Código Tributário de Capela do Alto
Código Tributário de Capela do Alto
LIVRO I
SISTEMA TRIBUTÁRIO MUNICIPAL
Título I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - Esta lei dispõe sobre o Código Tributário do Município de Capela do Alto, tratando
sobre fatos geradores, contribuintes, responsáveis, base de cálculo, alíquotas, lançamento e
arrecadação de cada tributo, disciplinando a aplicação de penalidades, a concessão de isenções e
a administração tributária.
I. Impostos:
a. Sobre a propriedade predial e territorial urbana;
b. Sobre a transmissão de propriedade imobiliária “INTER VIVOS”;
c. Sobre serviços de qualquer natureza.
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Art. 4º - Para serviços cuja natureza não comporte a cobrança de taxas, serão estabelecidos,
pelo Executivo, preços públicos, não submetidos à disciplina jurídica dos tributos.
Título II
NORMAS GERAIS
Capítulo I
LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
§ 2º - Não constitui majoração de tributo, para os fins do disposto no inciso II, deste artigo, a
atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo.
Art. 7º - O conteúdo e o alcance dos decretos restringem-se aos das leis em função das quais
sejam expedidos, determinados com observância das regras de interpretação estabelecidas nesta
lei.
Art. 9º Entram em vigor no exercício seguinte, àquele em que ocorra sua publicação, os
dispositivos de lei:
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§ 2º O prazo de 90 (noventa) dias a que se refere o parágrafo anterior não se aplica à fixação
da base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.
Capítulo II
OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
Seção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Seção II
FATO GERADOR
Art. 12 - Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e
suficiente à sua ocorrência.
Art. 13 - Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que, na forma da legislação
aplicável, imponha a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal.
Art. 14 - Salvo disposição de lei em contrário, considera-se ocorrido o fato gerador e existente
os seus efeitos:
I. tratando-se de situação de fato, desde o momento em que se verifiquem as
circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe
são próprios;
II. tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que esteja definitivamente
constituída, nos termos do direito aplicável.
Parágrafo Único. A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios
jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a
natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária.
Art. 15 - Para os efeitos do inciso II, do artigo anterior, e salvo disposições de lei em contrário,
os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados:
I. sendo suspensiva a condição, desde o momento de seu implemento;
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Seção III
SUJEITO ATIVO
Seção IV
SUJEITO PASSIVO
Subseção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Subseção II
SOLIDARIEDADE
Subseção III
CAPACIDADE TRIBUTÁRIA
Subseção IV
DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO
§ 1º - Quando não couber a aplicação das regras fixadas em qualquer dos incisos deste
artigo, considerar-se-á como domicílio tributário de contribuinte ou responsável o lugar da situação
dos bens ou de ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação.
§ 2º - A autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito, quando impossibilite ou
dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo, aplicando-se então a regra do parágrafo anterior.
Seção V
RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA
Subseção I
DISPOSIÇÃO GERAL
Art. 25 - Sem prejuízo do disposto neste capítulo, a lei pode atribuir, de modo expresso, a
responsabilidade pelo crédito tributário à terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva
obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo a esse em caráter supletivo
do cumprimento total ou parcial da referida obrigação.
Subseção II
RESPONSABILIDADE DOS SUCESSORES
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Art. 29 - A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer
título, fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a
respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual, responde
pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos até à data do ato:
I. integralmente, se o alienante cessar a exploração do comércio, indústria ou atividade;
II. subsidiariamente com o alienante, se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro
de seis meses a contar da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de
comércio, indústria ou profissão.
§ 1o O disposto no caput deste artigo não se aplica na hipótese de alienação judicial:
I. em processo de falência;
II. de filial ou unidade produtiva isolada, em processo de recuperação judicial.
§ 2o Não se aplica o disposto no § 1o deste artigo quando o adquirente for:
I. sócio da sociedade falida ou em recuperação judicial, ou sociedade controlada pelo
devedor falido ou em recuperação judicial;
II. parente, em linha reta ou colateral até o 4o (quarto) grau, consanguíneo ou afim, do
devedor falido ou em recuperação judicial ou de qualquer de seus sócios; ou
III. identificado como agente do falido ou do devedor em recuperação judicial com o
objetivo de fraudar a sucessão tributária.
§ 3o Em processo da falência, o produto da alienação judicial de empresa, filial ou unidade
produtiva isolada permanecerá em conta de depósito à disposição do juízo de falência pelo prazo
de 1 (um) ano, contado da data de alienação, somente podendo ser utilizado para o pagamento de
créditos extra concursais ou de créditos que preferem ao tributário.
Subseção III
RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS
II. os tutores e curadores, pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados;
III. os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por esses;
IV. o inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio;
V. o síndico e o comissário, pelos tributos devidos pela massa falida ou pela
concordatária;
VI. os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, pelos tributos devidos sobre
os atos praticados por eles, ou perante eles, em razão do seu ofício;
VII. os sócios, no caso de liquidação de sociedade de pessoas.
Parágrafo Único - O disposto neste artigo só se aplica, em matéria de penalidades, às de
caráter moratório.
Subseção IV
RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÕES
Capítulo III
CRÉDITO TRIBUTÁRIO
Seção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
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Art. 35 - O crédito tributário decorre da obrigação principal e tem a mesma natureza dessa.
Art. 36 - As circunstâncias que modificam o crédito tributário, sua extensão ou seus efeitos,
ou as garantias ou privilégios a ele atribuídos ou que excluem sua exigibilidade não afetam a
obrigação tributária que lhe deu origem.
Seção II
CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
Subseção Única
LANÇAMENTO
Seção III
SUSPENSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
Subseção I
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DISPOSIÇÕES GERAIS
Subseção II
MORATÓRIA
Art. 45 - A lei que conceda moratória em caráter geral ou autorize sua concessão em caráter
individual especificará, sem prejuízo de outros requisitos:
I. o prazo de duração do favor;
II. as condições da concessão do favor em caráter individual;
III. sendo o caso:
a. os tributos a que se aplica;
b. o número de prestações e seus vencimentos, dentro do prazo a que se refere
o inciso I, podendo atribuir a fixação de uns e de outros à autoridade
administrativa, para cada caso de concessão em caráter individual.
c. as garantias que devem ser fornecidas pelo beneficiado no caso de concessão
de caráter individual.
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Subseção I
MODALIDADES DE EXTINÇÃO
Parágrafo Único - A lei disporá quanto aos efeitos da extinção total ou parcial do crédito sobre
a ulterior verificação da irregularidade da sua constituição, observado o disposto nos artigos 39 e
42.
Subseção II
PAGAMENTO
Art. 51 - A imposição de penalidade não elide o pagamento integral do crédito tributário, nem
desonera o cumprimento da obrigação acessória.
Art. 54 - As multas incidentes sobre os créditos tributários vencidos e não pagos serão
calculadas em função dos tributos corrigidos monetariamente.
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Parágrafo Único - As multas devidas, não proporcionais ao valor do tributo, serão também
corrigidas monetariamente.
Subseção III
PAGAMENTO INDEVIDO
Art. 55 - O sujeito passivo tem direito, independente de prévio protesto, à restituição total ou
parcial do tributo, seja qual for a modalidade do seu pagamento, nos seguintes casos:
I. cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido
em face da legislação tributária aplicável, ou da natureza ou circunstâncias
materiais do fato gerador efetivamente ocorrido;
II. erro na identificação do sujeito passivo, na determinação da alíquota aplicável, no
cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer
documento;
III. reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória.
I. nas hipóteses dos incisos I e II, do artigo 55, da data da extinção do crédito tributário;
II. na hipótese do inciso III, do artigo 55, da data em que se tornar definitiva a decisão
administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha formado, anulado,
revogado ou rescindido a decisão condenatória.
Art. 59 - Prescreve em 2 (dois) anos a ação anulatória da decisão administrativa que denegar
a restituição.
Subseção IV
DEMAIS MODALIDADES DE EXTINÇÃO
Art. 60 - A importância do crédito tributário pode ser consignada judicialmente pelo sujeito
passivo, nos casos:
I. de recusa de recebimento, ou subordinação desse ao pagamento de outro tributo
ou de penalidade, ou ao cumprimento de obrigação acessória;
II. de subordinação do recebimento ao cumprimento de exigências administrativas
sem fundamento legal;
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III. de exigência, por mais de uma pessoa jurídica de direito público, de tributo
idêntico sobre um mesmo fato gerador.
§ 1º - A consignação só pode versar sobre o crédito que o consignante propõe-se a pagar;
§ 2º - Julgada procedente a consignação, o pagamento reputa-se efetuado e a importância
consignada em renda; julgada improcedente a consignação no todo ou parte, cobra-se o crédito
acrescido de juros de mora, sem prejuízo das penalidades cabíveis.
Art. 61 – A lei pode, nas condições e sob as garantias que estipular, ou cuja estipulação em
cada caso atribuir à autoridade administrativa, autorizar a compensação de créditos tributários com
créditos líquidos e certos, vencidos ou vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda Pública
Municipal.
1º - Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo, a lei determinará, para os efeitos deste
artigo, a apuração do seu montante, não podendo, porém, cominar redução maior que a
correspondente ao juro de 1 % (um por cento) ao mês pelo tempo a decorrer entre a data da
compensação e do vencimento.
§ 2º - É vedada a compensação mediante o aproveitamento de tributo, objeto de contestação
judicial pelo sujeito passivo, antes do trânsito em julgado da respectiva decisão judicial.
Art. 62 - A lei pode facultar, nas condições que estabeleça, aos sujeitos ativo e passivo da
obrigação tributária, celebrar transação que, mediante concessões mútuas, importe em terminação
de litígio e consequente extinção do crédito tributário.
Parágrafo Único - A lei indicará a autoridade competente para autorizar a transação em cada
caso.
Art. 64 - O direito da Fazenda Pública constituir o crédito tributário extinguir após 5 (cinco)
anos, contados:
I. do primeiro dia do exercício seguinte aquele em que o lançamento poderia ter sido
efetuado.
II. da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado, por vício formal
o lançamento efetuado.
Parágrafo Único - O direito a que se refere este artigo extingue-se definitivamente com o
decurso do prazo nele previsto, contado a data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito
tributário pela notificação, ao sujeito passivo, de qualquer medida preparatória indispensável ao
lançamento.
Art. 65 - A ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em 5 (cinco) anos, contados
da data da sua constituição definitiva.
§ 1º - A prescrição interrompe-se:
I. pelo despacho do juiz que ordenar a citação em execução fiscal;
II. pelo protesto judicial;
III. por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor;
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IV. por qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe em
reconhecimento do débito.
§ 2º - Não correrá o prazo de prescrição, enquanto não localizado o devedor ou encontrados
bens sobre os quais possa recair a penhora.
Seção V
EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
Subseção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Subseção II
ISENÇÃO
Art. 67 - A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que
especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e,
sendo caso, o prazo de sua duração.
Parágrafo Único - A isenção pode ser restrita a determinada região do território do Município
de Capela do Alto, em função de condições a ela peculiares.
Art. 69 - A isenção, salvo se concedida por prazo certo e em função de terminadas condições,
pode ser revogada ou modificada por lei a qualquer tempo, observado o disposto no inciso III, do
artigo 9º.
