Republica de Angola
Ministério da Educação
Colégio 11 de Novembro - Núcleo do Quiôngua
TRABALHO EM GRUPO DE FISÍCA
TEMA:
ELETROSTÁTICA
TURMA: D
Grupo: nº 06
Período: Tarde
Classe: 9ª
O Docente
____________________
Victor José Mario
UÍGE 2024
ÍNDICE
INTRODUÇÃO...........................................................................................................................1
FENÔMENOS ELÉTRICOS E SUA IMPORTÂNCIA.............................................................2
Importância dos fenômenos elétricos...........................................................................................2
ELETRIZAÇÃO DOS CORPOS.................................................................................................3
TIPOS DE ELETRIZAÇÃO DOS CORPOS..............................................................................3
CARGAS ELÉTRICAS...............................................................................................................4
TRANSFERÊNCIA DE CARGAS ELÉTRICAS DE UM CORPO PARA OUTRO................5
CORPOS BONS E MAUS CONDUTORES DE CORRENTE ELÉTRICA..............................6
ESTRUTURA DOS ÁTOMOS, O ELETRÃO...........................................................................6
O ELETROSCÓPIO....................................................................................................................7
A TROVOADA COMO UM FENÔMENO ELÉTRICO...........................................................8
UTILIZAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DO PARA-RAIO..............................................................9
CONCLUSÃO...........................................................................................................................11
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.......................................................................................12
INTRODUÇÃO
A eletrostática é a parte da física que estuda os fenômenos elétricos resultantes das cargas
elétricas em repouso. Nesta condição significa que elas estão em equilíbrio, ou seja, não estão se
movendo. Etimologicamente a palavra eletrostática vem de dois vocábulos gregos,
eléktrons+ststikos, que significa eletricidade em repouso.
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FENÔMENOS ELÉTRICOS E SUA IMPORTÂNCIA
Fenómenos elétricos são eventos ou processos que envolvem a presença e o movimento de
cargas elétricas. Após pentearmos o cabelo, num dia muito seco, aproximarmos o pente de
pedacinhos de papel, verificamos que estes são atraídos pelo pente. Os fenômenos elétricos são
as diferentes transformações ou mudanças que ocorrem na eletricidade. Ou ainda, é a
propriedade que o corpo adquire, depois de friccionado, com outros corpos mais leves, que
recebe o nome de carga elétrica. Alguns exemplos de fenómenos elétricos incluem:
Corrente Elétrica: Movimento ordenado de elétrons através de um condutor, como um
fio metálico, resultando em fluxo de carga elétrica.
Campos Elétricos: Regiões ao redor de partículas carregadas onde outras cargas
experimentam uma força elétrica.
Descargas Elétricas: Movimento rápido de cargas elétricas, como o que ocorre em um
raio durante uma tempestade ou em uma faísca de um choque estático.
Importância dos fenômenos elétricos
Eles são muito importantes na vida cotidiana, pois praticamente utilizamos a corrente elétrica em
todas as atividades do nosso dia a dia, e aproveita-se a corrente de energia elétrica para
iluminação no geral, o uso de aparelhos nas nossas casas nos hospitais nas indústrias nos
transportes em fábricas nas escolas e nas cidades. Aqui estão algumas razões que destacam sua
importância:
Energia Elétrica: A geração, transmissão e distribuição de energia elétrica dependem
diretamente de fenómenos elétricos. Sem esses processos, seria impossível abastecer residências,
indústrias e cidades com energia necessária para o funcionamento diário.
Comunicações: As tecnologias de comunicação, como rádio, televisão, telefonia móvel e
internet, dependem de sinais elétricos para transmitir informação. A modulação e demodulação
de sinais elétricos permitem a troca de dados de forma eficiente e rápida.
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Saúde: A área médica utiliza diversos dispositivos elétricos para diagnóstico e tratamento, como
máquinas de ressonância magnética (MRI), eletrocardiogramas (ECG) e desfibriladores. Esses
dispositivos dependem do entendimento e aplicação dos fenómenos elétricos.
