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Segurança e Eficiência em Pulverizadores

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Alex Rogus
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Pulverizadores

MF8225 /9330/9335

Operação, manutenção e especificações


técnicas

Versão: 2022.04
Brasil
Regras importantes para a realização das praticas:

 Não utilizar marreta de ferro em componentes que possam danificar com o impacto.

 Não danifique os componentes mecânicos, hidráulicos, elétricos.

 Manter as ferramentas gerais e especiais limpas e organizadas.

 Não utilize ferramentas especiais e gerais para fazer alavancas e mantenha longe de
possíveis quedas de componentes.

 Verifique se alguém esta próximo antes de mover, bater, retirar qualquer tipo de
componentes.

 Os componentes são pesados, cuidados com as mãos e pés.

 Antes de ligar as maquinas verifique se não tem ninguém por perto, buzine antes.

 Cuidado com altas pressões hidráulicas.

 Sempre comunique uma ação aos colegas antes de fazer.

 Utiliza luvas e óculos para realizar os procedimentos.

 Sempre limpe derramamentos de graxa e óleo no chão.

 Caso algum aparelho/ferramenta venha a ser danificado comunique imediatamente o


facilitador.

 O carrinho de Ferramentas é de uso comum e será compartilhado entre os grupos.


Organizem-se para compartilhar as ferramentas.

 Durante as atividades de campo com maquinas agrícolas , preze pela sua segurança e
pela segurança dos colegas. Mantenha a maquina limpa e organizada.

 Antes de solicitar o auxilio do facilitador esgote o assunto/duvidas dentro do grupo e


inclusive junto ao outro grupo. Esse é um bom momento para troca de experiências.

 Permita que todos os integrantes do grupo possam opinar e executar as práticas. O grupo
é responsável pelos integrantes e por garantir que todos obtenham o conhecimento.

 O caderno tem muitas linhas em branco. Aproveite para anotar o máximo de informações
possíveis. Ele será seu guia nas atividades do dia-a-dia.

2
Segurança Operacional

O trator proporciona grandes benefícios ao homem, mas podem causar


danos materiais e pessoais. Para preveni-los siga as algumas
orientações a seguir.
• O operador deve estar familiarizado com todos os comandos e
controles da máquina antes de operá-la.
• Antes de trabalhar com implementos, faça uma leitura do manual de
instrução, fornecido pelo fabricante, pois certos instrumentos
requerem técnicas especiais de operação.
Leia o manual do operador
• Sempre eu qualquer tipo de deslocamento, use o cinto de
segurança.
• Acesse a plataforma de operação pelo lado esquerdo do trator e não
segure no volante.
• Desça sempre de costas colocando as mãos nos apoios e os pés nos
degraus.
Utilize o cinto de segurança
• Mantenha a plataforma do operador e os degraus livres de graxa,
lama ou sujeira.
• Não sobrecarregue o trator ou opere com implementos fora das condições de segurança, ou sem
manutenção adequada.
• Mantenha sempre os decalques de segurança limpos, legíveis e troque-os quando se danificarem.
• Não efetue operações de manutenção quando o motor estiver funcionando.
• Nunca utilizar equipamentos hidráulicos para trabalhar em baixo do trator, use calços reforçados
para suportar o peso da máquina.
• Nunca faça reparos nas mangueiras ou conexões do sistema hidráulico quando ele estiver sob
pressão, ou com o motor do trator funcionando, (um jato sobre pressão pode perfurar a pele,
provocar irritações ou graves infecções).

Cuidado ao manusear componentes com pressão

3
Segurança Operacional

• Cuidado ao remover a tampa do radiador com motor quente. Espere que o motor esfrie para
abri-la, cubra com um pano e gire-a até o primeiro estágio para aliviar a pressão.
• Nunca fume quando estiver abastecendo o trator ou trabalhando em seu sistema de
combustível.
• Ao manusear bateria, não provoque chamas, faíscas, evite o contato da solução com roupas e a
pele, pode haver risco de queimaduras graves.
• Ao remover os cabos da bateria retire primeiro o cabo negativo e depois o positivo, ao conectar
• proceda à operação inversa.
• Ao parar o trator desligue o motor e aplique o freio de estacionamento antes de descer do
trator.
• Jamais permaneça com o motor em funcionamento em locais fechados, os gases do
escapamento podem causar sérios riscos à saúde do operador.
• Não desloque com o trator em velocidades excessivas.
• Ao descer ladeira utilize o freio motor e os freios do trator, jamais
pise na embreagem ou desça em ponto morto.
• Não transporte pessoas no trator
• Pare o motor e espere que o eixo da TDP pare de girar, antes de
Não exceda o limite de velocidade

acoplar ou desacoplar o equipamento por ele acionado.


• Não se aproxime da TDP utilizando roupas largas ou folgadas que possam se prender em
qualquer uma das partes rotativas.
• Desligue sempre a tomada de potência quando não estiver utilizando a mesma.
• Quando a tomada de potência não estiver sendo utilizada mantenha o protetor no seu lugar.

Cuidado ao operar com a TDP

4
O Porque pulverizar?
Com o crescente desenvolvimento da agricultura mundial, naturalmente ocorre
também o aumento das infestações e doenças na lavoura, o que pode gerar
grande prejuízo e desabastecimento de produtos. Com isso, faz-se necessário o
uso de defensivos agrícolas que tem a intenção de realizar um tratamento
fitossanitário na cultura. A disseminação desses defensivos, comumente, é
realizada através de uma maquina que realiza uma pulverização desses produtos
visando garantir bons resultados agronômicos.

Aplicação de defensivos

Máquina

Produto Alvo
Porque pulverizar?
Tecnologia de aplicação

Maior
Maior eficiência
área da na
Com o superfície distribuiçã
mesmo tratada o do
volume produto
de líquido

Pulverização: processo mecânico de particiona uma grande quantidade de agua, e produz as gotas.

Aplicação: Processo físico de transporte de um produto químico que está no pulverizador para uma
local onde ele terá um efeito biológico (controle de pragas).

Usamos o processo de pulverização para poder realizar uma boa aplicação.

PULVERIZAÇÃO APLICAÇÃO

Produzir Colocar o produto no


Gotas alvo
Defensivos agrícolas são produtos químicos, físicos ou biológicos usados no controle de seres
vivos considerados nocivos ao homem, sua criação e suas plantações. São também conhecidos
por agrotóxicos, pesticidas, praguicidas ou produtos fitossanitários.

Maneira como os defensivos atuam no combate às pragas


(modo de ação):

Produtos de Contato: são aqueles que agem externamente


no vegetal, tendo necessariamente que entrar em contato com
o alvo biológico.

Produtos Sistêmicos: são aqueles que, quando aplicados nas


plantas, circulam através da seiva por todos os tecidos
vegetais, de forma a se distribuir uniformemente e ampliar o
seu tempo de ação.

 Definir o alvo e conhecer seu comportamento


•Praga (lagarta, percevejo, etc)
•Erva daninha (folha larga, folha estreita)
•Doenças (fungos, bactérias, etc)

 Conhecer o produto a ser aplicado e o modo de ação


•Fungicida (contato, sistêmico)
•Inseticida (contato, fisiológico)
•Herbicida (pós emergente, pré emergente, contato, sistêmico)

 Momento certo para aplicar


Índice de infestação
Manhã, tarde, noite
Condições climáticas

 Escolher a ponta de pulverização


Gota fina
Gota média
Gota grossa

 Boa cobertura
•Velocidade de aplicação
•Dosagem correta
•Sobreposição
•Faixa sem aplicação
Perdas durante a pulverização
Deriva aerotransportada
Deriva por evaporação
Escorrimento
Fatores climáticos
Timing
Aplicação fora do alvo
Equipamento em mau estado
Velocidade de aplicação
Altura de aplicação
Composição da calda de
aplicação
Dentre outras...

Fonte: Spray Drift Task Force

Deriva = Movimento físico do produto fitossanitário através do ar no momento da


aplicação, ou logo após ela, para fora do alvo escolhido (cultura, planta, área,
etc..). “
National Coalition on Drift Management
Deriva

Porque se preocupar?
• Reduz o controle de pragas
• Desperdício de produto químico
• Danos a culturas vizinhas
• Demandas na justiça - Elevação nos
custos de produção
• Impacto ambiental: Qualidade da água e
do ar
• Imagem negativa dos defensivos pela
população
Deriva na aplicação de herbicidas:
• Pulverizações próximas à áreas populosas

Evaporação

Deriva

Escorrimento

PRODUZIR GOTAS

PERDAS POR
EVAPORAÇÃO
E DERIVA

PULVERIZAÇÃO

COLOCAR O PRODUTO
NO ALVO

VENTO
TEMPERATURA
UMIDADE RELATIVA APLICAÇÃO
Condição climática
Temperatura, UR% e velocidade do vento ao longo do
dia
60,0 °C 90,0%
80,0%
50,0 °C
70,0%
40,0 °C 60,0%
Temperatura

UR%
50,0%
30,0 °C
40,0%
(°C)

20,0 °C 30,0%
20,0%
10,0 °C
Recomendado Não recomendado Recomendado 10,0%
0,0 °C 0,0%
0:00
1:00
2:00
3:00
4:00
5:00
6:00
7:00
8:00
9:00
10:00
11:00
12:00
13:00
14:00
15:00
16:00
17:00
18:00
19:00
20:00
21:00
22:00
23:00
23:59
Horas do dia

