevados de triglicerídeos no sangue
podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares, especialmente quando
combinados com outros fatores de risco.

5. Colesterol VLDL (Very Low-Density Lipoprotein): As VLDL são lipoproteínas que


transportam triglicerídeos do fígado para as células do corpo. Embora menos enfatizado
do que o LDL e o HDL, os níveis de VLDL também podem fornecer informações
importantes sobre o risco cardiovascular, uma vez que estão relacionados aos níveis de
triglicerídeos.

Interpretação e Significado Clínico:


Os valores ideais para cada componente do lipidograma variam de acordo com as
diretrizes médicas, mas, em geral, níveis baixos de colesterol LDL e altos níveis de
colesterol HDL são desejáveis. Um equilíbrio saudável entre esses componentes é
importante para manter a saúde cardiovascular.

O risco de doenças cardiovasculares não depende apenas de valores isolados do


lipidograma, mas também da combinação de fatores como histórico médico, idade,
gênero, pressão arterial, diabetes e hábitos de vida (como dieta, atividade física e
tabagismo).

Após obter os resultados do lipidograma, é crucial discuti-los com um profissional de


saúde. Eles podem ajudar a interpretar os valores, avaliar o risco cardiovascular global e
recomendar medidas, como mudanças na dieta, exercícios físicos e, se necessário,
medicação para controlar os níveis de lipídios e reduzir o risco de complicações
cardiovasculares.

O lipidograma completo, também chamado de perfil lipídico, é um conjunto de


exames laboratoriais usado para analisar possíveis irregularidades nos lipídios —
moléculas de gorduras encontradas no sangue, como o colesterol. Em um primeiro
momento, níveis alterados de lipídios não provocam sintomas. Ainda assim, são fatores
de risco para doenças cardiovasculares, merecendo atenção.

Neste artigo, conheça quais são as taxas mostradas no lipidograma e de que forma elas
devem ser analisadas. Veja, também, como é o exame e o respectivo preparo.

Quando o médico solicita um lipidograma completo?

O lipidograma completo mede os níveis de triglicerídeos e de diferentes tipos de


colesterol no sangue. O exame faz parte da rotina de check-up e costuma ser solicitado,
em média, a cada 5 anos.

Apenas em pessoas com tendência a terem os níveis de colesterol ruim (LDL)


aumentados, sua realização pode ser feita em um intervalo de tempo menor. É o caso de
muitos idosos, principalmente homens, e jovens com histórico familiar de dislipidemias.

Além disso, o mesmo ocorre entre pessoas que têm um estilo de vida que predisponha
ao aumento das taxas de gordura no sangue, tais como:

 sedentários;
 tabagistas;
 quem usa esteroides anabolizantes;
 quem consome muita carne vermelha;
 que ingere grandes quantidades de álcool;
 pessoas com certas doenças associadas (como diabetes, hipotireoidismo, doença
renal crônica e cirrose biliar primária);
 indivíduos que façam uso contínuo de certos medicamentos (estrogênios orais,
corticosteroides, antivirais para tratamento de HIV e Aids, entre outros).
Quais doenças o lipidograma pode diagnosticar?

O lipidograma completo permite diagnosticar os riscos para dislipidemias — uma


série de distúrbios ligados às taxas de colesterol e triglicerídeos. Essas taxas servem
como indicadores para doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente
vascular cerebral (AVC), por exemplo) e, em certos casos, pancreatites.

Para chegar a uma conclusão correta, a análise dos valores deve ser feita em conjunto.
Assim, uma pessoa com colesterol total alto não tem, necessariamente, maior risco
cardíaco. Se o valor elevado for consequência de maiores níveis de HDL (o “colesterol
bom”), na verdade, ela está mais protegida das doenças cardiovasculares.

Ocorrência de sintomas

Quando os níveis de lipídios estão extremamente elevados podem ocorrer alguns


sintomascomo, por exemplo:

 xantomas (nódulos benignos), os quais são formados pela gordura que se


deposita nos tendões e na pele;
 anéis brancos ou cinzas no entorno das córneas;
 sensação de formigamento ou queimação nos pés e mãos;
 dificuldade para respirar; entre outros.

Principais taxas

O lipidograma completo mostra diversas taxas. As principais são:

 colesterol total;
 LDL (lipoproteína de baixa densidade);
 HDL (lipoproteína de alta densidade);
 VLDL (lipoproteína de muito baixa densidade);
 triglicérides.

