Dark Web e Tráfico de Pessoas
Dark Web e Tráfico de Pessoas
LORRANE RAMOS
CACOAL/RO
2024
LORRANE RAMOS
CACOAL/RO
2024
A INVISIBILIDADE DA DARK WEB: O TRÁFICO DE PESSOAS E A
RESPONSABILIDADE JURÍDICO-PENAL NO BRASIL E NO DIREITO
COMPARADO
Lorrane Ramos1
Rondinelly Moreira Santos2
1
Graduanda em Direito pela faculdade (UNINASSAU) Centro Universitário Maurício de Nassau e e-mail:
[email protected].
2
Professor Rondinelly Moreira Santos, graduado em Direito pela CEULJI/ULBRA. Especialização em
Pós-Graduação em Direito Penal e Processual Penal. pelo Damásio Educacional, Servidor Público,
Enquadramento Funcional: Delegado de Polícia Civil, e-mail: [email protected].
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INTRODUÇÃO
A Dark Web, um canto obscuro da internet, tem-se configurado como um terreno fértil
para a proliferação de atividades ilícitas, entre as quais se destaca o tráfico de pessoas. Sua
complexidade, associada ao anonimato proporcionado pela rede, torna desafiador o combate a
essa prática criminosa, especialmente no que tange à responsabilização dos agentes
envolvidos. O tráfico humano, que é considerado a terceira forma de crime mais lucrativa do
mundo, gera milhões de dólares em lucros anuais, com estimativas que oscilam entre US$
31,6 bilhões e US$ 150 bilhões.
O objetivo geral é examinar o papel da lei brasileira no combate ao tráfico de pessoas
na Dark Web, incluindo elementos do direito comparado. A pesquisa busca responder ao
seguinte problema: em que medida a legislação brasileira é eficaz na prevenção e repressão ao
tráfico de pessoas facilitado pela Dark Web?
A pesquisa terá caráter aplicado e explicativo, utilizando uma abordagem quantitativa
e qualitativa. Serão examinados dados estatísticos sobre o tráfico de pessoas, bem como
documentos legais e estudos de caso. A técnica indutiva-dedutiva será empregada com base
em uma revisão bibliográfica abrangente sobre o assunto.
No primeiro capítulo, será abordado o surgimento da Dark Web, diferenciando-a da
Deep Web, e contextualizando seu uso para atividades ilícitas, com foco no tráfico de pessoas.
O segundo capítulo tratará do contexto histórico do tráfico de pessoas, destacando a evolução
desse crime ao longo dos anos e as principais modalidades de tráfico existentes. No terceiro
capítulo, serão analisados os instrumentos normativos, tanto a nível nacional quanto
internacional, que buscam combater o tráfico de pessoas, com especial atenção às falhas e
lacunas legislativas. O quarto capítulo abordará o modus operandi dos traficantes de pessoas
na Dark Web, analisando as técnicas e estratégias utilizadas para atrair e explorar vítimas. Por
fim, o quinto capítulo explora as estratégias e abordagens mais eficazes para o combate ao
tráfico de pessoas na Dark Web, avaliando as políticas públicas e as práticas jurídicas que
podem ser adotadas para enfrentar esse desafio.
A relevância deste estudo para a ciência jurídica reside na contribuição para a
compreensão e aprimoramento das políticas e legislações voltadas ao combate do tráfico de
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pessoas na Dark Web. A pesquisa oferece uma análise crítica das ferramentas jurídicas
existentes e propõe estratégias para tornar o enfrentamento desse crime mais eficaz.
índice do Google (Kaspersky, [s.d.]). Para que uma página seja indexada pelo Google, ela
precisa ser rastreada pelo "Googlebot", que é um rastreador do Google. O rastreador pode
encontrar o site de várias formas, como, por exemplo, a partir de um link de outro site ou a
partir do envio do mapa do site diretamente ao Google. Depois de encontrar o site, o Google o
rastreia, significa que ele verifica todo o site para descobrir o que está nele, analisando o
conteúdo textual, as tags e atributos do conteúdo, imagens e vídeos (Lima, 2024).
Para que todas as páginas de um site sejam indexadas, é possível criar links internos
entre os conteúdos do site. Isso ajuda a evitar o surgimento de páginas órfãs, que não são
linkadas a nenhuma outra página do site. São exemplos de conteúdos não indexados os
bancos de dados privados, fóruns restritos, áreas de membros em sites e muito mais (Lima,
2024).
