Física Olímpica: Volume 2 - Problemas e Soluções
Física Olímpica: Volume 2 - Problemas e Soluções
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26 de Abril de 2023
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Agradecimentos especiais:
Raquel Aparecida Bulla Rocha;
Fábio Nogueira Rocha;
Norma Noeme Guilhon Mitoso Rocha;
Gabriel de Paula Almeira;
Leonardo Mouta Pereira Pinheiro.
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Sobre o Autor
Ivan Guilhon é engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tec-
nológico de Aeronáutica (ITA) com distinção Magna Cum Laude, turma
2014, e doutor em fı́sica atômica e molecular pelo mesmo instituto.
Atualmente, é professor no departamento de fı́sica do ITA, ministrando
diferentes disciplinas no curso de graduação em engenharia e realizando
pesquisas no Grupo de Materiais Semicondutores e Nanotecnologia
(GMSN). O autor possui trabalhos apresentados em congressos e artigos
publicados em periódicos cientı́ficos internacionais. Ivan está envolvido
desde 2009 com a preparação de alunos para olimpı́adas internacionais
de Fı́sica em colégios de diferentes Estados do Brasil e faz parte do
comitê cientı́fico da B8 Projetos Educacionais, que organiza a etapa
nacional da IYPT (Internacional Young Physicists’ Tournament) Brasil.
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Carta ao leitor
Caro leitor,
você acaba de adquirir o segundo volume da coleção ‘Fı́sica em Nı́vel
Olı́mpico’. Assim como o primeiro volume, este livro é o resultado
de um grande envolvimento pessoal em olimpı́adas cientı́ficas de fı́sica
como estudante e professor. Busquei reunir neste livro uma coletânea
de problemas clássicos de diferentes assuntos da fı́sica que possibilitem
um estudante olı́mpico testar seus conhecimentos e se preparar para
competições internacionais de nı́vel médio. Juntos, esses dois volumes
reúnem muitos dos meus problemas prediletos de cada uma das grandes
áreas da fı́sica.
A ideia desse projeto surgiu nos meus anos de graduação no ITA
(2010-2014), mas puderam ser iniciados apenas em 2015. O primeiro
volume da coleção foi publicado em 2017. Em 2018, me tornei professor
de fı́sica no ITA e tenho passado por anos bem intensos, conciliando
atividades docentes, pesquisa, administrativas e a escrita deste novo
volume.
Felizmente, esta nova etapa está concluı́da. Neste segundo vo-
lume, abordaremos o restante das grandes áreas da fı́sica cobradas por
olimpı́adas de fı́sica nacionais e internacionais. Espero que, com este
segundo livro, eu possa ajudar ainda mais jovens a se aprofundarem no
estudo da natureza e a se divertirem com desafios de alto nı́vel.
Conto com a sua ajuda para melhorar cada vez mais essa obra
enviando comentários, sugestões e notificações de erros para o e-mail :
[email protected].
Bons estudos!
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Estrutura do livro
Este livro contém uma lista de problemas, acompanhados de dicas
e de soluções. Os exercı́cios escolhidos abrangem mecânica do corpo
rı́gido, eletrostática, eletrodinâmica, magnetismo, relatividade restrita e
diferentes tópicos de fı́sica quântica. Os problemas estão organizados
em três capı́tulos:
1. Mecânica do corpo rı́gido;
2. Eletromagnetismo;
3. Relatividade;
4. Fı́sica Quântica.
Na parte I, encontram-se os enunciados dos problemas propostos.
Esses vêm acompanhados de uma indicação da dificuldade do problema
em ordem crescente, variando de *, ** até ***.
A parte II, contém dicas que podem auxiliar na solução dos proble-
mas, oferecendo muitas vezes os primeiros passos ou ideias da solução
proposta.
Na parte III, encontram-se as soluções de todos os problemas pro-
postos. Ofereço pelo menos uma solução para cada problema proposto.
Já na parte IV, encontra-se uma lista de referências bibliográficas,
de teoria e de exercı́cios, além de referências auxiliares de matemática.
Este livro, em conjunto com o ‘Fı́sica em Nı́vel Olı́mpico - volume 1’,
aborda todas as grandes áreas da Fı́sica e serve de excelente referência
para problemas de Fı́sica de alto nı́vel de dificuldade.
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Orientação de estudos
Este livro é o segundo volume de uma coletânea de problemas
de fı́sica voltada para preparação de estudantes de ensino médio para
olimpı́adas cientı́ficas internacionais. Naturalmente, ele também pode ser
utilizado para preparação de vestibulares de alto nı́vel e por estudantes
universitários.
Uma rápida observação nas soluções dos problemas propostos é
suficiente para verificar que grande parte delas demanda conhecimentos
de cálculo diferencial e integral, o que não é comumente ensinado para
alunos de ensino médio. No entanto, as provas seletivas para as equipes
das olimpı́adas internacionais, assim como essas competições, costumam
exigir esse tipo de conhecimento.
Antes de atacar os problemas expostos neste livro é funda-
mental ter o domı́nio da matéria de fı́sica cobrada no ensino
médio convencional do assunto correspondente. No final do li-
vro, você pode observar uma lista de excelentes referências sugeridas
para usar em conjunto com este livro no seu estudo.
Satisfeita essa primeira condição, você deve estar pronto para navegar
por águas mais profundas! Se você for um aluno de ensino médio, é
útil ter algum livro de Fı́sica em nı́vel superior e algum material de
introdução ao cálculo diferencial e integral, o nosso foco aqui será
em aplicações práticas e intuitivas dessa teoria, ignorando os seus
pormenores. Para nós, a Matemática é uma ferramenta; a Fı́sica
é o prato principal.
Seguem algumas dicas de estudo para olimpı́adas cientı́ficas de fı́sica:
1. Aprenda cálculo diferencial e integral.
Grande parte da diferença de cobrança entre fı́sica de ensino
médio convencional e olimpı́adas de fı́sica está na exigência de
um formalismo matemático mais poderoso, muitas vezes contendo
noções básicas de cálculo diferencial e integral.
Saber efetuar funções derivadas, funções integrais e entender as
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Prefácio
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Conteúdo
I Problemas propostos 21
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2 Eletromagnetismo 43
2.1 Distância de máxima aproximação** . . . . . . . . . . . 43
2.2 ~ de uma distribuição ρ(r)** . . . . . . . . . . . . . . .
E 44
2.3 Campo de uma haste** . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
2.4 Método da carga imagem I* . . . . . . . . . . . . . . . . 45
2.5 Método da carga imagem II (IPhO)*** . . . . . . . . . . 46
2.6 Método da carga imagem III** . . . . . . . . . . . . . . 48
2.7 Bolha de sabão carregada* . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
2.8 Dipolos Elétricos** . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
2.9 Interação carga-dipolo** . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
2.10 Rede infinita de resistores** . . . . . . . . . . . . . . . . 51
2.11 Rede bidimensional de resistores*** . . . . . . . . . . . 52
2.12 Resistência do icosaedro* . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
2.13 Resistor esférico** . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
2.14 Resistor cilı́ndrico** . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
2.15 Relação entre R e C** . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
2.16 Atração entre placas** . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
2.17 Capacitor de placas não paralelas** . . . . . . . . . . . 56
2.18 Carga dentro do capacitor** . . . . . . . . . . . . . . . . 57
2.19 Transformação ∆-Y e Y-∆*** . . . . . . . . . . . . . . . 57
2.20 Impedância equivalente* . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
2.21 Cabo coaxial com dielétrico** . . . . . . . . . . . . . . . 59
2.22 Dielétrico dentro do capacitor esférico* . . . . . . . . . . 60
2.23 Força sobre o dielétrico** . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
2.24 Dissipação em um circuito RC** . . . . . . . . . . . . . 61
2.25 Espectrógrafo de massa** . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
2.26 Passagem de corrente por um fio* . . . . . . . . . . . . . 63
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3 Relatividade restrita 69
3.1 Comprimento da barra inclinada* . . . . . . . . . . . . . 69
3.2 Colisão de foguetes* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69
3.3 Trem de pulsos (FIFT)** . . . . . . . . . . . . . . . . . 70
3.4 Princı́pio da antecedência das causas** . . . . . . . . . . 71
3.5 Paradoxo da vara e do galpão** . . . . . . . . . . . . . . 72
3.6 Régua atravessando a placa*** . . . . . . . . . . . . . . 73
3.7 Tiro certeiro (FIFT adp.)** . . . . . . . . . . . . . . . . 74
3.8 Fórmula de Fizeau* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
3.9 Efeito Farol** . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
3.10 Desvio para o vermelho* . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
3.11 Grandezas invariantes* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77
3.12 Movimento sujeito à força constante* . . . . . . . . . . . 78
3.13 Acelerador cı́clotron* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
3.14 Foguete relativı́stico*** . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79
3.15 Colisão de prótons (Portugal)** . . . . . . . . . . . . . . 80
3.16 Desintegração de uma partı́cula* . . . . . . . . . . . . . 80
3.17 Decaimento de um nêutron*** . . . . . . . . . . . . . . 81
3.18 Transformação de Forças** . . . . . . . . . . . . . . . . 81
3.19 Transformação de campos E ~ e B**
~ . . . . . . . . . . . . 82
3.20 Espira quadrada (IPhO)*** . . . . . . . . . . . . . . . . 84
3.21 Magnetismo e relatividade*** . . . . . . . . . . . . . . . 85
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4 Fı́sica quântica 87
4.1 Átomo de Bohr* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87
4.2 Recuo por emissão de fóton* . . . . . . . . . . . . . . . 88
4.3 Linha espectral do átomo de hidrogênio (OIbF adp.)* . 89
4.4 Efeito fotoelétrico* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
4.5 Efeito Compton* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
4.6 Aniquilação elétron-pósitron** . . . . . . . . . . . . . . 91
4.7 Raios cósmicos (OIbF adp.)** . . . . . . . . . . . . . . . 92
4.8 Difração de elétrons* . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94
4.9 Partı́cula em uma caixa 3D*** . . . . . . . . . . . . . . 95
4.10 Confinamento esférico*** . . . . . . . . . . . . . . . . . 96
4.11 Potencial atrativo do tipo δ(x)** . . . . . . . . . . . . . 97
4.12 Tunelamento quântico** . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
4.13 Função de onda no estado fundamental 1D*** . . . . . . 98
4.14 Orbitais s do átomo de hidrogênio** . . . . . . . . . . . 99
4.15 Átomo de Hooke de dois elétrons*** . . . . . . . . . . . 100
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2 Eletromagnetismo 113
2.1 Distância de máxima aproximação . . . . . . . . . . . . 113
2.2 ~ de uma distribuição ρ(r) . . . . . . . . . . . . . . . . 113
E
2.3 Campo de uma haste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114
2.4 Método da carga imagem I . . . . . . . . . . . . . . . . 114
2.5 Método da carga imagem II (IPhO) . . . . . . . . . . . 114
2.6 Método da carga imagem III . . . . . . . . . . . . . . . 115
2.7 Bolha de sabão carregada . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
2.8 Dipolos Elétricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
2.9 Interação carga-dipolo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
2.10 Rede infinita de resistores . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
2.11 Rede bidimensional de resistores . . . . . . . . . . . . . 117
2.12 Resistência do icosaedro . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
2.13 Resistor esférico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
2.14 Resistor cilı́ndrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118
2.15 Relação entre R e C . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118
2.16 Atração entre placas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118
2.17 Capacitor de placas não paralelas . . . . . . . . . . . . . 119
2.18 Carga dentro do capacitor . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
2.19 Transformação ∆-Y e Y-∆ . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
2.20 Impedância equivalente . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120
2.21 Cabo coaxial com dielétrico . . . . . . . . . . . . . . . . 120
2.22 Dielétrico dentro do capacitor esférico . . . . . . . . . . 120
2.23 Força sobre o dielétrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121
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2 Eletromagnetismo 191
2.1 Distância de máxima aproximação . . . . . . . . . . . . 191
2.2 ~ de uma distribuição ρ(r) . . . . . . . . . . . . . . . . 192
E
2.3 Campo de uma haste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195
2.4 Método da carga imagem I . . . . . . . . . . . . . . . . 197
2.5 Método da carga imagem II (IPhO) . . . . . . . . . . . 200
2.6 Método da carga imagem III . . . . . . . . . . . . . . . 204
2.7 Bolha de sabão carregada . . . . . . . . . . . . . . . . . 206
2.8 Dipolos Elétricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207
2.9 Interação carga-dipolo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 208
2.10 Rede infinita de resistores . . . . . . . . . . . . . . . . . 211
2.11 Rede bidimensional de resistores . . . . . . . . . . . . . 215
2.12 Resistência do icosaedro . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216
2.13 Resistor esférico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 218
2.14 Resistor cilı́ndrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219
2.15 Relação entre R e C . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222
2.16 Atração entre placas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224
2.17 Capacitor de placas não paralelas . . . . . . . . . . . . . 226
2.18 Carga dentro do capacitor . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
2.19 Transformação ∆-Y e Y-∆ . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
2.20 Impedância equivalente . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234
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IV Bibliografia 347
1 Referências 349
1.1 Bibliografia de estudo recomendada . . . . . . . . . . . . 349
1.2 Bibliografia referente aos problemas propostos . . . . . . 350
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Parte I
Problemas propostos
21
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M g
m1
m2
m3
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Taco h
R
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Barbante
Ioiô
R
M, I
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g
a= I
. (1.1)
1+ M r2
Ioiô M, I
F
θ
R
μ
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...
