CAPÍTULO 7
DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL DA BRUCELOSE
BOVINA NO ESTADO DO ACRE E SUAS
IMPLICAÇÕES PARA SAÚDE PÚBLICA
Data de aceite: 01/04/2024
Eder Ferreira de Arruda RESUMO: A brucelose bovina (BB) é uma
Centro Universitário Uninorte doença infectocontagiosa, de notificação
Rio Branco – Acre obrigatória, causada pela bactéria Brucella
[Link] abortus, pode ser transmitida aos seres
humanos, sobretudo, pela ingestão de leite
Karoliny Andrade de Oliveira
e derivados contaminados, de distribuição
Centro Universitário Uninorte
mundial, endêmica no Brasil e considerada
Rio Branco – Acre
[Link] um importante problema de saúde
pública. Por isso, se objetivou descrever
Wanessa Castro Nogueira a distribuição temporal da frequência dos
Centro Universitário Uninorte casos de brucelose no rebanho bovino
Rio Branco – Acre do estado do Acre no período de 2012 a
[Link] 2019. Para tanto, foi realizado um estudo
Bruno Maciel da Silva observacional descritivo, exploratório, do
Centro Universitário Uninorte tipo ecológico, com abordagem quantitativa
Rio Branco – Acre no qual os indicadores foram obtidos
[Link] durante o mês de setembro de 2021 a partir
de informações do Sistema Nacional de
Raissa Araújo Pinto Sousa
Informação Zoossanitária (SIZ) disponíveis
Centro Universitário Uninorte no site do Ministério da Agricultura,
Rio Branco – Acre
Pecuária e Abastecimento (MAPA). Foram
[Link]
considerados casos de brucelose bovina
Luanderson Camilo Nogueira da Silva e incluídos no estudo, todos os animais
Centro Universitário Uninorte reagentes ao teste de Antígeno Acidificado
Rio Branco – Acre Tamponado (AAT) sendo confirmados
[Link] pelo teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) e
outros testes necessários. Os dados foram
digitados e revisados em programa editor
de planilhas e analisados em programa
estatístico, onde foram calculadas as
Bem-estar animal: Tendências e desafios na medicina veterinária 3 Capítulo 7 43
frequências absolutas e relativas das variáveis de interesse. Observou-se que foram
registrados, nos anos de 2012 a 2019, 1.038 casos de brucelose bovina no estado do Acre,
sendo que a maior frequência foi identificada no ano de 2013 (30,2%) e a menor em 2019
(0,3%), indicando uma possível redução no número de casos no período analisado. Contudo,
apesar do provável decréscimo dos casos, devem-se intensificar e aprimorar as ações de
vigilância agropecuária e de prevenção à brucelose bovina e humana.
PALAVRAS-CHAVE: Brucella abortus. Epidemiologia. Vigilância em saúde.
TEMPORAL DISTRIBUTION OF BOVINE BRUCELLOSIS IN THE STATE OF
ACRE AND ITS IMPLICATIONS FOR PUBLIC HEALTH
ABSTRACT: Bovine brucellosis (BB) is an infectious disease, mandatory notification, caused
by the bacterium Brucella abortus, can be transmitted to humans, especially through the
ingestion of contaminated milk and dairy products, distributed worldwide, endemic in Brazil
and considered an important public health problem. Therefore, the objective was to describe
the temporal distribution of the frequency of brucellosis cases in the cattle herd in the state
of Acre in the period from 2012 to 2019. To this end, a descriptive, exploratory, ecological
observational study was carried out, with a quantitative approach in which the indicators were
obtained during the month of September 2021 from information from the National Animal
Health Information System (SIZ) available on the website of the Ministry of Agriculture,
Livestock and Supply (MAPA). All animals reactive to the Buffered Acidified Antigen (AAT) test
were considered as cases of bovine brucellosis and included in the study, being confirmed
by the 2-Mercaptoethanol (2-ME) test and other necessary tests. The data were entered and
reviewed in a spreadsheet editor program and analyzed in a statistical program, where the
absolute and relative frequencies of the variables of interest were calculated. It was observed
that, from 2012 to 2019, 1,038 cases of bovine brucellosis were recorded in the state of
Acre, with the highest frequency being identified in 2013 (30.2%) and the lowest in 2019 (0.3
%), indicating a possible reduction in the number of cases in the period analyzed. However,
despite the probable decrease in cases, agricultural surveillance and prevention actions
against bovine and human brucellosis must be intensified and improved.
