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TCC Gengivoplastia

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Beto Oliveira
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PAULA LACI CARVALHO DE OLIVEIRA

GENGIVOPLASTIA COM O USO DA TÉCNICA DE


FACETAS EM RESINAS

CUIABÁ
2018
PAULA LACI CARVALHO DE OLIVEIRA

GENGIVOPLASTIA COM O USO DA TÉCNICA DE


FACETAS EM RESINAS

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado à Universidade de Cuiabá,
como requisito parcial para a obtenção do
título de graduada em Odontologia.

Orientadora: Profª Alessandra M.L.


Vasconcelos Almeida.

CUIABÁ
2018
PAULA LACI CARVALHO DE OLIVEIRA

GENGIVOPLASTIA COM O USO DA TÉCNICA DE FACETAS EM RESINAS

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado ao Curso de Odontologia da
Universidade de Cuiabá - UNIC, tendo por
objetivo a aprovação da disciplina.

Aprovado em: __/__/____

BANCA EXAMINADORA

_________________________________
Profª Alessandra M.L. Vasconcelos Almeida.
Orientadora

_________________________________
Prof(ª). Titulação Nome do Professor(a)

_________________________________
Prof(ª). Titulação Nome do Professor(a)
DEDICATÓRIA

Dedico este trabalho a Deus e aos meus


familiares, em especial à minha mãe Edna
Pereira, meu avô Francisco Pereira, aos
meus irmãos Juliano Santana, Gabriela
Pereira, Lucas José, e ao meu noivo
Jonathas Andrade, que sempre estiveram ao
meu lado, com muito carinho não medindo
esforços para me apoiar na conclusão de
mais esta etapa da minha vida.
AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus, por ter-me amparado, iluminado e


abençoado minha trajetória.
À minha mãe Edna Pereira de Carvalho que batalhou muito para me oferecer
uma educação de qualidade, que sempre acreditou no meu potencial e nunca negou
uma palavra de incentivo, sou muito grata pela mãe que tenho, obrigada minha mãe
por tudo.
Ao meu avô, que é a base da minha família.
Aos meus irmãos, por entenderem a minha possível ausência em alguns
momentos importantes.
À professora Alessandra Medeiros de Vasconcelos, pela paciência na
orientação e incentivo que tornaram possível a conclusão deste trabalho.
LISTA DE FIGURAS

Figura 1: técnica de reposicionamento labial.............................................................12


Figura 2: tipos de sorriso- a) sorriso “Mona Lisa”; b) sorriso cuspídeo; c) sorriso
complexo....................................................................................................................16
Figura 3: a) linha do sorriso; b) linha do sorriso orientando o local da incisão..........16
Figura 4: a) aspecto clínico inicial do sorriso gengival; b) visão intra oral das
coroas clínicas curtas em incisivos, laterais e caninos superiores............................17
Figura 5: exame clínico, observação da alteração de coloração...............................22
Figura 6: a) opacificação de centrais; b) precisão para confecção de face
interproximal;............................................................................................................. 22
Figura 7: a) camada de dentina aplicada; b) incisivos laterais opacificados e faces
interproximais confeccionadas...................................................................................23
Figura 8: acabamento e ajustes oclusais...................................................................23
Figura 9: aspecto final da aplicação da faceta em resina..........................................24
OLIVEIRA, Paula Laci Carvalho de. Gengivoplastia com o Uso da Técnica de
Facetas em Resinas. 2018. 29f. Trabalho de Conclusão de Curso à Universidade
de Cuiabá-UNIC, Cuiabá - MT, 2018.

RESUMO

O sorriso gengival descrever uma situação estética relativamente corriqueira,


definida por uma exposição gengival excessiva durante o sorriso. Mas, com a
crescente demanda de pacientes em busca de aparência estética satisfatória do
sorriso, relacionando à evolução de novas tecnologias e a uma ampla divulgação do
conceito de beleza, propiciou mudanças nos tradicionais do tratamento odontológico.
A reparação das anormalidades do sorriso gengival podem incluir setores da
periodontologia, cirurgia maxilofacial, ortodontia, dentisteria restauradora, sendo que
sua etiologia é multifatorial e requerem mais do que uma técnica para alcançar os
objetivos esperados. A técnica da gengivoplastia é um procedimento que propicia ao
paciente melhores possibilidades de manutenção da saúde dos tecidos periodontais,
através dos recursos de higiene bucal. Associando os procedimentos periodontais
com facetas em resina, é uma alternativa bastante satisfatória de tratamento.
Conclui-se que um planejamento e diagnóstico adequado são essenciais para que o
tratamento possa ser oferecido da melhor forma possível aos pacientes.