...
g
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ω ω g
Ω
Eixo
l
M, r
Mesa
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θ
l
2
3 cos θ − 1
N = mg . (1.2)
2
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d
α
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θ
h
ah Posição
final
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a) O valor de tgθ.
b) A distância horizontal A percorrida pela esfera entre o primeiro e
o segundo impacto;
c) O valor mı́nimo de ω0 para que haja deslizamento durante todo o
tempo de colisão.
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g ω
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F
R 2l eR
vx F
= . (1.6)
vy R
3F ∆t
vy0 = (1 + e). (1.7)
5m
e) Encontre o valor que o parâmetro e deve assumir para que a bola
salte do chão apresentando velocidade de rotação nula.
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R
m
g
θ0
M
R
r
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Funâmbulo
Barra
Corda
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Iθ00 = G, (1.8)
e determine G.
c) Quando o caminhante começa a desequilibrar-se (θ(t = 0) ≈ 0),
mostre que
θ ≈ N Λt, (1.9)
39
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g
Moeda
r
R θ
rı́gido em movimento são paralelos, isso é válido apenas para rotações em torno dos
seus eixos principais.
40
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~
dL 1
= mrΩ2 senθ (2R − r cos θ). (1.11)
dt 4
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42
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Eletromagnetismo
2
2.1 Distância de máxima aproximação**
+e, mp
v
L
v
+e, mp
43
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
~ ρ0
E(r) = (2a3 + 2a2 r + ar2 )e−r/a r̂, (2.1)
ε0 r 2
44
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
h θ θ
+ + + + + + + +
A B
+λ
z0 y
45
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
q q' R
d'
d
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
q R
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
+q
p
a
48
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
+q
E
d φ
-q
49
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
P
+q r
θ
d x
-q
θ
R
+ +q
-
Faça o que se pede nos itens a seguir. As suas respostas podem ser
50
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
R R R
A ...
R R R
B ...
R R R
R R R
C ...
R R R
Calcule:
a) a resistência RAC entre os pontos A e C.
b) a resistência RAB entre os pontos A e B.
51
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
A ... B
52
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
A B
R
θ a
I I
O
Eletrodo
´ dx
1+cos x
3 Caso necessário, utilize senx
= − 21 ln 1−cos x
+ C.
53
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
b
i i
2a
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
C R
ϵ σ
+Q -Q I
ε
RC = . (2.2)
σ
b) Demonstre que a relação encontrada no item anterior é geral,
valendo, portanto, para capacitores de qualquer formato. Despreze
efeitos de borda.
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
L1
d2
d1
L2
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
d +Q
x
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
A A
ZAB ZAC ZA
ZB ZC
B ZBC C B C
ZA ZB + ZA ZC + ZB ZC
ZAB =
ZC
ZA ZB + ZA ZC + ZB ZC
ZAC = (2.3)
ZB
ZA ZB + ZA ZC + ZB ZC
ZBC = .
ZA
Essas três relações são chamadas de transformação Y-∆.
b) Mostre também que a transformação inversa, ∆-Y, é expressa pela
equações
ZAB ZAC
ZA =
ZAB + ZAC + ZBC
ZAB ZBC
ZB = (2.4)
ZAB + ZAC + ZBC
ZAC ZBC
ZC = .
ZAB + ZAC + ZBC
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
R C
A
L L
C L C
B
V1
Calcule:
59
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
~ e o vetor deslocamento D
a) o campo elétrico E ~ no ar e no dielétrico
na região r1 < r < r2 .
b) a carga elétrica Q armazenada no condutor interno do cabo coaxial.
c) a capacitância C do sistema.
60
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
seguir.
x
d F k
L
a) Calcule a capacitância do sistema parcialmente preenchido pelo
material dielétrico.
b) Explique a origem fı́sica microscópica da força F~ e calcule a sua
intensidade em função dos parâmetros fı́sicos relevantes.
c) Considere que a fonte não é desconectada das placas do capacitor,
de tal forma que se estabeleça entre as placas uma diferença de
potencial elétrico V fixa. Calcule o valor de força elétrica sobre o
dielétrico na nova configuração descrita.
V C
R
O capacitor é carregado e o sistema atinge um estado de equilı́brio E1 .
No instante t = 0, um dielétrico de constante dielétrica k é rapidamente
colocado no espaço entre as placas do capacitor, preenchendo-o comple-
tamente e, consequentemente, surge uma corrente elétrica i(t), t > 0,
61
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
6 Isso pode ser feito com radiação de alta energia, por exemplo.
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
V0
Filtro de velocidades
Íon E B
B
+ +
R
Acelerador de íons
P
Anteparo
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
B
v
60o
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
B(t)
h
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
g R
Bz = B0 (1 + kz), (2.5)
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
A S B
B
R l
V0 C
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
a
I
Calcule:
a) o campo magnético H e a indução magnética B no anel em função
da distância radial r, com a < r < a + R, medida a partir do eixo
axial de simetria do toroide.
b) a autoindutância L do toroide descrito.
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Relatividade restrita
3
3.1 Comprimento da barra inclinada*
Uma barra de comprimento próprio L viaja com velocidade ~v = βcx̂
com respeito ao referencial do laboratório. No referencial S 0 , solidário à
barra, o ângulo entre ela e a direção x0 (x̂0 k x̂) é dada por θ0 .
a) Calcule o ângulo entre o comprimento da barra e a direção x,
medida no referencial do laboratório S.
b) Calcule o comprimento total da barra LS no referencial S.
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colidam?
b) Com respeito ao referencial do foguete A, qual a velocidade do
foguete B? E com respeito ao foguete B, qual a velocidade do
foguete A?
v
#2 τ'
O' Detetor
#1 τ
O
*
A B
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v=0,8c
L=20 m D=15 m
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D y
vx
x
z
vy
D0
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L' A1 V
F1 L G
D
S
F2
A2
V
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cos ϕ0 + β
cos ϕ = . (3.3)
1 + β cos ϕ0
b) A denominação desse efeito justifica-se pelo fato da luz concentrar-
se na direção do movimento da fonte luminosa, como se fosse um
‘farol’ apontando nessa direção. Determine o ângulo de abertura ϕ
de um cone com o eixo coincidente com a direção x e que contenha
50% de toda a energia emitida pela estrela.
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M dv = −dM u, (3.5)
- volume 1.
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segundo a equação
c
2u
M 1−β
= , em que β = V /c. (3.6)
M0 1+β
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pelas expressões
βu dE
Fx −
Fx0 = c dt
1 − βuc v
Fy
Fy0 = (3.7)
γu 1 − − βuc v
Fz
Fz0 = ,
βu v
γu 1 − c
1
em que u = βu c e γu = √ 2
.
1−βu
3.19 ~ e B**
Transformação de campos E ~
Parte I
Considere um capacitor de placas metálicas quadradas dispostas
paralelamente ao plano yz. As placas têm massa desprezı́vel, compri-
mento de aresta L e distam d uma da outra assim como medido por um
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Parte II
Nesta segunda parte do problema, considere que o capacitor descrito
anteriormente está disposto de tal forma que suas placas encontram-se
paralelas ao plano xz e distam d uma da outra segundo um referencial
S solidário ao capacitor. Seja Ey ŷ o vetor campo elétrico no interior
do capacitor segundo o referencial S. O referencial S 0 é definido de tal
forma que o capacitor viaja com velocidade v = βc na direção x.
Parte III
Por fim, para deduzir como a componente Bx do campo magnético é
transformada por uma mudança de referencial, considere um solenoide
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L
E A B
u u
a
θ
v
u u
D C
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4
Fı́sica quântica
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m
v f
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Antes Depois
λ2
λ1
m θ
φ
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Ef
T = E0
, (4.1)
1 + 2E f
h
λA + λB = [1 − cos(α + β)] .
mc
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Situação Inicial:
p v f
Situação Final:
p v f
vf
π0
Dados:
mp =1,7.10−27 Kg
mπ0 =2,4.10−28 Kg
ue = aT 4 , (4.3)
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r
Fonte Amostra
2θ
θ l
Anteparo
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1 ∂2F
1 ∂ ∂F 1 ∂ ∂F
∇2 F (r, θ, φ) = r2 + 2 senθ + 2
r2 ∂r ∂r r senθ ∂θ ∂θ r senθ ∂φ2
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em que
~2 2
E=− ε .
2m
b) Mostre que esse sistema admite um único estado ligado.
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4E(V − E)
T = cosh−2 (γa), (4.8)
V2
~2 2
em que (V0 − E) = 2m γ .
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ˆ ∞
~2
T = |ψ 0 (x)|2 dx. (4.10)
2m −∞
a) Deduza a equação que deve ser satisfeita pela função de onda ψ(r)
de um estado estacionário esfericamente simétrico.
b) Mostre que, em pontos muito afastados do núcleo, as funções
de onda que satisfazem a equação do item anterior devem ser
2 2
aproximadamente exponenciais, e−Kr , em que E = − ~2m
K
.
c) Supondo que o orbital 1s pode ser escrito como
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0
ψ2s (r) = (A0 r + B 0 )e−K r ,
~2 e2
2 2
− (∇ + ∇2 ) + Vat (r1 ) + Vat (r2 ) + ψ(~r1 , ~r2 ) = Eψ(~r1 , ~r2 ),
2m 1 4π0 |~r1 − ~r2 |
(4.11)
onde ∇21 e ∇22 representam o operador Laplaciano sobre as coordenadas
do primeiro e do segundo elétrons apenas.
a) Reescreva o problema utilizando a seguinte mudança de variáveis
~ = ~r1 + ~r2
R e ~u = ~r1 − ~r2 . (4.12)
2
b) Utilizando o método de separação de variáveis, mostre que o
problema de dois corpos pode ser separado em dois problemas
independentes ĤR Φ(R) = ER Φ(R) e Ĥu φ(u) = Eu φ(u), com
E = ER + Eu . Determine os operadores hamiltonianos ĤR e Ĥu .
A partir deste ponto, utilize o sistema de unidades Hartree de
1
unidades atômicas, em que e = ~ = m = 4π = 1. Isso ajudará você a
economizar contas daqui em diante. As energias a seguir calculadas serão
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Parte II
Dicas de resolução
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Eletromagnetismo
2
2.1 Distância de máxima aproximação
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Calcule o campo magnético gerado por uma única espira circular nos
pontos localizados sobre o seu eixo de simetria. Em seguida, modele o
solenoide finito como um conjunto de espiras cujos campos magnéticos
se superpõem.
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
124
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Relatividade restrita
3
3.1 Comprimento da barra inclinada
a) Note que a contração do comprimento atua apenas na componente
x da barra.
b) Obtenha a partir das componentes horizontal e vertical do com-
primento da barra.
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3.19 ~ eB
Transformação de campos E ~
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Fı́sica quântica
4
4.1 Átomo de Bohr
a) Estude o movimento circular do elétron em torno do núcleo. A
condição de quantização de momento angular L = n~ gera a
quantização dos raios das órbitas.
b) Este item é um desdobramento direto do item anterior. Para fazer
a estimativa da energia de ionização, considere considere uma
transição do nı́vel fundamental até o estado de elétron livre.
c) Calcule a velocidade vn de um elétron no estado fundamental
de um átomo hidrogenoide de número atômico Z. Utilize esse
resultado para realizar sua estimativa.
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Parte III
Soluções
141
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T2 − m2 g = m2 a2 (1.3)
T2 − m3 g = m3 a3 (1.4)
a2 + a3
a1 + = 0. (1.5)
2
1 Adotar-se-á a convenção que a > 0 representa uma aceleração para cima.
143
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8m1 m2 m3 g
T1 = , (1.7)
m1 m2 + m1 m3 + 4m2 m3
4m2 m3 − m1 m2 − m1 m3
a1 = g
m1 m2 + m1 m3 + 4m2 m3
−4m2 m3 − m1 m2 + 3m1 m3
a2 = g
m1 m2 + m1 m3 + 4m2 m3
−4m2 m3 + 3m1 m2 − m1 m3
a3 = g.
m1 m2 + m1 m3 + 4m2 m3
b) O fato da polia ter massa M não nula implica que a tração da
corda de um lado da polia é maior que o outro. Surge então uma
diferença de tração de cada lado da polia, que é responsável por
realizar um torque resultante na polia.
