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Decreto Executino N.º 45 - 09 - Regulamento Interno Do IMPA

O documento estabelece a estrutura orgânica do Instituto Marítimo e Portuário de Angola (IMPA), detalhando suas atribuições e departamentos. O IMPA é um instituto público com autonomia administrativa, responsável pela coordenação e fiscalização das atividades marítimas e portuárias no país. O regulamento interno aprovado determina a organização e funcionamento dos serviços do IMPA, incluindo departamentos específicos para marinha mercante, portos, infraestrutura e segurança marítima.

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Decreto Executino N.º 45 - 09 - Regulamento Interno Do IMPA

O documento estabelece a estrutura orgânica do Instituto Marítimo e Portuário de Angola (IMPA), detalhando suas atribuições e departamentos. O IMPA é um instituto público com autonomia administrativa, responsável pela coordenação e fiscalização das atividades marítimas e portuárias no país. O regulamento interno aprovado determina a organização e funcionamento dos serviços do IMPA, incluindo departamentos específicos para marinha mercante, portos, infraestrutura e segurança marítima.

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2106 DIÁRIO DA REPÚBLICA

Estrutura Orgânica do Gabinete de Intercâmbio Internacional

DIRECÇÃO

SECÇÃO DE EXPEDIENTE CONSELHO DE DIRECÇÃO

DEPARTAMENTO DE COO- DEPARTAMENTO DE COO-


PERAÇÃO BILATERAL PERAÇÃO MULTILATERAL

SECÇÃO DOS PAÍSES SECÇÃO DE ORGANIZA-


DESENVOLVIDOS ÇÕES REGIONAIS

SECÇÃO DOS PAÍSES EM SECÇÃO DE ORGANIZA-


DESENVOLVIMENTO ÇÕES INTERNACIONAIS

O Ministro, Augusto da Silva Tomás.

Decreto executivo n.º 45/09 3.º — Este diploma entra em vigor na data da sua publi-
de 19 de Junho cação.

Tendo em conta que o n.° 6 do artigo 16.º do estatuto Publique-se.


orgânico do Instituto Marítimo Portuário de Angola (IMPA),
Luanda, aos 19 de Junho de 2009.
aprovado pelo Decreto n.° 66/07, de 15 de Agosto, determina
que a organização e funcionamento dos serviços internos do O Ministro, Augusto da Silva Tomás.
Instituto Marítimo Portuário de Angola —IMPA são estabe-
lecidos por regulamento interno aprovado pelo Ministro de –––––––
tutela;
REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO
MARÍTIMO E PORTUÁRIO DE ANGOLA (IMPA)
Convindo assim proceder à aprovação do referido regu-
lamento interno; CAPÍTULO I
Natureza e Atribuições
Nos termos do n.° 3 do artigo 114.º da Lei Constitucional,
ARTIGO 1.º
determino: (Natureza)

1.º — É aprovado o regulamento interno do Instituto O Instituto Marítimo e Portuário de Angola, abreviada-
Marítimo e Portuário de Angola (IMPA) anexo ao presente mente designado por (IMPA), é um instituto público, dotado
diploma do qual é parte integrante. de personalidade jurídica e de autonomia administrativa,
financeira e patrimonial, criado para exercer as funções de
2.º — As dúvidas e omissões que resultarem da interpre- coordenação, orientação, controlo, fiscalização, licencia-
tação e aplicação deste decreto executivo serão resolvidas mento e regulamentação de todas as actividades relacio-
por despacho do Ministro dos Transportes. nadas com a marinha mercante e portos.
I SÉRIE — N.º 113 — DE 19 DE JUNHO DE 2009 2107