Palavras chaves: Gengivoplastia; Facetas em Resina; Procedimentos Periodontais.


OLIVEIRA, Paula Laci Carvalho de. Gingivoplasty with the Use of the Facet
Technique in Resins. 2018. 29f. Course Completion Work at the University of
Cuiabá-UNIC, Cuiabá - MT, 2018.

ABSTRACT

The gingival smile describes a relatively common aesthetic situation, defined by


excessive gum exposure during the smile. But with the increasing demand of patients
in search of a satisfactory aesthetic appearance of the smile, relating to the evolution
of new technologies and to a wide dissemination of the concept of beauty, it has
provided changes in the traditional of dental treatment. The repair of gingival smile
abnormalities may include sectors of periodontics, maxillofacial surgery, orthodontics,
restorative dentistry, and its etiology is multifactorial and requires more than one
technique to achieve the expected objectives. The technique of gingivoplasty is a
procedure that provides the patient with better possibilities of maintaining the health
of the periodontal tissues, through oral hygiene resources. By associating periodontal
procedures with resin facets, it is a very satisfactory treatment alternative. It is
concluded that adequate planning and diagnosis are essential if treatment is to be
offered to patients as well as possible.

Key-words: Gingivoplasty; Resin Facets; Periodontal Procedures.


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................9
2 EVOLUÇÃO CONTEMPORÂNEA E CARACTERIZAÇÃO SOBRE AS TÉCNICAS
REPARATÓRIAS....................................................................................................... 11
3 PROCEDIMENTOS RESTAURADORES PERIODONTAIS..................................15
4 CIRÚRGIAS PERIODONTAIS ASSOCIADA COM FACETAS EM RESINA.........21
CONCLUSÃO............................................................................................................25
REFERÊNCIAS......................................................................................................... 26
1 INTRODUÇÃO

A odontologia moderna busca excelência estética, funcional e biológica para


seus pacientes, diante disso, são exigidos resultados satisfatórios nos tratamentos
odontológicos. Analisa-se então que a estética gengival deve ser incluída no
planejamento da harmonia do sorriso para atingir o sucesso do tratamento.
Nessa busca de harmonia estética a faceta em resina, é uma excelente opção
de tratamento, sendo a mesma, uma camada bem fina, de colocaração igual ao do
dente, bastante resistente. Esta camada não desgasta o dente, nem o prejudica de
maneira alguma. De forma sucinta pode-se dizer que as facetas são um
procedimento odontológico para a restauração dos dentes, adequando-os aos
padrões de beleza estética.
A problemática é se a Gengivoplastia é um procedimento satisfatório para
correção do sorriso gengival?
Analisando-se a problemática a Gengivoplastia é uma das principais técnicas
para se corrigir o sorriso gengival, sendo uma cirurgia reconstrutora gengival, de
recobrimento das raízes expostas, aumentando a espessura no caso de gengivas
finas, podendo aparecer escurecimentos, devido à pinos ou raízes com canal tratado
(LINDHE, 2005).
Esse procedimento é para adequar a estética vermelha, ou seja, a estética da
gengiva que tem que estar em harmonia com a estética branca, com os dentes em
si. A cirurgia plástica gengival está indicada em casos de gengivas muito grandes,
sorriso gengival, retrações, quando a gengiva se desloca e expõe a raiz, recobrimento
gengival, em casos onde a gengiva tem pouca espessura, é muito fina e acaba
ficando com coloração ou contornos esteticamente indesejados (SILVA et al., 2010).
O objetivo deste estudo é analisar o procedimento de gengivoplastia
associada com a técnica de faceta em resina, demonstrando a viabilidade desses
procedimentos na busca de um sorriso perfeito, conhecendo-se assim, a evolução
histórica e apresentando as definições dessas técnicas, fundamentadas em literaturas
existentes, apresentando as aplicabilidades das mesmas, e possíveis complicações
sobre o uso destas técnicas.
Foi realizado um estudo bibliográfico com uso da abordagem descritivo-
qualitativa, onde Minayo (2010) define que a pesquisa bibliográfica tem como
12

objetivo encontrar respostas aos problemas formulados e o recurso é a consulta dos


