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A Batalha dos Heróis em Eldralore

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Era uma vez, em uma terra distante chamada Eldralore, um reino cercado por densas

florestas, montanhas enevoadas e lagos de prata cintilante. Essa terra, rica em


mistério e magia, era lar de criaturas que habitavam apenas os contos dos bardos e
os sussurros ao redor das fogueiras: monstros fantásticos que caminhavam entre os
mortais durante a Idade das Lendas.

No coração de Eldralore ficava a majestosa cidade de Vardum, protegida por muralhas


de pedra negra e guardada por cavaleiros de armaduras brilhantes. Seu rei, Eldric o
Sábio, era amado pelo povo por sua justiça e coragem. Mas a paz do reino foi
ameaçada quando surgiram relatos de uma criatura aterrorizante conhecida como
Gorgath, uma besta alada que cuspia fogo e espalhava terror por onde passava.
Diziam que seus olhos eram rubis incandescentes, e suas escamas reluziam como ouro
manchado pelo sangue dos guerreiros que tentaram derrotá-la.

Preocupado com a segurança de seu povo, o rei convocou os maiores heróis do reino.
Entre eles estava Ser Alaric, um cavaleiro cuja espada jamais falhara em batalha;
Thalia, uma feiticeira de imenso poder e sabedoria; e Kaelen, um arqueiro ágil e
preciso, capaz de acertar um alvo a uma distância que poucos conseguiam enxergar.

— Nobres heróis — disse o rei Eldric ao grupo reunido no grande salão do castelo —,
Gorgath ameaça destruir tudo o que construímos com suor e sacrifício. Peço que
partam imediatamente e livrem Eldralore dessa maldição.

Os três heróis aceitaram a missão sem hesitar. Munidos de armas encantadas e


feitiços protetores, partiram em busca da criatura lendária. A jornada os levou por
vales sombrios e montanhas traiçoeiras, onde ventos gelados sussurravam segredos
antigos.

No segundo dia de viagem, ao atravessarem a Floresta de Lunathar, o grupo foi


atacado por uma horda de dríades corrompidas, cujos olhos brilhavam com fúria
selvagem. Com um gesto elegante, Thalia invocou vinhas luminosas que aprisionaram
as criaturas, enquanto Ser Alaric brandia sua espada com precisão letal. Kaelen, de
uma posição elevada, eliminava as ameaças com flechas certeiras.

— Algo está perturbando o equilíbrio da floresta — disse Thalia, preocupada.

— Gorgath é apenas parte de algo maior — respondeu Ser Alaric. — Precisamos nos
apressar.

Ao alcançarem as Montanhas Cinzentas, encontraram uma antiga caverna iluminada por


cristais que emanavam uma luz suave e mística. Ali vivia um antigo guardião, uma
quimera chamada Malakar, cujas cabeças de leão, dragão e cabra observavam os
intrusos com severidade.

— Para passar por mim, devem provar seu valor — rosnou Malakar.

O desafio era resolver um enigma ancestral, e Thalia, com sua inteligência aguçada,
desvendou o segredo. Em reconhecimento à coragem e sabedoria do grupo, Malakar
permitiu que prosseguissem e lhes concedeu uma pedra encantada que ampliaria seus
poderes.

Finalmente, ao alcçarem voo em grifos sobre o Vale dos Ventos Sussurrantes,


avistaram Gorgath repousando sobre um trono de ossos. A batalha que se seguiu foi
feroz. As chamas da criatura iluminaram o céu noturno, enquanto as flechas de
Kaelen cortavam o ar com precisão mortal. Thalia conjurou uma tempestade de gelo
que debilitou a fera, enquanto Ser Alaric desferia golpes potentes.

Depois de uma luta intensa, Gorgath caiu. Seu corpo colossal tremeu antes de
sucumbir às feridas. Com sua derrota, uma aura sombria que pairava sobre Eldralore
desapareceu, e a terra começou a se regenerar.

Os heróis retornaram triunfantes a Vardum, onde foram recebidos com celebração e


aclamação. O rei Eldric, emocionado, declarou:

— Vocês não são apenas campeões de Eldralore; são a luz que nos guia em tempos de
escuridão.

Assim, Eldralore prosperou, e os feitos dos heróis foram cantados por gerações. As
lendas de monstros fantásticos e dos valentes que os enfrentaram tornaram-se parte
da rica história de um reino que jamais esqueceu o verdadeiro significado da
coragem e da esperança.

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