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Política do Big Stick e Avanço Econômico EUA

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Política do Big Stick

A Política do Big Stick, foi ligada ao presidente Theodore Roosevelt dos Estados
Unidos durante a conclusão do século 19 e começo do século 20. Roosevelt foi
retornado a palavra "fale manso e carregue um grande porrete" (ver "fale baixinho e
carregue um porrete").

A Política Big Stick possui diversos princípios, como:

Diplomacia Forte: A ideia fundamental era que os Estados Unidos deveriam perseguir
de forma agressiva e assertiva os seus interesses nacionais na arena internacional.
Isto incluía a defesa dos interesses económicos e territoriais dos Estados Unidos,
bem como a promoção dos ideais americanos.

Força Militar: O termo "grande porrete" no discurso de Roosevelt referia-se ao poderio


militar dos Estados Unidos. Ele estabeleceu que, para garantir a segurança do país e
fazer valer os interesses americanos, seria crucial ter uma presença de potencial
militar e a disposição de usá-lo se necessário.

Negociação Diplomática: Roosevelt queria resolver disputas através de negociações


diplomáticas sempre que possível, mesmo que a força fosse a principal ênfase. No
entanto, ele acreditava que a diplomacia seria mais eficaz se fosse apoiada por uma
força militar.

América Latina: Uma Política Big Stick foi frequentemente implementada na América
Latina. Os países latino-americanos foram envolvidos pelos Estados Unidos para
salvaguardar seus interesses econômicos e garantir sua estabilidade política na
região. Exemplos notáveis ​são o edifício do Canal do Panamá, que iniciou uma
revolta panamenha contra a Colômbia, e a presença militar dos Estados Unidos em
diversas nações caribenhas e centro-americanas.

Corolário Roosevelt: Corolário Roosevelt à Doutrina Monroe foi um aspecto


significativo da política do Big Stick. Em 1904, foi estabelecido o direito dos Estados
Unidos de intervir em assuntos latino-americanos, com o objetivo de evitar a
intervenção europeia, assegurar a estabilidade e salvaguardar os interesses
econômicos americanos.

No século XX, a política do Big Stick reduziu uma grande influência na política
externa dos Estados Unidos. Ela transformou a ideia dos Estados Unidos como uma
força mundial e criou um precedente para ações militares através dos interesses dos
Estados Unidos. No entanto, também foi criticado tanto a nível nacional como
internacional devido ao uso da força militar e às suas implicações para a soberania de
outras nações.

Um aspecto crucial da Política do Big Stick foi sua aplicabilidade em nível global, e
não apenas a respeito da América Latina. Não resta dúvida de que os Estados
Unidos buscaram estender sua influência e proteger seus interesses em várias partes
do mundo, agindo por meio da diplomacia e de forte presença militar. Para listar,
pode-se mencionar o Extremo Oriente, onde os Estados Unidos se tornaram uma
potência após o término da Guerra Hispano-Americana de 1898, e a região do
Pacífico, onde se tornaram um ator relevante.

Além disso, a Política do Big Stick moldou o pensamento geopolítico americano,


moldando a percepção do país sobre o seu papel no mundo e as suas obrigações
como potência global. A ideia de "falar manso e carregar um grande porrete" reflectia
a crença de que os Estados Unidos deveriam exercer assertivamente a sua influência
para garantir a segurança e promover os seus interesses, ao mesmo tempo que
estavam preparados para negociar quando necessário.

No entanto, há muitas críticas sobre a aplicação da política do Big Stick, tanto dentro
como fora dos Estados Unidos. Numerosos observadores afirmaram que isso
frequentemente levou a intervenções militares desnecessárias e a violações da
soberania de outras nações. Além disso, a abordagem favorecia frequentemente os
interesses políticos e económicos dos EUA em detrimento das necessidades e
desejos das populações afectadas.

Apesar das críticas, a Política do Big Stick deixou um legado duradouro tanto na
geopolítica internacional como na política externa dos EUA. Em nome dos interesses
nacionais, ela criou um precedente para uma intervenção militar e transformou a
formação como os Estados Unidos se envolvem no globo até os dias atuais.

Avanço Econômico
dos EUA
Durante os séculos, o progresso econômico dos Estados Unidos foi destacado por
diversos elementos que apoiaram sua ascensão como uma das principais potências
econômicas do planeta. Aqui tem uma explicação detalhada dos principais
componentes deste avanço:

Revolução Industrial: Iniciada na Inglaterra no final do século XVIII, a Revolução


Industrial teve um impacto significativo nos Estados Unidos. A transformação da
economia americana ocorreu com duas áreas de novas tecnologias, como a máquina
a vapor e a produção em massa, impulsionando setores como produção, têxteis e
transporte.

