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Projeto Pedagógico Engenharia Computação

O documento apresenta o projeto pedagógico do curso de Engenharia da Computação da Faculdade Una de Divinópolis, destacando sua estrutura, objetivos e diretrizes acadêmicas. O curso, que oferece 120 vagas anuais e tem duração de 10 semestres, visa formar profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Além disso, aborda aspectos como a responsabilidade social da instituição, políticas de inclusão e inovações pedagógicas.
Direitos autorais
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Projeto Pedagógico Engenharia Computação

O documento apresenta o projeto pedagógico do curso de Engenharia da Computação da Faculdade Una de Divinópolis, destacando sua estrutura, objetivos e diretrizes acadêmicas. O curso, que oferece 120 vagas anuais e tem duração de 10 semestres, visa formar profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Além disso, aborda aspectos como a responsabilidade social da instituição, políticas de inclusão e inovações pedagógicas.
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PROJETO PEDAGÓGICO

DO CURSO DE 1

ENGENHARIA DA
COMPUTAÇÃO

Faculdade Una de
Divinópolis

Divinópolis, 2021.

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
ADMINISTRAÇÃO GERAL DA INSTITUIÇÃO

Diretora: Cinthia Tamara Vieira Rocha

RESPONSÁVEIS PELA CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO

2 Coordenador do curso: Hewerton Luís Pereira Santiago


Assessoria pedagógica: Núcleo Docente Estruturante

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

DA FACULDADE UNA DE DIVINÓPOLIS

Mantenedora: BRASIL EDUCAÇÃO S/A


3
Curso: Engenharia da Computação
Modalidade do curso: Bacharelado
Modalidade de ensino: Presencial
Coordenador: Hewerton Luís Pereira Santiago
Ato autorizativo: Ato de autorização vinculada ao processo e-MEC nº.
201929292
Número de vagas: 120 vagas anuais no turno noturno.
Duração do curso: 10 semestres
Prazo máximo para integralização do currículo: 16 semestres
Carga horária: 3.780 horas
Endereço: R. Cel. João Notini, 151 - Centro
Telefone: (37) 3112-0022
E-mail: [email protected]
Homepage da instituição: https://www.una.br/unidades/divinopolis/

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
SUMÁRIO

1 PERFIL INSTITUCIONAL ............................................................................. 10


1.1 Breve histórico da IES ............................................................................. 10
1.1.1 Da mantenedora .................................................................................... 10
1.1.2 Da mantida ........................................................................................... 11
1.2 Missão ....................................................................................................... 13
4 1.3 Visão .......................................................................................................... 14
1.4 Valores ...................................................................................................... 14
1.5 Administração acadêmica ....................................................................... 15
1.6 Responsabilidade social da instituição.................................................. 16
2 PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) ...................................... 20
2.1 Diretrizes de atuação acadêmica ............................................................ 23
2.1.1 Formação integral ................................................................................. 25
2.1.2 Qualificação para o século XXI ............................................................ 27
2.1.3 Trabalho coletivo e aprendizagem significativa ................................. 29
2.1.4 Ensino para a compreensão (EpC) ...................................................... 31
2.2 O currículo no Ecossistema de Aprendizagem ..................................... 33
2.2.1 Conteúdos curriculares ........................................................................ 37
2.2.2 Personalização do currículo ................................................................. 39
2.2.3 Itinerários formativos ............................................................................ 40
2.2.4 Estrutura curricular ............................................................................... 41
2.2.5 Programa Vida & Carreira ..................................................................... 53
2.2.6 Flexibilidade curricular ......................................................................... 58
2.2.7 Interdisciplinaridade ............................................................................. 59
2.2.8 Pesquisa................................................................................................. 60
2.2.9 Extensão ................................................................................................ 62
2.2.10 Internacionalização ............................................................................. 68
2.3 Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de
ensino-aprendizagem .................................................................................... 72
2.4 Atendimento ao discente ......................................................................... 75
2.4.1 Programa Sucesso do Aluno ............................................................... 76
2.4.2 Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão (NAPI): acessibilidade
84
2.4.3 Atendimento especializado .................................................................. 86
2.4.4 Créditos estudantis, bolsas de estudos e descontos ........................ 87
2.4.5 Acompanhamento do egresso e formação continuada ..................... 87
2.5 Políticas de educação inclusiva .............................................................. 89
2.5.1 Cultura inclusiva ................................................................................... 89
2.5.2 Acessibilidade arquitetônica ................................................................ 91
2.5.3 Acessibilidade curricular e atitudinal .................................................. 91
2.5.4 Acessibilidade digital e nas comunicações ........................................ 92
2.5.5 Língua Brasileira de Sinais (Libras)..................................................... 92
2.5.6 Educação em direitos humanos .......................................................... 93
2.5.7 Educação das relações étnico-raciais ................................................. 94
2.5.8 Educação Ambiental e Sustentabilidade ............................................. 95
2.6 Inovações pedagógicas ........................................................................... 98
2.6.1 Metodologias ativas de aprendizagem ................................................ 99
2.6.2 Tecnologias digitais na educação ..................................................... 100
2.6.3 Ambiente Virtual de Aprendizagem – Ulife ....................................... 103

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2.6.4 Educação híbrida ................................................................................ 108
3 APRESENTAÇÃO DO CURSO .................................................................. 130
3.1 Contexto educacional ............................................................................ 130
3.2 Justificativa de oferta do curso ............................................................ 133
3.3 Número de vagas .................................................................................... 134
3.3.1 Justificativa para a oferta de 120 vagas anuais ................................ 134
3.4 Formas de acesso .................................................................................. 138
5
3.4.1 Obtenção de novo título ..................................................................... 139
3.4.2 Matrícula por transferência ................................................................ 139
3.5 Objetivos ................................................................................................. 139
3.5.1 Objetivo geral ....................................................................................... 139
3.5.2 Objetivos específicos.......................................................................... 140
3.6 Perfil do egresso .................................................................................... 141
3.7 Estrutura curricular ................................................................................ 143
3.7.1 Matriz curricular .................................................................................. 146
3.7.2 Percurso formativo do aluno .............................................................. 147
3.8 Critérios de avaliação discente ............................................................. 152
3.9 Estágio supervisionado ......................................................................... 156
3.10 Trabalho de conclusão do curso ........................................................ 159
3.11 Atividades complementares da graduação (ACGs) .......................... 160
3.12 Pesquisa e extensão ............................................................................ 161
3.13 Convênios do curso ............................................................................. 165
3.14 Sistema de avaliação e acompanhamento do desenvolvimento
institucional .................................................................................................. 166
4.1 Corpo docente ........................................................................................ 170
4.1.1 Plano de carreira ................................................................................. 170
4.1.2 Formação docente............................................................................... 171
4.1.3 Políticas de capacitação e formação continuada ............................. 174
4.1.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE) .................................................. 180
4.1.5 Colegiado de curso ............................................................................. 183
4.1.6 Coordenação de curso........................................................................ 185
4.2 Docentes , Colegiado e NDE ................................................................. 187
5. INFRAESTRUTURA .................................................................................. 188
5.1 Instalações gerais .................................................................................. 188
5.1.1 Espaço físico do curso ....................................................................... 188
5.1.2 Instalações para os docentes ............................................................ 189
5.1.3 Laboratórios do curso ........................................................................ 190
5.2 Infraestrutura de segurança .................................................................. 192
5.3 Equipamentos ......................................................................................... 194
5.3.1 Acesso aos equipamentos de informática pelos docentes e discentes
194
5.3.2 Rede de comunicação – Internet ....................................................... 194
5.3.3 Plano de expansão e de atualização de equipamentos ................... 194
6. BIBLIOTECA ............................................................................................. 196
6.1 Acervo: política de aquisição, expansão e atualização ...................... 198
6.2 Informatização ........................................................................................ 199
6.3 Armazenamento e acesso ao acervo .................................................... 199
6.4 Serviços .................................................................................................. 200
6.4.1 Serviço de empréstimo domiciliar ..................................................... 200

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6.4.2 Renovação ........................................................................................... 201
6.4.3 Reserva ................................................................................................ 201
6.4.4 Consulta on-line ao acervo................................................................. 201
6.4.5 Acesso à internet ................................................................................ 201
6.4.6 Referência ............................................................................................ 201
6.4.7 Treinamento de Usuários ................................................................... 201
6.4.8 Orientação na Normatização de Trabalhos Acadêmicos ................. 202
6 6.5 Repositório institucional ....................................................................... 202
ANEXO 1 – PERIÓDICOS ............................................................................. 203
ANEXO 2 – EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA ................................................ 206
REFERÊNCIAS.............................................................................................. 228

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LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Descrição dos elementos do marco conceitual do EpC ........... 32

Figura 2 – A dinâmica da subjetivação do currículo ................................... 35


7

Figura 3 – Currículo em processo ................................................................ 38

Figura 4 – Ulife: tela de abertura ................................................................... 48

Figura 5 – Inserção de conteúdo no Ulife .................................................... 48

Figura 6 – Inserção de conteúdo no Ulife .................................................... 49

Figura 7 – Processo de avaliação contínua ................................................. 74

Figura 8 – Empoderamento do estudante na Faculdade Una de Divinópolis


......................................................................................................................... 76

Figura 9 – Visão geral da arquitetura de distribuição ............................... 107

Figura 10 – Modelo joystick ......................................................................... 110

Figura 11 – Localização de Divinópolis em Minas Gerais ......................... 131

Figura 12 – Número de habitantes por Engenheiros ................................. 136

Figura 13 – Representação das unidades curriculares por comunidade de


formação. ...................................................................................................... 145

Figura 14 – Representação circular da matriz do curso ........................... 146

Figura 15 – Percurso Formativo.................................................................. 150

Figura 16 – Comunidades de aprendizagem e diversidade de ambientes


....................................................................................................................... 151

Figura 17 – Eixos e dimensões do Sinaes ................................................. 167

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Figura 18 – Etapas do processo avaliativo ................................................ 167

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LISTA DE QUADROS

Quadro 1 Carga horaria da estrutura curricular do curso de Engenharia da


Computação.................................................................................................. 146
9
Quadro 2 – Bases de Dados disponíveis ................................................... 196

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1 PERFIL INSTITUCIONAL

1.1 Breve histórico da IES

1.1.1 Da mantenedora

10 A Faculdade Una de Divinópolis é uma instituição de ensino superior mantida


pela BRASIL EDUCAÇÃO S/A, pessoa jurídica de direito privado, inscrita com o
CNPJ n. 05.648.257/0001-78, com sede e foro na cidade de Belo Horizonte,
situada à Rua Aimorés, n. 1451, no bairro Centro. A BRASIL EDUCAÇÃO S/A
integra a Ânima Educação, cuja presença física alcança 12 estados do Brasil,
nas regiões Sudeste, Sul, Nordeste e Centro-Oeste, totalizando mais de 120
unidades. A Ânima Educação é a quarta maior organização de educação
superior privada do país, listada no Novo Mercado, com a força e a
representatividade de 27 instituições, além do Instituto Ânima.

A Ânima Educação apresenta um ecossistema formado por cerca de 18 mil


educadores, sendo aproximadamente 8.500 docentes e 9.200 colaboradores
administrativos. Além disso, no centro de suas ações, estão mais de 330 mil
estudantes, matriculados em mais de cem cursos superiores de graduação e em
dezenas de programas de especialização, mestrado e doutorado.

Os alicerces da Ânima Educação são fundamentados pelo propósito de


“transformar o país pela educação” e pelos valores comprometimento,
cooperação, reconhecimento, respeito, transparência e inovação. Para a Ânima,
não basta capacitar as pessoas para o mercado de trabalho, é preciso abrir
espaço para que elas se transformem e possam transformar o mundo ao redor.
Por meio do Ecossistema Ânima de Aprendizagem, é trabalhada fortemente a
conexão entre alunos, professores, mercado de trabalho e comunidade do
entorno. Um ecossistema de verdade, que faz da sala de aula um lugar de
aprendizado pessoal e profissional. Assim, a proposta é a formação integral do
aluno e, por isso, trabalha-se para prepará-lo não apenas como profissional, mas
também como indivíduo e cidadão.

Os indicadores confirmam o posicionamento de qualidade da Ânima Educação,


reforçando a eficiência do modelo acadêmico e o compromisso constante de

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buscar a melhoria da qualidade dos serviços. A Ânima possui um ótimo
desempenho no ensino superior brasileiro, com uma média de 83% das
instituições com Índice Geral de Cursos (IGC) na zona de excelência, segundo
o MEC/Inep; com seu Ecossistema Ânima de Aprendizagem (E2A), é o primeiro
grupo do país a criar um modelo de ensino focado em competências; HSM,
11
SingularityU Brazil, EBRADI, Le Cordon Bleu, Inspirali e Medroom são
instituições referências em seus segmentos e integram o Ecossistema Ânima;
foi eleita pela CNN a empresa mais notável na categoria educação no ano de
2020; e está entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, segundo a
pesquisa Great Place to Work (GPTW/Revista Época). Em maio de 2021, a
Exame divulgou as 17 empresas de maior destaque pelas posturas
socioambientais no prêmio Melhores do ESG – Environmental, Social and
Governance (Ambiental, Social e Governança, em tradução), e a Ânima foi eleita
como a melhor organização no segmento educação.

Assim, ao longo de sua história, com base em seus valores e princípios, a Ânima
Educação tem construído uma atuação contemplada por inúmeros atributos de
qualidade que certificam a sua missão de transformar o país pela educação.

1.1.2 Da mantida

A União de Negócios e Administração Ltda. (Una), organização voltada para o


ensino superior, foi criada, em Belo Horizonte, pelos sócios Honório Tomelin,
Huascar Terra do Valle e Olto Mariano dos Reis, mediante ato constitutivo
assinado em 20 de outubro de 1961. Inicialmente, o objetivo da Una era
aprimorar profissionais em assessoria, pesquisa e treinamento, visando a
atender às necessidades e aos interesses das empresas.

A Una acabou concentrando seus esforços na criação do Centro Universitário


Una no campo das ciências gerenciais que, em seu estágio preliminar, passou a
funcionar em dezembro de 1965. O Decreto Federal n. 67.660, de 25 de
novembro de 1970, oficializou a criação do Centro Universitário Una de Ciências
Administrativas e do curso de Administração de Empresas. Posteriormente, o
Centro Universitário Una mudou a denominação para Centro Universitário Una

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de Ciências Gerenciais, que foi reconhecido pelo Decreto Federal n. 74.455, de
26 de agosto de 1974.

Em 1972, pelo Parecer n. 804 da Sesu/MEC, foi autorizada a transferência da


instituição mantenedora e do Centro Universitário Una para a Rua Aimorés,
12 1.451, no bairro de Lourdes. Nesse endereço, a instituição passou a funcionar
em uma edificação tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e
Artístico de Minas Gerais IEPHA/MG.

Em 2000, o Centro Universitário Una de Ciências Gerenciais foi credenciado pelo


Decreto s/n de 2 de outubro de 2000 como Centro Universitário de Ciências
Gerenciais da Una, por transformação de organização acadêmica, mantido pela
Una, com sede e foro na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Em 2003, a Una, entidade mantenedora do Centro Universitário, passou por uma


modificação em seu contrato social. Com a chegada de novos sócios, foi
estabelecido um plano de reestruturação administrativa e financeira na empresa.
Nessa perspectiva, os objetivos e a missão da instituição foram ampliados, o que
levou o centro universitário a propor uma mudança em seu estatuto, o qual foi
aprovado pela Portaria Ministerial n. 1.865/2005 (DOU em 3 de junho de 2005).
A mudança do estatuto propunha também a alteração da denominação do centro
universitário, que passou então a Centro Universitário Una.

No primeiro semestre de 2004, já alcançados os objetivos propostos pela nova


equipe de direção da entidade mantenedora, iniciou-se uma nova etapa de
reestruturação do Centro Universitário Una. Em 2007, houve o credenciamento
da primeira Faculdade Una: o Centro Universitário Una. A partir daí, houve
criação e aquisição de novas IES Una, e hoje existem instituições em Minas
Gerais e em Goiás.

Em 2014, o Centro Universitário Una foi credenciado por quatro anos para oferta
de curso na modalidade de educação a distância por meio da Portaria MEC n.
630/2014, de 23 de julho de 2014. Foi recredenciamento por quatro anos pela
Portaria MEC n. 869/2016, de 12 de agosto de 2016. Em 2019, a instituição teve
novo processo de recredenciamento e obteve nota máxima.

Faculdade Una de Divinópolis


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Atualmente, a IES conta com cerca de 20 mil alunos alunos e oferece,
aproximadamente, 50 cursos de graduação (entre bacharelado, licenciatura e
cursos superiores de tecnologia) e diversos cursos de pós-graduação em seus
diversos campus em Minas Gerais e em Goiás. Novos cursos de graduação
foram criados com o objetivo de ampliar o processo do conhecimento e incentivar
13
a interdisciplinaridade, a diversidade e a pluralidade, características essenciais
para a excelência do centro universitário.

Ressalta-se que, nos mais de 50 anos de funcionamento, o Centro Universitário


Una nunca sofreu processo perante o MEC referente à irregularidade da IES ou
de seus cursos em funcionamento.

Cabe destacar que a sétima edição do Great Place to Work – GPTW confirmou
o Centro Universitário Una como a terceira melhor empresa para se trabalhar em
Minas Gerais, na categoria Grandes Empresas. A instituição de ensino se
mantém no ranking, pelo sétimo ano consecutivo, na pesquisa que avalia as 50
empresas que mais se destacam no quesito, em todo o estado. A Ânima
Educação, uma das maiores organizações educacionais do país da qual a Una
faz parte, também está no ranking, ocupando a décima posição. Essa pesquisa
identifica e premia as organizações com os melhores ambientes de trabalho. É
conduzida pela Great Place to Work, que aplica a mesma metodologia em 49
países no mundo. Esse resultado é reflexo da dedicação, da paixão e do
compromisso diários dos colaboradores e dos docentes da IES na jornada da
educação.

1.2 Missão

Transformar o país pela educação, com competência e paixão, inspirando


nossos alunos, professores e colaboradores a concretizarem seus sonhos e
potencialidades como indivíduos, profissionais e agentes de transformação da
sociedade.

Para realizar sua missão, a Faculdade Una de Divinópolis tem como constante
preocupação a renovação e a criação de novos cursos de graduação, de pós-
graduação e de programas de qualidade que levem a uma diversidade de
conhecimentos, à integração das diversas disciplinas e cursos e à melhoria das

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atividades de extensão e de pesquisa básica e aplicada, de forma a contribuir
para o desenvolvimento da sociedade. Assim, o conhecimento passa a ser
utilizado para a transformação da sociedade e para a criação de oportunidades
pela interação social, ou seja, pela troca de experiências técnicas e sociais.

14 1.3 Visão

A instituição tem como visão:

Ser reconhecida como a instituição de ensino superior de maior impacto


educacional do país, valorizada pelo ensino de qualidade, desenvolvimento de
profissionais e pela trabalhabilidade de seus alunos e egressos.

A Faculdade Una de Divinópolis trabalhará sempre para ter reconhecimento pela


formação de alunos altamente preparados para atuar no mercado de trabalho.
De modo a continuamente se destacar na formação de líderes nas diversas
áreas do conhecimento, aptos a atuarem em empresas técnicas e de negócios,
públicas e privadas, a IES pretende:

● ser reconhecida pelos cursos, atividades e pesquisas interdisciplinares,


extensão, pesquisa básica e aplicada, bem como pela liderança e
parceria com os setores de produção e serviço, governo e comunidade,
no desenvolvimento e na disseminação de novas tecnologias;
● manter uma política de revisão de seus currículos para adequá-los aos
desafios das novas realidades;
● oferecer um ambiente estimulante de aprendizagem que atraia e retenha
discentes, docentes e colaboradores técnico-administrativos;
● promover interações com os ex-alunos (egressos) e a sociedade.

1.4 Valores

Em um processo que envolveu reuniões de consenso das equipes


administrativas e o corpo de professores, construiu-se a Carta de Valores das
IES Una. Os cinco princípios fundamentais definidos pela Carta mostram a
essência da instituição e passam a nortear todas as decisões da IES. A Carta
expõe as reais intenções da Faculdade Una de Divinópolis em se tornar um

Faculdade Una de Divinópolis


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ambiente pautado pela verdade e pela integridade nos relacionamentos internos,
pelo compromisso de todos em fazer sempre o melhor e buscar o trabalho em
equipe, perseguindo o novo, o ousado e o criativo. Os cinco valores
fundamentais da IES são:

Cooperação: cooperar é trabalhar junto, em uma saudável relação de 15

interdependência, em prol de objetivos comuns e benefícios mútuos. A


cooperação fortalece o espírito de equipe, de solidariedade, além de instigar
nossa capacidade de compartilhar informações, conhecimentos e vivências.

Transparência: é a prática responsável e de mão dupla da verdade e da


integridade, que implica na coerência entre o que se pensa e o que se faz,
considerando os pontos de vista dos outros.

Respeito: é ter consciência de nossos direitos e obrigações, assim como do


outro, compreendendo e aceitando as diferenças individuais e fazendo valer as
nossas considerações pelos valores humanos.

Comprometimento: é enxergar além dos interesses pessoais, os interesses dos


outros e da instituição, assumindo o compromisso com a construção de um
mundo melhor.

Inovação: é fazer diferente. É desenvolver a capacidade de imaginar o que não


existe. É questionar a rotina e os hábitos. É aprender a conviver com o
desconhecido, o diferente, o surpreendente e o novo. É transformar o sonho em
realidade.

Com o estabelecimento desses valores, a instituição pretende que os


colaboradores se sintam valorizados e igualmente valorizem as ações das outras
pessoas e do grupo por meio de esforços por resultados que promovam a
melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento institucional e pessoal.

1.5 Administração acadêmica

A administração da IES é exercida pelos seguintes órgãos:

I – Colegiados:

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a) Conselho Superior;
b) Comissão Própria de Avaliação (CPA);
c) Núcleo Docente Estruturante (NDE); e
d) Colegiado de Curso (Colec).

16
II - Da Diretoria:
a) Diretor;
b) Coordenadores de Curso; e
c) Coordenador de Pesquisa e Extensão.

III – Órgãos suplementares:


a) Secretaria Acadêmica;
b) Biblioteca; e
c) Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão (NAPI).

IV – Órgãos Internos Específicos e/ou Assessorias:


a) Ouvidoria; e
b) Comissão Disciplinar Processante.

As descrições detalhadas dos órgãos acima estão disponíveis no regimento e no


estatuto próprios da instituição, disponíveis na intranet da instituição para
consulta por toda a comunidade acadêmica.

1.6 Responsabilidade social da instituição

A prática social realiza-se por meio das diretrizes institucionais e políticas de


extensão universitária propostas no Plano de Desenvolvimento Institucional da
Faculdade Una de Divinópolis. Essas diretrizes norteadoras, conforme descrito
no PDI, requerem estratégias educativas variadas e complementares no pensar
e fazer acadêmicos da IES, que busca gradativamente:

• Conhecimento da realidade regional e dos seus condicionantes histórico-


político-sociais;

• A formação de profissionais competentes para atuar responsavelmente


sobre essa realidade;

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• O compromisso com as necessidades e os interesses básicos da
comunidade;

• A articulação entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão;

• A revisão periódica e fundamentada dos projetos pedagógicos dos cursos


que oferece, de modo a contribuir para a realização dos projetos 17

educacionais dos estudantes, responder às mudanças ocorridas na


sociedade, e contribuir para o desenvolvimento curricular perante às
diretrizes, desafios e avanços didático-pedagógicos; e

• A busca permanente da articulação entre as dimensões das unidades


teóricas e práticas, o que pressupõe uma ênfase na aprendizagem, na
transformação de professores em mediadores e de estudantes em
profissionais competentes e éticos.

Dessa forma, pretende-se estimular um conhecimento capaz de manter um


processo contínuo de aperfeiçoamento da IES e das atividades educacionais
que concebe e realiza. Sob essas perspectivas, a Faculdade Una de Divinópolis
procura continuamente responder às demandas relativas: Qual é o compromisso
social de caráter educacional da IES? Com quais recursos pedagógicos irá
concretizá-lo? Qual o perfil de egresso que contribuirá para formar?

Procurando responder a essas questões, o Projeto Pedagógico Institucional


(PPI) expressa a organização e o pensar de suas propostas pedagógicas,
voltadas para a formação do indivíduo, do profissional e do cidadão, validando a
abertura de cursos correlacionados à demanda da região, à oferta de cursos
pelas instituições existentes na região e ao perfil do corpo docente associado ao
foco e campo de conhecimento dos cursos a serem ministrados. Nessa
perspectiva, enfatiza-se que o Projeto Institucional se debruça sobre a
inequívoca reflexão sobre o processo de globalização e seus impactos sobre a
concorrência no setor de serviços em educação, na dinâmica escolar e, por
extensão, na construção dos projetos pedagógicos dos cursos, que não podem
e não devem desconsiderar a inserção de seus alunos e alunas em um
concorrido mercado de trabalho, bem como deve atender às demandas de
formação de um sujeito crítico, reflexivo, capaz de dialogar com diferentes atores

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sociais e, sobretudo, estar preparado para tomar decisões em cenários
complexos.

Assim, a construção do Projeto Pedagógico Institucional apoia-se em um


diagnóstico da realidade e fundamenta-se em planos que possibilitem à IES
18 reagir às ameaças e identificar oportunidades relevantes para o alcance de suas
metas e que auxiliem em seu desenvolvimento institucional. Nessa direção,
algumas ações são consideradas para a consolidação do Projeto Institucional:

• Instrumentalizar o estudante para que seja capaz de formular o seu


projeto de vida;

• Propiciar experiência no ciclo profissional para a interligação entre a


academia e o mercado de trabalho;

• Promover a integração entre a Faculdade Una de Divinópolis e outras


instituições, empresas e órgãos públicos e privados, por meio de um
relacionamento participativo e produtivo;

• Explorar as mais modernas ferramentas de comunicação estimulando o


seu uso nas atividades acadêmicas;

• Promover a modernização contínua das instalações e dos recursos


materiais e físicos da Faculdade Una de Divinópolis;

• Consolidar uma estrutura organizacional compatível com sua missão e


adaptá-la, sistematicamente, às necessidades de seu modelo pedagógico
e administrativo;

• Oferecer uma educação de qualidade, de modo a formar um capital


intelectual capaz de participar, enquanto profissionais competentes, do
desenvolvimento sustentável do estado e da região, englobando valores
de ética e de responsabilidade social às organizações;

• Exercer, em plenitude, a sua autonomia, o papel crítico que lhe é inerente,


como fórum privilegiado de reflexão e proposição;

• Desenvolver as habilidades e as competências dos estudantes,


permitindo complementar sua formação com liberdade, oferecendo
cursos de complementação e oportunidades diferenciadas para

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integralização dos currículos; e

• Incorporar novas tecnologias que representem avanços para a realização


da atividade acadêmico-pedagógica.

Ao reconhecer tais objetivos, a Faculdade Una de Divinópolis busca meios para


19
contribuir de forma efetiva para o êxito de sua concretização.

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2 PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI)

O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) é um instrumento político, teórico e


metodológico, que expressa a organização e o pensamento da proposta
pedagógica da instituição, voltada para a formação de sujeitos e profissionais
20 críticos, reflexivos, capazes de dialogar com diferentes atores sociais e,
sobretudo, preparados para tomar decisões em cenários complexos.

O referido PPI está fundamentado em reflexões que levam em consideração,


além do universo educacional em sua concepção tradicional, processos como a
globalização, a atual concorrência no setor de serviços em educação e o
concorrido mercado de trabalho contemporâneo. Pautado nessas
considerações, o projeto norteia a abertura de cursos da Faculdade Una de
Divinópolis em consonância com as especificidades e a demanda da região.

Por se constituir em uma referência institucional, o PPI ampara a construção dos


projetos pedagógicos dos cursos a serem ofertados e define o funcionamento, a
dinâmica escolar, as políticas de acesso, permanência e conclusão, as políticas
de inclusão, as políticas de pesquisa e de extensão e as políticas de gestão
acadêmica. As políticas de ensino da instituição estão pautadas pelos seguintes
princípios:

• qualidade e flexibilidade no processo de ensino-aprendizagem;

• qualidade na produção técnico-científica;

• integração dos processos de gestão administrativa, acadêmica e


pedagógica;

• integração com a comunidade local e a regional.

O PPI direciona as ações da Faculdade Una de Divinópolis em todas as suas


instâncias, além de refletir as suas relações com o espaço externo. Apresenta
estratégias educativas variadas e complementares no pensar e no fazer
acadêmico da instituição, que busca, constantemente:

• o compromisso com as necessidades e os interesses básicos da


comunidade;

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• o conhecimento da realidade regional e dos seus condicionantes
históricos, políticos e sociais;

• a formação de profissionais competentes para atuar responsavelmente


sobre essa realidade;

• a articulação entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão; 21

• a revisão periódica dos projetos pedagógicos dos cursos e o


aprimoramento curricular, de modo a responder às mudanças ocorridas
na sociedade, atender às diretrizes nacionais curriculares e acompanhar
os desafios e os avanços didático-pedagógicos; e

• a conexão permanente entre teoria e prática, atendendo tanto às


dimensões de conhecimento e de intencionalidade (atividade teórica),
quanto às de intervenção e transformação (atividade prática).

Em seu projeto de formação de estudantes, a Faculdade Una de Divinópolis tem


como finalidade a emancipação das pessoas com os objetivos de mudar a
realidade nacional e transformar o país pela educação. Assim, é apresentado o
Ecossistema Ânima de Aprendizagem (E2A) em seu formato 2.0, um
ecossistema em que os currículos são ofertados de forma integrada. Essa
concepção de currículo busca uma compreensão global do conhecimento, não
mais repartido em disciplinas. Além disso, como se verá, este ecossistema
promove uma maior interdisciplinaridade e conexões efetivas com o mundo do
trabalho. Nele, os alunos têm a oportunidade de vivenciar a realidade social e
profissional, além de desenvolver projetos que resolvam problemas complexos
durante a experiência universitária, sempre sob a orientação e a mentoria dos
professores.

Dessa forma, foi adotada uma estrutura sintonizada às necessidades atuais de


formação dos nossos alunos. Chegou-se ao modelo que será apresentado tendo
em vista o estudo cuidadoso das mais recentes teorias relativas à educação,
somadas a experiências bem-sucedidas em diversas partes do mundo –
aperfeiçoadas e remodeladas para atender às especificidades das múltiplas
realidades presentes nas diversas regiões do Brasil.

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Nos modelos curriculares mais tradicionais, a ênfase está em uma formação
pautada por disciplinas, pensadas e executadas isoladamente. O resultado
criado por esse modelo é um tipo de conhecimento compartimentado,
desconectado da realidade, com pouca integração e abertura restrita a um tipo
de pensamento mais complexo. No lugar daquilo que se deseja para o cidadão
22
e o profissional da atualidade, o que se obtém por meio do formato curricular
tradicional são alunos especialistas em pedaços de um quebra-cabeça, pouco
habilitados a enxergar o todo. Trata-se de um formato clássico, mas incoerente
com o mundo como o conhecemos hoje.

A versão do Ecossistema de Aprendizagem propõe uma inversão dessa lógica.


Nele, são ofertados módulos compostos de duas unidades curriculares cuja
carga horária é mais elevada. Uma vez inserido nessas unidades curriculares, o
aluno irá adquirir e desenvolver competências com o auxílio de pelo menos dois
ou mais docentes, oriundos de diferentes áreas do conhecimento. Serão
estimuladas a aplicação de modalidades mais avançadas de pensamento e
reflexão e a execução de projetos mais coerentes com o mundo do trabalho e as
demandas da sociedade.

Um exemplo: antes, o estudante teria aula de teorias da linguagem, expressão


e produção textual em separado. Agora, a unidade curricular (UC) unirá teoria,
crítica e prática em uma só jornada. Em resumo, no E2A, a concepção tradicional
de disciplina dá lugar às unidades curriculares. Como resultado, o estudante vê
o seu próprio horário de forma diferente – e terá uma nova experiência em sala
de aula. É assim que deve ser pensada a universidade do século XXI: pronta
para um ambiente conectado, diverso, inovador e tecnológico.

Além disso, a Faculdade Una de Divinópolis entende que o aluno deve ser
inserido no ambiente real de trabalho durante a sua graduação. Assim, a
Faculdade Una de Divinópolis passa a adotar a UC Dual, uma parceria entre IES
e empresas, que vão participar diretamente da formação dos alunos. As
empresas contribuirão para o desenvolvimento das habilidades e competências
a serem trabalhadas juntamente com os alunos, por meio de atividades em
cenários reais da profissão, em alinhamento com o plano de ensino da respectiva
UC, cuja seleção dos conteúdos é amparada pelas Diretrizes Curriculares

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Nacionais (DCNs) ou pelo Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de
Tecnologia.

A Faculdade Una de Divinópolis entende que integrar todos os níveis


institucionais é fundamental para estimular a formação de uma cultura de
planejamento e de avaliação educacional, além de consolidar um processo de 23

ensino-aprendizagem eficaz. Por conta disso, a reflexão institucional é de suma


importância para a elaboração do PPI – fruto de uma construção coletiva da
identidade das instituições de ensino superior, que deve ser reconhecida pelo
conjunto dos seus atores.

Como documento em constante processo de construção, o PPI formula um


conhecimento capaz de manter um processo contínuo de aperfeiçoamento da
Faculdade Una de Divinópolis e das atividades educacionais que a instituição
concebe e realiza, subsidiando a reflexão constante acerca do seu compromisso
social e dos recursos pedagógicos com os quais pode contar para realizar a sua
missão e a formação educacional e profissional de seus alunos. O PPI constitui-
se de tal forma que permite, sempre, a incorporação de novas reflexões e
alterações que expressem momentos do pensamento coletivo das IES.

2.1 Diretrizes de atuação acadêmica


Tendo em vista que os cursos de graduação não podem mais atuar como meros
instrumentos de transmissão de conhecimentos e informações, mas devem, sim,
oferecer uma formação básica, que prepare o futuro graduado para os desafios
das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das
condições de exercício profissional, de produção do conhecimento e de domínio
de novas tecnologias, visando a uma progressiva autonomia profissional e
intelectual dos alunos. As legislações específicas dos cursos de graduação,
como as Diretrizes Curriculares Nacionais e o Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia, orientam ainda que os cursos:

• estimulem a prática de estudos independentes por parte dos alunos;

• fortaleçam a articulação entre teoria e prática, valorizando a pesquisa


individual e coletiva, assim como os estágios e a participação em
atividades de extensão;

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• formem alunos de modo a englobar não apenas a qualificação técnica
(habilidades específicas e globais), mas também o desenvolvimento de
competências e habilidades gerais, com formação humanística do
cidadão; e

24
• conduzam a prática avaliativa para que sejam utilizados instrumentos
variados a fim de que docentes, discentes e IES possam obter
informações válidas e confiáveis acerca de seu desempenho na dimensão
didático-pedagógica.

As legislações enfatizam, ainda, a necessidade de formação de um profissional


autônomo, intelectual e profissionalmente independente, capaz de se
responsabilizar pela própria aprendizagem, reflexivo, adaptável a novas
situações e demandas sociais e profissionais, atuante e transformador, com
senso crítico, capacidade de criação, visão integradora e capacidade de articular
discussões teóricas e práticas.

Entre as competências e habilidades gerais definidas, destacam-se: avaliação


de riscos; tomada de decisões; resolução de problemas; habilidade de leitura e
de escrita; comunicação oral; liderança; gestão. Para acomodar todas essas
questões, a concepção de currículo que dá sustentação ao projeto acadêmico
da Faculdade Una de Divinópolis busca uma articulação entre:

• as políticas educacionais do Conselho Nacional de Educação (CNE),


expressas nas DCNs, no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de
Tecnologia e nos referenciais curriculares dos cursos de graduação
(bacharelado, tecnológico e licenciatura);

• os propósitos da IES expressos no PDI, no PPI, nos PPCs, nos planos de


ensino e nas práticas docentes;

• o contexto sócio-histórico que envolve alunos, professores,


coordenadores, diretores e IES; e

• a formação pretendida para os discentes.

Essa concepção de currículo é pautada por leituras do contexto social, cultural,


histórico e econômico no qual se produz, orientando-se sempre pelas seguintes

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perguntas: que alunos e alunas pretendem-se formar? Quais são as dificuldades
que estes costumam encontrar em seu percurso formativo? Como auxiliá-los nos
desafios encontrados ao longo de sua trajetória acadêmica?

2.1.1 Formação integral


25
As perguntas levantadas no tópico anterior consideram não apenas a formação
de profissionais qualificados, cooperativos, com visão sistêmica, iniciativa,
proatividade, capacidade interdisciplinar, inteligência para adaptação a cenários
de riscos, oportunidades e habilidades de liderança, de negociação, de trabalho
em equipe e de inovação, mas consideram, também, a formação de indivíduos
motivados e integrados, com autonomia e autoestima, capacitados para a
tomada de decisões e para a ação local, além de possuidores de visão global.
Nesse contexto, deve-se considerar, ainda, a formação de cidadãos éticos,
abertos ao pluralismo cultural, à diversidade e ao diálogo, aptos a participar ativa,
criativa e construtivamente da sociedade.

A formação do profissional relaciona-se, principalmente, ao conhecimento


técnico, à qualificação profissional e à trabalhabilidade1, os quais norteiam o
desenvolvimento de uma série de habilidades necessárias à atuação consciente
em contextos de trabalho. Essas habilidades a serem desenvolvidas incluem a
capacidade de trabalhar em equipe, de negociar, de liderar, de responder às
mudanças, de encontrar soluções originais, criativas e inovadoras para os
problemas; de aprender com os erros; de equilibrar soluções de curto e longo
prazos; de entender a interdependência das ações; de entender o amplo cenário
político, econômico, social e ambiental; de construir relações produtivas com
stakeholders2.

1 O termo trabalhabilidade é utilizado no lugar do termo empregabilidade, uma vez que traduz a
noção de que os egressos de uma instituição de ensino não devem ser preparados para um
emprego específico. Devem, sim, esforçar-se para se manterem atuantes no mercado de
trabalho, qualificando-se continuamente para os desafios que o mundo do trabalho e dos
negócios possa lhes apresentar.
2 O termo stakeholder foi criado por um filósofo chamado Robert Edward Freeman. Ao entender
a importância dos stakeholders, o responsável pelo planejamento ou plano consegue ter uma
visão mais ampla de todos envolvidos em um processo ou projeto e saber de que maneira eles

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A formação do indivíduo está centrada no desenvolvimento da habilidade de
problematizar, da capacidade de aprender com autonomia, do estímulo a
características como criatividade, proatividade, autocontrole, cooperação,
motivação, habilidade interpessoal e atitude interdisciplinar. Contempla, ainda, o
desenvolvimento de habilidades básicas, que permitam a familiarização do aluno
26
com os processos de construção do conhecimento científico. Todo esse trabalho
visa, principalmente, ao desenvolvimento das capacidades de cooperação e de
autonomia dos discentes. Assim, educar para a autonomia é educar para o
mundo e, para isso, é necessário entendê-lo.

A formação do indivíduo está comprometida com a educação de cidadãos éticos


e responsáveis com o outro e com o ambiente, sensíveis às necessidades locais
e globais, conscientes das implicações globais das decisões tomadas em
esferas locais e preparados para agir nesses contextos de forma a respeitar a
interdependência entre os negócios e a sociedade. Nesse cenário, os cidadãos
devem também se tornar cientes de seus direitos e deveres, bem como abertos
à diversidade e à pluralidade cultural.

O perfil do egresso dos estudantes da Faculdade Una de Divinópolis atende


tanto ao que está previsto nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de
graduação, ou Catálogo Nacional dos Cursos de Graduação (para cursos
tecnológicos), quanto às demandas expressas pelos discentes, egressos,
docentes, coordenadores, diretores e demais gestores acadêmicos e pela
comunidade loco regional. São demandas compartilhadas em diferentes
colegiados e fóruns de trabalhos que existem no cotidiano da IES, assim como
mapeadas em atenção às demandas da comunidade externa.

Entende-se que o egresso tem como atribuições essenciais a compreensão de


questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras, tanto no

podem contribuir para a otimização deste. Os stakeholders são elementos fulcrais em termos de
planejamento estratégico de uma empresa ou organização. Em inglês, stake significa interesse,
participação, risco. Holder significa aquele que possui. Assim, stakeholder também significa parte
interessada ou interveniente. É uma palavra em inglês muito utilizada nas áreas de comunicação,
administração e tecnologia da informação, cujo objetivo é designar as pessoas e grupos mais
importantes para um planejamento estratégico ou plano de negócios, ou seja, as partes
interessadas.

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contexto nacional, quanto no contexto internacional, nos diferentes modelos de
organização, com o domínio das competências funcionais e com visão
empreendedora. Dessa forma, o currículo dos cursos da Faculdade Una de
Divinópolis apresenta uma proposta multidisciplinar, em que são conjugados
saberes, além de proporcionar o aperfeiçoamento e a atualização técnico-
27
científica. Essa concepção alia-se à certeza de que o perfil desejado para o
egresso, de certa maneira, subsidia as escolhas pedagógicas e confirma a
importância da presença da Faculdade Una de Divinópolis na região em que está
inserida.

2.1.2 Qualificação para o século XXI

Muitos aspectos da vida e das relações entre mercado e carreira vêm sendo
alterados no decorrer século XXI, gerando exigências por uma nova qualificação
profissional. Postos de trabalho orientados por habilidades exclusivamente
manuais e mecânicas têm caminhado praticamente para a extinção.
Criatividade, inovação, colaboração e tecnologia convertem-se em elementos
propulsores do crescimento de muitas economias ao redor do mundo,
atualmente a demandar por um trabalho qualificado, cada vez mais centrado na
capacidade de solucionar problemas não estruturados e de conduzir análises
efetivas da informação.

Atento ao cenário atual, o projeto acadêmico da Faculdade Una de Divinópolis


vem privilegiar o exercício interdisciplinar e permanente do pensamento crítico,
da resolução de problemas, da criatividade e da inovação. O desenvolvimento
dessas competências e habilidades necessita da adoção de metodologias ativas
de ensino em termos didático-metodológicos de abordagem do conhecimento.
Necessita, também, de uma certa flexibilidade da estrutura curricular para a
possibilidade individual de articulação de um itinerário de formação
personalizado.

Por outro lado, o fomento da Faculdade Una de Divinópolis à presença cada vez
mais constante das empresas no ambiente universitário contribui para consolidar
o conceito de trabalhabilidade como dimensão formativa do currículo, na qual a
metodologia de aprendizagem por projetos surge como uma das alavancas para

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desenvolver o empreendedorismo, a criatividade, o letramento científico e a
habilidade de aprender a aprender, ou metacognição. No decorrer da trajetória
universitária, cada estudante é estimulado a construir um portfólio de projetos,
estudos e experiências interdisciplinares conectadas às mencionadas
competências profissionais exigidas pelo século XXI. Articulando as diferentes
28
escolhas e visões de mundo e de carreira, a metodologia de projetos, como
componente curricular, possibilita, entre os territórios de conhecimento
mapeados, o desenvolvimento específico daquelas competências que melhor
atendem aos anseios individuais de carreira profissional.

A Faculdade Una de Divinópolis, assim, abre-se para incorporar, em seus


currículos, as necessidades do mercado de trabalho contemporâneo, ao mesmo
tempo em que estimula os desejos e a criatividade dos estudantes, auxiliando-
os nas escolhas dos melhores caminhos em função dos objetivos de vida
pessoal e profissional que buscam alcançar. Atender ao projeto de carreira dos
discentes implica abrir e ampliar a perspectiva de flexibilidade e de
personalização de itinerários formativos com os olhares sempre voltados para
dois itens: formação em perspectiva, isto é, antecipar, no que for possível, o
cenário profissional com o qual os estudantes vão se deparar ao concluírem a
formação inicial; e estreitamento da relação institucional com o mercado de
trabalho, chamando as empresas e as organizações para o diálogo.

Para além da tarefa de elaborar projetos interdisciplinares apenas para fazer


frente às exigências da matriz curricular, espera-se que o aluno realize o
emprego dessa metodologia de ensino combinada à “ideação”. São estimuladas,
assim, a criação e a inovação, o que requer a oferta de novos espaços em que
o exercício da socialização, da experimentação e da prototipação tenham lugar.
Espaços como o de coworking, espaço maker, salas de projetos e de
metodologias ativas promovem a autonomia dos estudantes e possibilitam ao
corpo docente o acesso a uma diversidade de metodologias de ensino, que
operam rupturas com os modelos lineares tradicionais de absorção de conteúdo.

Enquanto os estudantes desempenham um papel ativo nas escolhas de seu


percurso formativo, os professores são levados a assumir um papel mais
estratégico e relevante de agentes facilitadores das aprendizagens

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potencializadas por esses novos espaços. Sem perder de vista as necessidades
de uma formação específica, os professores, como mentores, passam a
estimular atitudes de empreendedorismo, de criação de startups e outras
iniciativas fruto da escolha individual dos caminhos que melhor atendem aos
interesses de formação dos próprios estudantes.
29

Ao se vislumbrar uma escola que significa curricularmente problemas reais por


meio de conexões entre o mercado de trabalho e a sociedade, a Faculdade Una
de Divinópolis aposta na aproximação dos estudantes a uma cultura de
realização em espaços diferenciados, que estimulam maneiras diferenciadas de
ensinar e que estão em consonância com o cenário conjuntural contemporâneo.
Um time de professores engajados ajuda a criar um time de estudantes também
engajados, levando ambos à reapropriação dos espaços físicos dentro e fora da
universidade, na perspectiva de uma sala de aula ampliada conectada com a
vida e com o mundo.

2.1.3 Trabalho coletivo e aprendizagem significativa

O projeto acadêmico da Faculdade Una de Divinópolis, de formação integral do


sujeito, origina e materializa-se, de fato, no trabalho coletivo de todos os
docentes. Esses são atores essenciais na promoção de um processo de ensino-
aprendizagem pautado pela construção conjunta e a apropriação crítica do
conhecimento. É o corpo docente que auxilia na criação de novas oportunidades
para os alunos se envolverem em um processo de formação que lhes garanta
inserção não só no mundo do trabalho e dos negócios, mas também na vida em
sociedade, posto que o ensino pode levar à transformação do que se aprende
em comportamentos socialmente significativos. Condição basilar para a
construção do projeto acadêmico da Faculdade Una de Divinópolis é que os
professores, por meio da elaboração coletiva e da troca de experiências com os
pares, planejem suas ações, avaliem suas consequências e planejem
novamente as suas intervenções.

Além do trabalho colaborativo do corpo docente, outro ponto de sustentação do


projeto acadêmico da Faculdade Una de Divinópolis é o conceito de
aprendizagem significativa, de autoria de Ausubel (1982), baseado em dois

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pilares: o da contextualização do conhecimento e o de atribuição de sentidos a
ele. Embora originalmente associado à teoria cognitiva da aprendizagem3, os
autores não desconsideram os aspectos afetivos da aprendizagem, como a
motivação. No projeto acadêmico da Faculdade Una de Divinópolis, a expressão
aprendizagem significativa aparece com um significado adicional, em um
30
contexto que leva em consideração também outros fatores de origem
sociocultural, como a interação e a colaboração. Entende-se que a
aprendizagem significativa possibilita aos alunos a construção do conhecimento
de modo cooperativo, por meio da elaboração e da reestruturação da
aprendizagem, seja para:

• articulação da teoria com a prática por meio da pesquisa (programa de


iniciação científica, programa de iniciação tecnológica, TCC, monografias
etc.) e da extensão;

• integração dos conhecimentos por meio da interdisciplinaridade;

• construção de uma relação de sentidos entre o conhecimento e a


realidade dos alunos, os quais têm chegado ao ensino superior cada vez
mais despreparados para a vida acadêmica e suas implicações e
demandam uma relação cada vez maior entre os conteúdos aprendidos e
a sua realidade; e

• inserção desses alunos em contextos econômicos, políticos e


socioculturais, de forma a garantir o pleno exercício da cidadania e
promover o desenvolvimento de uma cultura profissional, humanista,
artística e cultural.

O currículo E2A busca promover a autonomia, o interesse e o investimento dos


próprios discentes em sua formação4, mas os alunos não são capazes de
construir todos os processos explicitados anteriormente de forma independente

3 O aprendizado significativo acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um


esforço deliberado por parte do aluno em ligar a informação nova com conceitos ou proposições
relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva.
4 Tal proposta ganhou representação nos currículos de instituições brasileiras apenas no fim da
década de 1990. Trata-se de uma proposta ainda recente e sobre a qual apenas muito
recentemente estudos e pesquisas acadêmicas têm se debruçado.

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ou solitária, via aprendizagem apenas. Nesse cenário, destaca-se a orientação
do professor e as suas práticas pedagógicas inovadoras e transformadoras,
responsáveis por estimular a formação da autonomia dos discentes.

Assim, perdem espaço as aulas puramente expositivas centradas na


transmissão de conhecimentos com foco no professor e ganham espaço as aulas 31

dialógicas centradas na interação entre professores e alunos e na construção do


conhecimento com foco no processo de aprendizagem do discente. Cabe
ressaltar que a aprendizagem baseada em problemas e as estratégias das quais
se utiliza não descontextualizam as necessidades reais de aquisição de
conhecimentos, nem a compreensão de conceitos acadêmicos, embora mais
abertas ao tempo e às especificidades dos interesses de formação dos alunos.

2.1.4 Ensino para a compreensão (EpC)

Em um contexto social de constantes transformações e desenvolvimento de


tecnologias, é necessário que a escola ensine seus alunos a compreender e a
pensar a fim de que possam ser bem-sucedidos em seus meios. Nesse contexto,
tendo a compreensão como a capacidade de pensar e agir de modo flexível, o
ensino para a compreensão (EpC) busca um aprendizado que seja relevante,
em que os alunos possam utilizar o novo conhecimento em diversas
circunstâncias. Nessa procura pelo aprendizado, o EpC parte do reconhecimento
de que os alunos sempre têm alguma compreensão sobre o objeto analisado,
ainda que de forma intuitiva. O professor deve, então, desenvolver um ambiente
propício para criar oportunidades a fim de que os estudantes possam analisar
suas compreensões intuitivas e seguir para as compreensões baseadas no
conhecimento.

Existem quatro fases do marco conceitual do EpC, conforme conceituam Wiske


et al. (2007): compreensão, planejamento, implementação e integração. Assim,
o aprendizado relevante surge ao se fazer algo tendo em vista essas etapas.
Além disso, para concretizar o marco conceitual, são necessários os seguintes
elementos: as metas de compreensão, os tópicos geradores, os desempenhos
de compreensão e a avaliação continuada, conforme imagem a seguir.

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Figura 1 – Descrição dos elementos do marco conceitual do EpC

32

Fonte: Vice-presidência acadêmica.

