DIAGNÓSTICO
Rent the closet
Desenvolvido por
Um diagnóstico raíz
é aquele que traz
tendências e dados
para que, desta Essa é a
forma, consigamos marca que
queremos
criar soluções! deixar…
Moda Circular: aumenta a compra de roupas de 'segunda
mão'; entenda
A compra de roupas de "segunda mão" aumenta no Brasil, assim como o número de lojas que trabalham com esses produtos. De
acordo com pesquisa divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), em 2023, o Brasil possuía
118.778 brechós em pleno funcionamento.
Mas esse número pode ser ainda maior. Muitos brechós, considerados "caseiros", são montados nas varandas ou garagens de casas
em algumas datas.
Na busca por roupas mais baratas e exclusivas, as novas gerações são as que mais movimentam esse tipo de comércio.
A moda circular é baseada na economia circular, e privilegia a consciência e a sustentabilidade. A principal proposta desse
modelo econômico está ligada à redução do desperdício de materiais, poluição e resíduos tóxicos, além de estimular o
aumento do tempo de uso de produtos e materiais.
De acordo com o Sebrae, práticas sustentáveis já estão inseridas no cotidiano de alguns negócios da cadeia da moda, que
começam a rever seus processos produtivos e o ciclo de vida dos produtos comercializados.
"O modelo da economia circular ganha corpo a partir do entendimento de que os recursos naturais são finitos e que, por isso, é
necessário transformar o sistema de consumo", diz o Sebrae.
- Recuperar materiais;
- Garantir o retorno de materiais biológicos benignos à terra;
- Regenerar ou preservar minimamente a natureza e os sistemas vivos;
- Promover políticas públicas que acelerem mudanças.
A indústria da moda é a segunda maior poluente do mundo, segundo dados da Agência Brasil, atrás apenas da petrolífera. Nos
últimos anos, mais de 92 milhões de toneladas de resíduos têxteis já foram descartados, de acordo com o levantamento da Global
Fashion Agenda.
Um dos principais destinos para essas roupas e resíduos, é o deserto do Atacama, localizado no norte do Chile. As peças são
enviadas ao Chile para serem revendidas e chegam de diversos lugares como Estados Unidos, Europa e Ásia.
A moda sustentável tornou-se o caminho para colaborar com o meio ambiente e a redução do consumo consiste em
reutilizar peças e evitar o desperdício.
https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2024/08/04/moda-circular-aumenta-a-compra-de-roupas-de-segunda-mao-entend
a.ghtml
Como o Reino Unido quer se tornar um exemplo em moda
circular
Em primeiro lugar, o atual cenário legislativo na Europa, que provavelmente será implementado no Reino Unido, envolve
requisitos para empresas em relação ao design ecológico, como o ecodesign e o Regulamento de Ecodesign para Produtos
Sustentáveis. A partir de 2025, todos os países da União Europeia terão essas exigências. Apesar de o Reino Unido não fazer
mais parte da UE, deve aderir às legislações, pois a maioria das empresas que operam aqui também tem clientes na Europa. Haverá
responsabilidade estendida do produtor e uma obrigação para cada país coletar separadamente o lixo a partir de 2025, o que
demandará uma infraestrutura adequada para lidar com o aumento de resíduos”
Junestrand vê uma disposição crescente da indústria em participar dessa mudança. Apesar de não abrirem mão do lucro,
empresas têm estabelecido metas ambientais e desenvolvido novas fontes de receita, como sites de segunda mão ou o uso
de material reciclado, o que muitas vezes resulta em receitas mais altas. “Trata-se de usar os recursos de forma diferente e
criar valor a partir dos recursos existentes, em vez de usar novos materiais”, diz.
Repurpose
Outra iniciativa lançada no final de abril também vai somar para impulsionar o mercado da moda circular no Reino Unido. As
plataformas de circularidade Recomme e ACS, apoiadas pela Associação de Moda e Têxteis do Reino Unido, lançaram o Repurpose,
um hub de processamento e inovação que se autodenomina um “balcão único” para circularidade.
O Repurpose combina o software de classificação da Recomme com os serviços de aluguel, revenda e reparo já existentes da
ACS. Além disso, eles planejam desenvolver soluções para reciclagem e reuso de materiais na indústria da moda.
https://projetocolabora.com.br/ods9/como-o-reino-unido-quer-se-tornar-um-exemplo-em-moda-circular/
Consumo de moda online: estudo traz insights e desafios para
o e-commerce brasileiro
Uma pesquisa da Opinion Box mostra que o Brasil
tem o nono maior mercado de roupas e acessórios
do mundo. E, para entender melhor como anda o
consumo dos brasileiros nesta categoria, a
pesquisadora realizou um estudo com mais de 2 mil
pessoas de todo o país.