ARTIGO 2.º documentos e informações ligadas aos assuntos


(Atribuições) internacionais;
n) normalizar os sistemas e procedimentos das opera-
São atribuições do Instituto Marítimo Portuário de ções de busca e salvamento, e realizar quaisquer
Angola (IMPA) as seguintes: outras tarefas que por força da lei ou por deter-
minação superior lhes sejam incumbidas;
a) apoiar o Ministro de Tutela a definir a política e a o) licenciar, certificar, autorizar e homologar as acti-
estratégia para o desenvolvimento da actividade vidades, os procedimentos, as entidades, o pes-
marítima e portuária do País; soal, os navios, as infra-estruturas, os equipa-
b) exercer a tutela técnica sobre as actividades do mentos e demais meios afectos à marinha mer-
ramo; cante e aos portos cujo exercício, qualificações e
c) assegurar o cumprimento das leis e regulamentos utilização estejam condicionados, nos termos da
vigentes; lei e regulamentos aplicáveis à prática de tais
d) homologar o tipo de equipamentos a utilizar no actos;
ramo; p) promover a aplicação e fiscalizar o cumprimento
e) estudar e propor a política da marinha mercante e das leis, regulamentos, normas e requisitos téc-
portos no território nacional, definindo os prin- nicos aplicáveis no âmbito das suas atribuições;
cípios e respeitar e o desenvolvimento dos pla- q) coordenar com a entidade competente os procedi-
nos gerais, planos directores, planos de serviço e mentos relativos à vigilância marítima e à pre-
de protecção do meio ambiente; venção da poluição do meio ambiente marítimo;
f) promover o desenvolvimento de todas as activi- r) colaborar na negociação de tratados e acordos
dades ligadas à marinha mercante e portos, internacionais, e coordenar a respectiva exe-
incluindo a investigação, formação e treinamento cução;
de pessoal nos domínios científico e tecnológico; s) celebrar contratos ou protocolos de colaboração
g) analisar e propor a homologação e aplicação em ter- com congéneres de outros países, com vista à
ritório nacional das recomendações, normas e prossecução das suas atribuições, designada-
outras disposições emanadas de entidades e con- mente no que se refere ao ensino e à realização de
venções internacionais e regionais nos ramos projectos e trabalhos de índole técnica e cientí-
marítimo e portuário; fica;
h) estudar e propor leis, regulamentos e providências t) celebrar contratos de investigação ou de prestação
administrativas destinadas a garantir, orientar e de serviços no âmbito das suas atribuições, com
coordenar o exercício das actividades da marinha pessoas singulares ou colectivas, públicas ou pri-
mercante e do trabalho portuário; vadas nos termos da lei;
i) apresentar propostas sobre as bases tarifárias a adop- u) realizar quaisquer outras tarefas que lhe forem
tar pelas entidades e operadores que exerçam superiormente determinadas.
actividades nos ramos marítimo e portuário;
j) preparar os indicadores de desempenho das activi- CAPÍTULO II
dades e apresentar as estatísticas sobre o funcio- Organização
namento do ramo de acordo com as metodologias
ARTIGO 3.º
definidas;
(Estrutura interna)
k) garantir o licenciamento das actividades de trans-
porte marítimo, do trabalho portuário, do domí- 1. Para o exercício das suas atribuições, o Instituto Marí-
nio público marítimo e de outros de natureza timo Portuário de Angola (IMPA) dispõe de serviços execu-
afim, nos termos da legislação respectiva, e ins- tivos, serviços de apoio e serviços externos.
peccionar o cumprimento das condições impos-
tas nos respectivos títulos de licenciamento, 2. São serviços executivos do Instituto Marítimo Portuá-
autorizações, contratos de concessão e outros; rio de Angola (IMPA):
l) preparar concursos públicos relacionados com áreas
a) Departamento de Marinha Mercante;
públicas que não constituam reserva absoluta do
b) Departamento de Portos, Infra-Estruturas e Equi-
Estado e estejam abertas à concorrência, nos ter-
pamentos;
mos da legislação em vigor;
c) Departamento de Segurança Marítima e Pessoal do
m) organizar a participação e intervenção do sector nas Mar.
organizações internacionais, assegurar os seus
direitos e os compromissos nelas assumidos pela 3. São serviços de apoio do Instituto Marítimo Portuário
administração e coordenar a distribuição dos de Angola (IMPA):
2108 DIÁRIO DA REPÚBLICA

a) Gabinete de Apoio ao Director Geral; 2. O Departamento da Marinha Mercante (DMM) é diri-


