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ISO-11439-2013 PT

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ISO
NORMA
11439
INTERNACIONAL
Segunda edição
2013-06-01

Cilindros de gás - Cilindros de alta


pressão para o armazenamento a bordo
de gás natural como combustível para
veículos automóveis
Botijas de gás - Botijas de alta pressão para o armazenamento de gás
natural utilizado como carburante nas bordas de veículos automóveis
iTeh PREVISÃO PADRÃO
(standards.iteh.ai)
ISO 11439:2013
https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
6b86d2a5046e/iso-11439-2013

Número de
referência ISO
11439:2013(E)

© ISO 2013
ISO 11439:2013(E)

iTeh PREVISÃO PADRÃO


(standards.iteh.ai)
ISO 11439:2013
https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
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escrito. A autorização pode ser solicitada à ISO, para o endereço abaixo indicado, ou ao organismo membro da ISO no país do requerente.
Instituto dos direitos de autor ISO
Case postale 56 - CH-1211 Genebra 20
Tel. + 41 22 749 01 11
Fax+ 41 22 749 09 47
[email protected]
Web www.iso.org
Publicado na Suíça

ii © ISO 2013 - Todos os direitos


reservados
ISO 11439:2013(E)

Conteúdo
Págin
a

Prefácio...................................................................................................................................................................................v
Introdução...........................................................................................................................................................................vi
1 Âmbito de aplicação .............................................................................................................................................1
2 Referências normativas ........................................................................................................................................1
3 Termos e definições................................................................................................................................................2
4 Condições de serviço ..............................................................................................................................................4
4.1 Geral.............................................................................................................................................................4
4.2 Pressões máximas .......................................................................................................................................4
4.3 Número projetado de ciclos de enchimento .................................................................................................4
4.4 Gama de temperaturas...............................................................................................................................4
4.5 Composição do gás.......................................................................................................................................5
4.6 Superfícies exteriores ................................................................................................................................5
5 Inspeção e ensaio ....................................................................................................................................................6
6 Procedimento de homologação de tipo ...............................................................................................................6
6.1 Geral.............................................................................................................................................................6
6.2 Aprovação de tipo .......................................................................................................................................6
6.3 Declaração de serviço ..................................................................................................................................7
6.4 Dados de conceção .......................................................................................................................................7
6.5
6.6
ManufacitTureinhg d...................................................................
IW
V
E
P
R
D
N
.A
tT
S
a
Desempenho da fratura e dimensão do defeito por exame não destrutivo (NDE) .................................8
8

