Detoxificação e Hormônios Sintéticos
Tópicos abordados
Detoxificação e Hormônios Sintéticos
Tópicos abordados
Tipos de toxinas
Vacinas
Dieta
Medicações alopáticas
Ambiente (poluição)
Medicina diagnóstica¨
Agrotóxicos
Químicos alimentares
Condutas médicas e odontológicas
Intoxicação social
Stress
Sofrimentos emocionais
Trauma na concepção, gravidez, parto
Radiações
Vírus
Bactérias
Parasitas
Miasma
Camada Sistema Influêcias miasmáticas secundárias
primário
Sifilítico Todos os miasmas podem estar envolvidos com
Hormônios Endócrino
perturbação endócrina.
Sicótico e
Químicos voláteis Neurológico Endócrino Sicótico
Sifilítico.
Fígado Todos os miasmas podem ser afetados. Embora
Vacinações Neurológico Sifilítico profundamente sifilítico, os sintomas da pele e o
Endócrino medo de adoecer são de natureza psórica.
Neurológico
Sicótico.
Endócrino
Remédios Sifilítico Medicamentos são geralmente tanto destrutivos
Fígado
(sifilíticos) quanto supressivos (sicóticos)
Intestinos
Minerais Fígado Psórico Todos os miasmas.
Neurológico Sifilítico,
Narcóticos Sicótico
Fígado Psórico.
Todos os miasmas, dependendo do patógeno em
particular.
Bactérias Neurológico Considere também os miasmas afetados pelos
Sifilítico
Vírus Fígado medicamentos prescritos para a doença original.
Fungos Intestinos Os medicamentos aprofundam as doenças.
EX: a tuberculose suprimida leva a pessoa a um
estado sifilítico.
Barreiras Físicas Corporais
Função: Retardam/impedem a entrada de moléculas e agentes infecciosos.
Pele
Trato respiratório
Trato intestinal
Membranas, mucosas
Fluidos corporais, mecanismos físicos ativos de defesa corporal: tosse, espirro, FEBRE.
Inflamação
Inflamação é uma resposta à infecção ou lesão tecidual que ocorre para erradicar
microrganismos ou agentes irritantes e para potenciar a reparação tecidual.
Aguda: quando finaliza do estímulo lesivo e ocorre interrupção do processo de inflamação
Crônica: quando o organismo perpetua o processo inflamatório gerando lesões no organismo
muitas vezes irreversíveis
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Hormônios sintéticos
Substâncias fabricadas em laboratório para imitar os efeitos dos hormônios naturais
produzidos pelo corpo.
alguns dos principais hormônios sintéticos e suas funções:
Adiponectina
Hormônio sintético: Em estudos para controle do metabolismo lipídico e tratamento de
condições metabólicas, pois ajuda na regulação dos níveis de glicose e na oxidação de ácidos
graxos.
EX: Análogos da adiponectina estão em desenvolvimento, mas ainda não comercialmente
disponíveis.
Amilina
Hormônio Sintético que auxilia no controle do nível de açúcar no sangue e é usado como
suplemento à insulina em pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2.
EX: Pramlintida.
Calcitonina sintética
Hormônio Natural: Calcitonina, regula os níveis de cálcio no sangue.
Utilizada para regular os níveis de cálcio e é indicada no tratamento de osteoporose e outras
condições associadas ao metabolismo ósseo.
Calcitonina de salmão (forma comum sintética), Miacalcic, Fortical, Calcitonina sintética,
Caltine.
Enzima Renina
Hormônio Sintético usado em estudos e alguns tratamentos para controle da pressão arterial,
particularmente em casos de hipertensão resistente.
EX: Inibidores diretos de renina, como Alisquireno.
Estradiol sintético
Hormônio Natural: Estradiol, regula o ciclo menstrual e características sexuais femininas
Hormônio sintético usado em reposições hormonais para sintomas de menopausa e como
componente de contraceptivos.
EX: Valerato de estradiol, Estradiol trans dérmico, Etinilestradiol, Estropipato, Estradiol
hemihidrato.
Estrogênios sintéticos
Estrogênio: essencial para o desenvolvimento sexual feminino e regulação do ciclo menstrual
Usados principalmente na terapia de reposição hormonal (TRH) para aliviar sintomas da
menopausa, como ondas de calor e secura vaginal, e em pílulas anticoncepcionais.
EX: Etinilestradiol, presente em muitos anticoncepcionais, Valerato de Estradiol, Estradiol
Transdérmico, Estropipato, Conjugados de Estrogênio.
Insulina sintética
Insulina: hormônio natural produzido pelo pâncreas para regular os níveis de glicose no sangue
Fundamental no tratamento de diabetes mellitus tipo 1 e em alguns casos de diabetes tipo 2.
A insulina ajuda a regular os níveis de glicose no sangue.
EX: Insulinas de ação rápida (lispro) e de ação prolongada (glargina), Insulina Aspart, Insulina
NPH, Insulina Detemir.
Kisspeptina
Hormônio Sintético em pesquisa para tratamento de **infertilidade**, já que estimula a
liberação de gonadotrofinas (LH e FSH) para auxiliar na ovulação e na produção de esperma.