documentos bibliográficos. A captura das produções foi por meio da base de dados
do Pubmed, Lilacs, Bireme, Medline e no Google Acadêmico, sobre artigos
relevantes ao tema.
A relevância desta pesquisa se dá pela necessidade de conhecer, analisar e
produzir conhecimento sobre a técnica da gengivoplastia para harmonização do
sorriso gengival. A escolha pelo tema se deu após análise de inúmeras discussões
sobre o assunto, e ainda, devido a intrigante vontade de saber sobre os procedimentos
estéticos odontológicos, podendo, contribuir junto aos profissionais, de maneira
unilateral, e buscando demonstrar técnicas eficazes para a solução e qualidade da
estética dos clientes.
O desenvolvimento desta pesquisa conta com o desenvolvimento de três
capítulos, onde, se fez necessário no primeiro capítulo, apresentar uma breve
evolução contemporânea e caracterização sobre as técnicas reparatórias, o segundo
capítulo aborda a aplicabilidade dos procedimentos restauradores periodontais, e no
terceiro e último capítulo trás as técnicas periodontais associada com facetas em
resina.
2 EVOLUÇÃO CONTEMPORÂNEA E CARACTERIZAÇÃO SOBRE AS TÉCNICAS
REPARATÓRIAS

Desde a antiguidade o homem busca por padrões estéticos que possam


servir de referência de beleza, mas, a beleza é muito subjetiva, variando conforme a
opinião individual, cultura, regionalização, e que, acaba por ser influenciada pela
comunicação e moda, a face é o elemento primordial na percepção estética, muitos
acreditam que o sorriso, é um dos atributos importantes para uma face atrativa
(MIYASHITA; FONSECA, 2005; MESQUITA, 2011; SANTOS, 2011).
O uso das cerâmicas foi referência na Odontologia no século XVIII, para o
preparo de próteses e dentes, na busca por uma estética facial satisfatória. Um
século depois, Charles Henry Land deu início à confecção de coroas ocas de
porcelana sobre lâmina de platina, obtendo resultado satisfatório, mas,
apresentando diversas limitações, dentre elas a baixa qualidade da porcelana e o
desconhecimento das técnicas de adesão (SANTOS, 2011).
O emprego dos procedimentos periodontais para a reparação de
anormalidades estéticas teve um avanço nas décadas de 70 e 80, onde as técnicas
odontológicas para melhorar o contorno gengival e expor estrutura dentária sadia, a
resolução desses problemas estéticos, foram definidas como cirurgias plásticas
periodontais (MIYASHITA; FONSECA, 2005).
A reparação das anormalidades pode incluir setores da periodontologia,
cirurgia maxilofacial, ortodontia, dentisteria restauradora, quando dá existência de
exposição gengival excessiva, cuja etiologia é multifatorial, requerem mais do que
uma técnica para alcançar os objetivos esperados. As várias opções de tratamento
disponíveis na literatura incluem técnicas cujo fim é reduzir a capacidade de
elevação ou a função do lábio superior (reposicionamento labial, aplicação de toxina
botulínica), diminuir a quantidade de gengiva mediante a remodelação gengival e/ou
óssea (alongamento coronário), reposicionamento ortodôntico e reposicionamento
superior da maxilar (PINTO, 2016).
Observa-se que nesses casos a abordagem cirúrgica periodontal é cada vez
mais utilizada no sentido de viabilizar os tratamentos restauradores nas suas
demandas funcionais e estéticas, onde cada situação, em si, possui suas
singularidades e complexidades, necessitando para sua resolutibilidade satisfatória.
14

O procedimento de reposicionamento labial foi realizado pela primeira vez em


1973 por Rubenstein e Kostianovsky, como um procedimento em cirurgia plástica.
Esta técnica foi aprimorada por Rosenblatt e Simon em 2006, tinha por objetivo,
minimizar a quantidade de exposição gengival durante o sorriso, para isso, o lábio
superior (LS) é reposicionado numa extremidade mais apical à original, o que acaba
por limitar a retração dos músculos elevadores do sorriso (PINTO, 2016).
Segundo Rosenblatt e Simon (2006), a técnica cirúrgica consiste na
realização de duas incisões de espessura parcial, horizontais e paralelas, entre as
linhas de ângulo mesiais dos primeiros molares, direito e esquerdo. A primeira
incisão é realizada ao nível da junção mucogengival e a segunda ao nível da
mucosa labial, 10-12mm apicalmente da primeira. As duas incisões devem,
posteriormente, ser unidas ao nível dos primeiros molares superior, formando um
desenho elíptico.

Figura 1: técnica de reposicionamento labial.


Fonte: Rosenblatt e Simon (2006).