Monitoramento para reduzir as perdas por deriva e


evaporação:

Temperatura
Kestrel 5500 10°C < T <
30°C
Ideal = 20°C
Vento
Entre 2 e 10km/h
Umidade Relativa do ar
50% < UR < 95%
Ideal = 70-80%
Influência do clima na pulverização
Baixa temperatura Alta temperatura
Alta umidade Baixa umidade do ar

Vento
Vento

Desaparecem

Tempo de vida e distância de queda das gotas em duas situações climáticas

Condições Ambientais
Tamanho das Gotas Temperatura = 20 °C Umidade Temperatura = 30 °C Umidade
Relativa = 80% Relativa = 50%

Tamanho Tempo até Distância de Tempo até Distância de


Diâmetro inicial
Relativo extinção queda extinção queda

50 μm 12,5 seg 0,13 m 3,5 seg 0,032 m

100 μm 50,0 seg 6,7 m 16 seg 1,8 m

200 μm 200,0 seg 81,7 m 65,9 seg 21,0 m

Condição climática Boa x Ruim


Duas passadas do pulverizador:
A – 17:42 hs TEMP = 29,2 C UR = 58,4%
B – 11:24 hs TEMP = 32,8 C UR = 39,7%

A B
Inversão térmica
Inversão térmica é um fenômeno meteorológico em que o ar próximo
ao solo apresenta uma temperatura menor que as camadas de ar
superiores. Esta condição causa a suspensão de gotas de menor
diâmetro
Fenômeno climático caracterizado por:

- Ausência de ventos
- Ausência de troca entre as camadas de ar

Para escolher uma ponta...


Condição climática: condições medias da região de acordo com o horário
Tipo do alvo: Onde o produto precisa chegar (solo, folhas, baixeiro, etc.)
Modo de ação do produto: Produto de contato ou sistêmico (acropetal/basipetal)
Prescrição: Qual o volume de calda recomendado pelo agrônomo
Cobertura: Número mínimo de gotas por cm² necessário para produzir efeito desejado

Mesmo volume de produto:


Dividir uma gota pelo metade
do seu diâmetro, resulta em 8
vezes o numero de gotas
400µ 200µ 100µ
m m m
Tamanho de gota
• Antes de escolhermos a ponta,
precisamos entender sobre o tamanho
de gota;
• O tamanho da gota é de acordo com o
seu diâmetro;
• Pontas de pulverização formam gotas
de diferentes tamanhos em um único
jato
• O que determina em catalogo o
tamanho de gota é um fator chamado
de DMV

O DMV é um parâmetro usado que indica o tamanho das gotas que a ponta gera. Diâmetro que
divide o volume pulverizado em duas partes iguais, isto é, metade do volume pulverizado está
contido em gotas menores que este diâmetro e a outra metade em gotas maiores que este
diâmetro

50% do volume 50% do volume


DMV
Identificação do tamanho de gota
DMV= 275 µm
40 PSI

• American Society of Agricultural and Biological Engineers (ASABE) Standard S-572.1 – Foco no
potencial de deriva
• British Crop Protection Council – BCPC – Foco na eficacia do produto

Padrão de gotas conforme pressão


no circuito de pulverização

• American Society of Agricultural and Biological Engineers (ASABE) Standard S-572.1 – Foco no
potencial de deriva
• British Crop Protection Council – BCPC – Foco na eficacia do produto
Tamanho de gota

40 l/ha 80 l/ha 120 l/ha

Fina

Tamanho das Gotas: Pressão


Média

Grossa

Muito
Grossa

Extrem.
Grossa

Quantidade de Gotas: Taxa

Classe de tamanho de gotas

GOTAS MUITO FINAS GOTAS FINAS GOTAS MÉDIAS GOTAS GROSSAS GOTAS MUITO
GROSSAS

Exemplos de visualizações no papel sensível


Condição climática VS Tamanho de gota

AUMENTO NO TAMANHO DE
GOTAS

AUMENTO EM PENETRAÇÃO E
COBERTURA

DIMINUIÇÃO NO POTENCIAL DE
DERIVA

DMV= 200µm DMV= 300µm DMV= 400µm

Qual o tamanho de gota ideal Volume Volume 2X Volume 2X


em uma pulverização??? 2X 76 32
258 gotas/cm2 gotas/cm2
gotas/cm2
 Pequena o suficiente para
produzir boa cobertura.
 Grande o necessário para
provocar menor perda por deriva
e evaporação.
Estudo da ponta de pulverização

Corpo

Filtro
Anel de vedação
• Determina a vazão (volume aplicado
Ponta • Produz as gotas com tamanho desejado
• Distribui a pulverização (uniformidade)

Capa

Marca
Vazão nominal de 0.2 galões por
minuto a pressão de 40 PSI

Aplicação área total


Ângulo de pulverização de 110°

Codigo de Cores ISO Pressão Vazão da ponta


01 40 PSI (2.8 bar) 0.10 GPM (0.38 l/min)
015 40 PSI (2.8 bar) 0.15 GPM (0.57 l/min)
02 40 PSI (2.8 bar) 0.20 GPM (0.76 l/min)
025 40 PSI (2.8 bar) 0.25 GPM (0.95 l/min)
03 40 PSI (2.8 bar) 0.30 GPM (1.14 l/min)
04 40 PSI (2.8 bar) 0.40 GPM (1.52 l/min)
05 40 PSI (2.8 bar) 0.50 GPM (1.89 l/min)
06 40 PSI (2.8 bar) 0.60 GPM (2.27 l/min)
08 40 PSI (2.8 bar) 0.80 GPM (3.03 l/min)
10 40 PSI (2.8 bar) 1.00 GPM (3.79 l/min)
15 40 PSI (2.8 bar) 1.50 GPM (5.68 l/min)
20 40 PSI (2.8 bar) 2.00 GPM (7.57 l/min)
Uniformidade de aplicação
Distribuição individual:
Ponta de jato leque  acúmulo no centro Distribuição na barra
CV = Coeficiente de variação

Distribuição Individual

DISTRIBUIÇÃO: Forma do jato e sua respectiva distribuição volumétrica

Uniformidade transversal: Ao longo de toda a barra de pulverização

Jato - Distribuição de cada ponta


plano - Distancia entre os bicos na
comu barra
m - Altura de pulverização

Uniformidade transversal: Ao longo de toda a barra de pulverização

E E E
1 1 1

H
Uniformidade da aplicação

Boa distribuição Distribuição Irregular Distribuição muito irregular


- Boa relação espaçamento - Barra muito baixa - Pontas diferentes
e altura - Espaçamento entre bicos - Pontas danificadas
- Pontas novas variados - Grandes oscilações na altura
- Pouca oscilação da barra - Pontas desgastadas da barra
Uniformidade da aplicação

50 l/ha a 6 50 l/ha a 6
km/h km/h
Pressão: 4bar Pressão: 4bar
Altura da barra: Altura da barra:
70 cm do alvo 120 cm do alvo

Catalogo com tabelas das vazões dos bicos


Escolha de ponta

Faixa de pressão permitida Taxa de aplicação


Espaçamento entre bicos em Litros por
hectares
Velocidade de trabalho Capacidade de um bico em
desejada Litros por minuto

Determinação da Vazão requerida pelo bico:

Vazão 
Taxa de Aplicação  Velocidade  Espaçamento entre bicos 
60.000

 L   Km 
    cm 
L
  ha   h 
Min 60.000

1o Passo: Determinação da vazão [L/min] do bico conforme a aplicação


desejada.

2o Passo: Determinar os bicos que são possíveis conseguir esta vazão.

3o Passo: Utilizar os bicos evitando as pressões extremas.

Ex: Aplicação de 100 L/ha a 11 Km/h.

L / ha  Km / h  cm 100 11 50,8 55.880


L / min     0,931 L/min
60.000 60.000 60.000
Escolha de ponta

Modo de ação do
defensivo?
Contato/Sistêmico

Quais as condições
climáticas?
Temperatura; Umidade;
Vento

Qual o estágio da
lavoura?
Aberta/Fechada

Condições do terreno?
A velocidade varia muito?
Para mais ou para
menos?

SOJA
(Imagens ilustrativas)

A vazão da ponta é meramente ilustrativa. O usuário deverá escolher a vazão adequada ao seu volume de aplicação.
Fungicidas, inseticidas e produtos de
contato:
> 50 gotas/cm²

(1 cm²)

Herbicidas Sistêmicos e de
solo:
> 25 gotas/cm².

(1 cm²)

Recomendação de pontas

Aplicações gerais:
Dessecação
Inseticidas,herbicidas e
e
fungicidas.
Pré-
emergentes
(Pontas de Indução de (Pontas leque com pré-orifício
ar) ou 3D)

Inseticidas e fungicidas
lavouras fechadas

(Duplo Leque  Gotas médias > 80 l/ha


Cone vazio  Gotas finas)
Especificações técnicas
Classe • < 2.300 litros BS2225 MF
I H 8225

Classe • 2.300 < 3.000 litros


II

Classe • 3000 < 3.800litros


III

Classe • 3.800 < 4.500 litros MF


9330/9335
BS3330H/3335
H
IV

Clas • > 4.500 litros


se V
Tendência de crescimento na Classe IV nos
próximos anos!!