b) Serviços Administrativos e Gerais; gido por um chefe de departamento.
c) Centro de Documentação.
3. Para o exercício das suas funções o Departamento da
4. São serviços externos do Instituto Marítimo Portuário Marinha Mercante (DMM) compreende as seguintes secções:
de Angola (IMPA):
a) Secção de Licenciamento e Fiscalização (SLF);
a) Capitania do Porto de Cabinda; b) Secção de Marinha Mercante (SMM).
b) Capitania do Porto do Soyo;
c) Capitania do Porto de Luanda; 4. À Secção de Licenciamento e Fiscalização compete:
d) Capitania do Porto Amboim;
e) Capitania do Porto do Lobito; a) instruir os processos de licenciamento das activi-
f) Capitania do Porto do Namibe. dades no domínio da marinha mercante;
b) fiscalizar o cumprimento das condições impostas
5. Os serviços de apoio são equiparados a departa- nos títulos de licenciamento e outras autoriza-
mentos. ções;
c) colaborar na definição do normativo a observar nos
6. As Capitanias dos Portos e as Delegações Fluviais são
processos de licenciamento;
delegações regionais ou provinciais do Instituto Marítimo
d) colaborar na definição do normativo aplicável às
Portuário de Angola (IMPA) e reguladas por legislação
acções de fiscalização;
específica.
e) proceder à autuação e à elaboração dos processos de
ARTIGO 4.º contravenção, com vista a posterior procedi-
(Departamento da Marinha Mercante) mento legal, de todas as situações que não se
encontrem em conformidades com a regulamen-
1. Ao Departamento da Marinha Mercante, abreviada- tação em vigor;
mente designado por (DMM), compete estudar e propor a f) realizar outras tarefas que lhe forem incumbidas
homologação das medidas de natureza regulamentar, técnica superiormente.
e económica, destinadas a assegurar o desenvolvimento
ordenado do transporte e trabalho marítimos e outros servi- 5. À Secção de Marinha Mercante compete:
ços afins, designadamente:
a) colaborar na formulação da política nacional do
a) formular a política nacional do transporte marítimo transporte marítimo e executar na parte que lhe
e executar os programas e acções adoptados para competir os programas e acções adoptados para
a sua aplicação; a sua aplicação;
b) acompanhar a actividade dos armadores e opera- b) acompanhar a actividade dos armadores e operado-
dores de navios e providenciar medidas regula- res de navios e estudar e propor medidas regula-
mentares para o seu adequado enquadramento; mentares para o seu adequado enquadramento;
c) licenciar as actividades no domínio da marinha mer- c) participar na elaboração das normas técnicas para as
cante e inspeccionar o cumprimento das condi- actividades da marinha mercante e serviços afins;
ções impostas nos respectivos títulos de licencia- d) participar na elaboração dos indicadores de desem-
mento e autorização; penho das actividades do ramo e elaborar as res-
d) elaborar as normas técnicas para as actividades da pectivas estatísticas;
marinha mercante e serviços afins; e) participar na organização e manutenção de um
e) elaborar os indicadores de desempenho das activi- sistema de recolha, tratamento e divulgação de
dades do ramo e apresentar as respectivas esta- dados adequado;
tísticas; f) realizar outras tarefas que lhe forem incumbidas
f) estabelecer relações com os serviços homólogos superiormente.
de outros países no âmbito da cooperação e das
relações bilaterais decorrentes de acordos e pro- ARTIGO 5.º
tocolos em vigor; (Departamento de Portos, Infra-Estruturas e Equipamentos)
g) organizar e manter um sistema de recolha, trata-
mento e divulgação de dados adequado; 1. Ao Departamento de Portos, Infra-estruturas e Equipa-
h) executar as demais tarefas compatíveis com as mentos, abreviadamente designado por (DPI), compete
respectivas funções que lhe forem cometidas estudar e propor a homologação das medidas de natureza
superiormente. regulamentar, administrativa, técnica e económica, destina-
I SÉRIE — N.º 113 — DE 19 DE JUNHO DE 2009 2109

