PSICOLOGIA ESCOLAR
E EDUCACIONAL
Medicalização da
Educação e da
sociedade
Prof. Dr. Rodrigo Toledo
Setembro/2024
1
Para começar…
De aorcdo com uma peqsiusa de uma
uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul
odrem as lteras de uma plravaa etãso, a úncia
csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia
lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler
sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos cdaa ltera
isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
O que já sabemos...
PERSPECTIVA CLÁSSICA E
TRADICIONAL “POR QUE A CRIANÇA
NÃO APRENDE?”
DOIS FOCO: “aluno problema”
PROCEDIMENTOS
EM PSICOLOGIA “O QUE ACONTECE NO
PROCESSO DE
PERSPECTIVA CRÍTICA ESCOLARIZAÇÃO QUE
ESCOLAR
FOCO: “rede de relações FAZ COM QUE ESTA
que produz a queixa escolar” CRIANÇA NÃO SE
BENEFICIE DA
ESCOLA?”
Estamos preocupados com o processo de escolarização
Quem é a criança problema?
O/a estudante problema "O espaço escolar, voltado para a
é aquele/a… aprendizagem, para a
normalidade, para o saudável,
● TDAH
transforma-se em espaço clínico,
● TOD voltado para erros e distúrbios,
● TEA sem qualquer melhoria dos índices
● DPAC de fracasso escolar. Porém, se as
● DISLEXIA crianças continuam não
● DISLALIA aprendendo, a isto agrega-se, em
taxas alarmantes, a incorporação
● DISFONIA
da doença, uma doença
● Entre outras… inexistente."
(Collares e Moysés, 1994)
Pesquisa
Nacional por
Amostra de
Domicílios
Contínua
Pessoa com
deficiência
2022
Existem no Brasil, atualmente,
36 mil alunos com Transtorno do
Espectro Autista (TEA), segundo
dados oficiais do Censo Escolar
2023, publicado em fevereiro de
2024. De acordo com o estudo,
o número de matrículas de
pessoas com autismo no país
teve um aumento de 48% de
2022 para 2023.
◻ "Não temos prova, mas temos a convicção..."
◻ Com TDAH também é assim. Médicos, professores, pais,
indústria farmacêutica, todos acreditam em uma doença,
que nada mais é do que a criança exibindo
características de criança.
◻ Não existe nenhum exame que prove esse e outros
transtornos, só convicções que estigmatizam as crianças
e geram uma série de efeitos colaterais.
◻ Desculpe o transtorno, mas não existe transtorno.
É com grande surpresa e preocupação que constatamos, a partir
do ano 2000, o retorno das explicações organicistas centradas
em distúrbios e transtornos no campo da educação para
explicar dificuldades de crianças na escolarização. Temáticas
tão populares nos anos 1950-1960 retornam com roupagem nova.
Não se fala mais em eletroencefalograma para diagnosticar
distúrbios ou problemas neurológicos, mas sim em ressonâncias
magnéticas e sofisticações genéticas, mapeamentos cerebrais e
reações químicas sofisticadas tecnologicamente. (CFP, 2012)
Embora os recursos da área da saúde e da biologia sejam
fundamentais, enquanto avanços na compreensão de
determinados processos humanos, quando aplicados ao campo
da educação retomam a lógica já denunciada e analisada
durante décadas de que o fenômeno educativo e o processo
de escolarização não podem ser avaliados como algo
individual, do aprendiz, mas que as relações de aprendizagem
constituem-se em dimensões do campo histórico, social e
político que transcendem, e muito, o universo da biologia e da
neurologia (CFP, 2012)
O avanço das explicações organicistas para a compreensão do
não aprender de crianças e adolescentes retoma os velhos
verbetes tão questionados por setores da Psicologia, Educação e
Medicina, a saber: dislexia, disortografia, disgrafia, dislalia,
transtornos de déficit de atenção, com hiperatividade, sem
hiperatividade e hiperatividade.
O retorno das concepções organicistas também conta com
diagnósticos neurológicos e, portanto, com a possibilidade de
medicalização das crianças e adolescentes que recebam tais
diagnósticos. (CFP,. 2012)
Perguntas medicalizantes…
Porque uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem ou de
comportamento na escola?
◻ Seria uma questão orgânica?
◻ Ele enxerga bem?
◻ Ouve bem?
◻ Se alimenta bem?
A concepção hegemônica é a de que sim, seria unicamente uma
questão de ordem biológica.
O que é Medicalização?
A indústria farmacêutica brasileira investe mais em marketing do que em pesquisa e
desenvolvimento.
(Akkari, 2018)
O que é Medicalização?