Art. 70 - A isenção, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por
despacho da autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova do
preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei ou contrato para sua
concessão.
Parágrafo Único - O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido, aplicando-se
quando cabível, o disposto no artigo 47.
Subseção III
ANISTIA
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Art. 73 - A anistia, quando não concedida em caráter geral, é efetivada, em cada caso, por
despacho da autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova de
preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos previstos em lei para sua concessão.
Parágrafo Único - O despacho referido neste artigo não gera direito adquirido, aplicando-se,
quando cabível, o disposto no artigo 47.
Capítulo IV
IMUNIDADES
Art. 76 - O disposto no inciso III, do artigo 74, subordina-se à observância dos seguintes
requisitos pelas entidades nele referidas:
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Capítulo V
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA
Seção I
FISCALIZAÇÃO
Art. 80 - Para os efeitos da legislação tributária, não têm aplicação quaisquer disposições
legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos,
papéis e efeitos comerciais ou fiscais, dos comerciantes industriais ou produtores, ou da obrigação
desses de exibi-los.
Parágrafo Único - Os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal e os comprovantes
dos lançamentos neles efetuados serão conservados até que ocorra a prescrição dos créditos
tributários decorrentes das operações a que se refiram.
Parágrafo Único - A obrigação prevista neste artigo não abrange a prestação de informações
quanto a fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão
de cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão.
Art. 83 - A Fazenda Pública Municipal poderá prestar e receber assistência das Fazendas
Públicas da União, dos Estados, do Distrito Federal e de outros Municípios para a fiscalização dos
tributos respectivos e permuta de informações, na forma estabelecida, em caráter geral ou
específico, por lei ou convênio.
Art. 84 - A autoridade administrativa municipal poderá requisitar o auxílio das forças policiais
quando vítima de embaraço ou desacato no exercício de suas funções, ou quando necessário à
efetivação de medida prevista na legislação tributária, ainda que não se configure fato definido em
lei como crime ou contravenção.
Seção II
DÍVIDA ATIVA
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Art. 90 - Aplicam-se essas disposições à dívida ativa não tributária, na forma da legislação
competente.
Seção III
CERTIDÃO NEGATIVA
Art. 91 - A prova de quitação do crédito tributário será feita, exclusivamente, por certidão
negativa regularmente expedida pelo órgão administrativo competente, à vista de requerimento do
interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa,
domicilio fiscal e ramo de negócio ou atividade, e indique o período a que se refere o pedido
§ 1º - A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e
será fornecida dentro de até 10 (dez) dias úteis da data da entrada do requerimento na repartição.
§ 2º - Não será necessário requerimento para certidões negativas expedidas por meio do site
eletrônico da Prefeitura Municipal de Capela do Alto, desde que a emissão seja realizada direta e
exclusivamente pelo (s) interessado(s).
Art. 93 - Terá os mesmos efeitos de certidão negativa aquela que consigne a existência de
créditos tributários não vencidos, em curso de cobrança executiva, em que tenha sido efetivada a
penhora ou cuja exigibilidade esteja suspensa.
Art. 94 - A certidão negativa expedida com dolo ou fraude, que contenha erro contra a
Fazenda Pública Municipal, responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir, pelo crédito
tributário e juros de mora acrescidos.
Parágrafo Único - O disposto neste artigo não exclui a responsabilidade criminal e funcional
que no caso couber.
Capitulo VI
PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO
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Seção I
DISPOSIÇOES GERAIS
Art. 96 - Os prazos serão contínuos, excluindo-se na sua contagem o dia do início e incluindo-
se o do vencimento.
Parágrafo Único - Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal, no órgão
em que tramite o processo ou deva ser praticado o ato.
Subseção Única
CIÊNCIA DOS ATOS E DECISÕES
§ 1º - Quando o edital for de forma resumida deverá conter todos os dados necessários à
plena ciência do intimado.
§ 2º - Quando, em um mesmo processo, for interessado mais de um sujeito passivo, em
relação a cada um deles serão atendidos os requisitos fixados nesta seção para as intimações.
§ 3º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar, mediante Decreto, o Domicílio Tributário
Eletrônico dos Contribuintes e Responsáveis Tributários do Município de Capela do Alto, em
ambiente eletrônico e virtual a ser disponibilizado na rede mundial de computadores, para fins de
comunicação, intimação e notificação dos atos e procedimentos da Administração Tributária
Municipal às pessoas físicas e jurídicas sujeitas a obrigações tributárias instituídas no Município.
§ 4º - O Decreto a que se refere o § 3º deste artigo deverá dispor sobre:
I. as pessoas físicas e jurídicas obrigadas ao credenciamento e a utilização do Domicílio
Tributário Eletrônico;
II. a forma de credenciamento no referido ambiente virtual, o modo de acesso e os
requisitos de sigilo e segurança relativos às suas diversas funcionalidades, bem como
todas as obrigações acessórias concernentes à sua utilização;
III. a forma pela qual deverá se operar a comunicação eletrônica entre a Fazenda Pública
Municipal e os contribuintes e responsáveis tributários;
IV. a forma pela qual se dará a comunicação aos contribuintes e responsáveis tributários,
individual ou globalmente, o lançamento de tributos e suas ulteriores modificações,
bem como, a intimação da lavratura do auto de infração, ao infrator.
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Art. 100 - Os despachos interlocutórios que não afetem a defesa do sujeito passivo
independem de intimação.
Art. 101 - A notificação de lançamento será expedida pelo órgão que administra o tributo e
conterá, obrigatoriamente:
I. a qualificação do notificado e as características do imóvel, quando for o caso;
II. o valor do crédito tributário, sua natureza e o prazo para recolhimento e impugnação;
III. a disposição legal infringida se for o caso, e o valor da penalidade;
IV. a assinatura do chefe do órgão expedidor, ou do servidor autorizado, e a indicação
do seu cargo ou função.
Parágrafo Único - Prescinde de assinatura a notificação de lançamento emitida por processo
mecanográfico ou eletrônico.
Art. 102 - A notificação do lançamento será feita na forma do disposto nos artigos 98 e 99.
Seção II
PROCEDIMENTO
Art. 105 - O processo será organizado em forma de auto forense e em ordem cronológica e
terá suas folhas e documentos rubricados e numerados.
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Parágrafo único: Para efeitos de economia, será permitida a utilização de anverso e verso de
uma mesma folha inserida nos autos do processo administrativo.
Subseção I
TERMO DE FISCALIZAÇÃO
Art. 106 - A autoridade que presidir ou proceder a exames e diligências lavrará, sob sua
assinatura, termo circunstanciado do que apurar, consignando a data de início e final, o período
fiscalizado, os livros e documentos examinados e o que mais possa interessar.
§ 1º - Ao fiscalizado ou infrator dar-se-á cópia do termo autenticado pela autoridade, contra
recibo no original.
§ 2º - A assinatura do fiscalizado não constitui formalidade essencial à validade do termo de
fiscalização, não implica confissão, nem a sua falta ou recusa agravará a pena.
§ 3º - Iniciada a fiscalização, o agente fazendário terá o prazo máximo de 180 (cento e oitenta)
dias para concluí-la, salvo quando houver justo motivo de prorrogação, autorizado pela autoridade
superior.
Subseção II
APREENSÃO DE BENS, LIVROS E DOCUMENTOS
Art. 107 - Poderão ser apreendidos os bens móveis, inclusive mercadorias, livros ou
documentos em poder do contribuinte, do responsável ou de terceiros, que constituam prova
material de infração estabelecida na legislação tributária.
Art. 108 - Da apreensão lavrar-se-á auto com os elementos do auto de infração, observando-
se, no que couber, o disposto nos artigos 114 e 116.
Parágrafo Único - Do auto da apreensão constarão a descrição dos bens, mercadorias, livros
ou documentos apreendidos, a indicação do lugar onde ficarão depositados e o nome do depositário,
podendo a designação recair no próprio detentor, se for idôneo, a juízo do autuante.
Art. 110 - Se o autuado não provar o preenchimento das exigências legais para liberação dos
bens apreendidos, no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data da apreensão, serão os bens
levados a leilão.
§ 1º - Quando a apreensão recair em bens de fácil deterioração, o leilão poderá realizar-se a
partir do próprio dia da apreensão.
§ 2º - Apurando-se, na venda, importância superior ao tributo, à multa e acréscimos devidos,
será o autuado notificado para receber o excedente.
Subseção III
NOTIFICAÇÃO PRELIMINAR
Art. 111 - Verificando-se omissão não dolosa de pagamento de tributo ou qualquer infração
à legislação tributária, de que possa resultar evasão de receita, será expedida contra o infrator
notificação preliminar para que, no prazo de 20 (vinte) dias, regularize a situação.
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Art. 112 - Não caberá notificação preliminar, devendo o sujeito passivo ser imediatamente
autuado:
I. quando houver provas de tentativas para eximir-se ou furtar-se ao pagamento do
tributo;
II. quando incidir em nova falta de que poderia resultar evasão de receita, antes de
decorrido um ano, contado da última notificação preliminar.
Subseção IV
AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA
Art. 113 - Verificando-se violação da legislação tributária, por ação ou omissão, ainda que
não importe em evasão fiscal, lavrar-se-á o Auto de Infração e Imposição de Multa correspondente,
em duas ou mais vias, sendo a primeira entregue ao infrator.
Art. 114 - O auto será lavrado com precisão e clareza, sem entrelinhas, emendas ou rasuras,
e deverá:
I. mencionar o local, o dia e hora da lavratura;
II. conter o nome do autuado e endereço e, quando existir, o número de inscrição no
cadastro da Prefeitura;
III. referir-se ao nome e endereço das testemunhas, se houver;
IV. descrever o fato que constitui a infração e as circunstâncias pertinentes;
V. indicar o dispositivo legal ou regulamentar violado e o da penalidade aplicável;
VI. fazer referência ao termo de fiscalização em que se consignou a infração, quando for
o caso;
VII. conter intimação ao infrator para pagar os tributos, multas e acréscimos devidos, ou
apresentar defesa e provas nos prazos previstos;
VIII. assinatura do autuante aposta sobre a indicação de seu cargo ou função;
IX. assinatura do próprio autuado ou infrator, ou de representante, mandatário ou
preposto, ou da menção das circunstâncias de que houve impossibilidade ou recusa
de assinatura.
§ 1º - As omissões ou incorreções de auto não acarretarão nulidade quando do processo
constar elementos suficientes para a determinação da infração e do infrator.
§ 2º - A assinatura não constitui formalidade essencial na validade do auto, não implica
confissão, nem a sua falta ou recusa agravará a pena.
§ 3º - Havendo reformulação ou alteração do auto, será devolvido o prazo para pagamento
e defesa do autuado.
Art. 115 - O auto poderá ser lavrado cumulativamente com o auto de apreensão.
Art. 116 - Não sendo possível a intimação na forma do inciso IX, do artigo 114, aplica-se o
disposto no artigo 98.
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Art. 117 - Desde que o autuado não apresente defesa e efetue o pagamento das importâncias
exigidas no auto de infração, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da respectiva intimação,
o valor das multas, exceto a moratória, será reduzido de 50% (cinquenta por cento).