Nos últimos três meses, por exemplo, os produtos
mais adquiridos foram calçados (51%), blusas (39%) e
calças (34%). Na imagem a seguir, é possível
acompanhar todas as categorias e as respectivas
proporções de compras:
Outro ponto perguntado pela pesquisadora foi em
relação ao gasto mensal sobre itens de moda, que ficou
o seguinte:
Sobre a frequência de compra de itens de moda, a
maior parte dos respondentes (31%) afirma que o faz
entre 2 e 3 meses. Em seguida, com 23% das
respostas, as compras ocorrem cerca de duas vezes
por mês.
Há ainda quem adquira produtos por volta de duas
vezes no mês (17%), uma vez na semana (8%) e
raramente (7%). Uma parcela menor, de cerca de 3%, diz
que as compras de itens de moda, como roupas,
calçados e acessórios, ocorrem todos os dias.
E-commerce vs lojas físicas
Apesar da passagem do confinamento das pessoas em tempos de pandemia, tudo indica que as compras da categoria de
moda via e-commerce seguem como as preferidas — 66% dos respondentes admitem comprar mais online do que
presencial.
Curioso saber que 33% dos pesquisados dizem comprar, na maioria das vezes, em lojas físicas (e algumas vezes online),
enquanto outros 33% alegam adquirir dando de forma online como física.
Decisão de compra
Ao analisar a gama de opções e a comodidade de realizar compras sem sair de casa, o estudo buscou compreender quais os
principais fatores que influenciam a decisão de compra dos consumidores nesse segmento.
No entanto, quando a avaliação é sobre os principais fatores que afetam a escolha dos consumidores, as pessoas que
compram de forma online alegaram:
Compra de moda internacional
É fato que as compras internacionais se popularizaram no país ao longo dos últimos anos. Tal qual os motivos de compra
(ou não) de produtos de moda online, o estudo buscou entender os fatores que motivam as pessoas a comprar de sites de
fora do Brasil.
Entre os respondentes, a grande maioria (53%) afirma que já comprou produtos de moda de fora e continuará a realizar
esse tipo de aquisição. Para 21%, esse tipo de compra ainda não aconteceu, porém há o interesse de comprar em breve.
Outros 17% dizem que já compraram, mas não têm interesse em comprar novamente — somente 9% não comprou e diz
que não o fará.
Motivos de não comprar internacionalmente
Um dos grandes problemas das compras em sites internacionais, como mostrado aqui, são as traduções dos
conteúdos. Infelizmente, os setores de moda são os que mais sofrem o impacto dos erros na comunicação: 28% dos
entrevistados latino-americanos decidiram não comprar por conta disso. E os problemas, como mostrados a seguir,
vão além das traduções.
Problemas de compras em sites internacionais
Quem já enfrentou problemas em compras de moda em sites internacionais, afirma que a taxação é o principal vilão dessa
operação (47%). Prova disso é que 70% dos respondentes afirmam que são contra a taxação de produtos de moda para uso
pessoal.
https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/consumo-de-moda-online-insights-e-desafios-para-o-e-commerce-brasileiro
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil [2030]
Quase meio milhão de brasileiros compram artigos de moda
com frequência na internet
Entre os 480 mil digital shoppers com foco em produtos de moda, as pessoas que se declaram mulheres representam 66,7%
do conjunto que mais compra digitalmente, enquanto homens são 32,6%. A maioria desses compradores digitais tem idades
entre 25 e 29 anos (19,5%). Aqueles com 70 anos ou mais são os com menor incidência (0,7%).
Na análise por classe social, do total de compradores digitais mais assíduos, 52,1% são da classe C. Considerando que a população do
Brasil possui 37,3% de pessoas nesta classificação, o volume de digital shoppers desse conjunto é cerca de 15 pontos percentuais
acima da média populacional, o que denota uma predileção maior nessa classe social para o comportamento, quando comparada
com as demais. Pelos dados do levantamento, a classe B é a segunda do ranking que mais compra online (24,46%) e a classe D
(20,08%) fica em terceiro. A predileção pelo e-commerce é bem menos intensa entre os públicos A e E, que representam
respectivamente,1,15% e 2,19% dos digital shoppers por renda.
Localização
Na visão por localidade, a pesquisa revelou que o Sudeste é a região que concentra a maior parte desse grupo (50,8%), seguido
pelo Nordeste (21,9%), Sul (13,3%), Centro-Oeste (8,6%) e Norte (5,5%). No detalhamento por Unidades Federativas (UFs), os
destaques ficaram com São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Bahia, contra as menores incidências identificadas em
Rondônia, Tocantins, Amapá, Acre e Roraima.
https://mercadoeconsumo.com.br/13/03/2024/ecommerce/quase-meio-milhao-de-brasileiros-compram-artigos-de-moda-com-freq
uencia-na-internet/
Second Hand September: movimento incentiva consumo
consciente de roupas
É também um período importante para o consumo consciente, já que, desde 2019, a campanha Second Hand September
(“setembro de segunda mão”, na tradução livre) toma conta do calendário da indústria da moda circular.
