PPC - Química
PPC - Química
DE QUÍMICA – LICENCIATURA
CARUARU – PE
Outubro de 2013
DADOS INSTITUCIONAIS
CAMPUS RECIFE
Av. Prof. Moraes Rêgo, nº 1.235, Cidade Universitária,
Recife-PE, CEP 50.670-420
Telefone: (81) 2126-8000
Colegiado Do Curso
APRESENTAÇÃO.................................................................................................................... 01
1. A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO E O CONTEXTO DA
FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PROFESSORAS DE QUÍMICA NA
REGIÃO DO AGRESTE DE PERNAMBUCANO......................................................... 03
2. JUSTIFICATIVA .............................................................................................................. 12
3. MARCO TEÓRICO ......................................................................................................... 14
3.1 Sociedade, educação e cidadania ......................................................................................... 17
3.2 A Educação Ambiental como elemento estruturante do Projeto Pedagógico....................... 18
3.3 A educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-
brasileira .............................................................................................................................. 21
3.4 Conhecimento, Universidade e Formação Pedagógica ................................................................... 22
4. OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................................ 24
4.1. Objetivo Geral .................................................................................................................... 24
4.2. Objetivos Específicos ......................................................................................................... 24
5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO .............................................................................. 26
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO .................................................................... 28
6.1 Perfil profissional do graduado ........................................................................................... 28
6.2 Campo de atuação profissional............................................................................................ 28
6.3 Competências e habilidades ................................................................................................ 29
7. METODOLOGIA ............................................................................................................. 34
8. SISTEMATICAS DE AVALIAÇÃO .............................................................................. 35
7.1 Sistemática de avaliação do processo de ensino-aprendizagem ........................................ 35
7.2 Sistemática de avaliação do Projeto Pedagógico do Curso ............................................... 36
9. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ..................................................................... 39
10. CARGA HORÁRIA E PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO ..................................... 41
11. ESTRUTURA CURRICULAR ....................................................................................... 46
10.1 Componentes curriculares obrigatórios ........................................................................... 46
10.2 Componentes curriculares eletivos .................................................................................. 50
10.3 Síntese da carga horária do Curso .................................................................................... 52
10.4 Integralização curricular ................................................................................................ 53
10.5 Componentes curriculares ofertados por semestre ........................................................ 53
10.6 Atividades Acadêmico-Científico-Culturais Complementares...................................... 55
12. PROJETO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO .............................. 57
13. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO ............................................................... 59
14. CORPO DOCENTE DO CURSO .................................................................................... 60
14. CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO CURSO ................................................... 64
14.1 Condições de acesso às dependências do Curso para pessoas com deficiência e/ou
mobilidade reduzida...................................................................................................... 64
14.2 Acessibilidade às informações acadêmicas do Curso..................................................... 64
14.3 Infraestrutura.................................................................................................................. 65
14.3.1 Gabinetes de trabalho dos docentes do Curso com dedicação exclusiva.................... 65
14.3.2 Espaço de trabalho para Coordenação do curso e serviços acadêmicos...................... 65
14.3.3 Salas de Aula............................................................................................................... 66
14.3.4 Acesso aos equipamentos de informática.................................................................... 67
14.3.5 Biblioteca e bibliografia básica e complementar......................................................... 67
14.3.6 Laboratórios didáticos especializados......................................................................... 69
14.3.7 Quadra Poliesportiva................................................................................................... 72
14.3.8 Apoio ao Discente....................................................................................................... 72
15. REFERÊNCIAS................................................................................................................. 74
ANEXOS .................................................................................................................................... 75
ANEXO I: RESOLUÇÃO N°. 04/94/CCEPE DE DEZEMBRO DE 1994 ............................. 76
ANEXO II: REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ............................ 80
ANEXO III: MATRIZ CURRICULAR DO CURSO ................................................................ 84
ANEXO IV: NORMATIZAÇÃO PARA CONTABILIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA
DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
COMPLEMENTARES ......................................................................................... 85
1
Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002), que, juntamente com a oferta de
componentes curriculares específicos na sua grade curricular irão favorecer uma
reflexão-ação da sua comunidade acadêmica sobre a importância do papel do ensino-
aprendizado da Química para a sustentabilidade ambiental e irão fundamentar o
desenvolvimento de habilidades e competências da comunidade acadêmica do Curso
para promover o despertar da consciência ambiental na sociedade.
2
1. A UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO E O CONTEXTO DA
FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PROFESSORAS DE QUÍMICA NA
REGIÃO DO AGRESTE PERNAMBUCANO
Sua origem remonta ao século XIX com a criação do primeiro curso superior de
Pernambuco, o Curso de Direito, criado em 11 de agosto de 1827 por lei imperial com
sede no Mosteiro de São Bento, em Olinda. A Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE), ainda como Universidade do Recife (UR), teve início de suas atividades em 11
de agosto de 1946, fundada por meio do Decreto-Lei da Presidência da República nº
9.338/46, de 20 de junho do mesmo ano. A Universidade do Recife compreendia a
Faculdade de Direito do Recife (1827), a Escola de Engenharia de Pernambuco (1895),
a Faculdade de Medicina do Recife (1895), as Escolas de Odontologia e Farmácia e de
Belas Artes de Pernambuco (1932), e por fim a Faculdade de Filosofia do Recife
(1941), sendo considerado o primeiro centro universitário do Norte e Nordeste.
4
permanente através da pesquisa e da formação dos profissionais no sentido de
aperfeiçoamento dos recursos humanos. Isto se reflete diretamente na produção
acadêmica de alto nível dos cursos de graduação, dos programas de mestrado acadêmico
e profissionalizante e de doutorado.
Os campi foram criados com uma nova estrutura de gestão, fundamentada não
mais em Centros e Departamentos (sendo esta a estrutura comum no Campus do
Recife), mas em Núcleos, nos quais se acham lotados os docentes e se localizam os
5
cursos, visando contribuir para o desenvolvimento sustentável e a modernização
econômica dos municípios do estado de Pernambuco, difundindo a produção do
conhecimento, dos processos e dos produtos elaborados na UFPE. Neste sentido, tem
buscado direcionar as suas atividades centrais aos problemas e às perspectivas e
oportunidades da Região.
6
pública superior de qualidade como condição indispensável à formação de profissionais
qualificados para o ensino, ulteriormente, para a pesquisa e para a vida profissional.
7
(3) Microrregião do Alto Capibaribe: Casinhas, Frei Miguelinho, Santa Cruz do
Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, Surubim, Taquaritinga do Norte,
Toritama, Vertente do Lério e Vertentes.
(6) Microrregião do Médio Capibaribe: Bom Jardim, Cumaru, Feira Nova, João
Alfredo, Limoeiro, Machados, Orobó, Passira, Salgadinho, São Vicente Ferrer.
8
Neste contexto geográfico o município de Caruaru se destaca com uma
população aproximada de 315 (trezentos e quinze) mil habitantes (IBGE, 2010),
distribuída nas áreas urbana (86%) e rural (14%), sendo o sexto município em
participação no Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco e que tem no setor de
serviços sua principal atividade econômica. Do total dos recursos, cerca de setenta e
sete por cento (77%) do PIB estão concentrados no comércio e cerca de oito por cento
(8%) nas atividades agrícolas.
O crescimento econômico que o município de Caruaru tem esboçado nos últimos
anos, expresso principalmente pelas diversas empresas estabelecidas no local, tem
contribuído para a geração de empregos em outros setores. Contudo, falta ainda, para
muitos dos cidadãos agrestinos, uma formação básica de boa qualidade que lhes
permitam ocupar os postos de trabalho que têm surgido neste Município.
De acordo com os dados apresentados no Atlas do Desenvolvimento Humano no
Brasil referente ao ano de 2013 [2], uma plataforma de consulta ao Índice de
Desenvolvimento Humano do Município (IDHM) de 5.565 (cinco mil quinhentos e
sessenta e cinco) municípios brasileiros, com dados extraídos dos Censos Demográficos
de 1991, 2000 e 2010, quase a totalidade dos municípios da Mesorregião do Agreste de
Pernambuco (82,8%) apresentam IDHM educacional baixo, na faixa de 0,500 a 0,599
enquanto que os demais municípios desta Região (17,2 %) tem IDMH educacional
muito baixo, com valores inferiores a 0,499% [2].
Segundo dados do relatório publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a
Infância UNICEF [3] sobre a educação para inclusão das crianças e adolescentes com
idade na faixa de 7 a 14 anos no Semiárido brasileiro, onde estão inseridos,
geograficamente Pernambuco e a mesorregião do Agreste, os aspectos mais desafiantes
destacados neste documento e que devem ser considerados nas políticas e projetos
voltados para mudanças e avanços educacionais na Região são: (i) o maior percentual
de crianças e adolescentes não alfabetizadas do País (ii) a grande quantidade de crianças
e adolescentes com idade na faixa etária de 10 a 14 anos que não frequentam a escola e
(iii) a taxa elevada de abandono escolar das crianças na Região, com Pernambuco
ocupando o terceiro lugar no ranking dos estados nordestinos nesta classificação [3].
9
Quando são comparados os dados deste relatório da UNICEF (2003) com os
valores do IDHM educacionais recentes, verifica-se que pouco se avançou com relação
à problemática da Educação Básica na mesorregião do Agreste de Pernambuco.
10
Química e Física da capital do Estado ou de cidades de estados vizinhos, a exemplo de
Campina Grande-PB.
11
2. JUSTIFICATIVA
12
propostas as alterações apresentadas ao longo deste documento relacionadas com: (i) a
atualização do quadro de docentes do Curso, integralizado parcialmente até o nono
período, com o desligamento institucional e a nomeação de docentes do Curso; (ii) a
atualização da composição do quadro de Coordenação, do Colegiado e do Núcleo
Docente Estruturante do Curso; (iii) a atualização e apresentação do Estágio
Supervisionado do Curso a partir das experiências vivenciadas pela comunidade
acadêmica durante os componentes curriculares do Estágio Supervisionado I, II e III;
(v) a apresentação da política de gestão dos resíduos gerados nas atividades
experimentais nos Laboratórios de Química e adotada como prioridade pelo Curso, em
consonância com a Política Nacional de Educação Ambiente (Lei nº 9.795, de 27 de
abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002), que, juntamente com a oferta
de componentes curriculares específicos na sua grade curricular irão favorecer uma
reflexão-ação da sua comunidade acadêmica sobre a importância do papel do ensino-
aprendizado da Química para a sustentabilidade ambiental e irão fundamentar o
desenvolvimento de habilidades e competências da comunidade acadêmica do Curso
para promover o despertar da consciência ambiental na sociedade.
13
3. MARCO TEÓRICO
14
dias de hoje. Sob seus auspícios realizou-se, em 1922, o I Congresso Brasileiro de
Química no Rio de Janeiro, durante o qual se fundou a antiga Sociedade Brasileira de
Química. Também, foi a principal articuladora do movimento que resultou na
constituição da Sociedade Brasileira de Educação em 1924, que liderou importante
movimento pela modernização do ensino brasileiro na década de 20.
15
- Formação teórico-prática e interdisciplinar sólida sobre o fenômeno
educacional e seus fundamentos históricos, políticos e sociais, bem como o
domínio dos conteúdos a serem ensinados, na área das ciências e da Química,
especificamente.
16
- O desenvolvimento da afetividade, pelo prazer de compartilhar e pela
felicidade de poder dividir espaços e ações.
- Formas coletivas de produção do conhecimento, constituindo-se, assim, em
práticas educativas para a igualdade de oportunidades, a solidariedade e o
respeito às diferenças.
- A compreensão e a prática da atitude investigativa.
17
histórica, política e cultural [5]. Ser sujeito é ser uma totalidade pessoal, compreendida e
identificada a partir de aspectos bio-psico-existencial, de elementos culturais e sociais
peculiares, de estruturas econômicas que impõem deformações graves para as
sociedades e para as pessoas. Conceber centralidade da pessoa destinatária do fazer
pedagógico significa afirmar que o ser humano é um projeto inacabado, inconcluso.
19
O planejamento das atividades experimentais, de ensino e de pesquisa, deverá
diminuir a quantidade dos reagentes usados, propiciando: (i) redução do impacto
socioambiental resultantes destas práticas; (ii) redução considerável no consumo
dos reagentes e no orçamento dos laboratórios; (iii) velocidade maior na
execução das atividades padronizadas (filtração, destilação, titulação), podendo
este ganho de tempo ser revertido na análise e discussão dos resultados
experimentais, e das suas relações com o modelo teórico que fundamenta a
prática. Este princípio além de contribuir para a constituição de boas práticas
também propicia a formação docente, pautada na ética e na sustentabilidade
ambiental.
20
iv. Manejo de resíduos.
21
dos componentes curriculares: “Educação e Diversidade Cultural” (30 h) e “Educação
para as Relações Étnico-Raciais” (30 h), “Tópicos Especiais de Educação IV: Racismo
e Educação para as Relações Étnico-Raciais”, “Educação e Inclusão Social”,
“Movimentos Sociais de Afirmação Intercultural”.
22
É nesta direção que propomos este Projeto Pedagógico para a formação docente
em Química. Assim, considerando as discussões em torno da formação docente
presentes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Licenciatura em
Química, entendemos que a implementação desta formação no CAA da UFPE deve ser
uma proposta formativa voltada para o ensino desta ciência na Educação Básica,
levando em conta o perfil do licenciando e a reflexão sobre as práticas educativas,
promovendo a pesquisa em iniciação científica e desenvolvendo atividades de extensão.
23
4. OBJETIVOS DO CURSO
24
3. Desempenhar atividades de pesquisa e de extensão em educação, apoiadas em
uma sólida formação universitária e integradas com a Política Nacional de
Resíduos Sólidos (Lei Nº 12.305, de 2 de agosto de 2010).
25
5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO
27
6. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O egresso do Curso, após consolidar o seu processo de graduação deve ter uma
sólida formação técnico-científica da Química com o entendimento do processo
histórico da construção dos princípios, dos conceitos e das teorias que fundamentam
esta Ciência e dos avanços científicos e tecnológicos desta área do conhecimento. Além
disto, como profissionais da Educação Básica, devem estar conscientes da sua
responsabilidade para uma formação cidadã inclusiva.
Neste sentido e levando em consideração as orientações das Diretrizes Nacionais
(Parecer CNE/CES Nº1303 de 06 de novembro de 2001; Resolução CNE/CES Nº8 de
11 de março de 2002), o Curso de Química-Licenciatura do CAA da UFPE visa formar
profissionais da Educação:
˗ Com uma visão clara do seu papel social como educador com sensibilidade para
interpretar as ações dos discentes no processo de formação;
28
Fundamental e em todas as séries do Ensino Médio, tanto no setor público quanto no
privado.
No entanto, deve-se considerar que o Curso, por oferecer uma formação sólida
em conhecimentos da ciência Química, deverá preparar profissionais aptos para atuarem
em diferentes segmentos do mundo do mercado de trabalho, tais como: ensino não
formal (atividades educacionais realizadas em zoológicos, jardins botânicos, centros e
museus de ciência e tecnologia, centros comunitários, sindicatos, etc.), atividades
técnicas nos laboratórios de ensino e de pesquisa em Instituições de Ensino Superior ou
em indústrias químicas e outras atividades com o devido registro nos Conselhos
Regionais de Química.
29
- Ter uma visão crítica com relação ao papel social da Ciência e à sua natureza
epistemológica, compreendendo o processo histórico-social de sua construção.
- Saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que
compõem uma pesquisa educacional.
30
Com relação à busca de informação e à comunicação e expressão
31
- Conhecer os fundamentos, a natureza e as principais pesquisas de ensino de
Química.
32
- Desempenhar outras atividades na sociedade, para cujo sucesso uma sólida
formação universitária seja importante fator.
33
7. METODOLOGIA ADOTADA PELO CURSO
34
8. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO
35
A Resolução N° 04/94 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e
Extensão (CCEPE) da UFPE, apresentada na íntegra no Anexo I, estabelece as normas
complementares de avaliação de aprendizagem e controle da frequência nos cursos de
graduação e determina como resultado da avaliação da aprendizagem: (i) aprovação por
média; (ii) aprovação; (iii) reprovação e (iv) reprovação por falta. Esta Resolução
também regulamenta a sistemática de revisão de prova e de realização de segunda
chamada.
36
. O processo de avaliação do PPC deve ser realizado de forma contínua,
organizada e sistematizada, sob a coordenação do Núcleo Docente Estruturante (NDE)
do Curso, para revisão e atualização do Projeto do Curso, com base no princípio da
democraticidade que tem, como pano de fundo, os ideais da democracia participativa e a
da construção compartilhada de visões de futuro, a partir do encontro de desejos,
aspirações e expectativas dos próprios agentes envolvidos no processo educacional
norteado pelo PPC.
37
˗ Avaliação do conteúdo da prova do ENADE e comparação deste conteúdo com o
perfil curricular do Curso. A partir desta análise, feita pelo NDE do Curso com a
colaboração da Comissão Pedagógica do NFD, serão tomadas providências junto ao
INEP, caso ocorram distorções com relação ao perfil curricular do Curso, e no
Colegiado para identificar as potencialidades e dificuldades no PPC do Curso.
38
9. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
39
- *Dra. Jane Maria Gonçalves Laranjeira (40h/DE)
40
10. CARGA HORÁRIA DO CURSO E PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO
Tabela 1 - Distribuição da carga horária total por estrutura curricular do curso de Química-
Licenciatura do Centro Acadêmico do Agreste
Componentes de natureza
106 1710
científico-cultural
Componentes de formação
23 405
das práticas pedagógicas
Estágio Curricular
17 405
Supervisionado
Atividades acadêmico-
científico-culturais 14 210
complementares
41
conjuntos de componentes curriculares: 2385 (dois mil trezentos e oitenta e cinco) horas
de componentes curriculares obrigatórios, dos quais 675 (seiscentas e setenta e cinco)
horas são referentes à formação pedagógica geral e prática; 270 (duzentas e setenta)
horas de componentes curriculares eletivos; 210 (duzentos e dez) horas de atividades
acadêmico-científico-culturais complementares e 405 (quatrocentas e cinco) horas de
Estágio Curricular Supervisionado.
A integração entre a teoria e a prática é um princípio norteador em alguns dos
componentes curriculares do Curso, onde as atividades pedagógicas experimentais,
realizadas em laboratórios de Química, relacionam-se ao que foi visto na teoria.
- 1710 (um mil setecentas e dez) horas destinadas para os componentes curriculares
obrigatórios e específicos da Química, da Física e da Matemática, além do
42
componente curricular LIBRAS, atendendo as diretrizes curriculares para os cursos
de química (Parecer CNE/CES 1.303/2001).
43
Figura 2: Distribuição da carga horária curricular dos componentes curriculares,
estágio e atividades complementares do curso de Licenciatura em Química do Centro
Acadêmico do Agreste
44
fundamentação mais sólida necessária para a continuidade do seu processo de formação
acadêmica.
45
11. ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
INTRODUÇÃO À QUÍMICA 60 0 4 60 - -
QUIM0003
60 0 4 60 Introdução à
QUIM0076 QUÍMICA GERAL I Química
QUIM0003
60 0 4 60 Química Geral I -
QUIM0080 QUÍMICA GERAL II
QUIM0076
60 0 4 60 Química Geral II -
QUIM0005 QUÍMICA INORGÂNICA I
QUIM0080
30 0 4 60 Química Inorgânica
QUIM0088 QUÍMICA INORGÂNICA II
I QUIM0005
60 0 4 60 Química Geral II -
QUIM0007 QUÍMICA ORGÂNICA I
QUIM0080
60 0 4 60 Química Orgânica I
QUIM0092 QUÍMICA ORGÂNICA II
- QUIM0007
60 0 4 60 Química Geral II -
QUIM0095 FÍSICO-QUÍMICA I
QUIM0080
60 0 4 60 Físico-Química I -
QUIM0098 FÍSICO-QUÍMICA II
QUIM0095
Química Geral I -
QUIM0082 LABORATÓRIO DE QUÍMICA 0 60 2 60
QUIM0076
GERAL
46
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
Química
LABORATÓRIO DE QUÍMICA Química Inorgânica
QUIM0089 InorgânicaI I
INORGÂNICA 0 30 1 30 II QUIM0088
QUIM0005
Química Orgânica
QUIM0100 LABORATÓRIO DE QUÍMICA 0 60 2 60
II -QUIM0092
ORGÂNICA
Físico-Química II -
QUIM0104 LABORATÓRIO DE FÍSICO- 0 30 1 30
QUIM0098
QUÍMICA
Química Geral II -
QUIM0093 QUÍMICA ANALÍTICA I
60 0 4 60 QUIM0080
Química Analítica I
QUIM0099
QUÍMICA ANALÍTICA II 0 60 2 60 QUIM0093
Química Analítica
QUIM0103
QUÍMICA ANALÍTICA III 60 0 4 60 II QUIM0099
Química Geral II
QUIM0110
HISTÓRIA DA QUÍMICA 60 0 4 60 QUIM0080
Físico-Química II
QUIM0106 INTRODUÇÃO À QUÍMICA 30 0 2 30
QUIM0098
QUÂNTICA
Química Geral I
QUIM0020 METODOLOGIA DO ENSINO DA 60 45 5 105
QUIM0076
QUÍMICA I
Metodologia do
Química Orgânica I
QUIM0094 METODOLOGIA DO ENSINO DA 60 30 5 90 Ensino da Química
- QUIM0007
QUÍMICA II I QUIM0020
Metodologia do
Físico-Química I
QUIM0101 METODOLOGIA DO ENSINO DA 60 30 5 105 Ensino da Química
QUIM0095
QUÍMICA III II QUIM0094
47
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
Cálculo Diferencial
60 0 4 60 Introdução à Física
QUIM0079 FUNDAMENTOS DE FÍSICA I e Integral I
FISC0005
QUIM0074
Fundamentos de
Física I -
QUIM0079
QUIM0083 FUNDAMENTOS DE FÍSICA II
60 0 4 60 Cálculo Diferencial
e Integral I -
QUIM0074
Matemática Básica
QUIM0074 CÁLCULO DIFERENCIAL E 60 0 4 60
- MATM0020
INTEGRAL I
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL 60 0 4 60
EDUC0043
METODOLOGIA DO ESTUDO 60 0 4 60
EDUC0157
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 60 0 4 60
QUIM0077
48
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
Fundamentos da
QUIM0081 FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS Educação
60 0 4 60
DA EDUCAÇÃO I QUIM0077
Fundamentos
FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DA Psicológicos da
QUIM0085
EDUCAÇÃO II 30 0 2 30 Educação I
QUIM0081
Fundamentos da
POLÍTICAS EDUCACIONAIS,
QUIM0086 Educação
ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO 60 0 4 60
QUIM0077
DA ESCOLA BÁSICA
Políticas Educ. Org.
EDUC0174 GESTÃO EDUCACIONAL E GESTÃO e Func. Esc. Bás.
60 0 4 60
ESCOLAR QUIM0086
Didática
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
QUIM0091 60 0 4 60 QUIM0084
49
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
Estágio
QUIM0105 ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 30 60 4 90 Supervisionado II
QUIM0102
Estágio
QUIM0048 ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV Supervisionado III
30 90 5 120
QUIM0105
Carga
COMPONENTES ELETIVOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
QUIM0097
ECOLOGIA QUÍMICA 30 0 2 30
XXXX
EDUCAÇÃO AMBIENTAL 60 0 4 60
30 0 2 30
NFD0005 EDUCAÇÃO INTEGRAL
50
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
Química Orgânica I
ESTEREOQUÍMICA DE COMPOSTOS 60 0 4 60
XXXX QUIM0007
ORGÂNICOS
60 0 4 60 Química Orgânica II
XXXX FUNDAMENTOS DA BIOQUÍMICA
QUIM0092
INTRODUÇÃO À QUÍMICA DO 30 0 2 30
QUIM0090
ESTADO SÓLIDO
Química Geral I -
INTRODUÇÃO À QUÍMICA 30 0 2 30
QUIM0107 QUIM0076
COMPUTACIONAL
Química Orgânica II -
MECANISMOS DE REAÇÕES 60 0 4 60
XXXX QUIM0092
ORGÂNICAS
MOVIMENTOS SOCIAIS DE 45 0 3 45
SOCL0002
AFIRMAÇÃO CULTURAL
POLÍTICA EDUCACIONAL E 60 0 4 60
QUIM0114
DIVERSIDADE
51
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Ch Total
Créditos
Pré-Requisitos Co-Requisitos
Sigla Depto. Ciclo Profissional ou Tronco Comum Teo Prát
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM 60 0 4 60
XXXX
QUÍMICA
60 0 4 60 Química Orgânica II -
XXXX SÍNTESE ORGÂNICA
QUIM0092
TRABALHO DOCENTE E 30 0 2 30
NFD0007
PROFISSIONALIZAÇÃO
OBSERVAÇÕES
Nos componentes curriculares dos estágios supervisionados o número máximo de discentes por
turma é igual a trinta.
