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INSTITUTO SUPERIOR POLITECNICO DA CAALA – POLO UNIVERSITARIO BAILUNDO

DEPARTAMENTO DE ENSINO E INVESTIGAÇÃO EM ENSINO PRIMÁRIO

ANTÓNIO CAPOCO CARAPINHA

TEMA

DIFICULDADE DO DESENVOLVIMENTO DE LEITURA NO ENSINO


PRIMÁRIO DOS ALUNOS DA 5ª CLASSE, TURMA 5.1 DA ESCOLA DE
CHITALELA NO MUNICÍPIO DO BAILUNDO

ORIENTADOR: JUVENTUS ASAMOAH BONSU, Lic

BAILUNDO/2023
ANTÓNIO CAPOCO CARAPINHA

TEMA

DIFICULDADE DO DESENVOLVIMENTO DE LEITURA NO ENSINO


PRIMÁRIO DOS ALUNOS DA 5ª CLASSE, TURMA 5.1 DA ESCOLA DE
CHITALELA NO MUNICÍPIO DO BAILUNDO

Ante-projecto de Conclusão do curso intitulado:


Dificuldade do Desenvolvimento de Leitura no
Ensino Primário dos Alunos da 5ª Classe, Turma
5.1 da Escola deChitalela, apresentado ao
Instituto SuperiorPolitécnico da Caála, como
requisito parcial para a obtenção do grau de
Licenciatura em Ensino Primário.

ORIENTADOR: JUVENTUS ASAMOAH BONSU, Lic

BAILUNDO/2023
EPÍGRAFE

“Aprender a ler não pode ser desligado da leitura


em si mesma, mas é necessário não esquecer que
sem estratégias específicas de aprendizagem se
corre o risco de tropeçarmos no caminho”.

(Inês Sim-Sim, 2006, p. 74).


SUMÁRIO
I - INTRODUÇÃO.......................................................................................................5

1.1 Descrição da situação problemática....................................................................6

1.2 Objectivo geral....................................................................................................6

1.3 Objectivos específicos........................................................................................6

1.4 Contribuições do trabalho...................................................................................7

CAPÍTULO II - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.....................................................8

2.1 A habilidade de ler e compreender textos...........................................................8

2.2 Causas do desenvolvimento da leitura segundo Silvério, 2016..........................8

2.3 O papel da escola na dificuldade de leitura........................................................9

2.4 Modelos de aprendizagem da leitura..................................................................9

2.5 Factores que interferem na aprendizagem........................................................10

2.6 Métodos de ensino da leitura............................................................................10

CAPÍTULO III – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS...................................12

3.1 Tipo de pesquisa...............................................................................................12

3.2 Métodos teóricos...............................................................................................12

3.3 Métodos empíricos............................................................................................12

CAPÍTULO IV - CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES.........................................13

V - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................14
5

I - INTRODUÇÃO
Esse projecto será uma pesquisa exploratória utilizando a investigação acção, é uma
forma de investigar para a educação, na medida em que é através desta que o professor pode
contribuir para a melhoria das suas práticas educativas. Morais 2013 citado por Catarina
Cotrim Coradinho 2020.

Nele abordar-se-á a situação problemática, definir-se-á os objectivos e as actividades


a desenvolver após a aplicação das técnicas escolhidas de acordo com o projecto, com a
aplicação da análise dos conteúdos, será possível discutir os resultados e chegar a conclusões.
Será também grande preocupação a fundamentação teórica através da revisão da literatura,
consultar obras que ajudarão a ultrapassar o problema que vai abordar na realização do
projecto e que está ligado a dificuldades do desenvolvimento da leitura no ensino
primário. Neste contexto procurar-se-á obras especializadas que remeterão para esses
paradigmas, tendo, a cautela na seleção de modo a evitar erros.