144
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T1
T'1
m1
T2
m2
m3
M
T10 − T1 = a1 . (1.10)
2
145
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4m2 m3 − m1 m2 − m1 m3
a1 = g
m1 m2 + m1 m3 + 4m2 m3 + M
2 (m2 + m3 )
fat µmg
a= = = µg. (1.11)
m m
P
v(t) = v(0) − at = − µgt. (1.12)
m
146
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τ 5µg
α= = , (1.13)
I 2R
5µg
ω(t) = αt = t. (1.14)
2R
147
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e ˆ ˆ
∆t ∆t
L= τ (t)dt = hf (t)dt = hP, (1.17)
0 0
onde f (t) é a força que o taco exerce sobre a bola de bilhar durante
o curto intervalo de tempo ∆t em que o taco permanece em contato
com a bola.
A velocidade angular inicial ω(0) = ω0 , portanto, é dada por
2
L = Iω0 → hP = mR2 ω0
5
5hP
ω0 = . (1.18)
2mR2
Aplicando a condição de rolamento sem deslizamento v0 = ω0 R,
temos que
P 5hP 2
= → h= R. (1.19)
m 2mR 5
c) Perceba que após atingir o regime de rolamento sem deslizamento,
a bola fica sob efeito apenas da força de atrito estático, que é
incapaz de realizar trabalho. Acontece que essa forma de atrito
não pode realizar trabalho e, portanto, a energia do sistema não
é mais dissipada pelo fato de que o ponto da esfera que toca a
superfı́cie horizontal tem velocidade nula com respeito a ela. A
bola de bilhar realiza então um movimento retilı́neo uniforme e
sua energia se conserva a partir do instante em que a condição de
rolamento sem deslizamento é satisfeita.
148
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T
r
P
Mg
τ = Ip α → M gr = (I + M r2 )α. (1.20)
a
M gr = (I + M r2 )
r
g
a= I
. (1.21)
1+ M r2
149
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T = M (g − a). (1.22)
M v2 Iω 2
dT d
= + . (1.24)
dt dt 2 2
v2
dT d I
= M+
dt dt r2 2
dT I dv
= M+ 2 v ,
dt r dt
mas a = dv/dt, daı́
dT I
= M + 2 va = M gv. (1.25)
dt r
150
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F senθ + N = M g. (1.26)
Como N > 0, temos que a condição necessária para que o ioiô não
perca contato com a superfı́cie é F senθ < M g.
b) Denote o sentido positivo de rotações, velocidades angulares, ace-
lerações angulares e torques como sendo o sentido horário. Dessa
maneira, consideram-se deslocamentos, velocidades, acelerações
e forças para a direita como sendo positivas. Aplicando a 2a
lei de Newton para o movimento horizontal do ioiô, temos que
M a = Fx + fat , em que fat é a força de atrito entre o ioiô e a
superfı́cie. Da 2a lei de Newton para rotações, escrita tomando o
centro de massa como ponto de referência, escrevemos
Iα = −F r − fat R. (1.27)
F (R cos θ − r)
α= . (1.28)
I + M R2
151
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ds xdxdθ
dN = M g 2
= Mg . (1.29)
πR πR2
Por sua vez, a força de atrito dfat que atua sobre o elemento de área
é dada por dfat = µdN e o seu torque correspondente dτ é dado por
xdxdθ
dτ = xdfat = µM g ,
πR2
que integrado em todo o disco, leva ao seguinte resultado
ˆ R ˆ 2π
µM g 2 2
τ= x dx dθ = µM gR. (1.30)
πR2 0 0 3
O cálculo do tempo necessário para se frear o disco pode ser obtido
lembrando que o torque é a taxa temporal de variação do momento
angular, isto é τ = ∆L/∆t. Por sua vez, o momento angular inicial do
disco girando é dado por
152
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M R2
L = Iω0 = ω0 . (1.31)
2
Finalmente, chegamos ao resultado final desejado
∆L 3 Rω0
∆t = = . (1.32)
τ 4 µg
153
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2π 2π
I0 ω0 = (I0 + ∆I)ω → I0 = (I0 + ∆I)
T0 T
T ∆I
=1+ (1.36)
T0 I0
Substituindo I0 e ∆I pelos valores calculados anteriormente, obtemos
o resultado desejado
T 5dh
=1+ . (1.37)
T0 DR
F2 a2
b2 α2
a1 F1 F1
α1 b1
F0 a0
154
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A 2a lei de Newton para rotações nos garante, por sua vez, que
M R2
(F0 − F1 )R = Iα1 = α1 . (1.41)
2
M M
F0 + F1 = (a0 − a1 ) e F0 − F1 = (a0 + a1 ),
2 4
M M
F0 = (3a0 − a1 ) e F1 = (a0 − 3a1 ).
8 8
155
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F1 a1
= = λ. (1.42)
F0 a0
F1 a0 − 3a1 1 − 3λ
λ= = =
F0 3a0 − a1 3−λ
λ2 − 6λ + 1 = 0. (1.43)
a0 − a1 √
b1 = = ( 2 − 1)a. (1.44)
2
156
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L (t+Δt)
ΔL
Δθ
L (t)
Observe que para que a projeção L~p do vetor momento angular gire
de maneira solidária ao haltere, é necessário que haja uma variação ∆L
do momento angular perpendicular a L~p , capaz de mudar a sua direção
sem alterar sua intensidade.
Pela 2a lei de Newton para rotações, deve existir um torque τ
associado à variação ∆L do momento angular. Utilizando a aproximação
de pequenos ângulos para ∆θ, podemos escrever
∆L
∆θ = , (1.45)
2Iω
que pode ser dividida por ∆t, levando ao resultado
τ
Ω= → τ = 2IωΩ. (1.46)
2Iω
Para chegarmos ao valor máximo possı́vel de Ω, calculamos o valor
do torque medido com respeito ao centro de massa do haltere
l l l
τ = N2 − N1 = ∆N , (1.47)
2 2 2
em que ∆N = N2 − N1 corresponde à diferença entre as duas forças de
contato normais.3 Combinando as equações 1.46 e 1.47, segue que
3 Observe que, quando Ω = 0, as duas normais são iguais, o que corresponde ao
caso trivial.
157
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∆N l
Ω= . (1.48)
4Iω
O valor máximo de Ωmax segue do fato de existir um valor máximo
para a diferença ∆N = N2 − N1 . Como a soma das duas forças deve ser
igual ao peso total do haltere, isto é, N1 + N2 = 2M g, segue portanto
que o valor máximo de ∆N é 2M g, o que corresponde a iminência de
descolamento do haltere com a mesa (N1 = 0). Finalmente, segue o
resultado desejado
2M gl lg
Ωmax = 2 = 2 . (1.49)
4 M2r ω r ω
F = P + Fcf g = mg + mω 2 l. (1.50)
158
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Eb
E = mgl(1 − cos ϕ) → mgb(1 − cos ϕ) = . (1.55)
l
∆E
= αE. (1.57)
∆t
3Eb
No item anterior, temos que ∆E = l , enquanto ∆t corresponde
a um semiperı́odo do pêndulo simples
s
l
∆t = π . (1.58)
g
159
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L
τg = mg senθ. (1.60)
2
mL2
Considerando o momento de inércia I = com respeito ao ponto
3
B, calculamos a aceleração angular do edifı́cio aplicando a 2a Lei de
Newton para rotações
L mL2 00 3g
mg senθ = θ → θ00 = senθ. (1.61)
2 3 2L
altura da torre.
160
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II
τ
T L-h
C P2
τ
T C
I h
P1
Devido ao fato da torre ser estreita, o ponto de ruptura estará
diretamente associado à altura h na qual o esforço máximo de torque τ
é máximo. Considerando uma distribuição uniforme de massa da torre,
L−h
temos que m2 = m = (1 − f )m, em que f = h/L. A 2a Lei de
L
Newton para rotações aplicada à parte 2 da torre, com respeito a P ,
garante que
L−h m2 (L − h)2 00
m2 g senθ + τ = θ
2 3
mgL 1
τ =− (1 − f )2 senθ + mL2 (1 − f )3 θ00 , (1.62)
2 3
que, combinada com a Eq. 1.61, resulta no valor de torque
mgL
τ =− f (1 − f )2 senθ. (1.63)
2
d
[f (1 − f )2 ] = 0 → (1 − f )2 − 2(1 − f )f = 0,
df
161
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1 − 3f = 0 → f = 1/3. (1.64)
τ mg 2l senθ 3gsenθ
α= = ml 2 = . (1.65)
I 3
2l
162
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lω 2 lω 2
lα lα
~a = cos θ − senθ, − senθ − cos θ . (1.68)
2 2 2 2
lω 2
lα
fat = max = m cos θ − senθ
2 2
163
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3mg
fat = senθ(3 cos θ − 2). (1.71)
4
A condição de não deslizamento da ponta do lápis é µN ≥ fat .
A violação dessa inequação implica no deslizamento da ponta do
lápis para ângulos θ inferiores a 71o .
Para saber para que sentido o lápis escorrega, é necessário saber
qual o sinal de ax para o ângulo em que o escorregamento ocorre.
Para ângulos maiores que θ2 = arccos 32 = 48o , segue que ax < 0.
Iω 2 mv 2
T = = . (1.72)
2 4
164
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Ivmax ωmax Iω 2
Wdis = − max ,
r 2
como vmax = rωmax , chega-se ao resultado5
2 2
Ivmax mvmax
Wdis = 2
= . (1.76)
2r 4
165
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2 2
mvmax mvmax
+ = M gdsenα
4 4
r
2dM gsenα
vmax = . (1.77)
m
mv02 p
mgh = → v0 = 2gh. (1.78)
2
166
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2vx vy
D= (1.84)
g
√
D = 4µh a + a (1.85)
2mR2
I= (ω0 − ωf ) (1.87)
5
5µ p √
ωf = ω0 − 2gh(1 + a). (1.88)
2R
167
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7µ p √
ω0 > 2gh(1 + a). (1.89)
2R
2mR2
Ix
Ix R = ω0 −
5 mR
2mR
Ix = ω0 . (1.93)
7
Substituindo o valor de impulso Ix na equação 1.91, obtemos a
168
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2
vx0 = Rω0 . (1.94)
7
vx0
r
Rω0 2
tgθ = = . (1.95)
vy 7 gha
tgθ
1
μ(1+ a )
ωc ω0
6 Para a direção vertical, é indiferente se o deslizamento cessa ou não.
169
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1
dUcf g = − dmω 2 x2 . (1.98)
2
l
α dmω 2x
x
dm g
170
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1 1
Ucf g = − λω 2 L3 sen2 α = − M ω 2 L2 sen2 α. (1.99)
6 6
Somando-se as parcelas Ug e Ucf g , chega-se à expressão da energia
potencial total da barra
L 1
U (α) = M g (1 − cos α) − M ω 2 L2 sen2 α. (1.100)
2 6
ωc2
α3 = arccos . (1.102)
ω2
171
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L 1
U 00 (α) = M g cos α − M ω 2 L2 cos(2α). (1.103)
2 3
ω2
L 1 M gL
U 00 (0) = M g − M ω 2 L2 = 1− 2 . (1.104)
2 3 2 ωc
ω2
M gL
2
Kθ = IΩ = 1− 2 ,
2 ωc
M L2
em que I = 3 corresponde ao momento de inércia da
barra. Isolando a frequência angular Ω, segue que
s
ω2
Ω = ωc 1− , ω < ωc . (1.105)
ωc2
L 1
U 00 (π) = −M g − M ω 2 L2 < 0. (1.106)
2 3
7 Isso decorre porque aproximar pequenas oscilações em torno de um ponto de
172
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" 2 #
00 L ωc2 1 2 2 ωc2
U (α3 ) = M g − Mω L 2 −1
2 ω2 3 ω2
ω2 ω2
M gL
U 00 (α3 ) = 2
− c2 . (1.107)
2 ωc ω
ω2 ω2
M gL
Kθ = IΩ2 = 2
− c2
2 ωc ω
s
ω2 ωc2
Ω = ωc − , ω > ωc . (1.108)
ωc2 ω2
ˆ ∆t
Py = R(t)dt ≈ R∆t. (1.110)
0
173
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Px vx
= ,
Py vy
vx F
= . (1.111)
vy R
~ × ~rP ,
~vP = ~vcm + ω (1.112)
174
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2 2
ml ω = l(F − R)∆t. (1.116)
3
2 3F ∆t
mlω = F ∆t − mωl → ω= . (1.117)
3 5ml
~
d) Após o sobressalto, o cubo ficará sob o efeito de uma força eR,
que fornecerá à bola um impulso dado por eR∆t. Portanto, a
velocidade final vy0 do centro de massa é dada por
1
vy0 = (R∆t + eR∆t) = (1 + e)vy . (1.118)
m
Iω
eR∆tl = Iω → e= . (1.120)
R∆tl
175
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2 2
3 ml ω 2
e= → e= (1.121)
mωl2 3
mx02 Iθ02
T = + .