EX: Kisspeptina sintética, ainda em estágio experimental.
Leptina sintética
Hormônio Natural: Leptina, regula o apetite e o metabolismo.
Hormônio sintético testado para tratamento de obesidade e distúrbios metabólicos em
pessoas com deficiência genética de leptina.
EX: Metreleptina (em estudo e uso restrito), LEP analogs (em pesquisa), Recombinant human
leptin (RH-leptina), Análogos sintéticos experimentais de leptina.
Melatonina sintética
Usada para regular o ciclo do sono e ajudar em casos de insônia, jet lag ou distúrbios do sono
em geral.
EX: Suplementos de melatonina em várias concentrações. Circadin, Natrol Melatonina,
Remfresh, Melatonina líquida (suplementos).
Oxitocina
Hormônio Natural: Oxitocina, responsável pelas contrações uterinas e lactação.
Hormônio Sintético: administrado para estimular contrações durante o trabalho de parto e
controlar hemorragias pós-parto.
EX: Pitocina (marca de oxitocina sintética), Syntocinon, Oxitocina sintética injetável, Atosiban
(antagonista da oxitocina), Carbetocina.
Prolactina
Hormônio Natural: Prolactina, estimula a produção de leite após o parto
Hormônio Sintético: estudos estão sendo conduzidos para seu uso em tratamentos para
problemas de amamentação, embora a prolactina sintética não seja amplamente usada na
prática clínica.
EX: Não possui formulações comerciais amplamente disponíveis, geralmente sendo usada em
pesquisa.
Relaxina sintética
Hormônio Natural: Relaxina, ajuda a relaxar os ligamentos durante a gravidez.
Embora ainda em estudos, a relaxina sintética é investigada para uso em fertilidade e na
preparação para o parto devido ao seu efeito de relaxamento do útero e dos ligamentos.
EX: Ainda em desenvolvimento e pouco disponível comercialmente.
Relaxina sintética (em estudos), Análogos experimentais de relaxina, RLX-H1, Relaxin-RX (em
pesquisa clínica).
Secretina
Hormônio Sintético usado para diagnósticos em testes de função pancreática e em alguns
estudos relacionados ao tratamento de autismo e outros distúrbios digestivos.
EX: Secretina sintética.
Somatostatina sintética
Hormônio Natural: Somatostatina, inibe a secreção de vários hormônios
Hormônio sintético usada para inibir a produção de hormônios do sistema digestivo e tratar
condições como tumores neuroendócrinos e acromegalia.
EX: Octreotida, Lanreotida, Pasireotida, Somatostatina sintética, Replagal.
Testosterona sintética
Usada para tratar a deficiência de testosterona em homens (hipogonadismo), melhorando a
libido, a massa muscular e a densidade óssea.
EX: Cipionato de testosterona, Enantato de testosterona.
Timosina (Timopoietina)
Hormônio Sintético em estudos para fortalecer o sistema imunológico e usado para tratar
pacientes com deficiência de resposta imunológica ou em pesquisa para tratamento de câncer.
EX: Alfa-timosina, Thymalfasin, Zadaxin, Thymosin Fraction 5, Timosina Alfa 1 injetável, TP5
(Timosina Pentapeptídeo)
Vasopressina
Hormônio Sintético usado para controlar sangramentos (particularmente em varizes
esofágicas) e tratar a diabetes insipidus central, pois ajuda a regular a retenção de água pelos
rins.
EX: Desmopressina (um análogo da vasopressina) e Terlipressina.
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Substâncias tóxicas:
Poluentes orgânicos persistentes (POPs), são tóxicos, não se degradam facilmente, podem ser
transportados por longas distâncias e se acumulam nas cadeias tróficas (cadeia alimentar).
Agrotóxicos – Pesticidas
- Inseticidas: Combatem insetos.
Ex: organofosforados, carbamatos, piretroides.
OBS: O Grupo IARC (Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer) é uma parte da OMS
responsável por classificar agentes químicos, físicos e biológicos em relação ao seu potencial
carcinogênico:
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Benzeno - C6H6
Hidrocarboneto aromático
O benzeno é uma das substâncias constituintes do petróleo
A maior parte do benzeno liberado no meio ambiente resulta da ação humana, principalmente
nas atividades industriais, mas também pode ser liberado como subproduto de queimadas e
ainda de atividades vulcânicas.
Está presente na gasolina, sendo lançado na atmosfera pela queima dos combustíveis dos
automóveis. Também é encontrado em refrigerantes e no cigarro.
Bisfenol A (BPA)
É um composto químico orgânico utilizado na produção de vários tipos de plásticos e resinas. É
um componente básico de polímeros e revestimentos de alto desempenho.
Efeitos Estrogênicos:
A presença de BPA provoca efeitos estrogênicos no organismo. Isso ocorre porque ele pode
mimetizar algumas das ações do estrógeno, levando a respostas celulares que podem
desregular funções hormonais normais
EX: isso pode resultar em alterações na fertilidade, desenvolvimento sexual e até mesmo em
comportamentos relacionados ao sistema reprodutivo.
Atuação em Diferentes Tecidos:
O BPA não afeta apenas os órgãos reprodutivos; também impacta outros sistemas do corpo,
como o sistema nervoso e o metabolismo.
