Match Ec
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MATCH® EC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 09195.
COMPOSIÇÃO:
(RS)-1-[2,5-dichloro-4-(1,1,2,3,3,3-hexafluoropropoxy)phenyl]-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea
(LUFENUROM)..................................................................................................50 g/L (5% m/v)
Outros ingredientes .............................................................................1075 g/L (107,5% m/v)
GRUPO 15 INSETICIDA
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-
80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG, CNPJ:
23.361.306/0001-79, Cadastro no IMA/MG: sob nº 2.972.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP:
18087-170 - Sorocaba/SP CNPJ: 61.142.550/0001-30, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 8.
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FMC Química do Brasil Ltda - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III -
Uberaba - MG, CNPJ: 04.136.367/0005-11, Cadastro no IMA/MG sob nº 210.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda – Av. Roberto Simonsen,
1459 - Paulínia/SP, CNPJ: 03.855.423/0001- 81, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335 - Q.14 L 5 – Distrito Industrial
III – CEP: 38040-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob
nº 8.764.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa – Londrina /
PR CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº
003263.
Adama Brasil S/A – Avenida Júlio de Castilho, 2085 – Taquari / RS CEP: 95860-000 -
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Kubix Agroindustrial Ltda - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP:
13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro da empresa no Estado
(CDA) nº 4381.
Syngenta S.A. – Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena - Colômbia.
Shangyu Nutrichem Co., Ltd - Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic
and Technological Development Area, Zhejiang 312369 – China.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
No do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
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INSTRUÇÕES DE USO:
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
Pulverização
Curuquerê, Terrestre:
Curuquerê-do- 150 - 80 a 200 L/ha
algodoeiro 200 1 aplicação
(Alabama mL/ha Pulverização
argillacea) aérea:
20 L/ha
Pulverização
Terrestre:
Lagarta-das- 80 a 200 L/ha ÉPOCA: Inspecionar
maçãs 800 - 1000 periodicamente a lavoura
1 aplicação Pulverização
(Heliothis mL/ha e aplicar no início da
ALGODÃO aérea:
virescens) infestação, com lagartas
20 L/ha pequenas, de 1º e 2º
instares.
Pulverização
Lagarta- Terrestre:
militar, 80 a 200 L/ha
Lagarta-do- 300 -
Cartucho 400 1 aplicação Pulverização
(Spodoptera mL/ha aérea:
frugiperda) 20 L/ha
ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
3 aplicações Reaplicar se necessário
AMEIXA (Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
de acordo com
molesta) L/ha
monitoramento de
pragas, não excedendo
o número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Lagarta-do- ocorrência da praga na
trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) primeiros sintomas.
Pulverização
Terrestre: Reaplicar se necessário
AVEIA 100 2 aplicações 80 a 200 L/ha de acordo com
mL/ha monitoramento de
Pulverização pragas, não excedendo o
Lagarta-militar
(Spodoptera aérea: número máximo de
frugiperda) 20 L/ha aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
15 dias.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Iniciar a
aplicação aos primeiros
sintomas da presença da
praga.
Traça-da-
batatinha, 600 - Pulverização
Cegadeira 4 aplicações Terrestre: [Link]ÇÃO:
BATATA 800
(Phthorimaea 400 a 800 L/ha Reaplicar se necessário
mL/ha
operculella) de acordo com a
reinfestação da área, não
excedendo o número
máximo de aplicações.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Broca-das- ocorrência de pragas na
cucurbitáceas cultura e aplicar no início
(Diaphania de infestação, ou
nitidalis aparecimento dos
primeiros sintomas.
Pulverização
BRÓCOLIS 100 Reaplicar se necessário
2 aplicações Terrestre:
mL/100 L de acordo com
100 a 300 L/ha
monitoramento de
Traça-das- pragas, não excedendo
crucíferas o número máximo de
(Plutella aplicações.
xylostella)
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA:Aplicar quando
o nível de infestação
atingir entre 1 a 3% de
colmos com presença de
lagartas vivas, menores
que 1 centímetro, antes
de penetrarem no colmo.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da praga na
Lagarta-do- trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) Pulverização
primeiros sintomas.
