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Vitiligo 2

O documento aborda o vitiligo, um distúrbio pigmentar caracterizado pela perda de melanócitos, afetando 0,5-1% da população mundial, com prevalência em jovens. Explora suas causas, teorias etiológicas, opções de tratamento e o impacto psicológico na autoestima dos pacientes. O objetivo é analisar as abordagens terapêuticas e a importância do suporte psicológico no manejo da doença.

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O documento aborda o vitiligo, um distúrbio pigmentar caracterizado pela perda de melanócitos, afetando 0,5-1% da população mundial, com prevalência em jovens. Explora suas causas, teorias etiológicas, opções de tratamento e o impacto psicológico na autoestima dos pacientes. O objetivo é analisar as abordagens terapêuticas e a importância do suporte psicológico no manejo da doença.

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INSTITUTO MÉDIO PRIVADO SANTA MÓNICA

ÁREA DE FORMAÇÃO DE SAÚDE

CURSO DE ENFERMAGEM

PROJETO TECNOLÓGICO

TEMA:

VITILIGO

DOCENTE

_________________________

YMW DELLY TOOK

Luanda, Novembro 2024

INSTITUTO MÉDIO PRIVADO SANTA MÓNICA


ÁREA DE FORMAÇÃO DE SAÚDE
CURSO DE ENFERMAGEM
DICIPLINA:
PROJETO TECNOLÓGICO

TEMA:

VITILIGO

Turno: Tarde

Classe: 12ª

Grupo N° 2

Integrantes do grupo:

Cláudia de Melo;

Cristina Alberto;

Delfina Neto;

Elizabeth Lourenço;

Emília António;

Luanda, Novembro 2024


ÍNDICE
1. CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO........................................................................5

1.1. Objetivo.........................................................................................................6

1.1.1. Geral.......................................................................................................6

1.1.2. Objetivos Específicos.............................................................................6

2. CAPÍTULO II: EPIDEMIOLOGIA..................................................................7

3. CAPÍTULO III: ETIOPATOGENIA................................................................7

3.1. Teoria Autotóxica de Melanócitos................................................................7

3.2. Teoria Genética.............................................................................................8

3.3. Teoria Auto-Imune........................................................................................9

4. CAPÍTULO IV: POSSÍVEIS CAUSAS.........................................................10

5. CAPÍTULO V: FISIOPATOLOGIA..............................................................11

6. CAPÍTULO VI: CLASSIFICAÇÃO..............................................................11

6.1. Tipos de Vitiligo..........................................................................................12

6.1.1. Vitiligo Generalizado...........................................................................12

6.1.2. Vitiligo Localizado...............................................................................12

6.1.3. Vitiligo Universal.................................................................................12

6.1.4. Vitiligo Segmentar................................................................................12

6.1.5. Vitiligo Não-Segmentar........................................................................12

7. CAPÍTULO VII: SINTOMAS DO VITILIGO..............................................13

8. CAPÍTULO VIII: DIAGNÓSTICO................................................................14

9. CAPÍTULO IX: TRATAMENTO..................................................................15

9.1. Esteróides....................................................................................................15

9.2. Puva.............................................................................................................16
9.3. Terapia oral..................................................................................................17

9.4. Terapia Tópica.............................................................................................18

9.5. Terapia Combinada.....................................................................................18

9.6. Terapia Cirúrgica.........................................................................................19

10. CAPÍTULO X: PROCEDIMENTO DO TRATAMENTO............................20

11. CAPÍTULO XI: EFICÁCIA DO TRATAMENTO........................................20

12. CAPÍTULO XII: CURA.................................................................................21

13. CAPÍTULO XIII: PREVENÇÃO...................................................................21

14. CAPÍTULO XIV: IMPACTO PSICOLÓGICO.............................................22

15. CAPÍTULO XV: CONCLUSÃO....................................................................23

16. CAPÍTULO XVI: APÊNDICE......................................................................24

17. CAPÍTULO XVII: REFERÊNCIAS..............................................................25


1. CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO
O vitíligo é um distúrbio pigmentar adquirido, clinicamente caracterizado pelo
aparecimento progressivo de manchas brancas, resultantes da perda de melanócitos. É o
distúrbio de pigmentação mais comum, com uma prevalência de 0,5-1% a nível mundial,
não havendo preferência por sexo ou fototipo. Cerca de 50% dos doentes desenvolve a
doença até aos 20 anos de idade, mas pode surgir em idades mais avançadas. A etiologia do
vitíligo ainda não é totalmente conhecida, embora seja claro o envolvimento de diversos
processos fisiopatológicos. A origem autoimune constitui a hipótese mais forte, mas outras
teorias parecem também ter o seu papel no desenvolvimento da doença. São reconhecidas
duas formas diferentes de apresentação clínica: segmentar e não-segmentar, sendo esta
última a forma mais frequente (Peres, 2016).

