Normas de Auditoria em Saúde da Marinha
Normas de Auditoria em Saúde da Marinha
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA-GERAL DO PESSOAL DA MARINHA
2011
OSTENSIVO DGPM-404
MARINHA DO BRASIL
2011
FINALIDADE: NORMATIVA
3ª REVISÃO
OSTENSIVO DGPM-404
ATO DE APROVAÇÃO
AUTENTICAÇÃO RUBRICA
PELO ORC
EM ___/___/___ CARIMBO
OSTENSIVO - II - REV. 3
OSTENSIVO DGPM-404
ÍNDICE
PÁGINAS
OSTENSIVO - IV - REV. 3
OSTENSIVO DGPM-404
INTRODUÇÃO
1 - PROPÓSITO
Esta publicação tem como propósito orientar as OM prestadoras de Serviço de Saúde quanto
aos procedimentos administrativos relacionados à coleta de dados estatísticos e auditoria em
Saúde.
2 - APRESENTAÇÃO
Dentro do propósito apresentado, estas Normas abrangem:
a) Estrutura do Sistema Estatístico de Saúde da Marinha (SESM), orientando a coleta de da-
dos estatísticos na área de saúde; e
b) Estrutura dos procedimentos de Auditoria em Saúde.
3 - PRINCIPAIS MODIFICAÇÕES
Esta publicação é a 3ª revisão da DGPM-404 - Normas Sobre Dados Estatísticos e Auditoria
em Saúde. As alterações implementadas destinam-se à sua atualização, à luz da Legislação Vi-
gente e dar ao texto maior clareza e concisão. Foram realizadas significativas modificações no
capítulo 2 e nos Anexos “A”, “B”, “C”, “D” e “E” (Boletins de Serviços Produzidos (BSP), e
seus respectivos apêndices, a saber:
a) Capítulo 2 - Propósito das Auditorias em Saúde e Sistemática de Atuação;
b) Anexo A e seu apêndice - Reenquadramento dos recursos humanos com classificação das
funções técnicas e administrativas, exclusão de Especialidades Técnicas extintas, registro de
Procedimentos de Diagnóstico, na área de Patologia Clínica, individualmente, e considerações
gerais;
c) Anexo B e seu apêndice - Reenquadramento dos recursos humanos com classificação das
funções técnicas e administrativas, alteração de nomenclatura de especialidades e considerações
gerais;
d) Anexo C e seu apêndice - Inclusão de inspeções realizadas por Médico Perito Isolado
(MPI), inclusão de GM/Aluno na clientela de inspecionados e inclusão da periodicidade;
e) Anexo D e seu apêndice - Inclusão de quadro específico para trabalhos de próteses e orto-
dontia, substituição da Tabela de Procedimentos, padronizando-a com os serviços realizados na
MB, alteração de nomenclatura de especialidades; e
f) Anexo E - Reenquadramento dos recursos humanos com classificação das funções técni-
cas e administrativas e alteração da periodicidade de envio.
CAPÍTULO 1
SISTEMA DE ESTATÍSTICA DE SAÚDE DA MARINHA
1.1 - PROPÓSITO
O SESM visa fornecer informações quantitativas e qualitativas das atividades realizadas
pelas Organizações de Saúde, proporcionando à Administração Naval subsídios para análi-
se e consequente tomada de decisões.
1.2 - CONSTITUIÇÃO
O SESM é composto pela DSM e pelas Organizações de Saúde.
1.3 - DEFINIÇÃO DE ORGANIZAÇÃO DE SAÚDE
São consideradas Organizações de Saúde aquelas enquadradas no que preceitua o Decreto
n° 92.512, de 2 de abril de 1986, em seu artigo 2°, que diz: "Organização de Saúde é a de-
nominação genérica dada aos órgãos de direção ou de execução dos serviços de saúde, in-
clusive hospitais, divisões e seções de saúde, ambulatórios, enfermarias e formações sani-
tárias de corpo de tropa, de estabelecimento, de navio, de base, de arsenal, ou de qualquer
outra unidade administrativa, tática ou operativa das Forças Armadas", incluindo-se, tam-
bém, nesta conceituação, as Organizações Militares com Facilidades Médicas (OMFM)
que não possuem Serviço de Saúde próprio.
1.4 - SISTEMÁTICA
1.4.1 - Os dados estatísticos serão coletados dos prontuários médicos e dos impressos utilizados
nas Organizações de Saúde da MB.
1.4.2 - Depois de coletados, esses dados serão registrados nos modelos dos Boletins de Servi-
ços Produzidos, constantes dos Anexos A, B, C, D, e E.
1.4.3 - O preenchimento dos Anexos A, B, C e D será mensal, e do Anexo E será semestral,
devendo ser enviados, preferencialmente, por Comunicação Eletrônica à DSM, até o dia
15 do mês subsequente ao mês a que se refere, com exceção do boletim do mês de de-
zembro, que deverá ser remetido até o sétimo dia útil de janeiro.
1.4.4 - As OM responsáveis pelos Ambulatórios Navais deverão enviar à DSM os respectivos
dados estatísticos de cada Ambulatório, individualmente.
