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Propriedades e Vantagens do Concreto

Enviado por

Hingrid Ximenes
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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ESTRUTURAS DE

CONCRETO

CONCRETO I
VANTAGENS
• É moldável, se adéqua a várias formas
• Boa resistência à compressão
• A estrutura se torna monolítica
• Baixo custo e abundancia dos materiais
• Baixo custo da mão de obra
• Processo construtivo conhecidos bem difundidos
VANTAGENS
• Grande durabilidade
• Gastos com manutenção reduzidos
• Pouco permeável
• Bom comportamento perante a incêndio
• Isolante térmico
• Isolante elétrico
• Isolante acústico
• Boa resistência a choques
DESVANTAGENS
• Baixa resistência à Tração
• Retração e fluência
• Pequena ductibilidade
• Fissuração
• Peso Próprio elevado
• Custo das formas para moldagem
• Corrosão das armaduras
DEFINIÇÕES
• Concreto Estrutural
• Concreto Simples
Estrutural
• Concreto Armado
• Concreto Protendido
CONCRETO
• Mistura de:
• Aglomerantes (cimento
portland)
• Agregado Graúdo
(Britas)
• Agregado Miúdo (Areia)
• Água
• Aditivos
DETERIORIZAÇÃO DO CONCRETO
• Lixiviação
• Expansão por águas ou solos com sulfato
• Expansão por reação de álcalis com agregados
reativos
Classes de Resistência do Concreto
• Resistência Mínima para concreto estrutural fck
= 20MPa
• Classes de Resistência
• Grupo I – C20 a C50
• Grupo II – C55 a C90
CLASSES DE AGRESSIVIDADE
ESCOLHA DA RESISTÊNCIA
CLASSES DE RESISTÊNCIA
PROPRIEDADES DO CONCRETO
MASSA ESPECÍFICA
• Entre 2000 e 2800 kgf/m³ (20 a 28 kN/m³)
• Geralmente se emprega 2400 kgf/m³ (24
kN/m³) para concreto sem aço
• Utiliza-se 2500 kgf/m³ (25 kN/m³) para
concreto armado
COEFICIENTE DE DILATAÇÃO TÉRMICA

• Admitido com 10-5/°C


RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
• Resistência Característica a Compressão - fck
Compressão Simples
RESISTÊNCIA À TRAÇÃO
• Resistência à tração direta – fct
• Resistência média do concreto à tração – fctm
• Resistência à tração na flexão – fctk,inf
• Resistência à tração indireta – fctk,sup
CURVA TENSÃO DEFORMAÇÃO NA
TRAÇÃO
TRAÇÃO DIRETA
TRAÇÃO POR COMPRESSÃO DIAMETRAL
• Spliting Test
• Ensaio Brasileiro – Lobo Carneiro
TRAÇÃO NA FLEXÃO
DIAGRAMA
RESULTANTE
• Momento forma
binário de forças
axiais
• Compressão nas
fibras superiores
• Tração nas fibras
inferiores
CURVA TENSÃO DEFORMAÇÃO
Deformações de Escoamento e Ruptura
MÓDULO DE ELASTICIDADE TANGENTE
MÓDULO DE ELASTICIDADE SECANTE
COEFICIENTE
DE POISSON
• n = 0,2
DEFORMAÇÕES
• Deformações elásticas e inelásticas por
carregamento

• Deformações por secagem ou por resfriamento


RETRAÇÃO POR SECAGEM E FLUÊNCIA
• A retração por secagem é a deformação
associada à perda de umidade

• A fluência é o fenômeno do aumento gradual da


deformação ao longo do tempo, sob um dado
nível de tensão constante
ATUAÇÃO CONJUNTA DA RETRAÇÃO E
SECAGEM
• Tanto a retração por secagem quanto a fluência
têm a mesma origem;
• Deformação X tempo são semelhantes;
• Fatores que influenciam a retração por secagem
também influenciam a fluência;
• A microdeformação de cada fenômeno é
significativa e não pode ser ignorada;
• Tanto a retração por secagem quanto a fluência
são parcialmente reversíveis.
DIAGRAMA IDEALIZADO
PROPRIEDADES DO AÇO
TIPO DE SUPERFÍCIE

