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Match Ec

MATCH® EC é um inseticida fisiológico com 50 g/L de Lufenurom, registrado no MAPA e fabricado pela Syngenta e outras empresas. O produto é utilizado para o controle de diversas pragas em culturas como abóbora, açaí, algodão e batata, com instruções específicas de aplicação e dosagem. É classificado como categoria 5 em toxicidade e classe II em periculosidade ambiental, exigindo cuidados no manuseio e uso de equipamentos de proteção individual.

Enviado por

Bruna Cestari
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Match Ec

MATCH® EC é um inseticida fisiológico com 50 g/L de Lufenurom, registrado no MAPA e fabricado pela Syngenta e outras empresas. O produto é utilizado para o controle de diversas pragas em culturas como abóbora, açaí, algodão e batata, com instruções específicas de aplicação e dosagem. É classificado como categoria 5 em toxicidade e classe II em periculosidade ambiental, exigindo cuidados no manuseio e uso de equipamentos de proteção individual.

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MATCH® EC

Bula Completa - 15.10.2024

<Logomarca do produto>

MATCH® EC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 09195.

COMPOSIÇÃO:
(RS)-1-[2,5-dichloro-4-(1,1,2,3,3,3-hexafluoropropoxy)phenyl]-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea
(LUFENUROM)..................................................................................................50 g/L (5% m/v)
Outros ingredientes .............................................................................1075 g/L (107,5% m/v)
GRUPO 15 INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: INSETICIDA FISIOLÓGICO
GRUPO QUÍMICO: LUFENUROM (BENZOILUREIA)
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e
13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone:
(11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


LUFENURON TECNICO BR - Registro MAPA nº 5604:
Syngenta Crop Protection Monthey S.A. - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey,
Suíça.
Huaian Glory Chemical Co., Ltd., - No.2, Guoqiao Road, Salt Chemical Industry Park,
Hongze, Huaian City, Jiangsu Province, China, Zip code: 223100.
Anhui Neotec Co., Ltd - Nº 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry
and Synthetic Material Base, Huaibei City, Anhui Province, China, Zip Code: 235100.
SRF Limited - PLOT No. D-2/1, GIDC, Phase II, PCPIR, Taluka-Vagra, Village-Dahej, Dist-
Bharuch-392130, Gujarat, Índia.

MATCH TECNICO - Registro MAPA nº 9095:


Syngenta Grimsby Ltd – Pyewipe Grimsby – South Humberside DN 31 2SR, Reino Unido.
Syngenta Crop Protection Monthey S.A. - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey,
Suíça.
Huaian Glory Chemical Co., Ltd., - No.2, Guoqiao Road, Salt Chemical Industry Park,
Hongze, Huaian City, Jiangsu Province, China, Zip Code: 223100.

LUFENURON TÉCNICO PROVENTIS – Registro MAPA nº 6316:


Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay Shangyu Economic and
Technological Development Area – 312369 Zhejiang – China.

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-
80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG, CNPJ:
23.361.306/0001-79, Cadastro no IMA/MG: sob nº 2.972.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP:
18087-170 - Sorocaba/SP CNPJ: 61.142.550/0001-30, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 8.
1
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
FMC Química do Brasil Ltda - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III -
Uberaba - MG, CNPJ: 04.136.367/0005-11, Cadastro no IMA/MG sob nº 210.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda – Av. Roberto Simonsen,
1459 - Paulínia/SP, CNPJ: 03.855.423/0001- 81, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335 - Q.14 L 5 – Distrito Industrial
III – CEP: 38040-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob
nº 8.764.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa – Londrina /
PR CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº
003263.
Adama Brasil S/A – Avenida Júlio de Castilho, 2085 – Taquari / RS CEP: 95860-000 -
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Kubix Agroindustrial Ltda - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP:
13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro da empresa no Estado
(CDA) nº 4381.
Syngenta S.A. – Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena - Colômbia.
Shangyu Nutrichem Co., Ltd - Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic
and Technological Development Area, Zhejiang 312369 – China.

“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

No do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA


AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

AGITE ANTES DE USAR

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE


CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

2
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024

INSTRUÇÕES DE USO:

O produto MATCH® EC é recomendado para o controle das pragas nas culturas


relacionadas a seguir e suas respectivas doses:
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da broca na
cultura e aplicar no início
de infestação, antes da
penetração da broca
Broca-das- Pulverização nos frutos.
ABÓBORA
cucurbitáceas 50 mL/100 Terrestre:
4 aplicações
(Diaphania L 200 a 600 L/ha Reaplicar se necessário
nitidalis) de acordo com
monitoramento de pragas,
não excedendo o número
máximo de aplicações.
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da broca na
cultura e aplicar no início
de infestação, antes da
penetração da broca
nos frutos.
Broca-das-
Pulverização
ABOBRINHA cucurbitáceas 50 mL/100 Reaplicar se necessário
4 aplicações Terrestre:
(Diaphania L de acordo com
200 a 600 L/ha
nitidalis) monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