2 2
mR2
Substituindo o valor do momento de inércia do disco I = 2 e
aplicando a condição de vı́nculo entre as coordenadas angular e linear,
segue que
3mx02
T = . (1.122)
4
Por sua vez, a energia potencial total divide-se em energia potencial
176
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elástica e gravitacional
k∆l2
V = − mgx = 2kx2 − mgx. (1.123)
2
3mx02
dE d 2
= + 2kx − mgx = 0
dt dt 4
3mx0 x00
+ 4kxx0 − mgx0 = 0 (1.124)
2
8k 2
x00 + x = g. (1.125)
3m 3
177
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N
fat
θ Mg
2 2
fat R = M R2 α → fat = M Rα. (1.128)
5 5
2 5
M a = M gsenθ − M a → a= gsenθ. (1.129)
5 7
2
M gsenθ ≤ µM g cos θ
7
178
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7 7
tgθ ≤ µ → θ ≤ arctg µ . (1.131)
2 2
5 5g
− (R − r)θ00 = gθ → θ00 = − θ. (1.133)
7 7(R − r)
179
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1
Ttrans = M (R − r)2 θ02 . (1.136)
2
1
Trot = M (R − r)2 θ02 . (1.137)
5
7
E= M (R − r)2 θ02 + M g(R − r)(1 − cos θ). (1.139)
10
dE 7
= M (R − r)2 θ0 θ00 + M g(R − r)θθ0 = 0. (1.140)
dt 5
5g
θ00 = − θ, (1.141)
7(R − r)
180
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M l2
I1 = . (1.142)
3
Por sua vez, a barra carregada pelo funâmbulo também é modelada
utilizando uma distribuição uniforme de massa, resultando em um
momento de inércia com respeito ao seu centro de massa dado por
I2,cm = mL2 /12. O momento de inércia da barra com respeito à
corda pode ser obtido utilizando o teorema dos eixos paralelos
mL2
I2 = + m(f l)2 . (1.143)
12
O momento de inércia é uma grandeza aditiva. Portanto, o
momento de inércia do sistema (equilibrista + barra) é dado pela
expressão
M l2 mL2
I = I1 + I2 = + + m(f l)2 . (1.144)
3 12
b) Vamos modelar um leve desequilı́brio do funâmbulo como um
pequeno desvio de um ângulo θ entre ele e a vertical. Para essa
situação, surge um torque da força peso do funâmbulo e da barra,
τ1 e τ2 respectivamente, dados por
l
τ1 = M g senθ e τ2 = mgf lsenθ. (1.145)
2
A equação de movimento desejada consiste basicamente da aplicação
da 2a Lei de Newton para rotações. Segue, portanto, que o termo G
corresponde ao torque total sobre o sistema
181
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l
G = τ1 + τ2 = M g senθ + mgf lsenθ. (1.146)
2
c) Para pequenos deslocamentos, pode-se considerar que senθ ≈ θ.
Dessa maneira, pode-se considerar que o torque resultante sobre
o sistema é proporcional ao deslocamento angular θ
M gl
G= + mgf l θ = G0 θ. (1.147)
2
r s
G0 6gl(M + 2f m)
Λ= = . (1.151)
I 4M l2 + M L2 + 12m(f l)2
8 De forma equivalente, a aproximação ex ≈ 1+x, se |x| 1, poderia ser utilizada.
182
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2 2
0 M L M L M L2
I2,cm = + = , (1.154)
2 2 2 2 4
que, por sua vez, é maior que I2,cm . Essa desigualdade continua
valendo para os momentos de inércia referentes ao eixo de rotação
que passa pela corda.
Como o momento de inércia da barra aumenta e não há qualquer
alteração no torque que o sistema sofre, concluı́mos que a barra é
mais resistente a rotações e, portanto, mais eficiente.
f) Observando a expressão do tempo caracterı́stico do movimento
s
4M l2 + mL2 + 12m(f l)2
τ= , (1.155)
6gl(M + 2f m)
183
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g Ω
Moeda
ω
r
R θ
~ = Ωẑ − ωx̂3 .
ω (1.156)
184
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ΩR = ω 0 r. (1.157)
^
Ω
x2
^
x3
θ
θ
^
x1
185
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mr2 mr2
Lxy = senθω 0 − senθ cos θΩ. (1.162)
2 4
Utilizando o vı́nculo expresso pela Eq.1.157, podemos reescrever
a Eq.1.162 em termos de Ω
1
Lxy = mrsenθΩ[2R − r cos θ]. (1.163)
4
~
dL 1
= mrsenθΩ2 [2R − r cos θ]. (1.165)
dt 4
186
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N
mg
fa θ
Uma vez que não há força resultante vertical, a força normal
tem módulo igual ao peso N = mg. A força de atrito, por sua
vez, assume o papel de força resultante centrı́peta do movimento
circular uniforme do centro de massa, o que implica em fat =
mΩ2 (R − cos θ). Dessa maneira, temos que
~
dL
τ= . (1.168)
dt
1 2
−Ω2 (R − r cos θ)senθ + g cos θ = Ω senθ(2R − r cos θ),
4
187
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R = r cos θ. (1.171)
~ = Ωẑ − ω 0 x̂3 .
ω (1.173)
188
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final desejado
ω
~ = Ωsenθx̂2 . (1.174)
1 2
Lxy = mr Ωsenθ cos θ. (1.176)
4
~
dL
τ= ~ = ΩLxy .
= (Ωẑ) × L (1.177)
dt
1 2 2
mgr cos θ = mr Ω senθ cos θ
4
189
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r
g
Ω=2 . (1.178)
rsenθ
190
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Eletromagnetismo
2
2.1 Distância de máxima aproximação
Ke2
E = mp v 02 + . (2.1)
D
191
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
que
Ke2
mp v 2 = mp v 02 + . (2.2)
D
O momento angular do sistema na situação inicial, calculado com
respeito ao centro de massa do sistema, é dado por
L L
L0 = mp v + mp v = mp vL, (2.3)
2 2
D D
L = mp v 0 + mp v 0 = mp v 0 D. (2.4)
2 2
mp vL = mp v 0 D. (2.5)
Ke2
D2 − D − L2 = 0, (2.6)
mp v 2
cuja solução real positiva é dada por
s 2
Ke2 Ke2
D= + + L2 . (2.7)
mp v 2 mp v 2
192
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
~ = − ρ0 e−r/a .
∇·E (2.11)
0
Dessa maneira, segue que a densidade volumétrica de carga é dada
por
ρ(r) = −ρ0 e−r/a . (2.12)
193
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
ˆ ∞
Q− = −4πρ0 r2 e−R/a = −8πρ0 a3 . (2.13)
0
194
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
C
α
h
dα r
+ + + + + + + +
P H
dq λdx
dE = = , (2.15)
4πε0 r2 4πε0 r2
em que r representa a distância entre os pontos P e C. A distância r
pode, por sua vez, ser escrita em termos de x e α, x = r senα.
Considere agora uma substituição de variáveis para descrevermos o
módulo do campo gerado em termos de α e de uma abertura dα, associ-
ada a dx. Para isso, partimos da relação x = h tgα, que diferenciada
resulta em
dx = h sec2 α dα. (2.16)
195
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
λ
dE = dα. (2.17)
4πε0 h
dEP'
α α dEP
C
α α
+ + + + + + + +
A B
P P'
ˆ ˆ θ
λ cos α λsenθ
E= dE cos α = dα = . (2.18)
−θ 4πε0 h 2πε0 h
196
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
q2 q2
Fel = = . (2.19)
4πε0 (2z0 )2 16πε0 z02
p
b) Seja P (x, y, 0) um ponto do plano que dista de ρ = x2 + y 2
da projeção ortogonal da carga +q sobre o plano aterrado. Se-
~1 e E
jam E ~ 2 os campos elétricos gerados pelas cargas +q e −q,
respectivamente. Veja a figura a seguir.
+q
z0
. ρ P
.
E2 α E1
z0
α
-q E
~ 1 | = |E
~ 2| = q
E = |E . (2.20)
4πε0 (z02 + ρ2 )
197
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
dado por
z0 qz0
E⊥ = 2E cos α = 2E. p 2 = . (2.21)
z0 + ρ2 2πε0 (z02 + ρ2 )3/2
Qint σA
ΦE = → −E⊥ A =
ε0 ε0
qz0
σ(ρ) = −E⊥ (ρ)ε0 = − . (2.22)
2π(z02 + ρ2 )3/2
2 Alguns livros se referem a gaussianas desse formato como pill boxes (caixas de
198
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
q2 q2
U0 = − =− . (2.25)
4πε0 (2z0 ) 8πε0 z0
U0 q2
U= =− . (2.26)
2 16πε0 z0
à carga real, exceto pelo sinal trocado. Há uma solução bem rápida para esse item
usando a lei de Gauss.
4 Cargas pontuais +q e −q.
5 Carga pontual +q e plano aterrado negativamente carregado.
199
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
q q' R
P Q
d'
d
V=0
q −q 0 q −q 0
= e = . (2.27)
d−R R − d0 d+R R + d0
d+R R + d0
= .
d−R R − d0
200
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
d0 , segue que
R2
d0 = . (2.28)
d
Para determinar q 0 , basta isolar o termo desejado na equação 2.27
R + d0 R
q 0 = −q = −q . (2.29)
R+d d
qq 0 q 2 Rd
Fe = = . (2.30)
4πε0 (d − d0 )2 4πε0 (d2 − R2 )2
q q' R
d' A
d V=0
q q0
E= +
4πε0 r 2 4πε0 (r − d + d0 )2
" #
q R/d
E= 1− 2 (2.31)
4πε0 r2 (1 − dr + R
dr )
2
201
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
R2
q R 2
E≈ 1− 1+ d−
4πε0 r2 d r d
R2
q R 2R
E= 1− − 1− 2 . (2.33)
4πε0 r2 d r d
202
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
qq 0 q2 R
E1 = = − . (2.35)
4πε0 (d − d0 ) 4πε0 (d2 − R2 )
203
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
1 qq 0 1 q2 R
E2 = − · = · . (2.39)
2 4πε0 (d − d0 ) 2 4πε0 (d2 − R2 )
1 q2 R
ET = − · . (2.40)
2 4πε0 (d2 − R2 )
Solução 2: Cálculo da energia a partir do trabalho.
A força elétrica que atua sobre a carga puntiforme q, conforme
visto anteriormente, é dada pela equação 2.30. A energia solicitada
nesse item pode ser identificada como o trabalho realizado pela
força elétrica para levar a carga q da posição d~ até o infinito, a
não ser por uma troca de sinal. Portanto,
ˆ ∞
q 2 Rx
ET = −Wel = − dx, (2.41)
d 4πε0 (x2 − R2 )2
que combinado com a integral fornecida pelo enunciado, nos leva
ao resultado desejado
1 q2 R
ET = − · . (2.42)
2 4πε0 (d2 − R2 )
204
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
+q
p q''
z
V=0
-z a
-p q'''
q'
kq 2 kq 2 a kq 2 a
F = + −
(2p)2 (p − z)2 p (p + z)2 p
205
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
kq 2 4kq 2 az
F = 2
+ 2 , (2.43)
4p (p − z 2 )2
que pode ser reescrita fazendo z = a2 /p, o que nos leva ao resultado
final
kq 2 4kq 2 a3 p3
F = 2
+ 4 . (2.44)
4p (p − a4 )2
kQ
V0 = , (2.45)
R
de onde obtemos o valor da carga elétrica da bolha de sabão
V0 R
Q= . (2.46)
k
A bolha explode e forma uma gota de raio r, que pode ser obtido
conservando o volume da gota d’água
4 3 √
3
4πR2 t = πr → r= 3R2 t. (2.47)
3
206
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
~τ = −~ ~
p × E. (2.50)
U = −qEd cos φ = −~ ~
p · E. (2.52)
Kq Kq
V = − . (2.53)
r1 r2
207
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
d d
r1 = r − cos θ e r2 = r + cos θ. (2.54)
2 2
Kq Kq Kqd cos θ
V = d
− d
= 2
r − 2 cos θ r + 2 cos θ r − d4 cos θ
2
Kqd cos θ
V (r, θ) ≈ . (2.55)
r2
~ escrevemos
Em termos do momento de dipolo p~ = q d,
Kp cos θ p~ · r̂
V (r, θ) = 2
=K 2 . (2.56)
r r
Kp cos θ
V (r, θ) = . (2.58)
r2
208
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Kp cos θ
V (θ) = . (2.59)
R2
b) A energia potencial elétrica da carga no aro é dada por
Kpq cos θ
Uel (θ) = qV = . (2.60)
R2
Podemos obter informações qualitativas do movimento da carga
no aro a partir do gráfico de Uel (θ), mostrado na figura a seguir.
Uel(θ)
Kpq
R2
0 E=0 π 2π
π/2 3π/2 θ
Zona permitida
E = Ec + Uel = 0. (2.61)
mv 2
Como Ec = 2 > 0, deve-se ter Uel < 0. Portanto, apenas as
posições π/2 < θ < 3π/2 são permitidas. Pelo gráfico, pode-se
afirmar que a carga acelera no caminho entre π/2 e π, até atingir
uma velocidade máxima. No caminho entre π e 3π/2, a carga
209
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Kpq cos θ mv 2
Ec = − 2
=
R 2
r
1 2Kpq cos θ
v= − . (2.62)
R m
A velocidade v da carga está, portanto, bem definida para cada
posição angular θ. O passo seguinte é calcular as forças radiais que
agem na carga e impor o valor de resultante centrı́peta adequado
para se determinar o valor da força de contato com o aro.