1.4.5 - Os seguintes boletins serão preenchidos e remetidos à DSM:
a) Boletim de Serviços Produzidos - Movimento de Assistência Médica: será preenchido
pelas Organizações de Saúde (Organizações Militares Hospitalares (OMH); Policlí-
nicas Navais; Departamentos; Divisões e Seções de Saúde) que efetivamente reali-
zam o atendimento médico.
OSTENSIVO - 1-1 - REV. 3
OSTENSIVO DGPM-404
CAPÍTULO 2
AUDITORIA EM SAÚDE
2.1 - PROPÓSITO
Normatizar a metodologia de avaliação dos processos e resultados obtidos referentes à
prestação de Serviços de Assistência Médico-Hospitalar (AMH), Serviços de Assistência
de Diagnóstico e Terapia (SADT) e Serviços Odontológicos e Serviços de Apoio à Saúde
dispensados aos usuários do Sistema de Saúde da Marinha (SSM), por meio das
OMH/OMFM e OSE credenciadas, visando garantir a qualidade da assistência prestada, o
respeito às normas técnicas e administrativas previamente estabelecidas, e o controle dos
custos envolvidos.
2.2 - CONCEITUAÇÃO
A Auditoria em Saúde é a atividade de controle que fornece subsídios ao processo de
planejamento das ações de saúde, em execução, gerência técnica e avaliação qualitativa e
quantitativa dos resultados obtidos. Realiza a revisão metodológica das ações operacionais
desenvolvidas, avaliando se os recursos humanos e tecnológicos são utilizados com
eficácia e eficiência, buscando-se atingir os objetivos e metas estabelecidos na Política
Assistencial para o SSM.
2.3 - DAS ATIVIDADES
2.3.1 - Controle
Consiste no monitoramento de processos, com o objetivo de verificar a conformidade
dos mesmos aos padrões estabelecidos, detectando situações de alarme que requeiram
uma ação avaliativa detalhada e proposição de medidas corretivas.
2.3.2 - Avaliação
Trata da análise de estrutura, processos e resultados das ações e serviços, com o objetivo
de verificar sua adequação aos critérios e parâmetros de eficácia, eficiência e
efetividade estabelecidos pelo SSM.
2.3.3 - Fiscalização
Consiste em verificar o cumprimento de atos e disposições contidos na legislação e
publicações normativas.
2.3.4 - Inspeção
Por definição, visa detectar falhas ou desvios de um produto final ou de uma fase
determinada de um processo de projeto.
r) Indicadores Hospitalares.
2.11 - DAS AUDITORIAS EM SAÚDE REFERENTES À ASSISTÊNCIA MÉDICO-
HOSPITALAR PRESTADAS POR OSE
2.11.1 - Da autorização e supervisão dos procedimentos médico-hospitalares:
a) o Auditor responsável pela autorização da internação do paciente e
acompanhamento do caso deverá ser Médico, lotado na OMH ou OMFM mais
próxima do local do atendimento, devendo efetuar o acompanhamento do paciente,
sempre que possível in loco, observando a evolução clínica do paciente;
b) o Auditor deverá emitir Relatórios Médicos diários e, para o acompanhamento in
loco, preencher Relatório de Visita Hospitalar (Anexo G), com o objetivo de
registrar dados importantes para futura análise das contas médico-hospitalares,
devendo correlacionar o diagnóstico que motivou a internação com a evolução e
terapêutica instituída;
c) deverá ser dada atenção especial à gravidade, ao prognóstico e à estimativa de
permanência hospitalar de cada caso, avaliando sempre o custo/benefício de uma
transferência para um Hospital de outra Força singular, Hospital Distrital ou para o
HNMD;
d) o prazo inicial autorizado para internações será estipulado pelo auditor responsável
pela internação, de acordo com o preconizado na DSM 2002 – Manual de Auditoria
à Assistência Médica-Hospitalar prestada por Organização de Saúde Extra-MB
(OSE). Esse prazo poderá ser prorrogado mediante solicitação do médico assistente
e autorização do auditor;
e) nos casos em que os pacientes internados em apartamentos ou enfermarias forem
transferidos para UTI, o credenciado deverá fazer a imediata comunicação à
OMH/OMFM, para a formalização da indicação da transferência e autorização;
f) as internações para tratamento clínico que apresentarem a necessidade de
procedimento cirúrgico deverão ser informadas pela credenciada, de imediato, à
OMH/OMFM, para a devida autorização do médico auditor; e
g) o médico auditor deverá autorizar o uso de medicamentos de alto custo, de
materiais de alta complexidade e a colocação de órteses e próteses.
2.11.2 - Dos procedimentos para auditagem de contas médicas, odontológicas e hospitalares:
a) a auditagem das contas médicas, odontológicas e hospitalares deverá ser feita por
profissional da área de saúde lotado nas OMH/OMFM;
ocorridas no mês anterior, informando o nome e NIP dos pacientes, idade, CID,
OSE que efetuou o atendimento, período de internação e valor da fatura médico-
hospitalar;
e) a OMH controlará a utilização dos materiais de alto custo e medicamentos
especiais, avaliando sua indicação e custos envolvidos, mediante aprovação em
Conselho Técnico, informando tempestivamente à DSM, por mensagem, a
autorização efetuada, a qual caberá a ratificação do procedimento; e
f) observar as orientações contidas no Manual de Auditoria à Assistência Médica para
o Serviço de Saúde da Marinha (DSM-2002).