Criada pela ONG britânica Oxfam, que atua no mundo todo, a campanha de conscientização tem como intuito incentivar as
pessoas, durante 30 dias, a comprarem roupas de segunda mão, a consumir em brechós, a doar, a alugar e trocar entre si e,
principalmente, a adquirir hábitos que ajudem a reduzir o desperdício e pensar no mundo de forma mais consciente, tendo as
mudanças climáticas em mente.
https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/second-hand-september-movimento-incentiva-consumo-consciente-de-roupas/
Mercado de aluguel e revenda de luxo pode quintuplicar até
2025, diz estudo
O mercado de aluguel e revenda tem um grande potencial de crescimento. De acordo com um estudo da Bloomberg Intelligence,
esse mercado pode quintuplicar até 2025, com foco na revenda. Um resultado que "ultrapassaria significativamente" a taxa de
crescimento esperada para o mercado de roupas novas.
O estudo acrescenta que "os modelos de negócios circulares têm potencial para representar até 23% do mercado global de
moda até 2030, impulsionados pela crescente conscientização do consumidor sobre sustentabilidade e pela pressão
inflacionária, que pressiona o poder de compra".
Para as marcas, isso significa que aquelas sem habilidades específicas de revenda por meio de suas próprias operações ou
por meio de um parceiro podem acabar vendo a maioria das vendas sendo realizadas por meio de sites de segunda mão, de
consumidor a consumidor (C2C), algo que pode ser visto tanto na extremidade superior, quanto inferior da escala de preços.
De acordo com o relatório, "a revenda é uma oportunidade para as marcas de luxo adquirirem clientes que não podem mais
pagar alguns preços, gerando novas receitas. A Kering adquiriu uma participação de 5% na plataforma de revenda Vestaire
Collective como parte de uma estratégia para atrair consumidores mais jovens e preocupados com o meio ambiente. As
identidades digitais serão fundamentais na revenda de luxo, e a Chloé, de propriedade da Richemont, lançou identidades de
produtos que permitem 'revenda instantânea', com autenticidade e credenciais ecológicas, fundamentais para evitar riscos de
falsificação".
O estudo da Bloomberg também ecoa outros que dizem que o luxo tem uma oportunidade única na revenda porque é
"sinônimo de longevidade e qualidade, ao contrário da fast fashion.
https://br.fashionnetwork.com/news/Mercado-de-aluguel-e-revenda-de-luxo-pode-quintuplicar-ate-2025-diz-estudo,1501943.html
TikTok está fazendo jovens gastarem o dinheiro do aluguel em
roupas de marca: entenda como a rede social está criando um
boom no varejo de luxo
TikTok é novo xodó das marcas de luxo?
De acordo com um relatório da Bain& Co, a chamada Geração Z (nascidos entre o fim da década de 1990 e 2010) está
começando a comprar produtos de luxo muito mais cedo do que a geração anterior.
A partir dos 15 anos, os jovens já estão adquirindo os itens. Isso significa que essas pessoas estão iniciando no mercado de
luxo de três a cinco anos antes dos millennials (quem nasceu entre 1980 e 1990). E a previsão é de que os gastos aumentem
três vezes mais rápido do que gerações mais velhas.
“Até 2030, os mais jovens (gerações Z e Alpha — nascidos depois de 2010) se tornarão de longe os maiores compradores de
luxo, representando 80% das compras globais”, indica o relatório.
O documento também aponta que a geração do milênio e a geração Z representaram 72% do mercado global de luxo em 2022.
Mas antes da pandemia, o cenário era completamente diferente.
Em 2019, os millennials e a gen X (nascidos entre 1965 e 1981) eram os maiores compradores do mercado de bens de luxo,
com 66% de participação, enquanto a geração Z tinha uma parcela de 8%.
As estratégias para conversar com a geração Z
Não dá para negar que o TikTok é a televisão da geração Z — falo mais sobre isso neste texto. A plataforma já deixou há tempos de
ser apenas a “rede social das dancinhas” e agora é o lugar onde os jovens procuram por informações, tutoriais e etc.
Eu mesma já me peguei usando o mecanismo de buscas da rede para procurar conteúdos que eu precisava para facilitar minha
vida, coisa que, há alguns anos, eu estaria fazendo no Google.
Com mais de 1 bilhão de usuários ativos, as pessoas passam horas a fio no aplicativo. Por aqui, um usuário médio gasta cerca de 20
horas por mês na rede chinesa. Em solo norte-americano — onde o TikTok luta para não ser banido — esse número chega a quase
30 horas.
Em contraposição, o tempo despendido no Instagram pelos brasileiros é de 11 horas mensais, já os norte-americanos passam 8
horas por mês na rede, de acordo com dados do relatório da consultoria AppAnnie e do pesquisador móvel Data.ai. Scott Galloway,
professor da Stern School of Business da Universidade de Nova York.
“O TikTok é a TV da geração Z”, disse Jo Cronk, presidente da empresa de marketing Whalar em entrevista ao Business Insider.
“Se você quer que sua marca, seu produto, seu serviço chame a atenção da Geração Z, você precisa estar na rede, isso não é
negociável hoje.”
De onde está vindo o dinheiro?