52
11.4 Integralização curricular
Carga
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Sigla Depto. CICLO PROFISSIONAL Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos
1º PERÍODO
FISC0005 Introdução à Física 60 0 4 60
QUIM0003 Introdução à Química 60 0 4 60
MATM0020 Matemática Básica 60 0 4 60
EDUC0157 Metodologia do Estudo 60 0 4 60
EDUC0043 Português Instrumental 60 0 4 60
300 Horas 300 Horas
TOTAL
2º PERÍODO
QUIM0074 Cálculo Diferencial e Integral I 60 0 4 60 MATM0020
QUIM0077 Fundamentos da Educação 60 0 4 60
QUIM0075 Geometria Analítica 60 0 4 60
EDUC0058 LIBRAS 60 0 4 60
QUIM0076 Química Geral I 60 0 4 60 QUIM0003
TOTAL 300 Horas 600 Horas
3º PERÍODO
QUIM0078 Cálculo Diferencial e Integral II 60 0 4 60 QUIM0074
QUIM0079 Fundamentos de Física I 60 0 4 60 FISC0005 QUIM0074
Fundamentos Psicológicos da 60 0 4 60 QUIM0077
QUIM0081
Educação I
QUIM0082 Laboratório de Química Geral 0 60 2 60 QUIM0076
QUIM0080 Química Geral II 60 0 4 60 QUIM0076
53
Ch Total
Carga
Créditos
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Sigla Depto. CICLO PROFISSIONAL Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos
4º PERÍODO
Fundamentos Psicológicos da 30 0 2 30
QUIM0085 QUIM0081
Educação II
QUIM0084 Didática 60 0 4 60 QUIM0077
60 0 4 60 QUIM0079
QUIM0083 Fundamentos da Física II QUIM0074
QUIM0005 Química Inorgânica I 60 0 4 60 QUIM0080
Políticas Educacionais, Organização e 60 0 4 60
QUIM0086 QUIM0077
Funcionamento da Escola Básica
Eletiva 1 30 0 2 30
300 Horas 1200 Horas
TOTAL
5º PERÍODO
54
Ch Total
Carga
Créditos
COMPONENTES OBRIGATÓRIOS Horária
Sigla Depto. CICLO PROFISSIONAL Teo Prát Pré-Requisitos Co-Requisitos
9º PERÍODO
55
sobre os procedimentos para creditação das atividades complementares dos cursos de
graduação da UFPE:
56
12. PROJETO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
57
As matrículas semestrais nos componentes curriculares de Estágio Curricular
Supervisionado não podem exceder o quantitativo de 30 (trinta) discentes por turma,
com a supervisão do docente do NFD-CAA responsável pelo respectivo componente
curricular de Estágio Supervisionado (Docente Supervisor), para, no mínimo, 25% do
total da carga horária prevista para cada um dos componentes curriculares de Estágio
Supervisionado.
58
13. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
59
14. CORPO DOCENTE DO CURSO
60
Área do Titulação Qualificação Tipo de Regime de
Docente
conhecimento Máxima Profissional Vinculo Trabalho
3. Ana Maria Tavares
Duarte Psicologia Doutora Psicologia Estatutário Integral
CPF: 331549454-15
4. Ana Paula de Souza Licenciatura
de Freitas Química Doutora Plena em Estatutário Integral
CPF: 832491334-34 Química
5. Ana Paula Nunes Licenciatura
Braz Figueiredo Matemática Mestre Plena em CLT 40h
CPF: 025607644-82 Matemática
6. Anna Luiza Araújo
Ramos Martins de
Educação Doutora Psicologia Estatutário Integral
Oliveira
CPF: 790872054-49
7. Ângela Maria
Licenciatura
Monteiro da Motta
Educação Doutora em Ciências Estatutário Integral
Pires
Sociais
CPF: 042578714-15
8. Bruno Nogueira de
Bacharel em
Souza Medeiros Física Mestre CLT 40h
Física
CPF: 053980314-65
9. Carlos Alexandre Ciências
Licenciatura
Barros de Almeida Energéticas e Doutor CLT 40h
em Física
CPF: 033553424-40 Nucleares
10. Charlie Salvador
Gonçalves Física Pós-Doutor Física Estatutário Integral
CPF: 008.299.544-30
11. Denise Maria dos
Bacharel em
Santos Melo Educação Graduada CLT 40h
Letras-Libras
CPF: 061516494-35
12. Denise Xavier
Torres Educação Mestre Pedagogia CLT 40h
CPF:053022684-77
13. Everaldo Fernandes Estatutário Integral
da Silva Educação Doutor Filosofia
CPF: 310704264-15
Licenciatura Estatutário Integral
14. Fábio Adriano
Plena em
Santos da Silva Educação Mestre
Química
CPF: 023705364-03
61
Área do Titulação Qualificação Tipo de Regime de
Docente
conhecimento Máxima Profissional Vinculo Trabalho
15. Gislene Micarla Estatutário Integral
Bacharelado
Borges de Lima Física Doutora
Em Física
CPF: 051912287-48
16. Gilmara Gonzaga
Bacharelado
Pedrosa Química Doutora Estatutário Integral
Em Química
CPF: 754447984-68
17. Gleybson Miguel da
Bacharelado
Silva Matemática Mestre Estatutário Integral
Em Matemática
CPF: 318097074-04
18. Jane Maria Licenciatura
Gonçalves Ciências
Plena e
Laranjeira Energéticas e Doutora Estatutário Integral
Bacharelado
CPF: 085489944-87 Nucleares
Em Química
19. José Ayron Lira dos Bacharelado
Anjos Química Doutor Em Química Estatutário Integral
CPF: 023846424-56
20. Juliana Angeiras Bacharelado
Batista da Silva Química Doutora Em Química Estatutário Integral
CPF: 032999014-13
21. Kátia Silva Cunha Integral
Educação Mestre Pedagogia Estatutário
CPF: 316195844-68
22. Kátia Nepomuceno
Integral
Pessoa Linguística Doutora Letras Estatutário
CPF: 036409764-79
23. Leonardo Bernardo Educação
Licenciatura
de Morais Matemática e Mestre CLT 40h
em Matemática
CPF: 063853734-22 Tecnológica
24. Maria do Desterro
Licenciatura
Azevedo da Silva Matemática Mestre Estatutário Integral
em Matemática
CPF 07447568473
Ciências
25. Regina Célia
Marinhas Química
Barbosa de Oliveira Doutora Estatutário Integral
Tropicais Industrial
CPF: 623298123-53
62
Área do Titulação Qualificação Tipo de Regime de
Docente
conhecimento Máxima Profissional Vinculo Trabalho
27. Roberto Araujo Sá Licenciatura
em Ciências
CPF: 482507593-20 Química Doutor Estatutário Integral
Biológicas
Licenciatura
30. Tânia Maria Goretti
Plena em
Donato Bazante Educação Doutora Estatutário Integral
Pedagogia
CPF: 373897004-59
TOTAL 30
63
15. CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO CURSO
64
15.3 Infraestrutura
Todas as salas são equipadas com ar-condicionado (com exceção das localizadas
no bloco K), iluminação, internet Wi-Fi, mesas de trabalho, cadeiras, computadores e
impressoras individuais além de um armário. Há, no momento, salas suficientes que
comportam a demanda existente de gabinetes de trabalho para os docentes do CAA.
65
Os cursos de licenciatura em Física, Matemática e Química dispõe de um espaço
físico exclusivo para os serviços acadêmicos, localizado no primeiro andar do Bloco K e
uma única secretária auxiliando as três coordenações no desenvolvimento do trabalho
administrativo dos três cursos, além da escolaridade que é comum a todos os cursos do
CAA.
67
Compõe o acervo da Biblioteca do CAA os seguintes títulos: 4.908 títulos
gerais, com o total de 34.278 exemplares; 77 títulos na área de química e ciências
correlatas, totalizando 1.231 exemplares; 114 títulos na área de física, totalizando 970
exemplares e 295 títulos na área de ciências naturais e matemática, totalizando 3.154
exemplares.
68
podem ter acesso virtual ao acervo e as bases de dados eletrônicas de seu interesse,
utilizando os computadores institucionais e de uso pessoal.
Apesar de estes laboratórios terem capacidade física instalada para atender até
24 (vinte e quatro) discentes, no Curso este espaço é disponibilizado para turmas com,
no máximo, 20 (vinte) discentes, prezando-se tanto pela segurança quanto pela melhoria
do processo ensino-aprendizagem dos mesmos. Os laboratórios são assistidos por 2
(dois) técnicos de nível médio e 2 (dois) técnicos de nível superior.
69
atualizados de acordo com a política de atualização de equipamentos e instalações do
CAA/UFPE.
70
rotoevaporador acoplado com bomba de vácuo e sistema de refrigeração,
bombas de vácuos. Além dos equipamentos, terão também capelas com
exaustão, mesa e bancos de madeira, estantes de aço, quadro branco e
equipamento de segurança (chuveiro e lava-olhos);
71
microscópio, lupa, Kits de materiais para trabalhar com modelagem molecular,
entre outros. Denominaremos o laboratório de Ensino de Química de “Ambiente
Multifuncional para o Ensino e Pesquisa em Ensino de Química”.
72
Universitário do CAA serão fornecidas refeições a preço subsidiado aos discentes
em situação de vulnerabilidade.
˗ Programa de Auxílio Transporte que tem por objetivo a concessão de Auxílio
Transporte aos discentes de graduação regularmente matriculados e selecionados
prioritariamente conforme critério socioeconômico. Devido à especificidade
multidistrital do CAA, com discentes residentes nos diversos municípios das suas
microrregiões, são concedidas bolsas auxílio de transporte com valores variando
na faixa de R$ 50,00 a R$170,00, dependendo do local de domicílio do
beneficiado.
˗ Programa de Auxílio Moradia que tem por objetivo a concessão de Auxílio
Moradia aos discentes de graduação regularmente matriculados e selecionados
prioritariamente conforme critério socioeconômico, com bolsas no valor de
R$300,00.
Além destes auxílios, cujos valores referenciados neste Projeto são passíveis de
mudanças ou reajustes, os discentes de graduação do CAA contam ainda com os
seguintes programas de assistência estudantil:
73
16. REFERÊNCIAS
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:PE-microrregi%C3%B5es-do-Agreste.png
74
ANEXOS
75
ANEXO I: RESOLUÇÃO N°. 04/94/CCEPE DE DEZEMBRO DE 1994
Estabelece normas
complementares de avaliação de
aprendizagem e controle da
frequência nos Cursos de
Graduação.
CONSIDERANDO
RESOLVE
76
testes ou outros instrumentos constantes no plano de ensino elaborado pelo professor e
aprovado pelo Departamento Acadêmico em que está lotada a disciplina.
II - Ao fim do período letivo, depois de cumprido o programa da
disciplina, mediante verificação do aproveitamento de seu conteúdo total, sob a forma
de exame final.
Parágrafo Único - A avaliação de aproveitamento será expressa em
graus numéricos de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), sempre com um dígito à direita da vírgula,
atribuídos a cada verificação parcial e no exame final.
Art. 4°. - As verificações parciais deverão ser previstas, em forma e
data de realização, no plano de ensino da disciplina, comunicadas aos alunos no início
do período letivo, e sua quantidade será de pelo menos duas.
Parágrafo Único - Após o julgamento da última verificação parcial
será extraída a média parcial de cada aluno, na forma preconizada no plano de ensino
daquele período.
Art. 5°. - O aluno que comprovar o mínimo de frequência estabelecido
no art. 2º. o. desta Resolução e obtiver uma média parcial igual ou superior a 7,0 (sete)
será considerado aprovado na disciplina com dispensa do exame final, tendo registrada
a situação final de APROVADO POR MÉDIA em seu histórico escolar, e a sua Média
Final será igual à Média Parcial.
Art. 6°. - Comprovado o mínimo de frequência estabelecido no art. 2º.
desta Resolução, o aluno será considerado APROVADO na disciplina se obtiver
simultaneamente:
I - Média parcial e nota do exame final não inferiores a 3,0 (três);
II - Média final não inferior a 5,0 (cinco)
Parágrafo Único - A Média Final será a Média aritmética entre a
Média Parcial e a nota do Exame Final.
Art. 7°. - Terão critérios especiais de avaliação as disciplinas abaixo
discriminadas:
I - Prática de Educação Física - serão considerados aprovados os
alunos que comprovarem o mínimo da frequência às aulas estabelecido no art. 2º. desta
Resolução;
77
II - Estágio Curricular - será observado o que estabelece a Resolução
nº. 02/85 do C.C.E.P.E;
III - Disciplinas que envolvam elaboração de projetos, monografias,
trabalho de graduação ou similares, terão critérios de avaliação definidos pelos
respectivos Colegiados do Curso.
Art. 8°. - Poderá ser concedida 2ª. chamada exclusivamente para
exame final ou para uma avaliação parcial especificada no plano de ensino da disciplina.
§ 1°. - A concessão de 2ª. chamada dependerá da justificativa
apresentada, com documentação comprobatória, para a falta do aluno na data prevista,
mediante requerimento entregue ao coordenador do curso ou da área dentro do prazo de
05 (cinco) dias úteis decorridos da realização da prova pela sua turma.
§ 2°. - Deferido o requerimento, com base na Legislação Federal
específica, a 2ª. chamada deverá ser realizada dentro do prazo de 08 (oito) dias,
contados a partir da última avaliação parcial, abrangendo todo o conteúdo programático
da disciplina.
Art. 9°. - Ao aluno será permitido requerer até duas revisões de
julgamento de uma prova ou trabalho escrito, por meio de pedido encaminhado ao
coordenador do curso ou da área.
§ 1°. - A primeira revisão deverá ser requerida dentro do prazo de 02
(dois) dias úteis, contados da divulgação das notas, e será feita pelo mesmo professor
que emitiu o julgamento inicial, em dia, hora e local divulgados com antecedência de 2
(dois) dias, de modo a permitir a presença do requerente ao ato de revisão.
§ 2°. - A primeira revisão deverá ser procedida dentro do prazo de 5
(cinco) dias úteis contados do deferimento do pedido, cabendo novo recurso do aluno
dentro de 02 (dois) dias úteis seguintes à divulgação de seu resultado, que poderá
implicar em aumento, diminuição ou manutenção da nota.
§ 3°. - A segunda revisão será realizada por uma Comissão composta
pelo professor responsável pelo primeiro julgamento e por 2 (dois) outros professores
da mesma disciplina indicados pelo Departamento no qual está lotada a disciplina, ou,
na falta destes, por professores de disciplinas afins, ouvida a Coordenação do Curso.
78
§ 4°. - A segunda revisão deverá ser realizada dentro do prazo de 15
(quinze) dias, contados do encaminhamento do requerimento ao Departamento
competente, em dia, hora e local divulgados com antecedência de 02 (dois) dias, de
modo a permitir a presença do requerente ao ato de revisão, e a nota definitiva da prova
revista será a média aritmética das notas atribuídas pelos 3 (três) componentes da
comissão revisora.
Art. 10 - As notas atribuídas pelo professor a cada avaliação de
aprendizagem devem ser divulgadas aos alunos dentro do prazo de 7 (sete) dias,
contados de sua realização, e as médias parciais dentro desse mesmo prazo, contado da
realização da última verificação parcial programada para a turma.
§ 1°. - O exame final só poderá ser realizado após transcorridos 02
(dois) dias úteis da divulgação da média parcial.
§ 2°. - As notas do exame final e o quadro com as médias finais
calculadas deverão ser entregues pelo professor à escolaridade dentro do prazo de 7
(sete) dias, contados da realização do exame final.
§ 3°. - As disciplinas referidas nos incisos II e III do art. 7º. terão
prazos de entrega para o resultado de suas avaliações determinados pelos Colegiados de
Curso.
§ 4°. - A inobservância dos prazos deste artigo deverá ser comunicada
pelo Coordenador do Curso ou da Área ao Chefe do Departamento de lotação da
disciplina para que este, após ouvir o professor responsável, decida pelo pedido de
aplicação das sanções disciplinares regimentalmente previstas.
Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho
Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE).
Art. 12 - Esta Resolução entrará em vigor no 1º. semestre letivo de
1995, revogando as Resoluções nº. 02/80, 06/82 e 04/87 e todas as disposições em
contrário.
Aprovada na 6ª. Sessão Ordinária, do exercício de 1994, do Conselho
Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão, realizada em 23 de dezembro.
79
ANEXO II: REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO
DE QUÍMICA-LICENCIATURA DO NÚCLEO DE FORMAÇÃO DOCENTE DO
CENTRO ACADÊMICO DO AGRESTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
PERNAMBUCO
CARUARU – PE
OUTUBRO DE 2013
80
Capítulo I
Das considerações preliminares
Capítulo II
Das atribuições do Núcleo Docente Estruturante
81
Capítulo III
Da constituição do Núcleo Docente Estruturante
CAPÍTULO IV
Das atribuições do Coordenador do Núcleo Docente Estruturante (NDE)
CAPÍTULO V
Das Reuniões do Núcleo Docente Estruturante
Art. 12 As reuniões ocorrerão, no mínimo, duas vezes a cada período letivo com
respectivo registro em ata.
Art. 13 O coordenador será substituído nas faltas e/ou impedimentos pelo
membro do NDE com maior tempo de docência no curso.
83
ANEXO III: MATRIZ CURRICULAR E PROGRAMAS DOS COMPONENTES
CURRICULARES DO CURSO
84
ANEXO IV: NORMATIZAÇÃO PARA CONTABILIZAÇÃO DA CARGA
HORÁRIA DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
COMPLEMENTARES DO CURSO DE QUÍMICA-LICENCIATURA DO NFD-CAA-
UFPE.
CARUARU – PE
OUTUBRO DE 2013
85
CAPÍTULO I
Das atividades acadêmico-científico-culturais complementares
CAPÍTULO II
Da carga horária das atividades acadêmico-científico-culturais complementares
Art. 3º - A carga horária do Curso destinada para estas atividades é igual a 210
(duzentas e dez) horas contabilizadas nas categorias descritas nos parágrafos seguintes:
86
previstos no calendário escolar do Curso, momento de integração da comunidade
acadêmica do Curso.
CAPÍTULO III
Da carga horária das atividades acadêmico-científico-culturais
complementares de Ensino
87
Documentos
Tipo de atividade Pontuação comprobatórios
CAPÍTULO IV
Da carga horária das atividades acadêmico-científico-culturais
complementares de Pesquisa
88
Tabela 2: ATIVIDADES DE PESQUISA
Documentos
Tipo de atividade Pontuação
comprobatórios
i. Conferências ou palestras
isoladas sendo computadas um 10 horas por cada Declaração da Organização
total de 10 horas para cada 3 semestre do Evento
palestras.
Declaração ou Certificação
emitida pela Organização do
viii. Apresentação de trabalhos em Evento
20 horas por semestre
eventos científicos.
89
Documentos
Tipo de atividade Pontuação comprobatórios
CAPÍTULO V
Da carga horária das atividades acadêmico-científico-culturais
complementares de Pesquisa
Documentos
Tipo de atividade Pontuação
comprobatórios
90
Documentos
Tipo de atividade Pontuação
comprobatórios
Declaração ou
iv. Apresentação de trabalhos
20 horas por cada Certificação emitida pela
em eventos de extensão.
semestre Organização do Evento
91
ANEXO V: RESOLUÇÃO Nº6/2005 DO CCEPE
RESOLUÇÃO Nº 06/2005
EMENTA: Dispõe sobre procedimentos para
creditação de atividades de
CONSIDERANDO:
RESOLVE:
92
projeto de pesquisa, extensão ou monitoria na instância competente (Pró-Reitoria
de Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos;
(2)o(s) alunos(s) deverá(ao) participar das atividades previstas no projeto, com
acompanhamento sistemático do(s) professor(es); (3) o(s) aluno(s) deverá(ão), ao
término de sua participação, e até o semestre seguinte, elaborar solicitação de
creditação da atividade no histórico escolar, dirigido ao Colegiado do Curso, e
relatório final, atendendo ao modelo estabelecido pela instância onde o projeto está
cadastrado (Pró-reitoria de Pesquisa, Pró-Reitoria de Extensão ou Pró-reitoria para
Assuntos Acadêmicos; (4) o(s) professor(es) deverá(ao) elaborar parecer sobre a
participação do(s) aluno(s) e encaminhar para o Colegiado do Curso, anexando os
documentos entregues pelo(s) aluno(s).
93
ANEXO VI: Resolução N°. 02/85/CCEPE, de 02 de abril de 1985
Disciplina os Estágios
Curriculares de Graduação.
CONSIDERANDO
RESOLVE.
94
Art. 3°. - Os Estágios Curriculares promovidos pelos diversos cursos
de graduação poderão assumir a forma de atividades de extensão comunitária, mediante
a participação do estudante em projetos específicos de interesse social.
Art. 4°. - A jornada semanal de trabalho do estagiário e a distribuição
das horas diárias de atividades serão fixadas pelas Coordenações dos Cursos, em função
do atendimento à legislação específica, aos currículos de cada curso, ao funcionamento
da instituição ofertante do estágio e às diretrizes oferecidas pela Pró-Reitoria
Acadêmica e pelos diversos Centros da UFPE.
Art. 5°. - Ao final do estágio será atribuída ao estagiário, pelo
professor-supervisor, uma nota de 0 a 10 ou um dos seguintes conceitos:
A - Excelente (9,0 a 10,0)
B - Bom (8,0 a 8,9)
C - Regular (7,0 a 7,9)
D - Insuficiente (abaixo de 7,0).
§ 1°. A aprovação em estágio estará condicionada à obtenção de uma
média final ou superior a 7,0 (sete) ou de um dos conceitos A, B ou C, referidos no
“caput” deste artigo.
§ 2°. - A avaliação do Estágio Curricular, pelo professor-supervisor
para atribuição de nota ou conceito, levará em consideração:
a) as avaliações feitas pelo supervisor da instituição onde se realizou o
Estágio Curricular;
b) o relatório do estágio, a defesa de relatório, prova ou monografia, a
critério dos Colegiados de Curso.
§ 3°. Ao aluno que obtiver uma avaliação satisfatória por parte do
supervisor na instituição ofertante de estágio e não alcançar aprovação, por não cumprir
de forma satisfatória às exigências do relatório, monografia, prova ou defesa, será dada
uma segunda oportunidade para realização do relatório, monografia, prova ou defesa,
dentro do prazo estabelecido pelo Colegiado do curso, sem que haja necessidade de
repetir o estágio.
§ 4°. Em caso de reprovação o aluno perderá a prioridade para
concorrer à pré-seleção para outro estágio.
95
Art. 6°. - Será obrigatória, para a realização de Estágio Curricular em
outra instituição, a existência de Convênio celebrado entre a UFPE e a Instituição onde
será realizado o estágio.
Parágrafo Único - Os convênios referidos no “caput” desde artigo
deverão incluir cláusulas que especifiquem:
I - a existência de supervisores técnicos nas instituições ofertantes de
estágio, que possam atuar de forma integrada com a UFPE;
II - o compromisso da entidade colaboradora de participar nas
atividades de avaliação, através do encaminhamento periódico à UFPE, de instrumentos
que possam oferecer informações sobre o desempenho dos estagiários,
Art. 7°. - A Pró-Reitoria Acadêmica, através da Coordenação Geral
de Estágios Curriculares, com a colaboração das diferentes Coordenações de Cursos,
caberá:
I - registrar semestralmente, o levantamento dos alunos que deverão
cumprir Estágio Curricular no semestre seguinte;
II - identificar as disponibilidades de vagas oferecidas pelas
instituições selecionadas como campos de estágio curricular;
III - diligenciar a assinatura de Convênios;
IV - propor as diretrizes gerais para o planejamento e avaliação dos
Estágios Curriculares.
Art. 8°. - Aos Coordenadores de Cursos caberá especificamente:
I - solicitar aos Chefes de Departamentos a indicação de professores-
supervisores, para os Estágios Curriculares ligados às disciplinas das áreas;
II - enviar à Pró-Reitoria Acadêmica nos meses de maio e outubro, as
necessidades de estágio do semestre seguinte e os campos de estágio selecionados para
celebração de convênios;
III - proceder à orientação dos alunos no ato de matrícula de modo a
assegurar o cumprimento dos Estágios Curriculares;
IV - encaminhar os alunos às instituições ofertantes de estágios;
V - assinar os Termos de Compromisso previstos nos convênios;
96
VI - definir a sistemática de supervisão e o processo de avaliação
ouvindo os Colegiados de Curso;
VIII - selecionar os campos de estágio, submetendo-os à
homologação pelos Colegiados de Curso;
IX - pré-selecionar os estagiários, considerando o desempenho
acadêmico dos alunos, as características das entidades ofertantes de estágio, respeitados
os direitos adquiridos em seleção pública;
X - acompanhar a elaboração e o desenvolvimento dos planos de
estágios.
Art. 9°. - Aos professores-supervisores, indicados pelos chefes de
departamentos, caberá:
I - acompanhar as atividades dos estagiários através de:
a) encontros periódicos com os alunos;
b) contatos com supervisores técnicos das instituições ofertantes de
estágio.
II - avaliar o desenvolvimento dos estagiários atribuindo nota ou
conceito referidos no Art. 5°.
Art. 10 - Em casos excepcionais que se justifiquem pelo elevado
número de alunos e/ou dificuldades de identificação de campos de estágio, a juízo da
graduação, o Coordenador de Curso solicitará ao Chefe do departamento a indicação de
um professor para responder pelas responsabilidades de atividades de Coordenação do
estágio.
Art. 11 - A inobservância das condições fixadas nesta Resolução
implicará no não reconhecimento do estágio para efeito de integralização curricular.
Art. 12 - Esta Resolução entrará em vigor a partir do primeiro
semestre letivo de 1985, revogada a Resolução nº. 07/83, do Conselho Coordenador de
Ensino, Pesquisa e Extensão e outras disposições em contrário.
Aprovada em reunião das Câmaras de Graduação, e de Admissão e
Ensino Básico realizada no dia 17.12.1984.
Aprovada na 5ª. Sessão ordinária do Conselho Coordenador de
Ensino, Pesquisa e Extensão, realizada no dia 02.04.1985.
97
GEORGE BROWNE REGO
Reitor
98
ANEXO VII: PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO
CARUARU – PE
OUTUBRO DE 2013
99
CAPÍTULO I
Do Estágio Curricular Supervisionado
CAPÍTULO II
Da supervisão do Estágio Curricular Supervisionado
CAPÍTULO III
Da instituição campo do Estágio Curricular Supervisionado
100
Art. 5º - As instituições não formais, campo do Estágio Supervisionado,
conveniadas com a UFPE, são as instituições de divulgação e educação científica, tais
como: Museus, Centros de Ciências, Parques Ecológicos, Parques Zoobotânicos, Jardins
Botânicos, Planetários, Institutos de Pesquisa, Aquários, Zoológicos.
CAPÍTULO IV
Dos encaminhamentos para o Estágio Curricular Supervisionado
101
CAPÍTULO V
Da carga horária do Estágio Curricular Supervisionado
102
prática. Entretanto, fica obrigado a realizar a carga horária teórica, bem
como as atividades, de pesquisa e de regência propostas pela supervisão de
ES, ambas como quesitos essenciais para a formação do professor
pesquisador, perfil desejado na formação do egresso do curso de Química-
Licenciatura.
103
§ 5º - A carga horária das atividades complementares, não serão aproveitadas
como carga horária prática nas disciplinas de Estágio Supervisionado I, II,
III e IV.
