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A Rede RevFinal

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A rede

FUNDAÇÕES DO FORTE

A REDE

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5
A rede

LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Conceito de rede doméstica ..................................................................... 8


Figura 2 – Pequena rede corporativa ........................................................................ 9
Figura 3 – Esquema de rede cliente-servidor ............................................................ 10
Figura 4 – “Micropessoinhas” tentando conectar um cabo de rede em um access
point .......................................................................................................................... 11
Figura 5 – Dispositivos .............................................................................................. 12
Figura 6 – Cabo de par trançado............................................................................... 13
Figura 7 – Fibra óptica .............................................................................................. 13
Figura 8 – Meios físicos ............................................................................................ 14
Figura 9 – Serviços ................................................................................................... 14
Figura 10 – Símbolos para Diagramas de Topologia de Redes ................................ 15
Figura 11 – Diagramas de Topologia Física .............................................................. 16
Figura 12 – Diagramas de Topologia Lógica ............................................................. 16
Figura 13 – Traseira de um roteador de internet ....................................................... 17
Figura 14 – Redes do tipo LAN e WAN ..................................................................... 19
Figura 15 – Intranet e extranet .................................................................................. 20
Figura 16 – Conexões com a internet ....................................................................... 21
Figura 17 – Internet empresarial ............................................................................... 23
Figura 18 – Tolerância a falhas ................................................................................. 25
Figura 19 – Escalabilidade ........................................................................................ 25
Figura 20 – Qualidade de serviço.............................................................................. 27
Figura 21 – Segurança .............................................................................................. 28

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A rede

SUMÁRIO

A REDE ..................................................................................................................... 4
1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 4
2 GLOBALMENTE CONECTADOS .......................................................................... 4
3 REDES DE VÁRIOS TAMANHOS ......................................................................... 7
4 TIPOS DE REDES ................................................................................................. 17
5 CONEXÕES COM A INTERNET ........................................................................... 20
6 ARQUITETURA DE REDES .................................................................................. 23
6.1 Tolerância a falhas .............................................................................................. 23
6.2 Escalabilidade ..................................................................................................... 25
6.3 Qualidade de Serviço .......................................................................................... 26
6.4 Segurança ........................................................................................................... 27
CONCLUSÃO............................................................................................................ 28
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 30

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A rede

A REDE

1 INTRODUÇÃO

Estamos em um ponto crucial em relação ao uso da tecnologia para ampliar e


fortalecer nossa capacidade de comunicação. A globalização da internet teve um
sucesso mais rápido do que jamais poderíamos imaginar: a maneira como as
interações sociais, comerciais, políticas e pessoais ocorrem está mudando
rapidamente para acompanhar a evolução dessa rede global.

No próximo estágio de nosso desenvolvimento, inovadores usarão a internet


como ponto de partida para seus esforços – criando produtos e serviços
especificamente desenhados para utilizar os recursos da rede. À medida que
desenvolvedores aumentam o limite do que é possível, as capacidades das redes
interligadas que formam a internet desempenharão um papel cada vez maior no
sucesso desses projetos.

Este capítulo apresenta a plataforma de redes de dados da qual nossas


relações sociais e comerciais dependem cada vez mais. O material serve de
fundamento para explorar serviços, tecnologias e questões encontradas por
profissionais de rede à medida que eles desenham, constroem e mantêm essa rede
moderna.

2 GLOBALMENTE CONECTADOS

Entre todas as coisas essenciais para a existência humana, a necessidade de


interagir com os outros está logo abaixo das nossas necessidades básicas. A
comunicação é quase tão importante para nós quanto nossa necessidade de ar, água,
comida e abrigo.

No mundo de hoje, com o uso de redes, estamos conectados como nunca


antes. Pessoas que têm ideias podem se comunicar instantaneamente com outras
para tornar seus planos realidade. Novos acontecimentos e descobertas tornam-se
conhecidos no mundo inteiro em questão de segundos e indivíduos podem até mesmo
se conectar e jogar com amigos que se encontram em outros continentes, separados
por oceanos.