Abundância de Recursos Naturais: Os recursos naturais acessíveis nos Estados


Unidos são abrangidos e incluem água doce, energia, minerais e terras férteis. Estes
recursos foram essenciais para o crescimento económico, permitindo o
desenvolvimento de indústrias como a agricultura, mineração, petróleo e gás, entre
outras.
em busca de oportunidades económicas e ajudaram a desenvolver uma variedade de
indústrias, tais como agricultura, construção, indústria transformadora e serviços.

Expansão Territorial: Através da compra, conquista e anexação de territórios como a


Louisiana, o Texas, o Oregon e a Califórnia, uma expansão territorial dos Estados
Unidos ao longo do século 19 abriu novas fronteiras para o desenvolvimento
econômico. Acesso a novas terras agrícolas, recursos naturais e rotas comerciais
específicas foi possível para isso.

Imigração e Trabalho: A imigração desempenhou um papel significativo no


crescimento económico dos Estados Unidos. Milhões de migrantes chegaram ao país
em busca de oportunidades económicas e ajudaram a desenvolver uma variedade de
indústrias, tais como agricultura, construção, indústria transformadora e serviços.

Infraestruturas e Transportes: Os investimentos em infraestruturas de transportes,


como pontes, estradas, portos e aeroportos, facilitaram o comércio interno e externo,
ligando mercados e reduzindo os custos de transporte. Isso fomentou a integração
nacional e o crescimento econômico.

Políticas Governamentais: Ao longo da sua história, o governo dos Estados Unidos


implementou uma série de políticas que incentivaram o crescimento económico.
Estas políticas incluem tarifas protectoras para salvaguardar a indústria do país,
subsídios às empresas e investimentos em investigação e educação.

Inovação e Empreendedorismo: As características distintivas da economia americana


incluem o espírito empreendedor e a cultura de inovação. Com suas inovações e
tecnologias disruptivas, empresas como Google, Apple, Ford, General Electric,
Microsoft e outras indústrias contribuíram para a economia global.

Sistema de financiamento e mercado de capitais: O forte sistema de financiamento


dos Estados Unidos, que consiste em bancos, obrigações baseadas em valor e
mercados de capitais, tornou mais fácil o financiamento de investimentos e
empreendimentos económicos. Isso permitiu o crescimento dos negócios e a
movimentação de capitais.

Domínio tecnológico: Com empresas tecnológicas como Silicon Valley, os Estados


Unidos emergiram como líderes globais em tecnologia, estabelecendo o ritmo para a
inovação e o desenvolvimento de novas tecnologias que vão desde computadores e
Internet à biotecnologia e inteligência artificial.

Globalização e comércio internacional: A participação activa dos Estados Unidos no


comércio internacional e na promoção da globalização ajudou a estimular o
crescimento económico, abrindo o acesso aos mercados estrangeiros e às
oportunidades de investimento em todo o mundo.
Esses são apenas alguns dos principais fatores que melhorarão para o avanço
econômico dos Estados Unidos ao longo de sua história. O país continua a se
adaptar e evoluir, enfrentando desafios e aproveitando oportunidades para manter
sua posição como uma das principais potências econômicas do mundo.

Algumas curiosidades sobre o assunto:

Embora a indústria transformadora tenha historicamente desempenhado um papel


significativo na economia americana, o sector de serviços tornou-se cada vez mais
dominante. Atualmente, a maior parte do PIB dos EUA é atendida por serviços como
finanças, tecnologia da informação, saúde, educação e entretenimento.

A revolução digital e a ascensão da tecnologia da informação mudaram


significativamente a economia americana. Empresas como Google, Apple, Facebook,
Amazon e Microsoft não só impulsionam a inovação, mas também têm um impacto
significativo em muitas facetas da vida quotidiana e da economia global.

A economia dos Estados Unidos é bastante variada, abrangendo uma vasta


variedade de indústrias que contribuem para o PIB. Além dos setores convencionais,
como agrícola, produção e energia, o país é um hub mundial para diversos setores,
incluindo finanças, entretenimento, moda, biotecnologia e muito mais.
Impacto das Grandes Corporações: As corporações multinacionais dos EUA têm um
impacto considerável na economia mundial. Em outras partes, eles não geram
apenas a maior parte do PIB do país, mas também exercem um impacto nas políticas
governamentais, nos padrões de consumo e nas dinâmicas do mercado global.