Lagarta-das- ÉPOCA: Recomenda- se


palmeiras, monitorar
Lagarta-do- constantemente a
coqueiro ocorrências de
(Brassolis Pulverização lagartas na cultura.
sophorae) Terrestre: Aplicar quando forem
Em torno de constatados os
AÇAÍ 40 - 50 5 L/planta primeiros indivíduos na
1 aplicação área, ou
mL/100 L
Pulverização aparecimento dos
Lagarta-das- aérea: primeiros sintomas.
folhas Mín.20 L/ha
(Opsiphanes
invirae)

3
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
Pulverização
Curuquerê, Terrestre:
Curuquerê-do- 150 - 80 a 200 L/ha
algodoeiro 200 1 aplicação
(Alabama mL/ha Pulverização
argillacea) aérea:
20 L/ha

Pulverização
Terrestre:
Lagarta-das- 80 a 200 L/ha ÉPOCA: Inspecionar
maçãs 800 - 1000 periodicamente a lavoura
1 aplicação Pulverização
(Heliothis mL/ha e aplicar no início da
ALGODÃO aérea:
virescens) infestação, com lagartas
20 L/ha pequenas, de 1º e 2º
instares.

Pulverização
Lagarta- Terrestre:
militar, 80 a 200 L/ha
Lagarta-do- 300 -
Cartucho 400 1 aplicação Pulverização
(Spodoptera mL/ha aérea:
frugiperda) 20 L/ha

ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
3 aplicações Reaplicar se necessário
AMEIXA (Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
de acordo com
molesta) L/ha
monitoramento de
pragas, não excedendo
o número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Lagarta-do- ocorrência da praga na
trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) primeiros sintomas.
Pulverização
Terrestre: Reaplicar se necessário
AVEIA 100 2 aplicações 80 a 200 L/ha de acordo com
mL/ha monitoramento de
Pulverização pragas, não excedendo o
Lagarta-militar
(Spodoptera aérea: número máximo de
frugiperda) 20 L/ha aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
15 dias.

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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Iniciar a
aplicação aos primeiros
sintomas da presença da
praga.
Traça-da-
batatinha, 600 - Pulverização
Cegadeira 4 aplicações Terrestre: [Link]ÇÃO:
BATATA 800
(Phthorimaea 400 a 800 L/ha Reaplicar se necessário
mL/ha
operculella) de acordo com a
reinfestação da área, não
excedendo o número
máximo de aplicações.

ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Broca-das- ocorrência de pragas na
cucurbitáceas cultura e aplicar no início
(Diaphania de infestação, ou
nitidalis aparecimento dos
primeiros sintomas.
Pulverização
BRÓCOLIS 100 Reaplicar se necessário
2 aplicações Terrestre:
mL/100 L de acordo com
100 a 300 L/ha
monitoramento de
Traça-das- pragas, não excedendo
crucíferas o número máximo de
(Plutella aplicações.
xylostella)
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA:Aplicar quando
o nível de infestação
atingir entre 1 a 3% de
colmos com presença de
lagartas vivas, menores
que 1 centímetro, antes
de penetrarem no colmo.

Pulverização Reaplicar se necessário,


Terrestre: de acordo com a
Ao redor de 200 reinfestação da área, não
Broca-da-cana 300-400 excedendo o número
CANA-DE- 2 aplicações L/ha
(Diatraea mL/ha máximo de aplicações.
AÇÚCAR
saccharalis)
Pulverização
aérea: INTERV. APLICAÇÃO:
20 L/ha 14 dias.

5
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da praga na
Lagarta-do- trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) Pulverização
primeiros sintomas.
Terrestre:
80 a 200 L/ha
100 Reaplicar se necessário
CENTEIO mL/ha 2 aplicações
de acordo com
Pulverização
monitoramento de pragas,
aérea:
Lagarta-militar não excedendo o número
20 L/ha
(Spodoptera máximo de aplicações.
frugiperda)
INTERV. APLICAÇÃO:
15 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da praga na
Lagarta-do-trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) Pulverização primeiros sintomas.
Terrestre:
80 a 200 L/ha
100 Reaplicar se necessário
CEVADA 2 aplicações
mL/ha de acordo com
Pulverização
monitoramento de pragas,
aérea:
Lagarta-militar não excedendo o número
20 L/ha
(Spodoptera máximo de aplicações.
frugiperda
INTERV. APLICAÇÃO:
15 dias.

ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.

Reaplicar se necessário
Broca-das- de acordo com
Pulverização
cucurbitáceas 50 mL/100 monitoramento de pragas,
CHUCHU 4 aplicações Terrestre:
(Diaphania L não excedendo o número
200 a 600 L/ha
nitidalis) máximo de aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

6
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO

Aprox.
ÉPOCA: Iniciar a
10 L/planta
Ácaro-da- falsa- aplicação quando for
75 mL/100 adulta
ferrugem, Ácaro- 1 aplicação detectada 10% de frutos
L
da- mulata com 30 ou mais
Pulverização
(Phyllocoptrut a ácaros/cm2.
aérea:
oleivora)
20 L/ha

Aprox. 10
L/planta
adulta
Bicho-furão ÉPOCA: Aplicar quando
(Ecdytolopha 75 mL/100 for constatado o primeiro
1 aplicação Pulverização
CITROS aurantiana) L fruto atacado por talhão.
aérea:
20 L/ha