Quando o caso não exige a remoção de tecido ósseo para a reparação do


tecido gengival, a principal técnica indicada é gengivectomia. Deve-se considerar
fatores como simetria facial, altura da linha do sorriso, simetria da face e lábio,
exposição gengival ao sorrir, harmonia das margens gengivais, tamanho e
proporção dos dentes, além de outros aspectos (SILVA et al., 2010).
Com relação à cirurgia periodontal para melhora estética, a gengivectomia e a
gengivoplastia são cirurgias plásticas de grande importância quando bem indicadas.
Visando melhora do prognóstico dos dentes e da estética, após terapia básica, pode
ser indicada a fase cirúrgica da terapia periodontal (SANTOS, 2011).
15

Como já dito, a gengivectomia está associada à excisão de gengiva inserida,


marginal e papilar, na ausência de doença periodontal, é indicada para supressão de
bolsas supra ósseas, aumento de coroa clínica, eliminação de margens espessas e
retiras de hiperplasias provocadas por processos inflamatórios, hormonais, congênitos
ou estimulado por medicamentos (ROSETTI; SAMPAIO; ZUZA, 2009).
O procedimento de gengivoplastia é uma cirurgia que corrige ou elimina
deformidades gengivais, traumáticas ou de desenvolvimento, sendo considerada
como o procedimento cirúrgico que proporciona o contorno gengival, sendo
recomendada em situações de ausência de doença periodontal e para reparação
estética, buscando criar um contorno gengival harmônico, sulcos interdentais e
remodelamento das papilas interdentais (ROSETTI; SAMPAIO; ZUZA, 2009).
A gengivoplastia visa à eliminação de bolsas virtuais ou falsas (bolsa relativa
ou gengival), buscando a reparação do contorno anatômico e gengival ou a remoção
de tecidos que aumentaram de volume, sem haver a alteração da aderência epitelial.
Muitos autores definem que a gengivoplastia tem por finalidade recontornar a
gengiva na ausência de bolsas periodontais ou verdadeiras, sendo um procedimento
cirúrgico pelo qual a gengiva é corrigida para criar forma e função normais, visando
a obtenção de uma arquitetura gengival anatomo fisiológica, propiciando ao paciente
melhores possibilidades e facilidades de manutenção da saúde dos tecidos
periodontais, através dos recursos de higiene bucal. Têm se que observar que essa
técnica será realizada na ausência de bolsas periodontais ou gengival (MIYASHITA;
FONSECA, 2005; MESQUITA, 2011; SANTOS, 2011, PINTO, 2016).
Os procedimentos de gengivectomia e gengivoplastia são utilizados nas
situações em que se pretende expor e/ou aumentar a coroa clínica dentária para a
colagem da aparatologia, e, durante ou posteriormente ao tratamento ortodôntico em
condições de hiperplasia gengival, a qual é comum durante a correção ortodôntica,
inviabilizando a continuidade do tratamento (LUZZI; MANTOVANI, 2010).
Atualmente, a fim de melhorar a estética e, concomitantemente, reduzir a
morbidade do paciente nos períodos trans- e pós-operatórios, técnicas cirúrgicas
minimamente invasivas têm sido sugeridas na periodontia, está técnica foi relatada
pela primeira vez em 1995, tendo como objetivo promover delicado manuseio de
tecidos moles e duros durante a cirurgia periodontal de acesso para raspagem ou
para abordagens regenerativas. Aspectos associados à mínima extensão do retalho
cirúrgico e delicado manuseio dos tecidos moles e duros são essenciais para a
16

caracterização dos procedimentos minimamente invasivos, promovendo mínimo


prejuízo ao suprimento sanguíneo da região operada e minimizar o trauma aos
tecidos moles e a morbidade trans- e pós-operatória (PONTES et al., 2016).
Diante do exposto, observa-se que a principal finalidade desses
procedimentos apresentados é devolver o contorno fisiológico do tecido gengival, a
fim de melhorar a estética, facilitar a higienização e dar condições de continuidade
ao tratamento ortodôntico, analisa-se ainda, que o equilíbrio da relação dento-
gengival é fator de grande importância na constituição de um sorriso harmônico e
pode estar relacionado com a extensão do tecido gengival exposto.
17

3 PROCEDIMENTOS RESTAURADORES PERIODONTAIS

Renomados autores explicam que o sorriso tem relevante importância na


estética facial, revelando estados de satisfação e felicidade, contribuindo não
apenas para a autoconfiança do indivíduo, como também para a boa impressão (LOI
et al., 2010; COTTER, 2011; ESPÍN, 2013).
Um sorriso esteticamente satisfatório depende não só de componentes como
o tamanho, forma, cor e posição dos dentes, mas também da quantidade de gengiva
exposta e da relação dos mesmos com os lábios (LOI et al., 2010).
Para ser considerado agradável, o sorriso deverá respeitar as seguintes
características:

Pouca quantidade de gengiva exposta; a linha formada pelos bordos incisais


dos dentes maxilares deverá acompanhar a forma do bordo do lábio inferior;
presença de paralelismo entre o plano oclusal frontal, linha das comissuras
e a linha bipupilar; tecido gengival saudável preenchendo completamente os
espaços interproximais; margens gengivais com um contorno adequado e
cor, e proporções adequadas dos dentes (PINTO, 2016, p.7).

