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Protocolos Abdome II

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PROTOCOLOS

DE ABDOME
PROTOCOLOS
DE ABDOME
Preparo para o exame

🔸 Jejum 🔸 Buscopan
🔸 Checagem da segurança 🔸 Posicionamento do trigger
🔸 Anamnese 🔸 respiratório (opcional)
🔸 Punção venosa prévia 🔸 Orientações ao paciente
A importância do jejum

Sem jejum Com jejum


Buscopan (escopolamina)

Próximo ao início do exame


🔸 Relaxa a musculatura lisa dos órgãos abdominais, eliminando os espasmos,
reduzindo a motilidade intestinal 🡪 Artefatos
🔸 Meia Ampola (10 ml) diluído em 10ml SF 10%
🔸 Contra indicação: Hipersensibilidade, glaucoma, hipertrofia prostática com
retenção urinária, estenoses mecânicas no trato gastrintestinal, taquicardia,
megacólon e miastenia gravis
🔸 Reações comuns (>1/100 e <1/10): distúrbios da acomodação visual, taquicardia,
tontura, boca seca
Trigger respiratório

🔸 Checar se o trigger respiratório está bem conectado e com sinal bom antes da
aquisição das imagens e colocado, sem esticar demais, no local de maior
movimentação durante a respiração (tórax ou abdome).
Orientações ao paciente

🔸 Tempo de exame
🔸 Orientações quanto ao posicionamento de trigger e bobinas
🔸 Barulho inerente ao método, protetor auricular obrigatório
🔸 Sequencias que serão realizadas (respiração livre e apneias)
🔸 Movimentação, permanecer na posição inicial até a finalização do exame
🔸 Momento da injeção de contraste
🔸 Campainha de Emergência

Certifique-se de que o jejum correto foi realizado antes do início do exame


Posicionamento

🔸 Bobina de Superfície
🔸 Decúbito dorsal
🔸 Posicionamento centralizado
🔸 Conforto do paciente
Posicionamento
Bobina

Upper

Lower
Bobinas
s

É possível utilizar as duas bobinas Ou separada para exames de


juntas para exames de abdome total abdome superior ou inferior
Bobina

🔸 Atenção e cuidado ao carregá-las

🔸 Guardá-las de forma correta no armário, não


torcendo os cabos

🔸 Remover o conector do aparelho


segurando-o sem puxar pelo cabo

🔸 Não abaixar a maca do aparelho sem antes


retirar a bobina do conector
ESTUDO
DO FÍGADO
Indicações clínicas

🔸 Cisto, Hemangioma,Metástase, Hiperplasia


nodular focal, Adenoma, Abscesso
🔸 Deposição gordurosa (esteatose)
🔸 Cirrose (carcinomas hepatocelular)
🔸 Hepatite
🔸 Avaliação do sistema portal
Protocolo

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot) - Haste


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial + Portal + Equilíbrio
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Coronal T2 SS (HASTE ou SSFSE)

Coronal T2 SS (Single Shot) Realizada em Apneia ou Respiração Livre


Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Axial T2 Fat Trigger

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸Axial 3D Pré + Arterial + Portal
🔸Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Trigger respiratório

🔸 Compensação respiratória devidoexpansão da caixa


torácica
Axial T2 Fat Trigger
Axial difusão

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Axial T2 (Fast Spin Echo)
Realizada em Apneia ou Respiração Livre
🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)
🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Axial In & Out Phase

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot) Realizada em Apneia


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Axial In Phase

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Axial Out Phase

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Axial 3D Lava/ Vibe

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot) Pré contraste – Arterial – Portal – Equilíbrio – Tardia


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste Realizadas com programação idêntica
🔸 Axial 3D Tardio Sempre checar fase pré contraste antes de injetar
Axial 3D – fase arterial
Axial 3D – fase portal
Axial 3D – fase equilíbrio e tardia
Fase dinâmica - care bolus
Coronal 3D pós contraste

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸 Axial 3D Tardio
Opcionais: sequência IDEAL IQ (GE)

🔸 Axial 3d em apnéia

🔸 Avaliação quantitativa de
níveis degordura, auxiliando
no diagnóstico de esteatose
hepática

🔸 Mapa Volumétrico de
fração degordura

🔸 Técnica não invasiva


Opcionais: sequências dixon

Em uma única aquisição/apnéia 4 sequências diferentes:


🔸 T1 com supressão do sinal de água
🔸 T1 com supressão do sinal de gordura
🔸 T1 In Phase
🔸T1 Out Phase
ELASTROGRAFIA
POR RM
Técnica quantitativa para mapeamento da elasticidade hepática

🔸 Comprimento de onda mecânica


propagada no parênquima
🔸 Diferente de outrasquantificações por RM
🔸 Posicionamento com concha decaptação
das ondas + bobina PhaseArray.
Fonte: Ie- MRI. Disponível em:
[Link]
e-Cursos/e-MR. Acesso em
Setembro de 2021.
WESTBROOK, Catherine ;
ROTH , Carolyn Kaut;
TALBOT, John. Ressonância
Magnética: Aplicações
Práticas. 4. ed. [S.l.]:
Guanabara Koogan, 2013.
COLANGIO RM
Indicações

🔸 Tumores neuroendócrinos (hipoglicemia,


hipergastrinemia, rashcutâneo)
🔸 Pancreatite
🔸 Cálculo biliar
🔸 Colecistites: Aguda/Crônica
🔸 Colangiocarcinoma
🔸 Icterícia / obstrução das vias biliares
🔸 Sempre que solicitado colangio-RM
Colangio RM - protocolo
Colangio Trigger

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Colangio Trigger
🔸 Axial T2
🔸Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial +
Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste Sequência volumétrica – menor No de slabs possível
🔸 Axial 3D Tardio
Cortes incluindo o ducto pancreático principal e as vias
biliares principais
Opcionais: colangio SSFSE - radial

🔸 6 cortes com ângulo de 12º


🔸 Cortes centralizados no colo do pâncreas
🔸 Se tiver obstrução das vias biliares, o ideal é
centralizar no ponto de obstrução
🔸 Só deve ser realizado caso a Colangio 3D tenha saído
prejudicada por artefato de respiração ou com
imagens borradas.
ADRENAL
Indicações

🔸 Tumores neuroendócrinos
🔸 Disfunção de cortisol
🔸 Disfunção de androgênios
Adrenal - protocolo
Axial 3D Dual

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial 3D Dual
🔸 Axial T2
🔸 Axial In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial + Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste Sequência volumétrica
🔸 Axial 3D Tardio Bloco abrangendo rim
+ adrenal
Coronal In & Out Phase

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial 3D Dual
🔸 Axial T2
🔸 Coronal In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré + Arterial + Portal
🔸 Coronal 3D Pós Contraste
🔸Axial 3D Tardio
RINS
Indicações

🔸 Cistos ou nódulos sólidos renais


🔸 Qualquer outra suspeita delesão
focal renal
Protocolo
Axial 3D Dual

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial 3D Dual
🔸 Axial T2
🔸 Coronal In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré
🔸 Coronal 3D Pré+ Arterial + Portal
+ Equilibrio Sequência volumétrica
🔸 Axial 3D Pós Contraste
Bloco abrangendo rim + adrenal
🔸 Coronal 3D Tardio
Coronal In & Out Phase

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot)


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial 3D Dual
🔸 Axial T2
🔸 Coronal In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré
🔸 Coronal 3D Pré+ Arterial + Portal
+ Equilibrio
🔸 Axial 3D Pós Contraste
🔸 Coronal 3D Tardio
Coronal 3D Lava

🔸 Coronal T2 SS (Single Shot) Pré contraste – Arterial – Portal – Equilibrio - Tardio


🔸 Axial T2 Fat Trigger
🔸 Axial DWI Trigger
🔸 Axial 3D Dual
🔸 Axial T2
🔸 Coronal In & Out Phase
🔸 Axial 3D Pré
🔸 Coronal 3D Pré+ Arterial +
Portal + Equilibrio
🔸 Axial 3D Pós Contraste Realizadas com programação idêntica
Sempre checar fase pré contraste antes de
🔸 Coronal 3D Tardio injetar
URO RM
Indicações

🔸 Hematúria (Rins e Vias Urinárias)


🔸 Tumor de vias excretorasurinárias ou
tumor de bexiga
🔸 Alterações congênitas dos rins ou vias
urinárias
🔸 Fazer Uro - RM sempre que houver um
pedido de RM de abdome total para
avaliação dos rins, vias urinárias ou
bexiga.
Protocolo
Lasix (Furosemida)

