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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO
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HISTÓRICO
Responsável
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SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2. OBJETIVO
3. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
4. DEFINIÇÃO DE TERMOS TÉCNICOS
5. CÓDIGOS USADOS NA CONCLUSÃO, PARA CONTROLE DA EMPRESA
6. CLASSIFICAÇÃO
7. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
8. INSTRUMENTOS UTILIZADOS
9. LEVANTAMENTO DOS AMBIENTES
10. LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA
11. DESCRIÇÃO DE SETORES E CARGOS
12. AVALIAÇÃO DOS RISCOS
13. CONSIDERAÇÕES FINAIS
14. ANEXOS
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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2. OBJETIVO
Apresentar os levantamentos técnicos periciais (qualitativos e/ou quantitativos) dos ambientes/atividades e identificar
a exposição aos agentes físicos, químicos, biológicos ou a associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade
física dos trabalhadores, no âmbito desta empresa, para fins da verificação do enquadramento às condições que geram
o direito da concessão à aposentadoria especial.
O Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT e demais demonstrações ambientais tambémtêm
como objetivo fundamentar tecnicamente o preenchimento dos formulários de reconhecimento de períodos laborados em
condições especiais, denominado PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário (§1º do artigo 58 da Leinº 8.213/1991 e §2º
e §7º do artigo 68 do Decreto nº 3.048/1999), além de subsidiar o enquadramento das atividades laborais, no que se
refere ao recolhimento das denominadas Alíquotas Suplementares do Seguro de Acidentes do Trabalho (SAT) criadas
pelo texto da Lei n° 9.732 de 11.12.98. Este laudo atende também às exigências contidas na Instrução Normativa IN
INSS/DC n° 99 de 05.12.2003 e outras publicadas posteriormente.
3. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
A aposentadoria especial, instituída pela Lei nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, tem característicapreventiva e
compensatória, vez que busca diminuir o tempo de trabalho do segurado que, sujeito a condições especiais, exerce ou
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exerceu atividades que, pela sua natureza, podem causar danos à saúde ou à integridade física.
Para a concessão do benefício o segurado deverá comprovar a efetiva exposição aos agentes nocivos (físicos,
químicos, biológicos ou associação de agentes), mediante formulário padrão estabelecido pelo INSS baseado nas
informações contidas em LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho) expedido por médico do
trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.
O Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho - LTCAT está previsto na legislação brasileira a partir da
Medida Provisória nº 1.523 de 1996, que se transformou na Lei nº 9.528 de 1997 e modificou a Lei nº 8.213 de 1991
que trata dos Planos de Benefícios da Previdência Social, no seu Artigo 58, Art. 68 do Decreto nº3.048/1999 com
alterações posteriores.
Fundamentação Legal: Lei nº 8.213/1991 com alterações posteriores e Decreto nº 3.048 com alteraçõesposteriores.
OBSERVAÇÕES:
• 29/04/1995 a 13/10/1996 - LTCAT ou demais demonstrações ambientais para o agente físico ruído;
• 14/10/1996 a 31/12/2003 - LTCAT ou demais demonstrações ambientais para qualquer que seja o agente
nocivo.
• Efetiva Exposição: exposição a risco ocupacional ou agente ambiental do trabalho que cumpre aexigência de
nocividade e de permanência, caracterizando, então, a efetiva exposição a agente nocivo em atividades exercidas
em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física.
• Nocividade: situação combinada ou não de substância, energias e demais fatores de riscos reconhecidos no
ambiente de trabalho, capazes de trazer ou ocasionar danos à saúde ou à integridade física do trabalhador, previstos
nos diversos anexos dos decretos previdenciários.
• Permanência: trabalho não ocasional nem intermitente, na qual a exposição do trabalhador/ servidor ao agente
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As condições especiais que prejudicam a saúde ou integridade física conforme definido no Anexo IV do Decreto nº
3.048/1999, com exposição a agentes nocivos em concentração ou intensidade e tempo de exposiçãoque ultrapassa os
limites de tolerância ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condições especial prejudicial à saúde.
Art. 277 (IN 77/2015): São consideradas condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade física, conforme
definido no Anexo IV do RPS (Decreto 3.048/1999), a exposição a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou à
associação de agentes, em concentração ou intensidade e tempo de exposição que ultrapasse os limites de tolerância
estabelecidos segundo critérios quantitativos, ou que, dependendo do agente, torne a simples exposição em condição
especial prejudicial à saúde, segundo critérios de avaliação qualitativa.
• Agentes nocivos FÍSICOS - diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais
como: ruídos, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas (calor, frio), umidade, radiações ionizantes,
radiações não ionizantes, bem como o infrassom e o ultrassom. Observado o período do dispositivo legal.
• Agentes nocivos QUÍMICOS - Substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pelavia
respiratória, nas formas de os manifestados por: névoas, neblinas, poeiras, fumos, gases, vapores de substâncias
nocivas presentes no ambiente de trabalho, absorvidos pela via respiratória, bem como aqueles que forem passíveis
de absorção por meio de outras vias.