Embora existam milhões de diferentes sorrisos, Seixas et al (2011, p.8) os


classificam como sendo três tipos:

O sorriso “Mona Lisa”, sorriso canino e sorriso complexo, no sorriso “Mona


Lisa” ou comissural verifica-se a contração dos músculos zigomáticos
maiores, que elevam a comissura labial para cima e para fora, seguida pela
elevação progressiva do lábio superior, que expõe os dentes superiores. É o
padrão mais comum, visto em cerca de 67% da população. O sorriso
“canino” é encontrado em, aproximadamente, 31% da população e,
caracteriza-se pela contração dominante dos músculos elevadores do LS
que acabam por expor, quer os dentes, quer o tecido gengival. O sorriso
complexo caracteriza uma minoria da população, cerca de 2%. Neste
padrão, há contração simultânea dos músculos elevadores do lábio superior
e os depressores do lábio inferior, que acaba por expor tanto os dentes
superiores, como os inferiores (figura 2).

Um relevante parâmetro a analisar no diagnóstico do sorriso é a linha do


sorriso, este corresponde à quantidade de estrutura dentária vertical, que é visível
durante o sorriso, não é mais que a representação da relação entre o lábio superior
e as incisivas centrais superiores, aquando do sorriso.
18

Figura 2: tipos de sorriso- a) sorriso “Mona Lisa”; b) sorriso cuspídeo; c) sorriso complexo.
Fonte: Pinto (2014).

Alguns autores dividiram a linha do sorriso em três categorias: linha do sorriso


baixa, quando a exposição dos incisivos central superior é menor que 75% da altura
da coroa clínica; linha do sorriso média, quando há exposição de 75 a 100% dos
incisivos centrais superiores, e alta quando há, simultaneamente, exposição total
dos incisivos central superior e uma contínua banda de gengiva, apresentando uma
prevalência na população de 20%, 69% e 10%, respectivamente (figura 3) (LOI et
al., 2010; COTTER, 2011; ESPÍN, 2013).

Figura 3: a) linha do sorriso; b) linha do sorriso orientando o local da incisão.


Fonte: Pires et al (2010).

Está linha, tem por finalidade marcar no epitélio externo gengival os pontos
sangrantes correspondentes à profundidade das bolsas, que irão orientar a linha da
19

incisão inicial.
Estudos consideraram uma quarta categoria, na qual uma linha do sorriso que
revele mais do que 4mm de gengiva é classificada como sorriso gengival. O sorriso
gengival é um termo que descreve uma situação em que existe uma exposição
excessiva de gengiva, ao nível da maxila, durante o sorriso, resultando em um
sorriso considerado não estético. Esta deformidade tem repercussões negativas na
aparência do indivíduo, visto que acaba por alterar a espontaneidade da expressão
facial. Na literatura não existe um consenso acerca da quantidade de gengiva que
deverá estar visível para considerar um sorriso como gengival. É relevante ter em
mente que esta condição varia conforme a classe social e cultural a que o indivíduo
está inserido (LOI et al., 2010; ESPÍN, 2013).
No diagnóstico do paciente deve-se levar em consideração a etiologia do
sorriso gengival, onde o mesmo é multifatorial, podendo resultar de alterações
esqueléticas, dentárias, periodontais, labiais ou externas. Estes fatores podem surgir
isoladamene ou em combinação. Um satisfatório diagnóstico clínico e um correto
exame são cruciais para determinar qual a causa do sorriso gengival. Possibilitando
uma adequada abordagem terapêutica de modo a que o mesmo opte de forma
consciente (figura 4). As várias opções de tratamento disponíveis incluem técnicas
cujo fim é diminuir a quantidade de gengiva mediante a remodelação gengival e/ou
óssea; técnicas que diminuem a altura óssea maxilar; reposicionamento dentário
ortodôntico, ou técnicas cujo objetivo é reduzir a capacidade de elevação ou função
do lábio superior (ISHIDA, 2012).

Figura 4: a) aspecto clínico inicial do sorriso gengival; b) visão intra oral das coroas clínicas curtas em
incisivos, laterais e caninos superiores.
Fonte: Pires et al (2010).
20

Camargo e Silva (2017, p.38) explicam que as causas do sorriso gengival


são:

Lábio superior curto, erupção anormal dos dentes superiores, crescimento


gengival além da adesão cemento/esmalte e excesso de crescimento
vertical da maxila. Importante considerar ainda que com o aumento do
desenvolvimento socioeconômico, as perspectivas dos pacientes que
buscam tratamentos estéticos, deixaram os tratamentos ainda mais
desafiadores, pois, as expectivas são criadas a partir de padrões estéticos
impostos por celebridades. Padrões estéticos, devem considerar parâmetros
dentários e gengivais, pois o resultado desejável é a relação destes dois
fatores, associados ao rosto, englobando o sorriso do paciente.