Indústria: Processos industriais, como a automação e o controle de máquinas, dependem de
sistemas elétricos e eletrônicos. A eficiência e a produtividade industrial estão intimamente
ligadas ao uso de tecnologias baseadas em fenómenos elétricos.
ELETRIZAÇÃO DOS CORPOS
Um corpo está eletrizado quando adquire propriedades de atrair outro corpo um corpo. Um corpo
ganha elétrons quando foi eletrizado negativamente e perde elétrons quando for eletrizado
positivamente.
Corpos eletrizados: são aqueles que ganham ou perdem elétrons (au corpos que possuem
excesso ou falta de elétrons).
TIPOS DE ELETRIZAÇÃO DOS CORPOS
Existem três tipos de eletrização dos corpos que são:
Eletrização por fixação ou atrito: é a forma de produzir eletricidade através da fricção
de certos corpos, ou seja ocorre quando um corpo é friccionado sobre outro e adquire
propriedades de atrair outros corpos.
Exemplo: esfregar uma esferográfica no cabelo e aproximar em alguns pedaços de papéis
veremos que vai atrair-lo.
Eletrização por contato: é a forma de produzir eletricidade através do contato de um
corpo não eletrizado com outro eletrizado, ou seja, ocorre quando colocamos em contato
um corpo neutro e um corpo eletrizado uma parte da carga elétrica passará para o corpo
neutro.
Exemplo: ao fazer funcionar um televisor, máquina de fazer sumo entre outros.
Eletrização por influência: é a forma de produzir eletricidade em que se aproxima o
corpo eletrizado do corpo não eletrizado ao vice-versa sem os tocar.
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Exemplo: dínamo ou íman e um metal elétrico
CARGAS ELÉTRICAS
Carga elétrica é uma propriedade das partículas elementares que compõem o átomo. Ou ainda, é
uma grandeza física que determina a intensidade das interações eletromagnética lembrando que o
átomo é formado por prótons elétrons e nêutrons sendo que:
Prótons: localizam-se no núcleo do átomo e possuem carga elétrica positiva.
Eletrônicos: ficam na eletrosfera região ao redor do núcleo atômico, e tem carga elétrica
negativa.
Nêutrons: também localizados no núcleo atômico, não possuem carga elétrica.
Tipos de cargas
Existem dois tipos de cargas elétricas: cargas positivas e cargas negativas. A interação entre
corpos carregados depende do tipo e da magnitude das cargas que eles possuem.
Tipos de Cargas Elétricas
Carga Positiva: Associada ao próton, representada convencionalmente por um sinal de
mais (+).
Carga Negativa: Associada ao elétron, representada convencionalmente por um sinal de
menos (-).
Interação entre Corpos Carregados
Força de Atração:
Entre Cargas Opostas: Cargas de sinais opostos (uma positiva e uma negativa) se atraem. Por
exemplo, um próton (carga positiva) e um elétron (carga negativa) experimentam uma força de
atração que os aproxima.
Exemplo: Se uma barra de vidro carregada positivamente é aproximada de uma barra de plástico
carregada negativamente, elas se atraem.
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Força de Repulsão:
Entre Cargas Iguais: Cargas de mesmo sinal (ambas positivas ou ambas negativas) se repelem.
Por exemplo, dois elétrons (ambos com carga negativa) se repelem mutuamente.
Exemplo: Se duas barras de vidro carregadas positivamente são aproximadas, elas se repelem.
TRANSFERÊNCIA DE CARGAS ELÉTRICAS DE UM CORPO PARA OUTRO
A transferência de cargas elétricas de um corpo para outro pode ocorrer por três métodos
principais: atrito, contato e indução. Cada método envolve diferentes mecanismos de
transferência de elétrons entre os corpos. Vamos detalhar cada um deles:
Transferência de Cargas por Atrito
Quando dois materiais diferentes são esfregados um contra o outro, os elétrons podem ser
transferidos de um material para o outro, resultando em um desequilíbrio de cargas. Um material
pode ficar carregado positivamente (perdendo elétrons) e o outro negativamente (ganhando
elétrons).
