2ª aula PPF da AP2 1
Núcleo Metálico Fundido
Hoje nós vamos falar somente dos retentores núcleo metálico fundido. Algumas pessoas dizem que não
usam mais o núcleo metálico fundido, no entanto, usamos sim.
O núcleo metálico fundido é uma estrutura metálica intra radicular utilizada para dar estabilidade e
retenção a coroa unitária. Então, nós não podemos dizer que pino é feito para reforçar a estrutura do dente e raiz
do dente, muito pelo contrário, o núcleo metálico fundido vai piorar a situação da nossa raiz. Pelo fato de o núcleo
ser metal e a raiz dentina, o modo de elasticidade entre os dois é diferente, onde o metal é mais duro, então
sempre em uma briga o dente perde. Então, o índice de fratura com núcleo metálico fundido é muito grande, por
isso a Odontologia vem inovando em materiais mais flexíveis para ir dentro do conduto. Porém, o metal aguenta
uma força mastigatória grande, como ser pilar de uma PPR ou Fixa, por exemplo. Já os pinos pré-fabricados de
fibra de vidro não aguentam, eles quebram. Por isso, ainda há indicação
Indicações:
• Quero frisar aqui que o único objetivo de colocarmos o pino no dente é que quando não tenho mais
remanescente coronário para fazer o preparo. Nós precisamos ter uma estrutura para reter e encaixar a
coroa. Vamos entrar em consenso que o pino não vai reforçar a estrutura do dente remanescente, parte
do princípio que eu vou ter que desgastar mais estrutura de dente ainda para colocar o metálico. O desgaste
do pino metálico alarga o dente além da luz do conduto e isso deixa as paredes finas.
• Os núcleos intra radiculares estão indicados em dentes que apresentam coroa clínica com destruição e
quando o dente for retentor de prótese fixa ou removível. Então quando vocês estiverem na clínica e o
dente que tem pouca raiz e destruição e vai usar uma prótese removível ou fixa que vai encaixar nesse
dente, usamos o núcleo metálico fundido.
• O que nos norteia em quase 100% das vezes é a indicação de que eu tenho menos de 2 mm de
remanescente dentário. Por exemplo, em um dente removendo muita cárie, vai sobrar pouca estrutura
dentária, menos de 2 mm, usa-se o núcleo metálico fundido.
• Outra indicação clara é o realinhamento dos dentes. Não estou falando de ortodontia, há certas limitações
e casos extremos, porém como é um núcleo que eu vou moldar na boca, eu posso sim tentar trazer os
dentes que estão vestiblularizados e linguarizados ou um dente mal posicionado, um dente girovertido,
fazendo uma anatomia em que o insira dentro do arco.
• Canais radiculares cônicos ou elípticos que normalmente são os pré-molares, onde para o pino de fibra de
vidro entrar é complicado. Então colocamos um ou abre mais o conduto e coloca dois pinos de fibra de
vidro ou modela e faz o núcleo metálico fundido. Pois os pinos de fibra de vidro já são pré-fabricados.
Recapitulando: 2
✓ Não tenho mais remanescente coronário para fazer o
preparo
✓ Indicados em dentes que apresentam coroa clínica com
destruição e quando o dente for retentor de prótese fixa ou
removível
✓ Indicação de que eu tenho menos de 2 mm de
remanescente dentário
✓ Realinhamento dos dentes
✓ Canais radiculares cônicos ou elípticos
Então, temos duas maneiras de modelar o núcleo metálico fundido:
Forma Direta: ou seja, diretamente na boca eu vou modelando o núcleo.
Vantagens:
1. Melhor modelagem do canal radicular; Melhor adaptação e Melhor destreza.
Como eu vou modelar o meu canal, não há dúvidas de que esse pino metálico fundido em termos de adaptação é
mail vezes melhor em relação ao pino de fibra de vidro. Na clínica vocês vão perceber que o pino de fibra de vidro
fica frouxo, o que segura ele é o cimento, as vezes tem uma ancoragem apical, mas é bem pouca. Já o pino metálico
fundido entra justo por ser modelado para aquele conduto.
2. Adaptação e ajuste da prótese independe do núcleo:
o núcleo vai ficar para dentro e o término vai ficar todo em dente e a prótese vai encaixar no dente.