Existem diferentes opções de tratamento que incluem terapêuticas farmacológicas


tópicas e orais, diferentes modalidades de fototerapia, procedimentos cirúrgicos, medidas
cosméticas e psicoterapia. No entanto, a doença é frequentemente refratária aos vários tipos
de tratamento (Peres, 2016).

Compreender estas opções é fundamental na escolha do tratamento apropriado para


cada doente, pretendendo-se com este trabalho realizar uma revisão bibliográfica atual das
diversas abordagens terapêuticas (Peres, 2016).

O vitiligo é uma doença em que se observa a perda de coloração da pele (lesões


cutâneas de hipopigmentação). A perda da coloração é consequência de uma redução ou
ausência das células responsáveis pela produção de melanina, conhecidas como
melanócitos. A doença não provoca consequências graves à saúde do paciente, porém
muitos desenvolvem problemas emocionais, sendo observada, em muitos casos, uma queda
na autoestima do paciente (Uol, 2024).

5
1.1. Objetivo
1.1.1. Geral

 Analisar o vitiligo e suas abordagens terapêuticas para auxiliar na escolha do


tratamento adequado e destacar a importância do suporte psicológico para o
bem-estar do paciente.

1.1.2. Objetivos Específicos

 Identificar as causas e fatores de risco do vitiligo, considerando as


influências genéticas, autoimunes e ambientais.
 Classificar as formas clínicas do vitiligo, abordando a prevalência e as
características de cada tipo.
 Descrever as opções de tratamento disponíveis, incluindo abordagens
tópicas, fototerapia e técnicas cirúrgicas.
 Examinar o impacto psicológico do vitiligo, destacando a importância da
autoestima e do apoio emocional no manejo da doença.

6
2. CAPÍTULO II: EPIDEMIOLOGIA
O vitíligo é o distúrbio pigmentar mais comum, com uma prevalência na população
mundial de 0,5-1%. Afeta igualmente os dois sexos, embora em alguns estudos tenha sido
verificada uma maior prevalência nas mulheres. Contudo, esta diferença foi atribuída à
maior procura de consulta médica e de tratamento por parte das mulheres, provavelmente
devido a efeitos psicológicos mais marcados, com um maior impacto na autoestima. É
também igualmente prevalente nos diversos fototipos. Não há diferença entre a prevalência
nas crianças/adolescentes e nos adultos. A doença pode surgir em todas as idades, no
entanto, frequentemente tem início em idade pediátrica ou em adultos jovens, com um pico
de incidência entre os 10 e os 30 anos. Vários estudos mostraram que cerca de 50% dos
casos surgem antes dos 20 anos (Peres, 2016).

3. CAPÍTULO III: ETIOPATOGENIA


Várias teorias foram propostas e ainda têm sido propostas para tentar explicar o
processo de despigmentação que ocorre no vitiligo. Essas teorias incluem a presença de
auto-anticorpos; a participação de células T citotóxicas; a "autodestruição" dos melanócitos
por produtos intermediários da melanogênese; defeitos intrínsecos e extrínsecos dos
próprios melanócitos ou da unidade epidermo-melânica, além de prováveis alterações nas
terminações nervosas. Essas teorias serão descritas a seguir (Brazil, 2024):

3.1. Teoria Autotóxica de Melanócitos

A teoria autotóxica é baseada na observação de que o fenol e alguns de seus


derivados são capazes de lesar especificamente as células produtoras de pigmento, ou seja,
os melanócitos (Brazil, 2024).

Bleehen et al. sugeriram que a destruição dos melanócitos resultava da ação de


radicais livres ou de componentes fenólicos exógenos. Posteriormente, Riley sugeriu que o
aumento na produção de fenol é mais encontrado em indivíduos geneticamente susceptíveis
e que excessiva quantidade de produtos tóxicos na epiderme e na derme papilar
danificariam os melanócitos, cuja capacidade de proliferação é limitada (Brazil, 2024).

7
3.2. Teoria Genética

Segundo Nath et al., existe um componente genético multifatorial para o vitiligo em


indivíduos predispostos à doença. Provavelmente essa multifatoriedade é responsável pela
complexidade da apresentação clínica da doença nesses pacientes. Majumder et
al. postularam que pelo menos três genes alelos diferentes estão envolvidos na expressão do
vitiligo, isto é, trata-se de uma desordem poligênica (Brazil, 2024).

Estudos recentes têm demonstrado que a cultura de melanócitos de pacientes com


vitiligo ativo tem menor expressão de c-Kit e stem-cell-factor (SCF), que são receptores
fundamentais no processo de diferenciação do melanócito e posterior melanização (Brazil,
2024).