• Coeficiente de conformação superficial


MASSA
ESPECÍFICA

• Adota-se o valor de 7850 kg/m³


COEFICIENTE
DE DILATAÇÃO
TÉRMICA

• O valor pode ser


considerado 10-
5/°C para

intervalos de
temperatura entre
– 20°C e 150°C.
TENSÃO DEFORMAÇÃO NA TRAÇÃO
MÓDULO DE ELASTICIDADE
• Ecs = 210 GPa
Tipos de Armadura
• Armadura passiva –
utilizada no concreto
armado

• Armadura ativa –
utilizada no concreto
protendido
Aderência
POSIÇÃO DA BARRA DURANTE A
CONCRETAGEM
• Boa situação de aderência
• Inclinação > 45° sobre a horizontal;
• Horizontais ou com inclinação < 45° sobre a
horizontal, desde que:
• − h < 60 cm, no máximo 30 cm acima da face
inferior do elemento ou da junta de concretagem
mais próxima;
POSIÇÃO DA BARRA DURANTE A
CONCRETAGEM
• − h ≥ 60 cm, no mínimo 30 cm abaixo da face
superior do elemento ou da junta de
concretagem mais próxima.
• Os trechos das barras em outras posições e
quando do uso de formas deslizantes devem ser
considerados em má situação quanto à
aderência.
RESISTÊNCIA DE ANCORAGEM DE
CÁLCULO
• fbd = η1 η2 η3fctd
• fctd = fctk,inf /γc
• η1 = 1,0 para barras lisas
• η1 = 1,4 para barras entalhadas
• η1 = 2,25 para barras nervuradas
• η2 = 1,0 para boa aderência
• η2 = 0,7 para má aderência
• η3 = 1,0 para φ < 32 mm;
• η3 = (132 − φ)/100 , para φ > 32 mm;
COMPRIMENTO DE ANCORAGEM
• Comprimento de ancoragem básico
• Comprimento de ancoragem necessário

• α1 = 1,0 para barras sem gancho


• α1 = 0,7 para barras com gancho, com cobrimento no
plano normal ao do gancho ≥ 3 φ
• lb é calculado conforme
• lb,min é o maior valor entre 0,3 lb , 10 φ e 100 mm.
ESTADOS LIMITES
• Estado Limite Último
• Esgotamento da capacidade resistente da estrutura
no todo ou em parte

• Estado Limite de Serviço


• Durabilidade das estruturas, aparência, conforto
do usuário e à boa utilização funcional das
mesmas, seja em relação aos usuários ou às
máquinas e equipamentos Utilizados.
CARREGAMENTOS
AÇÕES PERMANENTES DIRETAS
• Peso Próprio
• Peso dos elementos construtivos fixos e de
instalações permanentes
• Empuxos permanentes
AÇÕES PERMANENTES INDIRETAS
• São constituídas pelas deformações impostas
por retração e fluência do concreto,
deslocamentos de apoio, imperfeições
geométricas e protensão
AÇÕES VARIÁVEIS DIRETAS
• Cargas acidentais previstas para o uso da
construção
• Ação do vento
• Ação da água
• Ações variáveis durante a construção
AÇÕES VARIÁVEIS INDIRETAS
• Variações uniformes de temperatura
• Variações não uniformes de temperatura
• Ações dinâmicas
AÇÕES EXCEPCIONAIS
• Efeitos que não possam ser controlados por
outros meios, devem ser consideradas ações
excepcionais com os valores definidos, em cada
caso particular, por Normas Brasileiras
específicas.
CÁLCULO DAS AÇÕES
• γf = γf1 γf2 γf3
• γf1 = Considera a variabilidade das ações
• γf2 = Considera a simultaneidade de atuação
das ações
• γf3 = Considera as diferenças entre o modelo
de cálculo e o sistema real
• O produto γf1 γf3 é representado por γg ou γq.
• O coeficiente γf2 é o fator de combinação ψ0
COEFICIENTES DAS AÇÕES
COEFICIENTES DAS COMBINAÇÕES
ESTADO LIMITE ÚLTIMO