Terrestre:
80 a 200 L/ha
100 Reaplicar se necessário
CENTEIO mL/ha 2 aplicações
de acordo com
Pulverização
monitoramento de pragas,
aérea:
Lagarta-militar não excedendo o número
20 L/ha
(Spodoptera máximo de aplicações.
frugiperda)
INTERV. APLICAÇÃO:
15 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da praga na
Lagarta-do-trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) Pulverização primeiros sintomas.
Terrestre:
80 a 200 L/ha
100 Reaplicar se necessário
CEVADA 2 aplicações
mL/ha de acordo com
Pulverização
monitoramento de pragas,
aérea:
Lagarta-militar não excedendo o número
20 L/ha
(Spodoptera máximo de aplicações.
frugiperda
INTERV. APLICAÇÃO:
15 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Reaplicar se necessário
Broca-das- de acordo com
Pulverização
cucurbitáceas 50 mL/100 monitoramento de pragas,
CHUCHU 4 aplicações Terrestre:
(Diaphania L não excedendo o número
200 a 600 L/ha
nitidalis) máximo de aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
Aprox.
ÉPOCA: Iniciar a
10 L/planta
Ácaro-da- falsa- aplicação quando for
75 mL/100 adulta
ferrugem, Ácaro- 1 aplicação detectada 10% de frutos
L
da- mulata com 30 ou mais
Pulverização
(Phyllocoptrut a ácaros/cm2.
aérea:
oleivora)
20 L/ha
Aprox. 10
L/planta
adulta
Bicho-furão ÉPOCA: Aplicar quando
(Ecdytolopha 75 mL/100 for constatado o primeiro
1 aplicação Pulverização
CITROS aurantiana) L fruto atacado por talhão.
aérea:
20 L/ha
ÉPOCA: Iniciar a
Minadora-das- aplicação no início das
Aprox. 10
folhas, Larva- brotações quando
L/planta adulta
minadora-das- 25 mL/100 estiverem com 3 a 5 cm
1 aplicação
folhas L de comprimento e
(Phyllocnistis também quando forem
Pulverização
citrella) detectadas as primeiras
aérea:
posturas ou larvas.
20 L/ha
Lagarta-das- Em torno de 5
palmeiras, L/planta
Lagarta-do- ÉPOCA: Aplicar logo no
COCO coqueiro 40 - 50 início do aparecimento da
1 aplicação Pulverização
(Brassolis mL/100 L praga.
aérea:
sophorae) 20 L/ha
Lagarta-das-
palmeiras
(Brassolis
sophorae)
ÉPOCA: Realizar as
aplicações nos primeiros
Lagarta-militar 300 - 400 horários da manhã ou
(Spodoptera mL/ha Pulverização então ao final dia. Caso
frugiperda) Terrestre: seja detectada a
presença de ventos,
CRISÂNTEMO* 4 aplicações 600 a 1000 fechar a estufa para
Broca-da-cana L/ha evitar deriva.
(Diatraea
saccharalis) INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
Tripes
600 - 800
(Frankliniella
mL/ha
occidentalis)
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Broca-das- ocorrência de pragas na
cucurbitáceas cultura e aplicar no início
(Diaphania de infestação, ou
nitidalis) aparecimento dos
primeiros sintomas.
Pulverização
100
COUVE 2 aplicações Terrestre: Reaplicar se necessário
mL/100 L
100 a 300 L/ha de acordo com
monitoramento de
pragas, não excedendo
Traça-das- o número máximo de
crucíferas aplicações.
(Plutella
xylostella)
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Traça-das-
Pulverização
COUVE- crucíferas 100
2 aplicações Terrestre: Reaplicar se necessário
CHINESA (Plutella mL/100 L
100 a 300 L/ha de acordo com
xylostella)
monitoramento de
pragas, não excedendo
o número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
7 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Traça-das-
Pulverização
COUVE-DE- crucíferas 100
2 aplicações Terrestre: Reaplicar se
BRUXELAS (Plutella mL/100 L
100 a 300 L/ha necessário de acordo
xylostella)
com monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Broca-das- ocorrência de pragas na
cucurbitáceas cultura e aplicar no início
(Diaphania de infestação, ou
nitidalis) aparecimento dos
primeiros sintomas.