17 - VIATURAS HOSPITALARES
APÊNDICE I AO ANEXO A
Nota técnica (1): Não devem ser considerados leitos hospitalares de internação os
leitos de observação, incluindo os leitos de pré-parto e os leitos de recuperação pós-
anestésica, os berços de alojamento conjunto, os leitos de berçário para recém-nascidos
sadios, as camas destinadas a acompanhantes e funcionários do hospital e os leitos de
serviços diagnósticos. Em situações excepcionais, um leito hospitalar de observação ou
uma maca podem corresponder a um leito hospitalar de internação.
Nota técnica (2): Os leitos de tratamento intensivo e semi-intensivo correspondem a
uma parcela importante e crescente dos leitos hospitalares e grande volume de recursos é
destinado a esses leitos. Não é mais uma prática viável ou recomendável o bloqueio de um
leito de internação para um paciente internado em leitos de tratamento intensivo ou semi-
intensivo. Por essas razões, os leitos de tratamento intensivo e semi-intensivo devem ser
considerados leitos hospitalares de internação.
Leito Operacional - são os leitos em utilização e os leitos passíveis de serem
utilizados no momento do censo, ainda que estejam desocupados.
Leito Ocupado - leito que está sendo utilizado por um paciente, mesmo quando o
mesmo está afastado para realização de exames e procedimentos.
Leito Vago - leito que está em condições de ser ocupado, mas que não está sendo
utilizado por um paciente no momento do censo.
Leito Bloqueado - são habitualmente utilizados para internação, mas que no
momento em que é realizado o censo não podem ser utilizados por qualquer razão
(característica de outros pacientes que ocupam o mesmo quarto ou enfermaria, manutenção
predial ou de mobiliário e falta transitória de pessoal).
2.1.1 - NÚMERO DE LEITOS PARA ADULTOS
Registrar o total de leitos hospitalares operacionais e não operacionais para adultos.
2.1.2 - NÚMERO DE LEITOS ESPECIAIS PARA ADULTOS
Registrar o total de unidades especiais, operacionais e não operacionais para adultos.
Considerar como unidades especiais:
a) Unidade de Tratamento Intensivo para Adultos (UTI);
b) Unidade Coronariana (UC);
c) Unidade de Pacientes Graves (UPG); e
d) Unidade Semi-Intensiva.
3.1 - CLIENTELA
Registrar o total correspondente da clientela ambulatorial, de acordo com o quadro
abaixo:
- MA - Militar da Ativa;
- MI - Militar Inativo;
- SC - Servidores Civis (Ativo e Inativo), contribuintes para o Fundo de Saúde da Marinha
(FUSMA);
- DEP - Dependentes;
- PENS - Pensionistas;
- EX-COMB./ ANIST. - Ex-Combatentes, Anistiados, e seus respectivos dependentes e
pensionistas; e
- EXTRA-MARINHA - Usuários atendidos sem direito a AMH pelo SSM.
3.2 - ÍNDICES AMBULATORIAIS
Os indicadores de produtividade ambulatorial são: nº de pareceres ambulatoriais, prazo
de marcação de consultas, consultas agendadas, faltas a consultas e percentual de
absenteísmo (calculado automaticamente por intermédio de fórmula).
- Nº DE PARECERES AMBULATORIAIS - Registrar o número de pareceres
realizados em pacientes ambulatoriais.
- PRAZO DE MARCAÇÃO DE CONSULTAS - É o tempo, em dias, que o usuário terá
que aguardar para ser atendido em determinada clínica, após o atendimento ou não no
SPA da clínica.
Toma-se como parâmetro o último dia útil do mês e calcula-se o intervalo, em dias, entre
esse último dia e a próxima data disponível para marcação de consultas. Caso não haja
marcação de consultas, colocar zero.
- CONSULTAS AGENDADAS - Registrar o número de consultas agendadas no período.
- FALTAS A CONSULTAS - Registrar o somatório de faltas diárias, no período.
- ABS% (PERCENTUAL DE ABSENTEÍSMO) - É a relação percentual entre o total
de faltas às consultas agendadas, pelo número de consultas agendadas no mês (calculado
automaticamente por intermédio de fórmula).
Nº de faltas a consultas
ABS % = --------------------------------- X 100
Nº de consultas agendadas
Total de Pacientes-Dia
MTP = ---------------------------------------------------
Total de saídos (altas + óbitos + transf.)
8 - PARTOS
8.1 - Nº DE PARTOS CESÁRIOS
Registrar o número de partos cesários realizados no hospital, no período em estudo.
8.2 - Nº DE PARTOS NORMAIS
Registrar o número de partos normais (via baixa) realizados no hospital, no período em
estudo.
9 - NASCIMENTOS
9.1 - Nº DE NASCIDOS VIVOS
Registrar o número de nascidos vivos ocorridos no hospital, no período em estudo.