6.7 Especificação shee(t s...t a...n...d...a...r...d...s....i t...e..h.....a...i )........................8


. ... ... ...
6.8 Dados de apoio adicionais..........................................................................................................................8
6.9 Certificado de homologação ...(I). S. . . (O ).(1.).. 1. . .4. . .(3 )..................................................................8
.).. 9. ..:.2. . ..(0). .(1.).(3
7 Exigênciashtp:/o/srtantdyaprdes.
sf 1itemh.aei/tcaatlalcoyg/lsitnanddearrdss./.s..i.s..t./.4...d...7..3...d..e...1.....4-..0.....51...4..-.....4d..8...d...-.9.1.e.f...................................................................8
7.1 Geral ..................................6..b...8.....6d...2....a...5...04.....6e../.i...so...-..1...1..4..3.. 9.. .-.2..0.1.3...................................................................................................8
7.2 Materiais .....................................................................................................................................................9
7.3 Requisitos de conceção ................................................................................................................................9
7.4 Construção e acabamento ..........................................................................................................................10
7.5 Procedimento de ensaio do protótipo ........................................................................................................11
7.6 Ensaios de lotes ..........................................................................................................................................13
7.7 Testes em cada cilindro ..............................................................................................................................15
7.8 Certificado de aceitação do lote..................................................................................................................15
7.9 Não cumprimento dos requisitos de ensaio...........................................................................................15
8 Requisitos para as garrafas de tipo 2 com invólucro em arco......................................................................16
8.1 Geral...........................................................................................................................................................16
8.2 Materiais ...................................................................................................................................................16
8.3 Requisitos de conceção ............................................................................................................................17
8.4 Construção e acabamento ..........................................................................................................................18
8.5 Procedimento de ensaio do protótipo ........................................................................................................20
8.6 Ensaios de lotes de invólucros e garrafas...................................................................................................22
8.7 Testes em cada camisa e cilindro ...............................................................................................................25
8.8 Certificado de aceitação do lote..................................................................................................................26
8.9 Não cumprimento dos requisitos de ensaio...........................................................................................26
9 Requisitos para garrafas do tipo 3 totalmente embaladas............................................................................27
9.1 Geral...........................................................................................................................................................27
9.2 Materiais ...................................................................................................................................................27
9.3 Requisitos de conceção ............................................................................................................................28
9.4 Construção e acabamento ..........................................................................................................................29
9.5 Procedimento de ensaio do protótipo ........................................................................................................31
9.6 Ensaios de lotes de invólucros e cilindros..................................................................................................35
9.7 Testes em todas as camisas e cilindros.......................................................................................................36
© ISO 2013 - Todos os direitos iii
reservados
ISO 11439:2013(E)
9.8 Certificado de aceitação do lote..................................................................................................................37
9.9 Não cumprimento dos requisitos de ensaio...........................................................................................37
10 Requisitos para as garrafas compósitas totalmente envolvidas do tipo 4 ..................................................38
10.1 Geral...........................................................................................................................................................38
10.2 Materiais ...................................................................................................................................................38
10.3 Requisitos de conceção ............................................................................................................................38
10.4 Construção e acabamento ..........................................................................................................................39
10.5 Procedimento de ensaio do protótipo ........................................................................................................40
10.6 Ensaios em lote...........................................................................................................................................47
10.7 Testes em cada cilindro ..............................................................................................................................48
10.8 Certificado de aceitação do lote..................................................................................................................48
10.9 Não cumprimento dos requisitos de ensaio...........................................................................................49
11 Marcação ..............................................................................................................................................................49
12 Preparação da expedição ....................................................................................................................................50
Anexo A (normativo) Métodos e critérios de ensaio .....................................................................................................51
Anexo B (normativo) Exame ultrassónico ......................................................................................................................60
Anexo C (informativo) Dimensão do defeito por exame não destrutivo (NDE) por falha
ciclo de cilindros ..................................................................................................................................................64
Anexo D (informativo) Formulários de relatório ..........................................................................................................65
Anexo E (informativo) Pressões de trabalho normalizadas..............................................................................................68
Anexo F (informativo) V e r i f i c i a T t i o e n h o f SstTresAs rNatiDos AusiRngDstraPinRgaEugVes.... IE
.W
........69
(standards.iteh.ai)
Anexo G (informativo) Instruções do fabricante para manuseamento, utilização e inspeção
de cilindros ...........................................................................................................................................................70
ISO 11439:2013
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ISO 11439:2013(E)

Prefácio
A ISO (International Organization for Standardization) é uma federação mundial de organismos nacionais de
normalização (organismos membros da ISO). O trabalho de preparação das normas internacionais é normalmente
realizado através de comités técnicos da ISO. Cada organismo membro interessado num assunto para o qual tenha
sido criado um comité técnico tem o direito de estar representado nesse comité. As organizações internacionais,
governamentais e não governamentais, em ligação com a ISO, também participam no trabalho. A ISO colabora
estreitamente com a Comissão Eletrotécnica Internacional (CEI) em todas as questões de normalização
eletrotécnica.
As normas internacionais são redigidas de acordo com as regras estabelecidas nas Diretivas ISO/IEC, Parte 2.

A principal tarefa dos comités técnicos é preparar as normas internacionais. Os projectos de normas
internacionais adoptados pelos comités técnicos são distribuídos aos organismos membros para votação. A
publicação de uma norma internacional requer a aprovação de, pelo menos, 75 % dos organismos membros
que votam.

Chama-se a atenção para a possibilidade de alguns dos elementos do presente documento poderem ser objeto
de direitos de patente. A ISO não será responsável pela identificação de todos ou quaisquer direitos de patente.

A norma ISO 11439 foi elaborada pelo Comité Técnico ISO/TC 58, Cilindros de gás, Subcomité SC 3,
Conceção do cilindro.
Esta segunda edição anula e substitui a primeira edição (ISO 11439:2000), que foi tecnicamente revista. Para além
dos melhoramentos editoriais, a principal diferença técnica entre a primeira e a segunda edição é a clarificação e a
iTeh P
PADRÃO
O
Ã
IS
V
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alteração dos requisitos de "Mudança de conceção" para as várias
tipos de
cilindros. (standards.iteh.ai)
ISO 11439:2013
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ISO 11439:2013(E)

Introdução
As garrafas para o armazenamento a bordo de combustível para o serviço de veículos a gás natural devem ser leves
e, ao mesmo tempo, manter ou melhorar o nível de segurança atualmente existente para outros recipientes sob
pressão.