Sousa et al (2010, p.3) classificam-se o excedente gengival em:

Tipo I: junção mucogengival em direção ao ápice adentrando á crista óssea;


Tipo II: junção mucogengival no nível ou coronal à crista óssea, Subtipo A:
menos 2mm entre a junção cemento-esmalte e a crista óssea; Subtipo B:
menos de 2mm entre a junção cemento-esmalte e a crista óssea. Variáveis
como os ângulos das linhas mandibulares e palatais, dimensão do lábio
superior, amplitude clínica da coroa incisiva, parecem não exercer
influências no sorriso gengival, mas, o lábio superior curto e a coroa clínica
curta podem colaborar para ocorrer à exposição gengival. Apesar muitos
profissionais verem o sorriso gengival como não desejável, essa
singularidade pode não ser essencialmente antiestética aos olhos do público
em geral.

Analisa-se que o correto diagnóstico do sorriso de cada paciente garante ao


profissional a possibilidade de enxergar o que precisa ser feito, e qual a melhor
técnica a ser aplicada.
A recomendação cirúrgica é quando da classificação etiológica:

Tipo I: a) gengivoplastia ou gengivectomia; b) retalho mucoperiósteo com


excisão da margem gengival e osteotomia.
Tipo II: a) retalho de espessura parcial deslocado apicalmente; e b) retalho
de espessura total reposicionado apicalmente com osteotomia. Mas, é
indicado após a cirurgia um ajuste estético periodontal, para correção de
possíveis anormalidades como diastemas, giroversão, alterações de cor e
formato (CAMARGO; SILVA, 2017, p.41).

Estudo realizado por Pinto (2016, p.24) constatou que na realização de


gengivoplastia e/ou gengivectomia deverão estar presentes três principais condições:

a) localização da crista alveolar óssea em relação à junção amelo-cementária


de aproximadamente, 1,5 a 2mm; b) espessura adequada de osso alveolar; e
c) banda de gengiva queratinizada larga. Caso não se verifiquem estas
condições, é provável que ocorram recidivas. Sempre que possível, deverá ser
identificado um dente no sextante anterior que servirá de guia para estabelecer
21

a nova localização da margem gengival. O correto, é que deverá ser


selecionado o dente que apresenta a margem gengival mais para apical.

Observa-se que quando o crescimento gengival proceder do acúmulo de


placa, adjunto ou não a fármacos, a terapêutica deverá ter uma higiene cautelosa.
Embora não haja muito consenso, existem situações que requeiram uma
remoção cirúrgica de quantidade excessiva de tecido gengival, se a etiologia for
apenas pela presença de hiperatividade e lábios superiores menores ou atróficos,
habitualmente não se indica tratamento cirúrgico periodontal, nestas ocasiões é
aconselhável o emprego de toxina botulínica, cujo efeito permanece por cerca de
seis meses. Quando o sorriso gengival é provido de extrusão dento alveolar deve
ser tratado de forma multidisciplinar, compreendendo cirurgia periodontal, intrusão
ortodôntica e dentística restauradora. O tratamento da exposição gengival dado ao
excesso vertical de maxila se sujeita a sua dimensão. A abordagem também pode
ser multidisciplinar abrangendo a cirurgia plástica periodontal e a dentística (ISHIDA,
2012; CAMARGO; SILVA, 2017).
Diante disso, Oliveira et al (2011) explicam sobre a aplicação da toxina de
forma terapêutica como possibilidade para o tratamento do sorriso gengival.
Esclarecem que o diagnóstico e o plano de tratamento do sorriso gengival requerem
uma análise satisfatória, e a correta classificação do nível gengival, ou seja, tipo de
sorriso, saúde do periodonto, peculiaridades singulares de cada gênero e a
influência da idade, nas pessoas com idade elevada, o plano lábio reduz até 2mm e
no plano labial superior chega a 4mm. Existem conciliação sobre a exposição de
uma faixa sucessiva de gengiva maior que 3mm, comprovada no sorriso
espontâneo.
Oliveira et al (2011, p.13) explicam que no exame clínico, deve-se considerar:

- A visibilidade da gengiva marginal e das papilas gengivais; - o sorriso


natural e o forçado ao observar a posição da linha de sorriso o paciente,
fora do consultório, pode mostrar mais periodonto forçando o sorriso menos
estético. Múltiplos fatores etiológicos vêm sendo propostos, estes podem
ser divididos em: gengival, dentários, muscular e ósseo.

