BIORIFE DETOX
Equipamento emissor de frequências que abrange as principais terapias para limpeza do terreno
biológico do paciente. O equipamento corre uma frequência por minuto, e cada ciclo é
transmitido initerruptamente até última frequência, diferentemente do BioRife Global que é
segmentado em ciclos de 10 minutos.
De acordo com a Dra. Hulda Clark, todas as patologias têm 2 origens: toxinas e parasitas.
As toxinas são imunossupressoras e favorecem o terreno para o desenvolvimento de patógenos
(vermes, bactérias, vírus, fungos, protozoários e ectoparasitas). Naturalmente, nosso corpo
eliminaria esses parasitas e toxinas, porém, no mundo atual, estamos expostos a uma infinidade
de agentes tóxicos que nos contaminam diariamente através da água, ar e alimentos,
sobrecarregando nossos órgãos excretores que, originalmente, davam conta de eliminar toda
essa sujidade. Tendo isso em vista, as frequências programadas no BioRife Detox visam auxiliar
nosso corpo para que consiga eliminar essas toxinas e parasitas. Seguem os protocolos contidos
no BioRife Detox:
1. Detox geral de homotoxinas (28 minutos)
2. Detox geral de metais (70 minutos)
3. Detox geral de parasitas (60 minutos)
4. Detox geral de fungos (80 minutos)
5. Detox de micotoxinas (20 minutos)
6. Detox geral de vírus (15 minutos)
7. Detox geral de bactérias (28 minutos)
8. Detox de xenoestrogênios (21 minutos)
9. Detox de halogênios (13 minutos)
10. Detox de proteína spike (27 minutos)
11. Detox de grafeno (57 minutos)
12. Detox Sistema Linfático (32 minutos)
13. Elixir BioRife (23 minutos)
14. Vacina Rife (23 minutos)
DETOX GERAL DE HOMOTOXINAS
Homotoxina é qualquer substância tóxica para o organismo humano. É indiferente se já é tóxica
antes de penetrar no organismo (homotoxina exógena, ou exotoxina) ou quando se converte
em tóxica como um produto intermediário ou final de processos metabólicos (homotoxina
endógena, ou endotoxina). As homotoxinas exógenas entram no organismo pela alimentação,
pela pele e respiração. São elas: METAIS TÓXICOS, AGROTÓXICOS, AGENTES QUÍMICOS
(xenobióticos como BPA e ftalatos; glutamato monossódico; corantes; etc.), COSMÉTICOS,
DROGAS/FÁRMACOS, TABACO E ÁLCOOL, RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS E IONIZANTES. São
geralmente lipossolúveis, e se acumulam nos tecidos gordurosos e cérebro. Elas atuam como
obstáculos à cura, portanto a desintoxicação do organismo é primordial e necessária.
As frequências que auxiliam na eliminação dessas toxinas pelo corpo são as seguintes: 35, 60,
72, 125, 165, 200, 444, 465, 522, 588, 600, 625, 650, 666, 685, 690, 727, 760, 776, 787, 802, 832,
880, 1250, 1500, 1550, 1850, 2127.
Se o paciente tiver uma intoxicação leve por essas homotoxinas, este detox resolverá.
Entretanto, se o paciente tiver grandes intoxicações por grupos específicos dessas homotoxinas,
indicamos fazer os demais protocolos de detox, seguindo sempre a filosofia do funil. A estrutura
do funil é muito importante para que os profissionais consigam entender suas estratégias e
objetivos com o tratamento. O processo é chamado de “funil” porque, à medida que o
profissional avança nas terapias de tratamento, os problemas vão diminuindo, assim como a
largura do funil. Ele representa a jornada do paciente desde o primeiro detox geral até a causa
específica do problema.
DETOX GERAL DE METAIS E PARASITAS
Ver as instruções e informações contidas no PDF do BioRife Global.
DETOX DE FUNGOS
(páginas 455-458, “The Rife Handbook”)
A palavra “fungo” é uma classificação ampla que inclui bolor, mofo, ferrugem, carvão e
leveduras, bem como cogumelos, morchellas, cogumelos-de-bico-fino e trufas. Estima-se que
existam entre 70.000 e 1,5 milhões de espécies de fungos. Os fungos se alimentam de três
maneiras. O primeiro grupo, que cresce em matéria orgânica morta (folhas, árvores, esterco,
insetos, animais), contém enzimas que digerem a celulose e a lignina na matéria orgânica.