Além disso, Chen e Jimbow mostraram um aumento da expressão da proteína "um"


relacionado à tirosinase (TRP - 1) na cultura de melanócitos de pele lesada (Brazil, 2024).

A predisposição genética também está relacionada ao desenvolvimento do chamado


vitiligo "ocupacional". Experimentos têm demonstrado que algumas substâncias químicas
ambientais, como derivados fenólicos, podem ser seletivamente tóxicos aos melanócitos,
tanto in vitro como in vivo. A hidroquinona é um desses componentes e é usada
topicamente no tratamento de lesões hiperpigmentadas, mostrando-se tóxica para aqueles
indivíduos geneticamente susceptíveis (Brazil, 2024).

8
3.3. Teoria Auto-Imune

Várias observações sugerem que o vitiligo é doença auto-imune que tem como alvo
as células pigmentares. Essas incluem (Brazil, 2024):

A associação do vitiligo com doenças como tireoidite, anemia perniciosa, doença


de Addison, diabetes mellitus, esclerodermia localizada, alopecia areata, miastenia gravis,
pênfigo vulgar e nevus halo corrobora essa teoria. Auto-anticorpos têm sido demonstrados
contra tireóide, adrenais, células parietais, células névicas e melanoma maligno em
pacientes com vitiligo. Recentemente, Zamani et al. na Universidade de Amsterdam
mostraram que a associação dos antígenos do sistema HLA com o vitiligo varia em função
da etnia. Assim, o HLA-DR4 predomina entre os americanos caucasianos, o HLA-DR4 e
HLA-DQW3 predominam nos negros, HLA-DR7 e DQW3 no norte da Itália, HLA-DR53
na população do Kwait e HLA-DRW12 no norte da Alemanha (Brazil, 2024).

Alguns tratamentos para vitiligo, como Puva, esteróides tópicos e drogas


citotóxicas, são imunossupressores, fato sugestivo de que os benefícios dessa terapia
poderiam resultar de uma supressão das reações imunes locais contra os melanócitos
(Brazil, 2024).

Os auto-anticorpos presentes no vitiligo também estão presentes nos indivíduos


portadores de melanoma, o que sugere mecanismos imunológicos semelhantes nas duas
patologias. Entretanto, o fator mais convincente de que o vitiligo é doença auto-imune é a
presença de auto-anticorpos contra melanócitos na circulação da maioria desses pacientes.
Esses anticorpos foram inicialmente demonstrados por imunoprecipitação e por
imunofluorescência indireta, e sua presença tem sido confirmada por outras técnicas,
incluindo citotoxidade complemento-dependente, citotoxidade celular anticorpo-
dependente, imunoblotting, e pelo Elisa (Brazil, 2024).

A presença de auto-anticorpos no vitiligo está diretamente relacionada à extensão da


despigmentação e à atividade da doença. Eles têm sido verificados em aproximadamente
50% dos portadores de vitiligo incipiente, enquanto naqueles com a forma extensiva da
doença esse valor pode atingir 93% (Brazil, 2024).

9
3.4. Teoria Neural

Os melanócitos são células derivadas da mesma linhagem embriológica que o


sistema nervoso, ou seja, da crista neural. Assim, pode-se pensar que qualquer processo que
destrua os melanócitos da pele pode também afetar os melanócitos e outras células
relacionadas no sistema nervoso central (Brazil, 2024).

Algumas associações que corroboram essa hipótese são:

 algumas desordens do SNC, como neurofibromatose e esclerose tuberosa,


podem apresentar-se com hipopigmentação ou hiperpigmentação cutânea;
 bactérias que causam doenças como sífilis e hanseníase afetam tanto a pele
como o sistema nervoso;
 ocasionalmente o vitiligo compromete um ou mais dermátomos, o que é a
forma segmentar do vitiligo;
 vitiligo tem sido associado a encefalites virais e à esclerose múltipla (Brazil,
2024).

4. CAPÍTULO IV: POSSÍVEIS CAUSAS


Apesar das causas do vitiligo ainda não serem conhecidas, acredita-se que esteja
relacionada com fatores genéticos, ambientais e imunológicos. O que se sabe até hoje é que
a doença ocorre quando as células formadoras de melanina (melanócitos) morrem ou
deixam de produzir melanina que é o pigmento que garante a cor da pele, cabelo e olhos.
Os médicos ainda não sabem explicar por que os melanócitos param de cumprir sua função,
mas crê-se que o vitiligo possa ser uma doença autoimune, em que o próprio sistema
imunológico ataca e destrói os melanócitos (Empresarial, 2024).