Os tópicos geradores são as temáticas em torno das quais o currículo acadêmico


é organizado. Devem ser centrais a um domínio ou a uma unidade curricular,
interessantes aos alunos, estimulantes para os professores e relacionáveis a
experiências prévias do alunado dentro e fora do ambiente escolar. Os tópicos
geradores, como o termo pressupõe, “geram” novos tópicos, relacionados entre
si por uma lógica de conceitos que estruturam uma área de conhecimento.
Ademais, são ligados por relações de significados, e seus conteúdos possuem
prevalência e importância conforme aparecem na vida real.

As metas de compreensão apontam o que se espera que os alunos


compreendam, definindo as ideias, os processos, as relações ou as questões
compreendidas pelos estudantes por meio de seus estudos. Segundo Wiske et
al. (2007), essas metas podem ser claras, explícitas e públicas, sequenciadas
ou centrais à matéria em questão.

Os desempenhos de compreensão são as demonstrações de que os alunos


podem ir além do conteúdo ministrado, sendo capazes de explicar, interpretar,
analisar, relacionar, comparar e fazer analogias a partir de exploração, da
pesquisa orientada e de desempenhos amplos, de acordo com Wiske et al.

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(2007). Os desempenhos constituem-se, pois, como um “meio de monitorar,
promover e aprender a partir da compreensão dos alunos” (WISKE et al., 2007,
p. 62).

A avaliação continuada, para Wiske et al. (2007), não apenas amplia, mas
também mede a aprendizagem em uma perspectiva de avaliação formativa. Ela 33

pode ser utilizada como uma ferramenta para dar subsídios para o planejamento
enquanto é medido o progresso dos estudantes. Essa avaliação é baseada em
critérios públicos e relevantes relacionados às metas de compreensão, acontece
frequentemente e pode ser conduzida por alunos e por professores.

Assim, a qualidade da compreensão prevista para o modelo acadêmico da


Faculdade Una de Divinópolis está na capacidade de os alunos dominarem e
usarem conhecimentos que são valorizados por sua cultura. Ao compreender a
natureza desse conhecimento, é possível tê-lo como base para resolver
problemas, criar produtos, tomar decisões e, claro, transformar com
engajamento o mundo que os rodeia.

2.2 O currículo no Ecossistema de Aprendizagem

O debate sobre currículos compõe um cenário controverso, polêmico e


urgentemente necessário. Segundo Sacristán (2013), o currículo constitui a
carreira do estudante e os conteúdos que serão vistos nesse percurso, tendo em
vista sua organização, aquilo que o discente deverá aprender e superar e em
qual ordem deverá fazê-lo. Dessa forma, para o autor, o currículo a ser ensinado
é uma seleção dos conteúdos a serem aprendidos, e estes serão norteadores
da prática didática que a ser desenvolvida durante o período acadêmico. O
currículo, de acordo com Sacristán (2013, p. 20), desde sua origem tem se
mostrado “uma invenção reguladora do conteúdo e das práticas envolvidas nos
processos de ensino e aprendizagem”, logo, ele é uma ferramenta que estrutura
a escolarização, a vida nas instituições de ensino e as atividades pedagógicas.

É possível elencar como dimensões reguladoras do currículo: o tempo de


aprendizagem, os conhecimentos obtidos, quais atividades são possíveis em
determinado contexto, os valores dos processos que foram desencadeados e o
ritmo e a sequência da progressão do ensino e da aprendizagem. Cabe ressaltar

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que os conteúdos também estão sujeitos a essas determinações e nelas
incluídos. Acerca das engrenagens e das regras que envolvem o currículo,
Sacristán (2013, p. 23) afirma que:

O pensamento sobre o currículo tem de desvelar sua natureza


reguladora, os códigos por meio dos quais ele é feito, que mecanismos
34 utiliza, como é realizada essa natureza e que consequências podem
advir de seu funcionamento. Porém, não basta se deter a isso.
Também é preciso explicitar, explicar e justificar as opções que são
tomadas e o que nos é imposto; ou seja, devemos avaliar o sentido do
que se faz e para o que o fazemos.

É importante ressaltar que, para Sacristán (2013), o currículo não é algo neutro,
estanque e universal, mas sim um espaço para se tomar decisões, em que se
age segundo orientações que não são as únicas possíveis. Para o autor, “é
preciso insistir que os significados dos objetivos educacionais não podem estar
circunscritos aos conteúdos dos limites estabelecidos pelas tradições
acumuladas nas disciplinas escolares” (p. 23). Dessa forma, tanto as disciplinas
escolares quanto seus conteúdos resultam de certas tradições – e estas podem
e devem ser revistas e alteradas sempre que se fizer necessário. Assim, tendo
em vista os diferentes níveis e públicos que estão no ambiente educacional,
Sacristán (2013, p. 29) afirma que “o conhecimento escolar não é uma categoria
internamente homogênea, mas peculiar em diferentes períodos do sistema
educacional, pois tem destinatários distintos”.

As escolhas para possibilitar experiências pedagógicas devem considerar o


processo de mediação, em que há “um sujeito que exerce uma série de funções
sobre um sujeito que detém um conteúdo, ou desenvolve diversas capacidades,
de modo que sejam transformadas e enriquecidas tais funções e capacidades
que, de maneira geral, chamamos de aprendizagem” (SACRISTÁN, 2013, p. 30).
Esse processo pode ser mais bem observado na figura a seguir.

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Figura 2 – A dinâmica da subjetivação do currículo

35

Fonte: Adaptado de Sacristán (2013, p. 30).

Ainda segundo Sacristán (2013):

Com o ingresso do tópico do currículo e sua problemática no discurso


sobre o ensino, a escolaridade ou a educação - um território intelectual
já maduro em outros contextos foram-nos abertas novas perspectivas
que nos facilitaram e também nos obrigaram o estabelecimento de
contatos e pontes interdisciplinares com contribuições da filosofia,
história, antropologia, sociologia, economia, epistemologia, dos
enfoques críticos com a psicologia psicométrica e com um
behaviorismo prepotente, mas nada valioso para a abordagem dos
problemas impostos por esse antigo, porém renovado, território que era
o currículo. Nesse panorama de nossa história recente, produziu-se
uma ressocialização dos acadêmicos em contato com um novo
universo conceitual, em consonância com uma visão menos idealista
da educação, mais próxima da realidade e comprometida com ela, pois
discutir ou pesquisar o currículo supõe tocar algo visível e expresso
socialmente. Precisamos nos apoiar em uma abordagem mais
holística, complexa e estimulante.

Os debates teóricos atuais sobre a educação superior indicam a relevância da


aproximação desse nível de ensino com a sociedade. Sob essa perspectiva, os
cursos superiores precisam associar o saber acadêmico, tanto o acumulado,
quanto o construído nas atividades de ensino, pesquisa e extensão às demandas
da realidade histórica, social, econômica e cultural da comunidade local e da
nação. Para atender a essa demanda, o ensino superior deve assumir uma visão
mais ampla e diversificada de suas funções e responsabilidades e, dessa forma,
promover mudanças na formação de seus alunos, sobretudo centrar o trabalho
no desenvolvimento de competências, tanto cognitivas quanto emocionais. Essa
é uma exigência do mundo contemporâneo que estreita as relações entre o perfil

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profissional e as necessidades do mercado de trabalho, preservando a urgência
do desenvolvimento de soft skills para a humanização do trabalho e das relações
interpessoais.

O currículo proposto pela Faculdade Una de Divinópolis tem como pressupostos


36 os conceitos de integração e de flexibilização. São premissas norteadoras da
organização e estrutura dos cenários de ensino e aprendizagem que permitem
experimentar novas opções de cursos e currículos, inovar espaços e propor
alternativas didáticas e pedagógicas. Os currículos integrados conectam-se aos
processos de um mundo em mudança e em acelerada produção tecnológica e
de conhecimento, dessa forma, os currículos em ação devem favorecer a
autonomia dos educandos na construção e na produção de conhecimentos,
numa perspectiva de proporcionar a capacidade de aprender a aprender, por
meio de uma educação permanente e continuada.

A concepção de currículos integrados assumida no ecossistema de


aprendizagem da Faculdade Una de Divinópolis para seus cursos de graduação
prevê, em sua organização, as integrações vertical e horizontal. Assim, o
conceito de ecossistema de aprendizagem reúne espaços e tempos diferentes,
para além da sala de aula, mitigando as fragmentações, quando são propostas
as unidades curriculares, como unidades mínimas do currículo, que propiciam a
formação de comunidades de aprendizagem e abordagens, tanto amplas,
quanto profundas de tópicos centrais sobre o assunto por elas abrangidos.

As unidades curriculares são vistas como unidades mínimas e indivisíveis dos


currículos, possibilitando um pensamento complexo e sistêmico. A configuração
curricular pretende, então, que seja percebida a relação de cada unidade
curricular com o todo do curso, contextualizada na organização e no desenho do
sistema. A unidade curricular surge da necessidade de se sistematizar o
conhecimento de forma a possibilitar que seja situado, produzido e aplicado, sem
perder de vista o conhecimento global. Nessa perspectiva, a ideia de projeto
supera a concepção de um compartimento de conhecimentos fixos, como nas
tradicionais disciplinas. Ademais, é contemplado o critério de flexibilidade
previsto na legislação atual, de modo que o currículo desenhado possibilite
adequações quando necessário, sempre debatidas e propostas pelos órgãos

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colegiados competentes.

Os currículos integrados, concebidos de forma mais ampla e flexível, propiciam


o desenvolvimento do conhecimento científico, de competências profissionais,
da capacidade de lidar com a diversidade cultural, da habilidade de compor
equipes multiprofissionais e de desenvolver aprendizagens autônomas. 37

Caracterizam-se pelo ensino voltado para um aluno cidadão do mundo, cuja


formação requer habilidades de apreender o conhecimento de forma mais total,
menos fragmentada, com uma visão generalista e não só especializada; detentor
de um saber crítico, integrado, complexo e promotor de sínteses.

Assim, propõe a formação do aluno como alguém capaz de mobilizar saberes,


adaptar-se a contextos diferenciados e ter flexibilidade de competências e
desempenhos a partir dos conhecimentos que possui. Além disso, é importante
prever flexibilidade para que o aluno possa construir o seu projeto de estudos,
respeitadas as habilidades e as competências que já desenvolveu em sua
trajetória estudantil e/ou profissional. Objetiva-se, assim, que cada discente
tenha um ensino personalizado.

2.2.1 Conteúdos curriculares

Para elaborar os conteúdos curriculares a serem desenvolvidos nos cursos de


ensino superior da Faculdade Una de Divinópolis, foram analisados diversos
princípios teóricos, em que a preparação curricular considera a análise da
realidade, operada com referenciais específicos, tais como: socioantropológicos;
psicológicos; epistemológicos; e pedagógicos. Assim, o desenvolvimento
metodológico dos conteúdos requer estratégias que possam trabalhar de forma
efetiva diversas competências cognitivas básicas, entre elas, o entendimento, a
observação, o poder de argumentação, a organização, a análise, a síntese, a
comunicação e o planejamento.

Ao selecionar os conteúdos, os professores trabalham conforme suas visões de


mundo, suas práticas e suas representações sociais, em que a prática educativa
só se configurará por meio de determinadas características de conteúdo. Dessa
forma, para efetivar os conteúdos curriculares previstos, busca-se seguir o
processo detalhado na imagem seguinte:

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Figura 3 – Currículo em processo

38

Fonte: Vice-presidência Acadêmica.


Estruturados em unidades curriculares, os cursos de graduação estão
organizados em campos interligados de formação:

• Conteúdos de Formação Geral;

• Conteúdos de Formação na Área;

• Conteúdos de Formação Profissional; e

• Conteúdos de Formação Específica.

Assim, são formadas “comunidades de aprendizagens”, cujos agrupamentos de


alunos se diversificam. A ideia é criar tempos e espaços de formação. A
perspectiva é de um currículo que possa mesclar unidade e diversidade,
preocupando-se com os valores e com os conhecimentos humanísticos gerais e
com a sólida formação profissional, relacionando comum e específico, universal
e particular.

As comunidades de aprendizagem caracterizam-se pela forma e pelos objetivos


dos diversos agrupamentos. Dessa maneira, na organização da Formação
Geral, são relacionados conhecimentos, habilidades e atitudes entendidos como
formadores do aluno graduando, para além dos conteúdos próprios e específicos
do curso que escolheu. As unidades curriculares de formação geral e

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humanística objetivam uma formação generalista, desenvolvendo uma
“educação para o pensar” a partir dos raciocínios próprios das áreas de
conhecimento e de uma atitude posicionada, responsável e crítica do aluno
perante o contexto histórico, social, econômico e cultural em que vive.

Na organização da Formação Profissional, estão as unidades curriculares 39

integradas pelo critério da identidade profissional. Alunos de cursos diferentes


aprendem, juntos, unidades curriculares que os identificam num determinado
perfil profissional. O objetivo é aprender, em equipes diversificadas e com
olhares diferentes, a mesma profissão. Os grupos são compostos por alunos de
diferentes cursos, mas que vão exercer atividades profissionais semelhantes.

Na organização da Formação na Área, relacionam-se unidades e componentes


curriculares cujo foco é a área de conhecimento à qual pertence determinado
curso. O objetivo é aprender, no agrupamento “área”, conteúdos de ensino
comuns, incrementando a formação de indivíduos capazes de atuar em equipes
multiprofissionais, além de metodologias de pesquisa relacionadas à produção
dos conhecimentos da área.

Na organização da Formação Específica, estão os conteúdos conceituais,


procedimentais e atitudinais específicos do curso que o aluno escolheu. Nesse
nível de agrupamento, os alunos se relacionam conforme o critério curso,
convivendo com uma comunidade que o acompanha durante todo o percurso de
formação.

2.2.2 Personalização do currículo

A formação de pessoas autônomas, engajadas, produtivas e atuantes


representa um desafio para as instituições educacionais em todo o mundo.
Inúmeros debates, pesquisas e iniciativas de organizações governamentais e
não governamentais têm problematizado a inoperância dos modelos de escola,
da relação professor-aluno e dos métodos de avaliação. Considerados anódinos
e arraigados em concepções conservadoras do processo de ensino-
aprendizagem, tais modelos não mais fazem frente às necessidades dos
estudantes na contemporaneidade. Os processos educacionais decorrentes

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desse modelo, por sua vez, tendem a não valorizar características individuais,
tampouco oferecer mecanismos que possibilitem aos alunos um processo de
investigação e questionamento que resulte em melhores e mais bem pensadas
escolhas acerca de suas vidas.

40 Partindo dessas constatações, o conceito de currículo proposto pela Faculdade


Una de Divinópolis busca ultrapassar certas obsolescências pedagógicas, tais
quais permanecer circunscrito apenas às ementas que compõem a matriz
curricular dos cursos, confinar a aprendizagem apenas ao espaço da sala de
aula e aos muros da escola e deixar de relacionar aspectos de identidade, de
cidadania e de trabalhabilidade ao perfil de egresso que se intenciona formar5.

2.2.3 Itinerários formativos

O currículo intenciona endereçar a formação integral dos estudantes a partir das


ações pedagógicas do Projeto de Vida, na perspectiva de se constituírem
itinerários formativos que abordem conteúdos essenciais para o
desenvolvimento do protagonismo social no contexto do século XXI. Um
complexo temático configurado por um conjunto de temas capta as dimensões
significativas de determinados fenômenos extraídos da realidade e da prática
social e profissional: Identidade, Diversidade, Comunicação, Colaboração;
Criatividade e Inovação, Pensamento Crítico e Resolução de Problemas e
Planejamento e Gestão.

Tendo em vista os preceitos do ensino para compreensão (EpC) em sala de aula,


de Wiske et al. (2007), é necessário que escola deixe o método de repetição e
memorização e ensine seus estudantes a pensar e compreender. Nesse sentido,
o ensino para compreensão trabalha de forma a auxiliar o aluno a se adaptar aos
avanços da informação e da tecnologia e às demandas de formação do século
XXI. Assim, o currículo deve ser organizado a partir tópicos geradores que são
centrais, acessíveis e interessantes tanto para o corpo docente quanto para o

5 Entenda-se“formar” como uma interação entre a instituição educacional, o educador e o próprio


educando, este cada vez mais responsável pela sua formação.

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corpo discente. É preciso que os alunos se sintam engajados em um processo
que os leve a ampliar, sintetizar e aplicar os conhecimentos obtidos.

2.2.4 Estrutura curricular

O principal objetivo da estrutura curricular adotada pelas IES que integram a


41
Ânima Educação é contribuir para uma experiência personalizada do aluno
durante a sua jornada universitária, considerando o seu Projeto de Vida &
Carreira. Assim, o processo de definição da estrutura curricular na Faculdade
Una de Divinópolis é norteado por algumas questões, tais como: de que forma
as unidades curriculares se integram na configuração do sistema curricular? Que
modelo curricular corresponde às concepções de ciência, de conhecimento e de
educação, definidas para o curso? Qual organização curricular pode subsidiar a
formação de profissionais que possam contribuir, efetivamente, na busca de
soluções para os problemas sociais? Como promover a empregabilidade dos
alunos? Que projeto de formação subsidiará o desenvolvimento das
competências necessárias para a participação profissional efetiva no contexto
da sociedade? Como avaliar as soft skills? Como será observado o critério de
flexibilidade curricular previsto na Lei 9.394/96? Como será contemplado o
estudo das questões inter e transdisciplinares, complexas, emergentes, difíceis
de serem inseridas em unidades específicas?

O projeto de currículos integrados, portanto, deverá explicitar o papel de cada


unidade curricular no contexto geral da formação profissional e das possíveis
interfaces com outras áreas do conhecimento. Para tanto, constarão, em cada
projeto elaborado pelo corpo docente das unidades curriculares, os seguintes
itens: ementa, que é a síntese dos conteúdos que constituem a unidade
curricular. Estabelecem relações entre as competências, os conhecimentos, as
habilidades e as atitudes a serem desenvolvidos no curso e as relações entre
conteúdos de ensino que integram as bases da unidade curricular; e as
bibliografias básica e complementar: a bibliografia básica é essencial para o
desenvolvimento da unidade curricular. Deve ser constituída por títulos clássicos
acerca dos conteúdos tratados. Já a bibliografia complementar é selecionada de
forma a garantir o desenvolvimento e o aprofundamento de temas específicos
relevantes, bem como de apresentar as mais recentes pesquisas e investigações

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científicas que envolvem a área na atualidade.

Nos currículos e nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação, como


evidenciado anteriormente, estão presentes quatro eixos temáticos de formação,
cujo objetivo é criar novos tempos e espaços de formação. São eles: Formação
42 Geral; Formação na Área; Formação Profissional; e Formação Específica. Sendo
assim, a definição dos componentes que integram os currículos dos cursos de
graduação é de fundamental importância, pois devem proporcionar espaços
efetivos de realização das propostas. A seguir, serão apresentados os
componentes curriculares dos cursos de graduação, além de outras vivências
promovidas durante o curso:

Módulo de ambientação

Com função de acolhimento dos alunos ingressantes, no sentido de integrá-los


e orientá-los quanto aos processos acadêmicos e administrativos, as atividades
de ambientação são atividades de recepção aos alunos, realizadas no início de
cada semestre letivo, explicando a concepção pedagógica, a proposta curricular,
a organização curricular, o perfil profissional do egresso, os objetivos, a matriz
curricular, os componentes curriculares, o processo avaliativo, entre outros
elementos.

Práticas de ensino

Componentes curriculares que objetivam o desenvolvimento de competências


profissionais e a construção de conhecimentos e habilidades durante a
experiência. Essas práticas privilegiam diferentes espaços, cenários, simulações
da realidade, promovendo a mobilização de conhecimentos para situações reais
e complexas.

Unidade curricular

A primeira questão a se considerar, novamente, é que os cursos não são mais


organizados por disciplinas, mas sim por unidades curriculares (UCs). Com
carga horária maior, de 160 horas, elas abrangem todos os conteúdos, as
habilidades e as competências relacionados a um tema, que anteriormente
estavam dispersos em disciplinas ao longo do curso. Dessa forma, a cada

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semestre, o aluno irá estudar duas unidades curriculares. Cada uma delas é
ministrada por dois professores que irão relacionar os assuntos e propor
exercícios e atividades de forma interdisciplinar. Busca, então, promover maior
integração dos conteúdos.

Core Curriculum 43

Compõe a parte do currículo voltada para a formação humanística, global e


integral do aluno, promovendo a discussão de questões fundamentais para o
desenvolvimento do olhar crítico do estudante sobre o mundo natural, cultural e
social em que estamos inseridos. Representa um conjunto de conhecimentos,
habilidades e atitudes selecionados com vistas à ampliação do repertório
analítico e cultural do aluno, com aulas que são pequenas sessões de debates
e discussões intelectualmente ricas com perguntas que desafiaram e ainda
desafiam filósofos, psicólogos, economistas, biólogos, escritores e teóricos
sociais.

Dessa forma, o Core Curriculum promove uma “educação para o pensar”, já que
o aluno é desafiado a analisar um mesmo fenômeno por diferentes ângulos.
Desde a formação de opiniões e pontos de vista sobre um assunto até a defesa
confiante e articulada de opiniões, o Core oferece a cada aluno uma educação
generalizada, porém aprofundada com uma rica base artística, abrangente e
com foco especial na investigação e no debate crítico. Os temas que integram o
Core Curriculum são: Análise Social; Artes e Suas Linguagens; Culturas;
Economia; Educação Ambiental; Espanhol Instrumental; História e Sociedade;
Inglês Instrumental; Libras; Língua Portuguesa; Química; Raciocínio Ético-
Filosófico; Raciocínio Jurídico; Raciocínio Lógico e Matemático; e Saúde Mental.

O objetivo do Core Curriculum é oferecer ao aluno infinitas abordagens de


conhecimentos, instrumentos de estudos e pesquisas próprias de cada área do
saber com a liberdade para escolher as competências de seu interesse durante
seu percurso acadêmico, personalizando seu currículo. O Core tem natureza ao
mesmo tempo obrigatória e eletiva e é estabelecida a carga horária de core
disciplines a ser integralizada.

UC Dual – Ensino Dual

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A partir da observação e do aprimoramento de experiências bem-sucedidas,
particularmente em uma universidade alemã6, a Ânima Educação desenvolveu,
de forma pioneira, a proposta de unidades curriculares duais. O ensino dual se
dá pela integração efetiva entre teoria e prática, ao inserir os alunos em
ambientes reais de trabalho desde o início do seu percurso formativo,
44
desenvolvendo um ecossistema entre IES, estudantes e empresas. As unidades
curriculares duais integram, portanto, comunidade acadêmica e mundo do
trabalho.

Essas duas instâncias atuarão juntas na formação dos estudantes, possibilitando


o desenvolvimento de habilidades e competências essenciais para os desafios
do século e o futuro das diferentes atividades profissionais, intensificando o
desenvolvimento das soft skills, promovendo ganho de experiência prática e
estabelecendo redes de contatos e visibilidade dentro de grandes empresas da
futura área de atuação do aluno. Os alunos alocados em UCs Duais frequentarão
ambientes profissionais físicos ou virtuais definidos pela IES em empresas
parceiras, além da sala de aula.

Conforme são firmadas parcerias entre a Faculdade Una de Divinópolis e as


empresas, são identificadas, em conjunto, as áreas de conhecimento mais
aderentes à atividade que a empresa desenvolve e às metas de compreensão
de determinada unidade curricular ou competência a ser desenvolvida pelo
aluno. Dessa forma, após criteriosa avaliação pedagógica, qualquer unidade
curricular poderá vir a ser dual, de acordo com as parcerias estabelecidas a certa
altura do contexto global. As unidades curriculares duais são utilizadas em todas
as áreas do conhecimento nas quais a Faculdade Una de Divinópolis atua.

Por meio do ensino dual, os estudantes passam a conhecer a empresa, sua


cultura e organização. Nesse ambiente real, são desafiados a desenvolver
projetos, ações, produtos ou participam de formações específicas, de acordo
com o escopo da proposta estabelecida para cada parceria. As empresas, por

6 Duale Hoschshule Baden-Wurttemberg.

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sua vez, conhecem novos talentos e impactam diretamente na formação dos
novos profissionais que servirão ao mercado.

É função da Faculdade Una de Divinópolis realizar a captação e o


relacionamento com empresas parceiras, conforme diretrizes institucionais. As
empresas, nesse contexto, possuem um papel importante, de garantir a 45

existência, no seu quadro de pessoal, de profissionais com formação compatível


com as atividades que serão desenvolvidas pelos alunos na UC Dual, orientando
e acompanhando o discente em sua vivência.

Para serem selecionadas como parceiras para a UC Dual, as empresas devem


ter grande expertise de atuação na área, com profissionais experientes e
reconhecidos no mercado, além de possuírem, regularmente, módulos de
formação para os seus profissionais. Assim, a aprendizagem se dará por meio
do contato efetivo com o conhecimento, em um ambiente onde aquele
conhecimento será de fato empregado, o que amplia consideravelmente o
significado da aprendizagem.

As atividades desenvolvidas pelos estudantes serão definidas em alinhamento


ao plano de ensino, com análise acadêmico-pedagógica por parte da Faculdade
Una de Divinópolis; e a avaliação do desempenho ocorrerá de forma conjunta
entre IES e empresa. Em relação à avaliação, parte do desempenho será aquele
obtido na Faculdade Una de Divinópolis e, outra parte, aquele obtido na empresa
e registrado em documento específico. Os docentes da unidade curricular são
os responsáveis pelo acompanhamento e pela avaliação dos estudantes, porém,
considerando os desempenhos nas diversas atividades desenvolvidas ao longo
do semestre, em sala de aula e na empresa, por meio de instrumentos
específicos. Detalhes em relação às formas de avaliação poderão ser acertados
entre IES e empresa, conforme a natureza das parcerias firmadas.

Projetos integrados

Além de agirem como recurso curricular que integra e confere significado às


diversas unidades curriculares que compõem o módulo, os projetos integrados
são mobilizadores de compreensões a partir do saber fazer e da aprendizagem
baseada em projetos.

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Laboratórios integrados

A concepção de integração que embasa os currículos da Faculdade Una de


Divinópolis se estende também ao modo como seu espaço físico pode ser
organizado. Assim, com o objetivo de proporcionar ambientes formativos de
46 convivência entre estudantes de diferentes cursos, foram configurados os
laboratórios integrados, que atendem a diferentes cursos dentro de uma área, e
também, em alguns casos, de diferentes áreas. Ademais, tendo em vista o
ecossistema de inovação da Ânima Educação, as IES da holding podem contar
com espaços maker e Ânima Lab, onde os estudantes podem criar projetos e
produtos usando ferramentas e equipamentos modernos.

Estágios

O estágio supervisionado compreende as atividades orientadas por supervisão


na área de atuação profissional do aluno. Deve proporcionar ao aluno uma
oportunidade para aplicar os conhecimentos adquiridos na universidade, assim
como adquirir alguma vivência profissional na respectiva área de atividade, tanto
no aspecto técnico, como no aspecto de relacionamento humano. Representa,
também, uma oportunidade para o discente avaliar suas próprias habilidades
diante de situações da vida prática e melhor definir, dessa forma, suas
preferências profissionais.

Busca Ativa

Tendo em vista a premissa de que a pesquisa é imprescindível para o ensino, a


Faculdade Una de Divinópolis incorporou ao seu currículo a Busca Ativa: um
processo de engajamento dos estudantes na construção de suas aprendizagens,
viabilizado pelo trabalho de curadoria educacional orientada por projetos, cujos
princípios norteadores são a pesquisa e a investigação ativa. Assim, os projetos
dos cursos fomentam a pesquisa como metodologia de ensino-aprendizagem.
Todas as unidades curriculares consideram o protagonismo e a autonomia do
estudante, além da compreensão de que o processo de ensino-aprendizagem
ultrapassa as paredes da sala de aula.

A Busca Ativa é um componente que estimula o protagonismo e a autonomia do

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aluno e incrementa a profissionalização dos professores. Em relação aos
estudantes, há o engajamento do uso da pesquisa como forma de
aprendizagem; o estímulo da autonomia intelectual do discente, contribuindo
para a ampliação e o aprofundamento dos conhecimentos construídos nas aulas;
a motivação à pesquisa por se apresentar em diferentes formatos e linguagens;
47
a possibilidade do uso de fontes legítimas e confiáveis; a personalização do
ensino, em que são considerados o tempo do aluno e a sua individualidade, seus
interesses, sua história e suas necessidades; a promoção da compreensão e da
apropriação de linguagens, signos e códigos da área.

Nesse processo, os professores utilizam a pesquisa como metodologia de


ensino, o que acaba por ser, adicionalmente, uma forma de constante
atualização dos docentes em suas respectivas áreas de atuação. Ademais, a
Busca Ativa contribui para construir uma cultura de letramento digital com foco
na curadoria como ofício docente e fomenta a utilização dos recursos da
plataforma Ulife (o ambiente virtual de aprendizagem da IES, a ser detalhado
ainda neste capítulo) em todas as suas funcionalidades. Além disso, o professor
tem à sua disposição uma biblioteca com recursos que podem ser utilizados para
as aulas.

Para a curadoria da Busca Ativa, o professor é o especialista na área de


conhecimento da unidade curricular e conhece o planejamento em todos os seus
pontos de articulação. Dessa forma, no desenvolvimento das aulas, fará as
conexões entre os tópicos e os recursos educacionais, provocando os alunos a
avançarem. Essas atividades serão sempre orientadas, acompanhadas e
avaliadas pelos docentes e estão em consonância com as legislações dos cursos
de graduação. Ao criar uma nova aula, o docente deve definir os conceitos
centrais, os objetivos de aprendizagem, as metodologias adotadas e o plano de
avaliação ou sequência didática. Também é possível definir e cadastrar as
tarefas que os alunos terão que desenvolver para acompanhar as aulas.

Os conteúdos da Busca Ativa devem ser inseridos no Ulife, o Ambiente Virtual


de Aprendizagem (AVA) da Faculdade Una de Divinópolis que visa à mediação
tecnológica do processo de ensino-aprendizagem nos cursos.

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Figura 4 – Ulife: tela de abertura

48

No caminho Acadêmico > Objetivos de Aprendizagem, é possível inserir vídeos,


imagens, documentos, links e áudios.

Figura 5 – Inserção de conteúdo no Ulife

No caminho Acadêmico > Conteúdos Catálogo, o professor pode inserir o nome


da unidade curricular, criar nova aula e a página de conteúdo, colocar
documentos diversos, referências e links da Biblioteca Virtual. Em seguida, o
aluno pode navegar na aula, nesse ambiente de aprendizagem.

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Figura 6 – Inserção de conteúdo no Ulife

49

A plataforma oferece funcionalidades para o registro do desempenho dos


discentes nas diversas possibilidades de atividades acadêmicas. As tarefas
propostas pelo professor integram a carga horária da aula e são fundamentais
para a aprendizagem do aluno, pois permitem a aplicação dos conteúdos
expostos pelo educador.

Atividades complementares de Graduação (ACGs)

Em atendimento às DCNs, as atividades complementares são práticas


acadêmicas de múltiplos formatos não previstas no rol de cada curso, visando à
flexibilização da sequência curricular de um curso de forma a possibilitar que o
próprio discente trace a sua trajetória de forma autônoma e pessoal. São,

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portanto, ações com cunho educativo que visam a complementar o processo de
aprendizagem dos estudantes do ensino superior, enriquecendo a formação
acadêmica, profissional e pessoal para o exercício da vida.

Tais atividades estimulam a prática de estudos independentes e possibilitam o


50 desenvolvimento da autonomia intelectual do aluno, instigando, nele, o
protagonismo em relação ao incremento de sua formação de maneira flexível e
personalizável, em consonância com o seu projeto individual de vida e de
carreira.

As atividades complementares caracterizam-se por carga horária total variável,


conforme normas previstas nas respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais e
nos Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs). O aluno cumprirá a carga horária
prevista em seu currículo em atividades desenvolvidas fora do horário de aula,
com flexibilidade e responsabilidade em relação ao controle e ao gerenciamento
da entrega de certificados e/ou comprovantes e da realização das horas
necessárias para a sua integralização curricular.

Na IES, o estudante se desenvolve na perspectiva da formação integral, por meio


de experiências diferenciadas e inovadoras, que preveem o desenvolvimento de
competências profissionais, a mobilização de competências socioemocionais, a
flexibilização curricular, a interação com a sociedade como ponto comum de
aprendizado e de transformação social, a indissociabilidade pautada na tríade
ensino-pesquisa-extensão como aspecto fundamental da vida universitária, a
relação mais consistente com o mundo do trabalho e a fluidez do meio digital
como ferramenta tecnológica indispensável nos dias atuais e no futuro. As ACGs
complementam a premissa da formação integral, com estímulos para realização
de atividades nas mais diferentes áreas e formatos, enriquecendo assim
variados aspectos do currículo e da vida do estudante.

As atividades complementares de graduação são categorizadas levando-se em


consideração agrupamentos de ações similares que promovam a experiência a
ser reconhecida, a saber:

1. Experiências de ensino e aprendizagem, tais como atuação como


monitor na área em que estuda; disciplina cursada em cursos fora da

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instituição; participação em grupos de estudos; participação como ouvinte
em semanas acadêmicas, congressos, seminários, simpósios,
conferências, cursos, workshops e/ou oficinas, entre outros eventos;
participação como conferencista, mediador ou debatedor em eventos; e
participação em visitas programadas por professores/coordenadores em
51
visitas técnicas ou eventos culturais (fora do horário de aula).

2. Experiências de pesquisa e produção científica, tais como publicação


de artigo/texto em revista e/ou livro; participação em projeto de iniciação
científica; desenvolvimento de pesquisa/protótipo com produto;
publicação de resumos em anais de eventos científicos ou acadêmicos; e
apresentação de trabalho científico em eventos.

3. Experiências culturais e desportivas, tais como participação em


concursos; participação em grupos reconhecidos de atividades culturais
e/ou desportivas (exemplo: grupos de teatro, de música, ligas esportivas,
entre outros); participação em atividades musicais, literárias e de artes,
oficialmente reconhecidas; e representação institucional em eventos
esportivos ou culturais.

4. Experiências administrativas e de representação estudantil, tais


como participação em órgão colegiado, comissões ou entidades
representativas designadas por portaria; atuação como representante de
turma ou suplente; e organização de eventos.

5. Experiências de inovação tecnológica, tais como curso de tecnologia


da informação; desenvolvimento de aplicativos, sites, jogos on-line e
outros produtos similares; desenvolvimento de protótipos; elaboração e
apresentação de projetos de startups ou produtos.

6. Experiências internacionais, tais como curso de língua estrangeira;


participação em programas de intercâmbio ou convênios culturais; e
proficiência em língua estrangeira.

7. Experiências no mundo do trabalho, tais como estágios


extracurriculares relacionados à área de formação e estágio
administrativo.

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As Atividades Complementares têm como finalidade enriquecer a formação com
atividades que extrapolam o espaço da sala de aula; flexibilizar o currículo –
considerando, para tal o projeto de vida e carreira de cada estudante; possibilitar
experiências diversas em cenários distintos que promovam a vivência, a
aquisição de novos conhecimentos e uma compreensão mais crítica a respeito
52
de temas variados. Caberá às ACGs complementar a formação do aluno,
considerando o currículo pedagógico vigente, as diretrizes curriculares dos
cursos de graduação e a Lei de Diretrizes e Bases; ampliar o conhecimento
teórico-prático do corpo discente com atividades extraclasse; fomentar a prática
de trabalho entre grupos e a interdisciplinaridade; estimular as atividades de
caráter solidário; incentivar a tomada de iniciativa e o espírito empreendedor dos
alunos.

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O trabalho de conclusão de curso não é componente curricular obrigatório para


todos os cursos. Quando obrigatório, está previsto no Projeto Pedagógico de
Curso e, nesse caso, em nenhuma hipótese haverá dispensa desse
componente. O Trabalho de Conclusão de Curso, na forma definida nas
Diretrizes Nacionais Curriculares ou no Projeto Pedagógico do Curso, deverá ser
entendido como um momento de síntese e expressão da totalidade da formação
profissional.

É o trabalho no qual o aluno sistematizará o conhecimento resultante de um


processo investigativo, originário de uma indagação teórica, gerada a partir da
prática do estágio ou dos trabalhos de investigação elaborados no decorrer do
curso. Este processo de sistematização deverá apresentar os elementos do
trabalho profissional em seus aspectos teóricos, metodológicos e operativos,
dentro dos padrões acadêmicos exigidos.

O trabalho de conclusão de curso consiste na elaboração de uma pesquisa, na


forma de monografia ou artigo científico, ou ainda de um projeto aplicativo,
vinculando a integração de conhecimentos adquiridos no decorrer do curso com
a realidade da sua profissão, sempre com uma sólida fundamentação. Assim, o
objetivo do TCC é estimular a produção científica e o aprimoramento teórico e,

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consequentemente, promover o fortalecimento da análise crítica de fatos
associados à área de formação do estudante.

Diante do exposto, é possível observar que as metodologias de ensino adotadas


na Faculdade Una de Divinópolis privilegiam as atividades significativas, a
construção do conhecimento em espiral, com níveis cada vez mais complexos 53

de profundidade, problematizações, práticas pedagógicas em grupo,


metodologias de pesquisa como práticas de ensino, acompanhamentos
individuais e avaliações continuadas da aprendizagem.

As práticas pedagógicas no ensino de graduação têm como ponto de partida os


conhecimentos prévios dos alunos que, em uma concepção metodológica
teórico-prática, objetiva ascendê-los para conhecimentos científicos, aplicáveis
na sociedade e no mundo do trabalho.

2.2.5 Programa Vida & Carreira

A educação contemporânea tem enfrentado alguns desafios. Um deles, e que


compete ao Programa Vida & Carreira (V&C) especificamente, é que as
instituições de ensino superior brasileiras têm formado estudantes com boas
capacidades técnicas e cognitivas, mas ainda caminham lentamente na
formação das denominadas competências socioemocionais. Assim, por mais
que o estudante tenha adquirido bons conhecimentos técnicos sobre sua área
ou profissão, ainda lhe falta habilidades, tais como capacidade de interação
social e trabalho em time, ou a capacidade de comunicar-se ou de pensar de
maneira crítica, propondo soluções inovadoras e criativas, por exemplo, as
habilidades chamadas atualmente de soft skills ou socioemocionais.

Na Faculdade Una de Divinópolis, entendemos que somos responsáveis por


entregar à sociedade profissionais altamente competentes, mas também boas
pessoas e cidadãos plenos, dotados de competências múltiplas e mais alinhadas
a demandas e necessidades do século XXI, seja em âmbito local, regional, seja
no âmbito global. O programa V&C, de maneira prática, propõe a organização,
na matriz curricular, e também por meio de outros subprogramas e projetos
específicos, de um conjunto de atividades que fomentem o desenvolvimento de
competências e habilidades necessárias a futuros profissionais de todas as

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áreas, preparando-os para a inserção no mercado de trabalho com mais
autoconfiança e clareza de propósitos.

Entende-se, como posto, que formar um profissional apenas nos aspectos


técnicos e cognitivos não é mais suficiente. Sem autoconhecimento, um
54 profissional não consegue planejar bem uma carreira alinhada com o seu perfil;
sem habilidades de colaboração e comunicação, um profissional não se
relaciona bem com os seus pares e com o público que demanda seus serviços;
e sem saber se relacionar com outras culturas, valorizando e respeitando as
diferenças, ele não será capaz de participar plenamente do contexto de um
mundo globalizado e conectado em rede.

O programa então tem como principal objetivo auxiliar, apoiar, desenvolver e


acompanhar a evolução acadêmica, pessoal e a trajetória profissional do
estudante durante todo o seu percurso formativo, por meio de experiências de
aprendizagem inovadoras e disruptivas, que os levem ao desenvolvimento de
competências socioemocionais, ao autoconhecimento e à capacidade de
aprender ao longo da vida (aprendizado ao longo da vida ou lifelong learning).

O percurso formativo à disposição dos estudantes visa ainda contribuir para a


formação de profissionais dotados de visão global, com habilidades de liderança,
de negociação, de trabalho em equipe e de inovação, capacitados para a tomada
de decisões e para o exercício da cidadania com ética e responsabilidade social,
abertos ao pluralismo cultural, à diversidade e ao diálogo, cooperativos e aptos
a participar ativa, criativa e construtivamente da sociedade.

Como percurso formativo, aos estudantes, é oferecido um conjunto de


oportunidades e atividades para que eles possam aprofundar suas experiências
que aprimorem o desenvolvimento dessas habilidades. São premissas do
Programa V&C:

1. Promoção da autonomia dos estudantes, com a formação de cidadãos


ativos e criativos, éticos, abertos ao pluralismo cultural, ao diálogo e à
diversidade, com visão sistêmica, iniciativa, proatividade, inteligência para
adaptação, habilidades de liderança, de negociação, de trabalho em

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equipe, aptos a tomar decisões e fazer escolhas fundamentadas no
autoconhecimento e em seu projeto de vida;

2. Flexibilização curricular, promovendo a abertura suficiente do programa


para que os estudantes, com fundamento em seus próprios projetos de
vida e carreira, incorporem, ao percurso formativo traçado, experiências
55
que julguem necessárias aos seus processos e projetos de
desenvolvimento pessoal, social e profissional;

3. Construção de um modelo de aprendizagem híbrido, possibilitando


organizar experiências de aprendizagem que combinem atividades
presenciais e de ensino on-line que atendam a algumas necessidades
específicas dos estudantes;

4. Naturalização no processo pedagógico das experiências e linguagens


digitais, bem como da interconexão de redes, plataformas, sistemas e
processos, em convergência com os elementos que constituem as
experiências de ensino e de aprendizagem na sala de aula; e

5. Estímulo à criação e ao aproveitamento de outros espaços de


aprendizagem, em que os exercícios de socialização, de experimentação
e de prototipação tenham lugar. Escola é lugar de aprendizagem, como
também são os espaços públicos, as empresas, por exemplo.

Assim, o que se busca no V&C é um conjunto de ações pedagógicas


intencionais, que abordam conteúdos essenciais para o desenvolvimento do
autoconhecimento, do protagonismo social no contexto do século XXI e do
desenvolvimento profissional, em articulação com os propósitos de vida e
carreira dos estudantes.

De um ponto de vista mais concreto, o programa é composto pelas seguintes


experiências de aprendizagem:

V&C Componente Curricular: ofertado para os alunos ingressantes, o


componente curricular se organiza por meio de encontros síncronos semanais
ao longo de todo o semestre letivo. Os encontros são presenciais e mediados
por um professor-tutor, com o suporte de uma plataforma digital desenvolvida

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especialmente para apoiar o aluno na construção do seu projeto de vida e
carreira.

As aulas tutoradas têm por objetivos acolher e ambientar os estudantes ao


universo acadêmico, estimular o autoconhecimento, mobilizar e desenvolver
56 competências socioemocionais e aproximar os estudantes da área profissional
escolhida, engajando-os no desenvolvimento de projetos de inovação social. O
componente marca o início da trajetória acadêmica do estudante e a construção
do seu projeto de vida e carreira.

O desenvolvimento das aulas tutoradas ocorre a partir de cinco temas geradores:


Meu universo acadêmico; Eu comigo; Eu com os outros; Eu no mundo; Eu e
minha carreira.

Plataforma Minha Carreira: é onde o estudante pode acompanhar todo o


desenvolvimento de sua jornada acadêmica e profissional. Ademais, é a principal
conexão do aluno com o mundo do trabalho, além de ser uma importante
ferramenta para a gestão da carreira, de seu portfólio de desenvolvimento
acadêmico e das competências, seja as que ele já traz, seja as que precisa
desenvolver ao longo do seu curso. Tudo isso, ressalta-se, considerando os
objetivos de carreira e o projeto de vida de cada um. Adicionalmente, os
estudantes podem ter acesso a vagas e oportunidades acadêmicas e
profissionais alinhadas ao seu perfil.

Plataforma Mundo do Trabalho: uma ferramenta que funciona como um


grande portal de conhecimento sobre mundo do trabalho e carreiras específicas,
além de apresentar conteúdos relacionados a processos seletivos,
empreendedorismo, inovação e bate-papo com especialistas, empreendedores
e executivos que são referência de mercado. Assim, os estudantes podem traçar
jornadas personalizadas de aprimoramento profissional utilizando a ferramenta
no tempo e no grau de profundidade que deseja. Por se tratar de uma plataforma
on-line, o estudante cria sua dinâmica própria de desenvolvimento.

Jornadas Empreendedoras: os estudantes, por meio de seus perfis individuais


e interesses particulares, podem percorrer diferentes jornadas de
desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes empreendedoras.

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Assim, as trilhas a seguir descritas referentes ao Ânima Nest e ao Eu-
preendedorismo fazem parte de um portfólio de programas que visam
adicionalmente preparar os estudantes para tal. A Faculdade Una de Divinópolis,
todavia, entende seu papel de formar um cidadão capaz de atuar “glocalmente”,
ou seja, tanto local, quanto globalmente, ao mesmo tempo. Assim sendo, em seu
57
portfólio de formação empreendedora, são fomentadas ações que viabilizem o
estímulo aos estudantes para pensar e agir com base nas metas das Nações
Unidas e, para tal, foi inserido no componente curricular V&C o projeto de
Inovação Cidadã.

Inovação Cidadã: busca fomentar as ações que viabilizem os objetivos de


Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), promovendo
engajamento, interação entre o meio universitário, a ciência, e a sociedade,
estimulando o empreendedorismo social.

Ânima Nest: trilha de aprendizagem com o objetivo de desenvolver, implantar e


transformar ideias em negócios. É um programa de pré-aceleração de startups
que tem como objetivo promover inovação por meio de produtos e serviços com
potencial para gerar impacto econômico.

Eu-preendedorismo: focado no desenvolvimento de competências que possam


auxiliar o estudante para ser um profissional liberal, empreendedor de si mesmo.

Mentoria: por fim, e não menos importante, a IES entende que o


desenvolvimento do sujeito é mais profícuo se executado com todo suporte de
que o estudante necessita. Dessa forma, é oferecido ao corpo discente o
Programa de Mentoria, que visa acompanhar o seu desenvolvimento no
planejamento da sua vida e carreira.

O mentor será a pessoa que apoiará o aluno na gestão da sua carreira, indicando
caminhos e possibilidades de conexão com o mundo do trabalho, além de
acolhê-lo e apoiá-lo durante sua vida universitária. Os encontros entre as
pessoas, ou seja, mentores e mentorados, se dá por meio de um aplicativo que
faz o “match” entre eles, portanto, facilita a identificação de interesses e
demandas e quem melhor pode atendê-los.

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2.2.6 Flexibilidade curricular

Os projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Faculdade Una de


Divinópolis possuem currículos inovadores, cuja estrutura curricular, integrada,
propõe uma formação 100% orientada por competências exigidas pelas
58 profissões e pautada por unidades curriculares (UCs). Evita-se, assim, a
excessiva fragmentação e sobreposição de conhecimentos.

Os cursos de graduação são compostos por módulos, e estes são organizados


em ciclos que não possuem sequência predefinida ou um único percurso de
formação. Ademais, os módulos são compostos por unidades curriculares,
projetos integrados e práticas profissionais. Os módulos são organizados a partir
da articulação dos cursos e das áreas, o que significa que existem módulos
comuns quanto ao eixo-curso, eixo-área e eixo-formação profissional.

Já as unidades curriculares são compostas por perfis de competências definidas


no coletivo. A estrutura curricular, dessa forma, rompe com a linearidade e com
pré-requisitos, respeitando ritmos diferentes de aprendizagem e agrupamentos
diversos, promovendo comunidades diversificadas de aprendizagem. O principal
objetivo é promover uma visão mais abrangente e sintética do currículo, em que
é proposto um currículo em rede.

Como o curso é desenvolvido de forma integrada entre a área de conhecimento


e a área profissional, nas unidades curriculares, os alunos estarão com outros
estudantes da sua própria área de conhecimento e da área profissional. Nas
unidades comuns, os temas abordados interessam a todos de uma mesma turma
e essa disposição permite a troca de ideias exatamente como acontece na vida
real e no dia a dia da profissional, afinal, nenhuma área trabalha isoladamente.
O fato de pertencer a diversos grupos de formação (comunidades de
aprendizagem) permite ao aluno a ampliação de visões de mundo, habilidades
de convivência, networking, trabalho em equipes multidisciplinares, vivências e
experiências reais.

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2.2.7 Interdisciplinaridade

Se a ressignificação da noção de aprendizagem significativa leva em


consideração outros fatores de origem sociocultural, como a interação e a
colaboração, esse tipo de aprendizagem pode, então, se materializar na
interdisciplinaridade, sobretudo em função da característica integradora desta. 59

No projeto acadêmico da Faculdade Una de Divinópolis, a interdisciplinaridade


é percebida como uma prática essencialmente coletiva e política, produzida em
negociações entre diferentes pontos de vista disciplinares para finalmente se
decidir qual caminho coletivo seguir (FOUREZ, 1995, p. 109).

É preciso, pois, que os professores se movam em direção a uma nova prática de


diálogos para a promoção de outras formas de ensinar, produzidas
coletivamente em torno do conhecimento. Nesse sentido, “o fundamental no
conhecimento não é sua condição de produto, mas seu processo de
entendimento e de discussão coletiva” (SEVERINO, 2002, p. 40).

A condição indispensável para o exercício da interdisciplinaridade é a elaboração


coletiva, uma vez que a interdisciplinaridade pressupõe o diálogo e o
engajamento de educadores de diferentes áreas do conhecimento.

[o] trabalho interdisciplinar sustentado na parceria é muito mais fruto


do encontro de sujeitos parceiros com ideias e disposição para o
trabalho do que de disciplinas. A responsabilidade mútua surge como
uma característica fundamental dos parceiros em um projeto
interdisciplinar, fruto do envolvimento com o projeto em si, com as
pessoas, com as instituições (SANTOS, 2006, p. 7).

A experiência interdisciplinar exige, portanto, uma reorganização do trabalho


docente, já que

[...] só se torna realidade quando partilhada por uma equipe de trabalho


que confronta pontos de vista diferentes no conhecimento de uma
determinada realidade, que se deixa interpenetrar por diferentes
campos do saber, que se coloca como desafio permanente o
conhecimento interdisciplinar de fenômenos complexos e a criação de
alternativas para transformá-los (SANTOS, 2006, p. 8).

Se, por um lado, o trabalho coletivo é condição essencial para a construção da


prática interdisciplinar, por outro, a interdisciplinaridade possibilita a criação de
meios para que a aprendizagem dos alunos seja significativa.

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2.2.8 Pesquisa

A Constituição Brasileira7 determina a tríade ensino, pesquisa e extensão,


destacando que a educação deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática
social. Na Faculdade Una de Divinópolis, as atividades de pesquisa são
60 desenvolvidas de acordo com a política institucional e têm como objetivo
contribuir para o processo de aprendizagem do corpo acadêmico, em um
contexto amplo de conhecimentos aplicáveis à realidade sociocultural. Para isso,
ela é desenvolvida na instituição por meio dos grupos de pesquisa e em
constante diálogo e articulação com os projetos pedagógicos dos cursos,
buscando sempre articular os objetos de pesquisa e de trabalho aos cursos
ofertados, bem como proporcionar mecanismos de transmissão dos resultados
para a comunidade do entorno.