13 - MORTALIDADE
- No SEQ. (NÚMERO SEQUENCIAL)
É um número sequencial crescente.
- NIP
Registrar o NIP do paciente do óbito. Caso o paciente não tenha NIP, deixar em branco.
Ex: 86.0000.95.
- ESPEC (ESPECIFICAÇÃO DA CLIENTELA)
Utilizar a mesma especificação contida no item 3 - Assistência Ambulatorial.
- NOME
Registrar o nome do paciente do óbito. Caso o óbito seja fetal, deixar o campo em branco.
- TIPO DE ÓBITO
Fetal (F) – Registrar (F) se o óbito for fetal; e
Não Fetal (NF) – Registrar (NF) se o óbito for não fetal.
- SEXO
Feminino (F) - Registrar (F) se o sexo for feminino.
Masculino (M) - Registrar (M) se o sexo for masculino.
- DATA DE NASCIMENTO
Registrar a data de nascimento do paciente do óbito. Ex: 01/06/2000.
- DATA DA INTERNAÇÃO
Registrar a data da internação no Hospital. Ex: 01/06/2000.
- DATA DA CIRURGIA
Registrar a data da cirurgia. Caso o paciente do óbito não tenha passado por nenhum
procedimento cirúrgico, deixar o campo em branco.
- ÓBITO: DATA
Registrar a data do óbito. Ex: 02/06/2000.
- ÓBITO: HORA
Registrar a hora do óbito. Ex: 10:55.
- ÓBITO INSTITUCIONAL (+24h)
Sim (S) - Registrar (S) se o paciente esteve internado por 24h ou mais.
Não (N) - Registrar (N) se o paciente esteve internado menos de 24h.
- CLÍNICA
Utilizando as abreviaturas contidas no Anexo F, registrar a Clínica ou a Unidade que o
paciente pertencia.
OSTENSIVO - A-I-13 - REV. 3
OSTENSIVO DGPM-404
- NEC. (NECROPSIA)
Sim (S) - Registrar (S) se foi realizada necropsia.
Não (N) - Registrar (N) se não foi realizada necropsia.
- CAUSA MORTE
Registrar a causa da morte constante do Atestado Médico de Óbito, utilizando os códigos
de 1-001 a 1-103, da Lista de Tabulação de Mortalidade nº 1, contida no CID-10.
- CAUSA ANTEC 1 (CAUSA ANTECEDENTE)
Registrar a causa básica de morte, utilizando a Lista Tabular de Inclusões e Subcategorias
de Quatro Caracteres, contida no CID-10. Causa básica de morte é a doença de lesão que
iniciou a cadeia de acontecimentos patológicos que conduziram diretamente à morte ou
às circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal.
- CAUSA ANTEC 2 (CAUSA ANTECEDENTE)
Registrar a segunda causa básica de morte, caso tenha, utilizando a Lista Tabular de
Inclusões e Subcategorias de Quatro Caracteres, contida no CID-10.
14 - PROCEDIMENTOS TERAPÊUTICOS
Registrar o número de atendimentos ou sessões realizadas pelos diversos serviços,
classificando-os por paciente de AMB. (Ambulatório), INT. (Internação) e EMERG.
(Emergência).
Especificar outras terapias, caso seja necessário, utilizando o campo “outros”.
15 - PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM
Registrar o número de atendimentos de enfermagem realizados nos pacientes externos
(ambulatórios e emergência).
16 - PROCEDIMENTOS DE DIAGNÓSTICOS
Registrar o número total dos procedimentos de diagnósticos realizados nas diversas clínicas.
Os demais devem ser lançados no campo "OUTROS".
Os exames, tais como: Hemograma Completo, Coagulograma, Lipidograma, entre outros,
deverão ser desmembrados nos vários procedimentos, e seu somatório computado de acordo
com a quantidade total de procedimentos realizados em cada exame.
17 - VIATURAS HOSPITALARES
Registrar as quantidades existentes, operantes e inoperantes, das viaturas hospitalares.
18 - APARELHOS/EQUIPAMENTOS MÉDICOS
Registrar as quantidades existentes, operantes e inoperantes, dos aparelhos/equipamentos
médicos.
OSTENSIVO - A-I-14 - REV. 3
OSTENSIVO DGPM-404
ANEXO B
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA
BOLETIM DE SERVIÇOS PRODUZIDOS
MOVIMENTO ODONTOLÓGICO
APERFEIÇOAMENTO
SERVIDOR CIVIL
SERVIDOR CIVIL
ESTAGIÁRIO
TOTAL
RESIDENTE
SUB-TOTAL
SUB-TOTAL
1 - RECURSOS HUMANOS
OUTROS
OUTROS
CSM / CSM /
CURSO
EFETIVO
(C-AP)
CAM(QT) / RM1 RM2 CAM(QT) / RM1 RM2
CAP / CFN CAP / CFN
1 - CIRURGIÃO DENTISTA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
2 - ENFERMEIRO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
3 - TEC. DE ENFERMAGEM 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
6 - TEC. DE RADIOLOGIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
7 - AUX. DE ENFERMAGEM 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
TOTAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
2 - INSTALAÇÃO FÍSICA
3 - MOVIMENTO ODONTOLÓGICO
MARINHA
PRAZ.