10
5. CAPÍTULO V: FISIOPATOLOGIA
O vitíligo desenvolve-se devido ao desaparecimento progressivo de melanócitos,
mas o mecanismo primário que desencadeia este processo é ainda motivo de debate, sendo
propostas diferentes teorias que passam por mecanismos mediados pelo sistema
imunológico, stress oxidativo aumentado, mutações genéticas, defeitos na adesão dos
melanócitos ou mecanismos neurogénicos. Os recentes avanços na investigação apontam
como mais forte a teoria da destruição dos melanócitos por mecanismos autoimunes. Pensa-
se também que diferentes mecanismos patogénicos possam atuar sinergicamente ou
independentemente no desaparecimento dos melanócitos, levando ao mesmo resultado
clínico (Peres, 2016).

6. CAPÍTULO VI: CLASSIFICAÇÃO


Existem dois grupos da doença: o vitiligo localizado e o vitiligo generalizado. No
localizado, uma ou mais manchas podem surgir em pelo menos três partes do corpo, com
evolução rápida (semanas ou poucos meses) seguida de estabilização, e a partir daí não
surgem novas manchas. O vitiligo localizado pode ser classificado como segmentar, focal
ou de mucosas. O tipo segmentar é caracterizado por manchas do formato de faixas de um
lado só do corpo. O focal é o tipo mais comum de todos, em que aparecem manchas em
duas ou três partes do corpo, como mãos, axilas, pés e pálpebras, e a de mucosas aparece
somente em lábios e na região genital (Empresarial, 2024).

O vitiligo generalizado pode evoluir rápida ou lentamente e pode, ainda, estabilizar


depois de determinado tempo. Às vezes, o vitiligo do tipo focal desenvolve para a forma
generalizada, embora isso não seja tão comum. São quatro tipos distintos de vitiligo
generalizado: vulgar, misto, universal e acrofacial. O mais comum deles é o tipo vulgar, em
que surgem manchas simétricas em diversas áreas do corpo. O tipo misto consiste em uma
mistura dos tipos vulgar e segmentar. Já o vitiligo universal, que é muito raro, acomete
mais de 70% do corpo. Por último, o vitiligo do tipo acrofacial só leva ao surgimento de
manchas no rosto, nas mãos e nos pés (Empresarial, 2024).

11
6.1. Tipos de Vitiligo
6.1.1. Vitiligo Generalizado

É o tipo mais comum, caracterizado pelo aparecimento das manchas brancas em


várias regiões do corpo (D'or, 2024).

6.1.2. Vitiligo Localizado

Caracteriza-se pelo surgimento de manchas brancas localizadas em uma ou algumas


regiões do corpo (D'or, 2024).

6.1.3. Vitiligo Universal

É o mais raro e ocorre em quase todas regiões do corpo, sendo que a maior parte da
pele apresenta-se despigmentada, e algumas regiões com a pigmentação normal da pele
(D'or, 2024).

6.1.4. Vitiligo Segmentar

Também chamado de vitiligo unilateral, afeta apenas um lado do corpo, como


apenas um lado do rosto ou uma mão, por exemplo (D'or, 2024).

Esse tipo de vitiligo não é muito comum, e afeta principalmente pessoas mais
jovens, e as manchas normalmente evoluem durante 1 a 2 anos e depois se tornam estáveis,
ou seja, não aumentam de tamanho ou não surge nenhuma nova mancha na pele (D'or,
2024).

6.1.5. Vitiligo Não-Segmentar

É caracterizado pelo surgimento das manchas brancas na pele de forma simétrica


dos dois lados do corpo, como nas duas mãos ou nos dois lados do rosto, por exemplo
(D'or, 2024).

12
7. CAPÍTULO VII: SINTOMAS DO VITILIGO
O principal sintoma do vitiligo é o surgimento de manchas na pele. Muitos
pacientes não apresentam outros sintomas além dessas lesões, porém, em alguns casos, a
área afetada pode apresentar dor e sensibilidade. No entanto, vale salientar que, na maioria
dos casos, essas lesões não coçam, não doem e também não descamam (Uol, 2024).

As manchas podem surgir pequenas e aumentar de tamanho ao longo do tempo.


Além disso, novas manchas podem surgir, o que, ocasionalmente, pode levar ao
acometimento completo do corpo. Além das manchas, pelos e cabelos também podem
embranquecer (Uol, 2024).

Os principais sintomas de vitiligo são:

 Manchas despigmentadas na pele;


 Manchas brancas, com bordas bem delimitadas;
 Manchas com formato redondo, oval ou linear;
 Manchas brancas que podem apresentar alguma pigmentação normal no seu
interior;
 Pelos ou cabelos brancos na área da mancha da pele;
 Manchas despigmentadas dentro da boca ou das narinas (D'or, 2024).

As manchas do vitiligo são mais comuns de surgir no rosto, principalmente em volta


dos olhos e boca, dorso das mãos, pescoço, couro cabeludo, tronco ou região genital, como
vulva ou pênis (D'or, 2024).

