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Matéria

Matéria da faculdade de Odontologia

Enviado por

julikacesario
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Resinas Compostas Faceta direta: desgastar a

vestibular do dente e coloca


(dentes anteriores) resina.

Resinas mais indicadas para Dá pra por sem desgaste, mas


depende da anatomia do dente do
restaurações em dentes
paciente, ex: os dentes conoides
anteriores: Microparticulas,
que precisam aumentar o formato
microhibrida ou dele, e outras mínimas indicações,
nanoparticulas/nanohíbridas fora essa temos que desgastar
Indicações: Classes III, IV e V para não ter sobrecontorno.

Toda vez que não atingir face Indicações: fechamento de


vestibular, entra pela face diastemas. Mas não é possível
palatina, para conseguirmos quando o diastema é grande.
devolver a estética. Então faz-se o tratamento de
Indicações: Lesões cervicais não ortodontia, e no final do
cariosas. São aquelas lesões perto tratamento, após retirar o
da região cervical, que não se dá aparelho, fechamos o pequeno
por carie. Ali fazemos uma espaço que ficará com resina.
restauração com resina composta. Indicação: colagem de fragmentos
Resinas indicadas: Nanohibridas/ Quando o paciente quebra o
nanopartículas ou micropartículas dente, e ainda tem o fragmento do
pois tem partículas menores, dente quebrado, podemos colar o
então é possível fazer um bom fragmento no dente com resina. O
polimento. importante é que o paciente
Indicações: Modificações mantenha esse fragmento
anatômicas. hidratado.

Exemplo: dentes conoides, Pega o dente, põe no copinho na


acrescentamos resina para deixá- água e liga pro dentista para fazer
lo harmônico. uma urgência.

Indicações: Alterações de cor e Técnica


facetas direta
Restauradora
As vezes temos alterações de cor
e pensamos 1º: Paciente com
queixa de alteração de cor,
1- Anestesia e profilaxia
primeiro vamos pensar em fazer
clareamento, depois se virmos que A anestesia não é sempre,
o clareamento não clareou, pois as vezes a restauração
podemos mudar a cor do dente é simples e não precisa
fazendo faceta de resina anestesiar). Profilaxia:
composta. precisa fazer no dente que
será restaurado, pois não
Outro exemplo de alteração de
pode estar com placa e com
cor: Pacientes que usou aparelho e
pigmento extrínseco.
não escovou e acabou ficando
manchado. Fazemos a profilaxia com
pedra pomes, em baixa
rotação com escova de 6- Limpeza da cavidade:
Robson Deve ser feita com
clorexidina 2% Tergensol
2- Seleção da cor: Esfregar com bolinha de
Deverá ser feita sob Luz algodão
natural Lava e seca
Usamos a Escala Vita + Finalidade: tratar a camada
escala individualizada de esfregaço, somente
A escala e o dente devem tratar, não sendo possível
estar hidratados eliminar toda a camada de
Observamos o dente por no esfregaço, mas a clorexidina
máximo 20 segundos, pois é importante pois ela é
depois dos 20 segundos a bactericida e mata as
visão dá uma embaçada. bactérias.
Melhor forma de se
observar a cor: 7- Tratamento biológico da
É importante escolher a cor, cavidade:
mas o mais importante é
Aplicação do sistema adesivo:
saber a anatomia do dente
Utilizar a matriz de poliéster p
3- Preparo cavitário: Acesso a proteger dente vizinho
lesão da carie que fazemos
com a alta rotação, com a Condicionamento ácido fosfórico
broca de ponta esférica 37% por 15 segundos
1011 sempre que possível Lava spray ar/água por 15
acessando pela lingual segundos
(Sempre pela palatina ou
lingual em cima da crista Seca a cavidade com bolinha de
marginal.) algodão para manter a dentina
Deve ser feita numa posição úmida, mas só a dentina, o
de 45º graus. esmalte deve estar seco.
Entra pela crista, e vai em
8- Utilizar a outra metade da
direção a carie que está na
matriz de poliéster para proteção
proximal
e aplicar o adesivo primer e
Então o preparo é na
bonder, esfrega por 2 segundos na
proximal no dente.
cavidade e dar um leve jato de ar
por 5 segundos e fotoativar por 20
4-Isolamento absoluto.
segundos.
Grampo no dente distal do
que vai ser restaurado e o 9- Aplicação de matriz poliéster e
isolamento é a dois dentes cunha para a restauração
da mesial do que irá ser
restaurado Colocamos a cunha de vestibular
para lingual pois a ameia dos
5-Remoção do tecido dentes posteriores na vestibular é
cariado: curetas na parede maior
de fundo e brocas esféricas 10-Inserção do material
em baixa rotação nas restaurador com a técnica
paredes circundantes incremental utilizando as
espátulas de resinas.
Técnica incremental: colocar de 2 por biofilme e modulada pela
em 2mm dieta.
Restaurar a carie que está atingido 3 fatores importantes quando
a vestibular. fazemos um preparo cavitário
Insere pela vestibular por ser mais 1- Cuidados durante o preparo
fácil, fazemos a mesma coisa só cavitário:
que entrando pela vestibular 2- Diminuição da quantidade
(seguindo o mesmo protocolo). de bactérias
3- Selamento dentinário
11-Tracionamento da matriz de
poliéster na última inserção
1- Cuidados durante o
Tem que ser cervico incisal preparo cavitário:

12-Acabamento inicial - Refrigeração: A


O acabamento inicial é feito sem o refrigeração deve ser
isolamento absoluto constante e abundante e a
água deve estar direcionada
Usamos o alta rotação com para ponta da broca
refrigeração
- Broca deve estar com
Finalização da forma
corte: pois se não estiver
Fazer ajuste oclusal com corte iremos ter que
fazer mais pressão e utilizar
usar pontas multilaminas ou mais força e a pressão não
diamantadas f/ff ou também é boa para o preparo
discos com granulação mais cavitário.
grossa Como eu sei que ela não
está cortando? Quando
vamos abrir o dente e
13-Polimento final parece que ela não está
Após 24h, porque? removendo a resina,
abrindo a cavidade. E a
Pois temos que esperar a resina broca sem corte tem um
ter a Expansão hidroscópica aspecto liso e sem
diamante.
A Polimerização é tardia
E tem que ter o tempo de - Movimentos intermitentes:
descanso do operador (movimento em pincel)
onde entro com a broca,
passo pela estrutura, retiro
a broca e volto com a broca
na mesma posição (pincelo
e levanto)
Quando levantamos temos

Cárie um relaxamento técnico que


é essencial.

Conceito: Doença multifatorial não


transmissível e dinâmica, mediada
- Economizar estrutura Dura: dentina sadia
dental sadia: temos que
economizar
(principalmente a dentina
pois ela é o nosso maior
isolante térmico)

- Olhar a garrafinha no
equipo: Pra ver se ela está
cheia

Preparo Cavitário
A vibração tem a ver com
brocas
A broca quando entorta ela
Para Cavidades Rasa ou
sai do eixo dela, além de
Média: Removemos as 3
cortar o dente de forma
camadas (amolecida, couro
incorreta ela vibra gerando
e firme) e mantemos a
calor.
dentina na parte dura.
Calor- refrigeração
Pois temos grande
Pressão - movimentos
quantidade sadia e não
intermitentes
precisamos ver se vai
Vibração
remineralizar.
Desidratação
Não podemos aquecer a
Como na Rasa e Média
polpa numa temperatura
removemos a parte da
maior do que 5,5ºC. Pois se
dentina amolecida, a parte
não pode ter necrose pulpar
couro e firme, mantendo a
dura, esse procedimento
Dentina Cariada
chama-se REMOÇÃO TOTAL.
-Amolecida: totalmente
(remover as 3 se chama
destruída deve ser retirada
remoção total)
com cureta, aqui já houve a
destruição.
Cavidade profundas:
Aspecto de couro: onde se
mantemos a amolecida e a
tem mais bactérias
aspecto de couro deixando
Firme: o ácido tenta
a firme pois se tentarmos
desmineralizar, mas ainda é
remover todas as camadas,
reversível.
podemos ter uma exposição
pulpar
e a firme consegue se
remineralizar, conseguindo
voltar a ser sadia e deve
utilizar sistemas adesivos
corretos