A exposição ao BPA tem sido associada a problemas como obesidade e alterações no
desenvolvimento neurológico
Provoca/Causa:
- Problemas Reprodutivos: A exposição ao BPA está ligada a problemas de fertilidade tanto em
homens quanto em mulheres. Em animais de laboratório, por exemplo, foi observado que a
exposição ao BPA pode levar à desregulação hormonal e problemas no desenvolvimento dos
órgãos reprodutivos
- Desenvolvimento Neurológico: Há evidências sugerindo que a exposição ao BPA durante a
gravidez pode afetar o desenvolvimento neurológico dos fetos, potencialmente aumentando o
risco de transtornos comportamentais.
- Risco à Saúde: A exposição contínua ao BPA pode resultar em acúmulo no organismo, mesmo
com sua curta meia-vida. Isso levanta preocupações sobre os riscos à saúde associados à
ingestão constante dessa substância através de alimentos ou produtos plásticos
- Xenormônio: Ginecomastia, aumento de características femininas, problemas da tireoide,
ovário policístico, nódulos, oscilação de humor, adiantamento da menarca
→ Os plásticos mais seguros para serem usados: frascos brancos de remédios (polietileno de
alta densidade (PEAD); saquinhos de leite, canos de PVC.
Quanto mais maleável o plástico, mais BPA ele tem.
O BPA é liberado para o alimento quando os recipientes são expostos a altas temperaturas ou
entram em contato com alimentos muito quentes.
Em contato com o papel térmico, se a mão estiver com umectante, o nível de bisfenol no
sangue aumenta instantaneamente
O bisfenol foi criado com a intenção de ser um suplemento de hormônio feminino, deu errado
e agora é usado amplamente na indústria
Toda poeira da casa contém bisfenol
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FXF pg 68 - Se houver um problema com Bisfenol A (amaciantes de plástico) e também um
histórico de anticoncepcionais, dê apenas uma sequência de Policontraceptivo.
O Bisfenol A é convertido em estrogênio no corpo, assim equilibrando os hormônios com a
sequência de Policontraceptivo será suficiente para trazer equilíbrio global.
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São conhecidos por sua durabilidade e resistência à degradação - produtos químicos eternos.
Os PFAS incluem tanto compostos perfluorados (onde todos os átomos de hidrogênio são
substituídos por flúor) quanto aqueles com cadeias parcialmente fluoradas.
O PFOA e o PFOS (ácido perfluorooctanossulfônico) são exemplos proeminentes dentro dessa
classe.
Tipos de PFAS:
Perfluorados (todas as ligações carbono são com flúor - onde todos os átomos de hidrogênio
são substituídos por flúor) ou
Polifluorados (nem todas as ligações são com flúor).
Compostos fluorados
Os compostos fluorados são uma ampla classe de substâncias químicas que contêm flúor.
Tipos:
Compostos organofluorados: compostos químicos orgânicos que contêm carbono e flúor
Compostos organofluorados podem ser:
1 Perfluorados (PFCs),
2 Fluorocarbonos (CFCs) ou
3 Mono-fluorados (MF):
A multinacional 3M, que produzia e vendia a substância para a DuPont, chegou a alertá-la:
informou que o PFOA tinha potencial cancerígeno, e mutagênico, em ratos – fêmeas prenhas
expostas à substância geravam filhotes com olhos deformados. Por precaução, a DuPont tirou
mulheres jovens da linha de produção do Teflon, sem explicar os motivos. Isso não impediu
que os filhos de algumas delas apresentassem má-formação de olhos e narinas.
Mesmo com a aposentadoria do PFOA, cientistas acreditam que é quase impossível eliminá-lo
definitivamente do nosso dia a dia. O composto é tão estável quimicamente que ainda estará
na Terra depois que a humanidade deixar de existir. Por isso, ele e seus similares, como o PFOS
(ácido perfluoro-octânicossulfônico) foram apelidados de “substâncias eternas”
Sob investigação científica o PFOA foi apontado como causa provável: câncer de rim, câncer de
testículo, doença da tiroide, colesterol alto, colite ulcerativa e pré-eclâmpsia (hipertensão
induzida pela gravidez)
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Politetrafluoretileno (PTFE) - (C₂F₄)ₙ
PTFE, que é o Teflon em si
O PTFE é produzido utilizando o ácido perfluorooctanoico - PFOA como um dos agentes de
fabricação, o que liga ainda mais esses compostos.
PTFE: Polímero específico de PFAS, com propriedades antiaderentes.
PTFE é um tipo de fluoropolímero que também se enquadra na categoria dos compostos
fluorados, composto exclusivamente por carbono e flúor. Ele é uma cadeia com várias
moléculas de C2F4 polimerizadas, ou seja, grudadas como elos de uma corrente.
Aplicações: São usados em peças de carros e aviões, tapetes, mangueiras, lentes de contato,
lâmpadas, próteses dentárias, embalagens de pizza e de pipoca para micro-ondas, além de
roupas resistentes a manchas e impermeáveis.
O Teflon também foi empregado na usina de enriquecimento de urânio do Projeto Manhattan
– e até na bomba atômica lançada sobre Hiroshima, no Japão.