Pulverização
100
COUVE-FLOR 2 aplicações Terrestre: Reaplicar se
mL/100 L
100 a 300 L/ha necessário de acordo
Traça-das- com monitoramento de
crucíferas pragas, não excedendo o
(Plutella número máximo de
xylostella) aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
Lagarta-das-
palmeiras, ÉPOCA: Recomenda- se
Lagarta-do- monitorar
Pulverização
coqueiro constantemente a
Terrestre:
(Brassolis ocorrência de lagartas
Em torno de 5
sophorae) na cultura. Aplicar
40 - 50 L/planta
DENDÊ 1 aplicação quando forem
mL/100 L
constatados os
Pulverização primeiros indivíduos na
Lagarta-das-
aérea: área, ou aparecimento
folhas
Mín.20 L/ha dos primeiros sintomas.
(Opsiphanes
invirae)
INTERV. APLICAÇÃO:
12 dias.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
MARMELO 3 aplicações Reaplicar se
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
necessário de acordo
molesta) L/ha
com monitoramento de
pragas, não excedendo
o número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Broca-das-
50 mL/100 Pulverização
cucurbitáceas 4 aplicações
MAXIXE L Terrestre: Reaplicar se
(Diaphania
200 a 600 L/ha necessário de acordo
nitidalis)
com monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
Pulverização
ÉPOCA: Monitorar
Terrestre:
constantemente a
Lagarta-militar 150 a 200
300 ocorrência da praga na
MILHETO (Spodoptera 1 apalicção L/ha
mL/ha cultura, e aplicar na fase
frugiperda)
da folha raspada, no
Pulverização
início da infestação.
aérea:
20 L/ha
Pulverização
Terrestre:
Em condições
climáticas
normais: 150 ÉPOCA: Fazer
a 200 L/ha e amostragem e pulverizar
Lagarta- militar,
em condições no início da
Lagarta-do-
300 de seca e infestação,quando atingir
MILHO cartucho 1 aplicação
mL/ha baixa preferencialmente 10%
(Spodoptera
umidade: 300 de plantas com folhas
frugiperda)
a raspadas pelas
400 L/ha Lagartas.
Pulverização
aérea:
20 L/ha
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA:Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
NECTARINA 3 aplicações Reaplicar se necessário
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
de acordo com
molesta) L/ha
monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
NÊSPERA 3 aplicações Reaplicar se necessário
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
de acordo com
molesta) L/ha
monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Aplicar logo no
início dos primeiros
sintomas da praga, na
fase de florescimento e
antes que a praga
penetre nos frutos.
Reaplicar se
necessário de acordo
com a reinfestação da
Broca-das-
área, não excedendo o
cucurbitáceas,
Pulverização número máximo de
Broca-da- 50 mL/100
PEPINO 4 aplicações Terrestre: aplicações.
aboboreira L
200 a 600 L/ha
(Diaphania
[Link]ÇÃO: 7
nitidalis)
dias.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
PÊRA 3 aplicações Reaplicar se
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
necessário de acordo
molesta) L/ha
com monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações quando for
detectado o nível de
controle através do
monitoramento
populacional da praga,
obtido com a captura de
Pulverização insetos adultos em
Terrestre: armadilhas
Mariposa- 500 a 1.000 apropriadas,mas antes
oriental 100 L/ha da entrada da larva nos
PÊSSEGO 3 aplicações
(Grapholita mL/100 L ponteiros ou frutos.
molesta) Pulverização
aérea: Reaplicar se
20 L/ha necessário de acordo
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
Lagarta-das-
palmeiras
(Brassolis
sophorae)
300 - 400 ÉPOCA: Realizar as
mL/ha aplicações nos primeiros
Lagarta-militar horários da manhã ou
(Spodoptera então ao final dia. Caso
frugiperda) seja detectada a
Pulverização
Terrestre: presença de ventos,
PLANTAS
fechar a estufa para
ORNAMENTAIS* Broca-da-cana 4 aplicações 600 a 1000 evitar deriva.
(Diatraea L/ha
saccharalis)
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
Tripes
(Frankliniella 600 - 800
occidentalis) mL/ha
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
Lagarta-das-
palmeiras
(Brassolis
sophorae)
ÉPOCA: Realizar as
Lagarta-militar aplicações nos primeiros
300 - 400
(Spodoptera horários da manhã ou
mL/ha
frugiperda) então ao final dia. Caso
Pulverização seja detectada a
Terrestre: presença de ventos,
ROSA* 4 aplicações
600 a 1000 fechar a estufa para
L/ha evitar deriva.