Seção III
CONSULTA
Art. 119 - A consulta será formulada através de petição dirigida ao responsável pela unidade
administrativa, com a apresentação clara e precisa de todos os elementos indispensáveis ao
entendimento da situação de fato e com a indicação dos dispositivos legais aplicados, instruída, se
necessário, com os documentos.
Parágrafo Único - O consulente deverá elucidar se a consulta versa sobre hipótese em
relação à qual ocorreu o fato gerador da obrigação tributária, e, em caso positivo, a sua data.
Art. 120 - Nenhum procedimento fiscal será instaurado contra o contribuinte responsável
relativamente à espécie consultada, a partir da apresentação da consulta, até o 20º (vigésimo) dia
subsequente à data da ciência da resposta.
Art. 121 - O prazo para a resposta à consulta formulada será de até 60 (sessenta) dias.
Art. 123 - Quando a resposta à consulta for no sentido da exigibilidade de obrigação, cujo
fato gerador já tiver ocorrido, a autoridade julgadora, ao intimar o consulente para ciência da decisão,
determinará o cumprimento da mesma, fixando o prazo de 20 (vinte) dias.
Art. 124 - O consulente poderá fazer cessar, no todo ou em parte, a oneração de eventual
crédito tributário, efetuando seu pagamento ou depósito obstativo, cujas importâncias serão
restituídas dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da notificação do interessado.
Art. 125 - Não cabe pedido de reconsideração ou recurso de decisão proferida em processo
de consulta.
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Art. 126 - A solução dada à consulta terá efeito normativo quando adotada em circular
expedida pela autoridade fiscal competente.
Seção IV
PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTARIO
Subseção I
NORMAS GERAIS
Art. 133 - Poderão ser restituídos os documentos apresentados pela parte, mediante recibo,
desde que não prejudiquem a decisão, exigindo-se a sua substituição por cópias autenticadas.
Art. 134 - Quando, no decorrer da ação fiscal, forem apurados novos fatos, envolvendo a
parte ou outras pessoas, ser-lhes-á marcado igual prazo para apresentação de defesa, no mesmo
processo.
Subseção II
IMPUGNAÇÃO
Art. 139 - Juntada a impugnação ao processo, ou formado esse, se não houver, o mesmo
será encaminhado ao autor do auto impugnado, que apresentará réplica às razões da impugnação,
dentro do prazo de 10 (dez) dias.
Art. 140 - Recebido o processo com a réplica, a autoridade julgadora determinará de ofício a
realização das diligências que entender necessárias, fixando o prazo de 15 (quinze) dias para sua
efetivação, e indeferirá as prescindíveis.
Parágrafo Único - Se na diligência forem apurados fatos de que resulte crédito tributário maior
do que o impugnado será reaberto o prazo para nova impugnação, devendo do fato ser dada ciência
ao interessado.
Art. 142 - Recebido o processo pela autoridade julgadora, essa decidirá sobre a procedência
ou improcedência da impugnação, por escrito, com redação clara e precisa, dentro do prazo de 30
(trinta) dias.
§ 1º - A autoridade julgadora não ficará adstrita às alegações da impugnação e da réplica,
devendo decidir de acordo com sua convicção, em face das provas produzidas no processo.
§ 2º - No caso de a autoridade julgadora entender necessário, poderá converter o julgamento
em diligência, determinando as novas provas a serem produzidas e o prazo para sua produção.
Art. 143 - A intimação da decisão será feita na forma dos artigos 98 e 99.
Art. 144 - 0 impugnante poderá fazer cessar, no todo ou em parte, a oneração do crédito
tributário, efetuando o seu pagamento ou o seu depósito obstativo, cujas importâncias, se indevidas,
serão restituídas dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da intimação da decisão.
Parágrafo Único - Sendo devido o crédito tributário, a importância depositada será
automaticamente convertida em renda.
Art. 145 - A autoridade julgadora recorrerá de ofício no próprio despacho, sempre que a
decisão exonerar o contribuinte ou o responsável do pagamento de tributo e multa, cujos valores
originários somados sejam superiores a R$ 5.000,00 (cinco mil reais).
Subseção III
RECURSO
Art. 146 - Da decisão de primeira instância caberá recurso voluntário ao Prefeito, dentro do
prazo de 20 (vinte) dias contados da data de ciência da decisão, pelo autuado ou reclamante; pelo
autuante ou pelo funcionário que houver produzido a defesa, nas reclamações contra lançamento.
Parágrafo Único - É vedado reunir em uma só petição recursos referentes a mais de uma
decisão ainda que versem sobre o mesmo assunto e alcancem o mesmo contribuinte, salvo quando
proferidas em um único processo fiscal.
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Art. 149 - O recorrente poderá fazer cessar, no todo ou parte, a oneração do crédito tributário,
efetuando o seu pagamento ou seu depósito obstativo, cujas importâncias, se indevidas, serão
restituídas dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da intimação da decisão.
Subseção IV
EXECUÇÃO DAS DECISÕES
Art. 153 - Os processos somente poderão ser arquivados com os respectivos despachos.
Parágrafo Único - Os processos encerrados serão mantidos pela Administração, pelo prazo
de 5 (cinco) anos da data do despacho de seu arquivamento, após o que serão inutilizados.
Subseção V
RESPONSABILIDADE DOS AGENTES FISCAIS
Art. 154 - O agente fiscal que, em função do cargo exercido, tendo conhecimento de infração
da legislação tributária, deixar de lavrar e encaminhar o auto competente será
responsável pecuniariamente pelo prejuízo causado à Prefeitura Municipal, desde que a omissão e
a responsabilidade sejam apuradas enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública.
§ 1º - Igualmente será responsável a autoridade ou funcionário que deixar de dar andamento
aos processos administrativos tributários, o fizer fora dos prazos estabelecidos, ou mandar arquivá-
los, antes de findos e sem causa justificada e não fundamentado o despacho na legislação vigente
à época da determinação do arquivamento.
§ 2º - A responsabilidade, no caso deste artigo, é pessoal e independente do cargo ou função
exercidos, sem prejuízo de outras sanções administrativas e penais cabíveis à espécie.
Art. 155 - Nos casos do artigo anterior e seus parágrafos, ao responsável, e, se mais de um
houver, independentemente uns dos outros, será cominada a pena de multa de valor igual à metade
da aplicável ao contribuinte, responsável ou infrator, sem prejuízo da obrigatoriedade do
recolhimento do tributo, se esse já não tiver sido recolhido.
§ 1º - A pena prevista neste artigo será imposta pela autoridade Fazendária, por despacho
no processo administrativo que apurar a responsabilidade do funcionário, a quem serão
assegurados amplos direitos de defesa.
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LIVRO II
TRIBUTOS MUNICIPAIS
Título I
IMPOSTOS
Capítulo I
IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA
Seção I
FATO GERADOR E DO CONTRIBUINTE
Art. 158 - O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana tem como fato gerador a
propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel, edificado ou não, localizado na Zona Urbana
do Município.
Art. 160 - As zonas urbanas, para os efeitos deste imposto, são aquelas fixadas por lei, nas
quais existam pelo menos dois dos seguintes melhoramentos, construídos ou mantidos pelo Poder
Público:
I. meio-fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais
II. abastecimento de água;
III. sistema de esgotos sanitários;
IV. rede de iluminação pública, com ou sem posteamento para distribuição domiciliar;
V. escola primária ou posto de saúde, a uma distância máxima de 3 (três) quilômetros
do terreno considerado.
Art. 161 - Também são consideradas zonas urbanas as áreas urbanizáveis ou de expansão
urbana, constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes, destinados à habitação,
ao comércio ou à indústria, mesmo que localizados fora das zonas definidas no artigo anterior.
Seção II
BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA
Art. 162 - A base de cálculo do imposto é o valor venal do bem imóvel, edificado ou não, ao
qual aplicar-se-ão as seguintes alíquotas:
I. no caso de imóvel não edificado (terreno): 2% (dois por cento)
II. no caso de imóvel edificado: 1% (um por cento)
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Art. 164 - O valor venal do imóvel, para efeito do lançamento do imposto sobre a propriedade
predial e territorial urbana, será indicado em Planta Genérica de Valores Imobiliários, apurada pelo
Poder Executivo, antes do lançamento do imposto.
§ 1º - Os valores constantes da Planta Genérica de Valores serão corrigidos monetariamente
anualmente por Decreto do Executivo.
§ 2º - Os logradouros ou trechos de logradouros que não constarem na Planta Genérica de
Valores, terão seus valores unitários de metro quadrado de terreno, fixados pelo órgão competente
e aprovados pela autoridade Fazendária.
§ 3º Se existentes, permanecerão em vigor os regulamentos e legislação já definidos, não
conflitantes com a presente lei, enquanto não editada nova regulamentação.
Seção III
INSCRIÇÃO
Art. 165 - A inscrição no Cadastro Fiscal Imobiliário é obrigatória, devendo ser promovida
separadamente, para cada imóvel, construído ou não, de que o contribuinte seja proprietário, titular
do domínio útil ou possuidor a qualquer título, mesmo que seja beneficiado por imunidade ou
isenção, no qual, sob sua responsabilidade, sem prejuízo de outras informações que poderão ser
exigidas pela Prefeitura, declarará:
I. seu nome e qualificação;
II. número anterior, no Registro de Imóveis, do registro de título relativo ao terreno;
III. localização, dimensões, área e confrontações do terreno;
IV. uso a que efetivamente está sendo destinado o terreno;
V. informações sobre o tipo de construção, se existir;
VI. indicação da natureza do título aquisitivo da propriedade ou do domínio útil, e do
número de seu registro no Registro de Imóveis competente;
VII. valor constante do título aquisitivo;
VIII. se, se tratar de posse, indicação do título que a justifica, se existir;
IX. endereço para entrega de avisos de lançamento e notificações;
Art. 166 - O contribuinte é obrigado a solicitar sua inscrição, mediante exibição do respectivo
título de propriedade, de titularidade do domínio útil ou a posse a qualquer título, dentro de 30 (trinta)
dias, contados da:
I. convocação eventualmente feita pela Prefeitura;
II. demolição ou perecimento das edificações ou construções existentes, no caso do
terreno;
III. conclusão ou ocupação da construção, no caso do prédio (imóvel construído);
IV. aquisição ou promessa de compra de terreno e ou prédio (imóvel construído);
V. aquisição ou promessa de compra de parte de terreno e ou prédio (imóvel construído),
desmembrado legalmente;
VI. posse de terreno e ou prédio (imóvel construído), exercida a qualquer título.
Art. 167 - Os responsáveis pelo parcelamento do solo ficam obrigados a fornecer até o último
dia útil do mês de setembro de cada ano, ao cadastro fiscal imobiliário, relação dos lotes que no
decorrer do ano tenham sido alienados definitivamente ou mediante compromisso de compra e
venda, mencionando o nome do comprador e o endereço do mesmo, o número da quadra e do lote,
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especificação do título, data do mesmo, valor da transação, a fim de ser feita a devida anotação no
Cadastro Imobiliário.
Art. 169 - O contribuinte omisso será inscrito de ofício, observando o disposto no artigo 165.
Parágrafo Único - Consideram-se sonegados à inscrição os terrenos e ou imóveis
construídos não inscritos no prazo e forma regulamentares, bem como aqueles que apresentem, na
ficha de inscrição, erro, falsidade, ou omissão, quanto a qualquer elemento de declaração
obrigatória.