Os proprietários ou utilizadores de garrafas concebidas em conformidade com esta norma internacional devem
ter em conta que as garrafas foram concebidas para funcionar com segurança se forem utilizadas em conformidade
com as condições de serviço especificadas e apenas durante um período de vida útil finito. A data de validade está
marcada em cada garrafa e é da responsabilidade dos proprietários e utilizadores garantir que as garrafas não
sejam utilizadas após essa data e que sejam inspeccionadas em conformidade com as instruções do fabricante.

Os utilizadores desta Norma Internacional são encorajados a considerar os impactos ambientais associados à
realização de determinados ensaios.

iTeh PREVISÃO PADRÃO


(standards.iteh.ai)
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NORMA INTERNACIONAL ISO 11439:2013(E)

Cilindros de gás - Cilindros de alta pressão para o armazenamento


a bordo de gás natural como combustível para veículos
automóveis

1 Âmbito de aplicação
A presente norma internacional especifica os requisitos mínimos aplicáveis às garrafas de gás leves
recarregáveis destinadas exclusivamente ao armazenamento a bordo de gás natural comprimido a alta pressão como
combustível para veículos automóveis aos quais as garrafas serão fixadas. As condições de serviço não abrangem as
cargas externas que podem resultar de colisões de veículos, etc.

A presente norma internacional abrange garrafas de qualquer construção em aço sem soldadura, liga de
alumínio sem soldadura ou material não metálico, utilizando qualquer conceção ou método de fabrico
adequado às condições de serviço especificadas. A presente norma internacional não abrange as garrafas de aço
inoxidável. Embora esta norma utilize 200 bar como pressão de serviço de referência, podem ser utilizadas
outras pressões de serviço.

As garrafas abrangidas por esta norma internacional são designadas por Tipo 1, Tipo 2, Tipo 3 e Tipo 4.

2 Normativo referências

iTeh P
PADRÃO
O
Ã
IS
V
E
R
Os seguintes documentos, no todo ou em parte, são referenciados normativamente no presente documento e
são
indispensável para a sua aplicação. Para as referências datadas, aplica-se apenas a edição citada. Para as referências
não datadas, aplica-se a última edição de the refrence (standards.iteh . a i )
d document ( i n cl u d i n g quaisquer alterações).
ISO 148-1, Materiais metálicos - Ensaio de impacto pendular Charpy - Parte 1: Método de ensaio
ISO 11439:2013
ISO306,Plásticos-hTtthpse:/r/mstaonpdalardsst..itceh
m
aai/ctaetrailoagl/sst-andDaredtse/srismt/4ind7a3tdioe1n4o-0f5V1i4c-a4tds8odf-t9e1nefi-ngtemperature(VST)
6b86d2a5046e/iso-11439-2013
ISO 527-2, Plásticos - Determinação das propriedades de tração - Parte 2: Condições de ensaio para moldagem e
plásticos de extrusão

ISO 2808, Tintas e vernizes - Determinação da espessura da película

ISO 6506-1, Materiais metálicos - Ensaio de dureza Brinell - Parte 1: Método de ensaio

ISO 6892-1, Materiais metálicos - Ensaio de tração - Parte 1: Método de ensaio à temperatura ambiente

ISO 7866, Garrafas de gás - Garrafas de gás recarregáveis em liga de alumínio sem soldadura - Projeto, construção e
ensaio

ISO 9227, Ensaios de corrosão em atmosferas artificiais - Ensaios de projeção salina

ISO 9712, Ensaios não destrutivos - Qualificação e certificação do pessoal de END

ISO 9809-1, Cilindros de gás - Cilindros de gás recarregáveis de aço sem costura - Conceção, construção e ensaio -
Parte 1: Cilindros de aço temperado e revenido com resistência à tração inferior a 1 100 MPa

ISO 9809-2, Garrafas de gás - Garrafas de gás recarregáveis de aço sem soldadura - Conceção, construção e ensaio -
Parte 2: Cilindros de aço temperado e revenido com resistência à tração igual ou superior a 1 100 MPa

ISO 9809-3, Garrafas de gás - Garrafas de gás recarregáveis de aço sem soldadura - Conceção, construção e ensaio -
Parte 3: Cilindros de aço normalizado

ISO 14130, Compósitos de plástico reforçados com fibras - Determinação da resistência aparente ao corte
interlaminar pelo método da viga curta

