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Aula 5 - Classificao Das Rodovias

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Francisco Santos
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO – UFMA

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


Área: Engenharia Civil

CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS

Prof. Dra. Priscila Luz


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

RELAÇÃO FUNCIONAL

• Não é viável atender a todos os desejos de


deslocamentos da população da forma rápida e
direta como desejada.

Se os deslocamentos fossem realizados por vias que conectassem diretamente origens e


destinos, além da criação de mais pontos de conflito (o que provocaria mais acidentes), o sistema
viário seria ocioso, ou seja, com baixo aproveitamento das vias construídas.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO
RELAÇÃO FUNCIONAL

• Por questões econômicas, o tráfego deve ser agrupado em vias que justifiquem sua
construção.

Atende aos critérios de acessibilidade e mobilidade


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

RELAÇÃO FUNCIONAL

Acessibilidade Mobilidade

Os conceitos de mobilidade e
acessibilidade estão associados à
velocidade das vias. Vias com altas
Necessidade de atender à demanda do mobilidade tendem a ter maiores
tráfego local e de propriedades ou Necessidade de atender à demanda do limites de velocidade e poucos
instalações lindeiras, por exemplo, tráfego de passagem pela região pontos de acesso Já as vias com
acesso à uma pequena localidade, atravessada. Dar mobilidade significa baixa mobilidade, mas alta
atividade ao uso do solo (trabalho proporcionar fluidez no deslocamento acessibilidade, as velocidades são
chácaras e fazendas compras, escola, necessário da origem ao destino. reduzidas para proporcionar
residência). segurança nas entras e saídas.

A maior parte das vias urbanas e rurais é usada simultaneamente para as duas
finalidade (acessibilidade e mobilidade).
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

• Sistema Arterial
• Sistema Coletor
• Sistema Local

Relação entre as funções de mobilidade e acesso


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Proporcionam alto nível de mobilidade para


Sistema Arterial
grandes volumes de tráfego. Atendem ao tráfego
de longa extensão interestadual ou internacional.

Atendem a núcleos populacionais ou centros


geradores de tráfego de menor vulto não servidos
Sistema Coletor pelo Sistema Arterial. A função deste sistema é
proporcionar mobilidade e acesso dentro de uma
área específica.

Constituído por rodovias de pequenas extensões,


Sistema Local destinadas basicamente a proporcionar acesso ao
tráfego intramunicipal‘ de áreas rurais e de
pequenas localidades às rodovias mais importantes.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Estes sistemas são por sua vez, subdivididos em subsistemas em função do VMD, fluxo de tráfego, da
seguinte forma:

Sistema Arterial Sistema Coletor Sistema Local

• Sistema Arterial Principal; • Sistema Coletor Primário; Servem a pequenas


localidades.
• Sistema Arterial Primário; • Sistema Coletor
• Sistema Arterial Secundário.
Secundário.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Sistema Arterial Principal

Devem proporcionar sistemas contínuos dentro da região, articulando se com rodovias de funções similares,
atendendo principalmente à função mobilidade.

Conectam cidades com população acima de Atende de 30 a 35% dos veículos por quilômetro
150.000 habitantes, representando, e realizado.
extensão, entre 2,0 a 3,5% da malha
Seu percurso médio de viagens gira em 120 km,
rodoviária total
com velocidades de operação entre 60 a 120 km/h
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Sistema Arterial Primário

Em conjunto com os demais, formam um sistema contínuo, livre de interrupções, atendendo principalmente à
função de mobilidade.

Atende de 15 a 20% dos veículos por quilômetro


Conectam cidades com população acima de realizado.
50.000 habitantes, representando, e
extensão, entre 1,5 a 3,5% da malha Seu percurso médio de viagens gira em 80 km, com

rodoviária total velocidades de operação entre 50 a 100 km/h


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Sistema Arterial
Secundário

Em conjunto com os demais, também formam um sistema contínuo, livre de interrupções, atendendo
principalmente à função mobilidade.

