00980643392 - Adriana de Araújo Fortes Cavalcante
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OBRAS RODOVIÁRIAS
TERRAPLENAGEM
Prof. Marcus Campiteli
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INTRODUÇÃO
Prof. Marcus Campiteli
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TERRAPLENAGEM
❑ SERVIÇOS PRELIMINARES
❑ CORTE
❑ ATERRO
❑ BOTA-FORA
❑ EMPRÉSTIMO
Introdução
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TERRAPLENAGEM
Operações Principais
❑ ESCAVAÇÃO
❑ CARREGAMENTO OU CARGA
❑ TRANSPORTE
❑ DESCARREGAMENTO OU DESCARGA E ESPALHAMENTO
❑ COMPACTAÇÃO DE ATERROS
Introdução
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TERRAPLENAGEM
❑ Conjunto de operações necessárias à escavação e movimentação de solos
e rochas, removendo-se o excesso de material de uma região para outra
em função de sua escassez.
Introdução
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CORTE
❑ Segmentos de rodovia, em que a implantação requer a
escavação do terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos
limites das seções do projeto (off-sets) que definem o corpo
estradal, o qual corresponde à faixa terraplenada.
Introdução
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CORTE – SEÇÃO TRANSVERSAL
Introdução
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CORTE – SEÇÃO TRANSVERSAL
Introdução
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ATERRO
❑ Segmentos de rodovia cuja implantação requer depósito de
materiais provenientes de cortes/empréstimos no interior dos
limites das seções de projeto (off-sets) que definem o corpo
estradal, o qual corresponde à faixa terraplenada.
Introdução
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ATERRO – SEÇÃO TRANSVERSAL
Introdução
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SEÇÃO MISTA – SEÇÃO TRANSVERSAL
Introdução
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SEÇÃO TRANSVERSAL
Introdução
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IBFC/2015
Com base na figura, podemos afirmar que trata de uma seção:
a) mista b) simples c) aterro d) única
Introdução
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DESMATAMENTO, DESTOCAMENTO E LIMPEZA
(DNIT 104/2009-ES)
❑ DESMATAMENTO:
❑ Corte e remoção da vegetação
Introdução
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DESMATAMENTO COM TRATOR DE
ESTEIRAS COM LÂMINA
Introdução
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REMOÇÃO DO SOLO ORGÂNICO
Introdução
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TERMOS COMUNS
❑ COTA VERMELHA: alturas de cortes e aterros
❑ OFF-SETS: linhas de estacas demarcadoras da área de
execução dos serviços.
Introdução
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CORTES E ATERROS – PERFIL LONGITUDINAL
COTAS VERMELHAS
Introdução
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OFF-SETS – ATERRO – SEÇÃO TRANSVERSAL
Introdução
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OFF-SETS – CORTE – SEÇÃO TRANSVERSAL
Introdução
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DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE - DMT
❑ Distância média de transporte entre o centro de massa do
corte ao centro de massa do aterro/bota-fora
❑ pode impactar significativamente os custos
❑ deve-se buscar a menor DMT possível
Introdução
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CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA TERRAPLENAGEM
(DNIT 106/2009-ES)
❑ 1ª CATEGORIA
❑ Solos em geral
❑ Ø ≤ 15 cm
❑ uso de dozer (trator com lâmina) ou scraper
Introdução
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CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS P/ TERRAPLENAGEM
(DNIT 106/2009-ES)
❑ 2ª CATEGORIA
❑ Solos de resistência ao desmonte mecânico < rocha não
alterada
❑ Uso de escarificador e uso eventual de explosivos
❑ Blocos de rocha < 2 m3
❑ Matacões ou pedras com 15 cm < Ø < 1 m
Introdução
Prof. Marcus Campiteli
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CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS P/ TERRAPLENAGEM
(DNIT 106/2009-ES)
❑ 3ª CATEGORIA
❑ Materiais com resistência ao desmonte mecânico = rocha
não alterada
❑ Emprego contínuo de explosivos
❑ Blocos de rocha ≥ 2 m3 ou Ø > 1 m
Introdução
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FCC/EMAE/2018
40 - Durante o processo de execução dos serviços de terraplenagem de um
terreno de grande porte, o engenheiro responsável pela obra mediu os
serviços para a elaboração do orçamento. O material excedente foi
considerado como de 2ª categoria. Esse tipo de material
(A) exige emprego contínuo de explosivos.
(B) inclui os blocos de rocha de volume inferior a 2 m3.
(C) inclui os blocos de rocha de volume superior a 5 m3.
(D) inclui os solos em geral com diâmetro máximo de 0,15 m.
(E) dispensa o emprego de equipamento de escarificação.
Introdução
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FCC/EMAE/2018
40 - Durante o processo de execução dos serviços de terraplenagem de um
terreno de grande porte, o engenheiro responsável pela obra mediu os
serviços para a elaboração do orçamento. O material excedente foi
considerado como de 2ª categoria. Esse tipo de material
(A) exige emprego contínuo de explosivos.
(B) inclui os blocos de rocha de volume inferior a 2 m3.