Motor
Características Gerais
Pulverizador CLASSE III CLASSE II
Marca AGCO POWER AGCO POWER
Modelo 66 CW3 49 CW3
Potência Máxima @1900 rpm
200 cv 174 cv
(ISO 14396)
Torque Máximo @1500 rpm 790Nm 675 Nm
Aspiração de Ar Turbo Aftercooler Turbo Aftercooler
Número de cilindros/cilindrada 6 / 6600 cm³ 4 / 4900 cm³
Ordem de Injeção 1-5-3-6-2-4 1–2–4-3
RPM Marcha lenta 850 RPM 850 RPM
RPM Maxima (sem carga) 2200 RPM 2200 RPM
Folga de Válvulas Frio/quente Frio/quente
Admissão 0,35 mm 0,35 mm
Escape 0,35 mm 0,35 mm
Chassi

- Chassi Flex Frame (Flexível);


- Confeccionado em aço liga estrutural com alto nível de resistência;
- Chassi em vigas “C”, possui somente uniões por parafuso, sem o uso de solda
- Fixação do tanque de calda não é rígida em relação ao chassi.

Suspensão Pneumática

Classe II – Suspensão Passiva


Classe III – Suspensão Ativa

 Controle independente:
- 4 válvulas individuais e automáticas de regulagem de
altura;
 Circuito pneumático dedicado:
- Pressão de trabalho: 8bar;
- Reservatório: 20l;
- Filtro secador com purga automática
 Barra estabilizadora*
Especificações técnicas
Rodados

 Adequação aos diferentes tipos de cultura;

 Vão livre mais alto;  Maior estabilidade em


terrenos difíceis;
 Menor amassamento
da cultura devido à  Menor compactação do
largura reduzida do solo devido à maior
pneu; área de contato;

 Pneu radial – elevada  Pneu diagonal


capacidade de carga
 Pressão de trabalho:
380/90R46 (Grãos)  Pressão de trabalho: 18.4 – 34 (Cana-de-açúcar) 32psi
Standard 52psi Opcional
Rodados

Goodyear (Standard) Pirelli (Premium)


Ultra Sprayer IF 380/80R38 154D PHP:1N IF 380/80R38 155D
• R1 (39 mm de sulco) • R1W (52 mm de sulco)
• 21 barras no diâmetro • 27 barras no diâmetro

Especificações técnicas
Tanques e reservatórios Capacidades reservatórios (litros)
Combustível 365
Sistema de lubrificação do motor 16 - 24,7
Arrefecimento do motor 20
Óleo hidráulico 200
Redutores finais 1 - 0,8/ redutor
Tanque de calda 2500, 3000 ou 3500
Água limpa 240 + 40
Incorporador 26,5
Especificações técnicas
Bombas hidráulicas
Bomba de carga
ou bomba auxiliar
Fornece óleo para Fornece óleo
bomba centrifuga para direção;
cilindros
abertura e
fechamento de
32,3cc barras e bitola
16cc

90cc
90cc

Bomba
Engrenagem
Bomba 2
Bomba Engrenagem
Bomba Hidrostátic 1
Hidrostátic a2
a1

Transmissão
Sistema de Transmissão
Tipo Hidrostática Cruzada
Marca e bomba Rexroth; Dupla, de deslocamento variável acionamento por cabo
Capacidade de Bomba 90cc/rot
Tipo de Motor Hidráulico Pistões axiais de deslocamento variável
Redutores finais (Classe III) 22,6:1 Dianteiros; 26,4:1 Traseiros
Redutores finais (Classe II) 19:1 Dianteiros; 31:1 Traseiros
Capacidade do Motor Hidráulico 55cc/rot
Número de Marchas 3L/M/H
Pressão de Trabalho 450 bar
Qtde de Filtros 2 filtros de sucção / 2 filtros de pressão / 1 filtro de retorno
Transmissão
• Cruzada integral (100% do tempo)
- Sem necessidade de bloqueio
• 2 bombas de pistões axiais variáveis
- Circuitos independentes
• Freios:
- Serviço: Hidrostático
- Estacionamento: pacote de discos (eletro-
hidráulico)
Capacidade de rampa
Modelo Inclinação
BS2517H;
30% 16,7°
MF8125
BS2225H;
32% 17,7°
MF8225
BS3330H;
28% 15,6°
MF9330
BS3335H;
26% 14,5°
MF9335

Chave Geral

• Localizada na parte frontal da máquina;


• Desligar quando máquina fora de uso;
• Desligar para executar manutenções.

Máquina sem funcionamento a chave


geral deve sempre ser mantida
DESLIGADA. Devido o consumo de
energia pelos módulos eletrônicos,
podendo esgotar a carga da bateria.
Operação
Controles e comandos – Classe II

 1 – Manômetro pressão 1
 2 – Volante de direção
2 6
 3 – Chave de partida
 4 – Botão do pisca-alerta
 5 – Alavanca de comandos 5
3
 6 – Luzes
4

Controles e comandos – Classe III

1
 1 – Manômetro pressão 6
 2 – Volante de direção
 3 – Chave de partida 7
2
 4 – Botão do pisca-alerta
5
 5 – Alavanca de comandos 3
4
 6 – Luzes
 7 – Freio de Estacionamento
Operação
Controles e comandos
8

 8 – C3000: Controle de
Pulverização
 9 – C1000: Status e
diagnósticos da máquina 9
 10 – Manche
1
0

C-3000

 Tela sensível ao toque de 12,1”


 Controle das funções:
• Pulverização;
• Controle automático das seções de
barras;
• Mapeamento (GPS);
• Piloto automático.

C
3000

C-1000

 Sistema de gerenciamento;
 informações relativas ao funcionamento da máquina:
• Indicador de alarmes (motor e transmissão);
• Indicador de marchas;
• Velocidade;
• Rotação do motor;
• Temperatura do óleo hidráulico;
• Temperatura de arrefecimento do motor;
• Nível de combustível;
• Diagnóstico eletrônico;
• Sensor de altura NORAC.
Operação
Controles e comandos

Modelo Antigo

Modelo atual

Controles e comandos

 11 – Botão de aceleração
1
 12 – Descanso do braço direito 4 1
 13 – Tecla de velocidades 8
1
 14 – Controle de seções 1
1 1
 15 – Ajuste de Bitola 9
3 1
 16 – Agitação 5
 17 – Modo Transporte (segurança)
1
 18 – Freio de estacionamento 6
1
 19 – Tecla de acionamento de sinal 2 1
 20 – Painel de controle de barras 7 2
0

Controles e comandos

Este conjunto é formado pelas funções:

1. Buzina
2. Indicador de mudança de direção
3. Limpador de para-brisa
4. Lavador dos para-brisas dianteiro Alavanca de Comandos

NOTA:
O reservatório de água do
limpador de para-brisa está
localizado no lado esquerdo
da cabine. Mantenha-o
cheio junto com anti- Reservatório do
congelante. Limpador
Operação
Controles e comandos - Teto
1 3
1. Saídas de ar
2. Luz de cortesia (teto)
3. Espaço reservado para
4
instalação de rádio 2
4. Autofalantes
5. Fluxo de ar
6. Ajuste do fluxo de ar 1 6 5

Controles e comandos
9
(9) Porta-objetos 1 9
Os pulverizadores vêm equipados com
0
diversos porta-objetos que facilitam o
trabalho, e fornecem mais comodidade.
9
(10) Tomada elétrica
Saída elétrica de tensão 12V e corrente
de 5 a 8,5 A.
1
(11) Conectores de diagnósticos 1
Conectores para ferramenta de
diagnósticos EDT.
9
9

Extintor

 Localizado do lado esquerdo


do operador dentro da cabine.

 Observe sempre sua carga e


validade ao utilizar a
máquina.

 Utilize-o somente em casos


de emergências.
Operação
Caixa de ferramentas

Localizada na parte externa da máquina,


ao lado da estação de recarga, possibilita a
acomodação de várias ferramentas úteis
para uma possível manutenção.

Luzes e sinalizadores 3 1 3 4
4

Faróis e Sinaleiras
1 - Faróis dianteiros de trabalho
2 - Faróis dianteiros (ou faróis de tráfego)
3 - Sinaleiras dianteiras 2 2
4 - Luzes indicadoras de direção (pisca) dianteiras
5 - Faróis do descanso da barra 8
6 - Luz da estação de recarga 6
7 - Faróis traseiros de trabalho 7
8 - Sinalizador Giroflex
9 - Faróis de trabalho da barra
10 - Luzes indicadoras de direção (pisca) traseiras
11 - Luzes de freio
1 1
0 1 1 0
9
1 1

Antena e controlador
(piloto automático)
ligados

Antena ligada

Primeiro estágio
desligado em
transporte

Freio de Estacionamento Autoguide


(Tecla com Trava) (Piloto Automático)
Aciona freio de estacionamento
Acelerador e escada simultaneamente
Operação
Empurrar o botão Apertar o botão
laranja para cima para liberar
Botão do piloto
automático

Comandos do Chassis classe III

Travamento de barra (opção de barra 24m)


para aplicação em meia barra Cana.

Manche

Manche de acionamento das bombas hidrostáticas via


F cabo

R
Importante

Em operação e situações de manobra, coloque o motor


em alta rotação, e controle a velocidade de
deslocamento no manche.