KEYWORDS: Brucella abortus. Epidemiology. Health surveillance.
INTRODUÇÃO
A brucelose é uma doença infectocontagiosa, de notificação obrigatória, causada
por bactérias intracelulares facultativas do gênero Brucella que acomete, principalmente,
animais e seres humanos (Mendes; Venturini, 2018).
Nos humanos, também é conhecida como febre de Malta ou febre ondulante e
se caracteriza por quadros clínicos agudos, subagudos e/ou crônicos que incluem febre
intermitente ou irregular, cefaleia, fraqueza, sudorese profusa, calafrios, emagrecimento e
dores generalizadas com ou sem o envolvimento de órgãos como o fígado ou baço. Já nos
animais pode ocorrer redução do desempenho reprodutivo, aborto, infertilidade, retenção
placentária, mortalidade neonatal ou fraqueza da progênie, além de orquite em machos,
dentre outros (World Organization for Animal Health, 2021).
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A doença se configura como uma zoonose de distribuição mundial, endêmica no
Brasil, considerada um importante problema de saúde pública. Porém, existem diferentes
prevalências entre e dentro das unidades federativas do país (Brasil, 2020).
No período de 2014 a 2018 foram confirmados 19.631 animais com brucelose bovina
e a incidência média variou entre 0,03 a 33,93/100.000 bovinos no Brasil, segundo dados
do Sistema de Informação em Saúde Animal (Ribeiro et al., 2020).
Embora numerosas espécies animais sejam fonte de infecção da brucelose para
o homem, os bovinos (Bos indicus e Bos taurus) se constituem como a mais importante.
A infecção, causada pela Brucella abortus, pode ser transmitida aos seres humanos por
contato direto, inalação e inoculação acidental e, sobretudo, pela ingestão de leite e seus
derivados (Mendes; Venturini, 2018).
Neste contexto, foi instituído, no ano 2001, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (MAPA) o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose
e da Tuberculose Animal (PNCEBT), visando o rastreamento, redução da ocorrência e
erradicação da brucelose bovina no país (Brasil, 2001).
Neste sentido, as atividades da vigilância sanitária e defesa agropecuária para fins
de triagem clínica e epidemiológica da brucelose devem envolver testes sorológicos de
rotina dos animais e análise do leite e seus derivados visando à identificação dos focos
de infecção e animais sororreagentes, bem como a fiscalização e eliminação de alimentos
contaminados a fim de promover o controle e erradicação da doença nos rebanhos bovinos
e por consequência entre os humanos (World Organization for Animal Health, 2021).
Dado ao exposto, o objetivo deste estudo foi descrever a distribuição temporal da
frequência dos casos de brucelose no rebanho bovino do estado do Acre no período de
2012 a 2019.
MATERIAIS E MÉTODO
Foi realizado um estudo observacional descritivo, exploratório, do tipo ecológico, com
abordagem quantitativa no qual os indicadores foram obtidos durante o mês de setembro
de 2021 a partir de informações do Sistema Nacional de Informação Zoossanitária (SIZ)
disponíveis no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), sendo
incluídos na coleta de dados todos os casos registrados no período de 2012 a 2019 no
estado do Acre, Brasil.
O estado do Acre está situado na Região Norte, Amazônia Sul-Ocidental, possui uma
área territorial de 164.173,431 km², população estimada 906.876 pessoas e um rebanho bovino
estimado em 3.509.682 animais (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2021).
Foram considerados casos de brucelose bovina, todos os animais reagentes
ao teste de Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) sendo confirmados pelo teste do
2-Mercaptoetanol (2-ME) e outros, conforme estabelecido pelo regulamento Técnico do
Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal –
PNCEBT (Brasil, 2017).
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Os dados acerca dos caos de brucelose bovina foram analisados por meio do
programa Microsoft® Office Excel 2016, no qual foram calculadas as frequências absolutas
e relativas das variáveis.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
No estado do Acre foram notificados no período de 1.038 casos de brucelose bovina,
sendo que a maior frequência foi identificada no ano de 2013 (30,2%) e a menor em 2019
(0,3%), conforme tabela 1.