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A rede

Imagine um mundo sem a internet: sem Google, YouTube, mensagens


instantâneas, Facebook, Wikipédia, jogos on-line, Netflix, iTunes e fácil acesso a
informações atuais. Imagine não haver mais sites de comparação de preços, ter que
enfrentar filas por não poder fazer compras on-line, a não possibilidade de pesquisar
rapidamente números telefônicos e não conseguir encontrar direções no mapa para
várias localizações com apenas o clique de um botão. Como nossa vida seria diferente
sem tudo isso? Pois esse é o mundo em que vivíamos há apenas 25 anos. Contudo,
ao longo de todos esses anos, as redes de dados lentamente se expandiram e foram
replanejadas para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Os avanços nas tecnologias de redes são talvez as mudanças mais


significativas ocorridas no mundo hoje e estão ajudando a criar um mundo onde as
fronteiras nacionais, as distâncias geográficas e as limitações físicas se tornam
obstáculos cada vez mais escassos e menos relevantes.

A internet mudou a forma em que ocorrem interações sociais, comerciais,


políticas e pessoais. A natureza imediata das comunicações na internet incentiva a
formação de comunidades globais. As comunidades globais, por sua vez, permitem a
interação social, que não depende de localização ou fuso horário. A criação de
comunidades on-line para a troca de ideias e de informações tem o potencial de
aumentar as oportunidades de produtividade ao redor do mundo.

A globalização da internet levou a novas formas de comunicação que


possibilitam aos indivíduos criar informações que podem ser acessadas por um
público global.

Algumas formas de comunicação incluem:

• Mensagens de texto: permitem a comunicação instantânea, em tempo


real, entre duas ou mais pessoas.

• Mídias sociais: consistem em sites interativos nos quais as pessoas e as


comunidades criam conteúdo e o compartilham com amigos, família,
colegas e, é claro, com o mundo.

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A rede

• Ferramentas de colaboração: sem as restrições de localização ou fuso


horário, os indivíduos podem conversar, geralmente por vídeo interativo, em
tempo real. A ampla distribuição de redes de dados significa que pessoas
em localidades remotas podem contribuir em igualdade de condições com
pessoas em grandes centros populacionais.

• Blogs: abreviação da palavra weblogs, são páginas Web fáceis de atualizar


e editar. Diferentemente de sites comerciais, os blogs oferecem a qualquer
pessoa uma maneira de comunicar suas ideias a um público global sem
que, para isso, precise ter conhecimento técnico sobre web design.

• Wikis: são páginas que grupos de pessoas podem editar e ver em conjunto;
enquanto um blog é mais um diário individual e pessoal, uma wiki é uma
criação em grupo, algo feito “a várias mãos”. Como tal, pode estar sujeita a
maior revisão e edição. Várias empresas usam wikis como ferramenta de
colaboração interna e a implementação mais famosa é a Wikipédia.

• Podcasting: possibilita a divulgação das gravações para um público maior.


O arquivo de áudio é divulgado em um site (ou blog, wiki, feedback ou
serviços de streaming, como o Spotify) e as pessoas podem fazer download
e ouvir a gravação em seus computadores, laptops e outros dispositivos
móveis.

• Compartilhamento ponto a ponto (P2P): permite que pessoas


compartilhem arquivos com outras sem ter de armazená-los e baixá-los de
um servidor central. Ao instalar o software P2P, o dispositivo (móvel ou não)
coordena suas atividades de compartilhamento entre os outros dispositivos,
sem a necessidade de uma entidade central ditando as regras.

A implementação mais famosa, o BitTorrent, não foi largamente adotado, pois


muitos dos arquivos compartilhados nesse modelo são músicas, séries de TV e filmes,
o que viola as leis de materiais protegidos por direitos autorais. Contudo, é importante
frisar que a tecnologia é legítima e pode ser utilizada para compartilhamento de
arquivos legais, como softwares de código-fonte aberto, por exemplo, além de outros
desdobramentos (como o Blockchain, mas este é um assunto para outro momento).

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A rede

No mundo comercial, as redes de dados foram usadas inicialmente por


empresas para registrar e gerenciar internamente informações financeiras, dados
sobre o cliente e sistemas de cálculo de folha de pagamento de funcionários. Essas
redes comerciais evoluíram para possibilitar a transmissão de vários tipos de serviços
de informação, incluindo e-mails, vídeos, troca de mensagens e telefonia.

A aceitação do uso de redes para fornecer treinamento eficiente e barato aos


funcionários tem crescido. As oportunidades de ensino on-line podem diminuir viagens
demoradas e dispendiosas bem como garantir que todos os funcionários sejam
adequadamente treinados para desempenhar suas funções de maneira segura e
produtiva.