Chamamos esse processo de “apodrecimento”. Normalmente, esse grupo eventualmente
elimina o que está sendo comido. O segundo (e relativamente pequeno) grupo de alimentação
é benéfico. Os membros formam uma parceria simbiótica com plantas (principalmente árvores),
por meio da qual a árvore fornece umidade e carboidratos, e os fungos liberam minerais e outros
nutrientes no solo ao redor. Os membros do terceiro e mais temido grupo são parasitas: eles
vivem dentro ou sobre outro organismo sem matá-lo, às custas desse organismo. Em vez de
obter seu alimento de plantas ou animais mortos, os fungos parasitas atacam e matam
hospedeiros vivos, o que causa sérios danos. Infecções por fungos podem ser difíceis de tratar.
De acordo com pesquisas do Dr. A.V. Costantini, Mark Bielski, do oncologista italiano Tullio
Simoncini e outros, fungos e suas micotoxinas altamente venenosas estão implicados em um
número quase ilimitado de doenças, incluindo distúrbios adrenais, progressão da AIDS,
Alzheimer, aterosclerose, inflamação cerebral, câncer, Síndrome da Fadiga Crônica, cirrose
hepática, doença de Crohn, doença de Cushing (relacionada a níveis anormalmente altos do
hormônio cortisol), diabetes, gota, problemas circulatórios (incluindo insuficiência cardíaca,
inflamação do músculo cardíaco e vasos sanguíneos e hipertensão pulmonar) hipoglicemia,
infertilidade e outros distúrbios dos órgãos reprodutivos, cálculos renais, distrofia muscular,
osteoartrite, osteoporose, artrite reumatoide e distúrbios de pele (incluindo psoríase e
esclerodermia).
A maioria das pessoas com problemas de fungos/leveduras tem um crescimento excessivo no
trato digestivo. Nem todas as infecções fúngicas, no entanto, são adquiridas por ingestão.
Muitas pessoas têm reações violentas a mofo e bolor no ar. As reações incluem problemas
respiratórios, náuseas, coceira intensa e erupções cutâneas, irritação nos olhos, dores de cabeça
agudas e até mesmo comprometimento da função mental. A presença de fungos indica um
estágio avançado de fermentação dentro do corpo, então você precisará prestar muita atenção
à dieta e ao equilíbrio ácido/alcalino (pH). Coma principalmente vegetais frescos, proteína
animal e gorduras boas (azeite de coco e azeite de oliva, e para aqueles que podem tolerar,
manteiga crua). Todos os organismos do reino dos fungos (assim como vírus e bactérias)
prosperam com açúcares, mesmo aqueles que ocorrem naturalmente em frutas. Portanto, até
que o paciente esteja suficientemente curado, evitar frutas com alto teor de açúcar, bem como
carboidratos densos e ricos em amido, como grãos, batatas, cenouras, ervilhas e feijões, e talvez
até nozes e sementes. Como muitas pessoas com infecções fúngicas graves desenvolvem
sensibilidade cruzada a alimentos fermentados e com fermento, evite também cogumelos,
molho de soja, vinagre, álcool, queijo e outros produtos fermentados, como pão. No entanto, o
chucrute, embora consista em repolho fermentado, pode ser útil, pois ajuda a equilibrar a flora
intestinal.
Infecções fúngicas podem ser difíceis de tratar, então não indicamos tratá-las somente com
frequências. Uma poderosa erva antifúngica e antiviral é o chaparral (arbusto de creosoto),
nativo do sudoeste americano e usado há séculos pelos nativos americanos para inúmeras
condições. Outro poderoso remédio natural é a casca interna da árvore brasileira pau d'arco ou
Tabebuia avellanedae. Impermeável ao apodrecimento em um clima úmido, é justamente por
isso considerada um potente agente antifúngico.
As frequências indicadas para eliminação de fungos são as seguintes: 20, 72, 132, 158, 222, 242,
254, 321, 331, 333, 523, 768, 786, 344, 510, 943, 337, 374, 391, 414, 421, 422, 464, 465, 512,
524, 555, 565, 582, 592, 594, 623, 634, 660, 690, 727.5, 732, 766, 784, 787, 802, 1550, 822, 923,
933, 982, 743, 744, 745, 774, 784, 823 a 829, 854, 866, 880, 886, 942, 943, 1016, 1130, 1134,
1153, 1155, 1233, 1333, 1351, 1463, 1627, 1711, 1823, 1833, 2222, 2411, 2644, 4442.
Recomendamos que sejam feitas pelo menos 5 sessões deste detox geral de fungos, já que há a
recomendação de executar cada frequência por pelo menos 5 minutos, ou por mais tempo (10
minutos) se possível. Seja qual for o fungo que você estiver tratando, use também frequências
específicas para Candida albicans, que é disseminado e está implicado em inúmeros distúrbios
(página 455, “The Rife Handbook”).