A pesquisa, portanto, é uma ferramenta privilegiada no processo investigativo


para o aluno de graduação por meio dos projetos de iniciação científica; forma
um eixo articulador das atividades de ensino e de extensão, propiciando o fluxo
teoria-prática-teoria; estimula a responsabilidade social; e fomenta a produção e
a disseminação do conhecimento técnico-científico e artístico-cultural,
principalmente por meio dos estágios, dos trabalhos de conclusão de curso, dos
projetos integrados e dos projetos de iniciação científica.

Assim, tem-se a pesquisa estruturada a fim de promover, incentivar e estimular


a produção científica, tanto por parte do corpo docente, quanto por parte do
corpo discente. Dessa forma, proporcionar um ambiente de promoção à
pesquisa e à iniciação científica é um objetivo da IES, cuja previsão orçamentária
contemplará o fomento da divulgação dos projetos.

Entende-se que um dos desafios das instituições de ensino contemporâneas é


capacitar seu corpo discente para dar sentido às coisas, compreendê-las e
contextualizá-las em uma visão mais integrada, ampla e coerente com a
realidade vivenciada pelo aluno. Dessa forma, no Ecossistema Ânima de

7 “Art. 207. As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão


financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa
e extensão.” (BRASIL, 1988).

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Aprendizagem, a pesquisa conta com um professor de tempo integral voltado
para esse trabalho. Com essa dedicação, há um maior fomento à pesquisa.
Assim, o professor se torna cada vez mais um gestor e orientador de caminhos
coletivos e individuais, previsíveis e imprevisíveis, em uma construção conjunta
mais aberta, que impulsiona competências com criatividade e
61
empreendedorismo.

As atividades de pesquisa propiciam elementos importantes, tais como:

• a formação de quadros profissionais de nível superior;

• a institucionalização da produção intelectual;

• o questionamento crítico, contínuo e permanente da realidade;

• o estudo contínuo de novos e diferentes fenômenos,

• a participação de docentes e de alunos pesquisadores em congressos,


exposições, reuniões científicas nacionais ou internacionais;

• a publicação dos resultados dos trabalhos de investigação em livros ou


revistas indexadas;

• o desenvolvimento de intercâmbio institucional sistemático por meio da


participação dos docentes em cursos de pós-graduação;

• a troca de professores visitantes ou envolvidos em pesquisas


interinstitucionais;

• o desenvolvimento de programa de iniciação científica e a integração da


pesquisa com o ensino de graduação e de pós-graduação lato e stricto
sensu.

Além das discussões presenciais, por meio da educação híbrida, são permitidas
diversas possibilidades de promoção da pesquisa. Durante a realização de
eventos em ambientes virtuais, os alunos podem participar de palestras e contar
com certificado ao fim da atividade. Um exemplo é o Journal Club, um encontro
virtual com pesquisadores de diversas áreas. Em palestras de 50 minutos, várias
áreas trabalham em conjunto em um espaço de discussão e excelência,
tornando-se, assim, um espaço de referência.

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Dessa forma, busca-se trabalhar a pesquisa analisando as necessidades locais,
mas que se ampliam para o âmbito nacional. Por meio do trabalho conjunto entre
as IES da holding, estudantes de diversas cidades podem realizar atividades,
possibilitando a diversidade de instituições dentro de um único projeto. A
Faculdade Una de Divinópolis acredita que a ciência é o motor da educação e
62
que só a educação tem o poder de transformar o país.

2.2.9 Extensão

Pode-se assumir que a extensão universitária, “sob o princípio constitucional da


indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo
interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove a interação
transformadora entre universidade e outros setores da sociedade”8.

No Ecossistema Ânima de Aprendizagem, a extensão está integrada à matriz


curricular e materializa o intercâmbio de conhecimentos entre a universidade e
a população. Idealizada de maneira a retroalimentar os demais vértices inerentes
à formação profissional, a extensão está em constante articulação com o ensino
e a pesquisa. Para isso, mobiliza conhecimentos gerais e específicos,
habilidades de trabalho em equipe e empatia, o que permite trocas e vivências
ricas e significativas.

As possibilidades de atividades de extensão, na Faculdade Una de Divinópolis,


norteiam-se pelo desenvolvimento de uma proposta educacional inovadora, pela
formação do comportamento ético e pela democratização da ciência, da cultura
e da tecnologia, sempre em articulação com políticas públicas, movimentos
sociais, setores produtivos ou atendendo a demandas da comunidade, por meio
de programas, projetos, prestações de serviço, cursos e oficinas, eventos
acadêmicos, esportivos e culturais, publicações e outras produções.

De acordo com nosso projeto pedagógico, o protagonismo do aluno em seu


próprio aprendizado constitui-se em um pilar fundamental para o êxito do
processo de ensino e aprendizagem. Esse protagonismo, por sua vez, deve ser
estimulado por projetos e programas de pesquisa e extensão que apoiem a

8FORPROEX, 2010.

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promoção do desenvolvimento regional, estimulando alunos e professores a
atividades extramuros, muito além da tradicional sala de aula, valendo-se de
outros espaços, dentro e fora da instituição, que incitem e proporcionem
aprendizagem autônoma sempre norteada por orientação docente. Com isso, o
Ecossistema Ânima de Aprendizagem não se limita ao desenvolvimento de
63
conhecimentos técnicos, mas também incentiva, fomenta e dá luz ao
desenvolvimento das competências e habilidades do século XXI, que atendam
às necessidades da sociedade atual, buscando propiciar uma estreita relação
entre o conhecimento, a ação e a sabedoria de viver (BRETHERICK, 2013)9.

Segundo Bretherick (2013), em um mundo cada vez mais tecnológico, é


necessário que o aluno desenvolva competências e habilidades para poder se
inserir nesse contexto a partir de novos espaços do saber. Para a autora, “a
noção de educação como desenvolvimento humano deve ser o maior objetivo,
com vistas a que a construção de competências e habilidades viabilize alcançar
um desenvolvimento pleno e integral” (BRETHERICK, 2013, p. 16). Assim, na
prática pedagógica, devem ser desenvolvidas competências e habilidades para
comunicação, análise criativa e crítica, além da reflexão independente e do
trabalho em equipe em contextos multiculturais, em que a criatividade também
possibilite a combinação entre o saber tradicional ou local e o conhecimento
aplicado da ciência avançada e da tecnologia.

A extensão universitária no nosso ecossistema de aprendizagem é


fundamentada nos quatro pilares da educação da Unesco – aprender a conhecer
(competência cognitiva), aprender a fazer (competência profissional), aprender
a conviver (competência interpessoal) e aprender a ser (competência pessoal) –
de modo a contribuir para a formação integral do indivíduo. A Declaração Mundial
sobre Educação Superior no Século XXI: Visão e Ação, documento editado em
1998 pela Unesco, enfatiza, entre outros pontos, a missão da educação superior
de contribuir para o desenvolvimento sustentável e o melhoramento da

9BRETHERICK, G. G. S. Educação como formação para a vida: competências e habilidades


do século XXI. Cadernos de Educação, v. 12, n. 24, jan./jun. 2013, p. 13-24.

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sociedade10. A Faculdade Una de Divinópolis assume, pois, a responsabilidade
de produzir conhecimentos e de fazê-los circular na sociedade como parte
integrante e necessária à formação de profissionais atentos à realidade social,
em uma prática pedagógica crítica e renovada. Para tal, buscará promover ações
capazes de imprimir um novo rumo ao segmento da educação superior e de
64
contribuir qualitativamente para a mudança social.

Como parte do currículo, na Faculdade Una de Divinópolis, os estudantes se


engajarão em projetos de extensão que impactam na vida das comunidades, ao
mesmo tempo em que aprenderão com a orientação de professores – em
jornada de tempo integral ou parcial – que, por sua vez, trabalharão em conjunto
com os alunos para a prática multidisciplinar e multiprofissional da extensão.

O objetivo é promover a integração em vários níveis: entre os alunos, entre


alunos e professores, entre professores e, sobretudo, entre comunidade
acadêmica e sociedade do entorno. Tendo em vista o ensino para a
compreensão, em que esta é tida como a capacidade de um indivíduo utilizar
seu conhecimento de maneira inovadora, é sabido que a compreensão acontece
quando a aprendizagem tem significado, quando o aluno pratica o que aprendeu
durante as aulas e vê o resultado aplicado a situações concretas, inserindo
conhecimentos prévios nesse aprendizado. Assim, quem compreende pode
sentir, pensar e agir tendo em vista o que assimilou.

Esse aspecto torna a extensão essencial para que os estudantes coloquem em


prática os aprendizados obtidos ao longo do curso superior e, efetivamente,
alcancem a compreensão daqueles conteúdos. É uma maneira valiosa de inserir
os futuros profissionais em um cenário de completo desenvolvimento de suas
habilidades, competências e conhecimentos, com a criação de impacto direto e
imediato nas comunidades, contribuindo para a melhoria da sociedade.

O engajamento para a prática extensionista no currículo E2A é estimulado em

10Conferência Mundial sobre Educação Superior – UNESCO, Paris, 9 de outubro de 1998.


Disponível em: <http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Direito-a-
Educa%C3%A7%C3%A3o/declaracao-mundial-sobre-educacao-superior-no-seculo-xxi-visao-
e-acao.html>. Acesso em: 9 jun. 2020.

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diversos níveis: na sala de aula, nas unidades curriculares, nas IES e por meio
dos projetos e cursos que podem integrar todas as unidades da Ânima
Educação. Com isso, a extensão atravessa o currículo de forma transversal, uma
vez que contempla alunos de cursos e áreas diversas, com oportunidade de
estarem inseridos em ações diversas.
65

Aos professores caberá propor, implantar e conduzir os projetos, programas, ou


cursos e demais ações de extensão. Serão também responsáveis pela
organização, pelo acompanhamento, pelo registro e pela documentação das
atividades. Esses passos são garantidos pela coordenação de extensão da
Faculdade Una de Divinópolis, que divulgará e incentivará, ostensivamente, a
participação dos alunos, além de garantir o cadastro de horas de extensão no
sistema acadêmico dos estudantes e devida certificação.

Para participar das ações extensionistas, os discentes devem se inscrever no


portal aluno da Faculdade Una de Divinópolis. Além da carga horária em sala de
aula, os estudantes deverão cumprir ao menos 10% da carga horária prevista
nas matrizes dos cursos destinados a atividades de extensão, conforme
Resolução CNE/CES n. 7, de 18 de dezembro de 2018. Assim como as unidades
curriculares, a carga horária de extensão cumprida constará no histórico do aluno
e ele poderá acompanhar, no sistema acadêmico, o que já realizou e quanto
ainda falta cumprir. Os alunos se matricularão nos projetos e cursos ao longo de
cada semestre e a avaliação caberá ao professor, que avaliará o desempenho
de competências técnicas e socioemocionais.

A seguir, é apresentada uma síntese do processo da extensão na Faculdade


Una de Divinópolis. A partir do lançamento de projetos e cursos via editais, há o
incentivo para a participação da comunidade acadêmica, a execução, o
acompanhamento e a organização dos dados obtidos durante o
desenvolvimento do projeto das atividades. Os professores de tempo integral ou
parcial são responsáveis por conduzir todo o processo. As atividades sempre
serão contextualizadas de acordo com as demandas locais e/ou globais e as
ações propostas estarão vinculadas às unidades curriculares. Assim, há um
trabalho conjunto da comunidade acadêmica a fim de tornar a extensão um
instrumento de troca constante de conhecimentos, constituindo uma ponte

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permanente entre a universidade e a sociedade. São políticas da extensão no
Ecossistema Ânima de Aprendizagem:

• Transformação social, por meio de busca constante de melhorias para a


comunidade;

66 • compromisso com a responsabilidade social;

• compromisso com o desenvolvimento econômico e a defesa do meio


ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio
cultural;

• articulação da extensão com o ensino e a investigação científica;

• desenvolvimento de projetos, cursos e atividades de extensão com


qualidade; e

• atividades sempre alinhadas às necessidades sociais, às políticas


institucionais e aos cursos das instituições.

Dessa forma, no projeto da Faculdade Una de Divinópolis, a partir da interação


dialógica, da interdisciplinaridade e da interprofissionalidade, da
indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão, do impacto e da transformação
social e do impacto na formação do estudante, a extensão se configura como
mais um ambiente de aprendizagem. Isso pode ser traduzido na imagem a
seguir.

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67

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2.2.10 Internacionalização

A internacionalização é considerada um meio estratégico para o crescimento e


consolidação do ensino superior. Internacionalizar o ensino é uma necessidade
para as instituições comprometidas com a qualidade acadêmica, pesquisa e
68 extensão. Neste cenário, as IES da Ânima Educação, por meio do International
Office, abriram as portas para o mundo e estabeleceram a meta de incentivar os
talentos existentes em sua comunidade a se tornarem os verdadeiros
protagonistas da internacionalização.

Ciente de que a educação não pode limitar as experiências de aprendizagem


apenas às vivências de seu entorno, a Faculdade Una de Divinópolis assume
como propósito educativo a formação de sujeitos com consciência de cidadania
planetária. Na perspectiva de se construir uma educação global, as IES da
holding criam condições para que isso aconteça, incluindo o elemento
internacionalização no currículo de seus cursos e consolidando uma política que
contempla a possibilidade de os estudantes vivenciarem experiências
internacionais de aprendizagem. Ações destinadas à cultura e mobilidade
internacional, estabelecimento de convênios com instituições no exterior, e
incentivo a criação de redes de ensino internacional são fatores marcantes neste
projeto.

A internacionalização aparece a princípio como uma oportunidade para conhecer


novos modelos de ensino, para visitar instituições-referência, para estabelecer
contato com profissionais de diferentes áreas do conhecimento e para ampliar
oportunidades de intercâmbio de alunos e docentes. Expandindo esse
entendimento inicial, a Faculdade Una de Divinópolis incentiva uma postura mais
empreendedora e inovadora, buscando a internacionalização dos currículos,
sobretudo com o fortalecimento da extensão internacional, através de cursos e
projetos em parceria com instituições estrangeiras, aulas espelho que trazem
conteúdo e certificação internacional, módulos internacionais e cursos de
idiomas em instituições no exterior, além de oportunidades de estágio e trabalho
voluntário.

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Na Faculdade Una de Divinópolis, a internacionalização caracteriza-se, assim,
pela interação entre as várias culturas por meio do ensino, da pesquisa e da
extensão. Na prática, para além dos inegáveis valores que agrega ao
desenvolvimento formativo de discentes e docentes, ela cumpre função
primordial de promover a cooperação internacional para a melhoria da
69
capacitação profissional, para a realização de projetos compartilhados de
pesquisa e para a participação no desenvolvimento industrial, econômico e
social dos países envolvidos, contribuindo ainda, de forma indelével, para a
consolidação da boa imagem universitária perante a comunidade.

Alguns caminhos para a consolidação dos propósitos da internacionalização na


Faculdade Una de Divinópolis são:

• entendimento da necessidade de fortalecer as intenções formativas dos


estudantes como cidadãos locais e globais;

• intensificação da cultura internacional junto à comunidade acadêmica;

• capacitação dos docentes para que saibam explorar, metodologicamente,


os princípios da educação globalizada e globalizadora;

• ampliação de programas internacionais que possibilitem o intercâmbio


bilateral para discentes e docentes;

• construção de programas de long life learning que possibilitem a troca de


saberes e de experiências por meio de parcerias internacionais;

• desenvolvimento de projetos acadêmicos internacionais, de extensão e


pesquisa, integrados ao currículo; e

• concepção de programas de bilinguismo que impulsionam o ensino e


disseminação de outros idiomas.

Em seu ecossistema de aprendizagem, a Faculdade Una de Divinópolis adota a


extensão internacional como um componente curricular diferenciado. Através
dos cursos de extensão internacional, os alunos têm a oportunidade de aprender
sobre temas essenciais para o mercado globalizado. A cada semestre, são
ofertadas opções de cursos para todas as áreas de ensino. As aulas são
ministradas totalmente em inglês ou espanhol, portanto, é necessário que o

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estudante tenha domínio no idioma. Ao concluírem o curso, as horas são
contabilizadas automaticamente no currículo acadêmico, além de receberam um
certificado para o currículo profissional. Ademais, através da extensão
internacional, os estudantes têm a opção de participar de projetos que
proporcionam uma prática acadêmica alinhada ao desenvolvimento científico e
70
social, em conjunto com alunos e professores de instituições de ensino parceiras
na América Latina. Esses projetos acontecem de forma remota, integrada ao
currículo, e discutem a realidade dos países envolvidos. Também é importante
que o aluno tenha conhecimento do idioma espanhol, ou inglês, para participar
ativamente das atividades propostas.

Parte importante do projeto de internacionalização visa a ofertar programas de


mobilidade internacional. As modalidades são: intercâmbio acadêmico, cujo
objetivo é promover o intercâmbio com instituições internacionais e proporcionar
uma formação acadêmica diferenciada aos alunos; estágio internacional, que
traz ao aluno a oportunidade de adquirir experiência profissional no exterior,
durante um período da sua vida acadêmica; módulo internacional, que oferece
programas de curta duração, em áreas específicas do conhecimento, no qual o
aluno poderá estudar em uma instituição no exterior e obter o certificado
internacional do módulo cursado; visita técnica no exterior, que proporciona ao
aluno a experiência de visitar e vivenciar na prática o funcionamento de
instituições, e locais específicos, voltados a sua área de interesse; e curso de
idioma no exterior, que visa auxiliar o aluno a obter uma proficiência linguística
com certificação internacional, além de promover o seu desenvolvimento
intercultural.

Todos os programas são abertos periodicamente por meio de editais, nos quais
são publicadas as regras do processo seletivo e a documentação que o aluno
deve apresentar para sua candidatura. Na página on-line da instituição, é
possível acompanhar o andamento dos processos. A Faculdade Una de
Divinópolis também pode receber alunos estrangeiros para período de
intercâmbio e professores estrangeiros para lecionar em eventos, atuando como
visitantes ou como convidados.

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Cabe ressaltar que, a fim de preparar o aluno para atuar em um mundo cada vez
mais globalizado, é necessário que o conhecimento não se dê apenas do idioma,
mas sim das culturas. Assim, partindo do ponto de vista da sala de aula ampliada
e da oferta de novos espaços de aprendizagem, é natural, por pressuposto,
pensar na relação dos estudantes com o mundo para o desenvolvimento de suas
71
habilidades e competências profissionais e pessoais, entendendo que o alcance
de sua formação deve possibilitar-lhes ultrapassar também os limites de
compreensão do contexto local no qual estão inseridos.

As soft skills são um conjunto de habilidades e competências relacionadas ao


comportamento humano, sendo consideradas características imprescindíveis
para que um profissional alcance seus objetivos profissionais, aquilo que
estabelece para a sua carreira. Dessa forma, no momento em que as leituras da
realidade local fazem sentido no contexto das leituras da conjuntura global, é
constituído um tipo específico de letramento, que tem sido denominado
letramento transcultural, no qual entram em jogo capacidades específicas de
leituras de contexto, que contribuem para o desenvolvimento do pensamento
crítico e desenvolvimento de habilidades pessoais e profissionais.

Nesse contexto, tornar os alunos conscientes de que são cidadãos do mundo


implica criar oportunidades para que confrontem desafios sociais, culturais,
políticos, econômicos e ambientais de seu entorno, estabelecendo conexões
significativas com a forma como esses mesmos desafios se apresentam
globalmente.

Assim, a internacionalização na Faculdade Una de Divinópolis busca criar


oportunidades para a troca de conhecimentos internacionais que sejam
acessíveis a todos. Não apenas por meio de intercâmbios, mas dentro das
próprias instituições de ensino (internationalization at home). Dessa forma, são
desenvolvidas a cultura internacional, na IES, e a mobilidade internacional, em
que há possibilidade de vivenciar experiências de aprendizagem no exterior.

Quando é abordada a cultura internacional, é importante ressaltar que são


trabalhados temas como conscientização da comunidade acadêmica acerca da
importância da Internacionalização (mudança de mindset); currículo que

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proporciona competências acadêmicas globais e interculturais (soft skills);
capacitação linguística; engajamento internacional por meio de palestras,
projetos acadêmicos e integração dos alunos estrangeiros; e, em breve, o
intercâmbio entre as IES que integram o Ecossistema Ânima.

72 Para desenvolver a mobilidade internacional, há a colaboração e parceria com


instituições internacionais (em todos os níveis e áreas de interesse); pesquisa
internacional; oferta de intercâmbio acadêmico e de programas de curta duração
no exterior; estágio internacional; alianças estratégicas e redes acadêmicas
internacionais.

2.3 Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de


ensino-aprendizagem

A organização do trabalho pedagógico nos currículos integrados é orientada


segundo o marco conceitual do ensino para a compreensão (EpC). As
concepções epistemológicas do marco conceitual do EpC estão expostas no
livro ensino para a compreensão: a pesquisa na prática, organizado por Martha
Stone Wiske, publicado em 2007, pela Artmed.

O EpC é fruto de pesquisa junto a professores que utilizaram o marco conceitual


e tiveram o acompanhamento dos pesquisadores. Dessa forma, ele nos
apresenta a concepção de compreensão que se traduz por desempenho de
compreensão. O marco conceitual do EpC apresenta quatro elementos: Tópicos
Geradores, Metas de Compreensão, Desempenhos de Compreensão e
Avaliação Contínua, intimamente relacionados e os olhamos como um todo,
porque o planejamento com o EpC não é linear.

Os tópicos geradores expressam o que é central para o aluno compreender e as


abordagens possibilitadas ampliam a visão sobre o assunto estudado. Os
tópicos geradores propiciam pesquisas e debates. As metas de compreensão
orientam o planejamento do professor e o trabalho do aluno. O aluno tem que
atingir metas e elas estarão à disposição como orientadoras do trabalho, do
estudo e da pesquisa do aluno. As metas de compreensão têm algumas
características: são centrais ao tema, devem ser sequenciadas, devem ser
claras, explícitas e públicas, assim, serão divulgadas para os alunos. As metas

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definem níveis de complexidade e orientam o aluno e, também, o professor no
decorrer do trabalho pedagógico.

O desempenho de compreensão tem um sentido mais simples de ser enunciado,


mas que carrega uma grande complexidade para ser realizado. Ter desempenho
de compreensão é utilizar o conhecimento de maneira flexível. O conhecimento 73

transita pelos sentidos que se dá, pelas conexões que se estabelecem e pela
maneira como se apresenta naquilo que chamamos de desempenho de
compreensão. Pelo desempenho, o aluno vai mostrar o que ele compreendeu.
Assim, a compreensão se materializa por meio do desempenho. Por isso, a
compreensão não se restringe à memorização, à enunciação de componentes,
de elementos, à nomenclatura, às taxionomias próprias das áreas de
conhecimento.

Olhando para esses elementos em conjunto, tem-se: os desempenhos de


compreensão, as metas que orientam a construção desses desempenhos e os
tópicos geradores, que dão consistência, que dão o substrato que subsidiam as
compreensões.

A avaliação contínua acompanha o processo de várias formas. Pelo professor,


oferecendo feedback àquilo que o aluno realiza e apresenta no transcorrer do
caminho; pelo aluno, quando acompanha seu próprio desenvolvimento cognitivo
por metacognição, a partir da análise das metas; pelos pares, ou pelos grupos.
A avaliação contínua se concretiza no acompanhamento do processo de ensino
e de aprendizagem de várias formas. Ela está imbricada na realização do
trabalho pedagógico e constitui-se de momentos e instrumentos imprescindíveis
para a construção dos desempenhos e das compreensões profundas e
complexas.

Sobre o sistema de avaliação e de registro dos resultados, Luckesi nos diz que
“[…] para qualificar a aprendizagem de nossos educandos, importa, de um lado,
ter clara a teoria que utilizamos como suporte de nossa prática pedagógica, e,
de outro, o planejamento de ensino, que estabelecemos como guia para nossa
prática de ensinar no decorrer das unidades de ensino do ano letivo”. O sistema
de avaliação nos currículos integrados, fundamentado nas concepções

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explicitadas pelo ensino para a compreensão (EpC), tem sua centralidade no
desenvolvimento do desempenho final, inclusive, por ser este o significado
concreto da compreensão dentro do marco conceitual.

No seu percurso, os alunos farão pesquisas, terão aulas interativas com os


74 professores da UC, dentre outras atividades, construindo, assim, saberes
explicitados nos planos de ensino, em todos seus elementos, ou seja, ementa,
tópicos geradores, metas de compreensão, competências e bibliografias.
Expressar os conhecimentos utilizando a linguagem da área, seus códigos e
signos, ler, interpretar, analisar e estabelecer relações entre conhecimentos são
competências a desenvolver ao longo do percurso para resolver problemas de
forma criativa, muitas vezes autorais e decorrentes das atividades realizadas em
grupo e/ou individualmente, nos encontros dos grupos, na busca ativa, na
elaboração de hipóteses, sempre respaldadas pelos feedbacks dos professores
da UC.

Figura 7 – Processo de avaliação contínua

Fonte: Vice-presidência Acadêmica.

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A avaliação contínua da IES é distribuída da seguinte forma: Avaliação 1 (A1) –
Dissertativa | 30 pontos | Avaliação 2 (A2) – Múltipla escolha | 30 pontos |
Avaliação 3 (A3) – Avaliação dos desempenhos | 40 pontos. Cabe ressaltar que
há um regulamento por curso com critérios para aprovação e reprovação.

Há, ainda, a avaliação integrada, a avaliação do componente curricular Vida & 75

Carreira, a avaliação do estágio e a avaliação do trabalho de conclusão do curso,


quando forem o caso, além do cumprimento das ACGs. As especificidades de
cada uma dessas avaliações estão descritas no próximo capítulo do documento
e no PDI da instituição.

2.4 Atendimento ao discente

Acolher, acompanhar e estimular vivências e experiências acadêmicas, sociais


e profissionais bem-sucedidas são algumas das premissas que sustentam as
ações desenvolvidas pela Faculdade Una de Divinópolis no que se refere ao
apoio aos discentes. Essas políticas institucionais adotam estratégias educativas
que visam reconhecer e atender às necessidades dos alunos no decorrer de toda
sua trajetória formativa.

Acolhimento, nivelamento, apoio psicopedagógico, monitoria, intercâmbios e


acessibilidade representam algumas dessas iniciativas. São ações de suma
relevância, uma vez que contribuem para orientar e apoiar os alunos,
minimizando possíveis dificuldades de aprendizagem e de adaptação à cultura
acadêmica, além de fortalecer as relações e a integração dos alunos no contexto
do ensino superior. A política institucional de acompanhamento ao discente e os
programas, os projetos e os serviços contribuem para uma formação efetiva de
profissionais e cidadãos, altamente qualificados, autônomos, críticos e
conectados à realidade social. Na busca por soluções para os desafios que
emergem do cotidiano acadêmico, a seguir, são apresentados alguns dos
principais programas e iniciativas de apoio ao corpo discente tendo em vista sua
trajetória de formação no Ecossistema Ânima de Aprendizagem.

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2.4.1 Programa Sucesso do Aluno

O Programa Sucesso do Aluno busca promover ações que favoreçam o discente


em seu processo de aprendizagem, que o acolham e o acompanhem durante
toda a sua trajetória acadêmica. Dessa forma, busca-se promover o
76 empoderamento do estudante a fim de oferecer condições para que ele participe
e possa pertencer de forma equitativa da comunidade acadêmica e, para além
disso, alcançar o seu sucesso como sujeito, profissional e cidadão.

Figura 8 – Empoderamento do estudante na Faculdade Una de Divinópolis

Fonte: Vice-Presidência Acadêmica.

O ponto de partida para todo esse processo de apoio ao discente é a escuta. Os


alunos chegam à vida acadêmica trazendo bagagens e experiências de vida
particulares, alimentam expectativas e sonhos diversos, possuem habilidades e
dificuldades específicas. A atuação nesse momento inicial do percurso formativo
busca reconhecer, conhecer e compreender as individualidades, com
consciência de que há heterogeneidade social, econômica, cultural e formativa
que caracteriza o grupo que ingressa no ensino superior. Sucesso, nesse
programa, é interpretado em sua amplitude, abrangendo e sendo aplicado a
sujeitos marcadamente diferentes, para os quais o êxito pode ter uma infinidade
de significados.

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Na perspectiva do aluno, sucesso pode ser traduzido em conseguir acompanhar
e compreender as aulas ministradas pelos professores, perceber que aprendeu
o que foi ensinado ou, ainda, entender o conteúdo ministrado e ser capaz de
aplicar na sua vida pessoal e profissional. As ações estabelecidas no Programa
Sucesso do Aluno ajudam a combater a evasão escolar, uma vez que o
77
acolhimento estimula o engajamento, que estimula a aprendizagem, que
estimula a permanência. O êxito do aluno, contudo, demonstra ser algo que
extrapola a trajetória acadêmica e que se expande e reflete, essencialmente, em
sua inserção social e profissional. O aluno e o seu desenvolvimento integral são,
respectivamente, centro e foco das ações do programa. Trabalhar para o
sucesso do aluno requer esse constante exercício de escuta, acolhimento e
acompanhamento nas diferentes etapas da sua jornada formativa.

Assim, o Programa Sucesso do Aluno contribui para a equidade em sala de aula,


aspecto que também favorece a relação ensino-aprendizagem. As diretrizes
acadêmicas do programa são voltadas para o acolhimento, ao passo que
atividades estratégicas são previstas com o objetivo de promover o engajamento
dos alunos. A aprendizagem em escala depende de fatores como o currículo do
curso e a formação do professor, mas está associada, em especial, ao
engajamento dos discentes, indo além dos conhecimentos em sala de aula e
oferecendo o acesso a diversas ações visando à saúde mental e à qualidade de
vida do aluno.

Motivação pessoal é fator de alto impacto no desempenho acadêmico,


impulsionando o aprendizado, sobretudo, quando combinada à orientação
adequada do professor nessa jornada formativa. É um incentivo que estimula os
estudantes a obterem bons resultados. Sucesso, nesse caso, resulta do próprio
engajamento em experiências nas quais o estudante estará envolvido em
diversos momentos de seu percurso formativo. As ações promovidas pelo
Programa Sucesso do Aluno buscarão, então, reconhecer as habilidades,
respeitar as individualidades, fortalecer a autonomia e gerar a motivação dos
alunos, investindo na formação discente em sua integralidade.

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Projeto Acolher

O início das aulas é um marco na trajetória de todo estudante que ingressa no


ensino superior. Esse momento tão aguardado reúne sentimentos como
curiosidade, dúvidas e ansiedade sobre o dia a dia da jornada universitária. O
78 Projeto Acolher nasce como resposta a esse momento tão especial e conta com
a experiência de veteranos, que já viveram a fase de transição para o ensino
superior, com a necessidade de ações de integração dos calouros por parte de
toda a comunidade acadêmica. Dessa forma, a expectativa positiva com que os
novatos chegam à universidade em relação à sua experiência acadêmica se
torna uma realidade.

O Acolher é um projeto de extensão do Ecossistema Ânima do qual estudantes


de todas as IES do grupo podem participar. Na dinâmica estabelecida, eles se
dividem por área do conhecimento e se nomeiam formando gerúndios. São eles:
Arquitetura e Urbanismo & Design (Arquitetando), TI (Codando), Comunicação
& Artes (Comunicando), Ciências Biológicas & Saúde (Cuidando), Psicologia e
Serviço Social, (Desembolando), Engenharias (Engenheirando), Licenciaturas
(Ensinando), Ciências Jurídicas (Endireitando), Gestão & Negócios
(Negociando) e Ciências Agrárias (Veterinando).

Logo que são matriculados, os novatos são convidados a participar do projeto


por meio do Ulife. Os “gerúndios” realizam atividades utilizando plataformas
digitais (Ulife, Zoom e redes sociais). As atividades têm o objetivo de ambientar
os calouros ao universo do ensino superior e facilitar a transição. Nesse contexto,
os novatos já iniciam sua jornada participando de uma comunidade nacional de
amigos e recebem todo o apoio necessário para o início da graduação.

Além das atividades de acolhimento e ambientação na área/curso escolhido, o


Acolher também oferece cursos de nivelamento. Os veteranos são apoiados e
acompanhados por nossos professores no planejamento e na oferta de curso
que visa sanar gaps de aprendizado de assuntos abordados no ensino médio e
que nesse momento são importantes para incluir o estudante no ensino superior.
A abordagem de estudante para estudante traz inúmeros benefícios, sendo os
mais citados pelos novatos: o uso de linguagem e vocabulário mais próximo do

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universo deles, os exemplos são da experiência dos veteranos nas aulas e a
ausência de barreira para as dúvidas, já que, na presença dos professores,
muitos estudantes sentem-se mais tímidos.

O projeto acontece totalmente em ambiente digital, o que permite que os


estudantes da Faculdade Una de Divinópolis e das demais IES do grupo também 79

participem das atividades.

Nivelamento

Como parte da política de apoio ao discente, a Faculdade Una de Divinópolis


adota ações constantes de acolhimento, permanência e nivelamento, sendo este
último um dos grandes desafios no processo de ensino-aprendizagem, em
especial quando se considera a diversidade que forma o ambiente acadêmico
em suas características e particularidades regionais, sociais, culturais e
econômicas. Considerando esses fatores, a Faculdade Una de Divinópolis busca
aperfeiçoar seu ciclo pedagógico, acompanhando o desenvolvimento acadêmico
do aluno e atuando para reduzir eventuais disparidades formativas que possam
dificultar o processo de aprendizagem de alguns discentes ingressantes no
ensino superior.

O Programa Adapti Ingressante representa uma dessas ações de apoio, voltado


para o desenvolvimento de habilidades básicas em conteúdos considerados
essenciais para uma trajetória de sucesso do aluno. O programa contempla
atividades de caráter complementar, destinadas a proporcionar um aumento
qualitativo do conhecimento do discente, especificamente em relação às noções
básicas de Língua Portuguesa e Matemática. O foco particular na aquisição ou
no aprimoramento desses conhecimentos leva em consideração alguns critérios
de relevância e necessidades identificados.

Língua Portuguesa e Matemática são disciplinas cujos conteúdos servem, em


grande parte, de base para o aprendizado de assuntos mais específicos para
cada curso ou área de atuação. De acordo com o Indicador de Alfabetismo
Funcional (Inaf), em 2018, cerca de três em cada dez brasileiros adultos
apresentavam dificuldades no que diz respeito às habilidades e às práticas de
leitura, escrita e operações matemáticas aplicadas a situações da vida cotidiana.

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Quanto aos que ingressaram ou concluíram o ensino superior, 96% podiam ser
considerados funcionalmente alfabetizados, mas apenas 34% destes alcançam
o nível proficiente.

Os dados apresentados corroboram a necessidade de implementação e


80 fortalecimento de estratégias capazes de assegurar a incorporação crescente
dessa parcela de estudantes à vida acadêmica, contribuindo para o seu
desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional. Atento ao deficit da
população no que diz respeito ao domínio pleno dessas habilidades, em especial
de leitura e escrita, o Programa Adapti Ingressante busca oportunizar e facilitar
o domínio do discurso científico, assim como potencializar a aprendizagem dos
alunos nas unidades curriculares dos cursos de graduação.

Para auxiliar e reforçar a aquisição, a revisão ou a atualização desses


conhecimentos indispensáveis para um bom aproveitamento acadêmico, o
programa orientará os alunos ingressantes dos cursos de graduação da IES
(bacharelados, tecnólogos e licenciaturas) a realizar atividades complementares
de nivelamento. O nivelamento é realizado por meio de uma plataforma on-line
facilmente localizada e acessada a partir do Ulife (Ambiente Virtual de
Aprendizagem).

Ao entrar no ambiente virtual da Faculdade Una de Divinópolis, o aluno é


redirecionado ao Programa Adapti Ingressante do seu curso de graduação. Lá,
ele encontra o conteúdo estruturado em duas trilhas: Língua Portuguesa e
Matemática. Cada uma dessas trilhas é composta por tópicos que contemplam
materiais de apoio, atividades e testes para auxiliar tanto na aprendizagem,
quanto no reforço dos estudos. Os dois testes propostos ficam disponíveis no
ambiente virtual próximo às datas indicadas para a sua aplicação. Erros do
sistema ou dúvidas com relação ao conteúdo podem ser solucionados ou
esclarecidos nos canais de atendimento da própria plataforma, via e-mail, chat
ou telefone. As questões são encaminhadas para o time pedagógico ou técnico,
de modo que possam avaliar e orientar na solução do problema.

O método e a disponibilização on-line do conteúdo visam favorecer e tornar o


processo de aprendizado mais proveitoso e eficaz, uma vez que todos os

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materiais estarão acessíveis para livre consulta, quando, onde e como o aluno
desejar. Esse é um aspecto importante para o discente ingressante, já que pode
realizar as atividades de nivelamento de modo gradativo, estudando um pouco
a cada dia, sem sobrecarga da rotina acadêmica e com tempo hábil para concluir
o que foi proposto. Com a flexibilidade necessária, o Programa Adapti
81
Ingressante permite ao estudante parar e recomeçar o processo de
aprendizagem quando e onde quiser, dentro do semestre letivo.

O programa de nivelamento é oferecido a todos os alunos que ingressam em um


curso de graduação acadêmica. Tem caráter não obrigatório, cabendo ao
educando a faculdade de cursá-lo ou não, embora a Faculdade Una de
Divinópolis se encarregue de incentivar os discentes para a adesão ao programa.
O estudante que se inscrever no Adapti e obtiver êxito nos testes recebe o crédito
de 40 horas complementares, a serem registradas no seu histórico escolar. Caso
o aluno opte por não realizar o programa, ou caso não alcance o desempenho
necessário, as 40 horas complementares não serão lançadas em seu histórico
escolar.

O Adapti Ingressante constitui-se como um instrumento de melhoria qualitativa


no domínio de conhecimentos básicos, reunindo meios e formas de tratar as
carências dos alunos ingressantes. Esses esforços para o desenvolvimento do
estudante são feitos de acordo com as diretrizes pedagógicas adotadas pela
Faculdade Una de Divinópolis, seguindo uma orientação didática que considera
o aluno como protagonista de sua própria aprendizagem, algo que aparece
refletido na escolha dos conteúdos, das atividades e da metodologia adotada.
Assim, educação e tecnologia são alinhadas para identificar e trabalhar as
necessidades de cada discente no que se refere ao domínio de conhecimentos
básicos.

O Programa Adapti Ingressante traduz uma constante busca da instituição de


ensino pela melhoria da qualidade do ensino e pela excelência acadêmica.
Resgatar conteúdos não assimilados adequadamente pelos alunos durante o
ensino médio acaba por refletir em um melhor acompanhamento dos conteúdos
do curso de graduação. Assegura-se, desse modo, que todos os estudantes

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tenham alguns dos pré-requisitos necessários para avançar no ensino superior,
apresentando menos dificuldades individuais.

Além do Adapti Ingressante, como mencionado anteriormente, há, também, a


oferta de curso de nivelamento em que os veteranos do Projeto Acolher
82 ministram aulas para os novatos. Esses cursos acontecem em ambiente digital
na semana que antecede o início das aulas. São alguns exemplos: Matemática
para Todos (ofertado por diversas áreas), Bioestatística sem Neura, Bioquímica
para Saúde e Humanas, Matemática dos Negócios, Preparando-se para a
Engenharia (física e química), Pré-cálculo e Desenho para Todos.

Monitoria

O programa de monitoria qualificada complementa esse conjunto de ações


ofertadas pela Faculdade Una de Divinópolis destinadas a apoiar o discente em
seu processo de aprendizagem, ofertando suporte acadêmico nos componentes
curriculares considerados mais exigentes. É uma política institucional de
acompanhamento complementar, pautada no preceito de promover o
engajamento e o desenvolvimento da autonomia do aluno.

Um diferencial é que as práticas de monitoria não são estruturadas para serem


uma ação pontual, ao contrário, destinam-se a um acompanhamento contínuo
dos discentes. Assim, sua oferta não se encerrará no primeiro ciclo do ensino
superior. As práticas de monitoria acompanham o aluno durante toda sua
trajetória, em uma ação de apoio que supre as necessidades de acordo com os
desafios que o aluno vai encontrando ao longo de seu percurso formativo.

A monitoria é instituída formalmente na Faculdade Una de Divinópolis. O monitor


deverá ser aluno regular do curso em questão e prestará auxílio extraclasse aos
discentes. O monitor pode, ainda, auxiliar o professor no desenvolvimento de
atividades, sendo vetado substituí-lo em qualquer circunstância. A monitoria é
oferecida para as unidades curriculares com maior evasão ou insucesso, ficando
a cargo do colegiado do curso essa definição dentro do semestre letivo. O
colegiado define as UC, assim como o perfil do aluno monitor, que será
selecionado com base em critérios previamente estabelecidos.

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O professor assume papel fundamental no programa de monitoria qualificada.
Ele é o tutor que diretamente prepara, orienta, supervisiona e ampara os alunos
veteranos em sua função de monitores. O docente compartilha com os monitores
materiais didáticos que servem de referência para o assunto a ser abordado,
disponibiliza lista de exercícios que ajudam no aprendizado e repassa o plano
83
de ensino da UC para que possa servir como uma ferramenta de trabalho no
planejamento acadêmico das ações de monitoria. Toda essa preparação, em
que se especificam, entre outras coisas, os objetivos de aprendizagem e o modo
como os conteúdos serão abordados, permite o planejamento das atividades e
a consequente oferta de uma monitoria que é elaborada e alinhada com o plano
de ensino da UC.

A monitoria não substitui as aulas, mas é uma ação de suporte acadêmico que
conta com o apoio discente. O relevante e diferencial é que acontece de aluno
para aluno, aspecto que fortalece os vínculos entre os estudantes, ao mesmo
tempo em que contribui para a formação de ambos os envolvidos no processo.
Trata-se de uma ação acadêmica e, sobretudo, de relacionamento e integração
cooperativa, que conduz à equidade em sala de aula e favorece o processo de
ensino-aprendizagem tanto daquele aluno que aprende, quanto daquele que
ensina. Contribui, ainda, para despertar nesses monitores uma possível vocação
para a docência.

O projeto de monitoria na Faculdade Una de Divinópolis chama-se Um por Todos


e Todos por Um e é extremamente inovador, já que os estudantes podem fazer
a monitoria ofertada por qualquer IES da marca. Dessa forma, os estudantes
usufruem de uma ampla oferta de horário para receber a monitoria, que na sua
maioria acontece em ambiente digital. Além de acompanhar a evolução do
aprendizado dos estudantes que participaram da monitoria, a Faculdade Una de
Divinópolis observa os benefícios dos estudantes monitores. Os relatos que mais
chamam a atenção são os que os estudantes expressam livremente os
aprendizados que são comportamentais e, sem dúvidas, estão associados às
competências para o século XXI. Para além disso, também é possível perceber
que a monitoria é um primeiro ensaio para a docência, conforme alguns relatos
apresentados a seguir:

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“Eu adoro a comunicação que existe, o fato de estudar sempre mais pra
corresponder às expectativas de quem você está ajudando, e eu gosto muito de
ensinar! A docência é um sonho pra minha carreira!” (aluna do curso de medicina
– Ânima Educação)

84 “Aprendi a ser mais organizada e ter mais responsabilidade com os estudos,


porque era necessário estudar mais para poder sanar as dúvidas e auxiliar os
alunos no processo de aprendizagem de cada um da melhor maneira. Aprendi a
lidar com outras pessoas que têm opiniões e pontos de vista diferentes, o que é
bom, pois levanta discussões enriquecedoras. Aprendi a ensinar e lidar com as
dificuldades de cada aluno. E, por fim, mas não menos importante, aprendi a ser
melhor no que escolhi, para mim e para os outros.” (aluna do curso de Nutrição
– Ânima Educação)

“Relação interpessoal com monitorandos; melhoria da capacidade de oratória e


escuta ativa; aprendizado quanto à absorção dos desafios dos monitorandos;
assistência quanto à realização de atividades avaliativas.” (aluno do curso de
Direito – Ânima Educação)

“Aprendi a ser um pouco mais paciente, a como utilizar os novos meios de


comunicação principalmente no ambiente virtual, usando várias plataformas para
melhorar o atendimento na monitoria, a ter resiliência e saber a superar as
dificuldades impostas no ambiente on-line.” (aluna do curso de Enfermagem –
Ânima Educação).

2.4.2 Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão (NAPI): acessibilidade

O Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão (NAPI) coloca em prática a


política de atenção ao estudante por meio de programas e projetos amparados
nos princípios de equidade, de inclusão, de reconhecimento e de valorização das
diversidades e pelo compromisso com a permanência e o desenvolvimento
pessoal e profissional dos estudantes da Faculdade Una de Divinópolis. Seus
projetos e programas se articulam aos projetos dos cursos, como campo de
estágio, quando ocorrer, e a programas institucionais, como Programa Acolher,
Bem-Estar e Qualidade de Vida, Monitoria, Programa de Tutoria Acadêmica e
Vida & Carreira.

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A formação do Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão (NAPI) tem como
objetivos acompanhar as ações de acessibilidade e o percurso acadêmico de
estudantes com deficiências, estudantes com transtornos e dificuldades de
aprendizagem, garantindo a equidade no ensino de acordo com legislação
vigente e regimento; planejar e supervisionar projetos de qualificação para
85
docentes e colaboradores da instituição para atender a estudantes com
deficiência e transtornos funcionais específicos; contribuir para o processo de
inclusão dos estudantes ao curso, apoiando-os em sua trajetória acadêmica e
profissional; atender às demandas emergenciais dos estudantes no que se
refere ao acolhimento, à identificação da área de dificuldade e ao
encaminhamento adequado para os programas de atenção ao estudante; e
prestar orientação continuada para os docentes no sentido de respaldar sua
ação pedagógica inclusiva em sala de aula.

A partir de um enfoque social, possibilita uma nova visão da realidade em que a


diversidade é valorizada e a diferença é respeitada, bem como desperta a
sensibilidade e busca a acessibilidade de todas as mais diversas instâncias
sociais. Academicamente, constrói-se um paradigma educacional que é flexível
e propício à inovação para vivências e metodologias do “aprender a aprender”.
Trata-se da inclusão como paradigma educacional que promove uma mudança
de perspectiva educacional, em que incluir não se limita a ajudar alunos que
apresentam dificuldades na universidade, mas promover a construção da
acessibilidade (física, comunicacional e atitudinal) e apoiar a todos (professores,
alunos, corpo técnico-administrativo) como parte da comunidade a aprender.

O apoio psicopedagógico a estudantes é destinado ao atendimento da demanda


discente em suas particularidades, como também engloba o planejamento e a
supervisão de processos de formação docente. A metodologia de trabalho do
núcleo de apoio, no que concerne à política de acessibilidade, se organiza nas
atividades de apoio ao estudante com deficiência por meio de orientação de
hábitos de estudo (por demanda do discente), além de assessoria em
dificuldades de relacionamentos interpessoais eventualmente apresentadas,
decorrentes de choque cultural (por demanda do discente), individualmente ou
em sala de aula.

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Após a verificação das necessidades do aluno, os acompanhamentos e as
intervenções poderão ser das seguintes ordens:

• realização de atendimento psicopedagógico;

• orientação de trabalho e disponibilização de profissional, intérprete


86 educacional I (ledor/transcritor), ao estudante quando necessário;

• orientação de trabalho e disponibilização de profissional, intérprete


educacional II (Libras), ao estudante quando necessário;

• garantia de dilação do tempo para atividades acadêmicas avaliativas;

• disponibilização de sala separada para realização de provas;

• realização de orientação para oralização da prova ou interpretação em


sinais;

• solicitação de adaptação da avaliação de acordo com a especificidade do


estudante;

• realização de orientação para adaptação do espaço físico; e

• realização de orientação aos docentes em relação à prática inclusiva.

Ademais, o atendimento a demandas espontâneas dos alunos voltadas à saúde


mental é caracterizado pelo acolhimento, pela orientação e por um possível
encaminhamento, que pode ser para os projetos Entrelaços, Sunrise, Serviço-
Escola de Psicologia ou para a rede de saúde mental do município. A Faculdade
Una de Divinópolis procura oferecer suporte emocional para apoiar o aluno que
manifesta intenção de evadir por algum motivo relacionado à adaptação ao
contexto acadêmico de ensino superior, além de dar apoio emocional no
processo de aprendizagem e oferecer suporte psicopedagógico de intervenção
e prevenção nos processos cognitivos, psicossociais, culturais e pedagógicos.

2.4.3 Atendimento especializado

Central de atendimento

Setor responsável pelo recebimento, pelo protocolo e pela resposta às diversas


solicitações formuladas pelos alunos, realizadas por meio de requerimentos

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físicos ou eletrônicos. São esclarecidas demandas acerca de pagamentos,
dúvidas financeiras, financiamentos, bolsas e descontos.

Atendimento acadêmico pela coordenação

Os discentes contam com a coordenação de curso para o atendimento a dúvidas


87
acadêmicas, entrega e recebimento de documentos, esclarecimento de dúvidas
de plano curricular e orientação sobre protocolos.

2.4.4 Créditos estudantis, bolsas de estudos e descontos

Visando possibilitar maior acesso dos estudantes com menores condições


financeiras à educação superior, a IES viabiliza aos alunos o acesso ao estudo
por meio de:

• Adesão ao FIES, programa desenvolvido pelo Ministério da Educação


com créditos governamentais, para possibilitar maior acesso ao ensino
superior. Por meio dele, o estudante pode financiar até 100% dos custos
das mensalidades;

• Adesão ao Prouni, Programa Universidade para Todos, também do


Ministério da Educação, que possibilita, com créditos governamentais, o
acesso à educação superior por meio da concessão de bolsas de estudo
integrais e parciais em cursos de graduação em instituições privadas de
ensino; e

• Outras modalidades de crédito em parceria com instituições financeiras


e/ou convênios empresariais, de iniciativa da IES, oferecidas aos alunos
quando têm a oportunidade de abater ou financiar um percentual do valor
das suas mensalidades em um período de tempo bem maior que o tempo
de integralização do curso, sem juros ou com juros muito abaixo do valor
de mercado.

2.4.5 Acompanhamento do egresso e formação continuada

O atual reposicionamento da nova organização do mundo do trabalho, o excesso


de oferta educacional, a escassez e a diluição da demanda e a nova postura dos
candidatos ao ensino superior alteraram as posições estabelecidas ao longo de

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anos e preocupam as IES em relação à sua permanência nesse cenário. Os
serviços educacionais não se restringem mais a uma boa aula. Os alunos têm
hoje uma percepção mais detalhada dos serviços prestados e avaliam a
qualidade, os preços, a infraestrutura, o corpo docente, a tecnologia, a matriz
curricular, a reputação da marca e a relação custo-benefício.
88

Uma marca forte e reconhecida traduz confiança, representa a atração natural


de bons profissionais e de uma consequente oferta de qualidade para o mercado.
Todos esses fatores, aliados às exigências do Ministério da Educação, levam as
instituições de ensino a buscar formas mais criativas de se apresentar e se
relacionar com seus diversos públicos. Esse relacionamento deve passar,
essencialmente, pela continuidade dos contatos após a conclusão do curso.