ISO 15403-1, Gás natural - Gás natural para utilização como combustível comprimido para veículos - Parte 1:
Designação da qualidade

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ISO 11439:2013(E)

ISO/TR 15403-2, Gás natural - Gás natural para utilização como combustível comprimido em veículos - Parte 2: Especificação
da qualidade

ISO 15500-13, Veículos rodoviários - Componentes do sistema de alimentação a gás natural comprimido (GNC) - Parte 13:
Dispositivo limitador de pressão (PRD)

ASTM D522-93a, Métodos de ensaio normalizados para o ensaio de flexão de mandris de revestimentos orgânicos fixados

ASTM D1308-87, Método de teste padrão para o efeito de produtos químicos domésticos em acabamentos orgânicos
transparentes e pigmentados

ASTM D2794-93, Método de Ensaio Normalizado para a Resistência de Revestimentos Orgânicos aos Efeitos de
Deformação Rápida (Impacto)

ASTM D3170-87, Método de ensaio normalizado para a resistência ao lascamento de revestimentos

ASTM D3359, Métodos de ensaio normalizados para medição da aderência por ensaio de fita

ASTM D3418, Método de Teste Padrão para Temperaturas de Transição de Polímeros por Calorimetria Exploratória
Diferencial

ASTM G154:20061), Standard Practice for Operating Fluorescent Light Apparatus for UV Exposure of Nonmetallic
Materials (Prática normalizada para o funcionamento de aparelhos de luz fluorescente para exposição a UV de materiais
não metálicos)

NACE/TM 0177-96, Laboratory Testing of Metals for Resistance to Sulfide Stress Cracking and Stress
Fratura por corrosão em ambientes com H2S
iTeh PREVISÃO PADRÃO
3 Termos e definições
(standards.iteh.ai)
Para efeitos do presente documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
ISO 11439:2013
3.1 https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
organismo de controlo 6b86d2a5046e/iso-11439-2013
autorizado
organismo de inspeção autorizado, aprovado ou reconhecido pela autoridade reguladora do país utilizador, para
a supervisão da construção e do ensaio das garrafas utilizadas para o armazenamento de gás natural a bordo

3.2
autofixação
procedimento de aplicação de pressão utilizado no fabrico de cilindros compósitos com invólucros metálicos, que
tensiona o invólucro para além do seu limite de elasticidade, provocando uma deformação plástica permanente

3.3
pressão de autofixação
pressão no interior do cilindro bobinado em que se estabelece a distribuição de tensões necessária entre o
invólucro e o bobinado

3.4
lote - cilindros compostos
grupo de, no máximo, 200 garrafas, mais as garrafas para ensaios destrutivos, ou, se superior, um turno de produção
sucessiva de garrafas, sucessivamente produzidas a partir de invólucros qualificados com as mesmas dimensões,
projeto, materiais de construção especificados e processo de fabrico

3.5
lote - cilindros/camisas metálicas
grupo de, no máximo, 200 garrafas/camisas mais garrafas/camisas para ensaios destrutivos ou, se superior, um
turno de produção sucessiva de garrafas/camisas metálicas, produzidas sucessivamente, com o mesmo
diâmetro nominal, espessura de parede, projeto, material de construção especificado, material vazado,
processo de fabrico, equipamento de fabrico e tratamento térmico e condições de tempo, temperatura e
atmosfera durante o tratamento térmico

1) A versão mais recente é a ASTM G154-12a, 2012.

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3.6
lote - revestimentos não metálicos
grupo de não mais de 200 invólucros mais invólucros para ensaios destrutivos ou, se superior, um turno de
produção sucessiva de invólucros não metálicos, sucessivamente produzidos, com o mesmo diâmetro nominal,
espessura de parede, conceção, material de construção especificado e processo de fabrico

3.7
pressão de rebentamento
pressão máxima atingida num cilindro durante um ensaio de rutura

3.8
cilindro compósito
cilindro feito de filamento contínuo impregnado de resina enrolado sobre um revestimento metálico ou não metálico

3.9
destruído
cilindro num estado de alteração que o torne fisicamente inutilizável para o fim a que se destina

3.10
cilindros acabados
garrafas completadas, prontas a utilizar, com marcas de identificação e revestimento exterior, incluindo isolamento
e/ou proteção integral, conforme especificado pelo fabricante no desenho de projeto da garrafa
3.11
forro iTeh PREVISÃO PADRÃO
parte interior do cilindro compósito, constituída por um recipiente metálico ou não metálico