Exemplo: Esfregar um balão contra o cabelo. O balão pode adquirir elétrons do cabelo, ficando
carregado negativamente, enquanto o cabelo fica carregado positivamente.
Transferência de Cargas por Contato
A transferência de cargas por contato ocorre quando um objeto carregado toca um objeto neutro
ou outro objeto carregado, permitindo que as cargas se redistribuam entre os objetos.
Exemplo: Tocar um objeto neutro com um objeto carregado positivamente. Elétrons do objeto
neutro podem fluir para o objeto carregado, resultando em uma carga positiva no objeto
anteriormente neutro.
Transferência de Cargas por Indução
A indução envolve a redistribuição de cargas dentro de um objeto devido à presença de um
campo elétrico de um objeto carregado próximo, sem contato direto.
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Exemplo: aproximar um bastão carregado positivamente de pequenos pedaços de papel, que
serão atraídos devido à indução de cargas negativas na superfície mais próxima.
CORPOS BONS E MAUS CONDUTORES DE CORRENTE ELÉTRICA
Na natureza existem corpos que permitem o movimento livre das cargas elétricas e existem
corpos que não permitem a passagem das partículas carregadas. O condutor é qualquer meio em
que se propaga A corrente elétrica.
Existem dois tipos de condutores
1. Os bons condutores: são metais que permitem o movimento de cargas elétricas.
Exemplo: a terra o corpo humano cabos elétricos e alumínio.
2. Os maus condutores: são os minerais que não permitem a livre circulação de cargas
elétricas.
Exemplo: a borracha a madeira o vidro e plástico.
O isolador: são os materiais que retém as cargas elétricas sem permitir o deslocamento até outra
parte do corpo exemplo a maneira a borracha o vidro fios de seda o algodão o plástico etc.
ESTRUTURA DOS ÁTOMOS, O ELETRÃO
Sabemos que os corpos são constituídos por moléculas e átomos, ou seja como defendia o grego
Leucipo e seus seguidores Democreto “o mundo é feito de átomo” assim, o átomo é uma palavra
de origem grega que significa não divisível ou indivisível (A= não; tomo= divisível).
O homem desde então usa modelos atômicos para explicar a estrutura dos átomos. Um modelo
atômico é um conjunto de idéias que explicam a estrutura dos átomos.
O primeiro modelo atômico foi proposto por John Dalton que baseando-se na sua experiência e
nas idéias de Leucipo e Demócrito. Concluiu que: “o átomo é a unidade fundamental de
constituição da matéria é indivisível indestrutível e não pode ser criado”.
Depois surgiu o modelo do físico inglês Joseph Thompson (1856-1940), onde propôs o modelo
atômico, onde defendia que: “o átomo é formado por elétrons, prótons e nêutrons, essas
partículas se encontram desordenadamente dispersas por todo volume do átomo”.
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O eletrão: é a partícula que tem a menor carga elétrica negativa e que se pode dividir. O valor da
carga do eletrão foi determinado por físico inglês R. Millikan. A massa do eletrão é
extremamente pequeno quase 30700 vezes menor que a massa do átomo mais pequena.
Essa idéia não existiu por muito tempo devido da breve experiência realizada por outro físico
inglês Ernest Rutherford concluiu o que: “a estrutura do átomo não é homogênea, o átomo é
formado por um núcleo e um envoltório. No núcleo estão os portões, e os neutrões, e o
envoltório estão os eletrões distribuídos em camadas de energia.
Em condições normais os átomos são neutros porque a carga total positiva do núcleo é igual a
carga total negativa dos elétrons do envoltório ou simplesmente que o átomo é eletricamente
neutro porque a quantidade de produtores do núcleo é igual a quantidade de eletrões no
envoltório o conjunto de camadas de elétrons que rodeiam o núcleo denomina-se nuvem
eletrônica=atmosférica.