Comandos
Seleção de Marchas
Recomendação de trabalho e transporte:

• Operação: não exceder 30 km/h utilizar marchas 1 e 2


• Transporte: não exceder 46 km/h podendo usar a
marcha 3
Velocidade (km/h)
Pneu
Marcha Uso
18.4 -34 380/90 R46 380/80R38
1 19 21 16 Operação
2 29 32 21 Operação
3 40 46 38 Transporte
Operação
Comandos da barra

Painel da
Coluna
1. Abre a ponteira esquerda;
2. Abre a ponteira direita;
3. Fecha a ponteira
esquerda;
4. Fecha a ponteira direita;
5. Abre a barra esquerda;
6. Abre a barra direita;
7. Fecha a barra esquerda;
8. Fecha a barra direita;
9. Faróis de trabalho
dianteiros;
10. Faróis de trabalho
traseiros;
11. Sinalizador Giroflex;
12. Limpa barra não utilizado.

Comandos da barra

Manche (Funções de Barra e Pulverização)

9 1. Liga/Desliga pulverização
5 7 2. Indicador de pulverização
2 3. Levantar barra esquerda
3
4. Baixar barra esquerda
1 10
6 8 5. Levantar quadro central
4 6. Baixar quadro central
7. Levantar barra direita
8. Baixar barra direita
9. Indicador de piloto automático
[Link] piloto automático

Comandos da barra
Procedimento de Abertura de Barras

Os movimentos nas barras sempre devem ser


realizados simultaneamente, no que diz respeito
aos lados direito e esquerdo.

1. Levante as barras direita e esquerdo, tirando-as


do descanso de barra (15)
2. Abra as barras simultaneamente (5 e 6)
3. Baixe o quadro (14)
4. Abra as ponteiras simultaneamente (1 e 2)
13 5. Nivele as barras (16)
15 15

16 14 16
Operação
Comandos da barra

Procedimento de Fechamento de Barras

Os movimentos nas barras sempre devem


ser
realizados simultaneamente, no que diz
respeito
aos lados direito e esquerdo.

1. Feche as ponteiras simultaneamente (3


e 4)
2. Suba o quadro (13)
15 13 15 3. Suba as barras (15)
4. Feche as barras simultaneamente (7 e
8)
16 14 5. Baixe e descanse as barras direita e
16
esquerdo, no suporte

2 Controle de Seções de Barra


CLASSE II 7 SEÇÕES

1) Bico de Acabamento de
1 3 barra LE (opcional);

2) Desliga e liga seções de


1 a 7 (uma por vez);

3) Bico de Acabamento da
barra LD (opcional);

Chaves 1 2 3 4 5 6 7
Seções 1 2 3 4 5 6 7

3 Controle de Seções de Barra


CLASSE 3 – 9 SEÇÕES

1) Bico de Acabamento de barra


1 5 LE (opcional);
2) Desliga liga seções 1 e 2;
3) Desliga e liga seções de 3 a 7;
4) Desliga e liga seções 8 e 9;

2 4 5) Bico de Acabamento da barra


LD (opcional);

Chaves 1 2 3 4 5 6 7
Seções 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Operação
Estação de recarga

Estação de Recarga

5
4 6 1. Alavanca de seleção
2. Posição de pulverização
3. Posição de abastecimento via edutor
10
químico
7 4. Acionamento da válvula de controle
3 da bomba de produto
5. Posição de Limpeza do Tanque
1 6. Velocidade do agitador
7. Posição de abastecimento via bocal
8. Bocal de abastecimento
9 9. Torneira de água limpa
2
8 10. Pressão do bico de lavagem

Bitola e Vão Livre

 Adaptabilidade a diferentes tipos de


cultura

 Fácil operacionalidade

 Ajustes:
• Mecânico: Classe 2
• Hidráulico: Classe 3

Rodado Vão livre (m) Bitolas (m)


380/80 R38 1,5
380/90 R46 1,65 2,8 à 3,4*
18.4 -34 1,54

Recomendação: Usar sempre a maior bitola possível!!

Bitola

O tanque deve de preferencia estar vazio

Velocidade de 5km/h

Bitola Classe II – Mecânica


Manutenção
Preventiva

Antes de dar a partida

1 - Examine todos os sistemas em busca de 9 - Verifique o aperto das porcas de fixação das
eventuais vazamentos. rodas, a fixação correta das braçadeiras das
2 - Verifique o nível óleo hidráulico. mangueiras, as conexões, as ligações elétricas e o
3 - Verifique o nível da água do sistema de funcionamento dos instrumentos do painel.
arrefecimento do motor. 10 - Verifique se todos os sistemas do pulverizador
4 - Verifique o estado e a tensão das correias do estão adequados ao trabalho que será realizado.
ventilador e do compressor. 11 - Verifique possíveis vazamentos no sistema da
5 - Verifique o nível do óleo do motor. pulverização para evitar a contaminação do solo e
6 - Verifique a quantidade de combustível nos intoxicações.
tanques. 12 - Além dos ajustes no pulverizador, você deve
7- Drene o pré-filtro de combustível. saber como proceder com segurança no manuseio
8- Lubrifique os pinos de articulação do produto químico a ser utilizado.

Teste do filtro de carvão ativado

Aplique spray de desodorante de ambiente próximo ao filtro


de carvão ativado com a cabine toda fechada, ar
condicionado e uma pessoa dentro.
Se o cheiro for percebido dentro da cabine, dois problemas
podem estar acontecendo:

• Problema com o filtro de carvão ativado da cabine


• Problema com a vedação da cabine
Manutenção
Óleos e lubrificantes
Lubrificantes, combustível e aditivos
Unidade Capacidade Especificação Utilizado na fabrica
Valtra Engine Ultra / MF Engine
Motor (C2/C3) 16L / 24,7 L com filtro SAE 15W-40 API CL-4
ultra
Valtra Engine Premium/ MF
Motor (C2/C3) 16L / 24,7 L com filtro SAE 10W-40 ACEA E7
Engine Premium
Reservatório Valtra Hydraulic Max 68 / MF
200 Litros ISO VG68
hidráulico Hydraulic Power Plus
Redutores 0,8 L (Cada redutor) / 1L ISO VG220 Shell Omala S4GX220
Graxa de Lítio Tipo EP
Graxa Conforme necessário Shell RETINAX WB
NLGI 2
Óleo Diesel com Teor de
Combustível 365 litros Shell Formula Diesel
enxofre máximo de 0,5%
20 l Preencher até o nível Água com aditivo
Sistema de Fluído para Radiadores
indicado no reservatório de anticongelante à base de
arrefecimento Shell
expansão etilenoglicol
Manutenção

Padrão de manut. (hs) Padrão de manut. (hs)


ULTRA 100* 300 600 120 PREMIUM 100* 300 600 120
0 0
Óleo Engine Ultra X X Óleo Engine Ultra X X
Filtro de óleo do motor X X Filtro de óleo do motor X X
Pré filtro de combustível X Pré filtro de combustível X
Filtros combustível X Kit filtros combustível X
Filtros primário e X Filtros primário e X
secundário secundário
Liquido de arrefecimento X Liquido de arrefecimento X
Óleo hidráulico X X Óleo hidráulico X X
Filtro reservatório X X Filtro reservatório X X
hidráulico hidráulico
Filtro bomba hidrostática X X Filtro bomba hidrostática X X
Óleo cubo redutor X X Óleo cubo redutor X X
Filtro secador X Filtro secador X
Verificar folga no semi X X Verificar folga no semi X X
eixo eixo
Manutenção
Pontos de lubrificação

1- Articulações das 2- Pinos de lubrificação das


extremidades do eixo 10h ou extremidades do eixo 10h ou diário
diário

Pontos de lubrificação

3 - Pinos de lubrificação centrais do eixo


4 - Pinos de lubrificação centrais do eixo traseiro
10h ou diária 10h ou diária

Pontos de Lubrificação a graxa SOMENTE NO CLASSE II

6- Pinos de lubrificação das articulações da


barra
5 - Articulações da barra de pulverização
de pulverização
10h ou diária
10h ou diária
Manutenção
Ajuste amortecedores pneumáticos Classe III

Ajuste amortecedores pneumáticos Classe II

No pulverizador classe II a suspensão é passiva, portanto deve ser feito o enchimento dos bolsões
de ar:
1. Tanque com a metade de produto;
2. Barras abertas;
3. Encher e deixar entre 280 a 300mm de distância entre as duas faces do suporte do bolsão;
4. Caso precisar pode ser feito um ajuste para mais ou para menos;

IMPORTANTE: Caso deixar mais que 300mm precisa aumentar o tamanho da cinta que prende o
chassi
Manutenção
Ajuste e manutenção dos batentes

1 - Mova a máquina para frente e para trás em marcha lenta


para que elimine a folga entre o semieixo dianteiro e o túnel
(eixo dianteiro), para facilitar o aperto do raspador (2).

2 - Remova o grampo 1 com o auxílio de um alicate.

3 - Usando a chave 4, aperte os raspadores 2 e 3.

4 - Repita o procedimento no outro lado do eixo dianteiro.

5 - Mova a máquina para trás e depois para frente em marcha


lenta para que elimine a folga entre o semi-eixo traseiro e o túnel
(eixo traseiro), para facilitar o aperto do raspador (2).

6 - Repita os passos 2, 3 e 4 para o eixo traseiro.

Componentes – Quadro central

Trava de Segurança do Cilindro do


Quadro
Deve ser utilizada quando há necessidade de
reparos embaixo do quadro, que necessitem
que este fique erguido.
Protege a pessoa que está embaixo do
quadro, caso algum reparo de cilindro ou
mangueira se danifique, fazendo com que o
quadro desça.