Além disso, as manchas também podem ocorrer em regiões do corpo que podem
sofrer traumas mais facilmente, como cotovelos ou joelhos. Em alguns casos, o vitiligo
pode afetar os olhos ou ouvidos (D'or, 2024).

Dependendo da causa do vitiligo, outros sintomas podem surgir, como bócio,


emagrecimento, cabelos grisalhos, alopecia areata, anemia ou fraqueza, por exemplo (D'or,
2024).

13
8. CAPÍTULO VIII: DIAGNÓSTICO
O diagnóstico do vitiligo é essencialmente clínico, pois as manchas com pouca
pigmentação aparecem geralmente em locais do corpo bem característicos, como boca,
nariz, joelhos. A biópsia cutânea revela a ausência completa de melanócitos nas zonas
afetadas, exceto nas bordas da lesão, e o exame com lâmpada de Wood (lâmpada com luz
fluorescente utilizada nos diagnósticos dermatológicos) é fundamental nos pacientes de
pele branca, para detecção das áreas de vitiligo. As análises sanguíneas deverão incluir um
estudo imunológico que poderá revelar a presença de outras doenças autoimunes como o
lúpus eritematoso sistêmico e a doença de Addison. O histórico familiar também é
considerado. Portanto, se há pessoas na família com vitiligo, é importante redobrar a
atenção. É bom salientar que o diagnóstico deve ser feito por um dermatologista. Ele irá
determinar o tipo de vitiligo do paciente, verificar se há alguma doença autoimune
associada e indicar o tratamento mais adequado (Saúde, 2024).

14
9. CAPÍTULO IX: TRATAMENTO
O tratamento do vitiligo ainda é um grande desafio, uma vez que há muitas teorias
que tentam explicar a doença e muitas ainda a serem propostas. A principal linha de
tratamento no vitiligo consiste em estimular a produção de pigmento nas áreas de pele
lesadas. Starricco, em 1959, demonstrou que esses melanócitos não sintetizavam melanina
em condições normais, porém tornavam-se ativos quando estimulados pela luz ultravioleta
ou pela dermoabrasão. O autor concluiu que os melanócitos eram capazes de se mover ao
longo da epiderme e tornar-se morfológica e funcionalmente maduros. Mais tarde, Cui et
al. estudaram os diferentes estágios de repigmentação e confirmaram a existência de uma
reserva de melanócitos nos folículos pilosos (Cuf, 2024).

As principais formas de tratamento descritas são:

9.1. Esteróides

O corticosteróide tópico constitui uma das primeiras opções de tratamento para os


indivíduos portadores de vitiligo e é, eventualmente, a primeira escolha para aqueles com a
forma localizada da doença e/ou aqueles que têm um componente inflamatório mesmo que
subclínico (Brazil, 2024).

Kandil estudou a eficácia do esteróide tópico no tratamento do vitiligo. Lesões na


face foram as que melhor responderam a essa terapia, assim como nas extremidades. Kandil
demonstrou que na face o aumento difuso da pigmentação ocorreu antes que a pele normal
fosse acometida (Brazil, 2024).

A coloração da pele também parece ser fator importante no processo de


repigmentação. Assim, as lesões de vitiligo na face de pacientes de pele escura respondem
melhor do que naqueles de pele clara (Brazil, 2024).

O tipo clínico do vitiligo também foi relatado como importante fator na eficácia do
tratamento com esteróides tópicos. Opta-se por corticóides potentes e em geral observa-se
melhor resposta em pacientes com a forma vulgar da doença, localizada ou generalizada
(Brazil, 2024).

15
9.2. Puva

A fotoquimioterapia com componentes psoralênicos e subseqüente exposição à


radiação UVA (320-400nm) é comumente denominado Puva terapia. Os psoralenos são
compostos formados pela fusão de componentes hidrocarbonetos tricíclicos com
benzopireno, a furocumarina. São metabolizados no fígado, com vida média na circulação
de aproximadamente uma hora. A eliminação é rápida, por via urinária principalmente, o
que evita maior risco de fotossensibilidade, inerente a esse grupo de drogas (Brazil, 2024).

Tem sido determinado que a repigmentação ocorre mediante a estimulação de


imunocitoquinas e mediadores inflamatórios que agem como "sinais" para migração de
melanócitos a partir dos folículos pilosos da pele sã; entretanto, a combinação de 8-
metoxipsoraleno com UVA parece não alterar o tamanho nem a distribuição dos
melanossomas (Brazil, 2024).