ÉPOCA: Iniciar a
Minadora-das- aplicação no início das
Aprox. 10
folhas, Larva- brotações quando
L/planta adulta
minadora-das- 25 mL/100 estiverem com 3 a 5 cm
1 aplicação
folhas L de comprimento e
(Phyllocnistis também quando forem
Pulverização
citrella) detectadas as primeiras
aérea:
posturas ou larvas.
20 L/ha

Lagarta-das- Em torno de 5
palmeiras, L/planta
Lagarta-do- ÉPOCA: Aplicar logo no
COCO coqueiro 40 - 50 início do aparecimento da
1 aplicação Pulverização
(Brassolis mL/100 L praga.
aérea:
sophorae) 20 L/ha

Lagarta-das-
palmeiras
(Brassolis
sophorae)
ÉPOCA: Realizar as
aplicações nos primeiros
Lagarta-militar 300 - 400 horários da manhã ou
(Spodoptera mL/ha Pulverização então ao final dia. Caso
frugiperda) Terrestre: seja detectada a
presença de ventos,
CRISÂNTEMO* 4 aplicações 600 a 1000 fechar a estufa para
Broca-da-cana L/ha evitar deriva.
(Diatraea
saccharalis) INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

Tripes
600 - 800
(Frankliniella
mL/ha
occidentalis)

7
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO

ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Broca-das- ocorrência de pragas na
cucurbitáceas cultura e aplicar no início
(Diaphania de infestação, ou
nitidalis) aparecimento dos
primeiros sintomas.
Pulverização
100
COUVE 2 aplicações Terrestre: Reaplicar se necessário
mL/100 L
100 a 300 L/ha de acordo com
monitoramento de
pragas, não excedendo
Traça-das- o número máximo de
crucíferas aplicações.
(Plutella
xylostella)
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Traça-das-
Pulverização
COUVE- crucíferas 100
2 aplicações Terrestre: Reaplicar se necessário
CHINESA (Plutella mL/100 L
100 a 300 L/ha de acordo com
xylostella)
monitoramento de
pragas, não excedendo
o número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
7 dias.

ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Traça-das-
Pulverização
COUVE-DE- crucíferas 100
2 aplicações Terrestre: Reaplicar se
BRUXELAS (Plutella mL/100 L
100 a 300 L/ha necessário de acordo
xylostella)
com monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

8
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
Broca-das- ocorrência de pragas na
cucurbitáceas cultura e aplicar no início
(Diaphania de infestação, ou
nitidalis) aparecimento dos
primeiros sintomas.
Pulverização
100
COUVE-FLOR 2 aplicações Terrestre: Reaplicar se
mL/100 L
100 a 300 L/ha necessário de acordo
Traça-das- com monitoramento de
crucíferas pragas, não excedendo o
(Plutella número máximo de
xylostella) aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
Lagarta-das-
palmeiras, ÉPOCA: Recomenda- se
Lagarta-do- monitorar
Pulverização
coqueiro constantemente a
Terrestre:
(Brassolis ocorrência de lagartas
Em torno de 5
sophorae) na cultura. Aplicar
40 - 50 L/planta
DENDÊ 1 aplicação quando forem
mL/100 L
constatados os
Pulverização primeiros indivíduos na
Lagarta-das-
aérea: área, ou aparecimento
folhas
Mín.20 L/ha dos primeiros sintomas.
(Opsiphanes
invirae)

Pulverização A aplicação deverá ser


Lagarta Terrestre: efetuada no início da
Thyrinteina ou 500 L/ha infestação com as
EUCALIPTO Lagarta-de- cor- 200 – lagartas nos estádios
400 1 aplicação
parda Pulverização iniciais de
(Thyrinteina mL/ha aérea: desenvolvimento, do
arnobia) 20 L/ha primeiro ao terceiro
instares.
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações quando for
detectado o nível de
controle através do
monitoramento
populacional da praga,
obtido com a captura de
Pulverização insetos adultos em
Terrestre: armadilhas apropriadas,
Mariposa-
600 a 750 L/ha antes da entrada das
oriental 100
4 aplicações larvas nos ponteiros ou
MAÇÃ (Grapholita mL/100 L
Pulverização frutos.
molesta)
aérea: Reaplicar se
20 L/ha necessário de acordo
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
12 dias.
9
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
MARMELO 3 aplicações Reaplicar se
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
necessário de acordo
molesta) L/ha
com monitoramento de
pragas, não excedendo
o número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Broca-das-
50 mL/100 Pulverização
cucurbitáceas 4 aplicações
MAXIXE L Terrestre: Reaplicar se
(Diaphania
200 a 600 L/ha necessário de acordo
nitidalis)
com monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

Pulverização
ÉPOCA: Monitorar
Terrestre:
constantemente a
Lagarta-militar 150 a 200
300 ocorrência da praga na
MILHETO (Spodoptera 1 apalicção L/ha
mL/ha cultura, e aplicar na fase
frugiperda)
da folha raspada, no
Pulverização
início da infestação.
aérea:
20 L/ha
Pulverização
Terrestre:
Em condições
climáticas
normais: 150 ÉPOCA: Fazer
a 200 L/ha e amostragem e pulverizar
Lagarta- militar,
em condições no início da
Lagarta-do-
300 de seca e infestação,quando atingir
MILHO cartucho 1 aplicação
mL/ha baixa preferencialmente 10%
(Spodoptera
umidade: 300 de plantas com folhas
frugiperda)
a raspadas pelas
400 L/ha Lagartas.