3. Substituição somente da prótese:
Antigamente era feito algo chamado de pivô, ou seja, o pino com a coroa tudo jeito, um monobloco. Mas se desse
uma infiltração na coroa, perdia praticamente o dente, pois para retirar era difícil e as chances de fraturar eram
grandes e é claro que ia ter uma infiltração, principalmente porque antigamente era metalomecânica. Com o
tempo foi feito um núcleo separado da coroa, então quando há infiltração, troca só a coroa, mas o pino continua
lá. É necessário ter rigor na hora de fazer, modelar e cimentar o pino, pois a nossa intenção é que ele não saia
mais, porque para remover um pino precisa de ultrassom, saca pino, as vezes até mais de uma seção, então
precisamos ser muito criteriosos, radiografar, ver como está o canal para não ter o dissabor de ter que remover o
pino depois.
4. Não necessita do paralelismo no canal:
COMPONENTES DO NÚCLEO 3
1. Porção intra canal ou pino
2. Porção supra gengival ou coronária
3. Cinta metálica que abraça a estrutura do dente evitando a fratura da raiz pelo pino
O Pino é somente a porção que vai dentro do conduto (intracal);
O Núcleo é a parte coronária (porção supragengival);
E a Flange que é uma “saia” que fica ao redor do preparo (cinta que abraça a estrutura da raiz e do pino);
Então o retentor intracanal é constituído por essas três partes.
Eu preciso de três princípios para o preparo e o pino: comprimento, diâmetro e conicidade.
☺ Fatores que podem afetar a retenção do NMF
1. Comprimento
2. Diâmetro
3. Conicidade
COMPRIMETO
O comprimento ideal do pino é dois terços (2/3) do
comprimento da raiz, porém, mais importante que o
comprimento do pino é o vedamento do conduto, pois
não adianta colocar um pino corretamente se o canal
não está devidamente obturado, em pouco tempo o
paciente pode retornar com um abcesso e será
necessário retirar a coroa e o pino para retratar o canal.
Então a nossa preocupação tem que ser com o
vedamento apical, para garantir a longevidade do
nosso trabalho.
Quanto deve-se deixar de remanescente apical há
variação na literatura de 3 a 5 milímetros, porém na clínica é adotado 4 milímetros.
Para saber o tamanho do pino, se tira uma radiografia, de preferência na técnica do paralelismo, pois ela precisa
ser muito bem tirada, porque é através dela que será possível medir o comprimento da raiz. Se você tem uma
raiz com 15 milímetros, preciso desobturar 2 terços, isso quer dizer que vamos dividir a raiz em 3 terços.
15÷3=5 / 5 + 5 = 10 / logo se desobtura 10 milimetros e 5 milimetros fica como vedamento apical.
Porém, na prática, nem sempre vamos encontrar uma raiz de 15 milímetros, que seja múltiplo de 3, podemos
encontrar uma raiz de 11 milímetros, é aceitável desobturar 7,2 milímetros e ficar 3, 6 de vedamento apical,
variando entre 3 e 4 não tem problema, porém o ideal é que deixasse 4 milímetros.
Agora suponhamos que a raiz tenha 9 milímetros, e eu preciso desobturar 6 milímetros, e vão ficar 3 milímetros
de vedamento apical, 3 é o nosso limite. Mas suponhamos que eu pegue uma raiz com 6 milímetros, onde só ficará
2 milímetros de vedamento apical, nesses casos será necessário extrair o dente. Porque não é aconselhado deixar
na boca uma coisa que você sabe que não vai durar, se for durar 5, 10 anos a gente deixa, porque é bastante
tempo. O que vai acontecer nesses casos é um vedamento apical muito curto, ou um pino muito curto, que pode
fraturar o dente ou ficar caindo.
Há certos limites/critérios com relação ao comprimento de núcleo: 4
1. Limite de tratamento apical 3 mm na literatura, aqui se convencionou no mínimo 4 a 5 mm;
2. O tamanho da coroa vai mandar no tamanho do pino. Por exemplo, antigamente na engenharia ao
construir uma casa de 2 andares com 10M de altura, teria que ter 10m de fundição, no entanto, na
Odontologia ainda usamos isso, portanto, o mínimo que eu vou deixar é 1:1. Isso é uma outra forma de
preservarmos o dente e fazer a coroa.
Ex.: Minha coroa tem 6mm, tem que ter pelo menos 6mm de pino dentro do canal.
Ex.: Meus dois terços deram 4mm, muito pouco, mas a coroa tem 4mm, então faça, mesmo ficando curtinho. Mas
se for do mesmo tamanho da coroa, pela física, nós conseguimos uma boa retenção.