Páginas que englobam a Deep Web são, em geral, seguras e acessadas cotidianamente
pela população, como acessar serviços de bancos digitais. Essas páginas não representam
risco ao seu computador, apenas deveriam ser utilizadas para proteger dados privados.
Contudo, acaba sendo utilizado para alguns ilícitos, como disponibilização e acesso a
conteúdos piratas, violentos e perturbadores em geral.
A Dark web é popularmente conhecida pela sua reputação ruim, entretanto pode ser
utilizada de forma lícita para pesquisas e denúncias, dentre outras coisas, mas essa fama ruim
não se propagou indevidamente, visto que acaba sendo utilizada em sua maioria para cometer
atos criminosos. Os perigos desta navegação diferem dos da Deep Web, onde há necessidade
de utilizar medidas de segurança como o Virtual Private Network (VPN) para esconder o
endereço IP, sendo que cada dispositivo tem um ID na internet, ao utilizá-lo impede que seja
hackeado. Este serviço VPN camufla e garante uma segurança extra dentro da rede TOR.
Também é válida a utilização de pacotes antivírus, uma vez que o usuário está sujeito a todo e
qualquer tipo de ataque cibernético em sua navegação (Klusaitė, 2021).
A rede The Onion Router (TOR) utilizada para acessar a Dark Web possui vários
servidores pelo mundo, mantida por voluntários, tornando difícil sua intercepção. Imagine
esta rede como uma cebola que é constituída de 3 camadas, o usuário solicita e o TOR gera
uma criptografia em três nodos ou nó diferentes, cada nodo é um ponto de interconexão na
rede, então é criado o primeiro nodo sendo o de guarda, ali acontece a retirada da primeira
criptografia e passa para o próximo, nodo servidor intermediário que retira a segunda camada
e transmite a mensagem para o nodo de saída, este consegue ter acesso ao conteúdo da
mensagem, mas não ao mensageiro, o tornando relativamente inseguro, fazendo a necessidade
de um VPN para uma segurança mais abrangente (Conceito.De, 2022).
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Figura 1 - Iceberg
A internet é como um iceberg, onde a parte visível é a Surface Web, sendo apenas a
ponta do iceberg, composta por sites indexados como Facebook, Wikipedia e outros sites
comuns. O que está submerso, a Deep Web, é bem maior e esconde a Dark Web, uma região
esquerdo. Quanto a esta temática, discorre-se sobre como e quanto é obscura esta parte
escondida em uma camada mais profunda da internet:
Dark Web é uma pequena parcela da Deep Web, é a parte mais obscura da internet,
composta por redes e sites que não são indexados pelos mecanismos de busca.
Praticamente todo o conteúdo desta camada são voltados para práticas criminosas
dos tipos mais repugnantes. A grande maioria dos sites são composta por strings de
números e letras sem sentido, para que somente quem possui credenciais e os
domínios completos possam acessar. Além disso, dispõem de ferramentas poderosas
de criptografia e proteção de dados, visto que muitos ataques podem ocorrer para
quem tenta acessar (Romão, 2021, p.13).
Neste aspecto, há pontos principais de diferença entre as duas, onde a Deep Web é
acessível com ferramentas e configurações específicas, enquanto a Dark Web exige softwares
específicos como o TOR. Mas ambas contêm conteúdos variados, desde informações úteis até
material ilegal; entretanto, a Dark Web é focada em atividades ilícitas e conteúdos
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perturbadores. A Deep Web oferece certo grau de anonimato, ao contrário da outra que é
conhecida por seu alto nível de anonimato, dificultando a identificação dos usuários, ou seja,
elas se diferenciam em grau de profundidade, parecidas, porém nem tanto.
1.2 CIBERCRIME
juntamente com a colaboração entre os setores público e privado, é essencial para capacitar os
atores envolvidos e enfrentar essas ameaças.
Fedotov alerta que os cibercrimes ultrapassam fronteiras e afetam diversos aspectos da
sociedade, desde lares até escolas, negócios e hospitais, amplificando as ameaças à segurança
global. Ele também destaca que as mulheres e meninas são desproporcionalmente
prejudicadas pelo abuso sexual online, causando danos significativos ao psicológico, ao
desenvolvimento sustentável, à segurança e à igualdade de gênero. A necessidade urgente de
cooperação internacional através de ações coordenadas é crucial para mitigar tais impactos
devastadores.
