noção de função
É uma correspondência entre dois conjuntos onde a cada elemento do conjunto
de partida corresponde um e um só elemento do conjunto de chegada.
domínio e contradomínio de uma função
Numa função f : A → B :
• O domínio é o conjunto A – conjunto dos objetos – e representa-se por D f
; (eixo 0x)
• O conjunto de chegada é o conjunto B;
• O contradomínio é o conjunto das imagens, e representa-se por D ' f ou
CD f (eixo 0y)
zeros de uma função
Dizemos que um elemento a do domínio de uma função f é um zero de f
quando f (a)=0.
Podemos determinar o(s) zero(s) de f :
• analiticamente, resolvendo a equação f (x)=0;
• geometricamente, determinando a(s) abcissa(s) do(s) ponto(s) de
intersecção do gráfico de f com o eixo Ox .
sinal de uma função
Uma função real de variável real f diz-se:
Positiva em a ∈ D f se f ( a ) >0 ;
Negativa em a ∈ D f se f ( a ) <0
exemplos
extremos de uma função
Um majorante de uma função f : D f ⟶ R é um número real M tal que ∀ x ∈ D f ,
f (x)≤M .
Dizemos que f é majorada se admitir um majorante.
ou seja
Valores acima de qualquer imagem da função
Um minorante de uma função f : D f ⟶ R é um número real m tal que ∀ x ∈ D f ,
f ( x ) ≥ m.
Dizemos que f é minorada se admitir um minorante.
ou seja
valores abaixo de qualquer imagem da função
Uma função f : D f ⟶ R diz-se limitada quando é simultaneamente majorada e
minorada.
Seja f
uma
função
f : D f ⟶ R e a ∈ Df . Dizemos que
• f (a) é o máximo
absoluto de f se
∀ x ∈ Df , f ( x ) ≤ f ( a) .
• f (a) é o mínimo
absoluto de f se
∀ x ∈ Df , f ( x ) ≥ f ( a) .
Ao máximo e mínimo absoluto de uma função f chamamos extremos absolutos de f.
Dados um número real a e um numero real positivo r , designamos por vizinhança r de a o intervalo
¿ a−r , a+r ¿. Representamos a vizinhança r de a por V r ( a ).
Dados uma função f : D f ⟶ R e a ∈ D f , dizemos que:
• f (a) é um máximo relativo (ou local) de f e a é um maximizante de f quando
∃r > 0 , ∀ x ∈ Df ∩V r ( a ) , f (x )≤ f (a).
• f (a) é um mínimo relativo (ou local) de f e a é um minimizante de f quando
∃r > 0 , ∀ x ∈ Df ∩V r ( a ) , f (x )≥ f (a).
monotonia de uma função
Dizemos que uma função r.v.r. f : D f ⟶ R é:
- Constante em A ⊂ Df quando ∀ a , b ∈ A , f (a)=f (b) .
- Estritamente crescente em A ⊂ Df quando ∀ a , b ∈ A , a< b ⟹ f ( a )< f (b).
Se A=D f , dizemos apenas que f é estritamente crescente.
- Crescente em sentido lato em A ⊂ Df quando ∀ a , b ∈ A , a< b ⟹ f ( a ) ≤ f ( b).
Se A=D f , dizemos apenas que f é crescente em sentido lato.
Dizemos que uma função r.v.r. f : D f ⟶ R é:
- Estritamente decrescente em A ⊂ Df quando ∀ a , b ∈ A , a< b ⟹ f ( a )> f (b).
Se A=D f , dizemos apenas que f é estritamente decrescente.
- Decrescente em sentido lato em A ⊂ Df quando ∀ a , b ∈ A , a< b ⟹ f ( a ) ≥ f (b).
Se A=D f , dizemos apenas que f é decrescente em sentido lato.
paridade de uma função
Uma função r. v. r. f diz-se par se e só se para todo o x ∈ D f , −x ∈ D f e
f (−x)=f (x ).
A função f é par se e somente se o eixo das ordenadas for eixo de
simetria do seu gráfico.
Uma função r. v. r. f diz-se ímpar se e só se para todo o x ∈ D f , −x ∈ D f e
f (−x ) =−f (x ) .
f é ímpar se e somente se o seu gráfico for simétrico relativamente à
origem O do referencial.
injetividade
se a
objetos diferentes correspondem imagens diferentes
se a imagens iguais corresponde imagens iguais
teste da reta horizontal, se for só um ponto é caso contrário se apanhar mais que
um ponto não é injetiva.
Ex.: função quadrática não é injetiva; f. afim/inversa/linear é injetiva
sobrejetividade
se e somente se o contradomínio e o conjunto de chegada coincidirem
bijetividade
injetiva + sobrejetiva