Ler é uma actividade complexa que faz amplas solicitações ao intelecto e às


habilidades cognitivas superiores da mente: reconhecer, identificar, agrupar, associar,
relacionar, generalizar, abstrair, comparar, deduzir, inferir e hierarquizar. Não está em pauta
apenas a simples descodificação, mas a apreensão de informações explícitas e implícitas e de
sentidos que dependem de conhecimentos prévios a respeito da língua, dos géneros, das
práticas sociais de interação, dos estilos, das diversas formas de organização textual. A leitura
é a base de aprendizagem de diferentes conteúdos científicos, em todos os níveis de ensino.
Assim, a dificuldade do desenvolvimento de leitura no aluno da 5ª classe, constitui a alavanca
para o insucesso escolar.

Para Koch (2009), a leitura é um acto social entre dois sujeitos, leitor e autor, que
interagem entre si, obedecendo aos objectivos e as necessidades socialmente determinados. É
por meio da leitura e de várias leituras, que o leitor passa a levantar críticas, formular
hipóteses e compreender melhor o que está escrito. Ler é muito mais que passar os olhos
sobre as letras, é uma prática criadora de sentidos. Dificuldade de aprendizagem (DA) é um
termo geral que se refere a um grupo heterogéneo de transtornos que se manifestam por
dificuldades significativas na aquisição e uso da recepção, fala, leitura, escrita, raciocínio ou
habilidades matemáticas.
6

O desejo pela leitura não nasce connosco, é adquirido com o tempo e com a prática.
É necessário apontar que a escola tem papel fundamental nesse contexto, é a partir dela que o
indivíduo tem o primeiro contacto com a produção da leitura. Cabe ao educador estimular o
aluno a ter o desejo pela leitura, trabalhando de diversas formas e usando diversas estratégias,
colocando-se na posição de parceiro e servindo como modelo, passando segurança, de
maneira que o aluno veja no professor o perfil de um bom leitor e perceba a importância da
leitura na vida do indivíduo, seja na escola ou fora dela.

1.1 Descrição da situação problemática


A atribuição do elemento condicionador da leitura é complexa. Entretanto, o que
constitui real problema é a dificuldade de junção de letras para constituir som único. Dito de
outro modo, verificou-se a dificuldade de: juntar letras para formar sílabas e com sílabas
formar palavras. A realidade da classe, neste caso, contradiz a expectativa do currículo. Pois,
interpretar um texto sem conhecer os elementos que o constitui é impossível. Agora que a
situação está clara, é possível dizer que o aluno que não lê se frequentar a 5ª classe, estar-se-á
a desmotivar o seu gosto pela ciência; pois, do primeiro ao último tempo nenhuma aula será
interpretada por ele. Diante do exposto determinamos a seguinte pergunta de partida:

Quais são as causas que dificultam o desenvolvimento de leitura no ensino primário


dos alunos da 5ª classe, turma 5.1 da escola de Chitalela do município do Bailundo?

1.2 Objectivo geral


Identificar as dificuldades do desenvolvimento de leitura no ensino primário dos
alunos da 5ª classe, turma 5.1 da escola de Chitalela do município do Bailundo.

1.3 Objectivos específicos


 Analisar as causas que dificultam o desenvolvimento de leitura no ensino primário dos
alunos da 5ª classe da escola de Chitalela;
 Fundamentar teoricamente os factores que influenciam o desenvolvimento de leitura
no ensino primário;
 Compreender a forma como são feitas as actividades de leitura em sala de aulas;
 Saber os hábitos de leitura dos professores do ensino primário da escola de Chitalela;
 Apresentar algumas possíveis soluções de promoção de leitura da escola de Chitalela.
7

1.4 Contribuições do trabalho


As crianças não têm gosto pela leitura, não se esforçam, chegam até a classe em
estudo e nem sequer sabem ler. A razão da escolha deste espaço geográfico para o estudo,
deve-se ao facto da partilha de ideias de que as grandes mudanças da história foram feitas
quando a realidade foi vista a partir da periferia.