Seção IV
LANÇAMENTO
Art. 171 - O imposto será lançado em nome do contribuinte que constar da inscrição.
§ 1º - No caso de terreno ou imóvel edificado objeto de compromisso de compra e venda, o
lançamento será mantido em nome do promitente vendedor até a inscrição do compromissário
comprador.
§ 2º - Tratando-se de terreno ou imóvel edificado que sejam objeto de enfiteuse, usufruto ou
fideicomisso, o lançamento será feito em nome do enfiteuta, usufrutuário ou do fiduciário.
Art. 172 - Nos casos de condomínio, o imposto será lançado em nome de um, de alguns ou
de todos os coproprietários; nos dois primeiros casos, sem prejuízo da responsabilidade solidária
dos demais pelo pagamento do tributo.
Art. 173 - O lançamento do imposto será distinto, um para cada unidade autônoma, ainda
que contíguas ou vizinhas a de propriedade do mesmo contribuinte.
Art. 174 - O imposto será lançado independentemente da regularidade jurídica dos títulos de
propriedade, domínio útil ou posse do terreno, ou prédio construído, ou da satisfação de quaisquer
exigências administrativas para a utilização do imóvel.
Art. 176 - O pagamento do imposto deverá ser efetuado em até 10 (dez) parcelas mensais,
iguais e sucessivas, nos vencimentos e locais indicados nos avisos de lançamento, à ser disciplinado
através de Decreto do Executivo.
Parágrafo Único - O contribuinte poderá recolher o imposto de uma só vez, por ocasião do
vencimento da primeira parcela, gozando de um desconto de até 10% (dez por cento) do valor total
lançado, à ser disciplinado através de Decreto do Executivo.
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Art. 177 - O pagamento do imposto não implica reconhecimento, pela Prefeitura, para
quaisquer fins, da legitimidade da propriedade, do domínio útil ou da posse do terreno.
Seção V
ISENÇÃO
Art. 178 - São isentos do pagamento do imposto sobre a propriedade predial e territorial
urbana os bens imóveis, edificados ou não:
I. pertencentes a instituições de ensino ou de assistência social sem fins lucrativos e,
desde que não sejam objeto de locação;
II. os locados a templos de qualquer culto, desde que do contrato de locação a obrigação
pelo pagamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano seja
expressamente consignada como obrigação do locatário;
III. pertencentes a particulares, quando cedidos em comodato ao Município, durante o
prazo do contrato;
IV. que se constituam no único imóvel e sirvam de residência dos ex-combatentes da II
Guerra Mundial ou da Revolução Constitucionalista de 1.932;
V. de entidades esportivas, não constituídas pelo sistema de títulos patrimoniais ou
similares, desde que estejam inscritos nas federações esportivas da categoria e
participem efetivamente dos certames e competições realizadas em caráter oficial;
VI. de mutuário do sistema financeiro da habitação, desde que esteja inscrita no CAD
único, vigorando a isenção por um período de 05 (cinco) anos;
VII. pertencentes a aposentados ou pensionistas, cujos proventos não ultrapassem a 01
(um) salário mínimo, a renda familiar não seja superior a 02 (dois) salários mínimos,
desde que seja o único imóvel de sua propriedade e que este sirva exclusivamente
para sua residência, cuja área de terreno não ultrapasse 300 m² e a área construída
total não ultrapasse a 100 m²;
Art. 179 - Poderá a Prefeitura Municipal suspender o benefício à entidade que infringir o
disposto no parágrafo segundo do artigo anterior.
Capítulo II
IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO DE BENS IMÓVEIS “INTER-VIVOS”
Seção I
FATO GERADOR
Art. 180 - O imposto sobre transmissão "inter-vivos" por ato oneroso de bens imóveis e de
direitos a eles relativos incide:
I. sobre a transmissão "inter-vivos", a qualquer título por ato oneroso, da propriedade
ou do domínio útil de bens imóveis por natureza ou por acessão física, como definidos
na lei civil;
II. sobre a transmissão "inter-vivos", a qualquer título por ato oneroso, de direitos reais
sobre imóveis, exceto os direitos reais de garantia e as servidões;
III. sobre a cessão, por ato oneroso, de direitos relativos à aquisição dos bens referidos
nos incisos anteriores.
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Art. 182 - O imposto não incide sobre a transmissão dos bens ou direitos quando:
I. quando efetuada para sua incorporação ao patrimônio de pessoa jurídica em
pagamento de capital nela subscrito;
II. quando decorrente de incorporação, cisão ou da fusão de uma pessoa jurídica por
outra, em outra ou com outra;
III. aos mesmos alienantes, em decorrência de sua desincorporação do patrimônio da
pessoa jurídica.
Art. 183 - O disposto no artigo anterior não se aplica quando a pessoa jurídica adquirente
tenha como atividade preponderante a venda ou locação de propriedade imobiliária ou a cessão de
direitos relativos à sua aquisição.
§ 1º - Considera-se caracterizada a atividade preponderante referida neste artigo, quando
mais de 50% (cinquenta por cento) da receita operacional da pessoa jurídica adquirente, nos 2 (dois)
anos anteriores e nos 2 (dois) anos subsequentes à aquisição, decorrer de transações mencionadas
neste artigo.
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Seção II
ALÍQUOTAS DO IMPOSTO
Seção III
CONTRIBUINTES
Art. 187 - A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos.
§ 1º – Não serão abatidas do valor venal quaisquer dívidas que onerem o imóvel transmitido.
§ 2º – Nas cessões de direitos à aquisição será deduzida da base de cálculo o valor ainda
não pago pelo cedente.
Art. 188 - Para efeito de recolhimento do imposto deverá ser utilizado o valor constante do
instrumento de transmissão ou cessão.
§ 1º – Prevalecerá o valor venal do imóvel apurado no exercício, quando o valor referido no
‘ caput “ for inferior.
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Seção V
ARRECADAÇAO DO IMPOSTO
Art. 192 - O imposto será pago antes da data do ato da lavratura ou expedição do instrumento
de transmissão dos bens imóveis e direitos a eles relativos.
§ 1º – Recolhido o imposto os atos ou contratos correspondentes deverão ser efetivados no
prazo de 90 (noventa) dias, sob pena de caducidade do documento de arrecadação.
§ 2º – Mesmo nos casos de isenção serão expedidas guias com todas as especificações e
com a citação do dispositivo legal que ampare a isenção.
§ 3º - Nas promessas ou compromissos de compra e venda é facultado efetuar-se o
pagamento do imposto a qualquer tempo, desde que dentro do prazo fixado para o pagamento do
preço do bem imóvel.
a. optando-se pela antecipação a que se refere este artigo, tomar-se-á por base o valor
do bem imóvel na data em que for efetuada a antecipação, ficando o contribuinte
exonerado do pagamento do imposto sobre o acréscimo do valor verificado no
momento da escritura definitiva;
b. verificada a redução do valor não se restituirá a diferença do imposto correspondente.
Art. 193 - Na arrematação, adjudicação ou remição, o imposto será pago dentro de 30 (trinta)
dias desses atos, antes da assinatura da respectiva carta e mesmo que essa não seja extraída.
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Art. 194 - Nas transmissões realizadas por termo judicial em virtude de sentença judicial, o
imposto será pago dentro de 30 (trinta) dias contados da data da assinatura do termo, do trânsito
em julgado da sentença.
Seção VI
OBRIGAÇÕES DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA
Art. 195 - Os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício não praticarão quaisquer
atos atinentes a seu ofício, nos instrumentos públicos ou particulares relacionados com a
transmissão de bens imóveis ou de direitos a eles relativos, sem a prova do pagamento do imposto.
Art. 196 - Os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício ficam obrigados:
I. a facultar, aos encarregados da fiscalização, o exame em cartório dos livros, autos e
papéis que interessem à arrecadação do imposto;
II. a fornecer aos encarregados da fiscalização, quando solicitada, certidão dos atos
lavrados ou registrados, concernentemente a imóveis ou direitos a eles relativos;
III. a fornecer, na forma regulamentar, dados relativos às guias de recolhimento;
IV. a fornecer, no prazo de 15 (quinze) dias, a comunicação de todos os atos translativos
de domínio imobiliário, identificando-se o objeto de transação, nomes das partes e
demais elementos necessários ao Cadastro Imobiliário Municipal.
Art. 197 – O imposto será restituído quando indevidamente recolhido ou quando não se
efetivar o ato ou contrato por força o qual foi pago.
Capítulo III
IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA
Seção I
DO FATO GERADOR, DO CONTRIBUINTE E DA INCIDÊNCIA
Art. 198 - O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) tem como fato gerador
a prestação de serviços constantes da lista incluída no ANEXO I, ainda que esses não se constituam
como atividade preponderante do prestador:
§ 1º - O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja
prestação se tenha iniciado no exterior do País.
§ 2º - Ressalvadas as exceções expressas na lista de que trata o “caput” deste artigo, todos
os demais serviços nela mencionados ficam sujeitos ao ISSQN - Imposto Sobre Serviços de
Qualquer Natureza, ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias.
§ 3º - O imposto de que trata este artigo incide ainda sobre os serviços prestados mediante
a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização,
permissão ou concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final do serviço.
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III. o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos
bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito
realizadas por instituições financeiras.
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XIX. Do Município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos
pelo item 16 da lista anexa;
XX. Do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento,
onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.05 da
lista incluída no ANEXO I;
XXI. Da feira, exposição, congresso ou congêneres a que se referir o planejamento,
organização e administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem 17.10 da
lista incluída no ANEXO I;
XXII. Do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso
dos serviços descritos pelo item 20 da lista incluída no ANEXO I
XXIII. Do domicílio do tomador dos serviços dos subitens 4.22, 4.23 e 5.09;
XXIV. Do domicílio do tomador do serviço no caso dos serviços prestados pelas
administradoras de cartão de crédito ou débito e demais descritos no subitem 15.01;
XXV. Do domicílio do tomador dos serviços do sub-item 15.09.
§ 1º - No caso dos serviços a que se referem os subitens 3.04 da lista incluída no ANEXO I,
considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto no Município se no seu território haja
extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de
locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou
não.
§ 2º. No caso dos serviços a que se refere o subitem 22.01 da lista incluída no ANEXO I,
considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto no Município se no seu território haja
extensão de rodovia explorada.
§ 3º. Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no local do estabelecimento prestador
nos serviços executados em águas marítimas, excetuados os serviços descritos no subitem 20.01.
§ 4º - No caso dos serviços prestados pelas administradoras de cartão de crédito e débito,
descritos no subitem 15.01, os terminais eletrônicos ou as máquinas das operações efetivadas
deverão ser registrados no local do domicílio do tomador do serviço.
§ 5º Ressalvadas as exceções e especificações estabelecidas nos §§ 6º a 12 deste artigo,
considera-se tomador dos serviços referidos nos incisos XXIII, XXIV e XXV do caput deste artigo o
contratante do serviço e, no caso de negócio jurídico que envolva estipulação em favor de unidade
da pessoa jurídica contratante, a unidade em favor da qual o serviço foi estipulado, sendo
irrelevantes para caracterizá-la as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento,
sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas.