A relação com os alunos não deve ser interrompida logo após a solenidade de
formatura. Dessa forma, o egresso passa a ter acesso a um novo rol de práticas
educacionais pela Faculdade Una de Divinópolis. Essa nova fase do
relacionamento passa a ser valorizada pelo mercado, pois demonstra que a
instituição está preocupada não só com a formação técnica do profissional, mas
também com sua carreira. O Programa de Relacionamento com o Egresso visa,
portanto, estabelecer a integração entre o ex-aluno e a instituição.

Assim, a Faculdade Una de Divinópolis promove um relacionamento contínuo


com seus egressos, visando ao aperfeiçoamento de suas ações, acompanhando
e discutindo a inserção dos egressos no mercado de trabalho, levantando e
propondo medidas voltadas ao aperfeiçoamento do curso a partir dos
indicadores obtidos. Com ações direcionadas ao estabelecimento de uma
relação mais estreita com os egressos, a IES facilita a formação de uma rede de
comunicação entre os egressos, possibilitando a troca de informações
profissionais e acadêmicas.

As ações de acompanhamento do egresso são realizadas a partir de dados


cadastrais dos ex-alunos, referentes à inserção do profissional no mundo do
trabalho, suas repercussões sociais e o comprometimento com as políticas
públicas, por meio de pesquisa sistemática, realizando o acompanhamento do
egresso, de modo a obter as seguintes informações: feedback sobre o curso

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(pontos negativos e fortes); atuação do egresso no mercado de trabalho;
dificuldades encontradas no mercado de trabalho; identificação do perfil do
profissional exigido pelas empresas, interesse em realizar cursos de pós-
graduação, aperfeiçoamento e atualização; e identificação da percepção das
empresas com relação à Faculdade Una de Divinópolis.
89

Além disso, a área de relacionamento com o egresso prestará serviços aos ex-
alunos, abrindo possibilidades com relação à inclusão dos seus dados no banco
de currículos, que será disponibilizado a empresas; à criação de um ambiente
de relacionamento entre os egressos, a IES e os alunos, promovendo encontros
de confraternização, palestras e conferências, participação em cursos de
extensão, em bancas examinadoras, etc.; e à manutenção do vínculo por meio
da possibilidade de utilização da biblioteca, infraestrutura, laboratórios e serviços
mantidos pela Faculdade Una de Divinópolis. Ademais, a pós-graduação da IES
tem como objetivo reforçar ainda mais a experiência de lifelong learning, ou seja,
de educação continuada, oferecendo cursos nas áreas dos cursos de
graduação.

2.5 Políticas de educação inclusiva

Por se tratar de uma organização inclusiva, o primeiro desafio a vencer é a


questão da acessibilidade para alunos, professores ou demais funcionários que
apresentem algum tipo de deficiência. Essa política se estende às instalações
físicas da Faculdade Una de Divinópolis. Acessibilidade, aqui, implica superar as
barreiras arquitetônicas, curriculares, atitudinais, comunicativas e digitais.

2.5.1 Cultura inclusiva

Ao propor as diretrizes relacionadas à cultura inclusiva no âmbito da comunidade


acadêmica, é considerado que “toda ação social é cultural, que todas as práticas
sociais expressam ou comunicam um significado e, neste sentido, são práticas
de significação” (HALL, 1997, p. 16). Não é possível negar a estreita relação
entre as práticas efetuadas nas instituições de ensino e as culturas. Ademais,
deve-se reforçar a importância de se construir um ambiente pautado no respeito
à diversidade e aos direitos humanos por meio da construção de uma cultura
inclusiva que seja de dentro para fora.

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A cultura inclusiva tem essa tarefa ao pensar em medidas individualizadas e
coletivas em ambientes que contemplem toda comunidade acadêmica,
considerando as diferenças e suas necessidades singulares, promovendo um
ambiente mais equitativo. Assim, na Faculdade Una de Divinópolis, os objetivos
das Diretrizes em Cultura Inclusiva são promover um ambiente saudável,
90
respeitoso e acolhedor, considerando a pluralidade humana, e desenvolver
ações para coibir quaisquer formas de discriminação, tais como lgbtfobia,
gordofobia, racismo, capacitismo, machismo e qualquer outra que fragilize as
vítimas e/ou agrida os direitos da pessoa humana.

Essa diretriz parte da compreensão da Constituição Federal de 1988, em seu


artigo 5º, ao afirmar que os indivíduos possuem o direito de igualdade, sem
diferenciação, independentemente da natureza. O Decreto 7.037/2009 traz em
seu quinto objetivo estratégico a “redução da violência motivada por diferenças
de gênero, raça ou etnia, idade, orientação sexual e situação de vulnerabilidade”
(BRASIL, 2009).

Há diversos outros documentos e dispositivos legais que abordam essa


temática, tais como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, agenda 2030;
Sinaes; Programa de Combate à Intimidação Sistemática; Lei Brasileira de
Inclusão; Decreto n. 7.037, de 2009; e Lei n. 7.716, de 1989. Assim,
compreendendo o exposto, as ações advindas dessas diretrizes devem
considerar as diversidades, com enfoque em questões de gênero, deficiências,
orientação sexual, gerações e etnias/raças e suas intersecções.

A Faculdade Una de Divinópolis conta com o projeto Ânima Plurais, que tem
como direcionador de atuação buscar coerência entre o que se discute e se
aprende em sala de aula e as práticas da instituição, impulsionando ações para
promoção das diferentes formas de diversidade, gênero, raça, orientação sexual
e idade. O objetivo é ir mais além do compromisso e do engajamento, mas atuar
como influenciadores e agentes da transformação social. Para isso, são
ofertadas formações para os docentes e discentes relacionadas a essa temática;
no currículo, é ofertada a UC Dual Aspectos Humanos e, em parceria com o
Ânima Plurais, são realizados projetos de extensão. A IES conta, também, com

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um calendário de eventos com lives e rodas de conversas para nossos
estudantes.

2.5.2 Acessibilidade arquitetônica

Tanto na legislação nacional (Plano Nacional de Educação – Lei n. 13.005/14),


91
quanto na legislação municipal, existem metas explícitas para a melhoria das
condições de acessibilidade aos deficientes físicos nas instituições de ensino.
Para além do que propõe a legislação, por ter a diversidade humana como um
valor, a Faculdade Una de Divinópolis assume o compromisso com a inclusão
social dos estudantes, efetuando mudanças fundamentais não apenas na
adequação de seus espaços físicos, mas, sobretudo, no desenvolvimento de
atitudes da comunidade, por entender que são as ações concretas e formativas
que efetivamente contribuem para a construção de um novo tipo de sociedade.
Nesse sentido, medidas substanciais de alteração na infraestrutura da
Faculdade Una de Divinópolis são realizadas, com a implantação de
equipamentos para melhor atender às pessoas com necessidades educacionais
especiais.

Diversas obras e adaptações foram e são realizadas nas instalações, com vistas
a permitir a locomoção e proporcionar conforto às pessoas deficientes, como a
construção de rampas de acesso, banheiros com instalação de barras de apoio,
pias e espelhos adequadamente posicionados, elevadores com cabines amplas,
botões de acionamento em altura acessível e escritas em braile.

2.5.3 Acessibilidade curricular e atitudinal

Na perspectiva de termos a diversidade humana como um valor, é preciso


considerar e defender o direito das pessoas com deficiência ao acesso à
educação, o que significa engajar estudantes, professores e funcionários da
Faculdade Una de Divinópolis no propósito de garantia desse direito. Assim, os
participantes do processo educativo devem valorizar as diferenças como fator de
enriquecimento pessoal, acadêmico e profissional, removendo as barreiras para
a aprendizagem e promovendo a participação de todos e de cada um, com
igualdade de oportunidades.

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O princípio fundamental da inclusão e do acesso curricular é que os alunos
devem aprender juntos, apesar das dificuldades ou das diferenças que possam
apresentar. Partindo desse princípio, procuramos identificar as demandas de
inclusão de candidatos e alunos com deficiência (surdez, cegueira/baixa visão,
deficiência física, deficit intelectual, transtornos psicológicos, autistas e
92
transtorno do espectro autista), oferecendo as condições necessárias para que
realizem a prova de vestibular e que estudem na IES com todas suas
necessidades atendidas.

2.5.4 Acessibilidade digital e nas comunicações

Em relação à acessibilidade digital e nas comunicações, o uso das tecnologias


de informação e comunicação (TICs), por parte de estudantes, docentes e
demais funcionários com necessidades educacionais especiais, favorece não só
o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida acadêmica. O
Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão (NAPI) fornecerá as orientações
necessárias sobre os serviços oferecidos às pessoas com deficiência, buscando
incluir tais discentes, professores e equipe administrativa da melhor forma
possível em suas atividades acadêmicas. Uma vez matriculados, várias ações
são implementadas no sentido de garantir a qualidade de aprendizagem e de
convívio dos alunos no âmbito acadêmico. Entre as principais ações, destacam-
se a identificação e acomodação aos diferentes estilos, formas, interesses e
ritmos de aprendizagem; a flexibilização ou adaptação do conteúdo, do tempo e
da sequenciação de assuntos, bem como da abordagem didático-metodológica;
e a adaptação dos procedimentos de avaliação, pautando-se não apenas pelas
limitações funcionais que o aluno apresenta, mas, principalmente, pela
sondagem das suas potencialidades intelectuais e socioafetivas.

2.5.5 Língua Brasileira de Sinais (Libras)

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) será ofertada como unidade curricular (UC)
obrigatória em todos os cursos de licenciatura e como unidade curricular (UC)
optativa em todos os demais cursos oferecidos pela Faculdade Una de
Divinópolis, constando nos respectivos projetos pedagógicos, conforme a

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disponibilidade de oferta, resguardadas todas as especificidades e os requisitos
exigidos pela legislação vigente.

2.5.6 Educação em direitos humanos

Em todos os cursos oferecidos pela Faculdade Una de Divinópolis, considera-se


93
a inclusão do tema direitos humanos aos conteúdos das unidades curriculares
da estrutura curricular, de modo transversal, contínuo e permanente. A educação
em direitos humanos refere-se ao uso de concepções e práticas educativas
fundadas nos processos de promoção, proteção, defesa e aplicação desses
direitos na vida cotidiana, como forma de atitude cidadã de reconhecer todos e
qualquer um como sujeitos de direito, com responsabilidades individuais e
coletivas.

A educação em direitos humanos, de modo transversal, passa a ser considerada


na construção dos PPCs da Faculdade Una de Divinópolis, dos materiais
didáticos e pedagógicos, do modelo de ensino, pesquisa e extensão e de gestão,
bem como na elaboração dos diferentes processos de avaliação, fundamentada
nos seguintes princípios: dignidade humana; igualdade de direitos;
reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades; laicidade do
Estado; democracia na educação; transversalidade, vivência e globalidade; e
sustentabilidade socioambiental.

Orientados, assim, por esses princípios, os conhecimentos relativos à educação


em direitos humanos materializam-se nos PPCs de maneira clara e objetiva na
organização curricular dos cursos; de forma transversal, por meio de temas
relacionados aos direitos humanos e tratados interdisciplinarmente; ou como um
conteúdo específico de uma das UCs já existentes na matriz curricular. Nesse
contexto, busca-se afirmar que todos devem ser tratados como iguais, gerando
o debate sobre os direitos humanos e agregando as temáticas de gênero,
sexualidade, entre outras.

Conforme Resolução CNE/CP nº 01/2012, para o curso proposto, a temática


será contemplada na Unidade Curricular Core Curriculum e obrigatoriamente no
componente curricular Vida e Carreira, bem como, de forma eletiva e opcional

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nos Projetos de Extensão ofertados pela IES. O(s) Plano(s) de Ensino da(s)
unidade(s) curricular(es) mencionada(s) estão à disposição para consulta.

2.5.7 Educação das relações étnico-raciais


94
A educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e cultura afro-
brasileira, africana e indígena constitui-se em orientações, princípios e
fundamentos para o planejamento, a execução e a avaliação da educação,
contribuindo para que os nossos alunos se tornem cidadãos atuantes e
conscientes em uma sociedade multicultural e pluriétnica como a do Brasil.

As relações étnico-raciais, história e cultura afro-brasileira são trabalhadas


transversalmente ao longo do curso nas unidades curriculares básicas e
profissionalizantes. A consciência política e histórica da diversidade, o
fortalecimento de identidades e de direitos e as ações educativas de combate ao
racismo e às discriminações são itens priorizados nas diversas UCs. Essa
temática é desenvolvida por meio de conteúdos, competências, atitudes e
valores, estabelecidos pelas diretrizes curriculares institucionais do Projeto
Pedagógico Institucional (PPI), cabendo ao curso, no contexto de
implementação dessas diretrizes, garantir sua consecução, com o apoio das
coordenações de curso, dos núcleos docentes estruturantes (NDE) e da
entidade mantenedora.

Discutir as relações étnico-raciais que construíram esse país é uma obrigação


de todos os cidadãos, não importando sua origem ou etnia. São esforços que
não apenas integram a luta contra o racismo, como também a consolidação da
democracia, da promoção da cidadania e o reforço à igualdade social e racial.
Considerando a escola um local privilegiado para a transmissão de
conhecimentos que vieram das gerações anteriores, ela também se torna um
dos focos da luta contra as desigualdades sociais e o preconceito. É preciso
promover, aos poucos, uma alternativa à forma como a própria sociedade se
enxerga.

Valorizar a cultura afro-brasileira como um componente nacional, estudar a


história mundial com um olhar menos eurocêntrico, compreender as lutas do

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movimento negro pela igualdade social e racial no país, bem como pela
superação do racismo, são etapas de uma transformação necessária. Nesse
contexto, é desenhada a capacitação dos professores, intermediadores e
responsáveis na ajuda e na formação de cidadãos.

Dessa forma, conforme Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004, tais 95

temáticas serão tratadas no decorrer do curso no âmbito da Unidades


Curriculares Core Curriculum e obrigatoriamente no componente curricular Vida
e Carreira, bem como, de forma eletiva e opcional nos Projetos de Extensão
ofertados pela IES. O(s) Plano(s) de Ensino da(s) unidade(s) curricular(es)
mencionada(s) estão à disposição para consulta.

2.5.8 Educação Ambiental e Sustentabilidade

A reconhecida importância da educação é atribuída sobretudo à sua natureza


formativa, por ser capaz de transformar e fortalecer os indivíduos, de provocar
mudanças na sociedade e de responder às suas necessidades, principalmente
aquelas relacionadas à circulação, à produção, à aplicação e à distribuição social
de conhecimento e tecnologias. A educação superior, em específico, tem o
potencial de investigar e apontar, por meio de pesquisas científicas e
tecnológicas, soluções criativas e consistentes para os problemas que se
colocam na atualidade. Atuando para o desenvolvimento sociocultural e
econômico, as IES, no entanto, devem ater-se para que esse desenvolvimento
por elas promovido seja sustentável.

O conceito de educação para a sustentabilidade, segundo critérios estabelecidos


pela Unesco11, refere-se à:

• relação de interdependência estabelecida entre o desenvolvimento do


indivíduo e a sua conscientização quanto aos desafios da
sustentabilidade e à urgência da tomada de ações;

• preparação do cidadão para o exercício pleno da cidadania, determinado

11 UNESCO. World Conference On Higher Education In The Twenty-First Century: Vision And Action.
Preparing for a sustainable future: higher education and sustainable human development. Paris, 1998.
Disponível em: < https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000113689>. Acesso em: 1º mar. 2016.

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a promover e a respeitar os direitos humanos e a atuar de forma
responsável e solidária na sociedade; e

• qualificação do profissional por meio do desenvolvimento de capacidades


e habilidades que lhe permitam adaptar-se às exigências do mercado de

96
trabalho e às tendências econômicas, políticas, demográficas, culturais e
sociais.
Ao assumir o compromisso de orientar seu currículo em direção à
sustentabilidade, na criação de uma cultura de responsabilidade socioambiental
e de um desenvolvimento sustentável que gere valor econômico, social e
ambiental12, a Faculdade Una de Divinópolis define como políticas:

• a inclusão de conteúdos voltados à educação para a sustentabilidade nos


PPCs e nas atividades curriculares dos cursos;

• o estímulo ao desenvolvimento de ações transversais e interdisciplinares


como modo de inserção da educação para a sustentabilidade nas
atividades dos cursos e da Faculdade Una de Divinópolis;

• o desenvolvimento de projetos de extensão vinculados aos programas


institucionais de extensão, focados na educação para a sustentabilidade; e

• o desenvolvimento de projetos de investigação científica focados no estudo


da educação para a sustentabilidade.

A Faculdade Una de Divinópolis exerce seu papel de grande relevância na


formação de “agentes do crescimento sustentável”, atuando para uma formação
integral, conforme descrita anteriormente, que prepare os egressos para lidar
com as complexidades do presente e do futuro, para criar “inteligência” na
avaliação de cenários complexos, para propor inovações e incentivar o
comprometimento das organizações com a agenda ambiental e o
desenvolvimento social, sem, contudo, afetar o seu crescimento econômico.

12 Os preceitos da Unesco para a Educação para a Sustentabilidade e os Princípios para a Educação em


Gestão Responsável (PRIME) do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), que norteiam
atividades de formação, produção, circulação e aplicação de conhecimentos e tecnologias, são princípios
que orientam as ações corporativas da IES, possibilitando-lhe cumprir as metas da Ânima para o Pacto
Global.

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No âmbito do projeto acadêmico, a sustentabilidade apresenta-se como um tema
transversal, imperativo para o entendimento de temas diversos, tais como
economia global, relações de trabalho, concentração de riquezas, globalização
da pobreza, violência, exclusão social, consumismo, produção de novas
tecnologias, conduta ética, relações étnico-raciais, cultura indígena, cultura
97
africana, cultura afro-brasileira e questões ambientais. Como tema transversal,
a sustentabilidade recebe a atenção interdisciplinar de toda a comunidade
acadêmica, com a integração dos conteúdos de diferentes unidades curriculares
e áreas do conhecimento, acreditando-se que o elevado grau de complexidade
do tema não permite que os problemas e as possíveis soluções sejam tratados
em uma única unidade curricular.

Essa ação interdisciplinar para a sustentabilidade acontece em diferentes


espaços de aprendizagem, intra e extramuros, sempre calcada no diálogo e na
parceria, na articulação da teoria com a prática, no desenvolvimento de
habilidades necessárias à atuação consciente em contextos domésticos,
cotidianos e de trabalho. Surge relacionada à habilidade de trabalhar em equipe,
de negociar, de liderar e de problematizar, sendo também correlata às
habilidades que promovem o desenvolvimento do raciocínio sobre conteúdos
básicos e que permitem a familiarização do aluno com os processos de
construção do conhecimento científico.

A sustentabilidade perpassa os eixos de formação dos cursos da Faculdade Una


de Divinópolis sob diferentes perspectivas, direcionando os alunos a
compreender o tema de forma mais verticalizada e teoricamente fundamentada,
sem associá-lo exclusivamente ao mapeamento de cenários e ao gerenciamento
de riscos, à tomada estratégica de decisões, ao investimento de capital, ao
desenvolvimento e posicionamento de marcas, ao plano de negócios e aos
critérios de desempenho. Todos esses conhecimentos e habilidades são
imprescindíveis para a formação do perfil desejado para os profissionais e líderes
do século XXI.

Em uma perspectiva mais ampla, no entanto, a abordagem do tema


sustentabilidade na IES pretende também levar os alunos a refletir sobre o

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mundo, a entender as relações sociais, de produção, de trabalho e as hierarquias
de poder nele estabelecidas.

No curso de Engenharia da Computação a temática da Educação Ambiental


conforme Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho
98 de 2002, será abordada transversalmente na Unidade Curricular Core
Curriculum e obrigatoriamente no componente curricular Vida e Carreira e na
Unidade Curricular Administração e Integração de Operações e Qualidade, bem
como, de forma eletiva e opcional nos Projetos de Extensão ofertados pela IES.
O(s) Plano(s) de Ensino da(s) UC(s) mencionada(s) estão à disposição para
consulta.

2.6 Inovações pedagógicas

O currículo da Faculdade Una de Divinópolis possui em seu DNA um


característico viés inovador calcado na oferta de um ensino superior de
qualidade, dinâmico e atual, voltado às demandas de qualificação do século XXI
e à trabalhabilidade dos egressos, organizado por competências para uma
formação acadêmica e cidadã do aluno, com flexibilização e personalização do
ensino garantido por uma estrutura modular.

Entre outros elementos inovadores e transformadores incorporados pela


Faculdade Una de Divinópolis ao Projeto Pedagógico de seus cursos para
facilitar e qualificar o processo de ensino-aprendizagem, estão o uso de novas
tecnologias da informação aliadas ao ensino, o desenvolvimento de um robusto
ambiente virtual de aprendizagem, a concepção de programas de capacitação
continuada de docentes e a adoção de metodologias ativas de aprendizagem.

De maneira detalhada, as inovações pedagógicas caminham em direção à:

• aproximação gradativa de aspectos da vida pessoal e da vida universitária


por meio da criação de aplicativos digitais;

• busca pela aglutinação de novas ideias e propostas de trabalhos de


estudantes e professores em espaços digitais compartilhados;

• aproximação entre projeto acadêmico-profissional e projeto de vida dos


estudantes com a busca pelo desenvolvimento de habilidades e

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competências essenciais para a vida e o trabalho, de forma cidadã e
comprometida com o seu entorno;

• busca de incrementos na articulação entre o ensino presencial e o uso de


novas tecnologias de informação, favorecendo processos de
interatividade e possibilidades infinitas de ensinar e aprender; e 99

• criação e ao fomento de novos espaços de criação e socialização do


conhecimento, entendendo que a universidade não é tão somente um
lugar para se ter aula, mas também para conhecer pessoas e trocar
experiências e conhecimentos, além de viver e experimentar o
desenvolvimento intelectual e acadêmico.

2.6.1 Metodologias ativas de aprendizagem

As metodologias ativas de aprendizagem têm sido empregadas quando o que


se pretende é favorecer a autonomia e despertar o interesse do aluno,
estimulando sua participação nas atividades em grupo ou individuais. O papel
positivo que exercem nas formas de desenvolver o processo de aprender tem
sido o maior impulsionador de sua proliferação nos ambientes educacionais e o
motivo central que levou a Faculdade Una de Divinópolis à sua incorporação.

As metodologias ativas de aprendizagem consideram o estudante como sujeito


social, não sendo possível o trabalho sem a análise das questões históricas,
sociais e culturais de sua formação. Nesse contexto, em uma abordagem
interacionista, o aluno não é visto como um ser passivo, que apenas recebe
informações e conhecimentos, mas sim como um ser ativo, que faz uso de
objetos e gera suas significações para conhecer, analisar, aprender e, por fim,
desenvolver-se. Aqui, o estudante é o autor de sua aprendizagem.

Didaticamente, o que a Faculdade Una de Divinópolis busca com a adoção das


metodologias ativas é uma maior eficiência na atividade educativa, deslocando-
se o papel do professor, como mero transmissor de um conhecimento estanque,
para o de um mediador, que favoreça o “aprendizado crítico-reflexivo do
estudante, de forma ativa e motivadora” (BORGES; ALENCAR, 2014, p. 123).

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Em síntese, as metodologias ativas se configuram como uma possibilidade real
de ajudar o aluno a aprender.

Com base nessa ideia, é possível inferir que, enquanto o método


tradicional prioriza a transmissão de informações e tem sua
centralidade na figura do docente, no método ativo, os estudantes
ocupam o centro das ações educativas e o conhecimento é construído
100 de forma colaborativa. (DIESEL; BALDEZ; MARTINS, 2017, p. 271).

São vários os tipos de metodologias que têm sido empregados com esse fim.
Elas se aproximam de correntes teóricas como o interacionismo, de Vygotsky e
Piaget, da aprendizagem pela experiência, de Dewey, da aprendizagem
significativa, de Ausubel, e do construtivismo, de Paulo Freire. O importante é
que as teorias vieram, cada uma a seu modo, reforçar que a

(re)significação da sala de aula, enquanto espaço de interações entre


os sujeitos históricos e o conhecimento, o debate, a curiosidade, o
questionamento, a dúvida, a proposição e a assunção de posição
resultam, sem dúvida, em protagonismo e em desenvolvimento da
autonomia (DIESEL; BALDEZ; MARTINS, 2017, p. 285).

Para que a (re)significação do espaço da sala de aula aconteça de modo efetivo,


a Faculdade Una de Divinópolis não só emprega as metodologias ativas nos
processos de ensino-aprendizagem, como também dispõe de um ambiente
adequado e estruturado especialmente para que essas interações entre os
alunos e entre eles e o professor aconteçam de maneira mais fluida. As salas de
metodologias ativas de aprendizagem são amplas, de design concebido para
estimular a criatividade, devidamente equipadas com recursos tecnológicos e
dispondo de grandes mesas circulares para possibilitar e incentivar o trabalho
em equipe e a proatividade dos alunos. Estão no escopo de utilização da
Faculdade Una de Divinópolis diversas metodologias ativas, como a sala de aula
invertida (flipped classroom), a instrução por pares (peer instruction), o PBL
(project based learning e problem based learning), o storytelling, entre outras.

2.6.2 Tecnologias digitais na educação

Partindo do pressuposto de que nenhuma grande mudança acontece sem


educação, há que se questionar: por que não trazer então a tecnologia como
uma ferramenta para mudar os paradigmas da educação, uma vez que essa
ferramenta já é utilizada para mudar o mundo atual? Assim, é possível vislumbrar

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novas perspectivas para a educação com o uso da tecnologia. O ambiente
escolar não pode ser um hiato entre a tecnologia e o aluno, uma vez que os
alunos hoje estão cada vez mais conectados.

De acordo com Lemos (2004), em pleno século XXI, com o desenvolvimento da


computação móvel e das novas tecnologias nômades (laptops, palms e 101

smartphones), a rede transforma-se em um “ambiente” generalizado de


conexão, envolvendo o usuário em plena mobilidade. Se a internet fixa mostrou
o potencial agregador das tecnologias de comunicação, a internet móvel está
aproximando o homem do desejo de ubiquidade, fazendo emergir uma nova
cultura telemática, com novas formas de consumo de informação e com novas
práticas de sociabilidade.

Vive-se na era das conexões e, por essa razão, o uso da tecnologia na


Faculdade Una de Divinópolis e nas práticas de ensino-aprendizagem é um
requisito inerente à dinâmica deste século. A IES não conseguirá responder às
demandas dos estudantes sem o uso intensivo e eficiente da tecnologia. Para
Horn e Staker (2015), deve ser aplicado um modelo que seja híbrido, bem
estruturado e que permita a interação constante entre as pessoas e a ampliação
das possibilidades de construção e de aquisição de saberes.

A educação híbrida, na Faculdade Una de Divinópolis, na perspectiva dessa


ampliação das possibilidades de construção e de aquisição de saberes, encontra
seu principal esteio nas tecnologias móveis dos notebooks, celulares,
smartphones e tablets, dadas as características de portabilidade, versatilidade,
escalabilidade e acessibilidade que esses dispositivos agregam. Para a IES, a
integração do ensino mediado pelas novas tecnologias caminha rumo à
construção de uma verdadeira educação móvel, que rompe fronteiras ou
dicotomias entre quando e onde os estudantes aprendem, seja nos tempos e
espaços físicos, seja nos virtuais. Nesse sentido, as tecnologias portáteis ou
nômades vieram romper com os limites de tempo e de espaço em todas as
esferas das atividades humanas, no contexto da vida contemporânea, permitindo
que qualquer pessoa aprenda a todo momento e em qualquer lugar.

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A universidade, espaço socialmente institucionalizado como locus de produção
e de difusão do saber acadêmico-científico, de preparação das novas gerações
para vida cidadã e profissional, deve adiantar-se a essas mudanças,
consolidando novos paradigmas de produção e de difusão do conhecimento de
forma colaborativa, participativa e integrada à dinâmica das transformações
102
socioculturais, políticas, econômicas e tecnológicas. Incorporar o desafio da
construção de uma educação móvel, naturalmente híbrida, deixa de ser, então,
uma escolha e passa a ser uma necessidade.

Por outro lado, na Faculdade Una de Divinópolis, a necessidade de se incorporar


tecnologias digitais educacionais está condicionada à análise dos objetivos do
processo de ensino-aprendizagem, do contexto em que estão inseridos alunos
e professores e dos conteúdos que serão explorados em cada momento de
aprendizagem do curso. Não se trata de tecnologia por tecnologia, mas aquela
que, com objetivos pedagógicos claros, possa abrir um leque enorme de
possibilidades de aprendizagem.

Essa prática educacional pode ser projetada a partir de uma concepção de


dispositivo informacional, o que significa a apresentação não linear dos
conteúdos e das possibilidades de interligações e acesso entre eles. Esse
planejamento contempla, também, o dispositivo comunicacional, que abre ou
restringe “navegações” para que as pessoas envolvidas no processo de
comunicação possam interagir entre si por meio das ferramentas educacionais,
que são acessadas via ambiente multimidiático.

A utilização de estratégias multimídia nos cursos ofertados pela Faculdade Una


de Divinópolis pretende tornar o ambiente educacional rico em situações
propícias para que o aluno e o professor possam experienciar, de forma
significativa, a busca pela informação, a compreensão dos conceitos e das
relações complexas que os conectam, a aplicação do conteúdo apreendido por
meio de situações-problema, a análise crítica da área do conhecimento
estudada, a estruturação de sínteses que despertem o reconhecimento de
padrões estabelecidos dos temas discutidos e a avaliação para se formar opinião
própria diante dos desafios propostos.

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A Faculdade Una de Divinópolis entende, portanto, que as tecnologias digitais
são recursos para potencializar a aprendizagem e, ao mesmo tempo, valorizar
os momentos de ensino presencial, em que a mediação é feita pelo professor,
envolvendo atividades colaborativas com os pares em sala de aula. Tem-se,
então, educação a todo tempo, em todos os momentos, em qualquer lugar.
103

2.6.3 Ambiente Virtual de Aprendizagem – Ulife

O Ulife é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), ou learning management


system (LMS), desenvolvido pela Ânima Educação para fazer a mediação
tecnológica do processo de ensino-aprendizagem nos cursos. É uma plataforma
on-line baseada na nuvem, que oferece uma suíte completa de aplicativos
educacionais disponíveis para utilização. O software foi desenhado para auxiliar
e facilitar o trabalho do corpo acadêmico, assim como para permitir o diálogo
constante entre coordenadores, professores e alunos.

A comunidade acadêmica encontra o link para acessar o Ulife no próprio site da


IES. A plataforma pode ser acessada em qualquer computador com conexão à
internet, não necessariamente localizado nas IES. Para entrar, professores
utilizam seu usuário e senha corporativos, ao passo que alunos usam o número
do registro acadêmico e a senha pessoal. Esse acesso ao Ulife ocorre por meio
de um navegador web, como o Firefox ou o Google Chrome, o que possibilita
aos usuários uma interação fluida. No caso do acesso via dispositivos móveis, o
sistema tem interface responsiva e há, ainda, um aplicativo Ulife Mobile,
disponibilizado para sistemas Android e iOS.

O Ulife tem na experiência do usuário seu foco central. É desenvolvido para ser
um sistema que garanta uma experiência interativa rica e livre de contratempos,
de modo a manter e a satisfazer os usuários no processo acadêmico e de ensino-
aprendizagem. Apresenta uma interface com navegação intuitiva e um visual
moderno para o consumo de conteúdo, características destinadas a atender aos
objetivos de acelerar a curva de aprendizagem dos alunos e de aumentar o
engajamento deles.

Ainda que apresente uma interface intuitiva, tutoriais encontram-se disponíveis


aos usuários do sistema, com informações sobre a localização dos recursos ali

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presentes e instruções a respeito da sua utilização. Quaisquer dúvidas em
relação ao ensino e à própria plataforma também podem ser resolvidas nas
centrais de atendimento on-line ao aluno, pelo chat, e-mail, ou, ainda, por
telefone. O Ulife também disponibiliza um FAQ institucional, que agrega as
perguntas mais frequentes e as apresenta acompanhadas das respostas.
104

Também no Ulife, o aluno pode acessar as bases de dados da Biblioteca Digital


Pearson e da Minha Biblioteca, que contribuem para o aprimoramento e o
aprendizado com diversos recursos interativos e dinâmicos, com acesso à
informação de forma prática e eficaz, bem como com a diversidade de títulos.
Atualmente, estão disponíveis cerca de 16 mil títulos para acesso on-line. Essa
garantia de acesso de um livro por aluno permite aos discentes realizar os estudos
de maneira mais independente ou de forma interativa pelas marcações e
indicações dos professores. Cabe destacar que a Faculdade Una de Divinópolis
não deixará de disponibilizar exemplares impressos, que estarão à disposição dos
alunos também nas bibliotecas.

O conteúdo das bases de dados mencionados é acessível a pessoas com


deficiência visual por meio de software auxiliar. Visando à acessibilidade digital e
nas comunicações, vários recursos e soluções são pesquisados e implementados
pela equipe de desenvolvimento no Ulife, buscando diminuir as barreiras
existentes na comunicação com as pessoas com deficiência e pensando na
acessibilidade do sistema por meio de Libras, legendas e audiodescrição.

Integração entre o Ulife e o sistema acadêmico

Além de ser um ambiente virtual de aprendizagem, o Ulife é também uma


solução de gestão acadêmica. Em um único portal, apresenta tudo o que o
aluno precisa em uma experiência simples e unificada. Conectado ao Sistema
Integrado Acadêmico-Financeiro (Siaf), permite solicitar e acompanhar os
seguintes processos acadêmicos:

• Matrícula – abertura e fechamento do processo de matrícula com


configuração de etapas (processo interno e processo externo web);
recebimento dos aprovados no vestibular ou em qualquer outra forma de
ingresso totalmente integrada com o sistema de processo seletivo Vestib;

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manipulação do diário de classe com base em cadastros prévios de
período letivo, grade curricular, horários, remanejamentos, quadro de
vagas, etc.;

• Relatórios/consultas eventuais – informações consistentes, apresentadas


de forma adequada para atender à solicitação do usuário; 105

• Diário de classe – configuração de vínculo de professores,


coordenadores, unidades curriculares, alunos nas turmas; abertura e
fechamento de diários antigos para professores ou coordenadores
efetuarem correções;

• Dados de histórico escolar dos alunos – equivalências por aluno, unidade


curricular e estrutura curricular;

• Protocolos – atendimento, configuração do processo/fluxo, registro de


contato com o aluno; e

• Outros menus para alimentação do sistema para que sejam usadas as


informações em alguma tela operacional.

Por meio do Ulife, o aluno pode acompanhar diversos protocolos de secretaria


relacionados à sua vida acadêmica. Entre os diversos processos que poderão
ser solicitados de maneira on-line, destacam-se: assistência pedagógica
domiciliar; atestado de conclusão de curso com histórico escolar; colação de
grau especial; declaração de frequência, etc. O aluno pode realizar sua
matrícula por meio da plataforma, contando com tecnologia exclusiva para a
efetivação do processo. Cabe ressaltar, todavia, que a virtualização dos
protocolos não exclui o atendimento presencial, quando este se fizer
necessário. Os protocolos disponíveis no Ulife têm por objetivo contribuir para
a melhoria do atendimento ao aluno e para a efetividade e a agilidade nas
respostas, otimizando processos e evitando a perda de tempo no atendimento.

Como ferramenta de apoio aos processos de ensino-aprendizagem, o Ulife


permite que o estudante visualize o plano de aula, as datas de avaliação e os
materiais didáticos associados às unidades curriculares. A plataforma faculta
ao aluno acompanhar com mais autonomia as informações que o professor

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disponibilizar no sistema. Dessa forma, o discente tem controle de sua vida
acadêmica.

O professor, por outro lado, pode cadastrar no sistema os conteúdos didáticos,


consultar a base de dados da biblioteca para renovação e reserva de livros, bem
106 como acessar as bibliotecas virtuais e os portais de periódicos on-line, podendo
compartilhar livros, revistas e jornais ou indicações bibliográficas com os alunos.
O sistema ainda permite ao docente realizar uma série de operações, como
acessar o diário de classe on-line, gerar relatórios para acompanhamento das
turmas no que se refere à frequência e à avaliação e realizar a assinatura digital
das atas de resultado final.

O Ulife é também um importante instrumento de gestão para o coordenador do


curso, uma vez que permite o acompanhamento da execução do trabalho
docente por meio de relatórios de pendência sobre lançamento de planos de
ensino, notas e frequências. Facilita a comunicação entre coordenação,
professores e alunos da instituição, disponibilizando ferramentas para a
interação dos seus usuários.

O sistema contribui, ainda, para o processo de autoavaliação institucional,


oferecendo recursos para subsidiar esse processo, auxiliando na sensibilização
dos alunos com avisos de pendência e na divulgação dos resultados, deixando
disponível para o professor o seu relatório da avaliação institucional. Por meio
do Ulife, o usuário pode também tomar conhecimento de informações e serviços
relativos aos setores da IES, já que o sistema concede acesso ao Portal Intranet.

É premissa do Ulife ser uma ferramenta em constante evolução, que já conta


com vários e importantes recursos para a vida estudantil, como o Portal de
Vagas, em que o aluno encontra oportunidades de estágio e emprego em
diversas áreas em todo o Brasil. O portal disponibiliza trilhas de conteúdo, artigos
e atividades elaboradas especificamente para o desenvolvimento profissional.
Consultores on-line de carreira auxiliam na preparação dos alunos para o
mercado de trabalho, ao passo que uma área para a gestão de estágios acelera
os processos necessários para a formalização dos contratos. Assim, o Ulife é
uma plataforma de ensino-aprendizagem, de acompanhamento da vida

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acadêmica e de planejamento da carreira profissional, que auxilia o discente no
decorrer de todo o seu percurso formativo, bem como na sua preparação para o
mercado de trabalho.

Descrição técnica
107
O Ulife está hospedado na Amazon Web Services (AWS), na região da Virgínia
(us-east1). Do ponto de vista técnico, o sistema é licenciado como um serviço
(SaaS), o que inclui gestão de servidores, rede e conectividade. A solução utiliza
uma arquitetura distribuída baseada em microsserviços, demandando mais de
cem servidores, em horários de pico, situados em três redes distintas para
redundância, disponibilidade e escalabilidade.

O Ulife utiliza um processo de auto scaling para ligar/desligar servidores/


contêineres conforme a utilização da solução. Quanto mais alunos acessando,
mais servidores são disponibilizados. Existe também um processo denominado
self-healing para detecção de falhas e correções automáticas sem a
necessidade de intervenção humana.

Figura 9 – Visão geral da arquitetura de distribuição

Fonte: autoria própria.

O Ulife é desenvolvido utilizando as seguintes linguagens e tecnologias: C#,


JavaScript, Phyton, .NET (Full Framework/.NET Core), ASP.NET MVC e API
(Full Framework/.NET Core), Kotlin (aplicativo Android) e Swift (iOS). Os

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seguintes bancos de dados são usados para armazenamento/gestão dos dados:
SQL Server, MariaDB, Elastic Search, Redis, Cassandra, MongoDB, S3 e
BigQuery (Google Cloud Plataform).

A solução utiliza, ainda, os seguintes serviços do AWS: Elastic Cloud Compute,


108 Elastic Container Service, Simple Storage Service, Virtual Private Cloud, Simple
Notification Service, Simple Queue Service, Elastic Cache, Elastic Service,
Route53, Lambda, Athena e CloudFront. Visa-se à implementação regular, a
cada semestre letivo, do plano de expansão e de atualização do sistema de acordo
com a demanda dos cursos.

2.6.4 Educação híbrida

No atual cenário social, o uso de tecnologia é um processo intrínseco às atividades


humanas de forma generalizada. Transitamos entre espaços digitais e físicos de
forma fluida, natural; intercalamos conversas presenciais e mensagens
eletrônicas, utilizamos recursos digitais durante reuniões presenciais, momentos
dos mais distintos em nossas vidas misturam tecnologia e presencialidade sem
que se perceba onde um começa e o outro termina.

No Brasil, a regulação que trata da educação está pautada em uma dicotomia


entre o espaço físico e o espaço virtual, segmentando esses espaços de
relacionamento, convivência e aprendizagem. Essa segmentação foi motivada em
parte no modo como se desenhou a regulação da educação a distância, a partir
da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, mas há de se considerar que, à época,
o cenário social era totalmente distinto. Os recursos tecnológicos eram mais
limitados e escassos e as tecnologias exerciam menor impacto sobre o mundo do
trabalho, colaborando para uma visão depreciativa da EaD em relação à educação
presencial.

Passados muitos anos da publicação da LDB, nos encontramos em um novo


cenário. Os avanços tecnológicos mudaram radicalmente o mundo e a forma
como interagimos nele, desafiando a educação a ressignificar seu papel para se
adaptar às mudanças, especialmente diante da emergência de uma nova
inteligência coletiva, aberta e autônoma na construção de conhecimentos não
prescritos pelos currículos escolares. A intensa inserção de ferramentas

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tecnológicas no processo de aprendizagem passou a ser condição sem a qual não
é possível a aproximação entre universidade e sociedade, formação acadêmica e
mundo do trabalho.

O Ecossistema de Aprendizagem da Faculdade Una de Divinópolis tem nas


tecnologias digitais de comunicação e informação um recurso para o 109

aprimoramento da experiência de aprendizagem e de apoio à materialização dos


princípios do currículo. O E2A adota uma abordagem híbrida de educação
combinando situações de aprendizagem com a utilização de recursos
tecnológicos digitais em momentos presenciais e virtuais. A Faculdade Una de
Divinópolis acredita que a mera inserção de tecnologias na educação não é
suficiente para concretizar plenamente o seu projeto de formação, que inclui
formar profissionais com competências para atuarem como cidadãos e
profissionais em um mundo incerto, líquido, fluido e mutável, conforme descrito
por Bauman (2002), e apoiar os futuros profissionais na construção do seu projeto
de vida com competências para o lifelong learning.

Nesse cenário no qual as tecnologias digitais de informação e comunicação


passaram a exercer um papel determinante na configuração dos ecossistemas e
ambientes educacionais, os modelos híbridos de ensino e aprendizagem
despontam como principal forma de inovação em educação. No entanto, inovar é
mais do que incorporar novas tecnologias às práticas educativas.

De acordo com Thurler (2001), a cultura educacional e a organização da escola


incidem sobre o seu potencial de mudança. A Faculdade Una de Divinópolis tem
a inovação como um de seus valores e a entende como um processo contínuo e
de construção coletiva que se concretiza em um currículo vivo e em movimento
que, com o apoio das tecnologias, busca integrar as experiências da formação
profissional àquelas oriundas da relação com o mundo fora da escola.

Assim como os profissionais em seus trabalhos e empreendimentos, os alunos


também têm preferências e particularidades que os aproximam mais do cenário
de aprendizagem digital ou presencial. A Faculdade Una de Divinópolis acredita
na personalização do ensino em todas as suas dimensões, inclusive na escolha
do cenário de aprendizagem, e defende o que é chamado de modelo de “joystick”,

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da educação omnichannel, em que o aluno, protagonista da sua formação,
escolhe qual ambiente de aprendizagem oferece melhores condições para o seu
desenvolvimento.

Figura 10 – Modelo joystick


110

A personalização traduz a hibridez no currículo e revela o nosso modo de entender


a educação e o seu papel diante das mudanças sociais impactadas pelos avanços
tecnológicos. Para Moran (2015, p. 39), na educação híbrida “[...] o ensinar e o
aprender acontecem em uma interligação simbiótica, profunda e constante entre
os chamados mundo físico e digital. Não são dois mundos ou espaços, mas um
espaço estendido, uma sala de aula ampliada, que se mescla, se hibridiza
constantemente.”. a Faculdade Una de Divinópolis acredita que essa simbiose
requer um projeto curricular flexível em um ecossistema aberto, dinâmico,
complexo e rico em possibilidades de combinações variadas, com vistas à
construção de aprendizagens significativas, por isso desenha o seu projeto
formativo em coerência com essa premissa.

Nesse sentido, a Faculdade Una de Divinópolis optou por empregar o conceito de


educação híbrida no lugar de ensino híbrido em concordância com os avanços
das discussões sobre o tema nos últimos anos. A educação híbrida nos convida a
compreender a hibridez a partir de uma perspectiva mais ampla e integrada ao
projeto curricular, pois não se limita à combinação de experiências educacionais
em espaços físicos e digitais virtuais. O sentido da inovação se inscreve na
capacidade de sermos criativos e disruptivos, mas ao mesmo tempo de preservar
os princípios e os valores que orientam o nosso currículo e o nosso projeto de
formação.

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De acordo com Moran (2015), há três dimensões importantes do currículo para a
inovação na educação híbrida: a ênfase no projeto de vida dos alunos; a ênfase
em valores e competências amplas; e a integração de tempos, espaços,
metodologias, tecnologias em equilíbrio com aprendizagens individuais e grupais.
(MORAN, 2015, p. 29). Na Faculdade Una de Divinópolis, a hibridez é uma forma
111
de traduzir um importante princípio do seu currículo, que é a integração. Nos
currículos integrados, as tradicionais disciplinas que historicamente favoreceram
o isolamento dos professores e a fragmentação do conhecimento deram lugar às
unidades curriculares, provocando um movimento de cooperação profissional e
de integração entre pessoas e saberes. Essa integração também se reflete nas
diferentes comunidades de aprendizagem frequentadas pelos alunos durante o
seu percurso formativo, aproximando a experiência acadêmica da realidade social
e profissional.

A integração traduz a hibridez ao combinar ambientes, pessoas e saberes, num


processo de acolhimento da diversidade e da formação de consensos para a
construção de um projeto comum. Na Faculdade Una de Divinópolis, a
personalização viabilizada pela educação híbrida é uma forma de acolher as
individualidades dos alunos, suas preferências, ritmos e formas de aprender,
assim como apoiá-los em suas dificuldades.

A implantação do E2A deu forma ao projeto de educação híbrida num movimento


de construção coletiva intensificado pelos currículos integrados e pelos diversos
projetos incorporados no ecossistema de aprendizagem. Os alunos transitam por
esses projetos personalizando o seu percurso formativo, por meio das trilhas de
empreendedorismo e mentoria do programa Vida & Carreira, das UC Duais, dos
projetos de extensão e pesquisa, das UC personalizáveis, da internacionalização,
do Core Curriculum ou dos projetos do Programa Sucesso do Aluno, entre outros.

As tecnologias digitais de informação e comunicação têm sido grandes aliadas do


processo de personalização, por meio do learning analytics como apoio à
construção de trilhas de aprendizagem personalizadas e à gestão docente do
processo de ensino-aprendizagem. Aprender e ensinar em currículos integrados
tendo a personalização como premissa da educação híbrida é um desafio
permanente, que exige dos nossos educadores e gestores disposição para

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compartilhar saberes, dúvidas e perspectivas, assim como para planejar em
conjunto.

2.6.4.1 A organização do trabalho docente

Na era digital, os papéis e as relações entre alunos e professores tendem a ser


112
mais horizontais. O aluno constrói suas aprendizagens de forma cada vez mais
autônoma e a partir de seus interesses e necessidades. Nessa nova configuração,
os estudantes são mais autônomos na construção de seus percursos de
aprendizagem e a organização do trabalho docente deve passar por modificações,
devendo o professor repensar os espaços e os tempos para a construção de
ambientes de aprendizagem mais personalizáveis e colaborativos.

Os espaços e os ambientes

Na educação híbrida, ao mesmo tempo em que a visão de espaço rígido,


fronteiriço e geográfico é superada, ampliam-se as possibilidades de disrupção
nos espaços convencionalmente utilizados para a prática do que denominamos
“aula”. A sala de aula deixa de ser apenas um local físico composto de quatro
paredes, lousa e carteiras enfileiradas, flexibilizando-se e prolongando-se para
outros espaços, tais como empresas, indústrias, áreas livres, exposições, ONGs,
e outras possibilidades. Afinal, aprendemos em todos os lugares e o tempo todo.

De acordo com Sacristán (1998), as configurações de espaço já dadas pela


escola influenciam e definem as práticas educativas, tornando possíveis ou não
a criatividade e a inovação dessas práticas. Desse modo, a flexibilidade, a
colaboração e a personalização devem caminhar com a disrupção no espaço
escolar para que se concretize a educação híbrida. É nesse sentido que a
Faculdade Una de Divinópolis inclui nas experiências do currículo os diferentes
ambientes e espaços digitais e físicos: salas de metodologias ativas, Ânima Lab,
coworking, space maker, áreas de convivência, ambientes virtuais de
aprendizagem, laboratórios digitais, dentre outros. Os alunos podem realizar a
mesma atividade em ambientes diferentes, e atividades diferentes em um
mesmo ambiente.

O planejamento das atividades de ensino

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O planejamento das atividades de ensino em um projeto de educação híbrida
deve ter como premissa criar oportunidade para que os alunos experienciem o
melhor do que os diferentes espaços e ambientes podem oferecer, visando à
sua aprendizagem. De acordo com Forneiro (2008), os ambientes de
aprendizagem devem ser planejados considerando-se quatro dimensões:
113
• Física: materiais e recursos;

• Funcional: o modo como utilizamos o espaço;

• Temporal: a organização do tempo e o momento de utilização dos


espaços; e

• Relacional: quais relacionamentos se estabelecem na aula.

A sala de aula virtual do Ulife é um dos muitos ambientes do ciberespaço. Nela,


os objetos físicos dão lugar aos recursos educacionais digitais. O planejamento
para explorar esse espaço considera a potencialidade e a especificidade de cada
um dos recursos para o processo de ensino-aprendizagem. Esse planejamento
envolve os docentes num processo de curadoria de conteúdo em diferentes
formatos midiáticos e sua utilização em contextos educacionais específicos,
especialmente considerando que os recursos educacionais digitais abrangem
uma diversidade de características e possibilidades de utilização. E se
apresentam em diferentes formatos (imagens, textos escritos, vídeos, áudios,
hipertextos), podem ser de diferentes tipos (tutoriais, animações, simulações,
jogos), de interação e colaboração (mídias sociais), com diferentes condições de
uso (gratuitos, pagos, adaptáveis, fechados) e para diferentes necessidades e
públicos.

Na Faculdade Una de Divinópolis, o planejamento do ensino se orienta pelo


marco conceitual do ensino para a compreensão – EpC, que tem na educação
híbrida a possibilidade de considerar a planificação de ambientes que combinem
os espaços físico e virtual para gerar experiências personalizadas e que
promovam a compreensão profunda, expressada por meio de desempenhos que
avancem em níveis de complexidade ascendente. No EpC, como dito
anteriormente, os quatro elementos do planejamento levam os professores a

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refletirem acerca das seguintes questões, para as quais respostas são
construídas na ação de planejar.

• Tópicos geradores: quais tópicos valem a pena compreender?

• Metas de compreensão: o que os estudantes precisam compreender


114 sobre eles?

• Desempenhos de compreensão: como podemos estimular a


compreensão?

• Avaliação contínua: como podemos saber o que os estudantes


compreenderam?

Entre as questões apresentadas, a de maior relevância às escolhas do professor


para colocar em ação a educação híbrida se insere no campo do “como fazer”
para estimular a compreensão ou para saber o que os alunos compreenderam,
pois envolve a busca de estratégias e recursos a serem empregados para a
construção de um ambiente de aprendizagem.