A economia americana depende fortemente dos gastos dos consumidores, sendo os


consumidores responsáveis por uma parte considerável da actividade económica. Isto
reflecte-se na dimensão do mercado de retalho dos EUA e no papel dos
consumidores como motores do crescimento económico.

Apesar do seu progresso económico significativo, os Estados Unidos enfrentam


desafios significativos no que diz respeito à desigualdade de rendimentos. Nas
últimas décadas, um desespero entre os ricos e os pobres cresceu, prejudicando a
mobilidade e o patrimônio econômico.

A pandemia da COVID-19 teve um efeito profundo na economia americana,


perturbando várias indústrias e resultando em mudanças significativas nos padrões
de trabalho, consumo e investimento. O governo implementou diversas medidas de
estímulo para atenuar os impactos negativos da pandemia do setor econômico.

Investimento em infra-estruturas: Nos últimos anos, tem havido um reconhecimento


crescente nos Estados Unidos da América da necessidade de investimento em
infra-estruturas. Isto inclui planos para actualizar estradas, pontes, sistemas de
transportes públicos, redes de energia e tecnologia de informação num esforço para
impulsionar o crescimento económico do país e aumentar a sua competitividade a
nível internacional.

Década do Ouro Americano


Crise de 1929
"Os anos 1920" ou Década do Ouro Americano foi uma época notável de
prosperidade econômica e cultural nos Estados Unidos. No entanto, este período de
prosperidade e optimismo foi abruptamente encerrado pela crise de 1929, que teve
efeitos devastadores no mundo em geral, e não apenas nos Estados Unidos.
Os Estados Unidos passaram por um surto de inovação, industrialização e
crescimento econômico sem precedentes nos anos 1920. Os avanços tecnológicos
nas áreas de transporte, comunicação e produção em massa, juntamente com uma
indústria em expansão e uma classe média em crescente, deixaram os Estados
Unidos em uma posição de liderança econômica global.

A política de novas tecnologias durante essa década transformou a vida diária. A


ampliação disponível da eletricidade promoveu o crescimento de eletrodomésticos,
como rádios, geladeiras e aspiradores de pó. A massa de automóveis produzida por
conglomerados como Ford e General Motors transformou a paisagem urbana e
transformou o transporte. Além disso, a difusão da cultura do consumo levou ao
surgimento de uma sociedade de consumo onde as pessoas procuravam bens e
experiências que antes eram vistos como luxuosos.

A explosão na cultura popular acompanhou a prosperidade econômica dos anos


1920. A era do jazz floresceu, com músicos como Louis Armstrong, Duke Ellington e
Bessie Smith influenciando a música americana e internacional. Hollywood, que
produz ícones como Charlie Chaplin, Mary Pickford e Rudolph Valentino, começou
como o centro mundial da indústria cinematográfica. Assim como escritores como F.
Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e William Faulkner, que desafiaram as
convenções literárias e exploraram novas formas de expressão, a literatura
modernista também experimentou um surgimento.

No entanto, apesar da aparente prosperidade da década de 1920, havia sinais de


problemas subjacentes. A bolsa financeira que foi criada foi criada pela especulação
desenvolvida na bolsa de valores, que foi incentivada pela disponibilidade de crédito
fácil. A desigualdade económica estava a aumentar, sendo que muitos outros
habitantes lutavam para sobreviver, enquanto uma pequena parte da população sabia
de riqueza e prosperidade. Além disso, uma fundamentação lógica e as práticas
arriscadas do sistema bancário envolveram problemas.

O mercado de ações de Wall Street experimentou uma queda abrupta em 24 de


outubro de 1929, conhecida como "Quinta-feira Negra", marcando o início da Crise de
1929. Nos meses seguintes, o mercado continuou a declinar de forma exponencial,
liderando a um colapso financeiro generalizado. Milhões de pessoas perderam suas
economias e empregos devido à falta dos bancos e das empresas.

Globalmente, a crise de 1929 provocou uma depressão econômica que persistiu por
cerca de uma década. O mercado de trabalho entrou em colapso, os níveis de
produção caíram e a pobreza espalhou-se rapidamente. Ajudando a aliviar os piores
efeitos da depressão, as medidas empregadas para combater a crise, como o New
Deal implementado pelo presidente Franklin D. Roosevelt, levaram anos para que
uma economia se recuperasse.

Guilherme Cardoso dos Santos Correia - 3° 3

E.E. Ilídio da Costa Pereira

Sites usados para pesquisa:

● Wikipedia
● Toda Matéria
● InfoEscola
● YouTube
● Terra
● Mundo Educação
● Brasil Escola
● UNIFEBE

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