Esta tipificação de crimes na rede universal de computadores é algo mais recente, mas
o crime de tráfico de pessoas foi apenas adaptado ao longo do tempo para ficar mais fácil de
praticá-lo com a ajuda da tecnologia. Existe um contexto histórico até chegar a ser realizado
com auxílio da internet.
O primeiro caso de tráfico de seres humanos que objetivou lucro aconteceu nas
cidades italianas, entre os séculos XIV e XVII, durante o Renascimento. A prática
estimulou o comércio mediterrâneo na Península Itálica, onde também teve início o
pré-capitalismo, que pregava o acúmulo de capital a (Teixeira, 2004, p.17).
Na Idade Média, essa prática cresceu em decorrência dos derrotados em guerras, onde
eles eram obrigados a trabalhar em construções, serviços domésticos e outras atividades,
como relata o IMDH (instituto de imigração dos direitos humanos). Outro ponto crucial foram
as grandes navegações e o estabelecimento das colônias, onde se intensificou o tráfico de
pessoas negras. Durante 400 anos, milhões de africanos foram transportados em condições
desumanas para trabalhar como escravos nas Américas, sustentando a economia colonial
(Jorge, 2018, p. 42).
A globalização, por sua vez, também serviu como intensificador do tráfico de pessoas,
facilitando a livre circulação, dificultando o controle estatal, sendo um caso observado pelo
estado brasileiro, com a seguinte constatação, “O tráfico de pessoas para fins de exploração
sexual tem suas raízes no modelo de desenvolvimento desigual, do mundo capitalista
globalizado e do colapso do Estado” (Justiça, 2007). Contudo, o avanço da capacidade
tecnológica só intensificou algo preexistente no caráter humano, ou seja, conseguir soluções
para este problema ético e imoral não é fácil.
Maria Disselma Tôrres de Arruda, em seus estudos, identificou que, desde o
ano de 1902, há movimentos por parte do estado buscando uma solução:
Mesmo que tais soluções não englobasse a todos, havia se dado o primeiro passo de
muitos que viriam a ser tentados pelo estado em perquirir uma mudança na sociedade para
acabar com esta prática abominável. De tempos em tempos, há uma necessidade maior de
abranger e adaptar a legislação à atualidade, fazendo um arcabouço de normas que puna
severamente os criminosos e resguarde os direitos à integridade física e mental sobre o corpo
do indivíduo.
3 INSTRUMENTOS NORMATIVOS
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Este tratado internacional é crucial na luta contra o tráfico de pessoas, dedicando seu
artigo 3º a uma definição abrangente e precisa desse crime hediondo. Através de uma análise
profunda deste protocolo, podemos compreender a natureza complexa do tráfico de pessoas,
seus elementos constitutivos e suas graves consequências geradas às vítimas. Sua estrutura é
composta por uma redação complexa e bem esquematizada, constituída por 41 artigos, que
reúnem orientações aos países para enfrentar e combater este crime inóspito, e a partir deste
arcabouço de artigos é possível compreender a importância de lutar contra a máfia, buscando
a sua erradicação.
O tráfico de pessoas no Brasil permaneceu invisível aos olhos da lei, por muito tempo
foi ignorado, isso infelizmente acarretou um crescente aumento de crimes desse formato,
trazendo aquela velha ideia “o crime compensa”. Sentimento que advinha de uma legislação
que tipificava o crime apenas para fins de exploração sexual, como constava nos artigos 231 e
231-A do Código Penal, que foram revogados pela Lei n° 13.344/2016. A respectiva norma
deixava um vazio legal que dificultava a investigação, punição e proteção das vítimas. Veio
então a nova legislação trazida pela lei, que introduziu o artigo 149-A no Código Penal,
abrangendo diversas formas de exploração de seres humanos.
A situação era alarmante, autoridades e a própria sociedade civil se depararam com
um crime complexo, mas sem a devida tipificação legal, tornando a denúncia um processo
tortuoso e incerto. A caracterização do crime exigia interpretações e equiparações penais
complexas, muitas vezes insuficientes para garantir justiça às vítimas. Mas então veio algo
para acabar com esta incerteza, em 2016, um marco histórico, a Lei nº 13.344 de 6 de outubro
de 2016 foi promulgada, trazendo luz e justiça para essa realidade cruel. A mesma dispõe
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altos rendimentos através de alguns sites duvidosos, alegando uma vida melhor, mascarando a
dura realidade que as espera, como o confinamento, violência física e psicológica, servidão e
condições desumanas.