Atende de 10 a 20% dos veículos por quilômetro


Conectam cidades com população acima de realizado.
10.000 habitantes, representando, e
extensão, entre 2,5 a 5,0% da malha Seu percurso médio de viagens gira em 60 km, com
rodoviária total velocidades de operação entre 40 a 80 km/h
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Sistema Coletor

Comparado ao sistema arterial, as distâncias de viagens são menores e as Atende o tráfego


velocidades mais moderadas, complementando na verdade o sistema supracitado. intermunicipal e
centros geradores
de menor
demanda

AS VIAS COLETORAS DEVEM PROPORCIONAR MOBILIDADE E ACESSO


DENTRO DE UMA ÁREA ESPECÍFICA
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO
Sistema Coletor
Primário

• Liga cidades acima de 5 000 habitantes não servidas por sistemas de nível superior
• Dão acesso a outros importantes centros de geração de tráfego, como portos, parques turísticos, etc;
• Proporcionam ligação às áreas servidas com o sistema principal;
• Atende aos mais importantes fluxos do tráfego intermunicipal.

Atende de 8 a 10% dos veículos por quilômetro


realizado.
A extensão total destes sistemas
representa de 4 a 8,0% da malha Seu percurso médio de viagens gira em 50 km, com
rodoviária total velocidades de operação entre 30 a 70 km/h
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Sistema Coletor
Secundário

• Liga cidades acima de 2 000 habitantes e sedes municipais não servidas por sistemas de nível superior;
• Dão acesso às grandes áreas de baixa densidade populacional, não servidas por sistemas de nível superior;
• Proporcionam ligação às áreas servidas com o sistema coletor primário ou com o sistema arterial.

Atende de 7 a 10% dos veículos por quilômetro

A extensão total destes sistemas realizado.

representa de 10 a 15% da malha


Seu percurso médio de viagens gira em 35 km, com
rodoviária
velocidades de operação entre 30 a 60 km/h
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

Sistema Local

É constituído por rodovias de pequena extensão, destinadas a proporcionar essencialmente acesso ao tráfego
intramunicipal de áreas rurais e pequenas localidades a rodovias de nível superior.
• Pode apresentar descontinuidade, mas não devem ficar isoladas do restante da malha e outros sistemas

Sua extensão no sistema viário representa entre 65 a


80% do total de estradas e rodovias, atendendo entre
5 e 30% dos veículos por quilômetro realizado
Seu percurso médio de viagens é de 20 km, com
velocidades de operação entre 20 a 50 km/h.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À FUNÇÃO

SISTEMA CIDADES (hab.) VIAGEM (km) TMD* Vmédia (km/h)


ARTEIAL Principal 150.000 120 1000 60-120
ARTERIAL Primário 50.000 80 500 50-100
ARTERIAL 10.000 60 250 40-80
Secundário
COLETOR Primário 5.000 50 150 30-70
COLETOR 2.000 35 50 30-60
Secundário
LOCAL 20 10 20-50

*TMD – tráfego médio diário (número de veículos)


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À JURISDIÇÃO

É uma via arterial e interessa diretamente à Nação, quase sempre


Rodovias Federais
percorrendo mais de um Estado.

Ligam entre si cidades e a capital de um Estado. Atende às


Rodovias Estaduais necessidades de um Estado, ficando contida em seu território. Têm
usualmente a função de arterial ou coletora.

São construídas pelo governo municipal e se destinam ao interesse


Rodovias Municipais
deste.

Rodovias Vicinais São, em geral, estradas municipais, pavimentadas ou não, de uma só


pista, locais, e de padrão técnico modesto.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À JURISDIÇÃO

Rodovias Federais

Sob jurisdição do Ministério dos Transportes, as Rodovias Federais podem ser reguladas na
esfera de atuação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e estão
concedidas diretamente pela união.

Quando reguladas na esfera de atuação do DNIT, estão sob regime de administração direta,
ou delegada pelo DNIT aos Estados, Distrito Federal e Municípios.

São rodovias que


constam na Lei
5.917 e suas
alterações, que
estabelece o Plano
Nacional de
Viação
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À JURISDIÇÃO
A administração das rodovias federais se dividem em:

Nestas rodovias a responsabilidade pelos


Administração direta
programas de operação, manutenção, conservação,
restauração e construção esta a cargo do DNIT

Nestas, a responsabilidade pelos programas de operação, manutenção,


Rodovia delegada conservação, restauração ou construção foi transferida ao Município,
Estado ou Distrito Federal de convênio de delegação firmado com o
DNIT

