POR QUE A VACINAÇÃO
É IMPORTANTE?
Antes do surgimento das vacinas, doenças tais
como o sarampo, a febre amarela e a poliomie-
lite matavam muitos brasileiros. É isso mesmo!
Com muita pesquisa e investimento, surgiram
imunizantes para proteger a todos por meio da
vacinação de rotina e das campanhas. E, graças
ao sucesso das campanhas de vacinação, mui-
tos jovens de hoje só ouviram falar de doenças
– como a varíola e a pólio – em livros de história.
O Sistema Único de Saúde (SUS) por meio do
Programa Nacional de Imunizações (PNI) ofere-
ce 19 vacinas para a população de forma gratui-
ta no Calendário Nacional de Vacinação. Todas
passaram por rigorosos processos de avaliação,
controle de qualidade e aprovação para uso na
população.
Para que as doenças imunopreveníveis já eli-
minadas a exemplo da poliomielite e rubéo-
la e erradicadas como a febre amarela urbana
não voltem a comprometer a saúde da popula-
ção brasileira é muito importante manter a situ-
ação vacinal atualizada conforme o calendário
de vacinação recomendado pelo Ministério da
Saúde. Conheça, a seguir, um pouco da história
do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do
SUS e a importância da vacinação para a prote-
ção de todos.
As vacinas estimulam o sistema imunológico a pro-
duzir sua própria defesa.
As vacinas são um dos mais importantes avanços
de saúde pública, tendo possibilitado o controle de
inúmeras doenças infectocontagiosas, evitando
milhares de óbitos anualmente em todo o mundo.
A vacinação nacional conseguiu erradicar a varío-
la, eliminar o tétano neonatal, a rubéola, a síndro-
me da rubéola congênita e a poliomielite, além de
controlar outras doenças imunopreveníveis.
A importância e os benefícios da vacinação su-
peram os riscos atribuídos às vacinas. As vacinas
são seguras e passam por um rigoroso controle de
qualidade antes de serem disponibilizadas para a
população.
As vacinas são ofertadas de forma segura e gra-
tuita nas 38 mil salas de vacinação em todo o ter-
ritório nacional.
MANTENHA SUA VACINAÇÃO EM DIA!
Atenção:
Efeitos adversos tais como febre, vermelhidão e dor
local são normais e podem ocorrer após a adminis-
tração de vacinas e desaparecem entre 48 e 72 horas.
Efeitos adversos temporalmente associados à vacina
são raríssimos, mas quando ocorrem devem ser monito-
rados pelo serviço de saúde.
A HISTÓRIA
DA VACINAÇÃO
NO BRASIL
A história da saúde pública no Brasil tem relação direta com as ações
implementadas para a prevenção e o controle da varíola, doença que
se disseminou com o processo de colonização. A vacina contra varíola,
em meados do século XIX, foi a medida de sucesso utilizada e que
possibilitou a erradicação da doença.
Século 19 No Brasil Império, em 1837, aconteceu a primeira
imunização em massa contra a varíola. Em 1846 foi
criado o Instituto Vacínico do Império e, em 1900,
o Instituto Soroterápico Federal, com o objetivo de
fabricar soros e vacinas.
1900 Em 1903, o diretor-geral de saúde pública do Brasil,
Oswaldo Cruz, estruturou a primeira campanha
contra a febre amarela e, em seguida, contra a peste
bubônica. Em 1904 houve vacinação e revacinação
contra a varíola. Já em 1908, após um novo surto
de varíola e o reconhecimento internacional de
Oswaldo Cruz, a população aderiu em massa à
vacinação, o que ajudou na erradicação da doença
que ocorreria décadas depois.
1960 Oswaldo Cruz e outros sanitaristas, como Car-
los Chagas, fizeram o Brasil avançar signifi-
cativamente no controle das doenças com
as campanhas de vacinações. Em 1960 o país deu
um salto nas mobilizações nacionais.