104
ANEXO VIII: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
CARUARU – PE
OUTUBRO DE 2013
105
CAPÍTULO I
Do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
CAPÍTULO II
Do Componente Curricular de TCCI
CAPÍTULO III
Das responsabilidades do docente do componente curricular TCCI
106
consequentemente, levará o discente a reprovação no componente
curricular TCC.
III. Acompanhar o desenvolvimento do TCC no que diz respeito: à elaboração
do objeto da pesquisa, ao problema da pesquisa, ao delineamento dos
limites da pesquisa e dos seus objetivos, gerais e específicos, bem como
contribuir no levantamento bibliográfico em concordância com o docente
orientador do TCC.
IV. Auxiliar o discente no processo de formatação para as monografias
regidas, exclusivamente, pelas normas da ABNT.
V. Organizar as apresentações para defesa do Projeto de Conclusão de Curso,
que será avaliado pelo docente orientador e pelo docente do componente
curricular TCCI.
CAPÍTULO IV
Da orientação do TCC
Art. 5º - A orientação do TCC poderá ser realizada por um ou por até dois
docentes, orientador e coorientador.
§ 1º - O Docente orientador deverá, necessariamente, pertencer ao quadro de
docentes efetivos do NFD.
§ 2º - O Docente coorientador poderá ser de outro Núcleo ou Departamento da
UFPE, ou mesmo de outra Instituição de Ensino Superior (IES).
§ 3º - Os docentes, orientador e coorientador, devem ter a titulação mínima de
Mestre.
107
IV. Avaliar se o TCC tem condições de ser defendido publicamente frente a uma
banca examinadora, conforme definido no TCO.
V. Definir, em concordância com o orientando, os componentes que irão compor a
banca da defesa pública do TCC.
VI. Evitar a orientação, ou coorientação, superior a cinco TCC por semestre, a fim
de preservar a qualidade da orientação.
CAPÍTULO V
Do formato de registro do TCC
108
CAPÍTULO VI
Do componente curricular de TCCII
CAPÍTULO VII
Da defesa pública do TCC
Art. 12º - O TCC deverá ser submetido à defesa pública, através de uma
apresentação oral do orientando, para uma banca examinadora.
Art. 13º - A banca deverá ser composta pelo orientador (ou coorientador), como
presidente da banca, e por dois membros titulares e um suplente, docentes internos ou
externos à UFPE, com titulação mínima de Mestre na área de estudo do TCC.
Art. 14º - A apresentação terá duração de 40 minutos e cada membro da banca
terá até 15 minutos para arguição. Após a arguição a banca se reunirá em separado e
definirá se o TCC está aprovado, aprovado com ressalvas ou reprovado.
§ 4º - No caso de “Aprovação”, entende-se que sugestões não essenciais
realizadas pela banca poderão ou não ser aceitas pelo orientador e o orientando.
§ 5º - A “Aprovação com Ressalvas” sugere que a banca entende que certas
alterações são essenciais para a aprovação do TCC. Essas alterações deverão ser
realizadas em um prazo máximo de 30 dias pelo orientando e apresentadas para o
orientador julgar se estão adequadas.
109
§ 6º - A reprovação implica na atribuição, pela banca examinadora, de uma nota
inferior a 3,0 (três).
§ 7º - A reprovação na apresentação do TCC também implica na reprovação da
componente curricular de TCCII, a qual deverá ser cursada novamente e o discente fica
obrigado à nova defesa ao final do semestre letivo.
110
ANEXO IX: PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES
111
IX.1 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO PRIMEIRO
PERÍODO
112
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
FISC0005 Introdução à Física 60 4 60 1
EMENTA
Percepção sociocultural e histórica da Física. História da Física. Física e tecnologia. Física Contemporânea.
Fundamentos matemáticos e conceituais para o estudo da mecânica.
113
METODOLOGIA
Aulas expositivas, atividades em grupo, grupos de estudos, realização de exercícios e resolução de
problemas.
AVALIAÇÃO
Avaliação processual e diagnóstica dos processos de aprendizagem e avaliação pontual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
A natureza da Física. Relações da Física com o Mundo. Contextos históricos. Soluções de problemas em
Física. Conversão de Unidades. Algarismos Significativos. Grandezas Físicas, Vetores e Álgebra Vetorial.
Movimento Retilíneo. Queda Livre. Movimento em duas ou três dimensões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- BEN-YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I – Mecânica. São Paulo, Editora Addison Wesley,
2008, 12a Edição.
- BEN-DOV, Yoav. Convite à Física. Rio de Janeiro, Editora Jorge Zahar, 1996.
- HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro: LTC, 2009,
v.1, 8ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2006, v.1, 5ª
edição.
˗ NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. São Paulo: Edgard Blücher, 2002, v.1, 4ª edição
(revisada).
˗ CHAVES, A.; SAMPAIO, J. F. Física Básica. Rio de Janeiro: LTC, 2007, v.1.
114
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0003 Introdução à Química 60 4 60 1
EMENTA
Contexto histórico da química e suas áreas. Ciência, química e sociedade. Átomos, moléculas, elemento
químico, substâncias e misturas. Quantidade de matéria e massa molar. Soluções, coloides e agregados.
Reações químicas. Teorias Ácido-base. Estequiometria. Propriedade dos gases. Apresentação das técnicas
básicas de um laboratório de química.
115
- Compreender os conceitos de átomo, molécula, elemento, substância e mistura;
- Compreender e aplicar o conceito e características das soluções, coloides e agregados;
- Analisar e compreender as principais teorias ácido/base;
- Identificar substâncias que apresentam comportamento ácido e/ou básico;
- Compreender e aplicar o conceito de reação química;
- Diferenciar reação química de fenômeno físico;
- Representar quimicamente uma reação química;
- Reconhecer diferentes tipos de reações químicas;
- Realizar balanceamento de equações químicas.
- Compreender e aplicar o conceito de quantidade de matéria, massa atômica e massa molar;
- Compreender e aplicar o conceito de estequiometria;
- Compreender as propriedades dos gases;
- Analisar e compreender as transformações isobáricas, isotérmicas e isocóricas que ocorrem com os
gases;
- Compreender e aplicar os princípios de segurança no laboratório de química;
- Aprender e realizar procedimentos básicos utilizados no laboratório de química;
- Refletir sobre o papel da experimentação para o ensino de química a partir do uso do laboratório de
química;
- Planejar e realizar experimentos como instrumento mediador para compreensão de conceitos de química
abordados no componente curricular de Introdução à Química.
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos da
disciplina. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
˗ Exposição dialogada;
˗ Leitura e discussão de artigos sobre a histórica da química e envolvendo as relações entre a química, a
tecnologia e a sociedade;
˗ Leitura e discussão de artigos envolvendo abordagens inovadoras de conceitos químicos, em particular
o papel da experimentação para a construção de conceitos de química;
˗ Abordagem de conceitos químicos a partir da utilização de vídeos, seguido de debate e resolução de
questões em sala de aula;
˗ Resolução de exercícios;
˗ Resolução de problemas e sua sistematização nas aulas de química;
˗ Utilização de atividades experimentais no laboratório de química para abordar conceitos químicos e sua
sistematização em sala de aula;
˗ Identificação e manipulação de EPI, vidrarias, materiais e equipamentos em aulas experimentais
116
voltadas para aprendizagem de procedimentos básicos de um laboratório de química.
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
˗ Introdução à História da Química e suas áreas.
˗ Relações entre a Química, a Tecnologia e a Sociedade.
˗ Átomos, moléculas, substâncias.
˗ Propriedades físicas e químicas das substâncias.
˗ Misturas homogêneas e heterogêneas: conceito, características e aplicações.
˗ Processos de separação de misturas homogêneas e heterogêneas.
˗ Principais teorias sobre ácido-base.
˗ Soluções, coloides e agregados: conceito, características e aplicações.
˗ Ácidos: tipos, nomenclatura e aplicações no cotidiano.
˗ Bases: tipos, nomenclatura e aplicações no cotidiano.
˗ Reações Químicas: conceito, tipos, representação química e balanceamento pelo método da tentativa.
˗ Quantidade de Matéria: conceito, unidade (mol) e aplicação; conceito e cálculo de massa atômica e
massa molar, aplicação da constante de Avogadro.
˗ Cálculo de Concentração de Soluções: expresso em molaridade, concentração comum, percentual em
massa e percentual em volume.
˗ Estequiometria: conceito, relações entre massas de reagentes e produtos, relações entre massa e
quantidade de matéria de reagentes e produtos, reagente limitantes; aplicações.
˗ Gases: conceito, propriedades e transformações gasosas.
˗ Princípios básicos de segurança no laboratório de química.
˗ Nomenclatura e função de EPI, materiais, vidrarias e equipamentos usados no laboratório de química.
˗ Procedimentos básicos de um laboratório de química: pesagem, pipetagem, preparação de soluções e
titulação.
˗ Experimentação no laboratório de química e seu papel na construção de conceitos de Química.
117
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ ATKINS, P., Jones, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2006, 3a edição.
˗ KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas, Vol. 1 e 2, Trad. da 6ª edição norte-americana.
Editora Cengage Learning, 2009.
˗ BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2008, 9a edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 2009, 5ª edição, v.1 e v.2.
˗ MAHAN B. M.; Myers, Rollie J. Química: Um Curso Universitário. Editora Edgard Blucher Ltda.,
1995, 4a edição.
˗ RUSSEL, J. B. Química Geral. Editora Pearson Education, 1994, 2a edição, v.1 e v.2.
118
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
MATM0020 Matemática Básica 60 4 60 1
EMENTA
Álgebra Básica. Lógica Matemática e Teoria dos Conjuntos. Conjuntos Numéricos. Sistemas de
Coordenadas Cartesianas. Relações e Teoria Básica das Funções de uma variável. Função Polinomial do 1o
e 2o grau. Função Exponencial. Função Logarítmica.
119
METODOLOGIA
˗ Exposição Dialogada
˗ Resolução de exercícios pelo professor
˗ Resolução de problemas e exercícios (individualmente ou em grupo) a serem feito na classe e
extraclasse.
˗ Proposição sistemática de desafios lógicos, numéricos e geométricos como recurso didático.
AVALIAÇÃO
˗ Prova escrita com questões abertas envolvendo aspectos conceituais, formais e operacionais da
disciplina.
˗ Avaliação de lista de problemas envolvendo os itens do conteúdo programático.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
120
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
121
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
EDUC0157 Metodologia do Estudo 60 4 60 1
EMENTA
122
conhecimento e os diversos tipos de conhecimentos (Conhecimento popular, Conhecimento científico,
Conhecimento filosófico e Conhecimento teológico);
3. Trabalhar os objetivos do saber/conhecer.
4. Oferecer ao aluno uma complementação em sua formação acadêmica que permita uma melhor
qualificação profissional;
5. Permitir ao aluno a participação no conjunto de atividades didático-pedagógicas contribuindo para o
futuro exercício do magistério.
6. Possibilitar aos Alunos de Química a Pesquisa-Ação sobre a prática educativa do professor de Química;
7. Inserir o aluno/pesquisador no mundo do conhecimento científico, através da análise e da reflexão do
processo de produção e de construção de trabalhos acadêmicos tendo como princípio a pesquisa social,
científica e educativa;
8. Levar o aluno a refletir sobre o ato de estudar, de ler e de escrever, aproximando-o das normas técnicas
de construção de trabalhos acadêmicos;
9. Promover aos estudantes do Curso de Licenciatura em Química uma reflexão sobre o que estudar e
como estudar abordando: metodologia e autodisciplina; planejamento do tempo disponível; organização
no modo de empregar o tempo e elaboração de quadro-horário pessoal, períodos de estudo e ambiente de
estudo.
10. Dinamizar as ações educativas por meio do envolvimento dos alunos na operacionalização destas ações
no cotidiano da disciplina;
11. Criar condições para a iniciação da prática da docência, através de atividades de natureza pedagógica,
desenvolvendo habilidades e competências próprias desta atividade;
12. Trabalhar as Diretrizes para leitura, análise e interpretação de textos (o ato de ler, pensar e escrever com
sugestão textos da área do aluno) utilizando as técnicas de resumo e resumo esquemático, técnicas de
fichamento (bibliográfico, de citação, de resumo e de opinião e resenha crítica);
13. Trabalhar os aspectos da linguagem científica, abordando a explicação, clareza, completude da
informação, imparcialidade, ordenação lógica, acuidade, objetividade, simplicidade; levantamento
bibliográfico; leitura crítica (visão geral do texto) e leitura cognitiva (visão interpretativa do texto); A
intertextualidade; tipos de citação (ABNT/NBR 6022,6023) e paráfrase;
14. Trabalhar os gêneros textuais do domínio discursivo acadêmico: gêneros e tipos textuais; resenha crítica;
artigo científico comunicação oral; seminário; pôster relatório e monografia.
METODOLOGIA
O plano didático para o desenvolvimento das atividades de ensino será embasado nas habilidades a serem
desenvolvidas (bem como as competências) e nas tecnologias vigentes. Para efetivação das atividades
didáticas, serão adotados procedimentos didáticos que melhor se adequem a cada situação, obedecendo ao
cronograma de aula definido com todo o corpo docente.
123
As atividades serão então voltadas ao desenvolvimento das competências e habilidades determinadas para a
formação profissional, considerando as necessidades novas que surgem com a dinâmica e aparecimento de
novos conhecimentos e novas tecnologias. A disciplina será desenvolvida através de aulas teóricas
envolvendo a contextualização e experimentação dos conteúdos a serem abordados. Os estudantes
apresentarão seminários abordando os subtemas escolhidos com base em uma bibliografia apresentada pelo
professor. O professor também apresentará seminários sobre os temas comuns de todas as pesquisas.
AVALIAÇÃO
O desenvolvimento intelectual dos alunos será acompanhado, no sentido de avaliar o domínio das
competências trabalhadas em sala de aula, através de instrumentos de avaliação e outras evidências de bom
desempenho. Dentre os diversos instrumentos utilizados para a avaliação podemos destacar:
˗ Avaliação escrita envolvendo assuntos explorados na sala de aula;
˗ Apresentação de Seminários sobre temas sócio-científicos envolvendo os conceitos de Química;
˗ Confecção e apresentação de banners;
˗ Produção de um artigo científico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Módulo 1- O que é estudar? Orientações metodológicas para o ato de estudar.
1.1. Metodologia e Autodisciplina;
1.2. Planejamento do tempo disponível e Organização no modo de empregar o tempo;
1.3. Elaboração de quadro-horário pessoal, períodos de estudo e ambiente de estudo.
Módulo 2- O que é conhecimento?
2.1. Conhecimento popular;
2.2. Conhecimento científico;
2.3. Conhecimento filosófico;
2.4. Conhecimento teológico;
2.5. Objetivos do saber/conhecer.
Módulo 3- Desenvolvimento histórico do método científico.
3.1. Francis Bacon (método indutivo);
3.2. Galileu Galilei (método experimental-indutivo);
3.3. René Descartes (método matemático-dedutivo);
124
Módulo 4- Diretrizes para leitura, análise e interpretação de textos (o ato de ler, pensar e escrever com
sugestão textos da área do aluno).
4.1. Técnicas de resumo e resumo esquemático;
4.2. Técnicas de fichamento (bibliográfico, de citação, de resumo e de opinião);
4.3. Resenha crítica;
Módulo 5 - Aspectos da linguagem científica.
5.1. Explicação, clareza, completude da informação, imparcialidade, ordenação lógica, acuidade,
objetividade, simplicidade;
5.1. Levantamento bibliográfico;
5.2. Leitura crítica (visão geral do texto) e Leitura cognitiva (visão interpretativa do texto);
5.3. A intertextualidade; tipos de citação (ABNT/NBR 6022,6023);
5.4. A paráfrase.
Módulo 6 – Gêneros textuais do domínio discursivo acadêmico.
6.1. Gêneros e tipos textuais;
6.2. Resenha crítica;
6.3. Artigo científico;
6.4. Comunicação oral;
6.5. Seminário;
6.6. Pôster;
6.7. Relatório;
6.8. Monografia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ BRASIL. Norma Brasileira, ABNT: Associação Brasileira de Normas e Técnicas NRB 7211, 2009.
˗ LUCKESI, Cipriano Carlos. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez,
2007, 15a edição.
˗ MAIA, P. L. O ABC da metodologia: métodos e técnicas para elaborar trabalhos científicos. Editora
Universitária de Direito, 2008, 2a edição.
- OLIVEIRA, J. L. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. Petrópolis, RJ.
Editora Vozes, 2008, 5a edição.
- OLIVEIRA, L. N. Universidade: formação e transformação. Petrópolis, RJ. Editora Vozes, 2008, 5a
edição.
- RAMPAZZO, L. Metodologia Científica: para alunos de graduação e pós-graduação. São Paulo, SP.
Editora Loyola, 2002.
125
- RICHARDSON, R. J. et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo, SP. Editora Atlas, 1999, 3a
edição.
- SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo, SP. Editora Cortez, 2007, 23a
edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
126
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
EDUC0043 Português Instrumental 60 4 60 1
EMENTA
Aspectos linguísticos dos gêneros textuais. Língua padrão e Preconceito linguístico. Funções da linguagem.
Fatores da textualidade. Leitura e produção de textos descritivos, narrativos e dissertativos. Técnicas de
produção textual: resumo e resenha.
1. Levar os estudantes a compreenderem a distinção entre linguagem e língua, tomando os gêneros textuais
como objeto de estudo, por ser nestes artefatos que a língua se concretiza.
2. Oportunizar aos estudantes a compreensão de gêneros textuais como eventos comunicativos,
constituídos também por marcas sócio-histórico-culturais das comunidades humanas que os utilizam.
127
3. Viabilizar discussões que deem aos alunos a oportunidade de compreender a língua em sua
heterogeneidade, constituída por um conjunto de normas, ligadas a aspectos sócio-histórico-culturais,
entre as quais está a norma padrão, que goza de maior prestígio social, na perspectiva de valorização de
todas as normas.
4. Levar os alunos uso efetivo e reflexivo da língua, considerando fala/escuta/escrita/leitura, por meio de
gêneros textuais que circulam diferentes contextos sociais, em especial, os mais formais públicos, assim
como os diferentes modos de organização da língua, para o que o estudo da gramática normativa se faz
necessário.
5. Propor aos estudantes a produção de gêneros textuais orais e escritos, com ênfase em0 gêneros de
divulgação científica.
METODOLOGIA
As aulas serão de natureza teórica e prática, considerando a necessidade dos conteúdos vivenciados. Como
procedimentos didáticos, implementaremos o trabalho por meio de: aulas expositivas, exposições dialogadas,
estudos dirigidos, leitura, análise e produção de textos escritos, produção de textos orais (seminário).
AVALIAÇÃO
Em tese, todas as atuações comunicativas, sejam orais ou escritas, realizadas em sala de aula ou em espaços
para os quais se estenda o trabalho pedagógico, serão avaliadas. Afora as observações e apreciações
assistemáticas do desempenho de cada aluno, três atividades previstas no cronograma, em dois diferentes
momentos do semestre, serão sistematicamente observadas, apreciadas e registradas como indicadores
formais do desempenho. Essas atividades estão divididas em dois blocos, a saber:
128
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo, SP. Editora Parábola Editorial,
2005.
- BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo, SP. Editora Loyola, 1999.
- VAL, Maria da Graça da Costa. Redação e textualidade. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- ABREU, Antônio Suárez. Curso de Redação. São Paulo, SP. Editora Ática, 2001.
- CHARTIER, A., Práticas de leitura e escrita: história e atualidade. Editora Autêntica (CEALE), 2007.
- EMEDIATO, Wander. A fórmula do texto: redação, argumentação e leitura. São Paulo, SP. Editora
Geração Editorial, 2008.
- FARACO, Carlos Alberto; Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial,
2008.
- FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: Leitura e Redação. São Paulo,
SP. Editora Ática, 1998.
- SIGNORINI, I. (Org.). Gêneros catalisadores: letramento e formação do professor. Editora Parábola,
2006.
129
130
IX.2 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO SEGUNDO PERÍODO
131
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0074 Cálculo Diferencial e Integral I 60 4 60 2
MATM0020
Pré-requisitos Matemática Co-Requisitos Requisitos C.H.
Básica
EMENTA
Limite, continuidade e derivada de funções reais. Teorema do valor médio e aplicações. Primitiva. Integral de
Riemann. Técnicas de integração.
Fazer o estudo qualitativo de funções reais, estudando limite, derivada e integral de funções, dando destaque
a aplicações em outras áreas da ciência e sempre que possível relacionar a disciplina com assuntos vistos no
132
ensino médio, como por exemplo, análise de gráfico e cálculo de áreas de figuras planas.
METODOLOGIA
Encontro semanal no horário previsto acima, com aulas teóricas, tentando exemplificar com assuntos
relacionados à licenciatura em Química.
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
133
- FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. Editora
Pearson Prentice Hall, 2006, 5a edição revisada e ampliada.
- MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Editora LTC, 1982, v.1.
134
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0077 Fundamentos da Educação 60 4 60 2
EMENTA
Estudo dos fundamentos sóciofilosóficos da educação e suas implicações nas práticas educativas do cotidiano
da escola, destacando as contribuições do positivismo, marxismo, estruturalismo e do pós-estruturalismo.
GERAL:
˗ Compreender os fundamentos sóciofilosóficos da educação a partir de diferentes abordagens.
ESPECÍFICOS:
˗ Conhecer as bases teóricas da educação;
135
˗ Analisar as contribuições da educação a partir das diferentes abordagens, positivista, marxista,
estruturalista e pós-estruturalista;
˗ Identificar os desafios da educação na prática do cotidiano escolar.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
A avaliação será processual e contínua, constituída a partir dos aspectos relacionados à assiduidade,
participação e contribuição no debate da discussão teórica, individual e em grupo. Logo, serão consideradas
as seguintes propostas avaliativas:
˗ Primeiro exercício: estudo dirigido e realização do instrumento prova que contará com questões
subjetivas e objetivas.
˗ Segundo exercício: trabalhos escritos e socializações temáticas relacionadas aos conteúdos abordados
na disciplina.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
136
3.1.3 – Teorias críticas da educação.
3.2 – Educação, escola e cotidiano;
3.3 – Estratégias e desafios da educação nas práticas do cotidiano escolar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo, SP. Editora Moderna, 1997, 2ª
edição.
˗ LUCKESI, C. C. Filosofia da Educação. São Paulo, SP. Editora Cortez, 1994.
˗ SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo, SP. Editora
Cortez, 2007, 17ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ ADORNO, T. W. Educação e Emancipação. Rio de Janeiro, RJ. Editora Paz e Terra, 2003, 4ª edição.
˗ BRANDÃO, Zaia (Org.). A crise dos paradigmas e a educação. São Paulo, SP. Editora Cortez, 2005,
9ª edição.
˗ GOHN, Maria da Glória. Educação ão-formal. Educação não-formal e cultura política: impactos
sobre o associativismo do terceiro setor. São Paulo, SP. Editora Cortez, 2008, 4ª edição.
˗ KENSKI, Vani Moreira. Caminhos futuros nas relações entre novas educações e tecnologias. In:
SILVA, Ainda Maria Monteiro; MACEDO, Francimar Martins Teixeira; MELO, Márcia Maria de
Oliveira; e, BARBOSA, Maria Lúcia de Figueiredo (Orgs.). Políticas Educacionais, Tecnologias e
Formação do Educador: repercussões sobre a didática e as práticas de ensino. Recife, PE. ENDIPE,
2006. p. 213-226.
˗ PETRUCCI, Rosa, Maria Inês; TOSTA, Andréa Helena. O lugar da química na escola: movimentos
constitutivos da disciplina no cotidiano escolar. Ciência & Educação, Bauru, SP, vol. 11, n. 2, 2005.
p. 253-262.
˗ WINCH, Christopher. Dicionário de filosofia da educação. Tradução Renato Marques de Oliveira, São
Paulo, SP. Editora Contexto, 2007. p. 78-82.
137
138
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0075 Geometria Analítica 60 4 60 2
EMENTA
Sistemas de coordenadas. Cálculo vetorial e operações vetoriais básicas no plano e no espaço. Retas e
planos. Cônicas. Superfícies quádricas.
˗ OBJETIVO GERAL:
Estudar Geometria Analítica no plano e no espaço, dando ênfase aos aspectos geométricos e as traduções
em: coordenadas cartesianas e lugares geométricos; visando o embasamento das demais disciplinas do
curso que dela dependem.
˗ OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
139
Ao final do semestre o aluno deverá ser capaz de:
i. Resolver problemas específicos de Geometria Analítica Plana e Espacial.
ii. Desenvolver e aprofundar conteúdos relacionados com a Geometria Analítica Plana e Espacial.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
MÓDULO 1 – Vetores
1. Vetores no Plano:
1.1 Definição;
1.2 Interpretação geométrica;
1.3 Sentido, direção e comprimento.
3. Dependência linear:
3.1 Combinação linear;
3.2 Conjunto linearmente independente e dependente;
3.3 Base.
4. Produto Escalar:
4.1 Comprimento do vetor;
4.2 Ângulo entre vetores;
4.3 Interpretação geométrica.
140
5.2 Projeção ortogonal;
5.3 Desigualdade de Cauchy-Schwartz;
5.4 Desigualdade Triangular.
MÓDULO 2 – O Espaço.
1. O Espaço:
1.1 Vetores ortogonais;
1.2 Produto vetorial;
1.3 Propriedades do produto vetorial;
1.4 Orientação do espaço e sentido de u x v;
1.5 Produto misto.
4. Distâncias:
4.1 Entre dois pontos;
4.2 Entre um ponto e uma reta;
4.3 Entre dois planos;
4.4 Entre uma reta e um plano;
4.5 Entre duas retas.
1. Cônicas:
1.1 A circunferência;
1.2 A elipse;
1.3 A hipérbole;
1.4 A parábola.
141
2. Translação dos eixos.
2.1 Formas normais;
2.2 Equação geral do segundo grau;
2.3 Forma matricial;
2.4 Translação dos eixos;
2.5 Equação no novo sistema.
3. Quádrica:
3.1 forma reduzida;
3.2 Elipsóide;
3.3 Hiperbolóide de uma folha;
3.4 Hiperbolóide de duas folhas;
3.5 Parabolóide elíptico;
3.6 Parabolóide hiperbólico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica: Um tratamento vetorial. Editora Pearson
Education do Brasil, 2005.