• Agentes nocivos BIOLÓGICOS - bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros,
geneticamente modificados ou não, as culturas de células, os parasitas, as toxinas e o príons.
• Associação de agentes: Exposição aos agentes combinados, exclusivamente nas atividades especificadas no
Anexo IV do Decreto 3.048/1999.
O rol de agentes nocivos objetos de análise no presente laudo, são aqueles constantes dos decretos
regulamentadores da legislação previdenciária especial, Anexo IV do Dec. 3.048/1999 e posteriores alterações.
• Avaliação Qualitativa: quando a nocividade ocorrer pela simples presença do agente no ambiente de trabalho,
descrito no Anexo IV do Decreto nº 3.048/1999 e nos Anexos VI, XIII, XIII-A e XIV da NR-15 do MTE.
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• Avaliação Quantitativa: será baseada na nocividade que ocorre pela ultrapassagem dos limites de tolerância ou
doses previstos no Anexo IV do Decreto nº 3.048/1999 e nos Anexos I, II, III, V, VIII, XI e XII da NR-15 do MTE.
METODOLOGIA:
TEMPORALIDADE:
TIPOLOGIA:
TECNOLOGIA DE PROTEÇÃO:
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• Atualização:
O § 3° do Art. 58 da lei n° 8213/91 com o texto dado pela Lei n° 9.528/97 determina:
empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos existentes no ambiente de
trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o
respectivo laudo estará sujeita à penalidade prevista no art. 133 desta lei. (MP 1523/96 reeditada até a MP n° 1523-13 de
23.10.97, republicado na MP n° 1596-14 de 10.11.97 e convertida na lei n° 9528 de 10.12.97).
• Validade do LTCAT:
O LTCAT tem validade indefinida, atemporal, ficando atualizado permanentemente, enquanto o ambiente de
trabalho não sofrer alterações.
Art. 261, § 4º da IN/PRES Nº 77, de 21/01/2015: São consideradas alterações no ambiente de trabalho ou em sua
organização, entre outras, aquelas decorrentes de:
I - Mudança de layout;
II - Substituição de máquinas ou de equipamentos;
III - Adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva; e
IV - Alcance dos níveis de ação estabelecidos nos subitens do item 9.3.6 da NR-09, aprovadas pela Portaria nº
3.214, de 8 de junho de 1978, do MTE, se aplicável.
TABELA I
TABELA II - Códigos para Exposição a Agentes Nocivos (GFIP para o PPP) - Para os trabalhadores com apenas
um vínculo empregatício (ou uma fonte pagadora):
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TABELA III - Códigos para Exposição a Agentes Nocivos (GFIP para o PPP) - Para os trabalhadores com mais
deum vínculo empregatício (ou mais de uma fonte pagadora).
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6. CLASSIFICAÇÃO
Classificação para subsidiar o enquadramento no Código GFIP - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por
Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social.
7 - METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
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• Análise quantitativa;
8 - INSTRUMENTOS UTILIZADOS
Para a identificação dos riscos, podem ter sido utilizados os seguintes equipamentos:
As vistorias foram realizadas nas dependências da empresa, submetendo seus respectivos setores - dentre outros
vinculados ao processo produtivo, cuja necessidade possa ter sido identificada - à análise, onde foram avaliadas todas as
categorias profissionais, agrupadas em cargos, cujas atividades são exercidas de modo idêntico para efeitos da
caracterização de atividade especial.
Cada quadro identifica o setor e cargo, sua respectiva exposição a quaisquer dos riscos físicos, químicos ou
biológicos, ou sua combinação, indicando a necessidade, ou não, de caracterização de atividade especial que justifique
recolhimento adicional, a fim de financiar aposentadora especial para as categorias profissionais.
A não identificação desta necessidade nos quadros, exime a empresa de realizar o recolhimento adicional
para o respectivo cargo e descaracteriza a situação de aposentadoria especial, desde que mantidas as mesmas
condições de trabalho e exposição a riscos que as identificadas no ato da realização da inspeção para elaboração
deste laudo.
10 - LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA
• Do Ministério da Previdência Social, IN/INSS/PRES nº20 de 10/10/2007; Decreto nº 3048 - anexo IV - de
06/05/1999 e Lei nº 8212 e 8213 ambas de 24/07/1991.
• Do Ministério do Trabalho e Emprego - Lei 6.514/77 - Portaria 3.214/78 - NR´s 15 e 16 e anexos.
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Processos de Produção
Setor Descrição
Ambiente constituído em paredes de alvenaria, com cobertura coberto com caibros,
ADMINISTRATIVO ripas e telha de cerâmica. Possui piso em concreto, iluminado naturalmente e
artificialmente por meio de lâmpadas fluorescentes. Ambiente refrigerado por meio
janelas e ventilador/Ar-condicionado.
Serviços externos em residências ou empresas com ricos gerenciados de
OPERACIONAL
instalações elétricas e placas solares.