• FGi – Cargas Permanentes


• FQ1 – Cargas Variável considerada como
principal
• FQj – Cargas Variáveis considerada como
secundárias
RESISTÊNCIAS
• fck - resistência característica do concreto
• fcd = fck /γc - resistência de cálculo do concreto
• γc – 1,4 – coeficiente de segurança do concreto
• fyk - resistência característica do aço
• fyd = fyk /γs - resistência de cálculo do aço
• γs – 1,15 – coeficiente de segurança do aço
FLEXÃO SIMPLES
• Condição de segurança
• Md  Mr
• Por razões de economia, faz-se
• Md = Mr
TIPOS DE RUPTURAS
• As = 0, ou muito pequena ruptura frágil
(brusca) por tração no concreto
• As for muito grande (pequena deformação
es) ruptura frágil (brusca) por esmagamento
do concreto comprimido
• Se As for “adequada”  ruptura dútil (com
aviso), com escoamento da armadura e
acompanhada de intensa fissuração da zona
tracionada
ESTÁDIO I
ESTÁDIO II
ESTÁDIO III
HIPÓTESES BÁSICAS
• Manutenção da seção plana

• Aderência perfeita entre concreto e


armadura

• A tensão no concreto é nula na região da


seção transversal sujeita a deformação de
alongamento
DIAGRAMA TENSÃO -DEFORMAÇÃO
(DE CÁLCULO) NA ARMADURA
ENSAIO REAL DO CONCRETO
DIAGRAMA TENSÃO-
DEFORMAÇÃO (DE CÁLCULO)
NO CONCRETO
DIAGRAMA RETANGULAR SIMPLIFICADO
ESTADO LIMITE ÚLTIMO NA FLEXÃO
• Deformação de encurtamento no
concreto (ecu) atinge 0,0035

• Deformação de alongamento na
armadura tracionada (esu) atinge 0,010
DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO
• d – altura útil da seção
• x – altura da seção comprimida
DOMÍNIO 1
• Tração máxima no aço
DOMÍNIO 2
• Tração Máxima no aço
• Compressão entre 0 e a máxima no concreto
• x  x23 = 0,0035 d / (0,0035 + 0,010) = 0,259 d
DOMÍNIO 3
• Aço em máxima tração
• Concreto em máxima compressão
• x23  x  x34 = 0,0035 d / (0,0035 + eyd)
DOMÍNIO 4
• Aço no regime elástico
• Concreto em máxima compressão
• x34  x  d
ARMADURA SIMPLES
• Seção retangular
• No concreto (fck≤50MPa): Rcd = 0,85fcdbw0,8x
• Rcd = 0,68bwxfcd
• Na armadura: Rsd = Asσsd
EQUAÇÕES DE EQUILÍBRIO
• Forças:
• Rcd = Rsd
• 0,68bxfcd = Asσsd

• Momentos:
• Md = Rcd(d - 0,4x)
• Md = Rsd(d - 0,4x)
• Md = 0,68bxfcd(d - 0,4x)
• Md = Asσsd(d - 0,4x)
DIMENSIONAMENTO
• Md = 0,68bxfcd(d - 0,4x)
ÁREA DE AÇO
• Domínio 2, x x23 – σsd = fyd
• Domínio 3, x23  x x34 – σsd = fyd
• Domínio 4, se x  x34; ruptura frágil, peça
superarmada, convém alterar a seção
• Aumentando-se h;
• Adotando-se armadura dupla.
• Aumentando-se da resistência do concreto (fck)
VERIFICAÇÃO
• A solução pode ser obtida por tentativas:
• Admite-se domínio 3
• 0,68 b x fcd = As σsd = As fyd
• x = (As fyd) / (0,68 bw fcd)
• Se verdadeiro - Mu = 0,68 bw x fcd (d - 0,4 x)
• Se falso - domínio 4, a tensão na armadura será
função de x, reescrever equação de equilíbrio:
PESO PRÓPRIO VIGA Pp (kN/m)

