PARTE B: SUMÁRIO
CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA OFICIAL DE MÁQUINAS – APMA
PRIMEIRA FASE: ENSINO A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: ESTABILIDADE
CARGA HORÁRIA TOTAL: 44 DIAS
MODEL COURSE: 7.02
SIGLA: EST-11 JUN/2021
1. PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ao aluno as competências necessárias para a compreensão, elaboração e execução de
tarefas, preparando para tomar as medidas práticas necessárias para cumprir obrigações e assumir total
responsabilidade pela segurança do navio, seus passageiros, tripulação e cargas relacionadas à
estabilidade das embarcações marítimas.
Carga Horária
2. UNIDADES DE ENSINO E CONTEÚDOS E¹ P¹ T¹
1- Conceitos básicos da estabilidade transversal 2 - 2
1.1 - a importância do estudo da estabilidade; e
1.2 - elementos utilizados nos cálculos de estabilidade por meio das
fórmulas e tabela de dados hidrostáticos.
2- Cálculo aproximado de áreas e volumes 2 - 2
2.1 - métodos de integração numérica baseados na Regra dos Trapézios e na
Regra de Simpson em cálculo de áreas e volumes, e respectivos
centroides;
2.2 - regra trapezoidal para cálculo de áreas sob a curva;
2.3 - regras de Simpson para calcular áreas e volumes;
2.4 - momento de inércia transversal (IT) e o momento de inércia
longitudinal (IL) de formas de navio;
2.5 - seção mestra e as linhas d’água de uma embarcação;
2.6 - os coeficientes de forma de uma embarcação; e
2.7 - linhas e planos de referência adotados para a representação da forma.
3- Mudança de posição dos pontos notáveis da estabilidade 4 - 4
transversal
3.1 - KG final do navio após embarque, desembarque e remoção de pesos
durante as operações de carga; e
3.2 - cotas do centro de carena, metacentro e raio metacentro, pelas fórmulas
pertinentes e pela tabela de dados hidrostáticos.
4- Determinação da GM do navio e sua influência nas condições de 2 - 2
equilíbrio do navio
- 1 de 12 -
4.1 - valor da altura metacêntrica inicial do navio, após remoção, embarque
e desembarque de carga e lastro em tanques elevados e de duplo fundo,
de acordo com os critérios da IMO e de padrões internacionais.
5- Estabilidade transversal estática inicial 2 - 2
5.1 - relações entre GZ, GM inicial e o momento de estabilidade do navio.
6- Efeito da superfície livre de líquidos nos tanques 4 - 4
6.1 - efeito da superfície livre nos tanques de carga, óleo e lastro do navio;
6.2 - soluções para evitar e corrigir o efeito da superfície livre nos tanques; e
6.3 - elevação virtual do C.G. pela fórmula e tabelas de redução da GM
inicial do navio devido à superfície livre.
7- Banda permanente de um navio 4 - 4
7.1 - causas que provocam a banda permanente de um navio e as
providências para a sua correção.
8- Prova de inclinação de um navio 2 - 2
8.1 - Prova de inclinação de um navio e suas finalidades; e
8.2 - valores de KG, KM, GM e deslocamento leve por ocasião da prova da
inclinação de um navio.
9- Curva de estabilidade transversal estática 2 - 2
9.1 - curva de estabilidade transversal estática;
9.2 - braços de estabilidade reais utilizando as curvas isóclinas (cruzadas)
para a construção da curva de estabilidade transversal estática,
considerando KG assumido = 0 ou KG assumido diferente de zero;
9.3 - construção da curva de estabilidade transversal estática;
9.4 - elementos contidos na curva de estabilidade transversal estática; e
9.5 - análise da curva de estabilidade transversal estática.
10 - Correções da curva de estabilidade transversal estática 2 - 2
10.1 - correções da Curva de Estabilidade Transversal Estática devido à
transferência e remoção de pesos;
10.2 - aplicação das correções pela senóide e cossenóide corretoras na curva
de estabilidade original; e
10.3 - análise da curva de estabilidade após as correções pela senóide e
cossenóide.
11 - Curva de estabilidade dinâmica 2 - 2
11.1 - definição de estabilidade dinâmica;
11.2 - curva de estabilidade dinâmica;
11.3 - critérios de estabilidade dinâmica, de acordo com a IMO; e
11.4 - elementos componentes dos critérios de estabilidade dinâmica e
requisitos de estabilidade intacta.