Para adultos (acima de 20 anos), os valores referenciais considerados ideais são:

 colesterol total abaixo de 190 mg/dl, sendo a taxa limítrofe entre 190 e 240
mg/dl e, acima de 240 mg/dl, considerada de risco;
 LDL abaixo de 130 mg/dl, sendo a taxa limítrofe entre 130 e 160 mg/dl e, a
partir de então, de risco;
 HDL acima de 40 mg/dl, sendo aceitável entre 35 e 40 mg/dl e, menor que 35
mg/dl, de risco;
 triglicerídeos abaixo de 150 mg/dl, sendo limítrofe entre 150 e 200 mg/dl e,
acima de 200 mg/dl, considerada de risco.

Conhecer essas taxas é essencial para prevenir e tratar doenças. Sabe-se que o risco de
ter um ataque cardíaco mais do que duplica quando o colesterol total se aproxima de
300 mg/dl.

Como o lipidograma é feito e como se preparar?


O lipidograma é feito a partir de uma coleta de amostra de sangue em laboratório.
Para o preparo, o paciente deve evitar atividades físicas (que não sejam habituais) nas
duas semanas que antecedem o exame.

A alimentação rotineira pode ser mantida. Já o consumo de bebidas alcoólicas precisa


ser suspenso 3 dias antes da coleta.

Jejum

De acordo com o Consenso Brasileiro para a Normatização da Determinação


Laboratorial do Perfil Lipídico, o jejum para a realização do lipidograma não é
obrigatório. A necessidade, ou não, depende do tipo de análise solicitada. Para pedidos
com glicemia, por exemplo, recomenda-se o jejum máximo de 14 horas.

Contraindicações

O lipidograma é contraindicado para grávidas. O exame só é liberado 3 meses após o


parto.

Recomenda-se que quem esteja se recuperando de infecções bacterianas ou de


patologias debilitantes espere, ao menos, 2 meses para realizá-lo. Pessoas que passaram
por traumas e cirurgias também devem aguardar, conforme orientação dos respectivos
médicos.

Assim, o lipidograma completo é um exame que, quando solicitado, deve ser


impreterivelmente realizado — inclusive, quando não há nenhum sintoma aparente.
Afinal, conhecer as taxas de colesterol total e triglicérides permite prevenir doenças
cardiovasculares silenciosas, bem como uma série de complicações associadas.

3- Esclarecer os riscos da alteração do IMC e da circunferência abdominal e


relacionar com as recomendações do paciente:

Riscos da Alteração do IMC e da Circunferência Abdominal:

1. IMC (Índice de Massa Corporal):

O IMC é uma métrica que avalia a relação entre o peso e a altura de uma pessoa. Apesar
de ser um indicador amplamente usado, ele não diferencia entre massa magra e gordura.
Um IMC elevado pode sugerir excesso de peso, o que está associado a uma série de
problemas de saúde. O tecido adiposo, especialmente quando acumulado em excesso,
libera substâncias inflamatórias que podem contribuir para o desenvolvimento de
diabetes tipo 2. Além disso, o excesso de gordura corporal, particularmente a visceral,
pode levar a uma maior resistência à insulina, aumentando o risco de problemas
cardiovasculares.

2. Circunferência Abdominal:
A gordura visceral, que se acumula ao redor dos órgãos internos na cavidade abdominal,
apresenta riscos únicos. Ela está associada ao desenvolvimento de resistência à insulina,
inflamação crônica e desequilíbrios hormonais. A resistência à insulina dificulta a
regulação dos níveis de açúcar no sangue e pode levar ao diabetes tipo 2. Além disso, a
inflamação crônica desempenha um papel central no desenvolvimento de doenças
cardiovasculares, como aterosclerose, que é o acúmulo de placas de gordura nas
artérias.

Relação com as Recomendações:

1. Redução do Consumo de Carboidratos:

A redução de carboidratos, especialmente os refinados, pode ajudar a controlar os níveis


de glicose no sangue. Carboidratos refinados são digeridos rapidamente, causando picos
de glicose seguidos por quedas acentuadas, o que pode levar ao aumento da fome e ao
armazenamento de gordura. A dieta com menor quantidade de carboidratos pode
melhorar a sensibilidade à insulina, reduzir a glicose no sangue e promover uma perda
de peso sustentável.