Como na Profunda
removemos somente a
parte amolecida e a com
aspecto de couro, mantendo
a parte firme e a dura,  Para tratar passamos
chamamos esse as brocas nas
procedimento de remoção paredes circundantes,
seletiva/parcial. mas na hora que for
(Manter a firma e dura remover a com
chama se remoção seletiva aspecto de couro na
das camadas de carie) parede de fundo,
removemos com
cureta para conseguir
Como é a remoção da carie? manter a parte firme
Pergunta de prova. da dentina

Como saber a profundidade


Aspectos Histológicos da cavidade? Fazendo uma
radiografia

Como tratar?
Para fazer remoção total
(cavidade medias e rasas)
 Removemos com
instrumentos
rotatórios
 Começamos com a
broca primeiro nas
paredes circundantes
e depois nas de
fundo.

Remoção parcial/seletiva =
remove a amolecida e em
couro e deixa a firme e a
dura
usamos a técnica de
intervenção mínima.
Pois estou deixando a
dentina firme que
teoricamente estão
saudáveis pois vemos
poucas bactérias e mais
remineralização.
continuará sendo primaria até o
A caneta de baixa rotação não é fechamento do ápice.
refrigerado para remoção de carie,
por isso o controle no pedal tem Dentina secundaria: é aquela após
que ser cauteloso, e além de o fechamento do ápice
controlarmos no pé, controlamos
no micro motor. Dentina esclerosada: É a dentina
Então na hora de remover a carie que vai ficando com os túbulos
colocamos a caneta na velocidade mais fechados em decorrência com
mínima, controlamos o pedal no pé a idade, mas ela é considerada
e fazemos movimentos sadia, somente fica atubular, pois
intermitentes. conforme vai formando dentina,
vai fechando os túbulos
Dentina dentinários.
Contém:
 Túbulos dentinários Dentina terciaria ou patológica:
 Dentina Peri tubular Dentina que se forma mediante a
 Dentina inter tubular estímulos que não são fisiológicos.
 Colágeno tipo I Exemplo: bruxismo, carie, trauma.
 Fluido dentinário Clinicamente é igual, mas vamos
desconfiar quando vermos um
jovem com a dentina assim, pois é
mais comum em idosos.

Pra ser patológico tem que ter


estímulos lesivos
Dentina Fisiológica Para ser esclerosada tem que ter
Conceito: É a dentina que vai ser estímulos fisiológicos.
estimulada através de estímulos
fisiológicos, e a polpa
consequentemente irá diminuir.

É a dentina que está diariamente


exposta a estímulos fisiológicos.

Estimulo fisiológicos: nossa


mastigação

Dentina fisiológica é dividida em:


 Primaria 2- Diminuição da quantidade de
 Secundaria bactérias
 Esclerosada
Dentina fisiológica primaria: Como diminuímos? Com a
Dentina que fica no fechamento do clorexidina, esfregando-a
ápice, se forma antes do nas paredes cavitarias para
fechamento da cavidade oral, transformar um esfregaço
de má qualidade =
quando a dentina erupciona, ainda
heterogêneo, sem forma,
em um de boa qualidade= Devemos usar as resinas de
com forma, sem sangue etc. alto escoamento dependendo
Pra que fazer o tratamento da largura e profundidade da
cavitário com clorexidina, se estrutura (resina flow)
vamos utilizar o ácido
ou seja, usamos a flow quando
fosfórico que removerá
as cavidades forem pequenas.
tudo?
Se forem maiores, usamos a
Para não deixar que as resinas convencionais.
bactérias entrem dentro dos
túbulos dentinários. Por isso Depois de colocarmos as
temos que tratar a camada resinas, selamos a área com
de esfregaço antes para não selante para aumentar a
comprometer a polpa, pois segurança e não quebrar.
reduz a quantidade de
bactérias. Nesse preparo, somente irá
mudar a forma de como vamos
fazer o preparo, mas os passos
Como calculamos a são os mesmos (profilaxia,
profundidade da cavidade? escolha da cor etc)
A rasa e a media vejamos
pela medida do limite amelo
dentinario Daí vamos com a broca esférica
em alta restauração (abertura
A profunda vemos pela em 45º).
quantidade de dentina
remanescente até a polpa Finalidade da abertura: fazer
uma pequena abertura para
travar a broca.

PROVA: QUAIS SÃO OS


REQUISITOS NECESSÁRIOS
NUMA ABERTURA E CONTORNO:
1- Refrigeração. Não podemos
fazer abertura e contorno sem
utilizar o alta rotação bem
05/08 refrigerado, para não esquentar
no dente e necrosar a polpa.
Restaurações
2- Broca tem que estar com
Preventivas com corte. Quando não está com
Resina Compostas corte, precisamos fazer mais
pressão, o que acaba sendo
e Selante ruim.

Restaurações preventivas
Resina é possível manter o
esmalte sem suporte da
Técnica Operatória:
dentina.
 Análise da Oclusão
 Profilaxia
Depois da abertura vem o  Escolha da cor
isolamento absoluto, ele é uma  Anestesia
forma de conveniência, ele não  Preparo cavitário com
faz parte do tempo operatório IAD 1191F (ultra-
conservadora)
 Isolamento absoluto
Tempos operatórios:  Remoção de tecido
cariado com ICR esférica
 Abertura e contorno
de aço
 Remoção de tecido
cariado (A broca 1191F pode ser
 Limpeza da cavidade substituída pela 1011)

Na prova operatória é assim


Mas na restauradora Às vezes, a cárie já sai na
abertura, mas se ficar resto de
cárie usamos a broca esférica
Indicações para o preparo de baixa rotação. (Brocas
conservador: pequenas)