12 - Estabilidade longitudinal 6 - 6
12.1 - conceito de estabilidade longitudinal;
- 2 de 12 -
12.2 - a importância do TPC, MCC, centro de flutuação e variação do
trim ou do compasso no estudo da estabilidade longitudinal;
12.3 - variação do compasso, variação a vante e variação a ré do calado;
12.4 - novos calados após remoção, embarque e desembarque de
pequenos pesos a bordo;
12.5 - efeito da imersão paralela no embarque de pequenos pesos;
12.6 - efeitos do embarque de pequenos pesos sobre e fora do centro de
flutuação;
12.7 - valores hidrostáticos obtidos na tabela de dados utilizados nos
cálculos dos calados;
12.8 - pontos de indiferença a vante, a ré e suas influências na variação de
calado;
12.9 - calados após o embarque e desembarque de grandes pesos;
12.10 - plano de compasso;
12.11 - plano de compasso no cálculo dos calados após remoção, embarque
e desembarque de pequenos pesos;
12.12 - flexão do casco após embarque e desembarque de pesos; e
12.13 - importância do “draft survey” na determinação da constante do
navio, carga a embarcar e desembarcar.
13 - Estabilidade no encalhe, docagem e avaria 2 - 2
13.1 - efeitos causados à estabilidade do navio por ocasião do encalhe e da
docagem;
13.2 - GM após encalhe no dique e no mar;
13.3 - trim para entrada no dique;
13.4 - efeitos do alagamento num compartimento quando houver ou não
livre comunicação com o mar;
13.5 - permeabilidade dos compartimentos e sua influência na
estabilidade; e
13.6 - estabilidade do navio em avaria.
14 - Linhas de carga 2 - 2
14.1 - principais artigos da Convenção Internacional de Borda Livre de
1966 e os respectivos anexos;
14.2 - calados, deslocamentos e portes nas diversas linhas de carga e o
porte líquido em função do calado médio de saída, considerando o
porto de carregamento, as zonas permanentes ou periódicas a
cruzar e o porto de destino; e
14.3 - fórmulas da permissividade da água salobra e de água salgada para
água doce.
15 - Esforços estruturais longitudinais
15.1 - momento fletor, força cortante e as fórmulas utilizadas em seus
4 - 4
cálculos;
- 3 de 12 -
15.2 - cálculo analítico do momento fletor e da força cortante; e
15.3 - preenchimento do formulário com o tipo de cálculo para
determinação do momento fletor e força cortante.
AVALIAÇÃO 2 - 2
CARGA HORÁRIA TOTAL EM DIAS 44 44
- 4 de 12 -
PARTE C: PROGRAMA DETALHADO DA DISCIPLINA
1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 2 2 2
RE RB RI
1- Conceitos básicos da estabilidade transversal RE1 RB1 LT1
1.1- identificar a importância do estudo da estabilidade; e RE2 RB2 RI1
RE3 RB3 RI2
1.2- citar os elementos utilizados nos cálculos de estabilidade transversal RE4 RB4 RI3
apor meio das fórmulas e tabela de dados hidrostáticos. RE5
RE6
RE7
RE8
2- Cálculo aproximado de áreas e volumes RE1 RE1 LT1
2.1- calcular áreas e volumes, e respectivos centroides por Métodos de RE2 RE2 RE1
integração numérica baseados na Regra dos Trapézios e na Regra de RE3 RE3 RE2
Simpson; RE4 RE4 RE3
RE5
2.2- calcular áreas sob a curva pela Regra trapezoidal;
RE6
2.3- conceituar Momento de inércia transversal (IT) e o Momento de inércia RE7
longitudinal (IL) de formas de navio; RE8
2.4- identificar a seção mestra e as linhas d’água de uma embarcação;
2.5- definir os coeficientes de forma de uma embarcação; e
2.6- identificar as linhas e os planos de referência adotados para a
representação da forma.