A internet é usada para formas tradicionais de entretenimento, pois ouvimos


músicas, vemos filmes, lemos livros inteiros; eventos esportivos e shows ao vivo
podem ser vistos enquanto estão acontecendo, ou gravados e assistidos sempre que
forem solicitados.

As redes possibilitam ainda a criação de novas formas de entretenimento, como


os jogos on-line. Jogadores participam de qualquer tipo de competição on-line que os
criadores de jogos possam imaginar. Competimos com amigos e “inimigos” ao redor
do mundo como se estivéssemos na mesma sala.

Mesmo atividades off-line são aperfeiçoadas usando serviços de colaboração


em rede: comunidades globais de interesse cresceram rapidamente. Compartilhamos
experiências comuns e passatempos muito além da vizinhança, cidade ou região
local. Fãs de esportes trocam opiniões e fatos sobre seus times favoritos.
Colecionadores mostram coleções premiadas e recebem respostas de especialistas
sobre elas.

3 REDES DE VÁRIOS TAMANHOS

Bem, existem redes de vários tamanhos. Elas podem ser desde redes simples,
que consistem em dois computadores interligados, a redes que conectam milhões de
dispositivos, e podemos classificá-las por tamanho e uso.

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A rede

As redes pequenas domésticas, por exemplo, permitem o


compartilhamento de recursos, como impressoras, documentos, imagens e
música entre alguns computadores locais. Trata-se de redes cada vez mais
heterogêneas, pois interligamos desktops, laptops, smartphones, smartTVs,
assistentes virtuais (como o Google Home ou o Amazon Echo), alarmes, lâmpadas
inteligentes, porta-retratos digitais, entre vários outros dispositivos; a Internet das
Coisas não é o futuro, é o presente!

Figura 1 – Conceito de rede doméstica


Fonte: Shutterstock (2019)

As redes de escritórios domésticos e as redes de pequenos escritórios


são geralmente configuradas por profissionais que trabalham de casa ou de um
escritório remoto e precisam se conectar a uma rede corporativa ou a outros
recursos centralizados. Além disso, muitos empreendedores independentes usam o
escritório doméstico e as redes de pequenos escritórios para anunciar e vender
produtos, fazer pedidos e se comunicar com clientes. Na verdade, é cada vez mais
difícil saber onde o escritório acaba e a residência começa.

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A rede

Figura 2 – Pequena rede corporativa


Fonte: Shutterstock (2019)

No entanto, nos negócios e em grandes empresas, as redes podem ser usadas


em uma escala ainda mais ampla para fornecer consolidação, armazenamento e
acesso a informações em servidores de rede. As redes permitem também uma
comunicação rápida, como e-mail, sistema de mensagens instantâneas e colaboração
entre funcionários. Além dos benefícios internos, muitas empresas usam suas redes
para oferecer produtos e serviços aos clientes por meio da conexão com a internet.

A internet é a maior rede que existe. Na verdade, o termo internet significa uma
“rede de redes”. A internet é literalmente uma coleção de redes públicas e
privadas interligadas, como as descritas acima.

Todos os computadores conectados a uma rede que participam diretamente de


sua comunicação são classificados como hosts e também podem ser chamados de
dispositivos finais.

Servidores são computadores com um software que lhes permite fornecer


informações, como e-mail ou páginas web, a outros dispositivos finais na rede; é por
isso que recebem esse nome – eles prestam serviço a outros hosts que, nesta
situação, são chamados de clientes.

Cada serviço de rede (páginas web, e-mail, entre outros) exige um software de
servidor separado. Por exemplo, para distribuir páginas de hipertexto (textos, imagens
e vídeos), um servidor precisa ter um software de serviço web instalado e configurado
(o mais utilizado, inclusive, é o famoso Apache HTTP Server).

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A rede

Um único servidor pode fornecer vários serviços simultaneamente para um ou


vários clientes. Embora, em geral, os serviços sejam espalhados em servidores
diferentes por razões de segurança e também para que não concorram com os
recursos físicos, como processador, memória e espaço de armazenamento (leia os
capítulos 9 e 10 desta fase, respectivamente, para um esclarecimento mais detalhado
desse ponto).

Contudo, quando a necessidade se apresenta, um único computador pode


executar vários tipos de software de servidor. Em casa ou em uma empresa pequena,
talvez seja necessário que um computador atue como um servidor de arquivos, um
servidor web e um servidor de e-mail, tudo junto e misturado.