 Cáries incipientes de
sulcos e fóssulas
Técnica Operatória
 Em sulcos e fóssulas
profundas (sulcos  Limpeza da cavidade com
profundos) clorexidina
 Em pacientes com baixo  Sistema Adesivo
índice de cáries, se o  Inserção da resina
paciente não tiver baixo composta de alto
índice de cárie, temos escoamento
que transformar o  Selamento da face oclusal
paciente em baixo índice  Remover o isolamento
primeiro. (Orientar dieta absoluto
e higiene oral)  Analisar a oclusão
Passar clorexidina 2% para
tratar a camada de esfregaço.
Contra indicações para o
Esfregando bem a cavidade
preparo conservador:
para fazer efeito. Após isso lavo
- Pacientes com alta incidência e seco a cavidade.
e cáries muito extensas.
Sistema adesivo: Ácido, primer
e bonder
Condicionamento ácido: 15 seg - Tem que ter pouca penetração
em dentina (não pode ser uma
Lava com spray ar/água por 20
cárie que está indo pra axial
seg de forma abundante.
(pro centro do dente)
Bolinha de algodão na cavidade
- A crista marginal tem que
para secar bem o esmalte,
estar integra pois é um preparo
retiro a bolinha, aplico o primer
que não rompe a crista
e bonder com microbrush,
marginal
esfrego por 20seg, jato de ar
por 5 seg e fotoativo por 20 - Dentes com perda óssea
seg.
- Se o dente estar giro vertido,
Onde está localizada as lesões ou se tenho a ausência de
de classe II? Proximais de dente vizinho para que eu
dentes posteriores consiga fazer a restauração
direta sem perder a crista
marginal.
 SLOT HORIZONTAL: O slot
horizontal, atualmente é
menos empregado. Este Fundamento do SLOT
por ser um preparo em HORIZONTAL: Manter crista
que o longo eixo da caixa marginal integra.
proximal encontra-se no
sentido horizontal,
garante a preservação da Para restauração de slot
crista marginal e ponto de horizontal utiliza-se a matriz
contato proximal. de poliéster
 SLOT VERTICAL (caixa
SLOT HORIZONTAL
proximal da classe II
convencional) O slot  Anestesia
vertical é um tipo de  Profilaxia e escolha da cor
preparo conservador em  Abertura e contorno por
que o acesso a cárie é vestibular ou lingual (IAD
realizado na crista 1011)
marginal, permitindo uma  Isolamento Absoluto
maior segurança durante  Remoção de tecido
o processo de remoção cariado
da lesão. Este preparo é o  Limpeza da cavidade
mais indicado para  Proteção do complexo
remoção de cáries dentinho polpa
proximais em dentes  Matriz e cunha
posteriores  Restauração
PROVA
HORIZONTAL:
Indicações:
Caso clínico onde está  Anestesia
localizado a cárie e temos que  Profilaxia e escolha da cor
definir  Abertura sobre a crista
marginal com iad 1011-
SLOT HORIZONTAL: tem que ter
contorno
extensão (temos que enxergar
 Isolamento Absoluto
a cárie)
 Remoção de tecido
Se a cárie estiver sendo vista cariado
apenas pelo raio x não dá, pois  Proteção do complexo
temos que posicionar a broca dentinho polpa
diretamente onde está a cárie.  Matriz e cunha
 Restauração
não pode ter os dentes vizinhos
A matriz muda no slot vertical,
fora essas indicações temos
usamos a metálica ou a
que ir pro slot vertical que tem
seccionada igual quando vamos
que romper a crista marginal.
fazer uma
Características finais SLOT restauração convencional.
HORIZONTAL- ICR1011
 Largura da caixa proximal
 Acesso proximal de acordo com a
Vestibular ou Lingual, extensão da cárie
abaixo da crista marginal  Profundidade 0,25 a
 Parede axial côncava 0,5mm ALÉM DO LIMITE
 Ângulos internos AMELO DENTINÁRIO
arredondados  Ângulos Internos
Arredondados
ausência de dente vizinho
indica o slot horizontal - Tratamento biológico do nosso
preparo cavitário: temos que
Slot Vertical: (quando tomar alguns cuidados
compromete a crista marginal)
Depois de fazer o acesso,
Indicações: removemos o tecido cariado com
uma broca em baixa rotação, essa
- Cárie na proximal, localizada broca não usamos refrigerada pois
abaixo do ponto de contato é em baixa rotação
- Cárie proximal com pequena - Diminuição da quantidade de
extensão para parede axial bactérias

- Ausência de cárie na face Fazemos a limpeza da cavidade,


oclusal diminuindo a quantidade de
bactérias diminuindo a cavidade
- Se houver uma cárie na face de esfregaço (tratando)
oclusal, deve haver
- Tratamento biológico
remanescente de estrutura
dental suficiente entre a caixa Dentro do tratamento biológico,
oclusal e a caixa proximal. está o selamento biológico.

