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Economia e Desafios de Angola

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Pitruca do Patriota

T.P.C de Economia

Integrante(s): Kiúma Monteiro


Classe: 11ª
Sala: 25/ Negage
Docente: Jacira Fortunato

08/10/2023
Questões

1. Quais são os problemas em Angola?


2. Qual é a situação económica de Angola?
3. Quais são as causas da pobreza em Angola?
4. Quais produtos fundamentavam a economia de Angola?
5. Quais dados sobre o crescimento de Angola?
6. Quantas pessoas vivem na pobreza em Angola?
7. Qual a inflação de Angola?
8. Qual o índice de desenvolvimentoo de Angola?
9. O que mais o país importa?
10. Qual a maior causa da pobreza?
11. O que é mais exportado?
12. Como funciona a economia de um país?

Respostas?
1. Falta de educação e fiscalização.
- A alta inflação
2. Em 2010, a simples menção de Angola em certos meios financeiros e diplomáticos ao redor do
mundo era motivo de comentários surpresos, impressionados e perplexos.
O país era considerado um milagre macro-económico por ter uma economia que crescia a dois
dígitos, isto há menos de uma década desde o fim de uma guerra civil fratricida, duradoura e
totalmente destruidora.
Angola embarcava então num enorme e ambicioso processo de reconstrução, mas demonstrava
também uma vontade expressa de caminhar pelo seu próprio caminho: virou as costas ao Fundo
Monetário Internacional (FMI), ao Clube de Paris e ao Banco Mundial e decidiu aliar-se com a
China, que, por motivos próprios da igualmente emergente e crescente economia chinesa,
rapidamente tornou-se no seu maior e mais importante parceiro comercial na terra.
Eram mesmo tempos áureos. Os dólares trocavam-se na rua com imensa facilidade, e até eram
aceites como modo de pagamento nos estabelecimentos comerciais do país; 1 USD era
equivalente a 100 kwanzas e com 100.000 kwanzas as pessoas compravam 1.000 USD e
usufruíam de férias confortáveis em Portugal, Brasil ou África do Sul, destinos preferidos da
emergente classe média local.
Foi em 2010 que o país aprovou a sua nova Constituição, que cimentou a hegemonia do MPLA
em todas as instituições angolanas e aboliu eleições presidenciais diretas; foi também neste ano
que o governo do MPLA decidiu gastar cerca de mil milhões de dólares americanos na realização
do Campeonato Africano das Nações (CAN).
Cinco anos antes, em 2005, o governo anunciara o início das obras do Novo Aeroporto
Internacional de Luanda, que pretendia ser o maior do continente com capacidade para 15
milhões de passageiros por ano e com pistas que poderiam receber o Airbus A380, o maior avião
comercial do mundo.
Como as coisas mudam
Quase todos os estádios construídos para o CAN estão dilapidados e alguns viraram escombros; o
país não tem uma indústria desportiva ou de entretenimento que consiga suportar os custos de
manutenção destas mega-estruturas, construídas com mão-de-obra chinesa. Dezoito anos depois
de ser anunciado à população, o Novo Aeroporto Internacional de Luanda ainda não foi
concluído e já sugou mais de 9 mil milhões USD dos cofres do estado; o conhecido jornalista e e
activista Rafael Marques o apelida como “O maior elefante branco de África”
. Neste preciso momento, 1 USD vale 824 kwanzas no mercado e Angola está metida numa
profunda crise cambial e económica.

O kwanza é a moeda com o mais fraco rendimento no continente africano e a inflação continua a
aumentar a um ritmo alucinante. A Conta Única do Tesouro está em mínimos históricos e dizia-
se que só tem dinheiro para pagar apenas um mês de salários, mas recentemente o governo
anunciou que teria dinheiro para pagar até ao fim do ano.
As empresas mais produtivas do país afirmam que a desvalorização do kwanza vai obrigá-las
abrandar ou parar com investimentos, rever estratégias e até mesmo despedir trabalhadores.

Enquanto isso, a consultora BMI Research reviu em baixa as previsões que tinha para o
crescimento económico do país: ao invés de uma expansão de 1,8%, prevê uma recessão na
ordem dos 0,7%.