Sabendo-se que, a leitura é a identidade do processo de ensino-aprendizagem dos


alunos da 5ª classe da escola de Chitalela, são muitos os factores que podem influenciar para a
capacidade de leitura do ensino primário, isto é, nos alunos como por exemplo, o apoio
familiar, a socialização ao ambiente escolar, a boa maneira de actuação do professor, a
capacidade psicomotora, a aprendizagem da linguagem oral, o desenvolvimento das
habilidades do reconhecimento de palavras, a competência em leitura, os programas eficazes
vindos do Ministério, além de crenças e atitudes de alguns educadores no que se refere a
linguagem falada e escrita e as relações entre elas podem dirimir ou minimizar esse problema
de leitura na escola referida.
8

CAPÍTULO II - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA


Nele abordar-se-á a situação problemática, definir-se-á os objectivos e as actividades
a desenvolver após a aplicação das técnicas escolhidas de acordo com o projecto, com a
aplicação da análise dos conteúdos, será possível discutir os resultados e chegar a conclusões.
Será também grande preocupação a fundamentação teórica através da revisão da literatura,
consultar obras que ajudarão a ultrapassar o problema que vai abordar na realização do
projecto e que está ligado a dificuldades do desenvolvimento da leitura no ensino
primário. Neste contexto procurar-se-á obras especializadas que remeterão para esses
paradigmas, tendo, a cautela na seleção de modo a evitar erros.

2.1 A habilidade de ler e compreender textos


As diversas formas de interação social exigem que um indivíduo possua a capacidade
de ler para conseguir se inserir na maioria das situações sociais, seja no mercado de trabalho,
na condição de eleitor ou de viajante. A habilidade de realizar leituras também é um factor de
crescimento pessoal pois implica na capacidade de aprender de forma autónoma. Portanto,
saber ler e interpretar dá essa condição a um indivíduo, Silvério 2016.

Se Angola é um país cujo status é de nação em desenvolvimento, apesar dos


problemas que ainda tem por superar, é necessário que haja um investimento no sistema
educacional não apenas financeiro, mas, sobretudo de conhecimento a respeito de como não
apenas ensinar os alunos a descodificarem um texto, mas como mostrar a esses alunos a
importância que a habilidade de ler e compreender textos trará para a sua vida em particular, e
para a nação como um todo, Silvério 2016.

Segundo Cagliari 2009, a maioria do que se deve aprender na vida terá de ser
conseguido através da leitura da escola. A leitura é uma herança maior do que qualquer
diploma.

2.2 Causas do desenvolvimento da leitura segundo Silvério, 2016


As causas podem assim ser citadas:

 Deficit perceptual;
 Deficit linguístico;
 Dislexia;
 Disgrafia;
9

 Disortografia;
 Dislalia.

2.3 O papel da escola na dificuldade de leitura


O papel da escola na dificuldade da leitura no ensino primário é notório que nas
primeiras classes do ensino fundamental, existe uma complexidade de dificuldades que
aparecem nesse período. A instituição escolar deve estar atenta as dificuldades de
aprendizagem, pois quanto mais cedo se perceber, haverá vantagens para ser solucionada com
mais rapidez. Assim, a escola deve promover actividades diferenciadas e significativas de
leitura que tenham sentido para os alunos. A instituição escolar, seja, particular, pública,
central ou periférica, sempre surgem alunos a cada ano, que apresentam uma aprendizagem
lenta diante dos outros da mesma faixa etária e classe, Nunes, 2001.

2.4 Modelos de aprendizagem da leitura


Alguns autores defendem que a aprendizagem da leitura resulta de um processo
contínuo, outros acreditam que é desenvolvida num processo descontínuo, no qual as crianças
têm de passar por diversas etapas. Cruz 2007 citado por Catarina Cotrim Coradinho 2020.

Segundo Frith (1990) citado por Catarina Cotrim Coradinho 2020, identifica três
etapas distintas na aprendizagem da leitura:

 Logográfica;
 Alfabética; e
 Ortográfica.

A etapa logográfica decorre entre 18 e 24 meses e é conhecido como uma etapa na


qual a criança reconhece a palavra tendo por base características como o contexto, a cor e a
forma da mesma, sem atentar à composição das letras que a formam. Cruz 2007 citado por
Catarina Cotrim Coradinho 2020, afirma que nesta etapa as crianças tratam as palavras como
se fossem desenhos, só conseguem reconhecer as palavras com as quais estão familiarizadas e
que confundem as letras e as palavras que são visualmente idênticas tais como o “b” e o “d”.