Broca-da-cana
(Diatraea INTERV. APLICAÇÃO: 7
saccharalis) dias.
Tripes
600 - 800
(Frankliniella
mL/ha
occidentalis)
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Inspecionar
periodicamente a
lavoura com batida de
pano e aplicar no início da
Pulverização infestação, com
Terrestre: lagartas pequenas de 1º
Lagarta-da- soja, 80 a 200 L/ha e 2º instares.
Lagarta-
150
desfolhadora 2 aplicações INTERV.
mL/ha
(Anticarsia APLICAÇÃO:
gemmatalis) Pulverização
aérea: Reaplicar se
20 L/ha necessário de acordo
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
SOJA
ÉPOCA: Realizar o
monitoramento constante
e aplicar no início da
Pulverização infestação da praga com
terrestre: lagartas pequenas de 1º
Lagarta-das- e 2º instares.
100 a 150 L/ha
folhas 150-300 Reaplicar se necessário
2 aplicações
(Spodoptera mL/ha de acordo com a
Pulverização
eridania) reinfestação da área, não
aérea:
Mín. 20 L/ha excedendo o número
máximo de aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
a 10 dias.
Pulverização
Terrestre: ÉPOCA: Monitorar
150 a 200 constantemente a
Lagarta-militar
300 L/ha ocorrência da praga na
SORGO (Spodoptera 1 aplicação
mL/ha cultura, e aplicar na fase
frugiperda)
Pulverização da folha raspada, no
aérea: início da infestação.
20 L/ha
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações no início dos
primeiros sinais da praga.
Ácaro-do-
Reaplicar se
bronzeamento Pulverização
necessário de acordo
, Ácaro- 80 mL/100 Terrestre:
TOMATE 4 aplicações com a reinfestação da
bronzeado L 400 a 1000
área, não excedendo o
(Aculops L/ha
número máximo de
lycopersici)
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
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PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Aplicar logo no
início dos primeiros
sintomas da praga, no
início do florescimento e
antes que a praga
Broca- pequena- penetre nos frutos.
do- fruto, Broca- Pulverização
pequena-do- 80 mL/100 Terrestre: Reaplicar se
4 aplicações
tomateiro L 400 a 1000 necessário de acordo
(Neoleucinode s L/ha com a reinfestação da
elegantalis) área, não excedendo o
TOMATE número máximo de
aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações, no início dos
primeiros sinais da praga.
Pulverização INTERV.
Traça-do-
Terrestre: APLICAÇÃO:
tomateiro (Tuta 80 mL/100 4 aplicações
400 a 1000 Reaplicar se
absoluta) L
L/ha necessário de acordo
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
Pulverização
Terrestre: ÉPOCA: Aplicar no
Lagarta-do- trigo 80 a 200 L/ha início dos primeiros
(Pseudaletia sintomas da praga.
sequax) Pulverização
aérea: Reaplicar se
20 L/ha necessário de acordo
100
TRIGO 2 aplicações com a reinfestação da
mL/ha
Pulverização área, não excedendo o
Lagarta- militar, Terrestre: número máximo de
Lagarta-do- 80 a 200 L/ha aplicações.
cartucho
(Spodoptera Pulverização INTERV. APLICAÇÃO:
frugiperda) aérea: 15 dias.
20 L/ha
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da praga na
Lagarta-do- trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) Pulverização
primeiros sintomas.
Terrestre:
80 a 200 L/ha
100 Reaplicar se
TRITICALE 2 aplicações
mL/ha necessário de acordo
Pulverização
com monitoramento de
aérea:
pragas, não excedendo o
Lagarta-militar 20 L/ha
número máximo de
(Spodoptera aplicações.
frugiperda)
[Link]ÇÃO:
15 dias.
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MODO DE APLICAÇÃO
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de
cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam
gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e
que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia
do terreno.
Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda-
se o seguinte:
- Abóbora, Abobrinha, Chuchu e Maxixe: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador
tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com volume de calda
de 200 a 600 L/ha.
- Algodão, Soja e Trigo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou
auto-propelido com volume de calda de 80 a 200 L/ha.
- Ameixa, Marmelo, Nectarina, Nêspera e Pêra: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador
tratorizado com barra, turbo atomizador, costal manual ou motorizado com volume de calda
de 500 a 1.000 L/ha.
- Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado
com barra ou auto-propelido com volume de calda de 80 a 200 L/ha.
- Batata: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 400 a 800 litros/ha,
conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Brócolis, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor e Repolho:
Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal
manual ou motorizado com volume de calda de 100 a 300 L/ha. Recomenda-se a adição
de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela calda de aplicação.
- Cana-de-açúcar: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-
propelido com um volume de água ao redor de 200 litros/ha.
- Citros: Recomenda-se utilizar turbo atomizadores tratorizados, ou pistolas de
pulverização, costal manual ou motorizado com um volume de água de aproximadamente
de 10 litros/planta adulta.
- Açaí, Coco e Dendê: Equipamento terrestre motorizado com jato atingindo a copa da
planta, costal manual ou motorizado. Fazer a aplicação de forma que haja uma boa
cobertura da inflorescência e dos frutos em desenvolvimento. Volume de calda em torno
de 5 litros/planta.
- Eucalipto: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados ou atomizadores
costais, com um volume de calda de 500L/ha, assegurando sempre uma boa cobertura das
plantas no momento da aplicação.
- Maçã: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados, costal manual ou
motorizado, com um volume de calda entre 600 a 750 litros/ha, conforme o porte das
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plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Milheto e Sorgo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-
propelido com volume de calda de 150 a 200 L/ha.
- Milho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-propelido.
Em condições climáticas normais usar volume de calda de 150 a 200 litros/ha aumentando
para 300 a 400 litros/ha sob condições de seca e baixa umidade.
- Pepino: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 200 a 600 litros/ha,
conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Pêssego: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de calda entre 500 a 1000 litros/ha, conforme
o crescimento vegetativo da cultura ou porte das plantas, assegurando sempre uma boa
cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Repolho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 100 a 300 litros/ha.
Recomenda-se a adição de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela
calda de aplicação.
- Tomate: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
turbo atomizador, costal manual ou motorizado com um volume de água entre 400 a 1000
litros/ha, conforme do desenvolvimento da cultura.
- Crisântemo, Rosa e Plantas Ornamentais: Pulverização foliar. Utilizar volume de calda
entre 600 a 1000 litros/ha, distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas.
Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área, com
antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes
variedades.
Para as culturas do Açaí, Algodão, Aveia, Cana-de-Açúcar, Centeio, Cevada, Citros, Coco,
Dendê, Eucalipto, Maçã, Milheto, Milho, Pêssego, Pupunha, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale,
Match® EC pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra
contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O
equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2
metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia
principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser
determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na
aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas
e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos
fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30ºC
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
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Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até
a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento,
e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser
constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de
calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua
preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la
vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da
embalagem durante o preparo da calda.
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação,
verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as
culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores
permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu
exportador e/ou importador.
GRUPO 15 INSETICIDA
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encaminhados para o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da
Agricultura e Pecuária ([Link]).
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico; óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe; luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de proteção para produtos
químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método
utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente
e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
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INTOXICAÇÕES POR MATCH®
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INFORMAÇÕES MÉDICAS
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ATENÇÃO Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa:[Link]@[Link]
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: A pressão de vapor do produto é baixa (menor que 4x10 Pa) ou
seja, o produto é pouco volátil, assim a transferência do produto para o compartimento
aéreo é desprezível, reduzindo o risco de inalação do mesmo, de acordo com a Lei de
Henry.
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos,
nenhum animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado
irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em
coelhos, nenhum animal apresentou efeitos na córnea durante o estudo. Cinco de seis
animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em hiperemia, quemose e
secreção. Todos os efeitos foram reversíveis em 3 dia.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante
dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as
vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação
genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Lufenurom: A toxicidade crônica e o potencial de carcinogenicidade do lufenurom foram
examinados em um estudo de 2 anos em ratos e em um estudo de 18 meses em
camundongos. No estudo de dois anos em ratos expostos via oral (dieta) a lufenurom nas
doses de 0, 0.19, 1.93, 20.4, 108 mg/kg pc/dia para machos e 0, 0.23, 2.34, 24.8, 114
mg/kg pc/dia para fêmeas. Os animais expostos à maior dose (108 e 114 mg/Kg para
machos e fêmeas, respectivamente), foi considerada acima da dose máxima tolerada (MTD)
uma vez que os animais apresentaram convulsões tônico-clônicas persistentes e foram
eutanasiados antes do final do experimento. Nas doses intermediárias de 20,4 e 24,8 mg/Kg
para machos e fêmeas, respectivamente, houve efeito transitório de convulsão tônico-
clônicas, redução no ganho de peso corpóreo e aumento na incidência de células
espumosas pulmonares alveolares e lesões ulcerativas e inflamatórias no estômago não
glandular e lesões focais no ceco e/ou cólon. Além disso, foram detectadas incidências
aumentadas de alteração gordurosa no fígado e inflamação do trato urinário no sexo
feminino. O NOEL é de 1,93 e 2,34 mg/kg pc/dia em machos e fêmeas, respectivamente.