O emprego da técnica da gengivoplastia é realizado da mesma forma que a


gengivectomia, mas, com uma finalidade distinta, é direcionada para alterar a
estética. Ela é compreendida como uma cirurgia ressectiva estética, moderadamente
fácil de ser praticada e pode proporcionar bons resultados quando feita de forma
22

correta, como em casos de coroa clínica curta, profundidade de sondagem maior ou


igual a 3mm, sem perda óssea e com extensa faixa de gengiva queratinizada,
melhorando assim a estética dental. Por meio da técnica de gengivoplastia torna-se
possível remover o tecido queratinizado, exibindo uma altura maior da coroa
dentária, de forma a melhorar a harmonia do sorriso, por redução de altura do
sorriso gengival e aperfeiçoar a dimensão largura/altura da coroa dental (ISHIDA,
2012; CAMARGO; SILVA, 2017).
Finalizado o procedimento cirúrgico é necessário minimizar a dor, a
inflamação e o risco de bacteremia, de forma a tornar o pós-operatório o mais
confortável possível, sendo necessárias indicações pós-operatórias específicas ao
paciente (CAMARGO; SILVA, 2017).
Após a terapêutica cirúrgica algumas anormalidades podem surgir, sendo as
alterações mais frequentes, a giroversão ocasionando distúrbios estéticos e funcionais
levando o paciente a procurar tratamento ortodôntico, mas, pequenas giroversões
podem ser tratadas com desgaste seletivo, este tratamento é rápido, barato e de
fácil execução, entretanto, pode apresentar desvantagem em remover estrutura
hígida do paciente, cabendo o profissional identificar qual tem melhor prognóstico
para cada caso (SOUSA et al., 2010).
Analisa que gengivoplastia é eficaz na adequação gengival referente à
estética, pois contribui tanto para um resultado estético satisfatório quanto para a
manutenção favorável ao periodonto. Ocorre que em muitas situações o profissional
tem que orientar o paciente dá necessidade de associar mais de uma técnica
cirúrgica com objetivo de atingir a finalidade do tratamento, que será a correção do
seu sorriso gengival. Na realização dos procedimentos cirúrgicos deve-se atentar
para alguns cuidados pré-operatórios, tal como analgesia, assepsia e anestesia local
e, antibioticoterapia profilática quando indicado.
23

4 CIRÚRGIAS PERIODONTAIS ASSOCIADA COM FACETAS EM RESINA

Para um tratamento satisfatório do sorriso gengival é necessário além dos


procedimentos cirúrgicos, uma terapêutica com uso também de facetas em resinas,
onde o tratamento das imperfeições no plano estético depende da interação de
conhecimentos associados aos materiais restauradores e às técnicas apropriadas.
Em situações de recuperação da estética, algumas técnicas são sugeridas
pelos profissionais, como o clareamento, microabrasão, confecção de facetas diretas
e indiretas e restauração. Mas, alguns casos clínicos necessitam de resistência e/ou
uso de técnicas menos invasivas, o emprego das facetas em resinas compostas é
uma excelente opção de técnica.
A faceta de resina está indicada para casos onde 2/3 ou mais de estrutura
dentária vestibular esteja comprometida por alteração de cor, forma e/ou textura,
deformidades estas impossíveis de serem recuperadas por meios tradicionais como
restaurações, clareamento dental e microabrasão (CARDOSO et al., 2011).
Dentre as vantagens das facetas diretas de resina em relação às facetas
indiretas de cerâmica, destaca-se uma maior preservação dental, um menor tempo
clínico para sua execução, um custo inferior, além de possuírem uma excelente
estética aliada à boa durabilidade clínica (LIMA; LEITE, 2013).
Hirose (2012) observa que o emprego das facetas de resina composta
apresenta algumas vantagens: técnica rápida, segura e eficaz; menor custo em
relação às cerâmicas; dispensam etapas de laboratório; e não requerem provisório,
nem moldagem. O grande empecilho na utilização das facetas diretas em dentes
escurecidos é a opacificação, sendo assim, recomenda-se o uso de opacificadores,
definidos como resinas fluídas capazes de impedir a passagem de luz e mascarar
colorações indesejadas do interior do dente. Estas resinas possuem alta qualidade,
pois, são feitas em finas camadas que conseguem substituir as camadas de resina
composta e mascarar o substrato escurecido e comprometedor à estética almejada
(LIMA; LEITE, 2013; CARDOSO et al., 2011).
Durante o exame clínico, vários sintomas devem ser levados em
consideração a fim de realizar um correto diagnóstico e indicação da faceta
vestibular de resina composta, sendo elas, quantidade e qualidade da estrutura
dental remanescente, grau de descoloração (figura 5), relação entre a área
24

comprometida e distâncias biológicas, análise da oclusão, e o grau de higienização


do paciente (CARDOSO et al., 2011).