Então, um pino reduzido com tamanho curtinho, com
canal não tratado predispõe a fratura. O ponto de fulcro no
pino é o seu ápice, no metálico fundido. Então quando há uma
fratura de dente, há uma fratura no ápice do pino, por ser ponto
de fulcro. Toda força inserida no meu pino em várias direções,
vai ser dissipada pelo ponto e vai quebrar o lado mais fraco,
normalmente a vestibular.
Clinicamente: paciente com pino na mão, analisando
intra oral você vê uma fístula. O paciente relata uma bolinha. Essa bolinha pode estar no ápice, no fundo de sulco
(problema endodôntico), ou na cervical (problema periodontal). Nesse exemplo, a bolinha está no meio da raiz,
ou seja, se você radiografar e colocar um cone na fístula, ela vai direto no ápice do meu pino, em 99% dos casos é
fratura. Nesse caso, vocês têm que tirar o pino.
Quando vocês têm um núcleo metálico fundido, o núcleo é de metal sendo radiopaco, se uma fratura
estiver depois dele, não vai aparecer a fratura na radiografia. A fratura normalmente é radiolúcida, então, as vezes
o pino está no dente e você radiografa, você não vai ver nada, por isso o cone de guta para ver a trajetória.
Resumindo: se tiver um pino curto, pode ocasionar fratura de dente, diminuindo a retenção fazendo com
que o dente caía. Então, muitas vezes quando cai, normalmente é porque o pino está curto.
Temos que ver a inserção óssea, o comprimento do pino para a crista alveolar que tem que ter pelo menos
a metade do comprimento da raiz. Se na radiografia vocês
visualizam que o osso está reabsorvido na metade do dente,
vocês vão colocar o pino? Sim. Se está a metade da raiz inserida
em osso, podemos sim colocar o pino metálico fundido.
Passando disso, estando só no terço apical, não está mantido
nem o dente, muito menos o pino - normalmente indicação de
exodontia. Lembrando que não tem a mesma resistência de um
dente inserido completamente no alvéolo, mas se que um
dente está inserido com sua raiz na metade do alvéolo, admite-
se sim que ele consiga permanecer na boca durante um bom tempo.
5
DIÂMETRO
É o mesmo princípio, vou pegar meu dente como se
estivesse fazendo um corte sagital nele, temos que buscar
esses terços iguais
Largura = ⅓ da raiz
No mínimo 1mm de raiz
Vocês percebem na foto que o pino está mais largo que luz
do conduto? Então, sempre que estiver modelando nós
vamos desobturar (tirar a guta percha), alargar o conduto,
modelar, isso significa que vamos deixar levemente expulsivo, o próximo passo é conicidade que eu falo mais
adiante. Vocês perceberam que está um pouco mais largo, né? Tenho que alargar? Tenho, mais tem um LIMITE
para esse alargamento, esse limite é o TERÇO CENTRAL. Divide-se em 3 terços e tenta deixar da mesma
espessura.
Na vista coronal vejo os terços A, B e C proporcionalmente. Sempre é possível deixar assim? Não, se tiver uma
carie que invadiu o terço A faz até o limite, o limite da espessura segundo a literatura é 1 mm, ou seja, não posso
deixar as paredes menores que 1 mm de espessura.
-O diâmetro do pino não deve exceder um terço do diâmetro
total da raiz em todo seu comprimento;
-Pinos com pequeno diâmetro são menos retentivos e mais
sujeitos a distorção por forças oclusais;
-Pinos com diâmetro excessivo, são muito fortes pelo volume de
metal, e podem comprometer a integridade da raiz;
Eu acho 1mm muito pouco, se tiver 1mm eu já condeno porque o
núcleo metálico fundido ali vai fraturar, eu deixaria ali 1,5mm, uma
espessura que dê para suportar uma força mastigatória. Mas a
literatura diz no mínimo 1mm de remanescente dentário, na prova
vai ser cobrado 1mm porque é o que diz a literatura, mas na clínica
ela disse que se ele tiver 1mm ela vai mandar extrair.