 Algumas importantes considerações devem ser feitas antes de sugerir essa


terapia (Brazil, 2024):
 O vitiligo segmentar pode não responder tão bem à Puva terapia como o
vitiligo generalizado.
 A resposta à Puva depende do local anatômico da lesão. A face é a área que
melhor responde a essa terapia, enquanto as áreas distais das extremidades e
genitália raramente respondem a ela. Isso porque são áreas de pela glabra, ou
seja, áreas em que não existem folículos pilosos.
 O vitiligo rapidamente progressivo em geral não responde a esse tipo de
terapia.
 Pacientes jovens e morenos costumam ser mais aderentes ao tratamento do
que idosos de pele clara (Brazil, 2024).
 Os psoralenos podem ser usados de três modos: oral, tópico ou combinado
(Brazil, 2024).

16
9.3. Terapia oral

Esse tipo de terapia é o que oferece melhores resultados e com menos efeitos
colaterais. O psoraleno de escolha é o metoxipsoralen na dose de 0,4mg/kg de peso
tomados uma ou duas horas antes da exposição à radiação. A dose da radiação deve ser
iniciada com 1J/cm duas a três vezes por semana com pelo menos 48 horas de intervalo
2

(Brazil, 2024).

É essencial proteger os olhos com lentes que filtram a radiação UVA a partir do
momento da ingestão do psoraleno (Brazil, 2024).

O principal efeito colateral dos psoralenos é o eritema produzido pela UVA, que
ocorre de 24 a 36 horas depois e pode variar desde um avermelhamento da pele até a
formação de bolhas e necrose da pele. Outros efeitos colaterais incluem prurido, náuseas e
vômito. O prurido é freqüentemente controlado com emolientes e eventualmente com
esteróides tópicos, e as náuseas com o fracionamento da medicação (Brazil, 2024).

As principais contra-indicações para seu uso são: doenças hepáticas e renais,


doenças fotossensíveis, catarata, glaucoma e câncer de pele. O risco para carcinoma de pele
é, em média, 2,6 vezes superior ao da população, com predomínio nas áreas não
fotoexpostas (Brazil, 2024).

Novos tratamentos utilizando 5-metoxipsoralen em vez de 8-metoxipsoralen e


fototerapia com UVB de banda estreita têm mostrado bons resultados, com menor
fototoxicidade e menos efeitos colaterais (Brazil, 2024).

17
9.4. Terapia Tópica

O metoxipsoralen na concentração de 0,1% é o mais freqüente psoraleno utilizado


no tratamento do vitiligo. Deve ser aplicado nas áreas acometidas 30 a 60 minutos antes da
exposição à radiação. A dose inicial de UVA deve ser 0,25J/cm com aumento de 0,12 a
2

0,25J/cm até que o eritema seja atingido (Brazil, 2024).


2

A principal complicação dessa terapia é o aparecimento de reações bolhosas


fototóxicas nesses pacientes. Para tal, o paciente deve ser bastante esclarecido sobre a
importância do uso de fotoprotetores de amplo espectro a partir do momento da utilização
do psoraleno (Brazil, 2024).

9.5. Terapia Combinada

A retirada da epiderme associada à indução de bolhas para introdução do enxerto é


bastante usada associada à Puva terapia, assim como os corticóides tópicos usados como
terapia adjuvante à Puva (Brazil, 2024).

Aproximadamente 20% dos pacientes alcançam repigmentação bastante


significativa, e em torno de 50% têm repigmentação parcial, porém satisfatória. Esses
índices são obtidos após número de "sessões" que varia de 100 a 300. Uma regra geral
indica que, se não ocorrer sinal relevante de repigmentação após 30 exposições, ela
provavelmente não ocorrerá mais (Brazil, 2024).

18
9.6. Terapia Cirúrgica

Apesar da grande variedade de terapias clínicas existentes para o vitiligo, um grande


número de pacientes a elas não responde, talvez porque o método escolhido não foi
adequado para induzir a pigmentação ou porque a reserva de melanócitos do folículo local
foi depletada, ou ainda porque os melanócitos da borda dessas lesões não foram
suficientemente estimulados. 47,54
Assim, o enxerto ou transplante de melanócitos pode ser
uma alternativa de tratamento para esses casos mediante a deposição de grupamentos de
células funcionantes no local afetado. Essa modalidade terapêutica, entretanto, só é válida
para doença estável, que pode ser definida como (Brazil, 2024):

 ausência de área de despigmentação nova ou aumento das lesões atuais por


período de dois anos;
 ausência do fenômeno de Koebner durante o mesmo período;
 repigmentação espontânea ao redor ou nas lesões acrômicas;
 teste de microenxerto positivo com halo de repigmentação ao redor de um a
2mm da área transplantada (Brazil, 2024).

As melhores indicações para o método incluem:

 vitiligo unilateral, tanto segmentar quanto focal, estável. Nesse caso um


sucesso de 95% pode ser esperado;
 vitiligo bilateral quando estável pode responder em 48% dos pacientes
relacionados;
 A seleção do paciente também é extremamente importante para o sucesso da
terapêutica (Brazil, 2024).