• PP = γc h bw
• γc = 25 kN/m³
Ppar (kN/m)
PESO PRÓPRIO PAREDE
• PPar = γtij h esp

Material γ (kN/m³)
Tijolo Maciço 18,00
Tijolo Cerâmico Furado 13,00
Bloco de Concreto 22,00
PAREDE COM VÃO
• PPar = γtij heq esp
• Δh = (lvão hvão)/lpar
• heq = h - Δh
USO DE TABELAS
PARÂMETROS ADMENSIONAIS
• Momento específico
M sd
KMD 
bw  d 2  f cd
x
KX 
d

z d  0,5x
KZ    1  0,5KX
d d
DIMENSIONAMENTO
• Calcular KMD
• Encontrar na tabela KX, KZ, εc e εs
• Domínio
• Se εc < 3,5 e εs = 10/1000 – domínio 2
• Se εc = 3,5 e εyd < εs < 10/1000 – domínio 3
• Se εc = 3,5 e εs < εyd – domínio 4

Md
As 
 yd KZd
TABELA DE MOMENTO ESPECÍFICO
KMD KX KZ eC es
0,0100 0,0148 0,9941 0,1502 10,0000
0,0150 0,0291 0,9884 0,2993 10,0000
0,0200 0,0298 0,9881 0,3068 10,0000
0,0250 0,0374 0,9851 0,3886 10,0000
0,0300 0,0449 0,9820 0,4704 10,0000
0,0350 0,0526 0,9790 0,5559 10,0000
0,0400 0,0603 0,9759 0,6414 10,0000
0,0450 0,0681 0,9728 0,7310 10,0000
0,0500 0,0758 0,9697 0,8205 10,0000
0,0550 0,0836 0,9665 0,9133 10,0000
0,0600 0,0916 0,9634 1,0083 10,0000
0,0650 0,0995 0,9602 1,1056 10,0000
0,0700 0,1076 0,9570 1,2054 10,0000
0,0750 0,1156 0,9537 1,3077 10,0000
0,0800 0,1238 0,9505 1,4126 10,0000
0,0850 0,1320 0,9472 1,5203 10,0000
0,0900 0,1403 0,9439 1,6308 10,0000
0,0950 0,1485 0,9406 1,7444 10,0000
0,1000 0,1569 0,9372 1,8611 10,0000
0,1050 0,1654 0,9339 1,9810 10,0000
0,1100 0,1739 0,9305 2,1044 10,0000
0,1150 0,1824 0,9270 2,2314 10,0000
0,1200 0,1911 0,9236 2,3621 10,0000
0,1250 0,1998 0,9201 2,4967 10,0000
0,1300 0,2086 0,9166 2,6355 10,0000
TABELA DE MOMENTO ESPECÍFICO
KMD KX KZ eC es
0,1350 0,2175 0,9130 2,7786 10,0000
0,1400 0,2264 0,9094 2,9263 10,0000
0,1450 0,2354 0,9058 3,0787 10,0000
0,1500 0,2445 0,9022 3,2363 10,0000
0,1550 0,2536 0,8985 3,3391 10,0000
0,1600 0,2630 0,8948 3,5000 9,8104
0,1650 0,2723 0,8911 3,5000 9,3531
0,1700 0,2818 0,8873 3,5000 8,9222
0,1750 0,2913 0,8835 3,5000 8,5154
0,1800 0,3009 0,8796 3,5000 8,3106
0,1850 0,3106 0,8757 3,5000 7,7662
0,1900 0,3205 0,8718 3,5000 7,4204
0,1950 0,3305 0,8678 3,5000 7,0919
0,2000 0,3405 0,8638 3,5000 6,7793
0,2050 0,3506 0,8597 3,5000 6,4814
0,2100 0,3609 0,8556 3,5000 6,1971