das a assegurar o desenvolvimento ordenado das actividades b) analisar e dar pareceres técnicos sobre planos e pro-
portuárias e a concepção de projectos de infra-estruturas e de jectos de investimento em obras de interesse por-
equipamento dos portos nacionais, designadamente: tuário;
c) participar na preparação de concursos públicos
a) formular a política portuária nacional e o estudo dos relacionados com áreas públicas que não consti-
programas e das acções a adoptar para a sua apli- tuam reserva absoluta do Estado e estejam aber-
cação; tas à concorrência, nos termos da legislação em
b) avaliar as áreas de interesse portuário, verificando vigor;
o estado de funcionamento das respectivas infra- d) participar na realização dos estudos tendentes ao
-estruturas, instalações e equipamentos; fomento das actividades portuárias;
c) analisar e dar pareceres técnicos sobre planos e pro- e) organizar a informação estatística correspondente à
jectos de investimento em obras de interesse por- sua área de actividade;
tuário; f) realizar outras tarefas que lhe forem incumbidas
superiormente.
d) realizar estudos tendentes ao fomento das activida-
des portuárias;
5. À Secção de Portos e Obras Portuárias (SOP) compete:
e) estudar e propor as bases tarifárias a adoptar pelos
operadores portuários;
a) colaborar na formulação da política portuária
f) preparar concursos públicos relacionados com áreas
nacional e no estudo dos programas e das acções
públicas que não constituam reserva absoluta do
a adoptar para a sua aplicação;
Estado e estejam abertas à concorrência, nos ter- b) analisar e dar pareceres técnicos sobre planos e pro-
mos da legislação em vigor; jectos de investimento em obras de interesse por-
g) elaborar os indicadores de desempenho das activi- tuário;
dades portuárias e as respectivas estatísticas de c) participar no estudo das bases tarifárias a adoptar
acordo com as metodologias definidas; pelos operadores portuários;
h) estabelecer relações com os serviços homólogos d) participar na elaboração dos indicadores de desem-
de outros países no âmbito da cooperação e das penho das actividades portuárias e das respecti-
relações bilaterais decorrentes de acordos e pro- vas estatísticas de acordo com as metodologias
tocolos em vigor; definidas;
i) emitir pareceres sobre os projectos de planos e e) analisar e emitir pareceres sobre os projectos de
orçamentos das empresas públicas do ramo; planos e orçamentos das empresas públicas do
j) organizar e manter actualizado o cadastro das infra- ramo;
-estruturas, instalações e equipamentos portuá- f) participar na organização, actualização e gestão do
rios dos portos nacionais; cadastro das infra-estruturas, instalações e equi-
k) executar as demais tarefas compatíveis com as pamentos portuários dos portos nacionais;
respectivas funções que lhe forem cometidas g) realizar outras tarefas que lhe forem incumbidas
superiormente. superiormente.

2. O Departamento de Portos, Infra-estruturas e Equipa- ARTIGO 6.º


(Departamento de Segurança Marítima e Pessoal do Mar)
mentos (DPI) é dirigido por um chefe de departamento.

1. O Departamento de Segurança Marítima e Pessoal do


3. Para o exercício das suas funções o Departamento de
Mar, abreviadamente designado (DSM) compete estudar e
Portos, Infra-estruturas e Equipamentos (DPI) compreende
propor a homologação das medidas de natureza regulamen-
as seguintes secções:
tar, administrativa e técnica, relativas às condições de segu-
rança marítima das embarcações e da navegação, à protecção
a) Secção de Exploração e Estatística (SEE); do meio marinho contra a poluição, à busca e salvamento e
b) Secção de Portos e Obras Portuárias (SOP); às comunicações marítimas, designadamente:

4. À Secção de Exploração e Estatística (SEE) compete: a) inspeccionar as embarcações com vista a homo-
logar a sua arqueação e emitir os respectivos cer-
a) participar na avaliação das áreas de interesse por- tificados;
tuário, verificando o estado de funcionamento b) propor a aprovação de planos, cálculos, projectos e
das respectivas infra-estruturas, instalações e outros documentos técnicos de construção naval
equipamentos; e inspeccionar a sua correcta aplicação;
2110 DIÁRIO DA REPÚBLICA

c) inspeccionar as embarcações para a homologação a) inspeccionar as embarcações com vista à homolo-


de equipamentos e materiais de construção naval gação da sua arqueação e emissão dos respec-
e para os procedimentos de certificação adequa- tivos certificados;
dos; b) analisar e propor a aprovação de planos, cálculos,
d) inspeccionar as embarcações para atribuição da projectos e outros documentos técnicos de cons-
lotação de passageiros e da tripulação de segu- trução naval e inspeccionar a sua correcta apli-
rança; cação;
e) proceder à vistoria da aplicação dos regulamentos c) participar na inspecção das embarcações para a
técnicos no âmbito da segurança da navegação, homologação de equipamentos e materiais de
salvaguarda da vida humana no mar, habitabi- construção naval e para os procedimentos de cer-
lidade e prevenção da poluição marinha por tificação adequados;
navios; d) participar na inspecção das embarcações para atri-
f) proceder à vistoria do cumprimento em matéria de buição da lotação de passageiros e da tripulação
renovação de certificados e autorizações; de segurança;
g) inspeccionar, propor o licenciamento e identificar e) proceder à certificação profissional do pessoal da
as estações de radiocomunicações, emitindo os marinha mercante nos termos da legislação apli-
respectivos certificados quando previstos por lei; cável;
h) apoiar tecnicamente o processo de regulamentação f) proceder à vistoria da aplicação dos regulamentos
das convenções internacionais sobre segurança técnicos no âmbito da segurança da navegação,
marítima e prevenção da poluição do mar e pro- salvaguarda da vida humana no mar, habitabi-
por a adopção de regulamentação técnica perti- lidade, e prevenção da poluição marinha por
nente; navios;
i) estudar e propor a normalização de sistemas e pro- g) inspeccionar, instruir os processos de licenciamento
cedimentos das operações de busca e salvamento e participar na identificação das estações de rádio
marítimo; comunicações, propondo a emissão dos respec-
j) promover programas e campanhas de segurança tivos certificados quando previstos por lei;
marítima, prevenção da poluição do ambiente h) participar no apoio técnico ao processo de regula-
marinho e das condições de habitabilidade a mentação das convenções internacionais sobre
bordo das embarcações mercantes; segurança marítima e prevenção da poluição do
k) acompanhar e participar nas actividades da Organi- mar e apresentar propostas de regulamentação
zação Marítima Internacional (IMO) e de outras técnica;
organizações especializadas; i) participar no estudo e na apresentação de propostas
l) desenvolver o relacionamento com serviços simila- sobre a normalização de sistemas e procedimen-
res de outros países no âmbito da cooperação e tos das operações de busca e salvamento marí-
das relações bilaterais decorrentes de acordos e timo;
protocolos em vigor; j) apoiar a promoção de programas e campanhas de
m) organizar os registos actualizados das inspecções segurança marítima, prevenção da poluição do
efectuadas; ambiente marinho e das condições de habitabili-
n) executar as demais tarefas compatíveis com as res- dade a bordo das embarcações mercantes;
pectivas funções que lhe forem cometidas supe- k) organizar os registos actualizados das inspecções
riormente. efectuadas;
l) realizar outras tarefas que lhe forem incumbidas
2. O Departamento de Segurança Marítima (DSM) é superiormente.
dirigido por um chefe de departamento.
5. À Secção de Pessoal do Mar compete:
3. Para o exercício das suas funções o Departamento de a) participar no apoio técnico ao processo de regula-
Segurança Marítima (DSM) compreende as seguintes sec- mentação das convenções internacionais sobre
ções: pessoal do mar;
b) instruir os processos de certificação profissional do
a) Secção de Inspecção de Navios e Segurança Marí- pessoal da marinha mercante;
tima (SIS); c) organizar o cadastro do pessoal do mar sujeito cujas
b) Secção de Pessoal do Mar (SPM); actividades sejam objecto de certificação nos
termos da lei;
4. À Secção de Inspecção de Navios e Segurança Marí- d) vistoriar as condições de higiene e segurança dos
tima compete: locais de trabalho a bordo;
I SÉRIE — N.º 113 — DE 19 DE JUNHO DE 2009 2111