Propriedades: O carbono fica no meio, e é totalmente rodeado por átomos de flúor – que não
grudam em praticamente nada, dando ao material sua propriedade antiaderente.
↓
Conhecido comercialmente como Teflon, é altamente resistente ao calor, produtos químicos e
possui baixo atrito. É amplamente utilizado em revestimentos antiaderentes para panelas,
lubrificantes e revestimentos industriais.
PTFE: Polímero específico de PFAS, com propriedades antiaderentes.
https://super.abril.com.br/especiais/a-verdade-sobre-o-teflon
Corantes azo apresentarem alta resistência quando expostos, por exemplo, a condições de
luz, lavagem e transpiração. Não amassam
Aplicações: Usados na indústria têxteis, vestuário, couro, cosméticos e até mesmo alimentos.
São usados nos tingimentos de fibras de algodão, náilon, acetato de celulose e poliéster.
Causa/Proivoca: Vários corantes azo são listados como cancerígenos, provocam danos
genéticos causados por conta da quebra das moléculas de DNA nas células e esse
comportamento mutagênico pode levar ao desenvolvimento do câncer
Caso sejam oralmente administrados ou se entrarem em contato com a corrente sanguínea
(contato do corante com o suor na pele), podem ser metabolizados pelas enzimas do fígado e
de outros órgãos. Essa metabolização acarreta na quebra da molécula do corante, gerando
subprodutos tóxicos, como aminas (interfere no fígado, hormônios na formação dos genitais,
na formação das articulações), benzidinas (problemas no crescimento, problemas hormonais)
e outros componentes que têm potencial para causarem câncer.
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Diacetil ou 2,3-butanodiona
Composto orgânico volátil (VOCS) produzido por microrganismos, como leveduras e bactérias.
Aplicações: Nos alimentos industrializados, ele é utilizado na forma sintética, sendo produzido
artificialmente e utilizado como aromatizante artificial em diversos alimentos, em combinação
com outras substâncias, o aromatizante diacetil proporciona “sabor iogurte”, “sabor adocicado
de manteiga”, “sabor fruta”, “sabor caramelo”, “sabor groselha” e “sabor baunilha” , além de
ser um aditivo alimentar:
Alimentos industrializados: Margarina, manteiga, pipocas de micro-ondas, bolachas, bolos,
salgadinhos, biscoitos, temperos de macarrão instantâneo, óleos culinários, aerossol usado em
cozinha comercial, bolo (massas prontas em pó), chocolate, alimentos congelados (lasanha,
hambúrgueres, pães de queijo), balas, gomas de mascar, Petit suisse, sorvetes etc.
Bebidas: Cerveja (pincipalmente as envelhecidas e ácidas), vinho, café, whisky, produtos
lácteos (iogurte)
Cigarros: Está presente em cigarros e cigarros eletrônicos
O diacetil é um líquido volátil, de cor amarela a verde, com um sabor intenso de manteiga.
É facilmente inalado e pode causar problemas respiratórios, como asma e bronquite, e dores
de cabeça.
Cerveja: o diacetil é um dos compostos produzidos pela levedura durante a fermentação. A
presença do diacetil na cerveja pode ser identificada por um aroma semelhante ao de pipoca
de micro-ondas com sabor de manteiga.
Em concentrações mais baixas, o diacetil pode ser associado ao gosto de caramelo ou bala
toffee.
Causa/Provoca: problemas respiratórios (asma, bronquite etc), dor de cabeça, doença
degenerativa
A bronquiolite obliterante, doença pulmonar conhecida como "pulmão de pipoca" (condição
rara e grave que dificulta a passagem de ar nos pulmões), causada pela inalação de diacetil
Já foi identificada em trabalhadores de fábricas de pipoca de micro-ondas e em usuários de
cigarros eletrônicos.
Os sintomas da doença incluem: Tosse, Falta de ar, Dor no peito, Dores na barriga, vômitos e
diarreias, Febre e calafrios, Perda de peso
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Dietanolamina
É um composto químico orgânico resultante da junção de uma amina com um diálcool,
produzida a partir da mistura entre óxido de etileno e amônia.
Dioxinas - C12H8-xclxo2 (x = 1 a 8)
É um Poluente Orgânico Persistente (POP)
São lipofílicos/lipossolúveis: se dissolvem e se acumulam facilmente em gorduras
Podem ser acumuladas em alimentos principalmente gordurosos de origem animal - peixes,
leite, ovos e carnes. Em vacas, por exemplo, as dioxinas podem ser encontradas no leite, já que
são transferidas para a gordura do leite após serem absorvidas pelo organismo.
↓
A estrutura química das dioxinas e furanos faz com que esses compostos tenham uma alta
afinidade por lipídios (gorduras). Ao entrar em contato com um ambiente ou organismo -
alimentação ou exposição ambiental, essas substâncias se acumulam preferencialmente nos
tecidos adiposos gordurosos. A concentração aumenta e se acumula ao invés de serem
excretadas rapidamente pelo corpo.