Os casos são recorrentes dentro do corpo social mundial, “em 2024, houve um caso
de tráfico de pessoas registrado por dia no Brasil. O Ministério dos Direitos Humanos
catalogou, de 1° de janeiro a 7 de abril, 98 violações relacionadas ao tráfico humano no país”
(Bastos, 2022, p. 1). A muitos casos como dessa mulher paranaense que foi vítima de tráfico
humano quando aceitou proposta de emprego na Espanha. Contudo, foi levada para uma
situação de exploração sexual, descobrindo da pior maneira a inverdade na proposta de uma
vida melhor.
O número de tráfico de pessoas do sexo feminino é elevados e muitas vezes os
próprios aliciadores foram vítimas anteriores, perpetuando o ciclo sem fim de exploração No
estado do Paraná, segundo (Bastos, 2022, p. 1) os casos de tráfico de pessoas para trabalhos
análogos à escravidão cresceram oito vezes entre 2020 e 2021, evidenciando a necessidade de
estratégias eficazes para prevenção .
O Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, de 2018, divulgado pelo Escritório das
Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), revelou que quase 25 mil vítimas foram
detectadas no mundo em 2016. Entre essas vítimas, a maioria é de mulheres e meninas,
representando 72% dos casos, enquanto homens compreendem 21% e meninos 7%. Apesar da
diferença numérica entre os sexos, ambos precisam de atenção igualitária, independente de
gênero.
Quanto ao destino das mulheres traficadas, 83% são exploradas sexualmente, 13% são
submetidas a trabalho forçado e 4% enfrentam outras formas de exploração. Esse cenário
destaca a prevalência da exploração sexual como a forma mais comum de tráfico de mulheres,
onde o perfil das vítimas do tráfico de pessoas é amplo e diverso, mas alguns grupos se
destacam, sendo pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, imigrantes ou pessoas
com distúrbios neurológicos, baixo nível de escolaridade ou conhecimento limitado de língua
estrangeira e portadores de deficiência física (Conteúdo, 2023).
As vítimas do tráfico de pessoas sofrem severos danos físicos e psicológicos. Doenças
sexualmente transmissíveis, depressão, traumas e lesões graves são apenas alguns dos
exemplos. A reintegração social e a superação das marcas dessa experiência cruel exigem
acompanhamento profissional especializado. É de extrema necessidade a realização de
estudos e aprofundamento de abordagens possíveis para mitigar e tratar suas consequências.
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4 ESTRATÉGIAS E ABORDAGENS
Para reduzir o tráfico humano, uma proposta é aumentar a divulgação sobre esse crime
para evitar que pessoas inocentes sejam enganadas, para que entendam o quão perigoso a
internet pode ser. Isso pode incluir ações como palestras em comunidades, distribuição de
panfletos e campanhas de conscientização em locais de difícil acesso à informação. Além
disso, é importante reforçar a fiscalização em embarcações e aeroportos, treinando
funcionários para identificar possíveis casos de tráfico.
O Conselho Nacional de Justiça sugere medidas preventivas, como duvidar de
propostas de emprego fáceis, ler atentamente contratos de trabalho, evitar deixar documentos
pessoais em mãos de terceiros e informar familiares sobre viagens. Em caso de suspeita de
tráfico humano, é essencial denunciar às autoridades competentes, como o Disque 100 do
governo federal e o Ministério Público Federal.
Em 30 de julho, Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, a Agência da
ONU para as Migrações (OIM) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançam a campanha
"Brasil sem Tráfico Humano". A iniciativa visa conscientizar o público sobre esse crime
hediondo, suas formas de aliciamento, as motivações dos traficantes, os canais de denúncia e
os serviços de apoio às vítimas, com isso ajudando na disseminação de informação
(Migração, [sd]).
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Como exposto durante esta pesquisa, fica evidente o quanto o direito material abrange
todos os tipos de crimes relacionados ao tráfico aqui tratado, bem como os pune severamente.
Contudo, de nada adianta se os culpados pelo delito não forem encontrados. Neste sentido, o
Estado disponibiliza meios de se denunciar, através de canais de comunicação, ou seja, para
denunciar tráfico de pessoas no Brasil, utilizando o Disque 100 ou o Ligue 180 para garantir
sigilo. Para contatar a Polícia Federal, pode ser encaminhado e-mail para
[email protected]. No exterior, tem-se a Assistência Consular do Ministério das
Relações Exteriores.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
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