e) autuar e instruir os processos de contra-ordenação do Instituto Marítimo Portuário de Angola


nas situações contrárias à lei; (IMPA);
f) promover a formação profissional do pessoal da k) análise, elaboração de pareceres e apresentação de
marinha mercante; propostas sobre o sistema de gestão de informa-
g) avaliar e propor os conteúdos da formação profis- ção do Instituto Marítimo Portuário de Angola
sional; (IMPA);
h) participar no estudo e na apresentação de propostas l) realização de outras tarefas que lhe forem incum-
sobre a normalização de sistemas e procedimen- bidas superiormente.
tos das operações de busca e salvamento marí-
timo; 2. O Gabinete de Apoio ao Director Geral (GAD) é
i) apoiar a promoção de programas e campanhas de dirigido por um chefe de departamento.
segurança marítima e das condições de habitabi-
lidade a bordo das embarcações mercantes; ARTIGO 8.º
j) organizar os registos actualizados das inspecções (Serviços Administrativos e Gerais)
efectuadas;
k) realizar outras tarefas que lhe forem incumbidas 1. Nos Serviços Administrativos e Gerais, abreviada-
superiormente. mente designado (SAG), são integradas as funções comuns
ligadas aos recursos humanos, relações públicas, expediente
ARTIGO 7.º e arquivo, orçamento, finanças, informática e património,
(Gabinete de Apoio ao Director Geral)
designadamente:

Ao Gabinete de Apoio ao Director Geral, abreviadamente a) apoio administrativo, logístico e organizativo,


designado por (GAD) são integradas as funções de assesso-
desenvolvendo para o efeito as acções necessá-
ria jurídica, cooperação internacional, gestão de informação,
rias;
designadamente:
b) execução de tarefas inerentes à recepção, classifi-
cação, registo, expedição e arquivo da documen-
a) organização, gestão e actualização da regulamen-
tação do Instituto Marítimo Portuário de Angola
tação do sector;
(IMPA);
b) criação das condições necessárias para o cumpri-
c) apoiar a elaboração do orçamento anual e relatório
mento das leis e dos regulamentos vigentes;
de actividades do Instituto Marítimo Portuário de
c) criação das condições necessárias para a transposi-
Angola (IMPA);
ção para ordenamento jurídico nacional de acor-
d) preparar os instrumentos de gestão previsional do
dos internacionais, regulamentos e demais legis-
lação de que o País seja subscritor; Instituto Marítimo Portuário de Angola (IMPA);
d) realização de estudos sobre a realidade de outros e) organizar a contabilidade do Instituto Marítimo Por-
países, em especial da SADC, que permitam tuário de Angola (IMPA);
recolher informação destinada a avaliar a opor- f) assegurar e manter actualizados os elementos
tunidade da introdução de soluções que global- necessários à gestão corrente do pessoal do Ins-
mente possibilitem modernizar o sector marítimo tituto Marítimo Portuário de Angola (IMPA);
e portuário em Angola; g) assegurar a colaboração com os serviços compe-
e) assessoria na elaboração de contratos e outros tentes, no que respeita aos procedimentos admi-
documentos técnicos; nistrativos necessários ao recrutamento, provi-
f) apoio na organização da participação e intervenção mento, promoção, progressão na carreira, cessa-
do Instituto Marítimo Portuário de Angola (IMPA) ção de funções, transferências, assiduidade, clas-
nas organizações internacionais e coordenação sificação de serviço e formação profissional,
da distribuição dos documentos e informações direitos, deveres e regalias e ainda à organização
ligadas aos assuntos internacionais; e actualização cadastral do pessoal afecto ao Ins-
g) realização de outras acções, análises, estudos e tituto Marítimo Portuário de Angola (IMPA);
intervenções que sejam solicitadas superior- h) assegurar, em articulação com os serviços compe-
mente; tentes, os procedimentos necessários em matéria
h) emissão de pareceres sobre contratos e outros ins- de gestão do património e aprovisionamentos;
trumentos jurídicos; i) propor estudos e racionalização do funcionamento
i) preparação de contratos e de documentação técnica; dos serviços, métodos de trabalho administrati-
j) preparação e apresentação de propostas de regula- vos, circuitos de documentos, impressos e arqui-
mentação em articulação com os demais serviços vos;
2112 DIÁRIO DA REPÚBLICA