1961 Em 1961 foi realizada a primeira campanha de vacina
contra a poliomielite. No mesmo ano, o Instituto
Oswaldo Cruz iniciou a técnica de diagnóstico
laboratorial da doença.
1962 No ano seguinte, aconteceu a Campanha Nacional
Contra a Varíola, com vacinação em diversos estados.
Ainda em 1962, foi feito o primeiro ensaio para a
administração da vacina BCG Intradérmica no Brasil.
1966 Em 1966, foi criada a Campanha de Erradicação da
Varíola. Quase 200 anos após a catalogação da
primeira vacina contra a doença.
1970 O Brasil criou, em 1971, o Plano Nacional de Controle da
Poliomielite. Em 1973, o Programa Nacional de Imuni-
zações foi implementado e em 1975 realizou a Campa-
nha Nacional Contra a Meningite Meningocócica. Em
1977, foi criada a caderneta de vacinação, mesmo ano
em que o mundo viu os últimos casos de varíola. Foi
também em 1977 que o Brasil definiu as vacinas obri-
gatórias para menores de 1 ano.
1981 Em 1981, foi lançado o Plano de Ação Contra o Saram-
po. Em 1984, a estratégia de multivacinação aconteceu
pela primeira vez, com a aplicação seletiva das vacinas
DPT e contra o sarampo. O mesmo ocorreu com o Dia
D da vacina contra a poliomielite.
1986 Em 1986,nasceu
Em 1986, nasceuoopersonagem
personagem ZéZé Goti- símbolo da
Gotinha,
nha, símbolo
vacinação da vacinação
infantil infantil
criado para criadoas crianças a
incentivar
para incentivar as crianças
irem acompanhadas a aos
dos pais irempostos
acom-de vacinação.
panhadas dos pais aosfoi
Em 1989 a poliomielite postos de vacina-
eliminada graças à vacinação
ção. Em 1989, a poliomielite foi eliminada
no Brasil.
graças à vacinação no Brasil.
1990 Em 1991, foi lançado o Plano de Eliminação do Tétano
Neonatal e a vacinação de mulheres em idade fértil nos
municípios de risco.
1992 Em 1992, foi colocado em ação o Plano Nacional de
Eliminação do Sarampo, com campanhas nacionais. E
a implantação dos eventos adversos pós-vacinação no
país.
1997 Em 1997 foi implantada a vacina contra a rubéola no
pós-parto. No ano de 1998, a vacina isolada contra o
tétano foi substituída pela vacina dupla bacteriana, tipo
adulto (dT).
1999 Em 1999, o Brasil realizou a Campanha Nacional Contra
a Gripe na população acima de 65 anos e incorporou a
vacina contra a febre amarela no calendário nacional.
Neste mesmo ano, foi implantada a vacina HiB no
calendário nacional de vacinação para menores de um
ano de idade.
2000 A vacina tetravalente foi introduzida no Calendário Na-
cional de Vacinação para combater a difteria, o tétano,
a coqueluche e a HiB, no ano de 2002. Em 2006, foi
introduzida no calendário a vacina contra o rotavírus e
constatada a eliminação do tétano neonatal como pro-
blema de saúde pública no Brasil.
2008 Em 2008, o Brasil realizou a Campanha Nacional de
Vacinação para Eliminação da Rubéola. Três anos depois,
a vacinação contra Influenza passou a ser aplicada
também em indígenas, gestantes, crianças de 6 meses
a 2 anos e trabalhadores da saúde, além dos idosos.
2010 Em 2010 foi implantada a vacina pneumocócica con-
jugada 10-valente e a vacina meningocócica C no ca-
lendário de vacinação.
2012 A partir de 2012, o calendário nacional passou a incluir
a vacina pentavalente (DTP, HiB e hepatite B) e a
VIP (pólio com vírus inativado). Em 2013, a varicela
(catapora) foi incluída na vacina tetraviral (tríplice
viral + varicela).