Ajuste da Velocidade de Fechamento das Barras


Cilindro de Abertura / Fechamento Cilindros de abertura / fechamento de barras possuem
de Barra parafuso de regulagem da velocidade de fechamento da
barra. Esta regulagem evitar a aproximação rápida da
barra até o seu suporte de descanso, o que poderia
ocasionar choque da barra à estrutura da máquina,
causando danos à barra e até mesmo à cabine do
pulverizador
Sistema de barra – Classe II
Mola Tensora do Pêndulo do Quadro
Responsável pela tensão do balanço do pêndulo do quadro,. Deve
ser ajustada (tensionada) caso as barras e o quadro apresentem
oscilação para cima e para baixo, durante operação. O balanço
excessivo pode provocar o choque da ponteira da barra com o
solo.

Importante: Quando a máquina possui sensor de altura de


barra, a mola tensora deve estar ajustada para tensão máxima
Amortecedores
Responsáveis por amortecer (reduzir a velocidade) o retorno do
quadro, quando este está sob tensão da mola

Componentes do Quadro Central Sistema de Oscilação do Pêndulo

Amortecedores
Responsáveis por amortecer
(reduzir a velocidade) o retorno
das barras, quando estas estão
sob tensão da mola

Mola Tensora do Desarme da Barra


Responsável pela tensão do desarme da barra, e conseqüentemente também
do retorno da barra para a sua posição original. Deve ser ajustada (tensionada)
caso a barra apresente oscilação para a frente e para trás, que ocorre em
especial quando a máquina entra em movimento ou pára. Ao começar a se
deslocar, a inércia das barras faz com estas se desloquem para trás.

REGULAGEM: 600 a 620 mm


Sistema de barra – Classe II

Cilindro de nivelamento da barra


Cilindros de nivelamento das barras possuem acumuladores
para absorção de choques e picos de pressão decorrentes
dos movimentos das barras durante operação e transporte

Amortecedores

Sistema de barra
Desarme da
ponteira

Mola Tensora do
Desarme da
Ponteira

Desarme da
ponteira

REGULAGEM: 450
mm
Sistema de barra
Sistema de barra – Classe II

Desarme da
ponteira

Mola Tensora do Desarme da Ponteira


Responsável pela tensão do desarme da ponteira da barra, e
conseqüentemente também do retorno da mesma para a sua
posição original. Deve ser ajustada (tensionada) caso a ponteira
apresente oscilação para a frente e para trás, durante operação

Desarme da
ponteira
Cilindro de abertura / fechamento
da ponteira de barra

Amortecedores
Responsáveis por amortecer (reduzir a
velocidade) o retorno da ponteira, quando está
sob tensão da mola

Nivelamento da Ponteira de Barra


Barra possui olhal com porca de ajuste que permite
o alinhamento da ponteira com a barra, garantindo
o paralelismo da parte inferior de ambas peças
Sistema de barra
Sistema de barra – Classe III

Ajuste da pressão do desarme


1. Puxe a ponteira (1) da barra para trás; o braço
articulador (2) rotacionará devido ao movimento da
ponteira (1).

2. Posicione um calço (3) entre o braço articulador e a


barra.

3. Solte a ponteira para a posição original com o calço


(3) posicionado.

Sistema de barra – Classe III

Ajuste da pressão do desarme

Solte os parafusos (5) e libere um dos lados da haste da


barra (4).

Gire o olhal (6) para diminuir ou aumentar o comprimento da


haste (4). Quanto menor o comprimento, maior a pressão
para desarme da ponteira.

Instale a haste (4) na barra novamente.

**Ajuste de Fábrica: 570mm

Sistema de barra – Classe III

Ajuste dos roletes do quadro central

Localização dos roletes do quadro central

No total são 10 roletes para ajuste.


Sempre que houver folga no quadro central, é
preciso realizar o ajuste dos roletes(1):

• 4 Roletes na parte externa traseira

• 6 roletes na parte interna do quadro


Sistema de barra
Sistema de barra – Classe III

Ajuste dos roletes do quadro central

1. Remova as porcas (3) e as arruelas compensadoras (4)


do rolete (2).

2. Se houver folga entre o rolete e o quadro central, ajuste


as arruelas conforme necessidade.

3. Certifique-se que o rolete está em contato com o


pêndulo.

4. Recoloque as porcas (3).

Sistema de barra – Classe III

Ajuste de alinhamento e movimento de fechamento da Barra

1. Verifique se as barras (1) estão alinhadas


paralelamente e colinearmente na vista superior. O
ângulo (α) deve ser 0°.

2. Caso alguma não esteja, o ajuste será realizado no


cilindro hidráulico (2) de abertura horizontal
correspondente a esta mesma barra.

Ajuste de alinhamento e movimento de fechamento da Barra

1. Afrouxe a porca (3) de travamento da rosca (4) do terminal


olhal do cilindro hidráulico de abertura horizontal da barra.

2. Aperte ou afrouxe a rosca (4) da haste para alinhar a barra.

3. Após o alinhamento reaperte a porca (3) para travar a rosca da


haste.

4. Para regular a velocidade final de fechamento horizontal da


barra gire levemente o parafuso (5) no bloco hidráulico do
acumulador.

Resultado: Se o movimento ficar mais brusco ou muito suave,


gire o parafuso em sentido oposto ao do ajuste realizado e teste
novamente. Ajuste até acertar a velocidade ideal.
Sistema de barra
Sistema de barra – Classe III

Ajuste de alinhamento da barra intermediária e ponteira

1. Verifique o alinhamento colinear da ponteira com a barra


intermediária, através da vista superior ou da vista inferior;

2. O mesmo pode ser feito através do descanso da barra para


fechamento;

Sistema de barra – Classe III

Ajuste de alinhamento da barra intermediária e ponteira

1. O ajuste é feito através do cilindro de abertura e fechamento da


mesma;

2. Pode ser feito também através do alinhamento da biela da


articulação (1) com o conector da barra intermediária (2) .
Movimente a barra horizontalmente no sentido de fechamento
até liberar o parafuso do batente.

3. Afrouxe a contra porca (3) e


ajuste o parafuso batente (4)
para alinhar a biela da
articulação com o conector.

Sistema de barra – Classe III

Ajuste do batente da barra intermediária

1. Solicite que alguém sacuda a ponteira da barra.

2. Repare se os 3 batentes (1) entre a barra


intermediária e a barra central se afastam enquanto a
ponteira é sacudida.

3. Se os batentes se afastarem da barra, é necessário


ajustar os batentes.

4. Abra as barras e faça o ajuste dos batentes (1) até


remover toda a folga
Sistema de barra
Sistema de barra – Classe III

Ajuste do alinhamento vertical da ponteira

1. Afrouxe a contra porca (1) de travamento da


posição do olhal.

2. Ajuste a porca (2) de fixação da ponteira.

3. Após o ajuste reaperte a contra porca (1) de


travamento da posição do olhal.

Sistema de barra – Classe III

Ajuste do balanço da barra

O quadro central possui um cilindro hidráulico (1) que


suaviza o movimento de balanço do pêndulo e
mantem a barra, em toda sua extensão, paralela ao
solo.

O ajuste padrão de fábrica é realizado fechando-se


totalmente o parafuso (2) e depois abrindo-o com um
giro de 90° (1/4 de volta).

Sistema de barra – Classe III


Posicionamento da ponteira para transporte

1. Puxe a ponteira (1) da barra para trás.


Resultado: O braço articulador (2) rotacionará devido
ao movimento da ponteira (1).

2. Posicione um calço (3) entre o braço articulador e


a barra.
Sistema de barra
Sistema de barra – Classe III

Posicionamento da ponteira para transporte

Solte a ponteira para a posição original com o calço (3)


posicionado.

Solte os parafusos (5) e libere um dos lados da haste da


barra (4).

NOTA: Mantenha o calço na posição, isto facilitará na


reinstalação da haste.

Sistema de barra – Classe III


Posicionamento da ponteira para transporte

Apoie a ponteira sobre um cavalete ou amarre-a a uma talha


para evitar que ela se danifique ao soltar os parafusos (2).
Remova os 4 parafusos (2).

IMPORTANTE: As mangueiras e o chicote continuam


anexados ao pulverizador, cuidado no manuseio da ponteira
para não danificá-los.

Gire cuidadosamente a ponteira (4) e posicione-a, de cabeça


para baixo, abaixo da barra intermediária, e prenda-a com os
4 suportes (3).

NOTA: Os suportes (3) estão na caixa de ferramentas da


máquina.

Faça o mesmo processo do outro lado da máquina.