0,2150 0,3714 0,8515 3,5000 5,9255
0,2200 0,3819 0,8473 3,5000 5,6658
0,2250 0,3925 0,8430 3,5000 5,4170
0,2300 0,4033 0,8387 3,5000 5,1785
0,2350 0,4143 0,8343 3,5000 4,9496
0,2400 0,4253 0,8299 3,5000 4,7297
0,2450 0,4365 0,8254 3,5000 4,5181
0,2500 0,4479 0,8208 3,5000 4,3144
0,2550 0,4594 0,8162 3,5000 4,1181
TABELA DE MOMENTO ESPECÍFICO
KMD KX KZ eC es
0,2600 0,4711 0,8115 3,5000 3,9287
0,2650 0,4830 0,8068 3,5000 3,7459
0,2700 0,4951 0,8020 3,5000 3,5691
0,2750 0,5074 0,7970 3,5000 3,3981
0,2800 0,5199 0,7921 3,5000 3,2324
0,2850 0,5326 0,7870 3,5000 3,0719
0,2900 0,5455 0,7818 3,5000 2,9162
0,2950 0,5586 0,7765 3,5000 2,7649
0,3000 0,5721 0,7712 3,5000 2,6179
0,3050 0,5858 0,7657 3,5000 2,4748
0,3100 0,5998 0,7601 3,5000 2,3355
0,3150 0,6141 0,7544 3,5000 2,1997
0,3200 0,6287 0,7485 3,5000 2,0672
0,3250 0,6439 0,7425 3,5000 1,9386
0,3300 0,6590 0,7364 3,5000 1,8100
0,3350 0,6750 0,7300 3,5000 1,6876
0,3400 0,6910 0,7236 3,5000 1,5652
0,3450 0,7080 0,7168 3,5000 1,4468
0,3500 0,7249 0,7100 3,5000 1,3283
0,3550 0,7431 0,7028 3,5000 1,2133
0,3600 0,7612 0,6955 3,5000 1,0983
0,3650 0,7808 0,6877 3,5000 0,9858
0,3700 0,8003 0,6799 3,5000 0,8732
0,3750 0,8218 0,6713 3,5000 0,7619
0,3800 0,8433 0,6627 3,5000 0,6506
ALTURA ÚTIL MÍNIMA
 Md 
x  1,25d 1  1  2 
 0,425bw d f cd 
 Md 
KXd  1,25d 1  1  2 
 0,425bw d f cd 
 Md 
KX  1,251  1  2 
 0,425bw d f cd 
Md
KX  1,25  1,25 1 
0,425bw d 2 f cd
ALTURA ÚTIL MÍNIMA
Md
1,25  KX  1,25 1 
0,425bw d 2 f cd
KX Md
1  1 2
1,25 0,425bw d f cd
2
2 KX KX Md
1  2
 1
1,25 1,25 0,425bw d 2 f cd
2 KX KX 2 Md
 2

1,25 1,25 0,425bw d 2 f cd
 2
2 KX 0,425bw d f cd 

2

KX 0,425bw d f cd 2
 Md

2
1,25 1,25
ARMADURA DUPLA
• Se d > dmin – armadura simples

• Se d < dmin – domínio 4

• Se d < dmin – armadura dupla


EQUILÍBRIO DE ESFORÇOS

• Equilíbrio de forças:
• Rsd = Rcd + R’sd
• Asσyd = 0,68 bwxfcd + A’sσ’yd
Equilíbrio de momentos:
Md = Rcd(d – 0,4x) + R’sd(d – d’)
Md = 0,68 bwxfcd (d – 0,4x) + A’sσ’yd(d – d’)
DIMENSIONAMENTO
• Adota-se x = xlim
• Calcula-se o momento do limite
• Mlim = ac bw xlim fcd (d – 0,5xlim)
• M2 = Md - Mlim
ÁREA DE AÇO COMPRIMIDA (fck até 50 MPa)