Figura 5: exame clínico, observação da alteração de coloração.


Fonte: Cardoso et al (2011).

É importante que o cirurgião-dentista compreenda os princípios básicos dos


sistemas adesivos, das resinas compostas e da técnica utilizada, além de ter uma
visão multidisciplinar que o possibilite diagnosticar e planejar o caso corretamente,
para obter o sucesso funcional e estético das facetas em resina composta.
Entretanto, as facetas diretas de resina composta não devem ser utilizadas de
forma indiscriminada, portanto, em situações de dentes vitais altamente escuros
sugere-se a realização de clareamento dental pelo conservadorismo, pois, possui
baixo custo e vasta evidência científica sobre a efetividade nos resultados.

Figura 6: a) opacificação de centrais; b) precisão para confecção de face interproximal;


Fonte: Cardoso et al (2011).
25

Figura 7: a) camada de dentina aplicada; b) incisivos laterais opacificados e faces interproximais


confeccionadas.
Fonte: Cardoso et al (2011).

Diante do exposto, analisa-se que os tratamentos estéticos odontológicos


exigem que o profissional esteja capacitado adequadamente com grau de técnicas e
aprendizado específicos, pois, os procedimentos na maioria das vezes são
dificultosos, e o emprego da técnica e/o uso equivocado de materiais opacificadores
ou resinas opacas pode ocasionar em uma opacificação insuficiente ou exagerada, o
que levará o profissional a aplicar camadas de resina em excesso no intuito de
compensar o erro e, porventura, promover um sobrecontorno da restauração,
deixando o dente excessivamente volumoso e com aspecto artificial (figura 6 e 7).
Observa-se ainda que o facetamento direto, quando corretamente indicado, é
uma alternativa de tratamento bastante satisfatória, tendo como principais vantagens
a preservação da estrutura dental e simplicidade da técnica (figura 8 e 9).

Figura 8: acabamento e ajustes oclusais.


Fonte: Cardoso et al (2011).
26

Figura 9: Aspecto final da aplicação da faceta em resina.


Fonte: Cardoso et al (2011).

O profissional tem que estar familiarizado com as técnicas inovadoras, pois, à


grande demanda de pacientes que recorrem na busca pelo sorriso perfeito, também
exigem materiais que possuam características semelhantes a dos dentes naturais.
Atualmente as facetas em resinas exibem uma grande variedade de cores e efeitos,
que facilita diferentes combinações de translucidez, opacidade, forma, função e
estética são adequadamente restauradas em procedimentos diretos com resinas
compostas, com a concepção de restauração em estreita relação com intervenções
conservadoras operacionais (LIMA; LEITE, 2013).
As limitações da técnica em facetas de resina composta estão associadas
naturalmente aos casos de higiene bucal inapropriada, o que favorece a degradação
da matriz orgânica da resina e a consequente alteração de cor e textura (LIMA;
LEITE, 2013).
Diante do exposto, analisa-se que independentemente da extensão da
cavidade a ser restaurada com facetas em resina, a primeira dificuldade está na
seleção das cores das resinas a serem empregadas, assim, fatores como
resistência, polimento, brilho e translucidez devem ser levados em consideração.
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CONCLUSÃO

Com a realização desta pesquisa analisa-se que o sorriso gengival


compromete a estética do sorriso, está anomalia possui etiologias diversas, sendo
de extrema relevância que o dentista realize um exame clínico apurado e, quando
necessário, recorra a métodos diagnósticos auxiliares, como os exames radiográficos e
quando for o caso tomografias.
Observa-se que a gengivoplastia pode ser realizado em conjunto com outros
procedimentos para reforçar a terapêutica odontológica da correção do sorriso
gengival, mas, quando não há ampla zona de gengiva inserida, a técnica não é
recomendada.
Analisa-se que o profissional deva seguir rigorosamente os protocolos
reabilitadores, estar em constante capacitação para ter domínio das propriedades
físicas, dos materiais restauradores, e ainda cumprir os princípios éticos tradicionais
e inovadores promovendo assim, um resultado estético altamente satisfatório,
devolvendo harmonia ao sorriso e satisfação plena do seu paciente.
Conclui-se que um planejamento e diagnóstico adequado são essenciais para
que o tratamento possa ser oferecido da melhor forma possível aos pacientes, a
intervenção cirúrgica periodontal aplicada nos tecidos de revestimento demonstrou-
se adequada ao recontorno gengival enquanto os procedimentos restauradores
possibilitaram de forma eficaz a reconstrução e a estética da área reabilitada.
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