§ 6º No caso dos serviços de planos de saúde ou de medicina e congêneres, referidos nos
subitens 4.22 e 4.23 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar, o tomador do serviço é a
pessoa física beneficiária vinculada à operadora por meio de convênio ou contrato de plano de saúde
individual, familiar, coletivo empresarial ou coletivo por adesão.
§ 7º Nos casos em que houver dependentes vinculados ao titular do plano, será considerado
apenas o domicílio do titular para fins do disposto no § 6º deste artigo.
§ 8º No caso dos serviços de administração de cartão de crédito ou débito e congêneres,
referidos no subitem 15.01 da lista de serviços anexa a esta Lei Complementar, prestados
diretamente aos portadores de cartões de crédito ou débito e congêneres, o tomador é o primeiro
titular do cartão.
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Seção II
BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA
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incorporados a ela, terão seus valores reincorporados a base de cálculo, com o consequente
pagamento do tributo, no prazo de 05 (cinco) dias úteis.
Art. 205 - Entende-se por preço do serviço a receita bruta dele proveniente, incluindo-se na
base de cálculo todas as despesas acessórias, juros, impostos, acréscimos, bonificações ou outras
vantagens a qualquer título recebidas pelo contribuinte e que integrem o preço do serviço, excluídos
os descontos ou abatimentos incondicionalmente concedidos.
Art. 209 - Na hipótese de prestação de serviços enquadrados em mais de uma das atividades
previstas da lista de serviços do ANEXO I, o imposto será calculado com base no preço do serviço,
de acordo com as diversas incidências e alíquotas.
Parágrafo Único. Nos casos previstos neste artigo, o contribuinte deverá manter escrituração
que permita diferenciar as receitas específicas das várias atividades sob pena de ser calculado o
imposto, mediante a aplicação da alíquota mais elevada para os diversos serviços.
Art. 210 - Será arbitrado o preço do serviço, mediante processo regular, nos seguintes casos:
I - quando se apurar fraude, sonegação ou omissão ou se o contribuinte embaraçar o exame
de livros ou documentos necessários ao lançamento e à fiscalização do tributo, ou se não estiver
inscrito no cadastro fiscal;
II - quando o contribuinte não apresentar sua guia de recolhimento e não efetuar o pagamento
do imposto sobre serviços de qualquer natureza no prazo legal;
III - quando o contribuinte não possuir os livros, documentos, talonários de notas fiscais e
formulários a que se refere o artigo 226;
IV - quando o resultado obtido pelo contribuinte for economicamente inexpressivo, quando
for difícil a apuração do preço, ou quando a prestação do serviço tiver caráter transitório ou instável.
Art. 211 - Para o arbitramento do preço do serviço serão considerados, entre outros
elementos ou indícios, os lançamentos de estabelecimentos semelhantes, a natureza do serviço
prestado, o valor das instalações e equipamentos do contribuinte, sua localização, a remuneração
dos sócios, o número de empregados e seus salários.
Art. 212 - Nos casos de arbitramento de preço para os contribuintes a que se refere o artigo
210, "caput", a soma dos preços, em cada mês, não poderá ser inferior à soma dos valores das
seguintes parcelas referentes ao mês considerado:
I - valor das matérias-primas, combustíveis e outros materiais consumidos;
II - total dos salários pagos;
III - total da remuneração dos diretores, proprietários, sócios ou gerentes;
IV - total das despesas de água, luz, força e telefone;
V - aluguel do imóvel, e das máquinas e equipamentos utilizados para a prestação dos
serviços, ou 1 % (um por cento) do valor desses bens, se forem próprios.
Seção III
INSCRIÇÃO
Art. 213 - O contribuinte, ainda que imune ou isento do imposto, deve promover sua inscrição
no Cadastro Fiscal Mobiliário, através de formas e prazos definidos em regulamento do poder
executivo, fornecendo à Prefeitura os elementos e informações necessários para a correta
fiscalização do tributo.
§ 1º. Para cada local de prestação de serviços, o contribuinte deve fazer inscrição distinta,
salvo se prestar serviços sob a forma de trabalho pessoal.
§ 2º. Na inexistência de estabelecimento fixo, a inscrição será única, pelo local do domicílio
do prestador do serviço.
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§ 3º. A inscrição não faz presumir a aceitação, pela Prefeitura, dos dados e informações
apresentados pelo contribuinte, os quais podem ser verificados para fins de lançamento.
rt. 214 - Para os efeitos deste imposto, relativamente a cada estabelecimento ou local de
atividade, o contribuinte será identificado pelo respectivo número de inscrição no Cadastro Fiscal
Mobiliário, que deverá constar de todos os seus documentos fiscais, inclusive recibos.
Parágrafo Único - No caso de construção civil, deve o contribuinte estabelecido em outro
Município, inscrever-se no Cadastro Fiscal Mobiliário, exclusivamente para a finalidade de recolher
o tributo.
Art. 215 - A Fazenda Municipal poderá promover, de ofício, inscrições, alterações cadastrais,
cancelamento de inscrição, na forma regulamentar, sem prejuízo da aplicação de cominações ou
penalidades cabíveis.
Parágrafo Único - É facultado à Fazenda Municipal, periodicamente, convocar os
contribuintes, diretamente ou por edital, para a atualização dos dados cadastrais.
Seção IV
LANÇAMENTO E RECOLHIMENTO
Art. 216 - O imposto sobre serviços de qualquer natureza deve ser calculado pelo próprio
contribuinte e recolhido mensalmente aos cofres da Fazenda Municipal, mediante preenchimento de
guias especiais, independente de prévio exame da autoridade administrativa, até o dia 10 (dez) do
mês imediatamente posterior ao da prestação de serviço.
Parágrafo Único. Nos casos dos subitens do item 12 da lista do ANEXO I, quando o prestador
do serviço não tiver estabelecimento fixo e permanente no Município, o imposto será recolhido,
referente ao período requerido, de uma só vez, no ato da expedição do alvará de licença.
Art. 217 - O prazo de homologação do cálculo do contribuinte, nos casos do artigo 198 em
seu "caput" é de 5 (cinco) anos, contados da data da ocorrência do fato gerador, salvo se
comprovada a existência de dolo, fraude ou simulação do contribuinte.
Art. 218 - Fica instituído, no Município de Capela do Alto, o regime de responsabilidade
tributária relativo ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN, por meio da atribuição
a terceira pessoa vinculada ao fato gerador, na condição de tomador, fonte pagadora ou
intermediária, ainda que isenta ou imune, pela retenção do imposto correspondente aos serviços a
eles prestados por:
I. prestadores de serviços, constantes dos incisos I a XXV, do artigo 201,
independentemente de seu domicílio;
II. prestadores de serviços, estabelecidos no Município.
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Seção V
LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS
Art. 226 - Os livros fiscais e comerciais, bem como os documentos fiscais, são de exibição
obrigatória ao fisco devendo ser conservados por quem deles tiver feito uso, durante o prazo de 5
(cinco) anos, contados do primeiro dia do exercício seguinte.
Art. 227 - Para os efeitos do artigo anterior, não tem aplicação quaisquer disposições legais
excludentes ou limitativas do direito de o fisco examinar os livros, arquivos, documentos, papéis e
feitos comerciais ou fiscais dos prestadores de serviços.
Art. 228 - Por ocasião da prestação de serviço deverá ser emitida a nota fiscal com as
indicações determinadas em regulamento.
Art. 229 - Por ocasião da emissão da nota fiscal de serviços, deverá ser efetuada as
declarações de serviços tomados e prestados com as indicações determinadas em regulamento.
Art. 230 - A emissão de notas fiscais só poderá ser efetuada mediante prévia autorização da
repartição municipal competente, atendidas as normas fixadas em regulamento.
§1º O regulamento poderá dispensar emissão de notas fiscais para estabelecimentos que
utilizam sistemas de controle de seu movimento diário baseado em máquinas registradoras, que
expeçam cupons numerados seguidamente para operação e disponham de totalizadoras.
§2º A autoridade fiscal poderá estabelecer a exigência de autenticação das fitas e da lacração
dos totalizadores e somadores.
Seção VI
ISENÇÕES
Capítulo I
TAXAS DECORRENTES DO EFETIVO EXERCÍCIO DO
PODER DE POLICIA ADMINISTRATIVA
Seção I
FATO GERADOR E CONTRIBUINTE
Art. 232 - Taxa é o tributo que tem como fato gerador o exercício regular, pelo
Município, de seu poder de polícia, ou a utilização efetiva, ou potencial, de serviçomunicipal
específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição.
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Parágrafo único. Nenhuma taxa terá base tributária ou fato gerador idêntico aos que
correspondam a qualquer imposto integrante do sistema tributário nacional.
Seção II
DAS TAXAS DE LICENÇA
Art. 235 – As Taxas de Licença têm como fato gerador, o exercício regular do poder de polícia
administrativa do Município, mediante a realização de diligências, exames, inspeções, vistorias e
outros atos administrativos.
§ 1º - Considera-se o exercício do poder de polícia a atividade da Administração Pública que,
limitando ou disciplinando direitos, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de
fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à
tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.
§ 2º - O poder de polícia administrativa será exercido em relação a quaisquer atividades ou
atos, lucrativos ou não, nos limites da competência do Município, dependentes, nos termos deste
Código, de prévia licença da Prefeitura.
Art. 237 – O contribuinte das Taxas de Licença é a pessoa física ou jurídica interessada no
exercício de atividades ou na prática de atos sujeitos ao poder de polícia administrativa do Município,
nos termos dos artigos 235 e 236.
Art. 238 – As Taxas de Licença serão calculadas de acordo com as Tabelas, inseridas no
Anexo II, parte integrante deste Código, com a aplicação dos valores nelas indicadas.
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Art. 239 – As taxas de licença podem ser cobradas isoladamente, ou em conjunto com outros
tributos, se possível, mas dos avisos-recibos constarão obrigatoriamente, os elementos distintivos
de cada tributo e respectivos valores.
Parágrafo Único – Nos casos do artigo 241, o lançamento se dará de ofício, sem prejuízo
das cominações estabelecidas naquele artigo.
Art. 240 – As taxas de licença serão arrecadadas antes do início das atividades ou da prática
dos atos sujeitos ao poder de polícia administrativa do Município, observando-se os prazos
estabelecidos neste Código.
Art. 241 – O contribuinte que exercer quaisquer atividades, ou praticar quaisquer atos sujeitos
ao poder de polícia administrativa do município e dependentes de licença prévia, sem a atuação da
Prefeitura, de que trata o artigo 235, e sem o pagamento da respectiva Taxa de Licença, ficará
sujeito às penalidades previstas neste Código.
Art. 242 – As isenções das Taxas de Licenças só podem ser concedidas por Lei Especial,
fundamentadas em interesse público justificado.
Parágrafo Único – Quando concedidas, as isenções não impedem a Prefeitura de exercer o
poder de polícia administrativa, como dispõe o artigo 235 deste Código.
Subseção I
DA TAXA DE LICENÇA PARA LOCALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO
Art. 243 – Qualquer pessoa física ou jurídica que se dedique a produção agropecuária, a
indústria, ao comércio, as operações financeiras, a prestação de serviços, ou a atividades similares,
inclusive depósitos, só poderão instalar-se e iniciar suas atividades, mediante prévia licença da
Prefeitura e pagamento da Taxa de Licença para Localização e Funcionamento.