O valor da componente radial do campo elétrico gerado pelo dipolo
já foi deduzido no problema 2.8. Utilizaremos aqui o seguinte
resultado
2Kp cos θ
Er = . (2.63)
R3
Que apresenta valor negativo na região permitida, o que corres-
ponde a componentes radiais direcionadas para o centro do anel.
Supondo que a força de contato N é direcionada para fora do anel,
a força resultante centrı́peta pode ser escrita como
mv 2
Rcp = N + qEr = −
R
mv 2 2Kpq cos θ
N =− − . (2.64)
R R3
Substituindo o valor de velocidade calculado na Eq. 2.62 na
8 Observe que cos θ < 0 no intervalo de posições θ permitidas.
210
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
R R R
A ...
R R R Plano de
B simetria
R R R
R R R
C ...
R R R
211
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
R'
... R'
R R R
A
R R R
R R R
C ...
R R R
R R'
A
2R R'
C
R
212
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
2RRAC
RAC = 2R +
2R + RAC
2
RAC − 2RRAC − 4R2 = 0. (2.67)
√
As soluções da equação de segundo grau são RAC = (1 ± 5)Ω.
Como a solução negativa não tem sentido fı́sico, segue que
√
RAC = (1 + 5)Ω ≈ 3, 24Ω. (2.68)
A B C
RAC
RAB = R0 + , (2.69)
2
213
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R R R
A B C
√ q √
1− 5+ 42(7 + 3 5)
R0 = √ ≈ 1, 09Ω. (2.72)
12 + 4 5
214
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Req Req
A B
Req Req
R/2 R/2
A Req/2 Req/2 B
R/2 Req/2 R/2
R/2 R/2
215
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R/4 R/4
A B
R R Req R
Req = + || + (2.74)
4 2 4 4
Desenvolvendo essa equação, chegamos ao resultado desejado.
R Req
R 2. 4 2
Req = + Req
→ Req + R.Req − R2 = 0
2 R
2 + 4
√
5−1
Req = R. (2.75)
2
calzone’.
216
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C D
C D
C
A B
D
D
C
C D
A D B
C
217
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R R R
RAC = = 20Ω, RCD = = 10Ω e RDB = = 20Ω. (2.76)
5 10 5
R
RAB = RAC + RCD + RDB = = 50Ω. (2.77)
2
I
J(θ) = , (2.79)
2πRtsenθ
218
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ρdl ρ dθ
dR = = . (2.80)
A(θ) 2πt senθ
( " # " #)
a 2 a 2
p p
ρ 1− 1 − (R ) 1 + 1 − (R )
R= ln p a 2
− ln p a 2
4πt 1 + 1 − (R ) 1 − 1 − (R )
" #
a 2
p
ρ 1 − 1 − (R )
R= ln p a 2
. (2.81)
2πt 1 + 1 − (R )
L L
R0 = = . (2.82)
σA σπb2
219
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
do valor exato.
Nesse sentido, vamos trocar o formato esférico do defeito por um
formato cilı́ndrico de mesma secção transversal máxima e mesmo
volume do que o defeito esférico. Essa escolha visa obter uma
geometria semelhante à exata. Da primeira consideração temos
que o raio do cilindro é dado por a, enquanto da conservação do
volume do defeito, obtemos a altura efetiva hef do cilindro
4 3
πa = πa2 hef → hef = 4a/3. (2.83)
3
R2
i R1 R3
L1 hef L3
220
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L1 L3
R1 = e R3 = , (2.84)
σπb2 σπb2
∆σ a2
hef
R2 ≈ 1− . (2.86)
σπb2 σ b2
L L hef a2 ∆σ
Req = = 2
− . (2.87)
σA σπb σπb4 σ
hef a2 ∆σ
∆R = R − R0 = − .
σπb4 σ
221
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εA
C= . (2.89)
x
222
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Gaussiana S
R, C
σ, ϵ
+Q -Q
I
Secção Si
223
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expressão
´P
V ~ · d~l
− P12 E
R= = ˜ . (2.96)
I σ Si E~ · d~s
σ Q
E= = , (2.98)
2ε0 2Aε0
Q2
Fe = QE = . (2.99)
2Aε0
C 2V 2 Aε0 V 2
Fe = = . (2.100)
2Aε0 2x2
224
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F Fel
kh
Fk
V
equilíbrio
instável
equilíbrio
estável
h x
225
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kxc 2h
kh − kxc = → xc = . (2.104)
2 3
d2
d1 e(x)
dx
11 Condição de tangência entre as curvas.
226
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Como as placas são planas a expressão que fornece e(x) pode ser
obtida pela expressão
x
e(x) = d1 + (d2 − d1 ) . (2.106)
L2
1
L1 L2 1 d2
Ceq = ε0 ln 1 + −1 u
d1 d2
−1 d1 0
d1
L1 L2 d2
Ceq = ε0 ln . (2.108)
d2 − d1 d1
227
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~ V0
E(x).e(x) = V0 → E(x) = ŷ. (2.109)
d1 + ∆d Lx2
V0 y
VP = V0 − E(x).y = V0 − . (2.110)
d1 + ∆d Lx2
~ ≈ V0
E ŷ. (2.112)
d1 + ∆d Lx
2
Mostrando a consistência entre as equações 2.109 e 2.110 para o caso de placas quase
paralelas.
228
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V (ϕ = 0) = V0 e V (ϕ = ϕ0 ) = 0. (2.113)
V=0
E
isopotenciais
ϕ0 ϕ
σ
V=V0
r
Uma vez que não há cargas livres, o potencial elétrico deve satis-
fazer a equação de Laplace ∇2 V (ϕ) = 0,14 que leva ao seguinte
resultado
∂2V
=0 → V (ϕ) = c1 + c2 ϕ, (2.114)
∂2ϕ
em que c1 e c2 são constante fı́sicas a ser determinadas a partir
das condições de contorno expressas na Eq. 2.113. Aplicando-se
as condições de contorno na forma adequada, demonstra-se que
ϕ
V (ϕ) = V0 1− , (2.115)
ϕ0
13 A quantidade aditiva d1 L2 pode ser determinada a partir da equação d +
∆d 1
∆d Lx = 0, extraı́da do encontro dos prolongamentos do ponto de vista de geometria
2
analı́tica.
14 Considera-se que, em primeira aproximação, a dependência do potencial elétrico
229
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
- - - - - - - Q1
+ + + + + + + + + + + + +Q
d
x
- Q2
- - - - - -
O uso desse sistema auxiliar possibilita um cálculo simplificado das
cargas induzidas. Uma vez que os planos aterrados devem realizar uma
‘blindagem eletrostática’ da placa de carga Q localizada entre eles, segue
15 Esse resultado é consistente com o encontrado na primeira solução para o caso
230
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
que o campo elétrico no exterior das placas deve ser nulo. Logo,
(Q − Q1 − Q2 )
Eext = =0 → Q = Q1 + Q2 . (2.116)
2ε0 A
Q1 + Q − Q2 Q1
E1 = = , (2.117)
2ε0 A ε0 A
Q2 + Q − Q1 Q2
E2 = = . (2.118)
2ε0 A ε0 A
Para calcular o valor das cargas induzidas −Q1 e −Q2 , basta perceber
que a diferença de potencial entre o plano carregado de carga Q e cada
uma das placas aterradas deve ser idêntico. Portanto, E1 (d − x) = E2 x,
de onde deduz-se, a partir das equações 2.117 e 2.118, que
Q1 (d − x) = Q2 x. (2.119)
x d−x
Q1 = Q e Q2 = Q. (2.120)
d d
231
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IA IA
A A
ZAC
IBA
ZA
IAC
ZAB ZB ZC
B C B C
ICB ZBC IC IB IC
IB
VA
0 = ZAB k ZAC = ZA + ZB k ZC ,
IA
isto é,
ZAB ZAC ZB ZC
= ZA + . (2.121)
ZAB + ZAC ZB + ZC
Analisando os efeitos isolados de VB e VC , é possı́vel calcular
resistências equivalentes análogas, estabelecendo relações entre as
impedâncias das configurações ∆ e Y, veja
VB
0 = ZAB k ZBC = ZB + ZA k ZC
IB
(2.122)
VC
= ZAC k ZBC = ZC + ZA k ZB . (2.123)
IC0
232
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
ZA ZB + ZA ZC + ZB ZC
ZAB = , (2.124)
ZC
ZA ZB + ZA ZC + ZB ZC
ZAC = e (2.125)
ZB
ZA ZB + ZA ZC + ZB ZC
ZBC = . (2.126)
ZA
Na transformação Y-∆, passamos de uma configuração Y para
uma configuração em ∆, cujos valores de impedância são fornecidos
pelas Eqs.2.124, 2.125 e 2.126.
b) A determinação da transformação inversa, a ∆-Y, consiste apenas
de um trabalho algébrico similar ao item anterior, mas desta
vez escrevendo os valores das impedâncias da configuração Y em
termos das impedâncias da configuração ∆. Somando as Eqs.2.124,
2.125 e 2.126, temos que
(ZA ZB + ZA ZC + ZB ZC )2
ZAB + ZAC + ZBC = . (2.127)
ZA ZB ZC
ZAB ZAC
ZAB + ZAC + ZBC = ,
ZA
ZAB ZAC
ZA = . (2.128)
ZAB + ZAC + ZBC
233
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R 1/iωC
A
3iωL
1/iωC 1/iωC
3iωL 3iωL
B
234
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Z∆ · ZC 3ωL
Z0 = =i . (2.131)
Z∆ + ZC 1 − 3ω 2 LC
Obtém-se dessa maneira o circuito mostrado a seguir.
R Z'
A
Z' Z'
B
Esse circuito pode ser facilmente resolvido com uma associação de
duas impedâncias Z 0 em série, resultando em uma impedância 2Z 0 ,
seguida de uma associação em paralelo
2Z 0 · Z 0 2
Z 00 = 0
= Z 0. (2.132)
3Z 3
Finalmente, consideramos uma associação em série entre a im-
pedância resistiva R e a impedância reativa do bloco de capacitores e
indutores Z 00 . Veja
2 2ωL
Zeq = R + Z 0 = R + i . (2.133)
3 1 − 3ω 2 LC
235
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Qtot
E= . (2.134)
2π0 rL
Considerando a integral de linha do campo elétrico em um caminho
radial entre a placa de raio r1 e a placa de raio r2 , temos que
ˆ r2
Qtot Qtot r2
V1 = dr = ln . (2.135)
r1 2π0 rL 2π0 L r1
V
E(r) = 1 . (2.137)
ln rr21 r
236
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
enquanto no dielétrico
V
Ddie = 1 r 0 . (2.139)
ln rr21 r
V 1 V 1
Ql = 0 + r 0 πrL
ln rr21 r ln rr21 r
V1
Ql = (1 + r )0 πL. (2.140)
r2
r1
Primeira solução:
A capacitância de um capacitor é dada pela razão entre a carga
livre Ql armazenada em suas placas e a diferença de potencial
aplicada V1 . Aplicando essa definição ao nosso sistema fı́sico,
237
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Ql 0 πL
C= = (1 + r ) . (2.141)
V1 ln r2 r1
Segunda solução:
A capacitância do sistema também pode ser obtida considerando
que as porções preenchidas de ar e de dielétrico podem ser encara-
das como dois capacitores associados em paralelo, uma vez que
ambas as porções estão submetidas à mesma tensão V1 .
Tais capacitores têm áreas iguais à metade da área de um capacitor
cilı́ndrico completo, cuja capacitência é dada pela expressão
2πL
Ccil = . (2.142)
ln rr21
1 2πL0 1 2πLr 0 0 πL
C= . + . = (1 + r ) . (2.143)
2 ln r2 2 ln r2 ln rr21
r1 r1
R1 R2
C = 4πε0 k . (2.144)
R2 − R1
238
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
1 1 1
= + ,
Ceq C1 C2
239
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
~ = Q
D r̂. (2.148)
4πr2
O campo elétrico E,~ por sua vez, pode ser calculado utilizando
~ = εE,
a relação D ~ válida para meios dielétricos lineares. Dessa
maneira, segue que
~1 = Q
E r̂ (2.149)
4πkε0 r2
na região determinada por a < r < a + t, e
~2 = Q
E r̂ (2.150)
4πε0 r2
ρ
∇ · E~1 =
ε0
1 ∂(r2 E1 ) ρ
= → ρ = 0, (2.151)
r2 ∂r ε0
isto é, não há uma distribuição volumétrica de cargas elétricas
no interior do dielétrico, apenas a polarização de cargas elétricas
distribuı́das ao longo das superfı́cies interna (r = a) e externa
(r = a + t) do dielétrico, com densidades de carga dadas por σ− e
σ+ , respectivamente.