j) colaborar com os serviços competentes na recolha, g) assegurar o serviço geral de atendimento, acolhi-
tratamento e difusão da informação necessária ao mento e informação ao público;
bom funcionamento dos serviços do Instituto h) superintender o pessoal auxiliar, assegurando a
Marítimo Portuário de Angola (IMPA), garan- organização do respectivo trabalho;
tindo a divulgação das normas internas e direc- i) avaliar as necessidades para assegurar as boas con-
tivas de carácter geral; dições higiénicas das áreas de trabalho do Insti-
k) assegurar o serviço geral de atendimento, acolhi- tuto Marítimo Portuário de Angola (IMPA);
mento e informação ao público; j) realização de outras tarefas que lhe forem incum-
l) superintender o pessoal auxiliar, assegurando a orga- bidas superiormente.
nização do respectivo trabalho;
m) providenciar o asseguramento das boas condições 5. À Secção de Gestão do Orçamento e Património com-
higiénicas das áreas de trabalho do Instituto pete:
Marítimo Portuário de Angola (IMPA);
a) colaborar na preparação do orçamento anual e rela-
n) executar as demais tarefas compatíveis com as suas
tório de actividades do Instituto Marítimo Por-
funções e que lhe sejam incumbidas pela direc-
tuário de Angola (IMPA);
ção do Instituto Marítimo Portuário de Angola
b) colaborar na preparação dos instrumentos de gestão
(IMPA).
previsional do Instituto Marítimo Portuário de
Angola (IMPA);
2. O Serviços Administrativos e Gerais (SAG) é dirigido
c) participar na organização da contabilidade do Ins-
por um chefe de departamento.
tituto Marítimo Portuário de Angola (IMPA);
d) organizar o inventário dos bens patrimoniais do Ins-
3. Para o exercício das suas funções, os Serviços Admi-
tituto Marítimo Portuário de Angola (IMPA) e
nistrativos e Gerais compreende as seguintes secções:
manter actualizado o respectivo cadastro;
e) realizar outras tarefas que lhe forem incumbidas
a) Secção de Gestão dos Recursos Humanos e de Ser-
superiormente.
viços Gerais (SGS);
b) Secção de Gestão do Orçamento e Património
ARTIGO 9.º
(SOP).
(Centro de Documentação)

4. À Secção de Gestão de Recursos Humanos e Serviços


1. No Centro de Documentação, abreviadamente desig-
Gerais compete:
nado (CD), são integradas funções de gestão de informação
e documentação.
a) apoio administrativo, logístico e organizativo;
b) execução de tarefas inerentes à recepção, classifi-
2. O Centro de Documentação é dirigido por um chefe de
cação, registo, expedição e arquivo da documen-
departamento.
tação do Instituto Marítimo Portuário de Angola
(IMPA); CAPÍTULO III
c) gestão corrente do pessoal do Instituto Marítimo Disposições Finais
Portuário de Angola (IMPA);
d) gestão dos processos de provimento, promoção, ARTIGO 10.°
progressão na carreira, cessação de funções, (Comissões especializadas)
transferências, assiduidade, classificação de ser-
viço e formação profissional, direitos, deveres e 1. Sem prejuízo do estabelecido nos artigos anteriores
regalias e ainda à organização e actualização poderão ser criadas comissões especializadas corresponden-
cadastral do pessoal afecto ao Instituto Marítimo tes às áreas de actuação do Instituto Marítimo Portuário de
Portuário de Angola (IMPA); Angola (IMPA) e orientadas por este.
e) gestão e actualização dos cadastros do pessoal;
f) realização de estudos para a racionalização do fun- 2. As comissões referidas no número anterior serão cons-
cionamento dos serviços, métodos de trabalho tituídas por despacho do director geral.
administrativos, circuitos de documentos, im-
pressos e arquivos; O Ministro, Augusto da Silva Tomás.

O. E. 424 — 6/113 — 2500 ex. — I. N.-E. P.— 2009

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