- ÁVILA, G. Cálculo: Funções de uma Variável. Editora LTC, 2003, 7a edição, v.1.
- IEZZI, G., Fundamentos de matemática elementar 7: geometria analítica. Editora Atual, 2005, 5.a
edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. Editora Harbra, 1994, 3a edição, v.2.
˗ REIS, G. L.; SILVA, V. Geometria Analítica. Editora Livros Técnicos e Científicos S.A., 1996.
˗ STEINBRUCH, A.; Winterle, P. Geometria Analítica, Editora Pearson Education do Brasil, 1987.
˗ MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo, Editora LTC, 1982, v.1.
142
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
EDUC0058 Libras 60 4 60 2
EMENTA
Introduzir o aluno ouvinte à Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Conteúdos básicos de LIBRAS:
expressão corporal e facial. O alfabeto manual. Soletração de nomes. Sinais de nomes próprios. Os surdos
como uma minoria linguística. A educação de surdos no Brasil. Políticas Curriculares para a Educação de
Surdos: as adaptações curriculares nacionais. Experiências Educacionais Bilíngues no Brasil e no mundo.
143
Brasileira de Sinais) como marca linguística e cultural do povo surdo, como também o universo de sinais
que servirão de suporte para uma comunicação plena com o aluno surdo. Por fim, trazer á tona um novo
olhar e uma ressignificação sobre o sujeito/aluno surdo, como ser único que faz parte do processo de ensino
e aprendizagem e que precisa de respeito a sua língua e sua construção identitária.
METODOLOGIA
Aulas expositivas dos assuntos supracitados, com momentos de discussão e problematização das temáticas
abordadas na disciplina. Seminários e trabalhos em grupo. Treinos de conversação em Libras nas aulas
práticas.
AVALIAÇÃO
Três provas, escrita e prática, abordando os assuntos teóricos e os sinais apreendidos em sala de aula.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Língua de sinais como línguas naturais. Mitos sobre as línguas de sinais. Características Culturais das
Comunidades Surdas. A Datilologia como Recurso da LIBRAS. Aspectos Linguísticos da LIBRAS. Os sinais
e seus Parâmetros. Marcações não manuais: Expressões faciais Gramaticais. Saudações: Promovendo um
contexto dialógico em língua de sinais. Ordem das palavras na Libras. Numerais e sistema monetário. Verbos,
substantivos, adjetivos, advérbios de tempo/hora, pronomes, alimentos, materiais escolares. Sinais
Específicos da Área das Licenciaturas Exatas. Disciplinas. Família. Sinais da área da Educação. Práticas de
Conversação. A língua em uso: Contextos triviais de comunicação. Possibilidades de Expressão Corporal-
Dramatizações e teatro em Libras. Um passeio pelas raízes da história dos surdos. Direitos linguísticos do
surdo sob o enfoque das políticas públicas educacionais. Aquisição de Libras-L1 X Língua Portuguesa-L2.
Adaptações Curriculares para o aluno surdo. A influência dos modelos educacionais no sujeito surdo. As
políticas de inclusão/exclusão X. Pedagogia Surda.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- FALCÃO, L. A. Surdez, cognição visual e libras: estabelecendo novos diálogos. Recife: O Autor,
2010.
144
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
145
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0076 Química Geral I 60 4 60 2
QUIM0003
Pré-requisitos Introdução à Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química
EMENTA
Termodinâmica química. Equilíbrio Físico. Equilíbrio químico. Equilíbrio ácido-base. Reações de oxidação-
redução. Eletroquímica: células galvânicas; células eletrolíticas.
146
princípios de reatividade.
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas teóricas expositivas, utilizando
quadro branco e Datashow, com discussão do conteúdo e resolução de exercícios. Sendo também a
dinâmica das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a bibliografia básica.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de provas escritas, listas de exercícios e
frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – TERMODINÂMICA
1.1 – Calor e trabalho; 1ª Lei da termodinâmica;
1.2 – Entalpias de reação, entalpia padrão de formação;
1.3 – Entropia e desordem, variações de entropia, entropias padrão molares;
1.4 – Energia livre de Gibbs.
2 – EQUILÍBRIO FÍSICO
2.1 – Fase e transições de fase;
2.2 – Diagramas de fase.
3 – EQUILÍBRIO QUÍMICO
3.1 – Termodinâmica e Equilíbrio Químico;
3.2 – Constante de Equilíbrio; Equilíbrio heterogêneo;
3.3 – Usando a constante de equilíbrio; A resposta do equilíbrio às mudanças nas condições reacionais.
4 – EQUILÍBRIO ÁCIDO-BASE
4.1 – Definições de ácidos e bases;
4.2 – Equilíbrios em fase aquosa: equilíbrio ácido-base;
5 – ELETROQUÍMICA
5.1 – Celas galvânicas; Potencial de célula e energia livre;
5.2 – Potenciais padrão e constante de equilíbrio;
5.3 – Equação de Nernst;
5.4 – Eletrólise e Lei de Faraday.
147
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2006, 3ª Edição.
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 2009, v.1, tradução
da 6ª edição norte-americana.
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Trad. da 6ª edição norte-americana. Editora
Cengage Learning, 2009, v.2, tradução da 6ª edição norte-americana.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2008, 9a Edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
148
IX.3 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO TERCEIRO
PERÍODO
149
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0078 Cálculo Diferencial e Integral II 60 4 60 3
QUIM0074
Pré-requisitos Cálculo Diferencial Co-Requisitos Requisitos C.H.
e Integral I
EMENTA
Ampliação dos conceitos de derivada e de integral para funções reais de duas variáveis reais, mantidos os
pontos de vista de salientar a compreensão dos conceitos matemáticos envolvidos, estudar suas aplicações aos
modelos de fenômenos naturais e estabelecer conexões com a Matemática do ensino básico.
OBJETIVOS
150
funções reais de várias variáveis reais.
˗ Desenvolver e articular técnicas de resolução e problemas ligados à modelagem através de funções de
duas ou mais variáveis.
˗ Ampliar os limites da abordagem de temas básicos como volume e áreas para além dos vistos na
educação básica, contribuindo para que o futuro professor tenha uma visão mais ampla necessária para
seu amadurecimento intelectual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Coordenadas polares. Vetores, Seções cônicas: uma revisão. Funções reais de variáveis reais a valores reais.
Gráficos e curvas de nível. Limite e Continuidade. Derivadas Parciais. Diferencial total e regra da cadeia;
plano tangente; derivada direcional e gradiente de Funções de duas variáveis. Máximos e mínimos de
Funções de duas variáveis. Multiplicadores de Lagrange. Integrais duplas e cálculo de integrais duplas.
Integrais duplas e o teorema de Fubini. Cálculo de integrais duplas sobre regiões não retangulares; Integrais
duplas em coordenadas polares. Aplicações da integral dupla. Área de superfícies. Integrais Triplas.
Integrais Triplas em coordenadas cilíndricas. Integrais Triplas em coordenadas esféricas. Mudança de
variáveis em integrais duplas. Mudança de variáveis em integrais triplas. Aplicações da integral tripla.
METODOLOGIA
Aulas expositivas dialogadas, discussões e debates das temáticas em sala de aula, resolução de problemas e
atividades em grupo.
AVALIAÇÃO
A Avaliação será feita ao longo do período letivo, mediante verificações parciais, sob forma de provas
escritas, orais ou práticas; trabalhos escritos ou de campo; seminários; testes ou outros instrumentos
constantes no plano de ensino elaborado pelo professor e aprovado pelo Departamento Acadêmico em que
está lotada a disciplina, conforme regimento da UFPE.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ÁVILA, G. Cálculo: Funções de uma Variável. Editora LTC, 2003, 7ª Edição, v.1.
151
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Editora Habra Ltda., 2004, v.2.
152
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0079 Fundamentos de Física I 60 4 60 3
EMENTA
Movimento em uma dimensão. Vetores. Movimento em duas e em três dimensões. Leis de Newton.
Aplicações das leis de Newton. Trabalho e energia cinética. Energia potencial. Conservação da energia.
OBJETIVO(S) DO COMPONENTE
- Ensinar aos estudantes parte dos fundamentos da Mecânica (cujo estudo será complementado na
disciplina Fundamentos de Física II), proporcionando-lhes uma formação sólida nessa matéria e
preparando-os para o estudo de outras áreas da Física (que têm a Mecânica como pré-requisito
indispensável).
153
- Discutir a relação entre Física e Matemática.
- Discutir a própria evolução da Física, trazendo à tona elementos históricos.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CONCEITOS PRELIMINARES
1.1. Ponto material e corpo extenso;
1.2. Movimento e repouso; referencial;
1.3. Trajetória;
1.4. Instante e intervalo de tempo.
154
3.3.2. Multiplicação de um vetor por um escalar;
3.3.3. Subtração de vetores;
3.3.4. Componentes de um vetor;
3.3.5. Vetores unitários ou versores;
3.3.6. Os versores i e j.
3.4. O vetor posição.
3.5. O vetor velocidade média e o vetor velocidade instantânea.
3.6. Movimento com velocidade constante.
3.7. Velocidade relativa.
3.8. O vetor aceleração média e o vetor aceleração instantânea.
3.9. Movimento com aceleração constante.
3.10. Movimento de projéteis no vácuo.
3.11. Movimento circular.
5. LEIS DE NEWTON
5.1. Primeira lei de Newton; referenciais inerciais;
5.2. Segunda lei de Newton; momento linear;
5.3. Terceira lei de Newton.
155
7.2. Teorema trabalho-energia cinética – caso unidimensional com forças constantes;
7.3. Trabalho realizado por uma força variável sobre um corpo em movimento unidimensional;
7.4. Teorema trabalho-energia cinética – caso unidimensional com forças variáveis;
7.5. Mais álgebra vetorial: produto escalar;
7.6. Trabalho realizado por uma força variável – caso geral;
7.7. Teorema trabalho-energia cinética – caso geral;
7.8. Potência.
8. ENERGIA POTENCIAL
8.1. Forças conservativas;
8.2. Funções energia potencial;
8.3. Energia potencial gravitacional;
8.4. Energia potencial elástica;
8.5. Energia potencial e equilíbrio; curva de energia potencial;
8.6. Forças não conservativas.
9. CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
9.1. A conservação da energia mecânica;
9.2. Além da energia mecânica: o princípio de conservação da energia;
9.3. O teorema trabalho-energia;
9.4. Problemas envolvendo atrito dinâmico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro, RJ. Editora LTC,
2006, 5ª edição, v.1.
- HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro, RJ. Editora
LTC, 2009, 8ª edição, v.1.
- NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. São Paulo, SP. Editora Edgard Blücher, 2002, 4ª
edição (revisada), v.1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- CHAVES, A.; SAMPAIO, J. F. Física Básica. Rio de Janeiro, RJ. Editora LTC, 2007, v.1.
- HEWITT, P. G. Física conceitual. São Paulo, SP. Editora Bookman, 2002, 9ª edição.
- MÁXIMO, A.; ALVARENGA, B. Curso de Física. São Paulo, SP. Editora Scipione, 2000, v.1.
156
- YOUNG, H. D .; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica. Editora Addison Wesley, 2008, 12ª
Edição.
157
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Fundamentos Psicológicos da
QUIM0081 60 4 60 3
Educação I
QUIM0077
Pré-requisitos Fundamentos da Co-Requisitos Requisitos C.H.
Educação
EMENTA
Introdução ao estudo da psicologia. A psicologia educacional e suas contribuições para a educação escolar.
Estudo dos processos psicológicos envolvidos no ensino e na aprendizagem, suas relações com fatores
socioculturais, segundo diferentes perspectivas teóricas psicológicas e suas implicações educacionais.
158
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
159
- COLL, C.; MARTÍN, E.; MAURI, T; MIRAS, M.; ONRUBIA, J.; SOLÉ, I; ZABALA, A. O
construtivismo na sala de aula. São Paulo, SP. Editora Ática, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- CASTORINA, J. A. et al. Piaget e Vygotsky: novas contribuições para o debate. São Paulo, SP.
Editora Ática, 1997.
- COLL, C. Psicologia do Ensino. Porto Alegre, RS. Editora Artes Médicas, 2000.
- VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes, 1988.
160
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0082 Laboratório de Química Geral 60 2 60 3
QUIM0076
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Geral I
EMENTA
161
observação e por medição, propriedades e transformações químicas. E ainda capacitar o aluno para
elaboração de relatórios.
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas práticas no laboratório de
química, com realização de experimentos por parte dos alunos com supervisão e orientação do professor.
Sendo também a dinâmica das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a
bibliografia básica ou complementar.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de relatórios, listas com questões, caderno de
laboratório e frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2006, 3ª Edição.
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Trad. da 6ª edição norte-americana. Editora
Cengage Learning, 2009, v.1.
162
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Trad. da 6ª edição norte-americana. Editora
Cengage Learning, 2009, v.2.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora: Prentice Hall Brasil, 2008, 9a Edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
163
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0080 Química Geral II 60 4 60 3
QUIM0076
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Geral I
EMENTA
Cinética química. Modelos atômicos e teoria atômica. Tabela periódica e propriedades periódicas. Ligação
Química (iônica, covalente e metálica). Interações intermoleculares. Sólidos e Líquidos. Química Nuclear.
164
químicas e os princípios da radioatividade. Reconhecer os conceitos fundamentais de Química Geral,
integrando-os com aspectos do cotidiano.
METODOLOGIA
A dinâmica das aulas será desenvolvida em aulas expositivas (quadro e data show), com discussão e
apresentação utilizando modelos atômicos. Exercícios de verificação de aprendizagem e resolução de listas
de exercícios.
Todas as atividades serão apoiadas na bibliografia básica e estarão referidas a uma bibliografia de apoio.
AVALIAÇÃO
A avaliação se processará por meio de provas escritas, exercícios, frequência e outras atividades.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – CINÉTICA QUÍMICA
1.1 – Velocidade de reação;
1.2 – Leis de velocidade e ordem de reação;
1.3 – Leis integradas de primeira e de segunda ordem. Tempo de meia-vida;
1.4 – Modelos de reações; Efeito da temperatura; Teoria das colisões; Teoria do complexo ativado;
Reações elementares; Velocidade e equilíbrio; Catálise.
2 – MODELOS ATÔMICOS E TEORIA ATÔMICA
2.1 – Teoria atômica moderna;
2.2 – Lei de Planck; Efeito fotoelétrico;
2.3 – Espectroscopia atômica;
2.4 – Modelo de Bohr; Dualidade onda-partícula;
2.5 – Estrutura eletrônica dos átomos. Orbitais atômicos.
3 – TABELA PERIÓDICA
3.1 – Classificação dos elementos;
3.2 – Propriedades e tendências periódicas.
4 – LIGAÇÕES QUÍMICAS
4.1 – Ligação iônica;
4.2 – Ligação covalente;
4.2.1 – Geometria molecular;
4.2.2 – Teoria da ligação de valência e Teoria do orbital molecular.
5 – FORÇAS INTERMOLECULARES E ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA (SÓLIDOS E LÍQUIDOS)
165
6 – QUÍMICA NUCLEAR
6.1 – Núcleo atômico; Massa e energia nuclear; Estabilidade nuclear.
6.2 – Radioatividade; Cinética dos processos radioativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2006, 3ª edição.
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 2009, tradução da 6ª
edição norte-americana, v. 1.
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 2009, tradução da 6ª
edição norte-americana, v.2.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2008, 9a edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
166
IX.4 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO QUARTO PERÍODO
167
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Fundamentos Psicológicos da
QUIM0085 30 2 30 4
Educação II
QUIM0081
Fundamentos
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Psicológicos da
Educação I
EMENTA
Estudo do desenvolvimento humano, com ênfase na adolescência, segundo diferentes abordagens teóricas
psicológicas e suas implicações educacionais. Compreensão do desenvolvimento sexual humano: conceitos,
preconceitos, medos, tabus e sua relação com o cotidiano escolar.
168
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
˗ Proporcionar uma visão panorâmica do desenvolvimento humano e de seus diferentes domínios: físico,
cognitivo e psicossocial.
˗ Discutir a relação entre o desenvolvimento humano, a construção da subjetividade e o processo
educativo.
˗ Refletir sobre a adolescência e os fenômenos físicos, cognitivos e psicossociais vivenciados neste
período do ciclo de vida.
˗ Estudar as relações entre sexualidade e educação.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- CARRARA, K. Introdução à psicologia da educação: seis abordagens. São Paulo, SP. Editora
Avercamp, 2004.
- COLL, C.S.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia
Evolutiva. Porto Alegre, RS. Editora Artmed, 1995, v.1.
169
- SHAFFER, D. R. Psicologia do desenvolvimento: infância e adolescência. Editora Cengage Learning,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
170
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0084 Didática 60 4 60 4
QUIM0077
Pré-requisitos Fundamentos da Co-Requisitos Requisitos C.H.
Educação
EMENTA
Fundamentos e organização da prática pedagógica docente na vinculação com a prática escolar e social mais
ampla; fundamentos teórico-metodológicos do processo ensino-aprendizagem; a organização do trabalho
pedagógico e a construção do conhecimento.
171
- Analisar os fundamentos teórico-metodológicos do processo de ensino-aprendizagem;
- Refletir sobre o processo de organização do trabalho pedagógico;
- Refletir sobre o método didático como um método de construção do conhecimento.
METODOLOGIA
- Aulas dialogadas;
- Exposição e debate de filmes e documentários;
- Seminários Temáticos;
- Atividades em grupo;
- Avaliações escritas.
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Fundamentos e organização da prática pedagógica docente na vinculação com a prática escolar e social
mais ampla. Teorias da Educação e os fundamentos da organização do trabalho pedagógico.
Organização do Trabalho Pedagógico e sua vinculação com a prática escolar e social mais ampla.
2. Fundamentos teórico-metodológicos do processo ensino-aprendizagem. A questão do saber e a relação
professor-aluno. A questão do método didático. A avaliação em questão. Conceitos didáticos em
questão.
3. A organização do trabalho pedagógico e a construção do conhecimento. Planejamento como prática
educativa. Novas Tecnologias e Educação. A aula como objeto de estudo da Didática. Ciclos de
Desenvolvimento Humano. Currículo e Ideologia. O Livro Didático em questão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
172
9ª edição.
˗ PIMENTA, S. G.; GHEDIN, E. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. Editora
Cortez, 2002.
˗ POZO, J. I.; GÓMEZ C., MIGUEL A. A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento
cotidiano ao conhecimento científico. Editora Artmed, 2009, 5ª edição.
˗ ZABALA, A.A. Prática educativa: como ensinar. Editora Artmed, 1999.
173
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0083 Fundamentos de Física II 60 4 60 4
QUIM0079
Fundamentos de Física I
Pré-
QUIM0074 Co-Requisitos Requisitos C.H.
requisitos
Cálculo Diferencial e
Integral I
EMENTA
Ao término deste curso os discentes deverão ser capazes de compreender e resolver problemas que
174
envolvem os conceitos de Momento Linear, Momento Angular, bem como suas leis de conservação.
Entender e aplicar a Lei da gravitação, resolvendo problemas de equilíbrio estático e, por fim, entender,
aplicar e resolver problemas de fluidos.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. SISTEMAS DE PARTÍCULAS E CONSERVAÇÃO DO MOMENTO LINEAR
1.1. O centro de massa;
1.2. Movimento do centro de massa;
1.3. Conservação do momento linear;
1.4. Energia cinética de um sistema;
1.5. Impulso e força média;
1.6. Colisões.
2. ROTAÇÕES
2.1. Cinemática rotacional: velocidade angular e aceleração angular;
2.2. Energia cinética rotacional e momento de inércia.
3. CONSERVAÇÃO DO MOMENTO ANGULAR
3.1. Segunda lei de Newton para rotação;
3.2. Momento angular;
3.3. Conservação do momento angular.
4. GRAVITAÇÃO
4.1. As leis de Kepler;
4.2. As leis da gravitação de Newton;
4.3. Energia potencial e gravitacional.
5. EQUILÍBRIO ESTÁTICO E ELASTICIDADE
5.1. Condições para o equilíbrio;
5.2. Problemas de equilíbrio estático;
5.3. Tensão e deformação.
6. FLUÍDOS
6.1. Densidade e Pressão;
175
6.2. Fluído em repouso;
6.3. Empuxo e o princípio de Arquimedes;
6.4. Princípio de Pascal;
6.5. Equação da Continuidade;
6.6. Equação de Bernoulli.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A. Física I: mecânica. São Paulo, SP. Editora Addison Wesley, 2008,
12a edição.
- YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A. Física II: termodinâmica e ondas. São Paulo, SP. Editora Addison
Wesley, 2008, 12a edição.
- TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro, RJ. Editora LTC,
2006, 5ª edição, v.1 e v.2.
- HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro, RJ. Editora
LTC, 2009, 8ª edição, v.1 e v.2.
- NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. São Paulo, SP. Editora Edgard Blücher, 2002, 4ª
edição (revisada), v.1 e v.2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- HEWITT, P. G. Física conceitual. São Paulo, SP. Editora Bookman, 2002, 9ª edição.
- MÁXIMO, A.; ALVARENGA, B. Curso de Física. São Paulo, SP. Editora Scipione, 2000, v 1.
- GASPAR, A. Física. São Paulo, SP. Editora Ática, 2000, v 1.
176
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0005 Química Inorgânica I 60 4 60 4
QUIM0080
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Geral II
EMENTA
Ocorrência, obtenção, estrutura, propriedades e aplicações de: elementos não metálicos, gases nobres,
hidrogênio molecular, halogênios, oxigênio molecular, ozônio e nitrogênio molecular; semimetais (silício);
metais do grupo s; moléculas poliatômicas e espécies catenadas (de enxofre, fósforo e carbono); compostos
halogenados, haletos de gases nobres, interalogenios e das famílias do oxigênio, nitrogênio, carbono e boro;
compostos oxigenados: óxidos e oxicompostos das famílias dos gases nobre, halogênios, nitrogênio,
carbono e boro.
OBJETIVOS
177
Ao final do curso o discente deverá ser capaz de fazer uma análise da química descritiva sistemática dos
elementos dos blocos s e p da Tabela Periódica e ter uma visão geral sobre:
- A abundância na natureza destes elementos químicos;
- Os métodos de obtenção industrial e no laboratório dos mesmos;
- As aplicações científicas e tecnológicas mais importantes dos mesmos;
As propriedades físico-químicas, os métodos de síntese, as estruturas e a reatividade das principais classes
de compostos inorgânicos dos elementos dos blocos s e p da Tabela periódica (hidretos, haletos, óxidos e
oxocompostos).
I – GASES NOBRES
˗ Ocorrência e obtenção;
˗ Aplicações;
˗ Propriedades físicas e químicas;
˗ Síntese, estrutura e propriedades dos compostos de gases nobres: haletos, óxidos e oxo-haletos.
II – HIDROGÊNIO MOLECULAR
˗ Ocorrência e obtenção;
˗ Aplicações;
˗ Propriedades físicas e químicas;
˗ Síntese, estrutura, classificação e propriedades dos hidretos.
IV – HALOGÊNIOS
˗ Ocorrência, obtenção e usos.
˗ Síntese, estrutura e propriedades dos compostos halogenados: haletos de hidrogênio, haletos iônicos
e moleculares, óxidos, oxoácidos, compostos interhalogenados, poli-haletos, pseudo-halogênios e
pseudo-haletos.
178
˗ Inter-halogênios: propriedades e estruturas
V – OXIGÊNIO MOLECULAR
˗ Ocorrência, obtenção e aplicações.
˗ Estrutura, alotropia e propriedades físico-químicas.
˗ Síntese, estrutura e propriedades dos compostos oxigenados: óxidos, oxoácidos, oxo-haletos,
hidretos, haletos, derivados orgânicos.
VI – OZÔNIO
˗ Ocorrência, obtenção e aplicações.
˗ Estrutura e propriedades físico- químicas.
˗ A química do ozônio.
179
˗ Ocorrência e obtenção.
˗ Estrutura e propriedades.
˗ Aplicações.
METODOLOGIA
- Aulas expositivas;
- Discussões de textos com abordagem científica, social e tecnológica;
- Estudo dirigido;
- Seminários.
AVALIAÇÃO
˗ N1: Resolução de lista de exercícios com resolução de situações problemas sobre todos os tópicos
abordados
˗ N2: Estudo dirigido em grupo: síntese e apresentação para o grande grupo (tema: metais do bloco s,
subtema: grupo 2)
˗ N3: Seminários (subtópicos e tópicos XII, XIII e XIV assinalados em vermelho).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ ATKINS, P., Jones, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Artmed-Bookman, 5ª edição, 2012.
˗ LEE, J. D. Química Inorgânica - não tão concisa. Editora Edgard Blücher Ltda., 1999, tradução da 5a
edição inglesa.
˗ SHRIVER, D. F. et al. Química Inorgânica. Editora Bookman, 2008, 4ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 2010, v.1,
tradução da 6ª edição norte-americana.
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 2010, v.2, tradução
da 6ª edição norte-americana.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2008, 9ª edição.
- BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 2009, v. 1. 5ª edição.
- BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 2009, v. 2. 5ª edição
180
181
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Políticas Educacionais,
QUIM0086 Organização e Funcionamento 60 4 60 4
da Escola Básica.
QUIM0077
Pré-requisitos Fundamentos da Co-Requisitos Requisitos C.H.
Educação
EMENTA
Estudo e reflexão sobre os princípios que norteiam as políticas educacionais voltadas para a Educação
Básica e suas inter-relações com a política social global, envolvendo conhecimento dos princípios básicos
da reforma administrativa do estado brasileiro e analisando conceitualmente a descentralização do ensino
como estratégia de política pública.
OBJETIVOS
˗ Analisar as abordagens teórico-metodológicas próprias do campo das políticas públicas, sobretudo as
182
políticas educacionais.
˗ Problematizar os principais fatores que têm influenciado a formulação e o desenvolvimento das
políticas educacionais no Brasil.
˗ Compreender a organização e o funcionamento da educação básica, buscando identificar impasses e
perspectivas para a educação brasileira.
˗ Conhecer e analisar as principais instâncias institucionais e espaços de debate para a construção de
políticas educacionais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
˗ Estado, Políticas Públicas e Educação.
˗ Estado, Políticas Sociais e Políticas Educacionais.