EXTRA
CLÍNICAS / SERVIÇOS
ANIST.
1- SEMIOLOGIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
2 - ODONTOPEDIATRIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
3 - DENTÍSTICA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
4 - ENDODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
5 - IMPLANTODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
6 - ORTODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
8 - PERIODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
10 - PREVENÇÃO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
11 - CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
MAXILO-FACIAIS
12 - ODONTOGERIATRIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
17 - URGÊNCIAS 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
20 - OUTRAS 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 #DIV/0!
Observações:
APÊNDICE I AO ANEXO B
Os mapas (B-1 ao B-2) serão preenchidos e encaminhados mensalmente por todas as Or-
ganizações de Saúde que prestarem atendimento odontológico (OMH; Policlínicas Navais; De-
partamentos; Divisões e Seções de Saúde).
Os campos das planilhas com fundo sombreado não deverão ser preenchidos por conterem
fórmulas ou não preverem preenchimento.
Quando não se possuir informação em determinado campo, deixar o mesmo em branco,
não preenchendo com nenhum tipo de caractere como: pontos, tracejados, espaço, etc.
1 - RECURSOS HUMANOS
Registrar o recurso humano existente na OM, discriminando conforme o quadro.
Considerar como:
FUNÇÃO TÉCNICA - nº de Cirurgiões-Dentistas e profissionais de áreas afins que estejam
efetivamente exercendo suas funções junto aos pacientes ou atuando em sua atividade fim;
FUNÇÃO ADMINISTRATIVA - nº de Cirurgiões-Dentistas e profissionais de áreas afins
que estejam em função administrativa, sem exercer sua atividade junto aos pacientes ou não
atuando em sua atividade fim;
TOTAL EFETIVO – nº total de Cirurgiões-Dentistas e profissionais de áreas afins lotados na
OM . Calculado automaticamente por intermédio de fórmula; e
Não incluir os funcionários de LESM, LTS, férias, destacados etc.
2 - INSTALAÇÃO FÍSICA
Registrar a quantidade existente de salas, consultórios e aparelhos operantes e inoperantes
(avariados).
3 - MOVIMENTO ODONTOLÓGICO
Registrar o movimento odontológico ocorrido no mês, especificando por clientela.
Considerar “URGÊNCIAS” como sendo atendimentos realizados após o expediente normal
e/ou em rotinas de domingo.
3.1 - CLIENTELA
Registrar o total correspondente da clientela ambulatorial, de acordo com o quadro abaixo:
- MA - Militar da Ativa;
- MI - Militar Inativo;
OSTENSIVO - B-I-1 - REV. 3
OSTENSIVO DGPM-404
Nº de faltas a consultas
(%) ABS. =-------------------------------------------X 100
Nº de consultas agendadas
4 - PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS
Registrar a quantidade de procedimentos odontológicos realizados nos pacientes, conforme o
quadro.
As palestras ou sessões de vídeo sobre prevenção das patologias orais serão computadas
quando dirigidas ao público em locais como sala de espera, anfiteatros, auditórios etc.
ANEXO C
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA
BOLETIM DE SERVIÇOS PRODUZIDOS
MOVIMENTO PERICIAL
RESULTADO MILITAR
OF. GEN. OF. SUP. [Link]. OF. SUB. GM / ALUNO SO / SG CB/MN/ SD GRUM. SERV. CIV. CAND. INAT. / EXTRA MB OUTROS TOTAL
DEP./ PENS.
I 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
II 0 0 0 0
III 0 0 0 0
IV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
V 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
VI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
VII 0 0 0 0
VIII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
IX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
X 0 0 0 0
XI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XII 0 0 0 0
XIII 0 0 0 0
XIV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVIII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XIX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
TOTAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
RESULTADO MILITAR
OF. GEN. OF. SUP. [Link]. OF. SUB. GM / ALUNO SO / SG CB/MN/ SD GRUM. SERV. CIV. CAND. INAT. / EXTRA MB OUTROS TOTAL
DEP./ PENS.
I 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
II 0 0 0 0
III 0 0 0 0
IV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
V 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
VI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
VII 0 0 0 0
VIII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
IX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
X 0 0 0 0
XI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XII 0 0 0 0
XIII 0 0 0 0
XIV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVIII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XIX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
TOTAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
RESULTADO MILITAR
OF. GEN. OF. SUP. [Link]. OF. SUB. GM / ALUNO SO / SG CB/MN/ SD GRUM. SERV. CIV. CAND. INAT. / EXTRA MB OUTROS TOTAL
DEP./ PENS.
I 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
II 0 0 0 0
III 0 0 0 0
IV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
V 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
VI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
VII 0 0 0 0
VIII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
IX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
X 0 0 0 0
XI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XII 0 0 0 0
XIII 0 0 0 0
XIV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XV 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XVIII 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XIX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
XX 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Rev. 3
OSTENSIVO - C-1 -
OSTENSIVO DGPM - 404
TOTAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Rev. 3
OSTENSIVO - C-1 -
OSTENSIVO DGPM-404
APÊNDICE I AO ANEXO C
Os mapas (C-1 ao C-4) serão preenchidos e encaminhados mensalmente por todas as Or-
ganizações de Saúde prestadoras de serviços médico-periciais.