2. Prática Regular de Atividade Física:

A atividade física regular não apenas ajuda a queimar calorias, mas também melhora a
sensibilidade à insulina. Os músculos em movimento consomem glicose para energia,
ajudando a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle. Além disso, a atividade
física fortalece o sistema cardiovascular, reduz o risco de doenças cardíacas e contribui
para a perda de peso, diminuindo a gordura corporal.

3. Aumento do Consumo de Gorduras Insaturadas:

Gorduras insaturadas, como ácidos graxos ômega-3 encontrados em peixes e ácido


oleico presente no azeite de oliva, têm propriedades anti-inflamatórias e benéficas para
o coração. Elas ajudam a reduzir os níveis de colesterol LDL e podem melhorar a saúde
das artérias. Substituir as gorduras saturadas por essas opções insaturadas pode
contribuir para a saúde cardiovascular.

Lembre-se de que essas são diretrizes gerais e devem ser adaptadas às necessidades
individuais. É essencial consultar profissionais de saúde para criar um plano
personalizado que leve em consideração fatores como histórico médico, condições pré-
existentes e objetivos específicos de saúde.

Gordura insaturada:

Gordura insaturada é um tipo de gordura presente em alimentos que é considerado mais


saudável em comparação com as gorduras saturadas e trans. Ela é chamada de
"insaturada" porque as suas moléculas de gordura têm ligações duplas em sua estrutura,
o que causa uma curvatura na molécula e a mantém líquida à temperatura ambiente.
Existem dois principais tipos de gorduras insaturadas: monoinsaturadas e poli-
insaturadas.
1. Gorduras Monoinsaturadas: São encontradas em alimentos como azeite de oliva,
abacate, nozes e amêndoas. Elas são conhecidas por serem benéficas para a saúde do
coração, pois podem ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL (o "mau" colesterol)
no sangue.

2. Gorduras Poli-insaturadas: Estão presentes em alimentos como peixes gordurosos


(salmão, sardinha), sementes de linhaça, nozes e óleos vegetais, como óleo de canola e
óleo de soja. As gorduras poli-insaturadas são ricas em ácidos graxos ômega-3 e ômega-
6, que desempenham papéis importantes na saúde do coração, no funcionamento
cerebral e na resposta inflamatória do corpo.

As gorduras insaturadas são consideradas melhores opções em comparação com as


gorduras saturadas e trans, pois podem ajudar a melhorar os níveis de lipídios no
sangue, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. No entanto, é importante
consumi-las com moderação, uma vez que elas ainda têm um valor calórico e podem
contribuir para o ganho de peso se consumidas em excesso.

Gordura saturada:

Gordura saturada é um tipo de gordura presente em alimentos que tem uma estrutura
molecular na qual todas as ligações de hidrogênio entre os átomos de carbono estão
"saturadas", ou seja, não possuem ligações duplas. Essa característica faz com que as
moléculas de gordura saturada se empilhem facilmente umas sobre as outras, tornando-
as geralmente sólidas à temperatura ambiente.

Alimentos ricos em gordura saturada incluem carnes gordas, laticínios integrais,


manteiga, banha de porco, óleo de coco e alguns produtos processados. O consumo
excessivo de gordura saturada tem sido associado ao aumento dos níveis de colesterol
LDL (lipoproteína de baixa densidade), que é frequentemente referido como "colesterol
ruim". Níveis elevados de colesterol LDL estão relacionados a um maior risco de
doenças cardiovasculares, como aterosclerose, hipertensão e doenças cardíacas.

Por essa razão, as diretrizes de saúde frequentemente recomendam limitar a ingestão de


gordura saturada e optar por fontes mais saudáveis de gordura, como as gorduras
insaturadas, que podem ser benéficas para a saúde do coração.

4- Compreender dislipidemias (tipos, causas, tratamento):

Dislipidemias: O que São?


As dislipidemias são desordens metabólicas caracterizadas por níveis anormais de
lipídios no sangue, como colesterol e triglicerídeos. São um fator de risco importante
para doenças cardiovasculares, como aterosclerose e ataques cardíacos.

Tipos de Dislipidemias:

1. Hipercolesterolemia Familiar: Uma condição genética que resulta em níveis


excessivos de colesterol LDL, levando a depósitos nas artérias.
2. Hipertrigliceridemia: Caracterizada por altos níveis de triglicerídeos no
sangue, frequentemente associada a fatores genéticos ou estilo de vida pouco saudável.