Sua exploração foi concedida por processo de transferência à iniciativa


Rodovia concedida privada, cabendo à empresa vencedora da licitação, por prazo
determinado, todos os trabalhos necessários para as boas condições da
estrada, além de proporcionar serviços adequados aos seus usuários,
através da cobrança de pedágio, revertendo, ao final do período, a
rodovia ao poder concedente, em perfeito estado de condição física
operacional
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À JURISDIÇÃO
Nestas, um determinado município, estado ou distrito federal, após
convênio firmado com o Ministério dos Transportes (segundo a Lei
9.277/96), transfere à iniciativa privada sua exploração, cabendo à
Rodovia delegada ao empresa vencedora da licitação, por prazo determinado, todos os
Munícipio, Estado ou Distrito trabalhos necessários para as boas condições da estrada, além de
Federal para concessão proporcionar serviços adequados aos seus usuários, através da
cobrança de pedágio, revertendo, ao final do período, a rodovia ao
poder concedente, em perfeito estado de condição física operacional.

O monitoramento
destes trechos é
feito pelos Distritos
Rodoviários Federais
(DRF) e a Polícia
Rodoviária Federal e
cada região
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À JURISDIÇÃO

Rodovias Estaduais

São rodovias cujos trechos estão sob regime de administração direta ou contratada,
controladas pelos órgãos rodoviários estaduais, vinculados à respectiva Secretaria
Estadual de Transportes em que constam do plano de viação de cada Estado, incluídas
àquelas construídas pelos Estados sobre a diretriz de uma Rodovia Federal Planejada

O monitoramento
A nomenclatura é definida pela destes trechos é
sigla do Estado da Federação feito pelos Distritos
(PB, PI, RJ, SP, MA) indicando Rodoviários Estaduais
que a rodovia é estadual, seguida e a Polícia Rodoviária
imediatamente por três Estadual e cada
algarismos região
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO À JURISDIÇÃO

Rodovias Municipais

São àquelas efetivamente sob jurisdição municipal, cujos trechos estão sob regime de
administração direta ou contratada, controladas pelas prefeituras municipais, incluídas aquelas
construídas pelos municípios sobre a diretriz de uma Rodovia Federal Planejada

O monitoramento destes
trechos é feito pelas
A nomenclatura pode seguir o padrão Policias Militares
nacional, porém, igual às estaduais, Estaduais ou pelas
não possui uma sistemática única de Secretarias Municipais
classificação, sendo que cada de Obras e Viação
municipalidade pode estabelecer a (geralmente), através
sua. de seus Departamentos
de Trânsito
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS

RELAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS FUNCIONAS E AS


Funcional Jurisdição JURISDIÇÕES

Rodovias Federais • Sistema Arterial Principal

Rodovias Estaduais • Sistema Arterial Primário;


• Sistema Arterial Secundário;
• Sistema Coletor Primário;
• Sistema Coletor Secundário

Rodovias Municipais • Sistema Local


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AOS ASPECTOS TOPOGRÁFICOS

Tendo-se em vista que a topografia das regiões abrangidas influi sensivelmente no custo da construção das
rodovias, temos 3 tipos, que são diferenciadas pelas diferenças máximas de cota por km percorrido,
dentro dos seguintes limites:

PLANA ONDULADA MONTANHOSA

Declividade de até 8% Declividade entre 8% e 20% Declividade maiores que 20%


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Nível de Serviço é definido como uma medida qualitativa das condições de operação conforto e
conveniência de motoristas, e depende de fatores como:

• Liberdade na escolha da velocidade; Classifica se as


rodovias em A, B,
• Finalidade para mudar de faixas nas ultrapassagens; C, D, E e F .O
• Saídas e entradas na via; nível A
corresponde às
• Proximidade de outros veículos. melhores condições
de operação e o
nível de serviço F
às piores
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Nível A

Rodovia com Fluxo Livre - Condição de escoamento livre,


acompanhada por baixos volumes de veículos e altas
velocidades.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Nível B

Rodovia com Fluxo estável - com velocidades de


operação a serem restringidas pelas condições de
tráfego. Os motoristas possuem razoável
liberdade de escolha da velocidade e ainda têm
condições de ultrapassagem.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Nível C

Rodovia com Fluxo ainda estável, porém as


velocidades de ultrapassagem já são controladas
pelo alto volume de tráfego.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Nível D

Fluxo Próximo a Situação Instável – Fluxo


aproximando da situação instável, com velocidade de
operação toleráveis.