Art. 245 – A Licença será concedida desde que as condições de localização, higiene e
segurança do estabelecimento sejam adequadas a espécie de atividade a ser exercida, conforme a
legislação aplicável, sem prejuízo da ordem e da tranquilidade públicas.
Parágrafo Único - As licenças serão concedidas sob a forma de alvará que deverá ser fixado
em lugar visível e de fácil acesso à Fiscalização, valendo, precariamente para esse fim, até a sua
emissão, o comprovante de pagamento da respectiva Taxa.
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Subseção II
TAXA DE LICENÇA PARA O EXERCÍCIO DE COMÉRCIO EVENTUAL OU AMBULANTE
Art. 249 – A Taxa de Licença para o exercício de Comércio Eventual ou Ambulante, será
exigível por ano, mês ou dia.
§1º - Considera-se eventual o exercício de atividades, em determinadas épocas do ano,
especialmente por ocasião de festejos ou comemorações, locais autorizados pela Prefeitura.
§ 2º - É considerado, também, como comércio eventual, o exercido em instalação removíveis,
colocadas nas vias ou logradouros públicos, como balcões, barracas, mesas, tabuleiros e
semelhantes, ou em veículos.
§3º - Comércio ambulante é o exercido individualmente, sem estabelecimento, instalação ou
localização fixa.
Art. 251 – A Taxa de Licença para o exercício do Comércio Eventual, nas vias e logradouros
públicos, não dispensa a cobrança da Taxa de Ocupação de Solo, constante nos artigos 268 a 271
deste Código.
Art. 252 – A Taxa de Licença para o Exercício do Comércio Eventual ou Ambulante será
cobrada de acordo com as disposições constantes da Tabela II, Anexo II, deste Código.
Art. 254 – Ao comerciante eventual ou ambulante, autorizado a exercer sua atividade será
concedido um cartão de identificação contendo as características essenciais de sua inscrição.
Art. 255 - Respondem pela Taxa de Licença para o Exercício do Comércio Eventual ou
Ambulante, as mercadorias encontradas em poder dos vendedores, mesmo que pertençam a
contribuintes que hajam pago a respectiva taxa.
Art. 256 – São isentos da Taxa de Licença para o Exercício do Comércio Eventual ou
Ambulante:
I. Os feirantes que vendam os produtos de sua própria produção agrícola, devidamente
comprovada;
II. Os ambulantes portadores de deficiência física, mutilados ou cegos.
Subseção III
TAXA DE LICENÇA PARA PUBLICIDADE OU PROPAGANDA
Art. 257 - A Taxa de Licença para Publicidade ou Propaganda tem como fato gerador
o exercício regular, pelo Poder Público Municipal, de autorização, vigilância e fiscalização,
visando a disciplinar a exploração.
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Art. 260 - Não afasta a incidência da Taxa o fato do anúncio ser utilizado ou explorado em
áreas comuns ou condominiais, exposto em locais de embarque e desembarque de passageiros ou
exibido em centros comerciais ou assemelhados.
Art. 261 - São isentos da taxa desde que a publicidade seja instalada no próprio
estabelecimento e sem qualquer legenda, dístico ou desenho de valor publicitário:
Art. 263 - A obrigação pelo pagamento da Taxa recairá sobre aqueles a quem o anúncio
aproveitar quanto ao anunciante ou ao objeto anunciado.
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Art. 264 – A Taxa de Licença para Publicidade ou Propaganda será cobrada de acordo
com a Tabela III, Anexo II, deste Código.
§ 3° A Taxa será devida integralmente, ainda que o anúncio seja explorado ou utilizado
em parte do período considerado.
Art. 266 - O contribuinte da Taxa deverá promover sua inscrição no Cadastro Mobiliário,
informando os dados relativos a todos os anúncios que utilize ou explore, bem como as
alterações neles advindas, nas condições e prazos regulamentares, independentemente de
prévio licenciamento e cadastramento do anúncio no órgão competente, nos termos da
legislação própria.
Subseção IV
TAXA DE OCUPAÇÃO DE ÁREAS EM VIAS E LOGRADOUROS PÚBLICOS
Art. 268 - A taxa de ocupação e de permanência em áreas em vias, em logradouros públicos,
inclusive em mercados-livres e feiras-livres, fundada no poder de polícia do Município, concernentes
ao ordenamento da utilização dos bens públicos de uso comum, tem como fato gerador a
fiscalização por ele exercida sobre a localização, a instalação e a permanência de móveis,
equipamentos, veículos, utensílios e quaisquer outros objetos, em observância às normas
municipais de posturas relativas à tranquilidade, à higiene, ao trânsito e a segurança pública.
§ 1º – O fato gerador da taxa considera-se ocorrido com a localização, a instalação e a
permanência de móveis, equipamentos, veículos, utensílios e quaisquer outros objetos em áreas,
em vias e em logradouros públicos.
§ 2º – Qualquer ocupação de áreas, conforme disposto no artigo 269, somente poderá ser
feita mediante prévia licença, que é anual ou semestral e que será recolhida de uma só vez, antes
do início das atividades ou da prática dos atos sujeitos ao poder de política administrativa do
Município, nos termos da a Tabela IV, do Anexo II, incluída nesta lei.
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Art. 272 – Escavação alguma poderá fazer-se, em terreno situado no Município, visando a
retirada de material existente no sub-solo, sem que seus proprietários ou interessados obtenham
licença da Prefeitura e se obriguem a repor o terreno no nível exigido por este, se for o caso.
§ 1º - Os pedidos de vistorias e licenças serão feitos pelos proprietários ou interessados, com
a anuência expressa daqueles, acompanhados da prova de propriedade do imóvel e planta do local.
§ 2º - A Licença referida neste artigo não se aplicam às explorações de jazidas, requeridas
ao Governo da União na forma de Legislação Federal.
Art. 275 – A Taxa de Licença para Escavação e Retirada de Materiais do sub-solo será
calculada na forma da Tabela V, Anexo II e, cobrada por ano ou fração deste, devendo ser paga
antecipadamente.
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Art. 277 - A Taxa de licença para Execução de Obras Particulares tem como fato
gerador a atividade municipal de fiscalização do cumprimento da legislação disciplinadora de
aprovação de obra de engenharia, arquitetura, paisagismo, urbanismo, de construção
civil, hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes, inclusive sondagem, perfuraçãode
poços, escavação, drenagem e irrigação, terraplanagem, pavimentação, concretageme a
instalação e montagem de produtos, peças e equipamentos que permanecerão no solo,
tornando-se imóveis na acepção da lei civil.
Art. 278 - A Taxa incide antes do início da obra de engenharia, arquitetura, paisagismo,
urbanismo, de construção civil, hidráulica ou elétrica e de outras obrassemelhantes, inclusive
sondagem, perfuração de poços, escavação, drenagem e irrigação, terraplanagem,
pavimentação, concretagem, na instalação e montagem deprodutos, peças e equipamentos
que permanecerão no solo que se tornarão imóveis na acepção da lei civil.
Art. 279 - Qualquer pessoa física ou jurídica que queira construir, reconstruir, reformar,
reparar, acrescer ou demolir edifícios, casa, edículas e muros, assim como proceder ao
parcelamento do solo urbano, à colocação de tapumes ou andaimes, e qualquer outras obras
em imóveis, estão sujeitas à prévia licença para Execução das Obras.
Art. 281 - O lançamento da taxa será realizado pelo setor responsável pela aprovação
do projeto, sendo a guia emitida e entregue ao proprietário do imóvel ou o responsável pela
obra, mediante recibo no próprio processo.
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Capítulo II
TAXAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS
Seção I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 283 - As taxas de serviços públicos têm como fato gerador a utilização, efetiva ou
potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto a sua
disposição.
Parágrafo Único – Considera-se o serviço público:
I. utilizado pelo contribuinte:
a. efetivamente, quando por ele usufruído a qualquer título;
b. potencialmente, quando sendo de utilização compulsória seja posto a sua
disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento.
II. específico, quando possa ser destacado em unidade autônoma de intervenção, de
utilidade, ou de necessidade públicas;
III. divisível, quando suscetível de utilização separadamente, por parte de cada um dos
seus usuários.
Art. 286 - A base de cálculo das taxas de serviços públicos é o custo do serviço.
Art. 287 - O custo da prestação dos serviços públicos será rateado entre os contribuintes, de
acordo com critérios específicos.
Art. 288 - As taxas de serviços podem ser lançadas isoladamente ou em conjunto com outros
tributos, se possível, mas dos avisos-recibos constarão, obrigatoriamente, os elementos distintos de
cada tributo e os respectivos valores, ou por meio de convênios ou termos firmados com as
concessionárias de serviços públicos.
Art. 289 - O pagamento das taxas de serviços públicos será feito nos vencimentos e locais
indicados no avisos-recibos.
Art. 290 - O Poder Executivo fica autorizado por ato próprio, a regulamentar anualmente
através de Decreto, as formas de pagamento, prazos de vencimentos e números de prestações.
Seção II
TAXA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOMICILIARES
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Art. 291 – Fica instituída a Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares – TRSD, destinadas a
custear os serviços divisíveis de coleta, transportes, transbordo, tratamento e disposição final de
resíduos sólidos domiciliares, de fruição obrigatória, prestados em regime público, no Município de
Capela do Alto.
Art. 292 - Constitui fato gerador da Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares TRSD a utilização
potencial e efetiva dos serviços divisíveis de coleta, transporte, transbordo, tratamento e disposição
final de resíduos sólidos domiciliares, de fruição obrigatória, prestados ou colocados à disposição
dos contribuintes.
§2º - A utilização potencial dos serviços de que trata este artigo ocorre no momento de sua
colocação à disposição dos usuários para fruição.
§3º - A Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares- TRSD será lançada em nome de contribuinte
constante dos Cadastro Imobiliário da Prefeitura Municipal de Capela do Alto, podendo ser em
conjunto com o lançamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU, ou
por meio de convênios ou termos firmados com as concessionárias de serviços públicos.
Art. 293 – O contribuinte da Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares –TRSD é o usuário dos
serviços de que trata o Artigo 291, assim entendidos, o proprietário, titular do domicílio útil ou
possuidor, a qualquer título, de bem imóvel, edificado, lindeiro a via ou logradouro público,
considerando-se também lindeiro, o bem imóvel que tenha acesso à via ou logradouro público, por
ruas ou passagens particulares, entrada de viela ou assemelhados.
Art. 294 - A Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares –TRSD é devida de acordo com a Tabela
VII, do Anexo II, da presente lei.
Título III
CONTRIBUIÇÕES
Capítulo I
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
Seção Única
DISPOSIÇÕES GERAIS
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Art. 295 - A contribuição de melhoria é instituída para fazer face ao custo de obras públicas
de que decorram valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite
individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado.
§ 1º Para efeito de cálculo do custo total da obra, serão computadas as despesas de
estudos, projetos, fiscalização, desapropriação, administração, execução e financiamento,
inclusiveprêmios de reembolso e outras despesas de praxe em financiamento ou empréstimos, e
terá a sua expressão monetária atualizada na época do lançamento.