A distribuição superficial de cargas σ+ na superfı́cie localizada
em r = a + t pode ser calculada a partir da descontinuidade do
240
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
σ+
E2 − E1 = . (2.152)
ε0
Q Q σ+
− =
4πε0 (a + t)2 4πkε0 (a + t)2 ε0
Q 1
σ+ = 1− . (2.153)
4πε0 (a + t)2 k
241
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
ε0 L(L − x)
C1 = , (2.156)
d
kε0 Lx
C2 = . (2.157)
d
ε0 L
Ceq = C1 + C2 = [L + (k − 1)x]. (2.158)
d
+ + + + + + + + +
- - - -
E F +++ +
- - - - - - - - -
Dessa maneira, verifica-se que o campo elétrico na borda das
242
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
dU
F =− , (2.159)
dx
Q2
U (x) = . (2.160)
2C(x)
Q2 d
U= . (2.161)
2ε0 L[L + (k − 1)x]
dU (k − 1)Q2 d
Fel = − = . (2.162)
dx 2ε0 L[L + (k − 1)x]2
C(x)V 2
U= . (2.163)
2
243
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
capacitor como
dU ε0 LV 2
= (k − 1) . (2.164)
dx 2d
Observe que, enquanto, anteriormente tı́nhamos dU/dx < 0, isto
é, o capacitor gasta energia para realizar trabalho sobre o material
dielétrico, neste caso há simultaneamente o aumento da energia
armazenada no capacitor, dU/dx > 0, e a realização de trabalho
sobre o dielétrico. Isso decorre do fato da fonte injetar energia
no sistema realizando um trabalho dWf sobre as cargas que a
atravessam. Da conservação de energia, segue que
dWf dU
dWf = dU + Fel dx → = + Fel . (2.165)
dx dx
dWf d dC 2 ε0 LV 2
= (V Q) = V = (k − 1) . (2.166)
dx dx dx d
ε0 LV 2
Fel = (k − 1) . (2.167)
2d
244
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Q(t)
V = + Ri(t). (2.168)
C0
i(t)
i0 (t) + = 0. (2.169)
kRC
245
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2
kCV 2
1
Ed = 1− . (2.173)
2 k
V2
1
Pf (t) = V i(t) = 1− e−t/kRC . (2.174)
R k
Ef − Ed 1
η= = . (2.176)
Ef k
246
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Fe v<v0
E
+ v0
B
v>v0
Fm
E
eE = ev0 B → v0 = . (2.177)
B
247
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2mn v0
∆x = 2(RA+1 − RA ) = > ∆x0 , (2.179)
qB
qB∆x0
v0 > . (2.180)
2mn
248
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2 ∆v0
> . (2.182)
2A + 1 v0
Dessa forma, estabelecemos um limite mı́nimo para a velocidade
v0 do acelerador de ı́ons e uma incerteza relativa mı́nima ∆v0 /v0
para o filtro de velocidades. Essas são condições que devem ser
satisfeitas para que o aparato experimental possa distinguir os
isótopos.
I 1 ρI
= E → E= . (2.183)
πa2 ρ πa2
µ0 I
B.2πa = µ0 I → B= . (2.184)
2πa
~ ~ 2
~ = E × B = − ρI n̂,
S (2.185)
µ0 2π a3
2
249
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dΦ dA
E= =B . (2.187)
dt dt
Lh h2
A= =√ , (2.188)
2 3
250
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dA dh 2h
E =B = B √ v. (2.189)
dh dt 3
1 2
dA = r dθ,
2
dA
r(θ+dθ)
dθ r(θ)
251
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Dessa maneira,
dB 1
dE = .dA = kr2 dθ. (2.191)
dt 2
Integrando a equação 2.191 e utilizando a equação da espiral deter-
minada em 2.190, chegamos ao resultado desejado
ˆ N.2π a 2
k π
E= θ dθ = ka2 N 3 . (2.192)
2 0 2π 3
N
X X
Φ= Bπ(na)2 = πBa2 = 1N n2 (2.193)
n=1 n
πBa2 N 3
Φ= . (2.195)
3
252
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Bl
i(t) = v(t). (2.199)
R
v(t)
m = mg − Bli(t),
dt
253
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dv(t) B 2 l2
+ v(t) = g. (2.200)
dt mR
mgR
vP (t) = (2.201)
B 2 l2
B 2 l2
mgR
v(t) = 2 2 1 − exp − t . (2.204)
B l mR
254
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
2.199 e 2.204
B 2 l2
mg
i(t) = 1 − exp − t . (2.205)
Bl mR
m2 g 2 R B 2 l2
Pg = mg v(t) = 1 − exp − t (2.206)
B 2 l2 mR
m2 g 2 R B 2 l2 B 2 l2
dEc
= exp − t 1 − exp − t . (2.209)
dt B 2 l2 mR mR
dEc
Pg = PR + , (2.210)
dt
isto é, a força peso realiza trabalho sobre o sistema, que se converte
tanto em energia cinética da barra quanto em energia dissipada
255
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
dΦ dBz
E= = πa2 = πa2 B0 kv, (2.211)
dt dt
πa2 B0 kv
I= . (2.212)
R
Durante o movimento de queda, parte da energia gravitacional é
utilizada para realização de trabalho sobre a espira, enquanto a
outra parte é dissipada por efeito Joule. A velocidade terminal
pode ser encontrada, portanto, igualando a potência de força peso
à potência elétrica dissipada
2 R
mgvmax = RImax → vmax = mg . (2.213)
(πa2 B0 k)2
b) Uma vez que a força magnética que atua sobre um fio atravessado
por corrente elétrica é perpendicular ao campo magnético aplicado,
não é possı́vel que a componente vertical Bz do campo magnético
seja responsável pela frenagem do movimento de queda.
Devido a não existência de monopolos magnéticos, a lei de Gauss
21 No inı́cio do movimento o primeiro efeito é dominante, como se percebe pelo
aumento de v(t). Após um intervalo de tempo ∆t >> BmR 2 l2 , o segundo efeito é
preponderante, de tal forma que a energia cinética da barra é praticamente constante
e a potência fornecida pela força peso é dissipada por efeito Joule.
256
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
B0 kr
Br = − . (2.216)
2
O sinal negativo da Eq. 2.216 significa que, para k > 0, as
componentes horizontais do campo magnético apontam para o
eixo de simetria do problema, a fim de anular o fluxo positivo
através das paredes circulares do cilindro Φc . Conforme ilustrado
no diagrama a seguir, deve surgir uma força magnética vertical e
para cima que atua contra a força peso.
Na condição de velocidade terminal, temos que
257
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
dBz dB
θ
a
I R
µ0 Idl
dB = , (2.218)
4π a2 + R2
258
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
µ0 Idl
dBz = cos(90 − θ)
4π a2 + R2
µ0 I 2πR R
Bz = 2 2
√
4π a + R a + R2
2
µ0 IR2
Bz = (2.219)
2[a2 + R2 ]3/2
µ0 IR2
B(z, z 0 ) = (2.220)
2[(z − z 0 )2 + R2 ]3/2
z dz'
z'
µ0 IR2
dB(z, z 0 ) = dN,
2[(z − z 0 )2 + R2 ]3/2
259
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Q(t)
− Ri(t) − Blv(t) = 0,
C
que, combinada com a relação i(t) = −dQ(t)/dt, resulta em
260
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
dQ(t) Q(t) Bl
+ − v(t) = 0. (2.223)
dt RC R
Aplicando a segunda lei de Newton na barra, obtém-se a equação
Bli(t) = ma(t)
dv(t) dQ(t)
m + Bl = 0,
dt dt
que integrada com respeito ao tempo, resulta em uma constante
de movimento k dada por
mv(t)
Q(t) = CV0 − . (2.225)
Bl
Substituindo 2.225 em 2.223, chegamos ao resultado desejado
m dv 1 mv(t) Bl
− + CV0 − − v(t) = 0
Bl dt RC Bl R
B 2 l2
dv(t) 1 Bl
+ + v(t) = V0 . (2.226)
dt RC Rm Rm
261
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
BlV0 C
vmax = . (2.227)
m + B 2 l2 C
O rendimento η do canhão eletromagnético pode ser identificado
pela razão entre a energia U = CV02 /2 inicialmente armazenada
pelo capacitor e a energia cinética final da haste Ec . Sendo
λ = B 2 l2 C/m um parâmetro adimensional do circuito, temos que
a energia cinética final da haste pode ser escrita como
2
mvmax CV02 λ
Ec = = . (2.228)
2 2 (1 + λ)2
Dessa maneira, o rendimento η do canhão é dado por
Ec λ
η= = . (2.229)
U (1 + λ)2
Assim, percebemos que o rendimento do canhão é determinado ex-
clusivamente pelo parâmetro λ. Para obter o rendimento máximo,
fazemos
dη (1 + λ)2 − 2λ(1 + λ)
= , (2.230)
dλ (1 + λ)4
que nos leva ao parâmetro ótimo λ = 1, que maximiza o rendi-
mento do sistema (ηmax = 25%).
262
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
NI
H(r).2πr = N I → H(r) = . (2.232)
2πr
µN I
B(r) = . (2.233)
2πr
b) A autoindutância L do toroide pode ser determinada a partir
da aplicação da relação Φ = LI, onde Φ é o fluxo magnético
que atravessa as N espiras que compõem o fio de cobre utilizado
no toroide. Pela simetria do problema, segue que o fluxo Φ é o
produto do número de voltas N pelo fluxo através de uma espira
Φi , que pode ser calculada pela integral
ˆ R+a
µN Ia a+R
Φi = B(r)adr = ln . (2.234)
R 2π R
µN 2 a
Φ N Φi a+R
L= = = ln . (2.235)
I I 2π R
263
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
θ
B a
Uma vez que o campo magnético B gerado pelo fio não é uniforme,
o fluxo magnético deve ser calculado através da integral
¨
Φ= ~ · d2~s
B (2.236)
µ0 I
B= . (2.237)
2πa(1 − cos θ)
dr = asenθdθ. (2.238)
264
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
Lm = µ0 a. (2.241)
b2
1 b
1 − cos2 θ = (b + a cos θ) − cos θ + 2 + 1 − 2 . (2.243)
a a a
265
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CAPÍTULO 2. ELETROMAGNETISMO
ˆ π
µ0 I(b2 − a2 ) dθ
Φ = µ0 Ib − (2.244)
π 0 b + a cos θ
r
µ0 I(b + a) b − a π
Φ = µ0 Ib −
π b+a 2
p
Φ = µ0 I(b − b2 − a2 ). (2.245)
espira torna o campo magnético que gera o fluxo magnético menos intenso, o que
deve diminuir o valor da indutância mútua. É possı́vel demonstrar que o resultado
obtido é monotonicamente decrescente com respeito ao parâmetro b, partindo de
L = µ0 a, quando b = a, até L = 0 no limite b → ∞. A verificação desse fato é
deixada como exercı́cio ao leitor.
266
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Relatividade restrita
3
3.1 Comprimento da barra inclinada
L0x p
Lx = = 1 − β 2 L cos θ0
γ
Ly tgθ0
tgθ = =p = γtgθ0 → θ = arctg(γtgθ0 ). (3.2)
Lx 1 − β2
267
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l 4, 2.108
∆t = = = 1s. (3.4)
1, 4c 1, 4 × 3.108
0, 6 + 0, 8
vAB = c = 0, 946c. (3.5)
1 + 0, 6 × 0, 8
268
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τ
∆t = γ∆t0 = q . (3.7)
v2
1− c2
2 Esse resultado poderia ser obtido de maneira bem elegante e imediata a partir
269
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vD
T− = 0. (3.13)
c2
D
c< . (3.15)
T
3 Ou seja, os eventos podem ser simultâneos desde que eles não possam ocorrer
270
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x2 − x1 D
u= <c → < c. (3.16)
t2 − t1 T
4 Há uma solução mais direta para esse problema utilizando o conceito de intervalo
271
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272
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x
z A2
vy B2
273
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1p
xA1 = βx τ − 1 − βx2 D0 , yA1 = 0;
2
1p
xB1 = βx τ + 1 − βx2 D0 , yB1 = 0.
2
Movimento dos extremos do furo (A2 e B2 ) segundo S
Movimento do centro do furo: xC2 = 0 e yC2 = βy τ .
1
xA2 = − D0 , yA2 = βy τ ;
2
1
xB2 = D0 , yB2 = βy τ.
2
Conhecidas as funções horárias dos pontos de interesse, podemos
utilizar a transformação de Lorentz
x = γx (x0 + βx τ 0 ), y = y, τ = γx (τ 0 + βx x0 ),
1
em que γx = √ 2
, para determinar como um observador no referen-
1−βx
0
cial da régua S descreve os movimentos relativos entre a régua e o furo
da chapa. Veja a seguir.
1 1
x0A1 = − D0 , 0
yA1 = 0; x0B1 = D0 , 0
yB1 = 0.
2 2
274
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1p 1
x0A2 = − 1 − βx2 D0 − βx τ 0 , 0
yA2 = βy γx τ 0 − βy D0 ;
2 2
1p 1
x0B2 = 1 − βx2 D0 − βx τ 0 , 0
yB2 = βy γ x τ 0 + β y D 0 .