Sobre o ato de planejar o ensino, Zabalza (2006) utiliza a metáfora das


“coreografias didáticas”. Para o autor, o planejado (estratégias, materiais,
cenários, recursos, espaços e ambientes) é a estrutura visível da coreografia
que, quando colocados em cena, (aula) mobiliza a estrutura invisível da
coreografia, que diz respeito às ações internas que os alunos realizam para
aprender e o modo como transformam a experiência, recriando e
experimentando em seu próprio ritmo os elementos colocados em cena.

Nesse sentido, os espaços de formação permanente e de planejamento coletivo


das unidades curriculares promovidos pela Faculdade Una de Divinópolis
provocam os professores a encontrarem respostas para quais ambiências serão
geradas nas aulas; quais elementos serão colocados em cena; se os alunos
terão oportunidade de realizar operações mentais complexas, observar,
estabelecer relações, levantar hipóteses, criar soluções; se as aulas suscitam
colaboração; se os desempenhos possibilitam o alcance das metas de
compreensão; e sobre quais ambientes combinam melhor com as estratégias e
conteúdos planejados.

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O planejamento do ensino deve considerar a singularidade dos alunos, a
diversidade inerente aos grupos e a premissa de que o processo ensino-
aprendizagem pode se dar em diferentes espaços e ambientes. Quanto mais
diversas as possibilidades trazidas pelas coreografias didáticas construídas
pelos professores, mais inclusiva, personalizada e hibrida será a educação.
115

2.6.4.2 Modelo de hibridez

De acordo com estudo realizado pelo Clayton Christensen Institute (2012), o


ensino híbrido pode se apresentar por meio de alguns modelos ou metodologias,
das quais se destacam: Rotação por Estações, Modelo Flex, Modelo A La Carte
e Modelo Virtual Enriquecido, conforme descritos no quadro a seguir:

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ROTAÇÃO POR ESTAÇÕES

O modelo de Rotação é aquele no qual, dentro de um curso ou matéria (ex.: matemática),


os alunos revezam entre modalidades de ensino, em um roteiro fixo ou a critério do
professor, sendo que pelo menos uma modalidade é a do ensino on-line.

116 Outras modalidades podem incluir atividades como as lições em grupos pequenos ou
turmas completas, trabalhos em grupo, tutoria individual e trabalhos escritos.

O modelo de Rotação tem quatro submodelos: Rotação por Estações, Laboratório

Rotacional, Sala de Aula Invertida, e Rotação Individual.

1. O modelo de Rotação por Estações — ou o que alguns chamam de Rotação


de Turmas ou Rotação em Classe — é aquele no qual os alunos revezam dentro
do ambiente de uma sala de aula.

2. O modelo de Laboratório Rotacional é aquele no qual a rotação ocorre entre


a sala de aula e um laboratório de aprendizado para o ensino on-line.

3. O modelo de Sala de Aula Invertida é aquele no qual a rotação ocorre entre a


prática supervisionada presencial pelo professor (ou trabalhos) na escola e a
residência ou outra localidade fora da escola para aplicação do conteúdo e lições
on-line.

4. O modelo de Rotação Individual difere dos outros modelos de Rotação porque,


em essência, cada aluno tem um roteiro individualizado e, não necessariamente,
participa de todas as estações ou modalidades disponíveis.

MODELO FLEX é aquele no qual o ensino on-line é a espinha dorsal do aprendizado do


aluno, mesmo que ele o direcione para atividades off-line em alguns momentos.

Os estudantes seguem um roteiro fluido e adaptado individualmente nas diferentes


modalidades de ensino, e o professor responsável está na mesma localidade.

MODELO A LA CARTE é aquele no qual os alunos participam de um ou mais cursos


inteiramente on-line, com um professor responsável on-line e, ao mesmo tempo, continuam
a ter experiências educacionais em escolas tradicionais. Os alunos podem participar dos
cursos on-line tanto nas unidades físicas ou fora delas.

MODELO VIRTUAL ENRIQUECIDO é uma experiência de escola integral na qual, dentro


de cada curso (ex.: matemática), os alunos dividem seu tempo entre uma unidade escolar
física e o aprendizado remoto com acesso a conteúdo e lições on-line.

Fonte: HORN, M.B.; STACKER, H. Ensino híbrido: uma inovação disruptiva? uma introdução à
teoria dos híbridos. Clayton Christensen Institute. Maio/2013. Disponível:
https://www.christenseninstitute.org/publications/ensino-hibrido/ Acesso em 11 out. 2020.

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Tendo como inspiração as experiências e os modelos apresentados por Horn &
Stacker (2013), a Faculdade Una de Divinópolis criou seu próprio modelo de
educação híbrida, combinando atividades em espaços físicos e digitais por meio
da metodologia da sala de aula invertida e da rotação por estações de
aprendizagem.
117

Sala de aula invertida

Na sala de aula invertida, ou flipped classroom, os alunos estudam previamente


o material organizado e indicado pelo professor no ambiente digital virtual para
dar continuidade a esse estudo no ambiente físico, onde o professor orienta,
esclarece dúvidas e propõe atividades e debates acerca do tema estudado. A
sala de aula invertida é uma forma de aprendizagem ativa, que pode ser
explorada como estratégia para engajar os alunos nos estudos das unidades
curriculares.

Rotação por estações de aprendizagem

A rotação por estações de aprendizagem foi uma escolha metodológica da


Faculdade Una de Divinópolis para potencializar e dar forma ao seu projeto de
educação híbrida, combinando diversidade e personalização, flexibilização e
integração curricular. Além disso, a rotação promove a utilização de estratégias
ativas de ensino-aprendizagem, colocando o aluno no centro do processo. As
estações de aprendizagem se constituem em momentos e experiências que se
combinam a ambientes para promover aprendizagens significativas. Elas foram
planejadas para consolidar a concepção de currículo adotada pela Faculdade
Una de Divinópolis e favorecer a hibridez fluida, de modo a combinar o que cada
espaço e ambiente tem de melhor para potencializar a aprendizagem dos alunos.
Ao projetar as estações de aprendizagem, as seguintes diretrizes foram
consideradas:

• as estações devem ser diferentes em sua natureza e finalidade. Portanto,


possuem uma identidade, um conjunto de características que as tornam
mais próximas ou não de atender a determinados objetivos e metas do
currículo;

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• o que define se um aluno se encontra em uma ou outra estação não é a
estação em si, mas a intencionalidade do professor, com base do
planejamento realizado;

• a relação entre as estações de aprendizagem e as atividades educativas

118
planejadas pelo professor é de interdependência;

• os temas das estações são prevalentes e não exclusivos, portanto uma


estação pode possuir atividades identitárias de outra estação,
favorecendo a fluidez do processo ensino-aprendizagem; e

• as estações não são exclusivamente práticas ou teóricas: a


indissociabilidade entre teoria e prática é um princípio do currículo.

As estações, com suas identidades, provocam os professores a refletirem sobre


sua prática, funcionando como fios condutores do planejamento das aulas.
Quando colocadas em ação, trazem para dentro da unidade curricular o ensino,
a pesquisa e a extensão como elementos indissociáveis no currículo da IES.

As estações de aprendizagem

Para articular as diferentes formas de aprender dos nossos alunos e as diversas


possibilidades de integração entre os elementos do currículo, o ecossistema de
aprendizagem proposto é composto pelas seguintes estações de aprendizagem:
Problematização e Síntese; Simulação; Mundo do Trabalho; Pesquisa Aplicada;
e Extensão.

Estação: problematização e síntese

Nessa estação, prevalecem o debate, a problematização, a contextualização, a


fundamentação teórica e a construção de novos conceitos. Os alunos exercitam
o pensamento crítico e reflexivo e desenvolvem atividades individuais e em
grupo, especialmente de forma síncrona com o acompanhamento do professor.
São levados a argumentar, compartilhar ideias, comunicar processos de
construção de conhecimento e desenvolvimento de projeto, assim como formular
sínteses. São realizadas atividades como: aula magna e exposição dialogada;
atividades gameficadas; plenárias; fóruns para debates; avaliação 360º;

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seminários; pitch de projetos; mostras e exibições de produção discente;
produção de apresentações ou seminários (sala de aula invertida); relatoria de
projetos; mapa mental, briefing, mapas conceituais e painéis semânticos; e
estudos de caso.

119
Estação: simulação
Nessa estação, prevalecem as atividades de observação ou participação ativa
na aplicação de conhecimento, na testagem de hipóteses, simulando as
condições reais do ambiente. Os alunos podem fazer simulações em qualquer
espaço físico no qual o ambiente tenha sido organizado com os devidos recursos
e com a devida segurança, portanto a simulação não tem como ambiente único
o laboratório convencionalmente criado para este fim. Simulações podem ser
realizadas por meio de softwares em laboratórios físicos ou virtuais, mas podem
também ser uma estratégia do professor para aproximar o aluno das situações
vivenciadas no cotidiano profissional, como no caso dos jogos empresariais
utilizados pela área de gestão e o júri simulado empregado nos cursos de Direito,
por exemplo. Nessa estação, são realizadas atividades de instrumentalização e
experimentação com produção assistida; aplicação de um conhecimento e
testagem de hipóteses; e produção e desenvolvimento de protótipos e maquetes.

Estação: mundo do trabalho

Nessa estação, prevalece a experiência dos alunos com a carreira e a profissão.


A UC Dual e os estágios são os contextos profissionais que mais bem
representam essa estação. Os projetos do programa Vida & Carreira (mentorias,
trilhas de empreendedorismo, currículo do futuro e tutoria) formam o contexto de
conexão entre o mundo do trabalho e a formação no curso. As agências
experimentais e os escritórios-modelo também fazem essa conexão. Nesta
estação, são realizadas atividades como discussão de cases reais trazidos de
contextos reais da profissão; e desenvolvimento de soluções com emprego de
conhecimentos técnicos.

Estação: pesquisa aplicada

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Nessa estação, prevalece o engajamento dos estudantes na construção de suas
aprendizagens por meio da pesquisa orientada. A pesquisa como metodologia
de ensino ajuda os alunos se engajarem na resolução de problemas utilizando
diferentes espaços e ambientes digitais e físicos: bibliotecas, laboratórios,
comunidade externa, entre outros possíveis. Dessa forma, integra investigação
120
ativa ao modo como se constrói conhecimento na área. Aqui, são realizadas:
atividades autônomas de aplicação prática e produção do conhecimento para
refutação/comprovação de hipótese com a reformulação de teorias; busca ativa
para construção de referencial teórico dos projetos desenvolvidos na UC;
produção científica (papers, artigos, resenha crítica, fichamentos etc.); atividades
autônomas de aplicação prática; e produção do conhecimento para refutação/
comprovação de hipótese e formulação de teorias.

Estação: extensão

Nessa estação, prevalecem as atividades relacionadas aos projetos que


impactam a comunidade, de caráter educativo, social, cultural, científico ou
tecnológico. Outra possibilidade consiste em eventos de apresentação, tais
como mostras, ciclos de debate, seminários, entre outros. São realizadas
atividades como criação de soluções para problemas da comunidade; prestação
de serviços à comunidade; e pesquisa-ação.

2.6.4.3 O planejamento do ensino e as estações de aprendizagem

Para colocar em ação do seu modelo de educação híbrida, a Faculdade Una de


Divinópolis possui, para cada sala de aula física, uma sala de aula virtual, o que
implica trânsito dos alunos por esses dois espaços. Para isso, faz-se necessário
o planejamento flexível, que amplie as possibilidades de diversificação e
personalização do processo ensino-aprendizagem. O espaço físico da aula pode
ser uma sala, um local aberto, uma empresa, entre outros. O espaço virtual pode
ser um ambiente virtual de aprendizagem, uma biblioteca digital, um museu
virtual, um laboratório simulado, entre outras possibilidades. O tempo pode ser
definido pelo professor ou pelos alunos, conforme sua disponibilidade e ritmo.
As atividades de estudo podem ser realizadas de forma síncrona ou assíncrona,
com ou sem a presença do professor, individualmente, em pares ou em grupo.

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O que vai definir os contornos desse desenho é a natureza do conhecimento em
que se insere a unidade curricular. As aulas se desenvolvem considerando-se a
combinação de momentos síncronos e assíncronos, e, no planejamento, são
avaliadas quais estratégias respondem melhor a cada momento (síncrono ou
assíncrono), garantindo-se a fluidez e o diálogo entre eles.
121

2.6.4.4 Produção e atualização de material didático

Os professores presenciais podem, sempre que julgarem conveniente e


oportuno, disponibilizar material relativo a cada UC, postando-o no AVA para o
livre acesso dos discentes. Esses materiais são complementares aos conteúdos
de referência da UC, mas alinhados às suas metas de compreensão. Poderão
ser textos, vídeos, listas de exercícios, ou seja, tudo aquilo que os professores
considerarem pertinente para auxiliar os alunos no seu processo de
aprendizagem.

Além disso, os professores podem disponibilizar conteúdo próprio, produzido por


eles mesmos, em diversas linguagens, formatos e suportes, em um repositório
on-line que, munido de uma ferramenta de busca, permitirá aos curadores de
conteúdo utilizarem aquele material previamente autorizado pelo autor. Dedicar
espaço à postagem desses conteúdos extra é uma estratégia para apoiar e
estimular a produção autoral pelo corpo docente dos cursos e, assim, incentivar
neles um olhar inovador e estimulante para o processo de ensino a distância.

2.6.4.5 Acessibilidade comunicacional

A Faculdade Una de Divinópolis dedica atenção especial ao aluno com


deficiência visual a fim de tornar os conteúdos disponibilizados na plataforma on-
line acessíveis para aqueles que não possam acessá-los em seus formatos
originais. Os recursos de acessibilidade no material didático estão disponíveis
com legendagem e intérprete de Libras nos vídeos e da audiodescrição nos
materiais apresentados em formato gráfico (tabelas, quadros, charges e
tirinhas).

A plataforma Ulife também disponibiliza, no link de acesso à biblioteca,


conteúdos provenientes das bases de dados Minha Biblioteca, Biblioteca Virtual,

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Ebsco, Biblioteca do Senac, Revistas dos Tribunais que permitem o uso de
softwares auxiliares, como o leitor de tela NVDA, assegurando aos alunos com
deficiência visual a escuta dos títulos disponíveis por meio do recurso de
acessibilidade de leitura em voz alta.

122 Também pensado como forma de reduzir as barreiras comunicacionais, o


material didático é, ao longo do curso, apresentado e oferecido ao aluno
virtualmente por meio de diferentes mídias, suportes e linguagens, o que ajuda
a alcançar e a atender às necessidades particulares de uma diversidade de
pessoas. O critério adotado para se determinar qual será a linguagem – escrita,
verbal, visual – utilizada para cada conteúdo é, primordialmente, de ordem
pedagógica. Alguns conteúdos, no entanto, seguem a máxima de que, sempre
que possível, todo o material didático deverá ser disponibilizado na maior
quantidade de linguagens e suportes (textos, vídeos, áudio, infográficos, games,
entre outros), sempre levando em consideração as adaptações necessárias para
conferir acessibilidade a esse conteúdo.

Outra estratégia utilizada para garantir o acesso integral dos discentes ao


ambiente virtual de aprendizagem pauta-se na troca de experiências e na ajuda
mútua entre os membros da comunidade on-line. Para isso, a plataforma Ulife
disponibiliza ferramenta que permite a comunicação do aluno com seus colegas
de turma e com os professores-tutores a distância, interatividade esta que pode
auxiliar e facilitar o acesso ao conteúdo, bem como a utilização dos recursos
disponíveis no AVA.

2.6.4.6 Professor-tutor e professor presencial

A Faculdade Una de Divinópolis conta com um corpo de professores presenciais,


que conduz os encontros presenciais e a tutoria de atividades no ambiente virtual
de aprendizagem. Os professores já são preparados para trabalhar com a
plataforma virtual Ulife e são, ao mesmo tempo, capazes de articular técnicas de
ensino presencial na condução das práticas didáticas, eles ficam disponíveis
para as aulas e/ou atividades que possam vir a ser realizadas em ambiente
físico, assim como no ambiente virtual.

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Entende-se que os docentes têm um papel fundamental na construção do
aprendizado discente. Cabe a eles orientar o aluno quanto ao seu processo de
ensino-aprendizagem, buscando dar o apoio necessário, sempre esclarecendo
as dúvidas que surgirem durante o período letivo e desenvolvendo a
tutoria/mentoria com os alunos, preparando-os para a pesquisa e construção do
123
projeto semestral – a avaliação formativa (A3) – que será entregue no final do
semestre. As funções dos professores estão definidas a seguir.

Docente com formação e experiência comprovada na unidade curricular em que


irá atuar, o professor trabalha de forma articulada com o Projeto Pedagógico do
Curso e com o plano de ensino proposto. É o profissional responsável por
supervisionar o processo de ensino-aprendizagem e estimular a participação dos
alunos de acordo com as orientações da coordenação pedagógica. São suas
atividades:

• promover ações de engajamento dos alunos, estabelecendo conexões


entre os ambientes on-line e presencial a partir das metas de
compreensão estabelecidas para cada UC;
• orientar os alunos por meio de avisos ou mensagem, para que estes
realizem a sala de aula invertida;
• responder às dúvidas dos alunos sobre conceitos, emitindo comentários
mais elaborados, a fim de promover a maior compreensão do discente.
• manter contato com o coordenador do curso, quando necessário, ou
quando solicitado;
• participar de reuniões institucionais, quando solicitado;
• acompanhar e motivar os alunos a estudarem para além do conteúdo
disponibilizado no ambiente on-line ou presencialmente;
• realizar a devolutiva das provas (por turma), apresentando contribuições
para a compreensão dos pontos que precisam ser aprofundados com
sugestões de materiais complementares ou revisão de conceitos da uc;
• estabelecer um ambiente de confiança, acolhimento, partilha e diálogo.
• focar e moderar discussões.
• adicionar questões estimulantes que induzam ao questionamento,
promovam a reflexão e participação.

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• oferecer diferentes ideias e perspectivas para análise e discussão
• fazer conexões entre ideias
• realizarfeedback.
• planejar as aulas com base nas metas de compreensão, no cronograma
de cada UC/turma e no percurso formativo de aprendizagem;
124
• definir e formalizar o contrato didático com os alunos da turma,
estabelecendo os acordos necessários.

Nesse contexto, o coordenador, subordinado à direção da Faculdade Una de


Divinópolis, é responsável pela concepção e pela garantia da qualidade
acadêmica dos cursos ofertados na modalidade a distância, cabendo a ele:

• trabalhar em estreita colaboração com a Aprendizagem Digital/VPA e a


Equipe Multidisciplinar, provendo a adequada integração entre os
serviços e preservando a qualidade do ensino proporcionado aos alunos;
• elaborar as informações relativas ao curso para publicação no AVA, no
material, ou em qualquer outra mídia, sempre que necessário;
• coordenar o processo de dispensa de UC, quando requerida pelos alunos;
• supervisionar os serviços administrativos relativos ao curso;
• organizar o processo de seleção de professores presenciais, junto à VPA.
• organizar e acompanhar a capacitação, em EaD e no ambiente virtual de
aprendizagem, dos professores que atuarão nas UCs;
• supervisionar o cumprimento do cronograma do curso em todas as suas
etapas;
• avaliar a interlocução entre os alunos e os diferentes setores (atendimento
tecnológico, secretaria, professores-tutores a distância e professores
presenciais)
• supervisionar o processo de elaboração, diagramação, reprodução e
distribuição das avaliações presenciais, provendo o cumprimento dos
prazos estabelecidos no cronograma;
• avaliar e validar as atividades complementares e a equivalência de UC.

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A Faculdade Una de Divinópolis estimula que essa comunicação aconteça
dentro da própria plataforma Ulife, disponibilizando um canal de comunicação no
qual esses atores possam relatar problemas, discutir soluções, assim como
compartilhar experiências. É importante observar que essa comunicação, tanto
síncrona quanto assíncrona, também acontece espontaneamente fora do
125
ambiente virtual de aprendizagem, em encontros presenciais.

2.6.4.7 Política de capacitação e formação continuada

Os docentes e os coordenadores da Faculdade Una de Divinópolis são


orientados e capacitados com o apoio da equipe de Gestão Docente da VPA,
bem como acompanhados durante todo o período letivo. Os professores são
preparados e atualizados periodicamente por meio de cursos e processos de
capacitação para que possam conduzir com excelência o ensino no ambiente
on-line e são contemplados por um plano de acompanhamento e formação
continuada, com reuniões estruturadas, on-line e presenciais, que têm por
objetivos:

• capacitar para o modelo de ensino híbrido;

• apresentar experiências de aprendizagem;

• esclarecer dúvidas;

• orientar para as práticas nos encontros presenciais;

• compartilhar práticas e metodologias utilizadas em sala de aula;

• compreender a dinâmica e o engajamento dos alunos ao modelo; e

• propor, a partir da escuta, estratégias para o modelo híbrido.


Outra iniciativa que faz parte do calendário de capacitação docente da Faculdade
Una de Divinópolis é o Programa Sala Mais, um projeto de formação contínua
em planejamento reverso, avaliação e metodologias ativas. Os professores são
capacitados no início de cada semestre letivo, em um modelo híbrido que
compreende módulos introdutórios de preparação em plataforma digital.

Esses treinamentos para professores e demais atores envolvidos no processo


de ensino a distância e no processo semipresencial possuem uma orientação
pedagógica específica voltada para uma melhor atuação dos profissionais da

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educação. Essas ações pautam-se na troca de experiências, na teorização, na
pesquisa e na proposta de palestras, oficinas, simpósios e academias de
professores, bem como semanas de integração. Permitem a professores e
coordenadores desenvolver também a capacidade de trabalhar
colaborativamente, de forma a promover a interdisciplinaridade por meio de
126
práticas motivadoras e desafiantes para alunos.

2.6.4.8 Equipe multidisciplinar

Os cursos e as unidades curriculares ofertados pela Faculdade Una de


Divinópolis contam com a atuação de uma equipe de profissionais com distintas
especialidades, habilidades e competências. A multidisciplinaridade caracteriza
esse corpo técnico, responsável por potencializar as práticas didáticas no
ambiente virtual de aprendizagem, seja na concepção e na distribuição do
material didático, seja no desenvolvimento de tecnologias e recursos
educacionais. Capacitada para colaborar na implementação e no
aperfeiçoamento do processo educativo na modalidade a distância, essa equipe
multidisciplinar atua em um ecossistema pautado na qualidade e na inovação
para oferecer uma experiência dinâmica, interativa, imersiva e acessível, a ser
protagonizada pelos estudantes, docentes e quadro técnico-administrativo da
IES.

Para garantir a qualidade da experiência digital dos cursos, a Faculdade Una de


Divinópolis conta com o apoio da Ensino Híbrido/VPA, uma diretoria estruturada
para dar suporte à incorporação de novas competências e processos nos
projetos acadêmicos das instituições de ensino da holding. A diretoria divide-se
em três grandes áreas: Gestão de Conteúdos, Tecnologias Educacionais e
Gestão do Ensino Híbrido (ambiente on-line). A equipe multidisciplinar que atua
no ensino a distância da Faculdade Una de Divinópolis é constituída por:

Professores-curadores: são docentes, mestres e doutores de diversas áreas


de conhecimento, encarregados da curadoria do conteúdo. Selecionam e
auxiliam os professores presenciais na produção do material didático de acordo
com as diretrizes acadêmicas e institucionais de cada curso, bem como em
consonância com os planos de ensino de cada UC. Essas orientações e

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informações são repassadas pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE),
responsável por balizar o trabalho desses curadores para que o material didático
atenda às competências e às necessidades profissionais de cada curso. Essa
gestão do conteúdo é também acompanhada pelos diretores acadêmicos, o que
assegura a qualidade acadêmica das Unidades Curriculares.
127

Designers educacionais: auxiliam os professores a pensarem em uma forma


de transposição digital do conteúdo, que explore as possibilidades e os recursos
didático-pedagógicos mediados pelas tecnologias da informação. Ao
desenvolver o que serão as experiências interativas no Ambiente Virtual de
Aprendizagem, utilizam estratégias que estimulem o processo dos alunos de
construção de conhecimentos de forma autônoma. Para isso, integram múltiplas
mídias e recursos, de modo a tornar a apresentação on-line do material didático
mais atrativa, despertando o interesse e gerando a motivação e o engajamento
dos discentes com o conteúdo.

Produtores editoriais e multimídia: assumem a função de gerar recursos em


diversas mídias a serem disponibilizadas no AVA, tais como vídeos, podcasts,
imagens, infográficos e emuladores. Produzem e editoram esses conteúdos
multimídia de acordo com o que foi proposto pelos professores-curadores e pelos
designers educacionais para compor o material didático. Esse grupo de
profissionais é também responsável por acompanhar todo o processo de
produção e/ou tratamento do material a ser disponibilizado aos alunos, cuidando
ainda da revisão textual e da normalização do conteúdo. Sempre que necessário
e de acordo com a especificidade da demanda, acionam fornecedores parceiros
com capacidade técnica adequada para realizar determinadas etapas do
processo.

2.6.4.9 Recursos de tecnologias de informação

Os recursos de tecnologia de informação, em especial após a possibilidade de


conexão à internet, modificaram diferentes aspectos da vida cotidiana, situação
que tem obrigado os indivíduos a conhecer e a manusear uma série de
dispositivos para serem inseridos na sociedade do conhecimento. Com o rápido
avanço tecnológico, as IES têm sido compelidas a rever seus processos e

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metodologias de ensino, de modo a contribuir efetivamente para a formação de
seus egressos. Tornam-se cada vez mais restritas as oportunidades no mercado
de trabalho para os profissionais incapazes de assimilar o uso das tecnologias
digitais, integradas de maneira generalizada à execução das mais variadas
tarefas e procedimentos. A incorporação das TICs nas práticas educativas e no
128
contexto escolar é hoje um imperativo de uma educação democrática, que
objetive propiciar a inserção efetiva dos sujeitos nos modos de produção e
comunicação adotados pela sociedade no século XXI.

O grande desafio não está simplesmente relacionado a essa introdução das TICs
nas práticas didáticas, mas ao estímulo e ao desenvolvimento da necessária
autonomia e da iniciativa dos estudantes em seu processo formativo em
ambiente on-line. A interatividade, aliada ao processo de ensino-aprendizagem,
é uma dimensão que demanda que o discente assuma o papel de ator-
protagonista e, muitas vezes, de coautor, capaz de acessar e de colaborar na
criação de conteúdos a serem disponibilizados no ambiente virtual.

Os cursos ofertados pela Faculdade Una de Divinópolis contam com inovadores


recursos de tecnologia, que intencionam levar o aluno a essa postura ativa e
engajada na coconstrução do saber. A interatividade é trabalhada como uma das
características centrais na adoção de determinados recursos tecnológicos
aplicados à educação a fim de estimular o aluno a ultrapassar uma condição
passiva e a assumir uma posição mais operativa e de agenciamento. Na vida
cotidiana, esses alunos já se encontram imersos na internet, buscando
informações, conversando com pessoas de lugares diversos, acessando e
compartilhando conteúdo multimídia. Logo, é importante permitir a incorporação
das mesmas possibilidades trazidas pela Web 2.0 ao ambiente virtual de
aprendizagem utilizado nos cursos.

Ao mesmo tempo, é desafiador para a Faculdade Una de Divinópolis fazer esses


discentes entenderem a necessidade da troca e do diálogo nessas experiências
interativas de aprendizagem, que também demandam comportamentos mais
ativos no ambiente virtual. Como mencionado anteriormente, muitos desses
alunos já navegam e se movimentam naturalmente pelo ciberespaço,
experimentando recursos inovadores e, ao mesmo tempo, interagindo com pares

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de mesmo interesse. A Faculdade Una de Divinópolis compreende essa
experiência vivenciada pelos alunos e procura incentivar que esses
comportamentos dialógicos percebidos nas comunidades virtuais também
transcorram no ambiente de aprendizagem utilizado para os cursos, seja por
meio de ferramentas de e-mail, chat ou fórum de discussão.
129

Os recursos tecnológicos à disposição na Faculdade Una de Divinópolis partem


dessas premissas para assegurar a execução dos Projetos Pedagógicos dos
Cursos tanto na modalidade presencial, quanto na modalidade a distância, com
atenção à necessária interatividade entre os membros da comunidade
acadêmica e à imprescindível acessibilidade digital e comunicacional dos
usuários.

O Ulife é, na Faculdade Una de Divinópolis, a plataforma digital que reúne e


unifica em um só lugar os principais serviços e recursos da vida acadêmica dos
estudantes e dos professores. Potencializa o processo de ensino-aprendizagem,
tornando-o mais eficiente, interessante e personalizado. Permite que o aluno
aprenda de forma individual ou coletiva, em seu próprio ritmo e tempo, assim
como auxilia o professor no acompanhamento e na análise da evolução desse
estudante, oportunizando que a mencionada personalização do ensino ocorra
efetivamente. Personalizar, nesse caso, significa centrar o ensino, e a própria
plataforma, na experiência do aprendiz.

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3 APRESENTAÇÃO DO CURSO

Na Faculdade Una de Divinópolis, é imperativa a construção de projetos


pedagógicos para cada um dos cursos a serem ofertados, em consonância com
o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico
130 Institucional (PPI). O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) permite e gera
autoconhecimento, uma vez que se baseia no acompanhamento da trajetória
histórica, das dificuldades e possibilidades da instituição como um todo e de cada
um de nossos cursos, particularmente.

O PPC do curso de Engenharia da Computação foi construído de forma coletiva,


a partir de amplo debate nos órgãos colegiados junto aos gestores educacionais,
representantes da mantenedora e docentes, bem como por meio de diagnósticos
periódicos das reais necessidades da população regional e do potencial corpo
discente. Por meio dessas avaliações, foi possível levar em consideração os
interesses, as demandas da sociedade e do mercado de trabalho, especialmente
no contexto sociorregional em que se insere o curso e no desenvolvimento de
melhores práticas acadêmicas voltadas para o contexto do estado.

3.1 Contexto educacional

O município de Divinópolis está situado na região Centro-Oeste do estado de


Minas Gerais, com área de 708,115km2. A 134km de distância da capital, Belo
Horizonte, sua população estimada em 2020 foi de 240.408 pessoas segundo
dados do IBGE.

Divinópolis é o município-polo de sua microrregião, formada pelas cidades de


Nova Serrana, Perdigão, Santo Antônio do Monte, São Sebastião do Oeste,
Conceição do Pará, Cláudio, Carmo do Cajuru, Igaratinga, Itaúna e São Gonçalo
do Pará. No total, a microrregião compreende cerca de 484 mil habitantes.

A estrutura econômica dessa região do estado apresenta forte vocação para o


setor de serviços, que corresponde a 69% do PIB da cidade, ao passo que os
setores industrial e agropecuário correspondem, respectivamente, a 28% e 3%
do PIB. Destaca-se a intensa atividade confeccionista, referência no estado e no
país, além de uma forte indústria metalúrgica/siderúrgica. A cidade foi

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considerada, por estudos da Fundação João Pinheiro, como uma das dez
melhores de Minas para investimentos.

Figura 11 – Localização de Divinópolis em Minas Gerais

131

Fonte: Wikipédia.

Divinópolis é atendida pela Rodovia Federal BR-494 e pelas estaduais MG-050


e MG-434, garantindo fácil acesso à cidade e sua interligação com os principais
centros do país. Além das rodovias, Divinópolis é atendida pela Ferrovia Centro
Atlântica, uma alternativa para o escoamento da produção local, sobretudo a
siderurgia e a metalurgia.

A cidade tem um setor de serviços e comércio bem desenvolvido com diversas


lojas de vários gêneros, bares e restaurantes, supermercados, farmácias,
laboratórios, hotéis, hospitais, centros de saúde públicos e privados. O Produto
Interno Bruto do município é de R$ R$ 27.388,18 (IBGE, 2018). A cultura é
representativa em Divinópolis, que conta com uma agenda regular de festas,
festivais e eventos oficiais, além de ser reconhecida como "pólo da moda" do
estado de Minas Gerais, devido à alta concentração de indústrias do ramo
confeccionista e têxtil.

Faculdade Una de Divinópolis


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De acordo com o Sindicato da Industria de Fundição do Estado de Minas Gerais
(SIFUMG), a região Centro Oeste de Minas, onde os municípios de Divinópolis,
Claudio e Itaúna são muito dependentes da metalurgia, comportam atualmente
120 empresas, sendo uma parte de médio e grande porte e a maioria de
pequeno. Neste total, 58% são indústrias de ferro fundido e 42% empresas de
132
não ferrosos comportando 7000 empregos. O setor industrial em Divinópolis é
responsável por 22% do PIB da cidade.

O parque industrial, no Centro Oeste de Minas Gerais, se localiza como o mais


importante na região produtora de ferro gusa onde, atualmente, estão em
operação 12 alto fornos nas siderúrgicas locais. O setor é responsável por
empregar diretamente 4 mil pessoas e indiretamente gera 14 mil postos de
trabalho, segundo a Associação Brasileira da Fundição (ABIFA) e o Sindicato da
Fundição de Minas Gerais (SIFUMG).

Segundo informativo da Fundação João Pinheiro de 2021, o índice de 72,9%


predominou nas exportações da grande região de Divinópolis, sendo produtos
da cadeia minerometalúrgica, siderúrgicos e minério de ferro. Já no segmento
da extração mineral, além de minério de ferro, destacaram-se ouro, ardósia e
grafite.

No que diz respeito à educação, Divinópolis apresenta os seguintes números:


em 2018, foram realizadas 24.774 matrículas no ensino fundamental e 8.497 no
médio, sendo 86 instituições dedicadas ao ensino fundamental e 28 ao ensino
médio (IBGE, 2018).

Todo esse contexto demonstra a capacidade de inserção da IES nessa região,


além de sinalizar para o atendimento da população local em relação à sua
formação acadêmica. As escolhas pedagógicas dos nossos currículos, atreladas
à nossa capacidade de ofertar uma formação de qualidade, além da tradição da
marca, serão um marco diferencial qualitativo para Divinópolis e resultarão em
uma oferta de egressos ainda mais preparados para atender às novas e
contínuas demandas locais, regionais e nacionais

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
3.2 Justificativa de oferta do curso

É nesse contexto descrito anteriormente que o curso de Engenharia da


Computação da Faculdade Una de Divinópolis estará inserido. Os grandes
desafios enfrentados pela sociedade atualmente estão relacionados às
transformações sociais contínuas e profundas em virtude da velocidade com que 133

têm sido gerados novos conhecimentos tecnológicos e científicos. Essas


mudanças afetam a sociedade, o meio ambiente e as organizações produtivas
com novas formas de gestão e de organização que modificam o mundo
profissional estruturalmente. O progresso tecnológico transforma o modo de
produção de bens e serviços, de distribuição de trabalho e de qualificação
profissional, exigindo competências e habilidades complementares com
criatividade e capazes de interagir com as constantes mudanças e com o novo.

O curso de Engenharia da Computação foi concebido de modo a fazer parte de


um corpo educacional de alta qualidade e com o perfil dinâmico da IES,
comprometido com os resultados quantitativos e qualitativos a que a instituição
se propõe enquanto participante do cenário atual da educação superior no Brasil.
Assim, o curso torna-se mais um espaço privilegiado para a formação que
incentiva a reflexão crítica, a criatividade e a interação com a sociedade, visando
à formação humanística e profissional por meio do aprofundamento na área de
conhecimento das Engenharias.

É importante frisar que o aumento do número de engenheiros observado nos


últimos anos não foi suficiente para posicionar o Brasil entre os países que
apresentam maior proporção de engenheiros na população. O país possui seis
engenheiros para cada grupo de cem mil pessoas de acordo com estudos da
Confederação Nacional da Indústria (CNI). O ideal, de acordo com a Finep,
seriam pelo menos 25 por 100 mil habitantes, proporção verificada nos Estados
Unidos e no Japão.

Levando-se em conta a demanda pelo profissional Engenheiro de Computação,


o curso foi idealizado para desenvolver algumas das habilidades mais requeridas
nesse profissional que, sintetizadas, proporcionam a capacidade de projetar e
analisar sistemas, equipamentos e processos que utilizam software e hardware

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integrados. O engenheiro de computação é habilitado para trabalhar em
companhias do setor de tecnologia e outros segmentos relacionados à TI; em
telecomunicação e em desenvolvimento de softwares e hardwares; na gerência
e na área de banco de dados; em bancos, empresas de comércio eletrônico e
de consultoria tecnológica com o desenvolvimento de softwares e de sistemas.
134

Para atender à necessidade de se formar um profissional humanista, crítico e


reflexivo, a IES contempla a constituição de currículos integrados, em que há a
integração de conhecimentos básicos e aplicados, oferecendo novos meios de
integração multiprofissional que suprem necessidades profissionais na área de
engenharia, abrindo novas perspectivas de trabalho, emprego e
desenvolvimento social.

3.3 Número de vagas

O curso de Engenharia da Computação oferecerá 120 vagas anuais no turno


noturno.

3.3.1 Justificativa para a oferta de 120 vagas anuais

Com o fortalecimento da economia e a retomada do crescimento, muitas vezes


alavancado pela conformação de um cenário político e econômico mais
globalizado, o setor contemplado pelas competências do engenheiro da
computação assume um papel imprescindível para o desenvolvimento e
crescimento do país. Desta forma, este engenheiro é um profissional demandado
pela sociedade, entretanto, segundo dados do Sistema de Informações do CREA
MG (2021), o estado de Minas Gerais tem 122.305 engenheiros com registro
ativo no estado, dos quais 446 possuem graduação em Engenharia da
Computação, ou seja, 1% dos profissionais com registro ativo em todo o estado,
número de profissionais insuficiente para suprir tal demanda na atual conjuntura.

A oferta anual de 120 vagas para o curso de Engenharia da Computação pela


Faculdade Una de Divinópolis se justifica por várias razões. Como descrito no
contexto regional de Divinópolis, a absorção da mão de obra especializada
formada ocorrerá rapidamente, face ao acelerado crescimento econômico e
industrial observado neste município de Divinópolis. Além disso, a tendência de

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aumento do trabalho remoto na área de tecnologia, mostra que os estudantes
também podem atuar em empresas sediadas em outras partes do Brasil e do
mundo.

As atuais características econômicas e sociais de Divinópolis acabaram por


produzir uma forte demanda por engenheiros da computação. A economia 135

desenvolvida de Divinópolis requer maior número de profissionais de excelência


na área. A cada nova etapa da evolução econômica da cidade são geradas
novas necessidades no setor de engenharia da computação, sejam elas
relacionadas a manutenção em máquinas, projetos, fabricação de equipamentos
e estruturas, instalações industriais, meios de transporte e processos industriais
entre outras atribuições cujo engenheiro da computação é um dos principais
atores.

Considerando-se o contexto regional de Divinópolis, somado à situação global


da Engenharia da Computação no Brasil, conclui-se que o egresso do curso se
encontra apto a ser plenamente absorvido pela região. O município, como
demonstrado no tópico anterior, apresenta relevante parque industrial e amplo
setor empresarial, além de diversificada base econômica. Tais características
convergem para o campo de atuação do profissional de Engenharia da
Computação, que, em Divinópolis, possui diversas possibilidades de atuação no
mercado, sobretudo por conta de um parque industrial que, tradicionalmente,
emprega em grande número mão de obra especializada na área.

Os profissionais Engenheiros da Computação vêm se inserindo no mercado de


trabalho de forma diversificada, em todas as áreas de atuação previstas pela
legislação desta profissão, refletindo a amplitude e versatilidade que
caracterizam o campo da Engenharia como um todo.

Entende-se, ainda, que investir na formação de engenheiros da computação na


região de Divinópolis, por meio da capacitação técnica desses profissionais, é
uma medida que contribui para o crescimento e desenvolvimento econômico e
social da macro e da microrregião, de maneira sustentável.

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Outro fator relevante para a oferta do Curso de Engenharia da Computação da
Faculdade Una de Divinópolis pode ser visto na figura abaixo do Censo do
Ensino Superior que mostra o número de habitantes por engenheiro na região:

Figura 12 – Número de habitantes por Engenheiros


136

Fonte: IBGE (2010)

Para satisfazer essa demanda, após avaliação quantitativa e qualitativa da


necessidade de se abrir o curso, acredita-se ser apropriado oferecer anualmente
120 vagas em um curso superior em Engenharia da Computação, imprimindo
qualidade à relação ensino-aprendizagem.

É relevante mencionar que a IES possuirá, para o curso de Engenharia da


Computação, convênios firmados junto a empresas, de variados segmentos.
Essas parcerias terão contribuição relevante na perspectiva de absorção futura
dos alunos da IES junto ao mercado de trabalho, sobretudo do estado de Minas
Gerais.

Outros aspectos considerados pela Faculdade Una de Divinópolis ao definir o


número de vagas do curso de Engenharia da Computação foram as condições
de infraestrutura física, tais como: salas de aula, salas destinadas ao corpo

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docente e ao NDE do curso, estrutura de atendimento e apoio ao aluno,
biblioteca, laboratórios e toda infraestrutura tecnológica para o ensino e a
pesquisa, que estarão coerentes com o número de vagas escolhido. Será
especialmente considerada a disponibilidade do corpo docente, sendo esse
formado por profissionais capacitados e experientes nas respectivas áreas em
137
que lecionarem. Além disso, será possível garantir que as dimensões de corpo
docente e atendimento da coordenação estarão plenamente coerentes com a
quantidade de vagas pleiteadas.

Cabe ressaltar que os laboratórios destinados ao curso de Engenharia da


Computação foram projetados com a finalidade de atender 120 alunos
anualmente, nas unidades curriculares que utilizam softwares e equipamentos
específicos.

Um dos diferenciais é o MakerSpace que é um espaço destinado aos


empreendedores colocarem a “mão na massa”. Ele é aberto a comunidade
acadêmica e não acadêmica, solidificando o conceito “Universidade Aberta”
sendo um lugar estruturado para que projetos sejam produzidos por meio de
ferramentas tecnológicas e máquinas de última geração. É uma grande oficina
compartilhada para materializar ideias criativas e colocar a mão na massa por
meio de equipamentos de ponta (cortadores a laser, impressoras 3D, serras anti-
acidente, dentre outros equipamentos).

O Curso de Engenharia da Computação da Faculdade Una de Divinópolis,


portanto, atende a uma demanda que é própria daquela localidade e atende às
peculiaridades da região, formando um profissional capacitado para lidar com o
perfil de alto desenvolvimento industrial, empresarial, comercial e social ali
presentes.

A estimativa do número de vagas a serem ofertadas para o curso foi definida a


partir da análise dos aspectos intrinsecamente relacionados à oferta pleiteada.
Presume-se que uma disponibilidade satisfatória de profissionais graduados em
Engenharia da Computação levará à contratação de pessoas oriundas sobretudo
da região em que o curso será oferecido pela Faculdade Una de Divinópolis.
Com isso, garantir-se-á que grande parte dos ganhos sociais e econômicos

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auferidos por esses profissionais retornarão aos seus locais de origem,
garantindo o desenvolvimento que esses empregos poderão trazer para essas
regiões. Diante disso, mostrar-se-á necessário formar, em número adequado às
demandas apresentadas, profissionais em engenharia no estado, que nele
residam e possam servir às suas regiões vizinhas, trazendo consigo o contexto
138
de necessidades e especificidades daquelas localidades.

Para satisfazer essa demanda, após avaliação quantitativa e qualitativa da


necessidade de vagas para o curso, concluiu-se ser apropriado oferecer 120
vagas anuais em um curso de Engenharia da Computação. Considerando-se
isso, entende-se que o número proposto promoverá a adequada avaliação
formativa, somativa e as ações de feedback aos discentes promovidas pelos
docentes, em atividades teóricas e presenciais.

3.4 Formas de acesso

O acesso aos cursos superiores poderá ocorrer das seguintes formas: alunos
calouros aprovados no vestibular, na seleção do Prouni ou usando a nota do
Enem. Os cursos superiores são destinados aos alunos portadores de diploma
de, no mínimo, ensino médio. A Faculdade Una de Divinópolis publicará o Edital
do Vestibular, regulamentando o número de vagas ofertadas para cada um dos
cursos, a data e o local das provas, o valor da taxa de inscrição, o período e o
local de divulgação dos aprovados, além dos requisitos necessários para
efetivação da matrícula. O edital contemplará também outras informações
relevantes sobre os cursos e sobre a própria Faculdade Una de Divinópolis.
Haverá, ainda, a possibilidade de Vestibular Agendado, processo seletivo em
que o candidato poderá concorrer às vagas escolhendo a melhor data entre as
várias oferecidas pela instituição.

O processo seletivo será constituído de uma prova de redação e de uma prova


objetiva de conhecimentos gerais, composta por questões de múltipla escolha,
nas áreas de Ciências da Natureza e Suas Tecnologias; Ciências Humanas e
Suas Tecnologias; Matemática e Suas Tecnologias; e Linguagens, Códigos e
Suas Tecnologias.

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A prova de redação irá propor um tema atual a partir do qual serão verificadas
as habilidades de produção de texto, raciocínio lógico, coerência textual,
objetividade, adequação ao tema e aos objetivos da proposta, coerência,
coesão, pertinência argumentativa, paragrafação, estruturação de frases,
morfossintaxe, adequação do vocabulário, acentuação, ortografia e pontuação.
139

3.4.1 Obtenção de novo título

Na hipótese de vagas não preenchidas pelos processos seletivos, a Faculdade


Una de Divinópolis poderá, mediante processo seletivo específico, aceitar a
matrícula de portadores de diploma de curso de graduação, para a obtenção de
novo título em curso de graduação preferencialmente de área compatível, nos
termos da legislação em vigor.

3.4.2 Matrícula por transferência

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9394/96), no artigo 49,


prevê as transferências de alunos regulares, de uma para outra instituição de
ensino, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas e mediante
processo seletivo. De acordo com as normas internas, a Faculdade Una de
Divinópolis, no limite das vagas existentes e mediante processo seletivo, pode
aceitar transferência de alunos, para prosseguimento dos estudos no mesmo
curso ou em curso afim, ou seja, da mesma área do conhecimento, provenientes
de cursos autorizados ou reconhecidos, mantidos por instituições de ensino
superior, nacionais ou estrangeiras, com as necessárias adaptações
curriculares, em cada caso.

Todas essas diretrizes valem para o curso de Engenharia da Computação e


serão objeto de comunicação com o ingressante, pelo site institucional ou por
comunicação direta.

3.5 Objetivos

3.5.1 Objetivo geral

O objetivo geral do curso de Engenharia da Computação da Faculdade Una de


Divinópolis é habilitar um profissional a ser capaz de aplicar o método científico

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à análise e solução de problemas, de desenvolver pesquisas e projetos, de
supervisionar a execução de projetos, de desenvolver atividades criadoras com
senso crítico, de acompanhar e promover continuamente o progresso científico
e tecnológico na área de engenharia da computação, de propor soluções não
apenas tecnicamente corretas, mas também que considerem a cadeia de causas
140
e efeitos de múltiplas dimensões, levando em conta os problemas em sua
totalidade.

3.5.2 Objetivos específicos

Além do objetivo geral acima descrito, o curso possuirá ainda os seguintes


objetivos específicos:

• Formar profissionais que atuem em áreas de desenvolvimento, projeto e


fabricação que conheçam os princípios, as práticas e as técnicas voltadas
para Engenharia da Computação, bem como as normas e leis nacionais
e internacionais que regem a atividade;

• Contextualizar a teoria mostrando suas aplicações práticas;

• Incentivar a leitura, a compreensão e produção de textos bem como a


busca ativa em diversas plataformas;

• Propiciar ao estudante uma formação abrangente dentro das diversas


áreas da Engenharia da Computação;

• Propiciar o desenvolvimento da sensibilidade e percepção da importância


da interação interpessoal, possibilitando-o de se tornar um cidadão
preparado para contribuir de forma significativa para a melhoria e avanço
da sociedade;

• Desenvolver a capacidade de abstrair a realidade utilizando-se de


modelos físicos e matemáticos para descrevê-la e explicá-la;

• Contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico da área; e

• Formar um profissional com pensamento crítico, capaz de responder às


novas exigências do campo da Engenharia da Computação a partir de
uma base sólida de conhecimentos e saberes.

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Ao lado da formação técnico-científica, enseja-se a composição de uma visão de
mundo que ressalte o valor humano e o espírito empreendedor:

• Desenvolver espírito de liderança e boa capacidade de comunicação;

• Desenvolver a consciência ambiental;


141
• Formar profissionais com capacidade para estimular o trabalho em
equipe;

• Formar profissionais com capacidade de criar, projetar e gerir


intervenções;

• Formar profissionais com capacidade de atuar como transformadores


sociais e promotores do bem-estar social; e

• Formar profissionais com capacidade de avaliar os impactos sociais e


ambientais de suas intervenções.

3.6 Perfil do egresso

A formação do egresso compreende as competências profissionais, incluindo os


fundamentos de área e permanência necessários ao desempenho profissional
do graduado, pautando-se pelos princípios de flexibilidade, interdisciplinaridade,
contextualização e atualização permanente.

Por perfil e competência profissional do egresso, entende-se:

Uma competência caracteriza-se por selecionar, organizar e mobilizar,


na ação, diferentes recursos (como conhecimentos, saberes,
processos cognitivos, afetos, habilidades, posturas) para o
enfrentamento de uma situação-problema específica. Uma
competência se desenvolverá na possibilidade de ampliação,
integração e complementação desses recursos, considerando sua
transversalidade em diferentes situações (BRASIL Inep, 2011, p. 22).

O Engenheiro da Computação formado pela Faculdade Una de Divinópolis é um


profissional de formação generalista, dotado de uma sólida formação, que
poderá adequar-se às constantes mudanças do mercado de trabalho e às
exigências profissionais.

Em resumo, considera-se que o perfil do egresso deva contemplar as seguintes


competências profissionais:

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● Possuir visão da cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões para
tomada de decisões, incluindo aspectos humanísticos;

● Estar habilitado a desenvolver, pesquisar, adaptar e utilizar as tecnologias


e processos da área, com senso de inovação e empreendedorismo;

142 ● Possuir capacidade de solucionar problemas de Engenharia,


reconhecendo as necessidades dos usuários;

● Ser capaz de desenvolver e praticar soluções multidisciplinares e


transdisciplinares;

● Estar apto a analisar aspectos socioeconômicos, ambientais e culturais


na sua atuação profissional e como cidadão;

● Possuir comprometimento com a responsabilidade social e com o


desenvolvimento sustentável;

● Ser capaz de compreender e aplicar fenômenos físicos e químicos por


meio de uso de modelos e técnicas matemáticas, estatísticas,
computacionais de simulação, experimentos e outros;

● Ser capaz de conceber, projetar, determinar parâmetros, implementar,


coordenar soluções de Engenharia, bem como realizar a gestão da equipe
de trabalho, materiais e da informação;

● Estar apto a se expressar de forma escrita, verbal e gráfica de maneira


eficaz com outros profissionais em múltiplas dimensões; e

● Conhecer e aplicar a legislação e regulamentação da área.