2014 Em 2014 mais três vacinas foram introduzidas no
calendário: hepatite A para crianças até 15 meses;
Papiloma Vírus Humano (HPV) para meninas de 9 a 13
anos; e dTpa (tétano, difteria e coqueluche acelular).
2015 Em 2015 o Brasil recebeu o certificado de eliminação
da rubéola e da síndrome da rubéola congênita.
2016 Em 2016 a vacina hepatite B teve a sua oferta am-
pliada para toda a população brasileira. Neste ano,
também houve a substituição do esquema sequen-
cial contra a poliomielite VIP/VOP pelo esquema bá-
sico exclusivo com VIP (três doses) mais dois reforços
com VOP. O Brasil recebe o certificado de eliminação
do sarampo.
Em 2017, a vacina HPV foi ampliada para meninos de 11
2017 a 14 anos, meninas de 9 a 14 anos e pacientes oncológi-
cos e transplantados. Neste ano, a vacina meningocó-
cica C conjugada foi ampliada para adolescentes de 11
a 14 anos, a vacina tríplice viral foi ampliada para a po-
pulação de 20 a 29 anos com esquema de duas doses
e recomendação de esquema de dose única para febre
amarela em todo o país.
2018 Em 2018 foi introduzida a segunda dose da vacina varicela
para crianças de 4 a 6 anos de idade.
2019 Em 2019 a vacina pneumocócica 13-valente foi introduzida
no CRIE para grupos especiais.
2020 A vacina da febre amarela foi ampliada no Calendário Na-
cional de Vacinação para todo o território nacional, além
da inclusão da dose de reforço para crianças menores de
cinco anos de idade. A vacina influenza passou a ser indi-
cada para adultos a partir dos 55 anos, e não apenas após
os 60 anos.
Também foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação
a vacina meningocócica ACWY conjugada, como reforço
da meningocócica C para os adolescentes de 11 e 12 anos
de idade.
Ainda, a vacina tríplice viral teve a oferta ampliada para
adultos de 50 a 59 anos.
2021 Em 2021, o grupo etário de 55 a 59 anos deixou de ser
prioritário para vacinação contra a influenza.
Com o surgimento da epidemia de coronavírus, em 2021
o Brasil iniciou a maior de suas campanhas de vacinação
e garantiu, até maio de 2022, a distribuição de quase 500
milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 em todo o
Brasil. Mais de 80% da população já está imunizada com
a dose única ou duas doses contra a doença.
2022 Em 2022, o Ministério da Saúde também tem reforçado
as campanhas de vacinação contra a gripe e o sarampo
para ampliar a proteção da população.
PROGRAMA NACIONAL
DE IMUNIZAÇÕES
O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único
de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratui-
to a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mun-
dial da Saúde (OMS). Ainda assim, muitas pessoas deixam de
comparecer aos postos de saúde para atualizar a caderneta de
vacinação, e de levar os filhos para vacinação conforme o Ca-
lendário Nacional de Vacinação (vacinação em dia).
As doenças imunopreveníveis têm for-
mas de transmissão distintas. Em sua
grande maioria podem ser transmiti-
das pelo contato com objetos conta-
minados ou quando o doente espirra,
tosse ou fala. A vacinação evita que
essas doenças imunopreveníveis se
espalhem. Vacinar contribui para re-
duzir a circulação dessas doenças e é
por isso que quem não se vacina colo-
ca em risco a própria saúde, a de seus
familiares e a das pessoas com quem
têm contato.
Todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imu-
nizações (PNI) são seguras, possuem autorização de uso pela
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após terem
demonstrado eficácia e segurança favoráveis em estudos clí-
nicos de fase 3 amplos, e passam por um rígido processo de
avaliação de qualidade pelo Instituto Nacional de Controle
de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz,
instituição responsável pela análise de qualidade dos imuno-
biológicos adquiridos e distribuídos pelo Sistema Único de Saú-
de (SUS).
Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde
de todo o país 50 imunobiológicos (soros, vacinas e imunoglo-
bulinas), sendo 33 vacinas, das quais 19 compõem o Calendário
Nacional de Vacinação para prevenção de mais de 20 doenças
infectocontagiosas em diversas faixas etárias.
Há, ainda, outras 10 vacinas especiais para grupos em condições
clínicas específicas, como portadores de HIV, disponíveis nos
Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
Desde a implantação do Programa
Nacional de Imunizações (PNI),
em 1973, o Brasil já conseguiu eli-
minar a poliomielite, a rubéola e
a síndrome da rubéola congêni-
ta, desde 2009 não há mais re-
gistros de casos de rubéola e da
síndrome de rubéola congênita.
O MS tem empreendido esforços
para assegurar a disponibilização
de vacinas seguras e eficazes à
população brasileira, e vêm pro-
movendo ações/atividades que
ofereçam esclarecimentos à po-
pulação acerca das vacinas e da
sua importância para o contexto
da saúde pública do país, a fim
de promover a mitigação da he-
sitação vacinal, infodemia e dis-
seminação de fake news acerca
das vacinas.
CALENDÁRIO NACIONAL
DE VACINAÇÃO
A maioria das pessoas acredita que as va-
cinas são somente para crianças. Mas isso
é mito! É importante manter a caderneta
de vacinação em dia em todas as idades
para evitar o retorno de doenças já elimi-
nadas ou controladas.
Os adultos devem ficar atentos à atualização da caderneta de
vacinação em relação às vacinas indicadas para este grupo:
hepatite B, febre amarela, dupla adulto (difteria e tétano) e trí-
plice viral (sarampo, rubéola e caxumba). Vale informar que a
situação vacinal anterior deve ser considerada para adminis-
tração dessas vacinas.
Para as gestantes, existem quatro vacinas disponíveis no Ca-
lendário Nacional de Vacinação: influenza, hepatite B, dupla
adulto e dTpa, que protege, além da hepatite, contra difteria,
tétano e coqueluche.
Atenção:
As gestantes não podem tomar vacinas de vírus e bacté-
rias vivos como: Tríplice Viral – que combate o Sarampo,
a Caxumba e a Rubéola; Varicela (Catapora); Febre Ama-
rela; BCG (contra a Tuberculose) e Dengue.
Dependendo da vacina, o esquema vacinal pode ser composto de
uma, duas ou três doses e ainda há a necessidade de se receber
reforços. Somente quando o esquema estiver completo é que o
indivíduo estará devidamente protegido contra todas as doen-
ças, incluindo as já eliminadas do território nacional que podem
voltar a acontecer se a população descuidar da vacinação.
ADOLESCENTE/
CRIANÇA ADULTO
HPV (papilomavírus)
BCG (formas graves da dTpa (gestantes e
tuberculose) profissionais de saúde)
Hepatite B Dupla adulto - dT (difteria e tétano)
Penta (difteria, tétano, Febre amarela
coqueluche, hepatite B,
Tríplice viral (sarampo,
Haemophilus influenzae b)
caxumba, rubéola,)
Poliomielite inativada
Hepatite B
Poliomielite oral
Rotavírus
Pneumocócica 10 valente
GESTANTE
(pneumonia, otite aguda e Influenza (gripe)
meningites)
Hepatite B
Febre amarela Dupla adulto - dT (difteria e tétano)
Tríplice viral (sarampo, dTpa
caxumba, rubéola)
DTP (difteria, coqueluche e
tétano)
IDOSO
Meningocócica C conjugada
Influenza – Previne formas
(meningite)
graves do vírus da gripe
Influenza (gripe) Pneumocócica 23-
valente (PPV 23)
Tetraviral (sarampo, caxumba,
rubéola e varicela) Hepatite B
Hepatite A Dupla adulto - dT (difteria e tétano)
Varicela Febre amarela (atenuada) –
Protege contra a febre amarela
CAMPANHAS DE
VACINAÇÃO CONTRA
A GRIPE E O SARAMPO
A gripe é uma infecção viral agu-
da que afeta o sistema respirató-
rio. Ela é provocada pelo vírus da
influenza e tem grande potencial
de transmissão. O vírus se pro-
paga facilmente, levando a ca-
sos leves, mas, também, a casos
graves que aumentam as taxas
de hospitalização e provocam a
morte de pessoas mais vulnerá-
veis à doença.