Eis o X da questão. A economia não anda exatamente bem no momento. Estamos vivendo um período de inflação elevada ao redor
do mundo, com taxas de juros altas, quebradeira de bancos e expectativa de recessão.
Então, o questionamento que fica é: de onde as novas gerações estão tirando dinheiro para aumentar a participação no mercado
de luxo?
Bom, essa resposta é complexa. Mas um estudo do Morgan Stanley pode ajudar a responder.
De acordo com o antes do US Census Bureau, quase metade dos jovens adultos ainda mora na casa dos pais nos Estados
Unidos — país que mais consome produtos de luxo. Para você ter uma ideia, esse número não era visto desde a Grande
Depressão, em 1929.
Para o Morgan Stanley, isso tem ajudado no ‘boom’ de sua participação no mercado de luxo.
Afinal, isso reduz consideravelmente as despesas fixas mensais. Morar em casa é liberar seu orçamento e ter mais renda disponível
para gastar.
https://www.seudinheiro.com/2023/especiaissd/tiktok-impulsionando-marcas-de-luxo-bdap/
Consumidor do Futuro
Em um mundo em constante transformação, como sua marca pode ganhar participação de mercado e lealdade duradoura? A
mais recente previsão do consumidor da WGSN, Consumidor do futuro 2025 , oferece foco e soluções para o seu planejamento
ao longo dos próximos dois anos.
Em 2025, teremos enormes mudanças na indústria, na comunidade e no planeta. Viajaremos para novas cidades – físicas e digitais
–, mas sem esquecer a força do local. Vamos nos concentrar em uma economia regenerativa e ecossistemas de negócios, ao
mesmo tempo em que entendemos que crescimento não é necessariamente uma palavra ruim. A Grande Reestruturação está a
caminho.
Após extensa pesquisa, a WGSN identificou os quatro principais perfis de consumidores para 2025: neo-niilistas, redutores,
protetores do tempo e pioneiros. Estes quatro perfis têm em comum a necessidade de reivindicar o tempo e seu lugar no
mundo.
Neo-niilistas: Avessos à volatilidade do mundo atual, os Neo-niilistas estão buscando a felicidade e um novo sentido de propósito
longe do mainstream.
- Contemplativos
- Inconformados
- Pensadores alternativos
- Em busca de propósito
Oprimido pela policrise, este grupo optou por se retrair e se importar menos como mecanismo de enfrentamento.
Isso é impulsionado por crescentes preocupações com a inflação, as mudanças climáticas e a capacidade dos governos ou
instituições de resolver esses problemas. Mais de 50% dos jovens entre 16 e 25 anos se sentem ansiosos, impotentes,
desamparados e culpados pelas mudanças climáticas, enquanto mais de 45% dizem que seus sentimentos sobre isso afetam
negativamente sua vida diária.
Para os neo-niilistas, abrir mão de responsabilidades pode ser uma fonte de alegria. Livres das exigências da sociedade, eles
escolhem viver de acordo com suas próprias regras e definir suas próprias métricas de sucesso e felicidade.
Preocupação com a inflação: 57,3% se preocupam com a alta do custo de vida.
+ de 50% dos jovens (16 a 25 anos) se sentem tristes, ansiosos, impotentes, desesperançosos e culpados em relação à crise
climática. Além disso, mais de 45% acreditam que a preocupação deles com a crise climática afeta negativamente a rotina
diária.
Honestidade, autenticidade e humor serão as melhores ferramentas para ganhar a confiança dos Neo-niilistas, que não
querem sentir que foram convencidos.
Redutores: Após abraçar a conveniência digital e a vida remota durante a pandemia, esses consumidores querem restabelecer
suas conexões com o mundo físico e com as comunidades por meio de um toque humano.
- Ocupados
- Impulsionados por um propósito
- Focados na comunidade
- Em busca de conexão
Os redutores estão procurando restabelecer conexões e comunidades no mundo físico com um toque mais humano. Depois
de adotar a conveniência digital e a vida remota durante a pandemia, esse grupo quer reduzir o tempo de tela e reconstruir seu
senso de comunidade, valorizando o tangível em detrimento do digital.
Guiados por seus valores, os redutores estão fortemente cientes de seu impacto no mundo e se interessam por empresas e
marcas sustentáveis, éticas e que remuneram seus funcionários de forma justa. Seu forte senso de comunidade significa que
eles priorizam a gentileza e a integridade. Se eles virem algo errado, farão a coisa certa – vão esperar o mesmo de você.
Do que eles precisam: os Redutores priorizam a gentileza e a integridade – eles agem se perceberem algo errado e esperam o
mesmo de você. Eles se preocupam mais com o bem-estar dos outros do que com si mesmos (de acordo com um metaestudo da
publicação científica Psychological Bulletin, que analisou mais de 200 estudos mundiais, as pessoas que praticam o altruísmo, a
compaixão e a empatia têm uma saúde física e mental melhor).
64% dos entrevistados compraram mais do comércio local desde o início da pandemia, com o objetivo de apoiar a comunidade.