Pulverização
aérea:
20 L/ha

10
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA:Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
NECTARINA 3 aplicações Reaplicar se necessário
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
de acordo com
molesta) L/ha
monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
NÊSPERA 3 aplicações Reaplicar se necessário
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
de acordo com
molesta) L/ha
monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Aplicar logo no
início dos primeiros
sintomas da praga, na
fase de florescimento e
antes que a praga
penetre nos frutos.

Reaplicar se
necessário de acordo
com a reinfestação da
Broca-das-
área, não excedendo o
cucurbitáceas,
Pulverização número máximo de
Broca-da- 50 mL/100
PEPINO 4 aplicações Terrestre: aplicações.
aboboreira L
200 a 600 L/ha
(Diaphania
[Link]ÇÃO: 7
nitidalis)
dias.

11
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Recomenda- se
monitorar
constantemente a
mariposa na cultura.
Pulverizar quando forem
constatadas as primeiras
infestações na área.
Mariposa- Pulverização
oriental 100 Terrestre:
PÊRA 3 aplicações Reaplicar se
(Grapholita mL/100 L 500 a 1.000
necessário de acordo
molesta) L/ha
com monitoramento de
pragas, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações quando for
detectado o nível de
controle através do
monitoramento
populacional da praga,
obtido com a captura de
Pulverização insetos adultos em
Terrestre: armadilhas
Mariposa- 500 a 1.000 apropriadas,mas antes
oriental 100 L/ha da entrada da larva nos
PÊSSEGO 3 aplicações
(Grapholita mL/100 L ponteiros ou frutos.
molesta) Pulverização
aérea: Reaplicar se
20 L/ha necessário de acordo
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO:
21 dias.
Lagarta-das-
palmeiras
(Brassolis
sophorae)
300 - 400 ÉPOCA: Realizar as
mL/ha aplicações nos primeiros
Lagarta-militar horários da manhã ou
(Spodoptera então ao final dia. Caso
frugiperda) seja detectada a
Pulverização
Terrestre: presença de ventos,
PLANTAS
fechar a estufa para
ORNAMENTAIS* Broca-da-cana 4 aplicações 600 a 1000 evitar deriva.
(Diatraea L/ha
saccharalis)
INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
Tripes
(Frankliniella 600 - 800
occidentalis) mL/ha

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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO

Pulverização ÉPOCA: Recomenda- se


Terrestre: monitorar
Lagarta-das- Em torno de 5 constantemente a
palmeiras, L/planta ocorrência de lagartas
Lagarta-do- 40 - 50 na cultura. Aplicar
PUPUNHA 1 aplicação
coqueiro mL/100 L quando forem
(Brassolis constatados os primeiros
sophorae) Pulverização indivíduos na área, ou
aérea: aparecimento dos
Mín.20 L/ha primeiros sintomas.
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência de pragas na
cultura e aplicar no início
de infestação, ou
aparecimento dos
primeiros sintomas.
Traça-das-
Pulverização
crucíferas 100
REPOLHO 2 aplicações Terrestre: Reaplicar se necessário
(Plutella mL/100 L
100 a 300 L/ha de acordo com
xylostella)
monitoramento de
pragas, não excedendo
o número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

Lagarta-das-
palmeiras
(Brassolis
sophorae)

ÉPOCA: Realizar as
Lagarta-militar aplicações nos primeiros
300 - 400
(Spodoptera horários da manhã ou
mL/ha
frugiperda) então ao final dia. Caso
Pulverização seja detectada a
Terrestre: presença de ventos,
ROSA* 4 aplicações
600 a 1000 fechar a estufa para
L/ha evitar deriva.
Broca-da-cana
(Diatraea INTERV. APLICAÇÃO: 7
saccharalis) dias.

Tripes
600 - 800
(Frankliniella
mL/ha
occidentalis)

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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO

ÉPOCA: Inspecionar
periodicamente a
lavoura com batida de
pano e aplicar no início da
Pulverização infestação, com
Terrestre: lagartas pequenas de 1º
Lagarta-da- soja, 80 a 200 L/ha e 2º instares.
Lagarta-
150
desfolhadora 2 aplicações INTERV.
mL/ha
(Anticarsia APLICAÇÃO:
gemmatalis) Pulverização
aérea: Reaplicar se
20 L/ha necessário de acordo
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.

SOJA

ÉPOCA: Realizar o
monitoramento constante
e aplicar no início da
Pulverização infestação da praga com
terrestre: lagartas pequenas de 1º
Lagarta-das- e 2º instares.
100 a 150 L/ha
folhas 150-300 Reaplicar se necessário
2 aplicações
(Spodoptera mL/ha de acordo com a
Pulverização
eridania) reinfestação da área, não
aérea:
Mín. 20 L/ha excedendo o número
máximo de aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
a 10 dias.

Pulverização
Terrestre: ÉPOCA: Monitorar
150 a 200 constantemente a
Lagarta-militar
300 L/ha ocorrência da praga na
SORGO (Spodoptera 1 aplicação
mL/ha cultura, e aplicar na fase
frugiperda)
Pulverização da folha raspada, no
aérea: início da infestação.
20 L/ha
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações no início dos
primeiros sinais da praga.
Ácaro-do-
Reaplicar se
bronzeamento Pulverização
necessário de acordo
, Ácaro- 80 mL/100 Terrestre:
TOMATE 4 aplicações com a reinfestação da
bronzeado L 400 a 1000
área, não excedendo o
(Aculops L/ha
número máximo de
lycopersici)
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.