3- Mudança de posição dos pontos notáveis da estabilidade RE1 RB1 RI1
transversal RE2 RB2 RI2
3.1- calcular o KG final do navio após embarque, desembarque e remoção RE3 RB3 RI3
de pesos durante as operações de carga; e RE4 RB4
RE5 RB5
3.2- registrar as cotas do centro de carena, metacentro e raio metacentro, RE6 RB6
pelas fórmulas pertinentes e pela tabela de dados hidrostáticos. RE7
RE8
4- Determinação da GM do navio e sua influência nas condições de RE1 RB1 LT1
equilíbrio do navio RE2 RB2 RI1
4.1- calcular o valor da altura metacêntrica inicial do navio, após remoção, RE3 RB3 RI2
embarque e desembarque de carga e lastro em tanques elevados e de RE4 RB4 RI3
duplo fundo, de acordo com os critérios da IMO e de padrões RE5 RB6
internacionais. RE6
RE7
RE8
5- Estabilidade transversal estática inicial
- 5 de 12 -
5.1- estabelecer as relações entre GZ, GM inicial e o momento de RE1 RB1 LT1
estabilidade do navio; e RE2 RB2 RI1
5.2- identificar a estabilidade de pesos e de formas de um navio. RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
RE5 RB5
RE6 RB6
RE7
RE8
6- Efeito da superfície livre de líquidos nos tanques RE1 RB1 LT1
6.1- conceituar o efeito da superfície livre nos tanques de carga e tanques de RE2 RB2 RI1
lastro do navio enumerando as causas; RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
6.2- enumerar as soluções para evitar e corrigir o efeito da superfície livre RE5
nos tanques; e RE6
6.3- calcular a elevação virtual do C.G. pela fórmula ou tabela de redução RE7
da GM inicial do navio. RE8
7- Banda permanente de um navio RE1 RB1 LT1
7.1- enumerar as causas que provocam a banda permanente de um navio e RE2 RB2 RI1
as providências para a sua correção. RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
RE5
RE6
RE7
RE8
8- Prova de inclinação de um navio RE1 RB1 LT1
8.1- descrever uma prova de inclinação de um navio citando sua finalidade; RE2 RB2 RI1
e RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
8.2- calcular os valores de KG, KM, GM e do deslocamento leve por ocasião
da prova da inclinação de um navio. RE5
RE6
RE7
RE8
9- Curva de estabilidade transversal estática RE1 RB1 LT1
9.1- definir curva de estabilidade transversal estática; RE2 RB2 RI1
RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
9.2- calcular os braços de estabilidade reais utilizando-se as curvas isóclinas RE5
(cruzadas) para a construção da curva de estabilidade transversal RE6
estática, considerando KG assumido = 0 ou KG assumido diferente de RE7
zero; RE8
9.3- construir uma curva de estabilidade transversal estática;
9.4- identificar os elementos da curva de estabilidade transversal estática; e
9.5- analisar a curva de estabilidade transversal estática construída.
- 6 de 12 -
10- Correções da curva de estabilidade transversal estática RE1 RB1 LT1
10.1- identificar as correções da curva de estabilidade transversal devido à RE2 RB2 RI1
transferência e remoção de pesos; RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
10.2- aplicar as correções pela senóide e cossenóide corretoras na curva de
RE5
estabilidade original; e
RE6
10.3- analisar a curva de estabilidade após as correções pela senóide e RE7
cossenóide. RE8
11- Curva de estabilidade dinâmica RE1 RB1 LT1
11.1- definir estabilidade dinâmica; RE2 RB2 RI1
RE3 RB3 RI2
11.2- traçar a curva de estabilidade dinâmica; RB4
RE4 RI3
11.3- enumerar os critérios de estabilidade dinâmica, de acordo com a
Resolução A-167 e A-749 da IMO; e
11.4- calcular os elementos componentes dos critérios de estabilidade
dinâmica e requisitos de estabilidade intacta.
12- Estabilidade longitudinal RE1 RB1 LT1
12.1- conceituar estabilidade longitudinal; RE2 RB2 RI1
RE3 RB3 RI2
12.2- determinar a importância do TPC, MCC, centro de flutuação e variação RE4 RB4 RI3
do trim ou do compasso no estudo da estabilidade longitudinal; RE5
12.3- determinar a variação de compasso, variação a vante e variação à ré do RE6
calado; RE7
12.4- determinar os novos calados após remoção, embarque e desembarque RE8
de pequenos pesos abordo;
12.5- verificar o efeito da imersão paralela no embarque de pequenos pesos;
12.6- comparar os efeitos do embarque de pequenos pesos sobre e fora do
centro de flutuação;
12.7- identificar os valores hidrostáticos obtidos na tabela de dados utilizados
nos cálculos dos calados;
12.8- determinar os pontos de indiferença a vante, a ré e suas influências na
variação de calado;
12.9- determinar os calados após o embarque de grandes pesos;
12.10- identificar o plano de compasso;
12.11- utilizar o plano de compasso no cálculo dos calados após remoção,
embarque e desembarque de pequenos pesos;
12.12- identificar a flexão do casco após embarque e desembarque de pesos; e
12.13- identificar a importância do draft survey na determinação da constante
do navio, carga a embarcar e desembarcar, e quantidade de carga
embarcada e desembarcada.