3.12
(standards.iteh.ai)
fabricante
pessoa ou organização responsável pela c o n s t r u ç ã o e ensaio das garrafas
https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
3.13 6b86d2a5046e/iso-11439-2013
revestimen
to
sistema de reforço de filamentos e resina aplicado sobre o revestimento

3.14
pré-tensão
processo de aplicação de autofixação ou de enrolamento de tensão controlada

3.15
vida útil
vida útil, em anos, durante a qual as garrafas podem ser utilizadas em conformidade com as condições normais de
serviço

3.16
pressão estabelecida
pressão do gás quando é atingida uma determinada temperatura de estabilização

3.17
temperatura estabilizada
temperatura uniforme do gás na garrafa após dissipação do calor provocado pelo enchimento

3.18
pressão de ensaio
pressão necessária aplicada durante um ensaio de pressão

3.19
conceção do tipo 1
um cilindro totalmente metálico

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ISO 11439:2013(E)

3.20
conceção do tipo 2
um cilindro enrolado em anel com um revestimento metálico que partilha a carga e um reforço compósito apenas parte
cilíndrica

3.21
conceção do tipo 3
um cilindro totalmente envolvido com um invólucro metálico que partilha a carga e um reforço compósito tanto
na parte cilíndrica como nas extremidades da cúpula

3.22
conceção do tipo 4
um cilindro totalmente envolvido com um invólucro sem partilha de carga e um reforço compósito na parte cilíndrica
e nas extremidades da cúpula

3.23
pressão de trabalho
pressão estabilizada de um cilindro totalmente cheio a uma temperatura uniforme de 15 °C

4 Serviço condições

4.1 Geral

4.1.1
iTeh
Conditons de serviço standard
STANDARD PREVIEW
(standards.iteh.ai)
As condições normais de serviço especificadas nesta cláusula servem de base para a conceção, o fabrico, a
inspeção, o ensaio e a homologação de garrafas destinadas a ser montadas permanentemente em veículos e
utilizadas para armazenar gás natural à temperatura ambiente para utilização como combustível nos veículos.
ISO 11439:2013
https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
4.1.2 Vida útil 6b86d2a5046e/iso-11439-2013
A vida útil para a qual as garrafas são seguras deve ser especificada pelo fabricante da garrafa, com base na utilização
nas condições de serviço especificadas no presente documento. A vida útil máxima deve ser de 20 anos.

4.2 Pressões máximas


Esta norma internacional baseia-se numa pressão de funcionamento de 200 bar a 15 °C para o gás natural como
combustível, com uma pressão máxima de enchimento de 260 bar. Outras pressões de funcionamento podem ser
acomodadas ajustando a pressão pelo fator (rácio) apropriado; por exemplo, um sistema de pressão de
funcionamento de 240 bar exigirá que as pressões sejam multiplicadas por 1,20. Ver também o anexo E.

Exceto se as pressões tiverem sido ajustadas desta forma, a garrafa deve ser concebida para ser adequada para:

a) uma pressão de 200 bar a uma temperatura de assentamento de 15 °C;

b) a pressão máxima não deve exceder 260 bar, independentemente das condições de enchimento ou da temperatura.

4.3 Número de projeto de enchimento ciclos


As garrafas devem ser projectadas para serem enchidas até 1 000 vezes por ano de serviço.

4.4 Temperatura gama

4.4.1 Temperatura do gás sedimentado

Temperatura de assentamento do gás nas garrafas, que pode variar entre um mínimo de -40 °C e um máximo de +65 °C.

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4.4.2 Temperaturas do cilindro

As garrafas devem ser projectadas para condições de serviço que envolvam temperaturas entre -40 °C e +82 °C.
Prevê-se que as temperaturas do material da garrafa superiores a +65 °C sejam suficientemente locais, ou de duração
suficientemente curta, para que a temperatura do gás na garrafa nunca ultrapasse +65 °C, exceto nas condições do
ponto 4.4.3.

4.4.3 Temperaturas transitórias

As temperaturas do gás desenvolvidas nas garrafas durante o enchimento e a descarga podem variar para além dos
limites do ponto 4.4.1.

4.5 Gás composição

4.5.1 Geral

As garrafas devem ser concebidas de modo a tolerar o enchimento com gás natural que cumpra as especificações
das normas ISO 15403-1 e ISO/TR 15403-2, e quer com gás seco quer com gás húmido, conforme descrito nos
pontos 4.5.2 ou 4.5.3, respetivamente. O metanol e/ou o glicol não devem ser deliberadamente adicionados ao gás
natural.
NOTA Quando se suspeita que possam existir condições de gás húmido, verificou-se que um mínimo de 1 mg de óleo
de compressor por kg de gás evitou a corrosão das garrafas de aço.