As micotoxinas são substâncias tóxicas produzidas por fungos. Dependendo do tipo e da
quantidade ingerida, as micotoxinas podem causar diversos problemas de saúde em humanos e
animais, incluindo efeitos imunossupressores, carcinogênicos, teratogênicos (causadores de
malformações) e hepatotóxicos (danos ao fígado). Toxinas de mofo podem crescer em alimentos
e rações, especialmente em condições de alta umidade e calor, sendo os principais os grãos,
amendoim, frutas secas. Muito mais graves são as toxinas de mofo encontradas em edifícios
com vazamentos de água. As toxinas do mofo são as mais comuns das biotoxinas, e são
responsáveis por muitos dos sintomas de muitos pacientes de Lyme. Embora a doença de Lyme
e a exposição ao mofo sejam causadas por agentes diferentes, elas podem interagir de maneiras
que complicam o diagnóstico e o tratamento. A sobreposição dos sintomas e o impacto
combinado no sistema imunológico são as principais áreas de interação. Para um tratamento
eficaz da doença de Lyme, é fundamental a detoxificação de fungos e suas respectivas
micotoxinas geradas.
Cerca de 25% da população tem uma composição genética que os torna incapazes de produzir
os anticorpos necessários para as toxinas do mofo. O corpo simplesmente não se adapta
adequadamente rotula as toxinas como invasoras e isso não as elimina. O fígado pode enviá-los
para o trato digestivo através da bile, mas eles são rapidamente reabsorvidos de volta ao
sangue. O resultado é que exposições contínuas ou repetidas a toxinas de mofo resultam em
uma quantidade cada vez maior dessas toxinas no corpo. Por isso a importância da utilização do
detox de fungos pelo BioRife Detox.
Porém, tenha muito cuidado se o paciente tem cólon, rins, fígado ou sistema linfático lentos;
um histórico de infecção viral de longo prazo, como poliomielite ou Epstein-Barr; ou uma
condição crônica, como Candida, câncer ou Lyme (causada por um patógeno particularmente
desagradável, uma espiroqueta em forma de saca-rolhas que se enterra profundamente nos
tecidos). Certifique-se de que seus órgãos de eliminação podem lidar com a liberação repentina
de micotoxinas na corrente sanguínea. Ajuste o ritmo da aplicação das frequências de acordo
com os requisitos da condição de cada paciente. Se o paciente se sentir melhor após sua sessão,
você pode fazer outra no dia seguinte. Se ele tiver uma reação negativa extrema, espere até se
sentir toleravelmente melhor antes de fazer rifing novamente (página 370, “The Rife
Handbook”). É por isso que os profissionais devem prescrever suplementos nutricionais
(vitaminas, minerais, aminoácidos e antioxidantes nas proporções corretas), para pacientes que
se encontram mais debilitados, para auxiliar na conjugação e excreção das toxinas, antes que
elas possam vazar de volta para os tecidos vulneráveis (página 370, “The Rife Handbook”). Para
aqueles que não tem informação a respeito desses protocolos de suplementos para dar suporte
à detoxificação, sugerimos o curso online “Desintoxique-se Comigo”, da Dra Daniela Belisario
Baroni, cujo link para inscrição encontra-se na Bio do Instagram da Doutora.
DETOX DE MICOTOXINAS
(páginas 75, 179, 369 e 456, “The Rife Handbook”)
As micotoxinas são metabólitos tóxicos secundários produzidos por fungos filamentosos, sendo
que uma das mais comuns é a aflatoxina. São esses resíduos microbianos, ou micotoxinas, que
contribuem ainda mais para uma crescente espiral de doenças. O mico na palavra micotoxina
vem do grego “mykes”, que significa “fungo”. Toda toxina é um veneno (página 75, “The Rife
Handbook). Aquecer os alimentos geralmente não elimina as micotoxinas, uma vez que muitas
micotoxinas, como as aflatoxinas, são resistentes a altas temperaturas (página 179, “The Rife
Handbook”). Processos comuns de cozimento, como fervura, fritura ou assar, podem reduzir em
pequena parte a quantidade de micotoxinas, mas não são suficientes para eliminá-las
completamente. Então, a melhor maneira de evitar a ingestão de micotoxinas é prevenir o
crescimento de fungos nos alimentos, o que inclui boas práticas de armazenamento, controle
de umidade e evitar o consumo de alimentos visivelmente mofados.