3. Dislipidemia Mista: Envolve um desequilíbrio de lipídios, com elevação tanto


do LDL quanto dos triglicerídeos.

4. Hipoalfalipoproteinemia Familiar: Uma condição genética que leva a níveis


baixos de HDL, prejudicando a remoção de colesterol das artérias.

Causas:

• Genética: Fatores hereditários podem predispor indivíduos a certas


dislipidemias, como a hipercolesterolemia familiar.

• Dieta: Consumo excessivo de gorduras saturadas, gorduras trans e açúcares


refinados pode elevar o LDL e os triglicerídeos.

• Obesidade: Está frequentemente ligada a distúrbios lipídicos devido à


influência sobre a insulina e o metabolismo lipídico.

• Sedentarismo: Falta de exercício pode contribuir para níveis desequilibrados de


lipídios.

• Diabetes: Resistência à insulina em diabetes tipo 2 está associada a elevações


nos triglicerídeos e redução do HDL.

Tratamento:

• Mudanças na Dieta: Adotar uma dieta saudável rica em fibras, frutas, vegetais e
gorduras insaturadas, enquanto limita gorduras saturadas e trans.

• Exercício Físico: Atividade física regular ajuda a melhorar o perfil lipídico,


aumentando o HDL e controlando o peso.

• Medicamentos: Estatinas são frequentemente prescritas para reduzir o LDL.


Fibratos, niacina e inibidores PCSK9 também podem ser usados.

• Monitoramento Regular: Testes de sangue periódicos avaliam os níveis de


lipídios e a eficácia do tratamento.

• Abordagem Individualizada: O tratamento é personalizado, levando em conta


fatores como idade, história médica e risco cardiovascular global.

Importância da Prevenção e Tratamento:

O tratamento eficaz das dislipidemias é crucial para reduzir o risco de doenças


cardiovasculares. Uma abordagem multidisciplinar, incluindo mudanças no estilo de
vida e, quando necessário, medicação, pode ajudar a normalizar os níveis de lipídios e
melhorar a saúde cardiovascular a longo prazo. Consultar um médico é essencial para
determinar a melhor estratégia de tratamento para cada indivíduo.
Dislipidemia é elevação de colesterol e triglicerídeos no plasma ou a diminuição
dos níveis de HDL (high-density lipoprotein) que contribuem para
a aterosclerose. As causas podem ser primárias (genéticas) ou secundárias. O
diagnóstico é realizado pela medida das concentrações totais de colesterol,
triglicerídios e lipoproteínas individuais. O tratamento envolve alterações
alimentares, atividade física e fármacos hipolipemiantes.

Não há um ponto de corte natural entre as concentrações de lipídios normais e


anormais, pois as medidas de lipídios são contínuas. Provavelmente, existe uma
relação linear entre as concentrações de lipídios e o risco cardiovascular, de forma que
vários indivíduos com concentrações “normais” de colesterol se beneficiam ao atingir
concentrações ainda mais baixas. Por conseguinte, não há definições numéricas de
dislipidemia; o termo se aplica a concentrações de lipídios para as quais o tratamento
se mostrou benéfico. O benefício com maior comprovação é a redução de níveis
elevados do colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL). Na população geral,
as evidências dos benefícios da diminuição das altas concentrações de triglicerídeos e
do aumento da concentração do HDL são menos robustas.

As concentrações de HDL nem sempre predizem o risco cardiovascular. Por exemplo,


concentrações elevadas de HDL causadas por algumas doenças genéticas podem não
propiciar proteção de doenças cardiovasculares, e baixas concentrações de HDL
decorrentes de alguns distúrbios genéticos podem não aumentar o risco de doenças
cardiovasculares. Apesar de as concentrações de HDL predizerem o risco
cardiovascular na população geral, o aumento do risco pode ser ocasionado por outros
fatores, como anormalidades lipídicas e metabólicas associadas, como
hipertrigliceridemia, em vez do próprio nível de HDL.