§ 2º Serão, ainda, incluídos nos orçamentos de custo das obras todos os investimentos
necessários para que os benefícios delas decorrentes sejam integralmente alcançados pelos
imóveissituados nas respectivas zonas de influência.
Art. 296 - A contribuição de melhoria tem como fato gerador a valorização imobiliáriados
imóveis localizados nas áreas beneficiadas, direta ou indiretamente, pelas obras públicas
realizadas pelo Município de Capela do Alto.
§ 1º O rateio será feito levando-se em conta a área, a testada, a situação do imóvel na zona
de influência, a largura média das vias e logradouros públicos beneficiados e outros elementos a
serem considerados, isolada ou conjuntamente, dependendo da natureza da obra.
§ 2º Nos casos de edificações coletivas, a área do imóvel de que trata este artigo será a
área construída de cada unidade autônoma.
§ 3º Quando se tratar de pavimentação asfáltica de uma única via, o rateio será feito
levando-se em conta a largura da rua e a testada dos imóveis lindeiros à obra executada.
Art. 299 - O plano da obra será publicado em edital, pela autoridade competente, contendo
os seguintes elementos:
I. delimitação das áreas, direta e indiretamente beneficiadas;
II. relação dos imóveis compreendidos e respectivas medidas lineares das testadas, que
serão utilizadas para o cálculo do tributo;
III. memorial descritivo do projeto;
IV. orçamento total ou parcial do custo da obra, incluindo a previsão de reajustes, na
forma da legislação municipal;
V. determinação da parcela do custo da obra a ser ressarcida pela contribuição, com o
correspondente plano de rateio entre os imóveis beneficiados;
VI. determinação do fator de absorção do benefício da valorização para toda a zona ou
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Art. 300 - Comprovado o legítimo interesse, poderão ser impugnados quaisquer elementos
constantes do edital referido no caput do artigo 299 dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados
de sua publicação.
Parágrafo único. A impugnação não terá efeito suspensivo e a decisão só se aplica ao
impugnante.
Art. 301 - A impugnação deverá ser dirigida à unidade competente do órgão municipal de
administração tributária, já instruída com os documentos em que se fundar, sob pena de preclusão.
Art. 302 - A Contribuição de Melhoria será lançada de ofício, em nome do contribuinte, com
base nos elementos constantes do Cadastro Imobiliário.
Art. 303 - O lançamento será notificado ao contribuinte, diretamente ou por edital, contendo
os seguintes dados:
I. valor da Contribuição de Melhoria lançada;
II. prazo para pagamento, suas prestações e vencimento;
III. prazo para impugnação.
Art. 306 - A contribuição de melhoria será paga de uma só vez ou em parcelas mensais e
consecutivas, na forma disposta em Decreto do Executivo.
Parágrafo único. Sem prejuízo das medidas administrativas e judiciais cabíveis, o crédito
tributário relativo à Contribuição de Melhoria, não integralmente pago no vencimento, ficará sujeito
aos acréscimos moratórios, previstos nesta Lei Complementar.
Capítulo II
CONTRIBUIÇÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Seção Única
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 307 – Fica instituída a Contribuição de Iluminação Pública, nos termos do artigo 149-A
da Constituição Federal do Brasil.
Parágrafo Único - A Contribuição de Iluminação Pública será regulamentada através de lei
específica.
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Título IV
DISPOSIÇÕES ESPECIAIS
Capítulo I
PENALIDADES
Seção I
NORMAS GERAIS
Art. 310 - A falta de pagamento de qualquer tributo nos vencimentos fixados neste código ou
em regulamento sujeitará o contribuinte ou responsável aos seguintes acréscimos legais:
I. atualização monetária do débito, segundo a variação de um dos índices de preços
permitidos em Lei Federal, a ser fixado por Decreto do Executivo Municipal;
II. multa de mora à razão de 0,33% (trinta e três centésimos percentuais) por dia corrido
de atraso no recolhimento, aplicável a partir do primeiro dia imediatamente posterior
ao do vencimento, calculada de forma linear ou simples, incidente sobre o valor da
parcela lançada, atualizada monetariamente na forma do inciso I, limitada ao máximo
de 10% (dez por cento), sem prejuízo da cominação dos juros moratórios previstos
no inciso III;
III. juros moratórios à razão de 1 % (um por cento) ao mês ou fração, incidentes sobre o
débito atualizado monetariamente.
Seção II
NORMAS ESPECÍFICAS
Art. 311 - Sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na Seção anterior, serão
punidas as ações ou omissões praticadas pelos contribuintes ou responsáveis que contrariem
qualquer disposição contida neste Código ou regulamento, na forma disposta nos artigos
subsequentes, desta Seção.
Subseção I
PENALIDADES RELATIVAS AO IPTU
Art. 312 - A inobservância de qualquer das disposições relativas ao IPTU de que trata os
artigos 158 a 179, sujeitará o contribuinte ou responsável às seguintes penalidades:
I. falta de inscrição ou cadastramento do contribuinte, multa equivalente a 30% (trinta
por cento) do valor do imposto, por exercício, até a regularização;
II. aos responsáveis pelo parcelamento do solo, quando não cumprirem o disposto no
Art. 167, multa equivalente a 30% (trinta por cento) do valor anual do imposto, por imóvel;
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Subseção II
PENALIDADES RELATIVAS AO I.T.B.I
Art. 313 - A inobservância de qualquer das disposições relativas ao I.T.B.I de que trata os
artigos 180 a 197 sujeitará o contribuinte ou responsável às seguintes penalidades:
Ausência de declaração de operações tributáveis, multa de 50% (cinquenta por cento)
do montante devido, atualizado monetariamente;
I. falta de recolhimento do imposto devido, quando apurado pela fiscalização, multa de
50% (cinquenta por cento) do montante devido, atualizado monetariamente;
II. falsidade ou inexatidão dos dados consignados em escrituras ou documentos
particulares de transmissão ou cessão comprovada pela fiscalização, multa de 200% (cem por
cento) sobre o montante do débito, atualizadas monetariamente;
III. as infrações aos artigos 195 e 196, sujeitarão as pessoas neles indicadas, à multa de
R$ 50,00 por item descumprido.
Subseção III
DAS PENALIDADES RELATIVAS AO I.S.S.Q.N.
Art. 314 - A inobservância de qualquer das disposições relativas ao ISSQN de que trata os
artigos 198 a 231 sujeitará o contribuinte ou responsável às seguintes penalidades:
I. recusa de exibição de livros ou documentos fiscais, multa R$ 1.000,00 (hum mil reais),
por documento, sem prejuízo das demais sanções legais aplicáveis ao caso.
II. embaraço à ação fiscal, multa de R$ 1.000,00 (hum mil reais), por documento, sem
prejuízo das demais sanções legais aplicáveis ao caso.
III. não atendimento à notificação, multa de R$ 1.000,00 (hum mil reais), por documento,
sem prejuízo das demais sanções legais aplicáveis ao caso.
Subseção IV
DAS PENALIDADES RELATIVAS ÀS TAXAS DECORRENTES DO EXERCÍCIO DE
POLÍCIA ADMINISTRATIVA DO MUNICÍPIO
Art. 315 - A inobservância de qualquer das disposições relativas às taxas de que tratam os
artigos 232 a 282, sujeitará o contribuinte ou responsável às seguintes penalidades:
I. deixar de promover, no Cadastro Fiscal Mobiliário, a inscrição inicial e as alterações
de dados cadastrais no prazo de 30 (trinta) dias, de sua ocorrência, multa de R$ 100,00 (cem reais);
II. deixar de promover, no Cadastro Fiscal Mobiliário, o encerramento de atividade no
prazo de 60 (sessenta) dias, contados do encerramento da atividade, multa de R$ 100,00 (reais);
III. deixar de promover no Cadastro Fiscal Mobiliário, a inscrição inicial, as alterações de
dados cadastrais ou encerramento de atividade, quando apurado por meio de procedimento fiscal,
multa de R$ 750,00 (setecentos e cinquenta reais).
IV. não atendimento de notificação para promover a inscrição, transferência, alteração
ou encerramento de qualquer atividade, no prazo de 15 (quinze) dias, multa de 100% (cem por
cento) do valor da taxa respectiva, por exercício;
V. falta do Alvará de Licença ou não atendimento ao disposto Parágrafo Único do artigo
245, multa de R$ 200,00 (duzentos reais:
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Subseção V
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 316 - As infrações para as quais não haja penalidade específica prevista nesta lei aplicar-
se-á multa de R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais), sem prejuízo das demais sanções legais
aplicáveis ao caso.
Art. 317 - Desde que o autuado não apresente defesa e efetue o pagamento das importâncias
exigidas no auto de infração, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da respectiva intimação,
o valor das multas, exceto a moratória, será reduzido de 50% (cinquenta por cento).
Capítulo II
DISPOSIÇÕES FINAIS
Seção Única
Art. 319 – As importâncias de que trata o artigo anterior serão sempre atualizadas segundo
um dos índices de preços permitidos em Lei Federal, a ser fixado por Decreto do Executivo
Municipal.
Art. 320 - Os prazos contidos neste Código e salvo disposição em contrário, computam-se
excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.
Parágrafo Único - Se o dia do vencimento cair em dia não útil, considerar-se-á prorrogado o
prazo até o 1° (primeiro) dia útil seguinte.
Art. 321 - As guias, formulários e modelos próprios mencionados neste Código, bem como
sua utilização e as rotinas de processamento, deverão ser implantadas por instruções especiais
baixadas pela Autoridade Fazendária.
Art. 322 - Os benefícios fiscais de qualquer natureza, inclusive as isenções, previstos na
legislação ordinária, não confirmados por este Código, ficam expressamente revogados.
Parágrafo Único - A revogação não prejudica os direitos que já tiverem sido adquiridos, à
data da publicação desta lei, em relação a incentivos concedidos sob condição e com prazo certo.
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Art. 324 - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação e produzirá seus efeitos a partir
de 1° de janeiro de 2024.
Art. 325 - Revogam-se as disposições em contrário, em especial as Leis Municipais: Lei 371
de 30 de dezembro de 1.980, Lei 433 de 30 de dezembro de 1.983, Lei 449 de13 de setembro de
1.984, Lei 451 de 13 de setembro de 1.984, Lei 454 de 29 de outubro de 1984, Lei 531 de 03 de
setembro de 1.987, Lei 570 de 25 de abril de 1.989, Lei 625 de 18 de outubro de 1.990, Lei 666 de
23 de setembro de 1.991, Lei 678 de 18 de dezembro de 1.991, Lei 679 de 18 de dezembro de
1.991, Lei 776 de 29 de novembro de 1.993, Lei 796 de 19 de maio de 1.994, Lei 814 de 17 de
agosto de 1.994, Lei 875 de 08 de novembro de 1.996, Lei 876 de 08 de novembro de 1.996, Lei
887 de 18 de fevereiro de 1.997, Lei 928 de 04 de novembro de 1.997, Lei 987 de 01 de março de
1.999, Lei 1.077 de 20 de fevereiro de 2.001, Lei Complementar 09 de 21 de dezembro de 2.001,
Lei Complementar 76 de 11 de fevereiro de 2.015 e Lei Complementar 82 de 28 de setembro de
2.017.