13- Estabilidade no encalhe, docagem e avaria RE1 RB1 LT1
13.1- enumerar os efeitos causados à estabilidade do navio por ocasião do RE2 RB2 RI1
encalhe e da docagem; RE3 RI2
- 7 de 12 -
13.2- calcular a GM após encalhe no dique e no mar; RE4 RB3 RI3
13.3- calcular o trim para entrada no dique; RE5 RB4
RE6
13.4- interpretar os efeitos do alagamento num compartimento quando
RE7
houver ou não livre comunicação com o mar;
RE8
13.5- calcular a permeabilidade dos compartimentos e sua influência na
estabilidade; e
13.6- calcular a estabilidade do navio em avaria.
14- Linhas de carga RE1 RB1 LT1
14.1- citar os principais artigos da Convenção Internacional de Borda Livre RE2 RB2 RI1
de 1966 e os respectivos anexos; RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
14.2- calcular os calados, deslocamentos e portes as diversas linhas de carga
e o porte líquido em função do calado médio de saída, considerando o RE5
porto de carregamento, as zonas permanentes ou periódicas a cruzar e RE6
o porto de destino; e RE7
RE8
14.3- identificar as fórmulas da permissividade da água salobra e de água
salgada para água doce.
15- Esforços estruturais longitudinais RE1 RB1 LT1
15.1- identificar momento fletor e força cortante e as fórmulas utilizadas em RE2 RB2 RI1
seus cálculos; RE3 RB3 RI2
RE4 RB4 RI3
15.2- efetuar o cálculo analítico do momento fletor e da força cortante; e RE5
RE6
15.3- preencher corretamente o formulário com o tipo de cálculo para
RE7
determinação do momento fletor e força cortante.
RE8
2
RE (Referência Especiais); RB (Referências bibliográficas); RI (Recursos instrucionais)
2. DIRETRIZES ESPECÍFICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
a) Critérios para a aplicação da disciplina:
I) as competências e habilidades propostas a serem alcançadas, assim como as avaliações, foram
definidas de forma a atender ao que está estabelecido no objetivo do curso e propósito da
disciplina;
II) as orientações do tutor nas ferramentas do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), sempre
que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os conteúdos abordados;
III) o tutor deverá elaborar o planejamento, atividades/tarefas e a avaliação de aprendizagem
correspondentes às Unidades de Ensino, objetivando a contextualização do conteúdo e apresentá-
las à Coordenação Pedagógica antes do início do curso para avaliação e os ajustes, se necessários;
e
IV) recomenda-se que os assuntos abordados sejam relacionados, no que couber, às diretrizes
estabelecidas na IMO Model Course 7.02.
b) Limite de alunos por turma: será definido sempre no PREPOM-Aquaviários.
c) Pessoal necessário: um professor-tutor, além da equipe multidisciplinar que compõe o CEAD.
d) Perfil do docente: ser Oficial de náutica ou Engenheiro Naval; mediar o processo de ensino-
aprendizagem; ter domínio do conteúdo, competência técnico-pedagógica na modalidade a
distância, domínio no uso dos recursos da tecnologia da informação e comunicação; e participar
- 8 de 12 -
das reuniões de planejamento e avaliação, encontros técnicos para tutores oferecidos pelo
CEAD/CIAGA e da Capacitação de Autores e Tutores de EAD (C-EXP-CATEAD) da Diretoria
de Ensino da Marinha (DEnsM) ou do Curso Expedito de Tutores em Educação a Distância (C-
EXP-ETED) do EPM.
e) Locais das aulas: AVA – Moodle.
3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Será realizada por meio de prova on-line, no AVA, conforme especificado neste currículo.
4. RECURSOS INSTRUCIONAIS (RI)
RI1- Ambiente Virtual de Aprendizagem;
RI2- Material de apoio disponibilizado no AVA; e
RI3- Conjunto multimídia.
5. REFERÊNCIAS ESPECIAIS (RE)
RE1- LEI nº 7.573, de 23 de dezembro de 1986. Lei do Ensino Profissional Marítimo. Diário
Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 30/12/1986, Pag.
019930 COL 2.
RE2- DECRETO nº 6.846, de 11 de maio de 2009, promulga as Emendas à Convenção Inter-
nacional de Treinamento de Marítimos, Emissão de Certificados e Serviço de Quarto.
Poder Executivo, Brasília, DF, 12 mai 2009.