O BRASIL É
• O Brasil é o terceiro maior consumidor mundial de medicamentos
ansiolíticos benzodiazepínicos, ficando atrás apenas dos Estados
Unidos e da Índia, e o sexto maior produtor dessas substâncias
• O segundo maior consumidor de zolpidem. É também o segundo
maior consumidor de fenobarbital (370 milhões);
• O maior consumidor de clonazepam (517 milhões);
• O maior consumidor de midazolam (98 milhões);
• O terceiro maior consumidor de nitrazepam (16,6 milhões);
• O segundo maior consumidor de bromazepam (87 milhões);
• O maior consumidor de diazepam (1 bilhão);
• O terceiro maior consumidor de alprazolam (438 milhões)
Fonte: Uso de Medicamentos e Medicalização da Vida: recomendações e estratégias.
Ministério da Saúde, 2019.
O que é Medicalização?
“Processo por meio do qual as questões da vida social –
complexas, multifatoriais e marcadas pela cultura e pelo
tempo histórico – são reduzidas a um tipo de racionalidade
que vincula artificialmente a dificuldade de adaptação às
normas sociais a determinismos orgânicos, que se
expressariam no adoecimento do indivíduo.”
(Fórum Sobre Medicalização da Educação e Sociedade, 2015, p.11)
O que é Medicalização?
Não se fala das precárias condições de trabalho do
professor, mas sim de “burnout”.
Não se fala de indivíduos questionadores, mas de jovens
com “transtorno opositivo desafiador”.
Não se fala de tristeza, mas sim de "depressão".
Não se fala de racismo, mas sim de "pessoa raivosa".
Não se fala de TPM, mas sim de…
Não se fala de machismo, mas sim de…
O que é Medicalização?
A definição das dificuldades escolares como “transtornos,
síndromes” acalma o mal-estar de famílias e de profissionais
da saúde e da educação frente a uma série de dilemas
sociais.
O que é Medicalização?
Disponibilidade de medicamentos cria a necessidade nas pessoas de automedicação ou da
procura por atendimento médico e/ou terapêutico para estarem produtivas.
Fonte: Uso de Medicamentos e Medicalização da Vida: recomendações e estratégias. Ministério da Saúde, 2019.
O que a Medicalização produz…
Para Welch, Schwartz e Woloshin (2008), a medicalização da vida
cotidiana, capaz de transformar sensações físicas ou
psicológicas normais (tais como insônia e tristeza) em sintomas
de doenças (como distúrbios do sono e depressão), vem
provocando uma verdadeira "epidemia" de diagnósticos.
Os progressos tecnológicos, os quais permitem a produção de
equipamentos e testes capazes de fazer diagnósticos de pessoas
que ainda não apresentam sintomas de doenças, aliados a
alterações contínuas dos valores de referência utilizados para se
diagnosticar doenças, têm como consequência principal a
transformação de grandes contingentes de pessoas em pacientes
potenciais.
O que a Medicalização produz…
Pesquisadores advertem ainda que essa "epidemia" de
diagnósticos produz na mesma escala uma "epidemia" de
tratamentos, muitos dos quais altamente prejudiciais à saúde,
especialmente nos casos em que não seriam de fato
necessários.
Tal situação é altamente vantajosa para a indústria farmacêutica,
que vem cada vez mais ocupando lugar central na economia
capitalista. Os grandes laboratórios vêm mostrando grande
capacidade e eficiência na utilização de concepções equivocadas
sobre doença e doença mental, amplamente enraizadas no senso
comum, o que lhes permite alimentar continuamente o "sonho" de
resolução de todos os problemas por meio do controle
psicofarmacológico dos comportamentos humanos.
Em síntese…
• Medicalização é transformar questões não-médicas de origem
social e política, em questões médicas/biológicas.
• Medicalização é encontrar causas e soluções para esses
problemas a partir de procedimentos médicos/biológicos.
• Medicalização é privilegiar a abordagem biológica, organicista,
positivista e normativa da vida.
• Medicalização é omitir que o processo saúde-doença é
determinado pela inserção social do sujeito, sendo, ao mesmo
tempo, a expressão do individual e do coletivo.
Para pensar…
A psicologia hegemônica nos ensina a confundir moral e imoral com
normal e anormal, saudável e patológico. Com isso, se cria no senso
comum a ideia de que tudo que rompe com as normas que são construídas
socialmente só pode ser explicado através de transtornos mentais. Logo,
temos justificativas rasas e individualizantes para problemas complexos, que
muitas vezes têm raízes em questões culturais, históricas e políticas.
Nomear o sofrimento em si não é o problema. O nome pode ajudar a
validar socialmente o que se passa, traçar um norte para lidar com aquela
problemática. Entretanto, seria inocência não considerar que a forma
como lidamos com as diferenças, com o sofrimento, com o que nos é
estranho está cada vez mais condicionada a um olhar patologizado
sobre a vida.