O termo “micotoxinas” também se aplica ao material residual de cadáveres patogênicos que se
despedaçam no corpo, um resíduo comumente conhecido como die-off. Idealmente, uma célula
imune branca do sangue atacará, imobilizará e devorará um patógeno inteiro — transmutando-
o — antes que o micróbio tenha a chance de se despedaçar e expelir seus resíduos tóxicos na
corrente sanguínea. No entanto, esse cenário nem sempre é possível. Muitas pessoas doentes
(particularmente com condições crônicas) não têm glóbulos brancos funcionando de forma ideal
o suficiente para engolir os invasores inteiros. Vários fatores podem causar a ruptura de um
patógeno em vez de simplesmente deixá-lo imobilizado: uma variedade de medicamentos no
sistema, o processo natural de morte de alguns microrganismos (eles liberam toxinas de suas
paredes para se defenderem contra o contra-ataque do hospedeiro) e, em alguns casos, a
tecnologia de Rife. Como as pessoas doentes sabem, o resultado de die-off intenso parece
terrível. No entanto, ainda é preferível destruir um micróbio do que deixá-lo viver e repovoar o
corpo com micróbios bebês (página 75, “The Rife Handbook”).
O vídeo de James Bare (se encontra em nossa página do Instagram @bio.rife), que mostra o
protozoário Paramecium caudatum sendo estripado e desintegrado através da emissão de
frequências, é uma boa ilustração da bagunça que a fragmentação pode criar. Embora
dramática, essa maneira de matar micróbios sugere que uma imobilização mais lenta — embora
exija mais sessões — pode ser preferível, pois é mais fácil para o corpo lidar com menos dejetos
microbianos por vez (página 369, “The Rife Handbook), causando menos reações de
Herxheimer. Quando os microrganismos patogênicos são submetidos ao rifing, a pessoa poderá
sentir-se como se estivesse ficando doente novamente: as micotoxinas e outros resíduos serão
liberados, fazendo com que o corpo passe novamente por um ciclo de eliminação, com possível
presença de dor de garganta, erupções cutâneas, náusea, diarreia etc. (página 372, “The Rife
Handbook”). Por isso que se torna importante não fazer muitos ciclos de detox logo na primeira
sessão, se atentar às reações do paciente e correr as frequências para eliminação de aflatoxinas
após o detox geral de fungos. Além disso, ler o Tira Dúvidas BioRife para entender melhor sobre
as reações de Herx e sobre como minimizá-las.
Aflatoxina é uma toxina altamente perigosa, sendo frequentemente encontrada em amendoim
e manteiga de amendoim armazenados de forma inadequada. A toxina pode produzir inchaço,
especialmente nas pernas e abdômen, e danificar o fígado.
Aflatoxinas são toxinas produzidas por algumas espécies de fungos, como Aspergillus
flavus e Aspergillus parasiticus, que podem contaminar alimentos e provocar sintomas, como
náusea, icterícia, dor no abdome ou convulsões, quando ingerida em grandes quantidades bebês
(página 465, “The Rife Handbook”).
Mesmo em quantidades pequenas, as aflatoxinas podem causar riscos para a saúde, como
alterações no crescimento em crianças, diminuição da imunidade e problemas no fígado,
quando ingeridas ou inaladas por longos períodos.
DETOX GERAL DE VÍRUS
(páginas 592, “The Rife Handbook”)
Os vírus são microrganismos patogênicos que são muito menores que bactérias e, portanto,
muito mais difíceis de visualizar na maioria dos microscópios em seu estado vivo. Eles diferem
na forma como entram na célula hospedeira, capturam, alteram e usam o material biológico
dessa célula, amadurecem e se espalham pelo hospedeiro. Uma vez dentro da célula, os vírus
causam mudanças fisiológicas que favorecem sua replicação. Isso prejudica a eficiência e o
desempenho da célula, e faz com que o organismo funcione de forma anormal.
Dentre as doenças infecciosas, os vírus são os que apresentam maior impacto no
desenvolvimento do câncer, sendo responsáveis por até 20% de todos os casos. O papel das
infecções virais no desenvolvimento de determinados tipos de câncer foi descoberto em 1911
pelo virologista francês Peyton Rous. O Dr. Rous mostrou que era possível induzir o surgimento
de câncer em galinhas saudáveis que eram infectadas por um tipo específico vírus, que acabou
sendo nomeado Vírus do sarcoma de Rous, em sua homenagem. Essa descoberta rendeu-lhe o
Prêmio Nobel de Medicina em 1966. Desde então, pelo menos 8 vírus já foram identificados
como causadores de câncer:
Papilomavírus Humano (HPV);
Vírus da hepatite B (HBV);
Vírus da hepatite C (HCV);
Epstein-Barr virus (EBV);
Herpesvírus humano 8 (HHV-8);
Vírus linfotrópico da célula T humana tipo 1 (HTLV-1);
HIV - Vírus da imunodeficiência humana;
Poliomavírus de células de Merkel (MCV).