Sistema de Aplicação
Circuito de pulverização – Classe II

Reservatório de Óleo Tanque de


Hidráulico Pulverização Válvulas
AGI-4 Elétricas

Fluxômetro
C 3000

PW Bomba de
M Pulverização
Bomba
Hidráulica

Elétrico
Hidráulico (Óleo)
ASC 10
Hidráulico (Calda)

Sistema de Aplicação Válvulas


Circuito de pulverização – Classe III Eletropneumáticas

Reservatório de Óleo Tanque de


Hidráulico Pulverização
AGI-4

Fluxômetro
C 3000

PW Bomba de
M Pulverização
Bomba
Hidráulica

Elétrico Compressor
Hidráulico (Óleo)
Hidráulico (Calda)
ASC 10
Pneumático (Ar)
Reservatório Pneumático
Barra de pulverização

Barras
N° de Seções 7 (Classe 2) – 9 (Classe 3)
Tamanho de Barra (metros) Classe 2: 25/28 – Classe 3: 24/30 (3000l) e 32 (3500l)
Espaçamento entre Bicos 50 cm
25 m - 7 seções (metros) 3 - 3,5 - 4,5 - 3 - 4,5 - 3,5 - 3
28 m - 7 seções (metros) 4,5 - 3,5 - 4,5 - 3 - 4,5 - 3,5 - 4,5
24 m - 9 seções (metros) 1,5 - 1,5 - 3,5 - 4 - 3 - 4 - 3,5 - 1,5 - 1,5
30 m - 9 seções (metros) 3 - 3 - 3,5 - 4 - 3 - 4 - 3,5 - 3 - 3
32 m 9 seções (metros) 3 - 4 - 3,5 - 4 - 3 - 4 - 3,5 - 4 - 3
Porta-bicos Classe 2 – Triplo / Classe 3 - Quíntuplo
Válvulas de Controle de Seção Classe 2 – Elétrica / Classe 3 – Eletro pneumático

Válvula elétrica de controle de seção (KZ)

Válvulas de Controle de Seção

Acionamento elétrico

Indicador visual aberto (open) e fechado (close)

Válvula Pro-Stop

É uma válvula de ativação instantânea acionada eletronicamente e que age diretamente nos porta-
bicos através de acionamento Pneumático para realizar a ativação ou desativação da pulverização.

São um total de 9 válvulas


Sistema de Aplicação
Filtro secador

 Retira a umidade do sistema


 Purga automática

Necessidade de troca:
1200hrs ou uma vez por ano

Reservatório de agua limpa

Tanque de Água Limpa

Instalado na lateral da cabine

Reservatório de água para limpeza de embalagens


de produtos químicos

Capacidade de 240 L

Reservatório de defensivo

Tanque de Produto

Material: Polietileno

Bocal de abastecimento de 2” e 3”

2 agitadores e 1 esguicho giratório de


lavagem

Capacidade de 2500, 3000 ou 3500 litros


Sistema de Aplicação
Reservatório – Edutor químico (Incorporador)

Material: Polietileno

Capacidade: 26,5 L

1. Tampa
2. Válvula de drenagem
3. Esguicho para lavagem de embalagem
4. Válvula da lavagem

Bomba centrifuga

 Bomba centrífuga em aço inoxidável ou em ferro fundido


com vazão de 549 l/min;

 Classe 3: Aço inoxidável (Standard);


 Classe 2: Ferro Fundido (Standard);
Aço inoxidável (Opcional).

 Opera com produtos abrasivos e corrosivos


 Fornecedor: Hypro – Ótima reputação no
mercado.

Válvula PWM

 Melhor qualidade de aplicação;


 Controle da vazão da bomba centrífuga – Melhor resposta do
sistema;
 Não depende da rotação do motor diesel;
 Trabalha sempre na rotação ideal;
 Menor desgaste da bomba de pulverização.
Sistema de Aplicação
Bomba de Recarga

Material: Polipropileno

Capacidade: 568 LPM

Acionada por motor hidráulico

Item opcional

Válvula de baixa vazão

Menos Mais
fluxo fluxo Válvula By-pass - Antiga

Função de estabilizar a vazão em aplicações de baixo


volume, onde pode haver presença de ar na tubulação.
Obs.: Deve ser usada quando a demanda de água/calda
estiver abaixo de 35L/min aproximadamente.

Qtde Vazão
de total
bicos
Filtros – Classe II

Filtro Principal (1 unidade)

Malha 50 mesh (50 orifícios / pol2)

Filtros de Seções de Barra (3 unidades)

Malha 80 mesh (80 orifícios / pol2)

Sistema de Aplicação
Filtros – Classe III

Filtro Principal (1 unidade)

Malha 50 mesh (50 orifícios / pol2)

Filtros de Seções de Barra apenas 1 unidade

Malha 80 mesh (80 orifícios / pol2)

Porta bicos triplo para o classe II e quíntuplo para o classe


III maior agilidade no setup da máquina

Espaçamento de 50 cm entre bicos

Seleção dos bicos e pontas de pulverização corretos


exigem conhecimentos agronômicos no dimensionamento
do tamanho de gotas

Ponteiras de acabamento como item opcional


Sistema de Aplicação
Fluxômetro

 Medição por pulso elétrico

 Número de calibragem em etiqueta

Constante a ser colocada no controlador será sempre


o valor dividido por 10

Ex.: 357 / 10 = 35,7

Sistema de Aplicação
Fluxômetro - Calibração
 Determinar vazão e velocidade de pulverização
• Coleta 1 bico por seção durante 1 minuto – Fazer a
media
• Multiplicar pelo numero de bicos totais do pulverizador
• Observar no controlador o valor aplicado
• Definir taxa de aplicação e velocidade de trabalho
Exemplo: 100 l/ha a 15 km/h

Bico 1 = 1.230 ml Media = 5.990 ml / 5 bicos =


Bico 2 = 1.170 ml 1.198 ml
Bico 3 = 1.200 ml Aplicação total = 1.198ml x 60
Bico 4 = 1.190 ml bicos
Bico 5 = 1.200 ml Aplicação total = 71,8 litros por
Soma = 5.990 ml minuto

75 l/min 35,7
71,8 l/min
X = 37,2
X
O pulverizador é equipado com um sistema eletrônico de
comando e monitoramento de fácil utilização que fornece
todas as informações relativas ao funcionamento da máquina.

Esse sistema é gerenciado pelo monitor C1000, para onde as


ECUs enviam os dados fornecidos pelos componentes por
elas gerenciados e onde o operador pode configurar alguns
itens e analisá-los.

Quando o sistema elétrico da máquina for ligado com a chave


de ignição no primeiro estágio o monitor liga automaticamente.

1 - Teclas laterais do painel, servem para acessar as


telas no monitor ou o ícone(botão) virtual que estiver
ao lado.

2 – Home: atalho para voltar a tela inicial de


trabalho (mostrada na própria figura).

3 - Atualiza o sistema.

4 – Esc: Serve para reconhecer os diagnósticos


anormais, os alarmes apresentados pelo sistema e
para sair dos campos de edição sem salvar
mudanças.

5 - Tecla de navegação, utilizada para percorrer a


sequência de navegação das telas, modificar e
definir valores dos parâmetros de trabalho.
Ajuste e configurações

1
Selecionando a opção da ferramenta
(1), abre o menu para ajustes e
configurações do monitor.

Com as opções de configurações


regionais (A), configurações do
terminal (B), funções avançadas (C) e
atribuições auxiliares (D).
A tela atribuições auxiliares (D), não é
aplicado no momento.

Menu ferramentas
Acesso tela Configurações Regionais

Selecionando a tela configurações


regionais (A), abre o menu com
as opções de ajuste de:

(A1) - Unidades
(A2) - Idioma
(A3) - Exibição decimal
(A4) - Hora e data

Configurações regionais

Tela unidades

(A1) - O sistema pode trabalhar com três


tipos de unidade de medida o imperial, o
métrico e o americano, podendo, nesta
opção, ser configurado da forma que melhor
se aplicar ao trabalho.

Tela idioma

(A2) - Este item é para alterar o idioma de


apresentação das funções do sistema no
C1000.
Configurações regionais

Tela exibição decimal

(A3) - Esta opção permite definir a precisão


de exibição dos valores monitorados,
aumentando ou diminuindo o número de
casas após a vírgula.

Tela hora e data

(A4) - Utilizada para definir data e hora e


forma de exibição para os mesmos.

Selecionando a tela configurações do terminal (B),


abre o menu com as opções:

• Ajuste de som

• Ajuste de brilho

• Exibição dupla ISOBUS

•Configuração do Terminal do ISOBUS


Nesta opção o operador altera o layout de
apresentação do sistema, dividindo a tela em
seções onde poderão ser apresentadas
simultaneamente outras funções de opcionais

Menu ISO

Selecionando a opção ISO (2), abre a tela de


alarmes com os diagnósticos da máquina,
identificando possíveis problemas que possam estar
ocorrendo.

Tela Inicial (alarmes)


Tela de operação onde se encontra todos os
principais sensores e parâmetros monitorados para
o correto funcionamento do Pulverizador.
Diagnostico

Nesta tela encontra-se informações dos problemas


diagnosticados se os mesmos existirem.
Quando não houver nenhum problema a tela fica
escura.

Quando houver algum problema a tela apresenta as


informações de todas as falhas detectadas,
podendo apresentar mais informações em outras
telas seguintes, acessadas pela seta da direita.

Localização de falha

Nesta tela localiza-se os locais onde foram


identificadas as falhas. Quando não houver
nenhum problema, não haverá nenhum local
selecionado.

Quando houver algum problema o local onde


existe as falhas estará identificado em
vermelho.

Tela perímetro da roda


Nesta tela pode ser inserido o perímetro do rodado que está sendo
utilizado na máquina, para configurar a velocidade.
A velocidade já vem configurada, mas se for trocar o rodado pode
configurar colocando o perímetro do novo rodado.
PNEU PERIMETRO
380/90R46 5540
380/80/38 3800
18.4/34 4160

Tela de contadores
2 - Nesta tela pode ser visualizada os valores de área e tempo.
Esses valores podem ser zerados.
2A - Nesta tela pode ser verificado o tempo em horas do motor.
Menu ISO

Menu Operação Geral - Calibrações


Tela de calibrações

Acesse a tela de calibrações clicando sobre o ícone em forma de


chave de fenda na barra de botões lateral (1), então o sistema
mostrará a tela que segue abaixo.