EX- ET
Animação 3D produzida pela ESMA Montpellier. Desenho
representa um perfil educacional de padronização dos
seres bem como a reação à essa imposição.
[Link]
Biologização
Biologização de conflitos sociais – reducionismo
biológico
Transformar em biológico tudo que é social, partindo
sempre de uma concepção inatista do
desenvolvimento.
Biologização
Fonte: [Link]
Biologização
Patologização
O termo medicalização tem
sido substituído por
patologização
principalmente porque o
fenômeno tem-se ampliado,
fugindo dos limites da prática
médica, indo para os
psicólogos, fonoaudiólogos,
enfermeiros e pedagogos.
Patologização
e
criatividade
Para pensar…
Já não possuímos mais um transtorno mental, nos
confundimos com nossos diagnósticos, transformando
nossas subjetividades em identidades psiquiátricas.
Nossas identidades não se constroem do nada - ou apenas
de forma interior-, muito pelo contrário, elas se formam a
partir do contato cultural, da mediação com nossos pares. E
atualmente a psiquiatria [e a psicologia] tem
desempenhado um papel marcante em como temos nos
compreendido, nomeado e nos relacionado com o
mundo.
Para pensar…
A compreensão de nós e do outro reduzida a manifestações
psicopatológicas nos leva ao problema que se trata do
empobrecimento da nossa visão de mundo. Quanto mais
percebemos o nosso entorno com uma lente
patologizada, mais limitações interpretativas ganhamos,
isto é, ficamos aprisionados a uma única linha
argumentativa sobre aquilo que nos rodeia e acontece.
Isso significa pensar no que vai deixando de ser
nomeado.
Além disso, há ainda a questão do desconhecimento por
parte do público geral de como são construídas essas
categorias nosológicas. Diferentemente de patologias
físicas, os transtornos mentais não são produtos
naturais, mas são ferramentas de um campo ideológico e
linguístico, sendo formuladas a partir de normas morais
dentro de diferentes períodos históricos.
Para pensar…
A crítica ao que chamamos de identidades psiquiátricas
não se trata de negar a existência do sofrimento e das
diferenças, essas manifestações são completamente
reais. O que buscamos é questionar as explicações
predominantes sobre esses fenômenos, que tendem a
encará-los como disfunções cerebrais.
Pode parecer uma resposta inicialmente reconfortante ter
um nome para o que atravessamos, para como nos
comportamos. O que não nos contam é que de onde
surgem esses nomes - ou seja, quais são suas
explicações - faz tamanha diferença. E enquanto os
nomes vierem através de uma patologia haverá
formas de controle operando.
A medicamentalização
do mal-estar na vida
contemporânea
Vídeo sobre a naturalização do uso
abusivo de medicamentos
Caso "A inclusão
na exclusão
escolar"
34
Caso "A inclusão na
exclusão escolar"
Questões para debate
1. Qual o impacto da falta de estrutura das escolas para a educação de
alunos com necessidades educativas especiais?
2. O que deve ser organizado na escola e na universidade para que os
profissionais de Educação ofereçam o suporte necessário ao atendimento
de alunos com necessidades educativas especiais?
3. No caso de a escola receber alunos com limitações, sejam físicas, sejam
psicológicas, como deve ser feito o trabalho pedagógico com esse aluno?
4. Será que as escolas devem receber todos os alunos, mesmo que não
tenham condições de realizar o atendimento adequado às suas limitações?
A lógica do diagnóstico na escola
O ambiente escolar se apresenta como um espaço potente para
colocar em operação toda essa maquinaria manifestada
através das “crianças que não-aprendem-na-escola” (MOYSÉS,
2008).
[a escola tem] Um processo que se engendra a partir de uma
suposta normalização que intenciona identificar e classificar o
comportamento humano a partir dos preceitos clínicos.
Coisificamos a vida, objetificamos o corpo, intencionamos à
normalidade. A medicalização da vida envolve o controle de
cada corpo e a tentativa de sua conversão em um corpo
normal, conhecido e previsível (ANGELUCCI, 2015).
A lógica do diagnóstico na escola
A escola aceita de forma pacífica a redução da complexidade do
viver em objeto passível de análise e controle. Uma redução
expressa em listas de sintomas e em checklists
comportamentais que objetivam nomear e enquadrar sujeitos
circunscritos em um diagnóstico.
Um diagnóstico clínico gera prognósticos de vida, de
aprendizagem e de escolarização, traduzidos muitas vezes no
uso de fármacos e na administração de pílulas capazes de fazer a
atenção focar, o corpo parar, a ansiedade baixar e a performance
cognitiva melhorar.
Bridi, 2021.