Os Redutores priorizam a conexão, seja por meio do toque humano na prestação do serviço ou do toque emocional da
narrativa. Eles também precisam ter certeza de que os valores da sua marca são os mesmos que os deles.
Protetores do tempo: Para esses criadores de experiências memoráveis, o tempo é o recurso mais valioso. E mais do que
gastá-lo, eles querem investir em coisas que tornem a vida mais rica.
- Equilibrados
- Hedonistas
- Não ligam para a idade
- Querem enriquecimento pessoal, não material
Uma evolução dos Construtores de memórias de 2024, os Protetores do tempo querem investir seu precioso tempo em coisas
que tornarão suas vidas mais ricas.
A pandemia e a ascensão das redes sociais fizeram esse grupo perceber que o tempo é seu recurso mais valioso. Eles estão
confrontando as pressões das redes sociais, investindo seu tempo em coisas que agregam valor ao seu mundo, como rituais
diários e experiências significativas. A qualidade em detrimento da quantidade é fundamental para esses consumidores que
buscam memórias duradouras ao invés de bens materiais.
- Busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e trabalho
- 37% dos adultos nos EUA têm um amigo próximo que é pelo menos 15 anos mais novo ou mais velho, e 20% das amizades
intergeracionais duram pelo menos 20 anos.
- 58,6% da Geração X e dos Baby Boomers não veem seu grupo demográfico representado adequadamente no marketing de
moda.
- 1 a cada 6 pessoas no mundo terão mais de 65 anos em 2050 (em 2019, esse número era de uma em 11).
- 79% afirmam que o bem-estar é importante, e 42% acham que o tema é prioritário.
Os Protetores do tempo querem liberdade e flexibilidade para viverem suas vidas ao máximo, além de coisas que vão agregar
valor.
Pioneiros: Esse consumidor é como um aparelho eletrônico: é preciso ligá-lo na tomada. Chame a atenção dele por meio de
novas ideias e produtos versáteis, capazes de tornar os mundos físico e virtual mais acessíveis para todo
Os pioneiros são impulsionadores, agitadores e criadores de oportunidades que prosperam por meio de mudanças e novas
ideias.
Enquanto outros grupos estão trabalhando para ajustar seu impacto no mundo, os Pioneiros estão tentando mudá-lo
completamente.
Eles são os pensadores do futuro que constroem novos mundos, sejam eles lugares urbanos com melhor funcionamento, como
cidades inteligentes, ou espaços metaversos mais seguros.Os Pioneiros são líderes, movidos pela necessidade de causar impacto.
Eles se arriscam e buscam inspiração, vivem com um pé no mundo físico e outro no digital.
- Empreendedores
- Intensos
- Gostam de assumir riscos
- Sempre em busca de inspiração
Do que eles precisam: os Pioneiros precisam de soluções que melhorem o mundo, como um design universal que facilita a vida de
pessoas de todas as idades e capacidades ou serviços e produtos personalizados, feitos para durarem mais. Sempre curiosos, eles se
sentem igualmente confortáveis no mundo físico e no digital – para eles, o propósito é mais importante do que a plataforma.
Os Pioneiros serão inspirados por novas ideias, designs inteligentes e qualquer coisa que conecte os mundos físico e virtual
de modo homogêneo.
Quatro estratégias para o sucesso
01 Reduza a pressão nesta era policrise: É fundamental ajudar o consumidor neste momento em que ele lida com temas como
inflação, recessão, crise climática e instabilidade geopolítica. Identifique agora como a sua marca pode oferecer sentimentos de
calma, escapismo e até bom humor e ofereça produtos e serviços que vão facilitar a vida das pessoas.
02 Crie conexões e comunidades: Faça com que o mundo pareça menor e mais amigável, incorporando um toque humano em
seus produtos e serviços e garantindo que a sua empresa gere impactos positivos. Tratar as pessoas e o planeta com gentileza e
respeito é a melhor forma de criar uma comunidade fiel e duradoura.
03 Priorize a qualidade, não a quantidade: Estamos fartos do excesso de opções, ainda mais neste momento em que está claro que
os recursos do planeta estão sendo exauridos. Para se destacar no mercado, ofereça algo melhor – não algo a mais – e seja claro
com o consumidor sobre como os seus produtos e serviços vão agregar valor e enriquecer a vida dele.
04 Ajude as pessoas a transitar entre diferentes realidades: Vivemos um momento de fragmentação, sempre transitando entre o
lazer e o trabalho, entre os mundos físico e digital. Com os estilos de vida híbridos em alta e o metaverso se desenvolvendo, será
essencial ajudar as pessoas a alternar entre as diversas versões de si mesmas e a proteger a privacidade delas em um mundo
com limites cada vez menos claros.
https://www.wgsn.com/pt/blogs/consumidor-do-futuro-2025
Millennials vs gen Z: como as diferentes gerações
consomem moda
A geração Z (nascida entre 1997 e 2012) tem, na moda, uma forma de destacar e expressar a individualidade, sendo comum o
investimento em peças ousadas e singulares, que refletem a personalidade e valorizam a autoestima. Os millennials, ou
geração Y (nascidos entre os anos 1980 e a primeira metade dos anos 1990), por outro lado, priorizam a praticidade e a
versatilidade nos guarda-roupas.
