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Liberdade da Mente: A Consciência do Ser

O documento explora a ideia de que a verdadeira identidade não é a mente, mas a consciência que observa os pensamentos. A felicidade e a paz interior são alcançadas ao se desvincular da identificação com a mente e ao aceitar o momento presente. A prática da meditação e a consciência do 'eu sou' são apresentadas como caminhos para a libertação do ego e a realização do ser verdadeiro.

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Brunna
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Liberdade da Mente: A Consciência do Ser

O documento explora a ideia de que a verdadeira identidade não é a mente, mas a consciência que observa os pensamentos. A felicidade e a paz interior são alcançadas ao se desvincular da identificação com a mente e ao aceitar o momento presente. A prática da meditação e a consciência do 'eu sou' são apresentadas como caminhos para a libertação do ego e a realização do ser verdadeiro.

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Estudos – Corvo Seco

Eckhart Tolle – Você não é a sua Mente

Observe: a causa primária da infelicidade, nunca é a situação, mas seus pensamentos sobre
ela.

Você acredita que essa voz que está na sua cabeça é você.

A mente cria um “falso-eu”

O pensador compulsivo vive num mundo povoado de conflitos e problemas.

O pensar virou uma doença.

Em geral, você simplesmente não usa a mente. É ela que usa você. E é essa a doença.

Você acredita que você é a sua mente.

Você consegue se livrar da sua mente quando quer? Não? É porque a mente está usando você.

Você não é a sua mente.

Não é raro que nossa mente seja o nosso pior inimigo.

A boa notícia: podemos nos libertar de nossa mente.

A liberdade começa quando percebemos que não somos a entidade dominadora, o


pensador. Saber disso nos permite observar a entidade. Seja o observador dos seus
pensamentos.

Você está abaixo do pensar. Você é a quietude sob o ruído mental. Você é a consciência
disfarçada de pessoa.

Todas as coisas realmente importantes como a beleza, o amor, a criatividade, a alegria e a


paz interior surgem de um ponto além da mente. É quando começamos a acordar.

Ao ouvir a sua voz, seja imparcial, não julgue nada. Não julgue ou condene o que você ouve.

Lá está a voz. E aqui estou eu, ouvindo-a, observando-a.

Por trás do seu pensamento, está o eu superior, mais profundo.

Você é a testemunha do seu pensamento.

O pensamento perde o poder que exerce sobre você e se afasta rapidamente. A mente não
está mais recebendo energia, gerada por sua identificação com ela.

Esse é o começo do fim do pensamento involuntário e compulsivo.

Quando o pensamento se afasta, percebemos uma interrupção no fluxo mental, um espaço de


mente vazia.

No início, esses espaços são curtos, mas posteriormente, tornam-se mais longos.

Quando esses espaços acontecem, sentimos uma certa paz e serenidade interior.

Esse é o começo do estado natural quando nos sentimos em unidade com o ser.
Nesse estado, ficamos muito alertas, ficamos presentes por inteiro.

Aqui e agora.

Essa é a essência da meditação, é possível dar total atenção em qualquer atividade rotineira.

Assim, progressivamente, vamos perdendo a identificação com a mente, e vamos nos


associando com o silêncio, o agora.

Nosso maior obstáculo, é que nos identificamos com a mente.

Eckhart Tolle – Quem você é

Pensar fragmenta a realidade. Cortando em pequenos pedaços, em pequenos conceitos.

É a atenção que cura a separação.

A identificação com a mente é a ilusão básica.

A raiva, o tédio, são estados da mente humana. Nada aquilo que vai e volta é você.

Qualquer tipo de preconceito mostra que você está identificado com a mente pensante, você
não está vendo o outro ser humano. Está vendo apenas o seu conceito sobre aquele ser
humano.

Não devemos nos identificar com o pensamento, nem ser dominado por ele.

Quando consegue ficar à vontade com o “não saber’, você já está além da mente.

A mente sempre está querendo ser alimentada, é assim que o ego se cria e se recria
continuamente.