Eu também não posso me limitar somente ao uso do meu canal,
isso é um erro muito comum que nós fazemos de início, que o
canal veio obturado eu vou desobturar a guta percha e começo a
modelar, o metal que a gente usa é o níquel cromo ou níquel de
prata. Se vocês deixarem o pino somente na luz do canal,
principalmente se for um dente de disfunção oclusal vai entortar
por isso tem que colocar ele na espessura correta, então a
espessura correta não é a luz do conduto é um pouquinho mais largo para gente ter um pouco mais de retenção
e resistência do meu pino. Não pode ser fino, mas também não pode ser muito grosso.
CONICIDADE 6
-Pinos com paredes paralelas são mais retentivos do que pinos
cônicos;
Desde a parte da coroa vocês já sabem que se for muito cônico perde
a retenção, aqui é do mesmo jeito, mostra uma imagem e diz que a
proporção apical-cervical está muito cônica, não pode ser paralela
pois nem entra ou nem sai, se for muito cônico ele vai soltar. Precisa
ter um grau de conicidade sim, porém proporcional a entrada e saída
do conduto.
Preparo ideal: 4mm apical, com limas largo, cônico, expulsivo para
cervical, sem luz no conduto e preenchido bem certinho.
Em relação a cimentação o metal por ser cimentado tanto com cimento de fosfato de zinco quanto cimento
resinoso, a cimentação adesiva ajuda bastante porém o metal ela não segura bem com cimento de fosfato de
zinco e nem com cimento resinoso, a adesão no metal é feita por via mecânica, jateamento ou buracos que você
faz, então nenhuma dessas cimentações são muito eficientes.
Preparo do Canal Radicular e Confecção do Núcleo Metálico Fundido
☺ Avaliação inicial: então chegou esse dente, eu vou
avaliar primeiro:
1. Posição do dente no arco: para ver se está giro vertido,
vestibularizado;
2. Oclusão: identificar se é um canino, incisivo ou pré-molar, se
é guia de desoclusão; se faz mastigação, se a mastigação é
Centrica com os posteriores ou é dinâmica ou diagonal
3. Função: se sua função é mastigação ou aprisionamento;
4. Estrutura remanescente: estrutura que ficou dele se tem
mais ou menos de 2 mm, se vai precisar fazer aumento de coroa
ou não;
5. Configuração anatômica
☺ Radiografia Inicial
1. Avaliação do tratamento endodôntico;
2. Lesões periapicais;
3. Selecionar instrumentos rotatórios.
Tudo começa com uma radiografia, antes de mexer no canal tem que fazer exame
radiográfico. Mostra uma radiografia e pergunta o que é essa bolinha aqui? Eu mando
retratar esse canal?
Extravasamento de material, organismo vai absorver e não vou mandar retratar por
causa disso.
O que eu tenho que observar aqui?
Se minha obturação vedou realmente esse conduto, se tem luz, se chegou no ápice, se o canal está totalmente
vedado ou se tem algumas falhas, analisar se tem lesão endodôntica e periapical ou não, e selecionar
instrumentos endodônticos rotatórios para poder desobturar esse conduto.
Quando você fala para o paciente “Vai retratar esse canal”, o paciente pensa que o tratamento de canal deu 7
errado. Então, é preciso ter muito cuidado na hora de falar que o paciente precisa retratar o canal.
Se o paciente chega com uma lesão no ápice do dente você vai de cara mandar retratar? Não, você precisa saber
primeiro a quanto tempo que foi feita a endo, se o paciente falar que foi semana passada quer dizer que aquela
lesão/osso ainda está em processo de regeneração, se ele fala que faz uns 10 anos que tratou, aí sim você pede
para retratar.
➢ PREPARO DO REMANESCENTE DENTÁRIO E CONDUTO
As brocas de Largo e Gates-Glidden
1) Isolamento absoluto apresentam menor alteração de
2) Remoção de restaurações antigas, cimento e cárie temperatura na superfície radicular
3) Preparo do remanescente externa, inclusive em relação as de
Peeso.
4) Preparo intrarradicular: desobstrução e alargamento
sequência: Gates, Largo. Antigamente nós aquecíamos o instrumental e removia a guta percha, porém,
sabe-se que aquele aquecimento no dente vai para o periodonto e pode chegar a 60° e pode causar até
necrose. Então, nós não usamos aqui na faculdade, instrumental aquecido para remover guta percha, nós
usamos Gates e Largo. (NÃO ESTOU DIZENDO QUE QUEM USA ESTÁ ERRADO) rsrsrs
Vocês sabem a diferença de Gates para a Largo?