Consoante o diagnóstico situacional do Programa Nacional de Controle e
Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT), em 2001 iniciaram-se os
inquéritos soroepidemiológicos para conhecer a prevalência da brucelose em diversos
estados brasileiros, sendo que Acre e outros estados tinham previsão de conclusão até o
ano de 2020. Porém, os estudos continuam em andamento e a prevalência de brucelose
permanece desconhecida, sendo o território acreano classificado pelo Departamento de
Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) na classe E
(Brasil, 2020).
Ano Número de notificações Frequência (%)
2012 119 11,5
2013 313 30,2
2014 241 23,2
2015 187 18,0
2016 91 8,8
2017 54 5,2
2018 30 2,9
2019 03 0,3
Total 1.038 100,0
Tabela 1 – Frequência dos casos de brucelose (Brucella abortus) no rebanho bovino do estado do Acre,
Brasil, no período de 2012 a 2019.
Fonte: SIZ/CIEP/CGPZ/DSA/DAS (2021).
Não obstante, pesquisas desenvolvidas em diferentes municípios acreanos, mesmo
que poucas e pontuais, já evidenciaram a brucelose bovina como um relevante problema de
saúde animal e um possível risco a saúde pública, tendo em vista seu potencial zoonótico.
Costa e Alencar (1979) ao analisarem 1.320 animais adultos, de ambos os sexos,
em 26 propriedades diferentes no município de Rio Branco, Acre, verificaram 11,69% de
animais reagentes positivos e 4,07% de animais suspeitos. Considerando-se que animais
ao se revelarem suspeitos estão potencialmente predispostos à infecção, a incidência da
brucelose bovina no município de Rio Branco identificada foi de 15,53%.
Bem-estar animal: Tendências e desafios na medicina veterinária 3 Capítulo 7 46
Já Cavalcante et al. (2009) realizaram um estudo visando diagnosticar a ocorrência
de brucelose em 171 rebanhos leiteiros do estado do Acre por meio teste do anel em leite
(TAL), no período de junho a agosto de 2008, em amostras de leite oriundas dos municípios
de Porto Acre, Rio Branco e Plácido de Castro, sendo que a frequência da brucelose foi de
54,9%, 46,3% e 33,3%, respectivamente. A média total foi de 44,8% de amostras positivas,
evidenciando alta prevalência de brucelose nos rebanhos leiteiros do Acre.
Por sua vez, Monteiro e Reis (2013) ao investigaram a ocorrência de brucelose
bovina em seis propriedades no município de Brasileia, Acre, por meio de 138 amostras
sanguíneas de vacas mestiças com idade igual ou superior a 24 meses submetidas à prova
do antígeno acidificado tamponado (AAT) observaram que em cinco propriedades (83,6%)
houve animais soropositivos, sendo possível detectar 23 animais (16,6%) positivos para
brucelose.
No estudo de Silva et al. (2019) com 527 bovinos leiteiros da microrregião de Rio
Branco, Acre (Acrelândia, Bujari, Capixaba, Plácido de Castro, Porto Acre e Senador
Guiomard) foi observada uma frequência de 10,7% de brucelose, sendo identificado
que o destino inadequado do feto abortado e restos placentários, o abate de bovinos na
propriedade e a faixa etária superior a quatro anos foram os fatores de risco estatisticamente
significativos para a infecção.
Com base no gráfico 1, foi evidenciado uma possível redução no número de casos
de brucelose bovina no período de 2012 a 2019 no estado do Acre.
Gráfico 1 – Distribuição Temporal da frequência de casos de brucelose (Brucella abortus) no rebanho
bovino do estado do Acre, Brasil, no período de 2012 a 2019.
Bem-estar animal: Tendências e desafios na medicina veterinária 3 Capítulo 7 47
De igual forma, Ribeiro et al. (2020) também identificaram uma tendência de redução
dos casos de brucelose bovina no estado do Acre ao analisarem a distribuição espacial e
temporal da brucelose bovina no Brasil, no qual a variação percentual anual (APC) da
incidência para o estado do Acre foi de – 40,0 (IC95%: - 50,0 / -28,0; p=0,00).