São encontradas no ar, no solo e na água, e são consideradas uma das substâncias mais
perigosas geradas pelo homem
São formadas por processos industriais: incineração de resíduos, produção de cloro, pesticidas
e papel (certas técnicas de branqueamento de papel), erupções vulcânicas e queimadas de
florestas;
A inalação de dioxinas pode estar associada a câncer e ao extermínio das defesas orgânicas
A exposição de mulheres grávidas pode causar sérios problemas no bebê
É um Poluente Orgânico Persistente (POP)
Causa/Provoca: câncer, extermínio das defesas orgânicas, sérios problemas em bebês,
grávida.
Encontrada em: É utilizada para fabricar sabão e detergentes, tintas, tinturas, borracha,
tecidos biológicos, produtos de limpeza (a monoetanolamina é adicionada a produtos de
limpeza, como desengordurantes, removedores de cera, shampoos de automóveis, amaciantes
de roupas e outros líquidos), produtos para o cabelo (o tioglicolato de monoetanolamina é
usado em cremes relaxantes para alisamento, escova progressiva, ondulações e cachos)
produtos agrícolas (a etanolamina é misturada com o boro para sua melhor assimilacção em
agricultura)
Causa: A etanolamina é corrosiva para os pele e olhos. Corrosivo por ingestão O vapor é
irritante para os olhos, pele e tracto respiratório. A substância pode causar efeitos no sistema
nervoso central. Isto pode resultar em diminuição da consciência
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Aplicação: É utilizado em diversas indústrias: construção, tintas, têxtil (panos que não
enrugam), couro, borracha, cimento, tintas, embalagens, desinfetantes, entre outras.
Na produção de resinas com ureia, fenol e melamina (utilizadas como adesivos e colantes para
fabricação de painéis, móveis e outros produtos de madeira), como resinas impregnantes para
indústria de papéis, plásticos e têxteis.
Na produção de resinas de poliacetal (polímero utilizado como plástico de engenharia), para
fabricação de peças resistentes ao atrito, abrasão e agentes químicos; na produção de
materiais de moldagem; como matéria-prima para revestimentos de superfície e em
fertilizantes.
Também é usado na fabricação de drogas, pesticidas, germicidas e fungicidas agrícolas em
alguns medicamentos, cosméticos e material de limpeza.
O formaldeído pode ser encontrado no ar, na água de chuva e na neblina de centros urbanos.
As concentrações de formaldeído no ar de ambientes internos são geralmente maiores do que
as do ar externo
O formaldeído presente no ambiente pode ser originado por fontes naturais: incêndios e
outras fontes naturais de combustão;
Antropogênicas (tudo que for gerado por ações do homem): como em plantas industriais (na
produção ou no emprego da substância), usinas de energia, incineradores, emissões
veiculares. Em ambientes internos: pela combustão de madeira em lareiras ou fogões a lenha,
queimadores a querosene, fumaça de cigarro e, em menor escala, no uso diário de produtos
de consumo que contêm resinas à base de formaldeído.
Ftalatos
Grupo de compostos químicos derivados do ácido ftálico - C6H4(COOH)2
Causam: Ftalatos são substâncias químicas que o corpo absorve como sendo hormônio
feminino.
São tóxicos e cancerígenos, podem causar danos ao fígado, rins e pulmão, além de
anormalidades no sistema reprodutivo, ovário policístico, problemas na tireoide, distúrbios
sexuais etc.
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Fragrâncias sintéticas
As moléculas químicas das fragrâncias e transmitem essa informação diretamente ao sistema
límbico em nosso cérebro, o mesmo lugar onde são guardadas e processadas as emoções.
Muitas moléculas que são aspiradas por nós, são capazes de atravessar a barreira
hematoencefálica (sangue-cérebro) e interagem quimicamente com nosso sistema nervoso
central, influenciando nossos sentidos, promovendo alterações imediatas em parâmetros
fisiológicos como pressão sanguínea, tensão muscular, dilatação das pupilas, temperatura da
pele e atividade cerebral.
A indústria petroquímica transforma derivados do petróleo em produtos como aromáticos,
que são usados na fabricação de fragrâncias sintéticas
Furano- C12H8-xclxo (x = 1 a 8)
O furano é um poluente orgânico persistente (POP) e um composto químico aromático
heterocíclico, formado por um anel de cinco membros com quatro átomos de carbono e um de
oxigênio.
Propriedades e Usos
Os furanos são intermediários importantes na síntese orgânica, utilizados na produção de
produtos farmacêuticos, agroquímicos e cosméticos, como shampoos e perfumes.
No entanto, são tóxicos, lipofílicos (acumulam-se em gorduras) e não se degradam facilmente
no ambiente.
Os furanos são poluentes orgânicos persistentes (POPS), são tóxicos, não se degradam
facilmente, podem ser transportados por longas distâncias e se acumulam nas cadeias tróficas
(cadeia alimentar)
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Glifosato
O glifosato foi descoberto em 1950 pelo químico suíço Henri Martin, da farmacêutica Cilag. A
Monsanto passou a produzir herbicidas de glifosato em escala industrial em 1974.
O uso do glifosato só se tornou possível a partir do surgimento de sementes geneticamente
modificadas, uma vez que, ao bloquear a capacidade da planta de absorver nutrientes, a
substância também destruía as plantas que se queria cultivar.