Os clientes, por sua vez, são computadores com software instalado, o que
permite a eles solicitar os serviços desses servidores e exibir os resultados obtidos.
Um exemplo típico de software-cliente é um navegador web, como Google Chrome
ou Mozilla Firefox (você, não, Microsoft Edge, estamos falando aqui de navegadores
web sérios).

Um único computador também pode executar vários tipos de software-cliente e


é por essa razão que esses equipamentos são chamados de máquinas de múltiplo
propósito (até porque, se a gente fosse comprar uma para cada coisa, já viu, né?).
Por exemplo, um usuário pode verificar e-mails e exibir uma página web enquanto
envia mensagens instantâneas e ouve rádio pela internet (tá bom, podcast).

Figura 3 – Esquema de rede cliente-servidor


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

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A rede

O caminho que uma mensagem percorre da origem ao destino pode ser tão
simples quanto um único cabo conectando um computador a outro ou tão complexo
quanto um conjunto de redes que literalmente atravessa o globo. Essa infraestrutura
de rede fornece o canal estável e confiável sobre o qual essas comunicações podem
ocorrer. A infraestrutura de rede contém três categorias de componentes de rede:
dispositivos, meios físicos e serviços!

Dispositivos e meios físicos são os elementos físicos ou o hardware da rede. O


hardware é geralmente composto pelos componentes visíveis da plataforma de rede,
tais como um laptop, um PC, um switch, um roteador, um access point sem fio ou os
cabos usados para conectar os dispositivos.

Figura 4 – “Micropessoinhas” tentando conectar um cabo de rede em um access point


Fonte: Shutterstock (2019)

Aliás, se você é marinheiro de primeira viagem e acredita que um dia nos


“livraremos” dos cabos azuis de rede (como na Figura “‘Micropessoinhas’ tentando
conectar um cabo de rede em um access point”) e que o futuro é sem fio e tudo o
mais, saiba que uma conexão via satélite jamais será tão veloz quanto um cabo de
fibra óptica submarino, e o 5G (que parece ótimo) não vai bater a conexão de fibra
óptica saindo do poste e chegando à parede de sua sala.

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A rede

Ok, talvez você seja um aluno de 2145 e esteja rindo muito do meu “jamais”,
mas, em minha defesa, outras pessoas mais brilhantes já cometeram gafes
futurológicas piores (sim, estou falando de você, Bill Gates, e seu “640 KB de memória
em um computador pessoal é o suficiente para qualquer pessoa” (KLEINA, 2015) e
acredito em poder cravar, com uma certa segurança, que o futuro da conectividade é
híbrido.

Voltando aos dispositivos de rede, aqueles com os quais as pessoas estão mais
familiarizadas, são chamados de dispositivos finais e também são a origem ou o
destino de uma mensagem transmitida pela rede, como mostra a Figura “Dispositivos”.
Para distinguir um dispositivo final de outro, cada dispositivo final em uma rede é
identificado por um endereço. Quando um dispositivo final inicia uma comunicação,
ele usa o endereço do dispositivo final de destino a fim de especificar para onde a
mensagem deve ser enviada.

Figura 5 – Dispositivos
Fonte: Cisco Network Academy (2019)

A comunicação por uma rede é transmitida por um meio, que fornece o canal
sobre o qual a mensagem viaja da fonte ao destino (vide Figura “Meios físicos”).

Redes modernas usam basicamente três tipos de meio para interconectar


dispositivos e fornecer o caminho pelo qual os dados podem ser transmitidos. Esses
meios físicos são:

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A rede

• Fios metálicos dentro de cabos: os dados são codificados em impulsos


elétricos. Nessa categoria, além do cabo coaxial que sua operadora de TV
a cabo insiste em usar para sua conexão de banda larga, temos também
o famoso “cabo azul”, ou cabo de par trançado, composto por quatro pares
de fio entrelaçados.

Figura 6 – Cabo de par trançado


Fonte: Shutterstock (2019)

• Fibras de vidro ou plástico (cabo de fibra óptica): os dados são


codificados como pulsos de luz e decodificados em pulsos elétricos
novamente. Definitivamente, a melhor forma de se viajar (se os seus dados
tivessem escolha).

Figura 7 – Fibra óptica


Fonte: Shutterstock (2019)

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A rede

• Transmissão sem fio: os dados são codificados como comprimentos de


onda do espectro eletromagnético e propagados no espaço. Uma salva de
palmas para o Marconi, o Tesla (o inventor, não o carro) e todas as
pessoas brilhantes que tornaram isso possível.