• Md = 0,68 bwxfcd (d – 0,4x) + A’sσ’yd(d – d’)

M d  0,68bw xlim f cd (d  0,4 xlim )  A's  ' yd (d  d ' )


M d  M lim  A's  ' yd (d  d ' )
M lim  M 2  M lim  A's  ' yd (d  d ' )
M 2  A's  ' yd (d  d ' )
M2
A's 
 ' yd (d  d ' )
TENSÃO NO AÇO COMPRIMIDO
ec e 's

x (x  d ')
ec (x  d ')
e 's 
x
• Com x = xlim , domínio 3

0,0035( xlim  d ' )


e 's 
xlim
0,0035(kxlim d  d ' ) 0,0035(0,45d  d ' )
e 's  e 's 
kxlim d 0,45d
TENSÃO NO AÇO COMPRIMIDO
• Se e 's  e yd

• Lei de Hook
 ' yd  e yd Es

• Se e 's  e yd
 ' yd  f yd
ÁREA DE AÇO TRACIONADA
• Asfyd = ac bwxlimfcd + A’sσ’yd

• Mlim = ac bwxlimfcd(d – 0,5 xlim)

M lim
a cbw xlim f cd 
(d  0,5xlim )

M2
A's  M2
 ' yd (d  d ' ) A's  ' yd 
(d  d ' )
ÁREA DE AÇO TRACIONADA
M2 M2
A's  A's  ' yd 
 ' yd (d  d ' ) (d  d ' )

M lim M2
As f yd  
(d  0,5xlim ) (d  d ' )

M lim M2
As  
(d  0,5xlim ) f yd (d  d ' ) f yd
ARMADURA MÍNIMA
Forma da Valores de ρmin
seção fck 20 25 30 35 40 45 50
wmin
Retangular 0,035 0,150 0,150 0,173 0,201 0,230 0,259 0,288

T (mesa 0,024 0,150 0,150 0,150 0,150 0,158 O,177 0,197


comprimida
)
T (mesa 0,031 0,150 0,150 0,153 0,178 0,204 0,229 0,255
tracionada)
Circular 0,070 0,23 0,288 0,345 0,403 0,460 0,518 0,575
0
ARMADURA DE PELE
• Vigas com altura igual ou inferior a 60 cm, pode
ser dispensada a armadura de pele.

• As,pele = 0,001 Ac,alma ≤ 5,0 cm2/m - em cada


face da alma da viga e composta por barras de
CA50 ou CA60

• Espaçamento não maior que 20 cm,;


DETALHAMENTO SEÇÃO TRANSVERSAL
• bw – não pode ser menor que 12 cm para vigas,
podendo ser reduzido a 10 cm em casos especiais;

• Espaçamento na direção horizontal (ah):


• - 20 mm;
• - diâmetro da barra, do feixe ou da luva;
• - 1,2 vez o diâmetro máximo do agregado;

• Espaçamento na direção vertical (av):


• - 20 mm;
• - diâmetro da barra, do feixe ou da luva;
• - 0,5 vez o diâmetro máximo do agregado.
FUROS EM VIGAS
• Para dispensa da verificação:
• Abertura em zona de tração e a uma distância da
face do apoio de no mínimo 2 h;
• Dimensão da abertura de no máximo 12 cm e
h/3;
• Distância entre faces de aberturas, num mesmo
tramo, de no mínimo 2 h;
• Cobrimentos suficientes e não seccionamento
das armaduras.
EXERCÍCIO
• Dimensionar e detalhar a viga com seção transversal de
0,70 x 0,20 m, biapoiada, construída em ambiente urbano
interno, com estribo com diâmetro de 5 mm espaçados a
cada 20 cm, que suporta uma parede cega de 1 vez de
tijolos cerâmicos furados, e com um carregamento de
utilização de 50 kN/m, utilizando concreto de 20 MPa
aço CA-50

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