4.5.2 Gás seco


O vapor de água deve ser limitado a menos de 32 mg/m3 (ou seja, um ponto de orvalho à pressão de -9 °C a 200
bar).
M á x i m o s de constituintes shSalTl bAe: PREVISÃO DO NDARD
Sulfureto de hidrogénio e outros solúveis(ss
ultfia
den
s dards.iteh.ai)
23 mg/m3

Oxigénio 1 % (fração volumétrica)


ISO 11439:2013
Hidrogénio,quandocilinhdttpesr:s//satarnedmaradns.uitefha.cati/ucrateadlofgr/sotamndaarsdtse/esilstw/4idt7h3adne1u4l-t0im51a4t-e4d8d-91ef- 2%(fraçãovolumétrica)
resistência à tração superior a 950 MPa 6b86d2a5046e/iso-11439-2013

4.5.3 Gás húmido

Para o gás com um teor de água superior ao do gás seco, os limites dos constituintes serão os seguintes
Sulfureto de hidrogénio e outros sulfuretos solúveis 23 mg/m3 máximo

Oxigénio 1 % (fração volumétrica) no máximo

Dióxido de carbono 3 % (fração volumétrica) no máximo

Hidrogénio 0,1 % (fração volumétrica) máximo

Óleo para compressores 1 mg/kg de gás natural, no mínimo (ver nota 4.5.1)

4.6 Superfícies exteriores


Não é necessário que as garrafas sejam projectadas para resistir à exposição contínua a ataques mecânicos ou
químicos (por exemplo, fugas da carga que possa ser transportada nos veículos ou danos graves por abrasão
provocados pelas condições da estrada). No entanto, as superfícies externas das garrafas devem ser
projectadas para resistir à exposição inadvertida a ataques mecânicos ou químicos, desde que a instalação seja feita
em conformidade com as instruções fornecidas com a garrafa.

O ataque mecânico ou químico pode resultar de ambientes :

a) água, quer por imersão intermitente quer por pulverização rodoviária;

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b) sal, devido ao funcionamento do veículo perto do oceano ou onde é utilizado sal para derreter gelo;

c) radiação ultravioleta da luz solar;

d) impacto da gravilha;

e) solventes, ácidos e álcalis, fertilizantes;

f) fluidos para automóveis, incluindo gasolina, fluidos hidráulicos, ácido de bateria, glicol e óleos;

g) gases de escape.

5 Inspeção e testes
A avaliação da conformidade pode ser efectuada de acordo com as regulamentações relevantes reconhecidas pelo(s)
país(es) onde as garrafas se destinam a ser utilizadas.

Para garantir a conformidade das garrafas com a presente Norma Internacional, estas devem ser sujeitas a
inspeção e ensaio em conformidade com os n.ºs 7, 8, 9 ou 10 e com o Anexo A, conforme apropriado à
construção. Esta inspeção deve ser efectuada por um organismo de inspeção autorizado, a seguir designado
por "inspetor", reconhecido nos países de utilização. O inspetor é competente para a inspeção das garrafas.

6 Aprovação de tipo procedure

6.1 Geral iTeh PREVISÃO PADRÃO


A homologação de tipo é composta por duas partes: (standards.iteh.ai)

a) aprovação do projeto, incluindo a apresentação de Ii SnOfo1r 1m4 3a9t : i2o0n1 3 p e l o fabricante ao inspetor, como
pormenorizada
no ponto 6.3. https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
ensaios6bc8a6dr2raie50d46oeu/isto-u1n1d43e9r-2t0h1e3
b) ensaios de protótipos, compreendendo supervisão do inspetor. O
o material, o projeto, o fabrico e o exame das garrafas devem ser comprovados como adequados ao serviço
previsto, cumprindo os requisitos dos ensaios de protótipo especificados nos n.os 7.5, 8.5, 9.5 ou 10.5 e no
Anexo A, conforme apropriado para o projeto específico da garrafa.

Os dados de ensaio devem também documentar as dimensões, as espessuras das paredes e os pesos de cada uma das garrafas de
ensaio.