SLOT VERTICAL:
Fazemos o selamento com nesse prolongamento, o paciente
sistemas adesivos. sente dor.
São 3 componentes do sistema Ex: pacientes com exposição da
adesivo: cervical, quando toma a água,
esse prolongamento contrai
1- -Acido
causando dor.
2- -Primer
3- e bonder  Ela também é permeável
Quando põe algo em cima, vai
direto para polpa (esponja), por
Adesão á dentina
isso devemos selar bem para que
Secamos com bolinha de algodão o paciente não sinta
pois a dentina tem que ficar dor/sensibilidade pós operatória
úmida.
Estrutura dentinaria:
Para fazer um selamento
- Hidroxiapatita (70%)
dentinário (proteção do complexo
dentinho-pulpar) temos que colar - Matéria Orgânica (18%)
uma coisa com a outra e assim
- Água (12%)
terá uma adesão de uma estrutura
a um material. Porque a adesão ao esmalte é
mais fácil que a adesão da
Quando o paciente faz uma
dentina? Pois o esmalte quase não
restauração e dói, é porque não
tem água. esmalte contém muito
selou a dentina corretamente.
pouca água, o que reduz a
necessidade de umidade na
superfície adesiva.

Mecanismo de adesão
Conceito de adesão: é a força de
atração entre moléculas, quando
7.000 túbulos por milímetro
estas são colocadas em intimo
quadrado que ocupa 1% da área
contato
Quando o dente está cariado, só
tiramos onde tem cárie e
deixamos onde tem tecido sadio. Dente com sangue, não vai ter um
bom mecanismo de adesão pois
O túbulo tem fluido dentinário
está contaminado
dentro, por isso a dentina é úmida.
A dentina mais próxima da polpa,
é uma dentina mais úmida pois
tem mais túbulos por metro
quadrado (60.000 mm²)
 A dentina tem uma
característica de vitalidade
Ela tem um prolongamento do
odontoblasto, e quando tocamos Como os sistemas adesivos
funcionam?
Componentes: Devemos esperar o
condicionamento ácido por
 Condicionador de esmalte e
15 segundos. Porque? Pois
dentina (ácido)
15 segundos é o tempo em
 Primer
que vamos conseguir uma
 Agente adesivo (bond)
profundidade de
Os sistemas adesivos sempre vão desmineralização correta
ter esses 3 em que o meu adesivo vai
componentes conseguir penetrar e selar
minha dentina.
Se deixar mais de 15 esta
desmineralização será mais
profunda e na hora que
passar o adesivo, esse
adesivo não conseguirá
penetrar até a profundidade
de desmineralização que
ficou por conta que passou
A- Condicionamento de mais de 15 segundos, não
esmalte e dentina fazendo efeito e o paciente
Colocamos antes pois ele terá sensibilidade pós
vai remover o smear operatória.
layer/esfregaço
E irá desmineralizar esmalte Deixamos mais tempo no
e dentina. esmalte, pois o esmalte é
mais mineralizado.
Na dentina peritubular tem 30s no esmalte 15s na
as fibras colágenas, o dentina.
adesivo irá conseguir ter
uma boa adesão onde tem
as fibras colágenas

Se secamos até desidratar a


dentina, as fibras irão se
grudar como um macarrão
sem molho (colabamento
das fibras colágenas)
Se acontece isso, o adesivo
não irá penetrar.
Por isso devemos deixar ela
úmida. Não pode deixar molhado
Pois se acontecer o também, então sempre
colabamento, o paciente secar o lençol, o dente do
terá sensibilidade pós lado
operatória.
Erros:
É nas fibras colágenas que o  Tempo (deixar mais
adesivo tem que penetrar que os 15s)
para ter uma boa adesão  Secar demais
Como se forma a camada
B- PRIMER (radicais hibrida? Como consegue o
hidrofílicos (afinidade com embricamento do colágeno?
água) e hidrofóbicos + Assim resposta acima.
solvente
Precisamos de 20s para ter
No momento em que toda essa reação.
esfregamos o radical Precisamos esfregar para o
hidrofílico do primer irá se radical hidrofílico reagir com
unir (reagir com a umidade a umidade e conseguir o
da dentina). Depois de selamento.
esfregar por 20s, damos um
jato de ar por 5s pois essa Em qualquer cavidade
umidade da dentina precisamos do selamento
evapora juntamente com o perfeito para ter a proteção
solvente pois o primer complexo dentino pulpar, e
reagiu junto com a dentina. além disso adesão ao
sistema adesivo.
Não deixar o frasco do
adesivo aberto pois ele
contém acetona e ele irá
evaporar.