2 2
Observe que, de acordo com o referencial da régua, a placa não está
mais contida em um plano y = cte.5 No instante τ 0 = 0, os centros da
régua e do furo coincidem e as posições
dos
pextremos do furo são
dados
p
por A2 − 12 1 − βx2 D0 , − 21 βy D0 e B2 12 1 − βx2 D0 , 21 βy D0 , como
mostra a figura a seguir. Observe que neste referencial um extremo
da régua (B1 ) atravessa a placa antes do outro (A1 ). Portanto, esses
eventos deixam de ser simultâneos de acordo com o referencial S 0 .
vfuro B'2
x'1 -D0/2
D0/2 x'2
A'2
D0 p D0
x02 = − 1 − βx2 + βx < − , ∀βx . (3.21)
2 2
barra’.
275
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D0 p D
0
x01 = 1 − βx2 + βx > , ∀βx . (3.22)
2 2
D 60
∆tb = = 8 = 0, 6 µs. (3.25)
vb 10
276
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D 60
∆tc = = = 0, 2 µs. (3.26)
c 3.108
L0 240
∆T = 0
= = 1, 0 µs. (3.27)
2v 2, 4.108
6 Esse tempo não é desprezı́vel para o nosso problema e deve, portanto, ser
contabilizado.
277
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L'=480 m
A
c
5
D= 60 m
4c
5
Δx T
L=800 m
0
vb,y D
0 = → ∆x0 = 4D = 240 m. (3.31)
vb,x ∆x0
D(v+ − v− ) 2D
δt = t2 − t1 = ≈ 2 n2 δv, (3.33)
v+ v− c
278
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pois δv c/n.
Para calcular a diferença de fase associada ao atraso, pode-se
considerar uma diferença de caminho óptico dada por ∆r = c δt.
Comparando a diferença de caminho calculada com o comprimento
de onda λ, que por sua vez corresponde a uma diferença de fase
de 2π, temos
∆r 4πDn2
∆θ = 2π = δv. (3.34)
λ λc
b) Vamos calcular o valor da velocidade v+ . O cálculo de v− é idêntico,
a não ser sob uma mudança de sinal V → −V . Compondo a
velocidade da luz no referencial da água c/n com a velocidade da
água com respeito ao laboratório V , obtemos o seguinte resultado
para a velocidade da água com respeito ao laboratório
c/n + V
v+ = V
. (3.35)
1 + nc
279
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βc + c cos ϕ0
vx = . (3.37)
1 + β cos ϕ0
vx β + cos ϕ0
cos ϕ = = . (3.38)
c 1 + β cos ϕ0
280
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T0
T = γT0 = p . (3.40)
1 − β2
λ0
λ= p . (3.42)
1 − β2
v βc
r= = = 3300M pc, (3.45)
H0 H0
281
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v2 v2
2 2 02 02 02 2 02 2
∆s = γ ∆x 1 − 2 + ∆y + ∆z − c ∆t γ 1 − 2
c c
∆s2 = ∆x02 + ∆y 02 + ∆z 02 − (c∆t0 )2 = ∆s02 . (3.46)
v2
2 2 2
E − (pc) = γ m20 c4 1− 2 = (m0 c2 )2 . (3.47)
c
282
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F0 t2
x(t) = , (3.51)
2m0
o que corresponde à equação horária do movimento retilı́neo
uniformemente variado.
283
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dθ vdt
v = ωR = R → dθ = (3.52)
dt R
284
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M dv = γu dmu. (3.59)
M dv = −dM u. (3.61)
285
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V2
dV = 1− dv → dv = γ 2 dV. (3.62)
c2
c
2u
M 1−β
= . (3.64)
M0 1+β
1−β
≈ 1 − 2β,
1+β
286
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M c V
ln = .(−2β) = −
M0 2u u
M V
= exp − . (3.66)
M0 u
287
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√
2β 4 3
v0 = c = c. (3.68)
1 + β2 7
O fator de Lorentz correspondente a velocidade v 0 do próton no
referencial do laboratório é dado por
1
γ0 = s 2 = 7. (3.69)
v0
1−
c
Ep = γ 0 mp c2 = 6, 6 GeV. (3.70)
288
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T 2 + 2m2 T c2
T1 = ,
2(T + (m1 + m2 )c2 )
que pode ser reescrita, utilizando a Eq. 3.71, levando-nos ao
resultado desejado
(m0 − m1 )2 − m22 2
T1 = c . (3.74)
2m0
Analogamente, podemos deduzir que
(m0 − m2 )2 − m21 2
T2 = c . (3.75)
2m0
289
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Es + Ee = mn , (3.77)
daı́
1
Es − Ee = (m2 − m2e ). (3.78)
mn s
Isolando a energia do elétron das equações 3.77 e 3.78, deduz-se que
1
Ee = (m2 + m2e − m2s ). (3.79)
2mn n
1 2
mn + m2e − (mp + mν )2 c2
Emax = (3.81)
2mn
1 2 (mp + mν )c2
mn − m2e + (mp + mν )2 c2 = q
Es = 2 ,
2mn
1 − vcν
290
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mv
P = γv mv = q (3.83)
2
1 − vc2
mc2
E = γv mc2 = q . (3.84)
v2
1− c2
v−u
v0 = . (3.85)
1 − vu
c2
291
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mv 0
Px0 = q . (3.86)
v 02
1− c2
m(v − u)
Px0 = q = γu γv m(v − u)
2 u2
1 − vc2 1 − c2
u
Px0 = γu Px − 2 E . (3.87)
c
A determinação de E 0 segue um procedimento análogo. Substitui-
se o resultado expresso pela Eq. 3.85 na expressão
mc2
E0 = q (3.88)
02
1 − vc2
E 0 = γu (E − uPx ) . (3.89)
292
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Py0 = Py = 0 (3.92)
Pz0 = Pz = 0 (3.93)
E0
E
= γu − β u Px . (3.94)
c c
~
Como a expressão F~ = dP
dt continua sendo válida dentro da
relatividade restrita, podemos escrever as componentes Fy0 da
força sobre a partı́cula no referencial S 0 como
dPy0 dPy F
Fy0 = = = y . (3.96)
dt0
βu
γu dt − c dx γu 1 − βcu v
293
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escrita como
Fy
Fy0 = = γu Fy (3.98)
γu (1 − βu2 )
3.19 ~ eB
Transformação de campos E ~
d
d0 = , (3.101)
γ
em que γ = √ 1
, e A0 = A = L2 .
1−β 2
294
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Q σ
Ex0 = = = Ex . (3.102)
ε0 A0 ε0
Q
Ey0 = = γEy . (3.104)
ε0 A0
~ = Q 1 = γQv x̂ = γσvx̂,
K (3.105)
L/γ L L2
v
295
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Bz0 = µ0 K = µ0 γσv
γ
Bz0 = µ0 ε0 γEy v = βEy . (3.106)
c
-Q - - - - - - - - - - - -
Amperiana v
+Q
+ + + + + + + + + + + +
...
...
n0 = γn. (3.107)
dq dq I
I0 = = = . (3.108)
dt0 γdt γ
296
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Bx0 = µ0 n0 I 0 = µ0 nI = Bx . (3.109)
1 uv
γ+ = q = γu γv (1 + ). (3.113)
v+ 2 c2
1− c
11 Osresultados deduzidos nesse problemas são casos particulares da transformação
de Lorentz aplicada a campos E ~ e B.
~
297
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L
Qlado = − q. (3.116)
a
298
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L0 L uv
NAB = = 1+ 2 . (3.119)
aAB a c
A carga total no lado AB, por sua vez, pode ser escrita como
L uv L
QAB = NAB q − q = 2 q. (3.120)
a c a
L uv L
QCD = NCD q − q = − 2 q. (3.121)
a c a
uv L2
P = QAB L = q, (3.122)
c2 a
−−→
com direção paralela a DA.
O ângulo formado entre o momento de dipolo P~ e o campo elétrico
~ é (180o − θ). Assim, a intensidade do torque que M atua sobre
E
a espira é dada por
uv L2
M = P E sen(180 − θ) = E q senθ. (3.123)
c2 a
299
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uv L2
W = −P E cos(180 − θ) = E q cosθ. (3.124)
c2 a
I = 2λv. (3.125)
µ0 I µ0 λv
B= = . (3.126)
2πs πs
λ = γv λ 0 . (3.128)
300
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v−u −v − u
v+ = e v− = , (3.129)
1 − vu
c2 1 + vu
c2
1 1 − βv βu
γ+ = s 2 = p(1 − β 2 )(1 − β 2 )
βv − βu v u
1−
1 − βv βu
γ+ = γu γv (1 − βu βv ). (3.130)
λ0+ = γ+ λ0 = γu (1 − βu βv )λ (3.132)
301
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λ0
E0 = . (3.135)
2πε0 s
Por sua vez, a intensidade da força elétrica pode ser escrita como
λ0 q
Fe0 = qE 0 = , (3.136)
2πε0 s
qγu λβu βv
Fe0 = qE 0 = . (3.137)
πε0 s
Fe0 γu
= 2 = γu . (3.138)
Fm c µ0 ε0
302
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Fı́sica quântica
4
4.1 Átomo de Bohr
Ze2 mvn2
Fe = = , (4.2)
4πε0 rn2 rn
303
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4πε0 ~2
rn = n2 . . (4.3)
mZe2
Por sua vez, da equação 4.1, a velocidade do elétron em sua
n-ésima órbita é dada por
n~ Ze2
vn = = . (4.4)
mrn 4πε0 n~
mvn2 Ze2
En = − . (4.5)
2 4πε0 rn
mZ 2 e4
En = − . (4.6)
32π 2 ε2 n2 ~2
me4
I = −E1 = . (4.7)
32π 2 ε2 ~2
304
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Ze2 0, 6cπε0 ~
0, 15c < → < Z. (4.8)
4πε0 ~ e2
305
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hf hf
= mv → v= . (4.9)
c mc
L
∆t = . (4.11)
c+v
L hf
∆x = mc2
≈ L. (4.12)
1 + hf mc2
∆m = hf /c2 . (4.13)
306
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xCM = 0 → m− x− + m+ x+ = 0
m hf L m hf L
− 2 − − ∆x + + 2 − ∆x = 0
2 c 2 2 c 2
hf hf
m∆x = L → ∆x = L. (4.15)
c2 mc2
encontrado no item (b). Uma concordância exata entre as duas soluções pode ser
obtida considerando a variação da massa total da caixa de m para m − ∆m no
movimento de recuo devido a emissão do fóton. A demonstração desse fato é deixada
como exercı́cio ao leitor.
307
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m hf
M
P P
p2
E2 = E1 + + hf. (4.16)
2M
1
(hf )2 + (hf ) − (E2 − E1 ) = 0. (4.17)
2M c2
308
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hc
W = − eEd. (4.20)
λ0
hc hc λ0
− eEd < → λ< eEdλ0
. (4.22)
λ0 λ 1− hc
309
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temos que
hc hc
m0 c2 + = Ee +
λ1 λ2
1 1
Ee = m0 c2 + hc − . (4.23)
λ1 λ2
P2 Pe
θ φ
P1
h2 h2 h2
p2e = 2 + 2− cos θ. (4.24)
λ1 λ2 λ1 λ2
310
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1 1 h
m0 c − = (1 − cos θ)
λ1 λ2 λ1 λ2
h
∆λ = λ2 − λ1 = (1 − cos θ). (4.25)
m0 c
b) Da equação 4.25, podemos verificar que a quantidade que deter-
mina a ordem de grandeza do deslocamento Compton é
h
λc = , (4.26)
m0 c
λ2 − λ1 hc∆λ
T = E1 − E2 = hc =
λ1 λ2 λ1 (λ1 + ∆λ)
hc/λ1 Ef
T = m0 cλ1
= m0 c2
1 + 2h 1 + 2hc/λ 1
Ef
T = E0
. (4.27)
1 + 2E f
311
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312
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PA PB
α β
P0
(γmβc2 )2 = EA
2 2
+ EB + 2EA EB cos(α + β), (4.31)
313
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h
λA + λB = [1 − cos(α + β)]. (4.34)
mc
o que implica
senα senβ
= . (4.36)
λA λB
Isolando λB da Eq. 4.36 e substituindo em 4.34, deduz-se a
equação
h senα
λA = [1 − cos(α + β)] ,
mc senα + senβ
314
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hc mc2
EA = = . (4.38)
λA tg α+β senα
2
Analogamente,10
mc2
EB = . (4.39)
α+β
tg 2 senβ
hc
Ef = . (4.41)
λ
α ↔ β.
315
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1 1
γp = q e γf = q .
vp2 vf2
1− c2 1− c2
h
γp mp vp − = γf (mp + mπ0 )vf . (4.44)
λ
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objetos macroscópicos!
317
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partir da expressão12
(minv c2 )2 = E 2 − p2 c2 . (4.52)
(minv c2 )2 = E 2 − p2 c2
2 2
2 hc h
(mp + mπ0 )c2 = + γp mp c2 c2 .