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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRAGAS
NOME
CULTURAS COMUM NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO
VOLUME DE
NOME DOSES MÁXIMO DE DE APLICAÇÃO
CALDA
CIENTÍFICO APLICAÇÃO
ÉPOCA: Aplicar logo no
início dos primeiros
sintomas da praga, no
início do florescimento e
antes que a praga
Broca- pequena- penetre nos frutos.
do- fruto, Broca- Pulverização
pequena-do- 80 mL/100 Terrestre: Reaplicar se
4 aplicações
tomateiro L 400 a 1000 necessário de acordo
(Neoleucinode s L/ha com a reinfestação da
elegantalis) área, não excedendo o
TOMATE número máximo de
aplicações.

INTERV. APLICAÇÃO: 7
dias.
ÉPOCA: Iniciar as
aplicações, no início dos
primeiros sinais da praga.

Pulverização INTERV.
Traça-do-
Terrestre: APLICAÇÃO:
tomateiro (Tuta 80 mL/100 4 aplicações
400 a 1000 Reaplicar se
absoluta) L
L/ha necessário de acordo
com a reinfestação da
área, não excedendo o
número máximo de
aplicações.
Pulverização
Terrestre: ÉPOCA: Aplicar no
Lagarta-do- trigo 80 a 200 L/ha início dos primeiros
(Pseudaletia sintomas da praga.
sequax) Pulverização
aérea: Reaplicar se
20 L/ha necessário de acordo
100
TRIGO 2 aplicações com a reinfestação da
mL/ha
Pulverização área, não excedendo o
Lagarta- militar, Terrestre: número máximo de
Lagarta-do- 80 a 200 L/ha aplicações.
cartucho
(Spodoptera Pulverização INTERV. APLICAÇÃO:
frugiperda) aérea: 15 dias.
20 L/ha
ÉPOCA: Monitorar
constantemente a
ocorrência da praga na
Lagarta-do- trigo cultura e aplicar no início
(Pseudaletia do aparecimento dos
sequax) Pulverização
primeiros sintomas.
Terrestre:
80 a 200 L/ha
100 Reaplicar se
TRITICALE 2 aplicações
mL/ha necessário de acordo
Pulverização
com monitoramento de
aérea:
pragas, não excedendo o
Lagarta-militar 20 L/ha
número máximo de
(Spodoptera aplicações.
frugiperda)
[Link]ÇÃO:
15 dias.
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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024

* Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem


vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO
aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de
eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.

* De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais,


consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com
finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas,
arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento
de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).

NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:


Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o MATCH® EC não possui efeito de choque
sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5
dias após a pulverização.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de
clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).

Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se


iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar
de desenvolvimento, ou seja, início de infestação.

MODO DE APLICAÇÃO

Pulverização Terrestre: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

Devido ao grande número de espécies e variedades de algumas culturas indicadas nesta


bula, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena
área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua
aplicação em maior escala.

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de
cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam
gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e
que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia
do terreno.

Utilizar os seguintes parâmetros:


- Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos
tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:


- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e
altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo
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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

- Para as culturas de Crisântemo, Rosa e Plantas Ornamentais:


Utilizar bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm,
posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando
cuidado de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão
máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a
100 psi).

Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda-
se o seguinte:
- Abóbora, Abobrinha, Chuchu e Maxixe: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador
tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com volume de calda
de 200 a 600 L/ha.
- Algodão, Soja e Trigo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou
auto-propelido com volume de calda de 80 a 200 L/ha.
- Ameixa, Marmelo, Nectarina, Nêspera e Pêra: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador
tratorizado com barra, turbo atomizador, costal manual ou motorizado com volume de calda
de 500 a 1.000 L/ha.
- Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado
com barra ou auto-propelido com volume de calda de 80 a 200 L/ha.
- Batata: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 400 a 800 litros/ha,
conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Brócolis, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor e Repolho:
Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal
manual ou motorizado com volume de calda de 100 a 300 L/ha. Recomenda-se a adição
de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela calda de aplicação.
- Cana-de-açúcar: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-
propelido com um volume de água ao redor de 200 litros/ha.
- Citros: Recomenda-se utilizar turbo atomizadores tratorizados, ou pistolas de
pulverização, costal manual ou motorizado com um volume de água de aproximadamente
de 10 litros/planta adulta.
- Açaí, Coco e Dendê: Equipamento terrestre motorizado com jato atingindo a copa da
planta, costal manual ou motorizado. Fazer a aplicação de forma que haja uma boa
cobertura da inflorescência e dos frutos em desenvolvimento. Volume de calda em torno
de 5 litros/planta.
- Eucalipto: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados ou atomizadores
costais, com um volume de calda de 500L/ha, assegurando sempre uma boa cobertura das
plantas no momento da aplicação.
- Maçã: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados, costal manual ou
motorizado, com um volume de calda entre 600 a 750 litros/ha, conforme o porte das
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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Milheto e Sorgo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-
propelido com volume de calda de 150 a 200 L/ha.
- Milho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-propelido.
Em condições climáticas normais usar volume de calda de 150 a 200 litros/ha aumentando
para 300 a 400 litros/ha sob condições de seca e baixa umidade.
- Pepino: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 200 a 600 litros/ha,
conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Pêssego: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de calda entre 500 a 1000 litros/ha, conforme
o crescimento vegetativo da cultura ou porte das plantas, assegurando sempre uma boa
cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Repolho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 100 a 300 litros/ha.
Recomenda-se a adição de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela
calda de aplicação.
- Tomate: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido,
turbo atomizador, costal manual ou motorizado com um volume de água entre 400 a 1000
litros/ha, conforme do desenvolvimento da cultura.
- Crisântemo, Rosa e Plantas Ornamentais: Pulverização foliar. Utilizar volume de calda
entre 600 a 1000 litros/ha, distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas.
Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área, com
antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes
variedades.