A etapa alfabética é crucial na aprendizagem da leitura. Nesta, a criança aprende a


fazer a descodificação grafo-fonológica e passa a descodificar pseudopalavras e palavras
novas. É nessa etapa que a criança segmenta as palavras nas letras que as compõe, que associa
cada letra ao som correspondente e que tem que perceber que os sons têm uma determinada
10

ordem em cada palavra, por exemplo, as palavras “pato” e “tapo” apesar de serem formadas
pelos mesmos grafemas e fonemas a ordem de pronunciação é diferente.

Já na etapa ortográfica o leitor começa a ler fluentemente, uma vez que “adquire
consciência acerca do modo como as letras podem ser combinadas para produzir distintos
sons.

2.5 Factores que interferem na aprendizagem


A aprendizagem depende de factores internos e externos, ou seja, os internos
referem-se ao funcionamento do organismo, a psicomotricidade, a estrutura cognitiva, enfim,
ao seu corpo. Já os externos estão associados ao contexto no qual está inserido. Frente a isso,
a unidade escolar, deve estar sempre observando e analisando o que realmente prejudica o
ensino-aprendizagem desse aluno no processo educacional. Nesse âmbito, Weiss, 2001, diz
que todo profissional que trabalha com crianças sente que é indispensável haver um espaço e
tempo para a criança brincar e assim melhor comunicar.

Sabemos também que a pressão social contribui para que algumas crianças
apresentem dificuldade na área da leitura, os pais estão exigindo que as crianças aprendam a
ler cada vez mais cedo sem de facto conhecerem quais os impactos que isso pode causar na
criança caso ela não esteja amadurecida biologicamente e preparada intelectualmente para
adquirir tais conhecimentos. Em alguns casos não é meramente a vontade dos pais de inserir a
criança cedo na escola, mas a necessidade uma vez que o sustento da família advém do
trabalho tanto do pai quanto da mãe. Isso faz com que os dois se ausentem do lar e como
alguns não podem pagar uma babá ou não tem nenhum membro da família para tomar conta
da criança acabam matriculando-a muito cedo na escola, Nunes, 2001.

2.6 Métodos de ensino da leitura


Cruz 2007, citado por Catarina Cotrim Coradinho 2020, identifica dois métodos
de ensino da leitura:

 Os métodos fónicos ou sintéticos; e


 Os métodos globais ou analíticos.

Segundo Fernandes 2016 citado por Catarina Cotrim Coradinho 2020, os métodos
sintéticos começam pelo estudo dos signos e sons elementares, orientam-se para as regras que
nos permitem relacionar as letras aos sons. São métodos que se enquadram com os modelos
11

ascendentes de leitura e valorizam a aprendizagem da descodificação numa fase inicial do


ensino da leitura.

Em contrapartida, os métodos analíticos partem das palavras ou frases completas e


orientam-se para os processos que nos permitem extrair significado da linguagem escrita.
Estes métodos enfatizam a compreensão do significado do texto numa fase inicial do ensino
da leitura.

Ainda para Fernandes 2016, refere que o método sintético é o mais antigo no ensino
da leitura; que consiste num ensino que parte da letra, passa para as sílabas, para as palavras
isoladas, segue para a frase e termina nos textos. Segundo o autor, o método sintético pode ser
dividido em três tipos:

 O alfabético;
 O fónico e;
 O silábico.

No alfabético o aluno conhece e aprende as letras, depois forma sílabas juntando as


consoantes e as vogais e depois forma palavras e textos. No fónico o aluno parte do som das
letras, une-os com as vogais e consoantes e pronuncia a sílaba formada. No silábico o aluno
começa por aprender as sílabas para formar as palavras.

No caso dos métodos analíticos ou globais, Fernandes 2016 refere que são métodos
que consideram a criança como o principal agente de aprendizagem e que partem das
palavras, frases ou contos considerando-os como a unidade a ser dividida em elementos mais
básicos.
12

CAPÍTULO III – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS


Para alcançar os objetivos científicos deste ante-projecto nos apoiaremos em métodos
e procedimento que assim o exigem, e conferir rigor prático para a implementação dos
resultados com vista a garantia da robustez científica da problemática.