O ELETROSCÓPIO
É um aparelho que permite visualizar os fenômenos elétricos é um aparelho que ajuda a
distinguir o tipo de carga que possui um corpo eletrizado. Se um corpo está eletrizado o
eletroscópio identificará facilmente.
Existem dois tipos mais comuns de eletroscópio:
1. O pêndulo elétrico: é um eletroscópio simples que é constituído por uma haste de
suporte e por um fio de seda com uma bola de material de alumínio ou outro material
adequado na sua extremidade. Eletriza-se a esfera com determinada carga positiva ou
negativa, e aproxima-se o corpo o qual se deseja saber a carga.
Exemplo: se a bola for eletrizado positivamente aproxima-se dela o material com carga
desconhecida. Se esta esfera atrair-se para o corpo este estará eletrizado negativamente.
2. O eletroscópio de folha: é constituído por um frasco de vidro e duas leves folhas
metálicas presas a um bastão metálico em ligação com o exterior na garrafa. É composta
por uma garrafa transparente isolante fechada por uma rolha igualmente isolante. Se o
eletroscópio estiver neutro suas folhas estarão abaixadas. Aproximação de um corpo
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carregado à esfera superior induz carga no sistema e as folhas se separam possuírem
cargas de mesmo sinal. Se esse corpo carregado tocar a esfera superior o eletroscópio
também ficará eletricamente carregado.
A TROVOADA COMO UM FENÔMENO ELÉTRICO
A trovoada é um fenômeno meteorológico que envolve processos elétricos intensos na
atmosfera. Ela é caracterizada pela presença de relâmpagos, trovões, ventos fortes, chuvas
intensas e, às vezes, granizo. O relâmpago, em particular, é um exemplo impressionante de
descarga elétrica natural. Aqui está uma explicação detalhada de como a trovoada se forma e
como ela pode ser entendida como um fenômeno elétrico.
Formação de Trovoadas
1. Formação de nuvens de tempestade:
- O aquecimento da superfície da Terra pelos raios solares leva à evaporação da água,
formando nuvens de tempestade carregadas eletricamente.
- Nessas nuvens, ocorre a separação de cargas elétricas, com a parte superior carregada
positivamente e a parte inferior, negativamente.
2. Acumulação de cargas elétricas:
- O processo de separação de cargas dentro da nuvem de tempestade leva a uma diferença de
potencial elétrico cada vez maior entre as partes superior e inferior da nuvem.
- Essa diferença de potencial pode atingir valores muito altos, chegando a milhões de volts.
3. Formação do relâmpago:
- Quando a diferença de potencial se torna muito grande, o ar entre a nuvem e a superfície da
Terra ou entre duas nuvens se ioniza, formando um canal condutor de plasma.
- Esse canal permite a descarga elétrica repentina, dando origem ao relâmpago, que é uma
descarga de energia elétrica na forma de luz e calor.
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4. Produção do som do trovão:
- O rápido aquecimento do ar causado pela passagem da descarga elétrica do relâmpago gera
uma onda de choque que se propaga pelo ar, produzindo o som do trovão.
- O som do trovão é ouvido alguns segundos após a visualização do relâmpago, pois a luz se
propaga mais rapidamente do que o som.
5. Efeitos adicionais:
- A trovoada também pode gerar campos eletromagnéticos intensos, que podem induzir
correntes elétricas em estruturas metálicas, causando danos.
- Além disso, a ionização do ar durante a trovoada pode produzir radiação ultravioleta e raios
X, que também podem ser prejudiciais.
Portanto, a trovoada é um fenômeno complexo que envolve uma série de processos elétricos e
eletrônicos, desde a formação das nuvens carregadas até a descarga elétrica e a produção do som
do trovão.
Riscos:
Trovoadas podem causar danos significativos devido a raios, ventos fortes, granizo e enchentes.