Os campos das planilhas com fundo sombreado não deverão ser preenchidos por conterem
fórmulas ou não preverem preenchimento.
Quando não se possuir informação em determinado campo, deixar o mesmo em branco,
não preenchendo com nenhum tipo de caractere como: pontos, tracejados, espaço etc.
1 - MOVIMENTO PERICIAL
Registrar o número de inspeções periciais, especificando conforme os quadros.
O item 1.4 deverá ser preenchido somente pelo CPMM.
Considerar os registros do campo “GM/ALUNO” como sendo o nº de inspeções periciais re-
ferentes aos Guardas-Marinha e/ou Alunos de Centros e Escolas de Formação de Oficiais e
do Colégio Naval.
2 - NOSOLOGIA PERICIAL
Registrar por ordem de incidência, nos espaços em branco, as dez nosologias, CID principal,
de maior frequência nas respectivas causas de incapacidade e aptos com restrição.
3 - ODONTOLOGIA PERICIAL
3.1 - PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS PERICIAIS
Registrar o número dos seguintes procedimentos odontológicos periciais:
- PERÍCIAS ODONTOLÓGICAS
É o exame realizado por Cirurgião-Dentista em qualquer pessoa indicada por autoridade
competente, com o objetivo de verificar em determinada ocasião, seu estado de sanidade
buco-facial.
- REGISTRO ODONTO LEGAL
É o registro e arquivo de fotografias, radiografia panorâmica e odontograma da arcada
dentária dos militares em serviço ativo na MB, que irão exercer atividades especiais,
missões no exterior e Antártica, com a finalidade de possibilitar identificação pessoal,
quando não couberem outros meios.
ANEXO D
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA
BOLETIM DE SERVIÇOS PRODUZIDOS
MOVIMENTO EXTRA-MARINHA
1 - MOVIMENTO ODONTOLÓGICO
1.1 - CONSULTAS ODONTOLÓGICAS POR CLIENTELA
PROCEDIMENTOS
EX-COMB./
MARINHA
Nº DE
EXTRA
ANIST.
CLÍNICAS
MA MI SC DEP PENS TOTAL
1- SEMIOLOGIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
2 - ODONTOPEDIATRIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
3 - DENTÍSTICA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
4 - ENDODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 - IMPLANTODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
6 - ORTODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
7 - PRÓTESE 0 0 0 0 0 0 0 0 0
8 - PERIODONTIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
9 - IMAGINOLOGIA DENTO-MAXILO-
0 0 0 0 0 0 0 0 0
FACIAL
10 - PREVENÇÃO 0 0 0 0 0 0 0 0 0
11 - CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA
0 0 0 0 0 0 0 0 0
BUCO-MAXILO-FACIAIS
12 - ODONTOGERIATRIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
13 - ODONTOLOGIA INTEGRADA 0 0 0 0 0 0 0 0 0
14 - DISFUNÇÃO TEMPORO
0 0 0 0 0 0 0 0 0
MANDIBULAR E DOR OROFACIAL
15- SERVIÇO DE PRONTO
0 0 0 0 0 0 0 0 0
ATENDIMENTO (SPA)
16 - CLINICA GERAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0
17 - OUTRAS 0 0 0 0 0 0 0 0 0
TOTAL GERAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1 - ORTODONTIA 0
2 - PRÓTESE DENTÁRIA 0
3 - OUTROS 0
TOTAL GERAL 0
Observações:
APÊNDICE I AO ANEXO D
Os mapas (D-1 ao D-8) serão preenchidos e encaminhados mensalmente por toda OM que
utilizar recursos do PB Hotel, para pagamento de serviços (assistência médica e odontológica,
internações, procedimentos terapêuticos, procedimentos cirúrgicos, procedimentos de diagnósti-
co, etc.) prestados por OSE.
Os campos das planilhas com fundo sombreados não deverão ser preenchidos por conterem
fórmulas ou não preverem preenchimento.
Quando não se possuir informação em determinado campo, deixar o mesmo em branco,
não preenchendo com nenhum tipo de caractere como: pontos, tracejados, espaço etc.
1 - MOVIMENTO ODONTOLÓGICO
1.1 - CONSULTAS ODONTOLÓGICAS POR CLIENTELA
Registrar o número total de consultas prestadas por terceiros, especificando por clientela,
de acordo com o quadro abaixo:
- MA - Militar da Ativa;
- MI - Militar Inativo;
- SC - Servidores Civis (Ativo e Inativo) contribuintes para o Fundo de Saúde da Marinha
(FUSMA);
- DEP - Dependentes;
- PENS - Pensionistas;
- EX-COMB./ANIST. - Ex-Combatentes, Anistiados, e seus respectivos dependentes e
pensionistas;
- EXTRA-MARINHA - Usuários atendidos sem direito a AMH pelo SSM; e
- Nº DE PROCEDIMENTOS - Registrar o número total de procedimentos odontológi-
cos prestados por terceiros.