3.1 Tipo de pesquisa


Considerando a problemática sobre a dificuldade de desenvolvimento de leitura
realizaremos uma pesquisa de campo com a tipologia qualitativa colocando em evidência o
processo que ocorre sem nos preocuparmos com resultados imediatos. Com esta metodologia
será possível a elasticidadeda visão do problema e entender as formas como tais fenómenos
acontecem e encontrar as possíveis soluções.

3.2 Métodos teóricos


 Análise-síntese: facilitar-nos-ana recolha de diversas obras, sites e consultas em fontes
bibliográficas ligadas ao tema tais como: livros, google académico, bem como opiniões
de alunos, professores e comentários de encarregados de educação. Com este dueto,
analisaremos e sintetizaremos os resultados.
 Indução-dedução: nos servirá para delimitar o tema entre o geral e o particular somente
no município e escola em estudo, para não tivermos tanta dificuldade na recolha dos
dados.
 Histórico-lógico: com este método buscaremos acontecimentos do passado e comparar
os processos do passado para verificar a sua influência na sociedade actual.

3.3 Métodos empíricos


 Observação: servirá para observar se os professores da instituição em referência, durante
as suas aulas têm aplicado metodologias e métodos adequados de maneira que os alunos
saiam da sala de aula com uma cognição diferente a da que entraram com ela.
 Entrevista: permitirá buscar de forma mais profunda, dados através da entrevista por
partedos alunos, professores,direcção da escola e encarregados de educação através de
um pacote de perguntas e respostas abertas e fechadas.
 Métodos Estatísticos: este método será para fazer uma análise dos dados numéricos
utilizando a estatística descritiva para a leitura dos resultados percentuais.
13

CAPÍTULO IV - CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES

ANO 2023
TAREFAS
MESES
N/O Tarefas Jun Nov Dez Fev Mar Abr Ag Set Dez
01 Escolha do tema X
02 Aprovação do tema X
03 Elaboração do Ante-projecto de X
investigação
04 Aprovação do Ante-projecto de X
investigação pelo Departamento X
de Ensino e Investigação do ISP-
Caála
05 Apresentação do ante-projecto X
06 Elaboração dos instrumentos de X
recolha de dados X
07 Aplicação dos instrumentos para a X
recolha de dados X
08 Análise dos dados X
09 Redação e compilação da X
monografia
10 Entrega da monografia X
11 Aprovação da monografia pelo corpo X
de júri X

12 Defesa da monografia X
13 Entrega do livro pelo Departamento X
de Ensino e Investigação do ISP- X
Caála
14 Cerimônia de Outorga X
X
V - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
A importância da leitura escolar como crescimento e formação do leitor. Disponível em:
<http://www.unirio.br/cch/comunicaçãooral/TemaLivre/importanciadaleitura>Acesso em: 22
set 2012.
BORTONI-RICARDO, STELLA MARIS. O professor pesquisador: introdução a pesquisa
qualitativa. 1 ed. São Paulo: Parábola Editoral, 2008.
BORTONI-RICARDO, STELLA MARIS. Matriz de habilidades e conhecimentos para
avaliação de professores em início de escolarização: subsídios da sociolinguística
educacional. In: Livro comemorativo dos 20 anos do Ceale. Belo Horizonte: Editora
Segmento, no prelo. 2012.
Cruz, V. 2007. Uma abordagem cognitiva da leitura. Lisboa: Lídel – Edições Técnicas, Lda.
FERNANDES, S.P.D. 2016. Métodos de ensino da leitura e da escrita: Concepções de
docentes do I Ciclo do ensino básico. Dissertação de mestrado, Instituto Superior de Educação
e Ciências, Lisboa. Consultado em htpp://hdl.handle.net/10400.26/20603.
KOCH, INGEDORE VILAÇA. Ler e Compreender: Os sentidos do texto. 3 Ed. São Paulo:
Contexto, 2009.
LÍLIAN MIRANDA BASTOS PACHECO. Dificuldades do desenvolvimento de
aprendizagem da leitura. 2020.

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