• Pouca liberdade para o motorista;


• Aceitável por curtos períodos de tempo.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Nível E

Fluxo Instável – A via trabalha a plena carga e o fluxo é instável, sem condições de ultrapassagem,
sendo que a velocidade é controlada pelo tráfego (40 ou 50 Km/h). Essa condição permite o máximo
volume de tráfego, ou seja, a CAPACIDADE, portanto, o volume de tráfego correspondente ao
NÍVEL DE SERVIÇO é igual à CAPACIDADE DA RODOVIA
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Nível F

Fluxo Forçado – Descreve o escoamento forçado, com velocidades baixas e com volumes acima da
capacidade da via. Formam-se extensas filas e impossibilita a manobra. Em situações extremas,
velocidade e fluxo podem reduzir-se a zero.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO AO NÍVEL DE SERVIÇO

Seleção do nível de serviço para projeto de rodovias

RELEVO
TIPO DE RODOVIA

PLANO ONDULADO MONTANHOSO

Via Expressa B B C

Via Arterial B B C

Coletora C C D

Local D D D

OBS: Condições gerais de operação para nível de serviço


A – fluxo livre, com baixos volumes e altas velocidades
B – Fluxo razoavelmente livre, porém com velocidade começando a diminuir devido às condições de tráfego
C – zona de fluxo estável, porém com restrições quanto à liberdade dos motoristas de escolher sua própria
velocidade
D – aproximando-se de fluxo instável, os motoristas têm poucas liberdade de manobra
E – fluxo instável, possíveis paradas breves
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO ÀS CONDIÇÕES TÉCNICAS

No Brasil o DNIT adota uma padronização das características técnicas das rodovias, agrupando-
as em CLASSES DE PROJETO. O principal parâmetro considerado na classificação técnica ou de
projeto é o VMD (volume médio diário) – quantidade de veículos/dia que passam pela rodovia.
Adotamos como critério de classificação o volume de tráfego do 10º ano após sua abertura ao
tráfego (projeção).

CLASSE 0 CLASSE III

CLASSE I-A CLASSE IV-A

CLASSE I-B CLASSE IV-B

CLASSE II
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO ÀS CONDIÇÕES TÉCNICAS

CLASSE 0

Via Expressa: rodovia do mais elevado padrão técnico, com controle total de acesso. O critério
de seleção dessas rodovias será o de decisão administrativa dos órgãos competentes.

• Autoestrada, com pista dupla e controle total de


acesso;
• Alto volume de tráfego;
• Elevado padrão técnico;
• Prepondera a função da mobilidade;
• Enquadramento por decisão administrativa.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO ÀS CONDIÇÕES TÉCNICAS

CLASSE I-A CLASSE I-B

• Via com pista dupla e controle parcial de • Via com pista simples e controle parcial de
acesso; acesso;
• Rodovia arterial com grande demanda de • Deve contemplar terceira faixa em regiões
tráfego semelhantes ao da Classe 0; montanhosas;
• Considerada rodovias classe I A, usualmente, • Considerada rodovias classe I B, usualmente,
ocorre para Volume Médio Diário (VMD) ocorre para Volume Médio Diário (VMD) entre 5
>5.550. 500 e 1900.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO ÀS CONDIÇÕES TÉCNICAS

CLASSE II CLASSE III

• Via com pista simples e controle parcial • Via com pista simples e controle parcial de
de acesso; acesso;
• Limite inferior volume de 700 VDM; • Limite inferior volume de 300 VDM;
• Limite superior volume de 1 400 VDM. • Limite superior volume de 700 VDM.
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO ÀS CONDIÇÕES TÉCNICAS

CLASSE IV-A CLASSE IV-B

• Via com pista simples e acessibilidade alta; • Via com pista simples e acessibilidade alta;

• VDM de 50 a 200 • VDM 50.


CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO ÀS CONDIÇÕES TÉCNICAS
CLASSIFICAÇÃO DAS RODOVIAS
QUANTO ÀS CONDIÇÕES TÉCNICAS
RELAÇÃO ENTRE CLASSIFICAÇÃO
FUNCIONAL E TÉCNICA

Sistema Classes Funcionais Classe de Projeto


Principal Classes O e I-A
Arterial Primário Classes I-A e I-B
Secundário Classes I-A, I-B e II
Primário Classes II e III
Coletor
Secundário Classes III, IV-A e IV-B
Local Local Classes III, IV-A e IV-B
Dúvidas?
@prii.luz
[email protected]

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