Esses são dados revelados em uma pesquisa feita pela revista Drapers, em parceria com a empresa BigCommerce. Outros pontos
que diferenciam as gerações são a atenção dada à sustentabilidade, a influência dos meios digitais e a fidelidade a marcas, entre
outros.
Compras de segunda mão
Os números mostram que tanto os millennials quanto a geração Z compram roupas, acessórios ou sapatos de segunda mão
em proporção similar (cerca de 68%). Isso indica que a compra em brechós se tornou popular entre ambas as gerações,
impulsionada por preocupações com sustentabilidade e acessibilidade.
Contudo, a geração Z (32% dos entrevistados no estudo) é mais propensa a alugar itens de moda do que os millennials (26%).
Segundo o relatório, essa diferença pode estar relacionada ao desejo da gen Z por novidades e variedade nos guarda-roupas,
sem o compromisso de possuir.
Fidelização do cliente
Em relação à fidelidade a marcas, os millennials (29%) são mais propensos do que a gen Z (22%) a retornar a uma loja por
causa de ofertas e promoções. Isso pode refletir o fato de que a geração Y geralmente tem maior poder aquisitivo do que os
mais novos.
Por outro lado, a geração Z valoriza, mais do que os mais velhos, uma entrega rápida como critério voltar a comprar um
produto da marca. Isso pode ser explicado pelo fato de que a gen Z, sendo nativa digital, está acostumada à chamada
gratificação instantânea, pela qual os desejos são rapidamente atendidos.
Influência digital
O estudo evidencia que 63% da geração Z usa o TikTok para inspiração de moda, contra 38% da Y. Essa diferença geracional
destaca a crescente popularidade da rede social como um centro de tendências e descoberta de produtos.
A pesquisa também revelou o baixo interesse de ambas as gerações pelo metaverso na moda. Entre os entrevistados, 34% da
geração Z e 23% dos millennials revelaram já terem explorado universos virtuais criados por etiquetas do segmento fashion.
Trend no TikTok
As diferenças não estão apenas no consumo, mas, também, na forma de vestir. Uma trend no TikTok mostra como pessoas
da geração Z vestem os mesmos looks — ou bem parecidos — em relação aos mais velhos, mas com adaptações
interessantes.
Os vídeos demonstram, como tendência para os millennials, a repetição de cores nas peças, enquanto os gen Z exploram
variados tons em um tipo de visual. Além disso, a união de peças sofisticadas e despojadas, assim como a estética de não
colocar a parte de cima por dentro da calça, e esticar as meias na canela são outros detalhes compartilhados como
frequentes pelos mais novos.
Em constante evolução, a indústria da moda encontra formas de conquistar os diferentes tipos de clientes. A influência da
tecnologia é evidente em ambas as gerações, com a Z vendo a rapidez como maior atrativo, enquanto os millennials enxergam
ações promocionais como destaque. Práticas como aluguel de roupas também diferenciam o público.
https://www.metropoles.com/colunas/ilca-maria-estevao/millennials-vs-gen-z-como-as-diferentes-geracoes-consomem-moda
Geração Z é mais ecologicamente consciente ao comprar
moda, diz relatório
Segundo um relatório da especialista em tecnologia financeira e investimentos, Saxo, as escolhas de moda da Geração Z estão
sendo cada vez pautadas de acordo com a postura ESG das marcas. Esses consumidores também estão tomando decisões de
investimento do mesmo ponto de vista e podem não comprar ações de uma empresa se sua abordagem ESG não for adequada.
A Saxo analisou dados de pesquisa de várias fontes e descobriu que mais de um terço da Geração Z não comprarão itens de
marcas que não sejam ecologicamente corretas ou não prezem pela igualdade e diversidade. E mais da metade da Geração Z
tem mais consciência ecológica ao investir em marcas de moda.
Analisando dados de fontes como The Motley Fool, Bank of America e Remake, entre outros, Saxo diz que, ao tomar decisões de
compra, os consumidores da Geração Z, que também são investidores em ações, consideram as qualidades ESG primordiais. Cerca
de 51% disseram que a sustentabilidade ambiental, o comércio ético, a igualdade e a diversidade de uma marca se tornaram
um fator importante na forma como compram roupas, acessórios e sapatos nos últimos 12 meses.
Dito isso, 26% admitiram que não pagariam mais por roupas, acessórios ou sapatos sustentáveis e éticos, então eles esperam
claramente que eco e ético sejam a norma, em vez de um complemento de preço premium. E 46% disseram que desistiram
de comprar um item moda porque sentiram que a marca ou varejista não refletia seus valores de sustentabilidade, ética,
igualdade ou diversidade.
A Saxo também analisou se a Geração Z compraria ações de uma determinada empresa. Isso pode não afetar os números de
receita de uma marca hoje, mas com a Geração Z ficando mais velha, mais rica e não muito longe de ser a geração mais
populosa (que um dia serão os líderes empresariais e políticos tomando decisões sobre a vida de todos), as atitudes deles
realmente contam.