PÉRICLES GONÇALVES
PREFEITO MUNICIPAL
Registrada nesta Secretaria e publicada no Diário Oficial Eletrônico do Município, e, por afixação
nesta Prefeitura Municipal, data supra.
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
1 Serviços de informática e congêneres - -
1.02 Programação 2 -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
Exploração de salões de festas, centro de convenções, escritórios
virtuais, stands, quadras esportivas, estádios, ginásios, auditórios, casas
3.03 3 -
de espetáculos, parques de diversões, canchas e congêneres, para
realização de eventos ou negócios de qualquer natureza
4.05 Acupuntura 3 -
4.11 Obstetrícia 3 -
4.13 Ortóptica 3 -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
4.16 Psicologia 3 -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
Serviços de cuidados pessoais, estética, atividades físicas e
6 - -
congêneres
7.04 Demolição 3 -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
Colocação e instalação de tapetes, carpetes, assoalhos, cortinas,
7.06 revestimentos de parede, vidros, divisórias, placas de gesso e 3 -
congêneres, com material fornecido pelo tomador do serviço
7.08 Calafetação 3 -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
7.22 Nucleação e bombardeamento de nuvens e congêneres 3 -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
14 Serviços relativos a bens de terceiros - -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
17.12 Administração em geral, inclusive de bens e negócios de terceiros 3 -
17.16 Auditoria 2 -
17.21 Estatística 3 -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de
19 loteria, bingos, cartões, pules ou cupons de apostas, sorteios, prêmios, - -
inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e congêneres
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25 Serviços funerários - -
29 Serviços de biblioteconomia - -
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Alíquota Valor
Código sobre o Preço Fixo
Descrição do Serviço
do Serviço Anual em
(%) R$
30 Serviços de biologia, biotecnologia e química - -
36 Serviços de meteorologia - -
38 Serviços de museologia - -
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nesta Prefeitura Municipal, data supra.
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Unidade Valores em
Item Discriminação Período
Taxada Reais
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Valores em
Item Discriminação Unidade Taxada Período
Reais
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TABELA IV
VALORES EM REAIS
Espaço ocupado em áreas, em vias, logradouros e Passeios
públicos, inclusive nas feiras e nos Mercados livres, por; DIÁRIA MENSAL ANUAL
03 – Todo e qualquer outro item, objeto, material, instalação, etc., não especificado acima:
04 - Parques de diversões,
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OBS: A presente taxa será cobrada em conjunto com as demais taxas, incidentes sobre as
atividades comerciais, industriais, profissionais e similares.
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I Comércio 2,50
Projeto de Construção ou Ampliação
Indústria 2,30
Institucional/Outras
0,10
Finalidades
II Comércio 4,00
Regularização
Indústria 4,00
Institucional/Outras
0,10
Finalidades
III Anexação/Subdivisão de Lotes:
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TABELA VII
INCIDÊNCIA R$
3. Indústrias em geral
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LIVRO I
TÍTULO I
TÍTULO II
CAPÍTULO I
CAPÍTULO II
DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
SEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS........... Art. 11
SEÇÃO II
DO FATO GERADOR...................... Art. 12 a 16
SEÇÃO III
DO SUJEITO ATIVO.................................. Art. 17
SEÇÃO IV
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DO SUJEITO PASSIVO..............................
SUBSEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS....... Art. 18 a 20
SUBSEÇÃO II
DA SOLIDARIEDADE................ Art. 21 e 22
SUBSEÇÃO III
DA CAPACIDADE TRIBUTÁRIA. Art. 23
SUBSEÇÃO IV
DO DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO... Art. 24
SEÇÃO V
DA RESPONSÁBILIDADE TRIBUTÁRIA......
SUBSEÇÃO I –
DA DISPOSIÇÃO GERAL............ Art. 25
SUBSEÇÃO II –
DA RESPONSABILIDADE DOS SUCESSORES. Art. 26 a 29
SUBSEÇÃO III –
DA RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS.... Art. 30 e 31
SUBSEÇÃO IV –
DA RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÕES... Art. 32 a 34
CAPÍTULO III
DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
SEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS........................ Art. 35 a 37
SEÇÃO II
DA CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO...
SUBSEÇÃO ÚNICA
DO LANÇAMENTO............. Art. 38 a 42
SEÇÃO III
DA SUSPENSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO….
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SUBSEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS....... Art. 43
SUBSEÇÃO II
DA MORATÓRIA....................... Art. 44 a 47
SEÇÃO IV
DA EXTINÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO… .
SUBSEÇÃO I
DAS MODALIDADES DE EXTINÇÃO.... Art. 48
SUBSEÇÃO II
DO PAGAMENTO...................... Art. 49 a 54
SUBSEÇÃO III
DO PAGAMENTO INDEVIDO.... Art. 55 a 59
SUBSEÇÃO IV
DAS DEMAIS MODALIDADES DE EXTINÇÃO... Art. 60 a 65
SEÇÃO V
DA EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO….
SUBSEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS…. Art. 66
SUBSEÇÃO II
DA ISENÇÃO....................... Art. 67 a 70
SUBSEÇÃO III
DA ANISTIA................ Art. 71 a 73
CAPÍTULO IV
DAS IMUNIDADES
SEÇÃO ÚNICA .................................. Art. 74 a 78
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CAPÍTULO V
DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA
SEÇÃO I
DA FISCALIZAÇÃO........................... . Art. 78 a 84
SEÇÃO II
DA DÍVIDA ATIVA............................. Art. 85 a 90
SEÇAO III
DA CERTIDÃO NEGATIVA................ Art. 91 a 94
CAPITULO VI
DO PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO
SEÇAO I
DAS DISPOSIÇOES GERAIS... .............. Art. 95 a 97
SUBSEÇAO ÚNICA
DA CIÊNCIA DOS ATOS E DECISÕES.... Art. 98 a 102
SEÇÃO II
DO PROCEDIMENTO........................................... Art. 103 a 105
SUBSEÇÃO I
DO TERMO DE FISCALIZAÇÃO...... Art. 106
SUBSEÇÃO II
DA APREENSÃO DE BENS, LIVROS E DOCUMENTOS... Art. 107 a 110
SUBSEÇÃO III
DA NOTIFICAÇÃO PRELIMINAR.... Art. 111 a 112
SUBSEÇÃO IV
DO AUTO DE INFRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE MULTA... Art. 113 a 117
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FONE (15) 3267-8800
SEÇÃO III
DA CONSULTA............................................... Art. 118 a 126
SEÇÃO IV
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTARIO...
SUBSEÇÃO I
DAS NORMAS GERAIS................ Art. 127 a 134
SUBSEÇÃO II
DA IMPUGNAÇÃO..................... Art. 135 a 145
SUBSEÇÃO III
DO RECURSO......................... Art. 146 a 149
SUBSEÇÃO IV
DA EXECUÇÃO DAS DECISÕES... Art. 150 a 157
LIVRO II
TRIBUTOS MUNICIPAIS
TÍTULO I
DOS IMPOSTOS
CAPÍTULO I
SEÇÃO I
FATO GERADOR E DO CONTRIBUINTE................. Art. 158 a 161
SEÇÃO II
BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTA........................... Art. 162 A 164
SEÇÃO III
INSCRIÇÃO............................................................. Art. 165 a 169
SEÇÃO IV
LANÇAMENTO....................................... Art. 170 a 177
SEÇÃO V
91
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA DO ALTO
ESTADO DE SÃO PAULO
PRAÇA SÃO FRANCISCO Nº 26 – CENTRO – CEP. 18.195-000 CNPJ. 46.634.077/0001-14
FONE (15) 3267-8800
CAPÍTULO II
SEÇÃO I
FATO GERADOR, INCIDÊNCIA E NÃO INCIDÊNCIA... Art. 180 e 184
SEÇÃO II
ALIQUOTAS DO IMPOSTO............... Art. 185
SEÇÃO III
CONTRIBUINTES............................................... Art. 186
SEÇÃO IV
BASE DE CÁLCULO........................................ Art. 187 a 191
SEÇÃO V
ARRECADAÇÃO DO IMPOSTO................................ Art. 192 a 194
SEÇÃO VI
OBRIGAÇÕES DOS SERV. DA JUSTIÇA........ Art. 195 a 197
CAPÍTULO III
SEÇÃO I
FATO GERADOR, CONTRIBUINTE E INCIDÊNCIA... . Art. 198 a 203
SEÇÃO II
BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTA................. Art. 204 a 212
SEÇÃO III
INSCRIÇÃO........................................... Art. 213 a 215
SEÇÃO IV
LANÇAMENTO E RECOLHIMENTO................ Art. 216 a 225
92
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SEÇÃO V
LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS................ Art. 226 a 230
SEÇÃO VI
ISENÇÕES.... Art. 231
TÍTULO II
TAXAS
CAPÍTULO I
SEÇÃO I
FATO GERADOR E CONTRIBUINTE....... Art. 232 a 234
SEÇÃO II
TAXAS DE LICENÇA............................. Art. 235 a 242
SUBSEÇÃO I
TAXA DE LICENÇA LOCALIZAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Art. 243 a 248
SUBSEÇÃO II
TAXA DE LICENÇA PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE
DE COMÉRCIO AMBULANTE OU EVENTUAL... Art. 249 a 256
SUBSEÇÃO III
DA TAXA DE LICENÇA PARA PUBLICIDADE…. Art. 257 a 267
SUBSEÇÃO IV
DA TAXA LICENÇA PARA OCUPAÇÃO DE ÁREAS
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SUBSEÇÃO V
TAXA DE LICENÇA PARA ESCAVAÇÃO E RETIRADA
DE MATERIAIS DO SUBSOLO................ Art. 272 a 276
SUBSEÇÃO VI
DA TAXA DE LICENÇA PARA EXECUÇÃO DE
OBRAS PARTICULARES... Art. 277 a 282
CAPÍTULO II
DAS TAXAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS
SEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS........................... Art. 283 a 290
SEÇÃO II
TAXA DE RESIDUOS SÓLIDOS DOMICILIAR.... Art. 291 a 294
TÍTULO III
DAS CONTRIBUIÇÕES
CAPÍTULO I
DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
SEÇÃO ÚNICA
DA DISPOSIÇÕES GERAIS........................... Art. 295 A 306
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CAPÍTULO II
SEÇÃO ÚNICA
DISPOSIÇÕES GERAIS........................... Art. 307
TÍTULO IV
DISPOSIÇÕES ESPECIAIS
CAPÍTULO I
DAS PENALIDADES
SEÇÃO I
NORMAS GERAIS................................. Art. 308 a 310
SEÇÃO II
NORMAS ESPECÍFICAS............................. Art. 311
SUBSEÇÃO I
PENALIDADES RELATIVAS AO IPTU.......... Art. 312
SUBSEÇÃO II
PENALIDADES RELATIVAS AO I.T.B.I......... Art. 313
SUBSEÇÃO III
PENALIDADES RELATIVAS AO ISSQN...…. Art. 314
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SUBSEÇÃO IV
PENALIDADES RELATIVAS AS TAXAS DECORRENTES
DO EFETIVO EXERCICIO DO PODER DE POLICIA... Art. 315
SUBSEÇÃO V
DISPOSIÇOES GERAIS................ Art. 316 e 317
CAPÍTULO II
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