Figura 8 – Meios físicos


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

Diferentes tipos de meios de rede possuem diferentes características e


benefícios. Nem todos os meios de rede têm as mesmas características ou são
apropriados para a mesma finalidade.

Os diagramas de redes podem usar símbolos para representar os diferentes


dispositivos e conexões que formam uma rede. Na Figura “Serviços”, mostramos um
exemplo com a indicação dos seus serviços.

Figura 9 – Serviços
Fonte: Cisco Network Academy (2019)

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A rede

Um diagrama fornece uma maneira fácil e rápida de entender a forma como os


dispositivos em uma rede extensa estão conectados. Esse tipo de “fotografia” de uma
rede é conhecido como um Diagrama de Topologia. A capacidade de reconhecer as
representações lógicas dos componentes físicos de rede é crucial para se permitir
visualizar a organização e a operação de uma rede.

Figura 10 – Símbolos para Diagramas de Topologia de Redes


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

Existem, no entanto, dois tipos de Diagramas de Topologia. São eles:

• Diagramas de Topologia Física: identificam a localização física de


dispositivos intermediários e a instalação de cabos.

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A rede

Figura 11 – Diagramas de Topologia Física


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

• Diagramas de Topologia Lógica: identificam dispositivos, portas e o


esquema de endereçamento.

Figura 12 – Diagramas de Topologia Lógica


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

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A rede

As topologias mostradas nos exemplos de Diagramas Físico e Lógico são


apropriadas para seu nível de entendimento neste momento do curso. Procure
“Diagramas de Topologia de Rede” na internet caso queira ver alguns exemplos mais
complexos.

4 TIPOS DE REDES

Infraestruturas de rede podem variar muito em termos de:

• tamanho da área coberta;

• número de usuários conectados;

• número e tipos de serviços disponíveis;

• área de responsabilidade.

A Figura “Traseira de um roteador de internet” mostra os dois tipos mais


comuns de infraestruturas de rede, que são os clássicos que compõem o roteador de
internet que há na sua sala e respondem à pergunta: Por que as conexões de rede do
meu roteador tem cores diferentes?

Figura 13 – Traseira de um roteador de internet


Fonte: Shutterstock (2019)

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A rede

• Rede de Área Local (Local Area Network, LAN): uma infraestrutura de


rede que fornece acesso aos usuários e dispositivos finais em uma
pequena área geográfica, geralmente uma rede corporativa, residencial ou
de pequena empresa pertencente e gerenciada por um indivíduo ou um
departamento de TI.

Em seu cenário doméstico, é a pequena rede que abrange apenas sua


residência (por isso, o “local”), formada pelo seu laptop, smartphone,
smartTV e outros gadgets tecnológicos limitados apenas pelo seu
orçamento.

Na maioria dos casos, estão ligados sem fio no padrão IEEE 802.11
a/b/e/g/n/r/ac/ad, o qual chamaremos, por ora, apenas de “Wi-Fi”, mas
podem ser ligados de forma cabeada (como, provavelmente, é o caso da
SmartTV) no padrão RJ45 (um clássico). Por isso, o roteador geralmente
tem quatro “portinhas” desse tipo (como na Figura “Traseira de um
roteador de internet”).

• Rede de Longa Distância (Wide Area Network, WAN): uma


infraestrutura de rede que fornece acesso a outras redes em uma grande
área geográfica, que geralmente pertence e é gerenciada por um provedor
de serviços de telecomunicações. Na Figura “Traseira de um roteador de
internet”, a porta WAN está no formato RJ45, mas pode ser encontrada no
formato coaxial (típico de provedor de TV a cabo) ou ainda em fibra óptica
(se você for um privilegiado).

Outros tipos de redes incluem:

• Rede metropolitana (MAN): uma infraestrutura de rede que abrange uma


área física maior que uma LAN, porém menor que uma WAN (por exemplo,
uma cidade). As MANs normalmente são operadas por uma única
entidade, como uma grande organização.

• Wireless LAN (WLAN): semelhante a uma LAN, mas interconecta, sem


fios, usuários e terminais de uma área geográfica pequena.

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A rede

• Rede de armazenamento (SAN): uma infraestrutura de rede projetada


para suportar servidores de arquivos e fornecer armazenamento de dados,
recuperação e replicação.