Calibração de RPM do Motor

Basta seguir o procedimento descrito em tela, primeiramente mova


o acelerador ate o ponto maximo.
Para cancelar a operação é só clicar sobre o ícone X que sai da
tela ou se houver dúvida quanto ao procedimento clique sobre
balão com o sinal de interrogação que abrirá uma tela de ajuda,
isso serve para as demais funções do C1000.

Sobre De

Para ver a versão do software do sistema de controle da máquina clique


sobre o o ícone
Então aparecerá as informações conforme a figura ao lado.

Modo de Acesso

Clicando no ícone “Modo de Acesso” o sistema irá alterar o perfil do


operador para OEM que permite ao técnico acessar informações
avançadas como valores das entradas e saídas analógicas, digitais e a
rede de comunicação das ECUs. Para acessá-lo é necessário uma senha
de quatro digitos, 1234
Depois de acessar o modo OEM a tela “Calibrações” apresentará mais um
ícone em forma de cadeado é para alteração de senha do acesso a esse
modo. O ícone do Modo de Acesso apresentará a palavra OEM indicando
que o técnico está operando o sistema nesse modo.

Para navegar nas informações das ECUs é necessário voltar para a tela de
diagnósticos clicando sobre o ícone selecionado ao lado . No perfil OEM
perceberá o surgimento de uma nova aba denominada MULTIMETER.
Selecione a aba de Localização de Falha.

Ao selecionar a aba de Localização de Falha como no modo normal será


visualizado a sequencia de ECUs da Máquina, na figura ao lado vemos
qual será ordem de navegação ao girar o cursor do C1000 ou navegador
localizado no descansa braço.

Caso alguma ECU esteja na cor vermelha, indicando alguma falha,


selecione a aba Multimeter (pode ser na aba de Localização de Falhas
também) e gire o cursor até a ECU com problema ou de sua escolha.
Depois de posicionar o cursor (moldura retangular azul) sobre a ECU
desejada clique para acessar ao funções avançadas da ECU selecionada.
Monitor C-1000 - Norac
Sistema de nivelamento automático de barras

Sistema de nivelamento automático de barras

Automático

Ajustes de Operação

Manual

Em modo automático, a altura de


cada sensor deixa de ser exibida
e o sistema mostra o sentido de
movimento que a barra está tendo
atuação

Altura de Trabalho

Indicação de Operação em
Modo Cultura

Indicação de Operação em
Modo Solo
Sistema de nivelamento automático de barras

Sensibilidade:
Ajusta a velocidade de reação do sistema de
Sensibilidade nivelamento automático – deve ser ajustado
entre 7 e 10 – em caso de aquecimento do
óleo, valor deve ser diminuído
Modo
Modo:
Altura Seleção de referência de leitura – Cultura ou
Solo
Pontas
Altura:
Ajuste da altura de trabalho

Pontas:
Para fazer as alterações, o sistema Manter habilitado para ativação dos sensores
deve estar em modo Manual das barras laterais.

Configurações
Monitor C-1000 - Norac
Sistema de nivelamento automático de barras
Tempo de Reação da Barra Central
Sensibilidade Ajusta a velocidade de reação do quadro
central. A escala varia de 0 a 5, sendo zero o
Modo ajuste o qual não haverá reação do quadro
central. Sugere-se o valor entre 3 e 5
Altura

Pontas

Tempo Reação da Barra


Central
Calibrações
Calibrações

TELAS DE CONFIGURAÇÃO,
DIAGNÓSTICOS E CALIBRAÇÕES
O acesso à tela de configurações,
diagnósticos e calibrações só é
habilitado quando o sistema está em
modo manual
Guia de configuração para o
monitor c3000
 Uso do monitor C3000 para
controle de:

• Pulverização;
• Corte de seções;
• Mapeamento GPS

Toque no ícone para acessar a tela de configurações

Toque neste ícone para acessar as configurações de usuário


Toque neste ícone se desejar sair da tela de configurações
Configurações iniciais
Configurações iniciais
Configurações do veículo

Implemento – Geometria

• Medida A: largura total da barra de pulverização.


Configurada na tela de controle de seções.

• Medida B: faixa de sobreposição passada a passada.


Normalmente utilizada em torno de 0,20 m. Para
máquinas que usam uma base RTK usar 0 m.

• Medida C: distancia entre eixo traseiro e barra de


pulverização.

• Medida D: off set da barra. Usar valor 0 m.

Implemento – Controle de seção Seções

• Seções: este é o numero de seções de barra. Usamos no pulverizador


atualmente 7 para Classe II e 9 para Class III.

• Extensão: valor de largura de cada seção do pulverizador. Na sequencia os


valores são:

Classe Barra 24m: 1.5 1.5 3.5 4.0 3.0 – 4.0 3.5 1.5 – 1.5
3 Barra 30m: 3.0 3.0 3.5 4.0 3.0 – 4.0 3.5 3.0 – 3.0
Barra 32m: 3.0 4.0 3.5 4.0 3.0 – 4.0 3.5 4.0 – 3.0
Classe 2
Barra 28m: 4.5 - 3.5 - 4.5 - 3.0 - 4.5 - 3.5 - 4.5
Barra 25m: 3.0 - 3.5 - 4.5 - 3.0 - 4.5 - 3.5 - 3.0

• Interruptor de baixa velocidade: este valor é a velocidade mínima necessária


para abrir pulverização em automático. Abaixo deste a pulverização é
“desligada” automaticamente. Usar valor 0,5 km/h.
• Bocais: este é o número de bicos por seção do pulverizador. Na sequencia
os valores são:

Classe Barra 24m: 3 – 3 – 7 – 8 – 6 – 8 – 7 – 3 – 3


3 Barra 30m: 6 – 6 – 7 – 8 – 6 – 8 – 7 – 6 – 6
Barra 32m: 6 – 8 – 7 – 8 – 6 – 8 – 7 – 8 – 6
Classe 2
Barra 28m: 9 – 7 – 9 – 6 – 9 – 7 - 9
Barra 25m: 6 – 7 – 9 – 6 – 9 – 7 - 6
Implemento – Controle de seção Tempo

• Tempo de Atividade: é o tempo em segundos


em que o sistema antecipa a abertura das
seções para que não haja falhas de entradas
quando a pulverização em automático. Usamos
atualmente o valor de 1,5 segundos.

• Tempo de Inatividade: é o tempo em segundos


em que o sistema antecipa o fechamento das
seções para que não haja sobre aplicações
quando a pulverização em automático. Usamos
atualmente o valor 0,1 segundos.

Implemento – Controle de seção – Chave de seção

• Tipo: Virtual ou Percepção de ECU.

• Chaves: ativa teclas que ligam as seções de


pulverização, normalmente fica em percepção de
ECU. Pode-se usar em virtual se haver
necessidade de ativar cada seção via tela do
C3000. Os comutadores ao lado, sempre ficam na
sequencia de 1-1, 2-2, etc... Significa que o
comutador do painel 1 liga seção 1, 2 a seção 2 e
assim sucessivamente.

Implemento – Controle de seção – Chave


principal

• Chave Principal: ativa tecla que liga a “master”


de pulverização, normalmente fica em
percepção de ECU. Pode-se usar em virtual se
haver necessidade de ativar pulverização barra
total via tela do C3000.
C3000 Pulverizadores Implemento – Pulverizador Tanque

C3000 Menu Implemento • Nome: Nome dado ao tanque de produto quando foi
criado o perfil de implemento (sem observações).

• Capacidade: Capacidade de armazenamento do


tanque de caldo do pulverizador usar conforme a
capacidade do tanque.
Criando produto

Implemento – Pulverizador Fluxo

• Fator de Calibração: mais conhecido como “constante do


fluxometro”. Este é o valor da etiqueta (liter) dividido por 10.
Ex.:

375 / 10 = 37,5

• Fluxo Minimo: Capacidade mínima de leitura do fluxometro.


Normalmente se usa 7 lt/min.

• Fluxo Minimo do bocal: Capacidade mínima de lts/min que a


ponta de pulverização necessita para abrir o leque.

• Válvula de Descarga Reversa: manter sempre ativada.


Implemento – Pulverizador Pressão

• Tipo de Sensor: Modelo de sensor utilizado tensão.


• Pressão Máxima: Pressão máxima da bomba de
pulverização. Utilizar sempre 10,34 bar.
• Tensão minima: Valor mínimo de tensão do sensor de
pressão. Utilizar sempre 1V.
• Tensão máxima: Valor máximo de tensão do sensor de
pressão. Utilizar sempre 5V.
• Alarme mínimo: Valor definido se o operador querer se
alertado quando trabalhar com valores de pressão muito
baixo.
• Alarme máximo: Valor definido se o operador querer se
alertado quando trabalhar com valores de pressões muito
altas.
• Pressão da fonte suporte baixa: Nenhum

C3000 Pulverizadores Implemento – Pulverizador – Controle de Pressão

• Controle de Pressão: Controle de pulverização da


nossa máquina é feito via fluxo (fluxometro). Então
essa opção deve ficar sempre como Desabilitado.

OBS: habilitar essa opção fará com que a máquina não


controle taxa.