Classificação da dislipidemia

As dislipidemias eram tradicionalmente classificadas por padrões de elevação de


lipídios e lipoproteínas. Um sistema mais prático categoriza as dislipidemias como
primárias ou secundárias e classifica-as por
 Aumentos apenas do colesterol (hipercolesterolemia pura ou isolada)

 Aumentos apenas dos TGs (hipertrigliceridemia pura ou isolada),

 Aumentos de colesterol e triglicerídeos (dislipidemias mistas ou


combinadas)

Esse sistema não leva em consideração anormalidades específicas das lipoproteínas (p.
ex., baixo HDL ou alto LDL) que podem contribuir para doenças, apesar das
concentrações normais de colesterol e triglicerídios.

Etiologia da dislipidemia

As dislipidemias podem ser

 Primária: genética
 Secundária: causada pelo estilo de vida e outros fatores

Tanto as causas primárias como as secundárias contribuem em graus variados para as


dislipidemias. Por exemplo, na hiperlipidemia familiar combinada, a expressão só
pode ocorrer na presença de causas secundárias significativas.

Causas primárias

As causas primárias são mutações genéticas únicas ou múltiplas que promovem a


produção excessiva ou a deficiência na depuração dos triglicerídeos e do LDL, ou
baixa produção ou depuração excessiva do HDL. Os nomes das várias doenças
primárias refletem a nomenclatura antiga na qual as lipoproteínas eram detectadas e
diferenciadas de acordo com sua separação em bandas alfa (HDL) e beta (LDL) nos
géis eletroforéticos.
Causas secundárias
As causas secundárias são responsáveis para muitos casos de dislipidemias em
adultos.

A causa secundária mais importante da dislipidemia nos países desenvolvidos é


 Estilo de vida sedentário com ingestão excessiva de calorias totais,
gordura saturada, colesterol e gordura trans

Os ácidos graxos trans são ácidos graxos mono ou poli-insaturados aos quais foram
acrescentados átomos de hidrogênio; são utilizados em alguns alimentos processados e
são tão aterogênicos quanto as gorduras saturadas.

Outras causas secundárias comuns de dislipidemia são

 Diabetes mellitus
 Nefropatia crônica
 Abuso de álcool
 Hipotireoidismo
 Cirrose biliar primária e outras doenças hepáticas colestáticas
 Fármacos, como tiazidas, betabloqueadores, retinoides, antirretrovirais,
ciclosporina, tacrolimus, estrogênio e progesterona e glucocorticoides

As causas secundárias dos baixos níveis de colesterol HDL incluem tabagismo,


esteroides anabolizantes, infecção por HIV e síndrome nefrótica.
O diabetes é uma causa secundária especialmente significativa porque os pacientes
tendem a ter combinação aterogênica de triglicerídios elevados, concentração elevada
de LDL pequenas e densas e HDL baixo (dislipidemia diabética, hiperapo B
hipertrigliceridêmica). Pacientes com diabetes tipo 2 são especialmente suscetíveis. A
associação pode ser uma consequência da obesidade e/ou do mau controle do diabetes,
que pode aumentar os ácidos graxos livres circulantes, provocando aumento da
produção hepática de VLDL. As VLDL enriquecidas com triglicerídios transferem
então triglicerídios e colesterol para LDL e HDL, promovendo a formação de LDL
pequenas e densas ricas em triglicerídios e a depuração das HDL ricas em
triglicerídios. A dislipidemia diabética é, muitas vezes, exacerbada pelo aumento da
ingestão calórica e pela inatividade física que caracteriza o estilo de vida de alguns
pacientes com diabetes tipo 2. Mulheres diabéticas podem estar em risco especial de
doenças cardíacas como resultado dessa forma de dislipidemia.
Sinais e sintomas da dislipidemia

A dislipidemia, por si só, não causa sintomas, mas pode provocar doença vascular
sintomática, incluindo doença coronariana, acidente vascular cerebral e doença arterial
periférica.
Níveis elevados de triglicerídeos [> 500 mg/dL (> 5,65 mmol/L)] podem
causar pancreatite aguda. Níveis muito altos de triglicerídeos também podem causar
hepatoesplenomegalia, parestesia, dispneia e confusão.
Altas concentrações de LDL podem causar arco corneano, xantelasmas tendinosos e
xantomas tendinosos encontrados nos tendões do calcâneo, nos cotovelos e joelhos e
sobre as articulações metacarpofalangeanas. Outro achado clínico que ocorre em
pacientes com LDL alto (p. ex., na hipercolesterolemia familiar) é o xantelasma
(placas amarelas ricas em lipídios nas pálpebras mediais). Os pacientes com cirrose
biliar primária e níveis lipídicos normais podem ter xantelasma.
Pacientes com a forma homozigótica de hipercolesterolemia familiar podem ter arco
corneal, xantomas tendinosos e xantelasma, além de xantomas planares ou tuberosos.
Xantomas planares são manchas amareladas chatas ou ligeiramente elevadas.
Xantomas tuberosos são nódulos firmes e indolores normalmente localizados ao longo
das superfícies extensoras das articulações.