Saxo também citou informações da Remake com as empresas de moda com maior pontuação em uma variedade de categorias,
incluindo rastreabilidade, salários e bem-estar, práticas comerciais, matérias-primas, justiça ambiental e governança. As pontuações
mais altas foram Burberry e Levi Strauss & Co, “que, por acaso, estão entre as ações mais negociadas pela Geração Z”.
https://br.fashionnetwork.com/news/Geracao-z-e-mais-ecologicamente-consciente-ao-comprar-moda-diz-relatorio,1483600.html#
zimmermann
Com quem
estamos falando?
Perfil do Consumidor:
1. Perfil Socioeconômico e Demográfico
● Classe A e B: Tem um bom poder aquisitivo, mas valoriza a relação custo-benefício, preferindo o aluguel para
experimentar peças exclusivas sem a necessidade de um investimento alto.
● Faixa etária: Majoritariamente entre 25 e 45 anos, abrangendo desde jovens profissionais até adultos em busca de
inovação em moda.
● Gênero: Predominantemente mulheres, embora homens também possam ser atraídos, especialmente se a loja expandir
para acessórios unissex ou masculinos de luxo.
2. Estilo de Vida e Valores
● Consumo consciente: São consumidores que buscam alternativas de consumo sustentável e enxergam o aluguel como
uma forma de reduzir desperdícios e o impacto ambiental.
● Acesso à moda exclusiva: Esse público valoriza o acesso a peças de grife para ocasiões especiais sem ter que comprá-las,
como para eventos de trabalho, festas, e viagens.
● Experimentação e personalização: Gostam de experimentar diferentes estilos e marcas, e o aluguel permite variar
conforme a ocasião e o momento.
3. Digital e Mobilidade
● Consumidores digitais: Estão acostumados a usar aplicativos e plataformas online para consumir serviços. A experiência
digital, incluindo um site ou aplicativo com uma interface intuitiva, é um diferencial.
● Conectados a tendências e influenciadores de moda: Estão atentos a novidades, seguindo influenciadores e tendências
no Instagram e TikTok. São influenciados por quem compartilha conteúdo sobre experiências com produtos de luxo, mas
com uma abordagem de consumo mais acessível.
4. Localização e Mobilidade
● Localização em grandes metrópoles: Inicialmente concentrados em São Paulo, onde há maior concentração de eventos
e oportunidades para exibir moda de luxo, com possibilidade de expansão para outras metrópoles e até
internacionalmente.
● Praticidade e conveniência: Preferem empresas que ofereçam facilidade de devolução e entrega rápida, o que é crucial
para manter a experiência de luxo acessível e sem complicações.
5. Motivações para Aluguel
● Versatilidade e tendência: A motivação principal é ter acesso a uma variedade de itens sem precisar comprar, permitindo
experimentar as últimas tendências.
● Eventos especiais e status: Com o aluguel, é possível ter peças de luxo para eventos pontuais, reforçando o status em
ocasiões específicas sem um grande investimento financeiro.
Qual é a Persona da
nossa Marca?
Isabela:
A Executiva
Consciente e
Antenada
● Idade: 32 anos
● Ocupação: Gerente de Marketing de uma empresa multinacional
● Localização: São Paulo, SP
● Estilo de vida: Cosmopolita, sustentável e conectada
Perfil e Comportamento
● Estilo de Vida: Isabela vive um estilo de vida agitado e valorizado. Durante a semana, seu tempo é dividido entre o trabalho
e compromissos sociais. Nos finais de semana, ela adora explorar novas experiências, seja em um evento da indústria, um
brunch com amigas ou uma festa.
● Consumo Consciente: Apesar de gostar de luxo, Isabela evita o consumo excessivo. Ela valoriza marcas que compartilham
da filosofia de sustentabilidade, e o aluguel de artigos de moda é uma maneira prática de ter acesso a peças exclusivas
sem o peso do consumo tradicional.
● Objetivos e Necessidades:
○ Versatilidade para ocasiões especiais: Isabela participa de muitos eventos de networking, lançamentos e festas.
Ela quer sempre estar bem vestida, mas prefere não repetir peças, especialmente nas redes sociais.
○ Sustentabilidade: Ela busca alternativas de consumo consciente e vê o aluguel como uma forma de aderir ao luxo
sem desperdício.
○ Praticidade e Conveniência: Para Isabela, o processo precisa ser digital e rápido. Ela valoriza a entrega no mesmo
dia ou a opção de retirada prática, além de devoluções sem burocracia.
Motivações
● Destaque com Custo-Benefício: Ela ama moda e quer se destacar com peças icônicas e modernas sem necessariamente
precisar comprá-las.
● Experimentação e Tendência: O aluguel permite a ela usar peças de grifes renomadas e seguir as últimas tendências da
moda.