No estudo de 18 meses em camundongos expostos via oral (dieta) a lufenurom nas doses
de 0, 0.22, 2.25, 22.6, 62.9 mg/Kg em machos e 0, 0.22, 2.12, 22, 61.2 mg/kg em fêmeas.
As doses mais altas (22.6 e 62,9 mg/Kg em machos e 22 e 61,2 mg/Kg em fêmeas) também
foram consideradas maiores do que a máxima tolerada e os achados encontrados nesses
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níveis de dose não foram considerados relacionados ao tratamento. Nas demais doses não
foram detectados efeitos toxicológicos significantes e a NOEL foi estabelecida em 2,25 e
2,12 mg/kg pc/dia em machos e fêmeas, respectivamente. Na ausência de tumores
relacionados ao tratamento em ratos e camundongos, conclui-se que é pouco provável que
o lufenurom seja cancerígeno para humanos. A toxicidade reprodutiva do lufenurom foi
examinada em um estudo de reprodução de duas gerações no rato e em estudos de
toxicidade no desenvolvimento no rato e no coelho. Em estudos da reprodução de múltiplas
gerações em ratos os animais expostos via dieta a 0, 5, 25, 100 ou 250 ppm de lefenurom
houve aumento de peso corpóreo de machos e fêmeas de F1 e ligeiro retardo no
desenvolvimento do reflexo de endireitamento em filhotes F1 e F2. O NOAEL para efeitos
na prole é de 100 ppm, equivalente a uma média de 9 mg/kg pc/dia. Não houve efeitos
relacionados à danos causados na geração parental e ao NOAEL para toxicidade parental
e reprodutiva foi de 250 ppm, equivalente a uma média de 20,9 mg/kg/dia para machos e
22,2 mg/kg/dia para fêmeas. Em um estudo de toxicidade para o desenvolvimento em
ratos, fêmeas prenhes foram expostas ao lufenurom via gavagem a 0; 100; 500 ou 1000
mg/kg pc/dia. A toxicidade materna mínima foi evidente em 1000 mg lufenurom/kg/dia e
consistiu em reduções transitórias no ganho de peso corpóreo e no consumo de ração. Não
foram aparentes toxicidade embrionária ou efeitos teratogênicos em nenhum dos níveis de
dose testados. O NOAEL neste estudo para toxicidade materna foi de 500 mg
lufenurom/kg/dia e para toxicidade no desenvolvimento foi 1000 mg lufenurom/kg/dia. Em
estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, as fêmeas prenhes expostas ao
lufenurom nas doses de 0; 100; 500 ou 1000 mg/kg pc/dia. Não foi observada toxicidade
materna, toxicidade embrionária ou teratogenicidade em nenhum dos níveis de dose
testados. O NOEL para toxicidade materna e toxicidade para o desenvolvimento neste
estudo foi de 1000 mg/kg pc/dia. Em um estudo de neurotoxicidade subcrônica em ratos
machos, o lufenurom foi administrado na dieta a 0; 5; 25; 100 ou 500 ppm, equivalente a
0; 0,26; 1,22; 5,43 e 27 mg/kg pc/dia. A dose de 500 ppm induziu episódios únicos de
convulsão ou fasciculações clônico-tônicas espontâneas e facilitou convulsões
generalizadas induzidas por pentilenotetrazol. Não houve indicação de comprometimento
das funções motoras ou cognitivas ou de lesões permanentes no sistema nervoso periférico
ou central. O NOEL para esse efeito foi de 5,43 mg/kg pc/dia.
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LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
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