C- AGENTE ADESIVO (BOND) :


EMBRICAMENTO NO
COLAGENO

O bond é hidrofóbico e por


isso não tem afinidade com
água, então no momento
que evapora o primer se
une ao bond, e leva esse Estratégias de adesão
bond para dentro das fibras
colágenas. No momento que Temos duas estratégias
penetra nas fibras,
fotoativamos. Quando 1- Condiciona e lava
fotoativamos conseguimos o Consiste em passar o Ácido
embricamento/ micro por toda cavidade por 15
embricamento no colágeno, segundos
ai conseguimos a adesão.
Ai sim o adesivo vai Lava e seca sem desidratar,
penetrar nas fibras somente deixar úmido e
colágenas, fotoativamos e o passamos o primer e o
adesivo gruda nas fibras adesivo. Essa estratégia
ficando tudo unido e aí pode se apresentar de duas
temos o embricamento formas comercialmente
colágeno nas fibras - Em 3 materiais: ácido +
colágenas (camada hibrida) primer + adesivo (multi-
passos)
Em um único frasco = acido condicionante faz a técnica
+ (primer + adesivo os dois seletiva, isso é, utilizar
juntos num pote só) frasco ácido fosfórico 37% apenas
único no esmalte e logo depois
passa o adesivo auto
Essa estratégia de condicionante no esmalte e
condiciona e lava é utilizada na dentina (essa técnica
para cavidades rasas e utiliza em cavidades
médias profundas), independente
se é um frasco ou 2.

Próxima estratégia
AUTO-CONDICIONANTE: E O
Auto- condicionante ESMALTE??
Monômero acidificado não é
Não temos mais o acido Suficiente para condicionar
separado, o acido fica Satisfatoriamente o
dentro do frasquinho do esmalte...
primer diluído assim sendo Solução: ácido no esmalte
um primer acidificado.
Então pode ser primer Então esse ácido que está
acidificado + adesivo (2 presente no primer
frascos) ou primer acidificado
acidificado e adesivo (1 é mais fraco
frasco). O condiciona e lava a força
O primer acidificado não é de adesão é maior
suficiente para condicionar
satisfatoriamente o esmalte Auto-Condicionantes
(mas para a dentina ele é
suficiente), sendo um pouco Técnica seletiva
mais fraco, pois diminuindo
os passos técnicos, diminui É o condicionamento com
os erros, assim sendo mais ácido fosfórico somente no
fraco para não ter risco de esmalte
uma sensibilidade pós-
operatória. Utilizado para cavidades
Porém, sua adesão é mais profundas. Esse é o meu
baixa do que na outra sistema adesivo de escolha,
técnica. Quando se usa essa pois corremos um menor
estratégia de auto risco de sensibilidade pós
operatória.
Em medias e rasas usa o Tem uma união mecânica e
condiciona e lava química por conta dos
monômeros MDP

adesivos fabricados para ser


utilizado nas 2 estratégicas,
a condiciona e lava ou a
auto-condicionante. É
apenas 1 frasco. Forma
tanto uma adesão mecânica
(o bond penetra nas fibras
colagenas fazendo o
embricamento) quanto uma
adesão química (o adesivo
se junta com o cálcio), mas
as outras 2 estratégicas são
melhores do que o
adesivo universal.

Adesivos universais
São adesivos que foram
fabricados para servirem
para as duas estratégias
Pode pôr o ácido na
cavidade toda
Ou como estratégia
condicionante lava e seca.

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