🔸 Diurético de ação rápida, realizado preferencialmente alguns minutos antes do


contraste.
🔸 1 Ampola 2ml – Diluição em 50ml ou 1ooml ou 250ml de SF 10%, dependendo de
como estiver a bexiga.
🔸 Caso a bexiga esteja vazia, iniciar o exame pelas sequencias do abdome superior e
fazer lasix em 250 ml de soro (para correr em 30 minutos) desde o início do exame.
🔸 Contra indicado em casos de obstrução urinária moderada a grave (muita dilatação
pielocalicinal) e insuficiência renal grave (clearance <30).
Orientações ao paciente antes do início do exame:

🔸 Paciente deve ser muito bem orientado


quanto ao enchimento rápido e intenso da
bexiga, de forma que a fase final do exame
(bexiga cheia/excreção) será a mais
importante para o diagnóstico.
🔸 Explique a finalidade da medicação, a
importância da colaboração
🔸 Explique todos os passos do procedimento

Paciente bem orientado = Exame bem feito


Coronal uro 3 angulações

🔸 Número de cortes: 3 cortes com ângulo


de 12º
🔸 Cortes centralizados na porção anterior
do corpo vertebral no nível dos hilos
renais
🔸 Verificar se está pegando tudodos rins
até a bexiga
Sagital Uro

🔸 Número de cortes: 2 cortes (1


em cada rim e ureter)
🔸 Programar na seqüência uro
coronal
🔸 Cortes angulados na direção
dos ureteres
🔸 Incluir rins até bexiga
Coronal 3D Lava

Pré contraste – Arterial – Portal – Equilibrio - Tardio


🔸 Realizadas com
programação idêntica
🔸 Sempre checar fase pré contraste antes de
injetar
Coronal 3D – fase arterial – 15 a 20 s

🔸 Dissecção de aorta
🔸 Hemorragia
🔸 Patologias corticais
Coronal 3D – fase portal – 1 min

🔸 Matástases
🔸 Lesões pouco vascularizadas
🔸 Caracterização de cistos e abcessos
Coronal 3D – fase equilibrio ou nefrografica – 1’ 40.

🔸 Alto sinal em todo parênquima renal


🔸 Carcinoma Renal
Coronal 3D – fase tardia – 5 min

🔸 Lesões Fibrosas
🔸 Células transitórias em
carcinogênese
Coronal 3D Lava Tardio
QUANTIFICAÇÃO
DE FERRO
HEPÁTICO
Indicações

🔸 Hemocromatose Hereditária 🔸 Outras causas raramente observadas:


🔸 Sobrecarga de causa secundária: hemodiálise prolongada
hepatopatia crônica
anemias carregadoras de ferro hepatite C
talassemia maior
anemia sideroblástica hepatopatia alcoólica
anemia hemolítica crônica esteato-hepatite não alcoólica
sobrecarga dietética de ferro
(Africana) porfiria cutânea tarda
sobrecarga parenteral de ferro síndrome da sobrecarga de ferro dismetabólica
(incluindo politransfusão)
pós shunt portocava
sobrecarga de ferro na Africa sub-sahariana
sobrecarga de ferro neonatal
aceruloplasminemia
atransferrinemia congênita
Indicações

🔸 Ferritina Aumentada
🔸 Fadiga/Fraqueza
🔸 Dor Abdominal
🔸 Perda de Peso
🔸 Insuficiencia hepática
🔸 Carcinoma Hepatocelular
🔸 Diabetes
🔸 Insuficiencia e Arritimia Cardíaca
Protocolo
Ferro T2* figado

🔸 2 cortes;
🔸 Plano de corte: Axial;
🔸 Cortes abrangendo porção de maior área (axial)
do fígado;
🔸 Não esqueça de incluir o Baço;
🔸 Sequência utilizada para cálculo da
quantificação de ferro através do ReportCard(pós
processamento).
Ferro T2* pâncreas

🔸 2 cortes
🔸 Plano de corte: Axial
🔸 Cortes abrangendo a maior porção do
Pâncreas.
🔸 Sequência utilizada para cálculo da
quantificação de ferro através do
ReportCard(pós processamento)
Ferro T2* pâncreas
GRE T1/DP/T2