Figura 14 – Redes do tipo LAN e WAN


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

Há dois outros termos derivados do termo internet: intranet e extranet.

O termo intranet geralmente é usado para se referir a uma conexão privada de


LANs e WANs que pertence a uma organização e foi projetada para ser acessível
somente por membros da organização, funcionários ou outros com autorização.

Uma organização pode usar uma extranet para fornecer acesso seguro e
confiável a pessoas que trabalham em diferentes organizações, mas necessitam de
dados da empresa. Exemplos de extranet incluem:

• Uma empresa que fornece acesso aos fornecedores e empreiteiros


externos.

• Um hospital que oferece um sistema de agendamento para médicos, de


modo que eles possam marcar consultas para seus pacientes.

• Um escritório local de educação que fornece informações de orçamento e


de funcionários a escolas em sua região.

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A rede

Figura 15 – Intranet e extranet


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

5 CONEXÕES COM A INTERNET

Vejamos as opções de conexão comuns para usuários de pequenos escritórios


e escritórios domésticos:

• Cabo: normalmente oferecida pelos provedores de serviços de televisão


a cabo, o sinal de dados de internet é transportado no mesmo cabo que
transmite o sinal da televisão. Podemos colocar nessa categoria a conexão
da internet cabeada usando fibra óptica. Fornece uma conexão à internet
com alta largura de banda, sempre ativa.

• DSL: fornece uma conexão à internet com alta largura de banda, sempre
ativa, mas, diferentemente da primeira opção, funciona utilizando a linha
telefônica convencional. Em geral, usuários de pequenos escritórios e
escritórios domésticos se conectam com o uso de DSL Assimétrico
(ADSL), o que significa que a velocidade de download é maior que a de
upload.

• Celular: o acesso à internet via celular usa uma rede de telefone celular
para se conectar, onde quer que você possa obter um sinal de telefone
celular. O desempenho será limitado pelos recursos do telefone e da torre
do celular à qual ele está conectado e conhecemos esse tipo de conexão
por 3G, 4G e futuramente 5G, embora existam outras siglas.

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A rede

• Satélite: a disponibilidade de acesso à internet via satélite é um benefício


real em áreas que não teriam forma alguma de conectividade. As antenas
parabólicas exigem uma linha de visão clara para o satélite e podem sofrer
com as mudanças atmosféricas.

• Conexão Discada (Dial-up): uma opção de baixo custo que usa qualquer
linha telefônica e um modem (um equipamento que modula e demodula do
binário para os tons ou pulsos tradicionais da linha telefônica e vice-versa).
A baixa largura de banda fornecida por uma conexão de discagem via
modem geralmente não é suficiente para grandes transferências de dados,
mas pode ser útil quando estiver se deslocando em viagens. Era a única
opção de conexão à internet antes dos anos 2000, e o barulho do modem
faz parte da memória afetiva de muita gente.

Muitas casas e escritórios pequenos hoje estão sendo conectados diretamente


com cabos de fibra óptica. Isso permite que um ISP forneça velocidades maiores de
largura de banda e possibilita a oferta de mais serviços, como internet, telefone e TV.
A escolha da conexão varia dependendo da localização geográfica e da
disponibilidade do provedor de serviço.

Figura 16 – Conexões com a internet


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

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A rede

As opções de conexão corporativas são diferentes das opções do usuário


doméstico. As empresas podem exigir largura de banda maior, largura de banda
dedicada e serviços gerenciados. As opções de conexão disponíveis variam de acordo
com o tipo de fornecedores de serviços localizados nas proximidades.

A Figura “Internet empresarial” ilustra opções de conexão comuns para


empresas:

• Linha Alugada Dedicada: as linhas alugadas são realmente circuitos


reservados dentro da rede do provedor de serviços que conectam
escritórios separados geograficamente com a rede privada de voz e/ou
dados. Os circuitos normalmente são alugados por meio de uma tarifa
mensal ou anual. Podem ser caros.

• WAN Ethernet: as WANs Ethernet estendem a tecnologia de acesso de


LAN para a WAN. A Ethernet é uma tecnologia de LAN que você
conhecerá melhor em um capítulo posterior. Os benefícios da Ethernet
agora estão sendo estendidos para a WAN.

• DSL: o DSL para negócios está disponível em vários formatos. Uma opção
popular é Symmetric Digital Subscriber Lines (SDSL), que é semelhante à
versão para o consumidor do DSL, fornecendo as mesmas velocidades de
upload e download.