Do mesmo modo, Diniz et al. (2021) ao avaliarem a taxa de ocorrência de brucelose
bovina em 487 vacas em lactação distribuídas em 27 fazendas em sete cidades do estado
do Acre, entre 2018 e 2019, utilizando os testes de antígeno acidificado tamponado (AAT) e
de fixação de complemento (FC) igualmente verificaram uma ocorrência de brucelose, em
geral, inferior à observada em outros estados do Brasil, sendo que a taxa foi 1,88% entre
as propriedades investigadas e 11,11% tiveram rebanhos diagnosticados como positivos.
Tal redução no número de casos de brucelose bovina observado no estado do
Acre pode ser resultado da intensificação das campanhas de vacinação durante o período
analisado, pois o PNCEBT instituiu a vacinação obrigatória contra brucelose bovina em
todo território nacional, definindo essa medida sanitária como estratégia imprescindível
para o controle da infecção no País, sendo que o Acre, no ano de 2020, possuía 159
médicos veterinários e 2.241 vacinadores auxiliares cadastrados pelo MAPA e apresentou
evolução no índice vacinal no período de 2014 a 2018, embora ainda esteja abaixo do
índice desejável (Brasil, 2020).
Todavia, apesar da ingestão de alimentos de origem animal contaminados seja
uma das principais formas de transmissão da brucelose aos seres humanos, não existem
pesquisas que avaliem a brucelose humana e/ou analisem a qualidade de alimentos
produzidos a partir do rebanho bovino do estado do Acre. Embora, a presença de bactérias
do gênero Brucella já tenha sido identificada em leite e seus derivados e seres humanos
em outros estados brasileiros.
No estudo de Silva et al. (2018) em que foram analisadas amostras de queijo Minas
artesanal (QMA) na microrregião do Serro, Minas Gerais, no qual todos os queijos eram
produzidos de bovinos declarados negativos para brucelose por testes sorológicos anuais
realizados por veterinários autônomos, os resultados da técnica de reação em cadeia da
polimerase (PCR) mostraram que 30,9% dos 55 QMA analisados estavam positivos para
Brucella spp.
Já Paula et al. (2015) ao avaliarem 30 amostras de leite cru comercializadas
clandestinamente na região de Botucatu, São Paulo, bem como 50 amostras de leite
entregues em laticínio, previamente à pasteurização, identificaram através da técnica de
PCR que 12,5% foram positivas e 87,5% negativas. Dentre as amostras positivas, 16,6%
eram provenientes de comerciantes ilegais e 10,0% foram obtidas no laticínio.
De igual modo, Carvalho et al. (2016) estimaram a frequência da brucelose em
bovinos e em ordenhadores na região central do Maranhão em 35 propriedades, nas
quais foram e analisados sorologicamente 525 bovinos com aptidão leiteira e amostras
sanguíneas de 60 ordenhadores. A frequência de animais sororreagentes foi de 4,95% no
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teste antígeno acidificado tamponado (AAT), 3,23% e 2,47% nos testes de 2mercaptoetanol
(2ME) e polarização fluorescente (TPF), respectivamente. A frequência de rebanhos foco,
com pelo menos um animal soropositivo, foi de 25,71% e 22,85%, nessa ordem. Referente
aos ordenhadores, 1,66% foi reagente nos testes confirmatórios de 2ME, TPF e fixação de
complemento (FC).
Freitas et al. (2020) realizaram uma pesquisa para descrever o perfil epidemiológico
da brucelose humana na região de Araguaína, Tocantins. Dos 636 casos suspeitos, 6,91%
foram confirmados através da análise das fichas de notificação/investigação de pacientes
atendidos no município no período de 2010 a 2016. A média de incidência foi de 2,3 casos
ao longo do período e a faixa etária de 21 a 40 anos foi a mais acometida (8,5%). Houve
associação com o sexo masculino, residentes de zona rural, pacientes com ensino superior,
contato com tecidos, secreções e/ou animais infectados, dentre outros.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As poucas informações epidemiológicas sobre a brucelose humana e animal no
território acreano dificultam uma análise mais criteriosa e acurada da real situação da
doença, podendo, consequentemente, subestimar a verdadeira frequência de casos.
Dessa forma, apesar do provável decréscimo dos casos no rebanho bovino, devem-
se escolher as melhores estratégias, acompanhar e aprimorar as ações de vigilância,
prevenção, controle e erradicação da brucelose, principalmente, através da intensificação
das campanhas de vacinação, por meio da busca ativa e realização da investigação
soroepidemiológica dos animais, do leite e seus derivados e humanos suspeitos.
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