🔸 4 cortes;
🔸 Plano de corte: Axial;
🔸 Cortes abrangendo fígado, pâncreas, baço e
musculatura;
🔸 Sequências utilizadas para quantificação de
ferro através do método de Rennes.
GRE T1 TE4 FLIP 90 GRE DP TE4 FLIP 20 GRE T2 TE9 FLIP 20

GRE T2 TE14 FLIP 20 GRE T2 TE21 FLIP 20 GRE T2 TE23 FLIP 20


🔸 Sequência Gre
🔸 Medição da queda de sinal em diferentes tempo de eco (TE)
e análise matemática deriva o valor de T2*
🔸 Quanto maior o depósito de ferro, mais curto o T2*
🔸 Valores normais: > 13ms
Método de rennes

🔸 Realizadas 5 medidas: 3 no fígado e


2na musculatura (controle)
🔸 As medidas são colocadas em uma
tabela pré determinada disponível
gratuitamente na internet
🔸 O resultado é calculado de forma
automática
ENTERO RM
Indicações

🔸 Doença de Chron
🔸 Tumores do intestino delgado
🔸 Suspeita de estenose intestinal (bridas,
aderências).
Preparo para o exame:

🔸 1 dia antes do exame dieta leve (chá, torradas, gelatinas e


caldo de carne)
🔸 Jejum de 6 horas
🔸 Paciente deve chegar 1:30h antes do início do exame
🔸 Ingestão de Munvilax 45 min antes do exame
Enterorressonância

🔸 Laxante isosmótico
🔸 É um pó branco fino, altamente solúvel
emágua e, devido ao seu alto peso molecular,
praticamente não é absorvido no trato
digestivo, sendo uma dose oral recuperada
quase completamente nas fezes
🔸 Deve ser preparado e administrado pelo
profissional da enfermagem.
Munvilax – administração:

Tomar por VO 1400mL no total (1000mL água + Muvinlax e 400mLágua), será


administrado da seguinte forma:
🔸 tempo zero: paciente ingere 1000mL + 6 pacotes de Muvinlax em 20minutos (1
copo a cada 5 minutos)
🔸 tempo 30 minutos: paciente ingere 400mL de água (2 copos de água - não
precisar ser em sequência, pode dar 10 minutos de intervalo entre eles)
🔸 tempo 45 minutos: paciente deitado na maca de exame
🔸 Sempre anotar no prontuário o quanto foi ingerido de Munvilax e deágua.
Munvilax – restrições:

🔸 Paciente que não aceitar Muvinlax por sabor ou náusea ([Link]. criança) dar água ou
suco (25ml/kg)
🔸 Diarréia intensa = aquosa e/ou >6x/dia (dar 1000mL de água sem Muvinlax)
🔸 Quadro suboclusivo agudo moderado/grave (a hiperdistensão intestinal pode dar
isquemia) = vômitos frequentes + distensão abdominal + parada da eliminação de
fezes
🔸 Se vômitos no dia do exame e/ou obstrução intestinal de alto grau, não dar nada
VO
🔸 Distúrbio hidroeletrolítico moderado/grave – paciente internado, recebendo
reposição de sódio e/ou potássio
REDUZIR A DOSE (volume de contraste e/ou número de sachês) EM PACIENTES COM:
🔸 Quadro suboclusivo agudo leve – cólicas abdominais, vômitos esporadicamente,
pouca distensão abdominal e crianças.
Protocolo
Cine Alças

🔸 Número de cortes: 4 a 6 cortes;


🔸 Realizar antes de administrar Buscopan;
🔸 Verificar no localizador sagital se o Fov está
englobando todo o abdome;
🔸 Pesquisa de lesões conforme a motilidade
intestinal.
Coronal Fiesta / Fiesta FAT

🔸 Número de cortes: 24 a 30 cortes para


sequencias 2D;
🔸 Se necessário pode angular;
🔸 Verificar no localizador sagital se o Fov está
englobando todo o abdome;
🔸 Serve de base para os demais planos.
Axial Fiesta intermediário

🔸 Número de cortes: 24 a 30 cortes;


🔸 Se necessário pode angular;
🔸 Englobar região intermediária do
Abdome.
Obrigada!

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