˗ A Educação como Política Pública.
˗ A globalização e as múltiplas determinações da educação na contemporaneidade.
˗ A Reforma Educacional no contexto da Reforma do Estado.
UNIDADE II
˗ Organização e funcionamento da educação básica no Brasil.
˗ A função social da educação e da escola pública.
˗ A política educacional, os níveis e as modalidades da Educação Básica.
˗ Legislação da educação básica no Brasil.
˗ Políticas Públicas, Projetos e Programas Educacionais.
˗ O financiamento da Educação Brasileira.
˗ Sistema Nacional de Educação: conceito, papel histórico, desafios: a construção do Sistema Nacional
Articulado de Educação.
UNIDADE III
˗ Instâncias institucionais e espaços de debate para a construção de políticas educacionais.
˗ O Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Educação (CNE).
˗ Espaços institucionais para a construção das políticas educacionais (Conferências de Educação, Fóruns,
etc.).
˗ O Plano Nacional de Educação: espaço de articulação Estado x sociedade civil.
METODOLOGIA
Aulas expositivas dialogadas, discussões e debates das temáticas em sala de aula, seminários orientados pela
Professora e organizados e apresentados pelos (as) alunos (as), apresentação de vídeos como subsídios para
183
discussão/debates dos conteúdos, fichas de leitura e resenha de textos, trabalhos em grupo, pesquisas
documentais, entrevistas, observação e visitas institucionais.
AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua e formativa e ocorrerá em todo o processo ensino-aprendizagem. Porém, haverá
momentos de avaliação mais sistemáticos, o que ocorrerá no final de cada unidade e do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- AZEVEDO, Janete M. L. A educação como política pública. SP, Autores Associados, 3ª edição, 2004.
- FÁVERO, Osmar; SEMERARO, Giovanni (orgs.). Democracia e construção do público no
pensamento educacional brasileiro. Petropólis, RJ. Editora Vozes, 2003.
- MÉSZÁROS, Istivan. Educação para além do Capital. São Paulo, SP. Editora Boitempo, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ FERREIRA, E. B.; OLIVEIRA, D. A. Crise da escola e políticas educativas. Editora Autêntica, 2009.
˗ Educação e Sociedade: Revista de Ciência da Educação/Centro de Estudos Educação e Sociedade- vol.
21, n°55, Editora Cortez CEDES, 2001.
˗ Educação e Sociedade: Revista de Ciência da Educação/Centro de Estudos Educação e Sociedade- Vol.
31, n° 112, Editora Cortez CEDES, 2010.
˗ Educação e Sociedade: Revista de Ciência da Educação/Centro de Estudos Educação e Sociedade- Vol.
32, n°115, Editora, CEDES, 2011.
184
IX.5 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO QUINTO PERÍODO
185
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DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0091 Avaliação da Aprendizagem 60 4 60 5
QUIM0084
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Didática
EMENTA
Estudo dos fundamentos pedagógicos da avaliação da aprendizagem e de seus estruturantes. Análise dos
instrumentos e procedimentos da avaliação da aprendizagem, relacionando-os ao quotidiano das salas da
Educação Básica.
GERAL:
˗ Construir bases teórico-metodológicas que favoreçam a criação de um novo significado para a
186
avaliação da aprendizagem e a implantação de novas práticas avaliativas, no contexto do projeto
político-pedagógico institucional, tendo como referência um novo projeto histórico.
ESPECÍFICOS:
˗ Analisar as proposições teórico-metodológicas subjacentes às práticas avaliativas e suas decorrências
no trabalho pedagógico.
˗ Identificar os fundamentos epistemológicos que fundamentam os novos paradigmas da avaliação da
aprendizagem.
˗ Analisar as relações entre ensino, aprendizagem e avaliação.
˗ Discernir sobre as concepções de fracasso escolar.
˗ Identificar os desafios postos para as instituições educativas na construção de uma nova cultura
avaliativa, no contexto do projeto político-pedagógico.
˗ Analisar procedimentos e critérios de avaliação da aprendizagem no contexto da prática pedagógica.
˗ Investigar o papel do erro no processo de ensino-aprendizagem.
˗ Elaborar instrumentos para a verificação da aprendizagem.
˗ Analisar critérios de avaliação, formas de registro e de comunicação de resultados.
˗ Analisar propostas alternativas de avaliação da aprendizagem.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
187
e as atividades em grupo levarão em conta para fins avaliativos, além dos critérios elencados abaixo, a
presença efetiva e participativa de todos os sujeitos do grupo na elaboração e apresentação das sínteses. O
cronograma é uma previsão das atividades, e pode sofrer alterações. A prova final constará de um exercício
escrito que poderá contemplar todo o conteúdo abordado.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação a ser adotada na disciplina terá como característica principal, ser processual, o que remete a
importância da presença e participação do/a aluno/a durante as aulas, nos debates, produções, trabalhos em
grupo, apresentações. Em relação às produções (orais e escritas; individuais e em grupo) será levado em
consideração:
˗ Construção de um discurso coerente e coeso;
˗ Capacidade de teorização levando em conta os autores estudados;
˗ Compreensão do campo conceitual;
˗ Autonomia na argumentação sempre construída a partir dos referentes teóricos, associada à experiência;
˗ Habilidade de síntese;
˗ Capacidade de relacionar o conhecimento a diferentes contextos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Avaliação, ensino e aprendizagem – aspectos conceituais.
- A organização do trabalho pedagógico na escola e suas articulações com a sala de aula.
- Avaliação e construção do conhecimento.
- A construção do sucesso e do fracasso escolar: repercussões na formação da autoimagem do aluno.
- Funções da avaliação da aprendizagem.
- Avaliação formativa: conceito e práticas.
- Procedimentos utilizados na verificação de aprendizagens (elaboração de instrumentos, registros
avaliativos, critérios de correção e apresentação de resultados).
- Utilização pedagógica do erro no processo de ensino-aprendizagem.
- Projeto político-pedagógico e avaliação da aprendizagem.
- A sistemática de avaliação da aprendizagem na rede pública de ensino em Pernambuco.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan Manuel. Avaliar para conhecer, examinar para excluir. Tradução da
Magda Schwarzhaupt Chaves. Porto Alegre, RS. Editora Artmed, 2002.
- FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. São Paulo, SP.
Editora UNESP, 2009.
- FREITAS, L.C., DE SORDI, M. R. et al. Avaliação educacional: Caminhando pela contramão.
188
Petrópolis. RJ. Editora Vozes, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- CHARLOT, B. Da relação com o saber: Elementos para uma teoria. Porto Alegre, RS. Editora
Artmed, 2000.
- MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas.
Rio de Janeiro, RJ: DP&A, 2005.
- ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre, RS. Editora Artmed, 1999.
189
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Gestão Educacional e Gestão
EDUC0174 60 4 60 5
Escolar
QUIM0086
Pré- Políticas Educacionais, Requisitos
Co-Requisitos
requisitos Organização e Funcionamento C.H.
da Escola Básica.
EMENTA
Abordagem dos conceitos de administração e gestão em geral e no campo educativo. Análise crítica do
sistema educacional brasileiro na sua organização/ gestão/ legislação/ dinâmica interna e suas relações com
a sociedade local. Abordagem dos princípios da gestão escolar: seus tipos, objetivos, estruturas e processos.
Análise da gestão da escola numa perspectiva democrática. Escola, gestão e projeto político da escola.
190
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
METODOLOGIA
˗ Aulas dialogadas;
˗ Exposição e debate de filmes e documentários;
˗ Seminários Temáticos;
˗ Atividades em grupo;
˗ Avaliações escritas.
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos Novos Tempos. Rio de Janeiro, RJ. Editora Campus,
1999, 2ª edição.
˗ FERREIRA, Naura S. Carapeto (Org.). Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos
191
desafios. São Paulo, SP. Editora Cortez, 2001, 3ª edição.
˗ LUCK, Heloisa et.al. A Escola Participativa: o trabalho do gestor escolar. Rio de Janeiro, RJ. DP e
A, 1998, 2ª edição.
˗ PARO, Vitor Henrique. Administração Escolar: uma introdução. São Paulo, SP. Editora Papirus.
˗ PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo, SP. Editora Ática, 2002, 3ª
edição.
˗ OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Gestão Democrática da Educação: desafios contemporâneos.
Petrópolis, RJ. Editora Vozes, 2001, 3ª edição.
˗ SADER, E. & GENTILI, P. (Org.). Pós-Neoliberalismo: As Políticas Sociais e o Estado
Democrático. Rio de Janeiro, RJ. Editora Paz e Terra, 1995.
˗ VEIRA, Alexandre Tomaz. Gestão educacional e tecnologia. São Paulo, SP. Editora Avercamp, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ CABRAL NETO, Antônio, CASTRO et. al. (Orgs.). Pontos e contrapontos da política educacional:
uma leitura contextualizada de iniciativas governamentais. Brasília, DF. Liber Livro Editora, 2007,
p. 13 a 50.
˗ OLIVEIRA, Dalila Andrade e ROSAR, Maria de Fatima Felix. Política e Gestão da Educação. Belo
Horizonte, MG. Editora Autêntica, 2008. p. 13 a 18.
˗ OLIVEIRA, Dalina Andrade (Org.). Gestão democrática da educação. Petrópolis, RJ. Editora Vozes,
2009, p.15 a 45.
˗ OLIVEIRA, Dalila Andrade. A nova regulação de forças no interior da escola: carreira, formação e
avaliação docente. In: Revista Brasileira de Política e Administração da Educação (RBPAE). Porto
Alegre: ANPAE, 1997 – v. 13, n.1, p. 25 a 38.
˗ VIERIA, Sofia Lerche. Poder local e educação no Brasil: dimensões e tensões. In: Revista Brasileira
de Política e Administração da Educação (RBPAE). Porto Alegre: ANPAE, 1997 – v. 13, n.1, p.123 a
133.
˗ MARTINS, Paulo de Sena. O financiamento da educação básica como política pública. In: Revista
Brasileira de Política e Administração da Educação (RBPAE). Porto Alegre: ANPAE, 2010 – v. 26, n.3,
p.497 a 514.
˗ BATISTA, Neusa Chaves. Política nacional de formação de conselheiros municipais de educação:
uma experiência de rede em gestão democrática? In: Revista Brasileira de Política e Administração
da Educação (RBPAE). Porto Alegre: ANPAE, 2010 – v. 26, n.3, p. 515 a 534.
˗ CANINI, Lucia. A política educacional do PDE e do Plano de Metas Compromisso Todos pela
Educação. In: Revista Brasileira de Política e Administração da Educação (RBPAE). Porto Alegre:
ANPAE, 2010 – v. 26, n.3, p. 535 a 550.
˗ NOVAES, Ivan Luiz e FIALHO, Nadia Hage. Descentralização educacional: características e
192
perspectivas. In: Revista Brasileira de Política e Administração da Educação (RBPAE). Porto Alegre:
ANPAE, 2010 – v. 26, n.3, p. 585 a 602.
˗ HALLAK, Jacques e POISSON, Muriel. Descentralização do sistema educacional: desafios do
ponto de vista da transparência e da accountability. In: Revista Brasileira de Política e
Administração da Educação (RBPAE). Porto Alegre: ANPAE, 2010 – v. 26, n.2, p. 223 a 236.
˗ DAVIES, Nicholas. A contabilização da receita e despesa em educação pelo TCU: omissões,
inconsistências e equívocos. In: Revista Brasileira de Política e Administração da Educação
(RBPAE). Porto Alegre: ANPAE, 2010 – v. 26, n.2, p. 267 a 285.
193
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Laboratório de Química
QUIM0089 30 1 30 5
Inorgânica
QUIM0005 QUIM0088
Requisitos
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Química
C.H.
Inorgânica I Inorgânica II
EMENTA
Experimentos abordando conceitos relacionados aos conteúdos da Química Inorgânica: Propriedades dos
compostos metais alcalinos, alcalinos terrosos, metais de transição d e elementos não metálicos, Síntese de
compostos inorgânicos, Síntese e propriedades de compostos de coordenação.
194
laboratório. Adquirir conhecimentos de técnicas básicas de análises e transformações químicas essenciais
num laboratório de Química Inorgânica, bem como na aquisição e organização dos dados experimentais.
Redigir relatórios científicos, discutir e avaliar os resultados obtidos nos experimentos, contribuindo para o
aprendizado teórico-experimental.
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas práticas no laboratório de
química, com realização de experimentos por parte dos alunos com supervisão e orientação do professor.
Sendo também a dinâmica das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a
bibliografia básica ou complementar.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de relatórios, listas com questões, caderno de
laboratório e frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Reatividade dos elementos dos grupos IA, IIA e IIIA da Tabela Periódica.
2. Crescimento de cristais inorgânicos.
3. Síntese e caracterização de sais duplos.
4. Síntese de óxidos.
5. Síntese e propriedade de compostos de coordenação.
6. Efeito dos ligantes nas cores de complexos de metais de transição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ LEE, J. D. Química Inorgânica Não Tão Concisa. São Paulo, S.P. Editora Edgard Blücher, 1999, 5ª
edição.
˗ SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W. Química Inorgânica. Porto Alegre, RS. Editora Bookman, 2003, 3ª
edição.
˗ ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Artmed-Bookman, 2012, 5ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 2010, v. 1 e v.2. 6ª
edição.
195
˗ BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 1986, v. 1, 2ª edição.
˗ BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2005, 9ª edição.
˗ http://en.wikipedia.org/wiki/Main_Page
˗ http://www.webelements.com/
˗ http://www.ucc.ie/academic/chem/dolchem/html/elem/elem001.html
˗ http://www.hsc.csu.edu.au/chemistry/options/industrial/
˗ http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=superfluidezsuperssolidez
196
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Metodologia do Ensino de
QUIM0020 60 45 5 105 5
Química I
QUIM0076
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Geral I
EMENTA
Estudo epistemológico e didático dos conceitos de Química Geral abordados no Ensino Fundamental e
Médio da Educação Básica. Análise de livros didáticos e paradidáticos. Elaboração de materiais didáticos
para Química Geral (softwares, experimentos, textos, aulas e avaliações) envolvendo a contextualização
histórica e/ou sociocultural do conhecimento e a articulação teoria-prática. Abordagens de Ensino. Modelo
de ensino e aprendizagem por investigação. Pesquisa em Educação Química.
197
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
˗ Compreender algumas concepções epistemológicas da ciência: idealista; empirista-indutivista;
construtivista: racionalismo crítico, racionalismo dialético, contextualismo e externalismo.
˗ Identificar visões deformadas da ciência: descontextualizada; individualista e elitista; empirista-
indutivista e ateórica; rígida, algorítmica, infalível; aproblemática e ahistórica; exclusivamente
analítica; acumulativa de crescimento linear transmitidas por professores através de abordagens de
ensino em aulas de química do ensino médio.
˗ Conhecer concepções dos professores sobre a natureza do pensamento científico.
˗ Compreender as conseqüências das visões deformadas dos professores sobre a Natureza da Ciência
(NdC) e suas implicações para o ensino de Ciências/Química.
˗ Compreender aspectos teóricos e metodológicos das abordagens de Ensino por transmissão-recepção
(EPTR); ensino por redescoberta (EPR); ensino por mudança conceitual (EPMC) e ensino por
investigação (EPI) no contexto da sala de aula.
˗ Compreender aspectos teóricos e metodológicos da elaboração e desenvolvimento de sequências
didáticas nas aulas de Química do ensino médio.
˗ Elaborar seqüências didáticas para as aulas de Química do ensino médio envolvendo as dimensões
epistêmica e pedagógica do conhecimento químico.
˗ Utilizar as contribuições da pesquisa em Ensino de Química nas aulas de Química do ensino médio.
˗ Produzir material didático para o ensino médio de Química considerando a contextualização histórica
e/ou sóciocultural do conhecimento de química e a articulação teoria-prática: Elaborar e aplicar
softwares de simulação para abordar conceitos nas aulas de Química do ensino médio; Elaborar e
utilizar experimentos, considerando recursos de laboratório de química ou material alternativo de baixo
custo, nas aulas de Química do ensino médio; Elaborar textos didáticos considerando aspectos da
Ciência/Química, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA) de forma articulada e sua utilização nas
aulas de Química do ensino médio; Elaborar instrumentos de avaliação envolvendo a proposição de
problemas nas aulas de química do ensino médio.
˗ Implementar seqüências didáticas nas aulas de Química do ensino médio a partir do material didático
produzido: softwares, experimentos, texto didático, instrumentos de avaliação (resolução de
problemas). Compreender o papel do livro didático e paradidático de Química no ensino médio.
˗ Conhecer o Programa Nacional do livro Didático para o ensino médio (PNLEM) e o Guia de livros
didáticos PNLD 2012: Química.
˗ Analisar livros didáticos e paradidáticos de química usados no ensino médio química considerando
critérios de análise e escolha com base no Guia de livros didáticos PNLD 2012: Química.
198
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos
da disciplina. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
˗ Exposição dialogada;
˗ Resolução de questões;
˗ Discussão de temas a partir da exposição de vídeos;
˗ Leitura, estudo e discussão de artigos resultantes de pesquisa teórica e/ou empírica na área de Ensino
de Química e de textos envolvendo os conteúdos a serem abordados no componente curricular de
Metodologia de Ensino de Química I;
˗ Elaboração e apresentação de seminários temáticos envolvendo os conteúdos a serem abordados no
componente curricular de Metodologia de Ensino de Química I;
˗ Produção de material didático de química para o ensino médio;
˗ Desenvolvimento de seqüências didáticas para as aulas de Química do ensino médio a partir da
produção do material didático de química;
˗ Apresentação da análise de livros didáticos de química utilizados no ensino médio;
˗ Elaboração de artigos a partir do desenvolvimento de seqüências didáticas nas salas de aula de química
do ensino médio em escolas públicas ou privadas de cidades do Agreste de Pernambuco.
AVALIAÇÃO
Dentre os diversos instrumentos de avaliação podemos utilizar alguns ou todos os descritos a seguir,
dependendo do desenvolvimento da disciplina em sala de aula:
˗ Avaliação escrita;
˗ Apresentação de Seminários Temáticos sobre a produção de material didático de Química para o
ensino médio;
˗ Desenvolvimento de seqüências didáticas nas aulas de Química do ensino médio;
˗ Análise de livros didáticos de química para o ensino médio;
˗ Elaboração de artigos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
˗ Concepções epistemológicas da ciência: idealista; empirista-indutivista; construtivista: racionalismo
crítico, racionalismo dialético, contextualismo, externalismo.
˗ Visões deformadas da ciência: descontextualizada; individualista e elitista; empirista-indutivista e
ateórica; rígida, algoritimica, infalível; aproblemática e ahistórica; exclusivamente analítica;
acumulativa de crescimento linear.
˗ Concepções dos professores sobre a natureza do pensamento científico.
199
˗ Consequências das visões deformadas dos professores sobre a Natureza da Ciência (NdC) e suas
implicações para o ensino de Ciências/Química.
˗ Introdução à didática do ensino de Química: Abordagens de ensino nas aulas de Química do ensino
médio: aspectos teóricos e metodológicos do Ensino por transmissão-recepção (EPTR); ensino por
redescoberta (EPR); ensino por mudança conceitual (EPMC); ensino por investigação (EPI).
˗ Aspectos teóricos e metodológicos da elaboração e desenvolvimento de sequências didáticas nas aulas
de Química do ensino médio.
˗ Elaboração de sequências didáticas para as aulas de Química do ensino médio envolvendo as dimensões
epistêmica e pedagógica do conhecimento químico.
˗ Introdução aos aspectos teóricos e metodológicos da pesquisa em Educação Química. Elaboração de
artigos.
˗ Contribuições da pesquisa em Ensino de Química nas aulas de Química do ensino médio.
˗ Produção de material didático para o ensino médio de Química envolvendo a contextualização histórica
e/ou sociocultural do conhecimento de química e a articulação teoria-prática: Elaboração e aplicação de
softwares nas aulas de Química do ensino médio; Elaboração e utilização de experimentos, a partir de
recursos de laboratório de química ou material alternativo de baixo custo, nas aulas de Química do
ensino médio; Elaboração de texto didático incluindo aspectos da Ciência/Química, Tecnologia,
Sociedade e Ambiente (CTSA) de forma articulada e sua utilização nas aulas de Química do ensino
médio; Elaboração de instrumentos de avaliação envolvendo a proposição de problemas nas aulas de
química do ensino médio.
˗ Implementação de sequências didáticas nas aulas de Química do ensino médio a partir do material
didático de química produzido.
˗ O papel do livro didático e paradidático de Química no ensino médio.
˗ Programa Nacional do livro Didático para o ensino médio (PNLEM).
˗ Guia de livros didáticos PNLD 2012: Química.
˗ Análise de livros didáticos e paradidáticos: critérios de análise e escolha.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
200
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
201
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0088 Química Inorgânica II 30 2 30 5
QUIM0005
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
Inorgânica I
EMENTA
Teoria ácido e base de Lewis. Ácidos e bases duros e moles. Propriedades Gerais dos Elementos de
Transição. Complexos de metais de transição. Introdução ao estudo da ligação química nos compostos de
coordenação. Propriedades espectroscópicas e magnéticas dos compostos de coordenação. Compostos
organometálicos.
202
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas teóricas expositivas, utilizando
quadro branco e Datashow, com discussão do conteúdo e resolução de exercícios. Sendo também a
dinâmica das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a bibliografia básica.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de provas escritas, listas de exercícios e
frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – TEORIA ÁCIDO E BASE DE LEWIS
1.1 – Conceitos de ácido e base de Lewis;
1.2 – Exemplos de ácido e base de Lewis;
1.3 – Tipos fundamentais de reações de ácido e base de Lewis;
1.4 – Solventes com ácidos e bases.
2 – ÁCIDOS E BASES DUROS E MOLES
2.1 – Classificações dos ácidos e das bases;
2.2 – A interpretação da dureza;
2.3 – Consequências químicas da dureza.
3 – PROPRIEDADES DOS ELEMENTOS DO BLOCO d
3.1 – Propriedades Físicas;
3.2 – Tendências nas propriedades químicas.
4 – INTRODUÇÃO AOS COMPOSTOS DE COORDENAÇÃO DOS METAIS DO BLOCO d
4.1 – Constituição e geometria;
4.2 – Ligantes e nomenclatura;
4.3 – Isomeria e quiralidade.
5 – LIGAÇÃO E ESTRUTURA ELETRÔNICA DOS COMPLEXOS DOS METAIS DO BLOCO d
5.1 – Teoria do Campo Cristalino;
5.2 – Teoria do Campo Ligante.
203
6 – COMPOSTOS ORGANOMETÁLICOS DOS METAIS DO BLOCO d
6.1 – A ligação nos compostos organometálicos;
6.2 – Ligantes representativos;
6.3 – Exemplos representativos de compostos organometálicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ LEE, J. D. Química Inorgânica Não Tão Concisa. São Paulo, S.P. Editora Edgard Blücher, 1999, 5ª
edição.
˗ SHRIVER, D. F.; Química Inorgânica. Porto Alegre, RS. Editora Bookman, 2003.4, 3ª edição.
˗ ATKINS, P. JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012, 5ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 2010, 6ª edição,
v.1 e v.2.
˗ BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 1986, 2ª edição, v.1.
˗ BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2005, 9ª edição.
204
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0007 Química Orgânica I 60 4 60 5
QUIM0080
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Geral II
EMENTA
Química Orgânica: Escopo, Estrutura Eletrônica. Ligações Químicas em Compostos Orgânicos. Grupos
Funcionais e Nomenclatura. Reações Orgânicas. Alcanos. Estereoisomerismo. Haletos de Alquila. Reações
de Substituição Nucleofílica. Reações de Eliminação. Álcoois e Éteres. Alcenos. Alcinos. Compostos
Aromáticos. Aldeídos e Cetonas.
205
A dinâmica das aulas será desenvolvida em aulas expositivas (quadro e data show), com discussão e
apresentação utilizando modelos atômicos. Exercícios de verificação de aprendizagem e resolução de
listas de exercícios. Todas as atividades serão apoiadas na bibliografia básica e estarão referidas a uma
bibliografia de apoio.
AVALIAÇÃO
A avaliação se processará por meio de provas escritas, exercícios, frequência e outras atividades.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
˗ Química Orgânica: Escopo, Estrutura Eletrônica;
˗ Ligações Químicas em Compostos Orgânicos;
˗ Grupos Funcionais e Nomenclatura;
˗ Reações Orgânicas;
˗ Alcanos: propriedades e reações;
˗ Estereoisomerismo;
˗ Haletos de Alquila e Compostos Organometálicos;
˗ Reações de Substituição Nucleofílica: mecanismos de reações SN1 e SN2;
˗ Reações de Eliminação: mecanismos de reações E1 e E2;
˗ Álcoois e Éteres: propriedades e reações;
˗ Alcenos: propriedades e reações;
˗ Alcinos: propriedades e reações;
˗ Compostos Aromáticos: propriedades e reações de Substituição Eletrofílica Aromática;
˗ Aldeídos e Cetonas: aspectos introdutórios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2009, 9ª edição, v. 1.
- SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2009, 9ª edição, v. 2.
- BRUICE, P. Y. Química orgânica. Editora Prentice Hall Brasil, 2006, 4ª edição, v.1.
- MCMURRY, J. Química Orgânica I. Editora Cengage Learning, 2004, 6ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
206
Editora Bookman, 2012, 5ª edição.
- KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas. Editora Cengage Learning, 6ª edição, 2010,
v.1 e v.2.
207
IX.6 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO SEXTO PERÍODO
208
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0096 Estágio Supervisionado I 30 60 4 90 6
QUIM0020
Pré-requisitos Metodologia do Co-Requisitos Requisitos C.H.
Ensino de Química I
EMENTA
Discussão sobre a formação do professor de Química e a construção de sua identidade profissional. Estágio
de observação em sala de aula. Caracterização da abordagem de ensino de Química ministrado na educação
básica no ensino fundamental por meio de análise das condições de trabalho, das metodologias e dos
recursos didáticos utilizados pelos professores de Química. Desenvolvimento de plano de intervenção
definido a partir da situação geradora em sala de aula: Planejamento de aula e de estratégias didáticas de
209
apoio à regência, com explicitação dos recursos didáticos a serem utilizados e proposição de instrumentos
de avaliação adequados ao plano de intervenção.