6.2 Tipo aprovação


Os projectos de cilindros devem ser aprovados pelo inspetor. A informação deve ser apresentada pelo fabricante com um
pedido de aprovação ao inspetor, e deve incluir

a) declaração de serviço, em conformidade com o ponto 6.3;

b) dados de projeto, em conformidade com o ponto 6.4;

c) dados de fabrico, em conformidade com o ponto 6.5;

d) desempenho da fratura e dimensão do defeito NDE, em conformidade com 6.6;

e) folha de especificações, em conformidade com o ponto 6.7;

f) dados comprovativos adicionais, em conformidade com o ponto 6.8.

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6.3 Declaração de service


O objetivo da declaração de serviço é orientar os utilizadores e instaladores de garrafas, bem como informar o
inspetor. A declaração de serviço deve incluir:

a) uma declaração de que a conceção da garrafa é adequada para utilização nas condições de serviço definidas no
n.o 4 durante a vida útil da garrafa;

b) uma declaração da vida útil;

c) os requisitos mínimos de inspeção periódica;

d) uma especificação dos dispositivos de descompressão e do isolamento, caso exista;

e) uma especificação dos métodos de suporte, dos revestimentos de proteção e de quaisquer outros
elementos necessários mas não fornecidos;

f) uma descrição da conceção do cilindro;

g) quaisquer outras informações e instruções necessárias para garantir a utilização e a inspeção seguras da garrafa.

6.4 Conceção data

6.4.1 Desenhos

iTehSTANDARD PREVIEW
Os desenhos devem incluir, as a m
inimum:

a) título,
(stamnbder,adratde sof.itisseuh
fabricante, referênciace nu
aplicável; . ai)
e, a nd números d e r e v i s ã o com datas de emissão, se

b) referência a este tipo de cilindro International Standa I S r O d a1n4d39


:th2e01c3ylinder type;
https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
c) todas as formas mensões
de fecho de cilindros
comple 6dit2ha5t0di
te w
6b8 o4l6eer/aisn
o-c1e1s4,3i9n-c2l0u1d3pormenoresdasroscas de formas de fecho, aberturas,
extremidadee de gola;

d) capacidade de água e massa (incluindo quaisquer acessórios permanentes), com tolerância, das garrafas;

e) especificações do material, propriedades mecânicas (incluindo tolerâncias, se aplicável) e, no caso de garrafas


ou invólucros metálicos, a gama de dureza especificada;

f) outros dados, tais como pressão de funcionamento, pressão de autofixação, pressão de ensaio, pressão de
rutura mínima de projeto, vida útil de projeto;

g) pormenores do sistema de proteção contra incêndios e de qualquer revestimento protetor exterior.

6.4.2 Relatório de análise de tensões

Deve ser efectuada uma análise de tensões por elementos finitos ou outra análise de tensões. Deve ser fornecido um
quadro com o resumo das tensões calculadas.

6.4.3 Dados de propriedade do material

Deve ser fornecida uma descrição dos materiais e das tolerâncias das propriedades dos materiais utilizados no
projeto. Devem também ser apresentados dados de ensaios que caracterizem as propriedades mecânicas e a aptidão dos
materiais para serviço nas condições especificadas no ponto 4.

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6.4.4 Proteção contra incêndios

Deve ser especificada a disposição dos dispositivos de descompressão e o isolamento, se previsto, que protegerão a
de rutura súbita quando exposta às condições de incêndio referidas em A.15. Os dados de ensaio devem comprovar
a eficácia do sistema de proteção contra incêndios especificado.
NOTA Um fabricante pode especificar localizações alternativas de PRD para instalações específicas de veículos.

6.5 Dados de fabrico


Devem ser fornecidos pormenores dos processos de fabrico, dos exames não destrutivos, dos ensaios de produção e
dos ensaios de lotes. Devem ser especificados os processos de produção, como o tratamento térmico, a enformação
final, a relação resina-mistura, a tensão e a velocidade do filamento para o enrolamento de tensão controlada, os
tempos e temperaturas de cura e os procedimentos de autofixação.

Devem também ser especificados o acabamento da superfície, os pormenores da rosca, os critérios de aceitação
para o exame ultrassónico (ou equivalente) e os tamanhos máximos dos lotes para os ensaios de lotes.