● Networking e Impressão: Para ela, o visual é parte essencial da presença profissional. Peças sofisticadas ajudam a passar
uma imagem de confiança e sofisticação, o que impacta sua carreira e relações sociais.
Canais e Influências
● Redes Sociais: Ela acompanha influenciadores de moda, como Camila Coelho e Anna Fasano, e segue marcas de luxo que
lançam tendências.
● Aplicativos e Plataformas Digitais: Usa plataformas digitais para gerenciar sua vida, preferindo apps que ofereçam um
atendimento intuitivo e exclusivo.
● Influência Digital e Sustentável: Ela é engajada com marcas que promovem o consumo consciente e frequentemente
compartilha dicas de moda sustentável em suas redes.
Tom de Voz e Mensagens que Ressoam
● Elegante e Descomplicado: Isabela valoriza uma comunicação sofisticada, mas que seja clara e direta. Prefere uma marca
que converse com ela como uma amiga confidente.
● Empoderamento e Estilo: A marca se posiciona como uma aliada que oferece a ela a possibilidade de se destacar e
expressar sua personalidade com autenticidade.
E como se
comportam as
Redes Sociais em
tudo isso?
1. Instagram
● Por que: Instagram é uma rede visual que permite mostrar produtos de luxo com alta qualidade e apelo estético, ideal
para construir a identidade da marca e gerar desejo. Stories, Reels e posts fixos são ótimos para exibir as peças,
compartilhar dicas de estilo e interagir com o público.
● Estratégia: Publicar imagens de alta qualidade das peças, mostrar como usá-las em diferentes ocasiões e compartilhar
conteúdos de lifestyle. Parcerias com influenciadores de moda também ajudam a alcançar um público mais amplo.
2. TikTok
● Por que: TikTok é onde as tendências de moda nascem e circulam rapidamente, especialmente entre públicos mais
jovens que buscam novidades e experiências. É um ótimo canal para mostrar a experiência de alugar luxo de forma
divertida e educativa, além de criar conteúdos rápidos e dinâmicos que chamam a atenção.
● Estratégia: Criar vídeos de "unboxing", “try-ons” com influenciadores, ou vídeos mostrando looks completos com as peças
da marca. TikTok é também perfeito para conteúdos educacionais sobre consumo consciente, sustentabilidade e como o
aluguel pode ser uma alternativa ao consumo excessivo.
3. Pinterest
● Por que: Pinterest é uma excelente plataforma para gerar inspiração visual e atrair consumidores que buscam ideias de
looks e tendências de moda. É também uma rede onde as pessoas vão buscar opções para eventos e moda de luxo.
● Estratégia: Criar pastas com sugestões de estilo para diferentes ocasiões (casamentos, eventos, trabalho, etc.) usando as
peças da marca. Pins com links diretos para o site de aluguel ou catálogo podem ajudar a converter interesse em ações
concretas.
4. LinkedIn
● Por que: Embora não seja uma rede social de moda, LinkedIn é interessante para atrair clientes de alto nível e executivos
que desejam peças de luxo para eventos corporativos e networking. A presença no LinkedIn fortalece a credibilidade e
profissionalismo da marca.
● Estratégia: Publicar conteúdos sobre a filosofia da marca, consumo consciente, cases de sustentabilidade e novidades no
mercado de moda de luxo.
5. YouTube (Opcional)
● Por que: Ideal para conteúdos mais longos e detalhados, como explicações sobre os benefícios do aluguel de luxo,
parcerias com influenciadores e guias de estilo. YouTube ajuda a construir uma base de seguidores mais leal e engajada.
● Estratégia: Produzir vídeos como "Como escolher a peça ideal para cada ocasião", "Vantagens do aluguel de luxo" e
tutoriais de estilo com produtos da marca.
6. WhatsApp Business
● Por que: Essencial para um atendimento personalizado e prático, WhatsApp Business oferece comunicação direta com o
cliente e pode ser usado para facilitar agendamentos, tirar dúvidas e oferecer recomendações personalizadas.
● Estratégia: Manter um canal de atendimento ativo, onde clientes possam tirar dúvidas, ver disponibilidade de peças e
agendar entregas de forma rápida e prática.
Sugestões de marca
Ephemere
"Ephemera" remete ao conceito de algo que é temporário e momentâneo, o que é perfeito para uma marca que oferece itens de
moda para uso por um período limitado. Esse nome transmite: Exclusividade e Sofisticação – O termo “Ephemera” tem um toque
de elegância e sutileza, características comuns no mercado de luxo.
1. Sustentabilidade e Consumo Consciente – O nome sugere uma alternativa ao consumo permanente, incentivando a ideia
de aproveitar itens de luxo de forma temporária.
2. Experiência Única e Memorável – “Ephemera” também pode comunicar a ideia de momentos especiais, ideais para
ocasiões onde o cliente quer algo exclusivo.
Efêmera ou efémera (em inglês, ephemera) é uma matéria impressa ou escrita, transitória, que não é feita com a
intencionalidade de ser guardada ou preservada por longo período. A palavra deriva do grego, significando coisas que não duram
mais do que um dia.
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