OBJETIVO(S) DO COMPONENTE
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos
do componente curricular. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
˗ Exposição dialogada;
˗ Leitura, estudo e discussão de textos sobre tendências atuais para a formação de professores de
Química para a Educação Básica;
˗ Leitura, estudo e discussão de artigos resultantes da pesquisa sobre a Formação de Professores de
Química;
˗ Orientação dos alunos na elaboração e desenvolvimento do projeto de estágio;
˗ Orientação dos alunos na elaboração do relatório final de estágio.
210
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília (DF), Secretaria de Educação
Média e Tecnológica: MEC, 2002.
˗ QUELUZ, A. G.; ALONSO, M. O trabalho docente: teoria e prática. São Paulo, SP. Editora Pioneira
Thomson Learning, 2003.
˗ SCHNETZLER, R. P.; SANTOS, W. L. P., Educação em química: compromisso com a cidadania. Ijuí,
RS. Editora da Unijuí, 1997, 3ª edição.
211
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
212
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0095 Físico-Química I 60 4 60 6
Pré- QUIM0080
Co-Requisitos Requisitos C.H.
requisitos Química Geral II
EMENTA
Gases: gás perfeito e gases reais. Primeira Lei da Termodinâmica: conservação de energia, energia interna,
entalpia e termoquímica. Segunda e Terceira Leis da Termodinâmica: entropia, energia de Gibbs. Mudanças
de Fase em Substâncias Puras: termodinâmica de transição e diagrama de fase.
Discutir conceitos fundamentais da Físico-Química aplicados a propriedades dos gases, primeira lei da
213
termodinâmica, segunda lei da termodinâmica e equilíbrio de fases em substâncias puras. Além disso,
permitir o desenvolvimento de capacidades de raciocínio científico, solução de problemas relacionados ao
conteúdo e aplicação dos conceitos aprendidos a fenômenos estudados em outros componentes curriculares.
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas teóricas expositivas, utilizando
quadro branco e Datashow, com discussão do conteúdo e resolução de exercícios. Sendo também a
dinâmica das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a bibliografia básica.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de provas escritas, listas de exercícios e
frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
214
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
215
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Metodologia do Ensino de
QUIM0094 60 30 5 90 6
Química II
QUIM0020 QUIM0007
Pré- Requisitos
Metodologia do Ensino Co-Requisitos Química
requisitos C.H.
de Química I Orgânica I
EMENTA
Estudo epistemológico e didático dos conceitos de Química Orgânica abordados no Ensino Fundamental e
Médio da Educação Básica. Análise de livros didáticos e paradidáticos. Elaboração de materiais didáticos
para Química Orgânica (softwares, experimentos, textos, aulas e avaliações) envolvendo a contextualização
histórica e/ou sócio-cultural do conhecimento e a articulação teoria-prática. Abordagens de Ensino. Modelo
de ensino e aprendizagem por investigação. Pesquisa em Educação Química.
216
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
217
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos
da disciplina. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
˗ Exposição dialogada;
˗ Resolução de questões;
˗ Elaboração de mapas conceituais;
˗ Discussão de temas a partir da exposição de vídeos;
˗ Leitura, estudo e discussão de artigos resultantes de pesquisa teórica e/ou empírica na área de Ensino
de Química Orgânica e de textos envolvendo os conteúdos a serem abordados no componente
curricular de Metodologia de Ensino de Química II;
˗ Produção de material didático de química para o ensino médio;
˗ Desenvolvimento de seqüências didáticas para as aulas de Química do ensino médio a partir da
produção do material didático de química;
˗ Apresentação da análise de livros didáticos de Química Orgânica utilizados no ensino médio;
˗ Elaboração de artigos a partir do desenvolvimento de seqüências didáticas nas salas de aula de
Química Orgânica do ensino médio em escolas públicas ou privadas de cidades do Agreste de
Pernambuco.
AVALIAÇÃO
Dentre os diversos instrumentos de avaliação podemos utilizar alguns ou todos os descritos a seguir,
dependendo do desenvolvimento da disciplina em sala de aula:
˗ Avaliação escrita;
˗ Desenvolvimento de sequências didáticas nas aulas de Química do ensino médio;
˗ Análise de livros didáticos de química para o ensino médio;
˗ Elaboração de artigos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
218
(EPTR); ensino por redescoberta (EPR); ensino por mudança conceitual (EPMC); ensino por
investigação (EPI).
˗ Aspectos teóricos e metodológicos da elaboração e desenvolvimento de sequências didáticas nas aulas
de Química Orgânica do ensino médio.
˗ Elaboração de sequências didáticas para as aulas de Química Orgânica do ensino médio envolvendo as
dimensões epistêmica e pedagógica do conhecimento químico.
˗ Introdução aos aspectos teóricos e metodológicos da pesquisa em Educação Química. Elaboração de
artigos.
˗ Contribuições da pesquisa em Ensino de Química nas aulas de Química Orgânica do ensino médio.
˗ Produção de material didático para o ensino médio de Química Orgânica envolvendo a contextualização
histórica e/ou sociocultural do conhecimento de química e a articulação teoria-prática:
˗ Elaboração e aplicação de softwares nas aulas de Química Orgânica do ensino médio;
˗ Elaboração e utilização de experimentos, a partir de recursos de laboratório de química ou material
alternativo de baixo custo, nas aulas de Química Orgânica do ensino médio;
˗ Elaboração de texto didático incluindo aspectos da Ciência/Química, Tecnologia, Sociedade e Ambiente
(CTSA) de forma articulada e sua utilização nas aulas de Química Orgânica do ensino médio;
˗ Elaboração de instrumentos de avaliação envolvendo a proposição de problemas nas aulas de Química
Orgânica do ensino médio;
˗ Implementação de sequências didáticas nas aulas de Química Orgânica do ensino médio a partir do
material didático de química produzido;
˗ O papel do livro didático e paradidático de Química Orgânica no ensino médio;
˗ Programa Nacional do livro Didático para o ensino médio (PNLEM);
˗ Guia de livros didáticos PNLD 2012: Química;
˗ Análise de livros didáticos e paradidáticos: critérios de análise e escolha.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
219
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
220
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0093 Química Analítica I 60 4 60 6
QUIM0080
Pré-requisitos Química Geral Co-Requisitos Requisitos C.H.
II
EMENTA
Introdução à química analítica qualitativa. Reações de identificação de cátions e ânions. Erros experimentais.
Métodos de calibração. Amostragem. Equilíbrio Químico. Equilíbrio ácido-base. Equilíbrio de complexação.
Equilíbrio de solubilidade. Equilíbrio de Oxirredução. Análise gravimétrica. Análise volumétrica.
OBJETIVOS
Oportunizar ao discente ter uma visão geral dos modelos teóricos que fundamentam os diversos métodos e
técnicas usadas na Química Analítica e das suas especificidades para uso na análise química inorgânica
221
qualitativa e quantitativa.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
V. AMOSTRAGEM
˗ Princípios e procedimentos da amostragem;
˗ Estatísticas de amostragem;
˗ Técnicas de preparação das amostras.
222
˗ Ionização de ácidos polipróticos e de bases polibásicas;
˗ Sistemas Tampão e cálculo de espécies em equilíbrio em sistemas de tamponamento;
˗ Equilíbrio de Hidrólise.
X. ANÁLISE GRAVIMÉTRICA
˗ Bases da análise gravimétrica. Formação de precipitados. Nucleação;
˗ Crescimento de partículas;
˗ Supersaturação e supersaturação relativa;
˗ Precipitação em meio homogêneo. Contaminação de precipitados. Lavagem de precipitados.
Calcinação. Fator gravimétrico. Cálculos.
XI ANÁLISE VOLUMÉTRICA
˗ Volumetria de Neutralização;
˗ Volumetria de Precipitação;
˗ Volumetria de Complexação;
223
˗ Fundamentos teóricos da volumetria de oxidação.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ VOGEL, A. I. Análise Química Qualitativa. Editora Livros Técnicos e Científicos, 2002, 6ª edição.
˗ HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. Editora LTC, 2008, 7ª edição.
˗ SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J. Fundamentos de química analítica. Editora Thomson
Learning, 2006, 8ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012, 5ª edição.
˗ BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2005, 9ª edição.
224
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0092 Química Orgânica II 60 4 60 6
QUIM0007
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Orgânica I
EMENTA
Aldeídos e Cetonas – reações aldólicas. Ácidos carboxílicos e seus derivados. Síntese de compostos
dicarbonílicos – química dos enolatos. Substituição Nucleofílica Aromática. Aminas. Compostos
heterocíclicos. Compostos de enxofre e fósforo. Introdução à síntese orgânica.
225
METODOLOGIA
A dinâmica das aulas será desenvolvida em aulas expositivas (quadro e Datashow), com discussão e
apresentação utilizando modelos atômicos. Exercícios de verificação de aprendizagem e resolução de listas
de exercícios. Todas as atividades serão apoiadas na bibliografia básica e estarão referidas a uma
bibliografia de apoio.
AVALIAÇÃO
A avaliação se processará por meio de provas escritas, exercícios, frequência e outras atividades.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
˗ Aldeídos e Cetonas: síntese, reações aldólicas;
˗ Ácidos Carboxílicos e seus derivados: ácidos carboxílicos, ésteres, anidridos de ácido, cloretos de
ácido, amidas e nitrilas;
˗ Compostos dicarbonílicos: química de enóis e enolatos;
˗ Compostos aromáticos: reações de substituição nucleofílica aromática;
˗ Aminas: propriedades e reações;
˗ Compostos heterocíclicos: propriedades e reações;
˗ Compostos de enxofre e fósforo;
˗ Introdução à Síntese Orgânica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2009, 9ª edição, v.1.
˗ SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2009, 9ª edição, v.2.
˗ BRUICE, P. Y. Química orgânica. Editora Prentice Hall Brasil, 2006, 4ª edição, v.1.
˗ VOLLHARD, P. C.; SCHORE, N. E. Química Orgânica – Estrutura e função. Editora Bookman,
2004, 4ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
226
˗ BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2005, 9ª edição.
˗ ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012, 5ª edição.
227
IX.7 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO SÉTIMO PERÍODO
228
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0102 Estágio Supervisionado II 30 75 4 105 7
QUIM0096
Pré-requisitos Estágio Co-Requisitos Requisitos C.H.
Supervisionado I
EMENTA
Discussão sobre a formação do professor de Química e a construção de sua identidade profissional. Estágio
de observação em sala de aula. Caracterização da abordagem de ensino de Química ministrado na educação
básica em escolas de ensino médio por meio de análise das condições de trabalho, das metodologias e dos
recursos didáticos utilizados pelos professores de Química. Desenvolvimento de plano de intervenção
definido a partir da situação geradora em sala de aula: Planejamento de aulas e de estratégias didáticas de
apoio à regência, com explicitação dos recursos didáticos a serem utilizados e proposição de instrumentos
229
de avaliação adequados ao plano de intervenção.
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos
do componente curricular. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
˗ Exposição dialogada;
˗ Leitura, estudo e discussão de textos sobre tendências atuais para a formação de professores de
Química para a Educação Básica;
˗ Leitura, estudo e discussão de artigos resultantes da pesquisa sobre a Formação de Professores de
Química;
˗ Orientação dos alunos na elaboração e desenvolvimento do projeto de estágio;
˗ Orientação dos alunos na elaboração do relatório final de estágio.
AVALIAÇÃO
Dentre os diversos instrumentos de avaliação poderemos utilizar os descritos a seguir:
230
˗ Observação e análise das atividades de regência tomando por base o desenvolvimento do projeto de
estágio;
˗ Apresentação do relatório final de estágio na escola;
˗ Análise da produção escrita do relatório final de estágio.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo, SP. Editora Cortez, 2007, 15a edição.
231
˗ CARVALHO, A. M. P. Prática de ensino: os estágios na formação do professor. São Paulo, SP.
Livraria Pioneira Editora, 2007.
˗ NUÑEZ, I. B.; RAMALHO, B. L. (orgs.). Fundamentos do ensino-aprendizagem das ciências
naturais e da matemática: o novo ensino médio. Porto Alegre, RS. Editora Sulina, 2004.
232
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0098 Físico-Química II 60 4 60 7
QUIM0095
Pré-requisitos Físico-Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
I
EMENTA
233
de raciocínio científico, solução de problemas relacionados ao conteúdo e aplicação dos conceitos
aprendidos a fenômenos estudados em outros componentes curriculares.
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas teóricas expositivas, utilizando
quadro branco e Datashow, com discussão do conteúdo e resolução de exercícios. Sendo também a
dinâmica das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a bibliografia básica.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de provas escritas, listas de exercícios e
frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – MISTURAS SIMPLES
1.1 – Grandezas parciais molares;
1.2 – A termodinâmica das misturas;
1.3 – Os potenciais químicos dos líquidos;
1.4 – Misturas de líquidos;
1.5 – Propriedades coligativas;
1.6 – Atividades.
2 – EQUILÍBRIO QUÍMICO
2.1 – A descrição termodinâmica do equilíbrio;
2.2 – Resposta do equilíbrio às condições do sistema.
3 – SOLUÇÕES IÔNICAS
3.1 – Atividades de íons em solução;
3.2 – Teoria das soluções iônicas de Debye-Hückel.
4 – ELETROQUÍMICA
4.1 – Meias- reações e eletrodos;
4.2 – Tipos de pilha;
4.3 – Potencias-padrões;
4.4 – Aplicações dos potencias-padrões.
5 – CINÉTICA QUÍMICA
5.1 – Velocidade de reação e leis de velocidade;
5.2 – Dependência da velocidade com a temperatura;
234
5.3 – Mecanismos e processos elementares;
5.4 – Aproximação do estado estacionário;
5.5 – Teoria do estado de transição;
5.6 – Catálise.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ ATKINS, P.; PAULA, J. Físico-Química. Editora LTC, 2008, 8ª edição, v.1 e v.2.
˗ CASTELLAN G. Fundamentos de Físico-Química. Editora LTC. 2003.
˗ BALL, D. W. Físico-Química. Editora Thomson, 2005, v.1 e v.2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
235
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Laboratório de Química
QUIM0100 60 2 60 7
Orgânica
QUIM0092
Pré-requisitos Química Orgânica Co-Requisitos Requisitos C.H.
II
EMENTA
236
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
Realizar experimentos de Química Orgânica, procurando correlacionar os aspectos práticos aos conceitos
teóricos. Identificar e diferenciar a reatividade de compostos orgânicos dentro do laboratório. Identificar os
reagentes e/ou condições necessárias, bem como os mecanismos para a interconversão das reações
discutidas. Conhecer os principais métodos de caracterização de compostos orgânicos, aprendendo a
interpretar espectros de diversos compostos.
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular se dará no laboratório de química, alternando aulas práticas com
aulas expositivas sobre técnicas de caracterização. Todas as atividades serão apoiadas na bibliografia
básica, além de artigos científicos da área.
AVALIAÇÃO
A avaliação se processará por meio de relatórios, listas de exercícios, frequência e outras atividades.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
˗ SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2009, 9ª edição, v.1.
˗ SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2009, 9ª edição, v.2.
˗ SILVERSTEIN, R. M.; WEBSTER, F. X. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos.
Editora LTC, 2007, 7ª edição.
237
˗ ZUBRICK, J. W. Manual de sobrevivência no laboratório de química orgânica: guia de técnicas
para o aluno. Editora LTC, 2005, 6ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012, 5ª edição.
˗ BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 1986, 2ª edição, v.1 e v.2.
238
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H. Períod
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global o
Créditos
Teórica Prática
Metodologia do Ensino de
QUIM0101 60 30 5 90 7
Química III
QUIM0094
QUIM0095
Pré- Metodologia do
Co-Requisitos Físico-Química Requisitos C.H.
requisitos Ensino
I
de Química II
EMENTA
Estudo epistemológico e didático dos conceitos de Físico-química abordados no Ensino Médio. Análise de
livros didáticos e paradidáticos. Elaboração de materiais didáticos que abordem os conceitos da Físico-
química (softwares, experimentos, textos, aulas, avaliações e outros) envolvendo a contextualização
histórica e/ou sócio-cultural do conhecimento e a articulação teoria-prática. Modelo de ensino por
investigação. Pesquisa em Educação Química.
239
˗ Compreender a origem, evolução, importância e campo de estudo da área de Ensino de Química.
˗ Entender a evolução histórica do Ensino de Química no Brasil.
˗ Conhecer concepções dos professores sobre a natureza do pensamento científico.
˗ Compreender os objetivos do ensino de química.
˗ Entender o papel do ensino de química na formação do cidadão.
˗ Analisar criticamente currículos e programas de química do ensino básico.
˗ Utilizar as contribuições da pesquisa em Ensino de Química nas aulas de Química do ensino médio.
˗ Produzir material didático para o ensino médio de Química considerando a contextualização histórica
e/ou sócio-cultural do conhecimento de química e a articulação teoria-prática:
˗ Elaborar e aplicar softwares de simulação para abordar conceitos nas aulas de Química do ensino
médio;
˗ Elaborar e utilizar experimentos, considerando recursos de laboratório de química ou material
alternativo de baixo custo, nas aulas de Química do ensino médio;
˗ Elaborar textos didáticos considerando aspectos da Ciência/Química, Tecnologia, Sociedade e
Ambiente (CTSA) de forma articulada e sua utilização nas aulas de Química do ensino médio;
˗ Elaborar instrumentos de avaliação envolvendo a proposição de problemas nas aulas de química do
ensino médio.
˗ Utilizar mapas conceituais nas aulas de Química do ensino médio a partir do material didático
produzido (softwares, experimentos, texto didático, instrumentos de avaliação, resolução de
problemas).
˗ Compreender o papel do livro didático e paradidático de Química no ensino médio.
˗ Analisar livros didáticos e paradidáticos de química usados no ensino médio química considerando
critérios de análise e escolha com base no Guia de livros didáticos PNLD 2012: Química.
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos da
disciplina. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
˗ Exposição dialogada;
˗ Resolução de questões;
˗ Discussão de temas a partir da exposição de vídeos;
˗ Leitura, estudo e discussão de artigos resultantes de pesquisa teórica e/ou empírica na área de Ensino de
Química e de textos envolvendo os conteúdos a serem abordados no componente curricular de
Metodologia de Ensino de Química I;
˗ Elaboração e apresentação de seminários temáticos envolvendo os conteúdos a serem abordados no
componente curricular de Metodologia de Ensino de Química I;
240
˗ Produção de material didático de química para o ensino médio;
˗ Desenvolvimento de sequências didáticas para as aulas de Química do ensino médio a partir da
produção do material didático de química;
˗ Apresentação da análise de livros didáticos de química utilizados no ensino médio;
˗ Elaboração de artigos a partir do desenvolvimento de sequências didáticas nas salas de aula de química
do ensino médio em escolas públicas ou privadas de cidades do Agreste de Pernambuco.
AVALIAÇÃO
Dentre os diversos instrumentos de avaliação podemos utilizar alguns ou todos os descritos a seguir,
dependendo do desenvolvimento da disciplina em sala de aula:
˗ Avaliação escrita;
˗ Apresentação de Seminários Temáticos sobre a produção de material didático de Química para o ensino
médio;
˗ Análise de livros didáticos de química para o ensino médio;
˗ Elaboração de artigos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
241
- DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J.A.; PERNAMBUCO, M.M. Ensino de Ciências: fundamentos e
métodos. São Paulo, SP. Editora Cortez, 2002 (Coleção Docência em Formação).
- MALDANER, O. A.; BASO, L. Fundamentos e propostas de ensino de química para a educação
básica. Ijuí, RS. Editora UNIJUÍ, 2007.
- SANTOS, W.; SCHNETZLER, R. Educação em Química: um compromisso com a cidadania. Ijuí,
RS. Editora Unijuí, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
242
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0099 Química Analítica II 60 2 60 7
QUIM0093
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
Analítica I
EMENTA
OBJETIVOS
243
Desenvolver no discente habilidade e competências para planejar, desenvolver, sistematizar, analisar e a
interpretar os resultados experimentais de análises químicas qualitativa e quantitativa com base no
referencial teórico que fundamenta a respectiva técnica.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- VOGEL, A. I. Análise Química Qualitativa. Editora Livros Técnicos e Científicos, 2002, 6ª edição.
- HARRIS, D. C., Análise Química Quantitativa. Editora LTC, 2008, 7ª edição.
- SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J. Fundamentos de química analítica. Editora Thomson
Learning, 2006, 8ª edição.
244
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Artmed-Bookman, 2012, 5ª edição.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2005. 9ª edição.
245
IX.8 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO OITAVO PERÍODO
246
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
TIPO DE COMPONENTE (Marque um X na opção)
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Metodologia da Pesquisa
QUIM0050 60 4 60 8
Educacional
EMENTA
Introdução às questões epistemológicas, teóricas e técnicas da pesquisa científica na educação, com ênfase
no ensino de química: problemas contemporâneos, metodologias de construção e análise de dados.
Planejamento e etapas de um projeto de pesquisa.
- Contribuir para que o aluno explore as possibilidades da pesquisa científica no campo da educação.
- Refletir sobre as características e usos da metodologia qualitativa e quantitativa na educação.
- Discutir o papel da pesquisa e do(a) pesquisador(a) na área do ensino de química.
247
- Aprender a elaborar e executar um projeto de pesquisa e apresentar comunicações científicas orais.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo, SP. Editora Atlas, 2005
- GONSLAVES, E. P., Iniciação à pesquisa científica. Editora Alínea, 4ª edição, 2007.
- GONZÁLEZ R. F. L.; Pesquisa qualitativa e subjetividade: os processos de construção da
informação. Editora Pioneira Thomson Learning, 2005.
- PESCUMA, D.; CASTILHO, A. P. F. de. Projeto de pesquisa: o que é? Como fazer? : um guia para
248
sua elaboração. Editora Olho d'Água, 2011, 7ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
249
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0105 Estágio Supervisionado III 30 60 4 90 8
QUIM0102
Pré-
Estágio Co-Requisitos Requisitos C.H.
requisitos
Supervisionado II
EMENTA
Reflexão sobre a formação do Gestor Escolar e a construção de sua identidade profissional. Estágio de
observação da dinâmica escolar como um todo. Elementos teórico-práticos da gestão escolar; da interação
entre professores-direção-coordenação pedagógica-administração escolar; da interação professor-aluno; do
relacionamento escola/comunidade; das relações com a família dos alunos; da análise do projeto político-
pedagógico da escola; análise da organização do trabalho escolar: linguagem, tempo e espaço; da análise da
estrutura administrativa, pedagógica e física da escola.
250
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos
do componente curricular. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
˗ Leitura, estudo e discussão de textos sobre Gestão Escolar da Educação Básica;
˗ Leitura, estudo e discussão de experiências resultantes de pesquisas sobre a Gestão Escolar;
˗ Elaboração de textos pelos estudantes a partir das suas vivências no campo de estágio;
˗ Seminários para troca de experiências entre os estudantes sobre as aprendizagens realizadas;
˗ Orientação dos alunos na elaboração e desenvolvimento do projeto de estágio;
˗ Orientação dos alunos na elaboração do relatório final de estágio.
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
251
estrutura administrativa, pedagógica e física da escola.
- Reflexão sobre a formação do Gestor Escolar e a construção de sua identidade profissional;
- Elementos teórico-práticos da gestão escolar;
- Aspectos da dinâmica escolar e as interações entre a escola, a família e a comunidade;
- Instrumentos de gestão escolar;
- Tendências atuais na pesquisa sobre a gestão da Educação Básica;
- Principais problemáticas emergentes da realidade das escolas;
- Elaboração de projeto de estágio partindo das problemáticas diagnosticadas nas escolas;
- Orientação e preparação dos estudantes para a participação em atividades didáticas, eventos e
reuniões realizadas na escola em que o estágio será realizado.
- Elaboração de relatório final após o desenvolvimento do projeto de estágio sobre a gestão escolar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- CARVALHO, A. M. P.. Os estágios nos cursos de licenciatura. Editora Cengage Learning, 2013.
- LIBÂNEO, J. C.. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia, GO. Editora Alternativa,
2001.
- PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo, SP. Editora
Cortez, 2009, 4ª edição.
- QUELUZ, A. G. O trabalho docente – teoria & prática. São Paulo, SP. Editora Pioneira, 1999.
252
253
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0106 Introdução à Química Quântica 30 2 30 8
QUIM0098
Pré-requisitos Químico-Física Co-Requisitos Requisitos C.H.
II
EMENTA
Introduzir os conceitos da Teoria Quântica. Estudar as aplicações da Teoria Quântica à estrutura atômica e
estrutura molecular.
254
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas teóricas expositivas, utilizando
quadro branco e Datashow, com discussão do conteúdo e resolução de exercícios. Sendo também a dinâmica
das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a bibliografia básica.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de provas escritas, listas de exercícios e
frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
4 – Estrutura Molecular
4.1 – Teoria da ligação de valência;
4.2 – Teoria do orbital molecular.
255
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ATKINS, P.; PAULA, J. Físico-Química. Editora LTC, 2008, 8ª edição, v.1 e v.2.
- BALL, D. W. Físico-Química. Editora Thomson, 2005, v.1 e v.2.
- HOLLAUER, E. Química Quântica. Editora LTC, 2008, 1ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012, 5ª edição.
˗ KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas, Editora Cengage Learning, 2010, 6ª edição, v.1
e v.2.
˗ BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 1986, 2ª edição, v.1 e v.2.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central, Editora Prentice Hall Brasil, 2005, 9ª edição.
256
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0104 Laboratório de Físico-Química 30 1 30 8
QUIM0098
Pré-requisitos Físico-Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
II
EMENTA
257
tabelas e gráficos, bem como discutir e calcular grandezas físico-químicas obtidas através de resultados
empíricos. Redigir relatórios científicos, discutir e avaliar os resultados obtidos nos experimentos,
contribuindo para o aprendizado teórico-experimental.
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas práticas no laboratório de
química, com realização de experimentos por parte dos alunos com supervisão e orientação do professor.