Já o sarampo é uma doença viral
aguda altamente transmissível
que pode apresentar complica-
ções, principalmente em crianças
desnutridas e menores de um
ano de idade.
A vacinação é a forma mais eficaz
de prevenir a gripe e o sarampo
e proteger as pessoas com maior
risco de desenvolver complica-
ções. As vacinas são seguras, evi-
tam casos graves e óbitos.
Quem deve se vacinar contra a gripe
• Idosos com 60 anos ou mais.
• Trabalhadores da saúde.
• Crianças de 6 meses a menores de 5 anos
de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias).
• Gestantes e puérperas.
• Povos indígenas.
• Professores.
• Pessoas com comorbidades.
• Pessoas com deficiência permanente.
• Forças de segurança e salvamento e Forças
Armadas.
• Caminhoneiros e trabalhadores de transporte
coletivo rodoviário de passageiros urbano
e de longo curso.
• Trabalhadores portuários.
• Funcionários do sistema prisional.
• Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de
idade sob medidas socioeducativas.
• População privada de liberdade.
Quem deve se vacinar contra o sarampo
• Trabalhadores da saúde.
• Crianças de 6 meses a menores de 5 anos.
O CERTO
E ERRADO
SOBRE
VACINAS
1 – A VACINA INFLUENZA CAUSA GRIPE.
A vacina da gripe é feita com vírus
mortos, fragmentados e inativa-
dos. Ela é segura e não provoca a
doença nas pessoas vacinadas.
2 – É SEGURO TOMAR VÁRIAS VACINAS DE UMA VEZ.
Receber duas ou mais vacinas no mes-
mo dia não é prejudicial à saúde. A segu-
rança da aplicação simultânea de vacinas
(contra mais de uma doença) é compro-
vada cientificamente e não sobrecarrega
o sistema imunológico.
3 – O CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINA-
ÇÃO NÃO RECOMENDA DOSES DE REFORÇO
PARA A POLIOMIELITE.
O Calendário Nacional de Vacinação recomen-
da a administração de três doses da vacina ina-
tivada poliomielite (VIP) aos dois, quatro e seis
meses de idade no esquema básico e dois re-
forços com a vacina oral poliomielite (VOP), o
primeiro aos 15 meses e o segundo aos quatro
anos de idade.
4 – QUEM TEVE COVID-19 PODE TOMAR A
VACINA DA GRIPE.
A pessoa que teve Covid-19 pode receber a
vacina da gripe, desde que não esteja com
nenhum quadro de doenças agudas febris
moderadas ou graves. Recomenda-se o adia-
mento da vacinação por até 30 dias para ga-
rantir a resolução do quadro com o intuito de
não se atribuir à vacina as manifestações da
doença.
5 – QUEM JÁ TEVE SARAMPO NÃO PODE
TOMAR A VACINA?
Mesmo quem já teve sarampo deve ser va-
cinado, pois a vacina tríplice viral, além de
proteger contra o sarampo também protege
contra a caxumba e a rubéola.
6 – DEIXAR DE VACINAR AS CRIANÇAS FAZ COM
QUE DOENÇAS COMO O SARAMPO E A POLIO-
MIELITE VOLTEM A OCORRER.
A não vacinação pode aumentar o risco da ocor-
rência do sarampo, doença que foi reintroduzi-
da no Brasil em 2018, graças a pessoas não va-
cinadas. Em 1994, junto com os demais países
da Região das Américas, o Brasil recebeu o cer-
tificado de área livre de circulação do poliovírus
selvagem. No entanto, a não vacinação pode
reintroduzir o vírus no Brasil pois ainda existem
dois países endêmicos para a doença. Logo, é
importante que todas as crianças menores de
cinco anos de idade sejam vacinadas.