1.2 - SERVIÇOS DE LABORATÓRIOS DE PRÓTESE PRESTADOS POR
TERCEIROS
Registrar o número total de serviços de próteses odontológicas prestados por terceiros.
2 - ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL
Registrar, especificando por clientela, o número de consultas médicas prestadas por terceiros
(pessoas físicas e jurídicas), em OSE.
Especificar outras clínicas, caso necessário, utilizando o item 54.
CLIENTELA - Registrar o total correspondente da clientela ambulatorial, de acordo com a
especificação contida no item 1 - Movimento Odontológico.
3 - INTERNAÇÃO
É o total de internações prestadas por terceiros, ocorridas no mês,discriminando por clientela.
CLIENTELA – Registrar o total correspondente da clientela de internação, de acordo com a
especificação contida no item 1 – Movimento Odontológico.
4 - PROCEDIMENTOS INVASIVOS OU CIRÚRGICOS
Registrar o número de procedimentos invasivos ou cirúrgicos realizadas em OSE, especifi-
cando pelo porte (Grande, Média, Pequena e Ambulatorial).
4.1 - NÚMERO DE ANESTESIAS
Registrar o número de anestesias, por tipo (Geral, Local, Bloqueio e Outras).
5 - PROCEDIMENTOS TERAPÊUTICOS
Registrar o número de sessões ou aplicações de terapias, classificando-os por paciente de
Ambulatório (AMB.), internação (INT.) e Emergência (EMERG.).
Especificar outras terapias, caso seja necessário, utilizando o campo “outros”.
6 - PROCEDIMENTOS DE DIAGNÓSTICOS
Registrar o número de procedimentos de diagnósticos, realizados por terceiros, ocorridos no
mês.
Especificar outros exames, caso seja necessário, utilizando o campo “outros”.
ANEXO E
MARINHA DO BRASIL
DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA
BOLETIM DE SERVIÇOS PRODUZIDOS
MOVIMENTO DO LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DA MARINHA
APERFEIÇOAMENTO
SERVIDOR CIVIL
SERVIDOR CIVIL
TOTAL
1 - RECURSOS HUMANOS
SUB-TOTAL
SUB-TOTAL
EFETIVO
OUTROS
OUTROS
CSM / CSM /
CURSO
(C-AP)
CAM(QT) / RM1 RM2 CAM(QT) / RM1 RM2
CAP / CFN CAP / CFN
1 - FARMACÊUTICO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
2 - QUÍMICO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
4 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 - TÉCNICO DE SECRETARIADO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
7 - AUXILIAR DE LABORATÓRIO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
8 - AUXILIAR DE MANIPULAÇÃO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
9 - AUXILIAR DE ESCRITÓRIO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
10 - AUXILIAR DE FABRICAÇÃO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
11 - TECNOLOGISTA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
12 - LABORATORISTA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
13 - MANIPULADOR 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
15 - OUTROS 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
TOTAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Observações:
APÊNDICE I AO ANEXO E
ANEXO F
Esta lista é para ser utilizada no preenchimento do Anexo A, página A-12, campo
Clínica.
CLÍNICAS ABREVIATURAS
ALERGOLOGIA ALER
CARDIOLOGIA CARD
CIRURGIA BUCO MAXILO FACIAL CBMF
CIRURGIA CABEÇA E PESCOÇO CCAB
CIRURGIA CARDÍACA CCAR
CIRURGIA GERAL CGER
CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED
CIRURGIA PLÁSTICA CPLA
CIRURGIA TORÁCICA CTOR
CIRURGIA VASCULAR CVAS
CLÍNICA MÉDICA CMED
DERMATOLOGIA DERM
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS DIP
ENDOCRINOLOGIA ENDO
GASTROENTEROLOGIA GAST
GINECOLOGIA GINE
GERIATRIA GERI
HEMATOLOGIA HEMA
MEDICINA NUCLEAR MEDN
NEFROLOGIA NEFR
NEUROCIRURGIA NEUC
NEUROLOGIA NEUR
NEUROLOGIA INFANTIL NEUI
OBSTETRÍCIA OBST
OFTALMOLOGIA OFTA
ONCOLOGIA ONCO
OTORRINOLARINGOLOGIA ORL
PEDIATRIA PEDI
PNEUMOLOGIA PNEU
PROCTOLOGIA PROC
PSIQUIATRIA PSIQ
REUMATOLOGIA REUM
TRAUMATO-ORTOPEDIA TORT
UROLOGIA UROL
EMERGÊNCIA EMER
UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO UTI
UTI PEDIÁTRICO UTIP
UTI NEONATAL UTIN
UNIDADE DE TRATAMENTO DE QUEIMADOS UTQ
UNIDADE CORONARIANA UC
UNIDADE DE PACIENTE GRAVE UPG
UNIDADE INTERMEDIÁRIA UI
Internação Alta
DIA HORA DIA HORA NIP: __________________ Nome do paciente: ___________________________________________________________________________
Acomodação:
1- LOCAL: _____________________ DATA INÍCIO - ____/____/______ DATA TÉRMINO - ____/____/______
DATA INÍCIO - ____/____/______ DATA TÉRMINO - ____/____/______ HORA INÍCIO - ______:______ HORA TÉRMINO - ______: ______
Observação:
ANEXO H
GUIA DE APRESENTAÇÃO DO USUÁRIO (GAU) - CONSULTAS
OMH/OMFM:
||___|___|
| | / ||___|___|
| | / |___|___|
| | |
DADOS DO USUÁRIO
3 - Nome 4 - NIP
| |____|____|____|____|____|____|____|____|
| | | | | | | |
5- Nº Ident. Militar 6- Data validade da AMH 7- Telefone Fixo 8- Telefone Celular
ͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮͬͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮͬͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮ
ͮͮͮͬͮͮͮͬͮͮͮ
DADOS DO RESPONSÁVEL
9- Nome 10- NIP 11- Telefone
||___|___|___|___|___|___|___|___|
| | | | | | | |
13 - Observações
DADOS DO CREDENCIADO
14 - CNPJ / CPF 15 - Nome do Credenciado
| | | | | | | | | | | | | | |
DADOS DA AUTORIZAÇÃO
24-Data / Assinatura / Carimbo do Autorizador 25-Data / Assinatura / Carimbo do Profissional Executante
26- Data e Assinatura do Usuário ou Responsável 27- Autorizo a entrega de cópia do meu prontuário, referente a este atendimento, se solicitado pela
MB, para fim de auditoria.