Implemento – Pulverizador – Válvula de


Controle (modelo “novo”)

• Válvula de controle: Utilizar sempre


proporcional.
• Amostragem do medidor de fluxo: Utilizar
sempre padrão.
• Adicionar tremor: Utilizar sempre desabilitado.
• PWM mínimo: Utilizar 25%.
• PWM máximo: Utilizar 100%.
• Resposta do controlador: Normalmente
utilizado Médio-lento e em alguns casos usado
Médio-rápido (usado somente em exceções).
• Frequência da pwm: Utilizar baixa.
• Modo de agitação: Utilizar desabilitado.
• Impulso de pressão: Utilizar 0 segundos.
Implemento – Pulverizador – Válvula de
Controle (modelo “antigo”)

• Válvula de controle: Utilizar sempre


proporcional.
• Amostragem do medidor de fluxo: Utilizar
sempre padrão.
• Adicionar tremor: Utilizar sempre desabilitado.
• PWM mínimo: Utilizar 45%.
• PWM máximo: Utilizar 100%.
• Resposta do controlador: Normalmente
utilizado Médio-lento e em alguns casos
usado Médio-rápido (usado somente em
exceções).
• Frequencia da pwm: Utilizar alta.
• Modo de agitação: Utilizar desabilitado.
• Impulso de pressão: Utilizar 3 segundos.

Implemento – Pulverizador – Velocidade da Bomba

• Velocidade da bomba: Utilizar sempre desabilitado.

Implemento – Pulverizador – Fonte de velocidade

• Fonte de velociodade: Utilizar sempre GPS.

• Tipo de fallback: Utilizar sempre desabilitado.


Produto – Líquido

• Tipo de produto: Utilizar sempre líquido.

• Taxa de incremento do produto: Utilizar valor que


deseja acrescer/decrescer ao clicar em +/-

• Taxa pré configurada 1 para produto: Taxa mais


utilizada pelo cliente.

• Taxa pré configurada 2 para produto: Segunda taxa


mais utilizada pelo cliente.

• Exibir fatores de calibração: Não alterar tais padrões.

1. Informação Versão SW.


2. Tela de navegação/trabalho.
1
3. Informações status GPS/Oministar/RTK.
2 9
3 4. Informações de memória disponível/utilizada.
1
4 0 5. Informações do trabalho aberto atualmente.
5 1 6. Config. desligamento automático de seção.
6 1 7. Config. Taxa/automatico/manual/encher
7 1 tanque.
8 2 8. Informação de status das seções.
1
9. Criar/buscar Cliente – Fazenda – Campo (divisa).
3
[Link]/buscar Trabalho.
1 [Link]/buscar linhas para piloto automático.
4 [Link]ção piloto automático.
1
[Link] linhas piloto automático.
5
[Link]/carregar/deletar dados.
[Link]ções.
1

1. Informação Versão SW:

Nesta tela vemos somente


as informações referentes a
versão de SW do terminal,
da antena e do piloto.

Observação: toda tela que tem


“seta” no canto superior direito
pode ser maximizada.

2. Tela de navegação/trabalho.
Sequencia para abertura de trabalhos
Cliente/fazenda/campo (9):
Nesta tecla criamos/buscamos Cliente, a fazenda e o campo (mais conhecido
como talhão). Também aqui onde iniciamos e finalizamos a divisa (mais
conhecida como bordadura).
2 9
7º Finaliza divisa (bordadura)
3º Inicializa divisa/pausa divisa

Apaga divisa

Não utilizado

2º Marca qual posição da barra será a divisa


Não utilizado
Marca pontos de observação dentro do campo

1º Criar um novo campo (talhão)


1º Buscar um campo (talhão) já utilizado

Sequencia para abertura de trabalhos 2. Tela de navegação/trabalho.

Criar/buscar trabalhos (10):


Nesta tecla criamos/buscamos trabalhos. Trabalhos são as atividades feitas
dentro do talhão, como por exemplo dessecação, inseticida 1, inseticida 2,
fungicida, etc..
2
1 Apaga dados da pulverização da trabalho
0 Baixar/carregar trabalho memoria externa

Não utilizado

Adicionar notas ao trabalho (clima, etc.)

4º Criar um nova trabalho (atividade)


4º Buscar um trabalho (atividade) já utilizado
Sequencia para abertura de trabalhos
2. Tela de navegação/trabalho.

Criar/buscar linhas para piloto automático(11):


Nesta tecla criamos/buscamos linhas. Estas linhas são utilizadas pelo piloto
automático como base para o paralelismos entre passadas.
2
7º Marca ponto “A” e “B”
1
Marca pontos por angulo
1
5º Escolha do modo de trabalho

6º Criar uma nova linha

6º Buscar uma linha já utilizada

3. Informações status
GPS/Ominstar/RTK.
3
Tela de status de GPS. Dependendo do
modo utilizado (autônomo, omnistar, RTK)
as informações de quantidade de satélites
disponível, validade de sinal (omnistar)
etc., são dispostas nesta tela.

4. Informações de memória
disponível/utilizada.

4 Nesta tela temos as informações de memória


disponível/utilizada tanto interna quanto externa,
temperatura do terminal, tensão de alimentação,
erros internos do terminal, etc.
5. Informações do trabalho aberto atualmente.

Nesta tela temos as informações relacionadas ao


trabalho que esta sendo executado naquele
momento e também é onde podemos acrescentar
notas adicionais ao arquivo deste trabalho
especifico. As informações disponíveis são:

5 • Área de cobertura
• Área da divisa (bordadura)
• Área restante
• Distancia percorrida
• Total de horas
• Horas produtivas
• Produtividade média
• Tempo para término
• Cliente/Fazenda/Campo/Trabalho/Linha do piloto
• Notas do trabalho

6. Config. desligamento automático de seção.


Tela onde se configura opções relacionadas ao
desligamento automático de seção. Dividida 3 em partes:

Modo de controle:
Variável entre 0 e 10, sendo 0 para não permitir nada de
remonte das seções e 10 para remonte de 100% para
somente depois desligar seção. Normalmente utilizado 10.
6 Limite de divisa:
Duas opções estão disponíveis, normalmente utilizado
“divisa de campo”, onde a máquina pulveriza somente
dentro da divisa e a outra é “ilimitado”, onde a máquina
pulveriza em qualquer ponto.

ASC:
Desativado e ativado (esse mais utilizado).

Configurar quanto será necessário de falha ou sobre posição configurar


a barra do modo de controle de 0 a 10, onde 0 (zero) não há
sobreposição porém terão falhas e 10 (dez) há sobreposição porém
não terão falhas.
Em uma pulverização essas falhas e sobreposições não são percebidas
na maioria das aplicações.
8. Informação de status das seções.
Tela de informação sobre status das seções de barra.
Pode ficar de 4 cores:

Vermelha:
Pulverização da master/seções desligada.

Azul:
Pulverização ligada em automático, mas sem velocidade
de deslocamento.
8
Amarelo:
Pulverização ligada em automático mas não pulveriza pois
esta sobre área aplicada ou está fora da área de divisa
marcada.

Verde:
Pulverização automático/manual ok.

Na tela de trabalho,
toque em “1” para abrir 1
o menu de opções.
Toque em “2” para abrir
a tela que permitirá a
criação de cliente,
fazenda e talhão.

Toque em “Nome do cliente”e depois toque em


“novo...”. Insira o nome do cliente através do teclado
virtual e confirme.
Repita a operação para
“Nome da Fazenda” e
“Nome do Campo” se
desejar. Confirme as
alterações.
1

Na tela de trabalho,
toque em “1” para abrir
o menu de opções de
trabalho. Toque em “2”
para criar um novo
trabalho.

Toque em “Nome do Trabalho” e insira do nome do


trabalho através do teclado virtual e confirme.

1
Na tela de trabalho, toque em
2
“1” para abrir o menu de
opções. Toque em “2” para
iniciar a gravação da divisa.

Quando finalizar o
contorno, toque em “3”.

3 Pode-se arrastar a linha


da divisa do centro para
a lateral do implemento.
Toque no ícone
para abrir o
menu de linhas.
Toque em “2”
1
para selecionar
o tipo de linha e
em “3” para criar
uma nova linha.

Você pode dar


um nome à linha
2 tocando em
“Nome da Linha
de Direção”

Toque em
“A” para Ao tocar em
marcar o “B”, as linhas
ponto A e serão
dirija pelo criadas.
menos 50
metros.

Branco: o sistema está preparado


para o acionamento do piloto.

Verde: o piloto está acionado.

Vermelho: existe alguma inconsistência


no sistema que impede o piloto de ser
acionado.
Tocando no
ícone vermelho
é possível
verificar a
relação de
inconsistências
.
Pintura da tela
acionada.
Observação:
Quem não usa divisa pular os passos que possuem (BORDADURA)

7º Finaliza divisa (BORDADURA)


3º Inicializa divisa/pausa divisa (BORDADURA)

2º Marca qual posição da barra será a divisa (BORDADURA)

1º Criar um novo campo (talhão)


1º Buscar um campo (talhão) já utilizado

4º Criar um novo trabalho (atividade)

4º Buscar um trabalho (atividade) já utilizado

7º Marca ponto “A” e “B”

5º Escolha do modo de
trabalho
6º Criar uma nova linha

6º Buscar uma linha já utilizada


Copia os dados do
sistema para o
pendrive

Copia os dados do
pendrive para o
sistema

Essas ações farão um


backup dos dados do
terminal para o USB ou
do USB para o terminal.

Toque no ícone para acessar a tela


de gerenciamento de inventário.

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