6.6 Desempenho da fratura e defeito de exame não destrutivo (NDE) size


O fabricante deve especificar a dimensão máxima do defeito, para efeitos de exame não destrutivo, que garanta o
comportamento de rutura por fuga antes da rutura (LBB) e evite a falha por fuga ou rutura da garrafa durante a sua
vida útil. A dimensão máxima do defeito deve ser estabelecida por um método adequado ao projeto.
NOTA oC
D
Um exemplo de um método a d e q u a d o é inDAnAneRx. PREVIEW
6.7 Ficha de (standards.iteh.ai)
especificações
Um resumo dos documentos que fornecem a s informaçõesImSOat1io14n3r9e:2q0u13 e x i g i d a s no n.o 6.2 deve ser enumerado numa ficha de
especificações paracadagarrafadesenhada.:/T/shtaendtairtdlse,iterhe.faei/rceatnalcoeg/nstuanmdabrdesr/,sirset/v4dis7i3odne1n4u-0m51b4e-r4sd8adn-d91defa-tesdaemissãooriginale das
versões de cada documento devem ser6gb8iv6edn2a. 5A0l4l6deo/iscou-m11e4n39ts-2s0h1a3ll ser assinados ou rubricados pelo emitente.

6.8 Dados adicionais de apoio


Podem ser fornecidos dados adicionais que apoiem o pedido.

6.9 Certificado de homologação de tipo


Se os resultados da homologação em conformidade com o n.o 6.1 e do ensaio do protótipo em conformidade com
os n.os 7.5, 8.5, 9.5 ou 10.5 e com o Anexo A, conforme adequado ao projeto específico de garrafa, forem
satisfatórios, o inspetor emite um certificado de homologação de ensaio.
NOTA O anexo D apresenta um exemplo de certificado de homologação.

7 Requisitos para garrafas metálicas do tipo 1

7.1 Geral
Esta Norma Internacional não fornece fórmulas de projeto nem enumera as tensões ou deformações
admissíveis, mas exige que a adequação do projeto seja estabelecida por cálculos apropriados e demonstrada por
ensaios que mostrem que as garrafas são aprovadas nos ensaios de materiais, de qualificação do projeto, de
produção e de lotes especificados.

O projeto deve garantir um modo de falha "fuga antes de rutura" durante o funcionamento normal.

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7.2 Materiais

7.2.1 Requisitos gerais

Os materiais utilizados devem ser adequados às condições de serviço especificadas no ponto 4. O projeto não deve
ter materiais incompatíveis em contacto uns com os outros.

7.2.2 Controlos da composição química

7.2.2.1 Aço

Os aços devem ser retificados com alumínio e/ou silício. A composição química de todos os aços deve ser declarada
e definida, pelo menos, por

a) os teores de carbono, manganês, alumínio e silício em todos os casos;

b) os teores de crómio, níquel, molibdénio, boro e vanádio, bem como os de quaisquer outros elementos de liga
intencionalmente adicionados.

O teor de enxofre e de fósforo na análise do gesso não deve exceder os valores indicados no quadro 1.

Quadro 1 - Limites máximos de enxofre e de fósforo

enxofre 0,010 % em massa


iT eh RD P0,0R20E%Vpor
STAphNospDhoArus ImEasWs

7.2.2.2 Alumínio (stISO


and11439:2013
ard s.ite0h,02.5a%i)em massa
sulfur + phosphorus

https://standards.iteh.ai/catalog/standards/sist/4d73de14-0514-4d8d-91ef-
As ligas de alumínio podem ser utilizadas para p6rbo
86ddu2cae50c4y6lei/nisd
o-e1r1s43p9r-o2v01id3 e d que satisfazem todos os requisitos da presente
Norma Internacional e têm teores máximos de chumbo e bismuto não superiores a 0,003 %.
NOTA Uma lista de ligas registadas é mantida pela Aluminium Association Inc.2) e pode ser encontrada em "International
Registration Records", intitulada "International Alloy Designations and Chemical Composition Limits for Wrought Aluminium
and Wrought Aluminium Alloys".

7.3 Conceção Requisitos

7.3.1 Pressão de ensaio

A pressão mínima de ensaio utilizada no fabrico deve ser 1,5 vezes a pressão de serviço.

7.3.2 Pressão de rutura

A pressão mínima de rebentamento não deve ser inferior a 2,25 vezes a pressão de serviço.

7.3.3 Análise de tensões

As tensões na garrafa são calculadas para a pressão de funcionamento, a pressão de ensaio e a pressão de
rutura de projeto. Os cálculos devem utilizar uma análise adequada para estabelecer distribuições de tensões
que justifiquem as espessuras mínimas de projeto das paredes.

2) Aluminum Association Inc., 900 19th Street N.W., Washington D.C., 20006-2168, EUA.

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