Quando diz “eu” está falando com o ego, com seus gostos e desgostos, com medos e desejos,
o ego que nunca se satisfaz.

O ego é fugaz e passageiro.

O eu criado pela mente, chamamos de ego.

Ele se sente sempre incompleto. Medos e desejos são as forças dominantes desse ego.

Quando você percebe que tem uma voz na sua cabeça, que pretende ser você, e não para de
falar, percebe que de forma inconsciente você vem se identificando com a corrente do
pensamento.

Ao viver através do ego, você faz do presente apenas um meio para atingir um fim. Quando
você dar mais atenção ao que estar fazendo, do que o resultado que você quer alcançar,
rompe o velho condicionamento autocentrado.

Veja o que a mente está fazendo com você.

Testemunhe seu estado interior. Você não precisa fazer nada além disso.

Reclamar e reagir são as formas preferidas da mente para fortalecer o ego.

Procura fazer com o que os outros sempre estejam errados, e assim, fortalece sua identidade,
seu ego.
A identidade do ego depende da comparação e se alimenta do mais. Ele se agarra a qualquer
coisa.

EU NÃO SOU MEUS PENSAMENTOS, MINHAS EMOÇÕES.

Não sou o conteúdo da minha vida. Sou o espaço no qual todas as coisas acontecem.

Sou a consciência. Sou o agora.

Você não encontra paz organizando os fatos da sua vida.

Você não possui uma vida, você é a vida. A consciência única.

Você é a consciência através da qual tudo é conhecido.

Você é a própria consciência.

A paz que existe dentro de você, permanece sempre a mesma.

Quando você aceita totalmente o tempo presente, quando deixa de discutir com o que é, a
compulsão de pensar diminuiu e é substituída por uma calma atenta. Você fica plenamente
consciente.

Aceite o momento tal como ele é.

Entregue-se a esse momento.

Quando você aceita plenamente que não sabe, desiste de lutar para encontrar a resposta
usando o pensamento de sua mente limitada.

Ao desistir, você permite que uma inteligência maior atue através de você.

Desista. Deixe que a vida seja.

Papaji – Olhe para Dentro

Não atribua alegria a outras coisas, seja uma pessoa, o sol, a lua ou as estrelas. Pare com essa
tendência de ir para os objetos externos, sejam eles quais forem.

Primeiro encontre a paz interior, então, você irá ver essa paz refletida em toda parte, em
todos os seres.

Olhe para Dentro.

Não deixe sua mente para fora do seu coração.

Evite o apego como o fogo, pois ele queimará você.

Ninguém lhe dará felicidade, ninguém lhe dará paz. Somente o Ser lhe dará paz.

O segredo para a felicidade é parar de buscar, parar de pensar, parar de não pensar, e
manter-se em silêncio.

Você é essa paz. Você é a felicidade que você procura.

A mente lhe dá dúvidas, medos preocupações, e mantém você inconsciente daquilo que está
além.
A consciência está além.

A mente engana você, ela não gosta de ficar em silêncio.

Quando você não pensa, você não precisa fazer mais nada. É o suficiente. E não faça nenhum
esforço para não pensar.

O que vier, deixe vir, o que ficar, deixe ficar.

Mantenha-se quieto.

Você não precisa ir a lugar algum, para chegar ao Eu.

Tudo o que você precisa fazer, é parar todo movimento da mente. E então, Você está aqui.

Não vá para o passado, o passado é a mente. O passado é um cemitério.

Se pensamentos surgirem, seja indiferente a eles. Mantenha-se em silêncio.

Apenas seja o Ser.

Você não precisa entender. Quando você tenta entender, surge o funcionamento da mente.

Nós somos a nossa própria paz encarnada.

Quando alguém ri, não há pensamento, não há mente, e não há pensamento.

Então ria de todos os seus problemas, relaxa, sem intenção, mas apenas atenção.

Seja vigilante. Sempre observe o que vem na mente.