− γ p m p vp −
λ λ
(4.54)
Expandindo os termos entre parênteses da equação e, em seguida,
aproximando vp pela velocidade da luz c, chega-se à seguinte
expressão
4h
(mp + mπ0 )2 c4 = m2p c4 + γp mp c3 ,
λ
318
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(mp + mπ0 )2 − m2p c4
Ep = . (4.55)
4Ef
Que consiste no mesmo resultado obtido pela primeira solução.
e) Substituindo T = 2, 7 K na equação ue = aT 4 fornecida, chegamos
ao resultado desejado
ue
uf = = 2, 2.108 m−3 . (4.57)
Ef
1
l= = 2, 3.1023 m. (4.59)
uf σ
dos gases.
319
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h
λ= √ = 12, 3pm. (4.61)
2meV
2dsenθ = mλ (4.62)
320
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λ
senθ = = 0, 029. (4.63)
2d
r
tg2θ = . (4.64)
l
~2 00
− φ (x) + V (x)φ(x) = Eφ(x). (4.66)
2m
16 A utilização de uma amostra de grafite monocristalina geraria um conjunto de
321
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~2 00
− φ (x) = Eφ(x), (4.67)
2m
1√ 1√
φ(x) = A.sen 2mEx + B. cos 2mEx , (4.68)
~ ~
1√
A.sen 2mEL = 0. (4.69)
~
1√
2mEL = nπ, n ∈ N∗ . (4.70)
~
~2 π 2
2
En = n . (4.71)
2mL2
nπ
Definindo o parâmetro kn = L , os estados estacionários φn (x)
322
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~2 ∂2 ∂2 ∂2
− + + ψ(x, y, z) = Eψ(x, y, z). (4.74)
2m ∂x2 ∂y 2 ∂z 2
~2 2
knx + kn2 y + kn2 z ψnx ,ny ,nz (x, y, z) = Eψnx ,ny ,nz (x, y, z).
2m
(4.76)
Logo, ψnx ,ny ,nz (x, y, z) é solução equação de Schrördinger e, por-
tanto, um estado estacionário do sistema. Da equação 4.76, segue
de imediato que
~2 2
E= knx + kn2 y + kn2 z . (4.77)
2m
323
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324
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kz
dk
k
kx
ky
dV πk 2 dk
dN = = . (4.83)
∆3 k 2(π/L)3
18 Essa ~2
consideração é válida quando E 2mL2
.
325
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~2
∆x2 ∆p2x = ∆y 2 ∆p2y = ∆z 2 ∆p2z = . (4.87)
4
19 O
P
sı́mbolo cir. denota um somatório circular, no qual devem ser somados os
termos indicados e suas permutações circulares, isto é, (x, y, z) → (y, z, x) → (z, x, y).
326
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~2 ~2 9~2
2 2
∆r ∆p = 3 + = . (4.89)
4 2 4
∆p2 9~2
E= = . (4.91)
2m 2ma2
~2 ∂
∂ψ
− r2 = Eψ
2mr2 ∂r ∂r
∂ 2 ψ 2 ∂ψ 2mE
+ = − 2 ψ, (4.93)
∂r2 r ∂r ~
sujeita à condição de contorno ψ(a) = 0. Essa é uma equação de
Bessel, que podem ser resolvidas de maneira geral pelo método de
Frobenius.21 . Para fugir de um trabalho matemático mais pesado,
20 De maneira geral, estimativas da ordem de ~2 /ma2 são aceitáveis. P
21 Nesse método, expande-se a função em uma série do tipo ψ(r) = r−α ∞ k=0 ak r
k
327
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u(r)
ψ(r) = , (4.94)
r
∂ 2 u(r)
+ k 2 u(r) = 0, (4.95)
∂r2
nπ
sen(ka) = 0 → kn = , n∈N
a
~2 π 2
2
En = n , n ∈ N. (4.97)
2ma2
328
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s
1
c1 = 2π
. (4.100)
3 − π1 a3
3(π 2 − 3)a
r= ≈ 0, 62a. (4.102)
2(2π 2 − 3)
~2 00 ~2 2
− ψ (x) = − ε ψ(x). (4.103)
2m 2m
329
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2
Observe que escrever E = − 2m
~
ε2 não passa de uma substituição
conveniente de variáveis conveniente para o estudo de estados
ligados (E < 0). Da equação 4.103, temos que
e a forma de
ψ(x) = Aeεx , se x < 0, (4.106)
330
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da equação de Schrödinger
~2 00 ~2 2
− ψ (x) + V (x)ψ(x) = − ε ψ(x) (4.109)
2m 2m
~2 3/2 √ m
ε − V0 ε = 0 → ε = V0 . (4.113)
m ~2
2
Uma vez que E = − 2m
~
ε2 , o fato de existir uma solução única
331
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implica que existe uma única energia de estado ligado dada por
~2 2 m V2
E=− ε =− 2 0 , (4.114)
2m ~ 2
~2 00
− ψ (x) = Eψ(x)
2m
na região x > a.
332
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~2 00
− ψ (x) + V0 ψ(x) = Eψ(x)
2m
~2 00
(V0 − E)ψ(x) = ψ (x)
2m
ψ 00 (x) = γ 2 ψ(x), (4.119)
p
2m(V0 − E)
em que γ = , cuja solução geral é dada por
~
nos pontos x = 0 e x = a.
Algebricamente, as condições expressas pelas Eqs. 4.121 e 4.122
333
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ik(A − B) = γ(D − E)
γDeγa − γEe−γa = ikCeika .
2ikγ
t= . (4.124)
(k 2 + γ 2 )2 cosh(γa)
334
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desejado
4E(V − E)
T = cosh−2 (γa). (4.126)
V2
c) A situação limite de barreiras de potencial muito espessas pode
ser traduzida na condição γa 1. Nesse caso, a função cosseno
hiperbólico apresenta comportamento aproximadamente exponen-
cial
eγa + e−γa eγa
cosh(γa) = ≈ . (4.127)
2 2
Substituindo a Eq. 4.127 na Eq. 4.126, chegamos ao resultado
desejado
16E(V − E) −2γa
T = e . (4.128)
V2
335
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336
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~2 2
− ∇ ψ(~r) + V (~r)ψ(~r) = Eψ(~r). (4.136)
2m
23 Notação para um termo de ordem proporcional a ∆.
24 Notação para um termo de ordem proporcional a ∆3 .
337
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~2 ∂
2 ∂ψ
− r + V (r)ψ = Eψ. (4.137)
2mr2 ∂r ∂r
~2 ∂ 2 ψ ~2 ∂ψ e2
− 2
− − ψ = Eψ. (4.138)
2m ∂r mr ∂r 4πε0 r
~2 ∂ 2 ψ
− = Eψ. (4.139)
2m ∂r2
2 2
K
Fazendo E = − ~2m , a equação 4.139 pode ser desenvolvida até
chegar em
∂2ψ
= K 2 ψ, (4.140)
∂r2
cuja solução geral é uma superposição das funções eKr e e−Kr .
Como estamos interessados em soluções normalizáveis com sentido
fı́sico, apenas o último tipo de solução nos interessa.
c) Substituindo a expressão fornecida do orbital 1s na equação 4.138,
segue que
~2 K 2 ~2 K e2
− + − = E. (4.141)
2m mr 4πε0 r
Como a equação 4.141 deve valer para todo r, é necessário que
~2 K e2 me2
= → K= . (4.142)
m 4πε0 4πε0 ~2
25 A expressão do operador Laplaciano em coordenadas esféricas está disponı́vel
338
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~2 K 2 me4
E1 = − =− = −13, 6eV. (4.145)
2m 32π 2 ε20 ~2
339
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1 4πε0 ~2
r∗ = = = a0 . (4.148)
K me2
e) A partir da expressão
0
ψ2s (r) = (A0 r + B 0 )e−K r , (4.149)
0
0
ψ2s (r) = (−K 0 A0 r + A0 − B 0 )e−K r
(4.150)
0
00
ψ2s (r) = (K 02 A0 r − 2K 0 A0 + K 0 B 0 )e−K r . (4.151)
2~2 K 0 A0 ~2 e2
− (A0 − B 0 ) − (A0 r + B 0 ) = 0, (4.152)
m 2mr 4πε0 r
2~2 K 0 A0 e2 A0 me2
− =0 → K0 = . (4.153)
m 4πε0 8πε0 ~2
340
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~2 K 02 E1 me4
E2 = − = =− = −3, 4eV. (4.154)
2m 4 128π 2 ε20 ~2
~2 e2
− (∇21 + ∇22 ) + Vat (r1 ) + Vat (r2 ) + ψ(~r1 , ~r2 ) =
2m 4π0 |~r1 − ~r2 |
Eψ(~r1 , ~r2 ), (4.155)
~ + 1 ~u e ~r2 = R
~r1 = R ~ − 1 ~u.
2 2
k 2 ku2
r1 + r22 = kR2 +
Vat (r1 ) + Vat (r2 ) = . (4.156)
2 4
e2 e2
Vee (~r1 , ~r2 ) = = . (4.157)
4πε0 |~r1 − ~r2 | 4πε0 u
27 Observe que o modelo de Bohr não só fornece uma boa estimativa para as
341
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De fato,
∂ ∂ ∂Rx ∂ ∂ux 1 ∂ ∂
= + = + ,
∂x1 ∂Rx ∂x1 ∂ux ∂x1 2 ∂Rx ∂ux
o que implica em
2
∂2 1 ∂2 ∂2 ∂2
∂
= = + + . (4.158)
∂x21 ∂x1 4 ∂Rx2 ∂Rx ∂ux ∂u2x
Dessa maneira,
∂2 ∂2 1 ∂2 ∂2
+ = + 2 . (4.160)
∂x21 ∂x22 2 ∂Rx2 ∂u2x
1 2
∇21 + ∇22 = ∇ + 2∇2u . (4.161)
2 R
~2 2 ~2 ku2 e2
− ∇R − ∇2u + kR2 + + ~ ~u) = Eψ(R,
ψ(R, ~ ~u).
4m m 4 4πε0 u
(4.162)
b) Seguindo o método de separação de variáveis, podemos escrever
~ ~u) = Φ(R)φ(~
ψ(R, ~ u). Substituindo essa expressão na Eq. 4.162,
342
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~2 2 ~ ~ = ER Φ(R)
~
− ∇ Φ(R) + kR2 Φ(R) (4.164)
4m
~2 2 ku2 e2
− ∇ φ(~u) + + φ(~u) = Eu φ(~u), (4.165)
m 4 4πε0 u
~2 2
ĤR = − ∇ + kR2 (4.166)
4m R
~2 2 ku2 e2
Ĥu = − ∇u + + . (4.167)
m 2 4πu
2
~ = Ae−αR satisfaz a equação
c) A verificação que a função Φ(R)
28 Caso esse fato não esteja suficientemente claro, experimente considerar variações
343
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ĤR Φ(R) = ER Φ(R) pode ser feita por inspeção direta.29 Como a
~ tem simetria esférica, temos que
função Φ(R)
d2 Φ
2 1 d 2 dΦ 2
∇ Φ(R) = 2 . R . = + Φ. (4.168)
R dR dR dR2 R
1 d2 R2
1 d
− 2
− + Φ(R) = ER Φ(R). (4.169)
4 dR 2R dR 4
dΦ(R)
= −2RαΦ(R)
dR
d2 Φ(R)
= (4R2 α2 − 2α)Φ(R). (4.170)
dR2
Substituindo as equações 4.170 na equação 4.169, segue que
2α − 4R2 α2 R2
+α+ = ER
4 4
3α 1
ER = + R2 − 4α2 . (4.171)
2 4
quântico.
30 Lembre-se que a partir de agora estamos utilizando o sistema Hartree de unidades
e k = 1/4.
344
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1 u u2
d h u −u2 /8 i 2
A 1+ e =A − − e−u /8 (4.173)
du 2 2 4 8
d2 h 1 3u u2 u3
u −u2 /8 i 2
2
A 1 + e = A − − + + e−u /8 .
du 2 4 8 16 32
(4.174)
Deve-se substituir esses dois resultados na equação 4.165. O fator
2
comum Ae−u /8
é eliminado de todos os termos em um primeiro
momento. A seguir deve-se desenvolver a equação e verificar o
cancelamento de todos os termos remanescentes dependentes de
u. Por fim, obtém-se o resultado desejado
5
Eu = H. (4.175)
4
3 5 13
E = ER + Eu = + = H. (4.176)
8 4 8
13
E= × 27, 2eV = 44, 2eV. (4.177)
8
345
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Parte IV
Bibliografia
347
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Referências
1
1.1 Bibliografia de estudo recomendada
• Base e aprofundamento a nı́vel de ensino médio:1
1. Tópicos de Fı́sica.
2. Fı́sica Clássica.
1 Além dessas coleções de livros, o site ‘Rumo ao ITA’ tem um material muito
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CAPÍTULO 1. REFERÊNCIAS
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CAPÍTULO 1. REFERÊNCIAS
3 https://www.ioc.ee/˜ kalda/ipho/
351