Espera-se, desta maneira, formar um egresso do Curso de Engenharia da


Computação da Faculdade Una de Divinópolis que apresente formação de alto
nível e que, assim, possa contribuir para o desenvolvimento de engenharia e
para a transformação do país. O egresso poderá atuar nas mais diversas áreas
em todo o ciclo de vida de projetos de produtos, bens, serviços,
empreendimentos, gestão e na formação e capacitação de outros profissionais.

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3.7 Estrutura curricular

A organização curricular da Engenharia da Computação. na Faculdade Una de


Divinópolis reafirma o propósito formativo de desenvolver a autonomia plena dos
estudantes e de criar uma rede de relações em que eles ocupam o centro das
ações curriculares. 143

Fundamentada em uma visão transversal e interdisciplinar da educação, dispõe


os conteúdos em consonância com as habilidades e as competências exigidas
para o perfil de egresso que o curso deseja formar. É uma organização que
dinamiza o ensino e traz significado à aprendizagem, pois reconhece a
importância de todos os componentes curriculares e atribui uma visão prática à
formação profissional dos alunos, conferindo-lhes competências por meio das
metas de compreensão atingidas em cada unidade curricular finalizada
propiciando elevada capacidade de análise, interpretação e solução de diversas
situações-problema.

A estrutura curricular adotada na Engenharia da Computação. se diferencia do


modelo curricular tradicional, que privilegia uma formação rigidamente
sequenciada em períodos. É um modelo de aprender e ensinar que busca uma
compreensão global do conhecimento, não mais repartido em disciplinas.

Além disso, promoverá uma maior interdisciplinaridade e conexão com o mundo


do trabalho. O estudante terá a oportunidade de vivenciar a realidade social e
profissional, desenvolver projetos que resolvam problemas complexos durante a
experiência universitária, tudo isso com a orientação e mentoria de professores.

Como descrito no PPI, no curso de Engenharia da Computação., a estrutura


curricular está organizada a partir de quatro eixos temáticos de formação:
Formação Geral; Formação na Área; Formação Profissional; Formação
Específica. Assim, por meio de quatro diferentes comunidades de aprendizagem,
o aluno poderá construir seu projeto de vida desde o início do curso, com
aprendizado prático, com troca de conhecimento entre outras áreas, ampliando
redes e com uma experiência universitária plena.

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A Engenharia da Computação. adotará a Unidade Curricular (UC), rompendo
grades, disciplinas e isolamentos. Nesse Ecossistema de Aprendizagem, os
alunos serão incentivados a desenvolver competências que contribuem para
uma visão global. O objetivo será prepará-los para desafios reais da carreira. As
Unidades Curriculares (UCs) focam na competência do aluno por meio do
144
desenvolvimento de habilidades distintas ao integrar diversas áreas do
conhecimento, desde uma formação geral à específica, assim como demanda o
mundo do trabalho. Em vez de separar em disciplinas, o conhecimento será
abordado por dois professores ou mais, dentro da mesma sala de aula, que
juntos irão propor temas convergentes e de maneira integrada.

As UCs alinham experiências reais ou simuladas, desenvolvimento de projetos


e pesquisa, interação com professores e alunos de outros cursos de graduação
na resolução dos problemas de forma crítica.

Por meio das UCs, os estudantes serão dotados de competências intelectuais e


atitudinais que os credenciarão a interagirem em ambientes globais, complexos
e interconectados, inclusive por meio da busca ativa. Em cada uma das unidades
curriculares a busca ativa estimula o protagonismo do aluno, é um processo de
engajamento na construção de sua aprendizagem pela curadoria educacional
orientada por projetos, com princípios de pesquisa e investigação ativa. Assim
as UCs exigirão trabalho integrado de equipe, requererão visão ecossistêmica,
diversa e plural.

Dessa forma, será apresentada uma estrutura curricular que mescla unidade e
diversidade, preocupando-se com os valores e os conhecimentos humanísticos
gerais e com a sólida formação profissional, relacionando comum e específico,
universal e particular, priorizando a interdisciplinaridade sem, contudo, perder o
foco dos saberes que identificam o objeto de estudo específico do curso
escolhido pelo aluno.

Ademais, para ampliar a experiência, a Engenharia da Computação. conta com


uma diversidade de ambientes, indo além da sala de aula, apresentando
ambientes virtuais de ensino, o Projeto Vida & Carreira e os projetos de
extensão. O detalhamento das ementas de cada unidade curricular encontra-se

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anexo a este projeto pedagógico. Os conteúdos curriculares de cada Unidade
Curricular estão de acordo com o que estabelece a legislação correlata. O
objetivo global será formar profissionais qualificados para atuar no mercado de
trabalho e capacitados a responder rapidamente às demandas e aos desafios
crescentes de sua área de atuação.
145

Assim, buscando atender às diretrizes curriculares nacionais, a carga horária do


curso de Engenharia da Computação. será de 3780 horas. O curso terá a
duração mínima de 5 anos e, do total 3780 horas, sendo 3040 horas de Unidades
Curriculares, 60 horas da componente curricular Vida & Carreira, 380 horas de
atividades de extensão, 80 horas voltadas as atividades complementares, 160 e
60 horas destinadas aos componentes curriculares de Estágio e Trabalho de
Conclusão de Curso respectivamente.

As Unidades Curriculares que compõem a estrutura curricular do curso estão


organizadas em comunidades e por eixos de formação.

Figura 13 – Representação das unidades curriculares por comunidade de


formação.

Formação Geral

Core curriculum

Formação de Área
Administração Comportamento Fenômenos Medição em Modelagem e
Análise de Modelagem e
e integração químico e elétricos, ciências e simulação de
fenômenos físicos simulação do
de operações e mecânico dos magnéticos e representação sistemas elétricos e
da natureza Mundo físicoquímico
qualidade materiais oscilatórios gráfica magnéticos

Formação Profissional
Resistência dos
Programação de
Análise de dados e Microprocessadores Modelagem de materiais e Sistemas
Eletrônica industrial soluções Sistemas digitais
big data e microcontroladores software elementos de fluidomecânicos
computacionais
máquinas

Formação Específico

Modelos, métodos e
Ambientes Sistemas de controle
técnicas da
computacionais e e inteligência
engenharia de
conectividade artificial
software

Fonte: própria

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O quadro a seguir mostra um resumo das cargas horárias dos componentes
curriculares e a carga horária total da estrutura curricular do curso de Engenharia
da Computação.

Quadro 1 Carga horaria da estrutura curricular do curso de Engenharia da


146 Computação

RESUMO DOS COMPONENTES CURRICULARES Total CH


UNIDADES CURRICULARES 3.040 h
VIDA & CARREIRA 60 h
EXTENSÃO 380 h
ATIVIDADES COMPLEMENTARES 80 h
ESTÁGIO CURRICULAR 160 h
TCC - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 60 h
CH TOTAL 3.780 h

3.7.1 Matriz curricular

Figura 14 – Representação circular da matriz do curso

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147

O detalhamento das ementas de cada unidade curricular encontra-se anexado e


este PPC.

3.7.2 Percurso formativo do aluno

O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia da Computação, considerando o


contexto educacional nacional, regional e local no qual estará inserido e as
demandas da sociedade brasileira e do mundo do trabalho, apresenta-se focado
no estudante como sujeito proativo da aprendizagem e apoia-se no educador
como facilitador e orientador do processo de ensino-aprendizagem, privilegiando
a utilização de metodologias ativas e criando experiências e oportunidades
múltiplas para que os estudantes compreendam os temas discutidos durante o
curso e adquiram as competências, conhecimentos, habilidades e atitudes
propostas na organização curricular.

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O modelo de educação tradicional, caracterizado pelo distanciamento entre
educadores e estudantes, nas aulas meramente expositivas, em ementas
enciclopédicas, já não oferece as competências, conhecimentos, habilidades e
atitudes exigidas no mundo do trabalho do século XXI, que necessita de
profissionais críticos e reflexivos, capazes de desenvolver e aplicar ferramentas
148
inovadoras na solução de problemas industriais.

Partindo-se da concepção de currículos integrados, buscou-se incorporar as


dimensões técnicas (hard skills) e socioemocionais (soft skills) em todos os
momentos do curso, organizando-o em Unidades Curriculares (UC), as quais
são estruturadas em Tópicos Geradores, que reúnem os conhecimentos que
fazem sentido a uma aprendizagem integrada e focada em competências. Para
tanto, os conhecimentos básicos e específicos são tratados com ampla
integração inter/multidisciplinar.

Cada Unidade Curricular possui terminalidade, foram pensadas com início, meio
e fim, de forma que não se exige do estudante pré-requisitos, o que lhe permite
uma certa flexibilização e possibilidade de personalização do seu percurso
formativo ao longo do curso, respeitando seu amadurecimento e experiência
acadêmica. Cada Unidade Curricular aglutina os conhecimentos necessários ao
desenvolvimento das respectivas competências, com início, meio e fim,
rompendo-se com o paradigma dos pré-requisitos que resultam em currículos
excessivamente fragmentados e escalonados, dificultando a flexibilidade e a
personalização.

O percurso formativo do aluno incluirá itinerários por todos os eixos de formação


preconizados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, a saber:

● Formação Geral ou Core Curriculum;

● Formação na Área;

● Formação Profissional; e

● Formação Específica.

Formação Geral ou Core Curriculum

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É um eixo formativo que relaciona competências, conhecimentos, habilidades e
atitudes compreendidos como itens formadores do estudante de graduação para
além dos conteúdos específicos do curso de Engenharia da Computação. As
Unidades Curriculares desse eixo formativo têm como objetivo uma formação
generalista, buscando uma educação a partir de uma visão social responsável e
149
crítica.

Formação na Área

Nesse eixo formativo busca-se relacionar unidades e componentes curriculares,


tendo em vista a área de conhecimento do curso de Engenharia da Computação.
O foco é proporcionar o aprendizado da área com competências,
conhecimentos, habilidades e atitudes comuns, incrementando a formação de
indivíduos capazes de atuar em equipes multiprofissionais. Nesse momento,
serão desenvolvidas as metodologias de pesquisa relacionadas à produção dos
conhecimentos da área. Assim, tanto a formação na área quanto a formação
profissional possibilitam o estudo com futuros colegas de trabalho; diversificando
e impulsionando competências. Há uma aprendizagem multiprofissional,
possibilitando, desde o início da graduação, o networking entre a comunidade
acadêmica.

Formação Profissional

Trata-se de eixo formativo composto por Unidades Curriculares que estão


integradas pelo critério da identidade profissional. Assim, estudantes de diversos
cursos aprendem, em um trabalho conjunto, unidades curriculares que os
identificam em um determinado perfil profissional. Assim, a fim de aprender a
mesma profissão, são trazidos diversos olhares em equipes diversificadas. Os
grupos são compostos por alunos de diferentes cursos, mas que vão exercer
atividades profissionais semelhantes.

Formação Específica

Aqui encontram-se relacionados às competências e os conhecimentos


conceituais, procedimentais e atitudinais específicos do curso de Engenharia da

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Computação. Aqui, os estudantes se relacionam com outros estudantes do seu
curso, de acordo com a profissão escolhida.

Durante todo o processo de formação, será possível criar soluções que


transformam o mundo, aliando pesquisa e extensão com uma formação cidadã.
150 Dessa forma, é apresentada uma estrutura curricular que mescla unidade e
diversidade, preocupando-se com os valores e os conhecimentos humanísticos
gerais e com a sólida formação profissional, relacionando comum e específico,
universal e particular, priorizando a interdisciplinaridade sem, contudo, perder o
foco dos saberes que identificam o objeto de estudo específico do curso de
Engenharia da Computação.

A flexibilidade do Currículo Integrado por Competências permite ao aluno


transitar por diferentes comunidades de aprendizagem alinhadas aos seus
respectivos eixos de formação. O percurso formativo é flexível, fluído, e ao final
de cada unidade curricular o aluno atinge as competências de acordo com as
metas de compreensão estudadas e vivenciadas ao longo do semestre.

A figura 15 apresenta o percurso formativo, um caminho para o egresso do curso


de Engenharia da Computação levando em consideração seus eixos de
formação.

Figura 15 – Percurso Formativo

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Análise de Medição em
Comportamento Modelagem e
fenômenos ciências e Vida &
químico e mecânico simulação do mundo
físicos da representaçã Carreira
dos materiais físico-químico
natureza o gráfica

Administração e Fenômenos elétricos, Modelagem e


151
Core curriculum integração de magnéticos e simulação de sistemas
operações e qualidade oscilatórios elétricos e magnéticos

Resistência dos
Sistemas
materiais e elementos Eletrônica industrial Sistemas digitais
fluidomecânicos
de máquinas

Ambientes Programação de
Microprocessadores e Modelagem de
computacionais e soluções
microcontroladores software
conectividade computacionais

Modelos, métodos e
Sistemas de controle e Análise de dados e big
técnicas da engenharia
inteligência artificial data
de software

Os eixos formativos são os pilares que agregam as Unidades Curriculares e


direcionam o planejamento acadêmico e a definição das metas e desempenhos
de compreensão. Com este arranjo, a interdisciplinaridade, a trabalhabilidade, a
aquisição de competências digitais e a avaliação como parte significativa da
aprendizagem são inseridas de forma gradual no currículo ao longo de todo o
processo formativo do estudante como mostra a figura 15.

Figura 16 – Comunidades de aprendizagem e diversidade de ambientes

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R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
152

Assim, durante o seu percurso formativo, o estudante irá desenvolver, de forma


flexível e personalizada, conforme previsto no perfil do egresso, as
competências, conhecimentos, habilidades e atitudes de trabalho em equipe,
resolução de problemas, busca de informação, visão integrada e humanizada.
O itinerário é relativamente flexível, visto que as atividades extensionistas e as
complementares de graduação possibilitam diferentes escolhas, assim como as
outras atividades promovidas pela instituição. A organização do currículo,
portanto, contempla os conteúdos previstos nas Diretrizes Curriculares
Nacionais, e inclui, a articulação entre competências técnicas e socioemocionais,
sendo este um dos grandes diferenciais do curso.

3.8 Critérios de avaliação discente

A Faculdade Una de Divinópolis conduzirá suas práticas avaliativas orientada


pela compreensão da avaliação como uma experiência de aprendizagem, o que
significará utilizá-la para oferecer feedback construtivo tanto para alunos, quanto
para professores, motivando os alunos a aprender e a diagnosticar seus pontos
fortes e indicar caminho para as melhorias. Será importante observar que a
avaliação é pensada e organizada para ser uma justa medida do seu

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desenvolvimento no percurso da educação, considerando o complexo e amplo
processo de ensino e aprendizagem.

A proposta de avaliação na Faculdade Una de Divinópolis está organizada


considerando o conceito de avaliação contínua, ou seja, avaliações e feedbacks
mais frequentes, para que seja possível acompanhar o desenvolvimento dos 153

estudantes e intervir com mais assertividade. Além disso, as avalições propostas


tem diferentes objetivos, todos alinhados com as competências que os
estudantes devem desenvolver neste nível de ensino. Desta forma, as
avaliações estão planejadas da seguinte forma:

Avaliação 1 (A1) – Dissertativa | 30 pontos

Avalia a expressão da linguagem específica de determinada área. O aluno


precisa saber se expressar, sobretudo, na área em que ele irá atuar – com os
códigos, símbolos, linguajar e dialeto inerentes a determinada área do
conhecimento, levando-se em conta a realidade profissional ali compreendida.
Pretende-se, nessa etapa avaliativa, verificar a capacidade de síntese e de
interpretação, analisando-se a capacidade do aluno de não apenas memorizar,
mas expressar-se criativamente diante de situações semelhantes às reais.

Avaliação 2 (A2) – Múltipla escolha | 30 pontos

Avalia a leitura, a interpretação, a análise e o estabelecimento de relações,


considerando, portanto, essas competências.

Avaliação 3 (A3) – Avaliação dos desempenhos | 40 pontos

Avalia a compreensão efetiva do aluno em relação à integração dos


conhecimentos propostos na unidade curricular. Consistirá no desenvolvimento
de um projeto em que demonstre, por meio de um produto que pode ser texto,
artigo, vídeo, resenha, entre outros, a mobilização dos conteúdos para resolver
uma situação problema do mundo contemporâneo. É analisada, especialmente,
a capacidade e a tendência de usar o que se sabe para operar o mundo e,
também, a criatividade na proposta de soluções.

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Durante todo o processo da A3, também são desenvolvidas e avaliadas as soft
skills – competências socioemocionais dos estudantes.

Ressalta-se que o feedback dos professores constituirá elemento imprescindível


para construção do conhecimento, portanto, será essencial que o docente realize
154 as devolutivas necessárias, ao longo do semestre letivo. Para a A1 e A2 a
devolutiva deverá ocorrer, necessariamente, após a divulgação das notas e, no
caso da A3, durante o processo.

Na unidade curricular presencial, estará aprovado – naquela unidade curricular


– o aluno que obtiver, na soma das três avaliações (A1+A2+A3), a nota mínima
de 70 pontos e atingir, no mínimo, 75% de frequência nas aulas presenciais. Nas
unidades curriculares digitais (UCD), estará aprovado o aluno que obtiver, na
soma das três avaliações (A1+A2+A3), a nota mínima de 70 pontos.

Para os alunos que não obtiveram a soma de 70 pontos será oferecida a


Avaliação Integrada, conforme esclarecido a seguir, com o valor de 30 pontos.

O aluno que tenha obtido nota final inferior a 70 pontos e, no mínimo 75% de
presença nas aulas da unidade curricular presencial, poderá realizar avaliação
integrada (AI) no início do semestre seguinte, que valerá de 0 (zero) a 30 (trinta)
pontos.

Avaliação integrada

A avaliação integrada consiste em uma prova, a ser realizada em data prevista


no calendário acadêmico, abrangendo o conteúdo integral da unidade curricular
e substituirá, entre A1 e A2, a menor nota. Após o lançamento da nota da
avaliação integrada (AI), o aluno que obtiver 70 pontos, como resultado da soma
das avaliações (A1, A2 e A3), será considerado aprovado. O aluno que,
porventura, vier a ser reprovado na unidade curricular, deverá refazê-la, na
modalidade presencial ou digital, respeitada a oferta. A reprovação em
componente curricular não interromperá a progressão do aluno no curso.

Avaliação do componente curricular Vida & Carreira

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O componente curricular Vida & Carreira será avaliado por meio de atribuição de
conceito e, por presença, quando o componente for presencial. O aluno que
cursa o Vida & Carreira presencial será aprovado quando comparecer ao menos
em 75% das aulas presenciais e receber o conceito aprovado (A), resultante da
avaliação das atividades propostas ao longo do semestre. O aluno que cursar o
155
Vida & Carreira digital será aprovado se obtiver o conceito aprovado (A),
resultante da avaliação das atividades propostas ao longo do semestre.

Avaliação do estágio

Na hipótese do estágio se constituir como competente curricular previsto no


projeto pedagógico do curso de graduação, em conformidade com a legislação
e as diretrizes curriculares pertinentes àquele curso, será ofertado e avaliado
com os conceitos aprovado (A) ou reprovado (R). A carga horária
correspondente ao estágio, designada na matriz curricular do curso, será
cumprida nos termos do projeto pedagógico do curso e do regulamento de
estágio, quando existente. Referidas atividades serão supervisionadas por um
professor orientador a quem cumprirá propor, acompanhar e avaliar o
desempenho dos alunos. Na hipótese de reprovação o aluno deverá, observada
a oferta e disponibilidade de horário, efetuar nova matrícula nesse componente.

Avaliação do trabalho de conclusão de curso

Caso o trabalho de conclusão de curso se constitua como componente curricular


previsto no projeto pedagógico do curso de graduação, será orientado e avaliado
com os conceitos aprovado (A) ou reprovado (R), observados os critérios, regras
e regulamento específicos emanados do Núcleo Docente Estruturante dos
cursos de graduação. Na hipótese de reprovação o aluno deverá, observada a
oferta e disponibilidade de horário, efetuar nova matrícula neste componente.

Cumprimento das atividades complementares e extensão

Nas atividades complementares e nas atividades de extensão o aluno que


comprovar, durante a integralização, o cumprimento integral da carga horária
definida na matriz curricular, observado no Projeto Pedagógico do Curso, obterá
o conceito “cumpriu”.

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3.9 Estágio supervisionado

O estágio, independentemente da modalidade, deverá ser parte integrante da


formação acadêmico-profissional dos estudantes, articulando-se a ela como
elemento do processo de ensino-aprendizagem, das experiências que
156 aproximam teoria e prática e, ainda, como forma de interação entre as políticas
de ensino, pesquisa e extensão da IES e as organizações que recebem os
alunos como estagiários. Serão previstas duas modalidades de estágio para os
alunos do curso de Engenharia da Computação: estágio curricular
supervisionado e estágio extracurricular não obrigatório. De maneira mais geral,
diferenciar-se-ão entre si pela característica de, no primeiro, haver uma carga
horária estabelecida na matriz curricular do curso, com atividades previstas no
PPC, enquanto, no segundo, não constar carga horária fixa e obrigatória
estabelecida.

De maneira mais específica, pelo fato de o estágio curricular supervisionado


encerrar o processo de graduação de determinados cursos que possuam tal
requisito em suas Diretrizes Curriculares Nacionais, haverá a oferta do
componente curricular estágio supervisionado, no formato presencial e com
carga horária específica. Assim, o professor supervisor de estágio poderá
acompanhar o cumprimento mínimo das horas de atividades relacionadas ao
currículo, bem como avaliar todo o seu desenvolvimento, realizando a
supervisão da produção de registros reflexivos e de outras avaliações periódicas
das etapas, que culminam na apresentação de um relatório de estágio final.

O conjunto de tarefas diversificadas e específicas, além de proporcionar aos


alunos a experiência necessária para o preparo profissional, possibilitará a eles
uma visão concreta sobre o mercado de trabalho e das condições que o mesmo
oferece. Para além disso, o estágio promoverá o enriquecimento das
experiências de convívio, de troca e de aperfeiçoamento de saberes e,
sobretudo, de contato com situações reais de resolução de problemas e de
conflitos, nos quais entrarão em jogo as aprendizagens relacionadas às
questões éticas do exercício profissional.

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Na IES, por meio dessa metodologia de organização das aprendizagens,
baseada no princípio da avaliação processual e formativa, o estágio curricular
supervisionado será pensado de modo a cumprir o seu papel formativo de
integrar saberes e informações coletadas ao longo do curso, organizando-as de
forma criteriosa, propiciando aos estudantes aprofundar seus conhecimentos em
157
uma área específica selecionada por eles, a partir de suas inclinações e
habilidades.

Tratar-se-á de componente acadêmico determinante da formação profissional,


uma vez que representará a principal oportunidade para o discente ampliar, na
prática, o que foi estudado. Permitirá a integração das unidades curriculares que
irão compor o currículo acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e testando-
lhes o nível de consistência e grau de entrosamento. Propiciará o
desenvolvimento da postura profissional e irá preparar os futuros egressos para
novos desafios, facilitando a compreensão da profissão e aprimorando
habilidades atitudinais relativas aos valores morais e éticos.

Quanto ao estágio extracurricular não obrigatório, este também se configurará


como ato educativo escolar, integrante da formação acadêmico-profissional dos
estudantes, que visará à preparação para o trabalho produtivo. Por sua
característica de não-obrigatoriedade, poderá ser desenvolvido como atividade
opcional acrescida à carga horária complementar da matriz curricular do curso
(quando for o caso), em empresas privadas, em empresas de profissionais
liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos
conselhos de fiscalização profissional e nas autarquias e órgãos públicos,
devidamente conveniados pela IES.

Todas as diretrizes e demais dispositivos que normalizam o Estágio Curricular


Supervisionado e o Estágio Extracurricular estarão baseados nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a formação em Engenharia da Computação e na Lei
nº 11.788/2008.

O estágio deverá constituir-se em um espaço privilegiado para a integração das


atividades de ensino, pesquisa e extensão. Além disso, as experiências
vivenciadas pelo estagiário poderão se constituir em objeto de estudo, análise e

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reflexão. O estágio é um ato educativo supervisionado que visa à preparação
dos estudantes para o trabalho profissional, constituindo parte fundamental do
processo educacional. Permite o desenvolvimento de habilidades e
competências necessárias para o exercício profissional e para a construção da
cidadania.
158

No curso de Engenharia da Computação, os estágios supervisionados serão um


conjunto de atividades obrigatórias de formação realizadas pelos estudantes, em
situações reais, com o objetivo de aprendizagem profissional e sociocultural. Os
campos de estágio serão oferecidos aos alunos pela instituição por meio de
convênios e parcerias estabelecidos a partir de demandas locais de escolas,
ONGs, empresas, instituições etc.

A matriz curricular do curso de Engenharia da Computação contemplará o


estágio supervisionado como atividade obrigatória com 160 horas a serem
cumpridas conforme as peculiaridades do curso a que se vincula, em função das
exigências decorrentes da própria natureza da habilitação ou qualificação
profissional, sendo requisito para a aprovação e obtenção do diploma pelo aluno.

O estágio não acarreta vínculo empregatício de qualquer natureza e deve ser


realizado após o cumprimento dos requisitos estabelecidos nas organizações
curriculares de cada curso, nos regulamentos internos da IES e nas diretrizes
curriculares estabelecidas pelos órgãos oficiais de educação.

A carga horária, a duração e a jornada de atividade em estágio a serem


cumpridas pelo aluno deverão, obrigatoriamente, compatibilizar-se com seu
horário escolar, não prejudicando suas atividades escolares e respeitando a
legislação em vigor. O deferimento da matrícula será formalizado por meio da
assinatura do Termo de Compromisso de Estágio e do Termo de Convênio pelos
representantes legais da Instituição de Ensino.

Os estágios serão supervisionados por um orientador da área a ser desenvolvida


no estágio, como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades
do estagiário. O acompanhamento ocorrerá mediante a aprovação do plano de
estágio, orientação do estágio e da avaliação do relatório final de estágio.

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O estágio na IES terá os seguintes objetivos:

• promover a integração entre a Instituição, a unidade concedente e a


comunidade;

• aumentar o grau de aplicação em trabalho dos conhecimentos aprendidos


nas unidades curriculares do currículo do curso; 159

• proporcionar ao aluno oportunidades de desenvolver suas habilidades;

• consolidar o processo ensino-aprendizagem e incentivar a busca do


aprimoramento pessoal e profissional; e

• contribuir para o desenvolvimento técnico-científico da instituição de


ensino e da comunidade.

3.10 Trabalho de conclusão do curso

O trabalho de conclusão de curso, na forma definida nas Diretrizes Nacionais


Curriculares e no Projeto Pedagógico do Curso, deverá ser entendido como um
momento de síntese e expressão da totalidade da formação profissional. É o
trabalho no qual o aluno sistematizará o conhecimento resultante de um
processo investigativo, originário de uma indagação teórica, gerada a partir da
prática do estágio ou dos trabalhos de investigação elaborados no decorrer do
curso. Este processo de sistematização deverá apresentar os elementos do
trabalho profissional em seus aspectos teóricos, metodológicos e operativos,
dentro dos padrões acadêmicos exigidos. O trabalho de conclusão de curso da
Faculdade Una de Divinópolis é regulamentado por resolução aprovada pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Para o curso de Engenharia da Computação, o TCC possuirá uma carga horária


de 80 horas e visará fortalecer as áreas de referência e de concentração do
curso, sendo uma atividade obrigatória para o curso. O TCC consistirá em uma
atividade pertencente a um projeto relacionado às áreas de concentração do
curso, previamente definido pelo NDE e aprovado pelo Colegiado de Curso.

Será realizado sob orientação de um professor da instituição e apresentado sob


a forma de monografia ou artigo científico. Serão requisitos para aprovação, além
da entrega do trabalho, a apresentação e a defesa, conforme critérios

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estabelecidos no regulamento específico desta atividades e entrega da versão
final do trabalho devidamente revisada.

As bancas examinadoras serão indicadas pelo professor orientador e


designadas pelos professores de TCC. Elas poderão ser constituídas por
160 professores do curso, professores de outros cursos ou mesmo de outras
instituições de ensino e profissionais especialistas na área, convidados para este
fim, com titulação mínima de especialista.

Os membros das bancas examinadoras deverão receber do professor do TCC o


exemplar do projeto ou trabalho final, conforme o caso, dentro do prazo definido
no cronograma do TCC, acompanhado da ficha de avaliação. As sessões de
qualificação e de defesa dos TCCs serão públicas.

O aluno terá um prazo de, no máximo, 15 dias para a entrega da versão corrigida
do TCC, juntamente com cópia eletrônica, já com as alterações sugeridas pela
banca examinadora, deverão ser entregues aos respectivos orientadores para
conferência e aval de validação da nota.

3.11 Atividades complementares da graduação (ACGs)

As atividades complementares são práticas acadêmicas obrigatórias de


múltiplos formatos, com o objetivo de complementar a formação do aluno,
ampliar o seu conhecimento teórico-prático com atividades extraclasse, fomentar
a prática de trabalho entre grupos e a interdisciplinaridade, estimular as
atividades de caráter solidário e incentivar a tomada de iniciativa e o espírito
empreendedor dos alunos. Essas atividades poderão ser realizadas dentro ou
fora da IES, desde que reconhecidas e aprovadas pela IES como úteis à
formação do aluno. Essas práticas se distinguem das unidades curriculares que
compõem o currículo pleno de cada curso.

O modelo pedagógico da Faculdade Una de Divinópolis prevê a categorização


das atividades complementares, levando-se em consideração agrupamentos de
ações similares que promovam a experiência a ser reconhecida, a título
norteador, quais sejam: experiências de ensino e aprendizagem; experiências
de pesquisa e produção científica; experiências culturais e desportivas;

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experiências administrativas e de representação estudantil; experiências de
inovação tecnológica; experiências internacionais e experiências no mundo do
trabalho.

Estão previstas, nas diretrizes da instituição, as atividades possíveis dentro de


161
cada categoria das experiências mencionadas acima, os requisitos para a
validação das horas equivalentes e a carga horária máxima a ser considerada
no cômputo geral. Para o curso de Engenharia da Computação, o aluno deverá
contabilizar 80 horas de atividades complementares.

As atividades complementares serão ofertadas de acordo com as diretrizes para


esse curso, e algumas atividades serão oferecidas pela instituição para a
formação complementar do aluno, com o objetivo de ampliar seu conhecimento
teórico-prático, relacionadas ao desenvolvimento de determinadas
competências aliadas ao currículo do curso.

3.12 Pesquisa e extensão

Segundo o Ministério da Educação (Resolução n. 7, de 18 de dezembro de


2018), devem ser oferecidas atividades acadêmicas de extensão dentro da
matriz curricular de graduação. A extensão é uma forma de vivenciar o processo
ensino-aprendizagem para além dos limites da sala de aula, com a possibilidade
de articular a universidade à sociedade, em uma enriquecedora troca de
conhecimentos e experiências.

Ademais, a Faculdade Una de Divinópolis, com base em sua missão, investirá


na produção e no desenvolvimento de atividades de pesquisa, com diretrizes
claras de alinhamento e de planejamento estratégico da expansão e da
consolidação da cultura da pesquisa científica e do desenvolvimento tecnológico.
Haverá a constante preocupação com as necessidades sociais e as exigências
da ciência, além da formação integral do aluno.

A extensão universitária irá gerar possibilidades de aproximar o acadêmico de


realidades e necessidades sociais, promovendo intervenções e ações que
possam melhorar a realidade social do território de atuação do universitário. Na

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Faculdade Una de Divinópolis, a extensão universitária afirma-se como processo
acadêmico definido e efetivado em função das exigências da realidade,
indispensável na formação do aluno, na qualificação do professor e no
intercâmbio com a sociedade, o que implica relações multidisciplinares,
interdisciplinares e interprofissionais.
162

As atividades de extensão figuram como categoria de atividades


complementares, atendendo ao Plano Nacional de Educação, Lei nº 13.005 de
2014. Os programas e os projetos de extensão terão sua ação orientada para
áreas de relevância social, sendo as atividades realizadas dentro ou fora do
espaço institucional.

As ações de extensão da Faculdade Una de Divinópolis assumirão lugar de


destaque no currículo e na jornada do estudante, em linha com as
recomendações do Ministério da Educação e das Políticas Nacionais de Ensino.
Elas garantirão o princípio da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão,
contribuindo para uma educação focada no protagonismo do estudante e
promovendo a efetiva transformação da sociedade e do país. Em linhas gerais,
a extensão será essencial para que os estudantes coloquem em prática os
aprendizados obtidos ao longo do curso universitário. Será uma maneira valiosa
de inserir os futuros profissionais em um cenário de completo desenvolvimento
de suas habilidades, competências e conhecimentos, com a criação de impacto
direto e imediato nas comunidades e, de quebra, contribuindo para a melhoria
de nossa sociedade.

O curso de Engenharia da Computação da Faculdade Una de Divinópolis


apresentará os seguintes projetos de extensão:

PROJETO: ECOSSISTEMA UNA DE INOVAÇÃO

RESUMO DO PROJETO: A busca por produtos, processos e /ou serviços


disruptivos está cada vez mais evidente nas organizações. O modelo econômico
dos Estados e Municípios brasileiros é pautado, ainda, em produção de escala,
comércio, commodities, serviços tradicionais e outros. Entende-se por inovação
a possibilidade de implementar produtos e processos novos ou a realização de

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melhoramentos mediante demanda e as novas necessidades. O ambiente
universitário está repleto de estudantes talentosos e muitos deles possuem
espírito empreendedor e/ou inovador que necessitam ser trabalhados. Existem
diversas ferramentas que podem ser utilizadas nos processos de inovação e
muitas delas podem ser trabalhadas em sala de aula, no ambiente virtual ou
163
presencial. Quando se fala em inovação, diversos termos são associados, como
o termo startup, originado na década de 90, associada às novas possibilidades
de escalonamento. Diversas instituições de ensino no Brasil, privadas e públicas
dispõe de espaços destinados aos estudantes, professores e a comunidade para
que os mesmos possam pensar em propostas inovadoras para a resolução de
problemas de empresas e da comunidade. Diversos projetos sociais nasceram
nestes ambientes e os estudantes foram os protagonistas, como os chamados
varais solidários, associações comunitárias e todos eles vinculados os objetivos
globais da ONU. Muitos editais voltados para a inovação estão sendo
apresentados por órgãos de fomento em Minas Gerais e o SEBRAE (Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) é um dos principais
incentivadores. Nesse projeto estarão envolvidos empreendedores, sociedade
civil organizada, estudantes da Una Divinópolis e atores do setor público. A
proposta do projeto é desenvolver a cultura empreendedora e inovadora entre
os estudantes do curso de Engenharia da Computação e estimular que os
mesmos possam se voltar para os problemas do seu entorno, propondo soluções
inovadoras e disruptivas. Mediante crescente demanda das organizações e das
comunidades por serviços e/ou produtos inovadores, torna-se necessário
desenvolver o espírito empreendedor e inovador de nossos estudantes.Os
estudantes escolhem seus times de inovação e recebem mentorias durante os
horários de orientação e são estimulados a trabalhar em equipe e na
comunidade. Nos encontros síncronos ou presenciais os mesmos propõe
soluções e as apresentam no final do projeto na forma de um pitch.

PROJETO: FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA

RESUMO DO PROJETO: Nas antigas serpentinas a água escoava através das


tubulações, de ferro ou cobre, instaladas no interior dos fogões a lenha,
viabilizando o aquecimento desta e traziam conforto as residências que ainda

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não haviam sido beneficiadas com a chegada da energia elétrica. Atualmente
uma prática tão comum quanto esta, que produzia energia a partir do calor que
seria dissipado é considerada uma fonte alternativa de energia. Este projeto
sugere a elaboração de fontes alternativas de energias como a fabricação de
aquecedores de água, reutilizando materiais como canos PVC, garrafas PET e
164
caixas de leite.

Engenharia aplicada à veículos elétricos autônomos

O Engenharia aplicada à veículos elétricos e autônomos" tem por objetivo


realizar a integração entre as diferentes áreas dos cursos de Engenharia, por
meio do desenvolvimento de um projeto de um veículo de pequeno porte, com
eficiência energética e soluções sustentáveis de fabricação. Durante esse
projeto, serão desenvolvidas: propostas para a concepção do veículo, utilizando-
se recursos virtuais para o modelamento 3D, simulação de esforços, pesquisas
relacionadas aos tipos de materiais e componentes necessários, projeto
mecânico, projeto elétrico e computacional. Através do escopo virtual aprovado,
o levantamento de custos para o processo de fabricação do protótipo será
realizado, assim como análise dos principais processos de fabricação
envolvidos.

Mãos à Obra: Construindo o conhecimento

O projeto visa capacitar à comunidade local a partir do acesso à informação


teórica e prática ministrada por alunos/professor dos cursos de Engenharia. O
projeto leva para a comunidade de Divinópolis e região ações de inclusão digital,
resolução de problemas baseado nas metodologias Problem Based Learning e
Handson, entre outras. O Programa propiciará aos alunos a prática da
responsabilidade social, e a comunidade local o vislumbre de novas
perspectivas.

EngineeringLab – Projeto de Inovação Tecnológica na Engenharia

RESUMO DO PROJETO: O projeto visa fomentar, em ambiente acadêmico, a


inovação tecnológica, o empreendedorismo e a gestão na área das Engenharias.
Para tanto, o Projeto conta com o apoio de instituições parceiras e integra

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acadêmicos de diversas áreas do conhecimento, de modo a fomentar iniciativas
inovadoras, promover a vivência prática do empreendedorismo e possibilitar o
intercâmbio de aprendizados, auxiliando a formação de profissionais completos,
prontos para protagonizar o mercado de trabalho atual e futuro. O projeto tem
como propósito a construção de soluções para engenharias do EngineeringLab,
165
organização e promoção de eventos, materiais e campanhas voltados para a
comunicade, atuar como laboratório de empreendimentos em ações sociais,
proporcionar vivência e integração ao mercado de trabalho atual, entre outros.

3.13 Convênios do curso

Coerente com seu propósito de transformar o país e as comunidades onde se


faz presente pela educação superior de diferenciada qualidade, a Faculdade Una
de Divinópolis desenvolverá projetos relevantes no campo da Engenharia da
Computação, haja vista a preocupação constante com a formação prática e
humanística de seus egressos, de modo a torná-los cidadãos comprometidos
com as transformações sociais.

Com o objetivo de cooperação científica, técnica, tecnológica, pedagógica e a


ampliação e a diversidade dos cenários de aprendizagem para os alunos do
curso de graduação em Engenharia da Computação, a Faculdade Una de
Divinópolis possuirá parcerias firmadas com as seguintes entidades e
instituições:

Prefeitura Municipal de Itatiaiuçu MG

Prefeitura Municipal de Igaratinga MG

Minas Gusa Siderurgica Eireli

Luz e Sol Energia

Belgo

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3.14 Sistema de avaliação e acompanhamento do desenvolvimento
institucional

A Faculdade Una de Divinópolis contará com sua Comissão Própria de Avaliação


(CPA), composta por membros representantes de diferentes segmentos da
166 comunidade acadêmica e da sociedade civil organizada. A CPA terá como
finalidade instruir e acompanhar os processos avaliativos da IES, sendo
responsável por construir importantes instrumentos de avaliação e ferramentas
para o planejamento educacional, em busca da melhoria da qualidade da
formação, da produção do conhecimento e da extensão. Essas ferramentas
deverão permitir, ainda, que sejam identificadas áreas problemáticas ou que
requerem melhorias. Pautada no cumprimento das metas como forma de
mensurar o que foi possível fazer, e se foi feito com a qualidade esperada, a CPA
desenvolverá um trabalho contínuo pela melhoria de seu processo
autoavaliativo, buscando a qualidade do processo de ensinar e aprender.

O processo de avaliação institucional compreenderá dois momentos: o da


avaliação interna e o da avaliação externa. No primeiro, ou seja, na
autoavaliação, a instituição reunirá percepções e indicadores sobre si mesma,
para então construir um plano de ação que defina os aspectos que poderão ser
melhorados a fim de aumentar o grau de realização da sua missão, objetivos e
diretrizes institucionais, e/ou o aumento de sua eficiência organizacional.

Essa autoavaliação, realizada em todos os cursos da IES, a cada semestre, de


forma quantitativa e qualitativa, atenderá à Lei do Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (Sinaes), nº 10.8601, de 14 de abril de 2004. A legislação
irá prever a avaliação de dez dimensões, agrupadas em 5 eixos, conforme ilustra
a figura a seguir.

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Figura 17 – Eixos e dimensões do Sinaes

167

Fonte: Sinaes / elaborado pela CPA.

O processo de autoavaliação da IES será composto por seis etapas que, de


forma encadeada, promoverão o contínuo pensar sobre a qualidade da
instituição.

Figura 18 – Etapas do processo avaliativo

Fonte: elaborado pela CPA/IES.

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Os objetivos traçados para a avaliação institucional serão atingidos com a
participação efetiva da comunidade acadêmica. Por isso, será de fundamental
importância a primeira fase do processo, que será a sensibilização, que terá seu
início, aproximadamente, um mês antes da data definida no calendário escolar
168
para aplicação dos instrumentos e envolve, primeiramente os diretores e
coordenadores de cursos, em seguida os docentes e funcionários técnico-
administrativos e, por fim, a comunidade discente. A versão dos modelos
específicos será amplamente divulgada e apresentada aos respectivos
coordenadores (acadêmicos e administrativos) para deliberação.

No processo de divulgação, a CPA ampliará o canal de comunicação com a


comunidade acadêmica, a fim de apurar as críticas e sugestões para o
aprimoramento do modelo de avaliação institucional, incorporando sugestões de
melhorias coletadas durante a autoavaliação. Os resultados da avaliação
servirão como instrumento de gestão, buscando sempre melhorar o curso e a
instituição. A partir dos resultados, será iniciado um processo de discussão com
alunos, NDE, colegiado, professores e a própria direção, para definir as ações
que serão implementadas ao longo dos períodos.

O segundo momento de acompanhamento e avaliação será por mecanismos


externos à IES. Um deles será o trabalho realizado pelas comissões externas
nomeadas pelo INEP/MEC, nos atos de autorização e reconhecimento de curso,
e credenciamento e recredenciamento da Faculdade Una de Divinópolis. As
comissões externas, ao interagir com os diferentes setores da instituição,
também realizarão um processo de avaliação, na medida em que confrontarão
a visão que a IES tem de si mesma e apresentar recomendações para o seu
desenvolvimento.

Além das visitas in loco, e também como componente do Sinaes, o Exame


Nacional do Desempenho dos Estudantes (Enade) é outro instrumento avaliativo
que irá contribuir para a permanente melhoria da qualidade do ensino oferecido.
O Enade fornece informações que podem auxiliar a IES a conhecer e a analisar
o perfil de seus estudantes e, consequentemente, da própria instituição. Após a

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divulgação dos resultados do Enade, será realizada a análise do relatório de
avaliação do curso, a fim de verificar se todos os conteúdos abordados no Exame
estão sendo contemplados pelos conteúdos curriculares do curso. Após a
análise, será elaborado um relatório com as ações previstas para a melhoria do
desempenho do curso.
169

Ao integrar os resultados do Enade aos da autoavaliação, a Faculdade Una de


Divinópolis iniciará um processo de reflexão sobre seus compromissos e
práticas, a fim de desenvolver uma gestão institucional preocupada com a
formação de profissionais competentes tecnicamente e, ao mesmo tempo,
éticos, críticos, responsáveis socialmente e participantes das mudanças
necessárias à sociedade.

É, portanto, dentro dessas premissas que a IES implantará o “núcleo de


especialistas”, composto por diretores representantes das principais áreas do
conhecimento. As atribuições desses especialistas consistirão nas ações
destinadas ao acompanhamento permanente dos currículos e à inserção das
ações de inovação, especialmente no uso das plataformas adaptativas. Atuarão
no suporte aos Núcleos Docentes Estruturantes (NDE), na construção dos
Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC), além da concepção e gestão dos
processos que envolverão as avaliações do processo ensino aprendizagem. A
partir dessas análises, a IES estabelecerá planos de ação, que levem ao melhor
desempenho discente e à melhoria da qualidade do curso.

Assim, a Política Institucional utilizada como ferramenta para coordenar/verificar


os processos de avaliação no curso será oriunda das decisões propostas no
Núcleo Docente Estruturante do curso, constituído com atribuições acadêmicas
de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e
contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso. Além disso, serão
também ferramentas de gestão para a constante avaliação do PPC, as
deliberações em colegiado de curso com base na autoavaliação e os resultados
do ENADE, já que instrumento avaliar o desempenho dos estudantes em relação
aos conteúdos programáticos previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais.

4 CORPO DOCENTE

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4.1 Corpo docente

O corpo docente do curso de Engenharia da Computação da Faculdade Una de


Divinópolis será composto por professores com formação acadêmica e
qualificação profissional. O exercício profissional garante um conhecimento
170 específico e relevante, mas o exercício da docência exige uma formação
específica, que estabeleça a conexão com os princípios gerais que regem a
relação ensino-aprendizagem. Daí, surge a importância de se privilegiar,
prioritariamente, a contratação de um corpo docente oriundo de programas de
mestrado e doutorado reconhecidos.

A estruturação do corpo docente, ao longo dos anos, buscará igualmente compor


um quadro diversificado e aderente ao PPI. Nesse sentido, será diretriz atuar
com professores com viés e experiência mais acadêmicos, professores com
vivência forte nos ambientes profissionais, alguns oriundos da própria IES, e
professores de diferentes programas de pós-graduação, de instituições
brasileiras e até estrangeiras. Em suma, a proposta será oferecer diferentes
abordagens, metodologias e experiências aos alunos considerando sua
formação cidadã e sua preparação para o mundo do trabalho.

4.1.1 Plano de carreira

O corpo docente da Faculdade Una de Divinópolis será constituído por:

▪ Professores titulares;

▪ Professores adjuntos;

▪ Professores assistentes; e

▪ Professores auxiliares.

O provimento na classe de professor será feito por portador de, no mínimo,


diploma de especialização, observando-se os títulos e provas e/ou avaliações de
didática e conhecimento, conforme enquadramento do plano de carreira
docente, aprovado pelo Conselho Superior. A promoção e o acesso na carreira
ocorrerão após a aprovação orçamentária. Os critérios de admissão e de
progressão da carreira docente são mostrados no quadro a seguir.

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Critérios de admissão e de progressão da carreira docente

Carreiras Requisitos Processo Acesso

Professor Professor que seja Julgamento de títulos, incluindo Progressão


Auxiliar portador de certificado de experiência profissional. horizontal:
especialização e/ou tenha
Provas de didática e Participação
diploma de graduação. 171
conhecimento. Acadêmica
Entrevista com Banca
Examinadora e/ou Diretoria.

Professor Professor que seja Julgamento de títulos, incluindo Progressão


Assistente portador do diploma de experiência profissional. Horizontal:
Mestre, reconhecido pelo
Provas de didática e Participação
MEC ou revalidado por
conhecimento. Acadêmica
uma universidade
pertencente ao Sistema Entrevista com Banca
Federal de Ensino Examinadora e/ou Diretoria

Professor Professor que seja Julgamento de títulos, incluindo Progressão


Adjunto portador do diploma de experiência profissional. Horizontal:
doutorado, reconhecido
Experiência em Administração Participação
pelo MEC ou revalidado
Acadêmica: Membro de Acadêmica
por uma Universidade
Conselhos, Chefe de
pertencente ao Sistema
Departamento, Coordenador de
Federal de Ensino.
Curso, ou posições acadêmicas de
Direção.
Provas de didática e
conhecimento.
Entrevista com Banca
Examinadora e/ou Diretoria
Professores que já
Professor Julgamento de títulos, incluindo
possuem o título de
Titular experiência profissional.
professor titular ou que
são portadores do diploma Experiência em Administração
de doutorado, reconhecido Acadêmica: Membro de
pelo MEC ou revalidado Conselhos, Chefe de
por uma universidade Departamento, Coordenador de
pertencente ao Sistema Curso, ou posições acadêmicas de
Federal de Ensino e ser Direção ou experiência destacada
aprovado por uma banca em pesquisa.
examinadora e por
seleção de títulos e prova Provas de didática e
didática. conhecimento.
Entrevista com Banca
Examinadora e/ou Diretoria
Fonte: autoria própria.

4.1.2 Formação docente

A cultura docente manifestar-se-á como elemento primordial para se acolher a


proposta curricular na extensão dos seus propósitos educativos de formação dos

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alunos como indivíduos, cidadãos e profissionais. Para que os docentes possam
promover o desenvolvimento permanente do projeto acadêmico, inovar as
práticas pedagógicas e avaliativas, investigar metodologias inovadoras de
aprendizagem e cumprir sua função de mentores facilitadores da aprendizagem
dos alunos, eles deverão passar por processos contínuos de capacitação
172
orientados pela constituição de uma certa identidade profissional.

De maneira geral, as propostas de formação continuada de docentes do ensino


superior brasileiro têm apresentado pelo menos três barreiras que aparecem
como pano de fundo de aspectos mais amplos e de contornos multifacetados:

• pouca ou nenhuma disposição das propostas de formação em enfrentar


sistematicamente a inerente resistência de grande parte dos docentes em
modificar suas práticas, ainda muito assentadas em teorias
conservadoras de conhecimento, de didática e de avaliação;

• ações e iniciativas de formação ainda muito isoladas e esparsas,


centradas em processos de atualização a partir da aquisição de
informações científicas, didáticas e psicopedagógicas que estão
descontextualizadas da real prática educativa do professor;

• concepção de conhecimento e de fazer docente que organiza os projetos


de inovação da prática desvinculados do mundo real das salas de aula e
ainda pensados como “treinamento” de professores, ministrados por
indivíduos mais experientes.

É importante, contudo, considerar o ensino como uma prática social específica,


que se dará no interior de um processo de educação e que ocorrerá
informalmente, de maneira espontânea, ou formalmente, de maneira
sistemática, intencional e organizada. Ao educar o professor de maneira formal,
sistemática, intencional e organizada, será preciso considerar, como afirma
Cardoso (2012), que ensinar é tarefa para profissionais, é um trabalho complexo
que requer conhecimento, autonomia, autoria, prazer e criatividade. A formação
continuada de professores será um importante eixo de sustentação do currículo
e, nesse sentido, a busca constante por atualização se fará primordial. No
currículo do Ecossistema Ânima de Aprendizagem, tem-se como premissa que
conhecer é formar, e formar é conhecer.

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Assim, a busca por uma formação continuada de professores objetiva a sua
atuação em um currículo integrado, que trabalhará com unidades curriculares
que exigirão que educadores de diversas áreas planejem os conteúdos de forma
conjunta. Haverá uma relação de interdependência entre as áreas, e serão várias
as ações que visarão à formação docente, desde fóruns, simpósios a encontros
173
virtuais e presenciais, em que diversas especificidades se juntarão para discutir
determinado aspecto. Sobre o trabalho colaborativo entre docentes, Thurler e
Perrenoud (2006) afirmam que:

O ensino não é exceção, ou então chega a ser pela enorme diversidade


das referências possíveis. Isso é tão verdade que não poderíamos
refletir isoladamente sobre a dimensão cooperativa do ofício de
professor, já que ela representa apenas um componente de um imenso
caleidoscópio cujos elementos se combinam e recombinam sem
cessar, segundo as vivências, as prioridades do momento, o ambiente
e as relações de poder entre os diversos atores envolvidos (THURLER;
PERRENOUD, 2006).