Com alterações nas sementes, ele passou a ser utilizado em larga escala.
Em 1995, quando as sementes transgênicas de soja, milho e algodão Roundup Ready, também
da Monsanto, chegaram ao Brasil, que o agrotóxico se tornou largamente utilizado no país. Em
2000, quando a patente da Monsanto sobre o glifosato perdeu a validade, o produto foi
incorporado por diversas empresas nacionais em outras composições.
Atualmente, mais de 100 agrotóxicos têm o glifosato em sua composição.
A Roundup é a maior empresa de pesticidas e sementes no mundo
Provoca/Causa: O óleo mineral se acumula na parte do corpo aplicada, pois não se dissolve em
água ou álcool.
Esse acúmulo dificulta a absorção de outras substâncias e faz com que o viço da pele seja
perdido. O óleo mineral não hidrata, apenas lubrifica e evita a perda de umidade.
Esses petrolatos também beneficiam a aparição de cravos e espinhas por conta de sua ação
entupidora de poros (comedogênica), além de causar alergias e envelhecimento precoce por
impedir a hidratação natural do corpo.
Encontrado em: hidratantes cabelo e pele, formulações tópicas, medicamentos, é usado como
laxante, dermocosméticos, maquiagens, skincare (cuidados com a pele)
Nomes que podem ser usados no lugar de óleo mineral: óleo mineral leve, parafina líquida,
petrolato líquido, paraffinum liquido, Liquid Paraffin, Paraffin oil, Deobase, Petrolatum
Contém parafina líquida
Causa retarda a formação de células da pele, células neurológicas etc.
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Papel termossensível
Um dos produtos mais cancerígenos é o recibo do cartão de crédito
A impressão termossensível é rápida e barata, pois não requer tinta.
O papel termossensível é revestido e sensível ao calor, o que pode liberar bisfenol A
(substância tóxica chamada BPA. O BPA é um disruptor hormonal que pode causar problemas
de saúde, como câncer, obesidade e infertilidade)
- Tintas Vinílicas: As tintas vinílicas, embora menos resistentes que as acrílicas, também
podem usar PGEs para melhorar a formação do filme.
São comuns em aplicações internas, como paredes e tetos.
- Tintas Látex: O termo "tinta látex" é frequentemente usado para descrever tintas à base de
água que contêm polímeros acrílicos ou vinílicos. Portanto, muitas tintas - especialmente as de
uso geral para paredes - rotuladas como "látex" também podem conter PGEs.
- Primers (Seladores): Alguns primers à base de água também podem conter PGEs para
melhorar a adesão da tinta subsequente.
- Vernizes e Esmaltes à Base de Água: Vernizes e esmaltes à base de água, usados para
acabamento em madeira e metal, podem conter PGEs para melhorar o brilho, a dureza, a
nivelamento e a resistência do filme.
Termos usados que indicam PGE: Éter metílico de propilenoglicol acetato (PMA). Éter
monometílico de dipropilenoglicol acetato (PGMA). Éter etílico de propilenoglicol (Etóxi
Propanol ou PE). Propilenoglicol e seus éteres.
O rótulo pode mencionar a presença de "coalescentes", "solventes", "auxiliares de filme" ou
"plastificantes".
Os éteres de propilenoglicol são conhecidos por serem irritantes para a pele e os olhos, e
podem causar reações adversas se houver exposição significativa. A exposição a esses
compostos pode ocorrer através da inalação, ingestão ou contato direto com a pele
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Protetor solar
Contém avobenzona, um ingrediente encontrado em protetores solares para absorver os raios
UVA, entretanto, é uma substância foto instável, ou seja, sua capacidade de se expor à luz
possui alterações significativas nas propriedades físico-químicas, sendo completamente
destruída após o uso, levando a reaplicações constantes dos produtos.
Contém oxibenzona (benzofenona-3, BP-3), protege a pele dos raios UV do sol. Ela é um
composto orgânico que absorve os raios UVB. Apesar de ser orgânico, polui o meio ambiente e
torna os corais suscetíveis ao branqueamento, levando-os à morte. Além disso, a oxibenzona
pode causar doenças de pele, desequilíbrio hormonal e é cancerígena.
Emitida por: A radiação por fontes naturais: raios cósmicos: Sol; Minerais radioativos: urânio, o
tório, o rádio, o actínio, o protactínio, o frâncio, o radônio e o polônio; Radionuclídeos: Os
radionuclídeos da crosta terrestre, que podem ser encontrados em rochas, solo, água potável,
materiais de construção e no próprio corpo humano.
Por aparelhos artificiais, como os celulares, computadores, laptops, equipamentos de raios-X,
lâmpadas, radares e transmissões de rádio e TV, luz elétrica, torres de transmissão e
distribuição elétrica, aparelho de micro-ondas, fiação elétrica em construções, equipamentos
que emitem radiação infravermelha, wi fi, modem repetidores, câmaras de bronzeamento,
Causa: Doenças graves: A alta exposição à radiação pode causar câncer de tireoide, leucemia
aguda, tumores, doenças oculares, distúrbios psicológicos e danos à composição genética.