Sendo também a dinâmica das aulas complementadas por consulta bibliográfica, por parte dos alunos, a
bibliografia básica ou complementar.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de relatórios, listas com questões, caderno de
laboratório e frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – Termoquímica;
2 – Equilíbrio de fases;
3 – Equilíbrio de reações químicas;
4 – Pilhas eletroquímicas;
5 – Células eletrolíticas;
6 – Cinética de reações química em solução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ATKINS, P.; PAULA, J. Físico-Química. Editora LTC, 2008, 8ª edição, v.1e v.2.
- CASTELLAN G. Fundamentos de Físico-Química. Editora LTC. 2003.
- BALL, D. W. Físico-Química. Editora Thomson, 2005, v.1 e v.2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
258
- BRADY, J. E. et al. Química Geral. Editora LTC, 1986, 2ª edição, v.1 e v.2.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora Prentice Hall Brasil, 2005, 9ª edição.
259
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0103 Química Analítica III 60 4 60 8
QUIM0099
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
Analítica II
EMENTA
Introdução aos Métodos Espectrométricos, aos Métodos Eletroanalíticos e aos Métodos Cromatográficos de
Análises, tratamento estatístico de dados e interpretação de resultados obtidos com métodos instrumentais.
OBJETIVOS
260
METODOLOGIA
˗ Aulas expositivas;
˗ Demonstrações práticas das técnicas estudadas;
˗ Seminários sobre artigos científicos de pesquisas usando as técnicas instrumentais em estudo;
˗ Visitas a laboratórios de análises.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
AVALIAÇÃO
˗ N1: Seminários
˗ N2: Prova escrita
˗ N3: Relatórios das atividades experimentais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- SKOOG, D.A., HOLLER, F. J.; TIMOTHY, A. Princípios de Análise Instrumental. 2009, 6a edição.
- SKOOG, D.A.; WEST, D.M.; HOLLER, F. J, Fundamentos de química analítica. São Paulo, SP.
261
Editora Thomson Learning, 2006, 8ª edição.
- HARRIS, D. C., Análise Química Quantitativa. Editora LTC, 2012, 7ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- CIOLA, R. Fundamentos da cromatografia a líquido de alto desempenho: HPLC. São Paulo, SP.
Editora Edgard Blucher, 1998.
- MCNAIR, H. M.; MILLER, J. M. Basic gas chromatography. 2009, 2a. Edição.
- HARRIS, D.C. - "Quantitative Chemical Analysis". W.H. Freeman, NT, 1991, 3rd. ed.
262
IX.9 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO NONO PERÍODO
263
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0048 Estágio Supervisionado IV 30 90 5 120 9
QUIM0105
Pré-requisitos Estágio Co-Requisitos Requisitos C.H.
Supervisionado III
EMENTA
Discussão sobre a formação do professor de Química e a construção de sua identidade profissional. Estágio
de observação em sala de aula. Caracterização da abordagem de ensino de Química ministrado na educação
básica em escolas integral de ensino médio por meio de análise das condições de trabalho, das metodologias
e dos recursos didáticos utilizados pelos professores de Química. Desenvolvimento de plano de intervenção
definido a partir da situação geradora em sala de aula: Planejamento de aulas e de estratégias didáticas de
apoio à regência, com explicitação dos recursos didáticos a serem utilizados e proposição de instrumentos de
264
avaliação adequados ao plano de intervenção. Observação e desenvolvimento de práticas educativas em
espaços não escolares, tais como: museus, espaços ciência, organizações não governamentais e outros.
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos do
componente curricular. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
- Leitura, estudo e discussão de textos sobre Educação Integral e práticas educativas de educação não
formal;
- Leitura, estudo e discussão de experiências resultantes de pesquisas sobre Educação integral e de
Educação não formal;
- Elaboração de textos pelos estudantes a partir das suas vivências no campo de estágio;
- Seminários para troca de experiências entre os estudantes sobre as aprendizagens realizadas;
- Orientação dos alunos na elaboração e desenvolvimento do projeto de estágio;
- Orientação dos alunos na elaboração do relatório final de estágio.
AVALIAÇÃO
265
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- A formação do educador e a construção de sua identidade profissional;
- Elementos teórico-práticos da educação integral e da educação não formal;
- Aspectos da dinâmica escola integral, das interações entre a escola, a família e a comunidade e da
educação em espaços não formais;
- Tendências atuais na pesquisa sobre a gestão da Educação integral e educação em espaços não
formais;
- Principais problemáticas emergentes da realidade das escolas com educação integral e de outros
espaços educativos;
- Elaboração de projeto de estágio partindo das problemáticas diagnosticadas nas escolas de educação
integra e em outros espaços educativos;
- Orientação e preparação dos estudantes para a participação em atividades didáticas, eventos e reuniões
realizadas na escola, na comunidade em outros espaços educativos;
- Elaboração de relatório final após o desenvolvimento do projeto de estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- MORTIME, E. F.; MACHADO, A. H.. Química para o ensino médio. São Paulo, SP. Editora Scipione,
2003, 1ª edição.
- BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental; PIRES, C. M. C.; SOARES, M. T. P.. Parâmetros
curriculares nacionais, terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros
curriculares nacionais. Brasília, D.F. MEC/SEF, 1998.
- NISKIER A.; SOUZA, P. N. P. Educação, estágio e trabalho. Integrare Editora, 2006.
- SCHNETZLER, R. P.; SANTOS, W. L. P. Educação em química: compromisso com a cidadania. 3a
edição.
- CARVALHO, A. Maria Pessoa de. Os estágios nos cursos de licenciatura. Editora Cengage Learning,
2013.
266
267
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0110 História da Química 60 4 60 9
QUIM0080
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Geral II
EMENTA
Promover a abordagem epistemológica da História da Química tratando dos principais conceitos químicos
numa lógica científica orientada para o contexto social, político, filosófico, econômico e ético abrangendo a
origem da Química; o estudo da protoquímica com ênfase nos metais, ligas metálicas e metalurgia;
Cosmologia Grega; a prática da Alquimia na Idade Média ressaltando a Alquimia Medieval Europeia; a
Ciência Renascentista; Iatroquímica; Teoria do Flogístico; a Revolução de Lavoisier; o Atomismo e suas
controvérsias no Séc. XIX e sua consolidação no Séc. XX; Teoria atômico-nuclear de Avogadro e de
Cannizzaro. Teoria dualista de Berzelius. Vitalismo e antivitalismo. História contemporânea da Química. O
desenvolvimento da Química no Brasil. Futuro da química: projeções.
268
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
GERAL:
˗ Construir o conhecimento através da história da ciência;
˗ Situar os principais referenciais para melhor concepção da História da Química como parte da História
da Ciência.
ESPECÍFICOS:
˗ Ministrar ao aluno conhecimentos sobre a História da Ciência, os aspectos filosóficos, históricos e
sociais relacionados ao desenvolvimento da Química, fazendo com que os alunos entendam a química
como um todo, e não apenas como pedaços isolados utilizáveis na construção do conhecimento.
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos da
disciplina. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
- Exposição dialogada;
- Discussão de temas a partir da exposição de vídeos;
- Leitura, estudo e discussão de artigos resultantes de pesquisa teórica e/ou empírica na área de História
da Química e de textos envolvendo os conteúdos a serem abordados no componente curricular de
História da Química;
- Elaboração e apresentação de seminários temáticos envolvendo os conteúdos a serem abordados no
componente curricular de História da Química;
- Produção de material didático de química para o ensino médio;
- Desenvolvimento de seqüências didáticas para as aulas de Química do ensino médio a partir da
produção do material didático de História da Química;
- Apresentação da análise de livros didáticos de química utilizados no ensino médio;
- Elaboração de artigos a partir do desenvolvimento de seqüências didáticas nas salas de aula de química
do ensino médio em escolas públicas ou privadas de cidades do Agreste de Pernambuco.
AVALIAÇÃO
Dentre os diversos instrumentos de avaliação podemos utilizar alguns ou todos os descritos a seguir,
dependendo do desenvolvimento da disciplina em sala de aula:
˗ Avaliação escrita;
˗ Apresentação de Seminários Temáticos sobre a produção de material didático de História da Química
para o ensino médio;
˗ Desenvolvimento de seqüências didáticas nas aulas de Química do ensino médio;
269
˗ Análise de livros didáticos de química para o ensino médio;
˗ Elaboração de artigos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
270
7.1. A teoria da afinidade;
7.2. A teoria do Flogistico;
7.3. A química Experimental;
7.4. Os novos elementos;
7.5. Tecnologia química.
UNIDADE 8- LAVOISIER
8.1. Teoria do Oxigênio;
8.2. Tratado Elementos de Química;
8.3. A nomenclatura Química;
8.4. A difusão da nova Química;
8.5. Os colaboradores de Lavoisier;
8.6. O estudo dos gases;
8.7. Sistematização do conhecimento químico – Vicente Coelho Seabra.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
271
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- FARIAS, R. F.; NEVES, Luiz S.; SILVA, D. D., História da química no Brasil. Editora Átomo, 2004,
2ª edição.
- FARIAS, R. F.; NEVES, Luiz S.; SILVA, D. D. História da química: um livro-texto para a
graduação. Editora Átomo, 201, 2ª edição.
- VANIN, J.A. Alquimistas e químicos: o passado, o presente e o futuro. Edira Moderna, 2005, 2ª
edição.
- FILGUEIRAS, C. A. L. Lavoisier: o estabelecimento da química moderna. Editora Odysseus, 2002,
2ª edição.
272
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Trabalho de Conclusão de
QUIM0112 60 4 60 9
Curso I
QUIM0050
Metodologia da Pesquisa
Pré- Educacional Co-
Requisitos C.H.
requisitos QUIM0101 Requisitos
Metodologia do Ensino de
Química III
EMENTA
Sistematizar o processo de conclusão de curso da formação inicial do licenciando em Química a partir dos
princípios da unicidade ensino-pesquisa e teoria-prática. Conduzir o aluno para orientação específica na
temática eleita. Elaboração do pré-projeto de monografia.
273
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
METODOLOGIA
A metodologia proposta se pautará na relação dialógica entre professora e alunos (as) e dos alunos (as) entre
si. Durante o curso serão utilizados textos de referências de autores reconhecidos na área, para estudo e
reflexão sobre os conceitos relativos à elaboração de um Projeto de pesquisa, bem como sobre os temas de
estudo escolhidos pelos alunos (as). O desenvolvimento metodológico será enriquecido mediante a
exploração e a contribuição dos alunos (as) que deverão fazer a relação entre teoria e prática mediada pela
intervenção da professora da Disciplina
Os procedimentos serão efetivados por meio dos seguintes instrumentos:
˗ Estudo e leituras de textos
˗ Pesquisa e sistematização de informações
˗ Debates
˗ Exposição oral
˗ Seminários
˗ Trabalhos em grupos
˗ Acompanhamento do andamento do Pré-Projeto de Pesquisa com os professores-orientadores e o
docente da Disciplina
˗ Elaboração e apresentação final do Pré-Projeto.
AVALIAÇÃO
A avaliação entendida como processo contínuo e de natureza formativa terá como base o acompanhamento
sistemático do processo de ensino e aprendizagem dos(as) alunos(as), considerando os seguintes aspectos:
˗ Nível de Participação em aula e nas atividades desenvolvidas;
˗ Capacidade crítica e argumentativa nos debates;
˗ Leituras realizadas e sistematização dos conteúdos;
274
˗ Contribuições relevantes ao desenvolvimento da disciplina;
˗ Pré-Projeto elaborado e defendido no tempo e qualidade esperada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ MINAYO, Maria Cecília de S(org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petropólis, RJ.
Editora Vozes, 2008.
˗ OLIVEIRA, M. M. Como fazer pesquisa qualitativa. Rio de Janeiro, RJ. Editora Vozes, 2007.
˗ BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos
métodos. Porto, Portugal. Porto Editora, 1994.
˗ MINAYO, Maria Cecília de S. (org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petropólis: RJ.
Editora Vozes, 2008, 108 p.
˗ SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA. Revista Química Nova na Escola. Disponível em:
www.sbq.org.br.
˗ SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA. Revista Química Nova. Disponível em: www.sbq.org.br
275
276
IX.10 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO DÉCIMO PERÍODO
277
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Trabalho de Conclusão de
QUIM0113 30 2 30 10
Curso II
QUIM0112
Pré-
Trabalho de Conclusão Co-Requisitos Requisitos C.H.
requisitos
de Curso I
EMENTA
Desenvolvimento orientado da temática de estudo com base no pré-projeto de monografia elaborado no TCC
1. Escrita do texto monográfico para ser apresentado, defendido oralmente e avaliado por uma banca de
professores, com a coordenação do professor da disciplina.
278
˗ Produzir materiais didáticos, planejar atividade experimental e/ou de campo e elaborar estratégias
didáticas com base no referencial teórico-metodológico do pré-projeto de pesquisa;
˗ Realizar coleta e registro dados no campo de pesquisa;
˗ Realizar tratamento dos dados coletados;
˗ Analisar e discutir os dados obtidos com base no pré-projeto de pesquisa;
˗ Escrever o texto monográfico;
˗ Defender o trabalho de conclusão de curso.
METODOLOGIA
A metodologia proposta se pautará na relação dialógica entre professor orientador, alunos (as) e professor
coordenador da disciplina. Durante o curso serão utilizados textos de referências de autores reconhecidos na
área, para estudo e reflexão sobre os conceitos relativos ao desenvolvimento de um Projeto de pesquisa. O
desenvolvimento metodológico será enriquecido mediante a exploração e a contribuição dos alunos que
deverão fazer a relação teoria e prática mediada pela intervenção do professor (a) orientador (a) do trabalho
de conclusão de curso.
Os procedimentos serão efetivados por meio dos seguintes instrumentos:
˗ Estudo e leituras de textos
˗ Pesquisa e sistematização de informações
˗ Encontros com o professor (a) orientador (a)
˗ Socialização do desenvolvimento do Projeto de Pesquisa com os alunos (as)
˗ Acompanhamento do desenvolvimento do Projeto de Pesquisa com os professores-orientadores e a
professora da Disciplina
˗ Defesa do Projeto de Pesquisa.
AVALIAÇÃO
279
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Elaboração de instrumentos para apresentação do pesquisador iniciante no campo de pesquisa;
- Conhecer orientações metodológicas para escolha e elaboração de instrumentos para coleta e registro
de dados de pesquisa;
- Orientação na produção de materiais didáticos, planejamento de atividades experimental e/ou de
campo e/ou elaboração de estratégias didáticas com base no referencial teórico-metodológico do pré-
projeto de pesquisa;
- Orientação no desenvolvimento do pré-projeto de pesquisa quanto aos seguintes aspectos: coleta e
registro dados no campo de pesquisa; tratamento dos dados coletados; análise e discussão dos dados
obtidos; conclusões; normatização de referências bibliográficas.
- Orientação durante a escrita do texto monográfico;
- Apresentação do projeto de pesquisa referente ao trabalho de conclusão de curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- MINAYO, Maria Cecília de S(org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petropólis, RJ.
EditoraVozes, 2008.
- OLIVEIRA, M. M. Como fazer pesquisa qualitativa. Petropólis, RJ. EditoraVozes, 2007.
- PEREIRA, J. E. D.; ZEICHNER, K. M.. A pesquisa na formação e no Trabalho docente. Belo
Horizonte, MG. Editora Autêntica, 2002, 1ª edição.
280
IX.11 - PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES ELETIVOS
281
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0097 Ecologia Química 30 2 30
EMENTA
282
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
METODOLOGIA
As aulas serão organizadas a partir de atividades diversificadas, de acordo com a natureza dos conteúdos
da disciplina. Destacamos, entre outras, as seguintes atividades:
- Exposição dialogada;
- Leitura e discussão de artigos sobre a importância da Ecologia Química.
- Resolução de exercícios.
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução: o mundo como ambiente químico. Interações ecológicas mediadas por compostos químicos.
Ecologia química no contexto evolutivo. Definição e classificação de semioquímicos. Introdução às
principais classes de compostos naturais. Interações intraespecíficas em plantas. Interações intraespecíficas
em animais – feromônios. Interações interespecíficas – aleloquímicos. Interações entre diferentes espécies
de planta: alelopatia. Camuflagem química. Defesas de plantas contra herbívoros: metabólitos secundários
de plantas. Ecologia química da polinização. Semioquímicos no manejo de pragas agrícolas. Feromônios no
controle de pragas. Semioquímicos envolvidos na resistência de plantas a pragas. Produtos naturais no
283
controle de pragas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M.; SIMÕES, A. A.; LODI, W. R. N. Princípios de
Bioquímica. Editora Sarvier, 2006, 4ª edição.
- VILELA, E. F.; DELLA, L., T.M.C. Feromônios de Insetos: Biologia, química e emprego no manejo
de pragas. Editora Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
284
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
X Educação Ambiental 45 15 4 60
EMENTA
Conceituar Educação Ambiental e definir suas relações para a conquista dos direitos de cidadania,
evidenciando os mecanismos determinantes para as condições de vida das pessoas no ambiente,
considerando os aspectos biológicos, físicos, socioeconômicos, culturais, institucionais e a sustentabilidade
do planeta. Discutir os indicativos internacionais, nacionais e locais para a Educação Ambiental.
Operacionalizar atividades em Educação Ambiental. A Educação ambiental no contexto da formação e da
prática docente. A transversalidade e o lugar do educador ambiental na perspectiva de uma educação pós-
moderna. Planejar e construir atividades e materiais didáticos em Educação Ambiental. Elaborar e socializar
projetos em Educação Ambiental.
285
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- BAIRD, Colin. Química ambiental. Porto Alegre, RS. Editora Bookman, 2002, 2ª edição. ISBN
8536300027 (enc.).
- BARBAULT, Robert. Ecologia Geral: estrutura e funcionamento da biosfera. Petrópolis, RJ.
Editora Vozes, 2011. ISBN 9788532640772 (broch.).
- EL PARADIGMA ecológico en las ciencias sociales. Barcelona. Editora Icaria, 2007. ISBN
9788474267563 (broch.).
- HOWSE, P.; STEVENS, I.; JONES, O. Insect Pheromones and their Use in Pest Management.
London: Chapman & Hall, 1998. 369p.
- LEHNINGER, Albert L.; NELSON, David L.; COX, Michael M.; SIMÕES, Arnaldo Antônio; LODI,
Wilson Roberto Navega. Lehninger princípios de Bioquímica. São Paulo, SP. Editora Sarvier, 2006.
4a edição. ISBN 8573781661 (enc.).
- CARVALHO, I. C. De M. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico. São Paulo, SP.
Editora Cortez, 2004.
- DEBESSE, A. A escola e a agressão do meio-ambiente. São Paulo, SP. Editora Difel, 1974.
- DIAS, G. F. Educação Ambiental, princípios e práticas. São Paulo, SP. Editora Gaia Ltda, 1992.
- RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. Rio de Janeiro, RJ. Editora Guanabara Koogan,
2003, 5a edição. ISBN 8527707985 (broch.).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. Rio de Janeiro, RJ. Editora Guanabara Koogan,
2003, 5a edição. ISBN 8527707985 (broch.).
- VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquimíca. Porto Alegre, RS. Editora Artmed, 2006, 3a edição.
ISBN 9788536306803 (enc.).
- TOWNSEND, Colin R.; HARPER, John L.; BEGON, Michael. Fundamentos em ecologia. Porto
Alegre, RS. Editora Artmed, 2010. 3a edição. ISBN 9788536320649 (broch.).
- OLIVEIRA, Elísio Márcio. Educação ambiental: uma possível abordagem. Brasília, DF. Editora
UNB, 2000, 2ª eição.
- PHILIPPI Jr., Arlindo ; PELICIONI, Maria C. F. (Ed.). Educação ambiental e sustentabilidade.
Barueri, SP. Editora Manole, 2005.
- REIS-TAZONI, M. F de. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas, SP. Editores
Autores Associados, 2004.
286
287
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
XXX Educação e Diversidade Cultural 30 2 30
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
288
Latina. Editora Paz e Terra, 2000.
- SILVA, T. T. Identidade e Diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Editora Vozes, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- GOMES, N. L. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Editora
Autêntica, 2008, 2ª edição.
- HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Editora DP&A, 2006, 11ª edição.
289
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
EDUC0034 Educação e Inclusão Social 45 3 45
EMENTA
Conhecimento e análise das propostas de inclusão para o Sistema Educacional brasileiro e suas implicações
nas práticas educativas. Abordagem sobre os parâmetros da educação especial frente à política de inclusão:
concepções; fundamentos; história; leis; formação de profissionais. Favorecimento da diversidade – enfoque
na valorização de potencialidades e respeito ao ser humano.
290
˗ Analisar a função da Escola enquanto espeço inclusivo;
˗ Refletir sobre os meios de acesso ao currículo numa escola inclusivista;
˗ Desconstruir e humanizar concepções a respeito do processo de inclusão;
˗ Avaliar competências necessárias para formar professor e professora para uma Escola inclusivista.
METODOLOGIA
Estratégias metodológicas:
˗ Aulas e debates;
˗ Discussões de textos previamente lidos e trabalhos em pequenos grupos;
˗ Apresentação de vídeos, curtas e documentários com discussão.
˗ Produção de textos;
˗ Elaboração de proposta de intervenção.
AVALIAÇÃO
Avaliação contínua, com exercícios no período de aula e execuções de atividades fora da sala através de
avalições oral, escrita, sínteses, elaboração de proposta de intervenção com objetivo de prática inclusiva.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
291
tema. São Paulo, SP. Editora SENAC, 1997.
- MINETTO, M. F. Ninguém vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. Rio de Janeiro, RJ. WVA, 1997.
- BRASIL, Ministério da Educação Temas Transversais – PCN. MEC: SEESP, 1998, três volumes.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- MOLLICA, M. C. Fala, letramento e inclusão social. São Paulo, SP. Editora Contexto, 2007.
- MARTINS, L. A. R. (Org.). Inclusão: compartilhando saberes. Petrópolis, RJ. Editora Vozes, 2008, 3ª
edição.
292
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
NFD0005 Educação Integral 30 2 30
EMENTA
Estudo dos fundamentos e concepções de Educação Integral. Análise da legislação em torno da Educação
Integral no Brasil. Análise das principais propostas de Educação Integral desenvolvidas e em
desenvolvimento no Brasil.
293
- Analisar a legislação em torno da Educação Integral no Brasil;
- Analisar as principais propostas de Educação Integral desenvolvidas e em desenvolvimento no Brasil.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Procedimentos Avaliativos:
- Participação Individual nas atividades desenvolvidas;
- Trabalho em grupo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ALGEBAILE, E. B. Escola pública e pobreza no Brasil – Ampliação para menos. Editora Lamparina,
FAPERJ, 2009.
- APPLE, M. Ideologia e Currículo. Tradução de Vinícius Figueira, Editora Artmed, 1999, 3° edição.
- MESZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo, Boitempo Editorial, 2008, 2° edição.
- SILVA, J. A. A., SILVA, K. N. P. Educação Integral no Brasil de hoje. Editora CRV, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
294
- MESZÁROS, I. O desafio e o fardo do tempo histórico. Boitempo Editorial, 2007.
- SCHLESENER, A. H. A Escola de Leonardo: Política e Educação nos escritos de Gramsci. Editora
Liber Livro, 2009.
295
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº. de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Educar pela Pesquisa no Ensino
QUIM0109 26 34 2 60
de Química
EMENTA
Promover a abordagem do uso do Educar Pela Pesquisa como meio para alcançar os objetivos do Ensino de
Química no Nível Médio.
- Discutir os fundamentos do Educar Pela Pesquisa, bem como suas contribuições e limites no processo
de ensino-aprendizagem de Química no Nível Médio.
- Contribuir para a formação do professor reflexivo.
- Desenvolver nos Licenciandos a visão da possibilidade de utilizar outras estratégias de ensino à favor
296
da compreensão dos assuntos de Química no Nível Médio.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
297
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- CARVALHO, Ana Maria Pessoa de. Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo,
SP. Editora Thomson, 2004.
- VYGOTSKY, Lev Semenovitch. A formação social da mente. São Paulo, SP. Editora Martins Fontes,
2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- CAVALCANTE, Maria Auxiliadora da Silva; PIZZI, Laura Cristina Vieira (Orgs.). Formação
docente em contextos de mudanças. Maceió, AL. Editora EDUFAL, 2012.
- PIZZI, Laura Cristina Vieira; FUMES, Neiza de Lourdes Frederico (Orgs.). Trabalho docente:
tensões e perspectivas. Maceió, AL. Editora EDUFAL, 2012.
- PIZZI, Laura Cristina Vieira; LOPES, Adna de Almeida (Orgs.). Trabalho e formação docente:
saberes e práticas em diferentes contextos. Maceió, Editora EDUFAL, 2012.
- ROSA, Maria Inês Petrucci; ROSSI, Adriana Vitorino (Orgs.). Educação Química no Brasil:
memórias, políticas e tendências. Campinas, Editora Átomo, 2008.
298
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Identificação Espectrométrica
QUIM00108 60 4 60
de Compostos Orgânicos
QUIM0092
Pré-requisitos Química Orgânica Co-Requisitos Requisitos C.H.
II
EMENTA
299
compostos orgânicos. Identificar os reagentes e/ou condições necessárias, bem como os mecanismos para a
interconversão das reações discutidas.
METODOLOGIA
A dinâmica das aulas será desenvolvida em aulas expositivas (quadro e data show), com discussão e
apresentação utilizando modelos moleculares. Exercícios de verificação de aprendizagem e discussão de
espectros de moléculas reais. Todas as atividades serão apoiadas na bibliografia básica e estarão referidas a
uma bibliografia de apoio.
AVALIAÇÃO
A avaliação se processará por meio de provas escritas, análises de espectros, exercícios e frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- BRUICE, P. Y. Química orgânica, v.1. Editora Prentice Hall Brasil, 2006, 4ª edição.
- VOLLHARD, P. C.; SCHORE, N. E. Química Orgânica – Estrutura e função. Bookman, 2004, 4ª
edição.
- MCMURRY, J. Química Orgânica 1. Editora Cengage Learning, 2004, 6ª edição.
300
- WILLIAMS, D. H.; FLEMING, I. Spectroscopic Methods in Organic Chemistry. Editora McGraw-
Hill Book Company (UK) Limited.
301
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Estereoquímica de Compostos
XXX 60 4 60
Orgânicos
QUIM0007
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
Orgânica I
EMENTA
302
Cram).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica, v. 1 e v.2. Editora LTC, 2012, 10ª edição.