(C) inclui os blocos de rocha de volume superior a 5 m3.
(D) inclui os solos em geral com diâmetro máximo de 0,15 m.
(E) dispensa o emprego de equipamento de escarificação.
Introdução
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EMPOLAMENTO
(Manual de Implantação Básica de Rodovia do DNIT - 2010)
❑ Expansão volumétrica do solo quando removido do seu
estado natural.
❑ Fator de empolamento = V corte / V solto
❑ Empolamento (%) = (V solto / V corte) – 1
❑ O volume medido no corte < volume solto transportado
Introdução
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EMPOLAMENTO
(Manual de Implantação Básica de Rodovia do DNIT - 2010)
Introdução
Prof. Marcus Campiteli
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IBFC/2017
25 - Em terraplenagem pode-se executar cortes, aterros ou ambos. No caso
de cortes, deverá ser adotado um volume de solo correspondente à área de
seção multiplicada pela altura média, acrescentando-se um percentual de
__________________, que é o aumento de volume de um material, quando
removido de seu estado natural e é expresso como uma porcentagem do
volume no corte. Assinale a alternativa que completa corretamente a
lacuna.
a) Solapamento b) Empolamento c) Compactação d) Assoreamento
Introdução
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IBFC/Pref. Divinópolis/2017
25 - Em terraplenagem pode-se executar cortes, aterros ou ambos. No caso
de cortes, deverá ser adotado um volume de solo correspondente à área de
seção multiplicada pela altura média, acrescentando-se um percentual de
__________________, que é o aumento de volume de um material, quando
removido de seu estado natural e é expresso como uma porcentagem do
volume no corte. Assinale a alternativa que completa corretamente a
lacuna.
a) Solapamento b) Empolamento c) Compactação d) Assoreamento
Introdução
Prof. Marcus Campiteli
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FCC/TCE-RS/2014
7 - Nos trabalhos de terraplenagem, sabendo-se que a relação entre o
volume de material no corte e o volume de material solto de terra comum
seca é 0,80, a porcentagem de empolamento é
(A) 55. (B) 25. (C) 80. (D) 35. (E) 40.
Introdução
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FCC/TCE-RS/2014
7 - Nos trabalhos de terraplenagem, sabendo-se que a relação entre o
volume de material no corte e o volume de material solto de terra comum
seca é 0,80, a porcentagem de empolamento é
(A) 55. (B) 25. (C) 80. (D) 35. (E) 40.
Introdução
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Vunesp/Fundação Casa/2013
52 - Ao se efetuar um movimento de terra, admite-se um empolamento de
20% para terra comum seca, que no estado natural tem um peso específico
de 2.400 kgf/m3. No estado solto, o peso específico é de
(A) 1.200 kgf/m3.
(B) 1.500 kgf/m3.
(C) 1.840 kgf/m3.
(D) 2.000 kgf/m3.
(E) 160 kgf/m3.
Introdução
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Vunesp/Fundação Casa/2013
52 - Ao se efetuar um movimento de terra, admite-se um empolamento de
20% para terra comum seca, que no estado natural tem um peso específico
de 2.400 kgf/m3. No estado solto, o peso específico é de
(A) 1.200 kgf/m3.
(B) 1.500 kgf/m3.
(C) 1.840 kgf/m3.
(D) 2.000 kgf/m3.
(E) 160 kgf/m3.
Introdução
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IBFC/PC-RJ/2013
57 - Entre o volume do material no corte de origem e o volume que este
mesmo material ocupará no aterro, existe uma relação que é denominada:
a) inchamento.
b) fator de homogeneização.
c) fator de compactação.
d) compressibilidade.
e) fator de empolamento.
Introdução
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IBFC/PC-RJ/2013
57 - Entre o volume do material no corte de origem e o volume que este
mesmo material ocupará no aterro, existe uma relação que é denominada:
a) inchamento.
b) fator de homogeneização.
c) fator de compactação.
d) compressibilidade.
e) fator de empolamento.
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BOTA-FORA
(DNIT 108/2009-ES)
❑ Material de escavação de cortes, não aproveitado nos
aterros, devido sua má qualidade, ao seu volume ou à excessiva
distância de transporte, e que é transportado para fora da
plataforma da rodovia, de preferência dentro da faixa de
domínio, quando possível.
Introdução
Prof. Marcus Campiteli
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EMPRÉSTIMOS
❑ Áreas indicadas no projeto, ou, selecionadas, onde serão
escavados materiais a utilizar na execução da plataforma da
rodovia, nos segmentos em aterro.
Introdução
Prof. Marcus Campiteli
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EMPRÉSTIMOS
❑ Sempre que possível, deverão ser executados empréstimos
contíguos ao corpo estradal, resultando a escavação em
alargamentos dos cortes.
Introdução
Prof. Marcus Campiteli
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Cebraspe/TCE-SC/2016
89 - Para diminuir custos, recomenda-se a priorização do estudo de
empréstimos laterais na composição do corpo de aterro.
Introdução
Prof. Marcus Campiteli
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OBRIGADO
Prof. Marcus Campiteli
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