Procedimentos cirúrgicos são preferíveis após a adolescência em pacientes estáveis


emocionalmente e conscientes dos riscos inerentes a qualquer técnica cirúrgica, como
repigmentação incompleta ou cicatrizes (Brazil, 2024).

19
10. CAPÍTULO X: PROCEDIMENTO DO TRATAMENTO
O tratamento do vitiligo deve ser feito com orientação do dermatologista e varia de
acordo com o tipo de vitiligo, tamanho da mancha na pele e sua localização, e tem como
objetivo estabilizar o crescimento da mancha ou promover a repigmentação da pele (D'or,
2024).

Assim, outros tratamentos que podem ser indicados pelo médico são:

 Pomadas ou cremes tópicos, como corticoides, tacrolimus, pimecrolimus ou


calcipotrieno;
 Comprimidos de corticoides ou imunossupressores;
 Fototerapia com luz UVB ou UVA, que também pode ser feita com o uso do
psoraleno (PUVA);
 Laserterapia, para manchas estáveis e limitadas;
 Enxertos de pele saudável nas áreas com manchas brancas estáveis, no caso
do vitiligo segmentar ou localizado;
 Transplante de melanócitos, feito em manchas estáveis por 1 ano e que não
melhoram com outros tratamentos (D'or, 2024).

Além disso, também pode ser indicado o tratamento de despigmentação da pele,


com cremes ou pomadas, no caso do vitiligo generalizado (D'or, 2024).

11. CAPÍTULO XI: EFICÁCIA DO TRATAMENTO


Existe uma grande variabilidade de resultados com os diversos tratamentos
disponíveis. Mas a sua eficácia não ultrapassa habitualmente os 75% de repigmentação. A
clarificação dos seus mecanismos fisiopatológicos possibilitará o desenvolvimento de
novos fármacos que reduzam o processo de despigmentação e a combinação de métodos
médicos e cirúrgicos podem tornar o vitiligo uma doença potencialmente reversível (Cuf,
2024).

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12. CAPÍTULO XII: CURA
O vitiligo não tem cura, pois os melanócitos que são as células que produzem a
melanina, o pigmento que dá cor à pele, são destruídas, não se regenerando.

No entanto, é possível evitar que a despigmentação da pele evolua, fazendo o


tratamento recomendado pelo dermatologista, para repigmentar as manchas brancas (D'or,
2024).

13. CAPÍTULO XIII: PREVENÇÃO


Não existem formas de prevenção do vitiligo. Como em cerca de 30% dos casos há
um histórico familiar da doença, os parentes de indivíduos afetados devem realizar
vigilância periódica da pele e recorrer ao dermatologista caso surjam lesões de
hipopigmentação, a fim de detectar a doença precocemente e iniciar cedo o tratamento. Em
pacientes com diagnóstico de vitiligo, deve-se evitar os fatores que possam precipitar o
aparecimento de novas lesões ou acentuar as já existentes. Evitar o uso de roupas apertadas,
ou que provoquem atrito ou pressão sobre a pele, e diminuir a exposição ao sol. Controlar o
estresse é outra medida bem-vinda (Saúde, 2024).

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14. CAPÍTULO XIV: IMPACTO PSICOLÓGICO
A importância do tratamento dos doentes com vitíligo é frequentemente
subestimada por se tratar de uma doença sem danos físicos e para a qual não há tratamentos
eficazes consistentemente definidos, pelo que alguns clínicos hesitam na recomendação de
uma terapêutica. No entanto, estudos feitos em todo o mundo mostram que os doentes com
vitíligo sofrem uma carga psicossocial significativa, inferindo-se que o tratamento é
necessário para o bem-estar completo do doente e não apenas por razões cosméticas,
devendo ter como principal objetivo a melhoria da qualidade de vida do doente (Peres,
2016).

Estes estudos documentam um impacto significativo do vitíligo na qualidade de


vida relacionada com a saúde (HRQL) através de diversos questionários. Prejuízos na
qualidade de vida são evidenciados em medições de autoestima, imagem corporal, estigma
e ansiedade, muitas vezes com um grau maior do que a severidade clínica da doença. Os
fatores mais frequentemente implicados numa maior diminuição da qualidade de vida são
fototipos mais escuros, indivíduos não caucasianos, sexo feminino, maior gravidade e
extensão da doença, maior duração da doença e tratamentos realizados sem resposta (Peres,
2016).

A avaliação da HRQL deve ser feita inicialmente em todos indivíduos com vitíligo e
também no decorrer dos tratamentos, uma vez que a satisfação do doente poderá não
corresponder aos parâmetros de resposta clínica (Peres, 2016).