Gates corta só na ponta, Largo corta nas paredes
Por isso eu começo com a Gates porque ela vai dar à luz do conduto removendo a guta percha, o stop vai
dizer os dois terços que eu tenho que entrar com a broca. O número da gates depende do calibre do
conduto, se for o central inferior usa a Gates 1 e 2, se for um central superior pode usar a Gates 3, 4 ou 5.
5) Desobturação e Alargamento: limas endodônticas, Brocas de Gates ou Largo
6) Regularização das paredes
O movimento para alargar as paredes não é só de entrar e sair, é preciso fazer o movimento de
lateralidade para dar conicidade também. Feito isso nós vamos radiografar, o cursor no comprimento
ideal, depois uso a broca Largo ou lima endodôntica para fazer a regularização das paredes (alargamento e
Conicidade) preservando A e C olhando de cima consigo ver o canal. Radiografo, porque é muito comum
vocês tirarem tudo, o cone principal, vejo se está certinho a desobturação, se não tem material como
cimento, guta percha em nenhuma parte, se estiver tudo PERFEITO, aí pode modelar.
Técnica Direta
A modelagem tem a Técnica Direta, que é a diretamente na boca e a Técnica Indireta
Anotem isso CAI EM PROVA!!!!
☺ Vantagem da técnica:
1. melhor adaptação;
2. Comprimento adequado;
3. Permite observação de retenções;
4. Custo é bem baratinho.
☺ Desvantagem da técnica:
1. Escultura na cavidade bucal
2. Várias coroas X Tempo
3. Sessões clínicas
A Técnica Indireta: eu não faço na boca, eu moldo com silicone o conduto e mando para o laboratório, nessa
técnica há muita desadaptação. Ela é boa quando eu tenho uma boca inteira para moldar tudo de uma vez e mando
para o laboratório confeccionar, e aumento o número de sessões clínicas também.
Confecção de pino em resina acrílica ou utilização de Pinjet 8
Esse pinjet que vocês compraram, as vezes eu corto. Vocês vão:
• Acrescentar resina acrílica- duralay vermelha. Por que não pode ser a mesma do provisório? A duralay
vermelha apresenta MENOS contração e MAIS estabilidade, então, se torna mais estável e distorce menos,
mais fiel para eles fundirem e trazerem seu dente.
• Acrescenta como? Técnica de NYLON mesmo, pó e líquido e vai acrescentando e vai no conduto vaselinado,
tem uns que já vem com núcleo pronto, cuidado que as vezes é oco por dentro.
Sequência:
1. Isolamento do conduto (vaselina ou gel hidrossolúvel)
2. Moldagem do canal
3. Reconstrução da porção coronária ou utilização de Nucleuojet
4. Preparo da porção coronária
5. Acabamento do Padrão em Duralay
6. Fundição do núcleo
• Desobiturei o conduto = gattes/ Largo
• Vaselinar = pincel/ algodão vaselinado ou gel hidrossolúvel
• Fazer primeiro o pino intracanal (pegar o pinjet, com a técnica de Nylon vamos colocar resina na fase
plástica para introduzir no conduto, reembasar se der bolinha, tem que ficar bem arredondadinho.
• Terminar o pino, vou acrescentar resina do tamanho de um dente preparado, e vou fazer o preparo do
dente, esculpindo, e ele vai ter que ficar longe do termino, para completar o que me falta de dente como
se fosse um preparo, paciente morde, testa oclusão, testa tudo, aí vai ficar assim, mando para o laboratório
que vai duplicar, fundir, replicar em metal.
Núcleo Fundido
1. Verificar adaptação
2. Remover excessos irregularidades na porção radicular
3. Cimentação
4. Repreparo do dente
Quando vem do laboratório, verificar a adaptação dele, coloco ele em posição, faço uma radiografia para ver se
está bem adaptado ou se está faltando alguma coisa. Posso remover o excesso, irregularidades e vou partir para
cimentação.
Cimentação do Núcleo
1. Cimento de fosfato de zinco
2. Cimento de ionômero de vidro
3. Cimento resinoso
pode ser normalmente com fosfato de zinco de metal e tem todas aquelas etapas, dentro do conduto e cimento.
Núcleo Fundido – dentes posteriores
1. Núcleos bi ou tri-partidos com encaixes na porção coronária – Divergência de algumas raízes e conferir boa
retenção
2. Pino principal – canal mais longo
Pino secundário – paralelo com o preparo mínimo