• Satélite: parecido com as redes para pequenos escritórios e usuários


residenciais, o serviço de satélite pode fornecer uma conexão quando uma
solução cabeada não estiver disponível.

Como no caso anterior, a escolha da conexão varia dependendo da localização


geográfica e da disponibilidade do provedor de serviço.

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A rede

Figura 17 – Internet empresarial


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

6 ARQUITETURA DE REDES

As redes devem comportar uma grande variedade de aplicações e serviços,


além de operar em vários tipos de cabos e dispositivos, que compõem a infraestrutura
física. O termo arquitetura de redes, nesse contexto, refere-se às tecnologias que
apoiam a infraestrutura e os serviços programados e as regras, ou protocolos, que
movimentam os dados na rede.

Com a evolução das redes, estamos descobrindo que há quatro características


básicas que as arquiteturas subjacentes precisam abordar para satisfazer as
expectativas do usuário:

6.1 Tolerância a falhas

A expectativa é que a internet esteja sempre disponível para os milhões de


usuários que dependem dela. Isso exige uma arquitetura de redes desenvolvida para
ser tolerante a falhas. Uma rede tolerante a falhas é aquela que limita o impacto de
uma falha, para que o menor número de dispositivos seja afetado.

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A rede

Ela também é criada de forma que permita a rápida recuperação na ocorrência


de tal falha. Essas redes dependem de vários caminhos entre a origem e o destino de
uma mensagem. Se um caminho falhar, as mensagens poderão ser enviadas
imediatamente por um link diferente. Ter vários caminhos para um único destino é
conhecido como redundância.

Uma forma de as redes confiáveis fornecerem redundância é por meio da


implementação de uma rede de comutação de pacotes. A comutação de pacotes
divide os dados do tráfego em pacotes que são roteados por uma rede compartilhada.
Uma única mensagem, como um e-mail ou stream de vídeo, é dividida em vários
blocos, chamados pacotes. Cada pacote tem as informações de endereço
necessárias da origem e do destino da mensagem.

Os roteadores na rede alternam os pacotes com base na condição da rede no


momento. Isso significa que todos os pacotes que compõem uma única
mensagem podem seguir caminhos muito diferentes até o destino. E sim, é bem
provável que os pacotes cheguem “foram de ordem”, e pacotes que saíram depois
peguem um “atalho ninja” e cheguem antes de seus antecessores, mas a tecnologia
é esperta o bastante para remontar esse quebra-cabeça na ordem certa! Na Figura
“Tolerância a falhas”, o usuário não tem conhecimento e não é afetado pela troca
dinâmica de caminho feita pelo roteador quando um link falha.

Esse não é o caso em redes com comutação de circuito usadas


tradicionalmente para comunicações de voz. Uma rede com comutação de circuito é
aquela que estabelece um circuito dedicado entre a origem e o destino antes de os
usuários se comunicarem. Se a chamada for terminada de modo inesperado, os
usuários precisarão iniciar uma nova conexão.

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A rede

Figura 18 – Tolerância a falhas


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

6.2 Escalabilidade

Uma rede escalável pode se expandir rapidamente para comportar novos


usuários e aplicações, sem causar impacto no desempenho do serviço fornecido aos
usuários existentes. A Figura “Escalabilidade” mostra como uma nova rede pode ser
facilmente adicionada a uma rede existente. Além disso, as redes são escaláveis
porque os projetistas seguem padrões e protocolos estabelecidos. Isso permite que
os fornecedores de software e hardware se concentrem sem se preocupar em criar
um novo conjunto de regras para trabalhar na rede.

Figura 19 – Escalabilidade
Fonte: Cisco Network Academy (2019)

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A rede

6.3 Qualidade de Serviço

A Qualidade de Serviço (Quality of Service – QoS) também é uma exigência


crescente das redes atuais. Novas aplicações disponíveis aos usuários em redes
interconectadas, como transmissões de voz e vídeo ao vivo, criam expectativas mais
altas quanto à qualidade dos serviços oferecidos. Você já tentou assistir a um vídeo
com intervalos e pausas constantes? Conforme o conteúdo de vídeo, voz e dados
continua a convergir na mesma rede, o QoS se torna um mecanismo essencial para
gerenciar os congestionamentos e garantir a entrega confiável do conteúdo para todos
os usuários.