Relâmpagos podem iniciar incêndios florestais e causar danos a estruturas e eletrônicos.
UTILIZAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DO PARA-RAIO
Os para-raios são dispositivos projetados para proteger estruturas contra os danos causados por
descargas atmosféricas, como relâmpagos. Eles funcionam desviando a corrente elétrica do raio
para o solo, onde pode ser dispersada com segurança.
Utilização dos Para-Raios
1. Atração do raio:
- O para-raio é projetado para atrair o raio, desviando-o da estrutura que se deseja proteger.
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- Isso é feito através da sua ponta pontiaguda, que facilita a ionização do ar, criando um
caminho preferencial para a descarga elétrica.
2. Condução da descarga elétrica:
- Quando o raio atinge o para-raio, a sua energia elétrica é conduzida através de um cabo
metálico até ser aterrada no solo.
- Isso evita que a descarga elétrica danifique a estrutura ou cause ferimentos a pessoas.
3. Dispersão da energia:
- O aterramento do para-raio permite que a energia elétrica do raio seja dissipada de forma
segura no solo, evitando danos.
Constituição dos Para-Raios
1. Haste pontiaguda: A parte superior do para-raio é uma haste metálica pontiaguda, geralmente
de cobre ou alumínio, que facilita a ionização do ar.
2. Cabo condutor: Um cabo metálico, normalmente de cobre, liga a haste pontiaguda à conexão
de aterramento. Esse cabo deve ter uma seção transversal suficiente para conduzir a alta corrente
elétrica do raio.
3. Sistema de aterramento: A extremidade do cabo condutor é conectada a um sistema de
aterramento, que pode ser uma placa de metal enterrada no solo ou uma rede de hastes metálicas
cravadas no solo. O aterramento deve ter baixa resistência elétrica para permitir a dispersão
segura da energia do raio.
4. Isoladores: A haste e o cabo condutor são geralmente instalados sobre isoladores, evitando
que a corrente elétrica se desvie por outros caminhos.
O para-raio é um dispositivo essencial para a proteção de estruturas contra os danos causados
pelos raios, desviando e dissipando a energia elétrica de forma segura.
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Funcionamento do Para-Raios
Captação da Descarga: Quando um raio se aproxima, a alta tensão ioniza o ar ao redor da
ponta captora, facilitando a formação de um caminho condutor entre a nuvem carregada e
o para-raios.
Condução da Corrente: A corrente do raio é conduzida pela haste de aterramento e pelo
condutor de descida até o sistema de aterramento.
CONCLUSÃO
A eletrostática desempenha um papel vital na compreensão dos princípios fundamentais da
eletricidade e na aplicação desses princípios em tecnologias modernas. Desde a interação de
cargas elétricas até a proteção de estruturas com para-raios, a eletrostática é uma área que
combina teoria rigorosa com aplicações práticas significativas. A compreensão das forças entre
cargas, a distribuição de cargas em materiais, e os métodos de eletrização são essenciais para o
desenvolvimento de tecnologias de eletrônica, controle de processos industriais, e segurança.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Halliday, D., Resnick, R., & Walker, J. (2013). *Fundamentals of Physics*. Wiley.**
2. Serway, R. A., & Jewett, J. W. (2018). *Physics for Scientists and Engineers with Modern
Physics*. Cengage Learning.**
3. Griffiths, D. J. (2017). *Introduction to Electrodynamics*. Pearson.**
4. Purcell, E. M., & Morin, D. J. (2013). *Electricity and Magnetism*. Cambridge University
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5. Feynman, R. P., Leighton, R. B., & Sands, M. (2010). *The Feynman Lectures on Physics,
Vol. 2: Mainly Electromagnetism and Matter*. Basic Books.**
LISTA NOMINAL
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2. André F. Manuel
3. Edgar Wilson J. Viera
4. Francisco A. Domingos
5. Natalia F. Laurindo
6. Suzeti M. Paulo
7. Victor F. Manuel
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