Pacientes com grandes elevações de triglicerídios podem apresentar xantomas


eruptivos no dorso, no tronco, nos cotovelos, na região glútea, nos joelhos, nas mãos e
nos pés.

Pacientes com a rara disbetalipoproteinemia podem apresentar xantomas palmares e


tuberosos.

A hipertrigliceridemia grave (> 2000 mg/dL [> 22,6 mmol/L]) pode causar aspecto
cremoso nas artérias e veias retinianas (lipemia retiniana). Concentrações
extremamente elevadas de lipídios também podem provocar aspecto lácteo (leitoso)
do plasma sanguíneo. Os sintomas podem incluir parestesias, dispneia e confusão .

5- Discutir a importância da prevenção da aterosclerose:

Aterosclerose: Um Processo Progressivo:

A aterosclerose é um processo complexo que envolve o acúmulo gradual de placas nas


paredes das artérias. Essas placas são compostas por colesterol, gorduras, cálcio e outros
materiais. Conforme as placas aumentam em tamanho, elas podem restringir o fluxo
sanguíneo e causar inflamação nas artérias. Isso pode levar a complicações graves,
como ataques cardíacos, derrames e doença arterial periférica.

Importância da Prevenção:

A prevenção da aterosclerose é de extrema importância, pois as complicações


decorrentes dessa condição podem ter um impacto significativo na qualidade de vida e
na saúde geral:
1. Doenças Cardiovasculares: A aterosclerose é uma das principais causas de
doenças cardiovasculares, incluindo doença coronariana, angina, ataques cardíacos e
derrames. Essas condições podem resultar em danos permanentes ao coração e ao
cérebro.

2. Morte Prematura: A aterosclerose não tratada ou mal controlada pode levar à


morte prematura devido a complicações cardiovasculares graves.

3. Comprometimento Funcional: À medida que as artérias se tornam obstruídas,


o fluxo sanguíneo para órgãos vitais pode ser comprometido, afetando sua função. Isso
pode levar a problemas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e perda de
visão.
4. Necessidade de Intervenções Médicas:

• Angioplastia e Stents: Em casos avançados, é necessário realizar angioplastia


para desobstruir as artérias, muitas vezes seguida da colocação de stents para manter a
abertura.

• Cirurgias de Revascularização: Em casos graves, cirurgias de ponte de safena


ou mamária podem ser necessárias para restaurar o fluxo sanguíneo adequado.

• Risco de Complicações: Essas intervenções médicas podem ser invasivas e têm


riscos associados.

Estratégias de Prevenção:

1. Estilo de Vida Saudável: Uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos
integrais e gorduras saudáveis, juntamente com a prática regular de atividade física, é
essencial para prevenir a aterosclerose.

2. Controle dos Níveis Lipídicos: Manter o colesterol LDL (“ruim”) sob controle
e aumentar os níveis de colesterol HDL (“bom”) é importante. Isso pode ser alcançado
com dieta, exercícios e, quando necessário, medicação.

3. Monitoramento da Pressão Arterial: Controlar a pressão arterial ajuda a


manter a integridade das paredes arteriais e a reduzir o risco de aterosclerose.

4. Gestão do Estresse: O estresse crônico pode contribuir para o


desenvolvimento da aterosclerose, portanto, técnicas de gerenciamento do estresse,
como meditação e ioga, podem ser benéficas.

5. Abandono do Tabagismo: Fumar danifica as artérias e acelera o processo de


aterosclerose.

Conclusão:
Prevenir a aterosclerose é essencial para proteger a saúde cardiovascular e evitar
complicações graves que podem afetar a qualidade de vida e a expectativa de vida. A
adoção de um estilo de vida saudável, o controle dos fatores de risco e a busca por
cuidados médicos regulares desempenham um papel fundamental na prevenção e no
manejo eficaz dessa condição.

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