Um importante desafio, nesse sentido, reside justamente em como criar


condições para formar professores com competências sem cair na tentação de
sistematizar tudo e transformá-los em meros cumpridores de tarefas. Somente
uma formação baseada na prática docente reflexiva e investigativa, almejando
uma reformulação constante da identidade do professor e dos seus saberes e
que leve em conta todas as dimensões do ser professor pode gerar, para além
do fazer docente stricto sensu, uma reflexão sobre o fazer pedagógico.

A Faculdade Una de Divinópolis considera que a atividade docente constitui


processo que implica reflexão permanente sobre a natureza, os objetivos e as
lógicas que presidem a concepção de educador na condição de sujeito que
transforma e, ao mesmo tempo, é transformado pelas próprias contingências da
profissão. Quaisquer propostas de formação de professores que tenham como
fulcro a prática pedagógica, por mais elementares que sejam, devem perpassar
a construção da identidade docente, respeitando as dimensões ético-políticas do
processo de ensino-aprendizagem e os valores que regem a intencionalidade
educativa (estético) no contexto de uma escola democrática.

A instituição defende que a identidade docente somente se constituirá se houver


oportunidades para os professores compreenderem, praticarem e refletirem
sobre novas estratégias de ensino, integrando três dimensões: os referenciais

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que constituem a prática pedagógica mencionada; as ações de trocas de
experiências e de pesquisas colaborativas entre seus pares; e a constante ação-
reflexão-ação, que vai da teoria à prática e vice-versa.

É com base nesses princípios que a Faculdade Una de Divinópolis organiza sua
174 proposta de formação docente, com o objetivo de que os professores
compreendam os códigos do currículo integrado e o marco teórico do ensino
para a compreensão (EpC) para que desenvolvam suas habilidades didático-
pedagógicas tendo em vista a realização do planejamento das unidades
curriculares, com o uso de metodologias ativas de ensino e processos coerentes
e inovadores de avaliação.

Além dessa formação continuada, serão também constituídas comunidades de


prática, que visarão promover o compartilhamento de estratégias didático-
pedagógicas, assim como possibilitar a construção coletiva e colaborativa de
experiências de aprendizagem que promovam maior integração curricular e
sentido para os estudantes. Essas comunidades de prática e os demais fóruns
de participação de docentes e coordenadores concretizarão a “práxis educativa”,
ou seja, o currículo em ação, que contará com a participação intelectual, criativa,
crítica, dinâmica e integradora do corpo docente.

“Transformar o país pela educação”, a missão da Ânima Educação, terá,


portanto, grande parte de sua sustentação na contínua formação de seus
professores e gestores. Tratar-se-á de uma atitude e um olhar cuidadosos para
a valorização das pessoas que planejam, organizam, executam e avaliam os
trabalhos nas unidades e nos cursos com o objetivo de oferecer excelência na
qualidade dos serviços educacionais prestados aos seus alunos, para uma
formação integral, tanto do ser humano, quanto do profissional formado.

4.1.3 Políticas de capacitação e formação continuada

Tendo objetivos diversificados e direcionados a grupos específicos ou tendo em


vista a integração de profissionais, o Programa de Formação Continuada da
Faculdade Una de Divinópolis se organizará por meio de vários projetos,
descritos a seguir.

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Sala Mais

O Sala Mais é uma proposta de formação que ocorrerá no retorno às atividades


docentes, após o período de férias ou de recesso, quando os professores se
apresentarão para o planejamento do semestre, e também durante o período
letivo, com atividades de formação sobre temas de interesse dos docentes. As 175

edições do Sala Mais, no início dos semestres, terão como objetivo principal
fortalecer a identidade docente, a cooperação profissional e a integração
curricular como forma de construir aprendizagens significativas e engajamento
discente.

Além da edição no início do semestre, serão promovidas atividades pontuais do


Sala Mais ao longo do período letivo. Essas atividades abordarão temas
específicos e visarão à ampliação e ao aprofundamento da compreensão sobre
o tema, com reflexo nas atividades docentes. Várias serão as fontes desses
temas, como: a avaliação que os docentes farão das atividades realizadas no
Sala Mais e suas sugestões e interesses; e as expectativas e necessidades
advindas das coordenações e direções e as demandas correntes, de acordo com
o andamento das atividades.

O Sala Mais é, então, um espaço de estudo, reflexão e discussão sobre o


currículo e seus desdobramentos no planejamento do ensino, na organização do
trabalho pedagógico, nos processos avaliativos e na interlocução com os
projetos acadêmicos. O planejamento do trabalho pedagógico baseia-se em
alguns princípios teóricos:

• a integração entre professores, considerando que as unidades


curriculares são desenvolvidas, geralmente, por dois docentes;

• a integração entre alunos e professores e entre os próprios alunos, nas


várias comunidades de aprendizagem;

• o marco conceitual do ensino para a compreensão (EpC);

• a hibridez; e

• a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

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A concepção dos currículos integrados terá como suporte para sua
concretização o marco conceitual do ensino para a compreensão (EpC), já
abordado nesse documento. O marco conceitual do EpC apresentará quatro
elementos: tópicos geradores, metas de compreensão, desempenhos de
compreensão e avaliação contínua, e implicará uma forma de pensar a atividade
176
docente, a atividade discente e, consequentemente, de organizar o trabalho
pedagógico, considerando que os elementos serão organizadores,
estruturadores e orientadores desse trabalho e que a forma de lidar com esse
planejamento será não linear. Dessa maneira, o Sala Mais e outras propostas de
formação visarão à construção e ao aprimoramento dos desempenhos docentes.

Por tratar-se de atividade que abrange e atende a todos os docentes da Ânima


Educação, o Sala Mais contará com multiplicadores que trabalharão com os
grupos de professores organizados conforme o foco da discussão a ser feita. O
grupo de multiplicadores será formado pelos gestores de integração curricular,
coordenadores regionais de área, professores em tempo integral e tempo
parcial. São temáticas que podem ser abordadas no Sala Mais:

• compreensão do planejamento da unidade curricular a partir da definição


do desempenho de compreensão final;

• avaliação contínua – feedback: conceitos e formas;

• acolhimento dos alunos com foco nos ingressantes e ingressantes tardios,


considerando o contexto atual que envolve estes alunos;

• a hibridez materializada na rotação por estações;

• a busca ativa como parte do planejamento da unidade curricular,


considerando que a pesquisa é parte do ensino; e

• planejamento de unidades curriculares do semestre.

Formação de professores multiplicadores

A equipe do Programa Sucesso do Estudante organizará as atividades de


formação de multiplicadores, na perspectiva da simetria invertida. Dessa forma,
os multiplicadores vivenciarão as atividades de formação que coordenarão com

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os grupos de docentes. Durante a formação dos multiplicadores, haverá trocas
de experiências e sugestões, no sentido de aprimorar as atividades a serem
desenvolvidas com os docentes.

Formação de professores do Projeto Vida & Carreira


177
A formação para professores do Projeto Vida & Carreira visa ao conhecimento
das diretrizes e dos princípios do Vida & Carreira enquanto projeto estratégico;
da plataforma Vida & Carreira, sua proposta, recursos e a construção do
currículo do futuro; e das responsabilidades e atribuições do professor-tutor. O
conhecimento sobre o projeto será fundamental para o desenvolvimento de
competências relacionadas ao emprego de recursos e estratégias metodológicas
envolvendo as ações tutoriais e docentes no projeto.

Pela participação nas atividades de formação docente para o Projeto Vida &
Carreira, o professor poderá avaliar e propor estratégias e recursos para as
ações de docência e tutoria nos âmbitos: “Eu comigo”, “Eu no mundo”, “Eu com
os outros”, “Eu e o meu universo acadêmico” e “Eu e a minha carreira”,
abordando tópicos e competências socioemocionais relacionadas ao
desenvolvimento, nos alunos, de soft skills que possibilitem o seu protagonismo
na vida acadêmica e pessoal, na gestão dos processos decorrentes da sua
própria formação profissional e na constituição da carreira.

Ademais, o docente poderá desenvolver e aprimorar competências relacionadas


ao conhecimento dos projetos de atenção ao estudante e dos princípios e
diretrizes da tutoria, como: Bem-estar e Qualidade de Vida; (Sunrise;
Entrelaços); Monitoria; Adapti; Entrantes Tardios; Nivelamento; UC Dual;
Internacionalização; Extensão e Pesquisa. Além das competências relacionadas
à ação tutorial, como acolher, conhecer, ambientar, acompanhar e encaminhar,
e das competências relacionadas à disposição para a aprendizagem contínua,
será possível colaborar com os pares e buscar constantemente o aprimoramento
pessoal e profissional. Será possível, então, trabalhar em conjunto, realizando,
coletivamente, o alinhamento das ações tutoriais/docentes com os princípios e
diretrizes do projeto e das necessidades e características dos alunos.

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Horário coletivo

O horário coletivo acontecerá, periodicamente, em dia da semana e horário fixo


em todas as unidades acadêmicas. Envolverá os professores em tempo integral
e em tempo parcial. O horário coletivo é considerado um momento de formação
178 continuada que visa ampliar o conhecimento dos docentes em jornada sobre
temas relevantes para a sua atuação no ecossistema, nos cursos e nas
atividades do campus, por exemplo, a extensão e o acolhimento aos estudantes.

Simpósio docente

O momento do “Simpósio Docente” marca o início do semestre acadêmico. No


evento, serão apresentadas as conquistas do semestre anterior e os desafios
por vir. Será um momento de acolhimento, boas-vindas, confraternização e
canalização de energias para o trabalho do semestre, além de constituir-se em
evento de formação docente. Assim, como forma de inspirar os docentes para
vencerem juntos os desafios, educadores de renome nacional ou internacional
serão convidados para dialogar com os professores sobre temas relevantes para
a consolidação do Ecossistema Ânima e para a realização do currículo na IES.

O Programa de Desenvolvimento de Docentes incluirá, ainda, oferta de cursos


de atualização e incentivará a participação em congressos, simpósios,
seminários, oficinas de capacitação e cursos diversos. A Faculdade Una de
Divinópolis buscará investir no constante aprimoramento de seus professores,
oferecendo-lhes conhecimentos adicionais e desenvolvimento de habilidades
que possam melhor orientá-los na condução das atividades pedagógicas, com o
intuito de capacitá-los para que possam fazer da sala de aula e de outros
espaços de aprendizagem um ambiente agradável, tornando o aprendizado
repleto de significado e mais prazeroso, obtendo, com isso, melhores resultados
dos alunos.

Todo professor recém-admitido deverá, nas primeiras semanas após a


admissão, participar de um treinamento de integração que lhe dará as boas-
vindas e apresentará os sistemas que serão utilizados. Além desse treinamento,

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todo professor (novato e veterano) será convidado a participar do Simpósio dos
Professores, que ocorrerá no início dos semestres letivos.

Programa de apoio à participação em eventos acadêmicos

A participação em eventos acadêmicos faz parte da jornada docente. Como


179
forma de apoiar a sua participação, foi criado um programa que objetiva viabilizar
e subsidiar a participação docente, como autor e apresentador da produção, em
eventos externos e internos técnico-acadêmico-científicos, culturais e/ou
esportivos, de caráter regional, nacional ou internacional. A Faculdade Una de
Divinópolis busca incentivar a divulgação dos resultados das pesquisas
realizadas, possibilitar a troca de experiências entre pesquisadores e contribuir
para o incremento da quantidade e da qualidade das pesquisas científicas, do
desenvolvimento tecnológico e da inovação na IES.

São considerados eventos externos e internos técnico-acadêmico-científicos:


congressos; conferências; seminários; simpósios; jornadas acadêmicas;
workshops; colóquios; minicursos; feiras e mostras de ciência e tecnologia. O
evento deverá compor uma produção na forma de anais, com ISBN, que
proporcione a divulgação dos trabalhos apresentados.

O docente com inscrição comprovada em eventos técnico-acadêmico-científicos,


como autor e apresentador da produção, poderá receber reembolso de despesas
custeáveis, conforme edital, no limite de até R$ 3.000,00 (três mil reais) por
produção em evento internacional e de R$ 1.000,00 (um mil reais) por produção
em evento nacional.

As propostas submetidas serão analisadas por uma comissão própria. O apoio


à participação em eventos técnico-acadêmico-científicos será feito por meio de
reembolso e/ou abono das faltas relativas aos dias da apresentação dos
trabalhos, e os editais serão lançados trimestralmente.

Critérios de concessão de licença ou bolsa de capacitação

As propostas submetidas serão analisadas por uma comissão própria, segundo


os seguintes critérios:

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• avaliação do mapeamento docente (JDA);

• participação em projetos de pesquisa;

• atualização do currículo Lattes, confirmação dos documentos que


comprovam a titulação, produtividade científica e orientações;
180
• qualificação e produção acadêmica do professor e demais coautores; e

• relevância e contribuição científica e/ou tecnológica do trabalho


apresentado no evento.

Será considerada, para fins de registro, a produção acadêmico/científica dos


últimos cinco anos. A aprovação do pedido de reembolso não será realizada de
forma automática, e dependerá da análise dos critérios estabelecidos e da
disponibilidade orçamentária prevista para o trimestre vigente da IES.

Bolsas e subsídios em programa de pós-graduação

A Faculdade Una de Divinópolis oferecerá bolsas ou subsídios para os seus


docentes em programa de pós-graduação em nível de mestrado e doutorado,
respectivamente. O processo de concessão de bolsas seguirá as seguintes
etapas:

• apresentação de solicitação, por parte do candidato, observados os


critérios de concessão de licença ou bolsa de capacitação;

• indicação do candidato, pela respectiva diretoria da instituição,


observados os critérios de concessão de licença ou bolsa de
capacitação, os aspectos de qualidade, conveniência e exequibilidades
acadêmica e temporal do programa e custos envolvidos; e

• verificação e análise da conveniência do pedido por comissão


especialmente designada, envolvendo a diretoria, diretorias das
instituições, núcleo acadêmico e gestão de pessoas.

4.1.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) constitui-se de um grupo de docentes,


com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuantes no processo de

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concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do
curso. Tendo em vista o que dispõem os instrumentos de avaliação de curso e
as normas do Ministério da Educação para cursos específicos, se for o caso, o
NDE será constituído pelos seguintes membros: o coordenador do curso, seu
presidente, que tem voto de qualidade e comum; no mínimo, quatro professores
181
pertencentes ao corpo docente do curso, designados pela direção.

Os integrantes do NDE serão nomeados pelo diretor. O NDE deverá ter pelo
menos 60% (sessenta por cento) de seus membros com titulação acadêmica
obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. O NDE deverá ter todos
os membros em regime de trabalho em tempo parcial ou integral, sendo pelo
menos 20% (vinte por cento) em tempo integral.

O Núcleo Docente Estruturante irá se reunir mediante convocação do


coordenador do curso. Perderá o mandato o membro representante que, sem
causa justificada, faltar a duas reuniões ordinárias consecutivas. A convocação
do NDE será feita por correspondência eletrônica, com antecedência,
mencionando-se o assunto a ser tratado, salvo se for considerado reservado, a
juízo do coordenador, podendo haver dispensa do prazo para as reuniões de
caráter urgente.

O coordenador do curso registrará as deliberações do NDE, a cada reunião, em


livro próprio, apresentando-o, quando solicitado, à direção da IES e,
obrigatoriamente, às comissões de avaliação in loco do MEC. Serão atribuições
do NDE:

• Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

• Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais, do


Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, dos
Referenciais Curriculares Nacionais dos cursos de bacharelado e
licenciatura, e das DCNs, além de outras recomendações preconizadas
pela legislação vigente;

• Zelar pela criação, implantação, acompanhamento e atualização do


Projeto Pedagógico do Curso;

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• Discutir e estabelecer, caso previsto no Projeto Pedagógico do Curso, a
interdisciplinaridade;

• Elaborar, orientar e acompanhar o desenvolvimento das atividades


interdisciplinares do curso;

182 • Indicar formas de incentivos, convênios, parcerias ou outras atividades


necessárias para o desenvolvimento e consolidação do curso;

• Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de extensão,


oriundas das necessidades da graduação, das exigências do mercado
de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;

• Planejar, orientar e acompanhar as atividades de iniciação científica e


de iniciação tecnológica;

• Encaminhar os planos de ensino das unidades curriculares a outros


órgãos da ies, conforme pertinência;

• Elaborar propostas de regulamentação dos estágios supervisionados e


dos trabalhos de conclusão de curso, apresentando-as ao colegiado de
curso;

• Propor ações de melhoria no curso com base nos relatórios de


autoavaliação da IES;

• Coordenar o uso de laboratórios ou outros ambientes de aprendizagem


requeridos pelo curso;

• Definir as linhas de pesquisa que nortearão os trabalhos de conclusão


de curso, se houver;

• Orientar e acompanhar o desenvolvimento das atividades de


nivelamento;

• Orientar e acompanhar a elaboração e aplicação de provas colegiadas,


se houver; e

• Planejar, orientar e acompanhar as ações para o Enade.

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Mais detalhes poderão ser obtidos no Regimento da IES. Os docentes e os
integrantes do NDE indicados para compor o quadro de professores do curso
estão informados ainda neste capítulo do documento.

4.1.5 Colegiado de curso


183
A Faculdade Una de Divinópolis terá um colegiado de curso para cada um dos
cursos de bacharelado, de licenciatura e de graduação tecnológica em
funcionamento. O colegiado de curso, órgão de natureza deliberativa, normativa
e consultiva da gestão acadêmica do curso, será composto pelos seguintes
membros efetivos: o coordenador do curso, seu presidente, que tem voto de
qualidade e comum; quatro representantes do corpo docente do curso; um
representante do corpo discente, regularmente matriculado no curso.

Os representantes do corpo docente e seus respectivos suplentes serão eleitos


pelos seus pares. O representante do corpo discente, desde que regularmente
matriculado no respectivo curso, será indicado pelo Diretório Acadêmico do
Curso ou, na sua inexistência, pelos representantes de turma do curso.

O Colegiado de Curso irá se reunir mediante convocação do presidente e, em


caráter extraordinário, quando convocado pela mesma autoridade ou a
requerimento da maioria de seus membros.

O Colegiado funcionará, no mínimo, com a presença da metade mais um de seus


membros, e suas decisões, ressalvados os casos expressos em seu Regimento,
serão tomadas por dois terços de votos dos presentes. Perderá o mandato o
membro que, sem causa justificada, faltar a duas reuniões ordinárias
consecutivas do colegiado. As deliberações do colegiado serão formalizadas em
ata, que será assinada pelos membros do órgão e encaminhadas à instância
competente.

As convocações do Colegiado serão feitas por correspondência eletrônica e


pessoal, mencionando-se o assunto a ser tratado, salvo se for considerado
reservado, a juízo do Coordenador, podendo haver dispensa do prazo para as
reuniões consideradas de urgência. Serão atribuições do colegiado de curso:

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• Orientar e fiscalizar o funcionamento didático-pedagógico do curso,
respeitando as decisões do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e dos
órgãos colegiados superiores;

• Responsabilizar-se pela supervisão e pela orientação técnico-científica

184
e pedagógica do trabalho de seus professores, no ensino e na extensão,
observando as recomendações dos demais órgãos envolvidos;

• Manifestar-se, quando solicitado, sobre a distribuição dos encargos


didáticos aos docentes do curso, observando as normas institucionais e
a legislação em vigor;

• Manifestar-se, quando solicitado, sobre admissão, dispensa e


licenciamento do pessoal docente ou técnico-administrativo do curso,
quando for o caso;

• Propor, à direção da IES, a modificação de regime de trabalho dos


docentes;

• Discutir permanentemente com o NDE o perfil do egresso e suas


competências e habilidades;

• Decidir, em grau de recurso, as questões que lhe são atinentes,


conforme previsto no Regimento;

• Aprovar, acompanhar e supervisionar a participação do curso nos


projetos de extensão ou de responsabilidade social;

• Aprovar, acompanhar e supervisionar a participação do curso nos


programas de iniciação científica;

• Promover periodicamente a avaliação do curso, isolada ou em conjunto


com programas de avaliação institucional, traçando planos de ação com
base nos resultados da avaliação;

• Apreciar, quando solicitado pelo coordenador ou órgão colegiado


superior, os requerimentos de natureza didático-pedagógica dos alunos;

• Aprovar a proposta orçamentária elaborada pelo coordenador;

• Incentivar a participação dos docentes em programas de capacitação


internos ou externos;

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• Designar comissões examinadoras de concursos destinados ao
provimento de vagas do corpo docente; e

• Manifestar-se previamente sobre acordos, parcerias e convênios,


projetos de prestação de serviços a serem executados por professores
envolvendo a Instituição, bem como sobre a realização de eventos de 185

caráter cultural e científico próprios da educação superior.

Mais detalhes poderão ser obtidos no Regimento da IES.

4.1.6 Coordenação de curso

A coordenação de curso é o órgão executivo que irá superintender, coordenar,


fomentar e fiscalizar todas as atividades acadêmicas e administrativas do curso,
no âmbito de sua competência. Os coordenadores de curso serão designados
pela direção da Faculdade Una de Divinópolis.

Caberá à coordenação de curso:

• Participar, com direito a voz e voto, das reuniões do Conselho


Superior e do Colegiado de Cursos;

• Presidir o NDE e o Colegiado do Curso que coordena;

• Organizar e controlar a execução de todo o serviço administrativo da


Coordenação;

• Executar e fazer executar as decisões dos Órgãos Colegiados e da


Diretoria da IES, aplicáveis à Coordenação;

• Zelar pela qualidade do curso;

• Planejar, supervisionar, avaliar e propor reformulações do Projeto


Pedagógico;

• Supervisionar as atividades dos professores do curso;

• Conhecer dos recursos de natureza didático-científicos, de alunos


contra atos de professores, encaminhando-os à instância competente;

• Conhecer dos recursos de alunos, de natureza disciplinar, contra atos


de professor encaminhando-os à instância competente;

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• Acompanhar, junto à Secretaria Acadêmica, os registros das
atividades acadêmicas;

• Organizar, rever e manter atualizados e arquivar os planos de ensino


encaminhados pelos professores;

186 • Pronunciar-se sobre questões suscitadas pelos corpos docente e


discente, encaminhando à direção da IES as informações e pareceres
relativos aos assuntos atinentes, cuja solução transcenda sua
competência;

• Apresentar relatórios das atividades da Coordenação à direção da


IES;

• Promover atividades complementares e de extensão;

• Garantir a execução das atividades de ensino e promover a


elaboração e reflexão permanente do Projeto Pedagógico;

• Manifestar-se acerca de assuntos sobre os quais tenha sido


consultado pelos órgãos colegiados ou pela Diretoria;

• Elaborar e enviar à Diretoria da IES, dentro do prazo acordado, plano


orçamentário necessário ao bom funcionamento do curso;

• Participar do processo de avaliação e seleção de professores


candidatos ao exercício do magistério;

• Coordenar processos de avaliação do curso definidos pela CPA;

• Manifestar-se sobre pedidos de afastamento, licença e substituição


do pessoal docente;

• Proceder ao exame de processos de transferência interna e externa,


obtenção de novo título e de aproveitamento de estudos, que lhes
forem encaminhados, podendo, se desejar, ouvir os professores das
respectivas unidades curriculares;

• Desenvolver outras atividades que lhes forem encaminhadas pela


Diretoria da IES;

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• Zelar pelo bom funcionamento dos mecanismos de comunicação e de
transparência institucional, tais como a ouvidoria e “fale com a gente”
e/ou outros mecanismos que forem instituídos pela Diretoria da IES;e

• Assessorar a Diretoria na comunicação direcionada para as


comunidades interna e externa no que tange ao seu curso. 187

4.2 Docentes , Colegiado e NDE

TITULAÇÃO REGIME DE
DOCENTES COLEGIADO NDE
MÁXIMA TRABALHO

Carlos Alexandre Vieira S S Doutorado Parcial

Christianne Garcia Rodrigues N N Mestrado Horista

Dayana Keitty Carmo Gonçalves S S Mestrado Parcial

Everton Martins Ferreira S S Especialização Parcial

Hewerton Luís Pereira Santiago S S Mestrado Integral

Oberdan Júnior de Morais N N Especialização Horista

Pamela Xavier da Fonseca N N Mestrado Horista

Rafael Cristelli N N Especialização Horista

Samara Soares Leal S S Mestrado Parcial

Tiago de Morais Faria Novais N N Doutorado Horista

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5. INFRAESTRUTURA

5.1 Instalações gerais

As instalações da Faculdade Una de Divinópolis contarão com dimensões


adequadas à quantidade de alunos, além de disponibilizar equipamentos
188
atualizados e em número suficiente para as atividades acadêmicas, tendo em
vista a conservação, a iluminação, a limpeza, a acústica, a ventilação, a
acessibilidade e a comodidade para o pleno funcionamento da instituição. Todos
os espaços da IES terão cobertura wi-fi. As dependências estarão dentro do
padrão de qualidade exigido pela Lei de Acessibilidade n. 13.146/2015, e o
acesso às salas de aula e a circulação pelo campus serão sinalizados por pisos
táteis e orientação em braile. Haverá, também, rampas ou elevadores em
espaços que necessitam de deslocamento vertical.

5.1.1 Espaço físico do curso

Os espaços físicos utilizados pelo curso serão constituídos por infraestrutura


adequada que atenderá às necessidades exigidas pelas normas institucionais,
pelas diretrizes do curso e pelos órgãos oficiais de fiscalização pública.

Salas de aula

As salas de aula do curso estarão equipadas segundo a finalidade e atenderão


plenamente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica,
ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade necessários à atividade
proposta. As salas possuirão computador com projetor multimídia e, sempre que
necessário, os espaços contarão com manutenção periódica.

Ademais, serão acessíveis, não somente em relação à questão arquitetônica,


mas também, quando necessário, a outros âmbitos da acessibilidade, como o
instrumental, por exemplo, que se materializará na existência de recursos
necessários à plena participação e aprendizagem de todos os estudantes.

Outro recurso importante será a presença do intérprete de Libras na sala de aula


caso também seja necessário e solicitado. A presença do intérprete contribuirá

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para superar a barreira linguística e, consequentemente, as dificuldades dos
estudantes surdos no processo de aprendizagem.

Instalações administrativas

As instalações administrativas serão adequadas para os usuários e para as


189
atividades exercidas, com o material indicado para cada função. Além disso, irão
possuir iluminação e ventilação artificial e natural. Todos os mobiliários serão
adequados para as atividades, e as salas serão limpas diariamente, além de
dispor de lixeiras em seu interior e nos corredores.

5.1.2 Instalações para os docentes

Sala dos professores

A Faculdade Una de Divinópolis terá à disposição dos docentes uma sala


coletiva, equipada com recursos de informática e comunicação. O espaço
contará com iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação,
comodidade e limpeza apropriados ao número de professores, além de espaço
destinado para guardar materiais e equipamentos didáticos. O local será
dimensionado de modo a considerar tanto o descanso, quanto a integração dos
educadores.

Espaço para professores em tempo integral

O curso irá oferecer gabinete de trabalho plenamente adequado e equipado para


os professores de tempo integral, atendendo de forma excelente aos aspectos
de disponibilidade de equipamentos de informática em função do número de
professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação,
acessibilidade, conservação e comodidade apropriados para a realização dos
trabalhos acadêmicos.

Com relação aos equipamentos e aos recursos de informática, a facilitação do


acesso por parte de professores com deficiência ou mobilidade reduzida poderá
se dar por meio da adequação dos programas e da adaptação dos equipamentos
para as necessidades advindas da situação de deficiência (deficiências físicas,
auditivas, visuais e cognitivas) a partir do uso de softwares especiais, ponteiras,

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adaptações em teclados e mouses, etc. A tecnologia assistiva adequada será
aquela que irá considerar as necessidades advindas da especificidade de cada
pessoa e contexto e favorecerá a autonomia na execução das atividades
inerentes à docência.

190 Instalações para a coordenação do curso

A coordenação do curso irá dispor de gabinete de trabalho que atenderá


plenamente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica,
ventilação, conservação e comodidade necessários à atividade proposta, além
de equipamentos adequados, conforme poderá ser visto na visita in loco. A
coordenação do curso contará com uma equipe de apoio, uma central de
atendimento ao aluno a fim de auxiliar e orientar os discentes em questões
financeiras e em relação à secretaria, a estágio e à ouvidoria.

5.1.3 Laboratórios do curso

Laboratórios de informática

A Faculdade Una de Divinópolis providenciará recursos de informática aos seus


discentes (recursos de hardware e software), a serem implantados de acordo
com as necessidades do curso. Serão disponibilizados laboratórios específicos
e compartilhados de informática entre os vários cursos, todos atendendo às
aulas e às monitorias. Os alunos terão acesso aos laboratórios também fora dos
horários de aulas, com acompanhamento de monitores e uso de diferentes
softwares e internet.

Os laboratórios de informática irão auxiliar tecnicamente no apoio às atividades


de ensino e pesquisa, da administração e da prestação de serviços à
comunidade. Os laboratórios de informática, a serem amplamente utilizados
pelos docentes e discentes, irão garantir as condições necessárias para atender
às demandas de trabalhos e pesquisas acadêmicas, promovendo, também, o
desenvolvimento de habilidades referentes ao levantamento bibliográfico e à
utilização de bases de dados. O espaço irá dispor de equipamentos para
propiciar conforto e agilidade aos seus usuários, que poderão contar com auxílio

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da equipe de Tecnologia da Informação (TI), nos horários de aulas e em
momentos extraclasse, para esclarecer dúvidas e resolver problemas.

Existirão serviços de manutenção preventiva e corretiva na área de informática.


O mecanismo helpdesk permitirá pronto atendimento pelos técnicos da própria
IES, que também irá firmar contratos com empresas de manutenção técnica. A 191

instituição irá dispor de plano de expansão, proporcional ao crescimento anual


do corpo social. Será atribuição da área de TI a definição das características
necessárias para os equipamentos, servidores da rede de computadores, base
de dados, telecomunicações, internet e intranet.

Laboratórios didáticos especializados

A instituição dispõe de laboratórios didáticos de formação específica implantados


com respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança.

Os laboratórios atendem, de maneira excelente, em uma análise sistêmica e


global, aos aspectos: adequação ao currículo, acessibilidade, atualização de
equipamentos e disponibilidade de insumos, imprimindo maior qualidade aos
cursos e excelente oportunidade prática aos alunos.

O laboratório tem um técnico administrativo para auxílio as atividades de


laboratório.

Para realização das atividades práticas das unidades curriculares do ciclo


comum das engenharias (2 primeiros anos) o curso conta com:

• Laboratório de Informática;

• Softwares: Autocad; Scilab, C++ dentre outros;

• Multidisciplinar: práticas do eixo de química e física (elétrica/ mecânica);

• Laboratório de Prancheta;

• Laboratório de Metrologia;

• Coworking de Projeto;

• Laboratório colaborativo de inovação digital;

• Softwares nos laboratórios virtuais; e

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• Laboratórios digitais – ALGETEC.

As atividades ministradas nos ambientes descritos acima complementam de


forma significativa as formações das unidades curriculares.

Os laboratórios são implantados com as respectivas normas de funcionamento,


192
utilização e segurança e buscam atender, de maneira excelente, em uma análise
sistêmica e global, aos aspectos: adequação, acessibilidade, atualização de
equipamentos e disponibilidade de insumos.

Os laboratórios ficam disponíveis para práticas e simulações dos alunos no


período das aulas, de segunda-feira a sexta-feira. Em horário extracurricular, o
aluno interessado em utilizar os espaços deve procurar a Coordenação ou o
responsável pelo laboratório para solicitar reserva, e sua utilização deverá
sempre ser acompanhada por um laboratorista da área.

Destaca-se que tanto o planejamento da atividade prática como a análise


sistemática dos resultados obtidos serão trabalhados com os alunos em
concordância com as competências das unidades curriculares, objetivando a
integralização dos conteúdos do curso, a consolidação dos conceitos
trabalhados em sala de aula e a finalização do processo de aprendizagem.

As equipes de Tecnologia da Informação e de Infraestrutura responsável pela


manutenção dos equipamentos é composta por um responsável técnico e por
demais técnicos ou estagiários, que respondem pela manutenção preventiva e
pela manutenção corretiva dos equipamentos, que será realizada sempre que
necessário.

Os laboratórios atendem plenamente às necessidades do curso e dos alunos em


relação à quantidade de equipamentos e adequação dos espaços físicos.

5.2 Infraestrutura de segurança

A Faculdade Una de Divinópolis contará com o Serviço Especializado em


Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), mais conhecido
como Segurança do Trabalho, que figurará como uma das áreas do
departamento pessoal da instituição.

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O SESMT será responsável pelas seguintes atividades:

• Aplicar os conhecimentos de engenharia de segurança e de medicina do


trabalho ao ambiente de trabalho e a todos os seus componentes,
inclusive máquinas e equipamentos, de modo a reduzir ou até eliminar os
riscos ali existentes; 193

• Determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a


eliminação do risco e este persistir, a utilização de Equipamentos de
Proteção Individual – EPI;

• Colaborar nos projetos e na implantação de novas instalações físicas e


tecnológicas da empresa;

• Responsabilizar-se tecnicamente pela orientação quanto ao cumprimento


das NR (Normas Regulamentadoras) aplicáveis às atividades executadas
pela empresa e/ou seus estabelecimentos;

• Manter-se permanente relacionamento com a CIPA (Comissão Interna de


Prevenção de Acidentes), valendo-se ao máximo de suas observações,
além de apoiá-la, treiná-la e atendê-la;

• Promover a realização de atividades de conscientização, educação e


orientação dos trabalhadores para a prevenção de acidentes do trabalho
e doenças ocupacionais, tanto por meio de campanhas, quanto de
programas de duração permanente;

• Esclarecer e conscientizar os empregadores sobre acidentes do trabalho


e doenças ocupacionais, estimulando-os em favor da prevenção;

• Analisar e registrar todos os acidentes ocorridos na empresa ou


estabelecimento, com ou sem vítima, e todos os casos de doença
ocupacional, descrevendo a história e as características do acidente e/ou
da doença ocupacional e os fatores ambientais;

• Desenvolver plano de segurança do trabalho, analisando e determinando


agentes agressivos, além de apontar soluções e formas adequadas para
se evitar ocorrência de sinistros e acidentes; e

• Acompanhar peritos em diligências oficiais.

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5.3 Equipamentos

5.3.1 Acesso aos equipamentos de informática pelos docentes e discentes

A Faculdade Una de Divinópolis disponibilizará recursos de informática


(hardware e software), implementados de acordo com as necessidades do curso.
194
Os alunos terão, também, acesso aos laboratórios fora dos horários de aula, com
acompanhamento de monitores e acesso a diferentes softwares e internet. Os
laboratórios de informática irão cooperar tecnicamente no apoio às atividades de
ensino e pesquisa, da administração e da prestação de serviços à comunidade.

O setor irá se desenvolver de modo a permitir que a Faculdade Una de


Divinópolis se insira no campo da informática e dos avanços tecnológicos,
garantindo a docentes, alunos e funcionários administrativos a atualização, a
modernização e a agilidade de seus trabalhos.

Os laboratórios de informática, que poderão ser utilizados pelos docentes e


discentes, irão garantir as condições necessárias para atender às demandas de
trabalhos e pesquisas acadêmicas. O espaço irá dispor de equipamentos para
propiciar conforto e agilidade aos seus usuários, que poderão contar com auxílio
da equipe de Tecnologia da Informação (TI), nos horários de aula e em
momentos extraclasse, para esclarecer dúvidas e resolver problemas.

5.3.2 Rede de comunicação – Internet

A Faculdade Una de Divinópolis possuirá rede de comunicação (internet e


intranet) disponível a todos os discentes, docentes e colaboradores
administrativos por meio de seus laboratórios e terminais a serem
disponibilizados nas bibliotecas e nas salas dos professores. Além disso, a rede
da instituição terá acesso sem fio (wi-fi), fornecendo mobilidade e flexibilidade
aos alunos, docentes e demais colaboradores.

5.3.3 Plano de expansão e de atualização de equipamentos

A Faculdade Una de Divinópolis implementará, regularmente, a cada semestre


letivo, plano de expansão e atualização de equipamentos de acordo com a
demanda dos cursos e o número de alunos matriculados. Com relação às redes

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de acesso, a Gerência de Tecnologia e Informação da instituição disponibilizará
softwares de última geração para melhor atender à sua comunidade.

195

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6. BIBLIOTECA

A biblioteca da Faculdade Una de Divinópolis é gerenciada em suas rotinas pelo


software Pergamum, programa desenvolvido pela Pontifícia Universidade
Católica do Paraná em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica do Rio
196 de Janeiro. Em seu acervo, constam não apenas livros da bibliografia básica das
UCs ofertadas, mas também da bibliografia complementar, além de livros para
consulta interna, dicionários, e-books, enciclopédias, periódicos, jornais e
materiais audiovisuais especializados nas áreas de atuação das unidades, e está
totalmente inserido no Sistema Pergamum, com possibilidade de acesso ao
catálogo on-line para consulta (autor, título, assunto e booleana), reserva e
renovação.

A composição do acervo está diretamente relacionada aos novos meios de


publicação de materiais bibliográficos, constituindo uma variedade de recursos
que atende às indicações bibliográficas dos cursos e da comunidade em geral.

A Faculdade Una de Divinópolis mantém assinaturas das bases de dados


multidisciplinares da EBSCO e Vlex, conforme quadro abaixo:

Quadro 2 – Bases de Dados disponíveis


Bases de Dados Conteúdo
Revistas especializadas e atualizadas, coleções de doutrinas
Vlex essenciais, legislação comentada e pareceres da área jurídica.
Ciências biológicas, sociais, humanas e aplicadas; educação,
Academic Search engenharias, idiomas e linguística, arte e literatura; tecnologia da
Premier informação, negócios, medicina, direito, arquitetura, design,
comunicação.
Odontologia geral e estética, anestesia dental, saúde pública,
Dentistry & Oral ortodontia, odontologia forense, odontologia geriátrica e pediátrica,
Sciences Source cirurgia.
Negócios, incluindo contabilidade e impostos, finanças e seguros,
Business Source marketing e vendas, ciências da computação, economia, recursos
Premier humanos, indústria e manufatura, direito, psicologia para negócios,
administração pública, transporte e distribuição.
SPORTDiscus With Medicina esportiva, fisiologia do esporte e psicologia do esporte à
Full Text educação física e recreação.

World Politics Análise das tendências globais.


Review
Conteúdo sobre nutrição, desde dietas específicas a condições até
Nutrition Reference habilidades e práticas dietéticas, elaboradas por uma equipe de
Center nutricionistas e nutricionistas de classe mundial.
MEDLINE Complete Revistas biomédicas e de saúde.

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Agricultura, ciências biológicas, ciências econômicas, história, direito,
Fonte Acadêmica literatura, medicina, filosofia, psicologia, administração pública,
religião e sociologia
Engineering Source Engenharia Civil, Elétrica, Computação, Mecânica, entre outras.

EBook Academic Todas as áreas do conhecimento.


Collection
Esta base de dados fornece cobertura abrangente de texto completo
Regional Business de publicações regionais da área de negócios. O Regional Business 197
News News incorpora mais de 80 publicações de negócios regionais
cobrindo todas as áreas urbanas e rurais nos EUA.
O AgeLine é a fonte premier da literatura de gerontologia social e inclui
conteúdo relacionado a envelhecimento das ciências biológicas,
Ageline psicologia, sociologia, assistência social, economia e políticas
públicas.
Essa base de dados contém o texto completo de mais de 250 das mais
respeitadas revistas acadêmicas de direito do mundo. O Legal
Legal Collection Collection é uma fonte reconhecida de informações sobre atualidades,
estudos atuais, pensamentos e tendências do mundo jurídico.

O acesso ao acervo é aberto ao público interno da IES e à comunidade externa.


Além disso, é destinado espaço específico para leitura, estudo individual e em
grupos. O empréstimo é facultado a alunos, professores e colaboradores
administrativos e poderá ser prorrogado desde que a obra não esteja reservada
ou em atraso.

Além do acervo físico, a Faculdade Una de Divinópolis oferece também a toda


comunidade acadêmica o acesso a milhares de títulos em todas as áreas do
conhecimento por meio de cinco plataformas digitais. A Biblioteca Virtual
Pearson, a Minha Biblioteca, Biblioteca Digital Senac, Biblioteca Digital ProView
e eBook Academic Collection da EBSCOhost que irão contribuir para o
aprimoramento e aprendizado do aluno. Elas possuem diversos recursos
interativos e dinâmicos que contribuirão para a disponibilização e o acesso a
informação de forma prática, acessível e eficaz. A plataforma da Biblioteca
Virtual Pearson é disponibilizada pela editora Pearson e seus selos editoriais. O
aluno terá à sua disponibilidade o acesso a aproximadamente 10.000 títulos. Na
plataforma Minha Biblioteca, uma parceria dos Grupos A e Gen e seus selos
editoriais. Com estas editoras o aluno terá acesso a aproximadamente 11.000
títulos, além de poder interagir em grupo e propor discussões no ambiente virtual
da plataforma. Na plataforma Biblioteca Digital Senac nossa comunidade
acadêmica terá acesso a aproximadamente 1200 títulos publicados pela Editora
Senac São Paulo. Na plataforma Biblioteca Digital ProView são disponibilizados
aproximadamente 1.200 títulos específicos para a área jurídica. A plataforma

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eBook Academic Collection da EBSCOhost contém um vasto conjunto de
eBooks multidisciplinares com aproximadamente 200.000 títulos que
representam uma ampla cadeia de assuntos acadêmicos e um forte
complemento para qualquer coleção acadêmica. É disponibilizado ainda, o
acesso a plataforma de Coleção da ABNT, serviço de gerenciamento que
198
proporciona a visualização das Normas Técnicas Brasileiras (NBR). As
plataformas estarão disponíveis gratuitamente com acesso ilimitado para todos
alunos e professores. O acesso será disponibilizado pelo sistema Ulife.

As bibliotecas virtuais têm como missão disponibilizar ao aluno mais uma opção
de acesso aos conteúdos necessários para uma formação acadêmica de
excelência com um meio eficiente, acompanhando as novas tendências
tecnológicas. A IES, dessa forma, estará comprometida com a formação e o
desenvolvimento de um cidadão mais crítico e consciente.

6.1 Acervo: política de aquisição, expansão e atualização

A aquisição ocorrerá durante todo o ano de acordo com indicações contidas


neste PPC. No decorrer do semestre, também poderão ser adquiridas obras
relevantes para os cursos ou aquelas de caráter de interesse geral, cuja
existência no acervo é importante. Os pedidos feitos poderão envolver livros e
outros materiais.

O planejamento econômico-financeiro da instituição contemplará os recursos


necessários à ampliação do acervo bibliográfico, ao aumento e à capacitação
dos recursos humanos, da informatização e da ampliação das instalações físicas
da biblioteca. O plano de expansão e melhoria da biblioteca será voltado para os
aspectos de espaço físico e acervo (bibliográfico e audiovisual), tendo por
objetivo facilitar o acesso às fontes informacionais.

Quanto ao sistema de classificação dos materiais informacionais que irão


compor o acervo, a biblioteca adotará um sistema de classificação decimal para
organização física. A conservação e a preservação do acervo bibliográfico
estarão baseadas em uma política segura em relação aos recursos adequados
e às técnicas apropriadas para prolongar a vida útil dos suportes de informação,
garantindo a integridade física desse patrimônio e visando à sua preservação.

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6.2 Informatização

A biblioteca estará automatizada com o software Pergamum. O sistema utiliza o


formato Machine Readable Cataloging (MARC), com padrão internacional de
catalogação, que permite a importação e a exportação de registros com
intercâmbio de informações entre acervos bibliográficos e dispõe de eficientes 199

recursos direcionados para as várias atividades desenvolvidas em bibliotecas,


com destaque para os que favorecem a consulta ao catálogo por meio das redes
internas e da internet.

Associada ao sistema Pergamum, haverá uma equipe responsável por gerenciá-


lo e, em função dele, realizar o processamento técnico das novas aquisições,
além de coordenar a catalogação do acervo existente e integrar, de forma
condigna, o catálogo coletivo da rede compartilhada Pergamum.

O acervo está catalogado, com possibilidade de acesso à base de dados local e


acesso remoto para consulta (autor, título, assunto e pesquisa booleana),
reserva e renovação on-line e demais acompanhamentos do usuário com as
informações da biblioteca.

6.3 Armazenamento e acesso ao acervo

A biblioteca oferece livre acesso às estantes, o que possibilita ao usuário fazer


sua escolha de leitura de forma independente. Quando necessitar de orientação,
este receberá atendimento personalizado. A iluminação será adequada para seu
funcionamento e, em casos de emergência, possuirá iluminação própria
independente específica para esse fim. Para oferecer total segurança aos seus
visitantes, a biblioteca possuirá extintores de incêndio e hidrante, além de ser
muito bem sinalizada. Haverá, também, câmeras instaladas em pontos
estratégicos.

Para as pessoas com necessidades especiais, a biblioteca possuirá fácil acesso


interno e externo, com rampa e um único nível. Ademais, possuirá catálogos
automatizados de autor/título/assunto disponíveis para o público, código de
catalogação anglo-americano (AACR2), classificação bibliográfica, tabela de

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Cutter, etiqueta de lombada e etiqueta de código de barras para leitora óptica,
além de carimbo da instituição.

Informatização do acervo: informatizado com possibilidade de acesso local e


pela internet.
200
Empréstimos e reservas: informatizado. A circulação do acervo é realizada
pelo gerenciamento do sistema Pergamum, oferecido na modalidade domiciliar
a docentes, discentes e corpo técnico-administrativo. Por meio do Sistema
Pergamum, também são feitas a realização de reservas e a renovação de títulos
on-line.

Base de dados eletrônica: a fim de obter informações digitalizadas, como


citações, resumos, textos na íntegra, imagens, estatísticas etc., em assuntos
restritos, organizados para pesquisa e busca rápida de fácil acesso, a biblioteca
disponibiliza aos usuários acesso a bases de dados eletrônicas EBSCO e Vlex.

6.4 Serviços

A cada início de ano, a equipe da biblioteca participará do evento Semana de


Boas-Vindas e da orientação para receber os novos alunos, que terão como foco
explicar a missão, as informações sobre horários e os procedimentos para a
utilização dos espaços, a organização básica do sistema, os tipos de serviços
presenciais e remotos, a organização geral do acervo, os tipos de materiais
impressos, audiovisuais e eletrônicos que poderão ser utilizados por todos, a
orientação para o empréstimo, a renovação e a devolução dos itens.

6.4.1 Serviço de empréstimo domiciliar

Empréstimo aos usuários de material disponível na biblioteca.

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6.4.2 Renovação

Local e através da internet. O usuário poderá renovar o material por quantidades


determinadas pela sua unidade, se o material não estiver reservado ou em
atraso.

201
6.4.3 Reserva

Local e informatizada através do Sistema Pergamum, permitindo inclusive a


realização da reserva pela Internet.

6.4.4 Consulta on-line ao acervo

Acesso à base de dados bibliográficos que reúne os registros de informação


sobre o acervo da Biblioteca, permitindo a recuperação e localização do material.

6.4.5 Acesso à internet

Os usuários da Biblioteca contam com terminais para consulta local além de


terminais exclusivos para acesso à internet nos laboratórios.

6.4.6 Referência

Auxilio na realização de pesquisas e orientação aos usuários a lidarem com as


diversas fontes de informação disponibilizadas.

6.4.7 Treinamento de Usuários

A equipe da Biblioteca proporciona, durante o atendimento, o treinamento dos


usuários com o objetivo de capacitá-los na utilização das fontes de informação.

Oferecemos ainda, diversas oficinas durante todo semestre letivo. A expectativa


das bibliotecas é de que o usuário utilize esses recursos de forma autônoma,
sistematizada e que tenha o bibliotecário como referencial para otimizar suas
pesquisas.

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6.4.8 Orientação na Normatização de Trabalhos Acadêmicos

Atendimento individual ou em grupo (presencial e/ou por recursos tecnológicos)


no que se refere à orientação na elaboração de referências bibliográficas e na
apresentação gráfica de trabalhos Acadêmicos.

202
A Biblioteca tem como objetivo principal oferecer serviços que colaborem para o
aprimoramento e desenvolvimento constante do conhecimento dos usuários,
além disso, tem como preocupação a fomentação da leitura e da cultura
propondo projetos e ações que promovam o debate e a disseminação de
informação.

6.5 Repositório institucional

O Repositório Institucional da ANIMA (RUNA) é um ambiente digital que tem


como objetivo gerenciar a produção intelectual da universidade, visando a sua
preservação, bem como maximizar a visibilidade, o uso, e o impacto da sua
produção intelectual. Dispõe de coleções formadas por documentos textuais,
audiovisuais e/ou sonoros. Dentre as coleções disponibilizadas destacam-se os
itens de TCCs dos estudantes de todos os níveis e modalidades de ensino. O
RUNA utiliza o softwate livre Dspace para o gerenciamento dos dados.

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ANEXO 1 – PERIÓDICOS

1. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: IBICT. ISSN 1518-8353. Quadrimestral.


Disponível em: https://www.scielo.br/j/ci/.

2. CONTROLE & AUTOMAÇÃO: SBA. São Paulo: Sociedade Brasileira de


Automática. ISSN 0103-1759. Bimestral. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ca/. 203

3. ESTATÍSTICA E SOCIEDADE. México, D.F: Centro de Investigación y de


Estudios Avanzados del IPN. ISSN 2237-8898. Disponível em:
https://seer.ufrgs.br/estatisticaesociedade.

4. INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: TEORIA E PRÁTICA. Porto Alegre:


Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação. ISSN 1982-1654.
Quadrimestral. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/InfEducTeoriaPratica.

5. Jornal of Information Systems and Technology Management. São Paulo: TECSI


Laboratório de Tecnologia e Sistemas de Informação. ISSN 1807-1775. Anual.
Disponível em: infocomp.dcc.ufla.br/index.php/INFOCOMP.

6. JOURNAL OF COMPUTER SCIENCE. Lavras: Departamento de Ciência da


Computação Universidade Federal de Lavras. ISSN 1982-3363. Semestral. Disponível
em: http://www.revistaconstrutores.com.br/.

7. JOURNAL OF INFORMATION AND DATA MANAGEMENT. Ceará:


Universidade Federal do Ceará. ISSN 21780107. Quadrimestral. Disponível em:
https://periodicos.ufmg.br/index.php/jidm/index.

8. JOURNAL OF INTEGRATED CIRCUITS AND SYSTEMS. São Paulo:


Sociesdade Brasileira de Microeletrônica. ISSN 1872-0234. Quadrimestral. Disponível
em: ojs.fei.edu.br/ojs/index.php/JICS.

9. JOURNAL OF INTERNET SERVICES AND APPLICATIONS. ISSN 1869-0238.


Anual. Disponível em: https://jisajournal.springeropen.com.