A mente tenta te manter no escuro, no passado, no tempo.

Onde não existe mente, não existe tempo.

Dê um segundo a si mesmo, sem pensar.

Pare tudo.

E você vai perceber que esta é a liberdade que tem procurado.

Desista de todos os desejos, é a mente que gosta de um estado e não gosta de outro.

Quem cria as diferenças? Quem vê essa diferença?

Questione a origem da mente. De onde surge a dualidade?

Não se identifique com o espelho.

Se você simplesmente testemunhar as projeções reproduzidas na tela, o problema não existe.

Não há como escapar do amor, não importa onde você vai, aquilo estará sempre com você.

Não fuja das atividades mundanas, mantenha-se sempre no “Eu Sou o Ser”.

Em todas as atividades, permaneça silencioso. E saiba, eu estou em casa.

Essa é a sua tarefa, permanecer em silêncio.


Swami Vivekananda – Advaita – A Filosofia da Não-dualidade

Você e eu somos um, como Brahma, completos e perfeitos.

Você nunca foi limitado. Você pensa que é limitado.

Você é infinito.

Você é Existência-Conhecimento-Bem-Aventurança (Sat-Chit-Ananda)

Conheça a verdade e seja livre num instante.

Veja-se Um com o Divino. Então todo medo desaparece.

A quem vamos temer?

Livre-se dessa diferenciação.

Todas as escrituras, todas as verdades, são vedas.

Meditem sobre Ele, concentrem suas mentes Nele e se façam unos com Ele.

Deus está presente em cada ser. Ele é o único. Nele tudo existe.

Ele está perto e longe. Ele está dentro de tudo.

Se você mergulhar profundamente, verá que todos são apenas variações do Um.

Abandonem a ilusão de que são ovelhas, vocês são almas imortais, espíritos livres, abençoados
e eternos.

Vocês não são matérias, não são corpos. A matéria é sua serva, e não vocês, os servos da
matéria.

Levantem-se, oh leões!

Rupert Spira – Nossa Verdadeira Natureza

A descoberta que a paz, a felicidade e o amor estão sempre presentes dentro de nosso próprio
ser, e completamente disponível a cada momento de experiência, sob todas as condições, é a
descoberta mais importante que qualquer um pode fazer.

“Eu e meu pai somos um”

“A consciência é tudo”

“Não há duas coisas”

“Sat Chit Ananda”

Qual é a natureza da mente? Reformulando: quem ou ou que sou eu?

É o conhecimento mais profundo que a mente pode alcançar. É a inteligência suprema.

No fundo da mente está uma porta com as palavras “EU SOU” escritas em cima dela.
Há três passos essenciais no caminho espiritual:

- O primeiro é perceber que não se é um corpo ou uma mente, mas a Consciência em que eles
aparecem e através da qual são conhecidos;

- O segundo é explorar a natureza da Consciência e descobrir que ela não compartilha nem o
destino, nem as limitações do corpo e da mente, ou seja, descobrir sua natureza eterna e
infinita;

- O terceiro é levar uma vida consistente com esse entendimento.

Nossas crenças são a raiz do sofrimento psicológico e elas são desmanteladas por um processo
de investigação contemplativa.

A dissolução dessas crenças é realizada explorando e expondo-a usando a experiência direta


como guia e referência.

Estar ciente de estar ciente – permanecendo em e como o ser, descansando no “eu sou”,
praticando a presença de Deus – é a única forma de meditação ou oração na qual o ego, o
sujeito aparentemente separado da experiência, não é mantido.

É, como tal, a forma mais elevada de meditação ou oração, e o caminho direto para a paz e a
felicidade duradouras.

Eu, consciência aberta e vazia, estou ciente de pensamentos, sentimentos, sensações e


percepções, mas não sou feito de nenhum deles.

Todos estes vêm, vão, movem-se e mudam, enquanto eu permaneço como sou, sem
nascimento, morte, movimento ou mudança – eterno e infinito.

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