Aplicação por Sistema de irrigação por Aspersão (Convencional, Pivô Central ou


Micro-aspersão): utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar
cobertura uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e
adequadamente calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade
de produto necessária e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema
de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta
regulagem do equipamento.

Pulverização aérea: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:

Para as culturas do Açaí, Algodão, Aveia, Cana-de-Açúcar, Centeio, Cevada, Citros, Coco,
Dendê, Eucalipto, Maçã, Milheto, Milho, Pêssego, Pupunha, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale,
Match® EC pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra
contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O
equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2
metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia
principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser
determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na
aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.

Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:


- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e
altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo
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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.

Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto


deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação
previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas
e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos
fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

Aplicação via drones agrícolas:


O produto MATCH® EC pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser
adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão,
pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada
para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em
perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas
as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter
média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa
de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e
diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com
equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas
com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação
previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de
aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da
Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e
altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo
com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30ºC
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.

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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.

Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até
a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento,
e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser
constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de
calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua
preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la
vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da
embalagem durante o preparo da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última


aplicação e a colheita):
Cultura Dias
Abóbora 7 dias
Abobrinha 7 dias
Açaí 14 dias
Algodão 28 dias
Ameixa 10 dias
Aveia 14 dias
Batata 14 dias
Brócolis 7 dias
Cana-de-açúcar 14 dias
Centeio 14 dias
Cevada 14 dias
Chucu 7 dias
Citros 28 dias
Coco 14 dias
Crisântemo UNA
Couve 7 dias
Couve-chinesa 7 dias
Couve-bruxelas 7 dias
Couve-flor 7 dias
Dendê 14 dias
Eucalipto UNA
Maçã 14 dias
Marmelo 10 dias
Maxixe 7 dias
Milheto 35 dias
Milho 35 dias
Nectarina 10 dias
Nêspera 10 dias
Pepino 7 dias
Pêra 10 dias
Pêssego 10 dias
Plantas Ornamentais UNA
Pupunha 14 dias
Repolho 7 dias
Rosa UNA
Soja 35 dias
Sorgo 35 dias
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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
Tomate 10 dias
Trigo 14 dias
Triticale 14 dias
UNA = Uso Não Alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda
aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse
período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual
usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação,
verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as
culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores
permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu
exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área


de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca
aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de
aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das
Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível
em locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais


que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o
USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a
ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior
escala.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:


Testes de campo demonstraram que, nas culturas e doses recomendadas não apresenta
qualquer efeito fitotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


VIDE "MODO DE APLICAÇÃO".

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU


TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


21
MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO


DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 15 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se


um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.
O inseticida MATCH® EC pertence ao grupo 15 (inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0
– Lepidoptera) das Benzoiluréias e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do
mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em
algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do MATCH® EC como uma ferramenta útil de manejo
de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:


• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15 (Inibidores da
biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera). Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar MATCH® EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de MATCH® EC podem ser feitas desde que o período residual
total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações
permitidas. No caso específico do MATCH® EC, o período total de exposição (número
de dias) a inseticidas do grupo químico 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0,
Lepidoptera), das Benzoiluréias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do
número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MATCH® EC ou outros
produtos do Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera) quando
for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis
das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser

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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
encaminhados para o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da
Agricultura e Pecuária ([Link]).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:


Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada
de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, destruição dos restos
culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico; óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe; luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de proteção para produtos
químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método
utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permitir que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na
área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator
aplique o produto contra o vento.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento
de proteção respiratória com filtro mecânico; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe; luvas de proteção para produtos químicos.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Sinalizar a área tratada com dizeres: PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Troque e lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados
das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental
impermeável.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de
proteção.
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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – (EPI):
Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
proteção para produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: Touca árabe; óculos de segurança com proteção lateral; botas
de borracha; macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas; luvas de proteção para produtos químicos; equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser
realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido.


ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com
a pele.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência


levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente
e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental


impermeáveis, por exemplo.