Análise Qualitativa
A análise qualitativa foi realizada através da observação visual dos ambientes de trabalho.
Identificação das Atividades Desempenhadas por Cada Função
ADMINISTRATIVO
Nº de Funcionários
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
Masc.: 0 Fem.: 2 Menor: 0 Total: 2
Descrição Detalhada: Dar suporte administrativo e técnico nas áreas de recursos humanos,
administração, finanças e logística; atender usuários, fornecendo e recebendo informações; tratar
de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário referente aos mesmos;
preparar relatórios e planilhas; executar serviços áreas de escritório. Assessorar nas atividades de
ensino, pesquisa e extensão.
OPERACIONAL
Nº de Funcionários
AUXILIAR DE INSTALADOR FOTOVOLTAICO
Masc.: 3 Fem.: 0 Menor: 0 Total: 3
Descrição Detalhada: Planejam, constroem, instalam, ampliam e reparam redes e linhas elétricas
de alta e baixa tensão, linhas e redes de telecomunicação, rede de comunicação de dados e linhas
de transmissão de energia de tração de veículos. Instalam equipamentos e localizam defeitos. O
trabalho é realizado sob supervisão permanente de supervisores, técnicos e engenheiros.
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( ) Há fontes geradoras:
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( ) Há fontes geradoras:
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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( X ) Não há áreas encharcadas, permanentemente molhadas e/ou líquidos em condições continuadas de aspersão.
Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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Tipo da Exposição
Fontes Funções Exposição
Setor EPI
Geradoras Expostas Média/diária Eventual Intermitente Contínua
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A análise quantitativa dos agentes de riscos tem a finalidade de comprovar o nível de exposição por ambiente,
caracterizando ou não o atendimento aos valores dos limites de tolerância previstos na NR-15 ou, na ausência destes,
os valores de limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH-Americam Conference of Governamental
Industrial Higyenists ou aqueles que venham ser adotados por negociação Coletiva.
AGENTES FÍSICOS
Ruído
As medições dos níveis de ruído foram realizadas, de acordo com a NR 15 – Anexo I, da portaria 3.214 MTE, para
detecção dos níveis de ruído contínuo e intermitente, com dispositivo de pressão sonora, operando no circuito de
compensação A e circuito de resposta lenta (slow).
EQUIPAMENTO
AGENTE METODOLOGIA
Modelo Marca
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Proteção Coletiva
a) O EPC reduz a nocividade do agente nocivo de modo a atenuar ou a neutralizar seus efeitos em relação aos limites
de tolerância legais estabelecidos;
b) EPC identificados
Proteção Individual
a) Informar se a utilização do EPI reduz a nocividade do agente nocivo de modo a atenuar ou a neutralizar seus
efeitos em relação aos limites de tolerância legais estabelecidos;
b) EPI’s identificados:
Bota de segurança;
Interpretação técnica:
A caracterização de um trabalho periculoso é feito por meio de uma perícia conduzida por um médico do trabalho que irá
analisar todos os riscos daquela função.
A decisão precisa ser baseada na CLT e nas normas regulamentadoras do trabalho. A norma regulamentadora 16 detalha
como deve ser realizado esse processo, assim como o artigo 195 da CLT.
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Considerando a legislação Previdenciária Decreto 3.048/99 e instrução Normativa INSS/DC 118/2005 e fundamentado nas
avaliações ambientais periciadas nos ambientes de trabalho, da empresa E-VOLT ENGENHARIA ELETRICA E ENERGIA
SOLAR conclui-se que os estudos sobre todos os GHE dos setores, NÃO HÁ NOCIVIDADE nas funções exercidas da
empresa. Consequentemente, não enseja em passivo direito a pagamento de grau de insalubridade e aposentadoria
especial.
De acordo com a CLT, têm direito ao adicional de periculosidade os trabalhadores que estão expostos permanentemente a
condições de risco acentuado, como:
Inflamáveis, explosivos ou energia elétrica
Roubos ou outras espécies de violência física nas atividades de segurança pessoal ou patrimonial
Algumas profissões que fazem jus ao adicional de periculosidade são:
Motoboy
Eletricista predial
Engenheiro elétrico
Vigilante/segurança
Cabista de rede de telefonia e TV
Policial militar
Profissional da escolta armada
Mecânicos de refrigeração
Técnicos em elevadores
Bombeiro
Considerando essas situações dos profissionais da empresa E-VOLT ENGENHARIA ELETRICA E ENERGIA SOLAR que
estão na função de AUXILIAR DE INSTALADOR FOTOVOLTAICO, fazem jus ao adicional de periculosidade que é um
direito trabalhista que corresponde a 30% do salário base do trabalhador.
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Jarbas de Souza Ferreira Representante Legal
Eng° de Segurança no Trabalho E-VOLT ENGENHARIA ELETRICA
CREA 2198140/2018 E ENERGIA SOLAR
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14. ANEXOS
ANEXOS
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REGISTRO PROFISSIONAL:
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