10. PRÁTICAS EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO. Porto Alegre: Sociedade


Brasileira de Computação. ISSN 978-85-7669-484-7. Anual. Disponível em: hww.br-
ie.org/pub/index.php/pie.

11. REVISTA BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO APLICADA. Passo Fundo:


Universidade de Passo Fundo. ISSN 21766649. Quadrimestral. Disponível em:
seer.upf.br/index.php/rbca .

12. REVISTA BRASILEIRA DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO – RBIE. Porto


Alegre: Sociedade Brasileira de Computação. ISSN 2317-6121. Quadrimestral,
Disponível em: www.br-ie.org/pub/index.php/rbie/index.

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13. REVISTA BRASILEIRA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Rio de Janeiro:
Programa de Pós-Graduação em Informática da Universidade Federal do Estado do Rio
de Janeiro. ISSN 1984-2902. Trimestral. Disponível em:
www.seer.unirio.br/index.php/isys.

14. REVISTA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: IBICT. ISSN 1518-8353.


204
Quadrimestral. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ci/.

15. REVISTA DE BIOMATEMÁTICA. São Paulo: UNICAMP. ISSN 1679-305X.


Anual. Disponível em: www.ime.unicamp.br/~biomat/revistas.htm.

16. REVISTA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA. Londrina: Unopar. ISSN


2178-6895. Anual. Disponível em: https://revista.pgsskroton.com/index.php/rcext.

17. Revista de Computação e Tecnologia da PUC-SP. São Paulo: Pontifícia Universidade


Católica de São Paulo. ISSN 2176-7998. Anual. Disponível em:
https://revistas.pucsp.br/index.php/ReCET/about.

18. REVISTA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA – TEAR. Canoas, RS:


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul . ISSN 2238-
8079. Semestral. Disponível em: https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/tear/index.

19. REVISTA DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO E SISTEMAS DIGITAIS:


PCS/PUC. São Paulo, RS: Universidade de São Paulo Escola Politécnica. ISSN 678-
8435. Disponível em: revista.pcs.usp.br.

20. REVISTA DE ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA. São Paulo:


Universidade Cruzeiro do Sul. ISSN 2179-426X. Bimestral. Disponível em:
https://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/index.php/rencima.

21. REVISTA DE INFORMÁTICA TEÓRICA E APLICADA – RITA. Porto Alegre:


Universidade Federal do rio Grande do Sul. ISSN 2175-2745. Trimestral. Disponível
em: https://seer.ufrgs.br/rita/index.

22. REVISTA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE SALESIANA


MARIA AUXILIADORA. Rio de Janeiro: Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora. ISSN
1983-5604. Semestral. Disponível em: www.fsma.edu.br/si/principal.html.

23. REVISTA ELETRÔNICA DE ADMINISTRAÇÃO – READ. Porto Alegre: Escola


de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. ISSN 1413-2311.
Quadrimestral. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/read.

24. REVISTA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO – RESI.


Curitiba Universidade Tecnológica Federal do Paraná. ISSN 1677-3071. Quadrimestral.
Disponível em: www.periodicosibepes.org.br/index.php/reinfo.

25. REVISTA JÚNIOR DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA EM CIÊNCIAS E


ENGENHARIA. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande. ISSN 2236-0093.

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Semestral. Disponível em:
ww.icceeg.c3.furg.br/index.php?Itemid=837&option=bloco_texto&id_site_componente
=1241.

26. REVISTA NEXUS. Manaus: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia


do Amazonas - IFAM. ISSN 2447-794X. Semestral. Disponível em:
200.129.168.183/ojs_proex/index.php?journal=Nexus. 205

27. REVISTA RENOTE. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
ISSN 1679-1916. Semestral. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/renote/about.

28. REVISTA SCIENTIA TEC. Porto Alegre: Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Rio Grande do Sul. ISSN 2318-9584. Semestral. Disponível em:
https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/ScientiaTec.

29. REVISTA TENDÊNCIAS EM MATEMÁTICA APLICADA E


COMPUTACIONAL. São Paulo: Universidade de São Paulo. Quadrimestral. Disponível
em: https://tema.sbmac.org.br/tema.

30. SBC JOURNAL ON 3D INTERACTIVE SYSTEMS. Rio de Janeiro: Brazilian


Computer Society. ISSN 2236-3297. Trimestral. Disponível em:
https://seer.ufrgs.br/jis/index.

31. SEMINA: CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS. Londrina: Universidade de


Londrina ISSN 1679-0375. Semestral. Disponível em:
www.uel.br/revistas/uel/index.php/semexatas.

Revista Scientia Tec

Revista Tendências em Matemática Aplicada e Computacional

SBC Journal on 3D Interactive Systems

Semina: Ciências Exatas e Tecnológicas

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ANEXO 2 – EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA - CORE CURRICULUM


ÉTICA E LÓGICA
Neste Core Curriculum você estabelecerá relações sobre os saberes humanos, tais
como: produção de respostas a partir das dúvidas - do mito ao logos; noções de
206 lógica matemática; quantificadores e conectivos; implicações, negações e
equivalências; tabelas tautológicas; tipos e possibilidades do conhecimento;
modelos éticos e lógicos em uma perspectiva histórica; contribuição da lógica para
o debate ético e para a análise de problemas e uso do raciocínio matemático na
organização social. Você vai se surpreender com as inúmeras contribuições do
pensamento ético-filosófico e do pensamento lógico matemático para a solução de
problemas contemporâneos em situações complexas e em momentos de crise.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GALLO, Silvio. Ética e cidadania: caminhos da filosofia. Campinas: Papirus, 2015.
E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2026/pdf/0. Acesso em: 3 set.
2021.
MARCELLINO, Nelson C. (org). Introdução às ciências sociais. Campinas,
Papirus, 2013. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Loader/4250/pdf. Acesso em: 3 set. 2021.
LA TEILLE, Yves de. Formação ética: do tédio ao respeito de si. Porto Alegre:
Artmed, 2009. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536318707/cfi/0!/4/2@100:0.
00. Acesso em: 3 set. 2021.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Introdução à filosofia. São Paulo: São Paulo:
Manole, 2003. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788520448168. Acesso em: 3 set.
2021.
DAL SASSO, Loreno José. Matemática: lições incompreendidas?. Caxias do Sul:
EDUCS, 2009. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2931/pdf/0. Acesso em: 3 set.
2021.
SKOVSMOSE, Ole. Educação matemática: a questão da democracia. Campinas:
Papirus, 2015. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/31480/pdf/0. Acesso em: 3 set.
2021.
ALVES, Eva Maria Siqueira Alves. A ludicidade e o ensino da matemática: uma
prática possível. Campinas, SP: Papirus, 2020. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Loader/181585/pdf. Acesso em: 3 set.
2021.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros
da. Matemática básica para cursos superiores. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2018. E-
book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788597016659. Acesso em: 3 set.
2021.
CULTURA E ARTES

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Neste Core Curriculum você ingressará no mundo da cultura e das artes. Este
Core envolve conhecimentos sobre a forma como as pessoas vivem, sentem e se
expressam, fundamentais para a formação de todos os profissionais do século XXI.
As perguntas que serão analisadas são: existe uma definição de cultura? Como a
cultura foi vista nos vários períodos da história e por diversos povos? Quais são
suas implicações políticas, econômicas, sociais? Como as identidades se
relacionam com isso? Você também entrará em uma viagem pelo universo das
artes, suas linguagens e expressões que impactam o ser humano e provocam 207

transformações na forma de ser, viver, estar e sentir o mundo.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SANT'ANA, Claudio. Arte e cultura. São Paulo: Érica, 2014. E-book. Disponível
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521787. Acesso em:
3 set. 2021.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2019. E-book.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521636670/recent. Acesso
em: 3 set. 2021.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos. História
da arte e do design: princípios, estilos e manifestações culturais. São Paulo:
Érica, 2014. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788536519272. Acesso em:
3 set. 2021.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROSO, Priscila Farfan; NOGUEIRA, Hudson de Souza. História da arte. Porto
Alegre: SAGAH, 2018. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595022980. Acesso em:
3 set. 2021.
PINSKY, Jaime (org.). Cultura e elegância: as artes, o mundo e as regras socias.
4. ed. São Paulo: Contexto, 2012. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/3036/pdf/0. Acesso em: 3 set.
2021.
METCALF, Peter. Cultura e sociedade. São Paulo: Saraiva, 2015. E-book.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788502629790. Acesso em:
3 set. 2021.
MÈRCHER, Leonardo. Projetos culturais e de ensaio das artes visuais em
diferentes contextos. Curitiba: Intersaberes, 2018. E-book. Disponível:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/158942/pdf/0. Acesso em: 3 set.
2021.
BARROSO, Priscila Farfan; BONETE, Wilian Junior; QUEIROZ, Ronaldo Queiroz
de Morais. Antropologia e cultura. Porto Alegre: SAGAH, 2017. E-book.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595021853. Acesso em:
3 set. 2021.
MEIO AMBIENTE, SUSTENTABILIDADE E ANÁLISE SOCIAL

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Neste Core Curriculum você poderá, de forma ativa e participativa, construir uma
visão macro de questões sociais, econômicas, culturais, e sua relação com o
desenvolvimento humano (discussões sobre gênero, raça e direitos humanos) e o
equilíbrio ambiental. Tecnologia, inovação, educação ambiental, ética
socioambiental, novas formas de consolidação dos direitos humanos, diversidade
étnico racial, questões de gênero, processos de exclusão e inclusão social, pactos
para o desenvolvimento sustentável, são temas deste core. A proposta é contribuir
208 para a construção de uma nova perspectiva destas relações e para a adoção de
novas posturas individuais e coletivas voltadas à construção de uma sociedade
mais justa e sustentável.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ELSTON, A. J.; RADVANSKEI, Iziquel Antônio. Estudo das relações étnico-
raciais para o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
Curitiba: Continentus, 2020. E-book. Disponível
em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/186412/pdf/0. Acesso em: 3
set. 2021.
PHILIPPI JR., A.; PELICIONI, M.C.F. Educação ambiental e sustentabilidade. 2.
ed. Barueri: Manole, 2014. E-book. Disponível
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788520445020. Acesso em: 3
set. 2021.
CHICARINO, Tathiana. Diversidade cultural. São Paulo: Pearson, 2017. E-book.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/184083/pdf/0.
Acesso em: 3 set. 2021.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do
desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2005. E-book. Disponível
em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/337/epub/0. Acesso em: 3
set. 2021.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2017. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597011159/epubcfi/6/2%5B%
3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%400:0. Acesso em: 3 set. 2021.
FIORILLO, C.A.P. Curso de direito ambiental brasileiro. 20. ed. São Paulo:
Saraiva, 2020. E-book. Disponível
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788553616923/pageid/0.
Acesso em: 3 set. 2021.
CURI, D. (org.). Gestão ambiental. São Paulo: Pearson, 2012.E-book. Disponível
em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/3018/epub/0. Acesso em: 3
set. 2021.
TONETO JR, Rudinei; SAIANI, Carlos César Santejo; DOURADO, Juscelino
(orgs.). Resíduos sólidos no Brasil: oportunidades e desafios da Lei Federal n.
12.305 (Lei de Resíduos Sólidos). Barueri: Manole, 2014. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788520449240. Acesso em: 3 set.
2021.
INGLÊS INSTRUMENTAL E PENSAMENTO DIGITAL

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Estamos vivenciando diversas revoluções simultâneas: Cognitiva, Científica,
Industrial e Tecnológica. A língua inglesa é uma importante ferramenta de apoio e
meio de acesso a estes múltiplos saberes que envolvem o pensamento digital. No
Core Curriculum de Inglês Instrumental e Pensamento Digital você vai desenvolver
estratégias e técnicas de leitura e interpretação de textos em inglês para analisar e
discutir sistemas digitais de informação e comunicação. Você terá acesso a temas
como: Inteligência Artificial, Pensamento digital e Análise de Dados; Sociedade
digital; A revolução tecnológica; Indústria 4.0; Internet das Coisas, dentre outros, 209

serão explorados exercitando o uso da leitura e escrita na língua inglesa.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SILVA, Fabrício Machado da et al. Inteligência artificial. Porto Alegre, SAGAH,
2019. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788595029392. Acesso em: 3 set.
2021.
FERRO, Jefferson. Around the world: introdução à leitura em língua inglesa. 3.
ed. Curitiba: Intersaberes, 2012. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Loader/6079/pdf. Acesso em: 3 set. 2021.
SOUZA, Adriana Grade Fiori; ABSY, Conceição A; COSTA, Gisele Cilli;
MELLO, Leonilde. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. 2. ed.
São Paulo: Disal, 2005. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Loader/6436/epub. Acesso em: 3 set. 2021.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
THOMPSON, Marco Aurélio. Inglês instrumental: estratégias de leitura para
informática e internet. São Paulo: Érica, 2016. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536517834. Acesso em: 3 set.
2021.
DREY, Rafaela Fetzner; SELISTRE, Isabel Cristina Tedesco; AIUB, Tânia. Inglês:
práticas de leitura e escrita. Porto Alegre: Penso, 2015. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788584290314. Acesso em: 3
set. 2021.
KOCH, Ingedore Vilaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do
texto. São Paulo: Contexto, 2010. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Loader/1548/epub. Acesso em: 3 set. 2021.
CUSIN, Cesar; BACHINI, Clécio; FLATSCHART, Fábio. Open web plataform. Rio
de Janeiro: Brasport, 2013. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/160677/epub/0. Acesso em: 3
set. 2021.
MONK, Simon. Internet das coisas: uma introdução com o photon. Porto Alegre:
Bookman, 2018. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582604793. Acesso em: 3 set.
2021.
CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE
Definição de ciência, tecnologia e sociedade. Contexto histórico. Responsabilidade
social. Ética e sustentabilidade. Difusão de novos conhecimentos e tecnologias.
Sociedade tecnológica e suas implicações. Noções de risco e impacto tecnológico.
Influências da ciência e tecnologia na organização social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

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R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. 4. ed. São Paulo:
Autêntica, 2011. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582178805. Acesso em: 3 set.
2021.
PHILIPPI JUNIOR, Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Interdisciplinaridade em
ciência, tecnologia & inovação. Barueri: Manole, 2011. E-book Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788520449004. Acesso em: 3 set.
210 2021.
DIONIZIO, Mayara. Filosofia contemporânea. Porto Alegre: Sagah, 2018. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595027848/.
Acesso em: 3 set. 2021.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SANTOS, Fernando de Almeida. Ética empresarial: políticas de responsabilidade
social em 5 dimensões: sustentabilidade, respeito à multicultura, aprendizado
contínuo, inovação, governança corporativa. São Paulo: Atlas, 2015. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522494576.
Acesso em: 3 set. 2021.
GHIRALDELLI JR., Paulo. Introdução à filosofia. Barueri: Manole, 2003. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520448168/.
Acesso em: 3 set. 2021.

IGNOTOFSKY, Raquel. As cientistas: 50 mulheres que mudaram o mundo. São


Paulo: Blucher, 2017. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521211730. Acesso em: 3 set.
2021.
ASHLEY, Patricia Almeida (org.). Ética, responsabilidade social e
sustentabilidade nos negócios: (des)construindo limites e possibilidades. São
Paulo: Saraiva, 2018. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788553131839/. Acesso
em: 3 set. 2021.
SUZIGAN, Wilson; ALBUQUERQUE, Eduardo; CARIO, Silvio Antonio Ferraz (org.).
Em busca da inovação: interação universidade-empresa no Brasil. São Paulo:
Autêntica, 2011. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582178201. Acesso em: 3 set.
2021.
LÍNGUA PORTUGUESA E LIBRAS
Língua Portuguesa e Língua Brasileira de Sinais: fundamentos, metodologias e
tecnologias para comunicação. Diversidade dos gêneros textuais e literários.
Concepções e estratégias de leitura e escrita. História dos direitos humanos;
cidadania e democracia. Inclusão social e escolar; multiculturalismo,
multiculturalidade, diversidades: étnico-racial, sexualidade e gênero. Políticas
públicas de inclusão e suas bases legais específicas: PNE e BNCC. A
argumentação nos textos orais e escritos. Libras como facilitador da inclusão.
Libras: módulo básico, particularidades e práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 10 ed.
São Paulo: Contexto, 2011. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/2187. Acesso em: 3 set. 2021
LACERDA, Cristina Broglia Feitosa de; SANTOS, Lara Ferreira dos; MARTINS,
Vanessa Regina de Oliveira (org.). Libras: aspectos fundamentais. Curitiba:
Intersaberes, 2019. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/169745 . Acesso em: 3 set. 2021 211
OLIVEIRA, Mara de Oliveira; AUGUSTIN, Sérgio (org.). Direitos humanos:
emancipação e ruptura. Caxias do Sul, RS: Educs, 2013. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/5711. Acesso em: 3 set. 2021.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARROYO, Miguel G.; ABRAMOWICZ, Anete (Org.). A reconfiguração da escola:
entre a negação e a afirmação de direitos. Campinas, SP: Papirus, 2013. E-book.
Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/2846. Acesso em: 3 set. 2021
BAGGIO, Maria Auxiliadora; CASA NOVA, Maria da
Graça. Libras Curitiba: InterSaberes, 2017. E-book. Disponível em :
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/129456/pdf/0. Acesso em: 3 set.
2021.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Manual de sociolinguística. São Paulo:
Contexto, 2014. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/6988. Acesso em: 3 set. 2021.
ELIAS, Vanda Maria (Org.). Ensino de língua portuguesa: oralidade, escrita,
leitura. São Paulo: Contexto, 2011. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/3456. Acesso em: 3 set. 2021.
MICHASZYN, Mario Sergio. Relações étnico-raciais para o ensino da
identidade
e da diversidade cultural brasileira. Curitiba: Intersaberes, 2014. E-book.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/14889. Acesso
em: 3 set. 2021.

BIBILIOGRAFIA – ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO


Análise de fenômenos físicos da natureza
Medidas e grandezas físicas; funções matemáticas; princípio da inércia; princípio
fundamental da dinâmica; otimização de funções e derivadas; movimento, gráficos
e funções horárias; grandezas vetoriais; representação e operações com vetores;
composição e decomposição de forças; funções trigonométricas e fundamentos do
cálculo de integrais para a física; sistemas conservativos e dissipativos.

Bibliografia Básica
HALLIDAY, Davis. Fundamentos de física: eletromagnetismo. 10.ed. Rio de Janeiro:
LCT, 2020.v.3. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521632092

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
MOSCA, Gene; TIPLER, Paul A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica,
oscilações e ondas, termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.V. 1. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2618-3

STEWART, James. Cálculo. 8. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2017. E-book. v. 1.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522126859.
212
Bibliografia Complementar
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 10. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788540701700.

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-
book. v. 1. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521635574.
TELLES, D. D.(org.). Física com aplicação tecnológica oscilações, ondas, fluidos e
termodinâmica. São Paulo: Blucher, 2018. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/158845

SGUAZZARDI, M. M. M. U. (org.). Física geral. São Paulo: Pearson, 2014. E-book.


Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/22151
JEWETT JR, John W.; SERWAY, Raymond A. Física para cientistas e engenheiros:
mecânica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.v. 1. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522127078/.
Medição em ciências e representação gráfica
Medidas e grandezas físicas; funções matemáticas; princípio da inércia; princípio
fundamental da dinâmica; otimização de funções e derivadas; movimento, gráficos
e funções horárias; grandezas vetoriais; representação e operações com vetores;
composição e decomposição de forças; funções trigonométricas e fundamentos do
cálculo de integrais para a física; sistemas conservativos e dissipativos.
cromossômicas.
Bibliografia Básica
LIRA, Francisco Adval de. Metrologia dimensional: técnicas de medição e instrumento
para controle e fabricação industrial. São Paulo: 2015. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536519852/
SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. E-
book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-216-2739-
5/cfi/6/2!/4/2/2@0:0
RIBEIRO, Antônio Clélio; PERES, Maura Pedro; IZIDORO, Nacir. Curso de desenho
técnico e autocad. São Paulo: Pearson, 2013. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/3624/epub/0
Bilbiografia Complementar
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 10. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788540701700.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-
book. v. 1. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521635574.

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
TELLES, D. D.(org.). Física com aplicação tecnológica oscilações, ondas, fluidos e
termodinâmica. São Paulo: Blucher, 2018. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/158845

SGUAZZARDI, M. M. M. U. (org.). Física geral. São Paulo: Pearson, 2014. E-book.


Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/22151
JEWETT JR, John W.; SERWAY, Raymond A. Física para cientistas e engenheiros: 213
mecânica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.v. 1. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522127078/.

Vida & Carreira


Identidade e autoconhecimento. Competências socioemocionais. Equilíbrio e
dimensões da vida. Valores e talentos. Projeto de Vida e Carreira. Autogestão da
carreira. Resolução de problemas. Responsabilidade Social Global. Ética.
Cidadania. Diversidade Cultural. Tendências do mundo do trabalho. Auto avaliação.
Metacognição. Projeto de Engajamento Social.

Bibliografia Básica
AMARAL, Felipe Bueno. Cultura e pós-modernidade. Curitiba: Intersaberes,
2020. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/186503/pdf/0
XAVIER, Ricardo de Almeida Prado. Sua carreira: planejamento e gestão: como
desenvolver melhor seus talentos e competências. São Paulo: Pearson, 2006. E-
book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/348/epub/0.
CARVALHO JUNIOR, Moacir Ribeiro de. Gestão de projetos: da academia à
sociedade. Curitiba: Interaberes, 2012. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/6189/epub/0
Bibliografia Complementar
SILVA, Altair José da (Org.). Desenvolvimento pessoal e empregabilidade. São Paulo:
Pearson, 2016. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/128195/pdf/0.

FRANÇA, Ana Shirley. Comunicação oral nas empresas: como falar bem e em público.
São Paulo: Atlas, 2015. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522499113/cfi/4!/4/[email protected]:0.00.

OLIVERIA, Mara de; AUGUSTIN, Sérgio. (Orgs.). Direitos humanos: emancipação e


ruptura. Caxias do Sul: Educs, 2013. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/5711/pdf/0

ROSA, José A. Carreira: planejamento e gestão. São Paulo: Cengage Learning, 2012. E-
book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522114252/.

Comportamento químico e mecânico dos materiais

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
Propriedades da matéria – Atomística - Combinações químicas (tipos de ligação) -
Reações Químicas – Estequiometria - Estrutura molecular (geometria molecular) e
ligações intermoleculares - Noções de cinética química - Noções de termoquímica -
Noções de eletroquímica - Introdução à ciência e engenharia dos materiais -
Classificação dos materiais - Ligação química nos sólidos - Materiais cristalinos -
Imperfeições cristalinas - Mecanismos de movimento atômico (difusão) -
Propriedades Mecânicas dos Metais - Deformação elástica e deformação plástica -
214 Discordâncias e Mecanismos de Aumento de Resistência - Falha nos metais -
Diagramas de fase em condições de equilíbrio - Transformações de fases em
metais e microestruturas - Propriedades elétricas e magnéticas - Corrosão e
degradação dos materiais - Aplicações de materiais cerâmicos e poliméricos -
Química experimental: Introdução às técnicas de laboratório - Técnicas de
separação de misturas - Cálculos de concentração - Preparo e padronização de
soluções - Reações de neutralização de ácidos e bases - Titulação condutométrica
- Fatores que influenciam a velocidade de reações e cinética química -
Viscosidade de líquidos - Tensão superficial de líquidos.

Bibliografia Básica
CALLISTER JUNIOR, W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 9. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521632375

PAVANATI, Henrique Cesar. (Org.) Ciência e tecnologia dos materiais. São Paulo:
Person, 2015. E-book. Disponível em :
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/22183/pdf/0

SHAKELFORD, James F. Introdução a ciência dos materiais para engenheiros. São


Paulo: Person, 2008. E-book. Disponível em :
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/424/pdf/0
Bibliografia Complementar
SERRA, Eduardo Torres. Corrosão e proteção anticorrosiva dos metais no solo. Rio
de Janeiro, I+C29:C33nterciência, 2014. E-book. Disponível em :
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/41939/pdf/0

PAWLICKA, Agnieska. Curso de química para engenharia: materiais. Barueri: Manole,


2013. v. 2. E-book. Disponível em
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520436646/pageid/5
MCMURRY, J. Química orgânica. 3. ed. São Paulo: Cencage learnig, 2016. v. 1. E-book.
Disponivel em :https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522125296

BRUICE, Paula Yurkanis, Fundamentos de química orgânica. 2. ed. São Paulo:


Pearson, 2014. E-book. Disponivel em
:https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/5676/pdf/0
SOLOMONS, T. W. G. E FRYHLE C. B. Química orgânica. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2018. v. 1. E-book. Disponível em :
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521635536
Modelagem e simulação do mundo físico-químico

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
Estado fluido da matéria - Líquidos: características gerais, pressão de vapor,
viscosidade, coeficiente de expansão térmica e compressibilidade - Gases: gás
ideal, equação de estado (efeito da temperatura e da pressão sobre as
propriedades dos gases), gases reais, gás de Van der Waals, fator de
compressibilidade - Princípios da termodinâmica: Lei Zero, primeira lei da
termodinâmica, calor e trabalho; energia interna; entalpia; efeito Joule-Thomson,
segunda lei da termodinâmica: processos reversíveis e irreversíveis, entropia.
Bibliografia Básica 215

BASSANEZI, R. C. Introdução ao cálculo e aplicações. São Paulo: Contexto, 2015. E-


book. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/31203

MAIA, D. J. Química geral. São Paulo: Pearson, 2007. Ebook. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/4
Fernandes, D. B. Cálculo diferencial. São Paulo: Pearson, 2014. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/22092/pdf/0
Bibliografia Complementar
Fernandes, D. B. Cálculo diferencial. São Paulo: Pearson, 2014. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/22092/pdf/0
Brown. Química: a ciência central. 13. ed. São Paulo: Pearson, 2016. E-book. Disponível
em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/182726

TELLES, D. D. Física com aplicação tecnológica oscilações, ondas, fluidos e


termodinâmica. São Paulo: Blucher, 2018. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/158845
Sguazzardi, M. M. M. U. Física geral. São Paulo: Pearson, 2014. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/22151

FINNEY, Ross L. Cálculo de George B. Thomas Jr.. São Paulo: Addisson Wesley, 2002.
E-book. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/359
Fenômenos elétricos, magnéticos e oscilatórios
Carga elétrica e campo elétrico. O potencial eletrostático. Capacitores. Corrente e
resistência elétrica. Circuitos elétricos em corrente contínua. Campo
magnetostático. Lei de Faraday. Geradores e Motores. Indutores. Oscilações
eletromagnéticas. Circuitos em corrente alternada. Transformadores. Aplicações
com filtros e circuitos retificadores.
Bibliografia Básica
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e
magnetismo, ótica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 2. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2622-0
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física:
eletromagnetismo. 10. ed. São Paulo: LTC, 2016. v. 3. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521632092

SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Princípios de física: eletromagnetismo. 3.


ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015. v. 3. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522118069
Bibliografia Complementar

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
ARRABAÇA, Devair Aparecido; GIMENEZ, Salvador Pinillos. Eletrônica de potência:
conversores de energia CA/CC: teoria, prática e simulação. 2. ed. São Paulo: Erica, 2016.
E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536518473
FOWLER, Richard. Fundamentos de eletricidade: corrente continua e magnetismo. 7. ed.
Porto Alegre: AMGH, 2013. v. 1. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580551402

216
CAPUANO, Francisco Gabriel; MARINO, Maria Aparecida Mendes. Laboratório de
eletricidade e eletrônica: teoria e prática. 24. ed. São Paulo: Erica, 2007. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536519777
IRWIN, J. David; NELMS, R. Mark. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-216-2320-5/pageid/0
LOPES, Guilherme de Lima; FERRAZ, Mariana Sacrini Ayres; KAUFMANN, Ivan Rodrigo.
Eletromagnetismo. Porto Alegre: SAGAH, 2018. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788595023871
Modelagem e simulação de sistemas elétricos e magnéticos
Modelagem matemática de sistemas elétricos e magnéticos utilizando gráficos,
funções, matriz, sistemas lineares, vetores, trigonometria, derivada e números
complexos.
Bibliografia Básica
HAYT JR., William H.; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de circuitos de
engenharia. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580553840
STEWART, J. Cálculo - Volume 1: Tradução da 8ª edição norte-americana. Cengage
Learning Brasil, 2017. 9788522126859. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522126859/. Accesso em: 23 Aug
2020
Algoritmos e lógica de programação: um texto introdutório para a engenharia / Marco
Antonio Furlan de Souza ... [et al.]. – 3. ed. – São Paulo, SP : Cengage, 2019. ISBN 978-
85-221-2815-0.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522128150/cfi/1!/4/[email protected]:58.9
Bibliografia Complementar
SVOBODA, James A.; DORF, Richard C. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2016. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521631309
FLEMMING, Diva Marilia.; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Pearson Educação. 2007. E-book.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/748/pdf/0
BAUER, Wolfgang; WESTFALL, Gary D.; DIAS, Helio; Física para universitários:
eletricidade e magnetismo. Porto Alegre: AMGH, 2012. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580551266.

BOYLESTAD, R; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 11ª ed.


São Paulo: Pearson, 2013. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/3787/pdf/0

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph A. Circuitos elétricos. 5. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2014. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582602041
Administração e integração de operações e qualidade
Síntese da ementa: A unidade curricular objetiva proporcionar uma visão integrada
e estratégica dos conceitos ligados a Administração da Produção e Operações.
Desta maneira, capacita os alunos a analisar criticamente, planejar, gerir e tomar
decisões acerca das operações organizacionais para diferentes setores da 217
indústria e serviços, gerando vantagem competitiva. Também visa promover
discussão sobre a utilização de tecnologias para uma gestão empresarial efetiva.
Detalhamento da ementa: Visão estratégica das operações produtivas;
Produtividade; Análise da Previsão de Demanda; Planejamento, Programação e
Controle da Produção; Ferramentas Tecnológicas e Estratégias de Produção;
Pesquisa Operacional; Programação linear; Produção Enxuta; Qualidade na
produção de produtos e serviços; Sistemas de Gestão; Certificações ISO e
OHSAS; Ferramentas da Qualidade; Melhoria contínua (Kaizen) de Processos e
Produtos/Serviços; Controle Estatístico de Processos; KPI´s – Indicadores Chaves
de Processos; Ferramentas da Qualidade; Custos da Produção (Fixos Diretos e
Indiretos; Variáveis) e da Qualidade. Qualidade e Sustentabilidade Ambiental.
Bibliografia Básica
SHINGO, Shigeo. O sistema Toyota de produção: o ponto de vista da engenharia de
produção. Porto Alegre: Bookman, 2007. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788577800995/pageid/0
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2.ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2012. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522110193/pageid/0
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: teoria e prática. 4.ed. São Paulo: Atlas,
2019. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597022032/cfi/6/2!/4/2/2@0:0
Bibliografia Complementar
SLACK, Slack; BRANDON-JONES, Alistair; JOHNSTON, Robert. Administração da
produção. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2018. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597015386/cfi/6/2!/4/2/2@0:0
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão da produção: uma abordagem introdutória. 3. ed. São
Paulo: Manole, 2014. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520445471/pageid/0
CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A. Administração de produção e operações:
manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2017. E-book.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788597013153/cfi/6/10!/4/2@0:0
GOZZI, Marcelo Pupim (Org.). Gestão da qualidade em bens e serviços. São Paulo:
Pearson, 2015. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/26517/epub/0
TAHA, H. A. Pesquisa operacional: uma visão geral. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2008. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/689/pdf/0
Estomatopatologia e imaginologia

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R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
. Sistema de forças (Revisão); Equilíbrio dos corpos rígidos; Centróides e centros
de gravidade para corpos homogêneos e corpos compostos no plano bi-
dimensional; Momento de inércia de área para corpos homogêneos; Cargas
internas solicitantes; Tensão e Deformação; Propriedades Mecânicas. Tensão e
Deformação; Cargas internas solicitantes; Comportamento dos materiais; Lei de
Hooke; Coeficiente de Poisson; Torção, flexão, cisalhamento; Círculo de Mohr;
Rosetas de deformação. Critérios de falha estática: Critérios para materiais dúcteis
218 e matérias frágeis; Projeto de vigas; Projeto de eixos de transmissão. Deflexão das
vigas. Flambagem: Estabilidade das estruturas; Fórmula de Euler para colunas com
diferentes tipos de apoio; Modelos experimentais. Sistemas de 1 grau de liberdade:
Equação do movimento; Resposta de vibração livre; Resposta de vibração forçada.

Bibliografia Básica

BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica dos materiais. Porto Alegre: Bookman, 2011. E-
book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580551655

HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 10. ed. São Paulo: Pearson, 2018. E-book.
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/168498
GERE, James M.; GOODNO, Barry J. Mecânica dos materiais. 7. ed. São Paulo,
Cengage, 2018. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788522124145
Bibliografia Complementar

UGURAL, Ansel C. Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2009. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2485-1

CRAIG JR, Roy R. Mecânica dos materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2003. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2674-9

ASSIS, Aranaldo Rezende de (org.). Mecânica dos sólidos. São Paulo: Pearson, 2016. E-
book. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/151058
SCIAMMARELLA, Cesar A. Mecânica dos sólidos experimental. Rio de Janeiro: LTC,
2017. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521633341
POPOV, Egor P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Blücher, 1978. E-book.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/169148
Sistemas Fluidomecânicos
Introdução à mecânica dos fluidos; Definição de um fluido; estática dos fluidos;
Fluido em movimento; Conservação da massa; Conservação da quantidade de
movimento linear; Conservação da energia; Equação de Bernoulli. Elementos
Construtivos de Máquinas de Fluxo; Comportamento de Bombas Hidráulicas;
Ventiladores e Exaustores Industriais, Sistemas hidráulicos: características básicas
dos sistemas hidráulicos; componentes e simbologia da hidráulica; circuitos
hidráulicos fundamentais. Sistemas Pneumáticos: princípios físicos; preparação do

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ar comprimido; conversores de energia e válvulas pneumáticas; circuitos
pneumáticos.

Bibliografia Básica 219

ÇENGEL, Yunus A.; CIMBALA, John M. Mecânica dos fluidos: fundamentos e


aplicações. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580554915
FOX, Robert W. et al. Introdução à mecânica dos fluidos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2016. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521635000
LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de fenômenos de transportes: um texto para
cursos básicos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. E-book. Disponível em:
http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2145-4
Bibliografia Complementar
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de transporte para engenharia. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. E-book. Disponível em:
http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2079-2

BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2008. E-book.
Disponível em https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/432
LIGHTFOOT, Neil R.; BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E. Fenômenos de transporte.
2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. E-book. Disponível em:
http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-1923-9
MUNSON, Bruce R.; YOUNG, Donald F.; OKIISHI, Theodore H. Fundamentos da
mecânica dos fluidos. 4. ed. São Paulo: Blucher, 2004. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788521215493

WHITE, Frank M. Mecânica dos Fluidos. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2018. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580556070
Eletrônica Industrial
Conceitos de circuitos elétricos. Materiais semicondutores e suas propriedades.
Diodos e aplicações. Transistores bipolares e aplicações. Transistores a efeito de
campo e aplicações. Polarização de transistores. Interfaces e dispositivos.
Amplificadores Operacionais e circuitos de aplicação lineares e não lineares.
Estudo dos Componentes Empregados em Eletrônica de Potência (Diodos e
Tiristores). Retificadores de potência controlados e não controlados com carga
resistiva e indutiva. Estudo da comutação. Cicloconversores. Gradadores
(conversores CA-CA). Fontes chaveadas (conversor CC-CC). Inversores. Circuitos
de Comando.

Bibliografia Básica

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
BOYLESTAD, Robert L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 11. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/467/pdf/0
MARQUES, Ângelo Eduardo Battistini; CRUZ, Eduardo Cesar Alves; CHOUERI JUNIOR,
Salomão. Dispositivos semicondutores: diodos e transistores. 13. ed. São Paulo: Erica,
2012. E-book. Disponível em:
220 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536518374
RASHID, Muhammad H. Eletrônica de potência. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2014. E-
book.Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Loader/10210/epub
Bibliografia Complementar

AHMED, Ashfaq. Eletrônica de potência. São Paulo: Prentice Hall. E-book. Disponível
em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Loader/2380/pdf
HART, Daniel W. Eletrônica de potência: análise e projetos de circuitos. Porto Alegre:
AMGH, 2015. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580550474/pageid/0

PERTENCE JÚNIOR, Antonio. Amplificadores operacionais e filtros ativos. 8. ed. Porto


Alegre: Bookman, 2015. E-book Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582602751
ALMEIDA, José Luiz Antunes de. Dispositivos semicondutores tiristores: controle de
potência em CC e CA. 13. ed. São Paulo: Érica, 2013. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536518381
THOMAS, Roland E.; ROSA, Albert J.; TOUSSAINT, Gregory J. Análise e projeto
de circuitos elétricos lineares. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.E-book.
Disponível em: http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788577808830
Sistemas Digitais
Conceito de Sinal Digital. Sistema de Numeração e Codificação. Portas Lógicas.
Álgebra Booleana. Simplificação Lógica. Teoremas de DeMorgan. Circuitos Lógicos
Combinatórios: Multiplexador, Demultiplexador, Codificador e Decodificador.
Circuitos Lógicos Sequenciais: Flip-Flops, Registradores, Contadores e Memórias.
Aritmética Digital. Conversores D/A e A/D: aplicações, resolução e escala. Lógica
Programável: SPLDs e CPLDs. Linguagem descritiva de hardware. Introdução aos
Computadores e Microprocessadores.
Bibliografia Básica
WIDMER, Neals S.; MOSS, Gregory L.; TOCCI, Ronald J. Sistemas digitais: princípios e
aplicações. 12. ed. Pearson, 2019. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/168497
FLOYD Thomas, F. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788577801077
FRANK, V. Sistemas digitais: projeto, otimização e HDLs. Porto Alegre: Bookman, 2008.
E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788577802371
Bibliografia Complementar

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
BIGNELL, James; DONOVAN, Robest. Eletrônica digital. São Paulo: Cengage Learning,
2009. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9+C101:C104788522128242+C101:C105
CAPUANO, Francisco Gabriel; CAPUANO, Ivan Valeije Idoeta. Elementos de eletrônica
digital. 42. ed. São Paulo: Érica, 2019. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536530390 221

GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José Sidnei Colombo. Eletrônica digital: teoria e
laboratório. 2. ed. São Paulo: Érica, 2008. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536518497
MORDKA, Szajnberg. Eletrônica digital: teoria, componentes e aplicações. Rio de
Janeiro: LTC, 2014. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-216-2707-4
CAPUANO, Francisco Gabriel. Sistemas digitais: circuitos combinacionais e
sequenciais. São Paulo: Érica, 2014. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536520322
Programação de soluções computacionais
Algoritmos e suas representações. Lógica simples de programação (entrada -
processamento - saída), constantes e variáveis. Estruturas de controle: seleção e
repetição. Vetores, modularização e passagem de parâmetros. Algoritmos de
pesquisa e de ordenação. Tipos abstratos de dados: pilhas, filas e listas.
Programação orientada a objetos: classes, objetos, métodos, atributos,
construtores e métodos de acesso e modificadores. Encapsulamento, herança,
abstração e polimorfismo. Interfaces gráficas e tratamento de exceções.
Implementação de transações de banco de dados (CRUD) utilizando bibliotecas de
conexão com SGBD (Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados). Linguagem
SQL de banco de dados.
Bibliografia Básica

MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica para
desenvolvimento de programação de computadores. 28. ed.São Paulo: Érica, 2016. E-
book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536518657

BARNES, David J. Programação orientada a objetos com Java. 4. ed. São Paulo:
Pearson, 2009. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/434/pdf/0.

CORMEM, Thomas. Desmistificando algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book.


Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595153929/. Acesso
em: 2021 ago. 03.
Bibliografia Complementar
MARKENZON, Lilian. Estruturas de dados e seus algoritmos. 3. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2015. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-
85-216-2995-5/.
DEITEL, Harvey M.; Deitel, Paul J. Java: como programar. 10 ed. São Paulo: Pearson
Prentice-Hall, 2017. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/39590/pdf/0.

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
BOND, Martin. Aprenda J2EE: com EJB, JSP, Servlets, JNDI, JDBC e XML. São Paulo:
Pearson, 2003. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/271/pdf/0.
HORSTMANN, Cay S.; CORNELL, Gary. Core Java 2. 8. ed. Rio de Janeiro: Alta Books,
2005. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/1238/pdf/0.
222 GOODRICH, Michael; TAMASSIA, Roberto. Estruturas de dados e algoritmos em Java.
Porto Alegre: Bookman, 2013. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582600191/.
Modelagem de software
Visão geral do conceito de processo de software. Fundamentos de requisitos e
visão geral de técnicas para elicitação de requisitos. Tipos de requisitos: funcionais
e não funcionais. Prototipação não funcional. Análise e projeto orientado a objetos.
Notação UML (Unified Modeling Language). Modelo de casos de uso (diagrama e
especificação). User stories. Diagrama de classes. Diagrama de sequência.
Diagrama de estados. Diagrama de atividades. Diagrama de componentes.
Diagrama de implantação. Análise e projeto de banco de dados. Modelo entidade
relacionamento. Modelo relacional e normalização. Modelo lógico e físico de banco
de dados..
Bibliografia Básica

MASCHIETTO, Luís Gustavo. Processos de desenvolvimento de software. Porto


Alegre: Sagah, 2020. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786556900520/. Acesso em: 2021 ago.
03.
RAMAKRISHNAN, Raghu; GEHRKE, Johannes. Sistemas de gerenciamento de bancos
de dados. 3. edição. Porto Alegre: Bookman, 2007. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788563308771
PRESSMAN, Roger; MAXIM, Bruce. Engenharia de software: uma abordagem
profissional. 8a. Ed. Bookman, 2016. E-book. Disponível:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580555349
Bibliografia Complementar
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2011. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2613/epub/0

PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2004. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/476/epub/0

LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto


orientados a objetos e desenvolvimento iterativo. 3. ed Porto Alegre: Bookman, 2007. E-
book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788577800476
FOWLER, Martin; SCOTT, Kendall. UML essencial: um breve guia para a linguagem-
padrão de modelagem de objetos. 3ª. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788560031382
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2011. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/2613/epub/0

Faculdade Una de Divinópolis


R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
Modelagem de software
Visão geral do conceito de processo de software. Fundamentos de requisitos e
visão geral de técnicas para elicitação de requisitos. Tipos de requisitos: funcionais
e não funcionais. Prototipação não funcional. Análise e projeto orientado a objetos.
Notação UML (Unified Modeling Language). Modelo de casos de uso (diagrama e
especificação). User stories. Diagrama de classes. Diagrama de sequência.
Diagrama de estados. Diagrama de atividades. Diagrama de componentes.
223
Diagrama de implantação. Análise e projeto de banco de dados. Modelo entidade
relacionamento. Modelo relacional e normalização. Modelo lógico e físico de banco
de dados..
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PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2004. E-book. Disponível em:
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FOWLER, Martin; SCOTT, Kendall. UML essencial: um breve guia para a linguagem-
padrão de modelagem de objetos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. E-book. Disponível
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788560031382

HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman,
2011. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788577804528

Ambientes Computacionais e Conectividade


Conceitos de sistemas operacionais. Operação, configuração e administração de
sistemas operacionais. Sistemas operacionais de Redes. Conceitos de Redes de
Computadores. Arquitetura de Redes. Interconexão de Redes. Sistemas de
Comunicação de Dados. Serviços básicos em Rede. Projeto lógico e físico.
Algoritmos de escalonamento; mecanismos de sincronização entre processos e
threads; Implementações de programas concorrentes; Sincronização entre
processos e gerenciamento de memória.

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R. Cel. João Notini, 151 - Centro, Divinópolis - MG
Bibliografia Básica
MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 5. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book. Disponível em:
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TANENBAUM, Andrew. Redes de computadores. 5.ed. São Paulo: Campus, 2011. E-


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Prentice Hall, 2005. E-book. Disponível
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OLIVEIRA, Rômulo S.; CARISSIMI, Alexandre da Silva; TOSCANI, Simão S. Sistemas
operacionais. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. v.11. E-book. Disponível em:
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MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de redes de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.E-book. Disponível em:https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-
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FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4.ed. Porto


Alegre: AMGH, 2010. E-book. Disponível
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Microprocessadores e microcontroladores
Sistemas Microprocessados. Arquitetura e conjunto de instruções. Introdução à
microcontroladores e eletrônica embarcada; Entradas e saídas Analógicas e
Digitais; Circuitos de funcionamento e procedimento de leitura; Atuadores; Drivers e
circuitos de acionamento; Motores de passo e de corrente contínua; Servomotores;
Arquitetura de microcontroladores; Interface de comunicação; Programação de
microcontroladores; Tipos de processadores; Projeto de sistemas embarcados.
Bibliografia Básica
ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC18 com linguagem C: uma
abordagem prática e objetiva. São Paulo: Érica, 2010. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536519982
OLIVEIRA, André Schneider de; ANDRADE, Fernando Souza de. Sistemas embarcados:
hardware e firmware na prática. 2. ed. São Paulo: Érica, 2010. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536520346
ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC: técnicas de software e hardware para
projetos de circuitos eletrônicos. 2. ed. São Paulo: Erica, 2008. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536519951
Bibliografia Complementar
BHUYAN, Manabendra. Instrumentação inteligente: princípios e aplicações. Rio de
Janeiro: LTC, 2013. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-216-2621-3

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COSTA, Cesar da. Projetos de circuitos digitais com FPGA. 3. ed. São Paulo: Erica,
2013. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536520117
GIMENEZ, Salvador Pinillos. Microcontroladores 8051: teoria do hardware e do software:
aplicação em controle digital: laboratório e simulação. São Paulo: Pearson, 2002. E-book.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/471

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2007. E-book. Disponível em:
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SOUSA, Daniel Rodrigues de. Microcontroladores ARM7 (Philips - família LPC213x): o
poder dos 32 bits: teoria e prática. São Paulo: Érica, 2006. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536519920/
Modelos, métodos e técnicas da engenharia de software
Conceitos, métodos e práticas da engenharia de software. Modelos de processos
de software. Modelo de processo cascata. Modelo de processo de prototipação.
Modelo de processo incremental. Modelo de processo espiral. Engenharia de
requisitos. Estudo de viabilidade. Levantamento de requisitos. Análise e
negociação de requisitos. Especificação de requisitos. Validação de requisitos.
Gestão de requisitos. Visão de análise e projeto. Projeto e tipos Arquitetura de
software. Padrões de projeto. Projeto de interface com usuário. Princípios e
heurísticas de usabilidade. Integração e entrega contínua. Paradigma de
desenvolvimento ágil. Manifesto ágil. Extreme programming (XP). Valores e
práticas do XP. Scrum. Artefatos do Scrum. Product backlog. User story. Planning
poker. Quadro de tarefas. Sprint. Burndown charts. Papéis no Scrum. Product
owner. Scrum master. Desenvolvedores. Cerimoniais no Scrum. Reunião diária.
Planejamento da Sprint. Revisão da Sprint. Retrospectiva da Sprint. Visão geral
DevOps.
Bibliografia Básica
PRESSMAN, Roger; MAXIM, Bruce. Engenharia de software: uma abordagem
profissional. 8.ed. Bookman, 2016. E-book. Disponível em:
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SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2011. E-book. Disponível em:
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LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto


orientados a objetos e desenvolvimento iterativo. 3. ed Porto Alegre: Bookman, 2007. E-
book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788577800476
Bibliografia Complementar
PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de software: teoria e prática. 2. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2004. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/476/epub/0
FOGGETTI, Cristiano. Gestão ágil de projetos. São Paulo: Pearson, 2015. E-book.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/22131/epub/0

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ABRAHÃO, Júlia. Ergonomia e usabilidade: em ambiente virtual de aprendizagem. São
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FOWLER, Martin; SCOTT, Kendall. UML essencial: um breve guia para a linguagem-
padrão de modelagem de objetos. 3ª. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. E-book.
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788560031382
Sistemas de controle e inteligência artificial
Fundamentos da Inteligência Artificial. Resolução de problemas. Métodos de busca
para resolução de problemas. Busca cega e heurística. Paradigmas de linguagens
de programação. Representação do conhecimento. Representação da incerteza.
Aprendizagem de máquina. Conceitos de aprendizado de máquina. Aprendizado
supervisionado, não-supervisionado e por reforço. Aprendizado baseado em
árvores de decisão. Aprendizado baseado em redes neurais. Aprendizado baseado
em classificadores probabilísticos. Aprendizado baseado em máquina de vetores
de suporte. Aprendizado baseado em combinação de classificadores. Sistemas
especialistas. Computação evolucionária. Conceitos sobre Inteligência Artificial
Distribuída. Resolução distribuída de problemas. Sistemas multiagente. Aplicação
de inteligência artificial em sistemas de controle;
Bibliografia Básica

LUGER, George F. Inteligência artificial. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2013. E-book.
Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/180430

COPPIN, Ben. Inteligência artificial. Rio de Janeiro: LTC. 2013. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2936-8

DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 13. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
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Bibliografia Complementar
CARVALHO, André C. P. L. F. de et al. Inteligência artificial: uma abordagem de
aprendizado de máquina. Rio de Janeiro: LTC, 2011. E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-216-2146-1
MEDEIROS, Luciano Frontino de. Inteligência artificial aplicada: uma abordagem
introdutória. Curitiba: Intersaberes. 2018. E-book. Disponível em:
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LOPES, Isaia Lima; SANTOS, Flávia Aparecida Oliveira; PINHEIROS, Carlos Alberto
Murari. Inteligência artificial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.E-book. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595152724/cfi/6/10!/4/2/14/2@0:40.9
PENEDO, Sergio Ricardo. Master Sistemas de controle: matemática aplicada a projetos.
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Análise de dados e big data
Dados, informação, conhecimento e saber; Gestão da informação e gestão do
conhecimento;. O papel e a relevância do profissional de comunicação no mundo
dos dados; Conceitos iniciais de Data Science, Big Data, Inteligência Artificial, 227
Machine Learning e Deep Learning; Conceito de decisão: o que fazer com dados.
Sistemas de apoio à decisão. Modelos quantitativos e qualitativos da informação.
Modelo dimensional; Métodos, coleta e análise de dados; Raciocínio lógico e
construção de hipóteses; Análise preditiva, geração de insights e tomada de
decisões; Estatística descritiva. Probabilidades. Variáveis aleatórias discretas e
contínuas. Distribuições. Distribuição normal. Análises exploratória de dados.
Intervalos de confiança. Testes de hipóteses. Técnicas de redução dimensional e
de seleção de variáveis. Gestão da informação; Plataformas, ferramentas e
estruturação de dados; Discussão ética sobre a coleta e utilização de dados.
Bibliografia Básica
MORAIS, Izabelly Soares de [et al.]. Introdução ao big data e internet das coisas. Porto
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planejamento e alinhamento estratégico nas organizações. Porto Alegre: Bookman, 2008.
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%252520data&page=1&section=0#/legacy/769
MUNHOZ, Antonio. Fundamentos da tecnologia da informação e análise de sistemas
para não analistas. Curitiba: Editora Intersaberes, 2017. E-book. Disponível em:
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/149586/pdf/0

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E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9786556900803
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