As frequências indicadas para eliminação de vírus são as seguintes: 776, 787, 802, 1550, 832,
840, 880, 1570, 1998, 2008, 2052, 2127.5, 2489, 2490, 5K.
DETOX GERAL DE BACTÉRIAS PATOGÊNICAS
As bactérias são pequenos seres vivos que sobrevivem por meio de diferentes processos
metabólicos. São necessárias para a digestão de alimentos no corpo humano, mas também
podem ser potencialmente patogênicas, ou seja, podem causar doenças a depender da espécie
e outros fatores. Este detox acomete as bactérias patogênicas, auxiliando no processo de cura
do organismo.
As frequências indicadas para eliminação de bactérias patogênicas são as seguintes: 465, 866,
664, 690, 727, 787, 832, 800, 880, 1550, 784, 465, 660, 664, 690, 727, 784, 787, 800, 802, 832,
866, 880, 1550, 3600.
DETOX GERAL DE XENOESTROGÊNIOS
Os xenoestrogênios, também chamados de estrogênios ambientais, são substâncias químicas
produzidas em laboratório que trazem riscos à saúde, como a desregulação endócrina. Eles são
fabricados a partir da reação entre o gás cloro e os hidrocarbonetos do petróleo. Dessa forma,
eles são utilizados em produtos químicos industriais de alta toxicidade, como o bisfenol-A (BPA),
o bifenil policlorado (PCB), as dioxinas, os ftalatos etc.
Conservantes presentes em alimentos processados e protetores solares podem
conter xenoestrogênios. Além disso, eles também são encontrados em inseticidas, pesticidas,
preservadores de madeira, plásticos e detergentes de laboratório.
DETOX HALOGÊNIOS
Os halogênios são os elementos do grupo 17 (antigo 7A) da Tabela Periódica. São eles: flúor;
cloro; bromo; iodo; astato; tenesso. Desses, o astato e o tenesso são radioativos e, por isso, são
apenas sintetizados em laboratório. O tenesso, inclusive, foi recentemente incluso na Tabela e
não há quase nenhuma informação sobre ele. Os halogênios são caracterizados pela alta
eletronegatividade, alta afinidade eletrônica e alta energia de ionização.
Quanto menor o peso molecular do halogênio, mas forte ele é. O iodo tem o maior peso
molecular dentre os 4 principais halogênios. O flúor é mais forte que o cloro, que é mais que o
bromo, que é mais forte que o iodo. Se o paciente estiver intoxicado por esses halogênios,
haverá hipotireoidismo, pois eles ocuparão o lugar do iodo na tireoide. Nesses casos, o Detox
de halogênios com BioRife auxiliará na eliminação de flúor, bromo e cloro, e pode ser associado
à prescrição de iodo e iodeto, pois o iodo quela flúor, bromo, cloro e os elimina na urina. Iodo
alto na urina pode significar muita contaminação por esses halogênios.
ELIXIR RIFE
(páginas 380, “The Rife Handbook”)
Esteja ciente de que a maioria dos diagnósticos não indica a causa da doença. Por exemplo, a
esclerose múltipla pode ser causada ou exacerbada por micotoxinas, por um microrganismo
específico ou por metais pesados. Uma enxaqueca pode ser causada por uma alergia, fígado
intoxicado ou Candida albicans. Você terá mais sucesso com a seleção de frequências se tiver
algum conhecimento de como o corpo funciona e como o mesmo microrganismo pode causar
diferentes sintomas em diferentes partes do corpo. Algumas frequências comuns que são
frequentemente implicadas na maioria dos quadros de sintomas incluem 465, 660, 690, 727,
776, 787, 802, 880, 1550, 1552, 2008, 2127, 2489, 72, 95, 125, 444, 600, 625, 650, 784, 832 e
1865. Essas frequências atuam em diversas condições, como parasitas, Doença Lyme, Cândida,
Gripe Comum, H. Pylori, Estafilococos, Difteria, Rubéola, Tuberculose, E. Coli, Estreptococos,
Herpes, Tifoide, Sarcoma, Carcinoma, e Artrite, por isso nomeamos estas frequências como
“Elixir BioRife”.
VACINA BIORIFE
Frequências para evitar a contaminação por rubéola, caxumba, sarampo e BCG. A vacina BCG
(Bacilo de Calmette-Guérin) é uma vacina que previne as formas mais graves da tuberculose,
como a tuberculose miliar e a meningite tuberculosa.