Não há muita informação acerca do efeito psicológico da doença e a eficácia do


tratamento psicológico ainda não é bem compreendida. Alguns autores defendem que a 19
terapia cognitivo-comportamental poderá ser benéfica para ajudar os doentes a lidar com o
vitíligo, além de que o tratamento psicológico em si poderá ter um efeito positivo na
progressão da doença (Peres, 2016).

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15. CAPÍTULO XV: CONCLUSÃO
O vitiligo é uma condição que, embora não cause sintomas físicos graves, traz
impactos profundos na vida emocional e social dos pacientes, frequentemente afetando a
autoestima e gerando sentimentos de ansiedade e isolamento. O estigma associado às
manchas visíveis realça a importância de uma abordagem terapêutica que vá além do
tratamento físico, integrando o apoio emocional como parte essencial no cuidado do
paciente.

Apesar da ausência de cura, as opções de tratamento têm avançado, oferecendo


esperança de estabilização da doença e repigmentação. Com abordagens personalizadas –
que vão desde cremes e fototerapia até técnicas mais inovadoras, como enxertos de pele – e
o acompanhamento psicológico, é possível melhorar a adaptação e a qualidade de vida dos
pacientes. Os dermatologistas desempenham um papel central, ao não só diagnosticar e
orientar tratamentos, mas também ao sensibilizar os pacientes e proporcionar-lhes uma
visão mais holística da gestão da doença.

O progresso nas pesquisas sobre vitiligo traz otimismo para o futuro, com o
desenvolvimento contínuo de novas terapias e a integração de apoio emocional. A longo
prazo, espera-se que estas abordagens combinadas tornem o vitiligo uma condição mais
gerível, oferecendo resultados mais satisfatórios para o bem-estar e qualidade de vida dos
pacientes.

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16. CAPÍTULO XVI: APÊNDICE
Este apêndice contém as definições resumidas de alguns termos técnicos utilizados
ao longo do trabalho para facilitar a compreensão.

Autoanticorpos - Anticorpos que atacam células do próprio organismo, como os


melanócitos no caso do vitiligo.

Fototerapia - Tratamento com luz ultravioleta para estimular a pigmentação nas áreas de
pele despigmentada.

HRQL (Health-Related Quality of Life) - Termo que se refere à qualidade de vida


relacionada com a saúde, especialmente em relação ao impacto psicológico e social das
doenças.

Eritema - Vermelhidão na pele, que pode ser um efeito colateral de tratamentos como a
fototerapia.

Estigma Social - Julgamento social enfrentado por pessoas com condições visíveis, como o
vitiligo.

Fenómeno de Koebner - Reação em que lesões ou traumas na pele desencadeiam novas


manchas de vitiligo.

Fotoproteção - Uso de protetor solar e outros métodos para proteger a pele, essencial para
pacientes com vitiligo.

Imunidade Adaptativa - Parte do sistema imunológico que reage especificamente a cada


ameaça, associada ao vitiligo.

Imunidade Inata - Primeira linha de defesa do corpo contra infecções, atuando de maneira
geral.

Lâmpada de Wood - Dispositivo que emite luz UV para identificar manchas


despigmentadas na pele.

Microenxerto - Técnica de transplante de pequenas porções de pele com melanócitos para


áreas afetadas.

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17. CAPÍTULO XVII: REFERÊNCIAS
Brazil, S. (4 de novembro de 2024). SciElo - Brazil - Vitiligo Vitiligo. Obtido de scielo.br:
https://www.scielo.br/j/abd/a/VWZFwJY5MmcBmGCxpFcKMzG/?lang=pt

Cuf. (3 de novembro de 2024). Vitiligo: o que é, sintomas e tratamentos - Cuf. Obtido de


cuf.pt: https://www.cuf.pt/saude-a-z/vitiligo

D'or, G. R. (31 de outubro de 2024). Vitiligo: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamento e
cura - Tua Saúde. Obtido de tuasaude.com: https://www.tuasaude.com/vitiligo/

Empresarial, N. S. (1 de novembro de 2024). Vitiligo: entenda mais sobre as causas,


sintomas e tratamento. Obtido de .nordestesaude.com.br:
https://www.nordestesaude.com.br/viva-bem/vitiligo-causas-sintomas-e-tratamento

Peres, J. C. (2016). VITÍLIGO: DESAFIO DA TERAPÊUTICA. Faculdade de Medicina da


Universidade de Coimbra, Medicina, Coimbra.

Saúde, B. V. (29 de outubro de 2024). Biblioteca Virtual em Saúde MS. Obtido de


bvsms.saude.gov.br: https://bvsms.saude.gov.br/vitiligo/

Uol. (1 de novembro de 2024). Vitiligo: o que é, causas, sintomas, tratamentos - Brasil


Escola. Obtido de brasilescola.uol.com.br:
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/vitiligo.htm

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