Danos a órgãos e tecidos: A radiação pode atingir muitos órgãos e tecidos do corpo, causando
lesões na pele, queda de cabelo, náuseas e vômitos, alterações no sangue e distúrbios do
comportamento.
Danos ao sistema cardiovascular: A radiação pode danificar o coração e os vasos sanguíneos.
Danos ao trato digestivo: A radiação pode danificar o trato digestivo.
Danos à medula óssea: A radiação pode causar danos à medula óssea, que produz as células do
sangue, podendo levar a anemia, hemorragias e baixa resistência imunológica.
Realçadores de sabor – são aditivos alimentares usados para intensificar o sabor dos
alimentos, realçando o gosto natural ou criando novas percepções sensoriais.
- O gosto umami é um dos cinco sabores básicos do paladar humano, juntamente com o doce,
o azedo, o amargo e o salgado.
"Umami" tem origem japonesa e significa "saboroso" ou "delicioso".
O umami é percebido quando se consomem alimentos ricos em aminoácidos e nucleotídeos,
como o glutamato, o inosinato e o guanilato. O glutamato é um aminoácido presente no corpo
humano e em muitos alimentos, como queijos, carnes, tomates, cogumelos, salmão, bife,
anchovas e chá verde.
O umami é caracterizado por: Prolongar o sabor na língua, Aumentar a salivação.
Os realçadores de sabor têm a função de intensificar o sabor dos alimentos e são responsáveis
pelo gosto umami.
Tipos de realçadores:
- Glutamato Monossódico (MSG - E621) - Sal sódico do ácido glutâmico, um aminoácido
natural presente em proteínas.
Aumenta a pressão arterial e o batimento cardíaco em 10%
EX: Sopas instantâneas; Temperos prontos; Snacks (batata frita, salgadinhos); Comida chinesa
ou industrializada
Além de outros, pode causar reações alérgicas leves, conhecido como "síndrome do
restaurante chinês"
Retardadores de chama
Dioscorea villosa é indicada também nos casos de intoxicações em crianças devido aos
retardadores de chama utilizados nas mantas e no mobiliário de madeira, bem como a
toxicidade das tintas do quarto, trocador de fralda de vinil, brinquedos de plástico, etc.
Tais toxinas podem se acumular no corpo; as vacinas são, muitas vezes, a gota de água que faz
transbordar o copo.
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Não é tão danoso por si só, mas podem se transformar em compostos perigosos
- Transformação Fotoquímica: Quando esses retardadores de chama são expostos aos raios
ultravioletas (UV) do sol, eles sofrem reações químicas que os transformam em "congêneres"
mais tóxicos.
Um exemplo são os retardadores de chama bromados (como pbdes – éteres difenílicos
polibromados), que podem se decompor em substâncias como dioxinas bromadas. As dioxinas
são altamente tóxicas e bioacumulativas, ou seja, acumulam-se nos organismos ao longo do
tempo.
- Aumento da Toxidade: A toxicidade de muitos retardadores de chama aumenta após essa
transformação. Seus produtos de decomposição podem ser mais bioativos, ou seja, têm maior
probabilidade de causar efeitos tóxicos em organismos vivos. Isso inclui propriedades
cancerígenas, neurotóxicas e endócrinas (capacidade de interferir nos hormônios).
- Persistência Ambiental e Bioacumulação
Provoca / Causa: destrói o sistema imunológico, o sistema reprodutivo, causa várias doenças
neurológicas (Alzheimer, Parkinson etc)
Aplicação: em plásticos, tecidos e espumas, material de construção, desde fios até na espuma
de travesseiros e colchões, chips de computador, placas eletrônicas, televisores, micro-ondas,
videogames, aspiradores de pó e outros eletrodomésticos, além de móveis e tecidos sintéticos.
Causam/Provocam:
- Os solventes em geral possuem um grande potencial anestésico que é diretamente
proporcional à sua solubilidade em gordura. Por seu turno, a absorção dermal está relacionada
à solubilidade em água e gordura. A toxicidade por inalação e o grau de exposição a
substâncias líquidas dependerá de seu nível de volatilidade, ou seja, quanto mais volátil, maior
é o risco de exposição por inalação de seus vapores.
- A perda auditiva induzida pelo ruído é sinergizada pela exposição aos solventes,
particularmente tolueno, xileno, tricloroetileno, dissulfeto de carbono e estireno. Aliás,
estudos demonstram que o tolueno isoladamente produz perda auditiva
- Problemas no sistema nervoso central; efeitos dermais, respiratórios, hepáticos (graves
problemas), renais, hematológicos e no sistema reprodutivo, variando de simples mal-estar até
câncer.
Https://vendrame.com.br/blog2/seguranca-do-trabalho/solventes-organicos-voc-estado-da-
arte/
Benzeno e câncer
Quem pela primeira vez associou câncer ao agente ambiental foi o médico inglês Percival Potts
no século XVIII.
Naquela época os limpadores de chaminé, na Inglaterra, utilizavam calças por vários dias, sem
trocá-la. Além de que, não faziam uso de roupas íntimas de forma que toda a sujidade da calça
atingia diretamente o saco escrotal.
A região é muito sensível e foram registrados vários casos de câncer do escroto que ficou
associado com a exposição ao benzopireno oriundo das chaminés.