A lógica do diagnóstico na escola
Vivemos uma escola [uma psicologia] que colabora de forma
contundente para esta produção diagnóstica (e para as práticas que
acompanham seu desfecho), bem como para seu assustador aumento
nos últimos tempos, haja vista a proliferação de diagnósticos de TDAH
e TEA, por exemplo.
A presença de um diagnóstico clínico, muitas vezes, remete à
adoção de metodologias estruturadas e específicas que
obscurantizam a potência que reside na relação pedagógica e no
encontro humano, perdendo-se a capacidade de produzir
experiências singulares. Neste sentido, vemos a educação submetida
ao saber clínico e vivenciamos um apagamento das questões centrais
que envolvem a natureza dos processos educativos.
Bridi, 2021.
E a Psicologia Escolar numa
Perspectiva Crítica, qual o seu
papel?
[eixo de análise] o processo de escolarização e não os problemas
de aprendizagem, constituído a partir das condições objetivas,
concretas, que permitem, ou não, que a escola possa cumprir as
suas finalidades sociais.
[devemos garantir] Compromisso com a luta por uma escola
democrática e com qualidade social;
[buscar] ruptura epistemológica relativa à visão adaptacionista de
Psicologia e a construção de uma práxis psicológica frente à queixa
escolar.
(Souza, 2010)
SÍNTESE ● REDUCIONISMO BIOLÓGICO
● INCENTIVA O TRATAMENTO
MEDICALIZAÇÃO MEDICAMENTOSO
● FOCA NOS DIAGNÓSTICOS
CLASSIFICATÓRIOS E NÃO
EXPLICATIVOS.
DA EDUCAÇÃO
PSICOLOGIA ESCOLAR EM UMA
• DIAGNÓSTICOS MÉDICOS PERSPECTIVA CRÍTICA
COMO RESPOSTA ÀS QUEIXAS
ESCOLARES. CRÍTICA ANÁLISE DO HISTÓRICO DO PROCESSO
REALIZADA DE ESCOLARIZAÇÃO.
• NÃO CONSIDERAM QUESTÕES
DO COTIDIANO DA ESCOLA PRESSUPÕE ANÁLISE DO PROCESSO E
NÃO SOMENTE DO PRODUTO, BEM COMO
• SILENCIA QUESTÕES SOCIAIS, DOS FENÔMENOS EM SUA
INTERPESSOAIS, POLÍTICA, MULTIDETERMINAÇÃO.
PEDAGÓGICAS, CULTURAIS E
ECONÔMICAS.
Referências Bibliográficas
AKKARI, A. C. S. et al. (2016). Inovação tecnológica na indústria farmacêutica: diferenças entre a Europa, os EUA e os países farmaemergentes.
Gest. Prod. [online]., 23 (2). Disponível em: [Link]
BRASIL. (2018) Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e
Insumos Estratégicos. Usos de Medicamentos e Medicalização da Vida: recomendações e estratégias. Brasília: Ministério da Saúde 2019.
BRATS. (2014). Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos estratégicos. Metilfenidato no tratamento de crianças com
transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Boletim Brasileito de Avaliação de Tecnologias em Saúde, 8 (23).
COLLARES, C. A. L; MOYSES, MOYSES, M. A. A. Transformação do Espaço Pedagógico em Espaço Clínico (A Patologização da Educação). In
Cultura e Saúde na Escola. São Paulo: FDE, p.025-031. (Série Ideias, 23). Disponível
[Link]
FÓRUM SOBRE MEDICALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO E DA SOCIEDADE. Recomendações de práticas não medicalizantes para os serviços e
profissionais de educação e saúde. Disponível em:
[Link]
-de-trabalho-educacao-e-saude-do-forum-sobre-medicalizacao-da-educacao-e-saude/
MEIRA, M. E. M. (2012). Para uma crítica da medicalização na educação. Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e
Educacional, 16 (1), 135–142.
MOYSES, M. A. A. & Collares, C. A. L. (1992). A história não contada dos distúrbios de aprendizagem. Cadernos Cedes, 28, 31-47.
VIÉGAS, L. S.; OLIVEIRA, A. R. F. (2014). TDAH: conceitos vagos, existência duvidosa. In: Nuances, v.25, p.39-58. Disponível em:
[Link]
Indicações de Vídeos - Importantes
◻ Fala de Ricardo Caraffa no evento “Medicalização da educação, da saúde e da sociedade:
Há espaço na escola para os diferentes modos de aprender?”.
[Link]
◻ Fala de Adriana Marcondes Machado no evento “Medicalização da educação, da saúde e
da sociedade: a quem interessa e como enfrentamos essa questão?”
[Link]
◻ Fala de Maria Aparecida Affonso Moysés no evento “Medicalização da educação, da saúde
e da sociedade: a quem interessa e como enfrentamos essa questão?”
[Link]