- BRUICE, P. Y. Química orgânica, v.1. Editora Prentice Hall Brasil, 2006, 4ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ CONSTANTINO, M. G. Química orgânica: curso básico universitário, v.1. Editora LTC, 2008, 1ª
edição.
˗ VOLLHARD, P. C.; SCHORE, N. E. Química Orgânica – Estrutura e função. Editora Bookman,
2011, 6ª edição.
˗ ATKINS, P.; JONES. L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Artmed-Bookman, 2012, 5ª edição.
˗ KOTZ, J. C. et al. Química Geral e Reações Químicas, v.1 e v.2. Editora Cengage Learning, 2010, 6ª
edição.
303
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
XXX Fundamentos da Bioquímica 60 4 60
QUIM0092
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
Orgânica II
EMENTA
A lógica molecular da vida. Água e Biomoléculas. Aminoácidos e Peptídeos. Proteínas. Enzimas. Lipídeos.
Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos. Carboidratos; Princípios de bioenergética /Uma visão Geral do
Metabolismo. Glicólise. Ciclo do Ácido Cítrico e Cadeia transportadora de Elétrons. Fotossíntese.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica. Editora Sarvier, 2006,
4ª edição.
- STRYER, L.; BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L. Bioquímica. Editora Guanabra Koogan, 2008, 6ª
304
edição.
- VOET, D.; VOET, J. G. Bioquimíca. Editora Artmed, 2006, 3ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
305
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Fundamentos da Educação
XXX 30 2 30
Inclusiva
EMENTA
Conhecer e analisar as Propostas de Inclusão para o Sistema Educacional brasileiro e suas implicações nas
práticas educativas. Visão geral da diversidade humana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
306
- CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos "is". Editora Mediação, 2010, 7ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- CORREIA, L. Educação especial e inclusão: quem disser que uma sobrevive sem a outra não está
no seu perfeito juízo. Editora Porto, 2010, 2ª edição.
- SCHILLING, F. Direitos humanos e educação: outras palavras, outras práticas. Editora Cortez,
2005.
307
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Introdução a Ciências dos
NFD0006 60 4 60
Materiais
EMENTA
Introdução à Ciência dos Materiais. Ligações Químicas. Arranjos atômicos. Cristalografia e Difração de
Raios-X. Imperfeições Estruturais. Microestrutura. Difusão. Diagramas de Fases. Crescimento de Cristais.
Estrutura e Propriedades dos Materiais Poliméricos. Estrutura e Propriedades dos Materiais Cerâmicos.
Estrutura e Propriedades dos Materiais Compósitos. Propriedades Eletrônicas dos Materiais. Propriedades
Térmicas dos Materiais. Propriedades Ópticas dos Materiais.
308
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
OBJETIVOS GERAIS:
- Estudar princípios de ciência e engenharia dos materiais
- Materiais – principais características; transformações; aplicações e técnicas de análises.
- Desenvolvimento de habilidades do aluno para solução de problemas relacionados com as
propriedades dos materiais
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Relacionar fenômenos e propriedades (físico-químicas) x fabricação (térmicos, termomecânicos,
termoquímicos) x transformações estruturais.
- Usar ferramentas de análise de propriedades e características dos materiais.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução à Ciência dos Materiais. Ligações Químicas. Arranjos atômicos. Cristalografia e Difração de
Raios-X. Imperfeições Estruturais. Microestrutura. Difusão. Diagramas de Fases. Crescimento de Cristais.
Estrutura e Propriedades dos Materiais Poliméricos. Estrutura e Propriedades dos Materiais Cerâmicos.
Estrutura e Propriedades dos Materiais Compósitos. Propriedades Eletrônicas dos Materiais. Propriedades
Térmicas dos Materiais. Propriedades Ópticas dos Materiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- CALISTER JR.; WILLIAM D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. Editora LTC,
2008, 7ª edição.
- SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W. Química inorgânica. Editora Bookman, 2008, 4 ª edição.
- ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012. 5ª edição.
309
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- ASHCROFT, N. W.; MERMIN, N. D. Física do estado sólido. Editora Cengage Learning, 2011.
- CECHELLA, I. G. Materiais de construção civil e princípios de ciência e engenharia de materiais,
v.2. Editora Ibracon, 2010, 2° edição.
- MOORE, W. J. Físico-química, v.2. Editora Edgard Blucher, 1976.
- LEE, J. D. Química Inorgânica - não tão concisa. Editora. Edgard Blücher Ltda, 1999, tradução da
5a edição.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora: Prentice Hall Brasil, 2008, 9° edição.
310
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
QUIM0087 Introdução à Quimiometria 30 2 30
EMENTA
METODOLOGIA
A dinâmica das aulas será desenvolvida em aulas expositivas (quadro e data show), com discussão e
311
apresentação utilizando modelos empíricos. Exercícios de verificação de aprendizagem e resolução de
listas de exercícios. Todas as atividades serão apoiadas na bibliografia básica e estarão referidas a uma
bibliografia de apoio.
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
312
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Introdução à Química do Estado
QUIM0090 30 2 30
Sólido
EMENTA
Ligações nos sólidos. A estrutura dos sólidos cristalinos. Materiais cristalinos e não cristalinos. Imperfeições
nos sólidos. Impacto sobre os materiais.
Introduzir o estudo do estado sólido. Propiciar ao aluno conceitos básicos sobre estado sólido sob o ponto
de vista da Química. Discutir os principais aspectos da química do estado sólido na formação de novos
materiais.
313
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Forças e energias de ligação; ligações interatômicas primárias; ligações de Van Der Waals. Conceitos
fundamentais da estrutura cristalina. Células unitárias. Estrutura cristalina dos metais. Polimorfismo e
alotropia. Sistemas cristalinos, pontos, direções e planos cristalográficos. Densidade linear e planar.
Monocristais e materiais policristalinos. Difração de raios X e a lei de Bragg. Defeitos
pontuais, defeitos lineares, defeitos interfaciais, defeitos volumétricos ou de massa. Propriedades dos
sólidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- ASHCROFT, N. W.; MERMIN, N. D. Física do estado sólido. Editora Cengage Learning, 2011.
- ISAIA, G. C. Materiais de construção civil e princípios de ciência e engenharia de materiais.
Editado pelo autores, 2° edição.
- MOORE, W. J. Físico-química, v. 2. Editora Edgard Blucher, 1976.
- LEE, J. D. Química Inorgânica - não tão concis. Editora. Edgard Blücher Ltda, 1999, tradução da 5a
edição.
- BROWN, T. et al. Química: A ciência central. Editora: Prentice Hall Brasil, 2008, 9° edição.
314
315
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
NFD0004 Introdução à Química Nuclear 30 2 30
EMENTA
Química Nuclear: a linha do tempo. Estrutura Nuclear. Radioatividade. Cinética das transformações
nucleares. Mecanismo de interações da radiação ionizante com a matéria. Efeitos biológicos das radiações.
Aplicações científicas, médicas e tecnológicas da radiação nuclear.
Ao final do curso o discente deve possuir o conhecimento básico sobre as características físico-químicas
das transformações e das radiações nucleares e dos mecanismos de interação destas radiações com a
matéria e discutir criticamente sobre os riscos e benefícios das radiações nucleares nos contextos: sócio-
histórico, científico, tecnológico e da medicina.
316
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
- Portfólio.
- Resolução de situações problemas com feedback interativo.
- Seminários.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
QUÍMICA NUCLEAR: A LINHA DO TEMPO - Descobertas científicas relevantes nos séculos XIX, XX e
XXI (descoberta dos Raios X, o Primeiro Comunicado de Wilhelm Conrad Roentgen; como Becquerel não
descobriu a radioatividade; Aston e a descoberta dos isótopos; o modelo Padrão da Física de Partículas).
ESTRUTURA NUCLEAR: nuclídeos e nucleons; energias de ligação nuclear; modelos nucleares;
estabilidade nuclear; radioisótopos. RADIOATIVIDADE: tipos e processos de desintegração radioativa
(emissão alfa, beta, pósitron, captura de elétron orbital, raios gama e conversão interna); reações, equações
nucleares e esquemas de decaimento radioativo; series radioativa natural e artificial. CINÉTICA DAS
TRANSFORMAÇÕES NUCLEARES: constante de decaimento; atividade; decaimento temporal da
atividade; meia-vida e vida-média do radioisótopo. MECANISMOS DE INTERAÇÃO DA RADIAÇÃO
IONIZANTE COM A MATÉRIA: processos de ionização, excitação, ativação e de frenamento; radiação
diretamente e indiretamente ionizante; interação das radiações diretamente ionizantes com a matéria;
interação da radiação eletromagnética com a matéria. EFEITOS BIOLÓGICOS DAS RADIAÇÕES:
exposição às radiações, contaminação radioativa; efeitos diretos e indiretos; estágios físicos, químicos e
biológicos da interação da radiação com os seres vivos; efeitos somáticos e hereditários; síndrome da
radiação aguda; princípios de radioproteção. APLICAÇÕES CIENTÍFICAS, MÉDICAS E
TECNOLÓGICAS DA RADIAÇÃO NUCLEAR: aplicações em Química, Biologia, Arqueologia e
Geologia; aplicações industriais; aplicações energéticas e aplicações na medicina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ATKINS P.; JONES L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012, 5ª edição,
- LEE, J. D. Química Inorgânica não tão Concisa. Editora Edgard Blucher, 1999.
- HALLIDAY D.; RESNICK R.; WALKER, J. Fundamentos de física - óptica e física moderna.
Editora LTC 2012, v. 4.
317
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- http://nagysandor.eu/nuklearis/timeline/
- http://www.andrew.cmu.edu/course/09-106/RadiochemGlossary/Main.html
- http://ie.lbl.gov/education/glossary/glossaryf.htm
- http://en.wikipedia.org/wiki/Main_Page
- http://www.cepa.if.usp.br/e-fisica/apoio/historia/v20_372.pdf
318
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Introdução à Química
QUIM0107 30 2 30
Computacional
QUIM0076
Pré-requisitos Co-Requisitos Requisitos C.H.
Química Geral I
EMENTA
Introdução aos programas computacionais (softwares) para tratamento de dados, bases de dados, construção
de moléculas, modelagem computacional, cálculos computacionais, simulação, tutoriais. Introdução aos
sítios (sites) educacionais para o ensino de química.
Explorar os benefícios que a visualização e a manipulação de átomos virtualmente pode oferecer, de forma
didática, para uma melhor compreensão dos conteúdos programáticos de sala de aula, visando um melhor
319
entendimento do comportamento e disposição espacial de uma determinada molécula. Também auxiliar no
aproveitamento dos conteúdos abordados em diversas áreas da química, por exemplo: química orgânica
(estereoquímica, reações orgânicas, reatividade, propriedades), química inorgânica (estrutura de compostos
inorgânicos, simetria e teoria de grupo, propriedades, ligações químicas), físico-química (termodinâmica,
teoria de orbitais moleculares, etc.).
METODOLOGIA
A dinâmica do componente curricular será desenvolvida por meio de aulas teóricas expositivas, utilizando
quadro branco e Datashow, com discussão do conteúdo, resolução de exercícios e fazendo estudo de caso
que envolvem várias áreas da química. Sendo também a dinâmica das aulas complementadas por consulta
bibliográfica (básica e complementar, tais como livros, artigos científicos, etc.), por parte dos alunos, e
discussão.
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da disciplina será realizado por meio de prova escrita, trabalho, desenvolvimento
de projeto, apresentação de seminário, lista de exercício e frequência.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
320
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- FORESMAN, J.B.; FRISCH, Æ. Exploring Chemistry with Electronic Structure Methods. Editora
Gaussian, 2° edition.
- CRAMER, C. J. Essentials of Computacional Chemistry. Editora Willey, 2002.
- LEACH, A. R. Molecular Modelling. Principles and Applications. Prentice Hall, 2001, 2° edition.
- RODRIGUES, M. R. M.; ALMEIDA, R. S.; SILVA, E. P.; CHAVES, D.C. O uso de Ferramentas
Computacionais no Ensino de Química: Estudo de Isomeria Geométrica no Ensino Médio.52º
Congresso Brasileiro de Química, Outubro 2012.
- MORGON, N. H.; COUTINHO, K. Métodos de Química Teórica e Modelagem Molecular. Editora
Livraria da Física, 2007.
- BEZERRA, A. F; LOPES, K. C.; ARAUJO, R. C. M. U. Utilização da Química Computacional
como Ferramenta de Auxílio no Aprendizado dos Conteúdos do Ensino Médio. XVI ENEQ e X
EDUQUI. Julho 2012.
- ATKINS, P. W.; DE PAULA, J. Físico-química, v.2. Editora LTC, 2012.
- RAUPP, D.; SERRANO, A.; MARTINS, T. L. C. A evolução da química computacional e sua
contribuição para a educação em Química. Revista Liberato, Novo Hamburgo, vol. 9, n. 12, p. 13-
22, jul./dez. 2008.
- MICHEL, R.; DOS SANTOS, F.M.T.; GRECA, I.M.L. Uma busca na Internet por Ferramentas
Para a Educação Química no Ensino Médio. Química Nova na Escola, p. 3, nº 19, maio (2004).
- MARIANO, A.; VENTURA, E.; DO MONTE, S.A.; BRAGA, C. F.; CARVALHO, A. B.; ARAUJO,
R. C. M. U. O Ensino de Reações Orgânicas Usando Química Computacional: I. Reações de
Adição Eletrofílica a Alquenos. Quim. Nova, v. 31, nº. 5, 1243 (2008).
- Site do programa: Gaussian09 (http://www.gaussian.com ).
321
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Instrumentos de Avaliação em
NFD0003 30 15 2 45
Ciências
EMENTA
322
II. ESPECÍFICOS:
- Analisar procedimentos e critérios de avaliação da aprendizagem no contexto da prática
pedagógica.
- Investigar o papel do erro no processo de ensino-aprendizagem.
- Elaborar instrumentos para a verificação da aprendizagem.
- Analisar critérios de avaliação, formas de registro e de comunicação de resultados.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Procedimentos Avaliativos:
Serão constituídos de duas modalidades complementares. A modalidade permanente e continuada, através
da reconstrução de diálogos e textos, no início ou durante as aulas, ou ainda em momentos coletivos de
estudos, terá finalidades diagnósticas e de reorientação de aprendizagens e competências. A modalidade de
aferição final será realizada através de prova e/ou trabalho escrito onde se demonstrará os objetivos
elencados acima.
A segunda chamada será realizada no decorrer das aulas, na execução da realização da tarefa não realizada
pelo aluno/a.
As atividades em grupo levarão em conta para fins avaliativos, além dos critérios elencados abaixo, a
presença efetiva e participativa de todos os sujeitos do grupo na elaboração e apresentação das sínteses.
O cronograma é uma previsão das atividades, e pode sofrer alterações.
A prova final constará de um exercício escrito que poderá contemplar todo o conteúdo abordado.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação a ser adotada na disciplina terá como característica principal, ser processual, o que remete a
importância da presença e participação do/a aluno/a durante as aulas, nos debates, produções, trabalhos em
grupo, apresentações. Em relação às produções (orais e escritas; individuais e em grupo) será levado em
consideração:
323
- Construção de um discurso coerente e coeso;
- Capacidade de teorização levando em conta os autores estudados;
- Compreensão do campo conceitual;
- Autonomia na argumentação sempre construída a partir dos referentes teóricos, associada à
experiência;
- Habilidade de síntese;
- Capacidade de relacionar o conhecimento a diferentes contextos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan Manuel. Avaliar para conhecer, examinar para excluir. Tradução da
Magda Schwarzhaupt Chaves. Porto Alegre, Editora ArtMed, 2002.
- BALDOW, Rodrigo; SILVA, Fernanda Andrea Fernandes. O modelo teórico de Argumentação de
Toulmin no Juri simulado: Os cientistas tiveram culpa ou não no uso da bomba atômica na
segunda guerra mundial? In: OLIVEIRA, Maria Marly de (org.). Formação de Professores: estratégias
Inovadoras no ensino de Ciências e Matemática. Recife: UFRPE, 2012. P.26-54.
- MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas.
Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- TORRE, Saturnino de La. Aprender com os erros: O erro como estratégia de Mudança. Porto
Alegre, Editora Artmed, 2007.
- ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre, Editora ArtMed, 1999.
- CHARLOT, B. Da relação com o saber: Elementos para uma teoria. Porto Alegre, Editora Artmed,
2000.
- CHAVES, S. M. Avaliação da aprendizagem no Ensino Superior: realidade, complexidade e
possibilidades. São Paulo, Editora USP, 2003.
- PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência a regulação das aprendizagens entre duas
lógicas. Porto Alegre, Editora Artmed, 1999, 1a edição.
324
325
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº. de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Mecanismos de Reações
XXX 60 4 60
Orgânicas
QUIM0092
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
Orgânica II
EMENTA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica, Editora LTC, 2012, 10ª edição, v. 1.
326
- SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2012, 10ª edição, v. 2.
- BRUICE, P. Y. Química orgânica, v.1. Editora Prentice Hall Brasil, 2006, 4ª edição.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
327
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Movimentos Sociais de
SOCL0002 45 3 45
Afirmação Cultural
EMENTA
Cultura, política e identidade. Movimentos sociais: valores, práticas e ações coletivas. A dimensão cultural
da luta política por direitos, equidade e igualdade. Questões culturais de luta política relacionada à
etnicidade, raça, gênero, geração e classe social. Políticas alternativas e políticas de reconhecimento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
˗ Apresentação;
˗ Cultura; Política e Identidade;
˗ Movimentos sociais: valores, práticas e ações coletivas;
˗ A dimensão cultural na luta política por direitos, equidade e igualdade;
328
˗ Questões culturais de luta política relacionadas à etnicidade;
˗ Questões culturais de luta política relacionadas à raça;
˗ Questões culturais de luta política relacionadas à gênero;
˗ Questões culturais de luta política relacionadas à geração;
˗ Questões culturais de luta política relacionadas à classe social;
˗ Políticas afirmativas e políticas de reconhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
329
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Política Educacional e
QUIM0114 60 4 60
Diversidade
EMENTA
330
331
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Resolução de Problemas em
XXX 60 4 60
Química
EMENTA
332
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- POZO, J. I. A solução de problemas: aprender a resolver, resolver para aprender. Editora Artmed,
1998.
- SANTOS, F. M. T. S.; GOI, M. E. J. Resolução de problemas e atividades práticas de laboratório:
uma articulação possível. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM
CIÊNCIAS, Editora Atas, 2005.
- SILVA, S. F.; NUÑEZ, I. B. O ensino por problemas e trabalho experimental dos estudantes:
reflexões teórico-metodológicas. Química Nova, v. 25, n. 6b, p. 1197-1203, 2002.
333
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
XXX Síntese Orgânica 60 4 60
QUIM0092
Pré-requisitos Química Co-Requisitos Requisitos C.H.
Orgânica II
EMENTA
Planejamento de uma rota em síntese orgânica. Grupos protetores. Síntese de intermediários em química
orgânica. Reações de formação de ligação carbono-carbono e carbono-heteroátomo. Reações de introdução,
transformação e afastamento de grupo funcional. Noções de retrossíntese.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2012, 10ª edição, v.1.
334
- SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. Editora LTC, 2012, 10ª edição, v.2.
- BRUICE, P. Y. Química orgânica. Editora Prentice Hall Brasil, 2006, 4ª edição, v.1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
˗ VOLLHARD, P. C.; SCHORE, N. E. Química Orgânica – Estrutura e função. Bookman, 2011, 6ª
edição.
˗ CONSTANTINO, M. G. Química orgânica: curso básico universitário. Editora LTC, 2008, 1ª
edição, v.1.
˗ MCMURRY, J. Química Orgânica 1. Editora Cengage Learning, 2008, 6ª edição.
˗ ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química. Questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Editora Bookman, 2012, 5ª edição.
335
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PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Tópicos Especiais de Educação
EDUC0155 IV: Racismo e Educação para 45 3 45
as Relações Étnico-Raciais.
EMENTA
Estudo da temática: Racismo e Educação para as Relações Étnico-Raciais e suas implicações no cotidiano
escolar, destacando as contribuições do movimento negro brasileiro para a difusão dos estudos acerca desta
temática.
336
OBJETIVO (S) DO COMPONENTE
OBJETIVOS ESPECÍFICOS -
3. Compreender os termos recorrentes do debate acerca da Educação das Relações Étnico-Raciais;
4. Compreender o percurso histórico de construção do arcabouço legal que normatiza o ensino de história
e cultura africana e afro-brasileira;
5. Conhecer e fazer uso da legislação vigente para a análise de propostas curriculares;
6. Identificar as contribuições da história e cultura africana no mundo;
7. Identificar as contribuições da história e cultura africana no Brasil;
8. Compreender como se configuram as práticas escolares de racismo e discriminação racial;
9. Analisar e propor intervenções no cotidiano escolar, nas práticas pedagógicas e nos currículos
escolares.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
O processo de avaliação tem como objetivo geral integrar atividades acadêmicas que introduzam o aluno,
desde a sala de aula, em atividades de ensino, pesquisa e extensão de maneira a articular a teoria e a prática
necessárias para o processo de formação docente, fundadas no domínio de conhecimentos científicos e
didáticos específicos sobre os conteúdos da disciplina, desenvolvendo e estimulando atitudes investigativas
e de compreensão da prática educativa e de seus componentes.
337
A avaliação será feita com base na produção dos alunos, considerando três aspectos:
1) Participação nas atividades propostas:
a) participação efetiva nos trabalhos desenvolvidos em sala (contribuindo com o debate, esclarecendo
dúvidas, lendo os textos);
b) elaboração das atividades propostas (síntese de textos, elaboração de seminários, elaboração de trabalhos
científicos).
2 – Avaliação escrita.
3 – Análise de livros didáticos e elaboração de material didático.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I – A legislação e a Educação para as Relações Étnico-Raciais
˗ A Lei 10.639/2003;
˗ As implicações didáticas da lei no ensino de algumas disciplinas;
˗ Identidade nacional e Identidade negra;
˗ Termos e conceitos do debate das relações raciais no Brasil;
˗ Rediscutindo a mestiçagem e o mito da democracia racial no Brasil.
II – A contribuição africana para o mundo
˗ A importância da África para as Ciências naturais e sociais;
˗ A contribuição da África para a pesquisa social;
˗ A matriz africana no mundo: cultura, economia, política e organizações sociais;
III - Racismo e Educação para as Relações Étnico-Raciais e suas implicações no cotidiano escolar
˗ O cotidiano escolar e a reprodução do preconceito;
˗ Escola, estereótipos e ressignificação cultural;
˗ Escola, socialização e diferenças étnicas;
˗ Relações Étnico-Raciais e descolonização dos currículos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
338
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
- ANDRE, M. E. D. A. de. Pedagogia das diferenças na sala de aula. Editora Papirus, 2007, 8ª
edição.
- AQUINO, J. G. Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. Editora Summus 8ª
edição.
- CANDAU, V. M.; GABRIREL, C. T. (Org.) Cultura(s) e educação: entre o crítico e o pós-crítico.
Editora DP&A, 2005.
- MACHADO, C. G. Multiculturalismo: muito além da riqueza e da diferença. Editora DP&A, 2002.
- SANTOS, M. S. dos. Pedagogia da diversidade. Editora Memnon, 2005.
339
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DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
DADOS DO COMPONENTE
C. H.
Carga Horária Semanal Nº de
Código Nome Global Período
Créditos
Teórica Prática
Trabalho Docente e
NFD0007 30 2 30
Profissionalização
EMENTA
OBJETIVO GERAL
- Analisar aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos implicados na história da profissão e no
exercício da docência.
340
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Compreender fatores sociais, políticos, culturais e econômicos que intervêm na construção das
identidades profissionais docentes, a partir da análise de práticas pedagógicas em vigor em
contextos escolares.
- Reconhecer e analisar as diferentes fontes dos saberes presentes na prática docente, bem como
analisar sua tradução na organização do trabalho na escola e na formulação de projetos que visam
a qualificação das práticas docentes.
- Reconhecer os processos históricos, políticos e sociais que contribuem para a proletarização e
precarização do trabalho docente.
- Reconhecer a docência como profissão.
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
PROCEDIMENTOS AVALIATIVOS:
Serão constituídos de duas modalidades complementares. A modalidade permanente e continuada, através
da reconstrução de diálogos e textos, no início ou durante as aulas, ou ainda em momentos coletivos de
estudos, terá finalidades diagnósticas e de reorientação de aprendizagens e competências. A modalidade de
aferição final será realizada através de prova e/ou trabalho escrito onde se demonstrará os objetivos
elencados acima.
A segunda chamada será realizada no decorrer das aulas, na execução da realização da tarefa não realizada
pelo aluno/a. As atividades em grupo levarão em conta para fins avaliativos, além dos critérios elencados
abaixo, a presença efetiva e participativa de todos os sujeitos do grupo na elaboração e apresentação das
sínteses. O cronograma é uma previsão das atividades, e pode sofrer alterações. A prova final constará de
um exercício escrito que poderá contemplar todo o conteúdo abordado.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação a ser adotada na disciplina terá como característica principal, ser processual, o que remete a
341
importância da presença e participação do/a aluno/a durante as aulas, nos debates, produções, trabalhos em
grupo, apresentações. Em relação às produções (orais e escritas; individuais e em grupo) será levado em
consideração:
˗ Construção de um discurso coerente e coeso;
˗ Capacidade de teorização levando em conta os autores estudados;
˗ Compreensão do campo conceitual;
˗ Autonomia na argumentação sempre construída a partir dos referentes teóricos, associada à
experiência;
˗ Habilidade de síntese;
˗ Capacidade de relacionar o conhecimento a diferentes contextos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
As relações que professores estabelecem com seus próprios saberes. Fontes dos saberes presentes na prática
docente: os saberes da formação profissional, os saberes disciplinares, os saberes curriculares, os saberes
experienciais e os saberes práticos. Relações entre tempo, trabalho e aprendizagem dos saberes profissionais
dos professores de profissão. Problemas que afetam a pesquisa sobre o saber dos professores. A
profissionalização do ensino: uma conjuntura [social] paradoxal. A epistemologia da prática profissional.
Formação dos professores e saberes profissionais. Profissão, profissionalismo e precarização do trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
342
343