Friedrich Hegel (1770-1831):
Para Hegel, é preciso que compreendamos a realidade como espírito. A realidade é um processo em movimento, e não
apenas uma coisa.
Dialética:
Ser em si: o início, que deve morrer para que outra etapa surja.
Ser em outro: os desdobramentos que se opõem ao que se tinha antes.
Ser para si: o processo completo, finalizado, mas, que dá início a outro novo processo.
o Estado é fruto da necessidade coletiva, e tem por finalidade mantê-las.
IMPORTANTE: Para Hegel, a Sociedade Civil e a Família não podem existir sem o Estado.
A realidade se desenvolve por um plano racional.
Friedrich Hegel (1770-1831):
Para Hegel, é preciso que compreendamos a realidade como espírito. A realidade é um processo em movimento, e não
apenas uma coisa.
Dialética:
Ser em si: o início, que deve morrer para que outra etapa surja.
Ser em outro: os desdobramentos que se opõem ao que se tinha antes.
Ser para si: o processo completo, finalizado, mas, que dá início a outro novo processo.
o Estado é fruto da necessidade coletiva, e tem por finalidade mantê-las.
IMPORTANTE: Para Hegel, a Sociedade Civil e a Família não podem existir sem o Estado.
A realidade se desenvolve por um plano racional.
Uece (2020)
Friedrich nietzche (1844-1900 ):
Para Nietzsche, a nossa humanidade se preocupou mais com conceitos apolíneos (lucidez/razão) do que dionisíacos
(desordem), nos levando ao caos, e para isso, é preciso encontrarmos um equilíbrio entre os deuses.
Em sua obra “O Anticristo”, Nietzsche afirma que o cristianismo é responsável pelo rumo triste em que a humanidade
traçou, pois ele se sustenta pelo pecado, utilizando a salvação como meio de dominação.
"Vontade de Potência", ou "Vontade de Poder“:
sair de um ponto e chegar a outro, é algo que pertence a nossa vontade "criar", dar" e "avaliar". Mas, não se
restringe apenas a questões físicas e orgânicas, pois há relações com sentimentos, como a tristeza e a
felicidade, a descrença e a esperança. A vontade de potência abre caminhos e possibilidades para a humanidade.
Moral dos Senhores:
pautada no que é bom, sendo a sua afirmação enquanto superior e o que é mau, sendo aqueles que são inferiores
Moral dos Escravos:
pautada no que é ruim, qye é mau.
A Moral dos Senhores fora utilizada na história para inferiorizar e dominar os escravos, assim como a moral cristã
foi utilizada como forma de dominação também.
eterno retorno:
passamos por um processo de continuidade, de auto fecundação, até nos tornarmos atores únicos, e, depois,
novamente, múltiplos. Assim, o tempo é infinito.
amor-fati:
(amor ao destino), que procura aceitar o "eterno retorno", identificando que não precisamos querer nada, nem
do futuro, nem do passado, apenas vivendo o presente.
Crítica ao cristianismo, por defender o amor divino.
Super-homem, ou Além-homem:
para Nietzsche, era aquele capaz de compreender e aceitar o "eterno-retorno" e o "amor-fati", construindo
novos valores, pautados na educação, visando a melhoria da humanidade, recusando a moral dos senhores e
escravos e a dominação cristã.
Niilismo:
é o vazio, a visão cética da realidade e descrença dos valores morais, onde o Absurdo (tendência em se buscar
significado para a vida) é presente.
Nietzsche utilizou o niilismo para compreender a vida, e para ele, há esperanças.
Immanuel kant (1724-1804):
Epistemologia:
O conhecimento parte da experiência e da razão.
Conhecimento a priori: depende da razão.
Conhecimento a posteriori: depende da experiência.
Lógica transcendental: a razão tem a função de organizar as ações, e o conhecimento começa nela.
Juízos:
Capacidade de julgar e avaliar
Analíticos: conhecimentos seguros a priori. Exemplo: um quadrado tem quatro lados.
Sintéticos: necessitam da experiência a posteriori. Exemplo: toda comida é salgada. (precisamos prova-las
para saber).
Sintético a priori: síntese dos conhecimentos a priori e a posteriori
Exemplo: a forma mais rápida para se chegar do ponto a ao ponto b, é em linha reta. Esse juízo é a
priori. Porém, em um terreno acidentado, ou com obstáculos, a linha reta pode ser mais demorada.
ética:
Imperativos categóricos: formular a ação humana por princípios benéficos que devem se tornar universais.
A ética é um valor individual que deve ser seguido para se tornar universal.
A moral é um valor coletivo, mas que segundo kant, deve ser moldada pela ética. Por isso, rejeita a moral que é
imposta, como a cristã.
Estado:
Defesa da república pelas leis.
O estado é a passagem do estado de natureza para a sociedade civil.
Mentira:
A mentira está em desacordo com os imperativos categóricos (as ações devem se tornar universais), e por isso,
não se deve mentir.