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INTOXICAÇÕES POR MATCH®
EC
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Lufenurom: Benzoiluréia


Classe toxicológica Categoria 5: Produto improvável de causar dano agudo.
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e
dérmica são consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética Lufenurom: O lufenurom é bastante rápido e quase
completamente absorvido pelo trato gastrointestinal. Com base
nas curvas de tempo de concentração sanguínea após
administração oral e intravenosa de 0,1 e 10 mg/kg, a
biodisponibilidade sistêmica do lufenurom foi estimada em mais
de 70%. O nível mais alto de resíduo foi encontrado na gordura,
onde uma acumulação acentuada foi observada após
administração repetida. A eliminação de resíduos de tecido não
foi rápida e mostrou-se bifásica, com uma meia-vida terminal
variando entre 5 a 13 dias no nível de dose baixa e 10 a 37 dias
no nível de dose alta. Quantidades significativamente mais
baixas foram medidas em outros tecidos, incluindo o cérebro.
O metabolismo do lufenurom é mínimo, com apenas 1% de uma
dose oral sendo metabolizada por desacilação seguida de
clivagem do grupo ureido. Dois outros metabólitos igualmente
menores foram caracterizados por comparação cromatográfica
com os compostos de referência autênticos, CGA 238277 e
CGA 224443. O lufenurom é excretado muito lentamente,
principalmente como molécula-mãe inalterada e
predominantemente nas fezes, por um processo não biliar (ca.
67 % após administração iv). Apenas cerca de 1% da dose é
excretada na urina. Não existe diferença marcante entre os
sexos na absorção, distribuição ou excreção de tecidos.
Toxicodinâmica Lufenurom: Lufenuron é um inseticida que atua através da
regulação de crescimento de insetos, inibindo a quitinase, uma
enzima que controla a formação do exoesqueleto de quitina
dos artrópodes. Isto é expresso como a interrupção do
processo de muda ou como uma ação ovicida após a
transferência do composto para os ovos através dos adultos
ou estágios iniciais de desenvolvimento. Como a quitina é uma
substância estrutural exclusiva dos artrópodes, o efeito é
limitado a esse grupo de organismos. Mamíferos não são
afetados pelo composto. O composto funciona melhor por
assimilação durante a alimentação e é posteriormente
absorvido pelo intestino médio. Ele se move para a cutícula,
onde afeta o processo de formação de quitina. Insetos e
ácaros predadores são menos afetados, pois não se
alimentam de tecidos vegetais
tratados.
Sintomas e sinais As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos
clínicos agudos com animais de experimentação tratados com a
formulação à base de lufenurom, MATCH® EC
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos,
os animais foram expostos às doses de 500, 1000, 2000 e 4000
mg/kg p.c. Não foi observada mortalidade em nenhuma das
doses administradas. Os sinais clínicos observados foram:
Apatia acentuada, taquipneia, redução da mobilidade e
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Bula Completa - 15.10.2024
Sintomas e sinais redução de coordenação motora nas doses de 2000 e 4000
clínicos mg/kg p.c. Todos os sinais clínicos foram revertidos nos
animais após 72 horas do estudo.
Exposição inalatória: A pressão de vapor do produto é baixa
(menor que 4x10 Pa) ou seja, o produto é pouco volátil, assim
a transferência do produto para o compartimento aéreo é
desprezível, reduzindo o risco de inalação do mesmo, de
acordo com a Lei de Henry.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica
em ratos, não foi observada mortalidade entre os ratos
expostos às doses de 500, 1000, 2000 e 4000 mg/kg. Os sinais
clínicos observados incluíram: Redução da mobilidade,
taquipneia, redução da coordenação motora e apatia. Todos
os sinais foram revertidos após 72 horas de exposição à
substância de teste.
Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos,
nenhum animal apresentou sinais de irritação na pele. O
produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos. O
produto não foi considerado sensibilizante dérmico em
cobaias.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo
realizado em coelhos, nenhum animal apresentou efeitos na
córnea durante o estudo. Cinco de seis animais apresentaram
efeitos conjuntivais que consistiram em hiperemia, quemose e
secreção. Todos os efeitos foram reversíveis em 3 dias.
Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram
considerados mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos
para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não são
considerados desreguladores endócrinos e não
interferem com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos”
abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação
de exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos
compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas
indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e
temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção
especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do
paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação
para limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes
quantidades do produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-
50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano,
diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para
240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de
uma hora após a ingestão.
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Bula Completa - 15.10.2024
Tratamento - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma
grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora),
porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para
nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico
(paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses
do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não
devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que
aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local
seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação.
Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência
respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder
a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e
sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver
irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no
mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha
ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A
pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco
potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se
ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível
dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para o
interações lufenurom em humanos.
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas
sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o
Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas
entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.