| | |/| | |/| | |
ANEXO H
GUIA DE APRESENTAÇÃO DO USUÁRIO(GAU) - INTERNAÇÃO
OMH/OMFM:_____________
|____|____|____|____|____|____|____|____|
5- Nº Ident. Militar 6- Data validade da AMH 7- Telefone Fixo 8- Telefone Celular
ͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮͬͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮͬͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮ
|___|___|___|___|___|___|___|___|
|____|____|____|____|
13 - Dados Clínicos
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
DADOS DO CREDENCIADO
14-- CNPJ / CPF 15 - Nome do Credenciado
|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|___|
24 - Data da Admissão Hospitalar 25 - Qte Diárias solicitadas 26 - Tipo Acomodação autorizada 27 - Acompanhante
|___|___| / |___|___| / |___|___| |_____|_____| |_____| 1-Apartamento 2-Quarto 3-Enfermaria |______| 1-Sim 2-Não
30- Data e Assinatura do Usuário ou Responsável 31- Autorizo a entrega de cópia do meu prontuário, referente a este atendimento, se solicitado pela
MB, para fim de auditoria.
|___|___| / |___|___| / |___|___|
__________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________________________________
Assinatura do Usuário ou Responsável Assinatura do Usuário ou Responsável
DADOS DA PRORROGAÇÃO
32 - JUSTIFICATIVA
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
33- Qte Diárias Autorizadas 34-Data / Assinatura / Carimbo do Autorizador pela Prorrogação
ANEXO H
GUIA DE APRESENTAÇÃO DO USUÁRIO (GAU)
SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO PROFISSIONAL/ SERVIÇO AUXILIAR DE DIAGNÓSTICO E TERAPIA - SP/SADT
1 - Nº: 2 - Data de Emissão da GAU
|___|___|___|___|___|___|___|___| ͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮͬͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮͬͮͺͺͺͺͮͺͺͺͺͮ
|___|___|___|___|___|___|___|___|
DADOS DA SOLICITAÇÂO
16 - DESCRIÇÃO
1-_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2-_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
3-_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4- _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5- _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
DADOS DA AUTORIZAÇÃO
25-Data / Assinatura / Carimbo do Autorizador 26-Data / Assinatura do Beneficiário ou Responsável 27-Data / Assinatura / Carimbo do Credenciado Executante
|___|___| / |___|___| / |___|___|
|___|___| / |___|___| / |___|___| |___|___| / |___|___| / |___|___|
28-Data / Assinatura do Beneficiário ( Procedimentos em Série)
ϮͲͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺϰͲͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺϲͲͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺϴͲͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺϭϬͲͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͬͮͺͺͮͺͺͮͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺͺ
29 - OBSERVAÇÔES
ANEXO H
GUIA DE APRESENTAÇÃO DO USUÁRIO (GAU)
1 - Nº: 2 - Data de Emissão da GAU OMH/OMFM:_____________
|___|___| / |___|___| / |___|___|
DADOS DO USUÁRIO
|___|___|___|___|___|___|___|___|
DADOS DA SOLICITAÇÂO
10 - Data da Solicitação 11- Nome do Profissional Solicitante 12 - Conselho Profissional 13- Número no Conselho 14 - UF
15 - Dente 16- Face 17- Descrição do procedimento 18-Data / Assinatura do Beneficiário ( após o procedimento)
DADOS DA AUTORIZAÇÃO
27-Data / Assinatura / Carimbo do Autorizador 28-Autorizo a entrega de meu prontuário, se solicitado pela MB, para fim de auditoria 29-Data / Assinatura / Carimbo do Credenciado Executante
|___|___| / |___|___| / |___|___| Data / Assinatura do Beneficiário ou Responsável |___|___| / |___|___| / |___|___|
|___|___| / |___|___| / |___|___| __________________________________________
30 - OBSERVAÇÔES