O efeito Fundo Soberano


Os biliões de dólares postos de lado no Fundo Soberano de Angola foram gastos de forma
supérflua - salários muito acima da média para os funcionários do FSDEA; honorários e
comissões milionárias para a entidade gestora do fundo, que pertencia a um amigo pessoal de
Zenu (“Mais de metade destes cinco mil milhões de dólares foram investidos em esquemas e
empresas destinadas ao enriquecimento pessoal de Jean-Claude Bastos de Morais”).
Estes gastos não cumpriram com os objetivos de alavancar a economia em momentos de crise,
conforme o que se prometia com o FSDEA.
Por outra, os biliões de dólares recuperados na luta contra corrupção desencadeada pelo
Presidente João Lourenço (ninguém sabe, ao certo, o montante exato) não têm tido o desejado
efeito nas contas públicas e na economia.
Carlos Rosado de Carvalho, um dos mais respeitados economistas e jornalistas do país, sempre
foi muito realista sobre a grande verdade da economia angolana, mesmo durante a euforia de
outros tempos: “A grande verdade do crescimento da economia angolana é que ela está
totalmente dependente do preço do petróleo. Quando o preço sobe, a nossa economia também.
Quando desce, entramos em crises,” explica.
3. [Link] E MARGINALIZAÇÃO
[Link] DE SAÚDE DEFICIENTES — ESPECIALMENTE PARA MÃES E
CRIANÇAS
C. POUCO OU NENHUM ACESSO À ÁGUA LIMPA, SANEAMENTO BÁSICO E HIGIENE
D. FALTA DE EDUCAÇÃO
E. OBRAS PÚBLICAS E INFRAESTRUTURA MÁS
4. Mandioca, a batata-doce, o milho, as bananas, a batata, a hortícolas, o feijão e o amendoim.
5. O crescimento acelerou em 2022 para 3% (de 1,2% em 2021) graças à expansão nos sectores
não petrolíferos e a uma pequena recuperação na produção de petróleo. O aumento dos preços do
petróleo permitiu a expansão orçamental, especialmente nos investimentos públicos, e a
apreciação da moeda nacional, sustentando o reforço da procura interna e gerando um
crescimento de 7% no consumo privado.
6. De acordo com dados oficiais, quatro em cada dez angolanos vivem em pobreza extrema. A
sociedade civil teme, no entanto, que o problema seja pior, sobretudo nas zonais rurais, onde se
estima que mais de 87% dos habitantes estejam em situação de fragilidade.
7. Angola registou em julho uma inflação de 12,12%.
8. O RDH 2019 mostra que o IDH de Angola é de 0,574 - o que coloca o país na categoria de
desenvolvimento humano médio - posicionando-o em 149 dos 189 países e territórios
considerados no Relatório.
9. Os cinco principais grupos de produtos importados foram os Combustíveis Minerais (22,4%),
as Máquinas e Aparelhos (18,7%), os Produtos Agrícolas (14,2%), os Produtos Químicos (9,3%)
e os Veículos e Outro Material de Transporte (9,1%).
10. A principal causa na queda do PIB per capita incide no facto de a população estar a crescer a
uma média de 3% ao ano, ao passo que País enfrentou cinco recessões económicas consecutivas
iniciadas em 2016 e apenas ultrapassadas em 2021.
11. Os cinco principais grupos de produtos exportados foram os Combustíveis Minerais (92,8%),
os Veículos e Outro Material de Transporte (2,2%), as Máquinas e Aparelhos (0,3%), os Minerais
e Minérios (0,3%) e os Metais Comuns (0,1%).
12. Embora os governos detenham o poder sobre as economias dos países, são os grandes bancos
e as grandes empresas que controlam e essencialmente financiam esses governos. As economias
funcionam distribuindo recursos escassos entre indivíduos e entidades. Uma série de mercados
onde bens e serviços são trocados, facilitados pelo capital, combinam-se para formar uma
economia. Estas redes existem a nível local, nacional e internacional.

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