7 – AS VACINAS DA COVID-19 SÃO SEGURAS.
As vacinas contra a Covid-19 são eficazes, se-
guras e reconhecidas como uma solução em
potencial para o controle da pandemia de co-
ronavírus, aliada à manutenção das medidas
de prevenção já estabelecidas.
8 – QUEM TEVE GRIPE PODE TOMAR A VACINA
COVID-19.
A pessoa que teve GRIPE pode receber a vaci-
na Covid-19 desde que não esteja com nenhum
quadro de doenças agudas febris moderadas
ou graves. Recomenda-se o adiamento da va-
cinação até a resolução do quadro com o intui-
to de não se atribuir à vacina as manifestações
da doença.
9 – TOMAR UMA DOSE DE UMA VA-
CINA QUE PREVÊ MAIS DOSES JÁ
GARANTE PROTEÇÃO?
A vacinação e o número de doses a
serem aplicadas devem seguir as re-
comendações estabelecidas no Ca-
lendário Nacional de Vacinação para
a proteção adequada e completa.
10 – COM A ELEVAÇÃO DA COBER-
TURA VACINAL E A DIMINUIÇÃO
DOS CASOS/ÓBITOS É POSSÍVEL
DESCARTAR AS MEDIDAS DE PRO-
TEÇÃO DA COVID-19.
Mesmo com o aumento na cobertu-
ra vacinal e a diminuição dos casos/
óbitos em todo o país, recomenda-
-se a continuidade das medidas não
farmacológicas como: lavagem das
mãos; uso do álcool gel; prática da
etiqueta respiratória; não comparti-
lhar objetos de uso pessoal; dentre
outras medidas para evitar a prolife-
ração do vírus.
VACINAS SALVAM VIDAS –
UM GUIA DE ATIVIDADES
PARA AS FAMÍLIAS
1 - Você sabia que quando os vírus encontram
uma pessoa não vacinada eles se multiplicam e
passam para a próxima pessoa não vacinada?
Siga o caminho do quadro 1 no quadro 2 para saber qual
a melhor maneira de prevenir doenças e proteger a todos.
Y B X V M
I W A Q T
K Ç C E P
S I G O V
T H N X N
O Y H A U
M J R Ç F
A G R L Ã
M B N S O
Resultado: Vacinação
2 – Encontre no quadro as palavras indicadas
nos desenhos abaixo e entenda a importância
das vacinas para todos:
A V I H W Q S S V
V U N Z S B T H B
J O J Q F E R P G
K L E A O C M Z V
A M Ç I R D F L Í
I X Ã G R A C I R
P R O T E Ç Ã O U
M B P E S S O A S
B A C T É R I A S
P R A E E H J M N
Z É G O T I N H A
Resultado:
A V I H W Q S S V
V U N Z S B T H B
J O J Q F E R P G
K L E A O C M Z V
A M Ç I R D F L Í
I X Ã G R A C I R
P R O T E Ç Ã O U
M B P E S S O A S
B A C T É R I A S
P R A E E H J M N
Z É G O T I N H A
3 – Resolva as palavras cruzadas sobre vacinação:
1 – Doença causada pelo 5 – Meio de proteger a
vírus influenza. todos contra doenças
infecciosas e graves.
2 – Uma das formas
de contaminação mais 6 – Ataca crianças, causa
comuns em tempo frio. manchas vermelhas pelo
corpo e é uma das doenças
3 – Onde conseguir as que pode ser evitada com
vacinas de forma gratuita? a vacina tríplice viral.
4 – Único remédio que
mata bactérias. 5
Respostas: 1 – Gripe; 2 – Tosse; 3 – SUS; 4 – Antibiótico; 5 – Vacinação; 6 –Sarampo