RE3- ORGANIZACION MARITIMA INTERNACIONAL (IMO) - Convenção Internacional
sobre Padrões de Instrução, Certificação e Serviço de Quarto para Marítimos, 1978,
(STCW/78, como emendada). Edição em português: Brasil, Rio de Janeiro: Marinha do
Brasil - DPC, 2010.
RE4- Articles, protocol, annexes unified interpretations of International Convention for
Prevention of Pollution from Ships, 1973, as modifies by protocol of 1978. Consolidated
Edition 2011, (MARPOL – 73/78), London: IMO, 2011.
RE5- International Convention for the Safety of Life at Sea, 1974, (SOLAS 1974). Consolidated
Edition 2009, London: IMO, 2009.
RE6- IMO – Load – Lines Convention/1966.
RE7- IMO – Resolutions A-167 and A-749.
RE8- ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL. Officer in Charge of an
Engineering Watch (Model Course 7.02) London: IMO, 2014.
6. LIVRO TEXTO (LT)
LT1- Livro texto: Módulo V – Estabilidade.
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7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA (RB)
RB1- Derret, D.R – Ship Stability for Masters and Mates. London. Elsevier Ltd. 530 p. il. 2006.
RB2- Pursey, H.J. – Merchant Ship Stability. Glasgow. Brown, Son and Ferguson Ltd. 173
[Link].1971.
RB3- Pereira, Sidnei Esteves – Estabilidade para Embarcações Mercantes – 271 p. il. 2011.
RB4- Gomes, Carlos Rubens Caminha – Arquitetura Naval para Oficiais de Náutica – Rio de
Janeiro. Ciaga. [Link]. 1983.
RB5- Mandelli, Antonio – Elementos de Architetura Naval. Buenos Aires. Editorial Alsina, 206
p. il. 1975.
RB6- Fonseca, Maurílio M. – Arte Naval – Rio de Janeiro. Serviço de Documentação Geral da
Marinha. 2 vol. il. 2002.
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PARTE D: MANUAL DO DOCENTE
1- INTRODUÇÃO
O presente manual tem como objetivo propiciar orientações sobre o material que será apresentado
durante o curso. O docente deverá destacar os assuntos de maior importância contidos nos Livros
Textos e relacioná-los com as Referências Bibliográficas, inclusive anotando as páginas onde podem
ser encontrados.
2- ANOTAÇÕES IMPORTANTES
Deverão ser aplicados os métodos de ensino por competência, ou seja, ensinar fazer fazendo e
discutir estudos de casos, enfatizando os assuntos listados a seguir:
- Conceitos básicos da estabilidade transversal;
- Cálculo aproximado de áreas e volumes;
- Mudança de posição dos pontos notáveis da estabilidade transversal;
- Determinação da GM do navio e sua influência nas condições de equilíbrio do navio;
- Estabilidade transversal estática inicial;
- Efeito da superfície livre de líquidos nos tanques;
- Banda permanente de um navio;
- Prova de inclinação de um navio;
- Curva de estabilidade transversal estática;
- Correções da curva de estabilidade transversal estática;
- Curva de estabilidade dinâmica;
- Estabilidade longitudinal;
- Estabilidade no encalhe, docagem e avaria;
- Linhas de carga; e
- Esforços estruturais longitudinais.
As Unidades de Ensino: definidas de forma a atender ao que é estabelecido no Capítulo III, Seção
A-III/2, Tabela A-III/2 e Seção A-III/3 do STCW-78/95.
Aulas expositivas: sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os conteúdos
abordados.
Recomendação: que os assuntos ministrados sejam relacionados, no que couber, às diretrizes
estabelecidas na STCW-78/95.
Trabalho de pesquisa: deverá ser estimulado por parte dos alunos, de forma que haja
aprofundamento dos conteúdos propostos para estudo.
Aplicação da língua inglesa na leitura: deverá ser estimulada interpretação e tradução de texto
sobre máquinas e equipamentos marítimos.
Folhas de tarefas: deverão ser elaboradas pelo professor, correspondentes às aulas práticas.
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PARTE E: FOLHA REGISTRO DE ALTERAÇÕES
EXPEDIENTE QUE
PÁGINAS ALTERADAS
NÚMERO DATA DETERMINOU A RUBRICA
OU SUBSTITUÍDAS
ALTERAÇÃO
Em de junho de 2021.
CRISLANE DOS SANTOS LIMA
Capitão-Tenente (T)
Ajudante da Divisão de Desenvolvimento do EPM
ASSINADO DIGITALMENTE
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