O congestionamento acontece quando a demanda por largura de banda excede


a quantidade disponível. A largura de banda é medida pelo número de bits que podem
ser transmitidos em um único segundo, ou bits por segundo (bps). Ao tentar uma
comunicação simultânea pela rede, a demanda pela largura de banda pode exceder
sua disponibilidade, criando um congestionamento na rede.

Quando o volume de tráfego é maior do que pode ser transportado pela rede,
os dispositivos criam filas ou retêm os pacotes na memória até que haja recursos
disponíveis para transmiti-los. Na Figura “Qualidade de serviço”, um usuário está
solicitando uma página Web e outro está em uma ligação. Com uma política de QoS
configurada, o roteador é capaz de gerenciar o fluxo do tráfego de voz e de dados,
priorizando as comunicações por voz se a rede ficar congestionada em detrimento
das páginas web.

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A rede

Figura 20 – Qualidade de serviço


Fonte: Cisco Network Academy (2019)

6.4 Segurança

A infraestrutura da rede, os serviços e os dados contidos nos dispositivos


conectados à rede são recursos pessoais e comerciais críticos. Existem dois tipos de
preocupações com segurança de redes que devem ser abordados: segurança da
infraestrutura de rede e segurança de informações.

A segurança da infraestrutura de rede inclui a segurança física dos dispositivos


que fornecem conectividade à rede e a prevenção do acesso não autorizado ao
software de gerenciamento neles presente, como mostrado na Figura “Segurança”.

A segurança das informações se refere à proteção das informações contidas


nos pacotes transmitidos pela rede e das informações armazenadas nos dispositivos
ligados à rede. Para atingir os objetivos de segurança de rede, há três requisitos
principais:

• Confidencialidade: a confidencialidade dos dados significa que somente


os receptores desejados e autorizados podem acessar e ler os dados.

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A rede

• Integridade: a integridade dos dados significa ter a certeza de que a


informação não é alterada durante a transmissão da origem ao destino.

• Disponibilidade: a disponibilidade de dados significa assegurar o acesso


confiável e no tempo certo a serviços de dados para usuários autorizados.

Figura 21 – Segurança
Fonte: Cisco Network Academy (2019)

CONCLUSÃO

As redes e a internet mudaram a forma como nos comunicamos, aprendemos,


trabalhamos e até nos divertimos. Existem redes de vários tamanhos e elas podem
variar de redes simples, que consistem em dois computadores, a redes que conectam
milhões de dispositivos.

A internet é a maior rede que existe. Na verdade, o termo internet significa uma
“rede de redes”. A grande rede mundial fornece serviços que permitem a conexão e a
comunicação com nossa família, amigos, trabalho e interesses.

A infraestrutura de rede é a plataforma que suporta a rede e fornece o canal


estável e confiável pelo qual nossas comunicações podem acontecer. É formada por
componentes de rede que incluem dispositivos finais, dispositivos intermediários e o
meio físico da rede.

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A rede

As redes devem ser seguras, o que significa que precisam ser tolerantes a
falhas, escaláveis, fornecerem qualidade de serviço e garantirem a segurança das
informações e dos recursos na rede. A segurança da rede é parte integral das redes
de computadores, independentemente se a rede está limitada a um ambiente
doméstico com uma única conexão à internet ou se está em uma empresa, com
milhares de usuários. Nenhuma solução única pode proteger a rede da variedade de
ameaças existentes. Por esse motivo, a segurança deve ser implementada em várias
camadas, com uso de mais de uma solução.

A infraestrutura de rede pode variar muito de tamanho, número de usuários e


tipos de serviços que ela comporta e deve crescer e se ajustar para ser compatível
com a forma como a rede é usada. A plataforma de roteamento e comutação é a base
de qualquer infraestrutura de rede. Aprendendo todos esses requisitos, você está
pronto para iniciar o processo de construção da sua rede de qualquer tamanho que
ela seja.

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A rede

REFERÊNCIAS

CISCO. Cisco Network Academy. Disponível em: <[Link]


Acesso em: 11 dez. 2020.

KAMURA, E. T.; GEUS, P. L. de. Segurança de redes em ambientes. São Paulo:


Novatec, 2007.

KLEINA, N. As previsões sobre a Internet que Bill Gates acertou. Tecmundo, 2015.
Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: 11 dez. 2020.

MITNICK, K.; SIMON, W. L. A arte de enganar. São Paulo: Pearson Universidades,


2003.

TANENBAUM, A. S. Redes de computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2007.

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