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IS - Algodão pima – Melhor algodão para ser usado como roupa - Hering
https://basico.com/blogs/news/algodao-pima?
srsltid=AfmBOortTWwiuekuoIAl5z6dWbxrj1u3_n2yLFFR-WDiOzn4vM73eJWv
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Causa/Provoca: diarreia, perda de peso, é prejudicial para a pele, olhos e mucosas (torna essas
partes mais vulneráveis à absorção de outras substâncias)
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Devido à sua toxicidade e inflamabilidade, o xileno deve ser manuseado com cuidados
especiais. É preciso usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas, óculos de
proteção e respiradores. Além disso, é importante que o local de trabalho seja bem ventilado e
esteja longe de fontes de ignição.
A exposição ao xileno pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, além de dor de cabeça,
tontura e náusea. Em casos mais graves, pode danificar o fígado, rins e sistema nervoso
central.
Mesmo com sua toxidade ainda é amplamente utilizado pois não existem substitutos
igualmente eficazes e econômicos para muitas de suas aplicações. O xileno é barato e
amplamente disponível
Encontrado em: tintas, lacas, vernizes, revestimentos - Dissolve pigmentos e resinas, ajudando
a obter uma textura uniforme. Evapora rapidamente, facilitando a secagem. Adesivos e
borracha clorada, manufatura de perfumes, repelentes de insetos, corantes, insumos
farmacêuticos, pesticidas e como agente de limpeza para aço, desengraxantes e limpadores de
peças mecânicas, é utilizado para limpar equipamentos e na preparação de amostras para
análises microscópicas, como na histologia. Adicionado a misturas de gasolina para melhorar a
octanagem.
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https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/cuidados-com-a-saude/
desreguladores-endocrinos/
Hormônios sintéticos desempenham um papel crucial na regulação do sistema endócrino humano ao substituir ou suplementar hormônios naturais, especialmente em condições onde a produção natural dos hormônios é insuficiente ou ineficaz. Por exemplo, a fludrocortisona é usada para tratar a insuficiência adrenal e regular o equilíbrio de sódio e potássio . A eritropoietina sintética (EPO) é usada para estimular a produção de glóbulos vermelhos em pacientes com anemia decorrente de insuficiência renal ou quimioterapia . Progesteronas sintéticas são usadas em anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal para prevenir crescimento excessivo do endométrio . Cada um desses hormônios sintéticos é utilizado em tratamentos específicos de acordo com as necessidades fisiológicas ausentes em cada paciente, simulando ou suplementando o papel dos hormônios naturais de forma controlada.
Nas condições de diabetes tipo 1 e tipo 2, a substituição de hormônios naturais por sintéticos, como a insulina sintética e a amilina sintética, ajuda a regular os níveis de glicose no sangue, substituindo a função do pâncreas que está comprometida . Insulinas sintéticas, como a insulina lispro para rápida ação ou a insulina glargina para ação prolongada, fornecem controle glicêmico eficaz e ajudam a evitar complicações associadas ao diabetes descontrolado . Além disso, o uso de amilina sintética, como a pramlintida, complementa o tratamento à insulina, melhorando ainda mais o controle da glicose por imitar a ação do hormônio natural .
Antagonistas hormonais sintéticos desempenham o papel de bloquear ou inibir a ação de hormônios naturais, proporcionando um controle melhor em certas condições. Por exemplo, a esplerenona atua como um antagonista da aldosterona, sendo usada para tratar condições como hiperaldoesteronismo e insuficiência cardíaca congestiva, auxiliando na redução da pressão arterial e da carga sobre o coração . Da mesma forma, o uso de antagonistas hormonais em tratamentos oncológicos, como o câncer de próstata, onde hormônios estimulam o crescimento tumoral, representa uma estratégia terapêutica eficaz . Esses tratamentos ilustram a capacidade dos antagonistas sintéticos em modular o microbioma endócrino humano de maneira precisa e dirigida.
O uso de hormônios sintéticos permite tratar deficiências ou disfunções em condições endócrinas mais eficazmente, pois são formulados para ter uma ação mais controlada, estável e prolongada em comparação aos hormônios naturais, que podem ter uma vida útil curta e variações biológicas. Por exemplo, a eritropoietina sintética pode ser dosada precisamente para estimular a produção de glóbulos vermelhos em condições como anemia, enquanto a oxitocina sintética é usada para controlar contrações uterinas durante o parto . Os hormônios sintéticos também oferecem a vantagem de evitar reações alérgicas associadas a proteínas animais, permitindo tratamentos mais personalizados e seguros.
Ftalatos são substâncias químicas que atuam como desreguladores endócrinos, imitando hormônios, e são cancerígenos, apresentando riscos significativos à saúde. Eles podem causar distúrbios no sistema endócrino, danos hepáticos e renais, bem como anormalidades reprodutivas e comportamentais . São comumente usados para tornar plásticos mais flexíveis em produtos como brinquedos, embalagens de alimentos e cosméticos, expondo amplamente a população a seus efeitos nocivos . Essa ampla distribuição em produtos de consumo é a principal preocupação de saúde pública, aumentando a necessidade de alternativas mais seguras.