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Bula Completa - 15.10.2024
ATENÇÃO Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa:[Link]@[Link]

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:


Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: A pressão de vapor do produto é baixa (menor que 4x10 Pa) ou
seja, o produto é pouco volátil, assim a transferência do produto para o compartimento
aéreo é desprezível, reduzindo o risco de inalação do mesmo, de acordo com a Lei de
Henry.
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos,
nenhum animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado
irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em
coelhos, nenhum animal apresentou efeitos na córnea durante o estudo. Cinco de seis
animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em hiperemia, quemose e
secreção. Todos os efeitos foram reversíveis em 3 dia.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante
dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as
vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação
genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Lufenurom: A toxicidade crônica e o potencial de carcinogenicidade do lufenurom foram
examinados em um estudo de 2 anos em ratos e em um estudo de 18 meses em
camundongos. No estudo de dois anos em ratos expostos via oral (dieta) a lufenurom nas
doses de 0, 0.19, 1.93, 20.4, 108 mg/kg pc/dia para machos e 0, 0.23, 2.34, 24.8, 114
mg/kg pc/dia para fêmeas. Os animais expostos à maior dose (108 e 114 mg/Kg para
machos e fêmeas, respectivamente), foi considerada acima da dose máxima tolerada (MTD)
uma vez que os animais apresentaram convulsões tônico-clônicas persistentes e foram
eutanasiados antes do final do experimento. Nas doses intermediárias de 20,4 e 24,8 mg/Kg
para machos e fêmeas, respectivamente, houve efeito transitório de convulsão tônico-
clônicas, redução no ganho de peso corpóreo e aumento na incidência de células
espumosas pulmonares alveolares e lesões ulcerativas e inflamatórias no estômago não
glandular e lesões focais no ceco e/ou cólon. Além disso, foram detectadas incidências
aumentadas de alteração gordurosa no fígado e inflamação do trato urinário no sexo
feminino. O NOEL é de 1,93 e 2,34 mg/kg pc/dia em machos e fêmeas, respectivamente.
No estudo de 18 meses em camundongos expostos via oral (dieta) a lufenurom nas doses
de 0, 0.22, 2.25, 22.6, 62.9 mg/Kg em machos e 0, 0.22, 2.12, 22, 61.2 mg/kg em fêmeas.
As doses mais altas (22.6 e 62,9 mg/Kg em machos e 22 e 61,2 mg/Kg em fêmeas) também
foram consideradas maiores do que a máxima tolerada e os achados encontrados nesses
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Bula Completa - 15.10.2024
níveis de dose não foram considerados relacionados ao tratamento. Nas demais doses não
foram detectados efeitos toxicológicos significantes e a NOEL foi estabelecida em 2,25 e
2,12 mg/kg pc/dia em machos e fêmeas, respectivamente. Na ausência de tumores
relacionados ao tratamento em ratos e camundongos, conclui-se que é pouco provável que
o lufenurom seja cancerígeno para humanos. A toxicidade reprodutiva do lufenurom foi
examinada em um estudo de reprodução de duas gerações no rato e em estudos de
toxicidade no desenvolvimento no rato e no coelho. Em estudos da reprodução de múltiplas
gerações em ratos os animais expostos via dieta a 0, 5, 25, 100 ou 250 ppm de lefenurom
houve aumento de peso corpóreo de machos e fêmeas de F1 e ligeiro retardo no
desenvolvimento do reflexo de endireitamento em filhotes F1 e F2. O NOAEL para efeitos
na prole é de 100 ppm, equivalente a uma média de 9 mg/kg pc/dia. Não houve efeitos
relacionados à danos causados na geração parental e ao NOAEL para toxicidade parental
e reprodutiva foi de 250 ppm, equivalente a uma média de 20,9 mg/kg/dia para machos e
22,2 mg/kg/dia para fêmeas. Em um estudo de toxicidade para o desenvolvimento em
ratos, fêmeas prenhes foram expostas ao lufenurom via gavagem a 0; 100; 500 ou 1000
mg/kg pc/dia. A toxicidade materna mínima foi evidente em 1000 mg lufenurom/kg/dia e
consistiu em reduções transitórias no ganho de peso corpóreo e no consumo de ração. Não
foram aparentes toxicidade embrionária ou efeitos teratogênicos em nenhum dos níveis de
dose testados. O NOAEL neste estudo para toxicidade materna foi de 500 mg
lufenurom/kg/dia e para toxicidade no desenvolvimento foi 1000 mg lufenurom/kg/dia. Em
estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, as fêmeas prenhes expostas ao
lufenurom nas doses de 0; 100; 500 ou 1000 mg/kg pc/dia. Não foi observada toxicidade
materna, toxicidade embrionária ou teratogenicidade em nenhum dos níveis de dose
testados. O NOEL para toxicidade materna e toxicidade para o desenvolvimento neste
estudo foi de 1000 mg/kg pc/dia. Em um estudo de neurotoxicidade subcrônica em ratos
machos, o lufenurom foi administrado na dieta a 0; 5; 25; 100 ou 500 ppm, equivalente a
0; 0,26; 1,22; 5,43 e 27 mg/kg pc/dia. A dose de 500 ppm induziu episódios únicos de
convulsão ou fasciculações clônico-tônicas espontâneas e facilitou convulsões
generalizadas induzidas por pentilenotetrazol. Não houve indicação de comprometimento
das funções motoras ou cognitivas ou de lesões permanentes no sistema nervoso periférico
ou central. O NOEL para esse efeito foi de 5,43 mg/kg pc/dia.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE


PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos,
algas e peixes).
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais
de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a
danos.
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MATCH® EC
Bula Completa - 15.10.2024
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA


CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
DE CULTIVOS LTDA.
• Telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
• Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante, conforme indicado.
• Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó
químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

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Bula Completa - 15.10.2024

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,


TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixar a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acionar o mecanismo para liberar o jato d’água;
Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilizar a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os


seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
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ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


• O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO EA


RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E
REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO


INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e
a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.

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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,


DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

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